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Como funciona a gestão de custo empresarial?

Um bolo macio e molhadinho demanda uma receita bem escrita. Para desfrutar da guloseima, é preciso que você garanta a limpeza da sua bancada de trabalho, o tempo necessário, o funcionamento de seus eletrodomésticos e, principalmente, a disponibilidade de ingredientes de boa qualidade. De maneira semelhante, o sucesso de uma empresa depende de uma gestão de custo empresarial criteriosa.

Quer saber quais são os cuidados essenciais para organizar a sua gestão empresarial e fazer uma boa gestão de custos? Acompanhe o post!

Por que fazer gestão de custo empresarial?

Uma gestão de custos eficiente é o que leva empresas para o caminho do sucesso financeiro. Oferecendo dados importantes sobre a rentabilidade da organização e o seu desempenho no mercado, ela também auxilia no planejamento, no controle e na formatação das operações da companhia.

Um controle de custos eficiente é uma medida usada para a manutenção da saúde financeira e organizacional de uma companhia. Sem uma boa gestão de custo empresarial, o planejamento da empresa é gravemente afetado, o que acarreta na queda de produtividade e dos resultados das equipes.

Vale lembrar ainda que o preço final de um produto ou serviço depende diretamente do quanto se investe para que ele seja concretizado. Sem uma boa gestão de custos, a empresa pode cair no risco de cobrar valores discrepantes, prejudicando o seu volume de vendas, a margem de lucro e o crescimento sustentável do negócio.

Como fazer uma boa gestão de custo empresarial?

Um controle eficiente depende de muita disciplina. Isso inclui a capacidade de analisar os procedimentos financeiros com regularidade, o registro e o detalhamento deles em planilhas, a organização desses dados, bem como a visualização de oportunidades de investimentos. Veja as dicas que reunimos a seguir.

Faça um mapeamento

Antes de pensar em reduzir seus custos, é preciso que você tenha conhecimento de como e onde são aplicados seus recursos. Com um mapeamento para examinar todo o seu processo produtivo, é possível verificar se há taxas de desperdício de matéria-prima ou se há softwares gerando problemas para a equipe, por exemplo.

A identificação de possibilidades pode levar a estratégias inteligentes. Empresas podem economizar recursos preciosos ao instalarem torneiras e descargas mais eficientes, por exemplo.

Para um mapeamento inteligente, é preciso que você segmente os valores aplicados em três seções: custos, despesas e gastos, conforme mostraremos nos tópicos seguintes.

Entenda quais são os seus custos

Custo é todo o valor que você precisa investir para ter seu produto ou serviço finalizado. Ele inicia ou continua o movimento de suas atividades na empresa. Portanto, ele é proporcional à quantidade produzida: quando aumentamos a produção, aumentamos os custos.

Entender qual é a distribuição correta dos valores denominados como custos é o que permite a determinação do preço de custo, do valor-base para calcular o valor de venda e da sua margem de lucro.

Entre os seus custos, estão os valores relativos a:

  • fretes;
  • salários de colaboradores envolvidos na produção e na venda;
  • matérias-primas;
  • comissão sobre as vendas;
  • custos de estoque;
  • encargos sociais (INSS e FGTS);
  • impostos que incidem sobre as vendas (PIS, COFINS, IPI, ICMS E ISS);
  • taxas de cartão de crédito, entre outros.

Os custos podem ser subdivididos em duas categorias: diretos e indiretos. Os diretos são diretamente ligados ao produto, incluindo materiais e mão de obra direta, constando no cálculo da produção. Os custos indiretos não estão ligados a produtos e serviços específicos, e abrigam investimentos em mão de obra indireta e materiais aplicados nessas atividades (ex.: vigilantes e lanternas).

Compreenda quais são as suas despesas

As despesas são os valores aplicados para manter o funcionamento da empresa. Elas não mantêm uma relação uma ligação direta com os produtos e serviços, mas oferecem suporte e influenciam a lucratividade da organização.

Em geral, as empresas dividem as despesas em duas categorias: as fixas e as variáveis.

As despesas fixas incluem todas aquelas que não variam, tais como: manutenção de equipamentos, mobiliário, salários administrativos, dentre outros. Já as despesas variáveis variam de acordo com o volume vendido ou produzido pela empresa, e incluem a comissão de vendedores e horas extras.

Há ainda uma outra categoria útil: as despesas semifixas, também denominadas como semivariáveis. Aqui, encaixamos valores como o da energia elétrica, que apresenta um valor mínimo fixo e varia de acordo com a produção. Nesse caso, indica-se que a energia usada na área administrativa seja considerada como fixa (despesa), e a da produção como variável (custo, pois se relaciona ao processo produtivo).

Identifique gastos

Os gastos são os valores aplicados na produção e que não estão previstos no orçamento da empresa, tais como a manutenção de peças defeituosas e assistência técnica de emergência. Por não serem previsíveis, não podem ser repassados para o preço do produto ou serviço.

No momento de construir o seu relatório financeiro, é ideal que os gastos sejam separados. Afinal, eles são casuais, e a interferência deles no lucro de uma empresa é um evento pontual.

Envolva a sua equipe

Agora que você sabe como identificar seus custos, verificar suas despesas e gastos, é hora de entender se os valores estão dentro da média estabelecida no planejamento anual de sua empresa. Entenda que seus funcionários serão inevitavelmente afetados por suas políticas de gestão de custos. Por isso, é necessário que eles estejam envolvidos nessa tarefa.

A implantação de políticas de transparência melhora o engajamento de colaboradores, fazendo com que eles se sintam parte do crescimento da empresa e conscientizem-se de seus papéis no processo.

Uma boa sugestão para envolver os funcionários nessa tarefa é o oferecimento de premiações individuais para a economia. Uma ferramenta de colaboração em projetos pode auxiliar!

Faça um registro de todos os gastos, identificando os desnecessários e os investimentos que tenham resultado em um volume maior de vendas. A partir disso, você pode estabelecer metas palpáveis.

Verifique se há margem de contribuição

Após listar suas despesas e custos, compare o custo direto com o preço de venda do produto. Caso não haja margem de contribuição, ele não contribui para os custos indiretos. Essa margem de contribuição é o que permite pagar custos fixos e a formação de lucro, e pode ser calculada como:

margem de contribuição = preço de venda – custos diretos

Caso o preço de venda supere o custo direto, você pode distribuir os custos indiretos entre os produtos por meio de um cálculo de porcentagem de vendas e da divisão dos custos entre esses produtos.

Encontre o ponto de equilíbrio

Após ratear seus custos e definir sua margem de contribuição, identifique quantas unidades do produto, ou quantos serviços, têm de ser prestados, para balancear os valores das receitas e despesas.

Com esses passos, você define um preço de venda mais justo e tem maior probabilidade de sucesso com sua gestão financeira! Um plano de ação pode ser necessário!

Utilize a tecnologia

Uma gestão de custos criteriosa depende de bons recursos tecnológicos. Sistemas automatizados ajudam a classificar as compras da empresa com dados confiáveis e atualizados. Prepare a sua equipe para manter as informações atualizadas e registrar tudo que entra e sai da companhia!

Gostou de nossas dicas para fazer a gestão de custo empresarial? Leia também o que nós reunimos para o gerenciamento de custos de seu projeto!

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