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Autor: Braun

plano de ação

Como fazer um plano de ação e qual a sua importância para uma empresa?

Quem age dentro da zona de conforto produz resultados, no máximo, comuns. Já quem implementa ações diferenciadas como consequência de um planejamento bem-feito, alcança resultados extraordinários. Walt Disney já sabia disso há tempos, dizendo que gostava do impossível “porque lá a concorrência é menor”. Mas para ultrapassar a linha do trivial é preciso ter um plano de ação. Você por acaso sabe como fazer um plano de ação?

Segundo o pesquisador Josué Campanhã, mais de 50% dos planos morrem exatamente porque seus gestores não sabem exercer a função de controle, tampouco o que fazer quando as coisas começam a dar errado. Logo, é importante buscar boas ferramentas de trabalho e ficar atento às principais tendências.

Foi pensando nesses desafios que preparamos este post, trazendo algumas recomendações fundamentais para quem deseja entender como fazer um plano de ação efetivo, que impacte o desempenho e a produtividade da equipe, especialmente no desenvolvimento de projetos. Vamos lá?

O que é um plano de ação e para que ele serve?

Como seu próprio nome explica, um plano de ação é um projeto que serve para consolidar informações acerca de um determinado objetivo, pautado em necessidades urgentes em um cenário atual. Nele, são especificadas todas as atividades para concretizá-lo, o que inclui também recursos físicos, financeiros e humanos necessários.

Essa é uma ferramenta importante para a tomada de decisões de uma empresa ou até mesmo de um indivíduo em relação a sua função no trabalho. Isso porque ela garante mais precisão e ajustes rápidos, caso algum problema aconteça. Quando o plano de ação é bem desenvolvido, ele pode até mesmo servir como base para um planejamento estratégico.

O plano de ação pode ser executado tanto por profissionais que desejam atingir alguma meta em sua carreira ou para empresas que precisam colocar em prática soluções complexas. Ele ainda é recomendado para alcançar essas soluções a curto prazo, o que não impede de ser usado em situações com prazo mais folgados.

Por fim, ele possibilita que os executores sigam uma sequência de tarefas claras e lógicas. Desse modo, é possível concretizar objetivos de maneira mais rápida e prática, e com mais chances de sucesso imediato.

O principal desafio de fazer um plano de ação está em conquistar os envolvidos e mantê-los entusiasmados para que contribuam para o sucesso da operação. Que, por sua vez, pode ter diferentes níveis de complexidade e urgência, que devem ser atendidos conforme planejamentos, cronogramas e demais exigências que sua execução determina.

Por que fazer um plano de ação?

Kotler dizia que “os objetivos são a expressão do caminho que a organização pretende seguir e a estratégia é o projeto final para se chegar lá. A estratégia, portanto, é o plano de batalha”. A verdade é que, sem um plano de batalha, é simplesmente impossível vencer uma guerra.

No universo corporativo, com diversos estreantes no mercado diariamente, altos custos de produção e formação de um novo perfil de consumidor — que é cada vez mais exigente, menos fiel a marcas e com maior conhecimento de suas possibilidades de compra — não ter uma bússola para alcançar a visão da empresa significa assinar sua certidão de óbito.

Sem informações realmente confiáveis e possibilidades de execução, qualquer atividade de planejamento se transforma em mero exercício de futurologia. É justamente por isso que as empresas vencedoras seguem com rigor os seus planos de ação: uma listagem detalhada de todos os atos necessários para se atingir determinado objetivo.

A importância da estratégia está ligada às características dos empreendimentos de hoje. Com o crescimento natural do negócio, da quantidade de colaboradores envolvida em cada iniciativa, bem como da complexidade das funções, passa a ser imprescindível gerenciar adequadamente um plano de ação.

Ora, o inevitável processo de delegação, sem um roteiro a ser transmitido à equipe, deixa a empresa à mercê de iniciativas individuais. Elas, por sua vez, podem se afastar de padrões, preceitos, estratégias e metodologias valorizados pela organização. Resumindo: uma equipe sem um plano de ação nada mais é que um aglomerado de marinheiros sem bússola ou mapa de navegação, inevitavelmente se conduzindo ao naufrágio ou à deriva.

O que esse plano deve conter?

O processo de operacionalização dos objetivos deve mostrar com o máximo de clareza:

Objetivo final a ser alcançado

O primeiro item do plano de ação a ser considerado é o objetivo final a ser alcançado. Procure deixar esse conceito muito bem detalhado, com motivos pelos quais ele foi escolhido, previsão de conclusão e o que ele terá a acrescentar naquele momento.

Assim, na hora de apresentar o plano para a equipe, será possível ter uma visão completa sobre o que deve ser feito. Isso ajuda na motivação, no engajamento, e fornece material para que as ações sejam desenvolvidas de forma consistente e precisa.

Passos a serem trilhados, em sequência, para alcançar esse objetivo

Em seguida, é importante listar em sequência quais passos devem ser trilhados rumo ao objetivo. Mais uma vez, as atividades devem estar registradas de maneira clara, como um guia, não apenas para que cada um saiba o que fazer, mas para que não haja dificuldades desnecessárias nesse trajeto.

Aqui, é possível incluir fontes, dados, parceiros e qualquer outro recurso que possa ajudar na conclusão das tarefas. Assim, ficará mais simples encontrar alternativas variadas para uma execução satisfatória, sem desperdício de tempo.

Lógica na realização dessas atividades

Algumas etapas do plano de ação podem ser mais difíceis de colocar em prática do que outras. Diante disso, é preciso estabelecer uma relação lógica entre elas para que tudo dê certo. Um bom exemplo disso é quebrar tarefas maiores em processos menores, para facilitar a execução e o gerenciamento.

Isso faz com que a equipe consiga se organizar melhor e não se sinta intimidada pelo desafio. Também é importante colocar ordem na execução para que a tarefa não se perca em meio a suas fases e seja realizada do jeito correto, sem falhas ou esquecimentos.

Prazos de início e fim de cada atividade

Diante disso, é também de suma importância colocar prazos de início e fim para as tarefas e seus pormenores. Essa questão não deve ser encarada como uma maneira de colocar pressão nos colaboradores responsáveis. Pelo contrário, é apenas algo que possibilita um monitoramento mais acertado.

Impasses e problemas acontecem e é normal quando algum atraso ocorre. No entanto, quando se tem os prazos bem estabelecidos, fica mais fácil contorná-los, ganhar mais tempo quando outro processo é executado mais rápido e assim por diante.

Responsável pela execução de cada etapa

Outro ponto indispensável no plano de ação é delegar um responsável para cada etapa. Se necessário, esse responsável pode ter outros colaboradores que auxiliem na tarefa, de modo a atuar como um líder. No entanto, isso também deve ficar devidamente detalhado na documentação, para que as tarefas não se percam em meio a quantidade de pessoas envolvidas.

A partir disso, o gestor consegue saber qual etapa está em andamento e pode pedir feedback para o colaborador certo a respeito. Além de ser um ótimo meio de acompanhar a produtividade da equipe e facilitar a visualização dos projetos de modo geral, o que permite até mesmo a execução de mais de um plano de ação ao mesmo tempo, a depender das circunstâncias.

Recursos envolvidos na materialização de cada tarefa

Agora, é hora de desenvolver recursos que podem ajudar a materializar a tarefa. Como, por exemplo, itens de ação, cronogramas e qualquer outro tipo de representação visual do plano. Também é o momento de separar recursos financeiros e encaminhá-los para uso, e separar os recursos físicos necessários.

Tudo isso ajuda a priorizar processos e trazer mais qualidade para o que está sendo executado. Além de servir como uma determinação acerca do que se tem disponível para utilizar. Assim, em caso de necessidade, é mais fácil fazer novas solicitações ou trabalhar para angariar mais recursos.

Metas intermediárias a serem atingidas ao final de cada atividade

Os objetivos finais são importantes, mas é preciso determinar também metas intermediárias assim que cada atividade terminar. Estabeleça metas alcançáveis e mensuráveis, para possibilitar bons resultados e fazer com que a equipe não perca o fôlego pelo caminho.

É interessante compartilhar essas metas e seus resultados com a equipe, para que ela entenda também em que ponto está o plano de ação naquele momento. Descobrir, enfim, ao que deve dar mais atenção para que o objetivo final seja finalmente atingido.

Indicadores que serão usados como base no processo de avaliação de resultados, retroação e correção dos rumos da empresa

Por último, mas não menos importante, lembre-se de pautar seu plano de ação em indicadores. Eles devem ser divididos, durante o processo de avaliação de resultados, em pontos de evolução, retroação e correção dos rumos da empresa, para que você perceba quais foram seus efeitos no cenário atual.

Eles devem ser acompanhados e monitorados com frequência. É bom registrar um histórico completo por etapas e tarefas até chegar ao objetivo final. Dessa forma, ficará mais fácil entender o que é preciso mudar, melhorar ou manter em próximos planos, ainda que as situações de aplicação sejam diferentes.

Por isso mesmo, é importante elaborar um checklist com esses itens para avaliar se as ferramentas utilizadas foram efetivas em auxiliar na criação de um bom plano. A seguir, veremos uma série de práticas que permitem dar conta desses critérios e reduzem a lacuna entre o planejamento estratégico ideal e o realizado na sua empresa.

Quais são os erros mais comuns?

Ao pensar em como fazer um plano de ação, é preciso tomar bastante cuidado para não incorrer em alguns equívocos muito comuns, cometidos até mesmo por gerentes de projeto experientes. Entre outras palavras, as atividades abaixo são figurinhas carimbadas na lista de tropeços mais cometidos:

  • concentrar muitas atividades em um curto espaço de tempo, sobrecarregando a equipe;
  • superestimar os recursos disponíveis;
  • ignorar passos importantes para o alcance dos objetivos finais;
  • misturar a sequência de etapas;
  • não detalhar suficientemente as atividades.

Então, melhor já ir pensando nas respectivas providências para não entrar para a estatística de insucesso, certo?

Como fazer um plano de ação?

Um plano de ação normalmente é realizado com a aplicação da técnica 5W2H, que consiste, em linhas gerais, na realização de um checklist de determinadas atividades, por meio das seguintes palavras-chave:

  • What: o que será feito (etapas);
  • Why: por que será feito (justificativa);
  • Where: onde será feito (local);
  • When: quando será feito (tempo);
  • Who: por quem será feito (responsabilidade);
  • How: como será feito (método);
  • How much: quanto custará fazer (custo).

A partir daí, é possível seguir os seguintes passos para elaborar um plano de ação:

  • definir onde se quer chegar (objetivo);
  • compreender e saber transmitir aos colaboradores por que esse objetivo deve ser alcançado;
  • materializar os caminhos para atingir os objetivos por meio de metas que devem ser definidas em conjunto com a equipe (administração por objetivos);
  • elaborar uma lista de ações para cada meta, o que pode ser feito com técnicas de compartilhamento de ideias, como o brainstorming;
  • preparar um cronograma com prazos bem delimitados para a conclusão de cada etapa por cada membro da equipe;
  • atribuir as responsabilidades, delegando tarefas (quem será responsável por fazer cada atividade e a quem se reportará?);
  • alocar recursos, delineando detalhadamente o total e quanto há de verbas para a consecução de cada atividade (lembre-se de que escopo, prazo e recursos são fundamentais para o sucesso de qualquer projeto);
  • identificar possíveis problemas, fazendo um diagnóstico completo de tudo o que pode dar errado ao longo do processo (pode ser conseguido, por exemplo, com a matriz SWOT);
  • desenvolver estratégias para acompanhar a evolução, monitorando o progresso permanentemente;
  • implementar efetivamente o plano.

Como fazer um plano de ação com a PDCA?

Como os cenários vêm mudando de forma cada vez mais rápida, a gestão precisa lidar com as dificuldades e com a possibilidade de o plano perder validade com o passar do tempo. Isto é, se gradativamente a realidade para a qual a estratégia foi pensada muda, aos poucos, o plano de ação perde sua fatualidade e torna-se inadequado para orientar os colaboradores.

Para lidar com esse desafio, os processos de retroalimentação e ajuste são fundamentais. É preciso atuar com rotinas para perceber o que acontece no momento e, com o aprendizado, melhorar a estratégia continuamente, a fim de manter a eficácia no longo prazo.

Nesse modelo de trabalho, o circuito PDCA se mostra uma ferramenta indispensável porque estabelece um conjunto simples de etapas para nutrir a tomada de decisão com feedback. A partir de então, os responsáveis podem realizar adaptações periódicas, sempre com o diagnóstico mais recente da situação, além de padronizar acertos e corrigir erros.

A aplicação consiste em dividir as atividades em quatro etapas. Veja abaixo.

Planejar (to plan)

Analisar cenários e estabelecer objetivos, metas, estratégias, ações, indicadores etc.

Execução (to do)

Colocar o plano em funcionamento, cumprindo as diretrizes propostas.

Checagem (to check)

Acompanhar e controlar a execução, cobrando o cumprimento dos padrões e levantando dados sobre o desempenho do plano de ação.

Ajustar (to adjust)

Adaptar o plano para corrigir erros e padronizar acertos, bem como para lidar com mudanças de cenário.

A ideia é que as quatro etapas sejam repetidas diversas vezes até que o objetivo esteja concluído. A cada ciclo, o plano é melhorado com feedbacks importantes para manter sua validade diante das circunstâncias e torná-lo mais efetivo.

Quais são as melhores práticas para fazer um plano de ação?

Ao lado das ferramentas, existem uma série de ações simples que podem contribuir com os planos da sua empresa. O objetivo deste tópico é apresentar 6 dicas nesse sentido. Confira!

Elabore um plano de ação do princípio

Estabeleça as diretrizes mais gerais do projeto antes de começar, como os itens da 5w2h já mencionados. A partir deles, será possível delimitar o que é importante nos demais planos e alinhar objetivos gerais e específicos. Muitas vezes, as pessoas só pensam no planejamento quando os problemas já foram implementados, e o ideal é se antecipar.

Coloque o plano de ação no papel

Utilize-se de elementos para visualizar o plano fora da sua cabeça. Pode ser um documento de texto, planilha, mapa mental, rascunho ou qualquer recurso que você se sinta à vontade para trabalhar as informações. Com isso, além de liberar sua memória, você facilita o compartilhamento das informações com colegas.

Tome cuidado com estimativas

Seja moderado ao pensar as condições para que o plano de ação concretize os objetivos. O excesso de otimismo é um dos fatores que mais levam a estratégias descoladas da realidade. Logicamente, sempre procure embasar as estimativas em dados.

Trabalhe a gestão da mudança

Considere quais são os incentivos e como engajar os colaboradores. O motivo é que mudanças causadas por novos planos, como reorganização de times, alterações de rotinas e fixação de metas, geram resistência, e você precisará de uma estratégia para enfrentá-la.

Não se torne o gargalo do projeto

Distribua responsabilidades e delegue tarefas. Especialmente na gestão de projetos, se todas as ações precisarem da atuação direta do líder, o andamento estará constantemente bloqueado à espera de uma decisão. O segredo é mesclar a atuação do gerente com a autonomia dos colaboradores para que o fluxo só seja interrompido quando for imprescindível.

Estabeleça objetivos claros

Cuide para que as diretrizes sejam claras. Para isso, é comum a aplicação da metodologia SMART, segundo a qual toda meta deve ser específica (specific), mensurável (measurable), atingível (attainable), relevante (relevant) e temporalmente definida (time-based).

Outra dica é organizar as metas em um diagrama no modelo do balanced scorecard, a fim de tornar compreensível as relações de causa e efeito entre os objetivos relacionados ao aprendizado e crescimento, processos internos, clientes e finanças.

Qual a importância de um software de gerenciamento?

É bastante improvável que um gestor consiga controlar todas as variáveis com a excelência desejada sem o auxílio de um software de gestão de projetos. Afinal, uma solução em gerenciamento de projetos automatiza algumas tarefas do cotidiano, disparando lembretes de prazos, mostrando por meio de um dashboard se há membros da equipe ociosos ou sobrecarregados, qual o atual percentual de dispêndio de recursos, quais são as previsões estatísticas de custo total do projeto e assim por diante.

Receber dados sobre a evolução do time em tempo real e dispor de relatórios com análise de indicadores de desempenho são enormes diferenciais que separam a adivinhação fracassada da execução de excelência. Além disso, ao utilizar o PDCA, as atividades de checagem e ajuste serão facilitadas pelas informações obtidas com a tecnologia.

Outro ponto importante é a disponibilidade. Se houve uma mudança no plano, é importante que todos os profissionais tenham acesso à alteração, ou não seguirão na direção correta. Ter uma comunicação centralizada e compartilhada facilita o trabalho.

Pense, portanto, o software como a ferramenta para realizar a gestão da informação em todas as etapas, do planejamento ao ajuste com base em feedbacks.

Como aplicar o plano de ação no planejamento e gestão da empresa?

Tanto como fazer um plano de ação, é importante entender as suas aplicações em uma empresa. Assim, os profissionais podem ser mais efetivos e evitar o erro de transformar o planejamento em mera formalidade.

Adapte o plano ao nível

Um primeiro ponto é sempre considerar a abrangência. Existe o uso em nível estratégico, tático e operacional. Além disso, mesmo projetos podem ter planos mais gerais, como o do princípio, e mais específicos, como aqueles voltados para cumprir etapas específicas do cronograma.

Alinhe planos gerais e específicos

Outro é buscar a sintonia entre diferentes níveis de planejamento. Não dá para o plano de ação estratégico seguir a direção “A”, o RH treinar para “B” e a gestão de projetos aprovar propostas voltadas para “C”.

Faça ajustes incrementais

Por fim, ao aplicar o plano de ação, é importante realizar ajustes para manter a validade. No entanto, é preciso tomar cuidado com a forma. Se você altera um plano geral, automaticamente, influenciará os específicos. Logo, melhore pouco a pouco para não correr o risco de quebrar o sistema.

Ao utilizar a ferramenta com esses cuidados e com as diversas práticas descritas ao longo do conteúdo, saber como fazer um plano de ação será um importante acréscimo às suas competências de gestor e à sua capacidade de gerar valor para a empresa. Portanto, avalie suas necessidades no momento, defina recursos disponíveis e comece a construir o seu plano quanto antes para melhorar resultados e alcançar objetivos que farão toda a diferença para o desenvolvimento da empresa.

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Equipe gerenciando projetos em momentos de crise

O diferencial do gerenciamento de projetos em momentos de crise

O gerenciamento de projetos em momentos de crise não começa quando as coisas começam a dar errado ou a sair da única programação do negócio. A verdade é que fazer uma boa gestão de projetos, classicamente, é sobre ter planejamento e um bom plano de contingência.

A ideia é ter escopos delineados para situações que são previsíveis e aplicar um bom método de ação para se adaptar a circunstâncias totalmente inesperadas. A boa gestão de projetos em momentos de crise é sobre uma postura arrojada na dinâmica organizacional, mesmo quando temos uma metodologia norteadora.

Quando o gestor de projetos está equipado com métodos, ferramentas e uma mentalidade colaborativa, as crises são momentos para testar todas as técnicas e conhecimentos, além de renderem muitos aprendizados. E você, como tem enfrentado tais lances rápidos do mercado atualmente? Vamos conversar mais sobre o assunto, venha conosco!

Analisando cenários em tempo real

A tomada de decisão reativa é sinônimo de fracasso diante de cenários instáveis. O segredo está em se adiantar e ter um plano pronto assim que a ação é necessária. Mas isso não é tão simples quando tudo está incerto e as coisas mudam a cada instante. Por isso, é fundamental manter as análises em tempo real: o plano pode mudar a qualquer hora!

A adaptação é fruto desse processo de acompanhar de perto as tendências e os resultados das ações, além de, é claro, as mudanças no mercado, no modus operandi da equipe etc. Sendo assim, a coleta de dados da sua área de atuação — e de todos os fatores relacionados — é a chave para detectar a necessidade de mudanças.

Adaptando a metodologia à realidade

Em momentos de crise, os dados vão alimentando análises que podem mudar totalmente o trajeto e a forma de operar uma determinada questão. Sendo assim, o escopo do projeto não pode ser tratado de modo engessado Ao contrário, ele serve de orientação para moldar o desenvolvimento de acordo com a realidade.

A metodologia é o que garante a organização das etapas. Independentemente do que for feito, você tem uma base sólida de conhecimento, ferramentas e método para ir acompanhando o desempenho, sem se perder no meio das informações. Nesse cenário, os relatórios gerenciais são fundamentais.

Organizando a dinâmica do fluxo de trabalho

A colaboração é um dos pilares para o bom gerenciamento de projetos em momentos de crise. Dessa forma, a ferramenta de gestão deve ter suporte para um ambiente dinâmico e de rápida adaptação. O sistema empregado não pode gerar nenhuma onerosidade para os processos.

As propostas de projeto com fluxo automático de aprovação têm o poder de agilizar a tomada de decisão sobre a seleção dos projetos. Além disso, use o sistema para alocar seus recursos de maneira eficiente, inclusive a performance da equipe. As funções devem ser utilizadas proativamente: faça alertas, evidencie prioridades etc.

A organização do fluxo de trabalho, a simples visualização das tarefas, o andamento de cada uma delas, a comunicação centralizada, as atualizações em tempo real, o agrupamento das informações para gerar relatórios, enfim, para ter tudo isso, é preciso aplicar um sistema rico em funções, cheio de clareza e de praticidade.

Usando ferramentas específicas de controle

Quais projetos geram mais valor para o seu negócio? Você tem o controle desses indicadores? Em cenários de incerteza, é fundamental priorizar aquilo que dá mais retorno e diversificar as análises para descobrir pontos-chave da estratégia naquele determinado momento.

O ideal é obter uma visão dos projetos que seja simples em contemplar se a sua estratégia está sendo refletida e, ainda, se ela é sustentável para aquela situação. Ter essa tela com dados e informações para analisar e tomar decisões também torna a sua gestão mais produtiva. Sendo assim, uma ferramenta perfeita deve fazer:

  • gerenciamento de projetos;
  • gestão de programas e portfólio;
  • gestão de equipes;
  • gestão estratégica.

Fora o sistema de gestão de projetos flexível que se adapte ao seu método, há ferramentas de gestão, necessárias ao seu conhecimento, que são extremamente importantes para momentos de crise e mudanças rápidas. Primeiro, todas as de planejamento estratégico que abrangem a previsão de cenários e algum tipo de análise preditiva de mercado:

  • Matriz SWOT;
  • 5 Forças de Porter;
  • Matriz BCG;
  • Ciclo de Vida do Produto etc.

Esses instrumentos de gestão, sobretudo quando aliados, são capazes de levar você a imaginar planos para cenários instáveis, especialmente avaliando os pontos internos e externos que podem prejudicar ou beneficiar o seu projeto. Documente e reavalie periodicamente o que foi elencado.

Além disso, há as ferramentas que devem ser utilizadas de forma situacional, ou seja, você deve acioná-las para encontrar um resultado específico. O Diagrama de Ishikawa, por exemplo, é uma delas. Para manter o controle, faça uso de kanban, 5w2h, regra 80/20, checklists etc., tudo integrado ao seu sistema de gestão de projetos!

Desenvolvendo uma cultura arrojada

Quanto mais preparado o gestor de projetos estiver, melhor será o desempenho da equipe e os resultados apresentados, mesmo entre as condições mais complicadas. As crises são provas: a sua metodologia é realmente consistente? Ela é competitiva para o seu modelo de negócios? Ela vai sobreviver às tendências e se adaptar às demandas?

Indo um pouco mais além: você está capacitado e equipado com as melhores ferramentas para exercer seu conhecimento, quando ele é realmente crucial para conter ameaças, aproveitar oportunidades e manter tudo funcionando? Superar a crise não é para amadores, então, é hora de avaliar todos esses critérios e adotar os recursos mais eficientes.

O mais importante para o gerenciamento de projetos em momentos de crise é ter todo o suporte para fazer o que você sabe de melhor: cultivar a postura arrojada diante de mudanças. Lembre-se de uma das principais características da sua função: gerenciar riscos e tomar decisões.

O Project Builder é o software de gerenciamento de projetos mais efetivo do mercado. Chegou o momento de você contar com essa expertise para planejar, executar, diagnosticar, medir e corrigir seus processos. Mude agora mesmo: entre em contato e teste gratuitamente!

Gerente gerenciando projetos na pandemia

Gestão de projetos na pandemia: como funciona e qual é o futuro?

A pandemia de COVID-19 impactou o ambiente empresarial e trouxe incertezas para empresários de todos os ramos do mercado. Aqueles que estão mais preparados para lidar com crises financeiras enfrentam diversos desafios, por exemplo, alteração nas demandas dos clientes, dificuldades com a cadeia de suprimentos, redução de custos etc. As exigências aumentaram inclusive para os gestores de projetos em andamento.

Neste post, vamos falar sobre como a gestão de projetos na pandemia se tornou ainda mais importante para as empresas. Além disso, vamos explicar como os projetos funcionam em épocas de crise como causada pelo novo Coronavírus com o gerenciamento remoto. Aqui, você vai descobrir como se adaptar e como será o futuro dessa área, já que a tecnologia está cada dia mais presente nas empresas.

Gostaria de saber mais sobre gestão de projetos na pandemia? Acompanhe a leitura!

Qual é a importância da gestão de projetos na pandemia?

As mudanças ocasionadas pela pandemia afetaram a atuação profissional em todos os segmentos. O novo modelo de atuação baseado em trabalho remoto e métodos inovadores de gerenciar equipes teve que ser implementado para garantir a sobrevivência das organizações. Porém, esse ainda não é o “novo normal”, já que toda a sociedade está em fase de aprendizado e de muitas dúvidas.

O “novo normal” está se formando há alguns meses e a tendência do mercado é promover o desenvolvimento e o aperfeiçoamento das ferramentas que estão sendo projetadas para atender as necessidades de uma nova realidade. Alguns recursos utilizados antes da crise estão sendo melhorados para que o nível de entrega se eleve ainda mais.

A gestão de projetos é muito importante porque os profissionais dessa área já estão habituados com situações incomuns e podem ajudar a lidar com a nova realidade e com os desafios. É preciso criar um senso de pertencimento para os profissionais que já não compartilham mais do mesmo espaço físico.

Como funcionam os projetos no período de pandemia de COVID-19?

Durante a pandemia de COVID-19 ocorreram alterações consideráveis nos projetos de negócios do mundo inteiro. Os profissionais que estavam habituados a trabalhar lado a lado em escritórios foram dispersos devido ao distanciamento e isolamento social. Os empresários tiveram que lidar rapidamente com questões operacionais para evitar o colapso de suas organizações.

Nesse contexto, os gerentes de projetos são os profissionais que estão bem posicionados para trabalhar com essas circunstâncias. Eles estão inseridos em um mundo virtual e desenvolveram habilidades de liderança para projetos, utilizam ferramentas e softwares colaborativos no gerenciamento de projetos. Observe abaixo detalhes sobre o funcionamento de projetos durante a pandemia!

Comunicação virtual

Esse é um elemento de extrema importância no gerenciamento dos projetos. Os planos de comunicação estão sendo colocados em ação por meio de ferramentas virtuais que facilitam a colaboração entre os interessados. Os gestores estão fazendo uso de programas de mensagens instantâneas, plataformas de videoconferência, softwares de gerenciamento de projetos, compartilhamento e armazenamento de arquivos em nuvem para a troca e o acesso de materiais e informações.

Gerenciamento remoto

As equipes trabalham remotamente, por isso o método de comunicação precisa funcionar para todos, inclusive em relação às preferências e necessidades individuais. Ferramentas são utilizadas em conjunto com um plano para rastrear o fluxo de trabalho, as expectativas e o progresso das tarefas, aumentando a eficiência dos colaboradores. É claro que existem outros aspetos importantes e que vão além da comunicação, mas eles dependem dela para que os projetos sejam executados.

Mudança cultural

O cuidado com a saúde e a proteção dos colaboradores é crucial para aumentar a resiliência e a confiança entre as equipes que estão cultivando a cultura digital. A disseminação do novo Coronavírus levou os gerentes de projetos a auxiliar as equipes para que se adaptem às atuais condições. Eles estão intensificando e capacitando os times para usar ferramentas e desenvolver habilidades para trabalhar de maneira digital.

Os líderes procuram tratar os funcionários com empatia e transparência por meio de grupos de mídia social e aplicativos. Na cultura digital, a colaboração, o compartilhamento de aprendizados e de insights entre os colaboradores é indispensável para que a produtividade seja mantida. Por isso os gestores incentivam a interação e essa troca de informações e de experiências.

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Gerenciamento de riscos

Os gerentes de projetos também fazem análises e gerenciamento de riscos em seus projetos. Os planos foram revisados para identificar os pontos negativos que surgiram com os novos métodos de trabalho durante a pandemia. Os projetos estão sendo preparados para imprevistos, com a revisão das finanças, tecnologia, comunicação, recursos e áreas-chave.

Inicialmente, o gestor precisa avaliar quais tarefas ou etapas do projeto serão atingidas e tentar antecipar as chances de interrupção. Em seguida, a mitigação dos efeitos da crise pode ser realizada com a implementação de ações, o uso de ferramentas e de habilidades básicas que fazem parte do seu perfil.

Como se adaptar para manter a gestão de projetos durante a crise?

Diante da crise nas relações político-sociais, economia e saúde, a gestão de projetos é fundamental para a busca de soluções equilibradas para as empresas. Não existe uma resposta pronta para as ações que devem ser tomadas, mas os gestores precisam definir as melhores estratégias para minimizar os prejuízos. Veja algumas para se adaptar durante a crise:

  • estabeleça equipes para a tomada de decisões urgentes;
  • avalie os riscos e esclareça mecanismos de respostas, planos e divisão de tarefas;
  • defina mecanismos de comunicação para fornecedores, clientes e funcionários;
  • mantenha o bem-estar físico e emocional dos colaboradores;
  • desenvolva soluções para riscos e para relacionamento com clientes.

Os gestores de projetos também são competentes para participar de processos de seleção e ajudar a escolher colaboradores conforme as suas habilidades, comportamento, flexibilidade e resiliência. A pandemia poderá atingir a comunicação de projetos que precisarão de planos mais assertivos e o gerenciamento dos riscos necessita de uma abordagem quantificada e formal.

Como é o futuro da gestão de projetos diante da tecnologia?

Os gerentes de projetos lidam com possibilidades, e são eles que farão o futuro acontecer por meio das decisões presentes. Hoje o mundo dos negócios está abalado e os próximos acontecimentos podem ser imprevisíveis. Contudo, a tecnologia trará ainda mais mudanças na gestão de projetos, que é a área mais indicada para lidar com as questões de sobrevivência das empresas em épocas de crise.

Enfim, agora você já sabe como utilizar a gestão de projetos na pandemia e qual é o futuro para os profissionais dessa área. Conte com uma parceria que ofereça soluções e que seja reconhecida dentro e fora do Brasil por fornecer os softwares de gerenciamento de projetos mais bem-sucedidos. As incertezas podem trazer oportunidades e possibilidade de reinventar rotinas!

Deseja obter mais informações sobre o assunto? Então, entre em contato conosco e apresente as suas dúvidas!

Implementação de novas tecnologias

Como preparar a equipe para a implementação de novas tecnologias?

Em um mundo de constante evolução tecnológica, uma das certezas que temos é que mudanças vão ocorrer tanto na nossa vida pessoal quanto na profissional. Nesse cenário, implementar tecnologias passou a ser visto pelas empresas como uma forma de melhorar processos e atingir resultados mais facilmente.

Porém, a velocidade com que as mudanças ocorrem fez com que novos sistemas e ferramentas, metodologias mais avançadas e equipamentos mais sofisticados trouxessem inquietações para os colaboradores nos mais diversos setores empresariais. O novo, o desconhecido e a mudança geram desconforto nas pessoas, independentemente do cargo que ocupam.

Como essas mudanças são inevitáveis, o grande segredo é conseguir ajustar toda a empresa para que os impactos sejam os menores possíveis. O objetivo deste post é apresentar algumas dicas para que você seja capaz de preparar a sua equipe. Além de orientações para engajar todos os colaboradores e mantê-los receptivos às inovações, mostraremos os passos necessários para a implementação de novas tecnologias.

Gostaria de saber um pouco mais sobre o assunto? Confira este conteúdo e fique por dentro!

Por que é fundamental preparar a equipe antes da implementação de novas tecnologias na empresa?
A implementação de novas tecnologias traz muitos benefícios. Porém, os procedimentos também geram resistência dos colaboradores que ficam inseguros com a chegada de novidades. Isso atrapalha a produtividade da organização e o rendimento dos funcionários, causa insatisfação e estresse para as equipes. Por esse motivo, é indispensável prepará-las para receber as inovações como algo positivo e benéfico.

É importante explicar para todos os envolvidos que as tecnologias são necessárias para otimizar as atividades de todos os setores empresariais, visto que elas fornecem dados que auxiliam os gestores na tomada de decisões mais assertivas. Além disso, melhoram a agilidade dos processos e aumentam a qualidade dos serviços ou produtos. Elas trazem excelentes resultados:

viabilizam soluções com segurança;
melhoram o controle por parte dos gestores;
aprimoram a comunicação interna;
auxiliam na interação entre os funcionários;
possibilitam a identificação e resolução de problemas;
ajudam no alcance de metas;
reduzem custos;
aumentam lucros;
aceleram o crescimento organizacional.
Com isso, a organização torna-se mais competitiva no mercado e poderá superar a concorrência. Essas melhorias trarão novas oportunidades para os colaboradores que já fazem parte da empresa com o surgimento de novos planos de carreira. Podem até ampliar o número de vagas se os administradores decidirem investir os recursos na ampliação dos negócios.

Ao trazer novas tecnologias, todos os setores a qual esta novidade seja aplicada se beneficiarão diretamente. Por exemplo: ao optar pelo aluguel de notebooks com tecnologia de ponta, as tarefas dos funcionários são facilitadas, trazendo junto novas oportunidades de capacitação e crescimento pessoal, assim como aumento da produtividade.

Quais são as consequências de não planejar adequadamente essa estruturação?
Para aproveitar todas as vantagens oriundas das inovações tecnológicas é fundamental fazer um planejamento adequado. Além de selecionar os fornecedores e ofertar treinamentos para parceiros e colaboradores, os líderes precisam conhecer profundamente as necessidades da empresa. Ao implementar as novas tecnologias, não deve-se desativar todas as soluções já utilizadas ao mesmo tempo.

Os sistemas anteriores terão que ser substituídos de forma gradual com o acompanhamento da adaptação dos usuários. Com isso, será possível retornar ao uso da solução antiga até que seja identificada uma alternativa viável. Se você decidir fazer grandes investimentos em tecnologia sem avaliar a capacitação dos colaboradores, poderá desperdiçar recursos e enfrentar diversos contratempos.

Provavelmente precisará optar entre treinar os funcionários enquanto as suas funções ficam paralisadas, ou fazer uma seleção de pessoas que já estejam preparadas para o manuseio das tecnologias. Não importa qual seja a escolha, vai gastar tempo e dinheiro para solucionar os problemas. O ideal é implantar gradualmente as soluções inovadoras e ir treinando as suas equipes.

Uma boa ideia é escolher os profissionais que sentem vontade de aprender sobre as inovações tecnológicas e treiná-los primeiro. Depois, eles vão transmitir o conhecimento obtido aos colegas de trabalho que assimilarão os novos métodos durante a rotina. Consequentemente, haverá colaboração entre os integrantes dos times e um esforço conjunto para a adoção das novidades.

Qual é a importância de executar um processo de implementação de novas ferramentas bem estruturado?
Toda empresa de sucesso reconhece o papel de destaque que a tecnologia pode ter para a criação de serviços e processos mais inteligentes. Ao longo dos últimos anos, o uso da TI se tornou fundamental para auxiliar empreendimentos de vários setores a otimizar seu ambiente de trabalho por meio de benefícios como a redução de custos, a integração de equipes e o aumento da automação.

Mas, para que a empresa possa realmente aproveitar os benefícios de uma ferramenta de TI, é fundamental que a implementação de tecnologia seja feita com cuidado. É preciso avaliar corretamente uma série de fatores que possam garantir baixo risco sobre o retorno obtido com o investimento e mitigar a possibilidade de a solução apresentar uma performance abaixo da esperada.

Uma solução para o gerenciamento integrado de projetos, por exemplo, deve ser integrada ao ambiente operacional considerando fatores como a segurança digital, o seu uso pelos diferentes times internos e as normas da empresa.

Isso auxilia o time de TI a realizar uma instalação mais robusta, capaz de evitar cenários de risco e entregar ao usuário uma aplicação eficiente e alinhada com as suas necessidades. Dessa forma, o resultado obtido com a ferramenta sempre será o melhor possível.

Quais são os passos necessários para implementar tecnologias com qualidade?
Como apontamos, integrar tecnologias ao ambiente de trabalho exige cuidados. A empresa precisa estar preparada para evitar cenários de risco e garantir que a solução tenha uma boa performance em médio e longo prazo. Veja abaixo os 14 passos para conseguir realizar esse feito e integrar a TI ao seu dia a dia sem problemas!

1. Defina qual tecnologia será utilizada
A definição de qual tecnologia será implementada deve ser feita preliminarmente. Em algumas situações, esse ponto exige a montagem de uma equipe interna, que ficará incumbida pela definição da solução que será utilizada.

Essa solução pode ser um sistema de gestão empresarial, uma nova metodologia de desenvolvimento de produtos, um novo planejamento e controle da produção ou até mesmo a utilização de novas ferramentas de automação de escritórios.

Implantações de ERP (Enterprise Resource Planning) exigem que todo um estudo de aderência do produto às características da empresa seja feito antes da tomada de decisão de qual sistema deve ser adquirido.

2. Faça uma ampla divulgação
Feita a escolha da nova tecnologia, o próximo passo é informar todos os colaboradores do que será implantado e os seus reflexos no dia a dia.

Deve-se utilizar todos os canais de comunicação disponíveis na empresa. Palestras são uma boa opção, pois permitem que as pessoas façam perguntas acerca do novo cenário que se aproxima.

Utilize os quadros de aviso, intranet, jornais internos e e-mails para atingir o máximo de pessoas. Seja o mais transparente e abrangente possível, evitando que conversas da “rádio-peão” minem a sua estratégia. Não deixe perguntas sem resposta e seja bastante seguro em seus argumentos.

Dê um nome especial para o projeto de implantação e utilize-o em todas as divulgações. Tenha o hábito de apresentar o cronograma de implantação com o seu status, em datas predeterminadas para tal.

3. Revele os ganhos
Apresente os ganhos que serão auferidos. Normalmente, são diferenciais produtivos ou de melhoria da qualidade. Eventualmente, a redução de custos também pode ser alcançada, mas é preciso avaliar todas as variáveis antes dessa revelação.

Não vincule a tecnologia à redução da mão de obra. Na atual situação nacional, com alto nível de desemprego, essa correlação poderá trazer insegurança à equipe e gerar um alto nível de resistência à mudança.

Mostre alguns exemplos de outras empresas que passaram por situação similar e enfatize que os propósitos são sempre de melhoria nos processos e nas atividades operacionais e gerenciais.

4. Escolha seus auxiliares internos
Escolha, dentro de sua equipe, aqueles colaboradores que são mais abertos e curiosos em relação à absorção de novas tecnologias. Pegue-os como parceiros ou como usuários-chave que o auxiliarão com os outros funcionários.

Caberá a esses parceiros agir como facilitadores para a divulgação, sensibilização e adaptação nos diversos setores da companhia.

5. Realize treinamentos
Realize treinamentos específicos, sejam eles de operação, sejam de gestão da tecnologia, para todos os colaboradores que efetivamente vão interagir com as novas ferramentas. Alguns usuários serão treinados apenas nas operações básicas, mas outros deverão ser preparados com conhecimento profundo do novo ambiente.

De nada adiantará a sua empresa adquirir um equipamento de última geração se não tiver, em seu quadro, uma pessoa que saiba operá-lo.

É fundamental que, durante o período de treinamento, os colaboradores estejam totalmente liberados para participar das atividades educacionais. Todos os envolvidos têm de aproveitar o máximo possível dos cursos.

6. Contrate consultores externos
Uma boa política é contratar consultores externos, de empresas especializadas, que tenham experiência e expertise na implantação de novas tecnologias. Eles podem ajudar na condução dos trabalhos tanto no que se refere à parte técnica quanto à parte comportamental.

Normalmente, esses consultores trazem também as melhores práticas que estão sendo utilizadas em outras empresas e em outros países — e que colaboram para o dia a dia das pessoas.

Os fornecedores de hardware e software voltados para soluções corporativas contam com uma equipe especializada para a implantação. Porém, sempre é interessante que exista um ou outro consultor específico e autônomo, que possa auditar e diagnosticar possíveis falhas na condução do projeto.

Esses profissionais são conhecidos como consultores de qualidade e devem acompanhar todas as etapas da implementação. O sucesso depende muito de sua participação e envolvimento.

7. Inclua a gestão de mudanças
Um dos objetivos que podem ser alcançados com a participação de consultores externos é a gestão de mudanças. Esse assunto é de fundamental importância, pois está intimamente ligado às alterações que ocorrerão no cotidiano das pessoas.

Para tal, é primordial uma comunicação eficiente e a realização de eventos com a presença das equipes de implantação e os usuários que terão a responsabilidade de prosseguir com a operação da nova tecnologia.

8. Defina metas e objetivos
Defina metas e objetivos não só para a implementação da nova tecnologia, mas também para o pós-implantação. Determine alvos factíveis de maneira que tragam incentivo e motivação para serem atingidos. Metas de difícil alcance acabam servindo como um fator inibidor e atrapalham mais do que ajudam.

Crie mecanismos de premiação de metas alcançadas e estimule a meritocracia como um diferencial de sua organização. Esse novo modelo de gestão tem trazido grandes benefícios tanto para as corporações quanto para os colaboradores.

As empresas conseguem melhores resultados e os colaboradores são recompensados de várias maneiras. Essa é mais uma forma de manter a equipe focada, engajada, motivada e preparada para futuras mudanças.

9. Mostre que a tecnologia não substituirá ninguém
Para obter sucesso na implementação das novas tecnologias, é preciso enfatizar que elas não vão substituir os colaboradores. Caso contrário, eles vão resistir ou tentar boicotar o uso delas para garantir a sua vaga de trabalho. Reforce que o objetivo da mudança é a facilitação das atividades e a automatização dos processos para eliminar a resistência às alterações.

Explique que as soluções são complementares, eliminando os medos e as dúvidas dos funcionários envolvidos. Antes de iniciar os procedimentos para implantar os sistemas, fale abertamente com os colaboradores deixando-os cientes do que está sendo planejado e de que eles serão preparados para manusear essas ferramentas. Dessa maneira, todos estarão mais preparados para lidar com as modificações.

10. Identifique os profissionais mais empolgados com as novas tecnologias
Observe os funcionários para encontrar aqueles que estão mais acessíveis à aceitação dos novos desafios. Analise o perfil e encontre aqueles que serão peças chaves para iniciar a implementação das inovações tecnológicas na empresa. Essas pessoas conseguem se adaptar facilmente às modificações, aprendem rapidamente e transmitem as novidades para os colegas, permitindo o êxito das estratégias.

11. Conscientize sobre a importância da mudança
Deixe claro que não haverá demissões após a implementação das tecnologias. Os colaboradores, conscientes de que ninguém perderá o emprego, vão ficar mais abertos às mudanças, já que as máquinas normalmente substituem pessoas em empresas de todos os segmentos. Se eles entenderem que a instituição precisa se atualizar para não perder espaço no mercado e encerrar as atividades, estarão mais dispostos a cooperar.

Divulgue as soluções selecionadas e as alterações que vão acontecer nas rotinas das pessoas para otimizar a capacidade produtiva. Prepare algumas palestras para mostrar as etapas, os métodos de implementação e os procedimentos relacionados aos trabalhos. Aponte a importância de contar com os benefícios advindos de sistemas atualizados que promovem melhorias na vida dos funcionários e gestores.

12. Ofereça suporte
Os investimentos em tecnologia englobam a oferta de capacitação aos colaboradores. Sendo assim, inicie com treinamentos para que eles se adaptem às alterações dos procedimentos externos e internos da empresa. Geralmente o suporte não exige muito tempo ou investimentos, desde que as pessoas queiram aprender a usar os novos sistemas e logo estarão trabalhando de forma ágil e eficiente.

13. Ouça a opinião da equipe
Você pode criar reuniões para tratar desses assuntos com maior transparência e possibilitar o diálogo entre os grupos. Faça com que as equipes se sintam parte das mudanças, peça sugestões de ferramentas, envolva-os de modo que os integrantes percebam que também estão decidindo colaborar pelo futuro da empresa. Apresente o plano de ação por meio de uma comunicação efetiva e não permita que informações erradas sejam divulgadas.

14. Monitore os resultados
Use ferramentas de gestão para monitorar o desempenho dos colaboradores e os resultados das atividades. Elas serão muito úteis para solucionar dificuldades e identificar gargalos financeiros e operacionais que estejam prejudicando a lucratividade. O sistema de gestão ajuda os empresários a superarem as expectativas dos clientes, a evitarem falhas e retrabalhos.

Quais são as tecnologias que a empresa pode utilizar para aumentar o seu nível de inovação?
Para implementar tecnologias que sejam funcionais e que possam produzir vantagem competitiva para a empresa, o gestor deve estar atento às principais tendências do mercado. Veja abaixo quais são as soluções que podem ser utilizadas pelo seu negócio para gerar melhores resultados em áreas como a gestão de projetos e o atendimento ao consumidor!

1. Cloud storage
A computação na nuvem trouxe uma série de impactos positivos para as empresas. Ao investir no cloud computing, negócios ganharam mais mobilidade, capacidade de atender rapidamente a demandas do mercado e meios para eliminar o desperdício de recursos.

Parte disso se dá por meio do investimento no cloud storage. Nesse serviço, a companhia pode armazenar um conjunto de dados em um ambiente de nuvem, reduzindo os gastos com armazenamento e melhorando o nível de integração entre as equipes.

Durante um projeto corporativo, por exemplo, os profissionais poderão trocar informações rapidamente. Com um único clique, é possível definir o que será compartilhado e o nível de privilégios que o receptor terá para ler os dados. Assim, a companhia conseguirá trocar informações estratégicas rapidamente sem que os profissionais fiquem expostos a falhas de segurança.

2. Sistema de gestão de projetos
O sistema de gestão de projetos é uma ferramenta integrada para que o gestor possa organizar todo o fluxo de tarefas em cada etapa de modo centralizado. Nele, é possível verificar em tempo real indicadores de performance, a aderência da equipe a prazos, se existem pontos que demandam atenção e todos os que estão envolvidos.

O uso de uma solução de TI para gerenciar o projeto auxilia na manutenção de um fluxo de trabalho de alta performance. Do escopo do projeto aos prazos, tudo será gerenciado com precisão e integração. Assim, a companhia poderá evitar riscos e entregar o melhor resultado possível sempre.

3. ERP
O ERP é um sistema de gestão que pode ser integrado a todos os processos corporativos do negócio. Ele auxilia no gerenciamento centralizado de rotinas como a emissão de notas fiscais, a gestão de ativos, a troca de dados entre equipes e o controle das fichas de cadastro de profissionais.

Diante do seu alcance, o uso do ERP pode ser visto como uma forma de otimizar o trabalho de vários setores. A troca de dados entre equipes será mais ágil, precisa e segura. Além disso, o maior nível de automação, junto à maior precisão dos dados, evitará riscos de segurança e problemas causados por falhas na troca de informações.

4. CRM
O tratamento que o negócio dá a clientes é algo fundamental para garantir o seu sucesso. Quando a empresa acompanha demandas dos consumidores com cuidado e tem um atendimento bem estruturado, ela pode fidelizar mais pessoas e, assim, garantir receitas no futuro (mesmo que problemas ocorram).

Justamente por isso, muitas empresas buscam implementar tecnologias que possam otimizar o atendimento ao consumidor. Uma delas é o CRM (Customer Relationship Management, ou Gestão de Relacionamento com o Consumidor, em uma tradução direta), um software que permite a gestão unificada de todos os dados do consumidor e do seu histórico com a companhia.

Por permitir o acesso e a modificação de cada dado sobre o relacionamento do cliente com a marca em um único local, o CRM é um software crítico para melhorar o atendimento.

Graças a ele, os profissionais poderão escolher rapidamente a melhor forma de atender à demanda do consumidor, agilizar rotinas e melhorar a qualidade do seu trabalho. Como consequência, o cliente sempre terá uma experiência de alta qualidade.

O investimento no setor de TI já é reconhecido por grande parte do mercado como uma forma de tornar qualquer negócio mais eficiente e conectado às suas demandas. Ter uma infraestrutura de TI alinhada a elas auxilia a companhia a atingir melhores resultados em médio e longo prazo, graças ao aumento do nível de performance e inovação de todas as equipes.

Ao implementar tecnologias com cuidado, a empresa consegue integrar times, reduzir o número de erros, diminuir os gargalos operacionais e direcionar as suas estratégias com maior uso de dados. Assim, será possível tomar decisões de qualidade, evitar riscos e garantir que todas as demandas sejam atendidas rapidamente, pontos fundamentais para se tornar um negócio de sucesso no mercado atual.

Quais são os erros comuns no processo de implementação de novas tecnologias que devem ser evitados?
Na hora de implementar as novas tecnologias, os gestores devem ficar atentos para evitar alguns erros que são bastante comuns. Planejar a implantação de novos sistemas com pressa, fazer parcerias duvidosas e subestimar a segurança das informações são falhas que não podem acontecer, pois elas colocam em risco a saúde dos negócios. Veja outros erros que devem ser evitados:

falta de alinhamento das estratégias do negócio com os recursos tecnológicos;
treinamentos insuficientes;
ausência de estratégia de gerenciamento de softwares;
aquisições desnecessárias;
realização de parcerias inadequadas;
adquirir novas tecnologias que deixam os dados desprotegidos;
fazer mudanças repentinas sem observar os manuais de boas práticas.
Enfim, agora você já sabe como preparar a equipe para a implementação de novas tecnologias. A Project Builder oferece um software de gerenciamento de projetos que possibilita a organização ágil de todas as informações empresariais e a disponibilização em nuvem para acesso de qualquer lugar e a qualquer momento. Ele conecta os setores operacionais, táticos, estratégicos, além de integrar as pessoas!

Deseja obter mais informações sobre tema? Fale conosco e tire todas as suas dúvidas com profissionais especializados!

Pessoas fazendo gestão de projeto em PME

Confira os resultados da gestão de projetos em PME

A gestão de projetos é utilizada pelas grandes companhias como um diferencial competitivo. Ocorre que as pequenas e médias empresas (PMEs) também podem ser beneficiadas pelo uso das ferramentas e das ações planejadas por profissionais especializados nessa área. Não é necessário contratar grandes equipes nem investir altas somas para ter um projeto bem-sucedido.

Neste post, vamos falar sobre os resultados e sobre a importância da gestão de projetos em PME. Além disso, vamos fornecer dicas de como fazer a gestão de projetos para pequenas e médias empresas e detalhes sobre agilidade, divisão por etapas, comunicação e treinamento dos colaboradores. Aqui, você também vai encontrar informações sobre redução de erros e muito mais.

Deseja saber mais sobre os impactos da gestão de projetos em PME? Siga em frente!

Entenda a importância da gestão de projetos em PME

O gerenciamento de projetos pode trazer vantagens para a empresa se as suas metodologias forem aplicadas da maneira correta. Além dos benefícios monetários, existem outros que merecem destaque, tais como a melhoria no controle das atividades, a eficácia da comunicação interna e a integração entre as unidades do negócio.

Um projeto gera retorno econômico e aprimora a gestão dos recursos com o cumprimento dos prazos e eliminação dos desperdícios do orçamento. A produtividade aumenta pelo ordenamento na execução e pelo estabelecimento de datas de início e fim dos trabalhos. As mudanças recebem respostas ágeis e são gerenciadas com mais facilidade.

Com a gestão de projetos, os líderes empresariais conseguem aproveitar os conhecimentos e as experiências dos colaboradores para criar ferramentas administrativas que ajudam na alavancagem dos negócios. Contudo, para que tudo funcione perfeitamente, toda a organização deve estar engajada e as resistências superadas.

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Conheça as principais dicas de como fazer a gestão de projetos em PME

Inicialmente, é necessário ser claro e objetivo com os colaboradores que não estão habituados à gestão de projetos. Paradigmas precisam ser quebrados para que a nova metodologia seja aceita por todas as pessoas que trabalham na empresa. O gestor de projetos vai ser responsável por promover a transformação de hábitos e manter os colaboradores motivados e engajados.

O investimento e o esforço dos gerentes somente vão compensar se os novos métodos forem levados a sério e a divulgação for ampla. Evite gastos desnecessários definindo um limite para as despesas, estimulando a redução de custos e fazendo a divisão das tarefas entre os funcionários para não ter perdas financeiras. Veja a seguir outras dicas relevantes!

Seja ágil

Os projetos das pequenas empresas são menos complexos e exigem a participação de um número menor de colaboradores. Aproveite para fazer um gerenciamento ágil sem dispender muito tempo criando o plano de ação. Mantenha o foco na execução das tarefas e no atendimento dos prazos para não sofrer impactos negativos significativos.

Divida um projeto em pequenas entregas

Não se assuste com a complexidade dos projetos. Para facilitar a realização das atividades, divida o projeto em etapas ou em pequenas entregas. Desse modo, os colaboradores vão compreender com facilidade o que precisa ser feito. Organize essas questões e faça um gerenciamento controlando o desempenho de cada participante.

Melhore a comunicação

A comunicação é essencial para o sucesso dos projetos. O gestor precisa se comunicar com clareza e objetividade para que todos entendam os objetivos e as metas a serem atingidas. Ademais, ele cuidará para que todos os envolvidos se comuniquem e estejam em harmonia, trocando as informações necessárias para que o projeto seja um sucesso.

Treine os colaboradores

Caso a ideia seja fazer a implantação de uma cultura de gerenciamento de projetos, saiba que os colaboradores vão ter que passar por treinamentos. Afinal de contas, eles vão utilizar novas ferramentas e aplicar novos métodos nunca vistos antes. Separe um tempo para fazer uma reunião inicial e pedir sugestões de ferramentas que eles, por ventura, já conheçam.

Conte com um software

Existem diversas ferramentas tecnológicas e fáceis de usar ao alcance das pequenas empresas. Um software adequado que não seja complexo demais pode atender às necessidades da organização, facilitar a comunicação, auxiliar para o bom desempenho dos colaboradores, gerar relatórios importantes, apresentar indicadores e agilizar a execução do projeto. Se desejar, conte com uma consultoria ou fale com um especialista e peça a indicação de uma ferramenta adequada.

Descubra quais são os resultados da gestão de projetos em PME

Os resultados da implementação da gestão de projetos na PME não são apenas econômicos. A organização das atividades aumenta a lucratividade e a competitividade no mercado, aperfeiçoa as habilidades dos colaboradores e permite o controle do desempenho de cada um deles. Confira abaixo os principais benefícios da gestão de projetos em PME!

Redução dos erros

Os erros realizados pelos funcionários impactam a longevidade e a saúde financeira do empreendimento. O gerenciamento dos projetos facilita a identificação das falhas, independentemente da área e da função desempenhada pelo colaborador. Dessa forma, se torna possível fazer a correção e evitar que a situação se perpetue, causando prejuízos financeiros desnecessários.

Acaba com o retrabalho

Como você pôde ver, a chance de cometer erros é reduzida ao implantar a gestão de projetos. Consequentemente, o retrabalho é eliminado e as necessidades dos clientes são atendidas de modo satisfatório. As perdas causadas pelo retrabalho simplesmente deixam de existir e os funcionários podem se manter focados no cumprimento de suas atribuições.

Diminui os riscos

Os riscos tendem a diminuir com a conscientização de toda a equipe que trabalha para alcançar resultados. As dificuldades e limitações da empresa são úteis para influenciar a interação entre todos os componentes, para que trabalhem em conjunto pela sobrevivência do negócio. Basta que o gestor dos projetos saiba conduzir as situações e tome decisões acertadas.

Enfim, agora você já conhece os principais resultados e sabe como utilizar a gestão de projetos em PME. Não fique preso ao seu orçamento com receio de enfrentar esse desafio e de investir nessa área. A Project Builder é a melhor solução disponível no mercado, pois se trata de uma empresa referência nacional na implantação de Project Management Office (PMO) ou escritório de projetos.

Ainda tem dúvidas sobre a possibilidade de alcançar os benefícios da gestão de projetos? Entre agora mesmo em contato conosco e receba respostas para seus questionamentos!

pessoas utilizando software de gestão de projetos

Confira os resultados do Carlos após implementar software de gestão de projetos

Você, com certeza, já ouviu falar de como a gestão de projetos é importante, não é mesmo? Ela precisa ser muito bem feita para garantir resultados positivos para uma empresa, inclusive em relação a ganhos e lucros. Para tanto, é fundamental que o responsável por essa tarefa aplique conhecimentos, habilidades e técnicas para integrar as atividades destinadas a se alcançar um objetivo determinado.

Contudo, nem sempre isso é suficiente. Por vezes, é preciso contar com a ajuda da tecnologia para otimizar todos os processos envolvidos nesse contexto tão complexo. Carlos percebeu que isso seria fundamental na realidade da empresa onde trabalha. Por isso, decidiu usar um software de gestão de projetos para melhorar seu fluxo de planejamento e execução.

Será que deu certo? Continue a leitura para descobrir qual foi a experiência dele ao utilizar essa ferramenta!

Quem é Carlos e quais são suas principais dificuldades?

Carlos tem uma carreira de sucesso: é gerente de um escritório de projetos renomado, que presta serviços no setor de serviços voltados para Tecnologia da Informação. Ele é daqueles que está sempre presente nas redes sociais e procura se atualizar a respeito das últimas tendências de mercado que possam facilitar seu trabalho.

No entanto, ultimamente ele tem enfrentado algumas dificuldades. O volume de informação e demanda que Carlos recebe está alto, e ele precisa gerenciar melhor seu tempo e o da equipe, de modo a priorizar tarefas e responsabilidades. Além disso, é fundamental que ele consiga identificar o sucesso, os erros e os riscos nos projetos de seu processo.

Ainda, ter tudo muito bem registrado em um relatório de métricas e evolução. A solução que ele encontrou diante de todas essas questões foi implementar um software de gestão de projetos. Então, agora, vamos descobrir como essa transformação aconteceu.

Como ele implementou um software de projetos?

Depois de pesquisar na internet a respeito de soluções para seus problemas e perceber que um software de gestão de projetos poderia ajudar, Carlos chegou até o site da Project Builder. Uma empresa brasileira focada em soluções voltadas para o gerenciamento de processos e reconhecida no Brasil e no exterior pela qualidade de seu trabalho. Depois de ver a demonstração da ferramenta, ele ficou muito interessado.

Afinal, percebeu que aquele poderia ser o caminho certo não apenas para implementar melhorias em seus processos, mas também para levar um pouco mais de inovação para a empresa. Assim, entrou em contato com um consultor e logo recebeu retorno: durante a conversa, ele explicou suas dificuldades e foi apresentado ao melhor plano para saná-las de vez.

Assim que a contratação foi feita, Carlos recebeu a orientação completa para realizar a implementação do software e começar a usá-lo em suas tarefas. O mesmo consultor o ajudou nessa etapa e ficou responsável por desenvolver e aplicar seu projeto de onboarding dentro da plataforma.

Em pouco tempo, o gerente de projetos aprendeu como administrar cada função da ferramenta e como utilizá-la com aproveitamento máximo em seu dia a dia. Como a adaptação foi muito rápida e simples, é claro que os resultados apareceram com a mesma agilidade, não é mesmo? Veja só o que Carlos percebeu em pouco tempo de uso.

Quais foram os principais resultados que essa mudança trouxe?

O cotidiano de Carlos continuou bastante atribulado, repleto de tomadas de decisões importantes e com foco em atingir objetivos de maneira acertada para a empresa. Contudo, ele passou a realizar suas tarefas de um jeito muito mais prático e efetivo. Esses foram os resultados que essa mudança trouxe para ele:

Maior controle de informações

A primeira mudança que Carlos percebeu foi que ele passou a ter um controle muito maior de informações. A tecnologia do software de gestão de projetos contribuiu, e muito, para reunir todos os dados realmente importantes em cada processo. Dessa maneira, ele passou evitar falhas, começou a levar variáveis importantes em conta e nunca mais deixou nenhum detalhe importante de fora do gerenciamento.

Melhora do monitoramento de tarefas

Uma parte essencial do gerenciamento é que as tarefas sejam executadas corretamente e pela pessoa certa. O software permitiu que Carlos não apenas controlasse quem faz o que, mas também monitorar e entender o progresso de cada processo.

Como a delegação de tarefas ficou muito mais exata e concreta, a produtividade e a eficiência da equipe mostraram um aumento expressivo, o que fez com que vários projetos começassem a ser finalizados bem antes do prazo, e novos em seguida.

Mais facilidade para a colaboração e a comunicação

Como o acesso de dados pode ser compartilhado, ficou muito mais fácil para a equipe de Carlos trabalhar de forma colaborativa. O que, por sua vez, também produziu uma mudança intensa na comunicação entre os envolvidos no projeto. Os ruídos nas mensagens e orientações foram eliminados, já que os profissionais passaram a ter mais subsídio para suas funções: com direito a registro e acompanhamento pela ferramenta.

Melhoria da avaliação de resultados

Por melhor que um gerenciamento seja feito, tudo será em vão sem uma avaliação precisa dos resultados. Por meio do software, Carlos conseguiu montar relatórios amplos e completos, inclusive sobre o desempenho da equipe, para visualizar quais metas foram ou não cumpridas. Assim, diante de qualquer falha, ele soube como corrigir e como amenizar possíveis impactos no desenvolvimento do projeto.

Viu só como é importante contar com uma ferramenta como essa no gerenciamento de projetos? Com ela, Carlos conseguiu eliminar todas as suas dificuldades e obter resultados muito melhores, tanto para a empresa quanto para sua equipe. É assim que deve ser!

A jornada de Carlos é apenas uma história que a gente usou para mostrar quanto essa situação é corriqueira no ambiente corporativo. Contudo, se você se identificou com ela, é hora de procurar a Project Builder. Nosso software de gestão de projetos pode ser o que você precisa para melhorar seu gerenciamento de demandas e resultados, e alavancar de vez a produtividade da equipe.

Não perca mais tempo! Entre em contato conosco para saber mais.

diagrama de ishikawa

Saiba como usar o Diagrama de Ishikawa na gestão de projetos

Você sabe como utilizar o Diagrama de Ishikawa na gestão de projetos? Também conhecido como Diagrama de Causa e Efeito ou Diagrama de Espinha de Peixe, essa ferramenta auxilia na análise de processos e é uma das 7 ferramentas de qualidade.

Atualmente, há diversas ferramentas que auxiliam na gestão de projetos. Algumas melhoram a produtividade, o fluxo de trabalho, o gerenciamento de riscos, os conflitos com equipes e a identificação e causa dos problemas, como o Diagrama de Ishikawa.

Se você quer saber mais sobre esse método e como aplicá-lo em seu projeto, continue lendo este conteúdo.

O que é o Diagrama de Ishikawa?

Criado em 1943 pelo Engenheiro Químico japonês Kaoru Ishikawa, esse diagrama permite a análise de falhas ou dispersões de resultados dentro de organizações e tem como principal objetivo mapear as causas de um determinado problema.

Esse sistema pode ser aplicado em qualquer área de trabalho e facilita o entendimento detalhado dos processos, encontrando os problemas e determinando soluções para cada um deles.

Uma das vantagens do Diagrama de Ishikawa é a sua capacidade de mostrar diversos pontos de vistas, compartilhando o conhecimento e incentivando que os membros das equipes analisem as possíveis causas e entendam como isso impacta todo o sistema.

A metodologia fornece uma fácil conexão visual, pois todos os fatores envolvidos são dispersos do lado esquerdo do diagrama, formando uma espinha de peixe, e do lado direito, ao final da espinha, é demonstrado o efeito/problema. Além disso, essa metodologia traz causas primárias ou macro causas que podem apresentar ramificações com causas secundárias.

A utilização desse diagrama é muito ampla. Por exemplo, na gestão de projetos ele pode ser utilizado para entender porque as entregas de determinado setor sempre atrasam. Ishikawa dizia que, com essa ferramenta, é possível identificar a causa-raiz e solucionar esse problema.

No caso citado, à primeira vista o gestor poderia julgar que a equipe não era produtiva o suficiente, mas, ao criar o diagrama, outras causas podem aparecer, como prazo de produção muito pequeno, problemas com a mão de obra, entregas atrasadas dos insumos da produção ou pouco estoque disponível.

Como aplicar o Diagrama de Ishikawa em projetos?

Por ser simples e fácil de utilizar e visualizar, essa ferramenta apresenta resultados mais eficientes quando comparados a outras ferramentas. Antes, essa metodologia analisava quatro grandes causas, mas, com o aperfeiçoamento do sistema, agora são seis grandes causas avaliadas: método, máquina, medida, meio ambiente, mão de obra e material — os 6M’s.

Para montar o diagrama, é importante reunir todas as pessoas envolvidas no projeto e realizar um brainstorming para identificar os fatores. Quanto mais pessoas para analisar, melhor, pois são os pontos de vistas diferenciados que ajudam a encontrar a causa-raiz de um problema.

Veja o passo a passo completo.

Defina corretamente o problema

O primeiro passo é identificar corretamente o problema. No caso já citado, falamos que o problema era o atraso recorrente das entregas de um setor. A partir desse problema, é possível analisar e encontrar causas. Se ele não for bem definido ou delineado, as causas não serão encontradas e, provavelmente, as soluções propostas não vão mitigá-lo.

Liste e agrupe as causas em categorias

A equipe deve listar todas as causas do problema e elas devem ser agrupadas em categorias. O Diagrama de Ishikawa leva em consideração seis grandes causas, mas delas podem partir outras. Confira cada uma delas.

Métodos

Aqui avalia-se todos os métodos utilizados na atividade. No exemplo que estamos utilizando, seria avaliado o documento que norteia o setor que sempre entrega as demandas em atraso. Qual o método operacional daquele setor? O que era esperado como procedimento padrão? Nesse caso, é preciso identificar se o método escolhido é o mais eficiente para a situação.

Máquinas

Nessa categoria, devem ser compilados os problemas que envolvem os maquinários. Se as entregas estão atrasando, é preciso avaliar se o maquinário não está dando conta, se está obsoleto, se precisa de manutenção ou se os equipamentos escolhidos podem ser a causa-raiz do problema.

Materiais

Os insumos e materiais necessários para os processos podem interferir na qualidade e nos prazos de entrega. Por isso, é preciso avaliar essas causas com cuidado. O problema pode ser uma falha de um fornecedor, ou seja, uma causa externa que está impactando no processo. Nesse caso, é preciso verificar se há possibilidades de trocar de fornecedor ou exigir maior qualidade dele nas entregas.

Mão de obra

Nessa categoria, serão apontadas as causas relacionadas à mão de obra, ou seja, à força operacional da empresa. Indiretamente serão avaliadas a capacidade e a motivação da equipe envolvida no projeto.

Quando a causa-raiz é na capacidade da mão de obra, é sinal de que os funcionários não foram bem treinados ou bem escolhidos para aquela tarefa. Se a causa for motivação, de alguma forma a empresa não está conseguindo oferecer benefícios e incentivos que torne o colaborador mais engajado e produtivo.

Meio ambiente

Ao avaliar o meio ambiente, é preciso considerar fatores do meio ambiente de trabalho, como calor, umidade, luminosidade, bem como a ergonomia. Esta refere-se à qualidade do local para melhorar o trabalho do colaborador, significando um melhor posicionamento dos equipamentos, dimensão do local e ergonomia das cadeiras e equipamentos, que influenciam diretamente no processo produtivo.

Medida

Nesse fator, consideram-se os instrumentos padrões de medição, pois a causa-raiz pode estar no modo incorreto de mensurar o projeto. Muitos processos utilizam normas e fatores para medir o sucesso, assim, um equipamento descalibrado ou a falta de inspeção pode ocasionar em erros e falhas.

Depois de agrupar as categorias, também é possível utilizar a matriz de priorização para ajudar na hierarquização de acordo com a gravidade ou importância de cada causa.

Desenhe o diagrama

O próximo passo é, de fato, construir o diagrama. Com as causas e o efeito bem claros, você deve desenhar uma seta horizontal que aponte para a direita e colocar o efeito na extremidade dessa seta. Depois, faça traços diagonais no corpo da seta e coloque as causas encontradas. As causas de maior impacto devem ficar mais próximas do problema, e as de menor impacto no final. O resultado se parecerá com uma espinha de peixe.

Analise o diagrama e planeje soluções

Ao final, com o diagrama criado, é preciso analisá-lo e planejar soluções. Essa metodologia não leva às soluções de forma automática, é preciso que toda a equipe analise, interprete e identifique qual a causa-raiz e qual a maneira mais efetiva e rápida de resolvê-la. Mesmo que você identifique mais de um problema, é preciso fazer um diagrama por vez e traçar causas e ações para aquele problema especificamente.

Portanto, o Diagrama de Ishikawa traz diversos benefícios para as empresas e é uma das ferramentas que facilita a gestão de projetos. Em conjunto com outras estratégias, ele pode melhorar a visibilidade dos problemas, hierarquizar e priorizar causas, aperfeiçoar processos, envolver toda a equipe e potencializar os resultados.

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gestão de projetos em empresa de óelo e gás

5 impactos da gestão de projetos em empresas de Óleo e Gás

Como a gestão de projetos ajuda em empresas de óleo e gás? Projetos que envolvem a exploração de petróleo precisam de uma sistemática forte para que o controle, as aprovações e o acompanhamento se desenvolvam corretamente.

Sem a padronização dos procedimentos e um planejamento técnico e estruturado, é difícil manter a qualidade e se posicionar frente aos desafios. Assim, a gestão de projetos em empresas de óleo e gás se faz extremamente necessária.

A seguir, entenda os impactos positivos da gestão no cenário do offshore.

Qual a importância da gestão de projetos nessa área?

É comum que projetos falhem em diversos segmentos do mercado brasileiro, e os setores de energia, infraestrutura, óleo e gás também estão nessa lista. Grande parte desse insucesso se deve à falta do correto gerenciamento de projetos e da não aplicação das práticas eficientes e eficazes.

Por isso, para evitar falhas e erros, otimizar custos e melhorar as entregas, é importante utilizar metodologias que possam ser aplicadas na indústria de óleo e gás, como o Guia de Melhores Práticas de Gerenciamento de Projetos (PMBOK).

Primeiramente, é importante nomear um gerente de projetos para que ele crie e gerencie todo o planejamento, desde o estabelecimento de metas, escolha da equipe, monitoramento e controle até a entrega dos resultados. É necessário também que os gestores reconheçam a importância do planejamento e deixem de tomar decisões baseadas em sentimentos ou improvisos momentâneos.

Além disso, a gestão de projetos garante a eficiência e ajuda na identificação de gargalos operacionais na empresa, como o dimensionamento da estrutura organizacional, falta de logística, pouca governança, ausência de processos de gerenciamento de riscos e outros planejamentos necessários.

Ou seja, um projeto pode ser considerado bem-sucedido quando ele obtém uma avaliação positiva de quem o solicitou e atende todas as expectativas de custo, prazo e qualidade acordada, e para que isso aconteça, a gestão de projetos é fundamental.

Quais são os impactos positivos da gestão de projetos em empresas de óleo e gás?

As fases de um projeto precisam ser seguidas progressiva e sucessivamente, conforme os padrões estabelecidos. Para facilitar a organização e definição, o ciclo de vida é dividido em cinco fases.

  1. identificação da oportunidade;
  2. projeto conceitual;
  3. projeto básico;
  4. execução;
  5. encerramento.

Cada uma dessas etapas é subdividida e alocada em setores e equipes disponíveis. Assim, ao utilizar uma gestão qualificada, fica mais fácil garantir os resultados, seguindo os padrões esperados. Confira os principais benefícios da gestão de projetos para as organizações de óleo e gás.

1. Redução de custos

Todo gestor precisa estar atento às reduções de custos possíveis, e no setor de óleo e gás isso é fundamental. Projetos desse setor têm custos milionários e cada erro de cálculo ou entrega pode impactar negativamente no orçamento disponível. Por isso, ao aplicar os métodos de gestão, é possível identificar todos os gastos envolvidos, criando metas e objetivos a cada etapa.

Além disso, ao utilizar a tecnologia e softwares que auxiliam na organização e planejamento, fica mais fácil determinar prioridades, estabelecer treinamentos para a equipe quando for necessário, e até cortar custos, conforme a avaliação dos prazos e os indicadores.

2. Aumento de produtividade

A gestão serve para padronizar e determinar o que cada colaborador deve fazer e quando isso precisa ser feito. Portanto, uma rotina é estabelecida, e isso impacta diretamente na produtividade das entregas.

Com a gestão de projetos bem aplicada em empresas de óleo e gás, não é preciso que o colaborador perca tempo em atividades desnecessárias e que podem ser otimizadas. O planejamento já estará delineado e a equipe organizada, sendo necessário apenas colocar o trabalho em prática.

3. Melhorias nas tomadas de decisão

Todo gestor deve tomar decisões em sua rotina de trabalho. Contudo, essas ações podem ficar difíceis e gerar insegurança, caso elas não sejam baseadas em dados. Ainda é comum encontrar líderes que dizem tomar decisões baseados por suposições. No setor de offshore, por exemplo, uma decisão errada pode significar a perda de milhões de dólares.

Portanto, a gestão de projetos traz para a empresa o uso de metodologias para a escolha das ações. Dessa forma, toda decisão tomada, por mais que seja difícil ou que envolva muitos fatores, terá sido feita com base em dados concretos que subsidiam aquela escolha.

4. Gerenciamento de riscos

Um bom gerenciamento de riscos é preponderante para empresas de óleo e gás. Nessas organizações, há muitos fatores externos envolvidos que precisam ser levados em conta para alcançar o sucesso. O valor do dólar, o mercado internacional, as bolsas de valores e o consumo interno e externo são fatores que impactam os resultados, mas que não podem ser coordenados ou alterados.

Por isso, o gestor deve utilizar todos os dados e recursos disponíveis para controlar da melhor maneira os recursos humanos e materiais da organização e se preparar para minimizar ou mitigar os riscos e incertezas, caso eles ocorram.

Assim, uma gestão de projetos auxilia no gerenciamento de riscos, protegendo e criando valor para as organizações, melhorando os processos de tomada de decisão, deixando claro os riscos e incertezas, alinhando contextos internos e externos e sistematizando e estruturando ações.

5. Melhora no cumprimento de prazos

Os projetos no setor do petróleo são bastante complexos e envolvem vários fatores. Por isso, é comum que orçamentos sejam estourados e os prazos descumpridos. Portanto, por mais que imprevistos e erros possam acontecer, é dever do gerente de projetos criar planejamentos que auxiliem no acompanhamento do cronograma de cada etapa.

Dessa forma, caso uma equipe atrase já será possível criar parâmetros e perspectivas para que todo prazo não seja impactado. Além disso, mesmo que haja problemas, é importante informar ao cliente um novo prazo e explicar o que aconteceu e o que está sendo feito para contornar a intercorrência.

Portanto, estabelecer e guiar projetos na área de óleo e gás não é simples. Além de contar com uma equipe experiente e capacitada, um bom gestor deve utilizar as metodologias de gestão de projetos e as ferramentas certas para auxiliar em cada etapa.

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gestão de projetos em empresas de serviço

Conheça os benefícios da gestão de projetos em empresas de serviço

Os projetos são criados com o planejamento de ações e visam a sua execução e o acompanhamento, monitoramento e controle das atividades que são estabelecidas em um cronograma para beneficiar os empreendimentos. Quer saber como funciona a gestão de projetos em empresas de serviço? Você encontrará as respostas que está buscando no decorrer deste artigo!

A gestão de projetos tem sido essencial para o sucesso dos estabelecimentos de diversos ramos do mercado. Ela é considerada uma chave para o sucesso, pois garante a fluidez nos níveis organizacionais, conseguindo agilizar os mais variados processos. Neste post, vamos falar sobre os resultados e sobre os principais benefícios que podem ser obtidos com a gestão de projetos em empresas de serviços.

Descubra ainda informações importantes sobre cumprimento de prazos, controle sobre o ROI, aumento da produtividade, atendimento ao cliente e outras vantagens da gestão de projetos. Vamos falar também sobre os impactos da gestão de projetos em empresas de serviços. Ficou curioso para saber mais sobre o assunto? Acompanhe a leitura até o fim e fique por dentro!

Como funciona a gestão de projetos em empresas de serviço?

Os projetos seguem um roteiro que é elaborado pelo profissional especializado nesse segmento, sendo que cada projeto envolve o gerenciamento de dez áreas: integração, escopo, custos, qualidade, aquisições, recursos humanos, comunicação, risco, tempo e partes interessadas. O gerente responsável se comunica com os clientes e presta atendimento personalizado para criar um projeto adequado para cada caso.

O profissional que elabora o projeto precisa registrar todos os recursos envolvidos fazendo um planejamento completo. A seguir, o projeto criado para a empresa é executado por um grupo de colaboradores que realizam atividades temporárias com o objetivo de atingir um determinado objetivo. Sendo assim, deve haver um dia designado para o início e uma data estabelecida para o fim do projeto, com prazos fixados para o cumprimento de tarefas.

Mas, ainda que exista um prazo estabelecido para a sua concretização, não há uma garantia de que tudo acontecerá conforme o planejado. Durante a execução das atividades ocorrem mudanças e situações imprevistas que não podem ser controladas pelo gerente de projetos. Entretanto, ele consegue minimizar os atrasos usando ferramentas que antecipam ocorrências e permitem a readequação das datas.

As estruturas organizacionais das empresas de serviços que fazem a gestão de projetos são diferenciadas. Geralmente, elas têm ao seu dispor o gerente de projetos que cuida exclusivamente de projetos específicos, e o gestor de competências que gerencia as equipes que vão seguir o cronograma. Os colaboradores envolvidos na realização das tarefas vão inserindo informações no sistema para auxiliar na comunicação entre os dois profissionais e o grupo.

Quais são os principais benefícios da gestão de projetos em empresas de serviço?

A gestão de projetos é uma ferramenta indispensável para tirar os planos do papel, que exige habilidades técnicas dos colaboradores participantes. Porém, as empresas que investem nesse tipo de trabalho alcançam inúmeras vantagens. Veja a seguir os benefícios mais comuns da gestão de projetos!

Melhor cumprimento dos prazos

As informações relativas aos projetos são centralizadas para a entrega de resultados excelentes. A integração dos dados possibilita o gerenciamento de equipes múltiplas de modo que é possível saber o que cada colaborador está fazendo para atingir a suas metas. Ademais, permite a priorização de demandas e o controle total do fluxo de tarefas para que os prazos sejam cumpridos em dia.

Contudo, o cumprimento do cronograma depende do grupo de trabalho e de diversas circunstâncias. Se ocorrer um evento inesperado, o gerente de projetos analisa as informações e tenta renegociar os prazos com antecedência para evitar conflitos. As datas podem ser alteradas se isso não causar impactos com efeitos negativos irreversíveis aos negócios. Vale destacar que a gestão de projetos utiliza metodologias de controle para que essas mudanças sejam seguras.

Controle sobre o ROI

O retorno sobre os investimentos é uma consequência da execução das atividades registradas no cronograma. O projeto tem custos, mas permite o controle da sua lucratividade e possibilita a eliminação de despesas desnecessárias, a antecipação de receitas e a negociação de preços mais vantajosos com os fornecedores.

Aumento da produtividade

O gestor de projetos normalmente elabora um cronograma em conjunto com a equipe de colaboradores. Nesse cronograma, fica registrado o tempo necessário para a efetivação de cada atividade agendada. Com isso, a gestão do tempo é aprimorada e não existem lapsos para a ociosidade, aumentando significativamente a produtividade do grupo.

Outro fator relevante é que a gestão de projetos facilita o levantamento de inúmeras informações para a antecipação de erros. Isso dá aos líderes a chance de agilizar a tomada de decisões que são definidas com base nos dados mapeados, para resolver os problemas aumentando a eficiência da empresa.

Melhoria do atendimento ao cliente

Por meio da gestão de projetos os clientes recebem informações atualizadas sobre a realização dos trabalhos, têm suas necessidades atendidas e suas ideias analisadas. Portanto, eles ficam satisfeitos ainda que aconteçam eventos inesperados até a finalização do projeto, tendo em vista que vão receber exatamente o que desejam. Com as suas expectativas atendidas, os clientes vão indicar a empresa de serviços para outros parceiros, oportunizando o acesso a novos negócios.

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Quais são os resultados da gestão de projetos em empresas de serviço?

A gestão de projetos contribui para o crescimento das empresas levando-as a atingir o nível de excelência desejado e aplicando técnicas diferenciadas para melhorar a estrutura física, os equipamentos, as tecnologias e colaboradores. Os principais impactos da gestão de projetos em empresa de serviço são os seguintes:

  • integração de todos os departamentos;
  • comunicação assertiva;
  • atendimento eficiente ao cliente;
  • modernização dos sistemas;
  • visão amplificada dos processos;
  • automatização dos processos financeiros e gerenciais.

Além disso, as empresas que aderem à gestão de projetos recebem certificações que são fundamentais para a sua evolução, por se tratarem de diferenciais competitivos. A certificação atesta que a organização atende aos padrões normativos, estando de acordo com as boas práticas de mercado e oferecendo os serviços de profissionais qualificados para as suas funções.

Enfim, a gestão de projetos em empresas de serviços agrega valor aos trabalhos diferenciados oferecidos aos clientes. Com isso, os preços podem ser aumentados elevando os lucros em conformidade com a ampliação da capacidade produtiva. Todas as informações dos projetos são documentadas e podem ser utilizadas para avaliações sobre os trabalhos prestados.

A Project Builder oferece solução completa para a gestão de projetos em empresas de serviço, propiciando a obtenção dos melhores resultados. Com uma equipe de profissionais altamente capacitados, ela atende pequenas, médias e grandes empresas, organizando informações, integrando os parceiros envolvidos nos projetos, revelando as necessidades das organizações e realizando uma série de planejamentos para a alavancagem dos negócios!

Gostaria de saber mais sobre essa ferramenta incrível que é a gestão de projetos em empresas de serviço? Assine a newsletter e receba novidades em seu e-mail!

crescimento organizacional

Como utilizar a gestão de projetos para o crescimento organizacional?

A gestão de projetos é um dos meios de garantir o crescimento organizacional, pois ela tem um papel importante na criação e organização de estratégias que tornam empresas mais competitivas.

É por meio dos projetos que as mudanças ocorrem e as ações são implementadas, por isso, a gestão se torna tão significativa no contexto das organizações. Há várias metodologias que podem ser utilizadas nessa gestão e cada uma delas tem um objetivo diferente.

Dessa forma, caberá ao gestor analisar as opções que melhor alinhem as expectativas, a organização das equipes, a priorização das ações e o atendimento das expectativas dos stakeholders.

Se você quer entender melhor a relação entre a gestão de projetos e o crescimento organizacional, continue lendo este conteúdo.

O que é a gestão de projetos?

De acordo com o guia PMBOK, Project Management Body of Knowledge, a gestão de projetos é o conjunto de conhecimento, técnicas, habilidades e uso de ferramentas que facilitam o planejamento, a execução e o monitoramento de um projeto.

Projeto pode ser definido como um esforço temporário para criar um produto ou serviço, ou atingir uma meta específica. Por isso, podemos dizer que projetos são únicos, já que apresentam objetivos claros, prazo determinado e conjunto de recursos limitados.

A gestão de projetos pode ser dividida em cinco fundamentos. São eles:

  1. inicialização;
  2. planejamento;
  3. execução;
  4. acompanhamento;
  5. encerramento.

Dessa forma, o gerente de projetos deve ser capaz de tirar o projeto do papel e colocá-lo em prática. É por meio dessa gestão que haverá alterações de escopo, mudanças de equipe, ajustes no prazo, entre outras ações que garantam a finalização bem-sucedida de um projeto.

Assim, para garantir um bom gerenciamento e, consequentemente, o crescimento organizacional é importante que o gestor não seja apenas o chefe ou distribua as funções, mas lidere a equipe e proponha ações que tragam resultados.

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 Como a gestão de projetos ajuda no crescimento organizacional?

Algumas empresas ainda ignoram a importância da gestão para o crescimento da empresa. Mas, atualmente, é impossível dissociar os dois conceitos. Com um cenário empresarial tão desenvolvido e com intensa inovação tecnológica, fica cada vez mais difícil se diferenciar e crescer sem uma gestão de projetos.

Para acompanhar as mudanças, implantar uma gestão com foco em resultados é primordial. Assim, o gestor consegue identificar várias demandas, gargalos e outras características do processo que não eram acompanhadas, pois as ações nunca foram pormenorizadas.

Veja outras formas do crescimento organizacional por meio da gestão de projetos.

Acompanhamento das atividades

Todo gestor ou CEO deseja aumentar o faturamento e vender mais. Contudo, poucos sabem responder qual o motivo que os impede de realizar o aumento naquele mês. Alguns podem dizer que os custos de produção não podem ser reduzidos, outros que a produtividade da empresa está abaixo do esperado. Mas como saber ao certo onde mexer?

É nesse cenário que entra a gestão de projetos e o gerenciamento das ações. Somente com essa organização é possível acompanhar e identificar as atividades e encontrar erros, falhas ou possibilidades de otimização. Dessa forma, identifica-se se o erro é estrutural, de equipe, de insumo, de fornecedores ou de logística.

Identificação de gargalos

Os gargalos são as fontes de perda de tempo e dinheiro das companhias. Quando um setor ou um projeto fica parado, é preciso identificar o motivo rapidamente e resolvê-lo. Mas, sem parâmetros e métricas definidos, fica mais difícil e devagar encontrar os erros e solucioná-los, impactando diretamente nas entregas e no crescimento da empresa.

Na gestão de projetos, há vários métodos que facilitam isso, como a matriz GUT e o diagrama de Ishikawa. Essas ferramentas ajudam o gestor a isolar e encontrar as informações primordiais para solucionar um problema.

Proposição de melhorias

Ao acompanhar as atividades e identificar gargalos, as proposições de melhorias se tornam mais claras. Mesmo que não seja viável realizá-la naquele momento, como a troca de uma máquina, fica mais fácil para o gestor planejar mudanças e investimentos a longo prazo. Assim, é possível prever custos e possibilidades de retorno mediante o gerenciamento das informações.

Tomadas de decisão baseada em dados

Não é mais possível tomar decisões baseadas em práticas intuitivas e apostas arriscadas. Nesse sentido, a gestão de projetos e o conceito de business intelligence (BI) são altamente recomendados para tomadas de decisões mais objetivas.

Com a gestão de projetos e utilização de softwares e ferramentas, as decisões são baseadas em práticas recomendadas e dados concretos da sua empresa. Assim, fica mais fácil tomar decisões difíceis e que podem impactar positivamente ou negativamente no crescimento organizacional.

Como softwares de gestão auxiliam o crescimento organizacional?

O conceito de sucesso de um projeto vai muito além de atender ao escopo, ao tempo e a custos previstos. A satisfação do cliente deve ser uma das principais metas, afinal, esse é um dos caminhos para o crescimento organizacional.

Quando você entrega um produto ou serviço no tempo certo e com qualidade, você está melhorando a percepção do cliente quanto à sua empresa e essa atitude pode gerar vendas recorrentes e indicação para outras pessoas. Mas como facilitar isso?

Ao utilizar softwares e ferramentas que gerenciam os projetos, você estará mais perto do crescimento organizacional. A ferramenta da Project Builder, por exemplo, auxilia no gerenciamento de projetos, gestão de portfólio e programas, gestão de equipe e gestão estratégica.

Ela traz soluções para o gerenciamento de projetos e ainda permite a personalização conforme o método escolhido. Além disso, seu layout clean e simples, facilita a identificação dos recursos e updates em tempo real. Esse controle ajuda no gerenciamento dos projetos e também na gestão das equipes envolvidas em cada etapa.

Assim, a gestão de projetos traz diversos benefícios para as empresas, como o crescimento organizacional. Ela é a visão da organização como um todo, acompanhando e desenvolvendo projetos de maneira organizada e planejada. Portanto, se você está em busca de crescimento organizacional, utilizar os recursos da gestão de projetos é a melhor maneira.

Além disso, os softwares também ajudam muito nesse processo. Se você está em busca de uma solução, fale com um consultor, conheça mais sobre as funcionalidades e diferenciais do software da Project Builder e experimente a ferramenta.