Skip to main content
prince2

Veja aqui as vantagens de aplicar a metodologia Prince2!

Projetos são gerenciados com maior efetividade quando boas práticas comprovadamente eficazes são implementadas. Entre as metodologias que surgiram de tal constatação, está o Prince2. Já ouviu falar dele?

Esse método estruturado é útil a gerentes das mais variadas áreas – da construção civil ao desenvolvimento de sistemas –, promove a governança corporativa e gera economia de tempo e recursos, entre outros benefícios.

Quer saber mais sobre a metodologia? Confira, na sequência, seu conceito, sua utilidade, seus princípios, suas vantagens e dicas de aplicação.

O que é o Prince2?

Esse método foi desenvolvido no Reino Unido, em 1989, como solução para o gerenciamento de projetos em tecnologia da informação, sendo hoje amplamente utilizado nas mais variadas áreas. A nomenclatura vem de “Projects In Controlled Environments”, o que pode ser feito com base em 7 princípios, 7 temas e 7 processos.

Princípios

São orientações a serem tomadas para o projeto estar de acordo com o Prince2, com as tarefas sendo desempenhadas sempre conforme as seguintes bases.

  1. Justificativa contínua do negócio: recursos e esforços precisam estar amparados em uma necessidade dele;
  2. Aprender com a experiência: afinal, ela permite a visualização de gargalos, o reparo de falhas e o aproveitamento de oportunidades;
  3. Papéis e responsabilidades bem-definidos: a fim de não comprometer o andamento das tarefas por causa de atribuições cruzadas;
  4. Gerenciar por estágios: assim como uma empresa é dividida em departamentos, “fracionar” as etapas admite uma melhor gestão;
  5. Gerenciar por exceção: delegar tarefas entre níveis para que o gerente superior não precise lidar com cada empecilho ou desvio no planejamento;
  6. Foco em produtos: assim, as ações passam a ser orientadas para o resultado e não para as atividades;
  7. Adequar ao ambiente do projeto: afinal, o Prince2 pode ser desenvolvido em canteiros de obras, laboratórios, empresas alimentícias, têxteis ou de qualquer outro segmento.

Temas

São aspectos que devem reger sempre o planejamento e a execução das tarefas de um projeto, necessidades a serem averiguadas reiterada e integradamente, sendo elas:

  1. Business Case: envolve a razão da tarefa ou do processo, como investir no conserto de bugs em um software para melhorar a satisfação do usuário e, assim, gerar menos custo com manutenção do sistema;
  2. Organização: estruturar o projeto para a atribuição de responsabilidades e prestação de contas, afinal, cada valor despendido pelo cliente tem uma destinação específica;
  3. Qualidade: parâmetros sobre o nível do produto para atender às solicitações de quem solicitou o projeto;
  4. Planos: onde, como, por quem e quando a demanda será entregue;
  5. Risco: identificar, analisar e controlar as incertezas analiticamente;
  6. Mudança: identificar, analisar e controlar as alterações na linha de base;
  7. Progresso: avaliar se a execução acompanha o planejamento e gerenciar desvios.

Processos

Compreendem o ciclo de vida do projeto desde o seu início até o fechamento, fases entre as quais estão as de: direção, iniciação, controle de etapa, gerenciamento de entrega de produto e de limite de estágio — sendo essa a responsável pela revisão do estágio atual, redefinição do próximo e conferência do business case.

Quais são as vantagens do Prince2?

Com princípios, temas e processos bem-definidos, fica mais fácil estruturar um projeto do início ao fim, assim como lidar com as variações na execução em comparação com o planejamento. Veja outras benesses dessa metodologia globalmente reconhecida e adotada.

Otimização na gestão do tempo

Lembra-se do gerenciamento por exceção, um dos princípios do Prince2? Então, ele parte do pressuposto de que existe uma tolerância em escopo, qualidade, risco, prazo, custo e benefício, que pode ser suportada pelo gerente da área sem necessidade de que o superior hierárquico precise intervir para resolver a situação.

Por exemplo: se os gastos com alvenaria em um canteiro de obras forem superar em 10% a expectativa inicial, o responsável pelo setor pode lidar ele mesmo com a questão porque o valor previsto admitia extrapolação em até 15%. Isso evita que qualquer desvio na execução atrapalhe o planejamento e requeira a atenção do líder.

Melhoria na tomada de decisão

Com pontos flexíveis, o gestor consegue controlar sozinho as alterações na linha de base, além de se eximir de processos demorados e burocráticos, como reuniões com os superiores para reportar problemas e encontrar soluções. Essa autonomia é capaz de evitar atrasos ainda maiores no cronograma e o agravamento de conflitos.

Fortalecimento da governança corporativa

Estamos falando de um sistema replicável, útil a qualquer tipo de projeto, que segue os mesmos procedimentos e produz documentação igual. Além de ser mais fácil reafirmar a cultura organizacional utilizando um método de gestão de projetos estruturado, o Prince2 também facilita o trabalho da auditoria.

Consideração dos stakeholders

Os interessados no projeto (clientes, acionistas, sociedade, fornecedores e outros parceiros comerciais) são levados em conta em todos os níveis. Esse aspecto facilita o planejamento, integra a equipe, assegura o cumprimento do escopo e integra todos em um sistema de trabalho fluído.

Entender as necessidades dos stakeholders, seu papel e seus interesses admite a execução da tarefa em conformidade com o estabelecido e lhe dá propósito. Ainda, as partes entram no processo no momento certo e desempenham sua função com primazia.

Como aplicar o Prince2 na sua empresa?

Vale ressaltar que não é necessário ter certificação para utilizar o recurso em suas atividades organizacionais. Ainda, ela pode ser empregada em metodologias ágeis, com o Scrum, otimizando o desenvolvimento de produtos.

Suponha que o objetivo da sua empresa seja construir um condomínio fechado na região. Defina o business case e as responsabilidades, estabeleça limites de tolerância para gastos com acabamentos, por exemplo, a fim de não extrapolar em mais de 20% o orçamento total inicialmente previsto.

Avalie os riscos, como os acidentes de trabalho aos quais os pedreiros estão sujeitos, e as mudanças, como a necessidade de instalação elétrica em outro lugar por causa de uma viga, o que reflete no projeto de iluminação do imóvel.

A importância de contar com empresa especializada

O Prince2 tem aplicação específica conforme o projeto, sendo realizado com efetividade ainda maior quando a organização dispõe de um software de gestão de projetos de alta qualidade.

Contar com o amparo de uma empresa especializada como a Project Builder ajuda o gestor a planejar, executar e controlar seus processos de forma organizada. A informação fica armazenada, disponível de onde você estiver, e os dados obtidos são cruzados, gerando relatórios atualizados para amparar a tomada de decisão.

De tal forma, cronograma e recursos (como os financeiros) são melhores administrados enquanto você acompanha em tempo real o desempenho de cada colaborador e o avanço das tarefas. Os indicadores ajudam na análise e no controle, garantindo o cumprimento do escopo e evitando empecilhos.

O gerenciamento de projetos fica bem mais fácil quando você utiliza métodos comprovadamente eficientes, como o Prince2. Otimize sua gestão com softwares capazes de melhorar processos, metodologias laborais e a rotina de trabalho.

Gostou do assunto? Entre em contato com a Project Builder e veja as soluções que temos para a sua empresa.

liderança positiva

Confira aqui o que é liderança positiva e como exercê-la!

A transformação digital dinamizou as relações de trabalho e trouxe novas perspectivas à gestão de pessoas, evidenciando a importância de valorizar as aptidões de cada profissional na busca pelo bem comum: a prosperidade do projeto ou negócio. Falando nisso, o que você sabe sobre liderança positiva?

Essa forma de estimular o indivíduo a dar o melhor de si no desempenho de uma tarefa ou processo tem ganhado notoriedade no ambiente corporativo porque impacta diretamente nos resultados da empresa.

Quer saber mais sobre o assunto? Siga na leitura e entenda mais sobre a modalidade: seu conceito, sua aplicação e importância.

O que é a liderança positiva?

Processo de gestão de equipes pelo qual os membros são estimulados individual e coletivamente a desenvolverem suas potencialidades de forma harmônica e integrada. O condutor dessa empreitada de sucesso é responsável por motivar e inspirar os profissionais, servindo ele próprio de exemplo para os demais.

A liderança positiva lança mão da psicologia para criar um ambiente de positividade propício para o colaborador alcançar seu máximo desempenho, otimização essa que reflete na produtividade da empresa.

O conceito tradicional de líder, aquela pessoa em posição hierárquica superior e incontestável,  já não tem mais espaço no ambiente corporativo. Fica difícil entender as necessidades de cada profissional e saber como usar suas aptidões a favor da equipe com esse distanciamento.

Qual é a importância da liderança positiva?

Ela valoriza as virtudes pessoais e trabalha com motivação, criando um ambiente que inspira confiança para o indivíduo desenvolver-se e alcançar o máximo desempenho. Estamos falando de um processo que busca alinhar valores pessoais com os organizacionais enquanto avalia métricas, planeja e alcança metas.

Esses aspectos geram o engajamento que, segundo a Aon Hewitt, tem impacto direto nas finanças da corporação: um acréscimo de 5 pontos nesse importante fator foi responsável por aumentar em 3% a receita das corporações em 2018, segundo dados do relatório anualmente publicado pela multinacional britânica.

Além do ganho para a empresa, o profissional também se beneficia porque desenvolve sua carreira, explora aptidões e seu lado comunicativo, amplia conhecimento e tem espaço para exercer papel ativo na equipe. Esse senso de pertencimento lhe permite ser quem ele realmente é, criando um vínculo forte entre os colaboradores e com a companhia.

Como aplicar a liderança positiva?

A essa altura, você deve estar pensando em como aplicar esse processo de gestão de pessoas na prática. Vamos dar algumas dicas para você aproveitar de todos os benefícios. Confira!

Boa comunicação

O poder na era da transformação digital está na informação, sendo imprescindível gerenciá-la de forma eficiente para o trabalho ser bem-realizado. Pense, por exemplo, em quantas pessoas estão envolvidas na construção de um imóvel: arquiteto, engenheiro, mestre de obras, pedreiros, pintores, eletricistas e fornecedores.

As etapas são sequenciais, e um atraso em qualquer tarefa impacta no cronograma, no custo e na qualidade do projeto. A organização garante que a comunicação será rápida e eficaz, transmitindo o conhecimento necessário a quem deve saber do dado ou da situação para planejar e executar as medidas que precisam ser tomadas.

Cultivo de bons relacionamentos

O líder na liderança positiva precisa priorizar e criar um bom ambiente laboral para a equipe porque, entre outros fatores, os elos criados garantem maior engajamento e comprometimento com os objetivos da empresa.

Cultivar bons relacionamentos dá às pessoas senso de pertencimento, garante a perpetuação das diretrizes e políticas da companhia, o fortalecimento à governança corporativa. Promover a cultura de tal forma reflete no clima organizacional, aumentando a satisfação de cada colaborador com o trabalho, que é aspecto favorável à produtividade.

Estímulo ao conhecimento

Treinamentos, cursos, workshops e eventos no segmento de atuação da companhia melhoram o desempenho individual, a qualidade do bem produzido, comercializado ou do serviço prestado. A liderança positiva se preocupa com a questão técnica porque ela impacta o posicionamento e a credibilidade da marca no mercado.

O estímulo ao conhecimento não só melhora o projeto e otimiza processos, como também serve de propósito para integrar a equipe. Dinâmicas e dias de imersão são boas medidas para aumentar a interação entre os profissionais, gerar aproximação útil à produtividade e promover ótimos resultados à empresa.

Quais são os benefícios da liderança positiva?

Você já deve ter entendido o conceito, sua importância e aplicação, ou seja, já se familiarizou com as prioridades dessa forma de gerir pessoas baseada na psicologia positiva.

Além do aumento em produtividade, refletido em números nas finanças da empresa, do fortalecimento da cultura empresarial, da promoção do clima organizacional e melhoria no gerenciamento de projetos, a liderança positiva também traz os benefícios elencados a seguir.

Diminuição do turnover

Pessoas motivadas e engajadas são mais satisfeitas com o ambiente laboral e tendem a permanecer onde trabalham. A alta rotatividade no ramo corporativo significa perda de tempo e dinheiro, pois o gestor investe recursos na capacitação do profissional, mas acaba usufruindo pouco ou nada do conhecimento por ele adquirido.

Diminuição do absenteísmo

Colaboradores sob a liderança positiva são mais atentos às suas tarefas diárias e têm maior senso de coletividade, fator importante na redução de acidentes de trabalho, por exemplo — que geram gastos com afastamentos, licenças médicas, horas extras dos colegas e substituição de pessoal.

Retenção de talentos

Talvez exista, na sua equipe, o sucessor para um cargo estratégico que você ainda não tenha notado ou, caso já tenha percebido, precise garantir que ele continue na empresa. A liderança positiva não apenas desenvolve potencialidades como também retém pessoas talentosas porque traça desafios e cria um ambiente de construção contínua.

Melhoria na performance

Com a gestão de pessoas orientada para o crescimento do profissional e a integração da equipe, métricas e metas recebem atenção especial. Os objetivos passam a ser batidos consistentemente quando o líder sabe extrair de cada um seu máximo desempenho.

A liderança positiva é uma forma de promover sua empresa para o público interno, melhorando o posicionamento dela no mercado. Parceiros comerciais e consumidores sentem o impacto dessa mudança, responsável pelo seu diferencial competitivo no setor de atuação.

Gostou do tema? Siga nossas páginas nas redes sociais para aprimorar seus projetos e processos. Estamos no FacebookTwitterLinkedIn e YouTube.

ROI de um software

Como calcular o ROI de um software de gestão de projetos

O Return on Investment (ROI) é um dos indicadores mais usados pelas empresas que querem avaliar se o investimento em um software trará frutos suficientes para justificar a sua implantação. A adoção de um ERP auxilia na hora de calcular o ROI de um software de gestão de projetos ou um CRM, é uma decisão estratégica para qualquer negócio e não pode ser tomada sem um estudo aprofundado.

Quando uma empresa está pensando em implantar um software para gerenciar seus projetos, o ROI também pode contribuir para escolhas mais acertadas, que levem em conta os ganhos reais da iniciativa para a organização.

A nossa ferramenta gratuita de ROI ajuda a calcular o retorno, assim sua empresa terá a otimização da Gestão de Projetos. Confira mais a seguir!

Qual o básico sobre o ROI?

Apesar do ROI de um software ter diversas metodologias diferentes de cálculo de acordo com o aspecto a ser analisado pelo indicador, sua fórmula básica é a seguinte:

Retorno obtido/Total investido

O retorno obtido pode ser tanto no aumento da rentabilidade ou lucratividade quanto na redução de custos. No caso dos softwares de gestão de projetos, é preciso pensar nos gastos necessários para a implantação e manutenção do sistema e qual economia de recursos a tecnologia vai trazer.

O que é ROI de um software de gestão de projetos?

Adotar um software de gerenciamento de projetos é uma necessidade quase fundamental para a empresa que pretende manter-se competitiva e deseja aumentar sua produtividade e centralizar suas informações.

Mas, como em todo investimento, o software de gestão de projetos deve valer a pena. Isso significa que, antes de comprá-lo, você deve analisar os gastos que terá com ele e comparar com os benefícios obtidos.

O ROI de um software de gestão de projetos consiste na relação que existe entre os recursos que foram gastos na aquisição do produto e os ganhos de capital ou a economia em dinheiro que esse produto proporcionou à empresa.

O ROI explicará se o investimento foi ou não benéfico para a organização, ou seja, se ele ajudou a aumentar os lucros (seja diretamente, seja por meio da economia de gastos) ou se trouxe prejuízos. No caso de um software, a economia gerada será o principal fator a considerar.

Quanto vou gastar?

Essa é a hora de colocar no papel o valor total que o fornecedor vai cobrar pela implementação do software. Fora isso, é preciso avaliar se o sistema exigirá recursos para sua manutenção ou suporte terceirizado, além da infraestrutura local, como servidores, máquinas com as configurações adequadas para suportar o software, dentre outras questões envolvidas.

Quanto vou economizar?

A implantação de um software de gerenciamento de projetos poderá trazer diversos benefícios para sua organização. Um dos principais e mais tangíveis são as horas de trabalho gastas pelos membros das equipes envolvidas, incluindo seus gerentes.

O tempo economizado pode ser em função de mais facilidade para atualizar os status de cada uma das atividades, da rapidez para geração de relatórios ou do gerenciamento de mudanças, quando elas ocorrem, por meio de um dashboard, com o qual é possível gerenciar todo o portfólio de projetos em uma única tela gerando, assim, mais eficiência nas análises.

Calcule o número de pessoas e gestores envolvidos nos projetos e quantos serão desenvolvidos em um determinado período de tempo, estimando as horas que poderão ser economizadas com o uso do software e multiplicando-as pelo salário de cada uma das funções.

Qual a fórmula?

Imagine uma empresa que prevê economizar cerca de R$ 100 mil reais ao longo de cinco anos de uso do software, precisando fazer um investimento de 50 mil reais para sua implantação e manutenção.

Jogando na fórmula: Economia gerada (R$ 100.000) – Custo (R$ 50.000) / 50.000 = 1 (ou 100%).

Não se pode esquecer de considerar todas as receitas acumuladas devido à implementação do software, retirando os gastos que foram gerados para a implementação.

Como avaliar os resultados do ROI?

O ROI avalia benefícios quantitativos, e não resultados qualitativos. Sua importância está relacionada diretamente aos ganhos financeiros que o software de gestão de projetos pode oferecer à sua empresa.

Apesar de não indicar se os recursos estão sendo corretamente investidos, o indicador revela o sucesso ou o fracasso de um investimento específico. Assim, quanto mais alto for o valor do ROI de um software de gestão de projetos, mais vantajoso será o produto, e os resultados tendem a ser sempre melhores.

O ROI negativo, por outro lado, significa que os ganhos foram inferiores aos recursos aplicados, definindo um investimento não rentável. Já um ROI nulo, por sua vez, revela que não aconteceram mudanças relacionadas ao investimento.

Qual a importância de calcular esse indicador?

Obtendo-se o resultado, a empresa pode então comparar o ROI da implantação do software com outras alternativas para otimizar os projetos e verificar qual é mais vantajosa.

Além de ajudar a analisar a viabilidade do investimento, o ROI também estimula a empresa a verificar os recursos que economizará com a implantação do software (em especial as horas de trabalho) para que possa direcioná-los para outras iniciativas prioritárias.

O uso de um software como esse também traz benefícios, como aumento das chances de sucesso dos projetos, entrega em prazos menores, melhoria do ambiente de trabalho da equipe, facilidade na prestação de conta, entre outros.

No entanto, ainda é fundamental que a empresa faça o estudo do ROI para verificar se o investimento no sistema vai realmente proporcionar um retorno tangível para a organização.

Quais as melhores práticas no cálculo de ROI?

Já deixamos claro que é essencial relacionar todos os gastos pertinentes e não apenas o custo de aquisição do produto. Não se pode esquecer o custo de implantação, os gastos com o treinamento dos colaboradores, a infraestrutura que será necessária para manter o software em funcionamento e outros aspectos.

O tamanho e o volume de armazenamento são critérios que contribuem na definição de um custo para o investimento. Para determinar o ROI de um software de gestão de projetos, é importante considerar alguns fatores como:

O tempo

Os softwares gerenciadores de projetos são desenvolvidos para que o gestor tenha mais tempo para se dedicar a outras atividades. Alguns gestores consideram que economizar tempo vale, pelo menos, a metade de um funcionário em relação à produtividade.

Com um software destinado à gestão dos projetos, cai bastante o tempo necessário para organizar todos os documentos e reportar como o projeto está andando.

O dinheiro

Esse ponto é efetivamente relevante. Aumentando a eficiência dos funcionários, muitas empresas não têm mais necessidade de manter equipes muito grandes e contratar novos empregados. Na verdade, o custo anual de um software de gerenciamento pode representar somente uma parcela do salário de um colaborador.

Além disso, é preciso considerar que, quando a empresa conquista melhores resultados e menos retrabalho, isso também está relacionado com lucros financeiros.

A comunicação

É comum que os projetos não deem certo por causa de falhas na comunicação. Mas a ferramenta de gestão propicia otimização nos processos comunicativos, deixando tudo mais fácil e claro para a equipe.

Uma comunicação efetiva pode ser feita por meio de comentários sobre o projeto, de símbolos que dão alerta sobre trabalhos atrasados, de lembretes com a ajuda de e-mail para que o projeto se mantenha em movimento.

Integrados em somente uma plataforma, o PMO conquista um ótimo aliado para orientar a Metodologia de Gerenciamento de Projetos que foi proposta para a empresa.

A organização

O ROI de um software de gestão de projetos também deve levar em conta a realização de um trabalho organizado, em que seja possível padronizar os processos. A padronização contribui para que a equipe de funcionários aumente a produtividade.

Quais as vantagens de calcular o ROI de software de gestão de projetos?

A partir do que falamos sobre a importância de calcular o ROI, podemos enumerar outras vantagens em utilizar o indicador, adotando boas práticas.

Ajuda a priorizar os projetos da empresa

Os resultados do cálculo auxiliam o gestor na tomada de decisões, pois servem como referencial para priorizar futuros projetos que serão implementados na organização. Aqueles que oferecem maior ROI devem ser colocados em primeiro lugar.

Esses projetos podem estar relacionados ao próprio software ou a outras soluções complementares.

Ajuda a definir metas mais realistas

As metas servem como uma bússola que orienta os funcionários no rumo dos objetivos da empresa. Mas toda meta deve ser desenvolvida a partir de informações efetivas. O ROI de software permite analisar a viabilidade de projetos mais ou menos ambiciosos.

Ajuda na tomada de decisões rápidas e assertivas

O mercado requer que os gestores sejam ágeis na tomada de decisões. Ficar esperando para saber se este ou aquele investimento vale a pena só serve para atrasar os projetos e reduzir o potencial competitivo da organização.

Quais os erros no cálculo do ROI?

Alguns erros podem ser cometidos ao tentar calcular o ROI de um software de gestão de projetos. Um deles é não considerar todas as variáveis. Por exemplo, a empresa que investe em um sistema para gerenciar projetos também pode investir no treinamento dos funcionários, em comunicação com o público consumidor e em um programa de fidelização. Ou seja, convém analisar os ganhos gerais, que envolvem todos os custos, diretos ou indiretos.

Outro erro é não saber interpretar os resultados. Se o valor de ROI 1 significa 100% de economia, um valor 0,5 significa 50%. É importante multiplicar o resultado final por 100 e avaliar o percentual. E nem sempre um percentual baixo aponta um investimento não valha a pena. Por exemplo, se o software contribui para gerar 20% de economia, será que já não é um bom retorno? A economia nacional passa por uma fase difícil e quaisquer que sejam as reduções de despesas, elas já representam ganhos para a empresa.

O perigo é quando o ROI é negativo, pois aí indica prejuízo. Se ele apresenta um adicional de 20% nas despesas, não vale a pena aplicar recursos, não é mesmo?

O cálculo do ROI de um software de gestão de projetos vai servir de “estrela-guia” para que você invista no produto certo e com os recursos que realmente pode aplicar.

E você, já utiliza algum software de Gestão de Projetos para otimizar o seu trabalho? Gostaria de conhecer boas soluções? Entre em contato com a Project Builder e obtenha mais informações!

CTA-ROI

dicionário da eap

Dicionário da EAP: o que é, para que serve e como funciona

O gerenciamento de projetos é feito de forma mais eficiente com ferramentas e recursos que facilitam a organização do trabalho, a sua realização, o acompanhamento das atividades e que influenciam na satisfação do cliente. O dicionário da EAP, documento útil ao detalhamento do escopo, pode ajudar muito nesse processo.

Tal instrumento tem apelo visual, é de fácil elaboração e entendimento, contém informações importantes de um jeito simples e promove a comunicação entre a equipe. Assim é garantido que as tarefas de cada etapa, muitas vezes sequenciais, serão cumpridas pelo responsável dentro do nível de aceitação determinado.

Continue na leitura e entenda melhor a ferramenta, sua função, finalidades e aplicação no gerenciamento de projetos.

O que é o dicionário da EAP?

Vamos falar primeiro da EAP (Estrutura Analítica do Projeto), ferramenta na qual as tarefas na execução de uma obra ou desenvolvimento de um software, por exemplo, são decompostas hierarquicamente em blocos menores. Essa é uma forma efetiva de orientar a equipe, manter a ordem e o fluxo de trabalho.

Esse recurso otimiza o gerenciamento das atividades, acompanhamento das etapas, admite um melhor controle das entregas e, por causa de seu formato, facilita a visualização do escopo do projeto. Assim, há maior garantia de que as especificações serão atendidas e o cliente ficará satisfeito.

Por sua vez, o dicionário da EAP é o documento no qual são detalhados os pacotes de trabalho, menores subdivisões possíveis das tarefas em um projeto. Aqui, eles são descritos, especificados — com questões técnicas, por exemplo—, designados aos respectivos responsáveis e podem ter seu orçamento discriminado.

Além disso, devem constar nessa ferramenta os indicadores de qualidade capazes de atestar se cada entrega está dentro dos padrões estabelecidos. Os chamados critérios de aceitação são importantes, pois projetos de uma mesma empresa podem ter objetivos e prioridades diferentes.

Quais são as finalidades e utilidades do dicionário da EAP?

Erguer do zero uma unidade habitacional do Minha Casa Minha Vida envolve prioridades distintas de quando um imóvel em condomínio de luxo é construído. A qualidade dos materiais é diferente, assim como o orçamento disponível, o gerenciamento de custos, aquisições e stakeholders, sem falar das outras áreas de conhecimento do PMBOK.

O dicionário EAP orienta de forma precisa e clara a ação da equipe em cada pacote de trabalho, garantindo o atendimento ao escopo nos mínimos detalhes. Seus elementos codificados — a pintura da parede na reforma de um apartamento pode ser o item “5.1”, por exemplo — e a estimativa de duração das atividades facilitam a comunicação da equipe.

Com esse recurso, o fluxo de trabalho melhora, todos os envolvidos no projeto tomam ciência das suas tarefas, sabem quem são os responsáveis, conseguem controlar as entregas, evitar atrasos e desperdício de materiais, economizar tempo e reduzir custos.

Como é criada a EAP e seu dicionário?

Tal estruturação parte da definição das etapas principais de um projeto. No caso do lançamento de um novo software no mercado, estamos falando de: definir os requisitos do produto, seu design, desenvolver o sistema, testá-lo e partir para a implementação.

Fica mais fácil estruturar a EAP montando o termo de abertura do projeto, documento em que constam direcionamentos gerais como: sua justificativa, objetivos, descrição do produto, entregas, estimativas iniciais de custo e tempo, premissas, restrições, riscos e stakeholders.

Na sequência, divida a empreitada por fases (de acordo com o ciclo de vida do projeto), entregas ou equipes. É interessante ouvir os colaboradores e fornecedores envolvidos para já engajar todos no projeto e conhecer as necessidades de cada área sob seu gerenciamento.

Então, elabore o dicionário da EAP dividindo as fases até a menor estrutura possível (pacote de trabalho). O segredo dessa última ferramenta está nos detalhes, na descrição clara e precisa do que deve ser realizado, como definir por quem e quais são os critérios de aceitação para a entrega ser feita dentro das expectativas.

Qual é a aplicabilidade da EAP e do dicionário da EAP na gestão de projetos?

Ainda está difícil entender como é feita aplicação dessas ferramentas? Vamos explicar melhor com um exemplo prático da construção civil. Imagine que determinada empresa se comprometa a construir uma casa.

No primeiro nível de classificação da EAP serão colocadas categorias gerais, tais como gerenciamento do projeto, design, licitação, mobilização, construção, desmobilização. É necessário ressaltar que há a possibilidade dos quadrantes variarem — com “acabamento e decoração” em mesmo grau hierárquico que “construção”, por exemplo.

Então, em cada categoria ocorre o desmembramento das tarefas em níveis menores: em “design” são incluídos o projeto de arquitetura e a definição de requisitos; em “licitação”, a escolha dos fornecedores e em “construção”, os itens “fundações”, “alvenaria” e “preparo do terreno”.

Por fim, é elaborado o dicionário da EAP, com a última subcategoria citada podendo ser dividida em: “topografia”, “terraplanagem” e “demarcação”, respectivamente codificadas como “1.1”, “1.2” e 1.3″. Ainda é admissível estruturar o documento em questão dividindo a terraplanagem nas etapas de “limpeza”, “corte”, “aterro”, “subsolamento” e “acabamento”.

Detalhes do dicionário da EAP

Outras informações são imprescindíveis quando esse documento é montado, por exemplo: estipule prazos, descreva no pacote de trabalho “limpeza” o que deve ser feito — tarefas como retirar a vegetação, tocos e entulho — e estabeleça quem são os responsáveis.

Também é preciso definir o critério de aceitação das atividades no canteiro de obras. Se, por exemplo, o José é encarregado unicamente do sistema hidráulico, ele é quem vai instalar e conectar os encanamentos.

Sua entrega só é finalizada caso o material escolhido atenda às exigências de qualidade estipuladas entre o gerente de projetos e o cliente. Ainda, não pode haver vazamentos ou infiltrações sob pena de atrapalhar a etapa seguinte na construção da casa, a instalação do sistema elétrico.

Toda a equipe atua de forma coordenada mediante o esclarecimento detalhado das tarefas. Assim, os envolvidos sabem exatamente quando precisam entrar em ação, o que devem fazer e como realizar a entrega dentro dos padrões acordados com o cliente.

Entendeu como o dicionário da EAP pode ajudar o gerente de projetos a controlar as tarefas e a equipe, evitar atrasos, gastos e desperdícios enquanto o fluxo de trabalho flui promovendo a comunicação entre os envolvidos? Recorra à ferramenta e veja como sua rotina fica mais fácil.

Gostou do assunto? Continue aprendendo mais sobre gerenciamento de projetos assinando nossa newsletter.

Conheça 6 funcionalidades essenciais de um sistema de gestão de projetos

Desenvolvedores de software, programadores e gestores atuando na construção civil, ou em qualquer outro segmento corporativo, têm sua rotina laboral otimizada com um sistema de gestão de projetos eficiente.

Suas funcionalidades melhoram as etapas de desenvolvimento do produto, poupam tempo, facilitam a comunicação, refletem positivamente na qualidade do trabalho feito e aumentam a produtividade.

Quer obter ganhos significativos em seus resultados? Confira o que é, como funciona e qual é a importância dessa importante ferramenta no meio corporativo.

O que é um sistema de gestão de projetos?

Lançar um produto novo nas prateleiras, explorar um novo nicho no mercado, construir um edifício comercial ou desenvolver um aplicativo de mobilidade urbana são processos trabalhosos que requerem muitas etapas, pessoas e são afetados por inúmeras variáveis.

O gerenciamento precisa ser feito adequadamente para escopo, aquisições, custos, recursos humanos, qualidade, riscos, partes interessadas e comunicação serem bem controlados e funcionarem eficientemente de forma integrada.

O sistema de gestão de projetos promove o planejamento das tarefas necessárias ao bom desenvolvimento do trabalho. Ele admite a estruturação do projeto em etapas, armazena e dissemina informação entre os membros da equipe, além de cruzar os dados para gerar análises sobre o andamento das atividades.

Qual é a importância do sistema de gestão de projetos?

Suas funcionalidades permitem a organização, o monitoramento dos processos, possibilidade de realizar melhorias contínuas nas operações e metodologias de trabalho. Assim, os colaboradores têm seu desempenho constantemente avaliado e maximizado, sinônimo de produtividade para a empresa.

Por exemplo: pense em quanto tempo, pessoas envolvidas, recursos e detalhes existem na construção de um imóvel desde a fundação até os acabamentos. Mesmo dentro desse ramo corporativo, os clientes têm gostos e prioridades distintas — um condomínio de alto padrão não é feito como um conjunto habitacional.

O sistema de gestão de projetos possibilita a personalização e o melhor atendimento do escopo. Seus dados checam se a execução segue o planejamento, evidenciam desvios, oportunidades de melhoria, admitem reparos rápidos e retratam como as atividades são desempenhadas.

As informações servem de base para empreitadas futuras, evitando erros e retrabalhos. Assim, fica mais fácil a empresa chegar à excelência na prestação de seus serviços, sinônimo de credibilidade no mercado e acentuação do seu diferencial competitivo em relação às demais companhias do setor.

Quais são as funcionalidades de um sistema de gestão de projetos?

Apresentamos o conceito e falamos de forma geral sobre a importância dessa ferramenta na otimização das operações e rotinas laborais da organização. Confira na sequência 6 utilidades para entender como o recurso funciona na prática.

1. Gestão de tarefas

Uma obra, assim como vários outros projetos, é realizada em etapas sequenciais, ou seja, a próxima depende da anterior: a fundação só será feita após a terraplanagem e não dá para colocar os tijolos sem antes estabelecer vigas e pilares.

Um sistema de gestão de projetos garante que as tarefas serão desempenhadas ordenadamente e de forma adequada, deixando a fase anterior bem desenvolvida e completamente finalizada para o trabalho seguinte.

2. Gerenciamento da comunicação

Ainda dentro do exemplo da construção civil, temos clientes, vizinhos do terreno, arquitetos, engenheiros, mestres de obras, pedreiros, pintores, eletricistas, encanadores, empresa de concretagem e outros envolvidos na empreitada.

O sistema de gestão de projetos possibilita a comunicação entre a equipe e parceiros comerciais na plataforma virtual. Além de poderem entrar em contato direto, as partes ficam constantemente atualizadas sobre o avanço das tarefas, o que permite a cada pessoa se programar para desempenhar suas atividades quando chegar o momento.

3. Controle de cronograma

É mais fácil cumprir os prazos com os processos funcionando assim, de forma fluida, e com todos informados sobre o seu andamento. As informações fornecidas pelo software evitam atrasos ou, caso eles aconteçam, admitem que os devidos reparos sejam feitos rapidamente — tais como a alterar a data limite ou agilizar a realização de alguma tarefa.

Um sistema de gestão de projetos eficiente, como o da Project Builder, classifica a situação de uma atividade, por exemplo, em: “planejamento”, “atraso”, “pode iniciar”, “andamento” ou “homologada”. Cada categoria tem uma cor diferente, o que facilita na hora de monitorar a execução dos afazeres e cobrar entregas.

4. Gestão de custos

A questão financeira é sensível e crucial, pois todas as etapas dependem desses recursos para serem viabilizadas. O sistema de gestão de projetos admite o controle das despesas e pode indicar exatamente quanto foi gasto em cada item, transparência que ajuda a identificar desvios e a evidenciar aplicações mal feitas.

5. Gestão de recursos humanos

Eleger as pessoas certas para cada tipo de atividade, explorando ao máximo suas potencialidades, não é fácil. O software permite a visualização dos colaboradores disponíveis para determinado projeto e a atribuição de responsáveis por tarefa, forma de observar o desempenho do profissional e fazer as cobranças à pessoa certa.

6. Emissão de relatórios

Além de armazenar dados pessoais dos clientes, previsões de custos e datas, valores efetivamente despendidos, descrição, escopo, premissas e restrições do projeto, o sistema de gestão cruza as informações para o gerente poder monitorar e promover melhorias nos processos.

Os resultados evidenciam a evolução do trabalho e dão respaldo à tomada de decisão, orientação estratégica à empresa para aumentar a produtividade. A visibilidade da plataforma também admite a prestação de contas ao cliente, que pode acompanhar a implementação do projeto.

Por que o Project Builder pode ser a solução ideal?

Que tal adotar um sistema de gestão de projetos orientado ao PMBOK, Ágil, PM Canvas e Prince2 capaz de fornecer a você informações em tempo real? Isso permitirá controlar e promover melhorias no desempenho de sua equipe eficientemente. Veja só como a Project Builder pode elevar o diferencial competitivo de sua empresa no seu segmento de atuação.

Critérios e indicadores

Os KPIs do nosso software permitem ao gestor a priorização de investimentos no portfólio de projetos. Assim, ele pode selecionar as oportunidades que mais agreguem valor ao seu negócio.

Agilidade na decisão

O software da Project Builder tem fluxos automáticos de aprovação de propostas. Suas informações em tempo real aceleram a capacidade de responder aos cenários enfrentados, mitigando riscos com maior eficiência e evitando atrasos, entre outros benefícios.

Monitoramento da equipe

Nosso sistema de gestão de projetos admite o acompanhamento das tarefas realizadas pelos colaboradores, traduzindo a sua produtividade em números. De tal forma, é possível estimular o profissional e fomentar o seu máximo desempenho com alertas proativos em seus respectivos compromissos — além de evitar retrabalhos.

Quantificação de resultados

Tenha objetivamente demonstrada em valores e porcentagens a evolução da sua equipe na empreitada. A Project Builder admite o controle de custos e aquisições, uma maneira efetiva de evitar que se estoure o orçamento.

Um sistema de gestão de projetos automatiza tarefas, controla resultados, mostra em números a efetividade das medidas adotadas e respalda a tomada de decisão. Invista nesse importante recurso e veja sua empresa ganhar notoriedade em seu segmento corporativo.

Entre em contato com a Project Builder para conhecer melhor o nosso produto. Temos a solução ideal para a sua companhia!

Descubra como aplicar a matriz GUT na gestão de projetos!

Como não é possível atacar todas as frentes de uma só vez, os gestores de projetos precisam buscar ferramentas para definir prioridades e administrar o tempo disponível. É o caso da matriz GUT.

Ao avaliar gravidade, urgência e tendência, o profissional atribui graus de importância às tarefas, estabelecendo o que, diante das circunstâncias, deve atrair o seu esforço. Logo, consegue nortear ações e alocar recursos.

Sendo assim, se você tem dificuldades para gerir tempo e alocar recursos em projetos, continue a leitura para conhecer a matriz GUT e desenvolver suas habilidades de gerenciamento.

O que é matriz GUT?

A ferramenta corresponde a um modelo de trabalho para avaliar e atribuir importância a demandas, tarefas e problemas. Isso ocorre por meio da mensuração de três características.

Gravidade

Diz respeito à relevância em relação às possíveis consequências. Por exemplo, não entregar um pedido que responde por 20% do faturamento é mais grave do que não entregar o de 1%.

Urgência

Corresponde ao momento em que as consequências serão sofridas. Por exemplo, se a não entrega do pedido ocorrerá hoje, amanhã, daqui a um mês etc.

Tendência

Consiste na evolução do problema, ou seja, se melhora ou piora com o passar do tempo. Por exemplo, saber se, quanto mais os dias passam, as consequências financeiras aumentam ou diminuem.

A ferramenta foi proposta por Charles H. Kepner e Benjamin B. Tregoe  e, comumente, é aplicada por meio da atribuição de notas de 0 a 5 a uma lista de problemas. Veja como funciona:

Gravidade

  • 1: o dano em potencial é nulo ou mínimo;
  • 2: o dano é pequeno; 
  • 3: o dano é regular;
  • 4: o dano é grande;
  • 5: o dano é extremo.

Urgência

  • 1: ​o dano ocorrerá a perder de vista;
  • 2: o dano no longo prazo;
  • 3: o dano no médio prazo;
  • 4: o dano no curto prazo;
  • 5: o dano ocorrerá imediatamente.

Tendência

  • 1: o problema é estável ou pode melhorar;
  • 2: o dano piorará no longo prazo;
  • 3: o problema piorará no médio prazo;
  • 4: o dano piorará no curto prazo;
  • 5: o problema piorará imediata e rapidamente.

​Perceba que existe abertura para interpretação de alguns conceitos conforme as características do projeto. Por exemplo, o longo prazo na construção de um avião pode significar mais de uma década, enquanto em outros segmentos será bem mais enxuto.

Como aplicar a matriz GUT na gestão de projetos?

A matriz GUT está ligada aos processos de tomada de decisão, servindo tanto para identificar a prioridade como para justificar as escolhas realizadas. Assim, a aplicação pode ocorrer em diversas etapas da gestão de projetos:

  • entender a prioridade do que espera aprovação;
  • definir a alocação de recursos entre projetos;
  • tomar atitude similar em relação às tarefas dentro de cada projeto;
  • responder a imprevistos e alocar recursos para emergências.

Em todos os casos, existem boas práticas que podem contribuir para colocar a ferramenta em funcionamento. Confira! 

Estabeleça o ranking dos problemas

Uma primeira prática comum é multiplicar as notas de gravidade, urgência e tendência entre si. Assim, o resultado representaria o nível de importância do problema:

  • gravidade x urgência x tendência = GUT.

É uma boa estratégia inicial, mas deve ser utilizada com cautela para que não se tenha uma apuração superficial. Um exemplo simples é um problema que possa levar à perda de um cliente. Nesse caso, ele será gravíssimo, mas terá a pontuação geral baixada porque não há muito como piorar.

Analise o esforço exigido por cada problema

A análise ficará mais rica, nesse sentido, se você buscar informações qualitativas e cruzar com outras ferramentas de gestão. O primeiro deles é estimar o esforço necessário para solucionar o problema, gerando uma relação do custo-benefício.

A vantagem é que, muitas vezes, o investimento em tentar resolver todas as questões pode afastar o gerente dos aspectos essenciais. Logo, é preciso entender o custo-benefício para saber em que pontos realmente vale a pena investir. Uma dica é complementar a matriz GUT com o diagrama de eisenhower.

Elabore um plano de ação

Após diagnosticar as atividades, o passo seguinte é planejar a melhor abordagem para as tarefas e alocar os recursos. Para isso, elabore um plano de ação para cada problema, apontando o que precisa ser feito e indicando os responsáveis.

Uma ferramenta utilizada com esse objetivo é a 5w2h. A ideia é responder a 7 questões e, assim, reunir as informações essenciais para um plano de ação:

  • O que fazer?
  • Por que fazer?
  • Onde fazer?
  • Quando fazer?
  • Como fazer?
  • Quem fará?
  • Quanto custa?

A complexidade do plano varia conforme a tarefa. Por exemplo, enquanto em algumas bastará a fixação de um prazo, outras exigirão a elaboração de um cronograma completo. Trata-se, portanto, de uma ferramenta bastante flexível. 

Crie equipes de força-tarefa

Frequentemente, as tarefas com maior urgência, gravidade e tendência derivam de imprevistos e o gerente de projetos precisa rapidamente entender o nível de prioridade e deslocar esforços. O problema é que, como normalmente não há um único projeto em andamento, ao tirar o recurso do ponto “A” criam-se atrasos no ponto “B”.

No dia a dia, existe um tipo de equipe, a força-tarefa, que pode operar ao lado dos times de projetos para enfrentar as tarefas emergenciais. No modelo, forma-se um grupo com a finalidade de executar um plano de ação e resolver um problema específico, que pode receber uma solução definitiva ou que amenize a situação.

A forma de organizar a equipe depende do número de colaboradores, de como eles estão distribuídos nos projetos e da demanda. Veja alguns exemplos:

  • destacar parte do time do projeto em que houve o problema;
  • selecionar profissionais de vários times, minimizando o impacto;
  • montar um time de suporte com essa finalidade. 

Qual é a importância da matriz GUT em projetos?

A ferramenta estabelece prioridades relacionadas aos projetos, tarefas e problemas. É, portanto, um instrumento para nortear a formulação de estratégias e alocar os recursos disponíveis. Entre os benefícios, é possível notar sensíveis melhorias nas seguintes áreas:

  • ter clareza quanto ao que precisa ser feito;
  • entender a importância de cada problema ou tarefa;
  • criar uma escala para que os recursos sejam destinados proporcionalmente e não em um modelo de tudo ou nada para cada tarefa;
  • organizar as informações sobre os problemas pendentes;
  • expor as dificuldades de maneira clara e compreensível para os colaboradores.

Por isso, saber como aplicar a matriz GUT é uma competência relevante para os gerentes de projetos. Logo, agora que você já conhece as principais dicas sobre o tema, coloque a ferramenta em prática para, aos poucos, ser capaz de priorizar tarefas de maneira mais eficiente.

Se quiser conhecer outras ferramentas de gestão de projetos, assine nossa newsletter e mantenha-se atualizado sobre as boas práticas da área!

Saiba como um bom software pode ajudar no gerenciamento de problemas!

É importante solucionar problemas dentro da empresa. Os conflitos sempre aparecem e variam de intensidade. O gerenciamento de problemas trata-se de um desafio para os gestores, mas eles precisam ter coragem e habilidades para encará-lo.

Atualmente, as empresas buscam profissionais mais independentes, que saibam atuar em circunstâncias diversas sem a necessidade de sempre recorrer a outros gestores. A proatividade é uma qualidade muito buscada especialmente nos profissionais que exercem cargos de chefia e liderança.

Mais uma vez, a tecnologia pode representar um grande diferencial para o profissional. Veja como um bom software pode ajudar no gerenciamento de problemas. Mas, antes, confira algumas dicas de ouro para solucionar problemas corporativos!

Trabalhe com profissionais competentes

Trabalhar com maus profissionais só serve para dar dores de cabeça e aumentar os seus problemas. Os profissionais desqualificados ou acomodados não têm engajamento com o negócio. Por esse motivo, acabam interferindo na produtividade, podendo até mesmo atrapalhar o desempenho de outros funcionários.

O profissional competente apresenta, além de conhecimentos sobre o setor em que atua, força de vontade, proatividade, desejo de crescer. Ele ajuda a resolver problemas quando aparecem e também a evitá-los, atuando de forma preventiva.

Use boas ferramentas

Há diferentes instrumentos para fazer o gerenciamento de problemas. Algumas ferramentas de análise e gestão de riscos são recomendadas para a resolução e prevenção de problemas.

O PDCA, por exemplo, usado na gestão, segue estas etapas:

  • Plan, ou Planejar;

  • Do, ou Fazer;

  • Check, ou Checar;

  • Act, ou Agir.

No planejamento, uma equipe competente analisa a situação da empresa e identifica os problemas, criando planos de ação para solucioná-los. Na fase seguinte, é hora de executar o plano traçado. Em seguida, é preciso checar os resultados e, finalmente, praticar as ações de correção.

O processo de Análise de Causa Raiz, que também integra a metodologia PDCA, procura definir o problema e identificar as possíveis causas, verificar as causas efetivas, propor soluções, implementá-las e, no fim de tudo, analisar os resultados. Nessa análise, podem ser empregados gráficos e diagramas.

Para gerenciamento de riscos, temos ferramentas como:

  • Análise Preliminar de Riscos (APR) — usada nas fases iniciais de implementação dos projetos;

  • What If — são imaginadas todas as possibilidades de riscos e como solucioná-las;

  • PMBOK (Project Management Body of Knowledge) — conjunto de práticas para gerenciar projetos definido pelo Instituto PMI.

Todas elas podem ser otimizadas a partir de um software específico.

Defina políticas de gerenciamento de problemas

A partir de políticas bem definidas a respeito do gerenciamento de problemas, é possível engajar toda a equipe aplicando as técnicas e as ferramentas adequadas. Os objetivos devem ser claros em relação a qualquer projeto e as ações, padronizadas.

A padronização é valiosa porque contribui para prever problemas e saber como lidar com eles de antemão. Desse modo, tudo que fugir aos parâmetros deve ser realinhado. Por outro lado, a definição de políticas claras dá mais confiança aos profissionais.

Administre melhor o tempo

O controle do tempo é algo difícil, principalmente se existirem muitas atividades a cumprir. Urgências em excesso, por exemplo, adiam os processos intermediários, resultando em problemas administrativos.

A gestão malfeita do tempo pode até mesmo comprometer a viabilidade de um bom projeto. Quando os envolvidos conseguem produzir de maneira mais organizada, os projetos se desenvolvem com mais rapidez e eficiência.

Para otimizar o tempo, muitas vezes é preciso delegar tarefas. A concentração de afazeres nem sempre oferece os melhores resultados, já que sobrecarrega um determinado gestor, funcionário ou grupo.

Atente para os custos

Os problemas podem surgir devido à má administração dos custos. Por isso, é fundamental elaborar corretamente o orçamento do projeto e respeitá-lo durante toda a sua execução. Quando o projeto está adequado ao total de dinheiro disponível, a possibilidade de o orçamento estourar é muito baixa.

Entenda a relação entre um bom software e o gerenciamento de problemas

Sem dúvida, a utilização de um software de gestão avançado contribui para o gerenciamento de problemas, favorecendo a aplicação de todas as dicas citadas acima. Ele pode ajudar de diferentes formas.

Permite a automação dos processos

Quando não existe uma boa estruturação para as atividades, os retrabalhos são mais frequentes. Além disso, as tarefas consomem mais tempo do que deveriam e, consequentemente, a produtividade cai. A automação permite que os processos se desenrolem de forma mais ágil e enxuta.

Reduz os erros

Como permite a padronização dos processos, os funcionários têm mais tempo para se dedicar a tarefas mais importantes. Dessa maneira, a empresa pode lidar com o aumento do total de negócios com mais eficiência, dispensando o controle e as atividades manuais.

Também fica mais fácil identificar as ações ideais para cada operação, baseando-se nos dados do histórico e de outras fontes. O resultado é que ocorrem menos erros e imprecisões nas rotinas.

Diminui bastante o retrabalho

Com a centralização e padronização das informações, o gestor tem acesso em tempo real a todas elas. Assim, ele pode ajustar processos e efetivar um planejamento mais eficiente. Por consequência, reduz-se o tempo de trabalho e os gastos operacionais, uma vez que a automação garante o direcionamento correto dos recursos, evitando desperdícios.

Ajuda a respeitar a legislação vigente

Um dos principais benefícios de um software é a adequação à legislação vigente no Brasil. Ele atende às disposições legais específicas e às normas relativas a cada segmento. Assim, ajuda a empresa a cumprir as suas obrigações tributárias.

Ter problemas com os órgãos fiscalizadores do governo é uma das piores coisas que podem acontecer a qualquer organização.

Otimiza o compartilhamento de informações

O sistema oferece a todos os departamentos ou colaboradores de uma equipe específica as mais importantes informações em tempo real, ou seja, atualizadas. Com o software, não há necessidade de reintroduzir dados nem comparar informações de fontes diversas.

Assim, evitam-se problemas de comunicação e os efeitos desastrosos que eles costumam causar. A informação confiável é um valioso ativo intangível que a empresa tem, pois equivale a conhecimento.

Garante a segurança da informação

Perder dados é um problema grave que a empresa pode enfrentar. Eles podem ser corrompidos ou deletados acidentalmente. Contando com um gerenciamento de problemas automatizado, os dados ficam armazenados em um só lugar, com plena segurança.

As informações são atualizadas e passam por um backup regular. Desse modo, não há perigo de perda definitiva dos dados devido a acidentes ou problemas tecnológicos.

O gerenciamento de problemas a partir de um bom software previne contra os principais riscos, fazendo com que a empresa ganhe mais força competitiva e seja mais rápida na tomada de decisões, com soluções prontas e eficazes.

O que você acha de soluções automatizadas? Gostaria de contar com um software avançado? Entre em contato conosco e obtenha detalhes!

Case de sucesso: veja como o software da Project Builder transformou a iMaps

Em 2013, a iMaps, empresa de tecnologia sediada em Porto Alegre, notou que faltava um gerente de projetos para agregar valor ao serviço que foi solicitado a eles por um órgão do governo. Então, eles conheceram e contrataram o Fernando, representante da Project Builder.

Ele implementou a nossa solução no projeto daquela instituição e, bem sucedida, ela logo foi aplicada estendida a outros clientes. Impossibilitado de seguir no cargo por questões profissionais, o Fernando deixou a iMaps, mas o César Passos, diretor da companhia, decidiu se capacitar conosco para continuar como facilitador da ferramenta.

Hoje, eles usam o sistema de gestão de projetos da Project Builder de um jeito diferente, útil às necessidades da empresa. Siga na leitura para conferir o desenrolar desse case de sucesso e veja como o nosso programa pode promover o diferencial competitivo que a sua companhia precisa!

Qual era a demanda da iMaps?

Estamos falando de uma empresa focada em business intelligence, big data e inteligência artificial que completa 10 anos de história em 2019. Ela preza pela qualificação dos projetos e qualidade da entrega com ferramentas que facilitam as metodologias e rotinas de trabalho do nível operacional ao institucional.

A iMaps traz soluções ligadas a estoques, pagamentos, rentabilidade, produtividade e telecom no setor privado. Em projetos junto ao governo, ela permite a análise de dados como o desempenho dos alunos na educação, a visualização, avaliação e controle de informações médicas para melhorias e investimentos na área da saúde.

Foi justamente durante um projeto com uma instituição governamental que a iMaps se deparou com a solução oferecida pela Project Builder. Lembra quando mencionamos o Fernando? Então, ele foi inicialmente o facilitador da ferramenta na empresa cliente, sendo que os demais colaboradores se limitavam a preencher horários no sistema.

A necessidade inicial era ter alguém que exercesse o cargo de gerente de projetos. No entanto, nosso programa já não é usado pelo ocupante desse posto de trabalho, mas pelo responsável administrativo e financeiro, área crucial em qualquer organização.

Como a iMaps utiliza a solução da Project Builder hoje em dia?

A princípio, o nosso software era efetivamente utilizado pela nossa parceira no gerenciamento de projetos, mas hoje tem como função principal o gerenciamento de contratos com os clientes.

A iMaps realiza suas vendas majoritariamente de forma consultiva, com consultorias e planos de negócio. Eles se valem do nosso sistema para registrar desde a negociação com compradores em potencial até a entrega final do que foi acordado com o contratante.

Sendo assim, se o cliente da nossa parceira compra 200 horas de consultoria, ela pode monitorar o tempo de prestação do serviço. Ainda, ele tem como verificar o prazo de duração da licença comprada renovando-a enquanto houver validade e registrar quantos e quais tópicos do treinamento solicitado já foram ministrados.

Passos, diretor da empresa, ressalta a importância do software da Project Builder na sua gestão. Segundo o profissional, ele é utilizado “quando é necessário saber quantas horas ele (cliente) contratou, quantas horas já executou, quantas horas ainda tem de saldo, quais dos projetos eu já executei e quais já faturei”.

Geração de relatórios

O gerenciamento de contratos também admite a visualização de quais atividades foram desempenhadas pela equipe. Com os registros devidamente feitos na plataforma é possível gerar relatórios para controle interno e prestação de contas ao cliente.

As informações no software da Project Builder contribuem para a construção de um relacionamento ético com os clientes, discriminando na cobrança os valores de cada produto ou serviço, facilidade na hora de fazer o faturamento.

Como a iMaps se beneficiou com a solução da Project Builder?

A essa altura você já está familiarizado com a nossa solução e constatou como ela foi aplicada de forma eficaz pela nossa parceira. Então, que tal verificar as vantagens da adoção da ferramenta?

Controle financeiro

Passos atesta: “eu não pago ninguém dentro da empresa ou prestador de serviço sem ter o registro no Project Builder. Se amanhã eu quiser saber quanto que eu paguei e o que foi pago, eu tenho confiança no software”. 

Essa rastreabilidade ajuda a companhia a organizar seus gastos, prever despesas e faturamento. As informações a partir dos registros em nosso sistema são úteis ao processo decisório, tais como a escolha pelo regime tributário mais indicado para o ano fiscal seguinte.

Ainda, os dados orientam investimentos e a alocação de recursos, estímulo à saúde financeira da empresa. Vale ressaltar o quanto é importante esse departamento estar bem informado para toda a estrutura organizacional operar funcionalmente.

Controle de prazos

Imagine vender uma licença para uso de sistema de dados por 12 meses e, decorrido esse tempo, não notar que o cliente continua utilizando o seu produto. O software da Project Builder garante que esse tipo de erro não aconteça porque monitora efetivamente os contratos com os clientes.

Passos atesta: “dessa forma, eu sei qual equipe que não está lá, quais projetos ainda tenho em aberto, quais ainda não entreguei e quais ainda não faturei”. Ou seja, além de controlar prazos, também é feita a gestão da equipe, forma de otimizar a prestação dos serviços.

Transparência

Como o software da Project Builder permite o acompanhamento de cada etapa do projeto, o cliente tem segurança de que não será cobrado por uma consultoria ainda não cumprida em sua totalidade.

Transparência é palavra de ordem para quem deseja conquistar e fidelizar clientes perpetuando seu nome no mercado. A credibilidade resulta em outras oportunidades de negócio, razão pela qual é necessário priorizar a ética na relação com o consumidor.

Segundo Passos: “a partir do momento que eu fecho um projeto, ninguém abre. Se alguém pedir para abrir um projeto já fechado, é preciso dizer por qual motivo quer incluir registros”. De acordo com o diretor da iMaps, ele tem “plena tranquilidade para informar o cliente” com precisão.

O profissional destaca também a rapidez e facilidade de acesso que à informação, passível de ser consultada, inclusive, pelo contratante. A interface da nossa ferramenta ajuda na acessibilidade e usabilidade, mais um motivo para investir na solução.

Afinal, quais são os diferenciais da Project Builder?

“Muitas vezes você é direcionado para um equipe de suporte, que coloca sua demanda em uma fila de prioridades, mas eu sempre me senti muito confortável com o suporte”. A afirmação de Passos retrata muito bem nosso comprometimento com os clientes.

Como também estamos no ambiente corporativo, entendemos as dificuldades enfrentadas pelo gestor. A equipe da Project Builder está preparada para atuar com rapidez e excelência a fim de atender melhor as necessidades de nossos parceiros.

Segundo Passos, “há outras ferramentas que a gente fala com uma máquina, demorando muito para conseguirmos explicar e passar as nossas demandas”. Aqui priorizamos a experiência do usuário, razão pela qual a plataforma é facilmente navegável e você pode contar sempre com o nosso total amparo.

A Project Builder tem conhecimento técnico para implementar um software de gestão de alta qualidade e eficiência no seu negócio. Talvez a partir do caso da iMaps você tenha identificado uma oportunidade de utilizar a nossa solução para impulsionar os resultados de sua empresa.
 
Se foi esse o caso ou, havendo curiosidade sobre a nossa ferramenta, entre em contato conosco!

6 tipos de pesquisa qualitativa e como utiliza-las na gestão de projetos

Entender os interesses, gostos, necessidades e nível de satisfação do consumidor é essencial para impulsionar as vendas e os projetos de uma empresa. A compreensão sobre os tipos de pesquisa qualitativa e a exploração desse recurso ajudam no posicionamento estratégico da companhia no mercado.

As motivações que levam alguém a escolher uma marca, as expectativas do público-alvo e a avaliação do perfil de consumo evidenciam tendências no setor, servindo de orientação às operações organizacionais.

Quer saber mais sobre as informações obtidas nessa análise? Siga na leitura para entender o recurso, suas modalidades e importância no gerenciamento de projetos.

Afinal, o que são pesquisas qualitativas?

Diferentemente das quantitativas, elas não resultam em números exatos, nem têm padrão de resposta. Aqui, a finalidade é deixar o entrevistado livre para manifestar suas preferências e, com esses dados, orientar a tomada de decisão dos gestores de uma empresa.

As pesquisas qualitativas têm caráter exploratório, ajudam na formulação de hipóteses e são geralmente desenvolvidas com amostras pequenas, úteis para o conhecimento mais aprofundado sobre certas características do consumidor.

Assim, é possível assimilar o juízo que ele faz sobre determinado assunto, seus gostos, necessidades e motivações. A interpretação e a vivência do pesquisador são cruciais em um sistema de análise como esse, impactando direto nos resultados. 

Pesquisas qualitativas e gestão de projetos

Você trabalha em uma construtora e quer ter sucesso no lançamento de um novo condomínio fechado na cidade? Deseja lançar um novo produto no mercado ou acertar no desenvolvimento de um app para facilitar a compra online do cliente em sua loja? Tem ambições de abrir filial em uma região ainda não explorada?

Todos as medidas mencionadas requerem gestão de projetos para terem sucesso em sua implementação — afinal, é necessário gerenciar escopo, custos, aquisições, tempo e outros fatores. Entre os vários tipos de pesquisa qualitativa, com certeza, há pelo menos uma adequada à orientação das suas estratégias.

A importância das pesquisas qualitativas

As empresas desempenham a atividade econômica assumindo riscos e buscando o lucro. A tomada de decisão precisa de respaldo para que os direcionamentos adotados tenham maior assertividade e a produção ou prestação de serviços seja bem-aceita pelo mercado.

Entender o comportamento do consumidor dá uma ideia sobre a demanda, útil na orientação da oferta. Assim, os gestores de todos os níveis organizacionais, do operacional ao institucional, do chão de fábrica ao diretor, têm suas atividades e rotinas de trabalho conduzidas para atender o público-alvo.

De tal forma, os riscos são mitigados e os processos otimizados. As análises evidenciam falhas, gargalos e oportunidades de melhoria, servem à antecipação de tendências no mercado e proporcionam uma gestão de projetos eficaz, fomentando o diferencial competitivo da sua empresa no segmento em que ela atua.

Quais são os principais tipos de pesquisa qualitativa?

Elas podem ser utilizadas para a obtenção de conhecimentos diversos, mas todas são úteis para o posicionamento estratégico da organização no setor. Confira na sequência quais são as suas modalidades.

1. Etnográfica

A etnografia é matéria contemplada nas ciências sociais e consiste no estudo do comportamento e perfil de um povo. Entre os tipos de pesquisa qualitativa, essa se aprofunda em cultura e costumes a partir da observação, sendo amplamente adotada por quem trabalha com UX (user experience ou experiência do usuário).

A Intuit, empresa que oferece gestão financeira online para micro e pequenos empreendedores, utilizou esse método de análise observando seus clientes varejistas. A companhia notou que eles transportavam o dinheiro do ponto de venda para o sistema Quickbooks, a fim de realizar o fluxo de caixa.

Então, os desenvolvedores integraram o sistema a uma caixa registradora com o objetivo de melhorar a experiência do usuário, eliminando a necessidade de exportação dos recursos para as finanças poderem ser controladas. Assim, a organização conquistou 80% do mercado de software de contabilidade.

2. Fenomenológica

Entre os tipos de pesquisa qualitativa, essa utiliza entrevistas para entender como as pessoas se sentem a respeito de determinado ambiente, evento ou produto. Por exemplo, você já notou que o EaD tem ganhado destaque no ensino superior?

Elas podem monitorar em números a visualização das aulas pelos alunos e o engajamento deles com as atividades, mas a pesquisa qualitativa aufere o nível de satisfação do discente com o curso. Assim, serve à gestão de projetos na orientação quanto às melhorias no material fornecido e no ambiente virtual de aprendizagem, otimizações que propagam a credibilidade da empresa no mercado.

3. Narrativa

Ela é comumente utilizada no âmbito corporativo para definir a persona, figura que representa um comprador habitual de sua marca, com características típicas desse tipo de consumidor e problemas passíveis de serem sanados pela sua companhia.

A peculiaridade dessa modalidade, em relação aos outros tipos de pequisa qualitativa, é a utilização de entrevistas narrativas. Os acontecimentos não precisam estar em ordem cronológica e a finalidade é entender as dores, conflitos e tensões do entrevistado, adaptando a solução oferecida ao perfil dele.

4. Teoria fundamentada

Sua amostra ideal envolve de 20 a 60 pessoas e o método é realizado pela análise de dados com a finalidade de chegar a um comportamento-padrão. Ela pode ser utilizada, por exemplo, para entender os critérios utilizados pelos varejistas na concessão de crédito ao cliente.

5. Caso de estudo

Ele explica, explana ou descreve uma situação real bem-sucedida ou fracassada. A intenção é ressaltar as práticas, comportamentos e técnicas bem aplicadas pela empresa (exemplos a serem seguidos) ou as medidas pouco funcionais, nada eficientes.

Se você é engenheiro civil e teve um case de sucesso na gestão de custos de um conjunto habitacional popular, sua experiência pode ser documentada, explicada aos demais colaboradores e replicada nas próximas empreitadas do tipo realizadas pela companhia.

6. Histórica

Precisa desenvolver uma ação promocional para anunciar uma queima de estoque no varejo optando pelo meio de comunicação mais efetivo? Você pode utilizar a metodologia em questão para fazer tal escolha: baseie-se em dados de eventos passados para estabelecer tendências e planejar ações relativas à área no futuro.

Qual é a importância de gerenciar vários projetos simultaneamente?

O sucesso no ramo corporativo depende da capacidade do gestor de coordenar ao mesmo tempo várias tarefas. Entender os tipos de pesquisa qualitativa ajuda o profissional a se planejar, estabelecer prioridades, organizar a equipe e traçar objetivos condizentes com as expectativas do mercado.

Se você atua na área de marketing, por exemplo, precisa cuidar constantemente da imagem da empresa: posicionamento nas redes sociais, desenvolvimento de campanhas publicitárias e ações promocionais a fim de girar o estoque.

Seu trabalho está integrado com outras áreas, como a comercial, e deve ocorrer de forma sincronizada para o bom funcionamento da organização, dividida em departamentos. O gerenciamento simultâneo de vários projetos mantém a companhia em produtividade máxima e fortalece a marca em detrimento da concorrência.

Quais tipos de pesquisa qualitativa podem ajudar na sua gestão hoje? Leve-os em consideração na hora de se planejar, traçar metas e na aproximação com o público-alvo, já que são formas eficientes de orientar as operações e atividades de seus colaboradores.

Gostou do assunto? Compartilhe este post nas suas redes sociais! Aproveite a oportunidade para fortalecer a sua rede de contatos.

Conheça a área de gerenciamento de aquisições do PMBOK

É comum um projeto demandar bens ou serviços que a equipe ou empresa encarregada não é capaz de prover, requerendo a contratação de terceiros. Hoje vamos falar exatamente sobre isso, o gerenciamento de aquisições, uma das 10 áreas de conhecimento contempladas no PMBOK.

Assim como os demais ramos, ele tem etapas, ferramentas e modelos que precisam ser entendidos para que o gerente possa orientar o time e fazer a entrega final, atendendo às expectativas do contratante.

Continue a leitura e confira os detalhes sobre essa área de conhecimento. Aproveite o conteúdo para se informar e otimizar sua rotina de trabalho.

Entenda a importância do gerenciamento de aquisições

Imagine que uma construtora vá lançar um condomínio de edifícios em alguma região da cidade. Seu quadro de funcionários contempla o engenheiro civil, o arquiteto, o mestre de obras e o pedreiro, mas um armador, gesseiro, eletricista e encanador precisam ser contratados.

Ainda, é necessário entrar em contato com empresas especializadas para providenciar a escavação e a fundação e concretar a laje. Instalar os elevadores e os deixar em perfeito estado de funcionamento também é responsabilidade de uma terceirizada.

Uma obra, assim como o desenvolvimento de softwares, é feita em etapas e pode se estender por anos, demandando produtos (serviços e bens) que a organização não tem. Então, surge a necessidade de contratação externa e o gerenciamento de aquisições toma espaço no projeto.

O comprador deve planejar as solicitações antes de, efetivamente, fechar negócio com os fornecedores. É preciso calcular as quantidades e valores, estipular cláusulas contratuais, e determinar o momento em que a empresa ou pessoa terceirizada vai entrar em cena.

Conheça as vantagens do gerenciamento de aquisições

O desperdício de materiais em obras causa até 8% de perda financeira, tendo em vista o orçamento inicial previsto, conforme pesquisa da Escola Politécnica (Poli), Universidade de São Paulo (USP). Além disso, os custos com retrabalho podem consumir até 30% do investimento.

Os dados da construção civil evidenciam que o gerenciamento de aquisições é importante em qualquer segmento corporativo, orientando todos os jogadores, conforme as regras estipuladas pelo gerente de projetos.

O planejamento, a execução e o controle das medidas referentes ao assunto garantem o cumprimento do escopo e o atendimento às expectativas do cliente. Além de manter o orçamento dentro do previsto ou, ao menos, sem variações absurdas, essa área de conhecimento do PMBOK assegura a entrega dentro do tempo determinado.

Com o caminho crítico, diretrizes, prazos e ações previstas pelo gerente de projetos, não há carência de mão-de-obra e são evitadas lacunas no processo. Os contratados se alinham à estratégia e ao calendário, passando a colaborar efetivamente para que a entrega final seja um sucesso.

Veja como funciona o gerenciamento de aquisições

Agora que você já entende a aplicação prática dessa importante área de conhecimento do PMBOK, está na hora de assimilar como ocorrem suas etapas, que foram elencadas e detalhadas na sequência.

Planejamento do gerenciamento de aquisições

É o momento inicial de documentar as decisões de compra para desenvolver o projeto. O que fazer? O que adquirir? Qual produto é necessário? Quando você precisará dele? Quais serão os critérios de avaliação utilizados para classificá-lo como adequado? Com quem contratar?

Descreva o bem ou serviço, defina os recursos de contratação (considerando o prazo e a pretensão de investimento) e analise as condições do mercado. Talvez somente uma entre duas empresas fornecedoras do mesmo produto seja capaz de atender à qualidade do material que você espera. Então a outra já é eliminada da lista.

Vale ressaltar: você não precisa fechar negócio com todas as empresas e pessoas agora. Certifique-se de descrever como as aquisições remanescentes devem ser gerenciadas, porque, lá na frente, isso vai poupar tempo, ajudando a manter o fluxo de trabalho e o escopo do projeto.

Condução das aquisições

Feitos os contatos iniciais e selecionados os tipos de contratos (de preço unitário ou de custo reembolsável, por exemplo), essa etapa começa com a resposta dos fornecedores. A declaração de trabalho (statement of work ou SOW) tem lugar aqui.

Após eleger a melhor oferta e conduzir as negociações, o acordo será selado entre comprador (gerente de projetos) e vendedor, nesse documento desenvolvido a partir da linha de base do escopo. Ele tem muitos detalhes, tais como:

  • nome do bem ou serviço contratado;
  • resultado negociado entre as partes;
  • quantidade;
  • descrição do uso dado ao bem/serviço ou problema que ele deve resolver;
  • especificações técnicas do produto;
  • especificações sobre a necessidade de compatibilidade entre ele e outras tecnologias;
  • padrão de qualidade requerido e previsão dos testes a serem realizados.

Além disso, deve constar na declaração de trabalho: critérios de aceitação da oferta, local de fornecimento do produto, entregas acessórias, prazos, aspectos regulatórios e fiscais, certificações, licenças e seguros.

Controle das aquisições

É a etapa de gerenciamento das relações de aquisições desenvolvidas, momento de checar se o produto atende às disposições contratuais firmadas entre as partes ou se precisa passar por alguma mudança (seja por inadequação do fornecedor ou necessidade de alteração manifestada pelo comprador).

Análises de desempenho são feitas aqui, com relatórios que fornecem ao gerente do projeto informações referentes à eficiência do fornecedor em atender aos objetivos contratuais.

Ainda, o sistema de pagamentos é considerado nessa fase, normalmente processado pela empresa nas contas a pagar. O contrato termina com a execução perfeitamente finalizada e todos os valores devidamente quitados.

Confira ferramentas úteis ao gerenciamento de aquisições

Uma das elencadas pelo PMBOK é a análise de fazer ou comprar, pela qual o gerente de projetos avalia se uma tarefa pode ser melhor realizada pela equipe ou se é preciso efetuar uma contratação externa.

A checagem é feita com base na EAP, considera 100% o escopo e os custos diretos e indiretos que cada pacote de trabalho necessário. Talvez seja imprescindível contratar tecnologia que você não tem à disposição na empresa.

Existe também a técnica de avaliação de propostas, útil na 2ª etapa do gerenciamento de aquisições. Ela atribui pesos a critérios como: conhecimento tecnológico, recomendações qualificadas e qualidade nas entregas para concluir qual empresa ou pessoa contratar. Em caso de empate, experimente usar a matriz SWOT. 

Planilhas com o cadastro de fornecedores qualificados de experiências passadas podem ser de grande ajuda. Modelos contratuais e de propostas com requisitos informados para a seleção também contribuem com as tarefas dessa importante área de conhecimento do PMBOK.

O gerenciamento de aquisições é fundamental para o sucesso do seu projeto. As etapas de planejamento, condução e controle contribuem para a excelência da entrega e satisfação do cliente. Observar as disposições do guia da PMI® sobre o assunto garantem o sucesso da empreitada e do gerente de projetos na carreira.

Gostou do assunto? Entre em contato com a Project Builder e veja como podemos ajudar você em seus processos.