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gerenciamento de integração pmbok

Entenda como funciona o gerenciamento de integração PMBOK

O PMBOK é um dos principais guias de gestão de projetos do mundo. Entre as suas várias práticas, uma se destaca para quem busca um time mais unificado e eficiente: o gerenciamento de integração PMBOK. Ele dá ao líder a capacidade de manter toda a equipe atuando em sincronia e em busca dos mesmos resultados.

Em um cenário em que erros são comuns e os projetos exigem grandes cuidados, estratégias como essa podem ser a ponta de partida para um fluxo de grandes melhorias no ambiente corporativo.

Se você quer saber mais sobre o tema e como o gerenciamento de integração PMBOK pode otimizar o seu fluxo operacional, veja o post abaixo!

O que é o gerenciamento de integração PMBOK?

O gerenciamento de integração do projeto é a parte do PMBOK com as estratégias e processos necessários para o time realizar a identificação, a definição, a coordenação e a unificação de várias rotinas que envolvem os grupos de processo e gestão.

Quando levamos essa estratégia para o cenário de projetos corporativos, ela auxilia o líder a manejar com mais facilidade as expectativas e necessidades de times, stakeholders e demais envolvidos no projeto em busca de um conjunto de objetivos em comum.

Como ele funciona?

O gerenciamento de integração do projeto requer que a empresa faça boas escolhas sobre o modo como os recursos serão alocados, avalie quais são as alternativas conflitantes e sempre busque o melhor resultado para todos.

Para que isso seja feito, uma boa comunicação deve ser estruturada, com todos os profissionais atuando lado a lado para evitar problemas e ter um nível contínuo de performance.

Quais são os passos necessários para implementar o gerenciamento de integração PMBOK?

O gerenciamento de integração de projetos no PMBOK é dividido em alguns pontos. A sua implementação precisa contar com o apoio de todos, uma vez que essa estratégia atua de modo abrangente para garantir o sucesso do projeto.

Confira, a seguir, cada ponto necessário para realizar essa prática em seu ambiente corporativo!

Tenha um termo de abertura do projeto

O termo de abertura é um documento que autoriza, de modo formal, a execução do projeto. Ele dá ao gerente de projetos a liberdade para aplicar todos os recursos disponíveis em cada etapa, uma orientação sobre cada passo a ser tomado, assim como um conjunto de dados básicos que precisam ser levantados nas etapas de planejamento, como:

  • os prazos do projeto;
  • os líderes de cada área;
  • os requisitos mínimos;
  • as áreas interessadas;
  • a viabilidade de cada etapa;
  • a justificativa do projeto;
  • os resultados esperados ao término de cada etapa do projeto.

Faça uma declaração preliminar do escopo do projeto

A declaração do escopo do projeto é um documento complementar ao termo de abertura. Ele é responsável por delimitar, formalmente, qual o escopo de ação dos times, de cada etapa e do projeto como um todo.

A definição do escopo é algo crítico para qualquer projeto. Com ela, o gestor consegue avaliar exatamente o que deve ou não ser executado caso alguma solicitação de mudança ocorra. Assim, os recursos são melhor aproveitados e o time terá mais facilidade para atingir as expectativas dos stakeholders.

Tenha um plano de gerenciamento de projeto e execute um controle integrado de mudanças

O plano de gerenciamento de projeto é o documento que lista as ações necessárias para definir, gerir e unificar cada um dos planos e estratégias auxiliares do projeto. Ele deve ser definido a partir das peculiaridades do projeto, uma vez que cada iniciativa tem detalhes e requisitos próprios.

Já o controle integrado de mudanças é uma estratégia que é executada durante todo o projeto. Ela é fundamental para que o time se mantenha alinhado com o escopo da iniciativa, evite o desperdício de recursos e atrase a entrega de demandas definidas previamente.

Monitore e auxilie os profissionais durante todas as etapas

O gerente de projetos deve estar atento a cada passo dos times. Para garantir que o fluxo operacional seja bem estruturado e capaz de atingir os resultados necessários, é importante monitorar o fluxo de trabalho e corrigir gargalos e erros rapidamente.

Indo além, a empresa deve focar nos processos de acompanhamento, em estratégias que garantam o alinhamento e a união de todos.

Com uma comunicação contínua, é possível disseminar novidades, alinhar conhecimentos e ter um planejamento que seja funcional, evite redundâncias e consiga atingir o resultado esperado sempre no menor prazo possível.

Garanta que o encerramento do projeto ocorra da melhor forma possível

O encerramento do projeto é uma etapa crítica. Nele, as equipes receberão um feedback de todas as etapas executadas, com erros que não devem ser perpetuados, lições que foram aprendidas e boas práticas que deverão ser replicadas em futuras iniciativas.

Nesse momento, também é realizada uma apresentação completa dos resultados obtidos. Isso facilita a correção de eventuais falhas, melhora a satisfação de cada membro do projeto e dá ao time uma visão completa sobre tudo o que foi obtido em cada momento.

Portanto, levante dados continuamente durante a rotina do projeto e faça uma apresentação abrangente, clara e bem estruturada para os envolvidos.

Qual a importância de ter boas soluções de gerenciamento de projetos?

Projetos podem não atingir os seus objetivos em função de vários fatores. Prazos inadequados, um time mal estruturado e escopo indefinido são alguns exemplos comuns a várias empresas.

Há ainda a chance da companhia não definir as etapas corretamente e, com isso, ter dificuldades para distribuir recursos e gerenciar os fluxos de trabalho do modo adequado.

Justamente por isso, o investimento em soluções para a gestão de projetos se torna cada dia mais comum. O apoio de um bom software permite ao gestor direcionar os recursos corretamente, validar etapas de modo centralizado e administrar cada etapa em um único ambiente, com dados claros, objetivos e de fácil visualização.

Tudo isso cria um novo cenário para a empresa, em que os projetos terão mais qualidade e agilidade em sua execução.

Além disso, ficará mais fácil investir em estratégias como a de gerenciamento de integração PMBOK, fundamentais para ter um elevado padrão de performance no dia a dia de cada etapa.

Se você quer saber mais sobre como um software de gerenciamento de projetos pode te ajudar a atingir melhores resultados, fale com um de nossos consultores!

business intelligence na gestão de projetos

O que é Business Intelligence e onde ela é aplicada?

O Business Intelligence está se tornando uma das principais estratégias de análise de dados para se manter eficiente. Externamente, por exemplo, essa estratégia dá ao negócio a capacidade de identificar tendências de mercado e otimizar o planejamento de produtos, serviços e campanhas de vendas. Internamente, as rotinas de análise ampliam a capacidade de os gestores rastrearem falhas internas e pontos que podem ser otimizados.

Isso ocorreu pois, nos últimos anos, os processos de análise passaram a ser capazes de lidar com uma grande quantidade de dados. Para os processos de análise de mercado, foram criadas ferramentas de Big Data capazes de processar uma grande quantidade de informações em tempo real.

Já para lidar com os registros internos, negócios utilizam o Business Intelligence. Também conhecido apenas como BI, ele tem um papel de destaque para gestores que querem melhorar os processos de tomada de decisão e dar mais capacidade para a companhia vencer os seus desafios.

Ficou curioso? Então confira no post abaixo o que é Business Intelligence, como ele é estruturado e o seu papel para o negócio!

O que é Business Intelligence?

O Business Intelligence é um conjunto de estratégias voltadas para o ambiente corporativo pautadas pela análise de dados. O objetivo principal é o de melhorar o desempenho da empresa a partir de um processo de tomada de decisão mais inteligente e eficaz, amparado em informações precisas, detalhadas e atualizadas.

Quando a análise de dados é levada para o centro dos processos corporativos, o gestor passa a ter mais capacidade para criar uma visão abrangente sobre a cadeia operacional. As rotinas internas, a sua relação com os lucros da empresa e os pontos que necessitam de melhorias ficarão mais claros e fáceis de serem identificados.

Graças ao BI, empresas passaram a ter maior capacidade para tomar decisões estratégicas, que levam a companhia a atingir facilmente as suas metas de médio e longo prazo. Investimentosprojetos internos e rotinas terão uma estrutura mais inteligente, flexível e funcional. Assim, qualquer iniciativa interna terá mais capacidade de atingir os objetivos esperados.

Como o Business Intelligence pode ser implementado no negócio?

A adoção do Business Intelligence, dentro de ambiente corporativo, deve contar com uma série de estratégias para que a análise de dados consiga atingir todo o seu potencial. O gestor deve ter a flexibilidade para compreender como dados estruturados e não estruturados conseguem levar a companhia a atingir um elevado nível de performance.

Ao mesmo tempo, toda a equipe de analistas precisa compreender as necessidades dos funcionários. Assim, será fácil direcionar a tomada de decisões. Existem três pontos básicos para criar uma estratégia de Business Intelligence dentro do ambiente corporativo. Confira a seguir.

Tenha dados de qualidade

A qualidade das informações utilizadas nos processos de Business Intelligence é algo fundamental para que o negócio consiga extrair o máximo dessa estratégia. Todas as estratégias de BI bem-sucedidas contam com registros de qualidade, que são acessíveis e fáceis de serem interpretados. E, para isso, a companhia deve investir em uma boa governança de dados.

A governança de dados é o processo que orienta a empresa no seu dia a dia em todos os pontos que estão ligados ao modo como informações são coletadas, salvas e utilizadas pelos profissionais. Essa política é abrangente e, por isso, deve incorporar medidas de segurança, armazenamento, prevenção de riscos e delegação de responsabilidades.

O local em que as informações são salvas, por exemplo, é o primeiro ponto que merece a atenção do gestor. Escolha uma infraestrutura de qualidade, capaz de entregar os registros com rapidez e integridade. Isso evitará gargalos na hora de salvar, acessar ou realizar alguma modificação em qualquer registro.

Da mesma forma, crie regras de acesso e controle que evitam o acesso não autorizado aos registros, impedindo também a ocorrência de problemas de segurança para o negócio. O controle de acesso precisa ser montado considerando o perfil de cada time, assim como o uso que será das informações. Isso evitará que vazamentos ou modificações não autorizadas ocorram.

A política de governança de dados também precisa estruturar normas para orientar os times a coletar informações de qualidade. Elas devem definir os meios de obtenção de dados, as regras de filtragem e demais pontos que, conforme as normas internas do negócio, auxiliem o gestor a sempre ter registros de alta qualidade.

Estabeleça uma visão clara sobre os objetivos do BI

Para que a análise de dados seja bem executada, os analistas responsáveis pela estratégia de Business Intelligence devem ter objetivos claros. Portanto, saiba identificar quais são as metas do negócio, os seus pontos fracos e os gargalos que podem ser otimizados com os processos de BI.

Assim, os profissionais poderão capturar dados em e-mails, na Internet, em bancos de dados internos ou em outras fontes, evitando desperdício de recursos. Consequentemente, a obtenção de insights será mais ágil e inteligente.

Para ter um conjunto de objetivos claros, os processos de BI devem envolver todas as áreas da empresa. Os times precisam manter uma comunicação ativa, auxiliando no alinhamento de metas e planos de médio e longo prazo. Isso evitará conflitos, reduzirá o número de recursos utilizados durante as análises e auxiliará os times a entregar resultados com mais facilidade.

Utilize os insights para realizar mudanças de acordo com as metas do negócio

A análise de dados do Business Intelligence torna-se tão eficaz quanto forem modificados os processos com problemas na empresa. Portanto, saiba rastrear a origem dos problemas e identificar sempre como otimizar a rotina da companhia e os seus processos de tomada de decisão a partir de uma análise detalhada de atividades e informações internas. Assim, os investimentos serão mais lucrativos e o planejamento terá maior capacidade de dar a competitividade necessária para a companhia gerar negócios a médio e longo prazo.

Sempre monitore os resultados

Uma vez que o BI tenha sido instalado no ambiente corporativo, a empresa deve avaliar sempre o resultado obtido após cada processo de análise ser finalizado. As decisões tomadas com o apoio de um processo de análise de dados devem ter o seu impacto mensurado, o que facilitará a busca por melhorias no futuro, a identificação de problemas e a avaliação do que pode ser replicado em outras áreas. Assim, o BI conseguirá ser um real agente de mudanças positivas para o negócio.

Como o Business Intelligence é estruturado?

O BI é estruturado em quatro etapas. Em conjunto, elas auxiliam a empresa a obter meios para otimizar os seus resultados e atingir mais sucesso a médio e longo prazo. Confira cada uma abaixo!

Implementação

Esse é o ponto em que a estratégia de BI é adotada pela empresa. Informações sobre os problemas corporativos são levantadas, assim como as rotinas em que o Business Intelligence pode ser aplicado e gerar bons resultados.

Nesse momento, é importante que o gestor invista em um sólido treinamento da equipe. Quando os timessão instruídos sobre a importância do BI para o seu dia a dia, assim como os modos corretos de utilizar essa estratégia, a sua aplicação será mais abrangente e eficaz.

Não se esqueça, também, de investir em bons sistemas. O negócio precisa escolher soluções de TI capazes de auxiliar nos processos de gestão, monitoramento e análise de informações com alta performance, disponibilidade e segurança. Se necessário, invista na nuvem: essa tecnologia pode permitir o uso do BI de modo mais escalável e econômico.

Coleta de Dados

Nessa etapa, os analistas farão a busca por informações que possam ser úteis para o processo de Business Intelligence. A partir do levantamento de quais são os pontos em que o BI será utilizado, os seus objetivos e questões, a empresa precisa buscar em meios offline e online informações que possam ser úteis para a análise.

Sempre tome cuidado com a origem da informação, a sua qualidade e o nível de integridade. O ideal é que o negócio busque registros de uso fácil e que sejam atualizados.

Para avaliar como melhorar a qualidade do perfil de atendimento, por exemplo, informações muito antigas não são recomendadas. Elas não conseguem passar para o gestor uma visão dos problemas que impactaram o trabalho do time nos últimos meses e, com isso, levar a resultados inconsistentes.

Integração de informações

Essa é a etapa em que todas as informações coletadas são integradas. A integração de dados é um dos momentos mais importantes do BI pois é nele em que os insights começam a ser produzidos.

Além disso, nesse momento as ferramentas voltadas para a filtragem dos dados entram em ação. Elas eliminarão registros de baixa qualidade ou que não sejam úteis para a análise, auxiliando a empresa a ter melhores resultados.

Análise das informações

Nesse momento, o gestor utilizará todos os dados levantados, filtrados e integrados para obter insights. Tendo como base as informações coletadas, os questionamentos criados e as metas, o analista buscará, nos dados do negócio, respostas para as demandas existentes.

As respostas obtidas orientarão as decisões tomadas pela companhia. Assim, mudanças no ambiente corporativo, investimentos e o planejamento de projetos serão feitos com mais segurança e menor chance de darem errado.

Como o BI consegue gerar competitividade e alta performance no ambiente corporativo?

O uso do Business Intelligence tem se espalhado por vários setores como uma forma de gerar mais competitividade para as empresas. Companhias de investimento, por exemplo, adotaram o BI para evitar fraudes e realizar aplicações mais inteligentes e seguras. Cruzando diferentes dados de consumidores e do mercado, o negócio pode avaliar o risco  de um investimento, o perfil de crédito do cliente e se uma compra é realmente fraudulenta ou não. Isso evita prejuízos e melhora a confiabilidade das decisões tomadas pela companhia.

Já as seguradoras utilizam-no para compreender maneiras mais lucrativas de estruturar os seus serviços de acordo com as demandas do mercado. Avaliando o perfil de seus clientes e os indicadores de gastos, a empresa pode reestruturar os seus planos a partir de um modelo com custos mais precisos, serviços mais bem segmentados e outros pontos que contribuem para tornar o portfólio mais lucrativo.

Na indústria, o Business Intelligence permite que gestores tornem a cadeia operacional mais inteligente e com um número de gargalos menor. Todas as rotinas são analisadas e, assim, o empreendimento pode adotar uma abordagem mais eficaz e voltada para atingir todas as metas de médio e longo prazo. A cadeia operacional será reformulada e terá como base um modelo mais eficiente e alinhado com as demandas do mercado.

Quem depende da infraestrutura de TI para executar várias tarefas pode utilizar o Business Intelligence para maximizar a sua performance e eliminar problemas de segurança. Todas as informações relativas ao funcionamento da infraestrutura serão cruzadas para que vulnerabilidades e pontos que interferem negativamente no desempenho dos serviços de TI tornem-se mais visíveis, de modo que o gestor possa realizar correções precisas.

Já na gestão de projetos, o BI pode ser aplicado em várias etapas do planejamento a análise final de resultados. A viabilidade do projeto, os pontos que podem ser otimizados nas etapas futuras e os impactos nas receitas da empresa são identificados com mais facilidade e precisão. Isso auxiliará a companhia a sempre buscar melhores estratégias para executar os seus projetos e, com isso, atingir mais receitas e lucratividade.

O mercado atual não abre espaço para empresas cometerem erros. No seu dia a dia, o negócio deve estar preparado para tomar decisões com agilidade, segurança e baixo risco.

Afinal de contas, se um investimento ineficaz é tomado ou se um projeto não atinge os resultados esperados, a companhia pode perder muitas oportunidades de vendas. Por isso, ter um ambiente de alta performance e uma rotina de gestão capaz de entregar bons resultados é algo crítico.

Esse cenário pode ser atingido com o apoio de processos de análise de dados. Apoiadas em novas tecnologias, estratégias como o BI permitem que a empresa lucre mais investindo de forma mais inteligente.

O Business Intelligence, portanto, deve ser visto como uma maneira de orientar a empresa para uma cultura de contínua melhoria nos serviços do negócio e no seu posicionamento no mercado. Gestores terão processos mais integrados e de alta performance e, ao mesmo tempo, a tomada de decisões será baseada em uma rotina de análise com alto retorno. Isso garantirá que a empresa sempre conseguirá atingir as suas metas de mercado sem se expor a situações de risco ou ter um posicionamento menos eficaz do que o da concorrência.

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gestão por processos

Confira 5 passos para fazer uma boa gestão de processos em sua empresa

Uma empresa que quer ser bem-sucedida deve fazer uso, ao máximo e da melhor forma, dos recursos disponíveis. No entanto, ainda que isso inclua pessoas, equipamentos e tecnologias, a administração dos recursos não fará sentido se não estiver ligada à gestão por processos.

Pode parecer complicado, mas se a instituição não se importa com essa vertente da gestão, ainda que a estrutura e as pessoas sejam altamente capacitadas, se não há processos claros e simples, a produtividade entra em declínio.

Neste artigo, vamos ensinar cinco passos para que você implante a gestão por processos em sua empresa. Continue acompanhando e aproveite o conteúdo

O que é a gestão por processos?

Resumidamente, a gestão por processos é a definição, verificação e melhoria contínua dos processos em busca de atender as demandas dos clientes. Trata-se de um modelo de gerenciamento que prioriza a interação entre as diversas atividades realizadas pela instituição.

Com a descentralização de poder, a organização ganha em dinamismo e flexibilidade. Desse modo, fica mais fácil se adaptar às múltiplas oportunidades ou ameaças externas.

Quais são as principais vantagens da gestão por processos?

Aqui, vamos ressaltar as principais vantagens do cuidado com os processos, que refletem diretamente no aumento da eficiência da sua empresa como um todo. Vamos lá?

Otimização do tempo

Se você é um bom administrador do tempo em seus projetos, sabe definir prioridades e fazer decisões estratégicas para fazer crescer a efetividade das tarefas em tempo reduzido.

Parece uma equação difícil? Sim! Reduzir a quantidade de recursos gastos e ver o aumento da produtividade não é uma tarefa fácil. No entanto, para quem foca na gestão por processos, essa vantagem se torna mais acessível.

Trabalhadores concentrados nas atividades principais eliminarão retrabalhos, assim como tarefas automatizadas. É a gestão de processos que analisa as oportunidades de proporcionar uma melhor distribuição e organização das tarefas na empresa, simplificando projetos mais complexos.

Integração entre as áreas

Uma característica importante nesse assunto é a capacidade que a integração entre as áreas tem para dissolver problemas processuais na corporação. Isso porque as relações interpessoais dentro da organização precisam ser tratadas com cuidado e de forma pessoal.

Pode parecer clichê, mas uma empresa unida caminha muito melhor. É fundamental que as partes interessadas tenham uma visão macro da firma, encontrando liberdade para sugerir e compreendendo seus papéis na existência da empresa.

Rapidez na tomada de decisão

Como a gestão por processos estimula a análise de dados e mensuração de resultados, consequentemente, a tomada de decisões acertadas entra em destaque.

A escolha de prioridades é importante para nortear os processos em diferentes estágios, do estratégico ao operacional. Utilizando essa técnica, o gerente de projetos conquista a desejada habilidade de antecipação, potencializando suas oportunidades de negócios ao responder às inquietações do mercado em tempo hábil.

Como implementar essa gestão em 5 passos?

Antes de tudo, vale saber que qualquer mudança na gestão por processos deve ser implementada de modo gradual. Ciente disso, confira 5 passos que ajudarão você nesse sentido.

1. Elabore o Mapa Geral dos Processos

Você nunca vai conseguir gerir uma empresa sem conhecê-la, não é mesmo? Elaborar o Mapa Geral de Processos é um dos passos mais importantes para estabelecer essa gestão com eficácia.

É nesse mapeamento que você definirá os padrões, a fim de incentivar o potencial de integração e de automação. O cuidado nessa etapa fará com que o gestor conheça melhor os atributos dos processos da empresa, estabelecendo melhor os custos de atividades e dimensionando a equipe na medida certa.

2. Identifique os clientes do processo

Identificar os clientes no processo é tão importante quanto rastrear sua jornada. Fique atento aos “momentos da verdade”, as famosas interações com a clientela feita para gerar percepção de valor.

Nesse passo do mapeamento, tente responder as seguintes perguntas:

  • Quem é o cliente?
  • Como ele decidiu participar do processo?
  • Qual é a expectativa dele com o processo?
  • Quantas vezes ele se envolve no processo?
  • É possível que o cliente aponte melhorias no processo? Como?

3. Implemente indicadores de desempenho

É óbvio que não poderíamos deixar de lado o fato de que uma das principais funções do gestor é exercer controle. E, por conta disso, a definição e utilização dos indicadores de desempenho é crucial na gestão por processos.

Se você quer ver a melhoria e a otimização da empresa, aprenda a monitorar. De acordo com a análise dos procedimentos internos, estabeleça quais são os indicadores importantes para medir a performance desejada. Jamais ignore essa etapa, ou seu trabalho será incompleto.

4. Ofereça o treinamento necessário

Mais um ponto que é preciso ficar em destaque é que a implementação da gestão processual vai requerer a adoção de uma nova postura da empresa. Estamos falando de toda uma cultura que entrará em transição, e que precisa ser acompanhada.

Equipes internas de controle para revisar as práticas inseridas não serão suficientes, se você busca sucesso nessa empreitada. Vá além. Foque na conscientização de todos os colaboradores quanto à importância do novo fluxo de atividades. É essencial que as equipes estejam engajadas com as mudanças, afinal, a empresa depende do trabalho que os colaboradores podem oferecer.

5. Identifique melhorias

Por fim, chega a hora de checar aquilo que está dando certo e o que não está funcionando no processo. Atrasos, não-conformidades e gargalos precisam ser apontados sem medo. O mesmo serve para a identificação das atividades críticas e das que agregam mais valor.

A boa gestão por processos é aquela que é realizada de forma planejada, com objetivos de curto, médio e longo prazo. Por sua vez, a conquista dessas metas está atrelada à verificação, principalmente, das atividades em que se faz contato direto com o cliente. Isso porque ele deve ter a melhor experiência possível.

Lembre-se de que as pessoas que atuam na operação diária darão as melhores sugestões de melhorias no processo. Portanto, mantenha o foco no lugar certo.

O objetivo principal da gestão por processos é cumprir as metas e estratégias da empresa com eficiência. Como consequência, você se transformará em um gestor que entende com muito mais propriedade as relações de causas e efeitos entre os erros, bem como os impactos ao longo da cadeia e os efeitos registrados pelos clientes.

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GDPR

GDPR: entenda a legislação de uma vez por todas e confira as suas vantagens!

A privacidade digital virou uma preocupação de toda a sociedade. Conforme a tecnologia foi integrada a vários processos do nosso dia a dia, governos e órgãos técnicos foram pressionados e criaram normas para tratar sobre o tema, como é o caso da GDRP.

Criada pela União Europeia, A GDPR é um conjunto de normas que visam determinar como será o tratamento de qualquer informação de terceiros por empresas e organizações governamentais. Apesar da sua validade estar restrita aos países que compõem o bloco, se manter alinhado com essa norma virou algo obrigatório para qualquer negócio.

Quer saber o motivo? Então veja o nosso post abaixo!

O que é a GDPR?

Sigla para General Data Protection Regulation, ou Regulamento Geral de Proteção de Dados, em uma tradução livre, a GDPR é uma lei aprovada pela União Europeia que passou a valer em abril de 2018. Ela foi desenvolvida para substituir a legislação já existente, que foi criada em 1995.

A GDPR é um dos dois braços de uma extensa regulação sobre como empresas e órgãos públicos lidam com informações privadas. A sua aprovação ocorreu junto com a Data Protection Directive (Diretriz de Proteção de Dados, em uma tradução livre), que é um conjunto de normas para listar como a polícia europeia deve lidar com os dados de cidadãos na UE.

Como a GDPR mudará os processos corporativos?

A criação da GDPR foi criada com o principal objetivo de dar ao usuário um maior controle sobre as suas informações. Para que isso fosse possível, uma série de mudanças foram criadas.

Em outras palavras, graças a GPDR, as pessoas podem compreender melhor como grandes e pequenas companhias lidam com os seus dados. Entre as medidas que agora são obrigatórias, nós podemos apontar:

  • a portabilidade de dados, ou seja, uma pessoa pode migrar informações entre dois serviços concorrentes a qualquer momento;
  • a exigência do consentimento do usuário para a coleta de suas informações;
  • a possibilidade do usuário escolher como os seus dados serão tratados;
  • a necessidade da empresa listar aos seus usuários como as informações são coletadas e quais são os fins dessa coleta;
  • a obrigação da empresa criar meios para que o usuário possa solicitar a remoção das suas informações pessoais ou a interrupção da coleta de dados;
  • a possibilidade de o usuário acessar e copiar as suas informações sempre que for cabível;
  • a criação de políticas de privacidade e uso de informações que sejam claras, concisas e transparentes;
  • a obrigação de empresas comunicarem eventuais vazamentos em até 72 horas para as autoridades;
  • a obrigação de empresas criarem soluções e projetos considerando o conceito de privacidade por design, ou seja, com a proteção dos dados sendo uma das bases da iniciativa;
  • a recomendação de que negócios devem sempre utilizar a pseudonimização quando for cabível, ocultando informações sensíveis de seus usuários.

Muitos pontos da GDRP se tornaram obrigatórios no Brasil graças a Lei Geral de Proteção de Dados. O PLC 53/2018 é semelhante a GDPR em vários pontos. Justamente por isso, estar alinhado com a lei europeia é um bom passo para ficar em dia com as normas do governo brasileiro.

Entre as semelhanças, nós podemos apontar:

  • a obrigação de usuários consentirem com o uso de suas informações;
  • a possibilidade de pessoas, sempre que julgarem necessário, solicitarem uma cópia das informações, a sua exclusão, complementação ou correção;
  • a portabilidade de informações privadas;
  • a exigência de políticas de privacidade mais claras;
  • a obrigação de empresas e órgãos públicos publicarem para as autoridades qualquer tipo de vazamento ou roubo de dados rapidamente.

Quais são as multas para quem não se alinhar com a GDPR?

Além de ser obrigatória para qualquer empresa que preste ou forneça serviços e produtos para os países que fazem parte da União Europeia, a GDPR traz um conjunto de punições para quem não se adequar. Quem não estiver alinhado pode receber uma notificação ou até uma multa com valor máximo entre € 20 milhões e até 4% da receita anual global da companhia (o que for maior).

Além disso, se vazamentos ocorrerem, a companhia deverá trabalhar com um Data Protection Officer (DPO). Ele será responsável por supervisionar o modo como as informações são tratadas, assim como auxiliar na aplicação de medidas corretivas.

Para garantir que a GDPR tenha validade real, a União Europeia já está criando tratados de cooperação com governos de países que não fazem parte do bloco. Portanto, fique atento: se o seu negócio for pego infringindo alguma parte da norma, a UE pode se comunicar com o governo brasileiro e aplicar as medidas cabíveis com a cooperação da nossa justiça.

Qual a relação da GDPR com as rotinas de gestão de projetos?

Durante a execução de projetos corporativos, a empresa pode optar por coletar informações de terceiros. Neste momento, a empresa deve estar atenta para regulamentações como a GDPR. Elas auxiliarão a companhia a ter um tratamento mais transparente sobre os dados utilizados, reforçando a confiabilidade das medidas tomadas pelo time de planejamento.

Portanto, nas etapas iniciais, sempre se mantenha atento aos processos de armazenamento, processamento e uso de dados que serão executados em cada etapa de seu projeto. Crie uma política de privacidade objetiva, transparente e de fácil acesso para governar essas rotinas. Dessa forma, a empresa poderá utilizar mais informações sem correr riscos.

Nos últimos anos, uma série de escândalos de privacidade envolvendo grandes empresas de TI levaram governos a desenvolverem regulamentações para o uso e a coleta de dados. Na União Europeia, esses esforços levaram a GDRP. Já no Brasil, a Lei Geral de Proteção de Dados foi a principal lei sobre o tema.

As normas traçadas pela GDPR e pela Lei Geral de Proteção de dados regulamentarão o uso de qualquer informação privada por empresas nos próximos anos. Portanto, estar atento ao modo como essas leis mudarão as rotinas da companhia é crucial. Assim, nenhum projeto interno ou serviço correrá o risco de levar a companhia pagar multas ou sofrer processos legais.

Quer saber mais sobre como a GDPR afeta a sua empresa? Então, fale com um de nossos consultores!

gestão de projetos

Certificações para Gestão de Projetos são importantes? Quais são necessárias?

A gestão de projetos faz parte da realidade corporativa desde a década de 90, porém só nos últimos anos as empresas brasileiras consideraram sua implantação.

Um dos requisitos essenciais na contratação de um gerente de projetos é ter certificações. Por mais que elas não determinem a qualidade desse ou daquele profissional, acabam apresentando forte peso numa seleção e até no reconhecimento dentro da empresa.

E qual é a importância das certificações na gestão de projetos? Quais as mais relevantes? As respostas para essas e outras perguntas você vai encontrar neste artigo. Acompanhe!

Qual a importância das certificações na gestão de projetos?

Um profissional certificado é visto com outros olhos pelas empresas. Os conhecimentos adquiridos na gestão de projetos são cada vez mais requisitados. Uma certificação de qualidade e com importância reconhecida pelo mercado faz toda a diferença.

Ter uma gestão eficiente dos projetos da empresa significa um diferencial competitivo e torna, assim, a organização mais dinâmica e apta para retornar mais valor aos seus clientes.

Algumas organizações internacionais, em suas licitações, recomendam a contratação de gerentes que possuam uma certificação em projetos. Isso aumenta a visibilidade e pontuação dessas empresas junto ao mercado.

Qual é o instituto mais indicado?

Existem várias instituições pelo mundo que disponibilizam certificações para o profissional de projetos. Dentre elas, as principais são a APGM (Accrediting Professional Group Management), com as quatro certificações PRINCE; o IPMA (International Project Management Association), com também quatro níveis de certificação, e o PMI (Project Management Institute), de maior relevância, que possui um maior número de certificações.

PMI é a principal organização em matéria de certificações de projetos, onde há o maior fluxo de profissionais dessa área e as informações transcorrem com mais clareza. Ela permite o contato com práticas e técnicas para desenvolver um excelente trabalho em gestão de projetos. Permite também o contato com exemplos de sucesso ao redor do mundo.

Obter uma certificação no PMI é um dos principais objetivos para os grandes gestores devido à força dominante que essa organização exerce no mercado mundial.

PMBOK e PMO são certificações?

Essas siglas são muito comuns em matéria de gestão de projetos, mas muitas pessoas utilizam de maneira errônea.

PMBOK (Project Management Body of Knowledge) é um guia da PMI e mostra conceitos básicos separados em nove áreas de importância para o gestor. Não é uma metodologia, mas sim uma orientação de como gerenciar, da melhor maneira possível, o desenvolvimento de projetos.

As nove áreas orientadas pelo PMBOK são:

  • Gestão de Escopo
  • Gestão de Tempo
  • Gestão de Custo
  • Gestão de Qualidade
  • Gestão de RH
  • Gestão de Comunicação
  • Gestão de Riscos
  • Gestão de Aquisição
  • Gestão de Integração

PMO (Project Management Office) é o lugar responsável pelo gerenciamento de projetos numa organização.

Tem total importância na efetividade e alcance de resultados. Muito mais do que um simples escritório, o PMO é uma parte necessária para o planejamento de um projeto.

Algumas de suas funções primárias são:

  • Serviços de gerenciamento da entrega do projeto
  • Escalada de problemas
  • Gerenciamento de recursos para a execução do projeto
  • Definição de métricas
  • Relatórios de desempenho
  • Distribuição de informações

Quais são as certificações mais relevantes?

Antes de tudo, o profissional de projetos deve considerar qual certificação é a ideal para o atual momento de sua carreira.

Os principais certificados do PMI são:

  • CAPM (Certified Associate in Project Management)
  • PMP (Project Management Professional)
  • PgMP (Program Management Professional)
  • PMI-ACP (PMI Agile Certified Practitioner)

Como é a certificação CAPM?

A CAPM mostra que você possui os conhecimentos básicos para um desempenho eficiente na gestão de projetos.

Para membros do PMI, o investimento gira em torno de US$ 225; no caso de não membros, US$ 300.

Essa certificação é recomendada para estudantes, membros de uma equipe de projetos, professores, patrocinadores, facilitadores ou coordenadores de projeto. Necessário ter, no mínimo, o diploma do ensino médio ou técnico.

A CAPM requer que esse profissional tenha 1500 horas de trabalho em projetos. O exame leva três horas e contém 150 perguntas de múltipla escolha.

Como é a certificação PMP?

Ela confirma que você possui conhecimentos para liderar e gerenciar uma equipe de projetos. Para membros do PMI, o investimento é de US$ 405; para não membros, US$ 555.

A PMP é recomendada para aqueles profissionais que são responsáveis por todos os processos de um projeto, líderes e gestores de equipe. Necessário ter o diploma do ensino médio ou técnico.

Para aqueles que possuem o diploma de nível médio são necessários, no mínimo, cinco anos de trabalho em projetos e 7500 horas de tarefas de gerenciamento. Já para quem tem o diploma de nível superior, são necessários pelo menos três anos de trabalho em projetos e 4500 horas de tarefas de gerenciamento.

O exame leva quatro horas e contém 200 perguntas de múltipla escolha.

Como é a certificação PgMP?

Essa certificação comprova que você tem experiência, alto desempenho e habilidade no gerenciamento de vários projetos de acordo com os objetivos da organização.

Para membros do PMI, o investimento nessa certificação é de US$ 1500; para os não membros, US$ 1800.

A PgMP é recomendada para profissionais que gerenciam programas complexos e que abrangem diversas funções; que necessitam de credibilidade; que mantêm uma boa comunicação e que possuam habilidades avançadas em finanças e também resolução de conflitos. Necessário ter o diploma do ensino médio ou técnico.

Para quem tem o diploma de nível médio, são necessários quatro anos de trabalho em projetos e sete anos em gerenciamento de programas. Já para quem possui o diploma do nível superior são necessários quatro anos de trabalho em projetos e quatro anos de gerenciamento de programas.

O exame é composto por três avaliações:

  • Documentação
  • Exame de quatro horas, com 170 perguntas de múltipla escolha
  • Avaliação realizada por várias pessoas.

Como é a certificação PMI-ACP?

Ela atesta o conhecimento e destreza na hora de aplicar princípios e modos ágeis num projeto. Possui excelente nível de credibilidade.

Para membros do PMI, o investimento nessa certificação é de US$ 435; já no caso dos não membros, de US$ 495.

A PMI-ACP é ideal para profissionais que possuem experiência em liderança de projetos utilizando práticas ágeis. Necessário ter o diploma do ensino médio ou técnico.

O gestor precisa ter 2000 horas trabalhadas em equipes de projetos nos últimos cinco anos e 1500 horas de trabalho em equipes de projetos com foco em metodologias ágeis nos últimos três anos.

O exame é composto por 120 questões de múltipla escolha e possui três horas para a resolução.

Um profissional de gestão de projetos que procura evoluir no mercado mundial, busca credibilidade e valorização na organização que trabalha e, principalmente, salários mais atrativos, deve pensar em certificações que potencializem sua experiência profissional.

Agora que você já está bem entendido no assunto, avalie qual certificação é melhor para sua carreira e compartilhe este post nas suas redes sociais!

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mapas mentais

O que são mapas mentais e como eles podem ajudar na gestão de projetos?

Decisões certeiras e boas ideias são quesitos importantes para o sucesso de um empreendimento. Nesse sentido, os mapas mentais funcionam como ferramentas poderosas em diversas etapas da gestão, desde o planejamento ao arquivamento do projeto.

Você, provavelmente já utilizou organogramas para sequenciar atividades, não é mesmo? Contudo, quando falamos de um mapa mental, é possível ir além. Esse facilitador do fluxo de ideias é uma das ferramentas mais úteis para processos de brainstorming e estruturação de atividades.

Ao criar um mapa desse tipo, você poderá não só desenhar a estrutura de um projeto, mas também visualizá-lo com um panorama completo e, ao mesmo tempo, individual. Quer saber mais? Continue acompanhando este artigo e descubra como utilizar os mapas mentais a seu favor!

O que são mapas mentais?

Resumidamente, um mapa mental nada mais é do que um diagrama com o objetivo de organizar informações. Criado na década de 1970 por Tony Buzan, essa ferramenta se popularizou como um meio pelo qual as pessoas pudessem liberar todo o potencial cerebral.

Simples e prático, o mapa mental consiste no desenho de um conceito no centro de uma página, permitindo ramificações que representam ideias sequenciadas. De certo modo, todas apresentam relação com a ideia principal.

Pode parecer simples, mas a ideia de organizar os pensamentos e processos de forma clara e estratégica funciona como uma vantagem para a memorização de informações mais complexas, entre outros benefícios. Continue acompanhando para entender melhor.

Quais são as vantagens dessa estratégia?

Agora que você tem uma noção maior sobre o que são esses mapas, vamos listar os principais benefícios dessa solução.

Organização da rotina e de ideias

Mapas mentais são extremamente úteis para a organização das atividades diárias, proporcionando ganhos de produtividade. Você pode usá-los para sequenciar os afazeres de um dia de trabalho ou de um marco específico do projeto, por exemplo.

Outra vantagem está na organização de ideias, já que explicar momentos difíceis para o time nem sempre é uma tarefa simples. Um mapa mental é uma excelente dica para ilustrar os problemas a serem resolvidos. Afinal de contas, desenhos e cores costumam ser mais fáceis de se compreender e absorver.

Eficiência em apresentações

Mude de ideia se você acha que os mapas mentais não passam de sistemas introspectivos, voltados apenas para o gerenciamento de notas individuais. Como mencionamos acima, esse recurso tem incrível potencial em apresentações, facilitado a transmissão de ideias.

É possível que vários integrantes do projeto não consigam ler gráficos mais complexos. Por isso, a visualização das tarefas por meio desse mapa pode ajudar muito.

Estímulo à criatividade

Soluções criativas podem ser a chave para a resolução de problemas complexos. Ao proporcionar um panorama mais completo, o mapa mental ajudará você a criar conexões em busca dessas resoluções.

A criatividade sempre auxilia na resolução dos problemas de forma original e, até mesmo, mais econômica. Além disso, seus brainstormings serão melhor gerenciados, graças à melhoria nas conexões entre itens e na exibição diferenciada do resultado.

Como funciona o mapa mental?

Depois de conhecer as principais vantagens desse recurso, talvez você esteja se perguntando de que forma ele funciona, de fato.

Para explicar isso, é preciso entender a raiz por trás do conceito desses mapas. Pense, por exemplo, que você não conseguirá imaginar uma rosa vermelha sem o entendimento do que é uma rosa e de como é essa cor.

O mapa mental parte desse mesmo princípio. Associações e conhecimentos prévios são importantes para a memorização e melhor análise de processos e situações. Portanto, ele propõe a união de ramificações sempre ligadas a um conceito central.

Não se preocupe, pois você vai entender melhor no próximo tópico. Prepare-se para criar o seu próprio mapa mental!

Como criar um mapa mental?

Muito mais fácil do que pode parecer, os mapas mentais são ferramentas bastante práticas. No entanto, para desfrutar de seus benefícios, é preciso estar atento às partes importantes do processo. Fique de olho.

Separe um assunto prioridade

O primeiro passo é definir qual o objetivo do mapa mental. O que você quer obter com ele? Criar anotações sobre um conteúdo? Resolver um problema? Fazer um brainstorming?

Coloque o tema principal no centro da folha e comece a pensar nas possíveis ramificações secundárias ligadas ao elemento central. Desses ramos, você poderá criar subtópicos, puxando e aprofundando cada vez mais a abordagem.

Use palavras-chave

Evite desenvolver textos longos e dê preferência ao uso de palavras-chave. Se você está na fase de um projeto que inclui repensar a gestão financeira de um negócio, por exemplo, inclua isso como tema principal e puxe uma seta para cada item, como “contas a pagar”, “contas a receber”, “gateways de pagamento”, “folhas de pagamento” e afins.

Abuse das cores

As cores são suas aliadas na busca pela padronização das ideias. Assim, cada ramo pode ser pintado com uma cor própria. Inclusive, a prática ajudará você a definir tons específicos de acordo com suas linhas de pensamento. Amarelo, por exemplo, poderá indicar ideias novas, enquanto o vermelho sinalizará as que necessitam de pesquisa.

Não descarte os símbolos

Acrescentar símbolos ao longo do mapa mental, conforme você o escreve, é uma boa ideia para ativar a memorização. Escolha símbolos que se relacionem bem com as palavras registradas no mapa. Isso poderá funcionar de modo excelente em sua memória, facilitando a apresentação do conteúdo em uma reunião, seminário etc.

Além de ajudar na memorização, os recursos gráficos trabalham a favor da associação mental com aquilo que você escreveu. E essa ação poderá se reverter de forma útil na busca por solucionar todo tipo de problema.

Use aplicativos e sites para mapas mentais

Quem está começando a criar mapas mentais pode encontrar dificuldade com a organização do espaço. Isso acontece porque a natureza do mapa mental tem muito dinamismo, já que as informações registradas podem se expandir de maneira quase infinita.

O uso da tecnologia oferece o espaço que uma folha não pode entregar. Existem vários sites e apps voltados para a montagem desses mapas, como o Mindmeister, o Mind Node e o Free Mind, entre outros.

Durante o gerenciamento de projetos, é comum que precisemos trabalhar com assuntos complexos. Por isso, reter os principais conceitos em mapas mentais é fundamental. Assim, você poderá garantir uma visão mais ampla sobre o processo, encontrando soluções criativas.

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auditoria de projetos

Quais são os principais desafios enfrentados nas auditorias de projetos?

A sua empresa já investiu em auditoria de projetos? Hoje, muitos negócios realizam essas operações em atividades internas para identificar problemas, avaliar se há um alinhamento com os padrões do mercado e se existem pontos que demandam melhorias.

Diante disso, o investimento em auditoria de projetos deve ser visto como uma aplicação de recursos estratégica. A companhia conseguirá melhorar o seu fluxo de trabalho e, ao mesmo tempo, agregar valor aos seus serviços. Quer saber mais sobre o assunto? Continue a leitura!

O que são as auditorias de projetos?

As auditorias de projetos são processos em que a empresa realiza uma série de avaliações para identificar o grau de qualidade de suas rotinas, processos de gestão e controle para identificar eventuais falhas ou pontos que precisam melhorias.

Com os dados coletados, são realizadas sugestões para que a empresa possa otimizar as suas atividades e, assim, garantir a qualidade do trabalho executado nos projetos presentes e futuros.

Uma auditoria pode ser realizada periodicamente, em prazos fixos, ou conforme a necessidade da empresa. O importante, aqui, é que ela seja capaz de avaliar se a empresa tem um bom padrão de trabalho e é capaz de garantir que os profissionais atuem seguindo normas internas, a legislação local e os principais guias de gestão de projetos.

Como a NBR 16277:2014 impacta as auditorias de projetos?

A NBR 16277:2014 é uma norma técnica que pode auxiliar o seu negócio a ter bons processos de auditoria de projetos. Ela tem uma série de requisitos que permite ao gestor realizar uma auditoria de qualidade, que seja abrangente, focada nos principais aspectos da governança organizacional e que siga manuais, regras e guias de boas práticas, como a NBR ISO 21500.

Para ajudar o gestor, a NBR 16277:2014 lista uma série de princípios. São eles:

  • a justificação contínua de negócio;
  • a responsabilização dos envolvidos;
  • a conformidade dos processos com as normas legais e do mercado;
  • o desempenho;
  • a ênfase na gestão e nos princípios do projeto;
  • o monitoramento das rotinas;
  • a análise crítica;
  • a manutenção e a melhoria contínua do sistema de gerenciamento do projeto com estratégias documentadas e validadas pelos líderes.

Quais os desafios enfrentados nas auditorias de projetos?

Durante a realização de auditorias de projetos, uma série de desafios pode acontecer. Reconhecer cada um e evitar a sua ocorrência é fundamental para garantir que o processo alcance os resultados esperados. Confira os maiores desafios abaixo!

Falhas de padrão na elaboração

A auditoria, para ser funcional, precisa ser um processo estruturado com padrões claros e objetivos transparentes. Quando isso não ocorre, o auditor tem dificuldades para direcionar o seu trabalho e garantir que os problemas que realmente impactam os resultados de cada etapa sejam solucionados.

Portanto, defina uma rotina de auditoria de projetos conforme os padrões do mercado e o perfil da empresa. Garanta que o profissional responsável pela atividade terá um padrão de trabalho claro e alinhado com as principais práticas utilizadas pelos especialistas do ramo. Dessa forma, a auditoria conseguirá encontrar os pontos certos para serem otimizados.

Falhas na comunicação

O auditor de projetos fará uma avaliação completa da empresa. Portanto, é importante que ele consiga comunicar os objetivos de seu trabalho. Isso evita conflitos e garante que todos colaborarão para que os erros sejam encontrados e resolvidos.

Portanto, sempre tenha uma boa comunicação com os seus profissionais, informando que as auditorias de projetos são processos benéficos. Garanta que todos compreendam os impactos dessa atividade e como ela pode contribuir para a solução de gargalos, problemas diários e outros riscos.

Isso permitirá mais engajamento dos times e um resultado de maior qualidade ao término da auditoria. Ou seja, a empresa conseguirá manter um fluxo de gestão de projetos continuamente otimizado.

Dificuldades de pensar a médio e longo prazo

O pensamento do negócio durante as suas auditorias de projetos sempre deve ser a médio e longo prazo. Como esse é um investimento estratégico, a companhia precisa estruturar medidas capazes de causar um impacto profundo na cultura organizacional do negócio. Portanto, sempre se pergunte o impacto que as suas escolhas podem causar e como elas auxiliarão a empresa a ser continuamente competitiva.

Dificuldades de encontrar problemas e riscos

Esse é um dos desafios que podem causar mais efeito no processo de auditoria. Se o auditor não tem os recursos necessários para identificar problemas e mitigar riscos, as auditorias não alcançaram o resultado esperado.

Uma forma simples de contornar esse problema é sempre avaliar como a companhia executa os seus projetos e comparar os dados com guias de boas práticas, como é o caso do PMBOK. Além disso, o auditor pode identificar se o investimento em tecnologia é adequado e se os processos conseguem atingir os resultados esperados. Assim, será mais fácil mitigar falhas com qualidade.

Dificuldades para traçar medidas de prevenção e mitigação de riscos

Uma vez que a empresa identificou problemas, é fundamental que a companhia trace medidas para eliminar e impedir que as falhas ocorram novamente. Ou seja, não basta apenas mitigar os erros quando eles ocorrem, mas também impedir a sua recorrência.

Portanto, o auditor precisa utilizar os dados do negócio e os padrões do mercado para estruturar medidas de mitigação e prevenção de riscos abrangentes e eficazes. Os times também devem ser treinados. Assim, a equipe conseguirá atuar de modo estratégico para solucionar e impedir qualquer falha antes que ocorra.

A governança de projetos deve contar com uma série de estratégias para garantir a qualidade das suas rotinas. O trabalho precisa estar estruturado com um escopo bem definido, os objetivos precisam ser transparentes e os dados documentados para evitar a replicação de falhas. Além disso, é necessário monitorar riscos e garantir que todos se comuniquem com qualidade.

Nesse sentido, as auditorias de projeto auxiliam na identificação de problemas, na garantia de que o negócio está atuando conforme os padrões do mercado e com um fluxo livre de erros. Portanto, a empresa sempre deve investir nessa estratégia para garantir que os processos sejam otimizados e que os projetos sempre alcancem os resultados esperados.

Quer saber mais sobre como a auditoria de projetos pode ser executada pela sua empresa? Então fale com um consultor!

drive consultoria

Case de Sucesso: Drive Consultoria

A Drive Consultoria é focada em TI e dedica-se exclusivamente a fornecer Soluções em Sistemas para o Mercado Financeiro na área de investimentos. A empresa surgiu dentro de uma corretora de valores e suas primeiras atividades ocorreram em junho de 1983, contando apenas com o sócio e um estagiário.

Ao longo dos anos, a Drive Consultoria aumentou a sua participação de mercado, e passou a ter o desafio de gerenciar de maneira eficaz os projetos, de forma consolidada, em uma única ferramenta. Os executivos também necessitavam de uma visão global de todos os projetos da empresa, acompanhando os prazos e rentabilidade de cada projeto.

A Drive Consultoria obteve uma grande expansão nos últimos anos, com a contribuição da Project Builder. Atualmente,  conta com mais de 100 colaboradores e  atende a clientes de várias regiões do Brasil.

Escolhendo o parceiro ideal

Em 2004, a Drive possuía o desafio de estruturar seus projetos, alocar as pessoas e registrar as horas gastas nos projetos em apenas um software, de forma centralizada. Os gestores da empresa não conseguiam acompanhar a rentabilidade dos projetos ou ter visibilidade sobre os prazos de alocação de recursos. Tudo isso dificultava o crescimento   ordenado da empresa.

A Drive decidiu buscar uma solução no mercado e escolheu a Project  Builder, devido às funcionalidades únicas da plataforma. Atualmente, a Project Builder é a ferramenta base de todos os colaboradores da empresa. Tudo é planejado e registrado no software, sendo possível mensurar:

  • Orçamento Planejado X Realizado;
  • Alocação e disponibilidae dos recursos;
  • Total de horas gastas em cada atividade;
  • Atividades Pendentes ou em Atraso.

A Certificação MPS.BR

A Drive busca continuamente a melhoria de seus processos e com isso buscou um 2007 modelo de qualidade reconhecido pelo mercado para colocar em prática esse objetivo e assim procurou a certificação do MPS.BR (Melhoria de Processos do Software Brasileiro).

Seguindo as normas do MPS.BR,  a Drive foi reavaliada em 2010 e manteve a aprovação para a nova versão do Nível F (Gerenciado), onde foram avaliadas as práticas relativas à Gerência de Projetos, Gerência de   Requisitos, Garantia de Qualidade, Gerência de Configuração, Medição e Análise.

Para a obtenção e manutençõ da certificação MPS.BR, o Project Builder gerou as evidências necessárias para os auditores da certificação. Tudo isso sem necessitar alocar recursos adicionais na documentação dos processos“.
Kleber Fonseca
Analista de Processos

Resultados Alcançados

Após a implementação do Project Builder a Drive obteve as seguintes melhorias em seu processo:

  • Aumento da rentabilidade, devido ao melhor controle na alocação de recursos e prazos dos projetos;
  • Fidelização de clientes.  A melhoria no controle dos prazos de projetos trouxe uma diminuição nos atrasos e maior satisfação dos clientes com a equipe da Drive;
  • Expansão das receitas. Novos clientes passaram a contratar a Drive devido ao feedback positivo de sua base de clientes e casos de sucesso dos projetos anteriormente desenvolvidos;
  • Redução de Custos. O melhor controle dos projetos executados diminui os atrasos e retrabalho em projetos, diminuindo o volume de horas para a execução dos projetos e os “estouros” nos orçamentos, que antes eram mais frequentes.
gerenciamento de crises

Quando sua empresa deve começar um gerenciamento de crises?

Quando problemas ocorrem no ambiente corporativo, há um tipo de política especialmente desenvolvida para auxiliar o negócio a solucionar o problema da melhor forma possível.

Ela é chamada de política de gerenciamento de crise, um processo estruturado para auxiliar o negócio a lidar com momentos difíceis sem que os prejuízos sejam elevados.

A política de gerenciamento de crises surgiu pois, por mais que agora esteja na moda falar em crises, a verdade é que, infelizmente, elas nunca saem de cena. Mas, já que elas são praticamente inevitáveis, o negócio é aprender a fazer um bom gerenciamento para não perder demais, não é mesmo?

Foi pensando nisso que decidimos produzir este post, a fim de esclarecer o que são essas crises e quando sua empresa deve começar a pensar em seu gerenciamento. Continue a leitura e tire suas dúvidas!

Afinal de contas, o que é uma crise?

Vemos com frequência jornais, sites, rádios e TV falar sobre a crise econômica, a crise do petróleo, a crise no Oriente Médio, a crise de imagem e muitas outras, certo?

Por aí podemos entender que, de forma bastante genérica, crise é todo evento, circunstância ou acontecimento que pode prejudicar o andamento de um determinado processo ou projeto.

Com isso em mente, vale passarmos para a divisão entre crises internas, como uma greve de funcionários, e externas, como a crise econômica, que acaba abalando todos os setores.

Ou seja, uma crise pode ser definida como um evento capaz de gerar grandes prejuízos ao negócio, interrompendo as suas atividades, criando problemas como atrasos na entrega de resultados a clientes e evitando que a companhia atinja os seus objetivos operacionais. Veja alguns exemplos desse tipo de situação:

  • acidentes graves;
  • desastres naturais;
  • ataques digitais capazes de interromper grande parte das operações internas;
  • vazamento de dados sigilosos;
  • falhas na infraestrutura de dispositivos internos em larga escala.

Todas essas situações podem criar um grande impacto negativo para a lucratividade do negócio e exigem ações rápidas para serem mitigadas. Afinal de contas, quando instalada, a crise tende a trazer consequências negativas para a empresa. Por isso, é preciso investir no gerenciamento de crises para evitar que esses desdobramentos levem a situações de perigo real para o negócio.

O que é uma política de gerenciamento de crise?

A política de gerenciamento de crise é o resultado da união de um conjunto de processos que permite a empresas encontrar a origem de problemas graves e rastrear a melhor resolução para a situação.

Dessa forma, a companhia consegue diminuir o tamanho do prejuízo, manter a sua imagem intacta e garantir que o problema não ocorra.

Em um cenário de alta competitividade, a política de gerenciamento de crise é fundamental para o sucesso de qualquer empresa. Com ela, o negócio consegue manter parte da sua lucratividade após algo grave ocorrer e, ao mesmo tempo, evitar que clientes ou parceiros comerciais busquem companhias concorrentes para investir em seus serviços.

Portanto, a empresa deve não só investir nessa estratégia, mas também garantir que ela seja executada por profissionais bem treinados e qualificados para agir da melhor maneira possível quando for necessário.

Como identificar crises em potencial para criar o seu plano de gerenciamento de crises?

A melhor forma de lidar com as crises quando elas ocorrem é ter previamente um conjunto de medidas bem estruturadas. Elas darão aos profissionais a orientação necessária para atuar em um cenário que exige agilidade e precisão.

Confira, a seguir, alguns pontos necessários para estruturar a sua política de gerenciamento de crise!

Faça um diagnóstico interno

O primeiro passo para identificar uma crise em potencial consiste em realizar um diagnóstico interno. Para tanto, reúna os funcionários e peça que eles listem quais são os riscos mais iminentes em suas áreas, deixando que a alta diretoria identifique os riscos que a empresa corre no mercado.

Podem ser listados riscos como os problemas que citamos anteriormente e outros que sejam próprios da área de atuação da empresa. O importante, nesse momento, é ser abrangente ao máximo e levantar todas as possibilidades existentes.

Avalie os fatores externos

As crises também podem surgir diante de fatores externos. Uma petrolífera, por exemplo, pode ser profundamente impactada por uma queda não planejada dos preços do petróleo no cenário internacional.

Portanto, como as crises nem sempre avisam que vão chegar, o segredo é se manter atento ao mercado. A empresa pode fazer, por exemplo, um monitoramento mais próximo das mídias sociais e das tendências do setor.

Isso dará ao gestor um conhecimento abrangente sobre o que seu público pensa a respeito da sua marca e lhe permitirá ficar a par de tudo o que é compartilhado na rede no que se refere ao seu setor de atuação.

Sabia que essa atitude simples já pode salvar sua empresa de surpresas negativas, como uma crise de imagem ou uma reversão nos fluxos de receitas, por exemplo?

Categorize os riscos

A compreensão dos riscos pode ser auxiliada por uma correta categorização. A empresa deve agrupar cada fator de consideração em categorias para visualizá-los com mais facilidade.

Em outras palavras, os riscos devem ser definidos pelo seu tipo (comercial, operacional, financeiro etc.) e seu impacto (baixo, médio e alto) para auxiliar a companhia a ter uma melhor orientação para estruturar o seu plano de ação.

Crie um plano de ação

Depois de ter todos os riscos inerentes ao negócio listados e devidamente classificados, é hora de criar um plano de ação. Como a empresa deve agir em cada uma das situações? Quem são as pessoas-chave que devem ser acionadas em um momento de dificuldade?

Seja qual for o plano estabelecido, a empresa deve criar um Comitê de Gerenciamento de Crises (CGC), que nada mais é que um grupo de pessoas responsável por identificar riscos em potencial e agir proativamente sempre que algo der errado.

Esse time precisa ser estruturado com profissionais bem capacitados e habilitados a entregar os resultados esperados durante a crise.

Além disso, cada ação deve estar documentada, permitindo que a empresa execute os processos rapidamente quando algo ocorrer com um referencial claro, transparente e objetivo.

Como fazer o gerenciamento de crises?

O gerenciamento de crises pode ser proativo ou reativo, dependendo das circunstâncias em que ocorre. No proativo, a empresa se prepara e monta antecipadamente seu plano de gerenciamento de crises, enquanto no reativo a empresa espera que algo ruim aconteça para só então tomar alguma providência.

Mas, uma vez que a crise está instalada, não adianta se desesperar. Muito pelo contrário: por mais que seja preciso agir rapidamente, a serenidade tem que estar no comando.

Veja abaixo alguns passos fundamentais para gerir crises com qualidade e que não devem ficar de fora do seu plano de ação!

Conheça o problema e as suas causas

Uma vez que a companhia constata um problema, os profissionais devem executar um processo de troubleshooting para identificar melhor as causas da crise e a sua abrangência.

Levante dados sobre o que mudou no negócio antes que a situação começasse a ocorrer, quando ela se iniciou e o que mais for útil para se ter uma visão abrangente sobre a crise.

Tais dados são fundamentais para a empresa lidar melhor com a crise. Quando os gestores conhecem as suas origens, não só a resolução aplicada é mais eficaz, mas os processos de prevenção de riscos também são mais bem estruturados.

Estabeleça ações de curto, médio e longo prazo para eliminar o motivo da crise

Uma vez que a origem da crise tenha sido identificada, o negócio precisa criar medidas de médio, curto e longo prazo para lidar com a situação. Elas são importantes pelos seguintes motivos:

  • as medidas de curto prazo auxiliam o negócio a reduzir rapidamente o impacto e paralisar parte dos efeitos do problema;
  • as medidas de médio prazo permitem que a empresa elimine a crise e consiga impedir que os prejuízos se perpetuem;
  • as medidas de longo prazo dão as bases para que a empresa possa evitar a ocorrência futura do problema.

Fortaleça a gestão da empresa criando medidas para prevenir o problema

Quando a crise for eliminada, a empresa deve trabalhar para impedir que a situação volte a fazer parte da sua rotina. Portanto, os times precisam se reunir para analisar a ocorrência e estruturar processos de prevenção.

Isso garantirá que falhas que possam ser evitadas (como ataques digitais em larga escala) sejam menos frequentes ou deixem de existir. Assim, o trabalho do Comitê de Gerenciamento de Crises será menos constante.

Não se esqueça da comunicação

Durante a crise, a comunicação tem um papel-chave para melhorar o trabalho do time e evitar erros. Portanto, ao acionar o Comitê de Gerenciamento de Crises, certifique-se de que a alta gerência está a par do que está acontecendo e de que ninguém falará em nome da empresa sem o consentimento do CGC.

A palavra de ordem é comunicação! Por isso, envolva o setor de comunicação da empresa no CGC, mantenha um colaborador da área de Relações Públicas a postos para trabalhar a comunicação institucional e se relacionar com os stakeholders e acione a assessoria de imprensa para manter os veículos de comunicação bem informados.

Mas atenção: por mais que falar seja importante, antes de divulgar qualquer informação dentro ou fora da empresa, tenha certeza do fato causador da crise.

Se o erro foi da equipe, por exemplo, assuma publicamente e trabalhe arduamente para corrigi-lo. Já se o evento causador da crise foi externo, comunique e trabalhe duro para que a falha não se repita.

Documente o que ocorreu

A documentação de uma empresa é uma aliada na resolução e prevenção de problemas. Sempre que algo ocorrer, mantenha um registro completo sobre as origens da crise, as medidas tomadas para lidar com a situação e os processos preventivos adotados.

No futuro, esses dados servirão de apoio para todos os profissionais do negócio. Com eles, será mais fácil identificar como solucionar situações semelhantes e atuar de modo ativo na prevenção de riscos.

Como o gerenciamento de crise influencia no sucesso da empresa?

Problemas podem acontecer em qualquer setor da economia. Por mais eficientes que sejam as medidas corretivas que o negócio adota, algum imprevisto sempre pode acontecer.

Quando ele é de alto impacto, assume os contornos de crise e, nessa hora, o modo como a empresa lidará com a falha terá um impacto direto nas suas receitas e na visão que clientes têm da marca.

Para impedir que os impactos negativos sejam grandes, a política de gerenciamento de crise é criada. Com ela, a empresa terá um referencial dinâmico e alinhado com o perfil do negócio para identificar, prevenir e solucionar qualquer tipo de situação capaz de influenciar negativamente na sua competitividade.

Diante disso, toda empresa deve ter a política de gerenciamento de crise como um referencial para atacar com eficiência situações críticas. Dessa forma, a companhia conseguirá se manter lucrativa mesmo que falhas graves ocorram.

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benchmarking em gestão de projetos

Por que você precisa fazer benchmarking em gestão de projetos?

No universo corporativo, seria bastante interessante que todos tivéssemos mentores, isto é, pessoas mais experientes que orientam, direcionam e nos fazem refletir sobre nossas ações. Mas, como nem sempre isso é possível, existem outras práticas que podem contribuir para o nosso aperfeiçoamento: é o caso do benchmarking em gestão de projetos.

Basicamente, o benchmarking é uma estratégia que visa identificar as melhores práticas do mercado e trazê-las para a realidade da empresa, adaptando o aprendizado para que ele se torne um diferencial competitivo.

Na gestão de projetos, ele é fundamental para que você aprimore a performance da sua equipe continuamente, tornando seus projetos mais eficientes e elevando a qualidade das entregas realizadas.

Quer saber mais sobre o tema e como o benchmarking permite ao negócio ter mais eficiência no gerenciamento das etapas de cada projeto corporativo? Leia o post até o fim e saiba mais!

Benchmarking em gestão de projetos: por que fazer?

Ter uma metodologia própria de gestão de projetos não garante que todos os processos, ações e decisões serão sempre os mais acertados. Os projetos corporativos envolvem um grande número de pessoas, o que facilita a criação de um ambiente com trocas ineficazes de avisos, gargalos e atrasos na execução de cada etapa.

Além disso, pode haver outros profissionais, inclusive dentro da sua própria empresa, desenvolvendo maneiras mais eficazees de fazer aquilo que você tem dificuldades. Se não existir um mecanismo para propagar essas boas práticas, a companhia perderá a oportunidade de aproveitar melhor seus recursos e conseguir bons resultados em médio e longo prazo.

Por isso, o gestor deve ter um grande cuidado no modo como planeja seus projetos e executa sua rotina de gestão. A empresa precisa contar com um conjunto de estratégias que auxiliem os profissionais a trabalhar de modo integrado, inovador e eficiente. Junto a isso, é importante garantir que riscos sejam evitados e problemas corrigidos rapidamente.

O processo de benchmarking se insere nesse cenário. Ele dá para os times uma estratégia robusta e bem estruturada a fim de encontrar as melhores práticas para o negócio, a partir do seu perfil e das suas demandas particulares.

Se bem executado, o benchmarking causará uma grande mudança no ambiente corporativo. Os projetos estarão mais alinhados com as tendências do mercado e, com isso, a empresa conseguirá ser mais eficaz e competitiva e ter uma elevada taxa de sucesso em seus projetos.

Quais são os tipos de benchmarking que a empresa pode realizar?

O benchmarking é um processo aplicado em ambientes que vão além da gestão de projetos corporativo. Justamente por isso, hoje existem quatro tipos de benchmarking muito comuns no mercado. Conheça suas principais características abaixo!

Interno

O benchmarking é um processo voltado para o ambiente corporativo. Nele, a companhia deve observar as melhores práticas de cada setor e, conforme for necessário, disseminar essas rotinas em outras áreas.

A execução do benchmarking interno envolve todos os setores e demanda uma profunda comunicação entre as áreas. A organização precisa estar envolvida, de modo unificado, na busca por práticas que possam ser replicadas.

Além disso, há a necessidade de os gestores abrirem espaços para que os profissionais possam inovar e testar novas ideias. Dessa forma, novas práticas de alta qualidade poderão ser executadas mais facilmente.

Competitivo

Esse é um tipo de benchmarking voltado para as empresas que atuam no mesmo setor do negócio. No benchmarking competitivo, a companhia observa os concorrentes e busca compreender as práticas existentes que os tornam, em alguns cenários, mais competitivos.

Se o benchmarking interno demanda uma comunicação interna ampla, o competitivo demanda que a companhia esteja atenta às principais técnicas e tendências do seu setor.

Seja por meio de conferências, seja por busca manual por dados, a empresa precisa garantir que seus profissionais estejam em consonância com as melhores práticas do mercado e, alinhado com técnicas internas, contribuam para colocar a companhia à frente da concorrência.

Processual

Esse método de benchmarking envolve processos específicos da companhia. Eles devem ser comparados entre as práticas de outros setores e empresas, para que seja possível criar um cenário de mais qualidade e eficiência.

O ideal é que esse modelo seja aplicado sempre que a companhia detectar que alguma prática interna não atende às demandas mínimas de qualidade exigidas pelo setor, pelos parceiros comerciais ou pela própria empresa. O gestor deve verificar a possibilidade de realizar mudanças a partir do exemplo de outras companhias e suas estratégias de execução de rotinas semelhantes.

Genérico

Esse é um modelo de benchmarking mais abrangente. Nele, a empresa compara suas práticas com as de outras empresas em vários setores, ainda que eles não estejam ligados diretamente aos processos e às especialidades da organização.

Em outras palavras, o benchmarking genérico busca compreender como empresas, de um modo geral, executam suas rotinas. Para isso, a pesquisa realizada deverá considerar qualquer companhia que tenha abordagens operacionais que possam ser úteis para as demandas internas, ainda que elas não prestem serviços ou produzam mercadorias semelhantes ao negócio.

O objetivo final de qualquer processo de benchmarking é sempre aprender com outras experiências e transformar esse aprendizado em insumo para melhorar a própria performance dos seus projetos, levando em consideração as características da sua empresa e dos clientes finais.

Com esse aprendizado, que deve ser contínuo e sistemático, você será capaz de:

  • rever processos e otimizá-los;
  • conhecer seu mercado e seus concorrentes;
  • aperfeiçoar a atuação da sua equipe;
  • elevar a produtividade e reduzir custos.

Ele também contribuirá fortemente para que sua equipe se sinta motivada e capaz de superar desafios, já que outros setores ou empresas já conseguiram.

Quais são os problemas de gestão de projetos que podem ser resolvidos com benchmarking?

Todo projeto apresenta determinadas dificuldades que podem acabar por impactar o trabalho da equipe. É importante que o gestor tome cuidado para evitar esses riscos criando medidas preventivas e realizando uma análise contínua para sempre corrigir problemas, caso eles ocorram.

Estudo de Benchmarking em Gerenciamento de Projetos 2010, por exemplo, traz como principais dificuldades das empresas:

  • cumprimento de prazos (60,2%);
  • mudanças constantes no escopo (43%);
  • falhas na comunicação entre os profissionais (40,1%);
  • um escopo não definido adequadamente (39,5%);
  • problemas que levam ao não cumprimento do orçamento (28,3%).

A lista de dificuldades continua. Contudo, neste post, vamos nos ater aos cinco principais desafios enfrentados pelas organizações em gerenciamento de projetos para que você entenda como o benchmarking pode ser uma prática saudável para sua empresa e, é claro, para seus projetos.

Confira abaixo como essa estratégia permite ao negócio vencer os maiores desafios do processo de gestão de projetos!

Problemas no cumprimento de prazos

O cumprimento de prazos é algo fundamental na rotina do gestor do projeto. Em situações nas quais o time não está aderente ao cronograma, os custos aumentam, seja por baixa performance dos times, seja por elevado número de erros ou falhas na gestão dos times. Quando isso ocorre, a rentabilidade e a satisfação dos stakeholders do projeto caem drasticamente.

Se sua empresa nunca consegue entregar os projetos no prazo ou até entrega, mas a qualidade se vê afetada, é hora de parar para analisar o que está acontecendo. Você pode usar o benchmarking para comparar as ferramentas utilizadas tanto pela sua equipe quanto por outras, a fim de controlar os cronogramas de projetos de um modo mais eficaz e alinhado com as demandas dos clientes.

O benchmarking também pode ser utilizado para reavaliar sua metodologia de gerenciamento de projetos com base nas usadas por seus concorrentes. Assim, haverá uma compreensão de como eles conseguem manter o time aderente ao escopo de cada iniciativa.

Além disso, essa estratégia pode auxiliar o gestor a rever como sua equipe está se organizando para realizar as atividades. Muitas vezes o sucesso está bem próximo, você só precisa mudar seu ponto de vista sobre determinada prática — e isso o benchmarking em gestão de projetos ajuda a fazer com bastante eficácia.

Mudanças constantes no escopo

Alterações constantes no escopo podem ser fruto de um projeto complexo, inserido em um ambiente de mudanças frequentes. Elas exigem um tratamento diferenciado para que você não se veja em situações difíceis de serem tratadas, em que o projeto é mudado excessivamente, elevando custos e prazos.

Para quem costuma desenvolver projetos em cascata e passa por esse problema, uma boa alternativa seria adotar metodologias ágeis de gerenciamento de projetos. Porém, antes de mudar completamente sua atuação, você pode se utilizar do benchmarking para escolher a melhor estratégia para o negócio.

Faça uma análise de mercado para ver como seus concorrentes estão desenvolvendo os mesmos tipos de projetos, quais metodologias e ferramentas utilizam e como se posicionam frente as dificuldades.

Isso dará um referencial para o empreendimento, que conseguirá identificar possíveis caminhos para melhorar sua política de gestão de escopo e, assim, ter mais facilidade para planejar e executar as etapas em um ambiente robusto e flexível na medida certa.

Comunicação

Processos comunicacionais são um problema para a maioria das empresas, ainda mais em grandes projetos. Quando os times não têm boa comunicação, falhas se tornam mais frequentes e equipes buscam objetivos pouco semelhantes e entram mais em conflitos.

Por isso, muitos gestores consideram isso algo complexo. Ainda assim, existem algumas empresas que conseguem se sair esplendidamente em situações do tipo com o apoio de novas tecnologias e estratégias de gestão.

Se você tem problemas em otimizar a comunicação em seus projetos ou fazer com que as pessoas alimentem e retroalimentem os sistemas de comunicação, pode lançar mão do benchmarking genérico. Em outras palavras, o gestor pode buscar as melhores práticas de qualquer empresa do mercado que tenha níveis ótimos de excelência em comunicação.

O benchmarking genérico permite ao gestor aprender sobre melhores canais de comunicação com stakeholders, como transformar a informação de modo que ela seja facilmente compreendida e como monitorar o entendimento das pessoas sobre o que está sendo comunicado.

Se bem executada, essa estratégia dará para o negócio as bases para encontrar um processo de gestão bem estruturado e que evite conflitos e falhas na comunicação. Dessa forma, todos ficarão mais alinhados e capazes de atingir os mesmos objetivos.

Escopo inadequado

Problemas de mudança de escopo também podem ser resultado de um escopo mal definido. E isso quer dizer que você — e sua equipe — não entenderam realmente o que o cliente final precisa. Como consequência, o planejamento será menos eficaz e capaz de buscar os objetivos de modo claro.

Nesse sentido, você pode realizar benchmarking para entender como outras empresas ou setores da sua própria conduzem os processos de elaboração de escopo.

A adoção de uma checklist, de entrevistas com os clientes e de pesquisas mais aprofundadas sobre os problemas do seu público podem fazer toda a diferença na definição de escopo. Certamente, há alguém no mercado que faz isso com muita qualidade.

Não cumprimento do orçamento

Esse problema não impacta somente o projeto, mas também a credibilidade da sua equipe junto aos clientes. Quando você dimensiona os custos de um projeto e passa o orçamento para o cliente, ele espera que esses valores sejam realistas e calculados da forma correta.

Se sua promessa não é cumprida, o cliente deixa de confiar em você. Por isso, é fundamental encontrar melhores formas de fazer a orçamentação dos projetos, utilizando ferramentas mais precisas, estimando os custos com maior precisão e baseando-se em dados confiáveis.

O benchmarking pode servir para que você encontre projetos semelhantes, dentro e fora da sua empresa, e, com base neles, faça estimativas mais coerentes. Além disso, você pode descobrir metodologias de cálculo mais precisas, ferramentas auxiliares e até profissionais ou empresas especializadas que oferecem suporte para essas práticas no mercado.

Há quem pense que benchmarking é uma ferramenta do marketing, exclusiva para identificar melhores práticas para a promoção e a divulgação de produtos e serviços. Mas ele é muito mais do que isso, é um instrumento de melhoria contínua que pode e deve ser utilizado no gerenciamento de projetos para que você encontre um roll de melhores práticas que sejam totalmente adequadas ao negócio.

Portanto, sempre busque o benchmarking como uma forma de otimizar os processos de cada etapa de seus projetos. Além disso, tenha meios de tornar essa estratégia uma das bases para garantir que sua gestão de projetos esteja alinhada com as tendências do mercado. Isso tornará o negócio mais competitivo, inovador e livre de falhas operacionais.

O investimento em sistemas de gestão de projetos também é uma forma de tornar os seus projetos mais eficazes. Se você quer saber como isso ocorre, fale com um de nossos consultores!