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Autor: Braun

gerenciamento de projetos

Veja os 4 resultados do gerenciamento de projetos em obras industriais

Você conhece todos os benefícios viabilizados por um bom gerenciamento de projetos? Quem se responsabiliza pela gestão de obras industriais deve compreender cada ponto vantajoso sobre o tema. Afinal, a compreensão detalhada do assunto está ligada à colheita de melhores frutos na gestão e execução das obras industriais.

Depois de ler isso, fica difícil não querer saber mais sobre o gerenciamento de projetos, não é mesmo? Pois bem, neste post, preparamos uma série de informações relevantes sobre o assunto. Aqui, você acessa uma definição clara sobre o conceito, descobre os principais erros ligados à estratégia e, por fim, confere os 4 principais resultados garantidos.

Pronto para conhecer mais sobre o gerenciamento de projetos ligado a obras industriais? Então, siga a leitura!

O que é gerenciamento de projetos?

De maneira rápida, o gerenciamento de projetos pode ser definido como: um conjunto de práticas e estratégias que garantem a coordenação e a viabilidade do projeto, a redução de riscos e o gerenciamento da equipe executora de determinado serviço.

Dessa maneira, quem se responsabiliza pela gestão do programa deve coordenar todos os recursos necessários em uma obra. Nesse sentido, o profissional tratará de demandas financeiras, humanas, políticas, de equipamentos e quaisquer outros esforços necessários para a execução do tal plano industrial.

Vale mencionar que, neste texto, tratamos especificamente sobre obras industriais, porém, a gestão de projetos não é exclusiva da área. É possível aplicar tais boas práticas a uma grande variedade de segmentos e setores.

Quais são os principais erros ao implementar tal prática?

Agora que você já sabe o tamanho da responsabilidade ligada à gestão de projetos, deve estar curioso para entender como aplicar as práticas da melhor maneira. Sabendo disso, preparamos uma lista do que não fazer enquanto responsável do gerenciamento. Veja, então, os 3 erros que podem comprometer o serviço!

Prazos arrojados

É necessário ter conhecimento técnico para estipular e firmar prazos de entrega com o cliente. Muitas vezes, o responsável não tem tal entendimento e determina um prazo de finalização por conta própria, solicitando que a equipe cumpra tal data de entrega. Essa prática, além de sobrecarregar o grupo de trabalhadores, faz com que o contratante se frustre.

Sabendo da importância da definição de prazos correta, só é válido firmar datas depois de defini-las em conjunto com o líder da obra e os liderados. Chegando, assim, a um denominador comum, que não prejudique a equipe e atenda aos requisitos do cliente.

Falta de gerenciamento de risco

Construir uma planilha de risco é parte das responsabilidades do gestor de projetos, você sabia? Caso não haja tal levantamento dos riscos possíveis, questões como orçamento, credibilidade com o cliente e prazos são totalmente prejudicados.

Nesse sentido, é necessário perceber que, quando o risco é ignorado, ele não deixa de existir. Ao contrário disso, ele pode crescer e prejudicar o trabalho de todos os membros da equipe da obra. Assim, vale concluir que determinar os riscos desde o início do projeto é o melhor hábito do gerenciador da obra.

Gestão “o chefão”

O bom relacionamento com a equipe é fundamental para que o andamento da obra se dê da melhor maneira. Usar a estratégia de “faça porque eu mandei” é a pior postura que um gestor pode assumir. Afinal, tais determinações desmotivam o grupo de trabalhadores, o que leva à baixa da produtividade, por exemplo.

Dessa forma, o gestor deve ser um líder e não um chefão. É necessário manter uma comunicação aberta com os membros da equipe, mostrando a todos quais foram os embasamentos que motivaram as decisões tomadas.

Quais são os resultados de adotar essa estratégia em obras industriais?

Pronto, agora você já conhece as melhores posturas e práticas que cercam o gerenciamento de projetos. Construindo tais bons hábitos, fica fácil colher os bons frutos que comentamos na introdução do post. Quer saber quais são eles? Então, veja a lista a seguir!

1. Redução de custos

Reconheça: o estouro do orçamento é um medo frequente na sua gestão de obras. Não é para menos! A programação de gastos é um dos principais motivos que os clientes em potencial consideram para fechar, ou não, a parceria.

As práticas de uma boa gestão auxiliam em prazos mais curtos, bom gerenciamento de estoque e, portanto, na redução de custos. Tais pontos se tornam reais por meio da análise de requisitos e objetivos do projeto, o que determina um cronograma coerente e busca, é claro, as melhores cotações com fornecedores de materiais para a obra.

2. Controle de estoque de materiais

Cada construção é única, mesmo que seja feita com os mesmos materiais e conte com a mesma equipe. Dessa forma, cada informação do projeto deve ser levantada de forma individual, inclusive questões como o controle do estoque. Lembre-se de que essa administração garante também uma fonte de economia para o cliente.

3. Antecipação de situações desfavoráveis

Lembra-se da planilha de riscos que comentamos? Agora que você já compreendeu a importância de não ignorá-los, vale saber como conquistar tais dados. Afinal, a tabela de perigos garante a antecipação de riscos e a diminuição de possíveis prejuízos. Para conquistar tal esclarecimento, é necessário levantar o máximo de informações sobre a obra que será executada. Além disso, o gestor também deve considerar as lições aprendidas em outros trabalhos.

4. Maior competitividade no mercado

A garantia de todos esses benefícios na obra industrial só pode resultar em uma coisa: satisfação do cliente, o que, por sua vez, gera maior competitividade no mercado. Finalmente, você há de concordar que não existe propaganda melhor que a divulgação “boca a boca” feita pelos seus clientes contentes com o resultado do serviço.

Viabilizar um bom gerenciamento de projetos é assunto sério. Por isso, você deve contar com ferramentas confiáveis e que permitam que o seu trabalho se facilite. Esse é o objetivo do Software de Gestão da Project Builder.

Que tal conhecer mais sobre a nossa solução para gestão de projetos? Não espere mais: entre em contato com a nossa equipe!

O que é CHA em gestão de pessoas

O que é CHA em gestão de pessoas?

O conceito de competência, sem dúvida, é bastante discutido. Porém, apesar de tanto debate, ainda hoje inexiste um consenso a respeito do termo, o que motiva controvérsias entre pensadores e profissionais das mais diversas áreas. O motivo é saber exatamente como encaixar não só o conhecimento técnico, mas também a atitude na gestão de pessoas.

A verdade é que, no âmbito das características do comportamento humano, não é mesmo simples definir critérios que comprovem com exatidão as habilidades de cada indivíduo e se eles se adéquam ou não a determinado espaço. É natural surgirem dúvidas em processos seletivos, distribuição de tarefas e alocação de pessoas em projetos etc.

Saindo um pouco da teoria para chegarmos à prática, existe um modelo cada vez mais usado pelas empresas — que, ao que parece, pode ajudar bastante ao simplificar alguns parâmetros que tornam a avaliação de competência mais precisa e menos subjetiva. É aí que entra o CHA!

Confira os tópicos seguintes e veja como o CHA pode auxiliar na gestão de pessoas e qual seu significado durante o projeto!

O significado do CHA

A sigla CHA serve para designar Conhecimento, Habilidade e Atitude, tríade responsável por ampliar o sentido de competência por meio de um referencial que se assemelha a padrões internacionais. Além disso, também é um dos modelos mais atuais empregados pelas melhores organizações para avaliar seus colaboradores. Os itens são os seguintes:

  • o “C” refere-se ao conhecimento sobre um determinado assunto, aplicando-se ao fato de a pessoa ter certo know-how a respeito de algo que tenha valor tanto para a empresa como para ela mesma. É o que podemos chamar de saber propriamente dito;
  • o “H” corresponde à habilidade de oferecer resultados colocando em prática o conhecimento teórico adquirido ao gerar soluções efetivas para eventuais impasses. Consiste, portanto, na sabedoria para executar a tarefa;
  • o “A” refere-se à atitude proativa, ou seja, corresponde à postura de não esperar que as coisas aconteçam aleatoriamente ou que alguém lhe diga o que fazer. Caracteriza-se pela iniciativa de entender a situação e saber agir de forma autônoma e eficiente. É a vontade e a efetiva ação do querer fazer.

Perceba que o conceito engloba tanto atributos técnicos (hard skills) como comportamentais (soft skills). Por isso, ao adotá-lo na gestão de pessoas, alarga-se a noção de competências, passando a alcançar todos fatores que podem contribuir para o desempenho do colaborador.

Um caso simples e ilustrativo é o da proatividade. Diante de um imprevisto em um projeto, haverá aqueles que tomam a frente e buscam a solução do problema, enquanto outros aguardam uma ordem. Logo, se a agilidade for um critério para avaliar a performance, o aspecto comportamental será, no mínimo, tão importante quanto o técnico nesse contexto.

Mudança de conceitos

Anteriormente, a noção de competência estava ligada, sobretudo, ao domínio de um determinado assunto. Dessa forma, simplesmente se alguém conhecesse muito bem determinado tema já era chamado de competente.

De acordo com esse parâmetro, quem acabava de deixar a universidade, com uma carga grande de conceitos teóricos e pouca ou nenhuma prática, era considerado muito competente. No entanto, por razões óbvias, esse conceito mudou radicalmente. Hoje em dia, a competência envolve, como você pôde ver, conhecer, saber fazer e querer fazer.

Modelo de competência

Por incrível que pareça, atualmente é possível que uma pessoa avaliada como incompetente também seja muito experiente e tenha conhecimentos aprofundados em um determinado assunto.

Mas o que vale realmente é a habilidade somada à atitude de produzir bons resultados. É o caso, por exemplo, daqueles profissionais intelectuais que consomem uma grande quantidade de livros, mas que não conseguem realizar um trabalho prático com sucesso.

Da mesma forma, um colaborador entusiasmado e repleto de atitude pode ser avaliado como pouco competente, se não domina os conhecimentos e as habilidades inerentes à realização de um trabalho de qualidade. É basicamente a figura daquele indivíduo envolto em planos, energia e boas intenções, mas que não tem muita clareza dos processos para executar uma tarefa.

É a partir desse novo método que tanto as organizações quanto o mercado de trabalho em geral devem avaliar a competência dos profissionais.

Nesse contexto, a maior dificuldade das empresas diz respeito ao repasse do conhecimento alinhado à prática do exercício, pois é difícil que alguém tenha domínio sobre determinado tema somente pela transmissão de informações.

Para reverter essa questão desafiadora, é preciso estruturar um ambiente onde exista um contexto motivacional que envolva as pessoas e faça com que elas se empenhem verdadeiramente nas tarefas a serem realizadas.

Focando agora nos profissionais em vez de nas corporações, é importante considerar que, mesmo que não tenham uma ocupação formal em uma empresa (no caso de profissionais autônomos), é essencial que entendam esse conceito para, na medida do possível, aplicá-lo a si mesmos.

Afinal, o profissional apenas será considerado como competente quando demonstrar domínio e conhecimento sobre uma atividade, sendo capaz de aplicar tais noções para produzir resultados efetivos para a empresa.

A importância do CHA na vida profissional

Em muitos momentos, as dificuldades para o desenvolvimento decorrem da falta de clareza.

Se uma pessoa quer alcançar novas posições em uma empresa ou melhorar a performance atual, qual o caminho a ser seguido? Como o líder poderia oferecer um direcionamento?

A CHA, em um primeiro momento, facilita o diagnóstico dos chamados gaps de competência — distância entre a competência ideal e a existente para um cargo, função ou tarefa. Com a análise SWOT, por exemplo, é possível identificar quais são as forças e fraquezas e como elas interagem com oportunidades e ameaças, em termos de conhecimento, habilidades e atitudes.

Consciente dos requisitos, o profissional buscará as qualificações e as mudanças comportamentais necessárias. Logo, a CHA se mostra importante para realizar o autogerenciamento de carreira porque confere clareza quanto aos pontos de melhoria.

A tríade facilita a elaboração de planos. Ter um quadro geral com os conhecimentos, habilidades e atitudes permite visualizar o que está no horizonte imediato, bem como o que é incompatível com as competências atuais.

Sendo assim, a decisão sobre qual caminho tomar e, principalmente, sobre os custos, será feita com bases mais sólidas. Torna-se possível considerar o quanto de esforço será direcionado para desenvolver a CHA em cada uma das escolhas disponíveis.

Aplicação no desenvolvimento organizacional

O conceito pode ser ampliado do nível individual para o organizacional, especialmente como um recurso da gestão de pessoas. A partir de então, a CHA se direciona ao entendimento do capital intelectual da empresa e das formas de promover o seu aprimoramento.

Lembre-se de que as organizações devem atender uma série de requisitos. Haverá um conjunto de conhecimentos, habilidades e atitudes para satisfazer os clientes, outro para garantir o sucesso das estratégias empresariais, um terceiro para potencializar os resultados dos projetos e assim por diante. Com efeito, também é possível buscar gaps e traçar planos coletivos.

É importante destacar também a relação entre CHA e ambiente de trabalho. Aspectos como cultura organizacional, clima, metas, lideranças e relação entre colaboradores podem ser incentivos ou obstáculos ao desenvolvimento organizacional.

Imagine, por exemplo, uma empresa que não valoriza aquisição de novos conhecimentos e habilidades, como isso afeta os profissionais?

Não por acaso, um erro comum é ignorar o papel da atitude na gestão de pessoas. Ao selecionar profissionais para trabalhar na empresa, integrar departamentos, exercer funções de liderança ou compor equipes de projetos, as soft skills, por vezes, são deixados em segundo plano, privilegiando-se as hard skills.

A consequência é frequentemente um colaborador altamente qualificado tecnicamente não conseguir entregar o valor esperado por dificuldades de relacionamento, postura diante de problemas, trabalho em equipe etc. Note, portanto, que implementar a CHA oferece uma compreensão mais ampla do que é necessário para um bom desempenho.

A CHA no desenvolvimento de pessoas

Parte do trabalho de crescimento organizacional inevitavelmente estará direcionado ao desenvolvimento dos colaboradores. Não à toa, há diversos níveis em que implementar a tríade conhecimento, habilidade e atitude na gestão de pessoas pode facilitar a elaboração de planos e estratégias nessa área. Para tanto, é preciso incorporar a CHA aos processos dessa área.

Avaliação de desempenho por competência

O uso mais recorrente é a apreciação da performance dos profissionais, considerando hard skills e soft skills. Isso é feito por avaliações por competência em substituição ou complemento das mensurações baseadas em resultados.

O objetivo é verificar o CHA dos colaboradores e entender qual a melhor forma de alocar os recursos para programas de treinamento e desenvolvimento de pessoas. Trata-se de identificar quais são os gap’s existentes e traçar um plano para reduzir essas lacunas.

Planejamento da sucessão de cargos-chave

É comum que, com a avaliação de desempenho por competências, sejam identificados profissionais com potencial em termos de conhecimentos, habilidades ou atitudes. Logo, o plano de desenvolvimento pode mirar a alocação do colaborador em um cargo futuro, especialmente funções de liderança, com objetivo de prepará-lo.

Concessão de feedbacks

Conceder o retorno positivo ou negativo sobre o desempenho do profissional em uma tarefa, projeto ou período sempre exigirá clareza. Quem recebe o feedback deve saber exatamente o porquê da avaliação, a fim de tomar providências.

A aplicação da CHA, nesse sentido, diz respeito a tornar a informação específica, apontando qual conhecimento, habilidade ou atitude demanda melhorias.

Programas de treinamento

Um último ponto é que as palestras, cursos, workshops e demais medidas de capacitação têm como objetivo reduzir os gaps de competência. Consequentemente, a CHA exerce um papel importante ao permitir a identificação das lacunas que exigem a atenção da empresa.

Vale ressaltar que a CHA pode ser implementada em qualquer dos processos de gestão de pessoas, bastando a adequação das ferramentas utilizadas ao novo conceito de competências, como softwares de gestão, formulários de avaliação de desempenho e relatórios de RH.

Aplicação na gestão de projetos

Do que adiantaria a equipe de um projeto complexo contar com um profissional graduado em Engenharia se ele nunca exerceu ou praticou, de fato, os conhecimentos assimilados durante o tempo de universidade? Provavelmente, haverá sim um conhecimento expressivo, mas sem habilidade prática!

O fato é que só o C sem o HA não se traduz em competência. Da mesma forma, se esse mesmo engenheiro estiver engajado em um projeto de pesquisa de uma empresa, mas não demonstra características imprescindíveis, como dedicação, vontade, criatividade e tantos outros atributos para trazer inovações ou descobrir novos processos, ele também não será considerado competente, pois o CH sem o A também não é completo.

O gerente de projetos deve estruturar seus processos de avaliação e desempenho da equipe levando em consideração todo o conjunto: conhecimento, habilidade e atitude. Quando se deixa de lado algum desses critérios, chega-se à inadequada avaliação e ao desenvolvimento deficiente de profissionais, uma vez que o resultado inevitavelmente apresentará lacunas.

Implementação do CHA

Implementar o CHA é um trabalho árduo, pois isso estrutura competências de forma consistente, envolvendo esforços de muitos profissionais. Aí entra não só o gerente de projetos, mas também toda a equipe de recursos humanos!

O melhor método para captar e organizar as bases de aprendizagem, o processo metodológico e as necessidades de treinamento é recrutar, capacitar e desenvolver talentos, garantindo assim a obtenção dos resultados esperados.

Quer visualizar melhor essa aplicação do CHA e sua correlação na escolha da metodologia de treinamento de uma equipe de projetos? Então, veja como obter resultados efetivos em três passos simples:

  • conhecer/conscientizar (ministrar treinamentos) = conhecimento = saber;
  • arriscar/experimentar (desenvolver ações de coaching) = habilidade = saber fazer;
  • praticar/utilizar (estruturar processos de motivação) = atitude = querer fazer.

Desenvolver adequadamente essas três diretrizes nos colaboradores da empresa cria uma cultura de relevância para todas as vertentes, tornando a equipe muito mais eficiente e proporcionando não só resultados individuais, como também o sucesso coletivo.

Gestão de pessoas e CHA

A aplicação na gestão de pessoas traz benefícios em todos os segmentos em que é preciso ter clareza quanto às competências dos profissionais envolvidos. Quer seja os processos de RH, quer seja a gestão de projetos, a ferramenta favorece a previsão do que cada pessoa pode fazer.

Retomando a questão dos projetos, o impacto será visto principalmente na alocação dos recursos humanos. Com a CHA, as responsabilidades serão distribuídas de acordo com as possibilidades de cada profissional, além de se identificar as necessidades de treinamento das equipes.

Sendo assim, utilizar a tríade conhecimento, habilidade e atitude na gestão de pessoas contribui bastante para melhoria dos resultados, principalmente nos níveis em que entender as forças e fraquezas é fundamental para tomar decisões.

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Entenda o significado de gestão de pessoas

A organização que aplica o conceito do CHA obtém ótimos resultados, já que ao conhecer os comportamentos e atitudes dos profissionais fica mais fácil avaliá-los. Os profissionais que possuem formação superior, mas nunca trabalharam na sua área terão conhecimentos, mas não as habilidades que são desenvolvidas somente na prática.

Portanto, contar com o C sem ter o H e o A causa um vácuo nas competências profissionais. Para desempenhar um trabalho excelente em uma empresa é preciso ter as 3 letras. Caso contrário, a lacuna será a causa de dificuldades para a realização de tarefas relevantes.

Conheça a real importância do CHA na gestão de pessoas

CHA é muito importante nos dias atuais por que é difícil encontrar profissionais completos para trabalhar nas empresas. Cada pessoa tem as suas próprias características e suas competências necessitam de aprimoramento. Não adianta ter um profissional que tenha facilidade para tomadas de decisão se ele não tiver conhecimento técnico ou habilidades para as atividades.

As organizações não conseguem ensinar as atitudes que uma pessoa deve ter. Por isso é essencial a criação de um contexto em que todos venham a se empenhar ao máximo para cumprir os seus papéis como colaboradores. Isso pode ser obtido com a aplicação das técnicas conhecimento, habilidade e atitude. Veja a seguir a real importância do CHA!

Melhorar os resultados com CHA

Essa maneira de fazer o gerenciamento dos recursos humanos promove a ampla percepção das competências que tornam um colaborador realmente eficiente. Na atualidade a contratação não se vincula somente ao conhecimento, como já foi mencionado. Saber sem praticar ou ter habilidade pode não ter significado algum para os resultados da empresa.

Para que a aplicação da ferramenta seja um sucesso, deve ser realizada uma avaliação profunda de todos os colaboradores com base nos 3 pilares indispensáveis. Com isso os gestores vão garantir de modo assertivo que as equipes da empresa são produtivas e adequadas. O uso do CHA melhora os resultados tendo em vista que cada profissional trabalha da forma correspondente ao seu cargo.

As avaliações constantes são necessárias para estabelecer os parâmetros corretos sobre as características dos colaboradores. Promova reuniões constantes com todos os integrantes das equipes e mantenha uma cultura de feedback. Mostre aos trabalhadores o que será avaliado, o que a empresa espera deles, bem como os planos e estratégias elaboradas para a promoção de melhorias.

Quais os benefícios

Os benefícios do CHA estão relacionados ao alcance de metas preestabelecidas, pois essa ferramenta serve para fazer a seleção e o recrutamento de profissionais. Forneça aos colaboradores os meios para que atinjam os resultados esperados e não espere que eles encontrem a sua própria maneira de alcançar os objetivos da empresa.

Outras vantagens interessantes para os empreendimentos são referente à motivação e satisfação dos colaboradores, maior produtividade, trabalhadores mais preparados e proativos e menor rotatividade de pessoas nos departamentos das empresas. Em virtude disso, a rentabilidade dos negócios aumenta e o sucesso estará praticamente garantido.

O que esperar

A análise dos conhecimentos, habilidades e atitudes, assim como as avaliações das competências dos trabalhadores são ferramentas poderosas para aumentar a rentabilidade da empresa. Os resultados devem ser transformados em estratégias inovadoras para o crescimento dos negócios. Caso o gestor verifique que uma parcela do time precisa obter conhecimentos, as organizações podem investir em treinamentos e cursos.

Dessa forma, os colaboradores estarão aptos e mais preparados para desempenhar as suas atividades. Se o gargalo estiver relacionado às habilidades, podem ser feitas oficinas e workshops para conquistar melhorias nos resultados. Já se a dificuldade for referente às atitudes, o desafio será maior e demandará especial atenção dos líderes empresariais.

Como fazer uma análise precisa

Uma empresa que abre vaga para determinada área precisa fazer uma análise precisa das competências dos colaboradores. Alguns cargos requerem mais atitude e responsabilidade do que os outros. Dessa forma, a avaliação deve ter início no momento da contratação dos profissionais. O setor de Recursos Humanos deverá usar como base o CHA para analisar os currículos.

Candidatos inexperientes precisam de aprimoramento de suas competências já que contam apenas com o conhecimento técnico. Esse aspecto deve ser considerado durante os processos seletivos pelos recrutadores. Já no dia a dia da empresa, são analisadas as habilidades e atitudes dos colaboradores durante as suas rotinas de trabalho.

Quais as consequências de não usar CHA na gestão de pessoas

Ao não utilizar o CHA na gestão de pessoas, é provável que sejam contratadas pessoas que não tenham todos os atributos almejados. Em virtude disso, há uma rotatividade maior de colaboradores na empresa. Do mesmo modo, a não aplicação dessa ferramenta impossibilita o aperfeiçoamento dos trabalhadores que já fazem parte do quadro funcional.

Os gestores não terão uma visão ampla das dificuldades de cada um e as pessoas ficarão sem ter a possibilidade de se aperfeiçoar, ampliar os seus conhecimentos e desenvolver as suas habilidades. Outro fator que merece destaque é que não haverá o engajamento, a cooperação e o compartilhamento do saber entre os integrantes dos times.

Com isso, a empresa perde produtividade e tem a sua rentabilidade prejudicada. A lucratividade que poderia ser mais elevada é afetada pela não aplicação da técnica que é extremamente benéfica para os negócios. Por fim, fica mais difícil para os gerentes identificarem as necessidades dos profissionais e criar estratégias para a evolução das equipes e do empreendimento.

Como a tecnologia pode ajudar

As ferramentas tecnológicas de gestão auxiliam os gestores na realização de suas atividades. Vale a pena investir nesses recursos que ajudam a organizar as rotinas e facilitam o gerenciamento das tarefas. Conte com um sistema de controle empresarial para monitorar os indicadores de desempenho, gerar relatórios e integrar os setores para que haja maior interação entre os times.

Confira os cuidados que devem ser tomados ao implementar o modelo CHA

Diversos cuidados precisam ser tomados na implementação do modelo CHA. Inicialmente, avalie a gestão de pessoas e procure detectar as necessidades do empreendimento e os requisitos fundamentais para as funções. Utilize as informações para fazer as mudanças relevantes e oferecer cursos e treinamentos aos colaboradores. Seleções externas devem ser feitas quando os profissionais já contratados não atendem às exigências da empresa.

Compreendeu o que é CHA em gestão de pessoas e seu significado? Após analisar os colaboradores, faça a mensuração dos resultados e prossiga com o monitoramento dos resultados. Crie estratégias para atender as expectativas de todos os envolvidos e se for preciso, fale com profissionais especializados para fazer essa implementação e dar o suporte para as equipes.

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Gerenciamento da comunicação

Como fazer o gerenciamento da comunicação segundo o PMBOK?

O método de gerenciamento de projetos PMBOK prevê boas práticas para diversas partes da realização. Entre elas, há abordagens que focam no gerenciamento da comunicação, que precisa ser realizado de modo estruturado e estratégico.

Nesse sentido, algumas questões merecem atenção extra. Somente dessa forma é possível conseguir que as informações certas cheguem a quem é de interesse — e que esse fluxo ajude na consolidação dos resultados esperados. Entre as vantagens, também há a diminuição de erros, o aumento da produtividade e a melhoria geral da qualidade.

Por isso, veja como realizar o gerenciamento da comunicação com o PMBOK como base.

Identifique quem são os stakeholders

Inicialmente, é preciso saber quem são os stakeholders do projeto e, portanto, as partes interessadas. Isso é importante para a comunicação segundo o PMBOK porque evita que alguém fique sem saber sobre elementos importantes, por exemplo. Também impede que alguém receba informações que não estejam adequadas ao seu nível de interesse e participação.

Nesse momento, vale a pena saber quem são os integrantes dos times, os gestores, o dono do projeto e assim por diante. Também é crucial entender o poder de decisão de cada um, bem como a sua capacidade de ação a partir das informações.

Basicamente, os interessados são todos aqueles que são afetados pela execução do projeto ou por sua documentação. Então, é necessário ter cuidado com a análise para compreender o papel efetivo de cada um — e quais são os conhecimentos mais relevantes em cada caso.

Determine quem precisa receber quais informações

O gerenciamento da comunicação também exige um planejamento completo. Considerando que há hierarquias e interessados com diferentes características, as informações repassadas também são diferentes.

Para o cliente dono de um projeto, pode não ser tão interessante saber sobre etapas técnicas e que não afetem diretamente o resultado. Por outro lado, os gestores têm que estar cientes da mudança de escopo ou da necessidade de adaptação, por exemplo.

Isso é essencial para evitar que todos recebam todas as informações, pois essa não é a abordagem mais útil. Em vez disso, o melhor é considerar as características de cada um para aumentar a efetividade na abordagem.

Garanta acessibilidade para os elementos essenciais

Por um lado, de que nem tudo tenha que ser divulgado para todas as partes interessadas. Por outro, é preciso garantir que todos possam explorar certos conhecimentos essenciais para o andamento do projeto.

Nesse sentido, questões como escopo, objetivos do projeto, prazos e métodos de execução devem ser abertos para todos. Afinal, são aspectos indispensáveis para que a empreitada seja bem-sucedida.

O objetivo deve ser facilitar a integração de setores e profissionais, de modo que haja sinergia de atuação e o aproveitamento das boas práticas do PMBOK. Então, o ideal é criar uma base comum de conhecimento para que tudo isso se torne efetivo.

Distribua as informações entre os canais adequados

Além de tudo, é necessário cuidar da forma como os dados serão enviados. Isso significa que é necessário estabelecer qual é o caminho que as informações devem seguir e como elas serão apresentadas, de acordo com as necessidades e expectativas de cada parte interessada.

O envio pode acontecer por meio de canais digitais, inclusive com hierarquia de acesso a certos dados, por exemplo. Também é possível realizar reuniões para tratar de questões específicas.

O importante é que tudo seja definido de acordo com as necessidades e preferências das partes envolvidas. Também é indispensável garantir que haja um entendimento claro das informações, de modo a evitar ruídos no contato.

Cuide das expectativas dos interessados

O gerenciamento da comunicação precisa ser capaz de cumprir as expectativas de todos os que estão envolvidos no projeto. Por isso, o planejamento também requer o conhecimento sobre as expectativas a respeito dessa parte.

Pode ser que o Product Owner opte por reports diários, enquanto outros stakeholders preferem reuniões semanais, por exemplo. Além disso, é necessário saber quais são os tipos de informações que devem integrar a comunicação.

Segundo o método de gerenciamento, é necessário, ainda, registrar as questões e as possíveis mudanças, por exemplo. Os métodos de comunicação devem ser associados a habilidades do gestor, pois é isso que faz com que as questões sejam trabalhadas corretamente.

Isso é indispensável para evitar problemas como algum tipo de frustração em relação à divulgação sobre o andamento do projeto, por exemplo. Assim, há um nível maior de satisfação por parte dos stakeholders e mais integração.

Elabore relatórios periódicos de desempenho

O registro adequado de dados torna a comunicação mais fácil e efetiva. Por isso, é interessante considerar a elaboração de relatórios periódicos, com as informações mais relevantes para os stakeholders.

A consolidação dos dados aumenta a visibilidade e democratiza o acesso ao conhecimento sobre o projeto. Desse modo, é essencial para que o planejamento seja colocado em prática e realmente funcione.

Além disso, é oportuno fazer relatórios a respeito do sucesso da comunicação. Isso servirá para gerar aprendizados para os próximos projetos, o que tornará o processo cada vez mais eficiente e funcional.

Adote as ferramentas adequadas

Ao longo de todo o planejamento para gerenciamento da comunicação, o PMBOK prevê a utilização de ferramentas que ajudem na execução de cada tarefa. Só que em vez de selecionar diversos recursos diferentes, é possível investir na tecnologia de maneira estratégica.

Com o apoio de um software de gestão de projetos é possível atuar de maneira centralizada. Todas as informações ficam reunidas e acessíveis, o que garante uma democratização da comunicação.

Ao mesmo tempo, é possível definir níveis e permissões de acesso, o que ajuda a garantir que cada parte interessada acompanhe o que é realmente relevante. Para completar, o software facilita a execução de outras tarefas e ainda ajuda na elaboração de relatórios. Como consequência, é possível executar o planejamento de forma estruturada.

O gerenciamento da comunicação de um projeto, segundo o PMBOK, envolve um planejamento completo para entender quem deve ser comunicado, de qual forma e com quais informações. Com uma atuação estratégica e alinhada

Como ter o apoio da tecnologia é tão relevante, entre em contato conosco da Project Builder e veja como podemos ajudar!

Software de gestão de projetos

5 vantagens do software de gestão de projetos para equipe em home office

Um software de gestão de projetos faz toda a diferença para gerenciar a equipe em home office, pois facilita a interação e o fluxo de trabalho de várias maneiras. No cenário atual, manter o controle sobre o desempenho dos projetos pode ser um desafio, especialmente para quem nunca atuou à distância.

Um sistema é a melhor alternativa para trazer eficiência a esse cenário. Sendo assim, preparamos este texto com 5 vantagens cruciais, capazes de mudar a forma como você está gerenciando os projetos: confira a seguir quais são elas e como impactam a produtividade do seu time e os resultados do projeto!

1. Organização de processos

O primeiro grande ganho em implementar um software de gestão de projetos para atuar em home office é a organização. Mapear os processos se torna muito mais simples quando você tem ali uma representação visual e compartilhada do escopo. Dessa forma, as etapas de execução também ficam muito mais claras.

Um projeto que não tem seu escopo bem definido dificilmente é desenvolvido de maneira produtiva e atende as expectativas, especialmente em relação à agilidade da execução. Sendo assim, o software agrega bastante valor nesse sentido: você consegue ter uma visão resumida e hierárquica do projeto, conseguindo abrir detalhes sempre que pertinente.

2. Centralização das informações

Indo nessa linha de raciocínio, vale a pena destacar também que o fluxo de informações se torna muito mais limpo, sem ruídos ou gargalos operacionais por conta de comunicação. Mesmo que o escopo seja alterado por diversas pessoas, os dados ficam todos no mesmo local, ou seja, todos têm acesso ao que foi feito, quando e por quem.

Dessa forma, não há desencontro das informações. Isso favorece a organização do projeto, além de garantir um alinhamento melhor para atualizar o cliente. O gestor não precisa utilizar canais externos para atualizar a equipe, pois ela já está dentro da dashboard comunicativa e se mantém atualizada mesmo à distância.

3. Controle das atividades e tarefas

No sentido de gestão de equipe, o software para controlar os projetos também ajuda a liderança. Nesse movimento de desenvolvimento do escopo e avanço das etapas, correções, considerações e comunicação, o sistema vai demonstrar o que cada um vem fazendo, visto que as atualizações são em tempo real.

Você não precisa ir perguntar para equipe como anda tal tarefa, por exemplo: basta consultar o software. Você pode se organizar como achar melhor dentro da interface, utilizando kanbans e adicionando as informações pertinentes. Esse controle também evita atrasos e problemas com a gestão de tempo!

Definição de prioridades

Utilizando um software de gestão de projetos, a clara visualização do fluxo de trabalho permite que a liderança determine o que é mais ou menos urgente. É possível classificar as demandas, criando assim uma espécie de ranking do que deve ser priorizado. Analise os projetos do portfólio e selecione aquilo que é mais relevante.

Ao fazer isso, a equipe terá plena visibilidade de quais critérios utilizar na hora de distribuir os recursos. Essa é uma forma também de integrar as áreas, colaborando para a clareza, alinhamento e transparência. Utilize essa estratégia para fazer um gerenciamento sem conflitos. Todos seguirão a sua deixa!

4. Melhoria na gestão de recursos

Um aspecto muito importante da sua gestão, sem dúvida, são os recursos. Nisso, estamos tratando de orçamento, mas também de tempo, aplicação de pessoas da equipe, entre outros. O ideal é que você consiga integrar o seu sistema nesse sentido: compare o que foi feito e o que foi planejado, identificando os principais centros de esforços e resultados.

Ao obter uma visualização dinâmica e completa da alocação de recursos, você consegue criar uma espécie de mapa de capacidade. Assim, identifica onde é preciso aplicar mais esforços e o que realmente agrega valor ao projeto, deixando tarefas secundárias para depois ou viabilizando métodos mais simples para realizá-las.

Redução de erros e retrabalhos

O resultado dessa gestão é que erros que poderiam ocorrer são evitados. Da mesma forma, os retrabalhos não ocorrem, pois o fluxo de trabalho é bem organizado e controlado, de maneira que a equipe inteira consegue se inteirar sobre o que está acontecendo, sem depender da comunicação externa, que é tão mais complicada quando estamos distantes.

Foco na produtividade

O modelo de trabalho em casa também é diferente. Como você vai garantir que a equipe continue engajada e produtiva? O software precisa ajudar nessa missão. Sendo assim, é função do líder incentivar o time a utilizar os recursos e ferramentas oferecidas para manter o desempenho turbinado: conheça as funcionalidades e treine as pessoas!

5. Avaliação dos resultados

O relacionamento com os clientes e as entregas dos projetos, na hora de mostrar o valor deles, também ficam prejudicados quando você não está acostumado a fazer esse contato de longe. O sistema é um aliado nessa hora. Com ele, você consegue avaliar o desempenho do projeto rapidamente e criar relatórios bem visuais.

O software de gestão de projetos deve ser configurado para acompanhar os KPIs de interesse. Portanto, é possível segmentar as informações que você deseja visualizar, criando categorias estratégicas de análise. Isso ajuda na tomada de decisão e também na apresentação de resultados para lideranças e clientes.

Acompanhamento do desempenho da equipe

O sistema de acompanhamento de indicadores também serve para avaliar o desempenho da equipe. Além de acompanhar o andamento do projeto em si, mediando as tarefas e garantindo um bom fluxo, a gestão pode e deve utilizar os dados para gerar relatórios de performance.

Fazer a gestão de pessoas quando você não as acompanha diariamente pode ser um desafio, mas você deve utilizar a tecnologia para aproximar e facilitar esse processo. Lembre-se de trazer sempre as informações com recomendações produtivas, ou seja, reconhecer o que é bom e sugerir novos caminhos para melhorias necessárias.

Garantia da qualidade para todas as partes

Com todos os pontos positivos que trouxemos até aqui, o seu trabalho de gerenciamento, o desempenho da equipe e a satisfação do cliente são potencializados quando você escolhe utilizar um software de gestão de projetos, especialmente trabalhando à distância. É preciso tomar essa decisão para não ficar para trás e continuar alcançando resultados.

Quer ter acesso a todas essas funcionalidades e agregar um diferencial competitivo ao seu trabalho? Entre em contato conosco e tenha acesso!

O que significa escopo

Como definir o escopo do projeto? 4 processos de entrada fundamentais!

O gerenciamento efetivo de projetos começa pela compreensão de suas partes e etapas fundamentais. Por isso, saber o que significa escopo do projeto é especialmente importante.

Pode-se dizer que essa é a parte do planejamento que determina e documenta uma lista de objetivos específicos, entregas, tarefas, custos e prazos. Ele é elaborado para explicar os limites de um projeto, estabelecer responsabilidades de cada membro da equipe e apontar os procedimentos tanto para a realização quanto para a verificação e aprovação do trabalho.

É também o escopo que fornece ao gestor as diretrizes para a tomada de decisões sobre solicitações de mudança durante a realização. Afinal, é natural que partes de um grande projeto mudem ao longo do caminho.

Mas será que você sabe quais são os processos fundamentais para a definição do escopo de um projeto? Continue lendo este para entender!

Por que a definição do que é escopo do projeto é tão importante?

Segundo o Guia PMBOK®, o escopo de um projeto consiste no trabalho que é necessário ser feito para entregar um serviço, produto ou resultado com características e funções especificadas. Assim, é no escopo que se define claramente o que está e o que não está incluído no projeto.

Controle de etapas

Também é nele que se controla o que é adicionado ou removido ao longo do caminho — estabelecendo, ainda, os mecanismos de controle para tratar os fatores que podem resultar em mudanças não previstas. Sem a definição do escopo, portanto, não se pode estimar o custo e o tempo demandados pelo projeto.

Nesse sentido, gerir um escopo de forma eficaz exige uma boa e clara comunicação, pois garante que os membros da equipe vão entender e concordar com a forma como serão cumpridas as metas preestabelecidas.

Prevenção de custos e perdas

Às vezes, devido alguma falta de comunicação, o escopo pode precisar ser modificado. Isso afeta diretamente o custo e perturba o cronograma, causando perda de recursos financeiros e tempo e até o desgaste da motivação da equipe.

Aumento da qualidade de entrega

Por tudo isso, percebe-se a sua grande importância não só para a equipe do projeto, mas também para os stakeholders, que atuam no desenvolvimento estratégico dos negócios da empresa. A elaboração de um escopo detalhado ainda é fundamental para a satisfação do cliente, bem como para a eficiência do trabalho a ser realizado.

O que é o plano de gerenciamento do escopo?

Contudo, não basta fazer uma definição ou elaboração acertada do escopo. É preciso fazer um plano de gerenciamento do escopo, o que envolve a gestão de todos os processos do projeto. Isso evita os principais problemas que um projeto pode enfrentar, especialmente o inchaço das atividades e a perda do controle dos requisitos.

Esse gerenciamento do escopo, no geral, lida com três questões essenciais do projeto.

  • Qual problema se quer solucionar?
  • Quais são os resultados que se espera obter?
  • Quais metas devem ser atendidas para se conseguir os resultados esperados?

Enfim, por meio do escopo do projeto define-se todo o trabalho que deve ser feito, e deve-se garantir que apenas o que foi estabelecido seja realizado. O líder de projeto deve, portanto, assegurar que não haja ações além do que foi planejado, evitando qualquer trabalho adicional ao escopo.

Quais são as técnicas possíveis para obter resultados?

Para identificar todas as etapas, demandas e responsabilidades, é possível utilizar algumas técnicas para definição de escopo. Afinal, antes de começar o planejamento, é necessário ter uma visão geral.

A realização de entrevistas com o cliente, por exemplo, permite entender as expectativas. Depois, uma análise de produto e mesmo um brainstorming ajudam a decompor o projeto em tarefas menores, com objetivos específicos em cada ponto.

Também é possível realizar coletas e análises de dados, utilizar a documentação anterior como base, adotar diagramas e assim por diante.

O mais importante é que várias dessas técnicas podem ser usadas juntas, o que favorece a conquista de resultados nesse sentido.

Quais são as consequências de ignorar a elaboração de escopo?

Ignorar a elaboração do escopo pode causar diversos problemas para o projeto e para o negócio, em geral. A falta de planejamento diminui as chances de o projeto ser bem-sucedido e há grandes riscos de o cliente ficar insatisfeito.

Além disso, é preciso considerar que os custos e desperdícios aumentam, bem como o prazo de execução.

O time também tem menos orientação sobre como proceder e a colaboração pode ser suprimida ou comprometida por causa disso. Além disso, a inexistência de escopo faz com que mais solicitações apareçam durante a execução, o que prejudica o fluxo de trabalho.

Então, obter sucesso no projeto, de forma consistente e escalável, é impossível quando esse elemento é ignorado.

Como definir o escopo do projeto?

Depois de saber o que é escopo, vale entender que a definição envolve a preparação de uma descrição detalhada do projeto e de seus principais subprodutos.

Vejamos, então, quais são os quatro processos de entrada fundamentais para que isso se realize da maneira mais estratégica e eficiente possível.

1. O plano de gerenciamento do escopo

Muito conhecido pela sigla PGE, o plano de gerenciamento do escopo é um documento no qual deve ser descrito como será a definição, o desenvolvimento, a monitoria, os controles e a análise (a verificação) do escopo. Ele também serve como um dos planos auxiliares do plano macro de gerenciamento do projeto.

Para isso, o desenvolvimento de um plano de gerenciamento do escopo do projeto deve abranger os seguintes processos, segundo as melhores práticas do Guia PMBOK®:

  • planejar o gerenciamento do escopo: documentar como o escopo será definido, validado e controlado;
  • coletar os requisitos: definir e documentar as necessidades das partes interessadas para atingir os objetivos do projeto;
  • definir o escopo: realizar uma descrição detalhada do projeto e do produto;
  • criar a Estrutura Analítica do projeto (EAP): subdividir os produtos e o trabalho em componentes mais gerenciáveis;
  • validar o escopo: formalizar a aceitação dos produtos do projeto;
  • controlar o escopo: monitorar o escopo e gerenciar alterações na linha de base do escopo.

Vale ressaltar que é crucial que o PGE seja um documento fácil de ser entendido, pois todas as partes interessadas no projeto precisam ficar alinhadas e compreender bem todas as suas diretrizes.

2. O termo de abertura do projeto

O termo de abertura, muitas vezes chamado de Project Charter, é o documento que formaliza a autorização de um projeto.

É ele quem dá ao gerente do projeto a autoridade para iniciar a aplicação dos recursos organizacionais nas atividades planejadas. É por isso que o gerente do projeto sempre é designado antes do início do planejamento e, preferencialmente, antes do processo de desenvolvimento do termo de abertura.

Outro ponto importante é que o termo de abertura do projeto deve ter aprovação do patrocinador (quem financia e provê os recursos).

Vejamos, agora, as principais informações que compõem um termo de abertura:

  • a designação do gerente de projetos, com nível de autoridade devidamente atribuído;
  • os requisitos para satisfazer as necessidades primordiais de todas as partes;
  • as necessidades de negócios;
  • os requisitos do produto/serviço para o qual o projeto será realizado;
  • os objetivos e justificativas do projeto;
  • um cronograma sumarizado;
  • a influência de todas partes;
  • as organizações funcionais;
  • as premissas e restrições organizacionais, ambientais e externas;
  • caso de negócios que justifique o projeto (inclui também o ROI);
  • um orçamento sumarizado.

O termo de abertura do projeto, portanto, precisa conter informações sumarizadas, mas também com o nível de detalhamento necessário para a aprovação, ou não, do projeto.

3. A documentação dos requisitos

De acordo com o Guia PMBOK®, a documentação dos requisitos descreve como cada um deles atende às necessidades do negócio.

Em outras palavras, para formatar a documentação dos requisitos, o gerente deve se perguntar quais necessidades serão atendidas e como elas estão atreladas aos objetivos — sempre partindo de uma descrição macro e detalhando conforme a evolução do projeto.

Assim, é importante que os requisitos sejam descritos de forma clara, evitando dupla interpretação. Sempre que possível, também, devem ser usados critérios de aceitação mensuráveis, pois isso retira qualquer subjetividade da avaliação.

4. Os ativos de processos organizacionais e fatores ambientais da empresa

Os ativos de processos organizacionais são aqueles que estão relacionados aos processos do negócio que contribuirão para o sucesso do projeto. Isso significa que, quanto maior for o nível de maturidade da empresa em gerenciamento de projetos, maior será a contribuição dos ativos organizacionais.

Geralmente, os ativos de processos organizacionais existem — e são de fácil localização — quando há um escritório de projetos eficaz dentro da empresa. Eles podem ser:

  • planos formais ou informais, diretrizes e procedimentos, normas e políticas internas;
  • requisitos de comunicação, gerenciamento de questões e defeitos, controles financeiros e tratamento de riscos;
  • procedimentos de qualidade, auditorias, listas de verificação, direcionamentos de trabalho, regras gerais dos diversos departamentos da empresa;
  • arquivos com base de conhecimento dos projetos antigos (lições aprendidas, dados históricos etc.) — informações documentadas que ajudem no sucesso de novos projetos.

Nesse sentido, os ativos de processos organizacionais consistem nas informações, ferramentas e documentos que a empresa tem, e que poderiam auxiliar no planejamento e execução dos projetos.

Já os fatores ambientais da empresa se referem a qualquer fator no ambiente interno ou externo à instituição e que não pode ser controlado pela equipe, mas que ainda pode afetar o sucesso do projeto.

Confira, a seguir, alguns exemplos mais comuns de fatores ambientais da organização:

  • cultura e estrutura organizacional;
  • condições econômicas e do mercado de trabalho;
  • atitudes e tolerância em relação a riscos;
  • normas governamentais;
  • disponibilidade de recursos e skills;
  • políticas, procedimentos e diretrizes relacionadas ao planejamento das atividades;
  • banco de dados comerciais;
  • regulamentos, norma, regras e diretrizes governamentais específicas de cada área do projeto;
  • fornecedores, termos e condições;
  • recursos humanos existentes.

Todos esses fatores podem ser considerados nas diferentes etapas a serem executadas no projeto, buscando evitar o insucesso dos processos por meio de análises preventivas e simulações. É importante que o gestor conheça a fundo esses fatores, e aprenda com seus erros para que se qualifique cada vez mais no gerenciamento de projetos futuros.

Quais são os desafios na definição do escopo do projeto?

Mesmo sabendo o que é escopo e qual é a sua importância, pode acontecer de essa parte do projeto ser elaborada incorretamente. Isso acontece quando alguns erros não são observados ou boas práticas não são totalmente aplicadas.

Agora, veremos alguns problemas que podem surgir durante a definição e documentação do escopo do projeto, e como lidar com eles. Confira!

1. Ambiguidade

Ao fazer a definição do escopo, pode haver confusão entre o conceito de “tarefas” e de “produtos”.

As tarefas são ações e atividades que geram a conclusão de um produto ou subproduto. Nesse caso, classificar uma tarefa como produto e vice-versa retrata uma falta de entendimento de como deve ser feita a definição de um escopo.

Esse tipo de situação pode resultar também de interpretações ambíguas sobre as informações, o que, muitas vezes, leva a um trabalho desnecessário. Portanto, evite isso elaborando um escopo preciso e claro, que vá direto ao ponto.

2. Definição incompleta

Um escopo é considerado incompleto quando o seu detalhamento está insuficiente, o que prejudica o mapeamento eficaz de tarefas, de custos e do tempo para a realização de cada atividade.

Geralmente, a falta de conhecimento técnico dos profissionais que estão fazendo a definição do escopo do projeto é um fator que pode implicar nessa falta de detalhamento de documentos e levantamentos quantitativos.

Seja como for, escopos incompletos levam aos famosos “deslizamentos” de agenda, que podem acarretar no aumento de custos. Logo, garantir um escopo completo e preciso também evita isso.

3. Transitoriedade

Atualmente, o tempo gasto para elaborar escopos tem diminuído em decorrência de prazos mais apertado e da redução de custos. Com isso, muitas vezes, são feitos escopos transitórios, o que tem prejudicado o sucesso de projetos e a obtenção de lucro paras as empresas.

Grosso modo, escopos transitórios tendem a sofrer aumentos constantes, que são a principal causa de atrasos nas entregas e projetos “sem fim”. Portanto, é fundamental que o documento seja finalizado corretamente, e que permaneça inalterado durante todo o cronograma.

Caso seja realmente necessário realizar mudanças no escopo, recomenda-se que estas sejam documentadas. Também devem estar sujeitas à aprovação do gerente de projetos, dos clientes e do time de colaboradores, além de serem comunicadas a todos os envolvidos no projeto.

4. Falta de comunicação e colaboração

Como já comentamos, problemas de comunicação podem ocasionar falhas de colaboração. Logo, é importante certificar-se de que a mensagem que você passou para a sua equipe foi bem compreendida por todos, e de que a comunicação entre os colaboradores está sendo realizada de forma acertada.

Um escopo que não é preparado de forma colaborativa pode provocar interpretações erradas. Para que isso não aconteça, o documento deve ser compartilhado com todas as partes interessadas em cada etapa do processo de definição. Os ruídos básicos na comunicação — como enviar um e-mail e tê-lo direcionado para a caixa de spam, por exemplo — precisam ser erradicados.

5. Ignorar os riscos no escopo do projeto

Sem dúvida, saber gerenciar riscos é um dos principais segredos para a realização de projetos bem-sucedidos. Ainda assim, algo muito negligenciado na hora de fazer a definição do escopo do projeto é a análise dos fatores que podem impactar negativamente o bom andamento e execução das tarefas.

É muito importante que o gestor descubra quais são as possíveis ameaças que podem ocorrer em cada etapa do projeto, para tomar medidas preventivas e garantir a minimização e até mesmo a eliminação desses riscos.

Dessa forma, portanto, para que o projeto a ser realizado seja bem-sucedido, é imprescindível elaborar um plano de gerenciamento do escopo do projeto para documentar como o escopo será definido, validado e controlado.

6. Desconsideração sobre os riscos do projeto

Por melhor que seja um escopo, é natural que ocorram imprevistos ou dificuldades durante a execução. O cliente pode solicitar alguma alteração ou algum tipo de atraso pode ocorrer. Quando isso não está previsto no escopo, todo o planejamento é prejudicado. O cenário se concretiza, normalmente, por uma falta de consideração a respeito dos riscos associados ao projeto.

Por isso, o ideal é pensar em quais são os riscos oferecidos pelo projeto e pelos resultados que são esperados. Somente dessa maneira é possível ter uma ideia realista sobre prazos, custos, tarefas e demais recursos utilizados.

7. Falta de comunicação

Sabendo o que é escopo e qual é a sua importância, fica claro que não é interessante elaborá-lo de maneira isolada ou individual. Afinal, há muitas pessoas responsáveis que estão envolvidas no projeto. Quando isso acontece, toda a execução é prejudicada.

O melhor jeito de evitar a falha de comunicação é por meio da identificação das partes interessadas e do contato com essas pessoas. Assim, pode-se garantir uma atuação alinhada com as características de todos.

Além disso, é importante atuar com clareza, evitando a ambiguidade — que, como visto, é uma falha que deve ser prevenida a todo custo. Com menos ruídos e mais integração, o planejamento se torna muito mais eficiente e com maior qualidade.

8. Ignorar o estabelecimento de premissas

As premissas ajudam a definir o que é essencial para executar o projeto, em suas diferentes fases. Quando elas são desconsideradas, não há um entendimento claro do que deve estar disponível e como deve ser usado.

Além disso, é preciso compreender que a falta desse entendimento faz com que os stakeholders não entendam, completamente, as necessidades desse ponto. Por isso, é muito importante estabelecer premissas, inclusive com recursos e etapas óbvias da execução.

9. Desalinhamento de expectativas

Ao elaborar um escopo, é indispensável que as expectativas estejam completamente alinhadas com os stakeholders. Do contrário, isso pode gerar insatisfação e mesmo motivar as mudanças no escopo quando ele já estiver em execução.

Basta pensar em um escopo que define um prazo ou um orçamento que não são condizentes com as expectativas do cliente e do patrocinador. Se o projeto for executado assim, poderá até se tornar inviável.

Portanto, é preciso garantir que o planejamento esteja de acordo com as necessidades e as preferências das partes interessadas. Na prática, isso melhora o nível de satisfação.

10. Indefinição sobre responsabilidades

Não é suficiente estabelecer tudo o que tem que ser feito se não houver uma definição clara das responsabilidades. Quando isso acontece, o escopo se torna incompleto e menos funcional, já que não cumpre completamente o seu papel de auxiliar na execução do projeto.

Para evitar que isso aconteça, cada tarefa e cada resultado esperado deve estar associado a um ou vários responsáveis. Assim, é possível garantir que os integrantes assumam suas atividades. O ideal é delegar de acordo com habilidades, interesses e disponibilidade, de modo a favorecer a produtividade.

11. Falta de conhecimento técnico

Conhecer os princípios e as boas práticas do gerenciamento de projetos é indispensável para criar um bom escopo. No entanto, isso não é suficiente — especialmente quando se trata de algo complexo ou com características bem específicas. A falta de aplicação de conhecimento técnico, portanto, pode comprometer a definição.

Além de sabendo o que é escopo e para o que ele serve, você tem que entender que é preciso se antecipar aos desafios e às necessidades de execução. Um projeto de desenvolvimento de software, por exemplo, só pode ser plenamente avaliado e definido se houver um entendimento das etapas, das ferramentas e das dificuldades, certo?

Então, é preciso aplicar as características técnicas sobre a execução para acertar no planejamento. Se você não for um especialista da área, basta contar com o apoio de stakeholders ou mesmo com integrantes do time para ter uma definição orientada sobre o que deve ser realizado.

Quando fazer mudanças no escopo e como lidar com elas?

Ao elaborar um planejamento desse tipo para o projeto, a intenção é que ele abranja todas as questões relevantes e até se antecipe ao problema. Então, o interesse é que não seja necessário fazer alterações.

No entanto, mudanças podem ser necessárias em algumas situações. Diante de imprevistos não contemplados ou que não possam ser absorvidos, por exemplo, é essencial realizar a alteração. Além disso, é algo que pode partir dos próprios stakeholders, em busca do produto esperado.

No geral, o ideal é propor as mudanças e fazer com que elas passem pela aprovação das partes interessadas — inclusive, do time. Com o sinal verde, é possível atuar para que as transformações sejam implementadas, corrigindo o curso de execução.

Saber o que é escopo do projeto cria as bases necessárias para elaborar esse planejamento. No entanto, também é preciso conhecer quais técnicas usar, as etapas necessárias e, é claro, os erros a evitar. Assim, a elaboração será muito mais eficiente e ajudará na conquista do desempenho desejado.

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ITIL V3

O que é ITIL e o como ele se encaixa na área de TI da sua empresa

O crescimento do uso de sistemas da informação, bem como o aumento de sua complexidade, trouxe consigo uma demanda por boas práticas para aumentar o desempenho na criação e manutenção dos serviços, como a biblioteca ITIL. Voltadas para a Gestão de Serviços de TI, esses guias de gestão de processos colaboram para a redução dos custos com a infraestrutura implementada.

Além disso, proporcionam melhoria na qualidade dos serviços prestados e um maior alinhamento estratégico da TI com o negócio. Entre os guias de boas práticas, a biblioteca ITIL se destaca por fornecer um conjunto de rotinas de gestão que tornam os processos do setor de TI mais eficazes e que podem ser aplicadas em ambientes de trabalho com vários perfis.

Em outras palavras, ela tem reconhecimento mundial pela sua flexibilidade e o seu impacto positivo em vários cenários. Neste post, vamos explicar o que é o ITIL V3 e o que a torna uma das referências do mercado em termos de manuais de boas práticas de TI. Além do mais, vamos explicar como se deu a evolução dele ao longo do tempo e como pode ser implementado nas empresas.

Isso despertou a sua curiosidade, não é mesmo? Então, veja o nosso post abaixo e descubra diversos detalhes sobre o tema!

O que é a biblioteca ITIL?

Desenvolvida no fim dos anos 1980 pela Central Computer and Telecommunications Agency, a biblioteca ITIL (sigla para Information Technology Infrastructure Library, ou Biblioteca de Infraestrutura e Tecnologia da Informação, em uma tradução livre) é um conjunto de boas práticas em infraestrutura, operação e manutenção de serviços de TI. A sua aplicação está direcionada para as áreas operacional e tática da empresa.

O modelo dessa biblioteca é totalmente flexível e adaptável ao negócio e estratégia de TI. Como objetivo principal, a biblioteca ITIL pretende promover uma gestão direcionada à entrega eficiente dos serviços ao cliente. Quando bem-aplicada, essa política operacional fornece um grande impacto nos processos do negócio.

As rotinas de cada profissional de TI terão um foco maior nas necessidades do usuário e nos seus objetivos diários. Isso cria um ambiente operacional em que todos têm objetivos alinhados. Assim, a qualidade geral dos serviços da empresa é ampliada, uma vez que a tecnologia servirá como uma base para o atendimento de todas as demandas do mercado.

Quais são os princípios da Biblioteca ITIL?

A ITIL é composta por processos e funções que visam redirecionar o trabalho da área de TI conforme o setor em que a empresa está inserida e o seu perfil de atuação. Assim, o time de técnicos, analistas e profissionais de suporte poderão desenvolver e entregar ao usuário final serviços com mais qualidade, rapidez e um custo que seja o melhor possível.

Como apontamos, a Biblioteca ITIL conta com um alto nível de flexibilidade. Para maximizar os resultados obtidos com esse guia de boas práticas, por exemplo, as recomendações podem ser seguidas concomitante a outras normas, metodologias e padrões de gestão de projetos. Isso ocorre independentemente do porte da empresa.

Porém, o gestor deve ter em mente que seguir as boas práticas da biblioteca pode ser fator decisivo para que o negócio se mantenha competitivo no mercado. A Biblioteca ITIL passou por constantes revisões ao longo das últimas décadas. Em sua última versão, o manual de boas práticas está agrupado em cinco volumes:

  • Estratégia de Serviço;
  • Desenho de Serviço;
  • Transição de Serviço;
  • Operação de Serviço;
  • Melhoria Contínua do Serviço.

Esses cinco volumes são compostos por um conjunto de 26 processos e quatro funções básicas, que orientam o gestor de TI e podem ser aplicados conforme o profissional julgar necessário. Veja a seguir os detalhes sobre as bases de cada volume que vão facilitar a sua compreensão!

Estratégia de Serviço

Esse livro tem as orientações para que a empresa possa avaliar quais são os fatores que necessitam de melhorias. Além disso, a partir desse volume, o gestor poderá definir as melhores estratégias a serem adotadas para que a organização desenvolva os serviços e cresça conforme o esperado. O volume “Estratégia de Serviço” também define alguns conceitos para elaboração das estratégias que serão aplicadas no ambiente operacional.

Além disso, essa área inclui os processos Gerenciamento Financeiro de Serviços de TI, Gerenciamento de Portfólio de Serviços e Gerenciamento de Demandas que, conforme os nomes apontam, auxiliam o gestor a manejar recursos financeiros, demandas dos usuários e o portfólio de serviços da área. Assim, as atividades da área terão um escopo mais bem definido e sem desperdício de recursos ou atrasos.

Desenho de Serviçotec

A partir do momento em que o gestor conseguir definir uma estratégia bem delineada no volume anterior, é hora de apresentar os protótipos que possibilitam a visualização daquilo que será desenvolvido para melhorar o fluxo de trabalho do setor de TI. Para isso, o gestor pode se orientar a partir do conjunto de processos listados no volume “Desenho de Serviços”, que envolvem estratégias como:

  • o Gerenciamento de Catálogo de Serviços;
  • o Gerenciamento do Nível de Serviço;
  • o Gerenciamento de Capacidade;
  • o Gerenciamento de Disponibilidade;
  • o Gerenciamento de Continuidade de Serviços de TI;
  • o Gerenciamento de Segurança da Informação;
  • o Gerenciamento de Fornecedores (Gerenciamento de Nível de Serviços).

Tais processos auxiliam a empresa a ter uma melhor orientação sobre como otimizar cada área das atividades do setor de TI. Naturalmente, o gestor deve priorizar aquelas que estão mais alinhadas com o perfil de atividades da área, uma vez que cada negócio tem necessidades diferentes. Assim, ele evitará o desperdício de recursos aplicando modificações que não serão úteis para o ambiente de trabalho.

Transição de Serviço

Esse volume orienta a respeito da implantação do serviço, bem como mudanças no ambiente de produção. Por isso, ele é de grande importância para o negócio, uma vez que as suas práticas podem evitar uma série de erros no trabalho do gestor. Os seus principais processos são:

  • Gerenciamento de Mudança;
  • Gerenciamento de Configurações e Ativos de Serviço;
  • Gerenciamento do Conhecimento.

Operação de Serviço

Com os serviços em funcionamento, a Operação de Serviço visa gerir, com a melhor qualidade, outros aspectos que estão envolvidos no uso da tecnologia no dia a dia do negócio. Isso passa pelo gerenciamento da infraestrutura, integração de novas tecnologias e as aplicações que estão por trás de cada serviço que é prestado a clientes. Para essa etapa, os processos principais são:

  • Gerenciamento de Evento;
  • Gerenciamento de Incidente;
  • Cumprimento de Requisição;
  • Gerenciamento de Acesso;
  • Gerenciamento de Problemas.

Em conjunto, esses processos podem impactar diretamente em todo o funcionamento da infraestrutura. Com uma melhor gestão dos eventos não programados, como falhas de equipamentos ou a indisponibilidade de sistemas, os técnicos conseguem mitigar erros e evitar que eles tenham um alto impacto no fluxo de trabalho de cada time.

Da mesma forma, a gestão de requisições evita que atrasos na entrega de demandas de usuários ocorram. Dessa forma, a companhia pode atuar de maneira estratégica reduzindo problemas e, ao mesmo tempo, diminuindo eventuais interrupções no dia a dia do negócio.

Melhoria Contínua do Serviço

Para que a empresa continue crescendo e mantenha a satisfação de seus clientes, essa etapa entra em cena. Ela está focada na criação de mecanismos para avaliar constantemente os resultados obtidos com as modificações feitas a partir dos volumes anteriores e, assim, fornecer uma base ampla para o gestor realizar novas melhorias.

Isso manterá o valor dos serviços de TI e retorno que eles causam, uma vez que ocorrerão melhorias em indicadores de produtividade e competitividade de todas as áreas da empresa. Para proporcionar essas melhorias, podemos destacar os seguintes processos:

  • Processo de Melhoria;
  • Medição do Serviço;
  • Relatório de Serviço.

Quais são as principais vantagens do uso da ITIL no ambiente corporativo?

Atualmente, a biblioteca ITIL é considerada um dos principais manuais de boas práticas do mercado. Isso se dá, principalmente, em função dos benefícios do seu uso, dos quais podemos destacar como principais os que estão descritos logo abaixo!

É aceito em vários locais

Para se adaptar a novos mercados, muitas empresas precisam adotar novos padrões de funcionamento. Nesse momento, o ideal é a escolha por um mecanismo que seja aceito por todo o mercado, uma vez que ficará mais fácil atestar para clientes em potencial a qualidade dos serviços da empresa. No caso da Biblioteca ITIL — um conjunto de boas práticas que é flexível e fácil de ser adaptado.

Ela se adapta a vários perfis de negócios e as chances de o seu uso ser aceito como uma forma de atestar a qualidade das atividades de um negócio é alta. Os profissionais de TI que atuam em todo planeta conhecem e recomendam a ITIL como a melhor forma de otimizar os serviços de qualquer companhia, o que diminui o número de etapas necessárias para validar a qualidade das rotinas da empresa.

Melhora a satisfação do consumidor e de parceiros comerciais

A tecnologia já faz parte de todas as atividades do ambiente corporativo moderno. Justamente por isso, investir na melhoria dessa área é considerado um investimento no negócio: quando as soluções de TI funcionam corretamente, toda empresa poderá ser mais eficaz. Por direcionar as atividades de empresas para as necessidades do usuário, o ITIL consegue ampliar os índices de satisfação de clientes e parceiros comerciais.

Os usuários terão uma ferramenta de trabalho mais inteligente e, assim, poderão executar as suas atividades com maior qualidade. Como consequência principal da melhora geral na experiência de uso dos serviços da empresa, clientes terão uma fidelização maior a médio e longo prazo. Dessa forma, a companhia pode manter as suas receitas estáveis com mais facilidade, realizar novos investimentos e manter um fluxo de otimizações contínuo.

Torna serviços e produtos mais confiáveis

Ao implementar as políticas descritas nos livros do ITIL, a empresa terá uma melhoria considerável na qualidade dos seus serviços. Times de suporte poderão responder às demandas da empresa com mais agilidade. Developers conseguirão se adaptar com mais facilidade às mudanças nos projetos e nas demandas do mercado.

Durante as falhas e interrupções de serviço, o tempo necessário para restaurar sistemas será reduzido. Como consequência, os problemas causados por falhas não serão grandes o bastante para gerarem prejuízos consideráveis para o negócio. Assim, a empresa poderá manter-se competitiva e capaz de criar fluxos de receitas constantemente.

Melhora serviços e rotinas que não estão diretamente ligados aos processos de TI

Ter uma infraestrutura de TI funcional é crucial para que a empresa possa atingir os seus objetivos de médio e longo prazo, especialmente em um cenário em que a tecnologia está profundamente integrada aos processos corporativos.

Nesse sentido, por proporcionar uma grande melhoria na qualidade das ferramentas de TI utilizadas pela empresa, a biblioteca ITIL impactará diretamente em várias rotinas do negócio. Como consequência, a implementação do ITIL pode ser vista como uma alternativa para corporações que buscam novos meios para serem mais eficientes e produtivas.

Torna processos de governança de TI mais confiáveis e eficazes

A governança de TI tem um papel crítico no ambiente. Ela é responsável por criar processos mais inteligentes, gerenciar todas as atividades dos profissionais e garantir que os equipamentos tenham uma performance adequada. Além disso, é por meio da governança que problemas de segurança são evitados e, assim, a infraestrutura pode ter uma qualidade maior.

Integrando a Biblioteca ITIL nas estratégias de governança, o gestor conseguirá direcionar melhor os fluxos de trabalho de todos os setores. Os times poderão avaliar novos mecanismos de gestão, implementar metodologias mais alinhadas com o perfil da empresa e ter métricas de maior impacto.

As práticas de manutenção também ganharão mais qualidade, uma vez que o gestor terá meios para identificar quais são os processos que garantem mais vida útil aos equipamentos. Dessa forma, todos os processos de governança serão realmente capazes de auxiliar a empresa a ter os resultados esperados.

É possível ser adotado em vários perfis de negócio

Uma das grandes vantagens da biblioteca ITIL é a possibilidade de ela ser utilizada em vários ambientes de TI. Não há a necessidade de adotar todos os princípios do ITIL para aproveitar o melhor que essa metodologia tem a fornecer: basta que o negócio conheça as suas demandas e necessidades para aproveitar apenas os pontos que sejam relevantes.

Em outras palavras, o gestor de TI pode escolher os pontos que mais se adaptam ao seu ambiente de trabalho de acordo com os problemas do negócio. Assim, é possível garantir que a empresa terá uma real capacidade de otimizar os seus serviços e processos operacionais sem perder tempo com estratégias que não sejam úteis.

ITIL e DevOPS são uma combinação perfeita?

O DevOps é considerado uma das principais metodologias de desenvolvimento do mercado. Ele é voltado para a integração entre developers e profissionais da operação, criando um fluxo de trabalho mais rápido, com menos etapas e conflitos.

Essa forma de gerenciar projetos de desenvolvimento utiliza a filosofia Agille como uma fonte de inspiração. Para tornar times mais integrados e capazes de atender as mudanças de demanda, toda a cultura operacional do negócio é modificada em busca de mais foco no usuário e na entrega de resultados.

Como consequência, as empresas passam a ter times mais produtivos e integrados. A flexibilidade também é ampliada e, ao mesmo tempo, os recursos são melhores aproveitados. Isso reduz o custo de criação de novas aplicações e, da mesma forma, garante um melhor direcionamento de cada etapa da criação de um sistema.

Junto ao DevOps, a biblioteca ITIL pode tornar vários projetos de TI mais eficientes e lucrativos. Como ambas as estratégias têm, como principal objetivo, facilitar a entrega de serviços e softwares de alta qualidade (seja focando nas demandas do usuário ou integrando times de desenvolvimento), os profissionais de TI podem se beneficiar de práticas que tornam o seu fluxo de trabalho mais dinâmico e simples.

Como consequência, toda a performance do setor será otimizada. Nesse sentido, a simplificação da estrutura do departamento de TI pode tornar a distribuição de tarefas mais simples, diminuindo atrasos e gargalos operacionais. Ao focar na entrega de tarefas, o setor passa a buscar uma rotina de trabalho com mais agilidade e segurança. Isso impactará diretamente nos índices de produtividade do negócio.

Muitos são os que consideram impossível aplicar as boas práticas da ITIL aos ambientes já em produção. Entretanto, esses devem analisar se são as práticas que são inaplicáveis ou o paradigma do negócio que precisa ser alterado. Tanto a empresa quanto os profissionais de TI devem investir na biblioteca.

Isso é necessário para otimizar os processos e entregar os serviços ao cliente com agilidade e qualidade, sempre focando na tecnologia e nas soluções no negócio. Como vimos, os benefícios de se seguir as melhores práticas recomendadas pela biblioteca, adaptando-as ao negócio, são inúmeros. A empresa terá uma TI mais alinhada às necessidades do negócio e seus riscos, o que evita uma série de problemas.

Os processos serão mais bem planejados, consistentes e mensuráveis. Ao mesmo tempo, a entrega mais eficiente do serviço e uma experiência do usuário mais satisfatória com relação à área de Tecnologia da Informação possibilitará novas possibilidades para a companhia: o nível de inovação crescerá, levando a rotinas de maior qualidade e capazes de manter a companhia em um caminho de amplo crescimento.

O uso da Biblioteca ITIL está em alta e o que antes poderia ser considerado um diferencial, hoje, é essencial. O conhecimento propagado por décadas no setor público e privado pode fazer parte da rotina da sua empresa, otimizando serviços e criando um ambiente de trabalho mais funcional. Assim, todos conseguirão atingir os resultados esperados em uma rotina de alta performance.

Como aconteceu a evolução do ITIL ao longo do tempo?

O ITIL foi criado nos anos 80 pela Agência Central de Computadores e Telecomunicações do Reino Unido (OGC) e vem sofrendo atualizações para atender melhor as alterações sofridas pelo cenário dos negócios. Em 2019 foi lançada a versão mais atual, ITIL V4, que trouxe diversos avanços relacionados à gestão de serviços de modo geral.

Na época de sua criação, o governo britânico almejava fazer a documentação dos processos reunindo dados sobre gerenciamento dos serviços de TI até então disponíveis. Depois disso, o ITIL foi acumulando outros conhecimentos de diversas organizações e se consolidou na Europa na década de 90. Hoje, a biblioteca é mantida pela empresa Capita PLC e pela Axelos.

Entre todas as fases de atualização do ITIL, existem duas versões que são destacadas. Uma delas é a terceira ou V3, que foi uma revisão realizada no ano de 2011. A outra se trata da V4, que é a versão mais atual e está sendo utilizada neste momento no universo corporativo.

Como ITIL pode ser implementado nas empresas?

Após obter o conhecimento necessário sobre o ITIL, os empresários podem começar a implementação das práticas nas suas empresas. As equipes de TI vão utilizá-las no seu dia a dia, já que foram validadas e têm credibilidade no mundo inteiro. Para facilitar a adesão dos colaboradores, faça a implementação por estágios e vá adaptando as atividades para que se encaixem na nova forma de gestão.

Adapte-a conforme as necessidades do seu negócio e, se preferir, desconsidere os passos que não são essenciais ao sucesso do empreendimento. ITIL deve ser aplicado como uma metodologia e não uma ferramenta, razão pela qual não é necessário utilizar programas específicos para aderir a ela. Apesar disso, ela vai otimizar os processos e aumentar a produtividade das equipes.

Quando foi lançado ITIL V3?

Como já foi dito, o ITIL V3 foi uma modernização lançada em 2011. Desde então, biblioteca de TI passou a contar com um acervo ainda mais considerável para auxiliar a gestão de TI. Além de englobar o uso da tecnologia, outras mudanças foram realizadas desde então, por exemplo, a certificação. Até aqui, o ITIL foi modificada inclusive em seu modelo de negócio que já é considerado uma marca.

Por que foi essa atualização foi feita?

Essa atualização foi realizada pela necessidade de melhorias contínuas. Com ela, houve a otimização dos serviços, a revisão e o acompanhamento para que as entregas e o gerenciamento sejam adequados. A modernização das versões é essencial para que os usuários fiquem satisfeitos e continuem utilizando o ITIL. Análises retroativas são realizadas para a identificação de possíveis aprimoramentos.

O processo de melhoria envolve 7 etapas e 4 funções do ITIL. A Central de Serviço efetiva o contato entre a equipe de TI e os usuários. A infraestrutura de TI, tais como desktops, banco de dados, telefonia, hardware, servidores e redes são cuidados pelo Gerenciamento Técnico. Já o Gerenciamento de Operações de TI trata das rotinas e das instalações físicas.

O Gerenciamento de Aplicações refere-se ao tratamento de sistemas integradores, Enterprise Resource Planning (ERP), Business Intelligence (BI), Customer Relationship Management (CRM), entre outros. A coleção de e-books do ITIL exige a compreensão de conceitos e também o comprometimento dos times para a adoção dos novos procedimentos. A biblioteca oferece treinamento, certificação e consultoria.

Quais os requisitos do ITIL V3?

Para iniciar a implementação, é preciso comprar o ITIL por meio de uma assinatura online, ePub, PDF ou cópia impressa. Após, é necessário arcar com os custos do treinamento que varia anualmente. O curso demora apenas 2 dias para a obtenção do certificado inicial e algumas semanas para obter as outras certificações.

Além dos gastos com reengenharia de determinados processos para o cumprimento das diretrizes do ITIL, é necessário ajustar o hel desk ou utilizar outro software que capture os dados relevantes para rastreamento e geração de métricas. Existem opções que foram projetadas para atender as boas práticas e são interessantes para as equipes que utilizam o framework.

Quer conhecer alguns serviços ou softwares planejados para atender o ITIL? Saiba que o Vision Helpdesk é uma solução multifuncional que se integra à biblioteca. InvGate Service Desk se trata de um serviço preparado e conta com uma interface amigável. Samange disponibiliza a automação de service desk e ManageEngine ServiceDesk Plus se baseia na Web favorecendo o gerenciamento.

Quais são as dicas para conseguir a certificação?

No ano de 2014, a Axelos passou a ser a proprietária da certificação do ITIL e a administração dos exames é feita pelas Organizações de Treinamento Credenciadas (ATOs). Já as acreditações ficam sob a responsabilidade dos Institutos de Exames Estratégicos (EI). A certificação do ITIL V3 era realizada em 5 níveis: Master, Expert, Intermediate, Practitioner e Foundation.

Já o ITIL V4 teve o seu esquema de certificação aperfeiçoado com a inclusão dos exames ITIL Master e ITIL Foundation. ITIL Foundation conta com 2 caminhos diferenciados: ITIL Strategic Leader (SL) e ITIL Managing Professional (MP). Cada um deles tem os seus exames e módulos próprios e exige um nível de conhecimento distinto com o comprometimento dos interessados.

A certificação ITIL é feita pelos profissionais de TI que desejam se capacitar para aplicar as melhores práticas em suas funções. Ela não é somente uma prova a ser feita, mas uma capacitação que apresenta níveis variados. O primeiro teste é o da ITIL Foundation. A seguir, virá a de Managing Across the Lifecycle. Depois, ITIL Expert seguido do ITIL Master.

Cada prova representa uma etapa do treinamento, sendo que para chegar à última fase é crucial passar por todas as anteriores em ordem escalável. Os profissionais de TI podem estudar sozinhos ou fazer um curso preparatório que servirá de grande auxílio. Algumas instituições que são credenciadas para aplicar os testes são a PeopleCert, Exin e Prometric.

Quais os elementos-chave da ITIL V4?

Após ser lançada em fevereiro de 2019, a ITIL V4 apresentou 4 dimensões da gestão de serviços. A primeira dimensão é a organizações e pessoas com o envolvimento dos stakeholders para que mantenham um ótimo relacionamento. A segunda, informação e tecnologia para a segurança dos dados. A terceira, parceiros e fornecedores de TI e, finalmente, a quarta envolve fluxos e processos.

Enfim, agora você já sabe o que é ITIL V3 e o como ele se encaixa na área de TI da sua empresa! Contudo, o ITIL V4 trouxe uma alteração relevante no conceito de serviço aprofundando a noção de valor e a conexão aos stakeholders para o gerenciamento de projetos. Obviamente, as 4 dimensões se sujeitam a fatores ambientais, legais, tecnológicos, sociais econômicos e políticos.

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Plataforma de BI

Ferramentas de BI: conheça as 8 melhores ferramentas para a sua empresa

Na gestão de um negócio, existem as estratégias e as ferramentas. Ambas são indispensáveis e funcionam em conjunto. Entre as ferramentas que permitem que a estratégia seja colocada em prática, o investimento em uma plataforma de BI é uma ótima forma de transformar o planejamento da empresa em realidade.

Boas soluções de Business Intelligence auxiliam a empresa a identificar demandas, otimizar rotinas e avaliar o impacto das suas ações. Ao mesmo tempo, permitem que o gestor prepare melhor os seus times e consiga manter um bom posicionamento da marca no seu mercado de atuação. Mas isso só pode acontecer com o uso de boas soluções.

Neste post, você vai conhecer as oito melhores ferramentas de BI. Vamos começar?

O que é BI

Antes de pensar em quais ferramentas de BI sua empresa deve adotar, você precisa entender bem o que é a estratégia conhecida como Business Intelligence — e, então, você sabe o que é BI?

Em resumo, Business Intelligence consiste em reunir e analisar dados sobre um negócio, gerando informação que será relevante — ou melhor, crucial — para a tomada de decisões. Esses dados podem ser internos (sobre o fluxo de produção, a eficiência das operações administrativas, os prazos logísticos, entre outros) ou externos (sobre os concorrentes, o cenário econômico, as questões políticas, entre outros).

Agora que você sabe o que é Business Intelligence, fica bem mais fácil entender também o que serão as ferramentas de BI: recursos que permitem simplificar ou automatizar completamente a tarefa de coletar dados, bem como organizá-los para facilitar sua análise.

Quais as vantagens de investir em uma plataforma de BI?

Investir em uma boa plataforma de BI pode afetar a empresa de várias formas. Veja a seguir quais são os impactos positivos que essa ferramenta traz para a sua companhia!

Remove a gestão intuitiva

Um dos maiores problemas que uma empresa pode ter é investir em uma gestão intuitiva. A tomada de decisões não pautada por dados robustos amplia riscos e problemas a médio e longo prazo. Ao mesmo tempo, pode levar a um número maior de prejuízos para a companhia.

Com o BI, esse cenário muda. A empresa passa a decidir o seu futuro pautada por dados. Consequentemente, o risco de algo de errado acontecer será muito menor.

Dá respostas mais rápidas aos problemas existentes

Ter agilidade na hora de posicionar o negócio é algo fundamental no cenário atual. Empresas que demoram a agir diante de novos desafios perdem grande competitividade. Além disso, ficam expostas à possibilidade de terem clientes insatisfeitos.

No ambiente em que o Business Intelligence é utilizado, isso deixa de ser um grande risco. A empresa poderá identificar tendências e avaliar o melhor caminho a ser tomado em um prazo muito menor: com alguns cliques o gestor conseguirá combinar registros e avaliar qual o melhor caminho tomar para planejar projetos, realizar investimentos ou otimizações no fluxo de trabalho.

Dá mais abrangência para relatórios

Os relatórios corporativos são um importante mecanismo de gestão. Esses documentos facilitam a avaliação da qualidade de investimentos e os resultados de projetos. Ao mesmo tempo, permitem que o empreendimento identifique se as suas escolhas foram bem-feitas e quais lições tomar de cada projeto, aplicação ou ação corporativa.

O BI torna os seus relatórios mais abrangentes e robustos. A empresa fará documentos com mais dados e insights inteligentes e inovadores. Assim, o planejamento de médio e longo prazo será mais robusto.

Facilita a busca por novas oportunidades para otimizar a empresa

Um dos desafios que gestores enfrentam é a necessidade de sempre manter a empresa alinhada com as demandas do mercado. Isso deve ser feito seguindo vários caminhos, como o investimento em novas metodologias e boas práticas. Afinal, a empresa precisa estar sempre com as bases para ter uma alta performance.

Nesse contexto, uma plataforma de BI é um ótimo método de reduzir as dificuldades para otimizar o ambiente de trabalho. A análise de indicadores se torna mais robusta e abrangente. Como consequência, o time poderá avaliar continuamente o que pode e deve ser otimizado para evitar riscos ou eliminar erros.

Quais fatores considerar na escolha das ferramentas de BI

Você vai conhecer, neste post, a nossa seleção das melhores ferramentas de BI. Mas isso não quer dizer que você é obrigado a usá-las. Você pode, é claro, pesquisar e decidir por si mesmo quais são as melhores ferramentas disponíveis no mercado.

No entanto, para fazer uma boa escolha, é preciso considerar um conjunto de fatores. Cada um deve ser avaliado para permitir a identificação da ferramenta que melhor se alinha com as suas necessidades e metas de médio e longo prazo. Confira os mais importantes a seguir!

Velocidade

Lembre-se de que o propósito das ferramentas de BI é viabilizar a estratégia, que seria impraticável manualmente devido ao tempo necessário para colocá-la em prática. Portanto, é lógico que, quanto mais rapidamente a ferramenta for capaz de processar dados, maior é a sua eficácia.

Ter uma plataforma de BI ágil garante ao negócio o máximo de agilidade na hora de responder às demandas existentes ou mudanças do mercado. Também facilita a execução de um fluxo de trabalho com alto valor agregado. Afinal, os times sempre terão os meios necessários para entregar os resultados esperados pelo cliente antes do concorrente.

Estabilidade na performance

Você não quer correr o risco de implementar uma ferramenta que apresenta problemas técnicos, deixando você na mão na hora de buscar informações para embasar uma decisão importante. Portanto, avaliar a estabilidade na performance da plataforma de BI é algo crítico.

Esse fator se dá em duas frentes, que são:

  • a escalabilidade da solução, que garante a ela sempre uma performance proporcional à demanda;
  • a compatibilidade com a infraestrutura da empresa, o que evita erros durante o seu uso.

Facilidade de uso

A complexidade da ferramenta, do ponto de vista do usuário, é uma forte barreira. Quanto mais difícil for a operação do sistema, menor a chance de você conseguir o apoio necessário para investir na sua implementação.

De qualquer forma, mesmo para as ferramentas de BI relativamente mais simples, é recomendável que você tenha uma equipe de colaboradores especializados em sua operação. Essa estratégia amplia a integração da plataforma de BI no dia a dia da empresa. Desse modo, o seu uso será muito mais disseminado, assim como os impactos que ela traz!

Custo-benefício

É importante que você busque ferramentas de BI que sejam compatíveis com o orçamento do seu negócio. Ao mesmo tempo, elas devem oferecer os recursos e funcionalidades que sua empresa precisa — nem mais e nem menos. Cuidado para não cair na armadilha de escolher uma ferramenta com um potencial que vai ser pouco aproveitado, por sua empresa não precisar de tudo isso.

Ou seja, foque sempre no custo-benefício da solução. Avalie como ela poderá ajudá-lo a ter melhores resultados e o seu impacto em potencial de médio e longo prazo. Somente assim você poderá contratar uma plataforma de BI com alto retorno sobre o investimento.

Segurança de dados

A plataforma de BI da empresa lidará com dados muito relevantes. Por isso escolha uma que seja capaz de fazer isso com bons mecanismos de proteção de dados. Afinal, a empresa jamais deve colocar as suas informações expostas em troca de mais competitividade.

Por isso não deixe de verificar os recursos de proteção e privacidade existentes. Avalie como os dados são processados pela plataforma de BI e os controles existentes. Também avalie a política de updates: ela é um passo básico para corrigir eventuais bugs e vulnerabilidades que levam a vazamentos.

As 8 melhores ferramentas de BI

Agora, você vai descobrir quais são as oito melhores ferramentas de BI disponíveis no mercado. Cada uma delas tem suas vantagens: algumas são gratuitas, outras são mais fáceis de operar, outras permitem agregar dados a partir de várias fontes… Sua missão é descobrir qual delas traz mais benefícios para a sua empresa.

1. IBM Watson Analytics

A IBM é uma empresa norte-americana de TI com mais de cem anos. Sua ferramenta, IBM Watson Analytics, vem em duas opções: Plus e Professional. A diferença entre elas é que a versão Professional permite o acesso de múltiplos usuários.

Quem implementa essa ferramenta conta com uma comunidade online e um blog oficial para buscar dicas de como usá-la. Além disso, com o IBM Knowledge Center é possível encontrar documentações sobre como aproveitar todos os seus recursos.

2. Microsoft Power BI

Criada pela Microsoft, essa ferramenta permite criar painéis e relatórios dinâmicos em menos de cinco minutos. Outra característica do Microsoft Power BI é a possibilidade de conectar-se a uma ampla gama de fontes de dados, desde planilhas do Excel até redes sociais, como o Facebook.

Por ser integrado à Azure, o Power BI é bastante robusto e confiável. Os usuários terão o apoio de uma poderosa rede de cloud computing para gerar relatórios. A empresa sempre poderá avaliar qual a melhor decisão tomar, mesmo que os seus times não estejam no ambiente de trabalho tradicional.

3. Google Data Studio

Assim como a grande maioria dos serviços da Google, o Data Studio é gratuito e qualquer um com uma conta de Gmail pode usá-lo. É claro que ele se conecta com fontes de dados da própria empresa, como o Google Sheets (planilhas online) e o AdWords.

Para quem trabalha com a G Suíte e outras ferramentas do Google, o Data Studio pode ser uma ótima escolha. Afinal de contas, ele tem uma integração nativa com as soluções da empresa. Assim, os times terão mais agilidade e praticidade para integrar o software no seu dia a dia.

4. Tableau

Uma característica do Tableau que merece destaque é o VizQL. Esse é um sistema de arrastar e soltar, que permite reorganizar as informações para compreendê-las melhor e gerar novos insights.

Por ser focado em análises visuais, o Tableau é muito fácil de ser utilizado por novos usuários. A sua curva de aprendizado, em outras palavras, é relativamente curta. Isso reduz o tempo de treinamentos e aumenta o engajamento no uso da solução.

5. BIRT

Essa é uma plataforma open source, isto é, de código aberto. Isso significa que desenvolvedores têm acesso ao código usado para programar o BIRT e podem usá-lo para criar modificações e melhorias ou, até mesmo, para desenvolver novas soluções em ferramentas de BI.

No entanto, para você, o que importa é que o acesso ao BIRT é livre. Porém, como ele não é uma ferramenta comercial, fique atento: você não vai contar com muito suporte. Qualquer problema terá que ser resolvido usando a documentação disponível online ou perguntando à comunidade de usuários.

6. Jaspersoft

Jaspersoft oferece uma ferramenta de BI hospedada em nuvem (especificamente, por meio da AWS — Amazon Web Services) por um valor acessível: menos de $1 por hora.

Com isso, tenta resolver um grande problema para as empresas que pagam por mais do que realmente necessitam. Além disso, facilitando o acesso, permite visualizar os relatórios diretamente em seu smartphone ou tablet.

7. Pentaho

A promessa dessa ferramenta é facilitar o acesso para todos da sua equipe, de desenvolvedores a usuários comuns. Além de oferecer a solução, a Pentaho ainda oferece treinamentos e até certificações para trabalhar com análise de dados.

O Pentaho tem como um de seus diferenciais o fato de ser de código aberto. Isso facilita a sua personalização e uso disseminado no ambiente de trabalho: a partir do estudo do código-fonte, você pode verificar informações, modificar recursos e adotar novas APIs no aplicativo com o apoio do seu time de desenvolvimento.

8. Project BI

A solução da Project Builder foi desenvolvida para ajudar um usuário específico: o gestor de projetos. Com isso, permite determinar quais são os projetos que realmente trazem retorno para a empresa, facilitando a decisão de priorizar um ou outro. Além disso, também possibilita otimizar a gestão de recursos e identificar gargalos.

Imagine utilizar o BI nos seus projetos? Com a ferramenta do Project Builder, isso é possível. Como consequência, você pode entregar ao seu time um planejamento muito mais robusto para cada etapa dos projetos.

O uso do BI está se tornando algo crucial para o sucesso de qualquer empresa. O apoio dessa tecnologia consegue reduzir custos e melhorar o posicionamento da empresa. Nos projetos, ela melhora a capacidade de planejar e otimizar rotinas rapidamente.

Por isso não deixe de escolher uma plataforma de BI para a sua empresa. Faça uma análise completa das opções disponíveis e o que pode ser adotado pela empresa no seu dia a dia. Assim, será muito mais fácil agregar valor aos serviços e projetos do negócio!

É aqui que encerramos a nossa lista das melhores ferramentas de BI. Compartilhe este post com os seus parceiros para que eles também conheçam os impactos de uma boa plataforma de BI!

EAP

Entenda a diferença entre EAP e Cronograma de projetos

Antes de entrarmos na diferença entre EAP e Cronograma de Projetos, precisamos lembrar que o gerenciamento de projetos se torna um grande desafio quando o número de tarefas necessárias para sua conclusão começa a se elevar. Isso porque além de terem diferentes tipos de relação entre si, essas atividades também têm níveis de importância variados.

Elas precisam ser organizadas de forma clara para que o projeto possa ser bem-planejado e executado pela equipe. Nesse cenário, a EAP e o Cronograma de Projetos são ferramentas extremamente úteis para que os gestores possam tomar o controle da situação em busca do atingimento dos objetivos definidos. Você já ouviu falar delas? Como as têm utilizado em seus projetos?

Saiba que, embora sejam complementares, esses dois importantes recursos têm finalidades significativamente distintas. É justamente sobre isso que conversaremos neste artigo. Você entenderá cada conceito, quais benefícios eles oferecem e também descobrirá as principais diferenças e relações positivas entre eles.

Esse tema despertou a sua curiosidade, não é mesmo? Então, continue a leitura e descubra muitos detalhes interessantes!

O que é EAP?

EAP é o acrônimo de Estrutura Analítica do Projeto, um recurso que tem como principal objetivo a divisão do projeto em partes menores (também chamadas de tarefas ou pacotes de trabalho). Consequentemente, essas partes se tornam mais fáceis de serem compreendidas pelos membros da equipe e gerenciadas pelo gestor do projeto.

A estrutura é organizada como a raiz de uma árvore, onde as entregas mais abrangentes são posicionadas no topo e as mais específicas ficam na parte inferior, agrupadas por níveis hierárquicos. Junto à Estrutura Analítica, é preciso desenvolver, ainda, o dicionário da EAP, um importante documento auxiliar que traz informações detalhadas sobre cada pacote de trabalho e seus critérios de aceitação no momento da entrega.

Dizendo de uma forma bem prática, a criação da estrutura analítica do projeto se dá a partir da identificação das principais entregas funcionais e com a subdivisão delas em sistemas menores e subprodutos finais. Esses subprodutos são decompostos até que possam ser atribuídos a uma única pessoa, por exemplo.

Nesse nível, os pacotes de trabalho específicos necessários para produzir as subentregas são identificados e agrupados. O pacote de trabalho representa a lista de tarefas para produzir a unidade específica. Se você já viu Cronogramas de Projetos detalhados, então você vai reconhecer as funções no âmbito da EAP como o “material” que as pessoas precisam para concluir por um tempo específico e dentro de um determinado nível de esforço.

Quais os benefícios da EAP?

A utilização da Estrutura Analítica do Projeto traz uma série de benefícios, além de definir e organizar o trabalho do projeto. Um orçamento do projeto pode ser alocado para os níveis superiores da estrutura e orçamentos dos departamentos podem ser rapidamente calculados com base na EAP.

Ao alocar as estimativas de tempo e custo para seções específicas, tanto o cronograma, quanto o orçamento, podem ser rapidamente desenvolvidos. Além disso, a EAP pode ser usada para identificar riscos potenciais em um determinado projeto. Se uma estrutura de divisão de trabalho tem um ramo que não está bem-definido, em seguida, ele representa um risco na definição do escopo.

Esses riscos devem ser monitorados e avaliados durante toda a execução do projeto. Ao integrar a EAP com uma estrutura de divisão organizacional, o gerente de projetos também pode identificar dificuldades comunicacionais e formular um plano de comunicação eficaz.

Quais são as diretrizes da EAP?

De acordo com o Project Management Body of Knowledge (PMBOK), as seguintes diretrizes devem ser consideradas ao criar uma Estrutura Analítica do Projeto:

  • o nível superior representa o produto final do projeto;
  • as subentregas devem conter pacotes de trabalho que são atribuídos ao departamento ou unidade da organização;
  • todos os elementos da estrutura de divisão de trabalho não precisam ser definidos para o mesmo nível;
  • o pacote de trabalho define o trabalho, a duração e os custos para as tarefas necessárias para produzir as subentregas;
  • pacotes de trabalho não devem exceder 10 dias de duração;
  • pacotes de trabalho devem ser independentes uns dos outros;
  • os pacotes de trabalho são únicos e não devem ser duplicados em toda a estrutura analítica do projeto.

Como criar uma EAP?

Resumidamente, aqui vão algumas dicas para a criação de uma EAP:

  • decomponha a EAP em fases e atividades em níveis, que sejam fáceis de serem gerenciados;
  • planeje as entregas, não as ações;
  • quebre os pacotes de trabalho em durações adequadas;
  • utilize modelos de EAP de projetos já finalizados, para acelerar o trabalho e aproveitar as lições aprendidas;
  • tome cuidado para que o custo do gerenciamento não seja maior que o custo da tarefa.

Veja um detalhamento dessas dicas no artigo 5 dicas para facilitar a criação de uma Estrutura Analítica de Projeto.

O que é o cronograma de projetos?

O Cronograma de Projetos é uma ferramenta bem mais conhecida — inclusive pelos profissionais com pouco conhecimento das técnicas de gerenciamento de projetos. Pode ser entendido como uma matriz que revela graficamente para cada item da EAP, em uma escala de tempo, o período que deve ser realizado.

A duração é o intervalo entre o início e o término de uma tarefa específica, sem considerar o número de pessoas necessárias para que isso aconteça. Ele deve prever e refletir todos os esforços para a entrega do projeto finalizado.

Também podemos definir o Cronograma de Projetos como uma ferramenta de comunicação que demonstra todo o trabalho que precisa ser feito, quais os recursos da organização que serão empregados e quais os prazos que precisam ser cumpridos para que esse trabalho seja realizado.

Quais os benefícios do cronograma de projetos?

Além das vantagens que já temos cristalizadas no senso comum, é importante acrescentar que o cronograma deve ser sempre realista, pois ele é um elemento-chave para o sucesso do projeto.

De forma extremamente visual, o cronograma exibe a sequência de atividades que precisa ser realizada e permite que o gestor verifique as interdependências de tarefas e construa seu caminho crítico para otimizar as entregas.

Dito de outra forma, com um bom cronograma é possível identificar os pontos de tensão da iniciativa, verificar exatamente onde a equipe precisará redobrar a atenção para não perder prazos e realizar as entregas conforme o que foi definido no planejamento.

Além disso, permite que o gerente possa cobrar o cumprimento de prazos e evite conflitos com a equipe e entre os profissionais envolvidos no dia a dia do projeto.

Quais as dicas para criação de um cronograma de projetos?

Eis algumas dicas para a elaboração do Cronograma de Projetos:

  • defina detalhadamente o escopo do seu projeto;
  • construa uma boa e detalhada EAP;
  • estime com precisão a duração de cada uma das atividades;
  • acompanhe e atualize seu cronograma ao longo do projeto.

Veja um detalhamento maior dessas dicas nesse artigo: Como fazer um bom Cronograma de Projeto?

Quais são as diferenças entre a EAP e o cronograma de projetos?

Tanto no Cronograma de Projetos quanto na EAP, o nível de divisão das tarefas dependerá da necessidade ou da capacidade da empresa em gerenciar cada detalhe. Um projeto de grande porte, por exemplo, não costuma ser quebrado em tarefas muito pequenas, pois são tantas que podem se tornar impossíveis de serem controladas de perto.

Já projetos menores podem perfeitamente ser divididos em pacotes menores, isso ajuda tanto na execução quanto no controle dele. Outra diferença importante entre as duas ferramentas é o seu uso durante o projeto. A EAP rapidamente se torna um documento de consulta, a não ser que aconteçam mudanças radicais nos requisitos durante a execução.

O Cronograma, por sua vez, é uma ferramenta mais viva, que pode sofrer constantes alterações e revisões em função das dificuldades encontradas durante o dia a dia de execução do projeto. A criação da EAP facilita a construção do cronograma, tendo em vista que o gestor precisa fazer o gerenciamento do tempo para a realização das tarefas que já estão definidas, de modo que ambos podem ser usados juntos.

Por outro lado, o Cronograma é um instrumento de gestão que pode ser organizado como um quadro para o controle do tempo. Caso ocorra algum desvio, ações poderão ser realizadas para corrigi-lo. Esse documento contém a lista de tarefas, a data inicial e final de cada atividade, o profissional responsável pela sua realização e o status de cada uma delas.

A EAP não comporta o detalhamento das atividades, já que a sua última unidade é o pacote de trabalho, o qual é um conjunto de atividades atribuídas a um departamento específico. Esse setor recebe um orçamento para concretizar a entrega, sendo que os pacotes de trabalhos são independentes e não se repetem na Estrutura Analítica do Projeto.

Como pode ser feita a integração entre EAP e cronograma de projetos?

Vale ressaltar que o ideal é começar o processo pela criação da EAP para que o gerente e a equipe consigam analisar o projeto de forma mais abrangente. Isso, porque os pacotes de trabalho da EAP contribuirão para a correta confecção do cronograma. Ou seja, com a EAP pronta, é mais fácil lançar as informações de forma ordenada dentro do Cronograma do Projeto.

Por fim, também é válido um lembrete: o gerenciamento de projetos não é nenhum bicho de sete cabeças e pode ser facilitado quando sua empresa conta com as ferramentas tecnológicas e metodológicas adequadas para isso!

Logo, dispor de um bom software de gerenciamento de projetos, que as agregue como recurso, é um grande facilitador. Uma boa solução ajuda o gestor a estruturar todas as etapas, incluindo a definição da EAP, a elaboração e acompanhamento do cronograma. Isso faz toda a diferença na hora de conduzir o desenvolvimento do projeto e também para destacar indicadores que facilitem a mensuração dos resultados.

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Quais são as principais dicas sobre EAP e Cronograma de Projetos?

O Practice Standard for Work Breakdown Structures ou Guia PMBOK apresenta o registro das boas práticas a serem aplicadas pelo mercado. Mas cabe ao gestor de projetos decidir como vai fazer o desdobramento da EAP e estruturar o Cronograma. Esses documentos precisam ser úteis no planejamento e no monitoramento das atividades.

O profissional pode utilizar 4 estratégias para a montagem da EAP. Uma delas considera todas as fases do ciclo de vida de um projeto, outra observa os produtos e as respectivas entregas. Também podem ser considerados os miniprojetos ou todos os aspectos em conjunto de forma híbrida: subprojetos, entregas e fases. Observe abaixo outras dicas importantes!

EAP em gestão de projetos

A construção da EAP pode ser facilitada de diversas maneiras. O gerente pode evitar o uso de verbos e utilizar os substantivos, já que o último nível de decomposição de uma estrutura analítica é o pacote de trabalho. Portanto, um nome não pode iniciar com um verbo, tendo em vista que a nomenclatura representará as atividades.

A EAP deve ser sucinta e gerar visibilidade para os trabalhos. Identificar de maneira adequada os requisitos é fundamental para que o documento fique perfeito. Colete os requisitos extraindo dos clientes suas expectativas e necessidades. Faça entrevistas e aplique técnicas para obter respostas exatas de todos os interessados.

Tenha cuidado para não detalhar demais a EAP, pois ela é um resumo do trabalho e serve como direcionamento. Ela é uma ferramenta simples e contará com o dicionário que será elaborado para aprofundar os conceitos expostos. Sendo assim, elabore a EAP para oferecer uma visão geral. Procure um modelo que já tenha sido utilizado pela sua empresa para usar como base.

Características da EAP

A EAP deve ser completa e conter o que foi especificado na declaração do escopo do projeto. Ela vai servir de guia para a confecção do Cronograma e também para a estimativa dos custos. A ferramenta é acompanhada do seu dicionário que vai descrever e enumerar os elementos. Além disso, ela é numerada com um número exclusivo.

Estratégias para montar EAP

Existem diversas estratégias para a montagem da EAP. Primeiro, construa o termo de abertura do projeto que será simples e curto contendo justificativa, objetivos, descrições, stakeholders, entregas, critérios de aceitação, estimativas de custos e tempo, exclusões, premissas, restrições, riscos e assinatura dos aprovadores. Em seguida, siga os seguintes passos:

  • dê um nome ao projeto;
  • escolha uma forma de organização da EAP;
  • identifique o conjunto de entregas;
  • faça a decomposição do projeto em partes menores;
  • insira um código identificador numérico para ajudar no dicionário.

Normalmente as tarefas são organizadas por níveis. O nível 1 é o mais alto e traz o nome dos projetos. Já o nível 2 pode ser iniciado com a numeração 1.1 e registra o resumo. Por fim, o nível 3 cuja identificação poderá constar como 1.1.1 trata dos subcomponentes. O desmembramento segue adiante até que todo o trabalho seja apresentado.

Dicionário da EAP

O dicionário da EAP apresenta uma tabela com a descrição de todos os pacotes de trabalho, informa os responsáveis e os participantes, bem como os critérios de aceitação. Trata-se de uma ferramenta complementar da estrutura analítica que traz dados não inseridos no diagrama. Nele são explícitas as expectativas de resultados das entregas. Poderá ser consultado para tirar dúvidas.

Modelo

O modelo é criado quando o profissional trabalha frequentemente no mesmo tipo de projeto. Basta pegar uma EAP e fazer dela uma espécie de roteiro a ser seguido. Com isso os novos projetos serão feitos com maior agilidade, já que haverá uma estrutura analítica de cronograma, com padronização de estimativa de recursos e prazos, etapas etc. Será necessário apenas revisar os dados.

Exemplo prático de EAP

Um exemplo prático de EAP seria a construção de uma casa cuja opção do gestor foi o uso de uma estratégia de decomposição híbrida com entregas e fases determinadas. Os 3 níveis foram utilizados com a codificação numérica para a obtenção de uma estrutura analítica que ficou da seguinte maneira:

Produto do projeto/ Fases do ciclo de vida/Componentes

  • 1. Casa nova;
  • 1.1 Preparo do terreno;
  • 1.2 Fundações;
  • 1.3 Alvenaria de elevação;
  • 1.1.1 Topografia;
  • 1.1.2 Terraplenagem;
  • 1.1.3 Demarcação;
  • 1.1.2.1 Corte;
  • 1.1.2.2 Aterro.

O último nível da EPA é denominado pacote de trabalho, portanto, os pacotes de trabalho correspondem aos itens topografia, corte e aterro. Não é necessário detalhar demasiadamente inserindo dados como comprar tijolos, cimento, argamassa, impermeabilizante etc. A lista de atividades se encaixa no item Alvenaria de elevação.

Exemplo de Cronograma de projetos

O Cronograma de projetos é bem diferente e pode ser montado em uma planilha do Excel. Nele serão descritas as atividades a serem realizadas pelo gestor e suas equipes. Utilizando o exemplo da construção da casa, poderiam ser registradas as informações a seguir, as quais seriam representadas por um gráfico:

  • 1. Casa nova — duração de 30 dias com início em 24/10/2020 e término em 24/11/2020;
  • 1.1 Preparar terreno — duração de 02 dias com início em 24/10/2020 e término em 26/10/2020;
  • 1.1.1 Fazer a topografia — duração de 01 dia com início em 24/10/2020 e término em 25/10/2020;
  • 1.1.2 Realizar terraplenagem — duração de 02 dias com início em 24/10/2020 e término em 26/10/2020;
  • 1.1.3 Concluir a demarcação — duração de 02 dias com início em 24/10/2020 e término em 26/10/2020;
  • 1.1.2.1 Providenciar o corte — duração de 01 dia com início em 25/10/2020 e término em 26/10/2020;
  • 1.1.2.2 Concluir o aterro — duração de 01 dia com início em 25/10/2020 e término em 26/10/2020.
  • 1.2 Construir as fundações — duração de 03 dias com início em 26/10/2020 e término em 28/10/2020;
  • 1.3 Construir alvenaria de elevação — duração de 27 dias com início em 26/10/2020 e término em 24/11/2020.

Entendeu a diferença entre EAP e Cronograma de Projetos? Saiba que você pode escolher uma solução ideal para a elaboração dessas duas ferramentas que são essenciais para os líderes empresariais. Project Builder fornece aos seus parceiros o mais bem-sucedido Software de Gestão de Projetos que aplica a metodologia tradicional do PMBOK.

Ainda ficou com alguma dúvida sobre este assunto? Então, confira todas as ferramentas de gestão de projetos e colaboração em um só lugar!

5W2H o que é

5W2H – O que é e como utilizá-lo?

A gestão é um dos grandes desafios do cotidiano empresarial. Saber planejar e executar estratégias é, de fato, uma necessidade real dos empreendimentos atuais e ferramentas como o 5W2H podem ser grandes facilitadoras. Você não sabe do que estamos falando? Ou já ouviu falar sobre o 5W2H, mas não sabe como utilizá-lo? Não se preocupe!

Este post foi elaborado com a finalidade de ajudá-lo a entender melhor a aplicação e os benefícios dessa ferramenta. Aqui, vamos falar sobre o que é o 5W2H, mostrar por que vale a pena investir nessa metodologia e como ela vai ajudar no gerenciamento de projetos. Se você tem interesse em aperfeiçoar seus conhecimentos e ficar alerta com as tendências em gestão de projetos, basta continuar com a leitura!

O que de fato é o 5W2H?

À primeira vista, esse nome pode até parecer um elemento da tabela periódica, mas está longe disso. Na verdade, o 5W2H é uma ferramenta de gestão inventada no Japão para facilitar o planejamento de qualquer atividade.

Ela foi aplicada inicialmente em sistemas de gestão da qualidade e tinha como foco a facilitação do planejamento para o alcance de melhorias dentro das empresas. Contudo, a ferramenta é tão interessante e tem uma amplitude de aplicação tão grande, que passou a fazer parte de todo o cotidiano empresarial.

Atualmente, o 5W2H é usado em situações bastante diversas, que vão desde programar uma viagem até o planejamento estratégico de um negócio, contribuindo assim para que todos os envolvidos entendam com clareza quais são os passos a serem seguidos, quem são os responsáveis por cada etapa e quando cada atividade deve ser concluída.

Entenda o que são os 5W e os 2H

O conceito acima já lhe deu uma noção de que estamos tratando de uma ferramenta de gestão poderosa. Mas, para que não reste qualquer dúvida, é importante que você entenda e saiba reconhecer os 5W e os 2H presentes no termo. Acredite, não há nada de complexo nisso! Na verdade, eles são nada mais do que as iniciais, em inglês, de sete palavras-chave para o desenvolvimento do método:

  • What (o que);
  • Why (por que);
  • Where (onde);
  • When (quando);
  • Who (quem);
  • How (como);
  • How Much (quanto).

A primeira questão refere-se a “what” ou o que vai ser feito? Nesse caso, o gestor vai responder se é uma descrição, um projeto, uma nova etapa de trabalho, uma produção etc. A segunda é “why” ou por que será feito? Então, o gerente precisa refletir se o que será feito vai resolver uma dificuldade, melhorar ou solucionar.

A terceira é “where” ou onde vai ser feito? Aqui, o líder vai apontar o lugar ou a localização exata onde o projeto será executado, em uma área ou um departamento, por exemplo. Na seção “who” ou quem vai fazer deve-se responder quais são os profissionais designados para a realização das tarefas. A seguir, responde-se a “when” ou quando vai ser feito com a estipulação de prazos.

“How” ou como vai ser feito é a seção onde será respondido como será realizado o processo e qual método será usado para o trabalho. Por fim, “how much” ou quanto vai custar é onde se identificam os custos envolvidos na execução do projeto com a contratação de pessoal, salários, equipamentos, operações, entre outros.

Tendo em mãos essas simples palavras, o gestor consegue iniciar o planejamento e elaborar perguntas que servirão de base para a aplicação do método. Assim sendo, seu objetivo central é, a partir das perguntas, encontrar respostas que definam com clareza, simplicidade e objetividade todos os dados fundamentais do projeto.

Por que planejar é tão importante para o sucesso empresarial?

Sendo o 5W2H uma ferramenta de gestão com foco no planejamento, é imprescindível compreender por que essa fase é tão relevante para o alcance dos objetivos empresariais.

Todo gestor eficiente sabe que a fase do planejamento é simplesmente fundamental para que um projeto saia conforme o esperado e atinja os resultados almejados. Afinal, um bom planejamento consegue avaliar riscos, oportunidades de mercado, opções do projeto e qual o resultado esperado.

Mas planejar não se limita apenas a definir objetivos, metas e indicadores de desempenho, não é mesmo? De fato, ter um plano de ação, prevendo como o trabalho se desenvolverá é fundamental para o alcance das metas pretendidas. No entanto, é sempre bom reforçar que, na prática, esse plano de ação não precisa ser complexo, e deve apenas refletir as informações necessárias para que a equipe saiba como e quando agir.

Além disso, para que o plano de ação reúna todos os dados necessários para nortear o projeto, é imprescindível que seja utilizada uma ferramenta que defina bem tudo o que deve ser analisado em um processo. É por isso que o 5W2H é a ferramenta perfeita para quem deseja agilidade no planejamento e o devido alinhamento de expectativas sem gerar dúvidas.

Trata-se de uma técnica simples, funcional e muito útil na hora de organizar o que será feito. Ela permite a alocação estratégica de recursos humanos, o controle de prazos e o controle de orçamento, deixando o projeto mais detalhado, sem perder a fácil visibilidade de informações. Quer aprender mais sobre ela? Prossiga com a leitura!

Afinal, por que usar o 5W2H?

Agora que você já entendeu o que é o 5W2H, bem como a importância do planejamento para o sucesso empresarial, pode estar se perguntando: por que devo utilizá-lo? Em resumo, a facilidade de montar uma matriz 5W2H e a clareza dos elementos que a compõem são os seus maiores atrativos.

É preciso enfatizar que não há necessidade de absolutamente nenhum recurso de alto custo, podendo inclusive montá-la no papel, em uma planilha de Excel ou com a ajuda de um software de gestão de projetos que ofereça tal recurso.

A interoperabilidade da ferramenta com praticamente todos os métodos de gestão de projetos, metodologias ágeis como o Project Model Canvas, e qualquer outro software criado para o gerenciamento de projetos é uma grande vantagem de sua aplicação, sendo um método útil em qualquer ocasião e para qualquer tarefa a ser feita.

É possível até compartilhá-la em um dashboard de controle e fazer com que todos visualizem o plano de ação com frequência, aumentando a consciência da equipe sobre as tarefas, os prazos e as responsabilidades. Isso torna a aplicação da ferramenta muito simples em qualquer ambiente empresarial, facilitando sua utilização.

Ademais, ela também pode ser aplicada em nuvem, para que o detalhamento do projeto seja feito em várias escalas, com cooperação da equipe, designação de tarefas, compartilhamento de prazos e objetivos bem definidos. Tudo isso é disposto de forma visual e simples.

Com todo o time alinhado e ciente de sua participação, o 5W2H permite que se tenha um maior controle sobre as atividades e os prazos estipulados, organizando o cronograma do projeto e ajudando na coleta de dados para a mensuração de resultados.

Quais são as vantagens de se utilizar essa ferramenta?

Caminhando um pouco mais no entendimento do tema abordado no post de hoje, selecionamos as principais vantagens experimentadas por negócios que já fazem uso dessa ferramenta. A seguir você verá como ela pode auxiliar sua empresa a crescer e tornar o seu dia a dia muito mais simples e produtivo. Acompanhe!

Ajuda a montar planos de ação e concretizar ideias

Uma ideia só começa a tomar forma quando é colocada no papel e, nesse aspecto, a utilização do 5W2H é um grande diferencial. A ferramenta facilita que as ideias sejam organizadas e o plano de ação seja confeccionado por meio de uma checklist, ou lista de verificações. Por isso, ela á perfeita para a elaboração de projetos, controle de processos e gestão de qualidade empresarial.

É simples de ser manuseada

Uma das principais vantagens dessa metodologia é a sua facilidade de ser manuseada. Entretanto, isso não quer dizer que ela seja simplória. Na verdade, a ferramenta é simples, completa e eficiente.

Dentro do contexto corporativo, isso pode ser um grande diferencial. Afinal, não é preciso perder tempo e enfrentar obstáculos desnecessários para se atingir um objetivo. Pelo contrário, o 5W2H é ágil e totalmente adaptável, permitindo que ajustes e modificações sejam feitos mesmo depois de iniciada a fase de execução do plano de ação.

Pode ser aplicada em qualquer negócio

Não podemos deixar de elencar que o método pode ser utilizado por qualquer tipo de negócio. Seja qual for o seu porte ou ramo de atuação, é possível desfrutar de todos os seus benefícios. Aliás, sua aplicação não se restringe ao ambiente empresarial, pois qualquer pessoa pode utilizar esse conceito, até mesmo com foco no planejamento pessoal.

Não demanda grandes investimentos

Conforme já citamos, o conceito 5W2H é realmente muito simples de ser implementado em um ambiente empresarial. Uma das razões para isso é o seu baixo custo. Seu negócio não terá que se desfazer de nenhum grande recurso para colocá-lo em prática. O que acontece é justamente o contrário: como há um ganho de produtividade muito grande, facilmente percebe-se retornos financeiros expressivos para a empresa.

Melhora o gerenciamento de projetos e tarefas

Conforme você percebeu, as perguntas elaboradas a partir do método 5W2H são fragmentadas e, por isso, permitem uma visão mais sistematizada da empresa e dos problemas.

Em outras palavras, você terá uma visão mais ampla do negócio, o que possibilita a identificação de áreas críticas, melhorando a gestão como um todo. Lembre-se de que quanto mais setorizada é uma análise, melhor será o gerenciamento da empresa.

Libera tempo na agenda dos gestores

gestão de tempo é um grande desafio na vida de gestores e empreendedores. Fazer com que as tarefas e responsabilidades sejam cumpridas no devido espaço de tempo não é tão simples para quem comanda um grande número de funcionários.

No entanto, é preciso ressaltar que a metodologia 5W2H pode ajudá-lo a otimizar melhor seu tempo. Como ela segue um modelo pronto, a revisão de estratégias acaba sendo mais rápida e eficaz e o gestor tem mais tempo para se dedicar a outras tarefas estratégicas.

Como colocar o 5W2H no papel?

Se interessou pela ferramenta, mas não sabe como colocá-la em prática? Não se preocupe! Neste tópico, você aprenderá os passos a serem seguidos para desfrutar de todas as vantagens apresentadas acima.

Obviamente, não precisa ser no papel, mas aqui vamos ensinar a usar essa ferramenta de modo a extrair o máximo possível de valor dela. Como você viu no início do nosso post, o 5W2H se refere a 7 perguntas básicas que devem ser respondidas para estruturar direitinho seu projeto. Vamos conhecer quais são:

  • What: o que será feito? (objetivo principal do projeto);
  • Why: por que será feito? (justificativa para o desenvolvimento do projeto);
  • Where: onde será feito? (local de realização do projeto);
  • When: quando será feito? (tempo de execução do projeto);
  • Who: por quem será feito? (quem ou qual área será o responsável);
  • How: como será feito? (como e quais atividades serão feitas);
  • How much: quanto custará? (custo total do projeto).

Desse modo, basta definir qual o projeto ou problema passará por essa metodologia e ir respondendo aos questionamentos de maneira estratégica. Seja claro ao definir as respostas e reflita bastante acerca da possibilidade do que ficou definido. Por exemplo, ao definir o que será feito, analise se a meta é possível de ser alcançada, bem como os motivos que as fundamentam.

Vá avançando nesse processo aos poucos, passando para a próxima fase apenas quando tiver chegado a uma resposta pronta, certa e plausível para a anterior. Fazendo isso, seus resultados serão sempre satisfatórios.

Como é o 5W2H no Excel?

Além de executar a ferramenta em um papel, é possível contar com o auxílio da tecnologia e tornar a tarefa ainda mais rápida e simplificada. Dessa maneira, caso opte por aplicar o método em uma planilha do Excel, basta subdividir o planejamento a ser feito em tarefas palpáveis e montar uma planilha para cada uma das tarefas.

Assim, cada uma terá todas as sete perguntas monitoradas e respondidas. Mas como configurar uma planilha do Excel para aplicar o 5W2H? Acompanhe a seguir as etapas a serem seguidas e as informações que cada uma delas deve conter:

  • Linha 1 Nome do processo;
  • Linha 2  What (qual o objetivo do processo);
  • Linha 3 Why (por que o processo é útil);
  • Linha 4 Who (qual área da empresa é a responsável pelo processo);
  • Linha 5 When (subdividido em duas colunas — uma com a data de início e outra com a data de término do processo);
  • Linha 6 Where (onde ocorrerá o processo);
  • Linha 7 How (contempla uma checklist de todas as atividades que serão executadas dentro do processo e o subsequente status da atividade, que indica em que fase ela está);
  • Linha final How Much (custo total do processo).

Viu só como não é difícil? Por meio de uma simples planilha no Excel é possível fazer o planejamento e o controle de processos e projetos da empresa. Essa ajuda tecnológica facilita a gestão de tarefas e a leitura das planilhas. Como você montará uma planilha matriz que engloba as planilhas de cada parte do planejamento, o gerenciamento é muito mais eficiente.

Mas lembre-se: é preciso compartilhar a planilha com todos e garantir que não haja alterações sem o consentimento do gerente de projetos, afinal, ali está o planejamento de uma equipe toda!

E o 5W2H no PM Canvas?

No PM Canvas, que pode ser utilizado tanto no desktop quanto no smartphone, você constrói os blocos de acordo com as perguntas do 5W2H e ainda permite que as pessoas contribuam com as respostas, pois essa ferramenta é alimentada de maneira colaborativa.

É interessante observar que, por ser uma metodologia ágil, o Canvas se encaixa perfeitamente no conceito 5W2H, já que une a gestão visual e rápida do método com a definição estratégica de pontos fundamentais de projeto feita pelo 5W2H.

A união dessas duas ferramentas é um grande diferencial, já que, em conjunto, elas permitem que o gestor destine cartões para cada uma das perguntas, montando o projeto em um quadro principal. Dessa maneira, todas as respostas necessárias para execução do projeto ficam contidas em apenas um local visível a todos.

Ademais, usar o 5W2H no PM Canvas é uma excelente estratégia para facilitar a gestão de projetos com equipes geograficamente distribuídas, já que nesse tipo de situação é preciso concentrar o planejamento em um único local, ao mesmo tempo em que se distribuem as informações para quem está envolvido com o projeto, independentemente da distância.

E quanto ao 5W2H online?

Também é possível criar sua ferramenta 5W2H online, utilizando plataformas especializadas. No Mural.ly, por exemplo, você pode criar o 5W2H e convidar seu time para compartilhar em modo visualização ou edição, sendo possível, portanto, proteger os dados.

Em resumo, todos os convidados podem adicionar comentários e ainda bater papo pelo chat da ferramenta, o que contribui significativamente para o sucesso da estratégia, já que podem dar a sua contribuição para a formatação do plano de ação.

Assim, com esse modelo de aplicação do 5W2H, é possível conquistar uma maior cooperação entre a equipe, por meio de brainstormings para definição de aspectos do planejamento — tudo isso facilita a identificação e resolução de problemas.

Outra possibilidade online é o site 5W2H.me, por meio do qual você cria um usuário com senha e pode desfrutar de uma ferramenta bastante intuitiva e de fácil compreensão. Para isso, basta preencher os dados e inserir a ação, e depois é só começar a construir seu 5W2H!

Ressalta-se que qualquer um desses métodos online traz praticidade à ferramenta, pois permite a delegação de funções de maneira mais fácil, prática e visual. Além disso, a atualização de status das atividades e mudanças das checklists é feita em tempo real, facilitando o gerenciamento de recursos e do tempo.

E no software de gestão de projetos?

A última possibilidade apresentada é a aplicação do método em um software de gestão. Nesse caso, é interessante observar que bons softwares de gestão de projetos já apresentam campos para preenchimento que contemplam todas as perguntas e respostas do 5W2H.

Assim, a ordenação das informações fica formatada segundo a ferramenta que você escolher utilizar, seja em tabelas em Excel, seja em campos segmentados na tela do computador.

Muitos softwares são completamente personalizáveis, o que permite ao gestor construir seu próprio mecanismo de gestão, organizando o espaço visual do programa da melhor maneira possível — isso facilita bastante a utilização do 5W2H, pois possibilita que campos destinados a cada uma das letras iniciais sejam criados e detalhados.

Conclui-se, portanto, que é possível gerenciar com qualidade o tempo, os recursos humanos, o orçamento, a qualidade do que está sendo feito e como está o andamento da sua execução. Tudo isso pode ser atualizado de maneira simples e objetiva nos softwares, o que facilita do trabalho do gestor.

5W2H é útil na gestão interna da empresa?

Dentro de uma empresa, existem diversos processos não mapeados. O mapeamento deles pode ajudar na redução de custo de operação e aumento da agilidade e eficiência da empresa — sem dúvidas, uma das melhores formas de mapeá-los é utilizando o 5W2H.

Com a ferramenta, é possível listar todos os aspectos do processo, analisá-lo de maneira aprofundada e entender quais as necessidades para mantê-lo ativo. Assim, é viabilizada a otimização do processo e atualização da sua respectiva planilha 5W2H. Com isso, o processo estará sempre descrito, mapeado e atualizado.

Além de ser um método eficiente de manutenção e otimização da qualidade, o 5W2H pode ser implantado em empresas que buscam a melhoria contínua — ou Kaizen, como é conhecida a técnica no Japão, país criador dela.

Desse modo, como já existe uma análise de custos na ferramenta, torna-se muito mais simples para a empresa analisar as vantagens financeiras de se implantar esse tipo de metodologia na gestão de processos.

Há outros métodos parecidos?

A verdade é que o 5W2H é uma ferramenta confiável e de fácil adaptação em qualquer ambiente de negócio, o que contribui para que todos utilizem a mesma metodologia para o planejamento e o desenvolvimento de seus projetos. Mas é sempre bom ressaltar que ele não é único! Ainda existem o 5W1H e o 5W3H, variações que podem servir a outros propósitos na empresa.

No 5W1H, não se considera o how much, podendo ser utilizado para projetos que não tenham custo para a empresa — como uma melhoria interna, por exemplo. Já no 5W3H é acrescido um H, de how many ou quantos, podendo se referir a quantas soluções ou recursos serão necessários, assim como qualquer outro tipo de quantidade que seja atrelada ao projeto.

Mas, de todo modo, é preciso lembrar que um bom planejamento começa pelas noções básicas. Por isso, definir as sete perguntas iniciais com eficiência e gerenciar o projeto de modo que essas perguntas gerem respostas concisas é o primeiro passo para uma boa execução.

planejamento empresarial é uma das maiores premissas para se alcançar o sucesso e um gestor inteligente deve buscar ferramentas que simplifiquem essa tarefa. Como você deve ter percebido, o 5W2H é um método extremamente simples e, ao mesmo tempo, altamente eficaz na criação de planos de ação para qualquer tipo de projeto.

Se ainda não o experimentou, comece a repensar suas estratégias, pois, além de facilitar o acesso à informação para todos, você terá um ótimo instrumento de controle de atividades.

5W2H se relaciona com a gestão de projetos?

Essa ferramenta é muito útil no gerenciamento de projetos, visto que todos eles necessitam de planejamento estratégico no qual sejam avaliadas todas as possibilidades. Durante a elaboração de um projeto, surgem muitas ideias que precisam ser discutidas e analisadas. O modelo 5W2H possibilita que todos os passos sejam analisados de forma detalhada.

Pode-se fazer uma lista com os custos, as soluções, os problemas, os responsáveis pela execução das tarefas etc. Isso vai organizar e proporcionar clareza aos gestores sobre a visão dos projetos. Um plano de ação bem estruturado, qualificado e prático pode ser efetuado com a definição de etapas por meio de 5W2H. Ele traz inúmeros benefícios para diversas áreas.

Vale destacar que o 5W2H é a ferramenta adequada para elaborar planos de ação de modo simples e objetivo. Por isso, ela está sendo utilizada na gestão de projetos, no planejamento estratégico, na elaboração de planos de negócio, nas análises, entre outros. As suas perguntas são essenciais para que um projeto seja bem-sucedido, pois ajudarão com respostas relevantes.

Os projetos acontecem se houver um orçamento disponível e se for viável para as empresas. Eles são divididos em pontos menores para facilitar o entendimento de sua execução, da necessidade de ajustes e dos recursos indispensáveis à sua concretização. Portanto, 5W2H concedo o domínio do projeto por meio de uma abordagem definida com a determinação de todas as etapas.

Por que vale a pena investir na metodologia 5W2H?

Os investimentos em 5W2H valem a pena por que eles geram inúmeras vantagens. A metodologia é eficiente para a orientação clara e simples de pessoas que estão inseridas em determinado contexto. A técnica vai ajudar a compreender dificuldades e necessidades de acordo com cada situação, permitindo a documentação e identificação de opções para localizar soluções.

O 5W2H fornece um roteiro que é formado ao responder à sequência de questionamentos para o entendimento adequado das questões. Trata-se de um passo a passo que ajuda a gerar o plano de ação, o qual poderá ser adaptado e utilizado para as mais variadas situações, tais como:

  • resolução de problemas;
  • planejamento de aquisições;
  • geração de matriz de comunicações;
  • análise de processos para melhorias contínuas;
  • detalhamento do pacote de trabalho.

Na atualidade, os profissionais precisam adotar soluções práticas e ágeis para gerenciar os seus times. As empresas buscam aumentar a produtividade cada vez mais, acrescentando novas exigências na prestação de serviços e na produção de produtos a cada dia. O 5W2H é excelente para esses líderes que pretendem criar planejamentos perfeitos sem perder tempo ou informações.

O 5W2H vai ajudar no gerenciamento dos projetos?

Como você pode ver, o 5W2H contribui de modo expressivo com a gestão de projetos, o qual abrange conjuntos de atividades que são temporárias. Sendo assim, a gestão precisa ser eficiente, tendo a designação de início, meio e fim de um projeto. O gerente fica responsável pela alocação dos recursos e coordenação de tarefas com o objetivo de propiciar a conquista dos objetivos predeterminados.

Dessa forma, o 5W2H é primordial para o monitoramento de ações e para a organização do projeto. A metodologia se destaca durante a execução das atividades, mas também auxilia na iniciação, execução, controle e encerramento das atividades. Ela contribui para aumentar a eficiência dos colaboradores e dos gestores por meio da visualização completa de todas as tarefas.

As respostas fornecidas às 7 perguntas de 5W2H antecipadamente eliminam totalmente as margens de dúvidas mais básicas e reduzem os entraves em operações. A construção do plano de ação é facilitada, com a definição de custos, cronograma, modo de agir, profissionais responsáveis, metas etc. O método vai contribuir agilizando todos os processos.

Caso aconteça um conflito, o gestor consulta a tabela 5W2H e confere as atividades respectivas. As 7 questões englobam todos os fatores relacionados às etapas dos projetos. Por esta razão, se faltar alguma resposta, é possível que aconteçam empecilhos para o alcance dos resultados esperados. Isso poderá ser visualizado durante o monitoramento do projeto.

Se o gestor não definir um prazo para as entregas das tarefas, a ausência de prioridade poderá prejudicar a execução das atividades. Caso a pergunta “what” não seja respondida, os colaboradores perderão o foco na execução das suas tarefas e os resultados podem não ser aqueles que eram esperados. Sendo assim, o 5W2H é uma ferramenta muito indicada para obter agilidade em planejamentos e alinhamento de expectativas.

Como as perguntas do 5W2H são aplicadas na gestão de projetos?

Quer um exemplo prático de 5W2H na gestão de projetos? Então vamos lá! Uma empresa decidiu criar um blog para compartilhar conteúdos informativos. Veja a seguir como as perguntas podem ser respondidas neste caso específico!

  • What – criação de um blog de conteúdos;
  • Why – geração de tráfego e captação de clientes;
  • Where – Internet ou Web;
  • When – data de lançamento em 1 mês;
  • Who – profissional especializado;
  • How – contratação temporária de uma empresa;
  • How much – R$ 3.000,00.

Este é o conteúdo sobre o que é 5W2H e como utilizá-lo! Aplique essa metodologia em sua empresa para o gerenciamento de projetos, pois ela é simples e impacta positivamente nas entregas das tarefas e nos planejamentos. Fazendo isso, os projetos terão mais chances de serem bem-sucedidos com a distribuição correta das atividades.

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Benefícios do PMBOK

O que é PMBOK?

A publicação Guide to the Project Management Body of Knowledge (ou guia para o conjunto de conhecimentos de gerenciamento de projetos) pode ser considerada um divisor de águas na história da gestão de projetos. Mais conhecida como PMBOK, é de autoria do Project Management Institute (PMI) ou, mais precisamente, do PMI Standards Committee, o comitê de padronização do PMI. Conhecê-lo também permite entender quais são as aplicações e os benefícios do PMBOK.

Por mais que tenha o objetivo de abranger os principais aspectos contidos no gerenciamento de um projeto, não deve ser confundido com metodologia. O PMBOK consiste, na verdade, em uma padronização que identifica e conceitua processos, áreas de conhecimento, ferramentas e técnicas.

Para saber mais sobre o tema e explorar todos os benefícios do PMBOK, confira nosso artigo e fique por dentro!

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