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gestão de projetos no setor da saúde

Gestão de projetos no setor da saúde: qual a importância?

O gerenciamento é fundamental em qualquer segmento. É comum que em um primeiro momento a prática seja diretamente ligada às áreas de engenharia, indústria ou desenvolvimento de softwares, mas também é muito presente a gestão de projetos no setor da saúde.

A gestão de projetos é a aplicação de conhecimentos e técnicas na elaboração de atividades para atingir objetivos específicos. Ela é essencial a qualquer empresa que lide com processos e etapas complexas. Assim, podemos dizer que é por meio dessa organização que as fases deixam de ser atividades burocráticas e se tornam ações produtivas.

Para entender melhor como aplicar um planejamento estratégico no setor da saúde e qual a importância desse processo, continue lendo este conteúdo.

Como a gestão de projeto pode ser aplicada no setor da saúde?

Os avanços tecnológicos incentivam, cada vez mais, os setores a se atualizarem e se adequarem aos novos procedimentos e ferramentas disponíveis para otimizar o tempo, reduzir custos e melhorar a qualidade dos serviços. Em consonância com outras áreas, o setor da saúde cresceu e se desenvolveu no Brasil, necessitando de metodologias mais adequadas para dinamizar os novos projetos.

Nesse setor, há muitas demandas específicas, como a forma de relacionamento entre cliente e empresa (que se dá por meio da equipe médica e paciente), organização da área financeira, qualidade de serviço (que está diretamente ligada ao tempo de espera), entre outras peculiaridades. Portanto, podemos dizer que o gerenciamento de projetos nessa área vai além da dinâmica de criar um projeto, desenvolvê-lo, implementá-lo e mensurar seus resultados.

A gestão de projetos no setor de saúde se faz importante, pois evita que clínicas, hospitais e consultórios utilizem técnicas obsoletas sem padrões, como usar papéis para o preenchimento de solicitações, pedidos de exames, anamneses e prontuários. Além da prática estar defasada, ela também traz insegurança aos dados do paciente.

Por apresentar fluxos complexos, o gerente da área hospitalar não deve apenas cobrar prazos e controlar cronogramas. Ele precisa envolver os profissionais e aplicar o gerenciamento técnico em conjunto com a vivência da rotina hospitalar, para que os métodos não atrasem ou atrapalhem os procedimentos. Mas, em contrapartida, os atendimentos não podem ser realizados de forma aleatória sem padronização.

Quais os benefícios da gestão de projetos no setor da saúde?

É importante utilizar a gestão de projetos no setor de saúde para que haja padrões de atendimento, andamentos administrativos e organização de feedbacks. Ao implementar esse gerenciamento, o administrador compreende as etapas do planejamento estratégico — iniciação, planejamento, execução, monitoramento, controle e encerramento — e analisa as ferramentas disponíveis que facilitarão as tomadas de decisão.

O guia PMBOK (Guide to the Project Management Body of Knowledge), por exemplo, traz práticas que podem ser implementadas na área médica, demonstrando habilidades, ferramentas e técnicas que atendem aos requisitos solicitados. Veja quais os benefícios ao utilizar a gestão aplicada no setor da saúde.

Melhora da comunicação entre os stakeholders

Os stakeholders são as peças-chave envolvidas no processo. Se a comunicação já é primordial para o desenvolvimento de um projeto em áreas da engenharia e indústria, imagine no setor da saúde.

No caso do segmento industrial, uma falha de comunicação pode ocasionar o atraso de cronograma e perda de insumos, por exemplo. Contudo, na área da saúde, isso pode significar a entrega de um exame errado, dosagem incorreta de medicação ou um atraso em uma medida emergencial. Por isso, ao gerenciar bem essa área, a comunicação fica integrada e toda a equipe tem acesso às informações, sem intermediações.

Simplificação de tarefas

Sem o uso de um software e ferramentas adequadas, tarefas simples, como a liberação de consultas e ordens de pagamentos, podem sobrecarregar um colaborador que ficará preso a uma tarefa totalmente burocrática e demorada. Assim, o gerenciamento de projetos aplicado ao setor de saúde automatiza e simplifica tarefas, deixando os colaboradores mais livres para tratarem de demandas que precisam de cuidado e avaliação.

Investimento em melhorias

O mercado traz diariamente novidades e melhorias que facilitam os processos internos. Assim, é importante que o gestor hospitalar esteja atento a essas possibilidades e invista em melhorias para seus setores. Gerenciar projetos na área da saúde não se refere apenas à automação de processos, ela melhora ações importantes para que o serviço principal não seja afetado por demandas administrativas.

Foco na qualidade

Com um mercado extremamente competitivo no segmento hospitalar, é preciso investir em melhorias contínuas alinhadas aos objetivos estratégicos da organização. É importante visar o lucro e também a excelência de atendimento, já que o setor exige eficiência e eficácia. Portanto, com a gestão, é possível otimizar processos e focar na qualidade dos atendimentos e serviços que devem ser uma das metas norteadoras de sucesso.

Implementação dos melhores métodos

Há várias metodologias dentro da área de gestão e de administração. Cada empresa e setor se adapta melhor a um tipo de técnica ou cada projeto pode demandar um método específico. Assim, ao gerir a saúde com métodos aplicáveis, fica mais fácil identificar quais projetos podem se beneficiar com o Scrum, metodologia híbrida ou Kanban, por exemplo.

Como um software de gerenciamento de projetos pode ajudar?

A gestão da saúde envolve processos administrativos complexos e por isso exige uma gestão estratégica para alcançar metas visando o lucro, sem perder a excelência do serviço. Assim, o gestor de projetos deve desenvolver e monitorar planos, analisar recursos, criar políticas e auditar os serviços.

Para facilitar essa organização, é importante empregar um software de gerenciamento de projetos. Com a ajuda de uma ferramenta específica, fica mais simples efetuar a gestão de pessoas, compartilhar tarefas, delegar atribuições e mensurar o número de atendimentos e a qualidade do serviço.

O software da Project Builder, por exemplo, facilita o planejamento, identifica com agilidade os recursos disponíveis, otimiza as tomadas de decisão e aumenta a produtividade.

Portanto, implementar a gestão de projetos no setor da saúde é investir em práticas modernas e guiar equipes simplificando tarefas com ajuda de ferramentas. Com o uso de soluções tecnológicas, hospitais e clínicas alcançam resultados melhores, reduzem custos e padronizam processos.

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scrum

Scrum: O que é?

Você sabe o que é a metodologia SCRUM? O nome vem de uma formação ou jogada do esporte rugby, em que oito jogadores de cada time se encaixam para compor uma espécie de muralha humana. Atualmente, a palavra é utilizada para descrever um framework para gerenciamento ágil de projetos de software.

Uma das coisas mais interessantes nessa metodologia é que ela não se aplica somente a softwares, podendo ser empregada nos mais diversos tipos de projetos. Mesmo que ainda existam muitos mitos sobre a sua implementação, o SCRUM está, aos poucos, ganhando seu espaço nas empresas que fazem uso das boas práticas de gerenciamento de projetos.

Quer entender melhor o que é o SCRUM e como ele pode ser utilizado na sua rotina organizacional? Então, continue lendo este post!

O que é exatamente a metodologia SCRUM?

Criada pelos desenvolvedores Ken Schwaber e Jeff Sutherland, SCRUM é uma metodologia de gerenciamento de projetos ágeis. Ela tem como base as equipes pequenas e multidisciplinares, os feedbacks constantes e a colaboração dos envolvidos.

O SCRUM deve ser visto como uma forma de orientar o trabalho de equipes com foco em resultados inteligentes e alinhados com as demandas existentes. Ele coloca a empresa preparada para entregar novidades continuamente. Além disso, amplia o alinhamento de expectativas entre os participantes no projeto, evitando baixa insatisfação.

Qual é a importância da metodologia SCRUM?

Nos dias atuais, praticamente todas as organizações buscam melhorar a eficiência de suas equipes e reduzir desperdícios de tempo e de recursos. Saber entregar produtos e serviços de melhor qualidade para encantar seus clientes é algo básico para quem pretende se manter competitivo.

Porém, isso não é tudo. Uma das principais características da época em que vivemos é a necessidade de agilizar os processos de trabalho, já que o mercado funciona em um ritmo realmente acelerado. Com a metodologia SCRUM, as empresas conseguem identificar oportunidades e desenvolver soluções em um curto espaço de tempo, adquirindo vantagem competitiva.

Todos os times terão a base necessária para serem mais eficazes e produtivos. Isso vale mesmo para os cenários em que há mudança de necessidades: os times podem avaliar rapidamente o que deve ser feito para se adaptarem ao novo cenário e, com isso, diminuir o impacto das alterações no fluxo de trabalho.

A metodologia SCRUM, em outras palavras, atua no gerenciamento de projetos, auxiliando no alcance de todos esses objetivos definidos durante as etapas de planejamento. Com o maior alinhamento entre os times, torna-se mais fácil avaliar o que deve ser feito para evitar desperdícios e melhorar o resultado final. Ou seja, a metodologia SCRUM amplia a habilidade de profissionais de gestão para entregarem os resultados esperados pelo cliente.

Como a dinâmica do SCRUM funciona?

Como mencionado, o SCRUM é amplamente usado no desenvolvimento de software, mas pode ser aplicado em qualquer outro segmento profissional ou, até mesmo, em projetos pessoais. Isso porque o método conta com princípios importantes que fazem com que o trabalho flua de maneira facilitada. Veja, a seguir, quais são essas bases.

Autogerenciamento

O SCRUM conta com papéis e responsabilidades bem-definidos. Cada membro da equipe conhece sua função no time, facilitando muito o andamento dos projetos. Quando cada profissional sabe exatamente quais são suas tarefas e obrigações, a equipe gerencia a si mesma naturalmente, sem precisar de cobranças externas constantes.

Dentro de uma equipe de projeto que atua no ambiente SCRUM, há vários papéis. Eles são formulados para orientar o fluxo de trabalho e garantir que cada um esteja pronto para atuar de modo autônomo. Confira a seguir os papéis desse ambiente!

Product owner ou dono do produto

Essa atribuição é dada para os stakeholders do negócio. Pode funcionar de forma semelhante a um profissional de atendimento ou gestor de sucesso do cliente.

Devteam ou equipe de desenvolvimento

São os membros da equipe, que devem ter características multidisciplinares. Ou seja, aqueles que fazem as rotinas definidas no planejamento do projeto e em cada etapa.

SCRUM master

Esse é o gerente de projeto, responsável por dirigir a equipe para que os objetivos e metas sejam atingidos. O SCRUM master garante que todo o processo seja seguido. Também participa das reuniões diárias, da revisão de Sprint e do planejamento.

Agilidade

Por ser um tipo de metodologia ágil, é de se esperar que o SCRUM foque em velocidade, ao mesmo tempo em que atende às necessidades do cliente. Inclusive, o livro sobre a abordagem se chama “SCRUM: A arte de fazer o dobro na metade do tempo“. A obra foi escrita pelo próprio Jeff Sutherland, que é o fundador do SCRUM.

Essa agilidade só é possível porque os objetivos maiores são quebrados em diversas etapas. O trabalho é dividido em iterações, que são chamadas de sprints. Um sprint pode durar um dia ou até algumas semanas, por exemplo.

O ideal é que cada Sprint tenha um tempo fixo (preferencialmente abaixo de um mês). Assim os times podem se organizar melhor e ter um fluxo de trabalho mais eficiente. Ao mesmo tempo, conseguem entregar mais resultados e manter um alinhamento contínuo de expectativas.

Foco no essencial

O SCRUM busca priorizar os pontos fundamentais do projeto, isto é, aquelas características que geram mais valor ao cliente. Segundo estudos, no desenvolvimento de um software, 80% do valor da solução se encontra em 20% das funcionalidades.

Para comprovar a estatística, basta observarmos aplicativos usados diariamente, como Word e Excel. Neles, há inúmeras capacidades complexas que praticamente nunca são usadas. Já as funções básicas, normalmente, são o verdadeiro motivo pelo qual compramos a solução.

Dessa maneira, a metodologia SCRUM defende que a empresa foque na implementação dos atributos mais importantes do software ou produto. Essas funcionalidades são mantidas em uma lista que é conhecida como product backlog.

Reuniões de alinhamento

A rotina de reuniões faz parte da filosofia de agilidade e de feedbacks constantes do SCRUM, permitindo que os membros da equipe compartilhem o andamento de suas tarefas. Assim, se houver algo travado, o problema pode ser rapidamente resolvido, evitando o atraso nas entregas e o descumprimento dos prazos combinados.

Entre as empresas que utilizam a metodologia, é comum fazer sprints curtos e reuniões diárias de, no máximo, 15 minutos, também chamadas de daily SCRUM. Esse é o momento em que, assim como no rugby, os jogadores buscam “encaixar as peças”.

Nessa reunião, o product owner prioriza os itens do product backlog, e a equipe seleciona as atividades que será capaz de implementar durante o período que se inicia.

Estrutura enxuta

Assim como ocorre no SCRUM do rugby, a abordagem do SCRUM empresarial utiliza um número limitado de participantes por projeto. Cada equipe de projeto é formada por cerca de sete pessoas.

Colaboração

No SCRUM, é comum que os clientes se tornem parte da equipe de desenvolvimento, desde que estejam verdadeiramente interessados em colaborar e gerar o melhor resultado. Com esse modo de atuar, o retrabalho da equipe diminui consideravelmente, já que os principais interessados no produto estão acompanhando sua criação de perto.

Transparência

Em muitas organizações, os colaboradores têm medo de reconhecer um erro ou mesmo de apontar um problema que poderia ter sido encontrado anteriormente. Isso porque muitos modelos de gestão optam por penalizações ou repressões.

Na metodologia SCRUM, todos os participantes são incentivados a cultivar a transparência, compartilhando seus problemas e dificuldades com a equipe. Dessa maneira, as questões podem ser resolvidas com mais agilidade e menos estresse, evitando que falhas maiores sejam geradas no futuro.

Adaptabilidade

Uma das características mais interessantes é a capacidade de adaptação que a metodologia proporciona. Ao iniciar um novo projeto ou identificar uma oportunidade de mercado, a equipe não precisa — e nem deve — se apegar à ideia de obter respostas definitivas.

No SCRUM, as hipóteses (possíveis soluções para o desenvolvimento de um produto ou para o problema de um cliente) são desenvolvidas e testadas rapidamente com o objetivo de colher feedback. A partir daí, a equipe descobre se vale a pena investir mais tempo e energia naquele projeto, se é preciso recomeçar do zero, ou se é necessário fazer adaptações.

Como aplicar o SCRUM na sua empresa?

Para aplicar o SCRUM no seu dia a dia, alguns passos devem ser tomados. Eles auxiliam os times a terem mais agilidade para incorporar a cultura SCRUM no seu dia a dia. Além disso, aumentam a habilidade das empresas em aproveitarem os benefícios desse meio de trabalho.

Confira a seguir alguns passos que precisam ser empregados para executar o SCRUM na sua rotina!

Designe cargos

Esse é o primeiro passo a ser tomado. Os cargos devem ser definidos de modo claro para o fluxo de trabalho do SCRUM funcionar na sua empresa. Afinal de contas, a divisão clara de funcionalidades é uma das bases dessa metodologia.

Para que isso dê certo, a empresa precisa avaliar o perfil da equipe e do projeto. É importante identificar quem poderá ser útil para cada papel a partir das suas habilidades e do seu potencial de impacto. Assim, você poderá formular equipes multidisciplinares e capazes de trabalhar conforme bons padrões de qualidade.

Liste prioridades

A priorização de demandas e objetivos é um passo crítico para que qualquer projeto possa dar certo. Essa estratégia auxilia na organização de rotinas e no posicionamento da empresa. Afinal, as coisas mais importantes para cada etapa receberão mais atenção, o que aumenta as chances de elas serem feitas de acordo com o esperado.

Por isso faça uma comunicação ativa com os envolvidos no projeto para entender as suas demandas e necessidades. Avalie o que deve ser priorizado e como entregar esses resultados. Assim você poderá ter mais foco no que é urgente para cada etapa de seus projetos.

Planeje sprints

A partir da priorização, comece o planejamento de cada Sprint. Defina um prazo para a sua execução, os envolvidos e as suas responsabilidades. Também avalie as ferramentas que são necessárias e como elas devem ser integradas ao dia a dia de cada pessoa.

Não se esqueça de avaliar o que foi entregue ao final de cada Sprint. O Sprint Review permite ao gestor avaliar o que deu errado e que boas práticas devem ser replicadas. Isso torna o seu projeto um constante fluxo de aprendizagem, em que as práticas são melhoradas sempre.

Faça reuniões regulares

As reuniões, como apontamos, são uma das bases do SCRUM. Elas permitem aos times alinharem expectativas e avaliarem o que deu certo. Ao mesmo tempo, facilita a correção de rumos e a correção de más práticas.

Por isso as reuniões devem ser uma parte muito importante do ambiente SCRUM. Com elas, você pode manter todos no mesmo caminho e com foco semelhante. Ou seja, todo mundo trabalhará em busca de metas parecidas, mesmo que tenham alta autonomia.

Garanta uma boa base para os seus times trabalharem

Se a sua empresa pretende adotar o SCRUM, não basta apenas incorporar as bases dessa filosofia no seu dia a dia. Também é necessário dar as ferramentas para que os times possam trabalhar com qualidade. Ao mesmo tempo, a cultura de trabalho deve ser moldada para esse ambiente.

Isso envolve o investimento em boas ferramentas tecnológicas. Um sistema de gestão de projetos robusto facilita a avaliação de resultados e a organização do cronograma de trabalho. Desse modo, os times podem atuar de modo sustentável e garantir que o uso de recursos seja o melhor possível.

Também é importante dar autonomia para as equipes. Essa medida evita atrasos e garante que os times possam atuar com agilidade quando for necessário. Não há como garantir que o gestor será capaz de definir qual o melhor caminho a se tomar sempre, portanto, dê às suas equipes os fundamentos para que elas possam atender a chamados com facilidade, quando necessário.

Quais são os termos mais utilizados e seus significados?

Além dos pontos listados acima, existem alguns cuidados que devem ser tomados para entender como levar o SCRUM ao seu dia a dia. Esses são alguns dos principais termos empregados nessa metodologia:

  • burndown chart — um gráfico do restante de trabalho a ser feito que auxilia na organização do trabalho das equipes;
  • daily SCRUM — uma reunião rápida diária com a participação de todos os integrantes da equipe para definir as atividades do dia e alinhar metas;
  • impediments (ou impedimentos) — obstáculos que a equipe encontra e não são descobertos durante a reunião daily SCRUM. O SCRUM master é responsável por garantir que essas dificuldades sejam resolvidas da melhor forma possível;
  • as metas do Sprint — as expectativas e objetivos para o Sprint. Cada meta ajuda a trazer foco para os times e melhorar as decisões diárias tomadas;
  • Product Backlog — uma lista (organizada por prioridades) com as funcionalidades desejadas no produto. Ele deve ser atualizado continuamente conforme a evolução do projeto e das expectativas;
  • o Sprint planning — reunião de planejamento que ocorre no início de um Sprint para facilitar a definição de prioridades e evitar que pontos importantes não sejam executados;
  • Sprint — uma sequência de atividades com prazo definido. Durante esse tempo, alguma funcionalidade do produto deve ser implementada;
  • tarefa sprint — a menor porção de trabalho de um projeto, referindo-se a uma atividade que geralmente dura até 16 horas.

Esses termos precisam ser entendidos pelo time e, principalmente, por quem for organizar o fluxo de trabalho do projeto. Afinal de contas, eles fazem parte dos fundamentos do SCRUM e de como ele é aplicado no seu dia a dia. Por isso, sempre fique atento para evitar erros que possam comprometer a comunicação e a compreensão de cada ponto.

O que podemos concluir sobre o SCRUM?

A metodologia SCRUM é uma maneira de trazer mais agilidade, eficiência e qualidade aos projetos de qualquer organização. A abordagem evidencia problemas que ocorrem no desenvolvimento de projetos de software, fornecendo meios para que a equipe solucione as questões necessárias.

Além disso, a satisfação dos colaboradores de empresas que utilizam o SCRUM também costuma aumentar. Afinal, a metodologia permite que as equipes desenvolvam autonomia e colham aprendizados constantes, trazendo um senso de pertencimento e de evolução.

Por fim, é possível perceber que a gestão ágil de projetos é cada vez mais adotada no mercado de tecnologia, principalmente na área de desenvolvimento de software, na qual sua aceitação cresce dia após dia.

Quer saber se é mais interessante aplicar o Kanban ou o SCRUM no seu dia a dia? Então confira o nosso comparativo sobre essas duas metodologias ágeis e faça uma escolha bem-estruturada!

gestão de projetos aplicada à manutenção industrial

Como implantar a gestão de projetos aplicada à manutenção industrial?

A gestão de projetos aplicada à manutenção industrial traz melhorias para todos os processos. Muitas vezes, os gestores não conseguem aplicar a gestão dentro de alguns setores da indústria, pois encontram algumas limitações.

Com processos bem-delineados, é possível implementar ações que melhoram a conservação dos ativos de uma indústria, aumentando a produtividade dos colaboradores e economizando com manutenções corretivas e perda de peças.

Entenda melhor sobre esse conteúdo neste post!

Como a gestão de projetos pode ajudar na manutenção industrial?

A gestão de projetos aplicada à manutenção industrial serve para melhorar o gerenciamento interno dos processos e aumentar a confiabilidade dos stakeholders quanto à qualidade e capacidade da indústria em manter a sua produtividade.

É inegável a importância do gerenciamento de projetos em uma indústria para manter entregas dentro do prazo, com qualidade, e utilizar a quantidade adequada de recursos. O guia PMBOK, por exemplo, explicita nove áreas de conhecimento das estratégias comuns em projetos industriais.

Nelas, há o destaque para a preparação da equipe, que vivencia situações de pressão e desafios durante todo o projeto e precisa estar inteiramente envolvida e comprometida. Além disso, antes dessa consolidação do documento, existiam práticas locais em que cada projeto era conduzido com características próprias e acompanhamentos manuais, prejudicando, na maioria das vezes, os custos iniciais.

Assim, ao utilizar a gestão na manutenção industrial é possível usar ferramentas e criar métodos, nos quais os investidores saberão antes mesmo do projeto iniciar os custos envolvidos e perspectivas de rendimento.

Como gerenciar as paradas de manutenção?

O modo de gerenciar evoluiu muito nos últimos anos e a administração de manutenção também. Com o passar do tempo, observou-se que os maiores custos de uma indústria se concentravam no mau gerenciamento de manutenção e conservação.

A compra de ativos, peças, paradas para correção e o custo de mão de obra terceirizada consumiam grande parte do budget de empresas. Portanto, com uma gestão eficiente, é possível gerenciar as paradas de manutenção e optar pelas melhores decisões.

As interrupções para manutenção são eventos que ocorrem nas indústrias quando um equipamento ou uma unidade necessita cessar seu funcionamento por um determinado período. Essas paradas precisam ter um escopo bem-definido de início, meio e fim, e é função do responsável pela gestão de projetos coordená-las.

Manutenção corretiva

Esse tipo de reparo é o mais comum em empresas. Ele ocorre quando máquinas ou peças apresentam falhas ou defeitos. Assim, as máquinas são paradas, e a troca ou reparo é realizado de modo imediatista e mediante necessidade.

Manutenção preventiva

Essa atuação é realizada de forma preventiva, ou seja, é uma maneira de reduzir ou evitar falhas durante os desempenhos. Assim, cria-se um plano com intervalos definidos de parada, para que as manutenções sejam feitas. Isso diminui as longas interrupções para manutenção e mantém um controle sobre os ativos e peças de cada máquina.

Manutenção preditiva

Esse tipo de manutenção busca prever a vida útil de cada peça, a fim de utilizá-la até o limite máximo e trocá-la antes de uma falha. Comparada à manutenção preventiva, ela se baseia em dados e condicionantes.

Dependendo do porte da empresa, as paradas programadas são eventos marcantes na rotina das produções. Portanto, é importante que as indústrias trabalhem com a engenharia de manutenção e modifiquem situações permanentes de mau desempenho, deixando de lado os problemas crônicos e melhorando padrões e sistemas.

Confira dicas para aplicar a gestão de projetos na manutenção industrial

Um bom gerenciamento de projetos dá subsídios à administração de manutenção dos equipamentos corretos, pois as decisões de manutenibilidade, confiabilidade e custo-benefício são referenciadas no projeto da planta da fábrica. Veja como aplicar a gestão à manutenção industrial.

Escolha um responsável pela gestão

Um dos grandes erros é tratar a área de manutenção de modo separado das demais. O gestor deve delegar um responsável para esse setor, mas ele precisa estar ciente de todos os projetos em andamento.

Uma das características da gestão de máquinas é que elas se repetem, portanto, ao definir um colaborador como responsável, ele consegue acompanhar avanços históricos e sugerir as melhores práticas.

Registre os equipamentos e estruturas

Só será possível fazer manutenções caso todos os equipamentos estejam registrados e toda uma cadeia estruturada. De nada adianta uma lista de peças, sem o contato dos fornecedores, data da última troca, preço médio, custo por manutenção e outros detalhes.

Ademais, é importante que essas informações estejam ao alcance da mão e sejam facilmente consultadas por qualquer pessoa da equipe de manutenção.

Verifique prazos e custos

Como já citamos, cada projeto tem um custo e um prazo de entrega. Se uma máquina passará por uma manutenção preventiva na próxima semana, o setor de vendas não poderá prometer o prazo de entrega para aquela data.

Além disso, o custo do serviço não pode variar conforme as manutenções realizadas. Logo, a organização, o planejamento e a integração dos setores são fundamentais.

Treine os colaboradores

Mesmo que haja um responsável pela gestão e organização da manutenção industrial, é importante que os colaboradores do setor sejam treinados. Primeiramente, isso impede o microgerenciamento, pois cada um saberá o que deve ser feito e poderá fazê-lo com certa liberdade.

Outro ponto é que se todos os colaboradores forem treinados, mesmo que o líder não esteja presente no momento, uma solução será encontrada e o problema, resolvido mais rapidamente.

Escolha bons parceiros e ferramentas de gestão

Para garantir uma boa gestão aplicada à manutenção industrial, é preciso escolher bons parceiros, tanto colaboradores capacitados quanto fornecedores reconhecidos. Isso garantirá que as manutenções não se repitam por erros evitáveis.

Também é necessário centralizar todas as informações, relatórios e cronogramas em um só sistema. Por isso, é importante conhecer as ferramentas de gestão disponíveis no mercado e optar por aquela que abarca necessidades fabris.

Podemos concluir que as indústrias que não fazem uma gestão desse setor perdem em qualidade e produtividade, além de não terem um controle correto dos custos de produção. Portanto, a gestão de projetos aplicada à manutenção industrial é uma parte tão importante quanto todas as outras, como logística, qualidade, engenharia e vendas.

O software da Project Builder, por exemplo, auxilia no gerenciamento de projetos com uma administração de portfólios facilitada, gestão de equipes e estratégica. Isso otimiza tomadas de decisão, prioriza investimentos e mitiga falhas no processo. Interessado? Entre em contato conosco!

gestão de projetos no terceiro setor

Gestão de projetos no terceiro setor: descubra como fazer

Implementar ações assertivas é primordial para o sucesso de qualquer organização, inclusive das ONGs e demais entidades caracterizadas como associações, sociedades civis ou fundações de direito privado sem fins lucrativos. Por isso queremos abordar uma questão importante: a gestão de projetos no terceiro setor. O que você sabe sobre o assunto?

Estamos falando de um ramo socialmente imprescindível, que, embora parta da iniciativa privada, tem função essencial de ajuda à área pública, pois abrange pessoas que o Estado por si só não consegue atingir ou, quando consegue, não o faz tão bem.

As peculiaridades do terceiro setor — o fato de não ser pública nem privada, em formação e administração — também refletem na forma especial pela qual seus projetos devem ser pensados e implementados. Acompanhe!

Por que fazer gestão de projetos no terceiro setor?

As organizações que compõem a categoria dedicam-se a causas capazes de promover a proteção ao meio ambiente, melhorar índices socioeconômicos, expandir a efetividade de medidas governamentais e assegurar a prestação de serviços públicos essenciais ao bom desenvolvimento de qualquer nação.

Logo, o terceiro setor tem papel político, econômico, jurídico e social de extrema importância, fazendo valer não apenas preceitos básicos de um Estado democrático de Direito, como também efetivamente implantando ações de interesse coletivo da sociedade.

Não é fácil para tais organizações cumprir com o propósito para o qual foram criadas, afinal, sua atuação depende da colaboração das iniciativas pública e privada e ainda deve ser atendida a expectativa da população.

Portanto, custo, tempo, recursos humanos, riscos, aquisições, escopo, stakeholders e outras áreas correlatas são especialmente delicadas quando se fala da gestão de projetos no terceiro setor. Embora tais instituições não visem lucro, elas precisam apresentar resultados desenvolvendo seu trabalho com máxima transparência.

Quais são as dificuldades da gestão de projetos no terceiro setor?

As organizações da categoria precisam se preocupar em fazer muito com pouco, afinal, uma empresa parceira não vai lhe dar tantos recursos quanto o empenhado nos próprios projetos dela, tais como o lançamento de um novo produto no mercado.

Os resultados do terceiro setor muitas vezes são intangíveis, qualitativos em vez de quantitativos. Se você promove ações para ajudar a população de um bairro carente, aquelas pessoas podem ter melhor percepção sobre a marca que apoiou o projeto, mas continuarem sem condições de comprar seus produtos.

Quando uma empresa investe em pesquisa de mercado antes de lançar um novo item, ela mensura posteriormente na receita a efetividade da medida previamente adotada. Por isso, talvez seja difícil mostrar o quanto o projeto da ONG ou entidade foi bom, assertivo em seu escopo e de alta qualidade.

Controlar custos e recursos superlimitados, encontrar voluntários para realizarem o trabalho e lidar com as expectativas de tantos stakeholders também são algumas das dificuldades da gestão de projetos no terceiro setor.

Como fazer gestão de projetos no terceiro setor?

Diante de várias peculiaridades, cabe aos dirigentes da sociedade civil o cuidado de manter a autonomia decisória da instituição mesmo diante da relação tão próxima com o poder público e/ou privado.

Caso contrário, o governo pode acabar tirando proveito da situação para se sobressair ou a entidade talvez termine escrava da empresa financiadora, deixando seus propósitos em segundo plano. Confira algumas dicas para sistematizar a gestão de projetos no terceiro setor e garantir a assertividade das ações.

Invista tempo no planejamento

Muitas pessoas menosprezam esta etapa quando estão com a cabeça fervilhando de ideia e loucas para colocarem a mão na massa. Implementar coleta de lixo em uma região carente, por exemplo, exige diretrizes e a definição de processos.

Sequencie as atividades de forma clara e com objetivos bem-definidos; desenhe a EAP. Não é possível colocar uma creche comunitária para funcionar sem antes ter preparado o espaço físico, cuidado das adaptações e reparos nas instalações, comprado itens básicos de higiene, capacitado as cuidadoras e determinado os horários de funcionamento.

O planejamento deve contar com um cronograma, sequenciar as tarefas a serem desempenhadas, quando, como e por quem elas serão feitas. Discrimine as aquisições necessárias e o investimento em cada fase do projeto, forma efetiva de garantir o escopo e a qualidade das entregas.

Utilize indicadores e defina metas

Você não saberá se está no caminho certo se não tiver métricas ou um resultado definido a alcançar. Oriente-se com base no planejamento vendo se as atividades estão sendo desenvolvidas dentro do prazo pensado.

Ainda utilizando o exemplo da creche comunitária, avalie enquanto repara o prédio qual o percentual das obras já foi concluído até o momento atual e se as aquisições e custos estão dentro do inicialmente estimado.

Caso a intenção seja a inclusão digital de crianças, jovens e adolescentes em condição de vulnerabilidade, estabeleça quantos deles você almeja abranger com seu projeto. Ainda, se o gasto com os computadores só puder chegar a X reais, qual é o maquinário que cabe dentro do orçamento? Você precisará contar com doações? Tenha indicadores e metas!

Eleja um gerente de projetos

Deixar de centralizar o controle do projeto nas mãos de uma pessoa pode ser caótico, levar à confusão de atribuições, prejudicar as atividades, criar conflitos entre a equipe e acarretar entregas abaixo da qualidade esperada.

Eleja um gerente de projetos capaz de manter o escopo, coordenar os processos e garantir a execução das tarefas. Essa pessoa ainda alinha as expectativas dos stakeholders, promove a comunicação efetiva entre os envolvidos e orienta o trabalho dos grupos.

Conte com a ajuda da tecnologia

O planejamento, o controle e a execução na gestão de projetos do terceiro setor são otimizados com a ajuda da tecnologia. Se a intenção é melhorar índices socieconômicos, recursos de big data podem ajudar na análise e aumentar a assertividade da ação.

Índices de criminalidade também são passíveis de controle utilizando tal artifício. Ainda, é possível aplicar a inteligência artificial para monitorar melhorias na emissão de gases de determinada região, por exemplo, causa que tanto preocupa os ambientalistas.

Como um software pode ajudar na gestão de projetos no terceiro setor?

Notou quantos fatores influenciam a implementação de uma ação social? As variáveis são muitas, há múltiplos interesses, etapas a controlar e processos a sistematizar. Um software como o da Project Builder ajuda você a concatenar uma enorme quantidade de informações de um jeito claro, visual e organizado.

Nosso sistema é completo, inteligente e seguro. Ele admite o acompanhamento das etapas enquanto elas são desempenhadas, cruza informações e possibilita ao gestor auferir a produtividade em todos os processos.

A gestão de projetos no terceiro setor pode ser mais eficaz quando realizada com um software como o nosso. Aposte nessa solução para dar ao seu projeto condições de pleno desenvolvimento, alcançando a qualidade esperada. Entre em contato com a Project Builder!

mentor

Veja o que fazer para se tornar um mentor para sua equipe

O papel de um líder nos dias atuais é muito mais complexo que apenas delegar funções. Em alguns casos, esses profissionais sentem a necessidade de ir além e colaborar efetivamente com o desenvolvimento de seus colaboradores. Se essa é a sua situação, talvez seja o momento de descobrir como se tornar um mentor para seu time.

O mentor é aquela pessoa que vai guiar o colaborador para desbravar o universo profissional, ajudando-o a superar dificuldades e encontrar oportunidades interessantes. Ele dá conhecimento de carreira e, em troca, recebe mais produtividade e bastante aprendizado sobre como lidar melhor com essa nova geração de talentos.

Quer saber o que é necessário para se tornar um gestor mais eficiente? Confira algumas dicas!

Alinhe objetivos

Antes mesmo de começar os ensinamentos da mentoria, é preciso que ambos os lados deixem claro o que esperam ensinar e aprender durante esse tempo. Dessa forma, você evita que as metas estejam fora de sintonia, o que pode causar uma resistência maior do funcionário em aceitar seus conselhos.

Essa conversa sincera também vai trazer uma clareza maior sobre a personalidade de cada colaborador, para que você busque as melhores ferramentas para orientá-lo. Assim, o desenvolvimento da equipe é mais eficiente, já que você entende o que o motiva e quais valores podem ser usados no processo de convencimento.

Ensine e aprenda

O processo de mentoria é baseado em uma relação em que os ensinamentos são trocados, e não concedidos apenas por uma parte. Durante essa fase, você pode se surpreender com tudo que aprenderá com profissionais mais novos.

Para isso, é preciso perder aquela atmosfera de “chefe” que circunda as pessoas em cargos de liderança. O respeito é necessário, mas você deve ser uma pessoa acessível e aberta a compreender novas formas de dar e receber conhecimentos.

Tenha comprometimento

Oferecer mentoria para alguém é uma grande responsabilidade. Se você deseja se colocar nessa posição, esteja comprometido a auxiliar essa pessoa, mesmo que isso signifique ter que se esforçar um pouco mais na rotina de trabalho para ajudá-la a se desenvolver nos campos necessários.

Saiba ouvir

Uma das principais tarefas do mentor é saber ouvir tudo o que o colaborador tem a dizer. Faz parte da função entender o que seu aprendiz está passando e, para isso, é preciso deixar que ele desabafe e passe um panorama completo da situação.

Muitas vezes, enquanto divaga nas próprias dúvidas e reclamações, o próprio funcionário consegue reorganizar suas ideias e chega à solução para os problemas. Isso é uma mentoria eficiente: ensinar a pessoa a encontrar as respostas dentro de si.

Tenha seu próprio mentor e um bom network

Ser um profissional de ponta na atualidade exige excelentes conexões e alguém para contar em situações difíceis, se possível. Como isso vale para os seus funcionários, também serve para você.

Cultive bons relacionamentos com líderes do mesmo setor de atuação e até mesmo de segmentos totalmente diferentes do seu. Procure outros chefes dispostos a atuar como mentores e troque ideias. Dessas conversas podem surgir estratégias interessantes para alavancar a produtividade da sua equipe.

Tenha a mente aberta

Lidar com profissionais mais jovens pode ser um processo disruptivo para um líder. Para aceitar formas de pensar diferentes das suas, no entanto, é preciso estar preparado. Haverá momentos em que será necessário entender profundamente quais os objetivos, desejos e sentimentos daquele profissional. E, muitas vezes, esses objetivos podem ser contrastantes com os seus.

Então, para conseguir criticar ou sugerir alguma mudança de uma maneira que ela seja bem aceita, é fundamental se colocar no lugar daquele profissional, sem preconceitos. É por isso que a compaixão e a empatia são características essenciais para ser um bom mentor.

Se necessário, antes de dar conselhos, tire um tempo de reflexão e avalie se está aceitando de uma boa forma as expectativas dos seus aprendizes.

Melhore sua inteligência emocional

Ser mentor se assemelha muito a ser pai. Às vezes, você vai dar conselhos, e os profissionais do seu time não vão segui-los. Ou, então, eles insistem nos mesmos erros, ainda quando você alerta sobre as consequências. Faz parte do processo de amadurecimento profissional, e pode ser muito cansativo para o mentor, exigindo paciência.

Por isso é tão importante que o mentor saiba controlar seus sentimentos, algo que a inteligência emocional proporciona. Além disso, você pode aproveitar outras vantagens desse conhecimento e trazer resultados para a mentoria, como ler a linguagem corporal, fazer as perguntas certas e até ajudar o aprendiz a controlar sua impulsividade no trabalho.

Dê o exemplo

Para ser um bom mentor, nada é mais vital do que ser uma pessoa admirável. Esse tipo de conexão sentimental vai trazer a confiança necessária para o processo, e agir de forma correta e ética durante sua atuação no trabalho pode ensinar mais do que todos os conselhos dados.

Por isso, em sua profissão, sempre aja de acordo com o que você ensina para seu time. Ser um modelo de atuação é um elemento instigante, que acaba trazendo benefícios para os dois lados. Tanto você vai se sentir estimulado a dar sempre o melhor de si, como a sua equipe será inspirada a seguir seus passos e ensinamentos no dia a dia.

Celebre os resultados

O processo de aprendizagem da sua equipe também precisa de motivação. Não deixe que a sua atuação seja focada apenas no lado negativo do profissional. Faz parte do processo encarar melhorias e reconhecê-las, mesmo quando pequenas. Esse tipo de incentivo premia a dedicação do funcionário e o ajuda a enxergar as dificuldades com mais positividade.

Sempre que seu time conseguir algum resultado importante ou evoluir em questões relevantes, celebre. Não é necessário premiá-los ou oferecer benefícios. Na mentoria, um parabéns e o reconhecimento pelos objetivos superados já são eficientes.

Evite alguns erros

O verdadeiro mentor deve conhecer e evitar alguns erros que podem comprometer sua liderança e interferir nos resultados. Vamos apontar alguns deles nos tópicos a seguir.

Não permitir que o mentorado erre

Todos os profissionais são passíveis de falhas, o próprio mentor não está livre delas. Se o líder se julga acima dos outros em relação a isso, ele estará fadado ao fracasso, pois os profissionais não o perdoarão quando ele cometer algum equívoco. Por isso, o mentor não precisa ser um tirano, já que o tirano cobra dos outros o que ele mesmo não é capaz de fazer.

É preciso ser tolerante com os erros do mentorado, agir com flexibilidade, mas sem perder o domínio da situação. Quando o líder é fraco, deixa-se controlar pelos outros e relaxa sua administração, o que gera um caos no trabalho e na produção. Há erros que podem ser relevados; outros não. É fundamental discernir entre estes e aqueles.

Infelizmente, entre um líder tirano e um relaxado, o primeiro ainda é melhor, porque, apesar de usar meios errados, ele consegue controlar a maior parte das situações; já o relaxado é facilmente dominado. O ideal é encontrar o meio-termo. O mentor deve agir como um parceiro que está à frente de uma equipe e, como tal, precisa ser compreensivo com ela, ensinando e agindo com certo nível de tolerância e flexibilidade.

Não desenvolver um relacionamento salutar com o mentorado

Não há nenhum programa de mentoria que substitua um relacionamento genuíno e interpessoal entre o preceptor e o aprendiz. É importante que o líder seja capaz de ajudar, e isso só é possível quando ele mentora algo em que acredita. Daí em diante, fica mais fácil se identificar com o processo e manter um relacionamento sólido com o mentorado.

Assim, é um grande engano tentar mentorar em um terreno desconhecido, sobre um assunto do qual se tem pouco conhecimento ou com o qual não se identifica. Dificilmente, a pessoa conseguirá desenvolver uma relação saudável com a equipe. Poderá atuar de forma mecanizada, o que não costuma surtir bons resultados.

Também é um erro evitar o bate-papo, limitando-se a mostrar diagnósticos e soluções totalmente prontas a partir da análise empresarial. A descoberta dos problemas e de suas soluções faz parte do programa de mentoria. É preciso entender o porquê das coisas.

Concentrar-se mais na competência que no caráter

A mentoria não é um treinamento. Por isso, não se deve atentar exclusivamente ou de forma exagerada na aquisição de novas skills. Os grandes líderes vão além da linha voltada para o aperfeiçoamento de competências e buscam definir o caráter, a empatia e os valores.

É importante contribuir para que os indivíduos desenvolvam sua autoconsciência. A longo prazo, as soft skills (habilidades mais subjetivas que técnicas) são mais relevantes que o aprimoramento de algumas qualidades puramente profissionais.

Confundir coaching com mentorado

Não trate o mentorado como uma tarefa de natureza acadêmica. Os mentores transmitem seus conhecimentos respaldados em suas experiências. Não se trata de uma assessoria guiada, nem de uma capacitação. É algo mais espontâneo. Nesse sentido, é um trabalho de longo prazo e é possível construir um vínculo para toda a vida.

Não pense que sua liderança como mentor é igual ao coaching. O coaching está associado a um modelo previamente oferecido, com a necessidade de alcançar um determinado objetivo em um período específico. É algo mais parametrizado que o mentorado.

Conheça os benefícios da mentoria

O líder precisa saber quais são os benefícios que a mentoria oferece, pois assim ficará mais motivado a efetuar seu trabalho, com a certeza de que ele tende a trazer vantagens para a empresa. O verdadeiro líder se engaja com a organização, sentindo-se como parte dela, entendendo que sua ação pode influir de forma positiva ou negativa sobre o negócio.

A contribuição para que o funcionário deixe a zona de conforto

A mentoria não deve ser confundida com uma consultoria. A diferença entre elas está exatamente na retenção do conhecimento. Na consultoria, a empresa contrata um profissional especializado que faz uma avaliação do negócio e depois entrega ao gestor um relatório completo, mostrando o que deve ser efetuado.

Na mentoria, há uma transferência de conhecimentos para o mentorado, ou seja, para a equipe de funcionários. Com esses conhecimentos, os colaboradores podem se responsabilizar pelas transformações dentro da empresa. Dessa maneira, o líder instiga os profissionais à ação, à aplicação dos conhecimentos obtidos, saindo da zona de conforto.

A zona de conforto é aquela em que o funcionário se sente mais seguro e, por isso, não deseja sair dela, receoso de se expor aos riscos e mudanças. Ter medos é normal. Se o profissional não agir com prudência, poderá cometer graves erros. Mas não é aconselhável relaxar, isto é, acomodar-se e atuar sempre da mesma forma, fechar-se para as atualizações, para as transformações. O medo das mudanças é natural, mas é preciso ajustar-se a elas quando necessário.

O aumento da rede de contatos

Por contar com um mentor, a empresa tende a aumentar sua rede de contatos, assim, ela consegue melhorar seu networking. Ampliando a rede de contatos, a empresa encurta caminhos e cria parcerias. Também fica mais fácil conseguir a ajuda de investidores.

A redução de gastos com treinamentos

Outro benefício em contar com um mentor é a diminuição de gastos com treinamentos, pois o próprio mentor se responsabiliza por transmitir os seus próprios conhecimentos à equipe. Ele também poderá treinar os profissionais em determinadas ocasiões, tornando-os aptos a enfrentarem situações diversas, especialmente aquelas que envolvem problemas críticos.

Para as empresas que estão começando, isso é de muita relevância, já que os custos com treinamentos podem consumir uma quantia considerável do orçamento. Economizar recursos é uma regra para todas as companhias e, para aquelas que estão iniciando, uma orientação ainda mais valiosa a seguir. É inegável que ter capital disponível para sustentar o negócio e fazê-lo crescer é fundamental. Daí, a minimização de despesas é uma necessidade básica para garantir a sobrevivência e o desenvolvimento de uma startup.

O aumento da produtividade

O aumento da produtividade gera mais potencial competitivo, pois nem toda organização consegue manter os funcionários trabalhando de modo a alcançar um nível de produção muito elevado. A mentoria contribui para o aumento da produtividade empresarial, considerando a ajuda na retenção de conhecimentos, na ampliação do networking e na diminuição de despesas.

Seguindo as orientações que trouxemos neste texto, você não só descobre como se tornar um mentor para seu time, como também se desenvolve profissionalmente e traz resultados eficientes para a empresa. Então, não deixe de aproveitar essa importante ferramenta de crescimento na profissão.

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implantação de sistemas

Saiba como fazer a implantação de sistemas de gestão de projetos

A implantação de software em empresas, voltados para a gestão de projetos, tem sido adotada por muitas companhias como uma estratégia para garantir que projetos corporativos alcancem os resultados esperados. De fato, esse tipo de aplicação pode gerar vários ganhos ao negócio, como a possibilidade de eliminar gastos, diminuir gargalos operacionais e tornar rotinas mais flexíveis.

Cada etapa terá mais qualidade e menos erros. Com isso, a companhia terá melhores resultados a médio e longo prazo — além de menos dificuldades para bater as suas metas. É crucial, então, garantir que essa implantação de sistemas seja feita da melhor forma possível. Isso evitará riscos e garantirá que a empresa aproveite corretamente todos os benefícios da ferramenta.

Quer saber quais estratégias adotar para atingir esse objetivo? Continue a leitura!

O que é um sistema de gestão de projetos?

O sistema de gestão de projetos é uma solução de TI voltada para auxiliar profissionais a controlarem o fluxo de trabalho de seus projetos. Ele permite que a evolução de rotinas seja acompanhada em um ambiente centralizado, assim como o compartilhamento de dados facilitado. Desse modo, a empresa consegue otimizar os seus resultados e atrair mais retorno para os seus investimentos.

No ambiente corporativo moderno, o sistema de gestão de projetos tem ganhado popularidade em vários setores. Ele facilita a distribuição de tarefas para a equipe, assim como a identificação e a correção de falhas. Assim, problemas tradicionais são evitados, e a equipe consegue atuar com base em um planejamento inteligente e inovador.

Quais são os benefícios desse sistema?

Um sistema de gestão de projetos consegue atrair vários impactos positivos para o negócio. Em conjunto, eles garantem que os projetos terão melhores resultados e mais habilidade de atrair receitas para a empresa. Nesse sentido, podemos apontar como principais ganhos desse tipo de ferramenta:

  • a diminuição do número de erros operacionais a partir de uma comunicação mais eficaz sobre o que deve ser feito;
  • o aumento da habilidade de profissionais planejarem-se para executar as ações dentro dos prazos combinados;
  • a melhoria dos indicadores de produtividade do negócio, uma vez que todos terão mais foco na entrega de resultados;
  • a maior integração entre as equipes, mesmo quando os times estão em locais diferentes;
  • o crescimento do nível de inovação a partir da melhoria dos graus de colaboração entre os times.

Todos esses fatores, juntos, contribuirão para criar um ambiente de trabalho mais eficiente e focado nas demandas dos usuários. Após executar a implementação de software em empresas que são voltados para o gerenciamento de negócios, o gestor garantirá que as etapas de cada projeto serão mais inteligentes e capazes de aproveitar melhor os recursos. Ao mesmo tempo, a eliminação de erros ou problemas ocorrerá de modo mais preciso, reduzindo o seu impacto nos processos da empresa.

Quando investir em um sistema de gestão de projetos?

O investimento em um sistema de gestão de projetos pode justificar-se por diferentes motivos. Veja, a seguir, os principais passos para a implantação de software em empresas!

Problemas na organização do fluxo de trabalho

O principal é o crescimento das dificuldades para organizar e monitorar o fluxo de trabalho das equipes. Isso ocorre, principalmente, quando há times grandes e com elevado nível de complexidade.

Nesses cenários, o gestor terá problemas para avaliar como cada pessoa está executando as suas atividades. Além disso, distribuir rotinas demandará mais tempo das lideranças, uma vez que elas deverão repassar ordens para várias pessoas. Isso prejudicará os prazos e a habilidade de a empresa cumprir as suas metas.

Erros e conflitos causados por falhas de comunicação

Erros e conflitos nas trocas de informações também podem impulsionar atrasos e falhas na entrega de resultados. Eles são um problema grave, afinal, prejudicam gravemente os resultados que o negócio obtém ao final de cada etapa do seu projeto.

Para evitar esse tipo de cenário, a empresa pode contar com um sistema de gestão de projetos. Ele auxiliará o gestor a definir responsabilidades e comunicar novidades rapidamente, em um único local. Desse modo, as chances de um time não executar uma demanda ou mesmo ter baixa colaboração serão mínimas.

Baixa produtividade

Um dos problemas que um planejamento ineficaz pode causar é a baixa produtividade. Se equipes têm erros de comunicação e não conseguem identificar rapidamente o que devem executar, as chances de não atingirem a performance esperada serão elevadas.

Nesse sentido, o sistema de gestão de projetos auxilia todos a se manterem no mesmo fluxo de trabalho. Além disso, permite que o gestor avalie sempre a melhor hora de aplicar correções e remover práticas de baixa qualidade. Assim, haverá um fluxo de melhorias contínuas no ambiente corporativo.

Projetos com equipes remotas ou multidisciplinares

Tem sido cada vez mais comum que empresas façam projetos com equipes multidisciplinares. Elas combinam saberes e pessoas para entregar bons resultados e, ao mesmo tempo, aumentar os índices de inovação. Porém, isso só é possível se há espaço para garantir que todos trabalhem lado a lado e consigam colaborar continuamente, ainda que trabalhando de modo remoto.

O sistema de gestão de projetos permite ao negócio estabelecer metas e prazos para todos, mesmo que eles não estejam no ambiente corporativo. Desse modo, os times poderão focar mais no que deve ser feito e em como entregar os resultados com alto padrão de qualidade. Afinal de contas, todos saberão como (e quando) fazer cada rotina.

Quais são os passos necessários para implementar um sistema de gestão de projetos?

Para implementar um sistema de gestão de projetos, o negócio deve tomar alguns cuidados. Eles aumentam o retorno obtido sobre o investimento e, ao mesmo tempo, otimizam a habilidade de equipes aproveitarem a solução. Veja a seguir!

Conhecer os pontos fortes e fracos do negócio

Uma das medidas preventivas mais eficazes para garantir que a implantação de sistemas de gestão ocorra da melhor forma possível é definir os pontos fortes e fracos da empresa.

Na verdade, esse é um passo básico para que qualquer projeto corporativo seja bem-executado, com menos erros, vulnerabilidades e conflitos. Se o gerente de projetos sabe quais são os pontos fracos e fortes da empresa, ele tem mais mecanismos para se preparar durante a instalação da ferramenta.

Medidas de prevenção e mitigação de problemas, por exemplo, terão um foco maior nos pontos de atenção da companhia. Com uma visão abrangente da empresa, o gestor poderá mitigar riscos com muito mais facilidade.

Quanto aos processos que tendem a ser executados com mais agilidade e precisam ter um foco menor, os analistas saberão que a empresa tem os recursos necessários para atingir o que se espera, o que dá mais confiabilidade para as suas estratégias e decisões.

Verificar a maturidade da equipe para o uso do software

Conhecer o grau de maturidade da equipe permite um melhor direcionamento na implantação de sistemas. Afinal, assim, a empresa tem mais mecanismos para identificar a melhor forma de aplicar mudanças sem comprometer o fluxo de trabalho ou seus resultados financeiros.

Portanto, faça uma avaliação sobre as rotinas do negócio e o perfil de cada área que será afetada pelo sistema. Identifique as metas de cada área, suas demandas, seus processos e suas normas.

Isso facilitará, inclusive, o planejamento do time de TI. Ficará mais fácil evitar riscos e conflitos que possam comprometer a rotina do negócio ou a implementação da solução.

Fazer o treinamento de toda a equipe

Sem dúvida, o treinamento da equipe é um ponto-chave para que a implantação de sistemas de gestão em projetos seja feita no menor prazo possível. Ele auxilia os usuários a terem uma visão completa sobre como a solução funciona e os passos básicos de seu uso.

Em outras palavras, a empresa deve instruir os usuários sobre os principais recursos da nova aplicação. Também é necessário treinar os times para executar os processos de troubleshooting mais comuns e usar funcionalidades que serão mais utilizadas.

Como consequência, os retornos obtidos com o investimento nessa ferramenta serão muito maiores. Os gerentes de projetos, técnicos e analistas terão, com o apoio da ferramenta escolhida, um fluxo de trabalho bem mais inteligente e integrado.

Investigar os mecanismos de segurança

A segurança de dados é um ponto-chave de qualquer empresa. Especialmente para companhias que trabalham com um fluxo focado em tecnologia, é fundamental ter mecanismos para proteger suas informações e garantir que processos, como a implantação de sistemas, não afetem a segurança do usuário.

Diante disso, sempre que a companhia investir em uma nova solução, avalie as medidas existentes e faça as modificações que forem necessárias. Assim, o usuário — e a empresa — continuará protegido contra ataques e tentativas de roubo de dados estratégicos.

Também avalie a política de privacidade da empresa e se ele está em conformidade com leis de segurança digital, como a LGDP. Isso facilitará a identificação do compromisso da empresa com a privacidade dos seus usuários e o seu alinhamento com os padrões atuais de proteção da informação de terceiros.

Conferir a compatibilidade da aplicação

É importante verificar a compatibilidade do sistema de gestão antes que ele seja implementado. Até porque sempre há o risco de ocorrer problemas com softwares já existentes, e, se eles não forem previamente identificados, o tempo necessário para a implementação será muito maior.

Executando essa etapa precocemente, por outro lado, a empresa conseguirá eliminar a incompatibilidade e garantir que a solução seja utilizada por completo. Como os problemas serão identificados já nas etapas iniciais, medidas corretivas poderão ser aplicadas rapidamente, o que evita mais erros e atrasos.

Uma boa forma de evitar problemas de compatibilidade é optar por ferramentas na nuvem. Quando falamos de cloud computing, a implantação de software em empresas torna-se muito mais simples. Afinal, essas plataformas são muito mais compatíveis com diferentes cenários de uso.

Também pode ser avaliado o suporte a APIs de envio, modificação e recebimento de dados. Elas ampliam a habilidade de a empresa personalizar a solução e integrá-la com outras aplicações já existentes. Assim, os recursos são mais aproveitados, e a circulação de dados estratégicos torna-se mais simples.

Apurar os resultados

A verificação dos resultados após a implantação de um sistema é essencial. Ela permite que o negócio resolva possíveis erros e, com isso, tenha mais capacidade para manter a ferramenta integrada ao seu dia a dia. Além disso, auxilia na aplicação de melhorias pontuais e, assim, na ampliação dos resultados obtidos com a ferramenta de TI.

Quando começar a planejar a migração, já defina um conjunto de métricas para garantir que o seu negócio possa mensurar se os resultados esperados foram atingidos. Então, assim que a integração for executada, monitore o impacto que ela terá na rotina de trabalho dos times.

Com esses dados coletados, faça as modificações necessárias para garantir que a empresa atinja os seus objetivos. Foque sempre nos objetivos do investimento no software e na origem dos fatores que levam a problemas. Isso permitirá que as melhorias sejam mais eficazes.

Ter o apoio de um parceiro

De fato, a implantação de software em empresas pode ser um processo complexo. Então, para facilitar essa integração no dia a dia do negócio, o gestor de TI pode contar com o apoio de um time especializado, reduzindo prazos e riscos. Essa parceria atuará em diferentes frentes para identificar o perfil do seu negócio e das suas operações.

Com tais informações em mãos, o time contratado poderá alinhar expectativas, definir métricas, rotinas de trabalho, prazos e metodologias. Além disso, ele executará testes e treinará profissionais. Dessa forma, a empresa conseguirá um fluxo de trabalho moderno e alinhado ao seu perfil.

A implantação de sistemas de gestão para projetos é um processo estratégico. Como vimos, ela deve ser executada pelo negócio com um foco em resultados, evitando riscos e possíveis gargalos que possam afetar o retorno obtido sobre o investimento.

Assim, uma vez concluída, essa implantação criará um ambiente de trabalho mais integrado e robusto. Em outras palavras, o negócio conseguirá melhores resultados e será muito mais competitivo!

Mas isso só é possível se há um bom planejamento. Afinal, a implantação de software em empresas exige o trabalho de muitas pessoas, assim como a aplicação de treinamentos e a verificação de resultados. Desse modo, o negócio poderá obter mais lucratividade e competitividade graças à definição de bons mecanismos de gestão de projetos.

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gestão de projetos e sustentabilidade

Gestão de projetos e sustentabilidade: conheça os benefícios dessa parceria

A sustentabilidade é um dos conceitos mais difundidos atualmente e tem a ver com a necessidade de uma utilização adequada dos recursos disponíveis. Às empresas, cabe buscar formas de também colocar isso em prática, até para obter seus benefícios. É por isso que vale a pena falar de gestão de processos e sustentabilidade.

A união entre esses dois elementos faz a diferença para a garantia de resultados melhores. Inclusive, tem a ver com a continuidade da empresa e do ecossistema em seu entorno. Como sua execução depende de um bom equilíbrio, é preciso investir em um planejamento robusto.

Na sequência, confira qual é a ligação entre gestão de projetos e sustentabilidade, e entenda os pontos positivos!

Como uma boa gestão favorece a sustentabilidade?

O gerenciamento adequado dos projetos não serve apenas para garantir um bom retorno ou lucratividade. O foco no “tripé da sustentabilidade” permite desenvolver resultados positivos do ponto de vista social, econômico e ambiental. Ou seja: é uma forma de gerar um impacto positivo completo. Contudo, afinal, como isso realmente se manifesta no cotidiano?

A seguir, veja como gestão de projetos e sustentabilidade estão conectadas!

Redução dos desperdícios

Um dos pontos mais importantes tem a ver com a redução dos desperdícios nos processos. Em termos operacionais, isso significa não gastar matéria-prima ou suprimentos de maneira desnecessária. No entanto, também se relaciona a outros aspectos, como desperdício de energia elétrica.

Vamos imaginar um projeto voltado para o lançamento de um produto. Se as tarefas não forem bem planejadas, podem ocorrer erros, que levarão ao retrabalho. Isso significará um uso maior de componentes variados, como de energia ou transporte. Com isso, a sustentabilidade fica em baixa. Já uma metodologia eficiente reduz esses riscos e diminui os desperdícios.

Melhor aproveitamento de recursos

Se há menos gastos desnecessários, então, ocorre um aproveitamento melhor dos recursos, em diversos sentidos. Há um uso adequado do dinheiro disponível, bem como do capital humano e até dos recursos que geram impactos ambientais.

Isso é importante, inclusive, para atender a outros aspectos da sustentabilidade que vão além da natureza. Se um projeto acontece dentro do previsto pelo orçamento e pelo cronograma, ele se torna mais efetivo e viável, o que ajuda a empresa a alcançar a sustentabilidade econômica. Nota como é relevante?

Consideração ampla sobre impactos

A gestão de projetos também se relaciona à sustentabilidade pela capacidade de prever, de maneira ampla, os possíveis impactos. Essa é uma forma de compreender o que pode ser gerado a partir de certas ações, o que leva à melhor decisão. Em vez de agir por impulso, portanto, há a chance de considerar melhor todas as necessidades e suas prováveis consequências. Além de evitar os desperdícios, como citamos, é um meio de atingir o melhor desempenho.

Quais as vantagens de investir em ações sustentáveis?

Também, é importante entender que desenvolver e implementar ações ligadas à sustentabilidade traz resultados positivos. É uma forma de estabelecer uma nova maneira de atuar e de consolidar o desempenho. Ao conhecer quais são as vantagens de seguir por esse caminho, será mais fácil compreender por que adotar essa proposta. A seguir, veja quais são as possibilidades!

Redução dos impactos socioambientais

Quanto maior é a preocupação com a sustentabilidade, melhor é o uso do que está disponível e menores são os impactos causados no ambiente e na comunidade. Quando a empresa se preocupa com isso, portanto, passa a ter uma atuação muito mais responsável. A grande vantagem é que esses impactos são cumulativos. Então, quanto mais a sua empresa se preocupar com isso, maior é a ajuda que ela oferece para o meio ambiente.

Aumento da qualidade

Além disso, a preocupação com o bom uso dos recursos e o melhor aproveitamento tem a ver com a garantia de qualidade. É possível obter resultados mais interessantes e com melhor retorno, o que faz toda a diferença para os projetos futuros. Inclusive, é uma forma de criar uma relação positiva com o público e, assim, de conseguir mais fidelização e confiança por parte das pessoas.

Reforço da imagem do negócio

Quando a empresa investe em ações sustentáveis, é possível apostar no “marketing verde”. Essas são atitudes de responsabilidade que são bem-vistas e, por isso, ajudam a reforçar a imagem do negócio. Ao se posicionar como uma empresa preocupada com esses aspectos, há como ganhar a preferência do público e se destacar em relação aos concorrentes.

Conquista de certificações verdes

Para reforçar ainda mais os impactos positivos, há como levar a união de gestão de projetos e sustentabilidade ainda mais longe. Uma atuação consistente e de alta qualidade permite obter as chamadas certificações verdes. A adoção das práticas indicadas e a aprovação nas auditorias faz com que o negócio passe a ser reconhecido como uma opção sustentável. Assim, é possível agregar ainda mais valor às suas operações e, é claro, à imagem.

Como achar o equilíbrio entre gestão de projetos e sustentabilidade?

Não existe uma fórmula pronta para ser sustentável e é necessário começar com uma análise completa da situação, dos resultados esperados e dos riscos envolvidos. Parece familiar? Pois é, isso também tem tudo a ver com o que acontece ao elaborar e comandar um projeto. É por isso que há a chance de equilibrar esses dois aspectos, de modo a obter os melhores resultados. Para não ter dúvidas, veja como encontrar o balanço entre gestão de projetos e sustentabilidade.

Reforce o planejamento e a visibilidade

Tudo deve começar com um bom planejamento sobre o projeto e sobre como incorporar a sustentabilidade nisso. É preciso estabelecer os objetivos de realização, quais são as prioridades e o que não pode ficar de fora.

Também, é essencial estabelecer quais serão as ações sustentáveis implementadas e quais são os impactos que devem ser evitados — como a perda de prazo ou os gastos acima do previsto. Para caprichar no controle, o gestor de projetos precisa ter bastante visibilidade, como por meio dos relatórios e dos dados coletados. É o momento de planejar todos esses aspectos.

Transforme a mentalidade

Depois de colocar tudo no papel, é preciso transformar a maneira como as pessoas enxergam a execução de projetos. Somente com a mudança de tecnologia é possível garantir que o time esteja preparado para aproveitar as oportunidades e encarar os desafios. Vale reforçar a cultura da empresa e as boas práticas que devem ser aplicadas. Dessa maneira, pode-se fazer com que todos atuem de forma sincronizada, em busca de um nível ampliado de sustentabilidade.

Aproveite o potencial da tecnologia

Já que um dos objetivos é utilizar melhor os recursos disponíveis, é interessante aproveitar a tecnologia na união entre gestão de projetos e sustentabilidade. Um software de gerenciamento, por exemplo, é muito bem-vindo e leva a melhores resultados. Graças à automação, há menos erros e retrabalhos, além de haver mais visibilidade. A tomada de decisão e a execução das tarefas são as principais favorecidas, o que permite atender às necessidades específicas.

A parceria entre gestão de projetos e sustentabilidade é ótima para a empresa, para a comunidade e para a natureza. Passe a adotar essas boas práticas em seu cotidiano e aproveite todo potencial dessa abordagem!

Como a tecnologia tem um papel crucial, entre em contato conosco da Project Builder e conheça a nossa solução!

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cronograma

Como fazer um bom cronograma de projeto?

O cronograma é o principal meio de gestão do tempo de um projeto. É ele que estabelece os marcos de início e conclusão de uma atividade, desenvolvendo uma cadeia sequencial e lógica. Seu principal objetivo é assegurar que as etapas sejam concluídas dentro do prazo definido, mantendo o cliente satisfeito com o time to market da solução.

A elaboração de um bom cronograma de atividades depende de importantes variáveis, a começar pela construção de um escopo bem traçado, passando pelo entendimento completo das fases requeridas para a conclusão da iniciativa, bem como de todos os recursos necessários para encaminhar o projeto até o fim.

Achou muito complicado? Não se preocupe! Neste post, você vai ver que o cronograma de atividade é mais simples do que parece!

Por que elaborar um cronograma?

O cronograma é uma maneira visual de revelar a sequência de atividades dentro de um projeto, possibilitando, assim, que você cheque as interdependências de tarefas e desenvolva meios para otimizar entregas.

Basicamente, você mapeia os pontos de tensão da iniciativa, verificando os aspectos em que a equipe precisará de atenção redobrada para não se dar mal com os prazos e manter as entregas conforme os planos iniciais.

Como ferramenta de gestão, o cronograma de projeto pode ajudar tanto a equipe quanto o gerente a medir seu próprio desempenho, encontrando alternativas ágeis e eficientes para o desenvolvimento de cada solução.

A seguir, saiba mais sobre os benefícios desse recurso para o seu projeto.

Estima o tempo de cada atividade

O cronograma de projeto é um documento que estima quanto tempo será necessário para o desenvolvimento de cada atividade, o que oferece muito mais confiabilidade para seu planejamento e o crescimento das taxas de sucesso da iniciativa em um plano geral. Você já conhece o Timesheet? Saiba que essas fichas podem ter muita serventia no controle.

Acompanha o desempenho do time

A partir das informações dispostas no cronograma e das alterações de status feitas pela equipe, é possível calcular, de fato, o tempo que está sendo gasto em cada atividade, como está a produtividade do time, em geral, e se realmente há necessidade de intervir para evitar atrasos.

Aloca melhor quaisquer recursos

Com um cronograma de atividades bem estruturado, você ganha mais agilidade para identificar o momento em que um profissional está disponível para receber novas tarefas, se a carga de trabalho da sua equipe está adequada ou se é preciso incluir novos colaboradores para ajudarem a dar conta de tudo o que está em execução.

Aumenta a eficiência geral

Aprimorar o desempenho do time com um melhor uso dos recursos disponíveis contribui para melhorar a performance geral do projeto, elevando a eficiência operacional. A consequência disso é o impacto positivo na qualidade do produto final, bem como no cumprimento do orçamento previsto e do prazo.

Como montar seu cronograma de projeto?

Ainda que existam vários tipos de ferramentas de auxílio à construção de um cronograma de projeto (como aplicativos on-line e planilhas eletrônicas), o ideal é que esse recurso já esteja integrado à gestão do seu projeto. Ou seja, trabalhar com um software de gestão capaz de oferecer opções de construção para seu cronograma.

Entretanto, como dissemos no início do artigo, há outras variáveis que influenciam o desenvolvimento da programação. Vamos mostrar um passo de cada vez, acompanhe.

Defina o escopo do projeto

Um projeto nasce na definição de escopo. Os primeiros passos são aqueles em que você começa a determinar o que será feito e o que não será, qual é o orçamento, quais são os recursos necessários e a estimativa de tempo até a conclusão.

Um escopo bem definido permite a fácil identificação das fases da iniciativa, indicando os tipos de entrega em cada etapa, e como elas ocorrerão.

Defina os clientes e fornecedores em todas as atividades

O principal objetivo de um cronograma de atividades é ajudar na estimativa da data de conclusão de uma tarefa, assim como a identificação de cada marco intermediário.

Esquecer algumas relações óbvias entre setores e colaboradores é muito comum quando se está elencando as atividades de um cronograma. Já que isso pode atrapalhar na entrega de algumas tarefas, o ideal é se dedicar ao máximo para identificar todos os fornecedores e clientes de cada demanda.

Para ajudar a determinar os marcos do seu projeto (início e término), procure entender o que pode impactar o início de cada atividade e quais outras atividades podem ser influenciadas pelo atraso na entrega do que está em questão.

Definir quem são os fornecedores e clientes de uma tarefa é fundamental para a seleção de prazos mais realistas e mapeamento de possíveis riscos ligados à produção.

Construa sua Estrutura Analística do Projeto (EAP)

Comece a desenvolver o seu projeto criando a Estrutura Analítica do Projeto, deixando a elaboração do cronograma para depois. Acredite, quem segue essa ordem consegue muito mais facilidade para organizar e lançar os dados de modo ordenado no cronograma.

A EAP representa o desdobramento do escopo em tarefas que desenham o projeto. Nela, você desmembra as atividades de nível macro para depois seguir para o micro, listando absolutamente tudo o que deve ser realizado e entregue durante a execução dos trabalhos.

Cuide do sequenciamento de atividades

A EAP está pronta? Certo! Agora é hora de listar as atividades considerando a importância e execução. Esteja sensível para identificar as interdependências entre elas. Desse modo, se uma tarefa estiver à espera da conclusão de outra (predecessora) para ser iniciada, é melhor que isso esteja bem claro no sequenciamento revelado no cronograma.

Separe os milestones do cronograma de atividades

Tomar conta do prazo de entrega do projeto ou da atividade nem sempre é o suficiente para assegurar que tudo está ocorrendo como o designado. Para se precaver, você pode criar milestones (ou marcos intermediários) nas atividades.

Um milestone serve para configurar uma entrega relevante para uma determinada demanda. Assim, é possível identificar desvios graves na execução e melhorar o contato com as partes interessadas no andamento da tarefa.

Além de permitir uma fácil visão do status do projeto, os milestones podem garantir a eficácia das etapas principais. Uma reunião de balanço, por exemplo, é um milestone muito interessante para tratar do andamento da produção.

Estime a duração das atividades

Com as atividades devidamente sequenciadas e organizadas, é hora de estimar a duração de cada uma delas. Essa estimativa pode ser calculada com base em projetos semelhantes.

Uma opção é contar com o apoio da sua equipe para estabelecer com precisão quanto tempo cada pessoa levará até desenvolver as tarefas atribuídas. Lembre-se sempre de considerar as folgas entre as atividades para facilitar as crises com imprevistos.

Vale ressaltar que estipular a duração de uma tarefa do cronograma está longe de ser um trabalho fácil. Para obter o máximo possível de precisão, você vai trabalhar com base em critérios claros relativos à produtividade. Nesse sentido, os indicadores de produtividade podem ser de forte utilidade.

Esses indicadores costumam mensurar a quantidade de recursos empregados na produção, avaliando o rendimento e eficiência dos processos. Portanto, nada melhor do que contar com uma ferramenta focada na quantificação precisa da dos esforços empregados e produtos gerados.

Otimize o tempo de duração das atividades

Conseguiu definir o tempo de duração das atividades? Ótimo. Agora é hora de pensar em como otimizá-lo. Esteja pronto para revisar suas estimativas com um olhar focado na produtividade.

A ocorrência de reuniões periódicas é comum em todo tipo de projeto. Ela serve para a avaliação do status e é altamente recomendável. Tome cuidado para que a data de finalização de uma atividade não ultrapasse duas reuniões de balanço.

Vamos imaginar que uma atividade leva um mês de duração, só que as reuniões de balanço ocorrem toda semana. Na teoria, a conclusão da atividade só poderá ser discutida após quatro reuniões. Isso torna o processo desgastante.

Nesse caso, o ideal seria reduzir o número de reuniões para duas. Na primeira, o grupo poderia questionar sobre os desafios iniciais e na segunda, sobre o final da etapa.

Construa seu cronograma

Baseado nesse levantamento, você já pode construir o cronograma. Se estiver fazendo uso de algum software de gerenciamento de projetos, a etapa ficará bem mais fácil, já que todas as atividades estarão inseridas. A partir disso, você só precisará gerar o Gráfico de Gantt para monitorar a programação realizada.

Agora, se estiver utilizando uma planilha eletrônica ou um aplicativo on-line, o próximo passo será a ordenação das informações. No Excel, por exemplo, é possível gerar o Gráfico de Gantt de modo automático. Depois que você criar as tabelas e inserir os dados por si só, o gráfico será um ótimo aliado para monitoramento da evolução do seu projeto.

Por que a atualização é fundamental?

Muitas equipes gastam muito tempo com a elaboração do cronograma e deixam de usá-lo ao longo do caminho. Isso faz com que ele se torne obsoleto, configurando um dos motivos mais recorrentes que geram os famosos atrasos na entrega do produto final (pois o time para de acompanhar o próprio desenvolvimento).

Por essas e outras, o cronograma de atividades se mostra como a melhor forma de monitorar o trabalho e garantir que todos os esforços estão apontados para o cumprimento dos prazos estimados.

Quais os principais erros em um cronograma de projeto?

Alguns erros podem ser cometidos em um cronograma de projeto. Veja abaixo os mais importantes.

Ignorar a sequência das atividades

O desenvolvimento das aplicações está condicionado ao trabalho em equipe. Consequentemente, esse fato cria a questão da interdependência entre os setores. Caso o responsável pelo estabelecimento do cronograma não atente para isso, o projeto pode ficar comprometido.

Muita documentação é organizada sem levar em conta a ordem cronológica das atividades, fazendo com que os trabalhadores tenham que esperar um período longo até que as atividades sejam terminadas.

Em outras situações, recomenda-se que cada setor efetue suas atividades mesmo sem o resultado anterior. No entanto, agindo dessa maneira, a montagem das partes da aplicação tende a ficar mais confusa e complexa, favorecendo a ocorrência de falhas. Os erros causam retrabalhos e retestes, potencializando as possibilidades de atrasos.

Para não incorrer em atrasos, analise todas as atividades que serão efetuadas durante o projeto, identificando quais podem ser realizadas simultaneamente, mas dentro da ordem cronológica. A montagem da aplicação será mais fácil, já que será possível organizar um fluxo mais coerente e rápido.

Comunicar-se de forma ineficaz

Conflitos na comunicação com a equipe podem atrapalhar o planejamento, bem como a entrega e a execução do trabalho. É fundamental detalhar e certificar-se de que cada profissional sabe exatamente qual sua função dentro do trabalho. O gestor deve mostrar de que forma os objetivos e as metas serão alcançados, definindo datas para entregar os resultados.

É importante ainda que o gestor saiba ouvir os membros de sua equipe, pois ainda que ele seja o responsável pelo planejamento, precisará de outros para efetivar o trabalho. Por isso, ele precisa saber ouvir a equipe, suas sugestões, suas necessidades tanto durante o planejamento quanto durante a execução. Quanto mais envolvidas as pessoas estiverem com o projeto, há mais possibilidades de que ele seja bem-sucedido.

Alterar o escopo original do projeto

O gestor do projeto deve acompanhar as mudanças ainda no planejamento original, conservando, sempre que possível, os prazos e os orçamentos predefinidos. Outro cuidado é evitar que as opiniões do cliente no escopo atrapalhem a entrega.

Nem sempre o cliente tem entendimento que mudanças geram impactos nos gastos e nos prazos do projeto. Analise se as alterações propostas por ele realmente podem ser feitas sem modificar o planejamento do projeto. Se forem alterações relevantes, é preciso colocar o cliente a par do assunto para que ele tenha noção exata dos custos e dos prazos. Apenas depois de comunicar ao cliente é que as mudanças podem ser feitas.

Definir prazos muito curtos

Os prazos muito curtos podem gerar atrasos nas entregas e também gerar insatisfação nos consumidores. O cronograma deve contemplar períodos médios e realistas. Essas faltas de tempo hábil são decorrentes do desejo de ser melhor que a concorrência ou da autoconfiança em excesso. Porém, a entrega atrasada pode causar tanta frustração no consumidor que ele pode mesmo desistir de se manter como cliente da empresa.

O ideal é basear-se no histórico de desenvolvimento e aceitar uma média de tempo adequada, envolvendo um percentual de margem para erros. Essa margem de erros é valiosa porque alguns problemas tendem a acontecer durante a efetivação do projeto, obrigando o gestor a aumentar o prazo de entrega para o cliente. Considerando essa margem, o prazo de adiamento já estará incluído no contrato, sem causar desconfortos, nem uma imagem ruim.

Não especificar os recursos usados

Em muitos projetos, o cronograma funciona como um escopo, um documento único que contém, bem discriminados, os recursos e as informações necessárias para elaborar a aplicação. Ele orienta os profissionais, os quais se basearão nele para realizar as atividades necessárias. Se não houver uma especificação correta, a qualidade final fica comprometida.

Deve-se ter cuidado para não faltarem informações importantes, como as ferramentas de trabalho usadas em cada etapa, pois a tendência é que a equipe fique desorientada até compreender como agir. Podem ser criadas abas no documento para fazer uma especificação sobre quem será o responsável por atividade, como cada uma será efetivada (as ferramentas e os métodos aplicados), ou seja, é fundamental identificar quando a tarefa será feita, como e quem fará.

Definir prazos muito longos

Vimos que os prazos curtos demais geram problemas. Se o excesso de confiança pode levar a entregas atrasadas, os muito longos também tendem a gerar transtornos. Esses prazos excessivos podem ser resultantes da falta de confiança no planejamento do tempo, fazendo uma estimativa maior do que aquela que a empresa realmente precisa para a conclusão do projeto.

De qualquer modo, quando o projeto é concluído antes do prazo, a entrega antecipada certamente agrada o cliente. Porém, quando outras empresas fazem uma estimativa de entregar o projeto concluído em um período menor, a competitividade da organização pode ficar prejudicada.

Além disso, quando os prazos são longos demais, isso pode levar à procrastinação no time de funcionários, ou seja, eles podem sempre deixar para depois alguma tarefa, confiando no período mais extenso para a entrega. Para evitar esse transtorno, cada etapa dos processos deve ser bem definida, levando em conta o tempo médio que os desenvolvedores levam geralmente para efetuar cada passo, estimando prazos mais realistas. A margem de atrasos pode ser definida para garantir mais segurança, mas sem exagerar.

Ignorar os riscos

Outro erro é ignorar os riscos. Caso surja algum problema, os funcionários terão dificuldades em lidar com a situação, pois não estarão prontos para isso. Uma solução é a montagem de um cronograma blindado, avaliando o histórico de erros registrados em projetos, o tempo médio que se leva para solucioná-los, as principais soluções e assim por diante.

Esses dados devem ser registrados como plano adicional: Plano B, plano de recuperação, plano de correção de erros ou qualquer outra denominação. Se os riscos não se efetivarem, será melhor ainda porque o projeto será entregue antes do tempo previsto.

Desconsiderar a agenda dos profissionais

Atualmente, o mercado precisa de equipes menores para otimizar os gastos da organização. Nesse sentido, muitos profissionais efetuam muitas atividades na empresa. É importante, antes de definir o cronograma, considerar a disponibilidade dos profissionais para evitar conflitos em relação aos trabalhos: pode ser que, em determinado momento, um desenvolvedor não esteja disponível para atuar no projeto.

O gestor deve verificar em quais projetos cada profissional está envolvido e quando poderá assumir um novo. Se alguns projetos puderem ser realizados em paralelo, considerando a compatibilidade de horários, isso já será vantajoso para a empresa.

Finalmente, concluímos que, em relação ao cronograma, se não há um controle, também não é possível contar com a qualidade do produto final. O resultado disso é um impacto negativo no custo total do projeto, sem contar com o desperdício de uma boa oportunidade de mercado.

Gostou das nossas dicas para elaborar um cronograma de atividades eficiente? Aproveite para saber mais sobre como gerenciar riscos em projetos, lidando com incertezas!

gerenciamento de riscos

Gerenciamento de riscos em projetos: como lidar com incertezas?

Para muita gente, prever o futuro parece algo impossível. Mas não é preciso bola de cristal para conseguir identificar incertezas prováveis que possam afetar o desempenho de um projeto. Para isso, basta um bom gerenciamento de riscos em projetos.

Nem mesmo o melhor gerente de projetos consegue determinar com exatidão no seu planejamento tudo o que vai ocorrer durante a execução, especialmente quando o escopo é grande, a complexidade alta ou a duração é longa.

Diante disso, algo que pode ser feito é a avaliação dos riscos que envolvem essa atividade e a preparação para as prováveis consequências. Neste artigo, explicaremos como isso é feito no gerenciamento de riscos em projetos. Acompanhe.

O que é um risco em um projeto?

Antes de começar a entender o gerenciamento de riscos em projetos, é importante compreender melhor o que é exatamente o significado desse termo.

Riscos são todos os componentes de incerteza que podem afetar o resultado final de um projeto, de forma negativa ou positiva. Ou seja, além das ameaças que são capazes de prejudicar a execução, também são chamados de riscos as oportunidades que podem ser aproveitadas ao longo do caminho para se conquistar um desempenho melhor.

Um risco é incerto, mas não exatamente imprevisível. Afinal, é possível quantificar e qualificar o risco, determinando sua probabilidade e impacto, preparando-se para a eventualidade de que ele se concretize.

Logo, mais do que a simples preocupação com perigos que rodeiam o projeto, o gerenciamento de riscos é de fato uma forma de conhecer, administrar e se preparar para todos elementos incertos que fazem parte dele.

Quais são as principais fontes de risco?

As fontes de risco estão ligadas a diversos fatores externos e também internos, relacionados ao gerenciamento de projetos e seus processos interdependentes. Veja a seguir.

Fatores externos

Dentro desse nicho, temos alguns fatores imprevisíveis e outros previsíveis. No primeiro campo, estão inclusos requisitos regulamentares que não foram previstos, desastres naturais e outros efeitos colaterais da produção.

Os previsíveis podem ser tidos como riscos operacionais, sociais, interferências de comunicação e riscos financeiros. Os fatores técnicos como evolução da tecnologia também cabem neste ponto, assim como riscos legais, que envolvam a execução correta da legislação de trabalho ou das condições dos envolvidos no projeto.

Fatores internos

Entre os fatores internos causadores de riscos mais comuns estão o excesso de projetos sendo desenvolvidos ao mesmo tempo e um cronograma mal feito, que impede a execução da proposta em tempo hábil.

O fato de que o projeto não passa por um controle adequado ou não acompanha as mudanças desejadas pelo cliente também influencia bastante nesse ponto. Além de quando as prioridades das etapas entram em conflito ou para o caso de o responsável não conseguir realmente manejar o necessário para que o projeto ocorra.

Como planejar o gerenciamento de riscos em projetos?

O planejamento do gerenciamento dos riscos é a primeira etapa da gerência de riscos, segundo o PMBOK (Project Management Body of Knowledge). O objetivo desse processo é definir como esses riscos serão abordados, qual metodologia será utilizada e quem serão as pessoas nele envolvidas.

Com a técnica certa, o gerenciamento de riscos pode ser feito até no papel, mas ele fica mais preciso, veloz e confiável quando tudo é organizado e assegurado por um programa de computador adequado. Por isso, a dica aqui é contar com um software especializado em projetos para essa atividade.

Com as ferramentas, equipes e técnicas determinadas, é hora de partir para o próximo passo, que é a identificação dos riscos. Esse é o momento de listar todas as incertezas que podem afetar de forma significativa o resultado do projeto.

Para executar essa etapa, é possível se valer de premissas, dados históricos, conversas com especialistas e qualquer outra informação confiável que seja útil. É importante notar que todos os riscos devem ser catalogados nesse mapeamento inicial. Isso é claro, desde que sejam relevantes para o projeto.

Uma probabilidade de chuva forte, por exemplo, é um risco de alta relevância para um projeto de engenharia civil, mas normalmente não entra no mapeamento de riscos de um projeto de um novo software (talvez, apenas o risco de uma descarga elétrica).

Como fazer a avaliação e priorização dos riscos?

Uma vez que os riscos estejam identificados, é hora de determinar quais deles são mais importantes para o projeto e devem ser priorizados. Isso usualmente é feito em duas etapas, sendo que a primeira delas é análise qualitativa dos riscos enquanto a segunda é a quantitativa. Veja mais detalhes abaixo.

Análise qualitativa dos riscos

A análise qualitativa dos riscos consiste em determinar o impacto e a probabilidade de um risco e com base nisso saber qual é o seu valor para um projeto. Mais uma vez, isso é feito com base em estatísticas históricas, conversas com especialistas e dados confiáveis.

No método mais comum de análise, a probabilidade é estabelecida como um valor de porcentagem e o dano ou ganho financeiro desse risco é o seu impacto, que deve ser escrito em uma moeda qualquer, como o real brasileiro, por exemplo. O escore do risco, ou ES, é obtido com a fórmula de ES=P*I, sendo que P é probabilidade e I o impacto.

Com isso, no exemplo da chuva forte em uma obra, por exemplo, o gerente de projetos pode descobrir em suas pesquisas que a probabilidade de ela acontecer no período de execução estabelecido para o projeto é de 40% e que isso causaria, hipoteticamente, um prejuízo de R$ 300.000,00 em atrasos, materiais danificados e salários pagos para funcionários com produtividade comprometida pelo evento natural. Colocando essas variáveis na equação, chegamos à conclusão que o ES é de R$ 120.000,00.

É possível se aprofundar na análise qualitativa com mais técnicas, ou simplesmente acrescentando outras variáveis à fórmula do ES. Mas o importante de se saber aqui é que ela sempre será subjetiva, ainda que seja uma subjetividade bem esclarecida por dados reais e opiniões especializadas.

Análise quantitativa dos riscos

A segunda etapa dessa avaliação é a análise quantitativa dos riscos. Não vamos entrar em detalhes aqui, pois ela envolve números mais precisos e simulações de cenário, normalmente com técnicas mais avançadas.

Nem todo projeto conta com uma análise quantitativa e, quando isso acontece, normalmente apenas os riscos priorizados pela análise qualitativa são contemplados, pois esse processo costuma envolver um investimento maior de recursos para ser efetivo.

Em projetos com escopo pequeno ou baixa complexidade, a análise quantitativa não costuma ser feita, assim como naqueles em que os riscos identificados na análise qualitativa são pouco expressivos.

Como monitorar, controlar e responder aos riscos?

Com os riscos identificados, priorizados e qualificados, é possível traçar um plano de resposta para eles. Sobretudo, cada risco deve ser encarado de uma maneira diferente pelo gerente de projetos, mas em essência, existem quatro maneiras básicas de lidar com eles.

A primeira é evitar o risco sem nenhum tipo de custo ou consequência direta ao resultado do projeto, o que nem sempre é possível. A segunda é a tentativa de transferir esse risco para terceiros, algo que até acontece em alguns setores, mas também é incomum. Já a terceira forma é a alternativa mais usual quando se fala em gerenciamento de riscos em projetos: mitigar o risco, o que significa reduzir a probabilidade de que ele aconteça ou o valor do seu impacto.

Por fim, o gerente de projetos pode assumir um risco, o que é recomendável apenas quando o seu impacto ou ES é muito baixo ou quando a tentativa de mitigar não compensa sob o ponto de vista financeiro. Retomando mais uma vez o exemplo da chuva forte que ameaça uma construção, não é possível evitar nem transferir o risco. Assumir um risco com um ES tão alto também não é uma boa opção, logo, o caminho pode ser mitigar.

Uma forma simples de mitigar esse risco, seria alterar as datas de começo da execução da obra, evitando a estação chuvosa e reduzindo a sua probabilidade. Se isso não for possível, investir em equipamentos ou mais recursos humanos para aumentar a produtividade poderia ser outra alternativa a ser considerada para reduzir o valor do impacto.

Tipos de respostas para riscos

Para eliminar, evitar o prevenir riscos, o plano de gerenciamento precisa ser alterado para que a questão seja solucionada em primeira instância. Outra possibilidade é a transferência, em que o risco é repassado para terceiros, bem como a responsabilidade sobre suas respostas.

Essa é uma iniciativa que não necessariamente elimina o risco, mas apenas visa a redução do impacto. Outra resposta para riscos negativos é a mitigação. Ela se dá por meio de ações que diminuem a quantidade de ocorrências, assim como suas consequências. Um exemplo prático desse item é a trava do carro: ela não exclui as chances de roubo, mas sim as diminui.

Por último, mas não menos importante, existe a aceitação de riscos. Se nenhuma medida é realmente assumida diante de um risco, é preciso aceitá-la. Nesse caso, é fundamental estruturar uma reserva para contingência. Como não haverá tempo para decidir ações, é papel da equipe administrar o retorno conforme ele aconteça.

Não se deve esquecer que também existem riscos positivos, ou seja, aqueles que podem ser transformados em oportunidades. Primeiro, eles precisam ser explorados, para que essa oportunidade fique clara. Em um segundo momento, a ideia é melhorada e compartilhada para ser analisada. Caso aprovada, é a hora de maximizar seus impactos positivos e finalmente aceitar os frutos que poderão ser colhidos através dela.

Por que fazer o gerenciamento de riscos é tão importante?

Em primeiro lugar, toda decisão tomada em relação a um projeto envolve algum nível de risco. Isso quer dizer que sempre existirá alguma chance de que um impasse surja e interfira de forma negativa em alguma etapa ou atividade, o que pode afetar o resultado final ou o prazo de entrega.

Normalmente, quando as consequências são pequenas, é possível fazer algo a respeito com relativa calma e tempo. Mas também existem aqueles problemas praticamente irreversíveis, como a perda de documentos virtuais de um sistema ou a urgência em encontrar uma peça defeituosa bastante específica. Tais exemplos são considerados como catastróficos e a partir disso percebe-se a importância do gerenciamento de riscos na gestão de projetos.

Para completar, acompanhar riscos ajuda tanto na definição de valores de seu projeto quanto em outros detalhes de planejamento e prática. Sendo assim, é possível definir essa questão como a base para o sucesso de seu trabalho, inclusive financeiro.

Quais os principais erros a serem evitados no gerenciamento de riscos?

Por fim, é indispensável também se dedicar a evitar alguns erros no gerenciamento de riscos. Dessa forma, você consegue otimizar seus processos e garantir que tudo ocorra conforme o esperado. Aqui estão os principais problemas que acontecem com frequência e suas respectivas soluções!

Registrar ricos em excesso

É fundamental que você preserve a qualidade de sua lista de riscos. Evite registrar itens corriqueiros e de simples resolução. O foco deve ser apenas naquilo que realmente demonstra relevância e influencie na concepção do projeto.

Decidir resolver todos os riscos

Seja qual for o tamanho da sua lista de riscos, tente priorizar ao máximo aqueles que poderão impactar mais a sua empresa e seu projeto. Talvez não seja possível resolver tudo que foi listado, mas tirar o mais grave do caminho é essencial.

Usar o gerenciamento de riscos apenas na etapa de planejamento

Esse é um erro bastante comum entre gestores de projeto. Lembre-se, porém, de que riscos evoluem, e a maneira com a qual eles foram previstos durante o planejamento se modifica ao longo de seu desenvolvimento. Por isso, faça reuniões regulares para acompanhar essa questão.

Deixar de envolver todos os participantes do projeto

Um gestor jamais pode centralizar o gerenciamento de riscos para si. Essa é uma responsabilidade conjunta, que deve ser analisada por etapa e por setor. Até mesmo para facilitar a resolução dos impasses, visto que é impossível fazer tudo sozinho e delegar tarefas é a melhor opção.

Como um bom software pode ajudar nesse tipo de gerenciamento?

É interessante também contar um bom software de gerenciamento de riscos. Esses sistemas, em geral, são capazes principalmente de ajudar na identificação do risco. Contudo, também pode quantificá-lo e gerar um relatório completo de qual será o verdadeiro impacto dele no projeto.

Com isso, classificá-lo como aceitável ou inaceitável se torna uma tarefa mais clara. O software é capaz de confirmar a aceitação ou recusa de um risco e incentivar o gestor a analisar qual é o nível de tolerância dessa questão em relação à etapa em que esse processo se encontra.

Existem inúmeras alternativas e ferramentas para isso no mercado. Para escolher a melhor, vale a pena levar em conta os principais aspectos de seu negócio, bem como as restrições e opções que o sistema oferece, para que haja uma incorporação adequada e para que se tenha bons resultados.

Como você pôde acompanhar até aqui, prever o futuro com exatidão pode até ser impossível, mas com o gerenciamento de riscos em projetos é possível estar preparado para eventualidades, evitar prejuízos e aproveitar oportunidades.

Ainda assim, tenha em mente que o gerenciamento de riscos em projetos não termina com a elaboração desse planejamento de resposta. Depois disso, é importante estabelecer formas de controlar e monitorar esses riscos durante a execução, evitando ser pego de surpresa.

Gostou de saber um pouco mais sobre este assunto tão importante, mas ainda quer uma ajuda profissional para lidar com incertezas? Não se preocupe! Basta entrar em contato conosco, que vamos ajudar você.

software de projetos

Confira a importância da gestão de equipes em softwares de projetos

A gestão de projetos é algo que demanda muito cuidado do líder empresarial. No entanto, com o apoio de tecnologias como o software de projetos, essa prática pode ser feita de modo moderno e flexível.

Apoiando-se em um software de projetos, a empresa pode cortar prazos e reduzir erros. Haverá menos gargalos e atrasos na entrega de resultados. Junto a isso, as equipes se beneficiarão de meios para serem ágeis e alinhadas com as demandas de clientes e parceiros comerciais.

Quer saber mais sobre o tema e como um software de projetos pode ajudar você a ter uma gestão de equipes mais inteligente? Então, leia o post a seguir!

O que é uma política de gestão de equipes?

Em projetos corporativos, a política de gestão de equipes se constitui de um conjunto de rotinas e metodologias voltadas para garantir que os times trabalhem lado a lado com o máximo de performance possível. Ela também foca em medidas que reduzam o nível de risco operacional e os erros causados por falhas na comunicação. Desse modo, todos podem trabalhar mais integrados e com os meios necessários para atingir os objetivos de cada etapa.

Em outras palavras, a gestão de equipes é responsável por manter times alinhados e com a capacidade de trabalhar dentro de um elevado padrão de qualidade. Todos os profissionais envolvidos em cada etapa terão uma orientação transparente e objetiva. Desse modo, as suas rotinas ganharão qualidade e atingirão os seus objetivos facilmente.

Por que a comunicação é importante para a gestão de equipes?

Um dos fatores mais importantes para quem trabalha com a gestão de equipes em projetos é a comunicação. Quando há um ambiente com a troca de informações precisa e robusta, os times evitam erros e garantem mais continuidade para as operações. Afinal, as medidas ficarão mais alinhadas entre todos, evitando erros de planejamento.

Em outras palavras, quando a comunicação da equipe é bem estrutura, a empresa terá um fluxo de trabalho livre de gargalos. Todos estarão integrados e com o direcionamento das suas metas alinhados. Da mesma maneira, a taxa de erros cairá, evitando atrasos e a perda de produtividade.

Como consequência, o projeto terá resultados e escolhas mais inovadoras. Afinal, mais habilidades serão combinadas na hora de tomar decisões. Vale destacar, também, que a correção de falhas será feita com mais agilidade, reduzindo o prejuízo causado por erros.

Como a gestão de equipes pode ser otimizada com o apoio de um software de gestão de projetos?

O uso de ferramentas de TI pode causar grandes mudanças no modo como o negócio estrutura as suas políticas. O apoio da nuvem, assim como ferramentas de desenvolvimento, por exemplo, torna a criação de softwares mais ágil e segura. Já as soluções de gestão de projetos podem reduzir gargalos e melhorar o trabalho de toda a equipe.

O profissional de gestão, por exemplo, terá menos dificuldades para organizar a equipe e garantir que todos trabalhem dentro dos prazos definidos. As responsabilidades serão distribuídas com agilidade, evitando erros. Como consequência, o tempo necessário para planejar as operações de cada etapa será menor.

O time terá, também, o seu trabalho monitorado de modo centralizado. Além de facilitar a identificação de atrasos, isso também melhora a aplicação de indicadores. Afinal, mensurar a performance de cada pessoa será algo simples.

A troca centralizada de dados evita que a empresa tenha erros na execução das suas rotinas. Ao mesmo tempo, facilita a criação de um fluxo de trabalho mais inovador, inteligente e dinâmico: as rotinas terão elevado nível de colaboração e integração, evitando atrasos e tornando mais simples a comunicação entre pessoas.

Em conjunto, todos esses fatores que envolvem o uso de sistemas de gestão facilitam a criação de uma política de gerenciamento de equipes moderna e robusta. Em cada projeto, os profissionais terão pouca dificuldade para identificar o que deve ser feito e como cada decisão pode contribuir para o sucesso da empreitada. Dessa maneira, ficará mais fácil para a equipe estruturar um projeto alinhado com as expectativas de todos os envolvidos.

Por que é importante ter o apoio de um bom sistema de gestão de projetos?

Para investir em tecnologias para o gerenciamento de projetos, a empresa deve sempre buscar um parceiro especializado. A capacidade de fazer um melhor aproveitamento dos recursos e aproveitar os seus impactos em potencial vai além de uma boa escolha. Também é importante que o gestor encontre um sistema que seja desenvolvido com bases robustas.

A escolha do sistema de gestão de projetos, quando bem feita, afeta rotinas como a busca por suporte e a aplicação de correções de segurança. Um bom desenvolvedor de sistemas mantém um time de apoio preparado para lidar com as demandas dos usuários. Além disso, tem um ciclo de atualizações inteligente e capaz de garantir que o sistema sempre tenha o menor número de vulnerabilidades possível.

Portanto, sempre trabalhe para encontrar o sistema de gestão de projetos que seja adequado às suas demandas para o gerenciamento de times. Para melhorar o seu processo de escolha, tome medidas como:

  • conheça o perfil operacional da empresa;
  • identifique como os projetos são normalmente estruturados;
  • avalie as metodologias de trabalho disponíveis no mercado e como elas dependem da tecnologia;
  • identifique o tipo de suporte que o desenvolvedor entrega para os usuários;
  • faça uma análise do perfil da aplicação e suas principais funcionalidades;
  • conheça os recursos de segurança e proteção de dados;
  • avalie quais são as possibilidades de integração com a sua infraestrutura.

A gestão de projetos é um trabalho complexo. O responsável por essa rotina precisa combinar expectativas e demandas para sempre entregar um bom resultado. Além disso, precisa gerenciar riscos continuamente, reduzindo as chances de os resultados não serem alcançados.

Para evitar que problemas aconteçam e a gestão deixe de entregar o que é esperado, a equipe deve se apoiar em boas soluções tecnológicas. O uso de um software de projetos facilita a execução de tarefas dentro do prazo e a comunicação entre times. Com isso, o negócio terá mais meios para se manter competitivo e com um grande número de projetos de sucesso.

Quer saber mais sobre como um software de projetos pode ajudar? Então, veja o video de demonstração do Project Builder!