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Time gerenciando projetos no ambiente corporativo

Gerenciamento de projetos e ambiente colaborativo: entenda essa relação

A cada dia, alinhar gerenciamento de projetos e ambiente colaborativo se torna mais importante. Afinal, o universo corporativo mudou e é preciso envolver ainda mais os colaboradores nos desafios diários da empresa. Essa é uma exigência comum nessa nova geração, uma vez que a tradicional hierarquia tem sido vista como algo muito engessado para as novidades do mercado.

A tendência, agora, é redistribuir e compartilhar demandas. Sendo assim, é fundamental entender melhor como esse sistema funciona e como ele pode ser aplicado na prática. A boa notícia é que esse pode ser o ponto de partida para a inovação que muitas empresas buscam, mas que têm dificuldades de encontrar e desenvolver com sucesso.

Tem interesse no assunto? Continue a leitura deste artigo para tirar suas dúvidas e entender melhor como tudo funciona!

Como relacionar gerenciamento de projetos e ambiente colaborativo?

A metodologia aplicada nesse sistema envolve a entrega de projetos de uma maneira diferente da tradicional. Enquanto geralmente os projetos são apresentados de cima para abaixo, ao aplicá-los em um ambiente colaborativo é possível descentralizar e partilhar as responsabilidades entre os membros da equipe.

Adotar essa postura soluciona um dos maiores problemas da abordagem clássica. O fato de que todas as informações, dados e autorizações devem passar por último pelo gerente de projetos. É claro que essa figura continua essencial, mas para manter as demandas organizadas e ficar de olho nos prazos.

A autonomia é outro fator percebido com mais frequência nas etapas de execução do projeto. Como a equipe já está muito bem integrada, é mais fácil tomar decisões inteligentes e que deem continuidade lógica ao que foi feito anteriormente, de modo a ter um resultado positivo e eficiente.

Quais são as principais vantagens desse sistema?

Esse sistema, ainda, agrega alguns recursos que são considerados grandes vantagens para a gestão de projetos em uma empresa. Conheça, a seguir, o que se pode ganhar com a implementação dessa nova modalidade.

Equipes multidisciplinares

Em um modelo tradicional, cada membro da equipe fica responsável unicamente por sua tarefa. Tem, no máximo, um conhecimento superficial acerca do que é feito por quem assume a demanda seguinte. Isso gera muitos intervalos de falha e até mesmo atraso.

Com equipes multidisciplinares, entretanto, todos os colaboradores podem contribuir entre si para se chegar a um resultado em comum. As decisões são muito mais estratégicas, inteligentes e acertadas, o que reflete nos resultados da empresa e até mesmo em seu posicionamento de mercado.

Maior agilidade

Há quem considere que, com decisões coletivas, as mudanças e entregas serão mais demoradas. Contudo, na verdade, o que acontece é justamente o contrário. Antes, quando a equipe atuava de maneira individual, levava mais tempo para análise e convergência de opiniões e resultados.

Entretanto, agora, todos os membros da equipe estão devidamente envolvidos no processo. O que faz com que as transformações sejam mais leves, imediatas e efetivas, algo muito importante para que a adaptação a essa metodologia dê certo.

Mais transparência

Ainda, é importante mencionar que um sistema colaborativo é muito mais transparente. Todos os processos e etapas de um projeto ficam disponíveis para acesso e intervenção de qualquer pessoa envolvida. Assim, podem ser acompanhados pelo gerente apenas para que não haja conflitos de informações.

A responsabilidade de atualizações é coletiva e todos têm total ciência de como anda o projeto em questão. Com isso, a dependência de tarefas diminui, já que elas podem ser adiantadas e finalizadas em um tempo muito menor que o usual.

Melhoria da comunicação

Líderes de modelos de gestão tradicional nem sempre são vistos como figuras incentivadoras quando na coordenação de projetos. Em geral, são considerados como aqueles que punem por erros e que apenas mandam na execução de tarefas. Isso é um grande empecilho para a comunicação entre colaboradores. No modelo colaborativo, esse é o tipo de barreira que se dissolve. As equipes conversam mais, não têm medo de trocar ideias e se sentem mais seguras para fazer sugestões e testes.

Quais são as melhores práticas e ferramentas que auxiliam essa gestão?

Usar planilhas e e-mails são opções que têm seu mérito. Contudo, elas não são mais tão eficientes quanto deveriam, em especial quando se trata de equipes grandes ou de projetos que tenham um prazo mais curto de execução. Diante disso, é essencial investir em boas práticas e ferramentas para que a gestão colaborativa de projetos dê certo.

Veja algumas possibilidades!

Use ferramentas de brainstorming

As ferramentas de brainstorming servem para que o trabalho de reflexão e colaboração em um projeto fique bem organizado. Elas servem para abrigar ideias, opiniões e sugestões em tabelas e mapas mentais, que são compartilhados entre toda a equipe.

Isso ajuda a dar continuidade aos processos, mas principalmente contribui para a resolução de problemas. Mesmo que um ambiente colaborativo gere menos empecilhos para a finalização de um projeto, algum impasse pode acontecer e deve ser solucionado quanto antes.

Tenha um software de gestão adequado

É de suma importância contar com um software de gestão adequado nesse momento. Ele deve ser completo, com funções que permitam o gerenciamento de tempo, a delegação de tarefas e o compartilhamento de arquivos, inclusive de áudio, vídeo e multimídia.

Isso é essencial para aproximar colaboradores de diferentes setores ou que estejam geograficamente distantes. Para completar, o software deve oferecer funções de monitoramento e análise de resultados, para que o projeto seja acompanhado e avaliado de maneira profunda e precisa.

Assim, em próximas oportunidades, será mais fácil otimizar etapas ou corrigir possíveis erros. Lembrando, ainda, de que qualquer registro realizado nesse ambiente virtual terá seu responsável sinalizado para maior controle.

De fato, manter o gerenciamento de projetos e o ambiente colaborativo caminhando juntos é um desafio diário para qualquer organização. Contudo, com um plano de ação estratégico bem definido e uma equipe preparada, é possível alcançar essa máxima sem maiores dificuldades. Assim, fazer dela uma constante para o sucesso da empresa.

Precisa de ajuda nessa missão? Entre em contato conosco para conhecer nossas soluções em softwares de gestão e descubra qual é a melhor para a sua necessidade.

Equipe gerenciando projetos em momentos de crise

O diferencial do gerenciamento de projetos em momentos de crise

O gerenciamento de projetos em momentos de crise não começa quando as coisas começam a dar errado ou a sair da única programação do negócio. A verdade é que fazer uma boa gestão de projetos, classicamente, é sobre ter planejamento e um bom plano de contingência.

A ideia é ter escopos delineados para situações que são previsíveis e aplicar um bom método de ação para se adaptar a circunstâncias totalmente inesperadas. A boa gestão de projetos em momentos de crise é sobre uma postura arrojada na dinâmica organizacional, mesmo quando temos uma metodologia norteadora.

Quando o gestor de projetos está equipado com métodos, ferramentas e uma mentalidade colaborativa, as crises são momentos para testar todas as técnicas e conhecimentos, além de renderem muitos aprendizados. E você, como tem enfrentado tais lances rápidos do mercado atualmente? Vamos conversar mais sobre o assunto, venha conosco!

Analisando cenários em tempo real

A tomada de decisão reativa é sinônimo de fracasso diante de cenários instáveis. O segredo está em se adiantar e ter um plano pronto assim que a ação é necessária. Mas isso não é tão simples quando tudo está incerto e as coisas mudam a cada instante. Por isso, é fundamental manter as análises em tempo real: o plano pode mudar a qualquer hora!

A adaptação é fruto desse processo de acompanhar de perto as tendências e os resultados das ações, além de, é claro, as mudanças no mercado, no modus operandi da equipe etc. Sendo assim, a coleta de dados da sua área de atuação — e de todos os fatores relacionados — é a chave para detectar a necessidade de mudanças.

Adaptando a metodologia à realidade

Em momentos de crise, os dados vão alimentando análises que podem mudar totalmente o trajeto e a forma de operar uma determinada questão. Sendo assim, o escopo do projeto não pode ser tratado de modo engessado Ao contrário, ele serve de orientação para moldar o desenvolvimento de acordo com a realidade.

A metodologia é o que garante a organização das etapas. Independentemente do que for feito, você tem uma base sólida de conhecimento, ferramentas e método para ir acompanhando o desempenho, sem se perder no meio das informações. Nesse cenário, os relatórios gerenciais são fundamentais.

Organizando a dinâmica do fluxo de trabalho

A colaboração é um dos pilares para o bom gerenciamento de projetos em momentos de crise. Dessa forma, a ferramenta de gestão deve ter suporte para um ambiente dinâmico e de rápida adaptação. O sistema empregado não pode gerar nenhuma onerosidade para os processos.

As propostas de projeto com fluxo automático de aprovação têm o poder de agilizar a tomada de decisão sobre a seleção dos projetos. Além disso, use o sistema para alocar seus recursos de maneira eficiente, inclusive a performance da equipe. As funções devem ser utilizadas proativamente: faça alertas, evidencie prioridades etc.

A organização do fluxo de trabalho, a simples visualização das tarefas, o andamento de cada uma delas, a comunicação centralizada, as atualizações em tempo real, o agrupamento das informações para gerar relatórios, enfim, para ter tudo isso, é preciso aplicar um sistema rico em funções, cheio de clareza e de praticidade.

Usando ferramentas específicas de controle

Quais projetos geram mais valor para o seu negócio? Você tem o controle desses indicadores? Em cenários de incerteza, é fundamental priorizar aquilo que dá mais retorno e diversificar as análises para descobrir pontos-chave da estratégia naquele determinado momento.

O ideal é obter uma visão dos projetos que seja simples em contemplar se a sua estratégia está sendo refletida e, ainda, se ela é sustentável para aquela situação. Ter essa tela com dados e informações para analisar e tomar decisões também torna a sua gestão mais produtiva. Sendo assim, uma ferramenta perfeita deve fazer:

  • gerenciamento de projetos;
  • gestão de programas e portfólio;
  • gestão de equipes;
  • gestão estratégica.

Fora o sistema de gestão de projetos flexível que se adapte ao seu método, há ferramentas de gestão, necessárias ao seu conhecimento, que são extremamente importantes para momentos de crise e mudanças rápidas. Primeiro, todas as de planejamento estratégico que abrangem a previsão de cenários e algum tipo de análise preditiva de mercado:

  • Matriz SWOT;
  • 5 Forças de Porter;
  • Matriz BCG;
  • Ciclo de Vida do Produto etc.

Esses instrumentos de gestão, sobretudo quando aliados, são capazes de levar você a imaginar planos para cenários instáveis, especialmente avaliando os pontos internos e externos que podem prejudicar ou beneficiar o seu projeto. Documente e reavalie periodicamente o que foi elencado.

Além disso, há as ferramentas que devem ser utilizadas de forma situacional, ou seja, você deve acioná-las para encontrar um resultado específico. O Diagrama de Ishikawa, por exemplo, é uma delas. Para manter o controle, faça uso de kanban, 5w2h, regra 80/20, checklists etc., tudo integrado ao seu sistema de gestão de projetos!

Desenvolvendo uma cultura arrojada

Quanto mais preparado o gestor de projetos estiver, melhor será o desempenho da equipe e os resultados apresentados, mesmo entre as condições mais complicadas. As crises são provas: a sua metodologia é realmente consistente? Ela é competitiva para o seu modelo de negócios? Ela vai sobreviver às tendências e se adaptar às demandas?

Indo um pouco mais além: você está capacitado e equipado com as melhores ferramentas para exercer seu conhecimento, quando ele é realmente crucial para conter ameaças, aproveitar oportunidades e manter tudo funcionando? Superar a crise não é para amadores, então, é hora de avaliar todos esses critérios e adotar os recursos mais eficientes.

O mais importante para o gerenciamento de projetos em momentos de crise é ter todo o suporte para fazer o que você sabe de melhor: cultivar a postura arrojada diante de mudanças. Lembre-se de uma das principais características da sua função: gerenciar riscos e tomar decisões.

O Project Builder é o software de gerenciamento de projetos mais efetivo do mercado. Chegou o momento de você contar com essa expertise para planejar, executar, diagnosticar, medir e corrigir seus processos. Mude agora mesmo: entre em contato e teste gratuitamente!

Equipe gerenciando projetos no setor jurídico

Entenda a importância do Gerenciamento de Projetos no Setor Jurídico e aplique no seu escritório

Como realizar um bom gerenciamento de projetos no setor jurídico? Para escritórios, principalmente, aqueles que atuam com empresas, a gestão é fundamental para manter a ordem e seguir os prazos corretamente. Como você organiza e planeja as metas do seu escritório atualmente? Conforme a equipe e as demandas crescem, fica cada vez mais difícil acompanhar todas as fases. Por isso, a gestão de projetos se torna fundamental nesse cenário.

Ao implementar essas ações, é possível otimizar o tempo das entregas, diminuir os erros e as perdas de prazos, todos os processos ficam centralizados em um único sistema e há melhoras na eficiência e eficácia das entregas.

Se você se interessou por esse tema e quer entender melhor como aplicá-lo no seu escritório, leia o conteúdo até o fim!

O que é o gerenciamento de projetos no setor jurídico?

A gestão de projetos é uma competência estratégica das organizações atuais e existe para ajudar na realização dos processos internos de uma empresa, melhorando as entregas para que elas sejam mais seguras, rápidas e eficientes. Essa gestão tem o objetivo de manter o foco na realização e no controle do projeto, além de fornecer insights e dados importantes que precisam ser analisados para verificar a qualidade do serviço.

O gerenciamento de projetos jurídicos, ou Legal Project Management — LPM, é um conceito recente derivado do conhecimento administrativo. Esse tema tem se tornado recorrente no contexto jurídico internacional, mas ainda é pouco divulgado e utilizado no Brasil.

Embora ainda não esteja bem formalizado, ele se refere às aplicações de padrões dos conceitos de gerenciamento de projetos que são adaptados ao ambiente jurídico. Ou seja, é uma forma de abordar o planejamento de um escritório de modo estruturado, a fim de que haja acompanhamento e avaliação do trabalho jurídico, para aumentar a percepção de valor e eficiência junto ao cliente, melhorando os resultados do escritório.

Assim, ao implementar o gerenciamento de projetos no ambiente jurídico, fica mais fácil ter a compreensão sobre os projetos que estão pendentes, quais profissionais estão mais sobrecarregados, quais prazos têm prioridade e oferecer um serviço melhor e mais personalizado.

Qual é a importância da gestão de projetos em escritórios de advocacia?

Certamente, você tem alguns gargalos e problemas no seu escritório e, na maioria das vezes, os problemas não têm relação com o exercício do Direito, mas sim com processos administrativos. Dessa forma, a gestão de projetos se apresenta como uma ferramenta indispensável para tirar os projetos do papel e organizar as entregas. Veja alguns motivos pelos quais é importante fazer uma boa gestão de projetos no seu escritório.

Melhor cumprimento dos prazos

Sem uma ferramenta correta ou processos documentados, é fácil se perder nos prazos e atrasar as entregas. Quando um escritório não utiliza um software adequado para isso, é comum trabalhar sempre com prazos apertados.

Como consequência, o trabalho pode ficar prejudicado e a satisfação do cliente também. Assim, é importante investir na gestão de projetos de escritórios de advocacia, pois isso dá celeridade às entregas e deixa de forma clara o que está pendente e quais colaboradores podem pegar novos casos, por exemplo.

Aumento da produtividade

Quando toda a equipe sabe o que precisa ser feito e qual é o prazo para isso, fica mais simples se organizar internamente em ações que demandam a ajuda de outros colaboradores. O gestor pode criar fluxos nos quais os profissionais tenham tempo para trabalhar sozinhos e momentos nos quais a fase é conjunta. Dessa forma, as ações não ficam travadas por causa da interdependência de outras pessoas.

Além disso, essa organização centralizada em uma única ferramenta ajuda a elaborar um cronograma a longo prazo e facilita o levantamento de inúmeras informações. Essas ações antecipam erros, ajudam a identificar gargalos e dá aos líderes mais subsídios informacionais para as decisões.

Melhora na previsibilidade de receitas

Com a gestão de projetos em escritórios, fica mais fácil fazer a previsibilidade de receitas e entender o fluxo de entregas. Haverá casos nos quais o processo pode se prolongar por meses e há outros que são resolvidos mais rapidamente. Isso também deve ser entendido e parametrizado, para que em um período a empresa não fique sobrecarregada com demandas e, em outros, alguns colaboradores fiquem ociosos.

Com esses dados em mãos, é possível prever momentos de redução de custos, investimentos para o escritório, treinamentos para equipe, necessidade de novas contratações e muitas outras informações que são cruciais para manter um escritório funcionando bem na sua parte administrativa.

Assim, podemos concluir que o gerenciamento de projetos no setor jurídico é importante, uma vez que amplia a excelência do serviço, integra todos os departamentos, facilita a comunicação entre os colaboradores, traz uma visão mais ampliada do andamento dos processos e automatiza uma série de fases.

Quais são as melhores práticas para adotar a gestão de projetos?

Nesse momento, você já entendeu o que é o gerenciamento de projetos para o setor jurídico e como ele ajuda nas demandas das empresas, principalmente B2B. Além de contratar um software para organizar esse planejamento, é importante entender as metodologias disponíveis e identificar as melhores práticas que se enquadram no seu escritório ou em projetos específicos.

Na parte de planejamento, você pode utilizar o ciclo PDCA ou o Balanced Scorecard. Para identificar problemas dentro de um processo, o Diagrama de Ishikawa é bastante eficiente. Já para acompanhar as entregas de modo mais visual, o Kanban pode ajudar.

Portanto, podemos concluir que o gerenciamento de projetos no setor jurídico é fundamental. Afinal, essa organização otimiza processos complexos, trazendo atenção estratégica e perspicácia comercial aos escritórios de advogados. Independentemente do tamanho do seu escritório ou da metodologia escolhida, saiba que o software da Project Builder pode ajudar você.

Essa ferramenta é própria para o gerenciamento de projetos no setor jurídico, auxiliando na gestão de pessoas, compartilhamento de tarefas, delegação de atribuições, bem como facilita a visualização dos fluxos das entregas. Assim, fica mais fácil para o gestor ou responsável coordenar os processos e otimizar as decisões.

Se você está à procura de uma solução como essa, acesse nosso site agora mesmo e experimente o nosso software.

comprometimento com o trabalho

Evidenciando e mantendo o comprometimento

O sucesso de um projeto depende muito do comprometimento da equipe de trabalho, do gerente e demais pessoas envolvidas nele. Mas é a postura do gestor que leva os outros profissionais e clientes a acreditarem que as ações planejadas serão bem sucedidas e a permanecerem engajados. Ele é o principal responsável por manter a motivação do time.

Neste post, vamos explicar a importância de uma boa equipe para o gerenciamento de projetos e abordar detalhes sobre o comprometimento de todos para alcançar o resultado desejado. Além disso, vamos apontar a relevância da gestão de projetos para o crescimento organizacional, bem como registrar de que maneira é possível montar uma equipe de sucesso para conseguir alavancar os negócios.

Deseja saber mais sobre projetos? Leia este artigo e descubra dicas valiosas para aplicar no seu dia a dia!

A relevância da gestão de projetos em uma empresa

O ambiente corporativo sofreu mudanças significativas nas últimas décadas, de modo que os gestores passaram a desempenhar um papel fundamental para o crescimento das empresas. As relações humanas também se transformaram com a chegada da tecnologia e da possibilidade de as pessoas viverem conectadas à Internet.

Muitos afirmam que esta é a era da transformação digital, a qual sucede a era da informação que proporcionou o aprofundamento dos conhecimentos e a disponibilidade de serviços. Esse cenário apresenta o aumento da competitividade no mundo dos negócios e o crescimento de incertezas para os empreendedores. Os impactos da gestão de projetos são visíveis em todas as áreas.

Os clientes se tornaram mais exigentes e modificaram completamente os seus hábitos. Além da marca, qualidade e preço justo, hoje eles também procuram valores. Sendo assim, o gerenciamento de projetos se tornou indispensável para a sobrevivência das organizações de todos os portes. O trabalho dos gestores de projetos é um diferencial que pode determinar o êxito nas negociações.

A importância do comprometimento da equipe para a gestão de projetos

O comprometimento de todos os interessados é essencial para que as ações sejam realizadas conforme os objetivos pré-fixados e para o alcance dos benefícios da gestão de projetos. O gerente precisa conhecer o perfil dos profissionais envolvidos, as suas habilidades e experiências pessoais. Isso facilita a designação de tarefas e ajuda a manter o time engajado.

Uma equipe comprometida eleva a produtividade após assumir os compromissos de concluir as suas atividades e não mede esforços para atingir as metas. Por isso, é importante selecionar colaboradores que gostem daquilo que deverão fazer, que estejam alinhados com a empresa e cujos objetivos pessoais estejam relacionados ao seu trabalho.

Como montar uma equipe de sucesso

A execução de projetos depende do trabalho da equipe e de todos aqueles que estão envolvidos direta ou indiretamente com ele. Portanto, o conhecimento das competências dos integrantes do time é crucial. Também é preciso conhecer todos os processos, conhecimentos e informações para a elaboração do plano de ação. Veja a seguir dicas para montar a sua equipe!

Identifique as partes interessadas

Os membros do time do projeto, as entidades de fora ou de dentro da empresa e os líderes são os interessados nas ações planejadas. Esse grupo inclui a equipe, o governo, a comunidade, os colaboradores internos, os fornecedores e os clientes.

Todos esses agentes devem ser envolvidos desde o início do projeto até o seu fim. Porém, verifique entre os potenciais candidatos a participarem das estratégias se eles estão alinhados e dispostos a fazer o trabalho visando a excelência e a satisfação do cliente.

Defina a equipe

É atribuição do gestor de projetos analisar o perfil dos candidatos à formação da equipe. Busque dados acerca de outros projetos já realizados e sobre a colaboração de seus membros. Faça uma relação inicial e confira o potencial de cada um. Por fim, reúna os candidatos e procure fazer a identificação daqueles que demonstram maior interesse no assunto.

Faça uma reunião kick off

O desenvolvimento eficaz do projeto depende de uma equipe engajada e que conheça a realidade e os detalhes daquilo que será feito. A reunião inicial serve para motivar e integrar todos os envolvidos com as atividades. Não basta transmitir ordens e designar tarefas; os colaboradores necessitam compreender os motivos de suas atribuições e a importância da sua contribuição.

A reunião kick off vai eliminar a falta de envolvimento antes do início do projeto, visto que nela são apresentadas as diretrizes, os objetivos, as metas, os recursos disponíveis, os riscos, o perfil do cliente e os principais desafios a serem enfrentados. Fale sobre as etapas do trabalho, o que cada integrante precisa realizar e informe os prazos pactuados com os clientes.

A equipe precisa entender o grau de relevância do projeto para a empresa e quais são as expectativas oriundas das ações a serem desempenhadas. Esse encontro poderá durar de 30 minutos até 3 horas, dependendo do caso a ser compartilhado. Explique o contexto e motive o time escolhido, mas procure não prolongar demais a sua fala. No final, abra um espaço para responder aos questionamentos da equipe.

Aponte os requisitos

Apresente para a equipe selecionada os requisitos exigidos pelo cliente e explique o que ele espera do projeto. Não permita a existência de dúvidas entre os participantes, seja claro e dê oportunidade para os integrantes se manifestarem. Aproxime-se dos profissionais e ouça o que eles têm a dizer, pois a comunicação aumenta o comprometimento.

Marque uma confraternização

Esse é um momento relevante que faz parte das primeiras atividades do projeto. Uma celebração com todos os participantes e uma única sala é muito útil para comunicar o início do projeto, colher mais informações e comemorar a conquista. Tenha a certeza de que essa data proporcionará o envolvimento da equipe e os seus integrantes se comprometerão com os resultados.

Como conduzir a equipe durante o projeto

Você não pode executar o seu projeto sozinho; é necessário que os membros de sua equipe trabalhem juntos para atingir o objetivo final com sucesso. Estas dicas podem ajudar você a fazer com que a sua equipe trabalhe em conjunto, mantendo o comprometimento!

Comunicação clara e objetiva

Esclareça com clareza e objetividade como o objetivo e as metas vão beneficiar a organização e os membros individuais da equipe. Depois, levante e enderece questões, preocupações e perguntas de forma imediata e aberta.

Interação entre os participantes

Promova a interação pedindo sugestões e ouvindo os integrantes do time. Envolva os membros da equipe quando estiver desenvolvendo os objetivos, atribuindo as responsabilidades, estimando prazos e recursos necessários e planejando para lidar com os riscos.

Motivação e engajamento

Ajude as pessoas a acreditarem que o trabalho planejado é possível e que a performance bem-sucedida deles pode produzir os resultados desejados. Solicite o compromisso das pessoas com o sucesso do projeto e demonstre o seu próprio compromisso.

Reuniões e Feedback

Ofereça retornos frequentes e significativos aos membros da equipe e outras audiências a respeito de atividades individuais e sobre o progresso geral do projeto. Reconheça e recompense as contribuições das pessoas.

Soluções tecnológicas

Adote um software de gestão de projetos para aumentar o engajamento dos colaboradores com cada demanda atendida. Existem ferramentas completas à sua disposição no mercado. Elas auxiliam no controle financeiro, fornecem relatórios de desempenho, registram as horas de trabalho e muito mais!

Enfim, agora você já sabe como promover o sucesso dos projetos, evidenciando e mantendo o comprometimento da equipe! Seguindo todas as dicas registradas aqui, as chances de ser vitorioso em conjunto com o seu time vão aumentar exponencialmente. Se ainda tiver dúvidas, conte com uma consultoria em gestão de projetos.

Gostou deste conteúdo? Então, siga em frente com a próxima leitura! Descubra como a gestão de projetos ajuda na redução de custos.

pessoas utilizando software de gestão de projetos

Confira os resultados do Carlos após implementar software de gestão de projetos

Você, com certeza, já ouviu falar de como a gestão de projetos é importante, não é mesmo? Ela precisa ser muito bem feita para garantir resultados positivos para uma empresa, inclusive em relação a ganhos e lucros. Para tanto, é fundamental que o responsável por essa tarefa aplique conhecimentos, habilidades e técnicas para integrar as atividades destinadas a se alcançar um objetivo determinado.

Contudo, nem sempre isso é suficiente. Por vezes, é preciso contar com a ajuda da tecnologia para otimizar todos os processos envolvidos nesse contexto tão complexo. Carlos percebeu que isso seria fundamental na realidade da empresa onde trabalha. Por isso, decidiu usar um software de gestão de projetos para melhorar seu fluxo de planejamento e execução.

Será que deu certo? Continue a leitura para descobrir qual foi a experiência dele ao utilizar essa ferramenta!

Quem é Carlos e quais são suas principais dificuldades?

Carlos tem uma carreira de sucesso: é gerente de um escritório de projetos renomado, que presta serviços no setor de serviços voltados para Tecnologia da Informação. Ele é daqueles que está sempre presente nas redes sociais e procura se atualizar a respeito das últimas tendências de mercado que possam facilitar seu trabalho.

No entanto, ultimamente ele tem enfrentado algumas dificuldades. O volume de informação e demanda que Carlos recebe está alto, e ele precisa gerenciar melhor seu tempo e o da equipe, de modo a priorizar tarefas e responsabilidades. Além disso, é fundamental que ele consiga identificar o sucesso, os erros e os riscos nos projetos de seu processo.

Ainda, ter tudo muito bem registrado em um relatório de métricas e evolução. A solução que ele encontrou diante de todas essas questões foi implementar um software de gestão de projetos. Então, agora, vamos descobrir como essa transformação aconteceu.

Como ele implementou um software de projetos?

Depois de pesquisar na internet a respeito de soluções para seus problemas e perceber que um software de gestão de projetos poderia ajudar, Carlos chegou até o site da Project Builder. Uma empresa brasileira focada em soluções voltadas para o gerenciamento de processos e reconhecida no Brasil e no exterior pela qualidade de seu trabalho. Depois de ver a demonstração da ferramenta, ele ficou muito interessado.

Afinal, percebeu que aquele poderia ser o caminho certo não apenas para implementar melhorias em seus processos, mas também para levar um pouco mais de inovação para a empresa. Assim, entrou em contato com um consultor e logo recebeu retorno: durante a conversa, ele explicou suas dificuldades e foi apresentado ao melhor plano para saná-las de vez.

Assim que a contratação foi feita, Carlos recebeu a orientação completa para realizar a implementação do software e começar a usá-lo em suas tarefas. O mesmo consultor o ajudou nessa etapa e ficou responsável por desenvolver e aplicar seu projeto de onboarding dentro da plataforma.

Em pouco tempo, o gerente de projetos aprendeu como administrar cada função da ferramenta e como utilizá-la com aproveitamento máximo em seu dia a dia. Como a adaptação foi muito rápida e simples, é claro que os resultados apareceram com a mesma agilidade, não é mesmo? Veja só o que Carlos percebeu em pouco tempo de uso.

Quais foram os principais resultados que essa mudança trouxe?

O cotidiano de Carlos continuou bastante atribulado, repleto de tomadas de decisões importantes e com foco em atingir objetivos de maneira acertada para a empresa. Contudo, ele passou a realizar suas tarefas de um jeito muito mais prático e efetivo. Esses foram os resultados que essa mudança trouxe para ele:

Maior controle de informações

A primeira mudança que Carlos percebeu foi que ele passou a ter um controle muito maior de informações. A tecnologia do software de gestão de projetos contribuiu, e muito, para reunir todos os dados realmente importantes em cada processo. Dessa maneira, ele passou evitar falhas, começou a levar variáveis importantes em conta e nunca mais deixou nenhum detalhe importante de fora do gerenciamento.

Melhora do monitoramento de tarefas

Uma parte essencial do gerenciamento é que as tarefas sejam executadas corretamente e pela pessoa certa. O software permitiu que Carlos não apenas controlasse quem faz o que, mas também monitorar e entender o progresso de cada processo.

Como a delegação de tarefas ficou muito mais exata e concreta, a produtividade e a eficiência da equipe mostraram um aumento expressivo, o que fez com que vários projetos começassem a ser finalizados bem antes do prazo, e novos em seguida.

Mais facilidade para a colaboração e a comunicação

Como o acesso de dados pode ser compartilhado, ficou muito mais fácil para a equipe de Carlos trabalhar de forma colaborativa. O que, por sua vez, também produziu uma mudança intensa na comunicação entre os envolvidos no projeto. Os ruídos nas mensagens e orientações foram eliminados, já que os profissionais passaram a ter mais subsídio para suas funções: com direito a registro e acompanhamento pela ferramenta.

Melhoria da avaliação de resultados

Por melhor que um gerenciamento seja feito, tudo será em vão sem uma avaliação precisa dos resultados. Por meio do software, Carlos conseguiu montar relatórios amplos e completos, inclusive sobre o desempenho da equipe, para visualizar quais metas foram ou não cumpridas. Assim, diante de qualquer falha, ele soube como corrigir e como amenizar possíveis impactos no desenvolvimento do projeto.

Viu só como é importante contar com uma ferramenta como essa no gerenciamento de projetos? Com ela, Carlos conseguiu eliminar todas as suas dificuldades e obter resultados muito melhores, tanto para a empresa quanto para sua equipe. É assim que deve ser!

A jornada de Carlos é apenas uma história que a gente usou para mostrar quanto essa situação é corriqueira no ambiente corporativo. Contudo, se você se identificou com ela, é hora de procurar a Project Builder. Nosso software de gestão de projetos pode ser o que você precisa para melhorar seu gerenciamento de demandas e resultados, e alavancar de vez a produtividade da equipe.

Não perca mais tempo! Entre em contato conosco para saber mais.

diagrama de ishikawa

Saiba como usar o Diagrama de Ishikawa na gestão de projetos

Você sabe como utilizar o Diagrama de Ishikawa na gestão de projetos? Também conhecido como Diagrama de Causa e Efeito ou Diagrama de Espinha de Peixe, essa ferramenta auxilia na análise de processos e é uma das 7 ferramentas de qualidade.

Atualmente, há diversas ferramentas que auxiliam na gestão de projetos. Algumas melhoram a produtividade, o fluxo de trabalho, o gerenciamento de riscos, os conflitos com equipes e a identificação e causa dos problemas, como o Diagrama de Ishikawa.

Se você quer saber mais sobre esse método e como aplicá-lo em seu projeto, continue lendo este conteúdo.

O que é o Diagrama de Ishikawa?

Criado em 1943 pelo Engenheiro Químico japonês Kaoru Ishikawa, esse diagrama permite a análise de falhas ou dispersões de resultados dentro de organizações e tem como principal objetivo mapear as causas de um determinado problema.

Esse sistema pode ser aplicado em qualquer área de trabalho e facilita o entendimento detalhado dos processos, encontrando os problemas e determinando soluções para cada um deles.

Uma das vantagens do Diagrama de Ishikawa é a sua capacidade de mostrar diversos pontos de vistas, compartilhando o conhecimento e incentivando que os membros das equipes analisem as possíveis causas e entendam como isso impacta todo o sistema.

A metodologia fornece uma fácil conexão visual, pois todos os fatores envolvidos são dispersos do lado esquerdo do diagrama, formando uma espinha de peixe, e do lado direito, ao final da espinha, é demonstrado o efeito/problema. Além disso, essa metodologia traz causas primárias ou macro causas que podem apresentar ramificações com causas secundárias.

A utilização desse diagrama é muito ampla. Por exemplo, na gestão de projetos ele pode ser utilizado para entender porque as entregas de determinado setor sempre atrasam. Ishikawa dizia que, com essa ferramenta, é possível identificar a causa-raiz e solucionar esse problema.

No caso citado, à primeira vista o gestor poderia julgar que a equipe não era produtiva o suficiente, mas, ao criar o diagrama, outras causas podem aparecer, como prazo de produção muito pequeno, problemas com a mão de obra, entregas atrasadas dos insumos da produção ou pouco estoque disponível.

Como aplicar o Diagrama de Ishikawa em projetos?

Por ser simples e fácil de utilizar e visualizar, essa ferramenta apresenta resultados mais eficientes quando comparados a outras ferramentas. Antes, essa metodologia analisava quatro grandes causas, mas, com o aperfeiçoamento do sistema, agora são seis grandes causas avaliadas: método, máquina, medida, meio ambiente, mão de obra e material — os 6M’s.

Para montar o diagrama, é importante reunir todas as pessoas envolvidas no projeto e realizar um brainstorming para identificar os fatores. Quanto mais pessoas para analisar, melhor, pois são os pontos de vistas diferenciados que ajudam a encontrar a causa-raiz de um problema.

Veja o passo a passo completo.

Defina corretamente o problema

O primeiro passo é identificar corretamente o problema. No caso já citado, falamos que o problema era o atraso recorrente das entregas de um setor. A partir desse problema, é possível analisar e encontrar causas. Se ele não for bem definido ou delineado, as causas não serão encontradas e, provavelmente, as soluções propostas não vão mitigá-lo.

Liste e agrupe as causas em categorias

A equipe deve listar todas as causas do problema e elas devem ser agrupadas em categorias. O Diagrama de Ishikawa leva em consideração seis grandes causas, mas delas podem partir outras. Confira cada uma delas.

Métodos

Aqui avalia-se todos os métodos utilizados na atividade. No exemplo que estamos utilizando, seria avaliado o documento que norteia o setor que sempre entrega as demandas em atraso. Qual o método operacional daquele setor? O que era esperado como procedimento padrão? Nesse caso, é preciso identificar se o método escolhido é o mais eficiente para a situação.

Máquinas

Nessa categoria, devem ser compilados os problemas que envolvem os maquinários. Se as entregas estão atrasando, é preciso avaliar se o maquinário não está dando conta, se está obsoleto, se precisa de manutenção ou se os equipamentos escolhidos podem ser a causa-raiz do problema.

Materiais

Os insumos e materiais necessários para os processos podem interferir na qualidade e nos prazos de entrega. Por isso, é preciso avaliar essas causas com cuidado. O problema pode ser uma falha de um fornecedor, ou seja, uma causa externa que está impactando no processo. Nesse caso, é preciso verificar se há possibilidades de trocar de fornecedor ou exigir maior qualidade dele nas entregas.

Mão de obra

Nessa categoria, serão apontadas as causas relacionadas à mão de obra, ou seja, à força operacional da empresa. Indiretamente serão avaliadas a capacidade e a motivação da equipe envolvida no projeto.

Quando a causa-raiz é na capacidade da mão de obra, é sinal de que os funcionários não foram bem treinados ou bem escolhidos para aquela tarefa. Se a causa for motivação, de alguma forma a empresa não está conseguindo oferecer benefícios e incentivos que torne o colaborador mais engajado e produtivo.

Meio ambiente

Ao avaliar o meio ambiente, é preciso considerar fatores do meio ambiente de trabalho, como calor, umidade, luminosidade, bem como a ergonomia. Esta refere-se à qualidade do local para melhorar o trabalho do colaborador, significando um melhor posicionamento dos equipamentos, dimensão do local e ergonomia das cadeiras e equipamentos, que influenciam diretamente no processo produtivo.

Medida

Nesse fator, consideram-se os instrumentos padrões de medição, pois a causa-raiz pode estar no modo incorreto de mensurar o projeto. Muitos processos utilizam normas e fatores para medir o sucesso, assim, um equipamento descalibrado ou a falta de inspeção pode ocasionar em erros e falhas.

Depois de agrupar as categorias, também é possível utilizar a matriz de priorização para ajudar na hierarquização de acordo com a gravidade ou importância de cada causa.

Desenhe o diagrama

O próximo passo é, de fato, construir o diagrama. Com as causas e o efeito bem claros, você deve desenhar uma seta horizontal que aponte para a direita e colocar o efeito na extremidade dessa seta. Depois, faça traços diagonais no corpo da seta e coloque as causas encontradas. As causas de maior impacto devem ficar mais próximas do problema, e as de menor impacto no final. O resultado se parecerá com uma espinha de peixe.

Analise o diagrama e planeje soluções

Ao final, com o diagrama criado, é preciso analisá-lo e planejar soluções. Essa metodologia não leva às soluções de forma automática, é preciso que toda a equipe analise, interprete e identifique qual a causa-raiz e qual a maneira mais efetiva e rápida de resolvê-la. Mesmo que você identifique mais de um problema, é preciso fazer um diagrama por vez e traçar causas e ações para aquele problema especificamente.

Portanto, o Diagrama de Ishikawa traz diversos benefícios para as empresas e é uma das ferramentas que facilita a gestão de projetos. Em conjunto com outras estratégias, ele pode melhorar a visibilidade dos problemas, hierarquizar e priorizar causas, aperfeiçoar processos, envolver toda a equipe e potencializar os resultados.

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Saiba mais sobre o gerenciamento de stakeholders no PMBOK

As boas práticas e os conhecimentos do PMBOK não se limitam aos cuidados com o planejamento ou com a gestão de pessoas. Para que seja possível alcançar bons resultados, também é preciso considerar o gerenciamento de stakeholders. Dar atenção às partes interessadas é crucial para o andamento e, em última análise, para o bom desempenho do projeto. Ignorar isso, por outro lado, pode colocar toda a realização em apuros, o que está longe de ser o quadro desejado.

Para não encontrar problemas do tipo, vale a pena descobrir como elaborar as melhores estratégias de gerenciamento de stakeholders no PMBOK. Conheça essa etapa e entenda como desenvolvê-la!

O que são os stakeholders?

Stakeholders é um termo inglês cuja tradução significa partes interessadas. No contexto empresarial, stakeholders podem ser pessoas físicas ou jurídicas que podem ser impactadas por projetos, diretamente ou indiretamente, de forma negativa ou positiva.

Os stakeholders participam das atividades da empresa e são importantes para a execução e planejamento dos projetos, já que fazem parte do fundamento da gestão de comunicação. Portanto, o termo stakeholders abrange várias pessoas que tenham interesse na gestão dos projetos, sendo investidores ou não.

Em nosso país, stakeholders são definidos como públicos de interesse e, por isso, estão incluídos nas estratégias para que as organizações alcancem os seus objetivos. Eles são os públicos impactados pelos projetos, motivo pelo qual são considerados na tomada de decisões dos líderes.

Quem são os stakeholders do projeto?

Existem diferentes públicos de interesse de modo que são abrangentes. São considerados stakeholders-chave as pessoas que vão ser diretamente impactadas pelo projeto ou aquelas que são muito influentes. Outra definição interessante para esses indivíduos que sofrem impacto direto é a de stakeholders primário. Alguns deles são:

  • fornecedores;
  • clientes;
  • proprietários;
  • concorrentes;
  • acionistas;
  • investidores.

Dependendo do projeto a ser realizado e da comunidade a ser afetada por ele, outros stakeholders podem ser reconhecidos como primários. Já os stakeholders secundários são as pessoas cujo impacto é indireto, podendo ser positivo ou negativo. Veja a seguir alguns exemplos que podem ser encaixados nesse perfil:

  • mídia;
  • imprensa;
  • grupos ambientalistas;
  • governos internos e externos;
  • organizações sem fins lucrativos;
  • instituições financeiras.

O grupo dos stakeholders secundários têm o poder para mobilizar a opinião da sociedade. Contudo, as empresas privadas também podem ser stakeholders nos negócios, caso a sua equipe interna esteja comprometida com um projeto. Conforme for o segmento de atuação e a situação da empresa, os stakeholders podem assumir posições diferentes.

Outra classificação que merece destaque é a dos stakeholders internos e externos. Os stakeholders internos são aqueles que fazem parte do ambiente empresarial, ou seja, estão envolvidos com as atividades da organização e, de certa forma, também podem fazer parte dos stakeholders primários:

  • gestores;
  • colaboradores;
  • diretores;
  • gerentes;
  • equipe do projeto.

Os profissionais especialistas e empreiteiros em alguns casos também podem ser reconhecidos como stakeholders internos. Os stakeholders externos são aqueles interessados que estão fora do ambiente empresarial, mas interagem e também se encaixam na classificação de stakeholders secundários:

  • analistas financeiros;
  • lideranças comunitárias;
  • familiares dos integrantes do projeto;
  • familiares dos clientes;
  • defensores do meio ambiente;
  • participantes das mídias;
  • líderes sindicais.

O gestor de projetos faz a análise aprofundada dos stakeholders e define a sua classificação de acordo com o grau de afetação. Depois, mantém o contato para verificar interesses e fazer planos que atendam às expectativas dos envolvidos.

Qual é a importância dos stakeholders no gerenciamento de projetos?

A identificação dos stakeholders é fundamental, pois eles influenciam nas limitações e em vários aspectos, ajudando na avaliação dos possíveis riscos da gestão de projetos. Os gestores precisam mapear corretamente os stakeholders, verificando os seus interesses e a relevância de sua influência para evitar prejuízos.

O profissional responsável pela gestão de projetos precisa considerar, inclusive, os gerentes dos setores da empresa, para que os seus objetivos estejam alinhados com os demais colaboradores. Fazendo isso, o andamento do projeto estará garantido, sem a possibilidade de influências negativas.

Como essa área funciona?

De forma simples, os stakeholders são aqueles que se percebem afetados pelo projeto e são considerados pelo gestor. A área do PMBOK (Project Management Body of Knowledge) tem a ver com a identificação e com a gestão de partes interessadas. Então, PMBOK quer dizer conhecimento em gerenciamento de projetos, sendo na realidade um guia que apresenta práticas para a gestão de projetos.

Com o PMBOK, é possível ter uma visão mais ampla das tarefas e de seus impactos em vários níveis. Principalmente, ele é um meio de quebrar certas resistências e de conquistar resultados melhores na implementação das mudanças previstas. Por causa de suas características, é uma abordagem que tem grande impacto no sucesso de execução e que, por isso, merece máxima atenção.

Quais são as principais indicações do guia PMBOK?

O profissional que cuida do gerenciamento dos projetos deve identificar os stakeholders e analisar os documentos que tenham informações sobre os interesses das pessoas e organizações que podem ser afetadas. Esse é um passo fundamental, já que os requisitos e objetivos do projeto são definidos de acordo com as opiniões dos stakeholders, para eliminar resistências e melhorar a aceitação das mudanças.

Conforme registra o guia PMBOK, o gerenciamento dos interessados exige o desenvolvimento de estratégias efetivas, para que todos se envolvam durante o ciclo do projeto, entendendo quais ações vão priorizar as suas necessidades e impactar positivamente os resultados. Dessa forma, o planejamento para gerenciar os stakeholders deve ser bem detalhado.

O envolvimento das partes interessadas torna o processo interativo e possibilita a revisão das atividades. O guia indica também que, para gerenciar o engajamento dos stakeholders, o gestor vai trabalhar e se comunicar com eles, observando as suas expectativas e abordando os assuntos de acordo com o andamento do projeto, desde o seu início até o seu fim.

As expectativas podem mudar no decorrer do projeto, razão pela qual precisam ser monitoradas e gerenciadas pelo líder, que precisa manter o envolvimento dos usuários. O sucesso de um projeto depende da administração das expectativas e do talento do gestor em amenizar as preocupações, apresentando soluções para questões que geram desgastes aos stakeholders.

Quais são as etapas que merecem destaque?

Para que o gerenciamento de stakeholders aconteça da forma adequada, é preciso que tudo seja dividido em fases. A metodologia proposta pelo PMBOK conta com etapas bem definidas e que ajudam a consolidar o êxito do projeto. As etapas englobam vários aspectos, como a identificação, a verificação de expectativas e de influências, a averiguação das necessidades dos interessados e dos relacionamentos, o planejamento do projeto e a gerência das informações colhidas.

Para não ter dúvidas, o ideal é entender como colocar cada ponto em prática. Por isso, veja quais são os aspectos principais e as suas características.

Identificação das partes interessadas

O reconhecimento inicial dos stakeholders vai determinar todos os passos da sequência. Então, o melhor é identificar, logo no começo, quem são as partes interessadas. Procure descrever cada grupo e registrar todos os seus participantes.

Os investidores, ocupantes da alta gerência e clientes internos e externos ocupam a camada mais elevada. Abaixo deles, estão os gerentes de áreas envolvidas, a equipe do projeto, parceiros e fornecedores. Há, ainda, os stakeholders externos, como os que estão ligados à comunidade impactada pelo projeto, se for o caso.

Identificar cada parte e entender seu papel é essencial. Também, é interessante criar subconjuntos, como entre os stakeholders-chave, os que podem ameaçar e os que apoiam o negócio durante o desenvolvimento. Não se esqueça de avaliar a influência deles e de classificá-los de acordo com a importância. Isso ajuda a estabelecer o senso de prioridade, na hora de atender às expectativas.

Classificação dos stakeholders

Os interessados devem ser classificados de acordo com a ordem de importância. Em seguida, deve ser desenvolvido um plano de ação específico para cada stakeholders. É preciso pensar na forma de interagir com eles, de que modo iniciar um diálogo, como o seu apoio pode ser obtido e quais estratégias podem mitigar os riscos das influências.

Portanto, o gestor precisa aplicar técnicas de negociação colocando-se à frente da equipe e mantendo a transparência para evitar conflitos. Quanto maior for a complexidade de um projeto, mais stakeholders estarão envolvidos e os esforços serão intensificados para garantir o sucesso do empreendimento.

Gerenciamento do engajamento

Por falar nisso, uma das etapas cruciais consiste em reconhecer e cuidar do engajamento dos stakeholders. É preciso entender quem são os apoiadores e quem não está envolvido com a realização. Também, é importante conhecer quais são os stakeholders que detêm os recursos necessários para o projeto e como eles serão utilizados. Quanto maior for esse fator, em todos os sentidos, melhor é para a execução das estratégias definidas.

Desenvolvimento de estratégias

Além de ficar de olho na gestão do engajamento, é o momento de colocar em prática as estratégias para maximizá-lo. Nesse sentido, é interessante fortalecer a ligação com os apoiadores e com aqueles que “compram a ideia”. Quanto maior for o envolvimento deles, mais fácil é quebrar as barreiras dos que oferecem algum tipo de desafio para o negócio. No fim, é um ótimo meio de estabelecer parcerias.

Ainda convém pensar em estratégias para comunicar sobre o andamento do projeto, como a elaboração de relatórios. É crucial que o compartilhamento de informações aconteça no nível certo, de modo a evitar problemas com o excesso ou com a falta de dados. De um jeito específico, cada projeto pedirá uma abordagem e a metodologia deve considerar isso. Assim, é possível conquistar os melhores resultados.

Monitoramento do relacionamento

Para que o gerenciamento de stakeholders no PMBOK seja eficiente, é importante entender a quantas anda o relacionamento entre as partes interessadas. A partir das táticas genéricas e das específicas, é o momento de compreender se ocorreram mudanças na classificação, por exemplo.

Também, é relevante medir a satisfação, acompanhar se as expectativas têm sido atendidas e assim por diante. A partir desses resultados, é possível redirecionar a atuação, de modo a torná-la ainda mais estratégica.

Quais são as ferramentas de gestão?

Para que esse gerenciamento aconteça da melhor maneira, é comum utilizar algumas ferramentas e recursos específicos. É necessário, por exemplo, fazer a análise e o tratamento de dados. A classificação dos stakeholders entra nessa questão, o que demonstra a sua importância.

Também, é oportuno partir para a coleta de informações consideradas cruciais. A realização de pesquisas permite entender quais são os interesses e expectativas das pessoas, bem como a satisfação e o engajamento ao longo da execução. Questionários internos são igualmente bem-vindos. Confira abaixo as ferramentas úteis na gestão:

  • coleta e análise de informações;
  • representação de dados;
  • documentos, questionários e pesquisas;
  • opiniões especializadas;
  • debates;
  • avaliação comparativa;
  • sistemas de gerenciamento da informação.

Há, ainda, os recursos ligados à comunicação e aos relacionamentos interpessoais. A apresentação de dados e informações e a realização de reuniões são possibilidades para conseguir uma atuação melhor e integrada.

Quais os modelos e templates que podem ser usados?

Para colocar as estratégias em prática, dá para utilizar templates padronizados e que ajudam a obter mais eficiência. Um dos jeitos de executar o gerenciamento de stakeholders é por meio das tabelas de interdependência.

Trata-se de um recurso essencial para a classificação do stakeholder e que apresenta, por exemplo, se o interessado ou a empresa detém mais “poder” na relação. Ainda, é um jeito de entender como é a ligação entre as partes, o que favorece a priorização. Observe os templates mais utilizados:

  • plano de comunicação e gerenciamento das partes interessadas;
  • registro de questões e das partes interessadas;
  • documento para detalhar as questões e alternativas.

Em forma de planilha, o registro das partes apresenta os principais dados sobre as pessoas, como o impacto, o nível de engajamento, as expectativas e a sua classificação. Com esse mapeamento, fica fácil executar as estratégias.

O plano de gerenciamento ajuda a colocar tudo em prática, além de direcionar a comunicação e o engajamento. Enquanto isso, o log de questões resolvidas “armazena” todos os pontos que já foram trabalhados, inclusive de maneira individual. Assim, é possível conquistar mais eficiência em ocorrências futuras.

Enfim, o gerenciamento de stakeholders no PMBOK é determinante para o sucesso. Com essas dicas, há como executá-lo de forma eficiente e otimizada para auxiliar o projeto. Como você pôde ver, o gerente de projetos é o responsável por inúmeras questões que determinam o sucesso no alcance dos objetivos.

Como a tecnologia também pode ajudar, entre em contato conosco da Project Builder e veja como favorecemos a aplicação dessa estratégia!

gestão de projetos em empresa de óelo e gás

5 impactos da gestão de projetos em empresas de Óleo e Gás

Como a gestão de projetos ajuda em empresas de óleo e gás? Projetos que envolvem a exploração de petróleo precisam de uma sistemática forte para que o controle, as aprovações e o acompanhamento se desenvolvam corretamente.

Sem a padronização dos procedimentos e um planejamento técnico e estruturado, é difícil manter a qualidade e se posicionar frente aos desafios. Assim, a gestão de projetos em empresas de óleo e gás se faz extremamente necessária.

A seguir, entenda os impactos positivos da gestão no cenário do offshore.

Qual a importância da gestão de projetos nessa área?

É comum que projetos falhem em diversos segmentos do mercado brasileiro, e os setores de energia, infraestrutura, óleo e gás também estão nessa lista. Grande parte desse insucesso se deve à falta do correto gerenciamento de projetos e da não aplicação das práticas eficientes e eficazes.

Por isso, para evitar falhas e erros, otimizar custos e melhorar as entregas, é importante utilizar metodologias que possam ser aplicadas na indústria de óleo e gás, como o Guia de Melhores Práticas de Gerenciamento de Projetos (PMBOK).

Primeiramente, é importante nomear um gerente de projetos para que ele crie e gerencie todo o planejamento, desde o estabelecimento de metas, escolha da equipe, monitoramento e controle até a entrega dos resultados. É necessário também que os gestores reconheçam a importância do planejamento e deixem de tomar decisões baseadas em sentimentos ou improvisos momentâneos.

Além disso, a gestão de projetos garante a eficiência e ajuda na identificação de gargalos operacionais na empresa, como o dimensionamento da estrutura organizacional, falta de logística, pouca governança, ausência de processos de gerenciamento de riscos e outros planejamentos necessários.

Ou seja, um projeto pode ser considerado bem-sucedido quando ele obtém uma avaliação positiva de quem o solicitou e atende todas as expectativas de custo, prazo e qualidade acordada, e para que isso aconteça, a gestão de projetos é fundamental.

Quais são os impactos positivos da gestão de projetos em empresas de óleo e gás?

As fases de um projeto precisam ser seguidas progressiva e sucessivamente, conforme os padrões estabelecidos. Para facilitar a organização e definição, o ciclo de vida é dividido em cinco fases.

  1. identificação da oportunidade;
  2. projeto conceitual;
  3. projeto básico;
  4. execução;
  5. encerramento.

Cada uma dessas etapas é subdividida e alocada em setores e equipes disponíveis. Assim, ao utilizar uma gestão qualificada, fica mais fácil garantir os resultados, seguindo os padrões esperados. Confira os principais benefícios da gestão de projetos para as organizações de óleo e gás.

1. Redução de custos

Todo gestor precisa estar atento às reduções de custos possíveis, e no setor de óleo e gás isso é fundamental. Projetos desse setor têm custos milionários e cada erro de cálculo ou entrega pode impactar negativamente no orçamento disponível. Por isso, ao aplicar os métodos de gestão, é possível identificar todos os gastos envolvidos, criando metas e objetivos a cada etapa.

Além disso, ao utilizar a tecnologia e softwares que auxiliam na organização e planejamento, fica mais fácil determinar prioridades, estabelecer treinamentos para a equipe quando for necessário, e até cortar custos, conforme a avaliação dos prazos e os indicadores.

2. Aumento de produtividade

A gestão serve para padronizar e determinar o que cada colaborador deve fazer e quando isso precisa ser feito. Portanto, uma rotina é estabelecida, e isso impacta diretamente na produtividade das entregas.

Com a gestão de projetos bem aplicada em empresas de óleo e gás, não é preciso que o colaborador perca tempo em atividades desnecessárias e que podem ser otimizadas. O planejamento já estará delineado e a equipe organizada, sendo necessário apenas colocar o trabalho em prática.

3. Melhorias nas tomadas de decisão

Todo gestor deve tomar decisões em sua rotina de trabalho. Contudo, essas ações podem ficar difíceis e gerar insegurança, caso elas não sejam baseadas em dados. Ainda é comum encontrar líderes que dizem tomar decisões baseados por suposições. No setor de offshore, por exemplo, uma decisão errada pode significar a perda de milhões de dólares.

Portanto, a gestão de projetos traz para a empresa o uso de metodologias para a escolha das ações. Dessa forma, toda decisão tomada, por mais que seja difícil ou que envolva muitos fatores, terá sido feita com base em dados concretos que subsidiam aquela escolha.

4. Gerenciamento de riscos

Um bom gerenciamento de riscos é preponderante para empresas de óleo e gás. Nessas organizações, há muitos fatores externos envolvidos que precisam ser levados em conta para alcançar o sucesso. O valor do dólar, o mercado internacional, as bolsas de valores e o consumo interno e externo são fatores que impactam os resultados, mas que não podem ser coordenados ou alterados.

Por isso, o gestor deve utilizar todos os dados e recursos disponíveis para controlar da melhor maneira os recursos humanos e materiais da organização e se preparar para minimizar ou mitigar os riscos e incertezas, caso eles ocorram.

Assim, uma gestão de projetos auxilia no gerenciamento de riscos, protegendo e criando valor para as organizações, melhorando os processos de tomada de decisão, deixando claro os riscos e incertezas, alinhando contextos internos e externos e sistematizando e estruturando ações.

5. Melhora no cumprimento de prazos

Os projetos no setor do petróleo são bastante complexos e envolvem vários fatores. Por isso, é comum que orçamentos sejam estourados e os prazos descumpridos. Portanto, por mais que imprevistos e erros possam acontecer, é dever do gerente de projetos criar planejamentos que auxiliem no acompanhamento do cronograma de cada etapa.

Dessa forma, caso uma equipe atrase já será possível criar parâmetros e perspectivas para que todo prazo não seja impactado. Além disso, mesmo que haja problemas, é importante informar ao cliente um novo prazo e explicar o que aconteceu e o que está sendo feito para contornar a intercorrência.

Portanto, estabelecer e guiar projetos na área de óleo e gás não é simples. Além de contar com uma equipe experiente e capacitada, um bom gestor deve utilizar as metodologias de gestão de projetos e as ferramentas certas para auxiliar em cada etapa.

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governança corporativa

Governança corporativa: entenda mais sobre esse conceito!

Em voga no mundo dos negócios, a governança corporativa tem deixado de ser exclusivamente dos grandes grupos. Ela vem ganhando espaço em instituições de todo porte, mas você sabe qual é o seu significado?

Segundo o Instituto Brasileiro de Governança Corporativa, trata-se de um sistema que facilita a direção, monitoração e incentivo das empresas. O que envolve sócios, conselho de administração, diretoria, órgãos de fiscalização e demais partes interessadas.

Trata-se de um conjunto de regras, calcado em princípios de fairplay, que direciona as escolhas de gestão. Mas qual é seu objetivo? Apoiar todas as etapas do gerenciamento. Ficou interessado? Então leia mais nesse post sobre as vantagens de um gerenciamento ético e equilibrado. Acompanhe!

Seja transparente com a governança corporativa

Instituições que adotam a governança corporativa conseguem ser mais transparentes, porque lisura e honestidade são fortes pilares do organograma. É bem diferente de apenas cumprir as leis e regulamentos. É mais sobre estar aberto ao diálogo, para compreender e tentar atender cada um dos stakeholders.

Assim, a organização procura saber o que pensam todos seus parceiros estratégicos, além de descobrir do que eles precisam. É feita uma investigação significativa de como se pode ajudar a saciar essas necessidades. Seja qual for a resposta, as boas práticas determinam feedbacks claros e objetivos, mesmo que esse retorno seja eventualmente negativo.

Os benefícios para companhias que apostam em posturas transparentes são bem variados. Eles vão desde a valorização da marca a longo prazo até ao aumento do faturamento. É consenso: firmas com boa reputação atraem mais capitais e investidores.

Exerça a prestação de contas de maneira eficiente

O IBGC aponta, também, diretrizes para as prestações de contas (accountability). Elas devem ser feitas de modo claro, conciso, compreensível e tempestivo. Deve-se assumir integralmente as consequências de quaisquer atos e omissões, sempre atuando-se com diligência, no âmbito de suas incumbências.

Ser transparente tem mais a ver com a pró-atividade de seu negócio ao informar os stakeholders, como vimos antes. A prestação de contas já abrange responsabilidades de maior latência. É um pilar que visa à redução das desconfianças. Assim como de qualquer eventual abuso de autoridade vinda de dirigentes, gestores ou de algum sócio.

Trate qualquer profissional de maneira igualitária

Outro alicerce da gerência ética é a equidade, ou seja, o tratamento isonômico de todas as partes envolvidas. Desde o faxineiro, o porteiro e a comunidade vizinha, chegando-se até clientes, fornecedores, diretoria e acionistas. Seguindo essas práticas consideramos direitos, deveres, motivações e expectativas de todos afetados pelo processo.

Uma das formas de garantir essa equivalência entre os participantes da rotina organizacional é conhecê-los a fundo. Mais do que implementar as regras de cima para baixo, a firma precisa criar uma cultura de governança corporativa.

Esse aprofundamento sobre quem são os partners e o que esperam dos empregadores pode ser levantado pela análise SWOT. Também contribui para a manutenção da equidade o estabelecimento de uma hierarquia nítida. Todos devem saber a quem perguntar e a quem responder.

A criação de conselhos consultivos é outra sugestão indicada pelo guia de condutas. Isso porque esses agrupamentos dão voz a profissionais diferentes e abrem portas para proposições e críticas.

Gere aumentos na responsabilidade corporativa

O código de bom comportamento orienta ainda sobre a prática da responsabilidade empresarial. Ela consiste em um dos preceitos básicos das instruções para procedimentos éticos.

Quem ocupa postos de comando deve cuidar para que a situação econômico-financeira esteja sempre saudável e produtiva. Denominados “agentes de governança”, eles têm de reduzir repercussões negativas e ampliar as positivas. Seu papel é impedir prejuízos e diminuir riscos do mercado, avaliando sazonalidades e outras peculiaridades do segmento.

Faz parte da governança corporativa, portanto, toda a superintendência institucional. Isso engloba orçamentos, pagamentos, estudos para a expansão, a busca de gargalos para produção, entre muitos outros itens.

Assim, os administradores mensuram os perigos de uma eventual transação comercial e seus potenciais retornos. No entanto, nem tudo são flores, não é mesmo? O que fazer, por exemplo, quando gestores ou acionistas não chegam a um denominador comum?

O guia da boa administração mais uma vez vem suprir essas lacunas. Ele ajuda o empresário a conciliar interesses diversos, por meio de métodos internos de resolução de disputas e diferenças.

São muitas as perdas envolvidas em iniciativas cujos administradores não se entendem. Até mesmo excelentes oportunidades de novos investimentos podem escoar pelo ralo, por causa de pequenos ou grandes desentendimentos.

Confira as principais ferramentas e como aplicar

Afinal, com que meios será possível aplicar a governança corporativa em sua empresa? Confira algumas de suas principais ferramentas e como utilizá-las.

1. Garanta uma ótima comunicação entre os sócios

Tópicos relativos aos sócios da empresa devem estar muito bem alinhados, com a governança corporativa. Não deve haver jamais qualquer desequilíbrio quanto aos propósitos do negócio, como ocorre com as “empresas de fachada”. Isso se aplica a questões patrimoniais, relativas aos bens da empresa e aos seus usos.

De tempos em tempos, deve-se agendar uma reunião societária, a fim de que todos interem-se sobre qualquer assunto profissional. O ideal é que os assuntos desses encontros sejam devidamente documentados, registrados e organizados.

2. Crie um conselho administrativo e consultivo

Outro ponto essencial da governança é a elaboração de conselhos consultivos e administrativos. Eles não podem representar empecilhos para os dirigentes, mas sim um time de mediadores-mentores na empresa. Esta equipe ajudará a manter sempre em mente e em dia os planos de estratégia do negócio.

Esse tipo de conselho monitoriza as relações da empresa perante outros stakeholders. Eles são mais ou menos como uma “ponte” unindo sócios ao restante do negócio. O modo como será composto esse conselho varia de acordo com as particularidades de cada empresa. Porém, normalmente reúnem-se cinco indivíduos para compor com equilíbrio essa equipe.

3. Invista em melhores ferramentas de controle

Aliado à criação do conselho administrativo, a governança corporativa tem de dispor de ferramentas de controle adequadas. Por exemplo: qualquer empresa precisa monitorar e acompanhar suas operações internas. Isso favorece uma produção de qualidade e prevê riscos. O setor contábil também tem que apresentar dados precisos e claros à empresa.

Deve haver ainda auditorias constantes, interna e externamente. O propósito disso é que se averigue se as atitudes corretas vêm sendo postas em prática.

4. Defina e estabeleça um bom código de conduta

Também é imprescindível que o empreendimento tenha códigos de conduta, ou melhor, normas de uso interno. Afinal, não só de regulamentos e leis externos vive uma corporação e seus colaboradores. Esses códigos complementam as leis, determinam valores, paradigmas para os comportamentos e a ética seguidos por todos ali.

Tudo isso se relaciona de forma bem profunda e íntima aos valores e culturas das empresas. Precisa ficar claro, também, que meios e canais serão utilizados quando forem necessárias as eventuais denúncias de caráter ético.

Confira o impacto ideal da governança corporativa

Podemos imaginar o que ocorre nos casos em que os gestores ou diretores das empresas aplicam demasiadas regras. Por outro lado, se não há quase restrição ou regra, o resultado também é desastroso.

Quando a governança corporativa é muito extrema, os chefes ficam inaptos a exercerem suas funções, desprovidos de autonomia. Eles permanecem “acorrentados” ao arbítrio de outros profissionais. É comum notarmos esse tipo de falha em grandes corporações ou no setor público.

Ao mesmo tempo, a governança sem força suficiente aumenta os riscos de os dirigentes agirem de maneira abusiva. Como quando atuam prioritariamente em seu próprio benefício ou de modo incompetente. É um modelo de governança frequentemente visto em empresas menores, como as startups.

A grande e desafiadora solução é achar um meio de se equilibrar a governança da melhor forma possível. É necessária muita atenção: as ferramentas de controle não podem gerar mais prejuízo do que os possíveis problemas do dia a dia corporativo. Pode-se adaptar a governança corporativa a outros aspectos administrativos, além dos organizacionais.

Todo indivíduo em uma organização precisa ter bem claro a que pessoas ele deve se reportar. Colaboradores que atuam em demasiadas áreas, de diferentes equipes, estão sujeitos a acúmulos de exigências. Isso compromete fortemente sua aptidão para entregar bons resultados.

Assim, tem de ser evidente quem é que exerce liderança diretamente sobre cada colaborador. Só assim eles poderão organizar suas tarefas e enxergar o que deve ser priorizado. Sem contar que, em casos de grandes impasses, precisa ficar claro quem é que tomará uma decisão definitiva. Pode ser um diretor, sócio, CEO, entre outros exemplos.

Valorize ainda mais a imagem dos seus negócios

Se bem realizados, os processos que explicamos exercerão forte influência positiva sobre a imagem vinculada ao seu negócio. É sem dúvida uma das formas mais eficazes de gerar maior engajamento do público com a sua marca. Com transparência e honestidade, a imagem interna e externa da empresa é elevada de maneira justa e efetiva.

Aproveite para chamar a atenção de investidores

Empreendimentos que são lembrados devido às suas boas práticas administrativas e honestidade têm mais chances de negociar com sucesso. Todos os clientes, parceiros ou mesmo os bancos enxergarão os resultados da boa governança corporativa. Mais e mais pessoas investirão em seu negócio, já que ele transmite confiança, segurança e organização.

Saiba como atrair, conquistar e reter os talentos

Considerando que se devem priorizar sempre as demandas dos stakeholders, você percebe que os colaboradores têm de ser igualmente satisfeitos? Porque, inclusive, trata-se de pessoas fundamentais a qualquer processo da empresa.

Em um sistema aplicado adequadamente, cada colaborador é devidamente valorizado. Dessa forma, você diminuirá rotatividade em sua empresa e obterá sucesso na retenção de talentos! A maneira positiva com que seu empreendimento é visto auxilia na atração dos grandes talentos. O nível de qualificação interno só tende a subir, em consequência.

Pense no sucesso de seu negócio décadas à frente

Fazer planos a respeito do futuro do empreendimento também integra as práticas da boa governança corporativa. Refletir sobre a empresa a curto prazo é ótimo. Mas planejar-se a médio e a longo prazo é igualmente importante.

Esses sistemas que abordamos ao longo do texto, se bem aplicados, tornam sua empresa mais longeva e sustentável. Afinal, enxergar possibilidades e prever eventuais quadros arriscados ficará bem mais fácil.

Conheça a verdadeira origem da nova expressão

Ainda de acordo com o IBGC, o vocábulo nasceu da própria evolução da globalização nos últimos anos do século 20. O comércio internacional se expandiu, ultrapassou fronteiras físicas e aproximou a relação comercial entre continentes. Como resultado, houve uma ruptura entre os conceitos de propriedade de uma indústria e a sua gestão.

O Instituto explica que a gênese da governança corporativa está ligada ao “conflito de agência clássico”. Nesse cenário, os dirigentes designam a outros profissionais a função de gerir seus empreendimentos. Conforme surgem vários novos proprietários, principalmente naqueles de empresas de capital aberto, aparecem choques de interesse.

A fim de superar essas divergências, foi preciso estabelecer um conjunto de regras para nortear as administrações. Dessa forma, nasce o conceito de normas adequadas de gestão.

A expressão começou a ser usada em países como Estados Unidos e Inglaterra, onde propriedades costumam ser mais diluídas. Aqui, embora haja bastante concentração de propriedade empresarial, os sócios das companhias vêm aumentando seu número.

Isso tem ocorrido nas empresas brasileiras por meio de novos acionistas e da multiplicação dos herdeiros. Desse modo, as boas práticas necessárias à coordenação forte e vigorosa estão conquistando cada vez mais espaço em território nacional.

As especificações são mais frequentemente seguidas pelas grandes indústrias. No entanto, elas podem ser aproveitadas por entidades de qualquer porte e pertencentes a todo tipo de segmento.

A competitividade fica mais refinada, assim como a capacidade de reação em situações de crise, que é aperfeiçoada. Além disso, nesse sistema todos os mecanismos acompanham duas linhas principais: a fiscalização e a motivação dos envolvidos.

A governança corporativa, portanto, é capaz de aprimorar a imagem institucional, reduzir as discórdias, apontar chances de crescimento e unir os colaboradores. Além de detectar ameaças e auxiliar no melhor aproveitamento do tempo ao se planejar, produzir e distribuir. É um aglomerado de táticas que garante que as atitudes dos dirigentes sejam compatíveis ao que é adequado à companhia.

Esperamos ter tirado todas as suas dúvidas a respeito do tema. Mas não pare por aí! Entenda agora, também, do que se trata a liderança positiva.

kanban

O que é Kanban?

Você sabe o que é Kanban se já ouviu falar do just in time (JIT), um dos modelos de administração mais famosos do mundo, implementado na Toyota na década de 40 a fim de aumentar a eficiência e a produtividade da empresa.

Sabia que o JIT foi desenvolvido a partir de uma simples observação de como funcionava o sistema de reposição de um supermercado? Na época, notou-se que a manutenção de um estoque mínimo e a reposição de produtos com maior frequência permitiam otimizar o espaço e reduzir desperdícios.

Já o Kanban, como conhecemos hoje, é muito versátil e pode ser usado em diversas atividades. Ele é altamente recomendado para o desenvolvimento de softwares ou de produtos, bem como para prestação de serviços e para outras tarefas.

Para aproveitá-lo ao máximo, o ideal é saber o que é o Kanban e como ele deve ser aplicado. Continue a leitura e fique por dentro!

O que é Kanban?

O Kanban funciona como uma linha de produção, na qual as pessoas não podem comprometer seus afazeres consultando manuais, planilhas, controles ou conversando com as outras a todo o momento, caso precisem saber qual será o próximo passo.

Trata-se de um sistema visual de gestão capaz de ajudar a organizar as tarefas de um processo para que elas sejam realizadas e entregues ordenada e sistematicamente, mantendo o fluxo de trabalho.

O sistema japonês utiliza um quadro grande e estrategicamente posicionado que possa ser visualizado por todos de forma clara e rápida. O template é dividido em colunas, representando as etapas do processo.

No modelo mais tradicional, são utilizados cartões ou post-its coloridos nos quais cada uma das atividades que devem ser realizadas são anotadas. Conforme elas vão sendo desenvolvidas, os cards são movimentados entre as colunas, atualizando todos os envolvidos sobre o status das tarefas e abrindo vagas para novas entregas.

Como o tempo das equipes e o espaço no quadro são sempre limitados, prioridades precisam ser estabelecidas. De tal forma, garante-se um fluxo contínuo de trabalho para todos os colaboradores, sem sobrecarregá-los.

Quais são os tipos de Kanban?

Entendendo o conceito da palavra, fica mais fácil nos aprofundarmos no assunto. O sistema japonês pode ser utilizado de formas distintas, conforme sua finalidade e a estratégia do gerente de projetos. Confira!

Kanban de produção

O número de colunas — bem como o limite de atividades a serem executadas ao mesmo tempo — depende da complexidade de cada projeto conduzido. Uma iniciativa simples pode ter apenas três colunas no quadro: a fazer, fazendo e feito.

Já um projeto mais complexo, como a elaboração de um software, geralmente requer um maior número de etapas para refletir o processo pelo qual cada funcionalidade passa.

É o caso de adotar um modelo que contenha as categorias: a fazer, em análise, em desenvolvimento, em teste e entregue.

Na sequência, você divide seu quadro em colunas, inserindo na primeira a leva inicial de atividades. Cada cartão precisa conter um mínimo de informações sobre a tarefa, como: o que deve ser feito, o prazo para conclusão e a pessoa responsável.

Dispostos os papéis e todos devidamente cientes de suas responsabilidades, chega a hora de trabalhar. A partir daí, quando uma etapa do Kanban é superada, o card pode ser deslocado para a coluna seguinte, até que a diligência seja finalizada.

Nesse momento, a coluna cuja vaga está em aberto pode receber uma nova atividade, puxando a linha de produção, evitando a ociosidade do colaborador e permitindo uma melhor gestão do tempo.

Kanban de movimentação

É comum que os produtos sejam feitos em lote, como acontece nas fabricantes de móveis e veículos. Que tal um exemplo prático? Considere 3 etapas produtivas e sequenciais na fabricação de um carro: montagem, pintura e acabamento.

Um adesivo instalado no 10º veículo permitirá que outros 10 iniciem a montagem quando ele seguir para a pintura e assim por diante, até o fim da produção. Esse Kanban também é adotado nos supermercados para controle de estoque: quando comprado pelo cliente, o leite sofre baixa no sistema, indicando a necessidade de reposição.

De tal forma, é feito um controle racional dos recursos financeiros, físicos e humanos, pois se evita a armazenagem das unidades em quantidade desnecessária, a ocupação ineficiente do espaço e o colaborador é dispensado da contagem, tarefa mecânica desempenhada mais rapidamente e com maior precisão pelo software.

E-Kanban

Falando em tecnologia, muitos gestores não consideram essa modalidade um tipo de Kanban, mas uma mera variação dos dois anteriores. Aqui, o quadro típico do sistema japonês é montado virtualmente em uma planilha do Excel ou em aplicativos especialmente destinados à causa.

Um bom software deve admitir o uso de cores, o armazenamento das informações para consulta de qualquer localidade e a movimentação automática dos cartões quando a atividade for dada como cumprida na coluna em que se encontra.

O que existia antes desse sistema?

Você já sabe o que é Kanban e como ele funciona. Agora, vale a pena falar dos modelos e práticas existentes antes dele, como forma de enaltecer sua utilidade e benefícios. Como foi dito, sua criação ocorreu dentro do contexto do just in time.

Esse sistema surgiu para reduzir estoques e gastos desnecessários, ou seja, produzir o suficiente para atender à demanda, sem desperdícios. Tal racionalização admite a satisfação do mercado sem requerer despesas exorbitantes das fábricas, que realizam suas tarefas com o mínimo de recursos dentro de um curto espaço de tempo.

A simplificação e padronização dos processos proposta pelo fordismo, modelo de gestão anterior ao JIT, mantinha a produção em um ritmo acelerado e contínuo, independentemente da quantidade de carros já disponíveis nos pátios das montadoras.

A princípio, isso não era um problema, pois os veículos foram popularizados e, com a economia americana em expansão, eles eram vendidos aos montes. Tal cenário mudou com a crise de 1929 e exigiu atenção dos gestores — afinal, não fazia sentido continuar fabricando incessantemente se a mercadoria já disponível não tinha vazão.

A revolução do sistema toyotista

O just in time racionalizou a produção, coordenando-a com o escoamento dos bens. O Kanban surge como recurso útil ao JIT ao admitir o acompanhamento constante dos processos, não se limitando à capacidade produtiva, mas também considerando o comportamento do mercado consumidor.

Assim, os gestores passaram a se precaver sabendo quando era necessário solicitar insumos e matérias-primas aos fornecedores, preparar a fabricação de um novo lote ou contratar mão de obra conforme a sazonalidade. O foco não era mais voltado unicamente para a oferta, mas também para a demanda.

A adoção do Kanban em projetos dos mais variados setores, da construção civil à tecnologia da informação, coordena as diligências, orienta a equipe e admite a visualização sistêmica das atividades e do fluxo de trabalho, dados disponibilizados a todos os envolvidos na empreitada.

Por que usar o Kanban?

Esse método de gestão de tarefas é simples, mas muitos profissionais o acham simplista demais, incapaz de atender à estruturação complexa do projeto e defasado quando consideradas outras ferramentas de acompanhamento disponíveis.

No entanto, a vantagem do Kanban está justamente na simplicidade. Entendendo o conceito e o funcionamento desse controle visual, você pode perceber que qualquer pessoa é capaz de interpretá-lo, independentemente de seu nível de escolaridade ou profissão, do pedreiro da obra com Ensino Fundamental incompleto ao engenheiro com doutorado.

Portanto, ele estabelece uma linguagem universal com a equipe, tópico especialmente importante se considerarmos que 76% das empresas no mundo creditam o insucesso de seus projetos às falhas comunicativas, segundo pesquisa do Project Management Institute (PMI).

Além da contribuição no gerenciamento de comunicações, o Kanban traz benefícios a todas as outras áreas de conhecimento do PMBOK, colaborando significativamente para sua empreitada. Aproveitando, confira quais são outros de seus benefícios.

Fluidez no trabalho

A consulta a controles, tarefas e cronogramas de projetos consome tempo e pode se tornar um gatilho para que as pessoas desviem a atenção de seus afazeres ou do escopo, comprometendo o sequenciamento.

Já com o quadro Kanban em local visível e de fácil acesso, basta o profissional fazer uma consulta breve por alguns segundos se quiser saber qual é o próximo passo. Com isso, as distrações são eliminadas e o trabalho flui sem interrupções, otimizando o desempenho da equipe e mantendo o colaborador focado.

Aumento de produtividade

Tempo utilizado com o máximo de eficiência significa produtividade. Com o modelo japonês de sistematização das atividades, nenhum membro do seu time fica parado, simplesmente esperando pela próxima tarefa — afinal, os processos estão ali, completamente expostos e acessíveis a todos.

Da mesma forma, ninguém fica sobrecarregado sem que você saiba e sem que possa agir rapidamente para amparar o colaborador. A percepção imediata do gerente possibilitada pelo Kanban contribui para a delegação de responsabilidades e aumenta o nível de satisfação do profissional, outro fator positivo para sua capacidade produtiva.

Foco nas prioridades

Quando o cronograma do projeto é a sua principal fonte de consulta, você automaticamente tem em mãos todas as tarefas a serem realizadas ao longo do tempo, mas isso pode preocupar sua equipe antes da hora.

O Kanban permite priorizar as atividades e manter o time focado naquilo que deve ser entregue primeiro, eliminando preocupações excessivas com diligências futuras. Assim, o colaborador foca no momento, desenvolvendo por completo sua potencialidade agora. O bê-á-bá é fundamental para a realização de afazeres mais complexos e desafiadores, então isso também evita erros.

Eliminação de gargalos

Por vezes, as tarefas começam a se acumular sem você perceber, gerando um impacto negativo no prazo e na qualidade do projeto. O fato evidencia a necessidade de melhorar processos, de investir na capacitação da equipe e de redistribuir incumbências, por exemplo.

Utilizando o Kanban, esses gargalos são facilmente identificados, pois há a visualização no quadro o fluxo das atividades. De tal forma, é possível ver se muitas placas estão sendo acumuladas em determinada etapa e adotar novas estratégias capazes de sanar as falhas ressaltadas.

Acompanhamento de desempenho

O modelo japonês também é uma ótima maneira de acompanhar a entrega e o comprometimento da equipe, pois os prazos para a conclusão de cada tarefa ficam registrados nos cartões, admitindo a verificação periódica de seu cumprimento.

Além disso, a própria fluidez dos post-its pelas etapas se transforma em um sistema de controle bastante eficiente, possibilitando que todos saibam como anda a produtividade individual e coletiva ao longo do tempo.

Aliado dos métodos ágeis

O Kanban reflete os pontos cruciais com eficácia porque cada um tem seu prazo de conclusão. Ele pode ser dividido para mostrar as etapas a serem superadas em cada entrega, tornando-se o perfeito instrumento de monitoramento e de controle.

Vale lembrar: além do tradicional quadro com cartões ou post-its, o método também pode ser utilizado de outras formas, integrado ao seu software de gerenciamento de projetos, por exemplo.

Ainda, é possível aproveitar templates prontos a fim de facilitar o entendimento e o manuseio do quadro, permitindo que sua equipe trabalhe em conjunto independentemente de onde esteja cada membro.

Como colocá-lo em prática?

O fato de ser simples não elimina a necessidade de utilizar o Kanban de modo estratégico e bem estruturado. Para tirar o máximo que esse método tem a oferecer, é indispensável entender quais são os passos essenciais para que ele entregue boa performance.

Para ajudá-lo nessa tarefa, separamos algumas etapas de direcionamento para alcançar os objetivos com a técnica. Confira!

Mapeie os processos

A capacidade de se adaptar a diferentes necessidades é um dos destaques dessa metodologia. Para explorar esse aspecto da melhor maneira, o recomendado é realizar um mapeamento de todos os processos.

A intenção é entender quais são as etapas de execução e em quais colunas é possível dividir o quadro visual. Como visto, uma abordagem simples inclui “a fazer”, “fazendo” e “feito”. No entanto, nem sempre isso reflete a realidade dos passos e dos times.

Então, identifique de maneira completa todas as exigências quanto aos processos e como isso se encaixa nas responsabilidades delegadas. Desse modo, há como entender quantas (e quais) colunas o seu quadro deve apresentar.

Defina o esquema visual e de priorização

Depois de levantar quais serão as características essenciais, é o momento de pensar na parte da visualização. A ideia é garantir que a informação seja comunicada em questão de segundos, então tudo deve ser claro, direto e de fácil compreensão.

Uma das dicas consiste em definir um padrão de cores, que seja simples de lembrar e de identificar. É o caso de estabelecer post-its de cores diferentes para cada time ou responsável. Também é possível determinar cores distintas de acordo com o grau de priorização. Assim, cada um saberá o que deve fazer apenas pelos estímulos visuais.

Por falar em priorização, é importante estabelecer algumas regras. Vale definir, por exemplo, que certo time deve concluir todas as tarefas de uma coluna antes de partir para outra. Ainda pode ser o caso de determinar regras sobre o fluxo de atuação e que certas atividades devem passar à frente das outras.

A ideia não é limitar a flexibilidade e a autonomia, mas dar um bom direcionamento sobre a maneira de agir. Assim, fica mais fácil garantir que todos utilizem o recurso da melhor forma.

Prepare a equipe

A partir dessa definição estratégica, é o momento de “abrir o plano” de uso do Kanban para o time. Todos devem estar prontos para usar o melhor da ferramenta, então é essencial apresentar todas as regras e tirar as dúvidas que forem necessárias.

Nesse preparo, também é relevante demonstrar como é crucial que a atualização dos processos aconteça em tempo real. Com o uso de um software, isso se torna mais fácil, mas ainda assim depende do “gatilho” dos colaboradores. Como outros profissionais e times se baseiam nas colunas para definir as próprias ações, é importante que todos criem bons hábitos de uso.

Para colocar tudo em prática, há a oportunidade de executar um treinamento, como ao criar um projeto de teste. Se for viável, pode-se realizar uma implementação dirigida ou supervisionada. Desse modo, é possível identificar erros conforme acontecem, o que melhora o aprendizado e o preparo de todos para o uso da ferramenta.

Estabeleça limites de uso

Apesar de oferecer grande flexibilidade, o Kanban deve incluir alguns limites específicos. A intenção é garantir que não haja uma realização simultânea de tarefas que seja muito grande. O que exigir atenção maior, por exemplo, deve ser definido como prioridade, mas, para ser executado individualmente.

Também é importante determinar regras quanto ao limite de entrega e até a possíveis ordens de realização. Especialmente quando há várias colunas, não é interessante contar com um acúmulo em um só ponto. Por isso, é o caso de pensar em meios para garantir um workflow melhor.

Meça os resultados para melhorar

Só pode ser otimizado aquilo que é mensurado — e, com essa metodologia, não é diferente. Portanto, é recomendado determinar algumas métricas ainda no planejamento, antes da aplicação dessa solução.

A partir disso, vale a pena medir resultados como a taxa de possíveis atrasos, a qualidade das entregas e o nível de comprometimento do time. Comparar esses dados com informações prévias permite entender se a metodologia tem gerado os impactos esperados.

Além de tudo, é uma forma de identificar onde estão os principais gargalos e o que falta para que o método entregue o melhor desempenho.

Adapte às necessidades que surgirem

E, por falar em melhorar o Kanban, é preciso ter uma atenção especial quanto às demandas do time e da empresa, em geral. Para obter o máximo que ele tem a oferecer, é importante torná-lo flexível o bastante para se adaptar às demandas que surgirem.

Às vezes, um esquema de colunas funciona bem para um projeto. Em outro, no entanto, é preciso adicionar ou retirar etapas ou mudar a organização visual. Para que ele realmente entregue bom desempenho, essas mudanças devem ser viáveis.

Também é válido considerar o feedback dos colaboradores e entender o que poderia torná-lo mais útil. Ao somar essas adaptações às mudanças motivadas pela medição de resultados, é possível alcançar uma performance melhor.

Como gerenciar vários Kanbans ao mesmo tempo?

Por vezes, e dependendo do tamanho da empresa onde você trabalha, os profissionais não estão envolvidos em um único projeto. Nesse cenário, é preciso administrar mais de um quadro de tarefas, suscitando capacidades como organização e disciplina.

Utilizar o Kanban no ambiente virtual pode contribuir (e muito) para o gerenciamento das tarefas sob sua responsabilidade, pois ali, na tela, é possível criar os templates rapidamente e de forma personalizada.

Em companhias com instalações muito grandes, você pode estar envolvido em um projeto com um quadro físico no 1º andar do prédio e outro no 5º, enquanto você trabalha no 3º. Nesse caso, o recurso visual pouco ajuda por causa da distância.

A disponibilização do Kanban em meio eletrônico possibilita a visualização das atividades e a integração com a equipe onde quer que o colaborador esteja. As tarefas podem percorrer as colunas em tempo real conforme são cumpridas, sem comprometer a comunicação entre os envolvidos.

A capacidade de gerar, armazenar e propagar informações no ambiente virtual favorece o desenvolvimento do projeto, dispensa deslocamentos e otimiza as horas de trabalho do profissional, especialmente quando várias entregas precisam ser feitas em empreitadas distintas acontecendo simultaneamente.

Quais são as diferenças entre o Kanban e o Scrum?

Se você atua no ramo corporativo, com certeza está familiarizado com o Scrum, método que utiliza sprints — fases com duração predeterminada — para impulsionar o workflow e manter o fluxo dos processos.

Ao contrário do Kanban, o Scrum tem funções já definidas, como o product owner (equipe ou quem define o produto a ser desenvolvido e suas funcionalidades) e o growth hacker (responsável pelo marketing).

Enquanto no primeiro as entregas são contínuas ou estabelecidas a critério do time, o segundo verifica o cumprimento das atividades ao final de cada jornada: se não atingida ou suficientemente cumprida, ela é reinserida no próximo ciclo.

O fluxo é contínuo no sistema japonês e as mudanças podem ocorrer a qualquer momento. Já no Scrum, as etapas são em sprints contados pelo tempo preestabelecido a critério da equipe, por exemplo: 1, 2 ou 3 semanas. Aqui, as alterações são efetuadas quando chega a hora de mudar de ciclo.

Contudo, nada impede que sejam usados juntos. Durante a execução de um Sprint, o Kanban pode ser aplicado para que todas as atividades sejam realizadas conforme o previsto. Dessa maneira, é possível potencializar as chances de obter bons resultados.

Depois de saber o que é Kanban, você certamente vai querer colocar esse modelo em ação para fazer um teste, não é mesmo? O recurso é simples e, ao mesmo tempo, extremamente eficiente no gerenciamento de projetos.

Ao aproveitar a técnica da maneira adequada, é possível adotá-la de formas surpreendentes. Pensando nisso, descubra se o Kanban pode ser usado no gerenciamento de projetos em nosso post especial sobre o assunto!