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Plataforma de BI

Ferramentas de BI: conheça as 8 melhores ferramentas para a sua empresa

Na gestão de um negócio, existem as estratégias e as ferramentas. Ambas são indispensáveis e funcionam em conjunto. Entre as ferramentas que permitem que a estratégia seja colocada em prática, o investimento em uma plataforma de BI é uma ótima forma de transformar o planejamento da empresa em realidade.

Boas soluções de Business Intelligence auxiliam a empresa a identificar demandas, otimizar rotinas e avaliar o impacto das suas ações. Ao mesmo tempo, permitem que o gestor prepare melhor os seus times e consiga manter um bom posicionamento da marca no seu mercado de atuação. Mas isso só pode acontecer com o uso de boas soluções.

Neste post, você vai conhecer as oito melhores ferramentas de BI. Vamos começar?

O que é BI

Antes de pensar em quais ferramentas de BI sua empresa deve adotar, você precisa entender bem o que é a estratégia conhecida como Business Intelligence — e, então, você sabe o que é BI?

Em resumo, Business Intelligence consiste em reunir e analisar dados sobre um negócio, gerando informação que será relevante — ou melhor, crucial — para a tomada de decisões. Esses dados podem ser internos (sobre o fluxo de produção, a eficiência das operações administrativas, os prazos logísticos, entre outros) ou externos (sobre os concorrentes, o cenário econômico, as questões políticas, entre outros).

Agora que você sabe o que é Business Intelligence, fica bem mais fácil entender também o que serão as ferramentas de BI: recursos que permitem simplificar ou automatizar completamente a tarefa de coletar dados, bem como organizá-los para facilitar sua análise.

Quais as vantagens de investir em uma plataforma de BI?

Investir em uma boa plataforma de BI pode afetar a empresa de várias formas. Veja a seguir quais são os impactos positivos que essa ferramenta traz para a sua companhia!

Remove a gestão intuitiva

Um dos maiores problemas que uma empresa pode ter é investir em uma gestão intuitiva. A tomada de decisões não pautada por dados robustos amplia riscos e problemas a médio e longo prazo. Ao mesmo tempo, pode levar a um número maior de prejuízos para a companhia.

Com o BI, esse cenário muda. A empresa passa a decidir o seu futuro pautada por dados. Consequentemente, o risco de algo de errado acontecer será muito menor.

Dá respostas mais rápidas aos problemas existentes

Ter agilidade na hora de posicionar o negócio é algo fundamental no cenário atual. Empresas que demoram a agir diante de novos desafios perdem grande competitividade. Além disso, ficam expostas à possibilidade de terem clientes insatisfeitos.

No ambiente em que o Business Intelligence é utilizado, isso deixa de ser um grande risco. A empresa poderá identificar tendências e avaliar o melhor caminho a ser tomado em um prazo muito menor: com alguns cliques o gestor conseguirá combinar registros e avaliar qual o melhor caminho tomar para planejar projetos, realizar investimentos ou otimizações no fluxo de trabalho.

Dá mais abrangência para relatórios

Os relatórios corporativos são um importante mecanismo de gestão. Esses documentos facilitam a avaliação da qualidade de investimentos e os resultados de projetos. Ao mesmo tempo, permitem que o empreendimento identifique se as suas escolhas foram bem-feitas e quais lições tomar de cada projeto, aplicação ou ação corporativa.

O BI torna os seus relatórios mais abrangentes e robustos. A empresa fará documentos com mais dados e insights inteligentes e inovadores. Assim, o planejamento de médio e longo prazo será mais robusto.

Facilita a busca por novas oportunidades para otimizar a empresa

Um dos desafios que gestores enfrentam é a necessidade de sempre manter a empresa alinhada com as demandas do mercado. Isso deve ser feito seguindo vários caminhos, como o investimento em novas metodologias e boas práticas. Afinal, a empresa precisa estar sempre com as bases para ter uma alta performance.

Nesse contexto, uma plataforma de BI é um ótimo método de reduzir as dificuldades para otimizar o ambiente de trabalho. A análise de indicadores se torna mais robusta e abrangente. Como consequência, o time poderá avaliar continuamente o que pode e deve ser otimizado para evitar riscos ou eliminar erros.

Quais fatores considerar na escolha das ferramentas de BI

Você vai conhecer, neste post, a nossa seleção das melhores ferramentas de BI. Mas isso não quer dizer que você é obrigado a usá-las. Você pode, é claro, pesquisar e decidir por si mesmo quais são as melhores ferramentas disponíveis no mercado.

No entanto, para fazer uma boa escolha, é preciso considerar um conjunto de fatores. Cada um deve ser avaliado para permitir a identificação da ferramenta que melhor se alinha com as suas necessidades e metas de médio e longo prazo. Confira os mais importantes a seguir!

Velocidade

Lembre-se de que o propósito das ferramentas de BI é viabilizar a estratégia, que seria impraticável manualmente devido ao tempo necessário para colocá-la em prática. Portanto, é lógico que, quanto mais rapidamente a ferramenta for capaz de processar dados, maior é a sua eficácia.

Ter uma plataforma de BI ágil garante ao negócio o máximo de agilidade na hora de responder às demandas existentes ou mudanças do mercado. Também facilita a execução de um fluxo de trabalho com alto valor agregado. Afinal, os times sempre terão os meios necessários para entregar os resultados esperados pelo cliente antes do concorrente.

Estabilidade na performance

Você não quer correr o risco de implementar uma ferramenta que apresenta problemas técnicos, deixando você na mão na hora de buscar informações para embasar uma decisão importante. Portanto, avaliar a estabilidade na performance da plataforma de BI é algo crítico.

Esse fator se dá em duas frentes, que são:

  • a escalabilidade da solução, que garante a ela sempre uma performance proporcional à demanda;
  • a compatibilidade com a infraestrutura da empresa, o que evita erros durante o seu uso.

Facilidade de uso

A complexidade da ferramenta, do ponto de vista do usuário, é uma forte barreira. Quanto mais difícil for a operação do sistema, menor a chance de você conseguir o apoio necessário para investir na sua implementação.

De qualquer forma, mesmo para as ferramentas de BI relativamente mais simples, é recomendável que você tenha uma equipe de colaboradores especializados em sua operação. Essa estratégia amplia a integração da plataforma de BI no dia a dia da empresa. Desse modo, o seu uso será muito mais disseminado, assim como os impactos que ela traz!

Custo-benefício

É importante que você busque ferramentas de BI que sejam compatíveis com o orçamento do seu negócio. Ao mesmo tempo, elas devem oferecer os recursos e funcionalidades que sua empresa precisa — nem mais e nem menos. Cuidado para não cair na armadilha de escolher uma ferramenta com um potencial que vai ser pouco aproveitado, por sua empresa não precisar de tudo isso.

Ou seja, foque sempre no custo-benefício da solução. Avalie como ela poderá ajudá-lo a ter melhores resultados e o seu impacto em potencial de médio e longo prazo. Somente assim você poderá contratar uma plataforma de BI com alto retorno sobre o investimento.

Segurança de dados

A plataforma de BI da empresa lidará com dados muito relevantes. Por isso escolha uma que seja capaz de fazer isso com bons mecanismos de proteção de dados. Afinal, a empresa jamais deve colocar as suas informações expostas em troca de mais competitividade.

Por isso não deixe de verificar os recursos de proteção e privacidade existentes. Avalie como os dados são processados pela plataforma de BI e os controles existentes. Também avalie a política de updates: ela é um passo básico para corrigir eventuais bugs e vulnerabilidades que levam a vazamentos.

As 8 melhores ferramentas de BI

Agora, você vai descobrir quais são as oito melhores ferramentas de BI disponíveis no mercado. Cada uma delas tem suas vantagens: algumas são gratuitas, outras são mais fáceis de operar, outras permitem agregar dados a partir de várias fontes… Sua missão é descobrir qual delas traz mais benefícios para a sua empresa.

1. IBM Watson Analytics

A IBM é uma empresa norte-americana de TI com mais de cem anos. Sua ferramenta, IBM Watson Analytics, vem em duas opções: Plus e Professional. A diferença entre elas é que a versão Professional permite o acesso de múltiplos usuários.

Quem implementa essa ferramenta conta com uma comunidade online e um blog oficial para buscar dicas de como usá-la. Além disso, com o IBM Knowledge Center é possível encontrar documentações sobre como aproveitar todos os seus recursos.

2. Microsoft Power BI

Criada pela Microsoft, essa ferramenta permite criar painéis e relatórios dinâmicos em menos de cinco minutos. Outra característica do Microsoft Power BI é a possibilidade de conectar-se a uma ampla gama de fontes de dados, desde planilhas do Excel até redes sociais, como o Facebook.

Por ser integrado à Azure, o Power BI é bastante robusto e confiável. Os usuários terão o apoio de uma poderosa rede de cloud computing para gerar relatórios. A empresa sempre poderá avaliar qual a melhor decisão tomar, mesmo que os seus times não estejam no ambiente de trabalho tradicional.

3. Google Data Studio

Assim como a grande maioria dos serviços da Google, o Data Studio é gratuito e qualquer um com uma conta de Gmail pode usá-lo. É claro que ele se conecta com fontes de dados da própria empresa, como o Google Sheets (planilhas online) e o AdWords.

Para quem trabalha com a G Suíte e outras ferramentas do Google, o Data Studio pode ser uma ótima escolha. Afinal de contas, ele tem uma integração nativa com as soluções da empresa. Assim, os times terão mais agilidade e praticidade para integrar o software no seu dia a dia.

4. Tableau

Uma característica do Tableau que merece destaque é o VizQL. Esse é um sistema de arrastar e soltar, que permite reorganizar as informações para compreendê-las melhor e gerar novos insights.

Por ser focado em análises visuais, o Tableau é muito fácil de ser utilizado por novos usuários. A sua curva de aprendizado, em outras palavras, é relativamente curta. Isso reduz o tempo de treinamentos e aumenta o engajamento no uso da solução.

5. BIRT

Essa é uma plataforma open source, isto é, de código aberto. Isso significa que desenvolvedores têm acesso ao código usado para programar o BIRT e podem usá-lo para criar modificações e melhorias ou, até mesmo, para desenvolver novas soluções em ferramentas de BI.

No entanto, para você, o que importa é que o acesso ao BIRT é livre. Porém, como ele não é uma ferramenta comercial, fique atento: você não vai contar com muito suporte. Qualquer problema terá que ser resolvido usando a documentação disponível online ou perguntando à comunidade de usuários.

6. Jaspersoft

Jaspersoft oferece uma ferramenta de BI hospedada em nuvem (especificamente, por meio da AWS — Amazon Web Services) por um valor acessível: menos de $1 por hora.

Com isso, tenta resolver um grande problema para as empresas que pagam por mais do que realmente necessitam. Além disso, facilitando o acesso, permite visualizar os relatórios diretamente em seu smartphone ou tablet.

7. Pentaho

A promessa dessa ferramenta é facilitar o acesso para todos da sua equipe, de desenvolvedores a usuários comuns. Além de oferecer a solução, a Pentaho ainda oferece treinamentos e até certificações para trabalhar com análise de dados.

O Pentaho tem como um de seus diferenciais o fato de ser de código aberto. Isso facilita a sua personalização e uso disseminado no ambiente de trabalho: a partir do estudo do código-fonte, você pode verificar informações, modificar recursos e adotar novas APIs no aplicativo com o apoio do seu time de desenvolvimento.

8. Project BI

A solução da Project Builder foi desenvolvida para ajudar um usuário específico: o gestor de projetos. Com isso, permite determinar quais são os projetos que realmente trazem retorno para a empresa, facilitando a decisão de priorizar um ou outro. Além disso, também possibilita otimizar a gestão de recursos e identificar gargalos.

Imagine utilizar o BI nos seus projetos? Com a ferramenta do Project Builder, isso é possível. Como consequência, você pode entregar ao seu time um planejamento muito mais robusto para cada etapa dos projetos.

O uso do BI está se tornando algo crucial para o sucesso de qualquer empresa. O apoio dessa tecnologia consegue reduzir custos e melhorar o posicionamento da empresa. Nos projetos, ela melhora a capacidade de planejar e otimizar rotinas rapidamente.

Por isso não deixe de escolher uma plataforma de BI para a sua empresa. Faça uma análise completa das opções disponíveis e o que pode ser adotado pela empresa no seu dia a dia. Assim, será muito mais fácil agregar valor aos serviços e projetos do negócio!

É aqui que encerramos a nossa lista das melhores ferramentas de BI. Compartilhe este post com os seus parceiros para que eles também conheçam os impactos de uma boa plataforma de BI!

Gestão de projetos na indústria 4.0

Gestão de projetos na indústria 4.0: saiba como deve ser feita

As indústrias 4.0 contam com inúmeros projetos que são executados para a criação de novos produtos, implementação de tecnologia, desenvolvimento de formas inovadoras de gestão, implantação de linhas de produção, entre outros. Um gestor especializado nessa área fica responsável pelo sucesso das atividades e deve gerenciar as equipes estando sempre ciente de tudo o que ocorre dentro das fábricas.

Neste post, vamos explicar o que é e como funciona a gestão de projetos na indústria 4.0, mostrar por que ela é importante e como deve ser feita de forma eficiente e assertiva. Além disso, vamos falar sobre a importância de fazer os gerenciamentos de forma eficiente e assertiva na indústria 4.0 e listar as principais dicas que podem ajudar.

Gostaria de saber mais sobre gestão de projetos na indústria 4.0? Acompanhe a leitura deste artigo!

Entenda o que é a gestão de projetos na indústria 4.0

Muitas mudanças aconteceram em todas as áreas das indústrias nos últimos anos, mas as revoluções industriais se destacaram pelas alterações estruturais. A indústria 1.0 foi um fenômeno que ocorreu no final do século XVIII com a chegada das primeiras máquinas e dos trabalhadores. Depois, no século XIX teve início a indústria 2.0, marcada pelo progresso científico e pelas primeiras linhas de montagem.

A indústria 3.0 foi impactada pela eletricidade e tecnologia da informação após a 2ª Guerra Mundial, quando profundas transformações foram iniciadas. Por fim, a indústria 4.0 chegou nas últimas décadas com a automatização de tarefas, iniciativas de digitalização, conexão de máquinas, redes inteligentes, sistemas de gerenciamento integrados, gestão de projetos e outros conceitos.

O gerenciamento de projetos é um conjunto de atividades que visa a gestão de tarefas complexas no mundo corporativo por um gestor especializado. Ele avalia produtividade, tempo, qualidade, custos, desempenho dos colaboradores, entre outras questões. Várias ferramentas são aplicadas junto a uma série de conhecimentos e habilidades do profissional responsável contratado pela organização.

Portanto, a gestão de projetos é uma competência estratégica que deve ser utilizada para a produção de resultados excelentes. Ela é fundamental para que as indústrias continuem competitivas no mercado e superem a concorrência. Os gerentes fazem a divisão dos planejamentos em etapas e criam cronogramas para facilitar o entendimento e a execução.

Saiba como funciona a gestão de projetos na indústria 4.0

Os projetos são divididos em 5 etapas desde a sua iniciação até o seu encerramento. Primeiro, é necessário definir um gerente de projetos com a escolha de uma pessoa capaz de gerenciar os trabalhos e que tenha a função de liderança. Esse profissional vai motivar as equipes, montar cronogramas, gerir pessoas, planejar custos, começar e concluir tarefas e fazer ajustes de escopos.

Um cronograma deverá ser montado com escopo detalhado para que o plano de ação seja bem-sucedido. O planejamento vai evitar que os times se desviem dos objetivos traçados, além de gerar otimização do tempo de entrega dos serviços e produtos aos clientes e parceiros. Os projetos contam com indicadores de produtividade, relatórios financeiros e planilhas de custos.

Os custos deverão ser monitorados e justificados para os interessados nos projetos. Registre informações relacionadas aos sistemas de informações, horas-extras, serviços terceirizados, reuniões, equipamentos de informática e materiais descartáveis. Os objetivos devem ser claros e exequíveis, pois eles vão gerar expectativas nos clientes e podem necessitar de ajustes.

As equipes deverão ser reunidas semanalmente para que todos compreendam as demandas do projeto e mantenham a produtividade. Na reunião ficará mais fácil entender como está o andamento das atividades, definir prioridades e superar impedimentos. Os procedimentos e as tarefas rotineiras deverão ser automatizados para aumentar a praticidade e a eficiência.

Compreenda a importância de gerenciar projetos de forma eficiente

O gestor de projetos será responsável pela eficiência no gerenciamento das atividades e pelo comprometimento dos colaboradores. Dessa forma, ele precisa utilizar a tecnologia a seu favor para otimizar a produção na indústria. O profissional precisa buscar a implementação de inovações, prever flutuações de mercado, interpretar dados e se relacionar bem com todos os setores. Confira algumas dicas que vão ajudar bastante!

IoT

A Internet das Coisas (IOT) visa a conexão dos objetos com a Rede Mundial de Computadores. Vários dispositivos ganham autonomia, por exemplo, máquinas, sensores, câmeras etc. As ferramentas podem ser controladas de qualquer lugar e a qualquer momento, possibilitando a descentralização das operações. Os sistemas físicos e digitais são integrados com a leitura de dados.

Automação de processos

A automação dos processos otimiza a execução dos projetos na indústria. As atividades condicionais e repetitivas são automatizadas com a aplicação de machine learning. Desse modo, os erros diminuem e a velocidade de produção aumenta consideravelmente. Os procedimentos são monitorados pelos sensores que ajudam a compreender o nível de funcionamento dos equipamentos.

Computação em nuvem

A Cloud Computing possibilita o armazenamento dos dados na nuvem e promove a segurança das informações devido à aplicação de padrões internacionais. As possibilidades de ocorrência de violações ou perdas de dados são mínimas. Os backups são automáticos devido ao espelhamento dos servidores, que garantem a disposição dos arquivos em outros locais.

Big Data

Big Data é um conceito muito conhecido na indústria 4.0, já que são os dados que a movimentam e dão subsídios para os sistemas de inteligência e automação. Com o uso das ferramentas que capturam e processam dados em tempo real, os gestores têm acesso a inúmeros relatórios completos e informações essenciais para averiguar as condições da produção e do mercado.

Inteligência Artificial

A Inteligência Artificial (IA) é a capacidade que os computadores têm de simular o raciocínio de seres humanos. Ela é útil para reduzir as chances de erros pela detecção de problemas com agilidade durante a execução dos projetos. Por outro lado, fornece sugestões úteis para a tomada de decisões mais assertivas. Tarefas como o envio de notificações e e-mails são automatizadas com a aplicação de IA.

Business Intelligence

Business Intelligence (BI) é uma ferramenta que coleta, analisa, processa e compartilha dados oriundos de Data Mining, ERP (Sistema integrado de gestão empresarial) e CRM (Gestão de Relacionamento com o Cliente). Metodologias, técnicas e recursos são utilizados para reunir informações em um ambiente e fazer a sua confrontação para a formulação de estratégias voltadas às melhorias.

Descubra como pode ser feita a gestão de projetos na indústria 4.0

A gestão de projetos na indústria 4.0 pode ser híbrida, com a junção de métodos ágeis com os tradicionais. Com isso, os conceitos são integrados e os comportamentos essenciais são mobilizados. Faça um planejamento bem-estruturado, identificando clientes e stakeholders junto às suas expectativas e interesses relacionados aos projetos.

Enfim, agora você já sabe como deve ser feita a gestão de projetos na indústria 4.0. Uma empresa especializada pode ajudar a partir do oferecimento das melhores soluções para otimizar os resultados desse gerenciamento. A Project Builder conta com uma equipe de especialistas experientes que trabalham nessa área fornecendo os melhores softwares de gerenciamento de projetos do mercado.

Ainda tem alguns questionamentos sobre esse assunto? Entre em contato conosco e tire todas as suas dúvidas!

Gerenciamento da comunicação

Como fazer o gerenciamento da comunicação segundo o PMBOK?

O método de gerenciamento de projetos PMBOK prevê boas práticas para diversas partes da realização. Entre elas, há abordagens que focam no gerenciamento da comunicação, que precisa ser realizado de modo estruturado e estratégico.

Nesse sentido, algumas questões merecem atenção extra. Somente dessa forma é possível conseguir que as informações certas cheguem a quem é de interesse — e que esse fluxo ajude na consolidação dos resultados esperados. Entre as vantagens, também há a diminuição de erros, o aumento da produtividade e a melhoria geral da qualidade.

Por isso, veja como realizar o gerenciamento da comunicação com o PMBOK como base.

Identifique quem são os stakeholders

Inicialmente, é preciso saber quem são os stakeholders do projeto e, portanto, as partes interessadas. Isso é importante para a comunicação segundo o PMBOK porque evita que alguém fique sem saber sobre elementos importantes, por exemplo. Também impede que alguém receba informações que não estejam adequadas ao seu nível de interesse e participação.

Nesse momento, vale a pena saber quem são os integrantes dos times, os gestores, o dono do projeto e assim por diante. Também é crucial entender o poder de decisão de cada um, bem como a sua capacidade de ação a partir das informações.

Basicamente, os interessados são todos aqueles que são afetados pela execução do projeto ou por sua documentação. Então, é necessário ter cuidado com a análise para compreender o papel efetivo de cada um — e quais são os conhecimentos mais relevantes em cada caso.

Determine quem precisa receber quais informações

O gerenciamento da comunicação também exige um planejamento completo. Considerando que há hierarquias e interessados com diferentes características, as informações repassadas também são diferentes.

Para o cliente dono de um projeto, pode não ser tão interessante saber sobre etapas técnicas e que não afetem diretamente o resultado. Por outro lado, os gestores têm que estar cientes da mudança de escopo ou da necessidade de adaptação, por exemplo.

Isso é essencial para evitar que todos recebam todas as informações, pois essa não é a abordagem mais útil. Em vez disso, o melhor é considerar as características de cada um para aumentar a efetividade na abordagem.

Garanta acessibilidade para os elementos essenciais

Por um lado, de que nem tudo tenha que ser divulgado para todas as partes interessadas. Por outro, é preciso garantir que todos possam explorar certos conhecimentos essenciais para o andamento do projeto.

Nesse sentido, questões como escopo, objetivos do projeto, prazos e métodos de execução devem ser abertos para todos. Afinal, são aspectos indispensáveis para que a empreitada seja bem-sucedida.

O objetivo deve ser facilitar a integração de setores e profissionais, de modo que haja sinergia de atuação e o aproveitamento das boas práticas do PMBOK. Então, o ideal é criar uma base comum de conhecimento para que tudo isso se torne efetivo.

Distribua as informações entre os canais adequados

Além de tudo, é necessário cuidar da forma como os dados serão enviados. Isso significa que é necessário estabelecer qual é o caminho que as informações devem seguir e como elas serão apresentadas, de acordo com as necessidades e expectativas de cada parte interessada.

O envio pode acontecer por meio de canais digitais, inclusive com hierarquia de acesso a certos dados, por exemplo. Também é possível realizar reuniões para tratar de questões específicas.

O importante é que tudo seja definido de acordo com as necessidades e preferências das partes envolvidas. Também é indispensável garantir que haja um entendimento claro das informações, de modo a evitar ruídos no contato.

Cuide das expectativas dos interessados

O gerenciamento da comunicação precisa ser capaz de cumprir as expectativas de todos os que estão envolvidos no projeto. Por isso, o planejamento também requer o conhecimento sobre as expectativas a respeito dessa parte.

Pode ser que o Product Owner opte por reports diários, enquanto outros stakeholders preferem reuniões semanais, por exemplo. Além disso, é necessário saber quais são os tipos de informações que devem integrar a comunicação.

Segundo o método de gerenciamento, é necessário, ainda, registrar as questões e as possíveis mudanças, por exemplo. Os métodos de comunicação devem ser associados a habilidades do gestor, pois é isso que faz com que as questões sejam trabalhadas corretamente.

Isso é indispensável para evitar problemas como algum tipo de frustração em relação à divulgação sobre o andamento do projeto, por exemplo. Assim, há um nível maior de satisfação por parte dos stakeholders e mais integração.

Elabore relatórios periódicos de desempenho

O registro adequado de dados torna a comunicação mais fácil e efetiva. Por isso, é interessante considerar a elaboração de relatórios periódicos, com as informações mais relevantes para os stakeholders.

A consolidação dos dados aumenta a visibilidade e democratiza o acesso ao conhecimento sobre o projeto. Desse modo, é essencial para que o planejamento seja colocado em prática e realmente funcione.

Além disso, é oportuno fazer relatórios a respeito do sucesso da comunicação. Isso servirá para gerar aprendizados para os próximos projetos, o que tornará o processo cada vez mais eficiente e funcional.

Adote as ferramentas adequadas

Ao longo de todo o planejamento para gerenciamento da comunicação, o PMBOK prevê a utilização de ferramentas que ajudem na execução de cada tarefa. Só que em vez de selecionar diversos recursos diferentes, é possível investir na tecnologia de maneira estratégica.

Com o apoio de um software de gestão de projetos é possível atuar de maneira centralizada. Todas as informações ficam reunidas e acessíveis, o que garante uma democratização da comunicação.

Ao mesmo tempo, é possível definir níveis e permissões de acesso, o que ajuda a garantir que cada parte interessada acompanhe o que é realmente relevante. Para completar, o software facilita a execução de outras tarefas e ainda ajuda na elaboração de relatórios. Como consequência, é possível executar o planejamento de forma estruturada.

O gerenciamento da comunicação de um projeto, segundo o PMBOK, envolve um planejamento completo para entender quem deve ser comunicado, de qual forma e com quais informações. Com uma atuação estratégica e alinhada

Como ter o apoio da tecnologia é tão relevante, entre em contato conosco da Project Builder e veja como podemos ajudar!

Internacionalização das companhias

Internacionalização das companhias: entenda a importância da gestão de projetos!

Internacionalizar consiste em expandir a atividade de uma empresa para o mercado externo. É um processo que inclui tanto a exportação quanto a importação de serviços, mercadorias e insumos diversos. O Brasil ainda é novo sobre essa realidade. Mas muitas empresas nacionais estão recorrendo à internacionalização para promover o crescimento do negócio, alcançando novos mercados.

As Américas parecem ser o continente predileto das organizações, conforme mostraram algumas pesquisas: os Estados Unidos, a Colômbia, o México e a Argentina são as nações posicionadas entre os primeiros lugares em internacionalização das companhias.

Para mais informações sobre o assunto, continue lendo nosso artigo e veja por que é importante realizar uma gestão de projetos para entrar no mercado internacional!

A internacionalização das companhias no Brasil

Em nosso país, a abertura comercial aconteceu mais intensamente com quase um século de atraso em relação a outros países europeus e mesmo americanos. Nos anos 90, o Brasil conquistou uma posição respeitável devido às políticas de liberalização vigentes, que promoveu uma economia mais aberta.

Esse processo e os grandes fluxos comerciais determinaram uma participação mais ativa do país no mercado estrangeiro. Em diversos nichos, o Brasil virou um cenário em que a competição se desenrolava diretamente entre empresas renomadas do mundo todo. A partir de então, iniciou-se um processo de internacionalização das companhias brasileiras no exterior, que crescia de forma relevante a cada ano.

Os cuidados no processo de internacionalização

Claro que, diante de tudo isso, surgem questões como os riscos e os desafios que a empresa tem que enfrentar para conseguir expandir seu mercado a outras nações e quais são as oportunidades e as recompensas. É fundamental tomar cuidados como:

  • a necessidade de conhecer a fundo o mercado em que se pretende entrar;
  • o investimento em tecnologias novas na área de produção;
  • a busca por novos fornecedores;
  • a qualificação dos profissionais;
  • o conhecimento das políticas de importação/exportação;
  • a adequação correta dos rótulos e/ou embalagens das mercadorias às normas do país revendedor.

Para que a internacionalização das companhias tenha sucesso, é preciso inovar. A tecnologia também é fundamental para o desempenho das firmas. Sua importância se percebe desde a penetração da companhia do mercado internacional, até a ampliação da quantidade de mercadorias exportadas e sua permanência no mercado externo. As empresas que inovam nos processos e produtos têm um melhor desempenho que aquelas que não agem assim.

Os benefícios da internacionalização das companhias

Quando uma empresa consegue expandir seus negócios, isso é bom, porque ela diminui sua dependência em relação ao mercado interno, melhorando a produtividade, diversificando as mercadorias, conseguindo mais lucro. Vejamos alguns benefícios que podem ser alcançados quando se penetra no comércio exterior:

O melhor posicionamento estratégico da marca

O posicionamento estratégico é a forma como o negócio se coloca perante o mercado, como ela é conhecida, a ideia que os outros fazem dela. Quando a empresa se internacionaliza, isso é um modo de conquistar mais importância diante do público e dos concorrentes.

Muitas vezes, é preciso um nível de qualidade mais elevado para prestar um bom atendimento nos mercados internacionais, o que agrega valor aos serviços e aos produtos. Isso é uma chance de chegar a novos patamares, tornando-se uma marca com referência em todo o mundo.

A conquista de novos mercados

A internacionalização das companhias promove a exploração de mercados ainda mal-aproveitados. Também é possível fazer a previsão de sazonalidades, bem como compensar a baixa demanda de um país com o crescimento no total de vendas em outro.

Como exemplo, podemos citar as mercadorias da “moda praia”, cujos picos de vendas ocorrem normalmente durante o verão. Mas, no período do inverno, a empresa pode comercializar esses mesmos produtos em outros países, nos quais a estação é quente.

A atração dos melhores talentos do mercado

O sucesso de qualquer organização depende, em grande parte, dos funcionários. Logo, o ideal é contar com a participação dos profissionais melhor qualificados. Quando o negócio alcança o mercado externo, a empresa tem contato com profissionais de fora que apresentam habilidades e competências diferenciadas.

É fundamental ter em mente que esses profissionais não substituirão os trabalhadores brasileiros, mas se somarão a eles para compor uma equipe composta de nacionais e estrangeiros. Essa diversidade corporativa assegura um time mais engajado e produtivo. Isso é normal, já que as diferenças estimulam a criatividade e as novas ideias.

O aumento no volume de vendas

A internacionalização das companhias proporciona um importante benefício: a possibilidade de aumentar o faturamento. As vendas vão além do mercado interno, alcançando países e continentes diferentes. Assim, amplia-se a base de clientes, e os lucros aumentam.

Essa estratégia é mais significativa para empresas que estão enfrentando a saturação do mercado nacional. A expansão dos limites de atuação é uma forma de contornar esse obstáculo e retomar o crescimento do negócio.

A redução dos custos de produção

Produzindo em larga escala para mercados estrangeiros, é possível reduzir os custos de produção. Vale lembrar que a empresa exportadora também pode se beneficiar com a diminuição de tributos oferecida pelas nações de destino, que receberão os produtos.

Em determinadas situações, o governo brasileiro torna o processo mais fácil, reduzindo ou isentando os impostos sobre a produção e a venda das mercadorias que serão exportadas.

A importância da gestão de projetos na internacionalização das firmas

A gestão de projetos está se consolidando como uma estratégia corporativa rentável, com resultados satisfatórios de processos e inovação. A efetivação de um projeto internacionalizante é fundamental para as companhias que almejam permanecer tanto no Brasil quanto no exterior.

Os projetos são desenvolvidos por etapas. Eles são planejados, executados e monitorados por procedimentos efetuados por profissionais mediante tarefas e pacotes de trabalho, ou seja, as subdivisões de cada tarefa. A gestão de projetos envolve o gerenciamento de custos, tempo, qualidade, recursos humanos, integração, riscos, comunicações e outras coisas.

No caso da internacionalização das companhias especificamente, é necessário analisar tanto a economia dos países de destino quanto a nacional. É fundamental verificar ameaças e riscos, bem como considerar as oportunidades e realizar o devido planejamento sobre essa avaliação.

Uma das estratégias usadas pelas firmas que se inserem no mercado externo é se associar, se fundir ou incorporar outras empresas (casos da AMBEV, DirecTV, Sky, Americanas.com, Submarino e muitas outras).

Um projeto de internacionalização precisa considerar pontos como:

  • padrões e regulamentos;
  • questões relacionadas à internacionalização;
  • questões de diferenças culturais (políticas, econômicas, éticas, religiosas);
  • sustentabilidade social (ambiental e econômica).

Vimos o que é a internacionalização das companhias e como a gestão de projetos pode contribuir para que o negócio funcione. A Project Builder é uma empresa especializada em gestão de projetos, com reconhecimento dentro e fora do Brasil.

O software desenvolvido pela empresa permite a criação de projetos de maneira simples e estruturada. Ele oferece flexibilidade aderente ao método escolhido pelo cliente: PMBOK, Ágil, PM Canvas, Prince 2 e outros. O cliente recebe informações em tempo real sobre a produtividade do time e o desenvolvimento das atividades.

Pensa em internacionalizar os negócios? O que acha de conhecer melhor o software da Project Builder? Entre em contato com a empresa e obtenha mais detalhes!

Software de gestão de projetos

5 vantagens do software de gestão de projetos para equipe em home office

Um software de gestão de projetos faz toda a diferença para gerenciar a equipe em home office, pois facilita a interação e o fluxo de trabalho de várias maneiras. No cenário atual, manter o controle sobre o desempenho dos projetos pode ser um desafio, especialmente para quem nunca atuou à distância.

Um sistema é a melhor alternativa para trazer eficiência a esse cenário. Sendo assim, preparamos este texto com 5 vantagens cruciais, capazes de mudar a forma como você está gerenciando os projetos: confira a seguir quais são elas e como impactam a produtividade do seu time e os resultados do projeto!

1. Organização de processos

O primeiro grande ganho em implementar um software de gestão de projetos para atuar em home office é a organização. Mapear os processos se torna muito mais simples quando você tem ali uma representação visual e compartilhada do escopo. Dessa forma, as etapas de execução também ficam muito mais claras.

Um projeto que não tem seu escopo bem definido dificilmente é desenvolvido de maneira produtiva e atende as expectativas, especialmente em relação à agilidade da execução. Sendo assim, o software agrega bastante valor nesse sentido: você consegue ter uma visão resumida e hierárquica do projeto, conseguindo abrir detalhes sempre que pertinente.

2. Centralização das informações

Indo nessa linha de raciocínio, vale a pena destacar também que o fluxo de informações se torna muito mais limpo, sem ruídos ou gargalos operacionais por conta de comunicação. Mesmo que o escopo seja alterado por diversas pessoas, os dados ficam todos no mesmo local, ou seja, todos têm acesso ao que foi feito, quando e por quem.

Dessa forma, não há desencontro das informações. Isso favorece a organização do projeto, além de garantir um alinhamento melhor para atualizar o cliente. O gestor não precisa utilizar canais externos para atualizar a equipe, pois ela já está dentro da dashboard comunicativa e se mantém atualizada mesmo à distância.

3. Controle das atividades e tarefas

No sentido de gestão de equipe, o software para controlar os projetos também ajuda a liderança. Nesse movimento de desenvolvimento do escopo e avanço das etapas, correções, considerações e comunicação, o sistema vai demonstrar o que cada um vem fazendo, visto que as atualizações são em tempo real.

Você não precisa ir perguntar para equipe como anda tal tarefa, por exemplo: basta consultar o software. Você pode se organizar como achar melhor dentro da interface, utilizando kanbans e adicionando as informações pertinentes. Esse controle também evita atrasos e problemas com a gestão de tempo!

Definição de prioridades

Utilizando um software de gestão de projetos, a clara visualização do fluxo de trabalho permite que a liderança determine o que é mais ou menos urgente. É possível classificar as demandas, criando assim uma espécie de ranking do que deve ser priorizado. Analise os projetos do portfólio e selecione aquilo que é mais relevante.

Ao fazer isso, a equipe terá plena visibilidade de quais critérios utilizar na hora de distribuir os recursos. Essa é uma forma também de integrar as áreas, colaborando para a clareza, alinhamento e transparência. Utilize essa estratégia para fazer um gerenciamento sem conflitos. Todos seguirão a sua deixa!

4. Melhoria na gestão de recursos

Um aspecto muito importante da sua gestão, sem dúvida, são os recursos. Nisso, estamos tratando de orçamento, mas também de tempo, aplicação de pessoas da equipe, entre outros. O ideal é que você consiga integrar o seu sistema nesse sentido: compare o que foi feito e o que foi planejado, identificando os principais centros de esforços e resultados.

Ao obter uma visualização dinâmica e completa da alocação de recursos, você consegue criar uma espécie de mapa de capacidade. Assim, identifica onde é preciso aplicar mais esforços e o que realmente agrega valor ao projeto, deixando tarefas secundárias para depois ou viabilizando métodos mais simples para realizá-las.

Redução de erros e retrabalhos

O resultado dessa gestão é que erros que poderiam ocorrer são evitados. Da mesma forma, os retrabalhos não ocorrem, pois o fluxo de trabalho é bem organizado e controlado, de maneira que a equipe inteira consegue se inteirar sobre o que está acontecendo, sem depender da comunicação externa, que é tão mais complicada quando estamos distantes.

Foco na produtividade

O modelo de trabalho em casa também é diferente. Como você vai garantir que a equipe continue engajada e produtiva? O software precisa ajudar nessa missão. Sendo assim, é função do líder incentivar o time a utilizar os recursos e ferramentas oferecidas para manter o desempenho turbinado: conheça as funcionalidades e treine as pessoas!

5. Avaliação dos resultados

O relacionamento com os clientes e as entregas dos projetos, na hora de mostrar o valor deles, também ficam prejudicados quando você não está acostumado a fazer esse contato de longe. O sistema é um aliado nessa hora. Com ele, você consegue avaliar o desempenho do projeto rapidamente e criar relatórios bem visuais.

O software de gestão de projetos deve ser configurado para acompanhar os KPIs de interesse. Portanto, é possível segmentar as informações que você deseja visualizar, criando categorias estratégicas de análise. Isso ajuda na tomada de decisão e também na apresentação de resultados para lideranças e clientes.

Acompanhamento do desempenho da equipe

O sistema de acompanhamento de indicadores também serve para avaliar o desempenho da equipe. Além de acompanhar o andamento do projeto em si, mediando as tarefas e garantindo um bom fluxo, a gestão pode e deve utilizar os dados para gerar relatórios de performance.

Fazer a gestão de pessoas quando você não as acompanha diariamente pode ser um desafio, mas você deve utilizar a tecnologia para aproximar e facilitar esse processo. Lembre-se de trazer sempre as informações com recomendações produtivas, ou seja, reconhecer o que é bom e sugerir novos caminhos para melhorias necessárias.

Garantia da qualidade para todas as partes

Com todos os pontos positivos que trouxemos até aqui, o seu trabalho de gerenciamento, o desempenho da equipe e a satisfação do cliente são potencializados quando você escolhe utilizar um software de gestão de projetos, especialmente trabalhando à distância. É preciso tomar essa decisão para não ficar para trás e continuar alcançando resultados.

Quer ter acesso a todas essas funcionalidades e agregar um diferencial competitivo ao seu trabalho? Entre em contato conosco e tenha acesso!

Declaração de escopo do projeto

O que é a declaração de escopo do projeto e quais informações deve conter?

A declaração do escopo é um instrumento importante elaborado na fase de planejamento dos projetos. Ela faz parte das atividades realizadas pelo gestor para a delimitação de premissas, dos critérios de aceitação e de detalhes relevantes para que o gerenciamento seja conduzido com sucesso. Para os gerentes, pode ser um verdadeiro desafio acertar todos esses pontos.

Neste artigo vamos explicar o que é a declaração de escopo do projeto e para que ela serve, além de mostrar por que é tão importante, quais as informações que não podem faltar na sua elaboração e fornecer diversos detalhes que vão ajudar na sua confecção.

Quer saber mais sobre o assunto? Leia este artigo até o final e fique por dentro!

O que é a declaração de escopo do projeto?

A declaração de escopo do projeto é um documento indispensável para a formulação e controle das etapas dos projetos. Ela é uma saída e também uma entrada na área dos processos para validação do plano de gerenciamento de projetos e da linha de base. Conforme o guia PMBOK, trata-se de uma descrição detalhada do trabalho, das restrições, premissas e entregas.

Para que serve a declaração de escopo do projeto?

O instrumento é elaborado conforme as necessidades do projeto. O escopo é o trabalho essencial para a entrega de resultados, serviços ou produtos. Dessa forma, a declaração registra os dados necessários para a execução dos projetos, tais como os limites, as atividades, os prazos, os custos, os responsáveis etc.

O gerenciamento do escopo serve para garantir que todo o trabalho essencial será realizado para que os projetos sejam concluídos de maneira apropriada. Isso envolve o planejamento das atividades, a coleta de requisitos, a definição, validação e controle das tarefas e a criação de Estrutura Analítica do Projeto (EAP).

Por que a declaração de escopo do projeto é tão importante?

A declaração de escopo do projeto é muito importante porque descreve todo o projeto e apresenta todas as informações que poderão ser consultadas pela equipe e pelo cliente. O levantamento das necessidades dos clientes ajuda a convertê-las em requisitos para o cumprimento dos objetivos. A coleta desses dados é de grande importância, visto que gera uma documentação relevante.

Talvez nem todos os requisitos documentados possam ser atendidos, de modo que o escopo apresenta aqueles que produzirão maior impacto e agregarão mais valor aos clientes. As entradas do processo de definição de escopo descrevem como as atividades serão definidas, desenvolvidas, monitoradas, controladas e verificadas. No termo de abertura do projeto consta a descrição do serviço ou produto ou o resultado de maneira informal ou formal.

Já a documentação dos requisitos serve para descrever os fatores que atenderão aos objetivos do negócio e as necessidades que serão supridas. Os ativos de processos organizacionais são as bases de conhecimentos específicos usados pela organização, os procedimentos, as políticas e os planos elaborados pelos gestores.

Por fim, as saídas do processo de definição de escopo contêm a especificação e declarações do projeto com a descrição das principais entregas, restrições e premissas. As atualizações nos documentos do projeto são realizadas por meio de revisão e atualização do registro feito pelos interessados. Há uma matriz de rastreabilidade de requisitos e outros documentos que podem ser atualizados.

Quais são as principais informações da declaração de escopo do projeto?

Diversas informações não podem faltar na declaração. Esse documento também é denominado como especificação do escopo do projeto no guia PMBOK. Veja a seguir os principais dados que deverão ser registrados nesse instrumento que traz o detalhamento dos registros preliminares ou do termo de abertura!

Justificativa

A justificativa é um grupo de argumentos utilizados para comprovar a necessidade da execução de um projeto. Ela aponta a finalidade ou o propósito do plano de ação, já que não há propostas a serem apresentadas se não houver um objetivo claro. Fica na primeira sessão da declaração de escopo e explica por que os procedimentos serão realizados e quais serão os resultados finais.

Objetivos

Os objetivos estão relacionados com a definição das metas claras e mensuráveis que deverão ser alcançadas pelos colaboradores que participarão de determinados projetos. Além do mais, eles podem tratar do aumento da satisfação dos consumidores, a elevação do número de clientes, a captação e fidelização da clientela, por exemplo.

Critérios de aceitação

Os critérios de aceitação são um conjunto de condições e a especificação de parâmetros que serão considerados no momento de aceitar as entregas. Por exemplo, as especificações podem estar descritas na política interna corporativa e os mapas de competências poderão estar de acordo com um modelo fornecido pela empresa.

Restrições

As restrições são os fatores que impõem limites na execução dos projetos, tais como os custos e os prazos. Assim como os riscos que surgirão no decorrer dos projetos e que precisam ser mapeados para evitar entraves. Uma restrição pode estar relacionada à disponibilidade de recursos humanos ou ao orçamento limitado.

Nessa seção são descritas as limitações da equipe, as datas impostas, os marcos dos cronogramas etc. As cláusulas contratuais também podem conter restrições que devem ser listadas na declaração de escopo do projeto. Todas essas questões deverão ser divulgadas para evitar que elas afetem o planejamento.

Premissas

As premissas giram em torno do escopo, recursos financeiros e tempo. Elas precisam ser listadas e descritas de forma específica para cada projeto, bem como os seus impactos. É fundamental validar e documentar essas informações regularmente, visto que fazem parte dos planos de ação. Faça uma lista na própria declaração ou prepare um documento separado.

Organização inicial

A organização inicial refere-se à identificação de possíveis riscos e à escolha dos membros das equipes. A gestão de projetos requer a comunicação entre todos os interessados, o esclarecimento de todas as expectativas iniciais e o monitoramento dos trabalhos. A declaração pode circular entre os líderes que farão a aprovação final após o consenso das partes.

Estimativa de custos

A estimativa de custos é a identificação dos prováveis gastos que a empresa terá com o planejamento e execução de um projeto. Se o gestor fizer o gerenciamento adequado dos valores, provavelmente obterá ótimos resultados. As previsões deverão ser indicadas, assim como as estimativas de tempo para a conclusão das atividades.

Cronograma

Esse documento deverá ser construído junto à EAP, que exige a subdivisão dos trabalhos e das entregas do projeto. Inicie com a criação dela, pois assim todos os pacotes de tarefas ficarão definidos para a concretização do escopo. Após a sua aprovação, faça o gerenciamento do tempo para a construção de um cronograma.

Entendeu o que é a declaração de escopo do projeto e quais informações ela deve conter? Saiba que um software especializado pode ajudar em relação à elaboração desse documento. A Project Builder é uma empresa nacional especializada no fornecimento de soluções para essa tarefa e para a gestão de projetos, com reconhecimento no mercado externo e interno.

Precisa obter mais informações sobre esse tema ou sobre assuntos relacionados? Fale com a nossa equipe agora mesmo!

Gerenciamento de projetos

Saiba qual a importância das pessoas na atuação do gerenciamento de projetos

A realização de um projeto depende de diversas etapas que precisam ser executadas estrategicamente. O gerenciamento de projetos começa ainda no planejamento, quando são levantadas as necessidades de resultados e os recursos disponíveis e necessários. A partir disso, é possível determinar elementos essenciais, como o escopo, o orçamento e o cronograma.

Durante a execução, o esforço coletivo é crucial para a construção do desempenho desejado. Nessa parte, podem ocorrer mudanças ou imprevistos, que exigem uma atuação direcionada. A finalização também é importante e prossegue até a entrega para o cliente e consolidação do aprendizado.

Em todo esse processo, o trabalho das pessoas é crucial. Por isso, veja como o capital humano impacta o gerenciamento de projetos e saiba qual é a sua relevância!

Quem são as pessoas que auxiliam no gerenciamento de projetos?

O capital humano é um dos grandes diferenciais de qualquer negócio. As pessoas têm responsabilidade no crescimento da empresa, já que respondem pela conquista de bons resultados. Ao falar do gerenciamento de projetos, isso não é distinto.

Pensando no impacto causado pelos colaboradores, é fácil se lembrar do gerente de projetos. Ele atua como um líder e tem a principal função de integrar atividades rumo à entrega de desempenho.

No entanto, não é a única pessoa que afeta o sucesso de atuação. Todos os envolvidos contribuem para o alcance de resultados e devem ser valorizados por isso. Ter uma equipe capacitada e engajada faz toda a diferença para que o gerenciamento de projetos aconteça de forma estratégica, rumo aos objetivos do negócio.

Como as pessoas impactam esse processo?

Cada participante de um projeto causa impactos diferentes nos resultados do gerenciamento. As diversas competências e os papéis distintos têm grande peso e é por isso que vale a pena contar com um time variado com características complementares.

Conhecer as principais funções das pessoas também é interessante para melhorar a execução. Por isso, veja como o capital humano é capaz de afetar o gerenciamento de projetos.

Análise do custo-benefício

Especificamente falando do gerente de projeto, o profissional é capaz de analisar o custo-benefício e ajudar a estabelecer se há viabilidade econômica. Isso é feito a partir da consideração quanto aos custos, ao uso de recursos e aos resultados obtidos.

Quem ocupa essa posição também faz tal análise a respeito de várias escolhas, como mudar ou não o escopo. Dessa maneira, há uma tomada de decisão efetiva e com foco no melhor para os objetivos estratégicos.

Integração entre as partes

No gerenciamento de projetos, também é importante que haja uma integração entre as partes. Clientes (internos ou externos) devem estar conectados ao time de execução, que também deve se ligar às demais partes interessadas.

O gestor, normalmente, é o responsável por “construir pontes” entre os envolvidos. No entanto, mesmo quem faz parte do time pode atuar desse modo. A colaboração, o trabalho em equipe e o interesse em participar dos processos são essenciais para alcançar esse resultado.

Alinhamento e comunicação de expectativas

A integração entre as partes também depende de uma questão indispensável: a comunicação. Essa é um quesito essencial da atuação das pessoas e faz toda a diferença ao pensar no gerenciamento de projetos.

O gestor precisa comunicar expectativas, definir responsabilidades e oferecer feedback para o time. Já os demais colaboradores devem trocar informações, reportar o progresso e também dar feedback para a gestão. Com um fluxo adequado de comunicação, é mais fácil alcançar os resultados esperados.

Definição da visão para o sucesso

Uma das funções mais importantes de um gerente de projetos é estabelecer uma visão para o sucesso da realização. A proposta é definir quais são os resultados desejados a cada momento e como isso deve ser alcançado. Dessa maneira, é possível motivar o time e fazer um acompanhamento contínuo de performance.

Entre as outras pessoas envolvidas, há o alinhamento com essa visão e até o seu aprimoramento, por meio de sugestões e intervenções relevantes. Com a sinergia em busca do mesmo objetivo, é possível potencializar o desempenho.

Atuação proativa

Outra característica que afeta os resultados do gerenciamento de projetos é a proatividade — que tem tudo a ver com o time designado. Mais que apenas esperar as definições do gerente, é interessante contar com profissionais engajados e dispostos a resolverem problemas específicos.

É graças à proatividade que muitas questões são solucionadas com autonomia, o que evita novos gastos e atrasos. Também é algo que está relacionado à integração das atividades, em busca da melhor performance.

Visão empreendedora

Pessoas com uma visão empreendedora afetam o gerenciamento de projetos de uma forma muito positiva. Tanto os gestores quanto os integrantes do time podem ter uma abordagem altamente alinhada com os objetivos estratégicos de todo o negócio — e não só com o projeto.

Esse “sentimento de dono” envolve, inclusive, a capacidade de gerenciar riscos e aceitá-los no momento certo, além de buscar a máxima qualidade. Novamente, é fácil comprovar a relevância do capital humano nesse sentido.

Implementação de melhorias e inovações

Uma boa gestão de pessoas pode, ainda, gerar mudanças positivas para a atuação do negócio. O motivo é muito simples: quem está envolvido diretamente com o projeto consegue enxergar oportunidades e ameaças e fazer sugestões relevantes a partir disso.

É graças a isso que há a chance de estabelecer melhorias e considerar inovações para alcançar resultados diferenciados. Isso só é possível por causa do engajamento ativo das pessoas, elas se tornam cruciais nesse sentido.

Como a tecnologia pode ajudar?

Ao mesmo tempo, o capital humano não é o único fator para o sucesso na gestão de projetos. É essencial que a equipe tenha as ferramentas certas e que possa contar com alternativas capazes de simplificar o trabalho. É nesse sentido que a tecnologia se destaca.

Por meio de um software de gerenciamento de projetos de qualidade, é viável automatizar tarefas, integrar dados e facilitar diversas etapas. Principalmente, é um meio de estimular a colaboração com boa performance.

Entre as alternativas, a solução do Project Builder se destaca. Com a ajuda desse sistema, há como cuidar da gestão de forma qualificada e obter os melhores resultados para cada realização.

O gerenciamento de projetos se torna muito mais bem-sucedido graças à ação das pessoas. Com o time certo e ferramentas de qualidade, consegue-se alcançar os objetivos definidos no planejamento.

Como ter os recursos certos faz toda a diferença, entre em contato conosco do Project Builder e veja como podemos ajudá-lo!

Gerenciamento de projetos no setor público

Conheça os benefícios do gerenciamento de projetos no setor público

Comumente as pessoas associam a gestão de projetos à área privada. Contudo, também há o gerenciamento de projetos no setor público, e ele apresenta algumas diferenças devido às suas múltiplas finalidades. Enquanto o setor privado visa o lucro, atualmente, o setor público busca as melhores alternativas para a sociedade, prezando pelo bom atendimento e desburocratização das ações públicas.

As mudanças gerenciais realizadas ao longo dos anos e a expansão tecnológica são dois fatores importantes que impactaram na realização do gerenciamento de projetos no setor público.

Se você quer entender melhor sobre esse tema e conhecer os benefícios dessa gestão, continue lendo este conteúdo.

A evolução do serviço público no Brasil

As teorias do gerenciamento de projetos no setor público são caminhos possíveis para o desenvolvimento do país e efetividade das ações do setor. Mas nem sempre essas metodologias foram colocadas em prática pelos governos.

Até a década de 1930, era adotado o modelo patrimonialista no Brasil. Isso significa que cargos públicos eram utilizados para o bem próprio e o dinheiro público se misturava com o dos gestores.

Com a reforma burocrática, Getúlio Vargas propôs a implantação de um modelo com forte intervenção estatal e criou estatutos e órgãos para padronizar e fiscalizar o setor público. Este sistema, inspirado em Max Weber, começou a introduzir no aparelho administrativo a centralização, impessoalidade, hierarquização e separação do público e privado, transformando a administração pública em um setor eficiente.

Contudo, a extrema racionalização dos métodos trouxe algumas disfunções para o modelo, que passou a focar apenas no modo como as coisas eram feitas, deixando de lado a finalidade dos processos.

Para corrigir esses desvios, a reforma de 1967 modernizou as iniciativas, criando uma administração mais eficiente e propícia ao crescimento econômico. Portanto, é possível dizer que essa reforma introduziu na administração pública procedimentos gerenciais do setor privado, abrindo espaço para participação do capital privado, por meio de sociedades de economia mista.

A partir desse momento, gestores públicos começam a perceber a importância do planejamento, gerenciamento e utilização de sistemas racionais para colocar em prática programas e ações.

Em 1995, a reforma gerencial, por meio do Plano Diretor da Reforma do Aparelho do Estado, tentou trazer a governança para o setor público. O objetivo era implementar políticas públicas de modo descentralizado e com mais autonomia, foco nos resultados, redução de custos e melhoria no atendimento ao público.

A importância da gestão no setor público

O gerenciamento de projetos refere-se à aplicação de conhecimentos, técnicas e metodologias que visam atingir as necessidades e expectativas criadas pelo gestor para um determinado projeto. Assim como ocorre no setor privado, o setor público também carece de gestores que organizem e metrifiquem ações.

Ainda que de forma tímida, o Brasil tem evoluído ao longo dos anos buscando alternativas para melhorar a qualidade dos serviços prestados pelo Estado e a diminuição de custos de cada ação desenvolvida. Portanto, é preciso que gestores públicos reconheçam a necessidade de uma gestão estratégica e inovem em métodos que garantam a governança sem ultrapassar os limites de cada dirigente.

Independentemente da esfera, gestores públicos sofrem com o principal desafio de atender um grande número de pessoas, com qualidade, informações corretas e padronização nos atendimentos. Dessa forma, o gerenciamento de projetos no setor público se torna uma necessidade para evoluir e consolidar um modelo de gerência eficiente.

Benefícios do gerenciamento de projetos no setor público

Os governantes possuem governabilidade, pois foram eleitos para tais cargos, contudo, é um grande desafio para os líderes alcançarem plena governança, ou seja, criar mecanismos de liderança e controle para conseguir colocar em prática ideias e ações.

Assim, a prática do gerenciamento de projetos se faz necessária. Confira os principais benefícios desse método.

Redução de custos

Um dos principais objetivos da administração pública contidos na Constituição Federal de 1988 é a eficiência. Ou seja, executar os serviços com qualidade e respeitando o orçamento público. Assim, ao gerenciar projetos com métricas e planejamento, fica mais fácil identificar gargalos ou excesso de gastos que devem ser modificados.

Melhora na gestão de pessoal

No serviço público, é comum que alguns setores fiquem sobrecarregados e outros ociosos por algumas sazonalidades ou tipos de serviço. Portanto, o gerenciamento de projetos ajuda o gestor a perceber como os servidores estão dispostos no organograma e melhorar a gestão de pessoal, se for necessário.

Transparência nos processos

A publicidade é outro princípio fundamental da administração pública. Assim, o gerenciamento de projetos dá mais transparência aos processos tanto para os gestores quanto para os cidadãos que têm direito ao acesso dos dados para a prestação de contas. Esse direito está garantido pela Lei nº 12.527/2011 – Lei de Acesso à Informação, que legisla sobre o acesso a informações de órgãos e instituições públicas.

Visualização da viabilidade dos projetos

No setor público, todos os projetos e ações devem ter seus gastos estipulados no orçamento público. Por isso, sem dotação orçamentária específica é inviável colocar algo em prática. Assim, para mensurar corretamente a viabilidade dos projetos, quantitativo da equipe e cronograma, gerenciar o projeto se faz necessário para não criar expectativas equivocadas.

Facilidade na criação de planos estratégicos

Desde o desenvolvimento dos modelos de gestão no Brasil, os dirigentes perceberam a importância dos planos estratégicos e de parâmetros quantitativos para verificar a execução dos projetos. Logo, o gerenciamento com sistemas padronizados facilita a criação de planos estratégicos, mostrando o que funciona, o que deve ser alterado e otimiza o uso de recursos disponíveis.

Identificação dos principais problemas

O setor público sofre com vários gargalos que dificultam uma boa execução do serviço. De fato, há vários empecilhos que não podem ser solucionados de forma simples, mas identificar os principais problemas e reclamações é o ponta pé inicial para propor mudanças eficientes.

Portanto, é dever do gestor público zelar pelo direito dos cidadãos e utilizar ferramentas e métodos que facilitem na organização de prioridades e possíveis soluções para cada problema.

Possibilidade de uso de softwares específicos

Ainda que o gerenciamento de projetos no setor público seja um desafio para muitos gestores, utilizar ferramentas e softwares específicos podem ser alternativas para facilitar compartilhamento de recursos e decisões mais acertadas por parte do governante. Como em qualquer empresa, o setor público também não consegue se desenvolver sem metas claras e objetivos definidos.

Por isso, podemos concluir que um modelo de gestão moderno e eficiente possibilita que a administração pública entregue resultados mais sustentáveis e positivos a longo prazo. Dessa forma, é importante investir em tecnologias disponíveis, para dinamizar o gerenciamento de projetos no setor público.

Se você está em busca de uma solução, acesse nosso site e conheça o software da Project Builder!

Implementação de novas tecnologias

Como preparar a equipe para a implementação de novas tecnologias?

Em um mundo de constante evolução tecnológica, uma das certezas que temos é que mudanças vão ocorrer tanto na nossa vida pessoal quanto na profissional. Nesse cenário, implementar tecnologias passou a ser visto pelas empresas como uma forma de melhorar processos e atingir resultados mais facilmente.

Porém, a velocidade com que as mudanças ocorrem fez com que novos sistemas e ferramentas, metodologias mais avançadas e equipamentos mais sofisticados trouxessem inquietações para os colaboradores nos mais diversos setores empresariais. O novo, o desconhecido e a mudança geram desconforto nas pessoas, independentemente do cargo que ocupam.

Como essas mudanças são inevitáveis, o grande segredo é conseguir ajustar toda a empresa para que os impactos sejam os menores possíveis. O objetivo deste post é apresentar algumas dicas para que você seja capaz de preparar a sua equipe. Além de orientações para engajar todos os colaboradores e mantê-los receptivos às inovações, mostraremos os passos necessários para a implementação de novas tecnologias.

Gostaria de saber um pouco mais sobre o assunto? Confira este conteúdo e fique por dentro!

Por que é fundamental preparar a equipe antes da implementação de novas tecnologias na empresa?
A implementação de novas tecnologias traz muitos benefícios. Porém, os procedimentos também geram resistência dos colaboradores que ficam inseguros com a chegada de novidades. Isso atrapalha a produtividade da organização e o rendimento dos funcionários, causa insatisfação e estresse para as equipes. Por esse motivo, é indispensável prepará-las para receber as inovações como algo positivo e benéfico.

É importante explicar para todos os envolvidos que as tecnologias são necessárias para otimizar as atividades de todos os setores empresariais, visto que elas fornecem dados que auxiliam os gestores na tomada de decisões mais assertivas. Além disso, melhoram a agilidade dos processos e aumentam a qualidade dos serviços ou produtos. Elas trazem excelentes resultados:

viabilizam soluções com segurança;
melhoram o controle por parte dos gestores;
aprimoram a comunicação interna;
auxiliam na interação entre os funcionários;
possibilitam a identificação e resolução de problemas;
ajudam no alcance de metas;
reduzem custos;
aumentam lucros;
aceleram o crescimento organizacional.
Com isso, a organização torna-se mais competitiva no mercado e poderá superar a concorrência. Essas melhorias trarão novas oportunidades para os colaboradores que já fazem parte da empresa com o surgimento de novos planos de carreira. Podem até ampliar o número de vagas se os administradores decidirem investir os recursos na ampliação dos negócios.

Ao trazer novas tecnologias, todos os setores a qual esta novidade seja aplicada se beneficiarão diretamente. Por exemplo: ao optar pelo aluguel de notebooks com tecnologia de ponta, as tarefas dos funcionários são facilitadas, trazendo junto novas oportunidades de capacitação e crescimento pessoal, assim como aumento da produtividade.

Quais são as consequências de não planejar adequadamente essa estruturação?
Para aproveitar todas as vantagens oriundas das inovações tecnológicas é fundamental fazer um planejamento adequado. Além de selecionar os fornecedores e ofertar treinamentos para parceiros e colaboradores, os líderes precisam conhecer profundamente as necessidades da empresa. Ao implementar as novas tecnologias, não deve-se desativar todas as soluções já utilizadas ao mesmo tempo.

Os sistemas anteriores terão que ser substituídos de forma gradual com o acompanhamento da adaptação dos usuários. Com isso, será possível retornar ao uso da solução antiga até que seja identificada uma alternativa viável. Se você decidir fazer grandes investimentos em tecnologia sem avaliar a capacitação dos colaboradores, poderá desperdiçar recursos e enfrentar diversos contratempos.

Provavelmente precisará optar entre treinar os funcionários enquanto as suas funções ficam paralisadas, ou fazer uma seleção de pessoas que já estejam preparadas para o manuseio das tecnologias. Não importa qual seja a escolha, vai gastar tempo e dinheiro para solucionar os problemas. O ideal é implantar gradualmente as soluções inovadoras e ir treinando as suas equipes.

Uma boa ideia é escolher os profissionais que sentem vontade de aprender sobre as inovações tecnológicas e treiná-los primeiro. Depois, eles vão transmitir o conhecimento obtido aos colegas de trabalho que assimilarão os novos métodos durante a rotina. Consequentemente, haverá colaboração entre os integrantes dos times e um esforço conjunto para a adoção das novidades.

Qual é a importância de executar um processo de implementação de novas ferramentas bem estruturado?
Toda empresa de sucesso reconhece o papel de destaque que a tecnologia pode ter para a criação de serviços e processos mais inteligentes. Ao longo dos últimos anos, o uso da TI se tornou fundamental para auxiliar empreendimentos de vários setores a otimizar seu ambiente de trabalho por meio de benefícios como a redução de custos, a integração de equipes e o aumento da automação.

Mas, para que a empresa possa realmente aproveitar os benefícios de uma ferramenta de TI, é fundamental que a implementação de tecnologia seja feita com cuidado. É preciso avaliar corretamente uma série de fatores que possam garantir baixo risco sobre o retorno obtido com o investimento e mitigar a possibilidade de a solução apresentar uma performance abaixo da esperada.

Uma solução para o gerenciamento integrado de projetos, por exemplo, deve ser integrada ao ambiente operacional considerando fatores como a segurança digital, o seu uso pelos diferentes times internos e as normas da empresa.

Isso auxilia o time de TI a realizar uma instalação mais robusta, capaz de evitar cenários de risco e entregar ao usuário uma aplicação eficiente e alinhada com as suas necessidades. Dessa forma, o resultado obtido com a ferramenta sempre será o melhor possível.

Quais são os passos necessários para implementar tecnologias com qualidade?
Como apontamos, integrar tecnologias ao ambiente de trabalho exige cuidados. A empresa precisa estar preparada para evitar cenários de risco e garantir que a solução tenha uma boa performance em médio e longo prazo. Veja abaixo os 14 passos para conseguir realizar esse feito e integrar a TI ao seu dia a dia sem problemas!

1. Defina qual tecnologia será utilizada
A definição de qual tecnologia será implementada deve ser feita preliminarmente. Em algumas situações, esse ponto exige a montagem de uma equipe interna, que ficará incumbida pela definição da solução que será utilizada.

Essa solução pode ser um sistema de gestão empresarial, uma nova metodologia de desenvolvimento de produtos, um novo planejamento e controle da produção ou até mesmo a utilização de novas ferramentas de automação de escritórios.

Implantações de ERP (Enterprise Resource Planning) exigem que todo um estudo de aderência do produto às características da empresa seja feito antes da tomada de decisão de qual sistema deve ser adquirido.

2. Faça uma ampla divulgação
Feita a escolha da nova tecnologia, o próximo passo é informar todos os colaboradores do que será implantado e os seus reflexos no dia a dia.

Deve-se utilizar todos os canais de comunicação disponíveis na empresa. Palestras são uma boa opção, pois permitem que as pessoas façam perguntas acerca do novo cenário que se aproxima.

Utilize os quadros de aviso, intranet, jornais internos e e-mails para atingir o máximo de pessoas. Seja o mais transparente e abrangente possível, evitando que conversas da “rádio-peão” minem a sua estratégia. Não deixe perguntas sem resposta e seja bastante seguro em seus argumentos.

Dê um nome especial para o projeto de implantação e utilize-o em todas as divulgações. Tenha o hábito de apresentar o cronograma de implantação com o seu status, em datas predeterminadas para tal.

3. Revele os ganhos
Apresente os ganhos que serão auferidos. Normalmente, são diferenciais produtivos ou de melhoria da qualidade. Eventualmente, a redução de custos também pode ser alcançada, mas é preciso avaliar todas as variáveis antes dessa revelação.

Não vincule a tecnologia à redução da mão de obra. Na atual situação nacional, com alto nível de desemprego, essa correlação poderá trazer insegurança à equipe e gerar um alto nível de resistência à mudança.

Mostre alguns exemplos de outras empresas que passaram por situação similar e enfatize que os propósitos são sempre de melhoria nos processos e nas atividades operacionais e gerenciais.

4. Escolha seus auxiliares internos
Escolha, dentro de sua equipe, aqueles colaboradores que são mais abertos e curiosos em relação à absorção de novas tecnologias. Pegue-os como parceiros ou como usuários-chave que o auxiliarão com os outros funcionários.

Caberá a esses parceiros agir como facilitadores para a divulgação, sensibilização e adaptação nos diversos setores da companhia.

5. Realize treinamentos
Realize treinamentos específicos, sejam eles de operação, sejam de gestão da tecnologia, para todos os colaboradores que efetivamente vão interagir com as novas ferramentas. Alguns usuários serão treinados apenas nas operações básicas, mas outros deverão ser preparados com conhecimento profundo do novo ambiente.

De nada adiantará a sua empresa adquirir um equipamento de última geração se não tiver, em seu quadro, uma pessoa que saiba operá-lo.

É fundamental que, durante o período de treinamento, os colaboradores estejam totalmente liberados para participar das atividades educacionais. Todos os envolvidos têm de aproveitar o máximo possível dos cursos.

6. Contrate consultores externos
Uma boa política é contratar consultores externos, de empresas especializadas, que tenham experiência e expertise na implantação de novas tecnologias. Eles podem ajudar na condução dos trabalhos tanto no que se refere à parte técnica quanto à parte comportamental.

Normalmente, esses consultores trazem também as melhores práticas que estão sendo utilizadas em outras empresas e em outros países — e que colaboram para o dia a dia das pessoas.

Os fornecedores de hardware e software voltados para soluções corporativas contam com uma equipe especializada para a implantação. Porém, sempre é interessante que exista um ou outro consultor específico e autônomo, que possa auditar e diagnosticar possíveis falhas na condução do projeto.

Esses profissionais são conhecidos como consultores de qualidade e devem acompanhar todas as etapas da implementação. O sucesso depende muito de sua participação e envolvimento.

7. Inclua a gestão de mudanças
Um dos objetivos que podem ser alcançados com a participação de consultores externos é a gestão de mudanças. Esse assunto é de fundamental importância, pois está intimamente ligado às alterações que ocorrerão no cotidiano das pessoas.

Para tal, é primordial uma comunicação eficiente e a realização de eventos com a presença das equipes de implantação e os usuários que terão a responsabilidade de prosseguir com a operação da nova tecnologia.

8. Defina metas e objetivos
Defina metas e objetivos não só para a implementação da nova tecnologia, mas também para o pós-implantação. Determine alvos factíveis de maneira que tragam incentivo e motivação para serem atingidos. Metas de difícil alcance acabam servindo como um fator inibidor e atrapalham mais do que ajudam.

Crie mecanismos de premiação de metas alcançadas e estimule a meritocracia como um diferencial de sua organização. Esse novo modelo de gestão tem trazido grandes benefícios tanto para as corporações quanto para os colaboradores.

As empresas conseguem melhores resultados e os colaboradores são recompensados de várias maneiras. Essa é mais uma forma de manter a equipe focada, engajada, motivada e preparada para futuras mudanças.

9. Mostre que a tecnologia não substituirá ninguém
Para obter sucesso na implementação das novas tecnologias, é preciso enfatizar que elas não vão substituir os colaboradores. Caso contrário, eles vão resistir ou tentar boicotar o uso delas para garantir a sua vaga de trabalho. Reforce que o objetivo da mudança é a facilitação das atividades e a automatização dos processos para eliminar a resistência às alterações.

Explique que as soluções são complementares, eliminando os medos e as dúvidas dos funcionários envolvidos. Antes de iniciar os procedimentos para implantar os sistemas, fale abertamente com os colaboradores deixando-os cientes do que está sendo planejado e de que eles serão preparados para manusear essas ferramentas. Dessa maneira, todos estarão mais preparados para lidar com as modificações.

10. Identifique os profissionais mais empolgados com as novas tecnologias
Observe os funcionários para encontrar aqueles que estão mais acessíveis à aceitação dos novos desafios. Analise o perfil e encontre aqueles que serão peças chaves para iniciar a implementação das inovações tecnológicas na empresa. Essas pessoas conseguem se adaptar facilmente às modificações, aprendem rapidamente e transmitem as novidades para os colegas, permitindo o êxito das estratégias.

11. Conscientize sobre a importância da mudança
Deixe claro que não haverá demissões após a implementação das tecnologias. Os colaboradores, conscientes de que ninguém perderá o emprego, vão ficar mais abertos às mudanças, já que as máquinas normalmente substituem pessoas em empresas de todos os segmentos. Se eles entenderem que a instituição precisa se atualizar para não perder espaço no mercado e encerrar as atividades, estarão mais dispostos a cooperar.

Divulgue as soluções selecionadas e as alterações que vão acontecer nas rotinas das pessoas para otimizar a capacidade produtiva. Prepare algumas palestras para mostrar as etapas, os métodos de implementação e os procedimentos relacionados aos trabalhos. Aponte a importância de contar com os benefícios advindos de sistemas atualizados que promovem melhorias na vida dos funcionários e gestores.

12. Ofereça suporte
Os investimentos em tecnologia englobam a oferta de capacitação aos colaboradores. Sendo assim, inicie com treinamentos para que eles se adaptem às alterações dos procedimentos externos e internos da empresa. Geralmente o suporte não exige muito tempo ou investimentos, desde que as pessoas queiram aprender a usar os novos sistemas e logo estarão trabalhando de forma ágil e eficiente.

13. Ouça a opinião da equipe
Você pode criar reuniões para tratar desses assuntos com maior transparência e possibilitar o diálogo entre os grupos. Faça com que as equipes se sintam parte das mudanças, peça sugestões de ferramentas, envolva-os de modo que os integrantes percebam que também estão decidindo colaborar pelo futuro da empresa. Apresente o plano de ação por meio de uma comunicação efetiva e não permita que informações erradas sejam divulgadas.

14. Monitore os resultados
Use ferramentas de gestão para monitorar o desempenho dos colaboradores e os resultados das atividades. Elas serão muito úteis para solucionar dificuldades e identificar gargalos financeiros e operacionais que estejam prejudicando a lucratividade. O sistema de gestão ajuda os empresários a superarem as expectativas dos clientes, a evitarem falhas e retrabalhos.

Quais são as tecnologias que a empresa pode utilizar para aumentar o seu nível de inovação?
Para implementar tecnologias que sejam funcionais e que possam produzir vantagem competitiva para a empresa, o gestor deve estar atento às principais tendências do mercado. Veja abaixo quais são as soluções que podem ser utilizadas pelo seu negócio para gerar melhores resultados em áreas como a gestão de projetos e o atendimento ao consumidor!

1. Cloud storage
A computação na nuvem trouxe uma série de impactos positivos para as empresas. Ao investir no cloud computing, negócios ganharam mais mobilidade, capacidade de atender rapidamente a demandas do mercado e meios para eliminar o desperdício de recursos.

Parte disso se dá por meio do investimento no cloud storage. Nesse serviço, a companhia pode armazenar um conjunto de dados em um ambiente de nuvem, reduzindo os gastos com armazenamento e melhorando o nível de integração entre as equipes.

Durante um projeto corporativo, por exemplo, os profissionais poderão trocar informações rapidamente. Com um único clique, é possível definir o que será compartilhado e o nível de privilégios que o receptor terá para ler os dados. Assim, a companhia conseguirá trocar informações estratégicas rapidamente sem que os profissionais fiquem expostos a falhas de segurança.

2. Sistema de gestão de projetos
O sistema de gestão de projetos é uma ferramenta integrada para que o gestor possa organizar todo o fluxo de tarefas em cada etapa de modo centralizado. Nele, é possível verificar em tempo real indicadores de performance, a aderência da equipe a prazos, se existem pontos que demandam atenção e todos os que estão envolvidos.

O uso de uma solução de TI para gerenciar o projeto auxilia na manutenção de um fluxo de trabalho de alta performance. Do escopo do projeto aos prazos, tudo será gerenciado com precisão e integração. Assim, a companhia poderá evitar riscos e entregar o melhor resultado possível sempre.

3. ERP
O ERP é um sistema de gestão que pode ser integrado a todos os processos corporativos do negócio. Ele auxilia no gerenciamento centralizado de rotinas como a emissão de notas fiscais, a gestão de ativos, a troca de dados entre equipes e o controle das fichas de cadastro de profissionais.

Diante do seu alcance, o uso do ERP pode ser visto como uma forma de otimizar o trabalho de vários setores. A troca de dados entre equipes será mais ágil, precisa e segura. Além disso, o maior nível de automação, junto à maior precisão dos dados, evitará riscos de segurança e problemas causados por falhas na troca de informações.

4. CRM
O tratamento que o negócio dá a clientes é algo fundamental para garantir o seu sucesso. Quando a empresa acompanha demandas dos consumidores com cuidado e tem um atendimento bem estruturado, ela pode fidelizar mais pessoas e, assim, garantir receitas no futuro (mesmo que problemas ocorram).

Justamente por isso, muitas empresas buscam implementar tecnologias que possam otimizar o atendimento ao consumidor. Uma delas é o CRM (Customer Relationship Management, ou Gestão de Relacionamento com o Consumidor, em uma tradução direta), um software que permite a gestão unificada de todos os dados do consumidor e do seu histórico com a companhia.

Por permitir o acesso e a modificação de cada dado sobre o relacionamento do cliente com a marca em um único local, o CRM é um software crítico para melhorar o atendimento.

Graças a ele, os profissionais poderão escolher rapidamente a melhor forma de atender à demanda do consumidor, agilizar rotinas e melhorar a qualidade do seu trabalho. Como consequência, o cliente sempre terá uma experiência de alta qualidade.

O investimento no setor de TI já é reconhecido por grande parte do mercado como uma forma de tornar qualquer negócio mais eficiente e conectado às suas demandas. Ter uma infraestrutura de TI alinhada a elas auxilia a companhia a atingir melhores resultados em médio e longo prazo, graças ao aumento do nível de performance e inovação de todas as equipes.

Ao implementar tecnologias com cuidado, a empresa consegue integrar times, reduzir o número de erros, diminuir os gargalos operacionais e direcionar as suas estratégias com maior uso de dados. Assim, será possível tomar decisões de qualidade, evitar riscos e garantir que todas as demandas sejam atendidas rapidamente, pontos fundamentais para se tornar um negócio de sucesso no mercado atual.

Quais são os erros comuns no processo de implementação de novas tecnologias que devem ser evitados?
Na hora de implementar as novas tecnologias, os gestores devem ficar atentos para evitar alguns erros que são bastante comuns. Planejar a implantação de novos sistemas com pressa, fazer parcerias duvidosas e subestimar a segurança das informações são falhas que não podem acontecer, pois elas colocam em risco a saúde dos negócios. Veja outros erros que devem ser evitados:

falta de alinhamento das estratégias do negócio com os recursos tecnológicos;
treinamentos insuficientes;
ausência de estratégia de gerenciamento de softwares;
aquisições desnecessárias;
realização de parcerias inadequadas;
adquirir novas tecnologias que deixam os dados desprotegidos;
fazer mudanças repentinas sem observar os manuais de boas práticas.
Enfim, agora você já sabe como preparar a equipe para a implementação de novas tecnologias. A Project Builder oferece um software de gerenciamento de projetos que possibilita a organização ágil de todas as informações empresariais e a disponibilização em nuvem para acesso de qualquer lugar e a qualquer momento. Ele conecta os setores operacionais, táticos, estratégicos, além de integrar as pessoas!

Deseja obter mais informações sobre tema? Fale conosco e tire todas as suas dúvidas com profissionais especializados!

plano de ação

Como fazer um plano de ação e qual a sua importância para uma empresa?

Quem age dentro da zona de conforto produz resultados, no máximo, comuns. Já quem implementa ações diferenciadas como consequência de um planejamento bem-feito, alcança resultados extraordinários. Walt Disney já sabia disso há tempos, dizendo que gostava do impossível “porque lá a concorrência é menor”. Mas para ultrapassar a linha do trivial é preciso ter um plano de ação. Você por acaso sabe como fazer um plano de ação?

Segundo o pesquisador Josué Campanhã, mais de 50% dos planos morrem exatamente porque seus gestores não sabem exercer a função de controle, tampouco o que fazer quando as coisas começam a dar errado. Logo, é importante buscar boas ferramentas de trabalho e ficar atento às principais tendências.

Foi pensando nesses desafios que preparamos este post, trazendo algumas recomendações fundamentais para quem deseja entender como fazer um plano de ação efetivo, que impacte o desempenho e a produtividade da equipe, especialmente no desenvolvimento de projetos. Vamos lá?

O que é um plano de ação e para que ele serve?

Como seu próprio nome explica, um plano de ação é um projeto que serve para consolidar informações acerca de um determinado objetivo, pautado em necessidades urgentes em um cenário atual. Nele, são especificadas todas as atividades para concretizá-lo, o que inclui também recursos físicos, financeiros e humanos necessários.

Essa é uma ferramenta importante para a tomada de decisões de uma empresa ou até mesmo de um indivíduo em relação a sua função no trabalho. Isso porque ela garante mais precisão e ajustes rápidos, caso algum problema aconteça. Quando o plano de ação é bem desenvolvido, ele pode até mesmo servir como base para um planejamento estratégico.

O plano de ação pode ser executado tanto por profissionais que desejam atingir alguma meta em sua carreira ou para empresas que precisam colocar em prática soluções complexas. Ele ainda é recomendado para alcançar essas soluções a curto prazo, o que não impede de ser usado em situações com prazo mais folgados.

Por fim, ele possibilita que os executores sigam uma sequência de tarefas claras e lógicas. Desse modo, é possível concretizar objetivos de maneira mais rápida e prática, e com mais chances de sucesso imediato.

O principal desafio de fazer um plano de ação está em conquistar os envolvidos e mantê-los entusiasmados para que contribuam para o sucesso da operação. Que, por sua vez, pode ter diferentes níveis de complexidade e urgência, que devem ser atendidos conforme planejamentos, cronogramas e demais exigências que sua execução determina.

Por que fazer um plano de ação?

Kotler dizia que “os objetivos são a expressão do caminho que a organização pretende seguir e a estratégia é o projeto final para se chegar lá. A estratégia, portanto, é o plano de batalha”. A verdade é que, sem um plano de batalha, é simplesmente impossível vencer uma guerra.

No universo corporativo, com diversos estreantes no mercado diariamente, altos custos de produção e formação de um novo perfil de consumidor — que é cada vez mais exigente, menos fiel a marcas e com maior conhecimento de suas possibilidades de compra — não ter uma bússola para alcançar a visão da empresa significa assinar sua certidão de óbito.

Sem informações realmente confiáveis e possibilidades de execução, qualquer atividade de planejamento se transforma em mero exercício de futurologia. É justamente por isso que as empresas vencedoras seguem com rigor os seus planos de ação: uma listagem detalhada de todos os atos necessários para se atingir determinado objetivo.

A importância da estratégia está ligada às características dos empreendimentos de hoje. Com o crescimento natural do negócio, da quantidade de colaboradores envolvida em cada iniciativa, bem como da complexidade das funções, passa a ser imprescindível gerenciar adequadamente um plano de ação.

Ora, o inevitável processo de delegação, sem um roteiro a ser transmitido à equipe, deixa a empresa à mercê de iniciativas individuais. Elas, por sua vez, podem se afastar de padrões, preceitos, estratégias e metodologias valorizados pela organização. Resumindo: uma equipe sem um plano de ação nada mais é que um aglomerado de marinheiros sem bússola ou mapa de navegação, inevitavelmente se conduzindo ao naufrágio ou à deriva.

O que esse plano deve conter?

O processo de operacionalização dos objetivos deve mostrar com o máximo de clareza:

Objetivo final a ser alcançado

O primeiro item do plano de ação a ser considerado é o objetivo final a ser alcançado. Procure deixar esse conceito muito bem detalhado, com motivos pelos quais ele foi escolhido, previsão de conclusão e o que ele terá a acrescentar naquele momento.

Assim, na hora de apresentar o plano para a equipe, será possível ter uma visão completa sobre o que deve ser feito. Isso ajuda na motivação, no engajamento, e fornece material para que as ações sejam desenvolvidas de forma consistente e precisa.

Passos a serem trilhados, em sequência, para alcançar esse objetivo

Em seguida, é importante listar em sequência quais passos devem ser trilhados rumo ao objetivo. Mais uma vez, as atividades devem estar registradas de maneira clara, como um guia, não apenas para que cada um saiba o que fazer, mas para que não haja dificuldades desnecessárias nesse trajeto.

Aqui, é possível incluir fontes, dados, parceiros e qualquer outro recurso que possa ajudar na conclusão das tarefas. Assim, ficará mais simples encontrar alternativas variadas para uma execução satisfatória, sem desperdício de tempo.

Lógica na realização dessas atividades

Algumas etapas do plano de ação podem ser mais difíceis de colocar em prática do que outras. Diante disso, é preciso estabelecer uma relação lógica entre elas para que tudo dê certo. Um bom exemplo disso é quebrar tarefas maiores em processos menores, para facilitar a execução e o gerenciamento.

Isso faz com que a equipe consiga se organizar melhor e não se sinta intimidada pelo desafio. Também é importante colocar ordem na execução para que a tarefa não se perca em meio a suas fases e seja realizada do jeito correto, sem falhas ou esquecimentos.

Prazos de início e fim de cada atividade

Diante disso, é também de suma importância colocar prazos de início e fim para as tarefas e seus pormenores. Essa questão não deve ser encarada como uma maneira de colocar pressão nos colaboradores responsáveis. Pelo contrário, é apenas algo que possibilita um monitoramento mais acertado.

Impasses e problemas acontecem e é normal quando algum atraso ocorre. No entanto, quando se tem os prazos bem estabelecidos, fica mais fácil contorná-los, ganhar mais tempo quando outro processo é executado mais rápido e assim por diante.

Responsável pela execução de cada etapa

Outro ponto indispensável no plano de ação é delegar um responsável para cada etapa. Se necessário, esse responsável pode ter outros colaboradores que auxiliem na tarefa, de modo a atuar como um líder. No entanto, isso também deve ficar devidamente detalhado na documentação, para que as tarefas não se percam em meio a quantidade de pessoas envolvidas.

A partir disso, o gestor consegue saber qual etapa está em andamento e pode pedir feedback para o colaborador certo a respeito. Além de ser um ótimo meio de acompanhar a produtividade da equipe e facilitar a visualização dos projetos de modo geral, o que permite até mesmo a execução de mais de um plano de ação ao mesmo tempo, a depender das circunstâncias.

Recursos envolvidos na materialização de cada tarefa

Agora, é hora de desenvolver recursos que podem ajudar a materializar a tarefa. Como, por exemplo, itens de ação, cronogramas e qualquer outro tipo de representação visual do plano. Também é o momento de separar recursos financeiros e encaminhá-los para uso, e separar os recursos físicos necessários.

Tudo isso ajuda a priorizar processos e trazer mais qualidade para o que está sendo executado. Além de servir como uma determinação acerca do que se tem disponível para utilizar. Assim, em caso de necessidade, é mais fácil fazer novas solicitações ou trabalhar para angariar mais recursos.

Metas intermediárias a serem atingidas ao final de cada atividade

Os objetivos finais são importantes, mas é preciso determinar também metas intermediárias assim que cada atividade terminar. Estabeleça metas alcançáveis e mensuráveis, para possibilitar bons resultados e fazer com que a equipe não perca o fôlego pelo caminho.

É interessante compartilhar essas metas e seus resultados com a equipe, para que ela entenda também em que ponto está o plano de ação naquele momento. Descobrir, enfim, ao que deve dar mais atenção para que o objetivo final seja finalmente atingido.

Indicadores que serão usados como base no processo de avaliação de resultados, retroação e correção dos rumos da empresa

Por último, mas não menos importante, lembre-se de pautar seu plano de ação em indicadores. Eles devem ser divididos, durante o processo de avaliação de resultados, em pontos de evolução, retroação e correção dos rumos da empresa, para que você perceba quais foram seus efeitos no cenário atual.

Eles devem ser acompanhados e monitorados com frequência. É bom registrar um histórico completo por etapas e tarefas até chegar ao objetivo final. Dessa forma, ficará mais fácil entender o que é preciso mudar, melhorar ou manter em próximos planos, ainda que as situações de aplicação sejam diferentes.

Por isso mesmo, é importante elaborar um checklist com esses itens para avaliar se as ferramentas utilizadas foram efetivas em auxiliar na criação de um bom plano. A seguir, veremos uma série de práticas que permitem dar conta desses critérios e reduzem a lacuna entre o planejamento estratégico ideal e o realizado na sua empresa.

Quais são os erros mais comuns?

Ao pensar em como fazer um plano de ação, é preciso tomar bastante cuidado para não incorrer em alguns equívocos muito comuns, cometidos até mesmo por gerentes de projeto experientes. Entre outras palavras, as atividades abaixo são figurinhas carimbadas na lista de tropeços mais cometidos:

  • concentrar muitas atividades em um curto espaço de tempo, sobrecarregando a equipe;
  • superestimar os recursos disponíveis;
  • ignorar passos importantes para o alcance dos objetivos finais;
  • misturar a sequência de etapas;
  • não detalhar suficientemente as atividades.

Então, melhor já ir pensando nas respectivas providências para não entrar para a estatística de insucesso, certo?

Como fazer um plano de ação?

Um plano de ação normalmente é realizado com a aplicação da técnica 5W2H, que consiste, em linhas gerais, na realização de um checklist de determinadas atividades, por meio das seguintes palavras-chave:

  • What: o que será feito (etapas);
  • Why: por que será feito (justificativa);
  • Where: onde será feito (local);
  • When: quando será feito (tempo);
  • Who: por quem será feito (responsabilidade);
  • How: como será feito (método);
  • How much: quanto custará fazer (custo).

A partir daí, é possível seguir os seguintes passos para elaborar um plano de ação:

  • definir onde se quer chegar (objetivo);
  • compreender e saber transmitir aos colaboradores por que esse objetivo deve ser alcançado;
  • materializar os caminhos para atingir os objetivos por meio de metas que devem ser definidas em conjunto com a equipe (administração por objetivos);
  • elaborar uma lista de ações para cada meta, o que pode ser feito com técnicas de compartilhamento de ideias, como o brainstorming;
  • preparar um cronograma com prazos bem delimitados para a conclusão de cada etapa por cada membro da equipe;
  • atribuir as responsabilidades, delegando tarefas (quem será responsável por fazer cada atividade e a quem se reportará?);
  • alocar recursos, delineando detalhadamente o total e quanto há de verbas para a consecução de cada atividade (lembre-se de que escopo, prazo e recursos são fundamentais para o sucesso de qualquer projeto);
  • identificar possíveis problemas, fazendo um diagnóstico completo de tudo o que pode dar errado ao longo do processo (pode ser conseguido, por exemplo, com a matriz SWOT);
  • desenvolver estratégias para acompanhar a evolução, monitorando o progresso permanentemente;
  • implementar efetivamente o plano.

Como fazer um plano de ação com a PDCA?

Como os cenários vêm mudando de forma cada vez mais rápida, a gestão precisa lidar com as dificuldades e com a possibilidade de o plano perder validade com o passar do tempo. Isto é, se gradativamente a realidade para a qual a estratégia foi pensada muda, aos poucos, o plano de ação perde sua fatualidade e torna-se inadequado para orientar os colaboradores.

Para lidar com esse desafio, os processos de retroalimentação e ajuste são fundamentais. É preciso atuar com rotinas para perceber o que acontece no momento e, com o aprendizado, melhorar a estratégia continuamente, a fim de manter a eficácia no longo prazo.

Nesse modelo de trabalho, o circuito PDCA se mostra uma ferramenta indispensável porque estabelece um conjunto simples de etapas para nutrir a tomada de decisão com feedback. A partir de então, os responsáveis podem realizar adaptações periódicas, sempre com o diagnóstico mais recente da situação, além de padronizar acertos e corrigir erros.

A aplicação consiste em dividir as atividades em quatro etapas. Veja abaixo.

Planejar (to plan)

Analisar cenários e estabelecer objetivos, metas, estratégias, ações, indicadores etc.

Execução (to do)

Colocar o plano em funcionamento, cumprindo as diretrizes propostas.

Checagem (to check)

Acompanhar e controlar a execução, cobrando o cumprimento dos padrões e levantando dados sobre o desempenho do plano de ação.

Ajustar (to adjust)

Adaptar o plano para corrigir erros e padronizar acertos, bem como para lidar com mudanças de cenário.

A ideia é que as quatro etapas sejam repetidas diversas vezes até que o objetivo esteja concluído. A cada ciclo, o plano é melhorado com feedbacks importantes para manter sua validade diante das circunstâncias e torná-lo mais efetivo.

Quais são as melhores práticas para fazer um plano de ação?

Ao lado das ferramentas, existem uma série de ações simples que podem contribuir com os planos da sua empresa. O objetivo deste tópico é apresentar 6 dicas nesse sentido. Confira!

Elabore um plano de ação do princípio

Estabeleça as diretrizes mais gerais do projeto antes de começar, como os itens da 5w2h já mencionados. A partir deles, será possível delimitar o que é importante nos demais planos e alinhar objetivos gerais e específicos. Muitas vezes, as pessoas só pensam no planejamento quando os problemas já foram implementados, e o ideal é se antecipar.

Coloque o plano de ação no papel

Utilize-se de elementos para visualizar o plano fora da sua cabeça. Pode ser um documento de texto, planilha, mapa mental, rascunho ou qualquer recurso que você se sinta à vontade para trabalhar as informações. Com isso, além de liberar sua memória, você facilita o compartilhamento das informações com colegas.

Tome cuidado com estimativas

Seja moderado ao pensar as condições para que o plano de ação concretize os objetivos. O excesso de otimismo é um dos fatores que mais levam a estratégias descoladas da realidade. Logicamente, sempre procure embasar as estimativas em dados.

Trabalhe a gestão da mudança

Considere quais são os incentivos e como engajar os colaboradores. O motivo é que mudanças causadas por novos planos, como reorganização de times, alterações de rotinas e fixação de metas, geram resistência, e você precisará de uma estratégia para enfrentá-la.

Não se torne o gargalo do projeto

Distribua responsabilidades e delegue tarefas. Especialmente na gestão de projetos, se todas as ações precisarem da atuação direta do líder, o andamento estará constantemente bloqueado à espera de uma decisão. O segredo é mesclar a atuação do gerente com a autonomia dos colaboradores para que o fluxo só seja interrompido quando for imprescindível.

Estabeleça objetivos claros

Cuide para que as diretrizes sejam claras. Para isso, é comum a aplicação da metodologia SMART, segundo a qual toda meta deve ser específica (specific), mensurável (measurable), atingível (attainable), relevante (relevant) e temporalmente definida (time-based).

Outra dica é organizar as metas em um diagrama no modelo do balanced scorecard, a fim de tornar compreensível as relações de causa e efeito entre os objetivos relacionados ao aprendizado e crescimento, processos internos, clientes e finanças.

Qual a importância de um software de gerenciamento?

É bastante improvável que um gestor consiga controlar todas as variáveis com a excelência desejada sem o auxílio de um software de gestão de projetos. Afinal, uma solução em gerenciamento de projetos automatiza algumas tarefas do cotidiano, disparando lembretes de prazos, mostrando por meio de um dashboard se há membros da equipe ociosos ou sobrecarregados, qual o atual percentual de dispêndio de recursos, quais são as previsões estatísticas de custo total do projeto e assim por diante.

Receber dados sobre a evolução do time em tempo real e dispor de relatórios com análise de indicadores de desempenho são enormes diferenciais que separam a adivinhação fracassada da execução de excelência. Além disso, ao utilizar o PDCA, as atividades de checagem e ajuste serão facilitadas pelas informações obtidas com a tecnologia.

Outro ponto importante é a disponibilidade. Se houve uma mudança no plano, é importante que todos os profissionais tenham acesso à alteração, ou não seguirão na direção correta. Ter uma comunicação centralizada e compartilhada facilita o trabalho.

Pense, portanto, o software como a ferramenta para realizar a gestão da informação em todas as etapas, do planejamento ao ajuste com base em feedbacks.

Como aplicar o plano de ação no planejamento e gestão da empresa?

Tanto como fazer um plano de ação, é importante entender as suas aplicações em uma empresa. Assim, os profissionais podem ser mais efetivos e evitar o erro de transformar o planejamento em mera formalidade.

Adapte o plano ao nível

Um primeiro ponto é sempre considerar a abrangência. Existe o uso em nível estratégico, tático e operacional. Além disso, mesmo projetos podem ter planos mais gerais, como o do princípio, e mais específicos, como aqueles voltados para cumprir etapas específicas do cronograma.

Alinhe planos gerais e específicos

Outro é buscar a sintonia entre diferentes níveis de planejamento. Não dá para o plano de ação estratégico seguir a direção “A”, o RH treinar para “B” e a gestão de projetos aprovar propostas voltadas para “C”.

Faça ajustes incrementais

Por fim, ao aplicar o plano de ação, é importante realizar ajustes para manter a validade. No entanto, é preciso tomar cuidado com a forma. Se você altera um plano geral, automaticamente, influenciará os específicos. Logo, melhore pouco a pouco para não correr o risco de quebrar o sistema.

Ao utilizar a ferramenta com esses cuidados e com as diversas práticas descritas ao longo do conteúdo, saber como fazer um plano de ação será um importante acréscimo às suas competências de gestor e à sua capacidade de gerar valor para a empresa. Portanto, avalie suas necessidades no momento, defina recursos disponíveis e comece a construir o seu plano quanto antes para melhorar resultados e alcançar objetivos que farão toda a diferença para o desenvolvimento da empresa.

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