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Ferramenta SWOT

Como utilizar a ferramenta SWOT em projetos?

A ferramenta SWOT em projetos é uma excelente técnica de diagnóstico para a gestão empresarial como um todo e, especificamente, para a execução dos projetos. Com ela, é possível gerenciar riscos e, assim, otimizar as condições de conquista dos objetivos.

Além disso, a técnica é bastante abrangente, visto que analisa diferentes fatores que interferem no desempenho de uma organização. Ao utilizá-la, é possível ter uma visão muito mais clara do próprio projeto e do ambiente externo de modo geral.

Essa ferramenta foi criada ainda na década de 60, pelo professor Albert Humphrey, da Universidade de Stanford. Desde então, tem sido usada pelas maiores e mais bem-sucedidas companhias do mercado, subsidiando suas atuações estratégicas.

Acompanhe, a seguir, o que significa a ferramenta SWOT e veja como ela pode trazer ótimos resultados para o gerenciamento de projetos!

O que é a ferramenta SWOT?

Você pode encontrar a ferramenta SWOT expressa sob vários nomes, como análise SWOT, matriz SWOT ou, ainda, análise FOFA, na versão em português. Seu nome vem do acrônimo de quatro palavras do inglês. São elas:

  • strength (forças);
  • weaknesses (fraquezas);
  • opportunities (oportunidades);
  • threats (ameaças).

Essa ferramenta é utilizada com frequência no planejamento estratégico das organizações e em projetos específicos, como análise de cenário para lançamento de produtos ou serviços.

Geralmente, a ferramenta SWOT é apresentada em forma de quadrante, em que forças e fraquezas estão relacionadas ao ambiente interno da empresa, enquanto oportunidades e ameaças estão ligadas ao ambiente externo.

Ao final, todas as informações são cruzadas em uma matriz, na qual é possível ter uma visão mais holística de tudo o que está acontecendo e de como o projeto está posicionado. Assim, desenvolve-se uma estratégia de atuação realmente eficiente.

Como analisar os pontos fortes da empresa?

Muitas organizações sequer sabem quais são as próprias forças. Por isso, a análise dos pontos fortes serve para que a empresa identifique essas qualidades e possa torná-las diferenciais competitivos.

Vários podem ser os pontos fortes de uma empresa, como:

  • ter uma história de muitos anos;
  • ser top of mind;
  • ter equipamentos de ponta;
  • dispor de excelente suporte de atendimento ao cliente;
  • contar com profissionais altamente capacitados etc.

Na gestão de projetos, a ferramenta SWOT pode apontar forças específicas da empresa que podem ser muito úteis para conquistar os objetivos planejados.

Como avaliar os pontos fracos da organização?

A análise das fraquezas da empresa é de extrema importância, pois aponta para as áreas em que o negócio pode estar vulnerável e mostra como a gestão deve agir para fortalecê-las. Por serem fatores internos, as fraquezas são passíveis de melhorias vindas da própria organização — inclusive, esse aperfeiçoamento pode ser objetivo do planejamento estratégico.

Assim, ao encontrar uma fraqueza, é indispensável agir corretivamente, objetivando eliminá-la ou, ao menos, neutralizá-la dentro da empresa.

No caso da gestão de projetos, os pontos fracos da empresa podem ser determinantes para a conquista ou não das metas estipuladas. Por exemplo:

  • falta de profissionais adequados para determinada função;
  • falta de capital de giro;
  • capacidade produtiva aquém da necessária para atender a um pedido no prazo etc.

Esses são alguns dos possíveis pontos fracos de uma empresa.

O que são as forças e fraquezas?

É muito relativa a caracterização de determinado recurso como uma força ou fraqueza da companhia. Desse modo, em uma empresa, o nível de expertise dos colaboradores pode ser visto como um ponto forte; já em outra, como um ponto fraco.

Para garantir a otimização dos diversos meios utilizados no projeto, é importante criar uma lista dos recursos-chave que serão utilizados, como:

  • pessoas;
  • matérias-primas;
  • sistemas;
  • máquinas etc.

Depois, analise cada um desses recursos individualmente e profundamente. Caso algum se apresente como uma fraqueza — que pode atrapalhar o sucesso do projeto —, transforme-o em uma força impulsora de grandes resultados.

Para cada ponto encontrado, há uma solução:

  • pessoas desqualificadas podem ser treinadas, tornando-se brilhantes;
  • máquinas ultrapassadas podem ser substituídas ou restauradas, tornando-se excelentes;
  • sistemas defasados podem ser atualizados, tornando-se eficazes para as tarefas.

Transforme as fraquezas em forças!

Como aproveitar as oportunidades?

A ferramenta SWOT, com o auxílio da área de inteligência de mercado da empresa, pode ser muito útil para identificar oportunidades existentes no mercado. Para ficar claro, essas oportunidades representam algo favorável para a execução do projeto.

Por exemplo, a criação de um loteamento em uma cidade pode atrair demanda para os produtos ou serviços. Mudanças no perfil de consumo das pessoas também podem ser fontes de oportunidades, como a contínua troca de produtos analógicos por digitais.

Em projetos específicos, a empresa deve ter um radar bem apurado para otimizar os resultados por meio do aproveitamento das oportunidades. Por exemplo, uma empresa que depende de importação pode utilizar o dólar baixo para tornar o preço final do produto mais competitivo.

Como se prevenir contra ameaças?

Como as empresas são grandes sistemas abertos, em que há trocas entre o ambiente interno e o externo por meio das entradas e saídas dos processos, as organizações estão suscetíveis a ameaças que podem comprometer os negócios.

Mesmo que nem todas as ameaças sejam passíveis de previsão, é importante a empresa ter um plano de gerenciamento de riscos para ocorrências que possam prejudicar o empreendimento. Por exemplo:

  • uma crise econômica;
  • uma mudança na regulação de mercados;
  • problemas de logística e de infraestrutura em geral etc.

Esses pontos podem comprometer significativamente o andamento de projetos e o desempenho da empresa como um todo.

A linha que diferencia uma oportunidade de uma ameaça é muito tênue. Desse modo, mesmo uma ameaça, quando bem aproveitada, pode se tornar algo positivo para o projeto, capaz de impulsionar seu crescimento em relação à concorrência.

Por que subdividir o ambiente externo?

Para facilitar a utilização da ferramenta e a leitura do ambiente externo, é importante entender que o mercado se divide, de maneira a formar o macroambiente e o microambiente — também conhecido como ambiente-tarefa.

O macroambiente

Nele encontram-se todos os fatores que influenciam de forma negativa ou positiva o negócio, mas que estão distantes da empresa. É possível destacar os aspectos:

  • políticos;
  • legais;
  • econômicos;
  • tecnológicos;
  • culturais.

O microambiente

No microambiente, apresentam-se fatores que estão mais próximos da empresa e que se relacionam com ela de forma mais ágil. Entre eles, podemos citar:

  • os concorrentes;
  • os clientes finais;
  • os fornecedores;
  • os órgãos reguladores — como sindicatos, prefeituras etc.

O ambiente externo é muito abrangente e, se não for subdividido, fica mais complexo compreender suas ameaças e oportunidades.

Qual é a importância da precisão das análises?

Para realmente proporcionar resultados para a empresa, a ferramenta SWOT deve ser utilizada de forma precisa. Logo, deve haver uma espécie de pente-fino na organização, ou seja, uma avaliação de todos os setores e de todas as áreas que influenciam os negócios ou os projetos específicos.

Para tanto, é necessário contar com informações confiáveis, de forma que os gestores possam tomar decisões realmente estratégicas. O uso de indicadores, por exemplo, pode ser uma maneira de mensurar o desempenho de várias áreas da empresa.

No caso da gestão de projetos, é importante também fazer acompanhamentos periódicos sobre as forças, fraquezas, oportunidades e ameaças, pois, conforme o contexto, pode haver alterações de cenário frequentes.

Qual é a importância da ferramenta SWOT em projetos?

Como técnica de diagnóstico, a ferramenta SWOT possibilita embasamento para o planejamento estratégico da empresa e a tomada de decisão dos gestores.

Por exemplo, ao utilizar a ferramenta, algumas organizações costumam dar notas para cada item analisado e, a partir daí, estabelecer uma escala de prioridades para as ações que devem ser executadas.

Dessa forma, a empresa pode identificar iniciativas que geram resultado mais rápido ou que são mais importantes para a conquista de determinados objetivos.

Vale lembrar que, no trabalho de análise de cenário e acompanhamento das metas, é recomendado contar com o suporte de um software de gerenciamento, para tornar a execução da avaliação mais ágil e sem perda de informações.

Como definir uma estratégia a partir da matriz SWOT?

A ferramenta requer alguns cuidados para que, durante a sua aplicação, seja possível extrair estratégias relevantes, independentemente de ser aplicada em um projeto específico ou na empresa como um todo. Do contrário, é possível que os brainstormings conduzam a um quadro com informações desconexas e confusas, logo, sem utilidade prática.

Faça a análise cruzada

A primeira dica para gerar conhecimento com a aplicação da matriz SWOT em projetos é relacionar as informações sobre forças, fraquezas, oportunidades e ameaças entre si. Pense no seguinte:

  • as forças da empresa favorecem o combate a quais ameaças ou o aproveitamento de quais oportunidades?
  • E as fraquezas, qual combate ou aproveitamento elas prejudicam?
  • Há ameaças que podem gerar novas fraquezas?
  • Há oportunidades que podem gerar novas forças?

Tais exemplos mostram algumas das muitas interações entre forças, fraquezas, oportunidades e ameaças. Na verdade, existem, até mesmo, comparações que inicialmente pareceriam pouco prováveis, como uma oportunidade evidenciar uma fraqueza. Por exemplo, uma nova tecnologia pode ser a oportunidade de aumentar a produtividade da equipe, mas, ao mesmo tempo, revelar a necessidade de reciclagem dos profissionais.

Nesse sentido, diversas forças podem atuar conjuntamente em favor de certa oportunidade, assim como diversas fraquezas podem se tornar obstáculos. Só para citar um caso, lentidão, burocracia e falta de liderança tornam a equipe presa fácil diante da ameaça de um concorrente com um projeto similar.

Uma forma de visualizar a convergência entre os elementos externos e internos é ligar os pontos do quadro. Ao conectar os fatores que se influenciam, entendemos a situação como um sistema em que as partes interagem entre si e determinam o resultado do todo.

Aplique no momento certo

Usar a matriz SWOT em projetos significa colocar a ponta do pé na água antes de pular na piscina. Não à toa, o uso ocorre nos brainstormings anteriores à definição das estratégias, em que buscaremos compreender os fatores externos e internos. O objetivo é chamar os profissionais à reflexão sobre o cenário.

Além disso, a partir dela pensaremos como os recursos e competências internas precisam ser organizados para atender aos requisitos externos. Tudo isso situa a ferramenta nas etapas de planejamento de projetos, quer seja do plano inicial, quer seja das possíveis revisões a serem realizadas durante o caminho.

Combine com a análise 5C

O principal desafio de aplicar a SWOT em projetos é a ausência de uma resposta pronta, porque a ferramenta fornece informações para que os profissionais reflitam e encontrem uma estratégia, sem definir os rumos a serem tomados. É como se ela fornecesse as peças e nós precisássemos montar o quebra-cabeças.

Nesse sentido, aplicar outras ferramentas pode facilitar a organização das informações extraídas da matriz. É o caso da análise 5C ou análise da situação, que pode ser aplicada em conjunto com o diagnóstico das forças, fraquezas, oportunidades e ameaças, categorizando as informações.

Conforme o modelo proposto por Vaughan Evans em seu livro Ferramentas Estratégicas: Guia Essencial para Construir Estratégias Relevantes, para entender a situação precisamos fazer uma varredura em cinco elementos:

  • companhia;
  • colaboradores;
  • clientes;
  • concorrentes;
  • contexto.

Para cada um desses pontos, identificaremos forças, fraquezas, oportunidades e ameaças. Por exemplo, ao projetar um novo produto, as demandas dos clientes podem exigir novas competências ou direcionar o uso dos recursos, revelando fraquezas nas práticas atuais.

Proponha diferentes soluções

A matriz SWOT fornecerá o cenário interno e externo para a equipe de projetos, mas, como visto, não dará respostas prontas. Assim, após organizar e compreender as informações com as análises cruzadas e a 5C, os profissionais precisam ir atrás das soluções.

Para isso, o primeiro passo é definir um objetivo claro. Em um planejamento inicial, ele coincidirá em grande parte com os fins do próprio projeto. Por exemplo, se uma equipe é designada para reduzir custos de um serviço prestado pela empresa, as ferramentas utilizadas também estarão voltadas para essa meta.

No entanto, também é possível que o diagnóstico vise entender um problema ou aprimorar uma estratégia já em curso. Em qualquer caso, sem saber aonde queremos chegar, não teremos uma referência clara sobre o que precisa ser feito agora.

Após apresentar o cenário e o objetivo para os profissionais, o ideal é levantar diferentes opções. Aqui, embora seja possível realizar um brainstorming e coletar ideias em conjunto, dividir as equipes em grupos de trabalho pode ser uma alternativa para buscar soluções relacionadas às forças, fraquezas, oportunidades e ameaças.

A vantagem desse procedimento é ganhar subsídios para tomar decisões e verificar a viabilidade das estratégias. Em vez de analisar com base em estimativas feitas na hora, permite-se que os profissionais trabalhem nas propostas e pensem em soluções mais concretas, dentro de um prazo determinado.

Por fim, com o conjunto de objetivos e estratégias, é preciso fixar metas para executar o que foi decidido, além do respectivo cronograma.

Como implementar a estratégia definida?

Nenhum planejamento estratégico, por si só, vai interferir positivamente no lançamento de um projeto. É preciso tirá-lo do papel e garantir que sua execução seja leal às expectativas iniciais. Assim, grandes resultados poderão ser conquistados.

Para isso, é importante criar um plano de atuação. Esse plano deve funcionar como um passo a passo para o alcance do objetivo maior, definindo os diversos recursos, prazos e pessoas que estarão envolvidas no trabalho.

Para tanto, é indicado usar a ferramenta 5W2H, representada por 7 perguntas em inglês, que são:

  • what: o que será feito?
  • Why: por que isso precisa ser feito?
  • Where: onde ocorrerá?
  • When: quando será realizado?
  • Who: quem fará?
  • How: como será feito?
  • How much: quanto vai custar?

Para a correta implementação do plano e sucesso do projeto, também é importante contar com um bom software de gerenciamento dos projetos. Com ele, é possível controlar de forma eficiente as equipes, os prazos e os recursos e monitorar os indicadores de sucesso.

Além disso, pode ser interessante revisar os planos para corrigir erros e aprimorar práticas. Para isso, uma alternativa é estruturar um processo de gestão baseado em ciclos, como é o caso do PDCA. Assim, a função da SWOT em projetos também estaria relacionada à melhoria contínua do plano de ação, contribuindo com informações sobre as mudanças de cenário.

Quais são os principais benefícios da ferramenta SWOT em projetos e empresas?

Sun Tzu, o general e escritor do livro A Arte da Guerra, certa vez disse: “se você conhece o inimigo e conhece a si mesmo, não precisa temer o resultado de cem batalhas”. Isso porque, ao ter uma visão clara, é possível atuar de forma realmente eficaz.

No mundo dos negócios, essa visão límpida é essencial. Muitas vezes, ela é um fator-chave para a permanência da empresa no mercado. Muitas companhias têm fechado suas portas, e um dos principais motivos é a falta da leitura — além de, consequentemente, falta de adaptabilidade aos seus mercados de atuação.

No desenvolvimento de novos produtos e serviços, o assunto ganha contornos ainda mais dramáticos. Estima-se que entre 80% e 90% dos projetos inovadores falhem, possivelmente pela falta de leitura do mercado ou gerenciamento devido.

Desse modo, a ferramenta SWOT não só contribui para a fundamentação de uma estratégia eficaz, capaz de abrir mercados e potencializar os resultados; ela também auxilia na permanência de novos projetos no mercado, garantindo que os esforços para sua melhoria sejam realmente úteis e promovam sua diferenciação.

Quais são as principais fases de um projeto?

Um projeto é composto por algumas fases diferentes. Dependendo da etapa, é possível utilizar a ferramenta SWOT para alcançar resultados diversos. Veja as principais etapas, segundo o PMBOK (Project Management Body of Knowledge, ou corpo de conhecimentos da administração de projetos):

1. Iniciação

Primeira fase, na qual uma determinada necessidade é identificada e transformada em um problema que deve ser solucionado.

Nela, a análise SWOT pode ser útil para avaliar a viabilidade do projeto, analisando se a empresa tem condições para executá-lo e sua relação com o ambiente externo.

2. Planejamento

Fase responsável por definir como o problema será solucionado, identificando as metas, os prazos e os recursos envolvidos.

Nela, a análise SWOT contribui para realizar uma leitura eficiente do mercado, identificando as diversas oportunidades e ameaças que podem ser aproveitadas e evitadas, respectivamente.

3. Execução

Representa o momento de colocar a mão na massa, materializando aquilo que foi planejado anteriormente.

Nela, erros não podem ser cometidos. Assim, a análise SWOT pode contribuir para uma execução mais eficiente, identificando e eliminando qualquer gargalo que comprometa os resultados finais.

4. Monitoramento e controle

Encontra-se entre o planejamento e a execução do projeto, buscando acompanhar aquilo que está sendo realizado. Com a ferramenta SWOT, é possível manter o projeto alinhado às forças da empresa.

5. Finalização

Representa o encerramento do projeto. Nela, a análise SWOT pode contribuir para avaliar se os pontos fortes e fracos internos foram bem utilizados e se as oportunidades e ameaças externas foram antecipadas. Assim, é possível manter um processo de melhoria contínua.

Quais são os riscos de não analisar cenários?

Já imaginou fazer uma viagem sem checar todos os itens de seu carro? É preciso conferir:

  • a manutenção do veículo;
  • as condições da estrada;
  • a distância do percurso;
  • os gastos durante o trajeto etc.

Seria um grande risco não observar isso, não é mesmo? Na gestão empresarial — especificamente na gestão de projetos — não dispor de uma análise de cenário confiável pode significar prejuízos de várias ordens.

Afinal, com o uso da ferramenta SWOT, é possível descartar a realização de um projeto que se mostre inviável em determinada realidade da empresa. Dessa forma, a organização não precisará mobilizar uma série de agentes e recursos para algo que tem muitas chances de dar errado.

Além disso, a análise de cenário serve para a empresa se proteger de pontos fracos e possíveis ameaças e, assim, aumentar as possibilidades de êxito nas atividades.

Como a tecnologia pode ajudar a entender cenários e planejar com eficiência?

Tudo o que foi apresentado até aqui requer a gestão da informação. Afinal, precisamos não só entender os elementos externos e internos, como também acompanhar o andamento das estratégias relacionadas a cada projeto.

Vale ressaltar que, muitas vezes, as forças e fraquezas não se apresentam de maneira clara. Os gestores precisam aplicar uma série de indicadores para, de fato, conhecer os atributos das equipes e dos projetos, bem como cruzar informações.

A tecnologia, portanto, se revela um elemento essencial. Somente um bom software de gestão de projetosserá capaz de transformar o volume de informações em relatórios compreensíveis, com informações concretas para tomada de decisão.

Sendo assim, agora que você sabe como utilizar a matriz SWOT em projetos, o mais importante é buscar uma solução digital que dê o suporte necessário para aplicar a ferramenta aos projetos da sua empresa.

Para saber mais sobre o software de gestão de projetos da Project Builder, acesse a nossa página de contato e converse com um de nossos consultores!

gestão de projetos

Saiba como melhorar a gestão de projetos e os serviços da empresa em 8 dicas

O seu negócio tem uma boa política de gestão de projetos? Hoje, com iniciativas cada vez mais comuns no ambiente corporativo, é fundamental que todos os profissionais tenham um meio moderno e inteligente para orientar os seus trabalhos.

Por isso, investir na sua gestão de projetos é um dos passos mais simples para garantir o sucesso de cada etapa. Se você quer saber como isso pode ser feito, veja abaixo 8 dicas para tornar a sua gestão mais inteligente e bem estruturada!

1. Invista em uma metodologia adequada

A metodologia de um projeto orienta o modo como os trabalhos são executados, assim como a rotina dos times e o seu perfil. Portanto, sempre tome cuidado ao escolher qual metodologia será utilizada para gerir o projeto.

Para isso, faça uma análise sobre os requisitos, o perfil do time e do projeto em si. Assim, será mais fácil escolher uma metodologia que consiga orientar os times para atingir os resultados esperados.

2. Tenha um software de gestão de projetos

O software de gestão de projetos é uma solução inovadora e que pode ter grande impacto nos processos gerenciais. Ele funcionará como um hub de informações sobre cada etapa, agregando metas, rotinas, estratégias, responsabilidades e indicadores em um único lugar.

Graças a essa ferramenta, o gestor terá uma visão completa sobre o fluxo de trabalho de todos os times. Isso permitirá que erros sejam corrigidos facilmente. Além disso, será mais fácil distribuir atividades e evitar que conflitos aconteçam.

3. Defina bons indicadores de performance

Os indicadores são uma importante ferramenta de gestão. Utilizados para orientar a avaliação da performance de um time ou processo, eles podem ser aplicados em várias áreas do negócio.

Na gestão de projetos, as métricas permitem a identificação de pontos como a aderência a prazos, gargalos de performance e o impacto que as medidas tiveram no dia a dia do negócio. Mas para que sejam bem estruturados, os indicadores precisam estar alinhados com o perfil do time.

Em outras palavras, cada meta deve ser alcançável. Porém, é importante que ela seja orientada para garantir um nível mínimo de qualidade, para que assim os times possam identificar corretamente a qualidade do seu trabalho e eventuais problemas.

4. Faça reuniões periódicas

Durante todas as etapas dos projetos, realize reuniões. Essa é uma estratégia simples, mas que negligenciada, pode impedir que problemas sejam corrigidos, permite boas práticas replicadas e que times se mantenham alinhados.

As reuniões podem ser utilizadas, portanto, para a aplicação de feedbacks positivos e negativos. Além disso, elas auxiliam no compartilhamento de experiência e no alinhamento de metas.

Com todos os times alinhados e com os mesmos objetivos, o nível de engajamento cresce. Como consequência, as chances de um projeto dar errado caem drasticamente.

5. Garanta que a comunicação seja eficaz

A comunicação é algo crítico para o sucesso de seu projeto. Se os times, líderes e stakeholders não se comunicam corretamente, conflitos se tornam mais frequentes, as expectativas são frustradas e os riscos, ampliados.

Portanto, investir na comunicação entre todos deve ser uma preocupação desde o começo do projeto. A cada etapa, esse ponto deve ser reforçado e valorizado com o apoio de ferramentas de troca de dados, serviços de videoconferência, aplicativos de troca de mensagens corporativas e até mesmo o uso da comunicação via VoIP.

Isso permitirá uma troca contínua de ideias entre todos. Além disso, com os times mais integrados, a resolução de problemas será mais ágil e inovadora, uma vez que um número maior de conhecimentos auxiliará na resolução de falhas.

6. Gerencie o escopo

O escopo é um ponto crítico de um projeto. Ele orienta os profissionais sobre as suas responsabilidades e metas. Mal estruturado, o time terá dificuldades de encontrar os limites de sua atuação e os resultados que são esperados.

Portanto, sempre trabalhe para que a gestão de projetos delimite o escopo de forma clara e objetiva. Assim, as etapas serão planejadas da forma correta, evitando conflitos, atrasos e problemas no alcance de objetivos.

7. Cuide de seus conhecimentos

Todo projeto traz aprendizados para a empresa. Uma forma de garantir que eles sejam replicados é utilizado parte do tempo dedicado a gestão de projetos na documentação dos conhecimentos que cada etapa trouxe para o time.

Uma boa documentação facilita a criação de modelos de projetos futuros, reduz riscos e melhora a replicação de boas ideias. Ela também auxilia a empresa a criar um ambiente de otimização contínua, em que todos possam garantir que rotinas de baixa performance sejam evitadas.

Portanto, crie uma base de conhecimento bem estruturada e acessível. Ela deve ter uma linguagem clara, transparente e evitar que os profissionais tenham dificuldades para encontrar a resolução de eventuais dúvidas.

8. Tenha o apoio de uma empresa parceira

Muitas empresas podem ter dificuldades para otimizar os seus processos de gestão de projetos. Uma das formas de garantir que as rotinas sejam executadas conforme os padrões mais modernos do mercado é contar com o apoio de uma empresa parceira.

Esse serviço funcionará como uma consultoria. A companhia terá as suas práticas de gestão de projetos analisadas e comparadas com o que há de mais moderno sobre o tema.

Se problemas forem encontrados, os processos serão revistos. Os times internos receberão treinamentos para incorporar as novas práticas em seu dia a dia. Assim, a empresa pode garantir um maior retorno sobre o seu investimento, além de se tornar mais competitiva.

Toda empresa realiza projetos corporativos regularmente. Eles podem ser utilizados para integrar novas soluções, resolver problemas internos ou criar produtos e serviços.

Mas para que um projeto atinja os objetivos esperados, as estratégias devem ser capazes de orientar corretamente o trabalho dos profissionais. Em outras palavras, o gestor de projetos precisa ter os recursos necessários para garantir que as metas e objetivos sejam alcançáveis.

Esse será o papel das estratégias de gestão de projetos. Com elas, a empresa poderá reduzir riscos, mitigar conflitos e garantir que todos estejam com conhecimentos e objetivos bem alinhados.

Se você quer saber mais sobre como uma empresa parceira pode te auxiliar a utilizar um software de gestão de projetos, fale conosco!

ferramentas de gestão

5 ferramentas de gestão simples que não podem faltar em um projeto

O gerenciamento de projetos corporativos é uma atividade estratégica que permite que a companhia execute as etapas dentro do padrão de qualidade esperado, evite riscos e atinja melhores resultados no médio e longo prazo.

Para tudo isso seja possível, a empresa deve ter o apoio de um conjunto de ferramentas de projeto bem estruturadas e alinhadas com as suas demandas. Será por meio desses recursos que os times serão orientados a serem mais eficientes e capazes de atingir os resultados esperados.

Na gestão de projetos, não poderia ser diferente! Essa necessidade deu origem a alguns modelos que tornaram a gestão mais eficiente, sendo capaz de atender às expectativas dos stakeholders e aumentar ao máximo os lucros que a companhia terá com o investimento.

Neste post, listamos 5 ferramentas de projetos simples, mas que podem ser decisivas para o sucesso de cada etapa. Continue a leitura e confira!

Por que escolher uma ferramenta de projeto?

Os projetos corporativos são um momento crítico para qualquer empresa. Em cada etapa, profissionais de diferentes setores se unem para entregar um resultado em comum e, assim, auxiliar o negócio a atingir os seus objetivos.

Mas isso só é possível se o gestor consegue estruturar um plano de ação com bases sólidas, ou seja, que consiga orientar todos a terem um fluxo operacional inteligente, eficaz e livre de gargalos. Além disso, riscos devem ser evitados e tudo deve ser pensado com foco na melhoria contínua.

Nesse cenário, as ferramentas de gestão de projetos entram em ação. Com elas, o negócio tem uma visão mais abrangente sobre como os seus objetivos podem ser atingidos e, com isso, evitar erros, ter uma ação mais efetiva na resolução de riscos e prevenir situações indesejáveis de modo mais abrangente.

Dessa forma, a empresa deve sempre considerar as ferramentas de projeto como um modo de ter mais mecanismos para atingir os seus objetivos com alto aproveitamento dos recursos disponíveis.

Quais são as 5 principais ferramentas de projeto do mercado?

1. 5W2H

A gestão de projetos tem vários pontos críticos. Um dos mais importantes é o modo como o gestor orienta a execução de demandas, priorizando as que forem mais críticas e evitando o desperdício de recursos. Em um cenário como esse, uma ferramenta de projeto como o 5W2H pode ser ideal.

5W2H surgiu no Japão para facilitar o planejamento de qualquer demanda. O 5W corresponde às iniciais em inglês de What (o quê), Why (por quê), Where (onde), When (quando) e Who (quem). Já o 2H se refere às iniciais de How (como) e de How much (quanto).

Ao responder a essas perguntas, os esforços podem ser concentrados naquilo que realmente importa. Quer dizer, os membros da equipe se tornam cientes de sua participação em todo o contexto, de sua influência diante das necessidades do projeto e do impacto de suas demandas.

Sendo assim, o 5W2H proporciona maior controle sobre as tarefas e sobre os prazos determinados. Há uma melhoria no cronograma do projeto, o que ajuda na compreensão de dados e na aferição dos resultados. As rotinas críticas são priorizadas, permitindo que a empresa tenha uma melhor distribuição de seus recursos.

No início, o 5W2H era usado em sistemas de gestão da qualidade, visando o aprimoramento de melhorias. Mais tarde, tendo em vista o potencial da aplicação, passou a ser usado em contextos bastante diferentes. Em outras palavras, hoje em dia essa estratégia pode ser utilizada em práticas como o gerenciamento de projetos, o planejamento estratégico e a análise e criação de planos de negócios.

2. PDCA

A otimização das atividades corporativas é um cuidado que deve fazer parte do dia a dia de todo gestor. Quando o negócio está atento a esse fator, ele consegue rastrear melhor os pontos críticos, criar uma melhoria contínua nos fluxos de trabalho e manter a empresa alinhada às demandas do mercado. Além disso, será possível manter o nível de competitividade elevado.

Nesse contexto, o ciclo PDCA, sigla para Plan, Do, Check e Act, pode ser visto como uma ferramenta de gestão voltada para a promoção da melhoria contínua dos processos por meio de 4 ações: planejar, fazer, checar e agir.

Mais do que se ater à solução do problema, a ideia é compreender quais são as causas geradoras do desvio e atacar os fatores geradores da falha. Com a identificação do problema, a intervenção pode ser posta em prática, ter sua eficácia validada e, caso necessário, ser ajustada.

Em outras palavras, o ciclo PDCA é uma filosofia de melhoria contínua. Logo que um ciclo é concluído, outro começa e assim sucessivamente até que se alcance um nível mínimo de qualidade que atenda às expectativas do cliente.

Isso torna a organização dos processos mais eficiente ao longo dos anos. A empresa sempre realizará ações que facilitem a melhoria dos seus fluxos de trabalho e que possam manter o nível de eficiência alto.

3. PMBOK

Ao contrário do que é dito por algumas pessoas, o PMBOK não é uma metodologia, mas sim um guia de melhores práticas de gerenciamento de projetos. Nesse livro, são citadas inúmeras ferramentas, técnicas e habilidades essenciais para a área de gestão.

O uso desse material oferece uma visão bem ampla do universo de projetos, abrange todas as áreas de conhecimento (Integração, Escopo, Tempo, Custos, Qualidade, Recursos Humanos, Comunicações, Riscos, Aquisições e Partes Interessadas) previstas pelo PMI (Project Management Institute), uma das instituições mais representativas no gerenciamento de projetos em todo o mundo.

O PMBOK estabelece 47 processos de gerenciamento contidos em 5 grupos de processos (Iniciação, Planejamento, Execução, Monitoramento e controle e Encerramento) correspondentes às 10 áreas de conhecimento citadas acima.

Sendo uma referência, não oferece uma lista exaustiva de passos a serem seguidos, mas apresenta sugestões de boas práticas que devem ser seguidas, quando aplicáveis. Neste artigo, damos 4 dicas para você combinar Scrum e PMBOK.

4. KPI

Os indicadores de performance, ou Key Performance Indicators (KPIs), são métricas que visam aferir o desempenho da empresa em algum critério relevante. Só é possível gerenciar aquilo que se mede e é exatamente isso que justifica a determinação de indicadores de desempenho.

Ao medir o status de suas demandas, a organização pode avaliar se o resultado é ou não satisfatório. Caso não seja, você tem subsídios para intervir e ajustar a performance ao resultado esperado.

Os KPIs estratégicos são aqueles que se referem ao alinhamento dos projetos aos objetivos da empresa, permitindo o contraste entre cenários, isto é, projetando panoramas e comparações entre o planejado e o realizado.

Como exemplos de indicadores estratégicos, destacamos o Tempo de Retorno Sobre o Investimento ou Payback, o Deficit, a Receita por Tipo de Produto ou Por Unidade de Negócio, entre outros.

Já os KPIs de produtividade servem para medir o desempenho dos integrantes dos projetos em andamento, colaborando para verificar a viabilidade de admissões ou desligamentos, atribuição de recursos, aquisição de equipamentos e assim por diante. São métricas que fornecem valores de custo por hora, produção mensal etc.

5. PM Canvas

A proposta da metodologia PM Canvas é proporcionar planejamento, execução e gestão de projetos a partir de um modelo colaborativo, isto é, um sistema que promove e incentiva a participação das partes envolvidas.

O Project Model Canvas vem conquistando a aceitação de empresas de todos os portes. Elaborada pelo professor José Finocchio, o PM Canvas é baseado na metodologia proposta por Alexander Osterwalder, a Business Model Generation (BMG).

É uma ferramenta visual que possibilita o planejamento do projeto inteiro em um só documento, de uma única página. A simplicidade do modelo parte do princípio de que a elaboração de um novo projeto deve estar norteada pelas perguntas: por quê? O quê? Quem? Como? Quando? E quanto? As respostas para essas questões embasam o ponto de partida para a criação do diagrama de Canvas.

Os benefícios mais evidentes são:

  • manutenção do foco da equipe em objetivos mensuráveis que levam a metas maiores;
  • melhores representações visuais de todo o projeto, otimizando a compreensão de cada uma das etapas.

Esse caráter intuitivo da metodologia beneficia as organizações que têm dificuldade de elaborar um plano de projeto.

Como escolher uma boa ferramenta de projeto?

Agora que você conheceu algumas ferramentas de gestão, cabe analisar qual delas melhor se aplica ao contexto da sua empresa. Enquanto algumas se destacam pelo apoio aos processos de qualidade, outras fazem mais sentido se aplicadas ao gerenciamento do projeto como um todo.

Há ainda aquelas que podem ser aplicadas em conjunto ou apenas como uma forma de evitar riscos. Portanto, confira abaixo alguns passos para escolher a ferramenta de projeto ideal para as suas necessidades!

Conheça os objetivos e requisitos do projeto

De todos os pontos, esse é um dos mais importantes. Conhecendo os requisitos mínimos do projeto e os seus objetivos, o gestor conseguirá escolher uma ferramenta que seja realmente capaz de orientar um trabalho de ponta em todos os momentos do dia a dia da companhia.

Portanto, uma vez que esses pontos estejam definidos, faça uma análise de todas as ferramentas que podem ser adotadas pela empresa. Assim, você conseguirá encontrar alguma que possa ser utilizada como ferramenta estratégica para chegar a esses objetivos.

Saiba mais sobre o perfil dos times e das ferramentas utilizadas

Esse é um ponto crítico. O conhecimento do perfil do time e das ferramentas que estarão disponíveis para a execução do projeto auxilia o negócio a não buscar uma solução que demanda muitos investimentos indiretos em treinamentos e readequação do ambiente de trabalho.

Ou seja, fazendo uma avaliação sobre esses fatores, a empresa pode identificar se a ferramenta de gestão será facilmente integrada ao dia a dia dos gestores. Com isso, a companhia poderá atingir melhores resultados com mais agilidade.

Tenha em mente quais são os limites de escopo de cada etapa

Saber os limites de cada etapa permite que a empresa distribua recursos corretamente e consiga definir a ferramenta de projeto adequada.

A gestão do escopo, em outras palavras, entra como uma forma de implementar uma política de gestão que seja capaz de abranger todos os pontos do projeto e não ir muito além do que for necessário. Consequentemente, os gestores terão um maior foco naquilo que for crítico para os resultados de cada etapa.

Levante dados sobre os riscos existentes

Saber os riscos existentes também é importante. Quando a empresa tem uma noção completa sobre as suas vulnerabilidades e pontos que demandam atenção no seu dia a dia, não só é possível otimizar corretamente a cadeia operacional, mas também realizar escolhas capazes de chegar a um melhor resultado.

Portanto, sempre levante dados sobre os riscos que o negócio terá em relação ao projeto. Saiba exatamente cada fator que pode impedir que os objetivos sejam alcançados.

Isso permitirá que as ferramentas de projeto escolhidas possam ser utilizadas como uma forma de prevenir erros e situações indesejadas. Ou seja, a empresa poderá fazer de sua decisão um mecanismo de criação de confiabilidade para o projeto.

Qual é a importância da gestão de projetos de alta performance?

A execução de projetos corporativos é uma atividade comum a vários negócios. Um projeto pode ser estruturado para criar novos produtos, otimizar (ou modificar) rotinas internas, atender a demandas de clientes ou mesmo integrar novas soluções ao dia a dia da empresa.

Diante do nível de complexidade, muitas empresas falham em atingir os seus objetivos. Hoje, apenas dois terços dos projetos são capazes de atingir os resultados esperados.

Por isso, a empresa deve sempre focar na busca por uma gestão de alta performance, que trabalha para criar um fluxo de qualidade contínuo no ambiente de trabalho. Times precisam ser unificados e a companhia deve ter uma boa comunicação para evitar erros e conflitos.

Nesse sentido, as ferramentas adotadas pela empresa serão fundamentais para que o gestor tenha uma orientação precisa sobre o melhor modo de executar os processos planejados e garantir que cada requisito seja cumprido.

Portanto, sempre busque ferramentas de projeto que estejam alinhadas com as demandas e o perfil de cada etapa. Ela precisa ser escolhida com cuidado, garantindo que os recursos sejam mais bem aproveitados e, assim, mitigando as chances de um objetivo não ser completamente atingido.

Gostou das nossas dicas? Então, assine já a nossa newsletter para receber os futuros posts do blog em primeira mão!

pm canvas

Tudo o que você precisa saber sobre o PM Canvas

Agilidade e flexibilidade são duas virtudes no desenvolvimento de projetos de sucesso. Isso deve-se ao fato de que os projetos estão cada vez maiores e mais complexos. Além disso, é preciso entender que o mercado e a concorrência evoluem em ritmo acelerado, forçando os gestores a se manterem constantemente atualizados.

O planejamento, execução e gestão de projetos precisa ser amparado por ferramentas e metodologias que facilitem o trabalho de toda a equipe. Uma metodologia que vem sendo adotada por grandes empresas para o planejamento e execução dos projetos é o PM Canvas.

Elaborado pelo professor José Finnochio, e com base na metodologia proposta por Alexander Osterwalder, Business Model Generation (BMG), o Project Model Canvas (PM Canvas) é uma diagramação visual em que você consegue avaliar um projeto inteiro, integrando escopo, tempo, requisitos, stakeholders etc.

No artigo de hoje falaremos sobre o PM Canvas, quais são seus benefícios, como ele pode ser implementado e de que maneira a solução poderá ser útil para a sua empresa. Ficou interessado? Então continue a leitura!

O que é, exatamente, o PM CANVAS?

Baseado na publicação, no ano de 2009, do Business Model de Alex Osterwalder e Yves Pigneur, o PM Canvas funciona como uma espécie de guia para empreendedores que buscam revolucionar os seus negócios a partir da utilização de metodologias inovadoras e que proporcionem uma melhor articulação estratégica.

José Finocchio, o professor responsável pela idealização da metodologia, ressalta (e implementa) a neurocência como fator fundamental para o desenvolvimento e gerenciamento de um projeto. Ele defende que, entendendo como funciona a mente, a comunicação e propagação de informações tende a melhorar exponencialmente.

O objetivo central do PM Canvas é a implementação ágil e clara de um plano de projeto. A boa notícia é que, apesar da sofisticação da metodologia de Finocchio, sua aplicação não exige nada além de caneta, alguns posts-ts e uma folha de papel A1.

Como os post-its têm espaço bastante delimitado, seu preenchimento exige uma clareza e objetividade que será essencial para visualização do projeto, uma vez que só haverá espaço para se escrever o que for realmente imprescindível.

Quais são os benefícios do uso do PM CANVAS?

O PM Canvas parte da premissa de que a criação de um novo projeto deve ser guiada por algumas perguntas: Por quê? O quê? Quem? Como? Quando e quanto? As respostas para essas questões servirão como ponto de partida para a criação do canvas.

Esse tipo de organização traz dois benefícios claros: primeiro, ela mantém o time focado em objetivos tangíveis que levam a metas maiores. Além disso, permite uma visualização gráfica de todo o projeto, facilitando sua compreensão e, também, as justificativas de cada etapa.

Este aspecto intuitivo proporcionado pelo PM Canvas também facilita o trabalho de empresas que não conseguem adotar o plano de projeto, pelo fato deste ser muito complexo.

Mas qual a diferença entre PM Canvas e o Plano de Projeto?

Para um olhar destreinado, existe uma certa dificuldade de diferenciação do PM Canvas do Plano de Projeto. Um plano de projeto é, basicamente, a reunião de toda a documentação da etapa de planejamento, que é, na maioria dos casos, organizada por um time de gestão de projetos, submetido a um patrocinador e, então, aprovado (ou não). Trata-se de uma metodologia amplamente utilizada no meio acadêmico.

Embora o plano de projeto tenha, em teoria, a finalidade de determinar a estruturar a execução, acompanhamento, controle e finalização de um projeto, sem contar o planejamento das metas e submetas imprescindíveis para a concretização do do planejamento aprovado pelos patrocinadores, nem sempre o plano escopado abrange todas as áreas necessárias ao projeto.

Na verdade, muitas vezes o plano de projeto é encarado, por gerentes e empreendedores, como um mero protocolo a ser cumprido. Resultado disso é a frequente inconsistência dos planos de projeto, que são incapazes de apontar, detalhadamente, quais são as ações pertinentes à realização de cada subdivisão do objetivo estabelecido.

Desse modo, o PM Canvas surgiu como uma solução para a frequente insuficiência (ou falta de clareza e objetividade da maneira como são elaborados) dos planos de projetos. Ainda que possuam as mesmas finalidades (o plano de projeto e o PM Canvas), as duas metodologias são diametralmente opostas.

Se, por um lado, o plano de projeto é apresentado em forma de um documento textual extenso, o PM Canvas é apresentado em formato de um diagrama visual, em uma única página, que permite uma visualização clara e ágil, que integra escopo global, exigências, tempo de cada fase do projeto, dentre outros detalhes.

Além disso, o PM Canvas se diferencia na possibilidade propiciada de co-criação e ajustamento conforme o desenvolvimento dos compromissos e prazos estipulados.

Quando e como usar o PM CANVAS?

Muitos gestores imaginam que os benefícios do PM Canvas apenas são notados por pequenas empresas com operações enxutas. A verdade é que essa metodologia já é largamente utilizada em grandes empresas e multinacionais.

A título de exemplo, podemos citar os casos da Ambev, Comitê Olímpico Brasileiro e Fundação Getúlio Vargas (FGV), a rede de cosméticos e produtos de banho Natura e o Banco PNP Paribas, que utilizam o PM Canvas como ferramenta de gerenciamento de projetos. Ou seja: todo tipo de empreendimento pode ser beneficiado pela tecnologia.

O melhor momento para se criar o PM Canvas é no início do projeto, já que ele ajuda a prever alguns problemas e identificar possíveis parceiros, o que não significa que projetos em andamento não possam ser levados para o PM Canvas, mas apenas que o cenário ideal é no começo do processo.

Cada pergunta do PM Canvas trás consigo pontos estratégicos ao projeto. Entenda melhor cada uma delas:

Por quê?

O ‘por quê’ é, provavelmente, a pergunta mais importante na elaboração do PM Canvas. Ela engloba as justificativas, objetivos e benefícios do projeto. Algumas respostas frequentes (e, claro, pertinentes) são “para melhorar nossa produtividade”. “para lapidarmos a nossa reputação ou, simplesmente, “para melhorar a nossa situação”.

Para que o seu “por quê” cumpra o esperado, é muito importante seguir a regra SMART de definição de metas. Ou seja, seu objetivo deve ser específico (specific), mensurável (measurable), alcançável (attainable), relevante (relevant) e com tempo para realização definido (time-based).

O quê?

A pergunta “o quê” é o que explica o produto trabalhado pela empresa, ou seja: a descrição do que está sendo proposto, oferecido e será entregue ao cliente final. Nessa etapa é essencial observar as expectativas tanto dos patrocinadores quanto a dos clientes. Além disso, é essencial deixar claro para todos os envolvidos que poderão surgir atualizações ou correções ao longo da realização do projeto.

Quem?

Essa pergunta tem como objetivo deixar definido quem serão os envolvidos na realização e concretização do projeto. Serão apontados, por exemplo, os responsáveis por cada atividade e os parceiros necessários para efetivação de metas.

Como?

Nessa etapa, será discutido e definido o, no diagrama, quais são os caminhos inerentes à realização e alcance das metas e submetas do projeto. Serão apontadas também quais serão as atividades desenvolvidas e quais são as condições de realização delas. O “como” deve observar os seguintes aspectos:

  • Premissas: quais são as suposições e realidade no qual o projeto está inserido e sobre as quais o gestor ou gerente não possui controle? Nessa descrição só deve estar presente o que realmente compõe os fatores necessários para viabilização do projeto;
  • Grupos de entregas: é a divisão do objetivo final em submetas. Em outras palavras: o checklist de tudo que deve ser concluído para a efetivação do todo;
  • Restrições: aqui aponta-se os agentes externos ou alheios ao controle dos membros da equipe que podem prejudicar ou limitar a produtividade e liberdade da equipe.

Quando e quanto?

Embora pareça simples, essas duas perguntas são essenciais para nortear o desenvolvimento de todas as outras fases do projeto. Ou seja: responder quando o produto ou objetivo final será entregue (ou seja, o cronograma) e quais são os custos (detalhados) do projeto.

O PM Canvas associa o quando e o quanto de maneira diferenciada pois, em sua constituição, o cronograma temporal e o de despesas apresentam a mesma estrutura, ambos baseados nas entregas de atividades e cumprimento de metas. A estrutura pressupõe os seguintes pontos:
  • Riscos (incertezas ou agentes que contribuem de maneira negativa para os rumos do projeto);
  • Linha temporal (lista de tarefas e de compromissos com deadlines apontadas, o que permite um bom gerenciamento de riscos);
  • Custos (avaliação decomposta das despesas referentes à cada grupo de atividades e etapas do projeto).
Todas essas perguntas, quando dispostas no PM Canvas, criam um fluxo natural de respostas e soluções. O que permite, acima de tudo, agilidade e precisão do desenvolvimento e gerenciamento de projetos.

O Project Model Canvas é a metodologia que te permite conceber projetos em uma única página e transformá-los em agentes de inovação, mas mais do que isso, ela permite envolver e engajar toda a sua equipe, aumentando o comprometimento e produtividade.

E então, gostou do nosso artigo? Entendeu tudo sobre o assunto ou ainda restou alguma dúvida sobre PM Canvas? Aproveite os comentários abaixo para entrar em contato.

gestão de projetos unificados

Project Builder: como fazer uma gestão de projetos unificando o PM Canvas e o PMBOK?

Você já ouviu falar na gestão de projetos unificados? Essa estratégia está tomando conta do mercado por ser um método mais eficaz e inteligente de garantir a capacidade de os profissionais entregarem os melhores resultados para um projeto.

Hoje, o mercado tem pouco espaço para erros e atrasos. A gestão de tempo no ambiente corporativo virou uma ferramenta valiosa e, nesse sentido, evitar falhas é crucial.

Por esse motivo, é importante unificar metodologias e garantir que a empresa possa atuar de modo estratégico em seus projetos. Para saber como é possível atingir esse objetivo com o apoio de uma solução que unifica boas práticas, como a PM Canvas e o PMBOK em um ambiente inteligente e eficaz, continue a leitura deste artigo!

O que é o PM Canvas?

O PM Canvas é uma metodologia de gestão de projetos criada pelo professor brasileiro José Finocchio. Ela é baseada no Business Model Canvas e funciona como um suporte para a concepção de projetos de uma maneira mais ágil, objetiva e clara. Para isso, utiliza cinco questões como base.

  1. Por que o projeto será executado?
  2. O que será feito durante o projeto?
  3. Quais são as pessoas responsáveis pela execução e pela liderança do projeto?
  4. Como o projeto será executado? Quais são suas premissas e os grupos de entrega?
  5. Quais são os custos do projeto?

Para orientar os profissionais, o PM Canvas traz blocos pequenos e agrupados por temas, que criam um “método visual” para a identificação dos fatores que levam ao objetivo e execução do projeto. A seguir, entenda como é feito esse agrupamento:

  • no campo “por que”, são identificadas as justificativas, os objetivos finais e os benefícios do projeto;
  • no campo “o que”, são inseridos os produtos que serão gerados com o projeto e os requisitos de cada um;
  • no campo “quem”, são listados stakeholders, líderes, equipes e demais envolvidos em cada processo;
  • no campo “como”, são descritas as premissas, os grupos de entrega e as restrições gerais do projeto;
  • no campo “quando e quanto”, são listados os riscos, a timeline de execução do projeto e os seus custos.

Como ter uma boa gestão de projetos com a unificação de metodologias e softwares?

A gestão de projetos unificados combina softwares, guias de boas práticas e metodologias para atingir os melhores resultados possíveis. Evitando erros, criando um fluxo de trabalho com menos atrito e tornando os times mais integrados, a empresa pode eliminar gargalos e definir uma rotina de trabalho de alta performance.

A adoção de um bom sistema de gerenciamento de projetos permite que tais resultados sejam obtidos. A aplicação automatiza rotinas, centraliza o acesso a informações e, com isso, dá aos profissionais mais tempo para focar na entrega de resultados.

A possibilidade de personalizar justificativas, indicadores e métricas reduz o uso de “achismos” e torna o software mais integrado à realidade do negócio. Além disso, com o controle de dados em tempo real, a companhia pode definir prazos e otimizações com a precisão e a agilidade necessárias para reduzir a perpetuação de erros entre etapas.

Se bem estruturado, o sistema pode ser a chave para o negócio utilzar o PMBOK aliado ao PM Canvas no seu dia a dia. A aplicação combinará as principais características dessas duas estratégias para auxiliar os profissionais a alcançar os resultados esperados e, assim, ampliar o retorno no investimento realizado no projeto.

Como é feito o planejamento de projetos no software da Project Builder?

A criação de um PM Canvas para o seu projeto no sistema da Project Builder é um processo simples e ágil. Em alguns passos, o usuário pode inserir o pitch do projeto, os seus participantes e os níveis de aprovação do workflow de trabalho — isso reduz drasticamente a burocracia no ambiente de trabalho.

A vinculação dos objetivos ao canvas é feita de modo claro e objetivo, assim como o uso de fatores que tornam o planejamento mais preciso e confiável. Dessa forma, a priorização de recursos acontece de modo mais inteligente e evita prejuízos.

Quais são os benefícios de utilizar o software da Project Builder para a gestão de projetos?

O uso da tecnologia para o dia a dia de uma empresa gera vários benefícios. Na gestão de dados, por exemplo, uma boa ferramenta reduz falhas e a perda de informações. Já na gestão de projetos unificados, o nosso software de gerenciamento pode auxiliar a empresa a partir dos seguintes pontos:

  • mais colaboração por parte da equipe em todas as etapas do projeto;
  • redução dos erros de comunicação;
  • maior capacidade de manter informações críticas e documentação livre de falhas de integridade;
  • maior número de decisões com base em dados atualizados em tempo real;
  • projetos mais aderentes a prazos;
  • mais chances de atingir os objetivos de cada etapa;
  • redução de custos;
  • iniciação mais rápida dos projetos;
  • possibilidade de converter um Canvas em proposta de projeto em um único ambiente;
  • criação de fluxos de aprovação e de trabalho mais simples e objetivos;
  • classificação mais eficaz de projetos, indicadores, objetivos e requisitos;
  • alinhamento mais preciso das necessidades do negócio e dos projetos que são executados;
  • aumento da integração dos times;
  • possibilidade de utilizar gráficos de bolha para selecionar e priorizar recursos e requisitos;
  • maior retorno sobre o investimento.

Por que escolher a Project Builder?

A ferramenta de gestão de projetos unificados da Project Builder é a ideal para empresas de todos os perfis. A solução tem recursos modernos e inteligentes, o que permite o seu uso tanto em consultorias quanto na operação diária da empresa.

Por estar na nuvem, a solução também garante alta mobilidade aos profissionais internos. Além disso, há a versão on-premises, ideal para segmentos que têm uma política de governança da informação mais restritiva.

O nível de personalização é elevado. O usuário pagará apenas pelos recursos que forem necessários, reduzindo falhas na integração completa da aplicação no dia a dia dos funcionários. Além disso, com notificações automáticas, documentação inteligente e comunicação integrada, o sistema de gestão de projetos da Project Builder garantirá a competitividade necessária para o seu negócio atingir bons resultados no médio e no longo prazo.

A ideia é convertida automaticamente na proposta de projeto. Isso encurta o tempo necessário para o negócio começar a atuar e, consequentemente, aumenta a visão positiva que os stakeholders têm dos resultados obtidos.

Da inicialização do projeto à definição dos objetivos, todos os passos necessários para o projeto ser aprovado serão feitos de modo centralizado. Sempre que uma etapa do planejamento for concluída, alertas serão enviados e os indicadores começarão a serem verificados.

A gestão de projetos unificados pode gerar muitos benefícios para a sua empresa. Com uma comunicação mais eficaz, trocas ágeis de informações e alinhamento de objetivos, o planejamento tem mais recursos para evitar erros e conseguir atuar de modo contínuo com alta performance. Dessa forma, os projetos alcançarão os objetivos esperados e poderão garantir mais receita para a companhia.

Conseguiu entender como fazer uma gestão de projetos utilizando um bom sistema de gestão? Quer saber mais sobre todos os benefícios da nossa solução de gestão de projetos? Entre em contato conosco!

Project Builder

Veja como o software da Project Builder ajuda a CEI Energética

O Project Builder é um software de gestão de projetos que se adequa à forma como cada empresa trabalha. A CEI Energética pôde comprovar isso na prática, adotando essa solução que é, ao mesmo tempo, versátil e completa.

Quem conta mais sobre como a solução é importante para o negócio é Raquel Resende, analista de operação e manutenção da CEI, que precisa encarar desafios que exigem muito do seu conhecimento técnico. “Os gerentes dos projetos precisam estar preparados para lidar com cada etapa do projeto e cada problema que vai aparecer, pois uma coisa é certa: problemas aparecerão”, explica.

Para entender melhor como o Project Builder ajuda nesses desafios, continue lendo!

Qual é o mercado de atuação da CEI Energética?

Referência no setor de energia, a CEI opera em três áreas principais: geração de energia renovável, operação e manutenção especializada em energia elétrica e comercialização de energia no mercado livre.

O foco principal da CEI é a geração de energia solar e hídrica, com 107 MW em projetos de usinas hídricas e 270 MW em projetos de usinas solares no estado de Minas Gerais. Mas, além disso, também cria valor com a operação e manutenção e com a comercialização.

Com o Project Builder, a empresa consegue gerenciar todas essas três frentes de forma integrada e eficaz.

Por que a CEI sentiu necessidade de um software de gestão de projetos?

A gestão de projetos na CEI Energética era prejudicada por muitas dificuldades antes da adoção do Project Builder, o que motivou a busca por uma ferramenta eficaz para a área. Sem a potência de uma ferramenta completa, era mais difícil construir um planejamento sólido dos projetos, especialmente na hora de estimar tempo e recursos necessários.

“Os projetos eram acompanhados ‘pela cabeça’, não tinha registros, muitos acabavam no esquecimento, só eram lembrados quando o fim do ano chegava e olhávamos o que tínhamos nos comprometido a executar e não fizemos”, relembra Raquel.

Outro desafio muito grande era a parte de comunicação do trabalho. Sem definições claras, o projeto tinha múltiplas interpretações de cada envolvido e nem sempre o que foi pensado era entregue. “Não que estivesse feito errado, apenas não foi planejado, as expectativas não foram alinhadas desde o início”, pontua Raquel.

Ela utiliza o software na sua rotina e tem razões de sobra para explicar porque a CEI optou por essa solução. “As ferramentas visuais que o Project Builder oferece são muito eficientes na comunicação”, observa ela. “Visualizar de forma gráfica contribui na interpretação das informações, ainda mais sabendo que as equipes dos projetos têm níveis de conhecimento e experiência diferentes”, completa.

Outra razão para escolher o PB foi a combinação de versatilidade e investimento necessário para adotar a ferramenta. “Dentre os softwares de gerenciamento de projetos, o Project Builder era o que nos atendia melhor, tinha o melhor custo benefício”, explica Raquel.

Quais foram os resultados obtidos com o uso do software da Project Builder?

Com o Project Builder, o planejamento passou a ser feito com mais antecedência e o time de Raquel ficou mais preparado para lidar com as mudanças que aparecerão no decorrer de cada um deles.

Por melhor que seja o planejamento inicial, um projeto é algo vivo e em constante transformação. Ser capaz de acompanhar todas essas mudanças não é fácil sem o apoio de uma ferramenta completa, que automatiza muitas dessas responsabilidades.

O Project Builder também potencializa o comprometimento das equipes em relação às datas dos cronogramas. Com o software, cada um sabe exatamente em qual etapa do processo se encaixa e o que precisa ser feito.

“Hoje, com o auxílio do Project Builder, não esperamos uma tarefa se tornar urgente para começarmos sua execução, ainda mais sabendo que o PB está lá para nos lembrar dela todos os dias”, comemora Raquel.

Outra vantagem listada por Raquel é a comunicação ativa e transparente entre os envolvidos em cada projeto, o que evita que tarefas fiquem para trás ou que profissionais “batam cabeça” assumindo a mesma responsabilidade.

Por fim, a organização do software também mereceu elogios de Raquel: “Não gastamos mais esforços para procurar qualquer tipo de arquivo dos projetos, fica tudo armazenado na pasta do projeto no software”.

Como o software ajuda na visão estratégica da empresa?

O Project Builder foi transformador para a gestão de projetos na CEI. Com o software, ficou mais fácil alinhar as metas das equipes em relação às estratégias centrais do negócio. A comunicação entre a gestão e o operacional se tornou mais efetiva e transparente, favorecendo o comprometimento de cada envolvido.

“As equipes conseguem visualizar com antecedência as etapas dos projetos, os documentos e rastrear as etapas que estão envolvidas”, destaca Raquel. “Todos ficam cientes sobre prazos, custos e recursos”, acrescenta.

Outro resultado positivo é a facilidade em identificar problemas e avaliar riscos ainda no planejamento do projeto, minimizando o impacto de qualquer tipo de imprevisto durante a fase de execução.

Para Raquel, o Project Builder é uma peça essencial para a complexa responsabilidade que é gerenciar um projeto com pessoas de áreas e pensamentos diversos. Ela se relembra de uma lição importante quando fala sobre isso: “Uma frase que adotei para minha vida no gerenciamento de projetos foi a do Walt Disney: ‘De todas as coisas que eu fiz, a mais vital foi coordenar os talentos daqueles que trabalham para nós e alinhá-los em direção a uma meta’”, conclui.

Como é o relacionamento entre as duas empresas?

A Project Builder não é apenas uma fornecedora de software, mas sim uma parceira que se empenha em garantir que os seus clientes conquistem o máximo com as suas soluções. “A equipe do Project Builder sempre esteve de portas abertas para atender nossas dúvidas e nos ensinar caminhos que não conhecíamos antes no software”, elogia Raquel.

Para ser efetivo, um software de gestão de projetos precisa se adequar ao jeito que a sua empresa trabalha. E o Project Builder é versátil e funciona no modelo preferido da empresa, do PMBOK ao ágil.

Para conhecer mais sobre como o Project Builder pode ser transformador para gestão de projetos da sua empresa como foi com a CEI Energética, aproveite para conversar com um dos nossos consultores e conheça mais sobre a ferramenta. Esperamos você!

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Case de sucesso: a Klabin provou que a Project Builder otimiza os resultados

Uma grande empresa costuma ter processos complexos e que exigem maior fluidez. Essa era uma das demandas da Klabin, a maior produtora e exportadora de papéis do Brasil. Porém, essa questão pôde ser solucionada com a padronização proporcionada pelo software de gestão da Project Builder (PB).

Com uma parceria que dura desde 2015, a ideia foi simplificar as atividades e fornecer uma visão ampla para todos os colaboradores. Até então, cada profissional trabalhava em um portfólio de projetos, o que deixava a área de pesquisa e desenvolvimento com pouca sinergia no trabalho realizado.

A partir da instituição de um único gerente corporativo para as duas frentes de pesquisa, foi necessário encontrar uma solução que se ajustasse às necessidades. Foi aí que apareceu o PB, que se mostrou um software de fácil utilização, bom custo-benefício e uma equipe técnica no Brasil para atender a qualquer ocorrência.

Neste post, vamos entender melhor como essa parceria funciona, por que é um case de sucesso e quais são os resultados obtidos. Então, vamos lá?

Como a Klabin encontrou a Project Builder?

A Klabin é uma empresa que produz embalagens e caixas de papelão e trabalha com diferentes produtos cuja origem é a celulose. Nesse caso, a matéria-prima é vendida para outras empresas, que produzirão papel e outros materiais. Na prática, a cadeia produtiva é bastante grande e variada.

Por isso, há uma unidade de negócios de celulose. Dentro dela, existe a área de pesquisa e desenvolvimento, que engloba os ramos florestal e industrial. O primeira foca a elaboração de materiais genéticos, principalmente de eucaliptos e pinus, e o segundo é voltado para o recebimento da madeira e transformação em celulose. O objetivo é aprimorar as características de ambos os produtos para obter mais qualidade.

Apesar de os dois setores atuarem com projetos, a padronização era inexistente. Cada pesquisador gerenciava seus projetos conforme achava melhor. Em 2013, a instituição de um único gerente corporativo exigiu a padronização dos trabalhos. Mas como alcançar esse equilíbrio se os projetos da área florestal podem durar 30 anos, enquanto os da industrial são de, no máximo, cinco anos?

Foi nesse contexto que a Klabin encontrou a PB. Segundo a especialista em Gestão da Inovação, Arlete Tavares Almeida, “o que chamou a atenção do PB é que, à primeira vista, era um software amigável, de fácil utilização e também tinha a questão do custo. Acho que o fator determinante para escolhermos o PB foi o custo, e também por eles terem uma equipe técnica no Brasil para nos atender no caso de qualquer dúvida ou problema”.

Na prática, a consultoria fornecida pela Project Builder era fundamental para implementar a cultura de gestão de projetos na Klabin. Assim, poderiam ter mais previsibilidade e garantir o cumprimento de algumas restrições, como escopo, tempo e custo.

Como os problemas foram identificados?

O primeiro passo foi realizar uma rodada de implementação para chegar a uma estrutura analítica para cada natureza de projeto. Além disso, foram determinadas as responsabilidades para que cada pesquisador tivesse a sua tarefa bem definida a cada momento do projeto.

Em seguida, foi sentida a necessidade de fazer uma avaliação mais próxima, com uma observação interna do próprio CEO da PB, Luiz Braun, durante uma semana. Ele conversou com cada usuário sobre o processo e o sistema. Assim, conseguiu estabelecer algumas definições.

Uma delas foi trabalhar com indicadores de desempenho clássicos para a gestão de projetos: SPI (Schedule Performance Index) e CPI (Cost Performance Index). No Project Builder, os gestores puderam visualizar esses índices e ter acesso a uma visão mais ampla, que permitiu identificar a situação.

Ao mesmo tempo, a ideia foi fornecer visões mais gráficas para os gestores. Por isso, eles elaboraram alguns esboços, que estão sendo estudados para implementação customizada no software.

Apesar de terem surgido algumas resistências ao longo do processo, o escritório de projeto apoiou a empreitada desde o início. Ao mesmo tempo, as melhorias foram identificadas, como a maior organização da área e da empresa e a possibilidade de consultar informações precisas de maneira autônoma.

Porém, foi altamente necessário adotar essa postura de controle, porque a Klabin é usuária da lei de incentivos fiscais para inovação, a famosa Lei do Bem. Na prática, os benefícios também foram bastante importantes. Se em 2013 a elaboração de um relatório financeiro levava aproximadamente duas semanas para o levantamento de informações, hoje os dados podem ser acessados a qualquer momento.

Como os objetivos foram alinhados?

A ideia foi atender às demandas imediatas da Klabin, considerando as particularidades de cada área de desenvolvimento de projetos. Também foi possível estabelecer uma integração com o SAP. Nesse caso, as informações de cunho financeiro são atualizadas periodicamente pela exportação dos dados do software de gestão financeira.

Com isso, o sistema de gestão de projetos, o Project Builder, é alimentado e os gastos são automaticamente associados a cada projeto. Assim, há um repositório centralizado com acesso distribuído, o que é uma grande vantagem.

Outro ponto positivo é a consistência das informações. Antes, elas ficavam fragmentadas, por exemplo, em e-mails, planilhas, documentos de texto etc. Agora, estão diretamente conectadas aos seus objetos. Ou seja, existe uma tarefa, que tem seu histórico de ocorrência, e este está conectado àquela atividade do projeto.

Em relação à equipe, os objetivos foram alinhados devido ao maior engajamento dos colaboradores (entre 35 e 40 pessoas). Esse resultado demorou aproximadamente um ano para ser alcançado, mas apresentou resultados imediatos.

A consequência foi conseguir responder como os recursos (pessoas, dinheiro e tempo) estão sendo alocadosa partir de uma visão gerencial da carteira de projetos da área de pesquisa e desenvolvimento.

Como a Project Builder foi importante para a melhoria de resultados e conquista do sucesso da Klabin?

Além de aumentar o controle e o monitoramento dos dados, a parceria fechada foi essencial para implementar a cultura de gestão de projetos. Isso porque foi possível avaliar a equipe e suas necessidades e, então, mostrar a importância do software dentro desse contexto.

Isso permitiu que as equipes compreendessem a utilização da ferramenta, em vez de apenas trabalharem com os dados de forma operacional. A aproximação também é positiva para descobrir gargalos, identificar demandas não atendidas, obter feedbacks e implementar melhorias no cliente que utiliza o Project Builder.

Mais que isso, o suporte por telefone e e-mail — com atendimentos de primeiro, segundo e terceiro níveis — e a metodologia Kaizen, que prevê a melhoria contínua, são dois fatores cruciais para o sucesso, já que a busca pela evolução e pela excelência é permanente.

Assim, a ideia da Project Builder é otimizar os resultados de seus clientes constantemente. Por isso, a implementação do software foi um sucesso para a Klabin e também pode ser para sua empresa.

Fale com um de nossos consultores para entender como nossa ferramenta pode revolucionar seu negócio!

Case de Sucesso: ARTSOFT

 

Em um projeto de consultoria existem vários percalços, com desafios que variam conforme ele vai sendo executado. Não dá para prever tudo, é claro, mas tendo as ferramentas necessárias em mãos e um bom sistema de gerenciamento de projetos é possível conseguir sucesso na implementação de soluções simples, mas que disponibilizam uma gama fantástica de possibilidades para o gerenciador. Há diversos casos dignos de serem compartilhados e o case de sucesso ARTSOFT é um deles.

A ARTSOFT lida com a gestão empresarial de mais de 6.500 empresas. Com esse número grande de clientes, é grande a preocupação com dados e informações, principalmente na implementação de sistemas que serão o cérebro de toda a movimentação de informações dessas empresas. Quem trabalha com gerenciamento de projetos sabe como é difícil ter a leitura rápida e pormenorizada de um empreendimento. A ARTSOFT, já há algum tempo, não tem mais dificuldades nessa questão.Vamos conferir como eles superaram esses desafios?

Do Excel à excelência

A empresa está com 100 projetos sob seus cuidados atualmente, sendo que há algum tempo precisava lidar com esse fluxo sem dispor de uma ferramenta adequada. O cronograma e o tempo de resposta de cada processo costumava ser deficiente, tendo um sistema caseiro como apoio, mas que não abrangia as necessidades. Tudo era baseado em planilhas do Excel e ferramentas complementares, demandando maior energia na visualização e controle, sem harmonização de procedimentos. “A gente se perdia muito”, relata o superintendente de Implantação ARTSOFT SISTEMAS, Renato Santos.

Essa situação começou a mudar quando a empresa passou a fazer uso do Project Builder, software de gerenciamento de projetos que une todas as principais informações e entrega dados de forma clara e completa.

“Tenho uma equipe de oito consultores e cada consultor tem aproximadamente dez projetos. E eu gerencio esses projetos utilizando o Project Builder, verificando as atividades diárias e as fases que são concluídas no projeto”, diz Juliana Volotao, coordenadora de implantação do FENICIA ERP.

Sistema de implantação simples

O superintendente de Implantação ARTSOFT SISTEMAS Renato Santos conta que a implantação do Project Builder na empresa foi bem simples. O fornecedor do software possibilitou até uma parceria harmonizada com o sistema caseiro da empresa, através da importação de informações de um para o outro.

O Project Builder possibilita colocar em seu sistema os cronogramas do projeto, suas fasese suas respectivas atividades. A cada fase terminada, basta apontar no sistema e o cliente pode acompanhar o projeto de onde estiver e auxilia no desenvolvimento.

“A gente consegue mostrar para o cliente a evolução de um projeto no qual estamos realizando uma implantação”, diz Renato Santos. Com o novo sistema, a empresa pode tomar decisões com maior índice de acerto e em menor tempo, o que é muito útil para qualquer projeto.

Atualmente a ARTSOFT SISTEMAS tem crescimento de 30% ao ano, com mais de 35.000 licenças de uso e aproximadamente 10.000 pontos de venda do FENICIA PAF. Surpreendente, não?

Você tem alguma dúvida sobre o software usado pela ARTSOFT? Acesse a página do Project Buider e saiba mais

 

Project Builder

Case de Sucesso: Organização e eficiência na gestão de projetos: conheça o case de sucesso da Project Builder com a SulAmérica

Atire a primeira pedra quem nunca administrou os projetos de uma empresa usando planilhas do Excel. O programa é muito versátil e acaba sendo a primeira opção quando um gestor quer começar a organizar os processos de um trabalho, não é mesmo?

Embora não exista nada de errado em usar a solução da Microsoft, ela pode apresentar muitas falhas no gerenciamento dos projetos, desde o esquecimento da atualização dos dados até fazer com que os colaboradores pulem uma etapa importante do trabalho. O resultado? Atrasos nas entregas!

Se imaginou esse cenário em uma empresa pequena, saiba que o gargalo na centralização das informações e administração dos prazos existem em organizações de qualquer tamanho. Inclusive na SulAmérica, um dos maiores grupos de seguradora independente do Brasil, que precisa administrar inúmeros projetos de setores diferentes.

Quer saber como a organização, em especial, o departamento de saúde e odontologia, migrou das planilhas para um sistema automatizado e customizado como o da Project Builder? Então, continue a leitura deste post!

O início da parceria entre a Project Builder e a SulAmérica

Paulo Brustolin. Esse é o nome por trás da parceria entre a Project Builder e a SulAmérica. O mestre em administração e estratégia empresarial conheceu a ferramenta em 2004, quando implementou a estratégia de gestão de projetos na Unimed Cuiabá.

A solução trouxe tantos resultados para a operadora de planos de saúde, que foi um dos exemplos citados no livro “Projetos Brasileiros de Sucesso — Casos Reais de Gerenciamento”, escrito por Margareth Carneiro, uma das referências no assunto no mercado brasileiro.

Como em time que está ganhando, não se mexe, Paulo passou a levar a solução da Project Builder para outras empresas que precisavam de uma gestão de projetos mais eficiente. Até que, em 2017, se tornou o diretor nacional de saúde e odonto de produtos, precificação, regulatório (ANS) e projetos — unidade conhecida como DIPAP— da SulAmérica.

Ao assumir o cargo, notou que faltava uma gestão de tarefas bem estruturada. E, assim, começou a parceria entre as duas organizações. Para ajudá-lo na implementação da ferramenta da Project Builder, Paulo convidou o especialista em gerenciamento de projetos, Flávio Gomes.

O resto dessa história e como o software transformou a forma de gerenciar processos e ideias dentro da operadora de seguros, contamos no próximo tópico. Confira!

O desafio de gerenciar os projetos de forma mais eficiente

Toda organização tem necessidade de ter visões de portfólio de projetos. Parece algo simples, não é mesmo? No entanto, muitas empresas não contam com essa informação consolidada de maneira correta, ágil e dinâmica.

Bom, era esse o cenário da SulAmérica quando os consultores da Project Builder foram acionados. “Notamos problemas na visão sistêmica dos projetos e na parte da comunicação. Identificamos que a seguradora precisava organizar as informações para ter mais eficácia na coordenação dos projetos, na distribuição dos recursos e no controle do tempo”, explica Luiz Braun, CEO da Project Builder.

Além disso, ainda tinha outro grande desafio: sensibilizar a equipe de que a ferramenta seria mais vantajosa para o trabalho diário de todos. Para isso, foi aplicada uma prova conceito. Dessa forma, a Project Builder pôde conhecer o contexto da organização, fazer as pessoas interagirem com o sistema para, enfim, desenhar uma solução adequada com as demandas da SulAmérica.

“Durante o processo da prova de conceito, conseguimos determinar a quantidade de pessoas que utilizam o software efetivamente, quais os seus níveis de acesso, entre outras particularidades do negócio. Essa etapa funciona como uma pré-implantação do sistema de gestão”, revela Luiz.

Depois que tudo foi estruturado de maneira personalizada no software, realizou-se a integração com o ambiente online da empresa. Nessa fase, também foram incorporados serviços para garantir a regularidade e a segurança do sistema. A etapa final da implementação foi o treinamento para toda a equipe aprender a usar a ferramenta.

Flávio Gomes, head de PMO da DIPAP, conta que o processo de implementação do Project Builder foi muito rápido devido a usabilidade que a ferramenta oferece.

“Em seis meses, foi possível colocar todo o escritório de projeto no ar. O sistema é fácil de usar e permite uma comunicação clara entre a equipe. Outro ganho foi a centralização das informações, que deixaram de estar dispersas em e-mails e planilhas de Excel”.

Com o setor de odonto e saúde organizado, a SulAmérica conseguiu melhorar suas entregas, analisar melhor os dados e, claro, colher benefícios que fortalecem a sua presença no mercado.

As vantagens de usar uma ferramenta de gestão no seu negócio

Organização, tempo e qualidade. Esses são os três principais pilares que movem o gerenciamento de projetos — e a SulAmérica conseguiu melhorá-los usando a ferramenta da Project Builder.

“Quando começamos a trabalhar no setor, não tinha metodologia e nem ferramenta. Eram 19 projetos rodando, com um consultor para cada e uma dificuldade para centralizar todas as informações”, revela Flávio Gomes.

Com o uso da ferramenta Project Builder Business aliada à modalidade de Project Model Canvas (uma solução Methodware), muitos problemas foram resolvidos. Além da melhoria da comunicação entre os colaboradores, obteve-se mais agilidade para encontrar os dados de cada projeto, já que todo o documental passou a ser registrado em um só lugar.

Como consequência, a velocidade ao acesso à informação aumentou. “Hoje, é possível consultar um registro e acompanhar rapidamente esse dado. Também conseguimos enviar o status dos projetos para quem solicitou de forma dinâmica e ágil”, diz Flávio.

Resultado final? Após a implantação da gestão de projetos, a plataforma aumentou o engajamento da equipe (são mais de 200 colaboradores cadastrados), estabeleceu a padronização no registro de dados e trouxe mais escalabilidade para o negócio, já que os consultores podem gerenciar até cinco projetos simultaneamente.

“Toda essa mudança foi fundamental para o posicionamento estratégico da empresa no mercado, e ter a Project Builder como parceira contribuiu ainda mais para alcançarmos esses resultados”, conclui Flávio Gomes.

Viu como é possível sair do Excel e realizar uma gestão de projetos mais eficiente para o seu negócio? Entre em contato com um dos consultores da Project Builder e encontre a melhor solução para a sua empresa!

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Case de Sucesso: Faça como a RSE Consultoria e também tenha sucesso na sua gestão de projetos

Carlos é o coordenador de projetos na sua empresa e busca sempre tornar os resultados tangíveis. A rotina corrida, porém, dificulta o controle de demandas e faz com que as informações fiquem descentralizadas. Esse era o cenário da RSE Consultoria até encontrar a Project Builder.

A história do Carlos é fictícia, mas demonstra muito bem o contexto em que vivia Deyse Casais, a responsável pelo Planejamento e Controle de Projetos na RSE. A gestora precisava de uma ferramenta poderosa para gerenciar as atividades e garantir que o serviço prestado aos clientes fosse o mais eficiente possível.

Foi exatamente isso que a PB fez. Em um ano de parceria, os resultados positivos são visíveis e trouxeram grandes benefícios ao negócio. Quer saber quais são eles? Continue a leitura deste artigo!

Como a RSE Consultoria conheceu a Project Builder?

A RSE Consultoria é especializada em prestar serviços referentes à gestão de riscos operacionais, empresariais e de sustentabilidade das operações. Ao mesmo tempo, a empresa forma profissionais que desejam se destacar no mercado de trabalho, atuando na área de prevenção de perdas.

Apesar desse serviço bem executado, a consultoria passava por problemas internos que, devido à rotina intensa, deixavam de ser resolvidos. Uma das principais falhas se relacionava à falta de centralização das informações. Sempre que era preciso obter dados sobre um cliente específico, a dificuldade ficava evidente.

Foi nesse momento que a RSE decidiu buscar por um sistema que ajudasse a monitorar o avanço físico dos projetos. O intuito era acompanhar as atividades com cada cliente sem precisar abrir muitos arquivos ao mesmo tempo, especialmente durante reuniões. O software da Project Builder ofereceu exatamente isso.

Primeiras alterações

A partir da implementação, iniciada há mais de um ano, gestores e consultores passaram a visualizar toda a situação atual de cada projeto existente na parte de consultoria. Antes, o trabalho era feito por meio de planilhas de Excel.

Além da simples implantação do sistema, a PB ofereceu todo o suporte necessário durante o processo, inclusive promovendo a entrada de outra consultora (que enfrentou certa resistência no início). O obstáculo foi superado com um trabalho de convencimento para aplicar os dados.

De modo geral, os projetos de consultoria sofrem poucas mudanças. Porém, quando isso acontece, há uma dificuldade maior em manter o sistema atualizado. Nesse caso, ficou determinado um ponto focal, que é mais disciplinado com relação à inserção de dados.

Por que os serviços foram escolhidos?

O principal motivo foi a centralização das informações. Na RSE, os projetos são divididos em duas áreas: pós-graduação e consultoria (que contempla serviço e treinamento). A ferramenta da PB apoia o segundo setor, sendo que, por meio dela, foi possível visualizar:

  • pessoas envolvidas;
  • passo a passo necessário para cada projeto;
  • previsão de quanto tempo será gasto até a finalização de determinada atividade etc.

Antes da implementação do sistema da Project Builder, era preparada apenas uma lista de tarefas. A gestão do tempo era ignorada, por isso não havia qualquer noção a respeito desse aspecto entre a equipe. A partir da obtenção de informações, tornou-se possível realizar um acompanhamento mais refinado.

Para o futuro, há o intuito de fazer análises de risco que permitam visualizar a etapa na qual o projeto está e monitorar seu andamento junto ao líder. Atualmente, já existe uma iniciativa nesse sentido: a área de apoio, planejamento e centralização das informações trabalha lado a lado com o consultor responsável pela execução da rotina técnica.

Dessa forma, são visualizadas as entregas semanais e o que será concedido nos mais diferentes projetos, possibilitando um apoio à definição de recursos. Ao mesmo tempo, um relatório é elaborado para que o diretor técnico da RSE Consultoria faça sua aprovação.

Por outro lado, há um apoio significativo à gestão de Recursos Humanos — inclusive dos estagiários, que trabalham até com mais de um projeto. Com o Project Builder, fica mais fácil verificar a demanda do projeto e alocar os estagiários ou outros colaboradores de maneira a promover um equilíbrio.

Quais são os trabalhos realizados?

Com a etapa de implementação finalizada e os serviços básicos iniciados, a RSE Consultoria já está no segundo estágio de acompanhamento. Tal fase consiste em apoiar a diretoria na gestão financeira dos projetos, além de administrar recursos e prazos.

Até então, o software da PB era utilizado somente para verificar o avanço físico das atividades. Agora, também é possível observar a evolução financeira. Com essas duas informações, uma administração mais apropriada, que ofereça suporte ao líder da empresa no processo de gestão de recursos e ganhos de cada projeto, se torna viável.

Um exemplo é o tempo de pagamento de um consultor e a relação com o prazo de recebimento do cliente — existe um gap grande em alguns casos. Nessa situação, o software da PB é utilizado para visualizar as informações e verificar a necessidade de determinado projeto ter um capital de giro elevado (por conta dessa diferença de períodos).

Além disso, é possível acelerar as etapas previstas para ter capital até que um projeto pague o outro, enquanto não há o recebimento do primeiro cliente. Portanto, a Project Builder tem uma atuação bastante ampla, que ultrapassa a gestão das atividades.

Quais resultados foram obtidos?

As atividades executadas evidenciam os resultados alcançados pela RSE Consultoria. O trabalho fica mais dividido e suas informações são facilmente visualizadas. O software da PB também centraliza e organiza as operações, facilitando a identificação de quando são as entregas e quais recursos são necessários a um direcionamento preciso.

Os gestores da RSE ainda conseguem visualizar as etapas que ocorrem em paralelo e como cada profissional pode separar seus recursos para entregar as atividades. Como consequência, há uma maior eficiência nas tarefas, além do melhor direcionamento de capital, estagiários e colaboradores. Isso leva ao cumprimento dos prazos e ao aumento da satisfação dos clientes.

Resumindo: contar com um software de gestão de projetos é essencial para qualquer empresa que trabalha com esse tipo de atividade. A RSE Consultoria percebeu isso e fez uma escolha que atendeu às suas demandas. A Project Builder forneceu todo o apoio necessário, tendo, ainda, ampla possibilidade presente e futura de utilização.

E você, também procura um sistema que ajude a controlar demandas, recursos e finanças de seus projetos, assim como a RSE Consultoria fez? Entre em contato com a PB e descubra como nosso software pode alavancar os resultados do seu trabalho!