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Certificação em TI: qual a importância e quais as principais?

Já pensou em obter uma certificação em TI? Trata-se do documento que aprova as habilidades do profissional em determinada área, processo ou solução. Justamente por isso, ele representa uma importante forma de crescer na carreira e ter reconhecimento no mercado de trabalho.

A certificação em TI pode ser obtida por quem tem formação em uma área da tecnologia ou é autodidata. Cada modalidade traz pré-requisitos definidos a partir do perfil das atividades que cobre, portanto é fundamental conhecer aquela mais adequada para sua carreira.

Quer saber em quais certificações em TI você deve investir? Continue a leitura deste artigo! 

Oracle Certified Professional Advanced PL/SQL

Os bancos de dados geridos com base no SQL são utilizados por muitos aplicativos. Nesse cenário, a Oracle Certified Professional Advanced PL/SQL é a certificação ideal para quem pretende validar seus conhecimentos na integração dessas bases de informações com seus softwares.

Ela foi criada pela Oracle e pode ser obtida por programadores, especialistas ou administradores de sistemas. Mas, antes de ser certificado, é necessário obter a Oracle PL/SQL Developer Certified Associate, uma vez que ela é voltada para profissionais com alto nível de maturidade.

VMware VCP-Cloud

O investimento no cloud computing aliado a máquinas tem se tornado algo estratégico a muitos negócios, o que também elevou a procura por pessoas que soubessem instalar, gerenciar e otimizar esse tipo de solução. Para profissionais que queiram certificar suas habilidades na área, a VMware VCP-Cloud é a solução ideal.

Essa certificação em TI é focada nas pessoas que trabalham com a instalação, configuração e administração de ambientes na nuvem que necessitem de alta confiabilidade e segurança. A prova passa por conhecimentos sobre os diferentes tipos de infraestrutura de cloud computing, assim como aqueles necessários para migrar dados e distribuir recursos aos usuários.

Certificação ITIL

A biblioteca ITIL (Information Technology Infrastructure Library ou Biblioteca de Infraestrutura da Tecnologia da Informação) é um dos principais guias de gestão de TI do mercado. Ela tem auxiliado profissionais do setor em todo o planeta a estruturarem serviços conforme as demandas de maior impacto no dia a dia de cada pessoa que depende da infraestrutura da empresa.

Nesse contexto, a certificação ITIL é fundamental para quem pretende validar seu conhecimento na área. Seus quatro níveis que podem ser obtidos conforme o perfil das atividades do profissional e o conhecimento que apresenta sobre a biblioteca:

  • Foundation/Practitioner: nível básico e fundamental para os demais;
  • Intermediate: etapa focada na gestão de serviços de TI e em áreas práticas, como o service desk e a gestão de riscos;
  • Expert: direcionado a quem trabalha com a gestão de processos e o ciclo de vida dos serviços de TI;
  • Master: trata-se do último nível da certificação, que tem como foco CEOs e outros profissionais de cargos executivos. Justamente por isso, exige uma experiência maior do que cinco anos para ser obtida.

Embora seja mais recomendada para gestores de TI, a certificação ITIL também pode ser obtida por profissionais que atuam em atividades focadas na execução de serviços. As provas foram reformuladas recentemente para adaptação à ITIL v4, nova versão da biblioteca. Ainda assim, as certificações da ITIL v3 continuarão válidas.

Certified Information Systems Security Professional

Também conhecida apenas como CISSP, essa é uma das principais certificações voltadas a quem trabalha com segurança digital. Justamente por isso, é muito obtida por profissionais que pretendem reforçar a capacidade de executar atividades com uma boa base de confiabilidade, mesmo que não atuem diretamente com a proteção de dados — como é o caso dos desenvolvedores e gestores de infraestrutura de TI.

O teste, que dura seis horas e traz 250 questões, testa as habilidades dos profissionais de proteger a infraestrutura, detectar ataques ou eliminar brechas de segurança. A padronização do certificado permite que seja aceito mundialmente e tem como foco profissionais com grande experiência em suas respectivas áreas de atuação.

Microsoft Certified Solutions Developer

Com validade de dois anos, essa certificação pode ser obtida por quem trabalha na criação de softwares do ambiente Windows. A prova atesta habilidades como:

  • a programação em HTML5 com CSS3 e JavaScript;
  • o desenvolvimento de aplicações web ASP.NET;
  • o desenvolvimento em Windows Azure e serviços web.

AWS Certified Solutions Architect — Associate

Trata-se de uma certificação direcionada a arquitetos de soluções tecnológicas baseadas na nuvem da Amazon (a AWS). Ela garante que o profissional de TI tem as habilidades necessárias para construir um ambiente com alta disponibilidade, escalável e de poucas falhas, além de saber combinar a economia de recursos com a segurança de dados.

Para obtê-la, é exigido um ano de experiência com a AWS ou o trabalho na arquitetura de sistemas.

Certified ScrumMaster

metodologia Scrum é utilizada por muitos profissionais para gerir projetos de TI, tornar o desenvolvimento de sistemas mais ágil e eliminar gargalos no ambiente de trabalho. Assim, a Certified ScrumMaster é voltada para quem trabalha com este framework e em sua aplicação em cada etapa de seus projetos.

Por ser focada nos mestres de Scrum, a certificação se direciona a gerentes de projetos ou líderes de setores. Junto à certificação, o profissional ganha dois anos de vínculo com a Scrum Alliance, que podem ser utilizados para acesso a eventos locais e online.

Como vimos no conteúdo acima, as certificações em TI podem ser obtidas para várias áreas. A partir da análise do seu perfil operacional e dos objetivos que tem no médio ou longo prazo, é possível direcionar seus estudos para obter aquela que abra portas no futuro e garanta um maior sucesso profissional.

A obtenção de uma certificação em TI deve ser vista como um investimento estratégico. Conforme a tecnologia evolui, esse documento garante que o profissional seja capaz de comprovar seu alinhamento com as principais tendências do seu campo de atuação e, além disso, consiga prestar um serviço de qualidade.

Portanto, não deixe de considerar a certificação como uma forma de crescer na sua carreira e ter acesso a novas oportunidades.

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Como funciona o gerenciamento de comunicação no PMBOK?

O PMBOK apresenta diversas áreas de conhecimento que são essenciais a quem deseja realizar projetos com maestria, sendo necessário se aprofundar em cada uma para ter domínio completo do assunto. Neste post, vamos explicar especialmente sobre o gerenciamento de comunicação.

Você sabe como ele funciona? Quais são seus processos e ferramentas utilizadas? Suas diretrizes norteiam planejamento, execução e controle de atividades nos mais variados ramos, da construção civil à tecnologia da informação.

Quer saber mais como esta importante área de conhecimento do PMBOK pode ser implementada e efetivada? Continue a leitura e esclareça suas dúvidas!

O que é o gerenciamento de comunicação?

Um projeto é essencialmente baseado em processos e pessoas: planejar, executar e controlar as atividades demanda trabalho da equipe e interação entre todos os envolvidos. Gestores, analistas, programadores, consultores, obreiros na construção civil, colaboradores da empresa e terceirizados são alguns dos profissionais requeridos.

Quanto aos processos, é importante considerar os seguintes aspectos: estruturar e ficar atento às tarefas, integrar fases, estabelecer o escopo, organizar a mão de obra, listar, classificar e monitorar riscos, cuidar da qualidade, das contratações, negociar com os stakeholders, elaborar o cronograma, prever custos e montar o orçamento.

Notou a complexidade do sistema? Um projeto gera muitas informações, cuja relevância, disposição aos interessados, armazenamento, administração, controle e abordagem comunicativa são de responsabilidade do gerenciamento de comunicação.

Vantagens do gerenciamento de comunicação

Notou quanta informação é administrada? Não se trata apenas de volume, mas da forma pela qual os dados vinculam. Estabelecer e fazer valer regras sobre sua obtenção e transmissão favorece o workflow, coloca os colaboradores em sintonia, evita atrasos, desperdícios de materiais e recursos financeiros.

Assim, o gerenciamento de comunicação interfere diretamente em todas as áreas de conhecimento do PMBOK. O alinhamento entre a equipe é imprescindível, garante a atenção ao escopo, o perfeito sequenciamento das etapas e evita alterações capazes de comprometer a entrega e frustrar as expectativas do cliente.

Como funciona o gerenciamento de comunicação?

Essa área de conhecimento do PMBOK é dividida em 3 processos, sobre os quais nos aprofundaremos a seguir. Independentemente do seu ramo de atuação, fique atento à explicação para fazer de seu projeto um case de sucesso.

Planejamento do gerenciamento de comunicação

O gestor precisa estabelecer a relevância e necessidade das informações, definindo emissor e receptor, momento de transmissão e periodicidade. Imagine que em um canteiro de obras o responsável pelo revestimento não precisa saber sobre a qualidade das esquadrias, mas depende da instalação delas para começar a chapiscar as paredes.

Quem o informará se houver atraso na entrega do material? Quando? Como? A abordagem de comunicação define o modo de propagação, tais como reuniões presenciais, videoconferências, SMS, smartphones, tablets e aplicativos de gestão.

Mensagens mal codificadas, hostilidade e declarações negativas podem colocar tudo a perder, motivo pelo qual o gestor deve alinhar a equipe no mesmo modus operandi e linguagem. Projetos internacionais ainda demandam atenção ao idioma utilizado e questões culturais.

Gerenciamento das comunicações

Cuida de dispor às partes interessadas as informações necessárias no momento oportuno, conforme o planejamento. O emissor deve transmiti-las de forma clara e objetiva, certificando-se do entendimento adequado do receptor.

Assim, reportam-se problemas, conquistas, ganhos, descobertas e previsões fundamentais ao controle dos processos, como veremos adiante. A atualização em tempo real otimiza os processos e evita o retrabalho.

Os dados são coletados, distribuídos, armazenados e recuperados no momento certo, evitando contatos cruzados ou arbitrários capazes de misturar as competências dos responsáveis e impactar negativamente na empreitada.

Controle das comunicações

As informações tiveram qualidade? Esse conceito engloba tempo e exatidão, fornecendo ao gestor um termômetro de como sua equipe está se comunicando. O relatório de desempenho gerado aqui ajuda na organização dos envolvidos e análise de riscos do projeto.

Eles consideram fatores ambientais e comportamentais úteis à avaliação, evidenciando com eficiência alterações na linha de base e apontando processos passíveis de otimização ou readaptação.

Os feedbacks podem ser obtidos em pesquisa de satisfação, reunião periódica ou em consulta ao software de gestão. Assim, atrasos na entrega do projeto são evitados e se garante tanto o escopo quanto a qualidade esperada pelo contratante.

Quais são as ferramentas utilizadas?

Mencionamos a importância de classificar a necessidade e relevância da informação quando falamos de planejar o gerenciamento de comunicação. Ferramenta útil a tal tarefa é o 5W2H, adaptado a essa etapa da área de conhecimento em questão.

Aqui, o sistema pergunta: qual informação é importante (what) e o porquê (why), quem é o responsável por ela e quem precisa dela (who), quando ela é necessária e em qual periodicidade (when), como ela será armazenada (where) e como (how) — respostas que orientam o planejamento.

A análise de partes interessadas também tem destaque nessa etapa inicial do gerenciamento de comunicação porque evidencia expectativas, interesses e influências dos envolvidos.

Nível de autoridade (liderança da equipe e contato pessoal com os fornecedores, por exemplo), influência (pessoas com alto poder decisório ou formadoras de opinião) e impacto do indivíduo (seu comportamento explosivo pode atrapalhar a execução do projeto) precisam ser mensurados.

Analisar os diferentes envolvidos ajuda na elaboração de um canal e método comunicativo eficiente: um engenheiro civil com phD e um pedreiro com fundamental incompleto precisam se entender tanto na linguagem quanto no aspecto comportamental. É imprescindível estabelecer diretrizes para isso acontecer.

Utilização da tecnologia

Softwares de gestão têm se mostrado cada vez mais úteis ao gerenciamento de comunicação, pois admitem o contato instantâneo e atualização do status do projeto em tempo real.

Relatórios gerados automaticamente e bancos de dados eletrônicos fomentam o livre acesso aos dados por parte dos colaboradores, permitindo conferência dos planos teste e dos desenhos de engenharia, por exemplo.

O gerenciamento de comunicação evita as famosas reuniões que deveriam ter sido um e-mail, padroniza a linguagem, a forma de contato entre os colaboradores e, assim, aumenta as chances de um projeto ter sucesso.

Se quiser otimizar os processos e aumentar a produtividade da sua equipe com tecnologia e segurança, entre em contato conosco e peça uma demonstração para ver como o Project Builder funciona. Nossa solução surpreenderá você!

Saiba mais sobre o gerenciamento de riscos do PMBOK

O gerenciamento de riscos é uma das áreas de conhecimento do PMBOK. Ele prepara a equipe, norteia metodologias laborais, previne acidentes e atrasos na entrega final ou na conclusão das fases, além de ser fundamental na prevenção de problemas externos.

A análise diminui ameaças, evidencia oportunidades e reduz a probabilidade de impactos negativos na empreitada. Tempo, recursos, materiais, orçamento e objetivos podem ser afetados, razão pela qual você precisa estar preparado.

Que tal se precaver para evitar surpresas e fazer da sua empreitada um caso de sucesso? Siga a leitura para descobrir como efetivar essa importante área de conhecimento divulgada pelo PMI (Project Management Institute).

O que é gerenciamento de riscos?

O gerenciamento de riscos é um conjunto de ações tomadas a partir da constatação de possíveis impactos (positivos ou negativos) no projeto. Além de identificar as influências em potencial sobre os objetivos traçados, a medida em questão ainda as quantifica, oferecendo respostas e orientando a equipe contra incertezas.

Imagine: você trabalha em uma fábrica de café e a diretoria o incumbiu de lançar um novo produto nas prateleiras. Chuvas em excesso podem prejudicar a colheita e afetar a produção, talvez insumos importados sejam encarecidos com a alta do dólar e diminuam a margem de lucro estimada.

Ainda, há a possibilidade de que os testes com os grãos vão além da data prevista a fim de atender a qualidade estabelecida e um lançamento semelhante pela concorrência é capaz de comprometer suas vendas. O gerenciamento de riscos ajuda você a lidar com esses possíveis percalços.

Peculiaridades desta área do PMBOK

Muitos gerentes veem os riscos como elementos negativos, mas eles também podem ser positivos. O alto conhecimento técnico e a experiência da sua equipe atuam a favor do projeto, acelerando a definição de como o grão deve ser processado e acertando no design da embalagem após uma pesquisa eficiente com o mercado consumidor.

Nem todos os eventos impactantes podem ser previstos, mas os qualificados e quantificados já contribuem grandemente com as estratégias do gestor. Assim, evitam-se atrasos na entrega, desperdício de materiais, orçamento estourado, definição de meios comunicativos inadequados e projeções fora da realidade.

Quais são os processos do gerenciamento de riscos?

Segundo o PMBOK, são 5 e falamos sobre cada um deles na sequência. Os quatro primeiros são de planejamento, enquanto o último diz respeito a monitoramento e controle. Atente-se às etapas para não deixar de cumprir tarefas necessárias à realização do projeto dentro dos moldes esperados, de forma a manter os objetivos traçados.

Planejamento do gerenciamento de riscos

Como tais questões serão abordadas e executadas? Aqui, há de se pensar em metodologia, orçamento e categorias de ameaças e oportunidades. Também é preciso ter em mente como elas serão definidas, como a estrutura analítica de riscos será montada e como isso será transmitido aos colaboradores.

Identificação dos riscos

Obras normalmente requerem licença ambiental, que podem ser negadas ou demorar além do esperado para serem concedidas. A entrega de uma casa nova também atrasa se houver períodos de chuvas contínuas, devendo ser considerada a localização geográfica do imóvel na elaboração do cronograma.

O mapeamento dos riscos orienta o gerente no cumprimento do escopo porque evita o comprometimento de questões orçamentárias e otimiza a gestão do tempo.  

Análise qualitativa de riscos

Quais deles devem ser priorizados? A resposta considera a probabilidade de ocorrência e o impacto esperado. A linha de base do escopo conduz a avaliação feita nessa etapa porque contém a EAP, ou seja, admite a visualização dos processos e identificação de eventuais influências no fluxo desenhado.

A análise qualitativa evidencia riscos urgentes, os quais precisam ser quantificados e listados em categorias, com agentes químicos, físicos e ergonômicos — capazes de influenciar na segurança dos colaboradores.

Análise quantitativa de riscos

Aqui falamos de números e da necessidade de mensurar o quanto o impacto influencia o projeto. Por exemplo: a chuva atrasa a entrega da obra, mas não atrapalha em nada o desenvolvimento de um aplicativo para celular. Um dia chuvoso equivale a quantos dias de atraso na entrega do imóvel?

A análise quantitativa contabiliza os riscos de acordo com o escopo: por exemplo, a construção de prédios luxuosos prioriza a qualidade dos materiais e da mão-de-obra, enquanto o mais importante para um conjunto habitacional do governo é não estourar o orçamento.

Planejamento das respostas aos riscos

Essa fase se encarrega de gerenciar crises, consertar falhas, eliminar causas, prever e mitigar impactos negativos. Há de se ressaltar: nem todas as ameaças podem ser solucionadas, inclusive por falta de recursos financeiros.

Retomando o exemplo da fábrica de café, ela pode ter plantio próprio ou depender 100% de uma cooperativa da região. O atraso do fornecedor na entrega dos grãos, uma vez quantificado, ajuda o gerente a decidir se vale a pena trocar de parceiro e pagar a mais pela matéria-prima para ter pontualidade, por exemplo.

Controle de riscos

Você deve estar sempre pronto para otimizar processos e metodologias laborais, razão pela qual é necessário avaliar constantemente se as ameaças e oportunidades identificadas estão sendo bem administradas.

Avalie se os riscos certos estão sendo priorizados, se as ações tomadas estão surtindo efeito, se existem gargalos no projeto pela falta de identificação de um fator de impacto e promova os devidos ajustes.

Quais ferramentas utilizar no gerenciamento de riscos?

A análise SWOT é altamente recomendada porque avalia as forças (strengths), fraquezas (weaknesses), oportunidades (opportunities) e ameaças (threats) enfrentadas na sua missão. Assim, fatores internos (qualidade dos materiais) e externos (cenário econômico e concorrência) são avaliados, orientando seu posicionamento no mercado.

A matriz de probabilidade de impacto os classifica de “raros” a “quase certos” e especifica sua influência no projeto de “nenhuma” até “gravíssima”. O cruzamento dos dois parâmetros determinam se os riscos são baixos, moderados, elevados ou extremos. As cores utilizadas ajudam na quantificação e no estabelecimento de prioridades.

Mensurar uma oportunidade ou ameaça também é tarefa passível de ser desenvolvida com a árvore de decisão e a simulação de Monte Carlo na análise quantitativa. Também são úteis: auditorias, checklists e o  PFMEA (Process Failure and Effective Analysis), que analisa o potencial de um processo de falhar e as consequências disso.

Notou quantas informações precisam ser consideradas? O gerenciamento de riscos é facilitado quando você tem um software de gestão que admite a visualização das tarefas e gera relatórios precisos e atualizados. Munido dos dados, suas estratégias são melhor definidas, você pode se precaver de ameaças e aproveitar as oportunidades.

Quer aproveitar a modernidade e ter sucesso no seu projeto? Temos o sistema ideal para você! Entre em contato com um dos nossos consultores e saiba como podemos ajudar.

Entenda a importância da priorização de tarefas e como colocar em prática

 

No trabalho e na vida pessoal, vigora uma máxima inquestionável: para manter a produtividade, correspondendo à alta demanda de atividades e às exigências cotidianas, a priorização de tarefas é uma postura fundamental.

Somente ao identificar prioridades, planejar a execução e focar em resultados fracionados, entregando-os de forma gradual, é possível fazer mais e melhor. Entre os líderes corporativos, a preocupação com a organização de pendências é cada vez maior e mais justificável; afinal, dela depende (direta e indiretamente) o sucesso no dia a dia dos negócios.

Neste post, entenda um pouco mais sobre a importância de estabelecer ordem e coerência nas demandas, principalmente associadas ao trabalho. Além disso, veja algumas dicas valiosas para ordenar tarefas de acordo com as prioridades diárias, ganhando mais tranquilidade e eficiência na rotina pessoal e, principalmente, no trabalho. Boa leitura e bons insights!

Por que a priorização de tarefas é importante?

O volume de estímulos cresce a cada dia. Em função do desenvolvimento da tecnologia — que conecta tudo e todos, desconhecendo fronteiras físicas e emocionais —, é comum observar o crescimento da miríade de informações à disposição das pessoas.

Em um cenário em que diversos fatores brigam pela atenção do indivíduo, não é raro encontrar profissionais imersos em um cronograma extenso e apertado. Quanto mais numerosos os recursos, maiores são, também, as responsabilidades diante deles — e a eficiência tende a ser a primeira prejudicada.

Com o objetivo de manter a produtividade e acelerar as entregas (sem, no entanto, perder a qualidade do trabalho), é importante que os líderes encontrem formas coerentes de priorizar suas atividades, organizando tarefas e melhorando sua capacidade de resolver problemas.

Do contrário, é provável que haja desvios prejudiciais à performance, comprometendo os resultados individuais e afetando a companhia como um todo.

Neste contexto, que é tão volátil quanto desafiador, a relevância das prioridades ganha tons marcantes. Para o gestor, a organização do cronograma representa uma oportunidade de dominar os estímulos e, mais do que isso, de fazê-los trabalhar a favor do alto desempenho. A mudança é urgente, transformadora e absolutamente positiva.

Como é possível criar (e seguir) prioridades no dia a dia de trabalho?

As prioridades são, como o próprio termo sugere, as pendências mais urgentes e essenciais. Tarefas com alto nível de urgência ou com grande potencial de disrupção devem ser tratadas com mais atenção e rapidez, produzindo resultados diferenciados.

No trabalho, é possível criar formas de estabelecer e fixar prioridades, mantendo-se fiel a elas durante o expediente.

Partindo do planejamento diário, que envolve a visualização das atividades em aberto e a consequente identificação de suas especificações (tempo demandado para a execução, grau de importância etc.), os gestores são capazes de formatar sua própria escala de priorização com mais domínio e assertividade.

É natural que, ao deparar-se com as tarefas, o profissional questione suas prioridades. No momento de defini-las, efetivando seu plano de trabalho para o dia, é crucial que se considere, por exemplo:

  • a data-limite de entrega, garantindo o cumprimento de prazos acordados com outros profissionais;

  • o nível de urgência, evitando que oportunidades (internas ou no mercado) sejam perdidas por falta de timing;

  • a complexidade da execução, uma vez que o cronograma tende a delimitar, além da sequência de atividades, também o tempo exigido para que cada uma delas seja concluída com sucesso;

  • o grau estratégico da tarefa, já que, muitas vezes, o que é urgente nem sempre é o mais importante para o desenvolvimento saudável e perene da companhia.

Dessa forma, não seria equivocado afirmar que cabe ao gestor, no exercício de suas funções, a missão de analisar os projetos sob sua responsabilidade e, assim, instituir uma ordem orgânica e coesa de prioridades. Nesse caso, a intervenção externa — tal como pressões de outras áreas e demais profissionais — pode ser prejudicial ao cronograma e, em última escala, às entregas previstas.

Após avaliar todas as variáveis envolvidas em cada demanda, assegurando a firme compreensão de sua importância, o líder ganha mais segurança e autonomia para criar seu plano de prioridades e segui-lo à risca, melhorando sua performance.

Quais ferramentas podem auxiliar na priorização de tarefas?

A essa altura, você provavelmente já está convicto de que é preciso investir em priorização de tarefas. Para validar uma postura mais analítica, estratégica e produtiva, é válido contar com alguns recursos eficazes na gestão de prioridades.

Metodologias e ferramentas robustas estão à disposição dos líderes mais engajados. Conheça algumas das principais e, a partir delas, reconheça gargalos comuns — e que podem ser extinguidos a partir da padronização de tarefas — à sua própria rotina.

Matriz GUT

A sigla que dá nome ao recurso é formada por três palavras relacionadas: gravidade (impactos de fazer e/ou não fazer), urgência e tendência (oportunidade interna ou externa). A matriz, portanto, recomenda a priorização de tarefas de acordo com esses três critérios principais.

Para estabelecer as tarefas mais relevantes, é preciso planilhá-las e, no momento da análise, conceder a cada uma delas uma nota de 1 a 5 para cada fator. Pode ser, por exemplo, que a demanda tenha nota 1 em gravidade, 2 em urgência e 4 em tendência. Ao fim da avaliação, basta somar as notas de cada tarefa e, assim, visualizar quais delas são prioridade.

Matriz RICE

Assim como a metodologia anterior, RICE é um acrônimo para Reach (alcance), Impact (impacto), Confidence (confiança) e Effort (esforço). O processo de análise também se assemelha à Matriz GUT, requerendo a planificação das tarefas e sua consequente pontuação.

Após atribuir notas de 1 a 5 para cada critério (e em cada tipo de tarefa), a equação que mede prioridades é: R * I * C / E. Ou seja: multiplicam-se os três primeiros números e divide-se o resultado pelo último. O valor final implica na visualização das tarefas prioritárias.

Matriz BASICO

Por fim, a Matriz BASICO também desponta como uma forma de estabelecer prioridades. Para aplicá-la, o mecanismo é semelhante aos métodos anteriores: primeiro, disponha as atividades em uma planilha e atribua notas de 1 a 5 para os critérios de:

  • benefício para a organização (B);

  • satisfação do cliente interno (S);

  • investimento requerido (I);

  • cliente externo satisfeito (C);

  • operacionalidade simples (O).

Após a quantificação, é preciso somar os resultados e elencar as tarefas de acordo com a pontuação que receberam. Mais uma vez, as prioridades serão aquelas que receberam as maiores notas.

Como vimos, a priorização de tarefas é uma condição essencial para dominar os estímulos cotidianos e viabilizar as entregas, mantendo a qualidade e a eficácia das soluções. Por isso, é importante dispor de métodos e ferramentas eficientes, capazes de potencializar performances e os resultados.

Se você quer saber mais sobre o assunto e conhecer outras ferramentas, assine nossa newsletter!

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Case de sucesso: Como o Project Builder ajudou a Metta Engenharia e Automação

A Metta Engenharia e Automação, essencialmente brasileira e nascida em Resende, interior do Rio de Janeiro, acumula duas décadas de serviços focados no aperfeiçoamento operacional de empresas nacionais e internacionais. Para que fosse capaz de continuar crescendo de modo sustentável e produtivo, porém, a Metta precisou investir em tecnologia de gestão, e o Project Builder (PB) foi o parceiro ideal para multiplicar o sucesso da empresa.

Neste post, você vai entender em detalhes toda a trajetória da Metta na implantação do software PB — desde busca por uma solução aderente até o suporte cotidiano no pós-venda.

Aproveite, ainda, para conhecer um pouco mais sobre os principais desafios do processo e veja, na prática, alguns dos mais relevantes benefícios da inovação tecnológica nas organizações focadas em performance e lucratividade. Bons insights!

Qual é o mercado de atuação da Metta Engenharia e Automação?

A Metta nasceu em 1998, na cidade de Resende, no interior do Rio de Janeiro. Desde o início, entretanto, já pensava grande: com a missão de prover soluções otimizadas de engenharia e automação, contribuindo para o crescimento de empresas e pessoas, a Metta desenvolveu-se com rapidez e alcançou resultados expressivos.

Ao longo das últimas décadas, a empresa se dedicou totalmente à resolução de empecilhos de engenharia e à alavancagem de resultados operacionais. O comprometimento com seus projetos a levou mais longe: a Metta prestou serviços para marcas dos 5 continentes e registrou êxito em diversos territórios, tais como Estados Unidos, Austrália, Itália e Coréia — além, é claro, do Brasil.

Para além dos ótimos retornos obtidos e dos excelentes feedbacks recebidos, a Metta mantém alvos ambiciosos de crescimento e expansão. Para isso, a fim de garantir a qualidade dos serviços e a eficiência de sua própria operação, as lideranças sentiram a necessidade de investir em gestão e em tecnologia.

É justamente nesse ponto, há poucos anos, que teve início mais um importante capítulo na história da Metta Engenharia e Automação: o Project Builder se firma como um parceiro estratégico do negócio.

Como a Metta identificou a necessidade de um software de gestão de projetos?

As últimas décadas marcaram uma transformação completa no mercado. Com a evolução da tecnologia, as empresas ampliaram seus horizontes e puderam inovar em procedimentos e operações. A implantação de softwares de gestão foi, sem dúvida, um passo necessário rumo à otimização e à competitividade.

Ao ingressar no processo de adequação tecnológica, decidindo-se pela adoção de um sistema para controlar os indicadores do negócio, a Metta conheceu o software da Project Builder.

A necessidade de padronizar rotinas, controlar as métricas e robustecer a capacidade analítica da Metta foram, sem dúvida, os motivos que levaram em consideração para adquirir um software de gestão de projetos. O PB mostrou-se a melhor opção — tanto em funcionalidade quanto em custo-benefício — para corresponder às demandas do negócio.

Quais eram os desafios antes da implantação do Project Builder?

A Metta encontrou no Project Builder o dinamismo e a eficiência que precisava para monitorar seus projetos com agilidade e segurança. A rapidez com que o sistema foi implementado, desde os primeiros testes e validações, demonstra a aderência do software às necessidades da empresa.

Após a contratação do PB, em 2016, foi marcado o primeiro treinamento padrão — no qual foram realizadas as primeiras parametrizações, e apresentaram-se as funcionalidades e as principais ferramentas do recurso.

A partir de então, o manejo do sistema tornou-se prático e intuitivo, o que permitiu o empoderamento da equipe frente às possibilidades gerenciais do PB. A Metta foi capaz de liderar seus próprios processos e de formatar fluxos de sua operação.

Houve, é claro, a maturação da tecnologia enquanto peça fundamental do negócio: os gestores da Metta customizaram a rotina da empresa e a embasaram nas novas dinâmicas do sistema, o que exigiu o comprometimento dos times.

Nesse aspecto, o maior desafio certamente foi o de desfazer hábitos correntes e, em substituição, realçar as possibilidades do software para potencializar atividades e resultados — fossem eles individuais ou coletivos.

Quais foram os resultados obtidos com o uso do software da Project Builder?

A implantação do Project Builder gerou uma série de mudanças positivas na operação e na gestão da Metta. A mudança de cultura — que exigiu da equipe o esforço deliberado para alimentar o sistema com dados cotidianos —, permitiu ganhos significativos.

Quando o lançamento de horas por projeto foi efetivamente implementado, por exemplo, as lideranças da Metta foram capazes de extrair relatórios coerentes para validar estratégias e retornos. Essa postura fortaleceu a cultura analítica do negócio e contribuiu para impulsionar — inclusive, mas não exclusivamente — os serviços prestados.

Além disso, o PB permitiu uma visão ampla e clara dos custos e retornos de cada projeto, o que antes era feito de forma totalmente intuitiva. Houve, portanto, maior domínio das variáveis do projeto (tais como recursos humanos, físicos e financeiros empregados no serviço) e mais assertividade nas decisões gerenciais.

Como o software ajuda na visão estratégica e na obtenção de resultados da empresa?

Ao contar com tecnologias eficientes e adequadas, as empresas podem explorar toda a capacidade do negócio. A gama de dados internos — reports de resultados, métricas e indicadores, para citar apenas alguns — deve nortear análises estratégias e embasar táticas cada vez mais eficientes.

Na Metta, a qualidade gerencial, quando apoiada pelo PB, foi uma das guinadas mais importantes para o futuro da organização. Dispondo de dados críveis e atualizados, os líderes conseguem repensar projetos, reconsiderar decisões e atacar comercialmente as oportunidades mais lucrativas.

A priorização de projetos foi um dos campos mais influenciados pela robustez dos relatórios do Project Builder. Agora, a Metta pode avaliar os retornos históricos de suas iniciativas e, assim, decidir se é ou não viável se dedicar a determinado serviço.

A capacidade de se voltar aos próprios dados, avaliá-los criteriosamente e deliberar com segurança demonstra a maturidade e a eficácia da gestão, evidenciando um claro cenário de crescimento sustentável. É nisso que a Metta pretende investir.

Como é o relacionamento entre as duas empresas?

A equipe do Project Builder se preocupa em oferecer o melhor acompanhamento, assegurando que cada cliente possa extrair o máximo retorno da tecnologia de gestão de projetos. Para isso, diversos canais (como telefone, e-mail, chat e videoconferências) estão à disposição dos parceiros.

Na Metta, o atendimento é percebido como rápido e eficaz, sanando dúvidas pontuais e esclarecendo aspectos operacionais e estratégicos. Além disso, vale ressaltar que a interação é ainda mais produtiva na troca de informações e de experiências.

O feedback funcional, aquele que relata acertos e sinaliza eventuais melhorias, é, sem dúvida, um excelente mecanismo para a evolução do Project Builder, que nasceu para impulsionar operações e se desenvolve continuamente para continuar surpreendendo a seus usuários.

Assim como a Metta, a sua empresa também pode se beneficiar das funcionalidades do Project Builder. Faça um teste gratuito do nosso software e saiba como podemos ajudar você a potencializar seus resultados estratégicos e operacionais.

Como colocar em prática o gerenciamento de qualidade com o PMBOK? Entenda

O gerenciamento de qualidade é uma das áreas de conhecimento contempladas pelo PMBOK, guia que é referência em projetos no mundo todo. Entregas são importantes, mas não se restringem ao cumprimento de prazo, pois a excelência do trabalho também é essencial.

Os contratantes têm projeções e expectativas, cabendo a você a tarefa de manter toda a equipe dentro do escopo para saná-las. Lidar com tantos fatores exige planejamento, organização, execução e controle, missão mais fácil de ser concluída com os devidos direcionamentos.

Quer saber quais? Siga na leitura e confira como o guia internacionalmente reconhecido pode orientar sua jornada e garantir a excelência do seu trabalho.

O que é o PMBOK e o que ele diz sobre gerenciamento de qualidade?

É um livro organizado e periodicamente publicado pelo PMI (Project Management Institute) com práticas, métodos e processos indicados para o início, planejamento, execução, controle e encerramento de projetos.

Suas informações são baseadas em situações reais, foram colhidas em todo o mundo e orientam a entrega de produto, serviço ou resultado. O PMBOK contempla 10 áreas de conhecimento, gerenciamento de: integração, escopo, tempo, custos, recursos humanos, comunicações, riscos, aquisições, stakeholders e qualidade.

Esta etapa é imprescindível no desenvolvimento e melhoria contínua dos processos, responsáveis em parte pela excelência do trabalho entregue. O guia também orienta o líder quanto às compras de produtos, escolha dos fornecedores e colaboradores.

O cuidado com as negociações e as atividades reflete positivamente na imagem da empresa no mercado e traz benefício pessoal, pois o profissional ganha reconhecimento. O gerenciamento de qualidade bem feito denota esmero, preocupação com cada aspecto do projeto e entendimento total dos anseios do contratante.

As demais fases do PMBOK

Na integração ocorre a unificação dos processos, enquanto no escopo é definido o que tem de ser feito para a entrega acontecer nos termos acordados, momento de estruturar as tarefas em outras menores.

Os gerenciamentos de tempo, custos e recursos humanos são essenciais se você quiser evitar atrasos, fazer um controle financeiro inteligente e formar uma equipe com alta capacidade técnica, capaz de unir esforços na busca do objetivo comum.

Ainda, riscos devem ser previstos a fim de remediar dificuldades no desempenho das tarefas. Os stakeholders são todos os impactados pelas etapas, resultado final ou decisão do gerente, pessoas com as quais é necessário negociar.

Como funciona o gerenciamento de qualidade segundo o PMBOK?

Não importa se o seu projeto é no ramo da construção civil ou em tecnologia da informação: o PMBOK traz orientações gerais para os mais variados ramos. Quanto à área em questão, o guia a divide em 3 processos, respectivamente: de planejamento, execução e monitoramento/controle. Acompanhe!

Planejar o gerenciamento de qualidade

Quais são os requisitos e padrões dos produtos e do projeto? Como eles podem ser satisfeitos? As respostas devem considerar as expectativas, anseios e necessidades dos envolvidos, pontos importantes na definição do escopo e retomados nesta fase. Os parâmetros são normas internacionalmente reconhecidas, como a ISO 9001.

Planejar o gerenciamento de qualidade requer o atendimento às leis ambientais, estabelecimento dos critérios de aceitação do material comprado e do trabalho realizado, além do cuidado com a elaboração dos documentos passíveis de provar a excelência das aquisições, procedimentos e metodologias laborais.

Realizar a garantia da qualidade

Diferentemente da fase de controle, aqui não focamos na checagem, mas sim nos processos, responsáveis diretos pelo resultado final do projeto. Eles estão sendo devidamente realizados? Confira alguns exemplos práticos.

Certifique-se de que a limpeza do terreno e a terraplanagem foram feitas antes de iniciar uma obra. Etapas de montagem e preparo da comida em redes de fast-food precisam ser sequencial e rigorosamente seguidas, garantia de que o McLanche Feliz terá o mesmo sabor em qualquer unidade.

Controlar a qualidade

Essa fase é normalmente realizada por equipe especialmente designada, envolve testes, métricas e medições. As avaliações são feitas tanto em entregas finais quanto nas intermediárias e podem exigir reparos quando os resultados forem insatisfatórios — solicitações de mudanças, ações preventivas e/ou corretivas.

O controle de qualidade tem aplicação prática quando um designer faz impressões para ver se a tonalidade da cor no papel de parede corresponde aos requisitos do cliente. O desempenho de airbags para automóveis também precisa atender a critérios mínimos de segurança, assim como as rodas no teste de tração em veículos 4×4.

Quais são os fundamentos e ferramentas dessa área do PMBOK?

Qualidade é “o grau até o qual um conjunto de características inerentes satisfaz as necessidades”. Um projeto tem qualidade quando atende todos os requisitos definidos pela empresa com base nas expectativas do contratante, justificando sua finalização.

Uma televisão pode ter qualidade alta (imagem HD e som de cinema) e grau baixo (não disponibiliza acesso direto ao Youtube e Netflix) ou qualidade baixa (imagem e som ruins) e grau alto (ser smart TV).

Um dos fundamentos trazidos pelo PMBOK é: a qualidade, diferentemente do grau, não pode ser baixa. Caso contrário, geraria a frustração do cliente e significaria o não atendimento aos requisitos estabelecidos.

Ainda, podemos falar do objetivo SMART: específico (specific), mensurável (measurable), alcançável (achievable), relevante (relevant) e limitado pelo tempo (time based). O planejamento do gerenciamento de qualidade é melhor desenvolvido quando as metas são baseadas nesses 5 requisitos.

Ferramentas sugeridas

A melhoria contínua dos processos influencia profundamente na excelência do projeto e pode ser realizada pelo ciclo PDCA: planejar (plan), fazer (do), controlar (control) e agir (act). Assim, você identifica pontos de melhoria, monta e executa o plano de ação, avalia o desempenho, padroniza e normatiza procedimentos constantemente.

A análise SWOT é outra ferramenta capaz de garantir a qualidade do trabalho desenvolvido, pois analisa as forças (strenghts), fraquezas (weaknesses), oportunidades (opportunities) e ameaças (threats) da empreitada. De tal forma, o gerente pode mitigar riscos, orientar melhor os objetivos, atividades e a tomada de decisão.

O diagrama de Pareto também contribui na excelência do projeto: segundo a teoria, 80% dos resultados são atingidos com 20% dos esforços. Suas prioridades são melhor estabelecidas a partir da avaliação das ocorrências.

O fluxograma é outra ferramenta útil porque contribui para a assimilação dos processos com símbolos, figuras geométricas e setas. Assim, a padronização é ratificada para os colaboradores, fica mais fácil visualizar gargalos e pontos de melhoria.

O gerenciamento de qualidade ressalta que a excelência da entrega é relevante para caracterizar o sucesso do projeto. Etapas, fundamentos e ferramentas administrativas aumentam suas chances de atender as expectativas do contratante e se destacar profissionalmente.

Gostou do assunto? Se quiser saber mais ou entender melhor sobre o PMBOK, fale com um dos nossos consultores. O que acha?

gestão de projeto

Por que conectar o software de gestão de projeto a um ERP?

A integração entre tecnologias já atingiu todas as áreas do ambiente corporativo. Na gestão de projeto, por exemplo, ela simplifica o fluxo de trabalho, garante mais qualidade para o produto final e evita erros. Assim, a companhia pode manter um fluxo de trabalho livre de falhas e com mais performance.

Esse processo pode ser feito com várias soluções. No caso da integração entre um sistema de gestão de projetos e um ERP, a empresa pode tornar o trabalho mais eficaz, evitando a repetição de atividades e diminuindo riscos.

Quer saber mais sobre essas soluções e como a integração afeta os resultados do seu projeto? Então, veja o nosso post abaixo!

O que é um ERP?

Também chamado de sistema de gestão integrada, o ERP (sigla para Enterprise Resource Planning) é um sistema de planejamento de rotinas empresariais. Nele são incluídas funcionalidades que integram todas as áreas administrativas do negócio. Dessa forma, os profissionais podem trabalhar de modo integrado para atender a demandas externas e internas.

Em geral, ERPs possuem recursos para a execução de processos das áreas de:

  • gestão de finanças;
  • gestão de compras;
  • contabilidade;
  • gestão de vendas;
  • logística;
  • emissão de notas fiscais;
  • gestão de clientes;
  • administração de estoque.

Com uma boa aplicação de gestão empresarial, o negócio pode eliminar erros, diminuir custos e ganhar agilidade. A troca de dados será feita com maior agilidade e sem erros. Dessa forma, o fluxo de trabalho terá menos problemas causados por gargalos ou erros.

O que é um software de gestão de projetos?

O software de gestão de projeto é um sistema utilizado para planejar, monitorar e gerenciar a execução de rotinas durante um projeto corporativo. Ele possui todos os mecanismos necessários para que o gestor possa avaliar o trabalho de todo o time e, dessa forma, garantir que as rotinas sejam mantidas dentro do prazo.

Um bom software de gestão de projetos possui funcionalidades que permitem a distribuição de rotinas, o acompanhamento de prazos, a priorização de atividades e a comunicação entre todos os participantes. Ele também pode incluir recursos para troca de informações, como o compartilhamento de agendas e, ainda, o envio de arquivos.

Junto a isso, o sistema também pode ter mecanismos para a visualização em forma de gráficos da evolução do projeto, assim como para o gerenciamento de atividades conforme os princípios de metodologias ágeis. Dessa forma, a empresa pode evitar atrasos e garantir que todas as atividades sejam feitas conforme o planejamento inicial.

Quais as vantagens de integrar o seu software de gestão de projeto ao seu ERP?

Como apontamos acima, a integração do sistema de gestão de projeto com o ERP traz muitos benefícios para o negócio. Confira os principais logo abaixo!

Mais agilidade

Ao unificar as aplicações utilizadas para a gestão do negócio e para o gerenciamento de projetos, todas as rotinas dos projetos terão mais agilidade. O motivo está na troca de informações entre os sistemas, que será feita de modo automatizado.

Com o apoio de APIs, informações como dados de clientes, registros financeiros e de estoque poderão ser compartilhados entre diferentes áreas de modo automático. Se o gestor direcionar recursos materiais para uma etapa do projeto, por exemplo, o time de estoque será informado automaticamente.

Isso permitirá que compras de materiais sejam feitas antecipadamente. Como consequência, as chances de um processo não ser executado por falta de recursos cairão, levando a menos interrupções em cada etapa do projeto.

Outro ponto está na verificação de informações internas para o planejamento de uma etapa. Como o ERP estará integrado ao sistema de gestão de projeto, o gestor conseguirá coletar dados com muito mais agilidade. Isso tornará o planejamento muito mais preciso e seguro.

Dados mais precisos

A precisão das informações em um projeto é algo fundamental para evitar erros e diminuir riscos. Quando o gestor possui acesso garantido a informações atualizadas, as suas rotinas de tomada de decisões ficam mais seguras e confiáveis.

Isso tornará o planejamento muito mais eficaz. A empresa terá como coletar dados relevantes de modo mais prático, ágil e preciso. Com isso, o negócio poderá evitar riscos, direcionar com mais qualidade os seus recursos e garantir que nenhum imprevisto impacte os resultados finais.

Menos erros

Após integrar os sistemas de gestão e gerenciamento de projetos, as chances de um erro com a troca de informações ocorrer cairão drasticamente. O compartilhamento de dados importantes será feito de modo automatizado. Assim, todos os profissionais envolvidos em cada etapa terão acesso ao que for importante automaticamente.

Aumento de produtividade

A produtividade é fundamental para que o projeto seja executado dentro do prazo. Sem que os times tenham um fluxo de trabalho livre de erros, atrasos ficam mais frequentes, o que influenciará diretamente na qualidade final do projeto.

Porém, unificando sistemas, o negócio pode manter uma rotina com mais agilidade. A verificação de dados será feita com mais rapidez e, sabendo que os registros estão atualizados, os problemas que podem influenciar na produtividade serão muito menos frequentes.

Com menos erros, também cairá a taxa de retrabalho. Ela não só influencia nos custos finais de cada etapa, mas também impacta diretamente na produtividade do time.

No ambiente corporativo atual, trabalhar com o apoio da tecnologia virou um investimento fundamental. Empresas que não possuem soluções de TI integradas ao seu dia a dia enfrentam vários riscos, além de serem menos competitivas e terem menor produtividade.

Justamente por isso, integrar soluções de TI é um passo básico para que o negócio possa atingir melhores resultados. Na gestão de projetos, por exemplo, isso pode ser feito unificando o ERP com o sistema de gestão de projetos interno.

A integração do sistema de gestão de projeto com o ERP da empresa traz mais agilidade, melhora o fluxo de dados e garante que erros sejam menos frequentes. E com um ambiente mais automatizado, o negócio corta custos e traz mais qualidade para as suas iniciativas. Consequentemente, os resultados desejados são mais fáceis de serem alcançados e a empresa pode manter lucros em nível elevado.

Gostou desse post e quer saber mais sobre como as nossas ferramentas funcionam? Então, veja o nosso vídeo de demonstração do Project Builder!

Proceso de tomada de decisão

Entenda as 5 etapas do processo de tomada de decisão

O processo de tomada de decisão é fundamental para considerar todos os elementos relevantes e evitar erros. A partir dele, a complexidade e a incerteza gradativamente dão lugar à compreensão mais aprofundada do problema e do custo-benefício das opções disponíveis.

Isso ocorre porque a divisão em etapas direciona os esforços do gestor para os aspectos relevantes. É como o foco de luz do teatro que, simultaneamente, ilumina o ator e orienta a atenção do público para o lugar certo. Você saberá exatamente como chegar a uma decisão se tiver um processo.

Logo abaixo, abordamos as 5 principais etapas e as ferramentas que podem auxiliar o gestor. Continue a leitura e siga todos os passos para tomar decisões mais efetivas na sua empresa!

1. Identifique o problema

O primeiro contato com um problema, especialmente os graves, exige controle emocional para entender o que, de fato, está acontecendo. Normalmente, o diagnóstico passa por enxergar as consequências e definir o nível de prioridade da situação.

Obviamente, existem casos em que, devido à urgência, praticamente não haverá processo de tomada de decisão. Por exemplo, se o colaborador informa que não conseguirá chegar a tempo para uma reunião com o cliente, o líder precisa escolher se vai assumir a responsabilidade, designar outro profissional ou remarcar o compromisso.

No entanto, para as situações mais corriqueiras, haverá tempo para pensar a respeito e entender a questão antes de agir. É o caso de aprovar ou rejeitar um projeto, definir a estratégia empresarial, demitir um colaborador, adquirir um software etc.

Uma ferramenta útil para entender o nível de prioridade é a matriz GUT. A partir dela, as situações são classificadas conforme três características:

  • gravidade: potencial de prejuízo financeiro ou relacionado a outro valor importante;
  • urgência: momento de ocorrência do prejuízo;
  • tendência: se a situação melhora ou piora com o passar do tempo.

Utilize a GUT para entender os prazos do processo de tomada de decisão, bem como para priorizar as questões mais importantes.

2. Coleta de dados

O passo seguinte é entender a situação, reunindo o máximo de informações sobre o problema. As fontes dependem do tipo de questão enfrentada pelos gestores e podem ser, entre outras, as seguintes:

  • feedbacks dos envolvidos;
  • reunião com líderes;
  • relatórios de desempenho;
  • pesquisas internas ou externas;
  • orçamentos sobre aquisição de produtos e serviços.

Aqui, a tecnologia exerce um papel importante. Em projetos, por exemplo, um software oferecerá não só a visão geral do andamento das atividades, mas também relatórios automáticos para embasar as decisões.

A coleta de informações é direcionada para as causas de um problema ou para as justificativas de um requerimento. O segundo caso é típico da aprovação de projetos, em que interessa as vantagens e desvantagens para saber se vale a pena investir.

Uma dica é utilizar mapas mentais para associar a descrição do problema e os dados obtidos. Posteriormente, o modelo pode ser complementado com as opções e as demais etapas do processo de tomada de decisão.

3. Identificação das alternativas

Conhecendo o problema e partindo das informações coletadas, o responsável precisa levantar opções. O ideal, nesse sentido, é contar com a participação de outros profissionais que possam contribuir com conhecimento, experiência ou proximidade com o problema.

Como o grande risco aqui é não se chegar a lugar nenhum, é recomendável usar ferramentas para organizar o pensamento e direcionar a atenção para os pontos-chave. Veja algumas sugestões.

Brainstorming

Consiste na solicitação de todas as sugestões que vierem a cabeça dos profissionais, sem críticas. Posteriormente, realiza-se uma triagem para escolher as ideais que fazem sentido e levá-las para a etapa de escolha.

Grupos de trabalho

Diz respeito a dividir os colaboradores em equipes e dar autonomia para que cada time elabore uma proposta de solução. Assim, no momento da reunião, já haverá um material para o líder trabalhar e avaliar a melhor alternativa.

Prototipação

Consiste na execução de uma versão do produto, serviço ou ideia em suas funções essenciais. O objetivo é tornar a proposta concreta, embora possa envolver mais custos e esforços do que as opções anteriores.

Vale ressaltar que certas decisões não envolvem várias opções, mas uma resposta positiva ou negativa a uma solicitação. Nesse caso, é possível buscar uma terceira via ou comparar as duas alternativas, a depender do caso.

4. Escolha da melhor alternativa

Em um mapa mental, nesse momento, haveria um problema descrito no centro e, logo abaixo, estariam as causas, justificativas e outras informações relevantes para o processo de tomada de decisão. Por fim, conectadas a tudo isso, veríamos as propostas de solução, sobre as quais é preciso decidir.

Matriz de perdas e ganhos

A ferramenta de mais fácil utilização é o quadro de perdas e ganhos. Nele, cada opção é submetida a 4 questionamentos:

  • o que se ganha ao fazer isso?
  • o que se perde ao fazer isso?
  • o que se ganha ao não fazer isso?
  • o que se perde ao não fazer isso?

Basta comparar o custo-benefício das opções e selecionar a mais próxima de uma proporção ótima entre perdas e ganhos.

Os 5 porquês

Também é interessante submeter as alternativas ao chamado 5-why. Isto é, repetindo questões com o pronome “por que”, testa-se o nível de convicção sobre a opção escolhida. Veja um exemplo:

  • por que o projeto “x” é relevante para empresa?
    • R: porque terá bom retorno financeiro.
  • por que haverá um bom retorno financeiro?
    • R: porque a margem de lucro é favorável.
  • por que a margem de lucro é favorável?
    • R: porque os custos podem ser otimizados.
  • por que se consegue otimizar os custos?
    • R: porque haverá uma redução nas horas de trabalho, especialmente horas extras.
  • por que existe redução nas horas de trabalho?
    • R: porque os processos estão automatizados.

5. Decida e acompanhe

A etapa derradeira é a decisão, ou seja, entre os caminhos possíveis, optar por um deles e excluir os demais. Essa escolha pode ser um plano simples ou composto, como ocorre nas situações em que há uma medida “A” e uma “B” — para caso a primeira não funcione.

Daqui em diante, a principal preocupação será a implementação e o acompanhamento da decisão. O ciclo PDCA (planejamento, execução, checagem e ajuste) pode facilitar a adaptação do plano conforme as mudanças de cenários e eficiência das ações executadas.

Com isso, agora que você já entende o processo de tomada de decisão. Utilize as dicas apresentadas e pesquise sempre por novas ferramentas para evitar erros e fazer escolhas cada vez mais efetivas!

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Fluidez na Comunicação em Projetos

O que é Plano de Comunicação e porque sua empresa devia investir em um?

Você já ouviu falar em Plano de Comunicação? Esse documento é o instrumento essencial para o setor de marketing definir estratégias e metas para a comunicação de toda uma organização ou produto/projeto específico.

Investir na elaboração de um Plano de Comunicação traz os melhores resultados para qualquer organização. Neste artigo, você vai entender melhor a importância desse documento e como o seu setor ou empresa vai se beneficiar dessa ação.

O que é o Plano de Comunicação?

Um Plano de Comunicação pauta todos os esforços de comunicação durante um projeto, inclusive de patrocínios/investimentos. Mas engana-se quem acha que, uma vez elaborado, o documento está pronto. Ele é atualizado periodicamente à medida que os objetivos ou mesmo o público se alteram.

Entre as principais funções do documento em questão estão as definições dos seguintes aspectos:

  • melhores formas de transmitir uma mensagem;
  • canal e público adequados;
  • periodicidade de contato com determinado público.

Existem algumas perguntas que norteiam um bom Plano de Comunicação. Sem elas, algum ponto do seu planejamento vai acabar não sendo observado:

  • quem: os públicos-alvo (sim, pode haver mais de um);
  • o quê: as mensagens-chave que a equipe busca transmitir;
  • quando: o tempo apropriado de entrega para cada mensagem, incluindo a periodicidade e o momento do dia;
  • por quê: os resultados que se deseja alcançar;
  • como: o canal e a forma de comunicação adotada para entregar a mensagem (anúncio, e-mail marketing etc.);
  • por quem: o remetente; o porta-voz da empresa, que pauta a linguagem e o nível de interesse do público.

Quais são os benefícios?

São inúmeros os benefícios de criar um Plano de Comunicação. Separamos aqui os principais:

  • criar um posicionamento para sua marca;
  • ter uma melhor noção sobre como o público a enxerga;
  • definir melhores estratégias de investimento em comunicação corporativa.

Como fazer o seu?

Além de contar com bons profissionais de comunicação, um bom passo para elaborar um Plano de Comunicação é observar alguns itens específicos. Confira-os a seguir.

Alinhamento com a organização

Não basta criar um Plano de Comunicação voltado para um público sem fit com a empresa ou comunicar uma mensagem que vá contra os valores da organização, não é mesmo? Na hora de elaborar o seu Plano de Comunicação, você deve ter atenção ao mercado e setor em que a empresa está inserida.

Analise também fatores como condições econômicas e legislativas, aspectos socioculturais do público-alvo e momento político e/ou ideológico (debates em voga na sociedade no momento em que o plano foi elaborado).

Comportamento do público e dos concorrentes

Conhecer a fundo os hábitos de consumo e desejos do seu público-alvo no momento da elaboração de um Plano de Comunicação é fundamental. Porém, é importante não se esquecer de analisar os seus concorrentes.

Quais têm sido as ações de comunicação deles? Algum, mesmo que de fora, parece ter sido extremamente bem-sucedido? Esse benchmark pode ajudar muito na hora de saber como abordar o seu público.

Avalie bem os canais de comunicação

Agora que você já conhece o comportamento do seu público, deve ter conseguido informações sobre os canais preferidos dele para se informar. Aproveite esses dados para analisar bem os meios e os investimentos necessários para se comunicar em cada um deles.

Avalie o alcance, o interesse do público, a reputação e até mesmo cases do seu e de outros segmentos. Essa é a hora de se municiar de dados para saber onde você deve mirar nos próximos passos da elaboração do Plano de Comunicação.

Defina objetivos, estratégias e metas a serem alcançadas

Esta é a etapa mais importante da elaboração do Plano de Comunicação: definição de objetivos, estratégias e metas! Os objetivos de comunicação devem estar alinhados com os da empresa.

Por exemplo, se a organização lança um novo produto, o Plano de Comunicação vai ter como objetivo fazer com que o público conheça esse novo produto. Ou, se o objetivo da empresa é aumentar vendas, a comunicação vai buscar divulgar os produtos disponíveis para os respectivos públicos.

O importante é registrar a comunicação como uma parceira fundamental da empresa, e não como apenas mais um setor.

Sabendo o que a empresa deseja alcançar, é hora de definir como chegar lá. A avaliação dos canais de comunicação e comportamento do público e dos concorrentes será fundamental agora que a estratégia da comunicação vai ser definida. E uma boa estratégia precisa de metas bem definidas, realistas, mensuráveis e limitadas no tempo.

Plano de ação e cronograma

Avançando no Plano de Comunicação, chega o momento de definir um Plano de Ação, ou seja, quais atividades serão desempenhadas (e por quem) para alcançar o objetivo de comunicação da organização. Para ajudar nisso, a Project Builder lançou um template com uma Matriz de Responsabilidades, para não perder de vista as atividades e quem se comprometeu com elas.

Ao traçar as ações, é fundamental já definir os prazos de entrega e até mesmo de duração das campanhas. Por isso, nesta etapa é bom montar o cronograma do seu Plano de Comunicação.

Você tem dificuldade de estimar prazos? Então, ler a respeito do assunto e aprender a gerenciar melhor suas tarefas será de grande ajuda!

Quais são os erros mais comuns ao elaborar um Plano de Comunicação?

Como vimos, o Plano de Comunicação é tão importante quanto qualquer outro tipo de plano corporativo. E, assim como os outros, também está sujeito a erros. Veja os mais comuns a seguir.

Definição de objetivos confusos e irreais

Um erro comum no planejamento de comunicação é a ausência de clareza ao definir metas e objetivos. Muitas vezes, o gestor define metas irreais, que não são possíveis naquele momento ou devido às limitações da própria empresa. Por exemplo, talvez seja completamente inviável um aumento de vendas em 50% — e praticamente impossível um de 100%!

Para não cair nesse erro, o ideal é pensar em um objetivo de maneira realista e mais específica. Atrair clientes é um desejo normal, mas qual é a porcentagem ideal e possível que sua empresa pode alcançar? Quais canais serão usados?

Essas perguntas já permitem um objetivo mais refinado, como aumentar a captação de clientes em 10% pelos canais digitais.

Na definição das metas, também é preciso ser realista. É fundamental fazer uma avaliação dos cenários interno e externo da organização, entender se é possível efetivar as metas e calcular em quanto tempo elas poderão ser concluídas. É recomendado ser ousado, mas sem ultrapassar limites.

Definição incorreta do público

A maioria dos erros em um Plano de Comunicação ocorre nesse ponto. Muitas empresas não definem com exatidão qual é o seu público-alvo mais importante, pensando erroneamente que qualquer consumidor com dinheiro pode integrá-lo.

Ao fazer uma ação de comunicação, é natural que a empresa atinja diferentes públicos, cada qual com seu próprio perfil. Contudo, sempre existirão clientes mais necessários que outros para o desenvolvimento do negócio.

A maneira ideal de determinar o público prioritário é pesquisar, fazendo um levantamento do perfil do público atual e procurando definir um perfil que mais se ajuste à ideia de cliente ideal. Com essa persona, é possível compreender suas necessidades e preferências, seus hábitos e sua forma de agir e pensar.

Diante de tudo isso, vale a pena investir em um sistema que faça o registro de todas as informações importantes, como um CRM.

Criação de ações sem verba determinada

Ao criar ações de comunicação, aparecem diversos tipos de ideias, mas nem sempre o gestor pode aplicá-las. É fundamental avaliar os recursos financeiros disponíveis para custeá-las. Ações maravilhosas que só podem ficar no papel não servem de nada.

O gestor deve especificar um valor máximo para ser gasto em comunicação para não ter que cancelar ações ou gastar mais do que pode. O dinheiro deve ser distribuído com equilíbrio entre as diversas iniciativas.

Antes de definir esse valor, convém fazer o controle de todo o dinheiro aplicado e calcular o retorno sobre o investimento (ROI), pois esse indicador permite analisar os resultados e a eficácia de cada ação.

Falta de uma avaliação eficaz dos resultados

Não adianta passar um longo tempo elaborando um Plano de Comunicação se os resultados não são avaliados. No entanto, essa negligência é mais comum do que deveria ser.

Para evitar esse grande erro, é importante que, ainda durante o planejamento, sejam determinados os KPIs de desempenho que serão aplicados. É necessário, por exemplo, avaliar a quantidade de consumidores que entraram em contato com a empresa ou que efetivaram algum negócio a partir de algum dos canais de venda disponibilizados.

É possível usar ferramentas de web analytics, business intelligence (BI) e data analytics (DA) para gerenciar esse monitoramento do desempenho.

A análise não deve ser feita somente depois de as ações terem sido aplicadas; é preciso fazê-la também durante o desenvolvimento das ações, verificando falhas e aplicando as correções adequadas.

Essa avaliação em tempo real proporciona economia, já que se evita perder dinheiro com ações que não oferecem nenhum ou poucos resultados.

Quais são as melhores práticas para otimizar o Plano de Comunicação?

Agora, mostraremos boas práticas para deixar seu Plano de Comunicação otimizado.

Avalie a eficiência do plano

Não basta planejar: é preciso que o plano seja eficiente. Para ser bem-sucedido nisso, algumas questões devem ser respondidas.

O público recebeu a mensagem?

Saber essa resposta ajuda a determinar se os canais selecionados foram adequados.

Quando o público recebeu a mensagem?

Muitas vezes, o canal escolhido é até eficiente, mas infelizmente a mensagem não é recebida no período ideal, o conteúdo pode ser irrelevante, o público pode não ser o mais adequado ou ainda a mensagem é enviada tarde demais, fora do tempo.

É importante refletir sobre esses e outros pontos que se revelem significativos.

A mensagem foi devidamente compreendida pelo público-alvo?

Quando se fala em universo digital, os feedbacks são formas eficazes de mensurar a eficiência de algumas ações.

Pesquisas rápidas de feedbacks ajudam a identificar a forma como os consumidores percebem a mensagem. Não é preciso realizar pesquisas longas e cansativas — questões de verdadeiro/falso ou de múltipla escolha já são suficientes para compreender como os consumidores captaram o conteúdo.

Como manter uma estratégia de comunicação eficiente?

Tudo muda. Por isso, quando mensagens são enviadas para um público novo ou mesmo antigo, as respostas podem variar.

Assim, a eficiência da estratégia também tende a mudar caso não seja avaliada periodicamente. Deve-se manter uma rotina de avaliações para que os ajustes sejam realizados sempre que for necessário.

Avalie os resultados

Após a configuração do plano, o passo seguinte é medir os resultados. É importante analisar as mudanças que são necessárias, compreender o que está funcionando e eliminar o que não está oferecendo bons resultados.

Essa avaliação também deve ser efetuada regularmente. Assim, o gestor compara os resultados e identifica quais melhoraram ou pioraram, levando em conta o mesmo período de tempo.

Defina os objetivos

No tópico sobre erros, falamos sobre como definir objetivos irreais prejudica o Plano de Comunicação. Daremos agora uma dica valiosa para definir os objetivos com precisão e acerto.

Trata-se do método SMART, um acrônimo formado pelas iniciais das seguintes palavras:

  • specific (específico);
  • measurable (mensurável);
  • attainable (atingível, alcançável);
  • realistic (realista);
  • time-bound (temporizável).

Quando os objetivos atendem a esses fatores, têm mais probabilidades de serem alcançados. Isso não significa que um objetivo que não atenda a todos simultaneamente não seja bom. Uma recomendação é que ele atenda, pelo menos, à maioria dos critérios acima.

Como fica a questão do orçamento?

Esse é um momento muito sensível na elaboração de um Plano de Comunicação. Muitas empresas veem suas áreas de comunicação e marketing como supérfluas e evitam a todo custo investir muito nelas.

Se o seu documento for bem elaborado, com objetivos estratégicos e gastos realistas, você sem dúvidas vai conseguir justificar os custos para a sua direção.

É fundamental elaborar cuidadosamente o Plano de Comunicação, sempre considerando o contexto em que a empresa está inserida e como esse plano pode otimizar o desempenho e os resultados do negócio.

O que achou do artigo? Considera este texto suficientemente elucidativo? Compartilhe o post nas suas redes sociais e veja o que outros leitores têm a dizer sobre ele!

gerenciamento de recursos humanos

Aprenda como fazer o gerenciamento de recursos humanos com o PMBOK

O PMBOK orienta gestores de projetos do mundo todo há anos, coordenando processos e certificando o cumprimento das etapas: o gerenciamento de recursos humanos está entre as áreas de conhecimento contempladas no livro.

A força de trabalho é fundamental na entrega do produto, serviço ou resultado porque não há execução sem os colaboradores. Se não colocado em prática, o planejamento é só mais um documento, como outro qualquer, carregado de conceitos teóricos.

Lidar com pessoas nem sempre é fácil, ainda mais no ambiente laboral. No entanto, algumas dicas e técnicas podem quebrar barreiras e ajudar você, gestor, a obter sucesso em suas empreitadas. Confira!

O PMBOK e suas áreas de conhecimento

Publicado pela PMI (Project Management Institute) periodicamente, o livro contém diretrizes sobre gerenciamento de projetos fundamentadas em experiências obtidas em quase 200 países. A obra é referência global e se divide em áreas gerenciais, descritas na sequência.

  • de integração: descrição, orientação e monitoramento de processos, termo de abertura e encerramento do projeto ou fase e controle integrado de mudanças;
  • de escopo: definição dos critérios para conclusão do trabalho com sucesso e da estrutura analítica (EAP, que discrimina e segmenta as tarefas em outras menores);
  • de tempo: sequenciamento das atividades, estimativa de recursos, desenvolvimento e acompanhamento do cronograma;
  • de custos: aqui, eles são projetados e o orçamento é definido;
  • de qualidade: estabelecimento de objetivos e funções, observação a padrões técnicos e averiguação da excelência de materiais e serviços;
  • de RH: organização da equipe, caracterização de perfis profissionais, hierarquia, matriz de responsabilidades, investimento em capacitação e resolução de conflitos;
  • de comunicações: elaboração, repasse, recuperação e armazenamento eficaz das informações do projeto;
  • de riscos: sua listagem, classificação (quantitativa e qualitativamente) e monitoramento, além da apresentação de respostas aos perigos elencados;
  • de aquisições: contratação de bens e serviços para a execução das atividades;
  • de stakeholders: negociação com os impactados pelas etapas, resultados do projeto ou decisões do gestor.

O gerenciamento de recursos humanos no PMBOK

Lidar com pessoas é diferente de trabalhar com números: enquanto eles são objetivos, o indivíduo tem bagagem pessoal e história de vida que moldaram seu perfil profissional, conhecimento técnico, formação, competências e aptidões em níveis e áreas diversas, gostos e temperamentos distintos, sem falar do grau de afinidade com os colegas.

O PMBOK não ensina a lidar com todas as variáveis, até porque o ser humano é imprevisível, mas traz alguns padrões observados na conduta de gestores que obtiveram sucesso com sua equipe e em seus resultados. Basicamente, o guia contempla os 4 seguintes processos atinentes à área.

Planejar o gerenciamento de recursos humanos

Identificar e documentar atribuições, habilidades requisitadas, responsabilidades e definir a hierarquia entre os cargos. A etapa varia conforme o tamanho do projeto e a área, pois construir uma casa requer profissionais diferentes dos necessários para implementar certo software de gestão em uma multinacional.

Esse processo contempla, por exemplo, o recrutamento e seleção de pessoas, acordos sindicais, estabelecimento de políticas e procedimentos de segurança, horários de trabalho de cada envolvido e premiações — que, além de financeiras, podem ser motivacionais ou pela concessão de folgas.

Mobilizar a equipe do projeto

Aqui são confirmados os recursos humanos necessários ao projeto: quem tem disponibilidade e quando, análise da capacidade, experiência e interesses do profissional, além da viabilidade para arcar com a remuneração.

Pode haver mudanças no plano anteriormente estabelecido agora que as pessoas já estão designadas, sendo necessário adequar escalas de trabalho e redistribuir responsabilidades — entre pedreiros, pintores, engenheiros e arquitetos em um canteiro de obras, por exemplo.

Desenvolver a equipe do projeto

Trata-se da otimização das capacidades individuais e integração dos colaboradores. O ROI em T&D (treinamento e desenvolvimento) chega em 22,4%, percentual elevado a 88% quando aliado ao coaching, técnica de capacitação do indivíduo.

O gestor tem papel fundamental na educação corporativa porque contribui tanto para a ampliação do conhecimento técnico do profissional quanto na autoconfiança, segurança e motivação da pessoa. Os eventos aqui promovidos ainda unem os trabalhadores, mais uma contribuição à produtividade e obtenção de ótimos resultados.

Gerenciar a equipe do projeto

Cabe ao gestor avaliar o desempenho de seus colaboradores, dar feedback, resolver conflitos e, se necessário, mudar a metodologia laboral e as funções designadas para manter o escopo, evitar atrasos e garantir o atendimento às expectativas do contratante.

As responsabilidades atribuídas e a relação hierárquica estabelecidas lá no planejamento do gerenciamento de recursos humanos orientam as análises feitas aqui. Avaliam-se (por relatório, inclusive): as entregas realizadas pelos profissionais, sua adequação à proposta, atenção aos prazos e contribuição para os resultados.

Os benefícios da gestão de projetos em recursos humanos

Seguir o roteiro do PMBOK é a forma de colocar em prática o PDCA, possivelmente o ciclo mais famoso da Administração, acrônimo para: planejar (plan), aplicar (do), checar (check) e agir (act). O ciclo admite a revisão constante dos processos, o que permite a identificação de gargalos e oportunidades de melhoria.

Atendimento ao escopo

Assim, o gerenciamento de recursos humanos engaja as pessoas designadas à certa empreitada, contribuição não apenas à satisfação das expectativas do contratante, mas também ao profissional, capaz de tirar dali um aprendizado significativo em sua carreira.

Melhoria do clima organizacional

Seguir os processos anteriormente elencados maximiza o foco e a colaboração da equipe, promove relações interpessoais, capacidade comunicativa, integra departamentos e fomenta a multidisciplinaridade, responsável por soluções criativas e inovadoras.

Fortalecimento da governança corporativa

A companhia pode utilizar os treinamentos e a capacitação para notar possíveis líderes, reter talentos e consolidar o conjunto de políticas, crenças e diretrizes que norteiam a tomada de decisão.

Propagação da cultura organizacional

Ainda, existe a oportunidade de orientar a conduta do colaborador e aumentar seu engajamento — afinal, pessoas motivadas produzem melhor. Podemos tratar também da contratação de pessoas alheias à estrutura organizacional, fomento ao networking e ao benchmarking, redes de contatos e informações valiosas.

O capital humano é um dos principais ativos em qualquer projeto, determinante no sucesso da sua empreitada e responsável pela qualidade das entregas. Os 4 processos da área elencados no PMBOK orientam o gestor em um caminho seguro e, se bem integrados com os demais setores de gerenciamento, tornam as atividades fluidas, minimizando problemas.

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