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Gestão de processos: 5 dicas de como estruturá-los

Os processos são as etapas essenciais na conquista de resultados do negócio. Cada avanço depende deles e é por isso que o gerenciamento precisa ser efetivo e de qualidade. Para alcançar essa performance, o ideal é contar com uma boa gestão de processos. Graças a ela, há uma completa organização dessas etapas e o melhor aproveitamento de seus impactos. Para que seja eficiente, é preciso que ela seja implementada de maneira consistente.

Na sequência, confira 5 dicas para estruturar a gestão de processos e acerte em sua elaboração!

Como fazer a estruturação adequada?

Os processos de um negócio não podem acontecer de maneira aleatória ou improvisada. É indispensável consolidar uma atuação que considere as principais necessidades e as potencialidades. Por isso, o ideal é estruturar essas etapas segundo algumas práticas.

Para que não restem dúvidas, separamos 5 medidas para colocar em prática e acertar na estruturação. Confira!

1. Realize um diagnóstico e um mapeamento

Reconhecer a situação atual é o primeiro passo para ter sucesso nesse procedimento. Por isso, comece com um diagnóstico para entender quais são os processos atuais, onde estão os principais gargalos e o que se encaixa melhor na situação do negócio. É interessante elaborar um mapeamento para entender onde estão todos os processos e como as etapas se relacionam. Quanto maior for a visibilidade, melhores serão os resultados obtidos com a gestão.

2. Elabore um planejamento estratégico

Depois dessa identificação inicial, é o momento de montar um plano que gere resultados efetivos. O planejamento estratégico tem a ver com quais processos entram, quais ficam, quais saem e quais serão modificados. Para nortear as decisões, basta considerar os objetivos estratégicos do negócio.

Se a intenção for obter maior dinamismo, é preciso reduzir a burocracia e tornar as etapas mais ágeis. Já se a intenção for ampliar a qualidade, pode fazer sentido incluir etapas voltadas para esse assunto. É nesse momento que devem ser definidos aspectos como o desempenho a ser alcançado, as métricas que serão utilizadas e o cronograma de implementação.

3. Monte um planejamento operacional

Ao falar nas ações que serão executadas, é o momento de se preocupar com o planejamento operacional. A ideia é definir como tudo deve ser feito, dentro dos limites e dos recursos disponíveis. É nessa hora que são especificadas as mudanças e como elas serão colocadas em prática. Também, é nessa fase que devem ser definidos os novos fluxos de processos e a nova organização. Esse planejamento operacional traz diretrizes importantes sobre como consolidar as alterações e como fazer esse projeto dar certo.

4. Ajude a equipe no processo

Mesmo que a gestão de processos pareça simples e não envolva muitas mudanças, é importante considerar os recursos humanos. É indispensável que os colaboradores estejam engajados e, principalmente, preparados. Se for necessário, treine o time para se adaptar às mudanças e executar os novos padrões. Dessa maneira, é possível garantir que as pessoas estejam prontas para entregar os resultados esperados.

5. Acompanhe e melhore continuamente

A gestão de processos não envolve apenas o planejamento e a execução das mudanças. Ela também inclui tudo o que acontece depois e como isso se relaciona aos objetivos estratégicos. Por isso, é indispensável ficar sempre de olho na performance. Confira os resultados e, com base nas métricas e indicadores, planeje outras mudanças. Ao investir na melhoria contínua, é possível aproveitar tudo o que esse procedimento tem a oferecer.

Quais os benefícios de uma boa gestão de processos?

Adotar as medidas desse gerenciamento é essencial para consolidar resultados positivos no negócio. Inclusive, essas medidas são indispensáveis para fortalecer o crescimento e o sucesso da empresa. Na sequência, descubra quais são as principais vantagens de uma boa gestão de processos e tire todas as suas dúvidas!

Maior visibilidade

Com uma gestão organizada e bem fundamentada, é possível ter muita visibilidade sobre o negócio e as etapas que o compõem. Isso ajuda a tomar decisões melhores, bem como permite que a atuação seja mais efetiva, já que considera os possíveis impactos nos vários pontos de atuação. Para conquistar um bom gerenciamento, isso faz toda a diferença e garante que os resultados a longo e médio prazo sejam otimizados.

Aumento da produtividade

Outro ponto interessante da gestão de processos é que ela permite obter uma elevação no nível de produtividade. Afinal, é possível garantir uma atuação dinâmica, eficiente e que atende, especificamente, aos interesses do negócio. Também, ocorre uma redução no nível de retrabalho, o que eleva ainda mais a eficiência. Isso leva a um aproveitamento melhor das pessoas, dos suprimentos e até das oportunidades disponíveis.

Redução dos custos

Já que a produtividade se eleva, é natural que ocorra uma diminuição nos custos gerais. Dessa maneira, é possível cumprir orçamentos de projetos com mais facilidade, por exemplo. Também, é uma forma de melhorar o retorno sobre investimento e o nível geral de lucratividade.

Aumento da competitividade

Não menos importante, essa é uma maneira de garantir um nível reforçado de competitividade. Afinal, com menos custos, mais lucro e mais eficiência, seu negócio sai à frente dos demais. Isso é indispensável para gerar novos resultados e até consolidar outros projetos. Dessa forma, é possível fazer com que os objetivos sejam alcançados de modo sistemático.

Como a tecnologia pode ajudar?

A verdade é que a gestão de processos pode ser favorecida pelo uso da tecnologia. Ela agiliza as etapas, reduz os riscos de erros e melhora a centralização de informações. Dessa forma, é possível reforçar vários aspectos e atingir os objetivos.

Nesse sentido, é preciso buscar ferramentas que incluam esse uso. Vale a pena recorrer a softwares diversos, como um sistema de gestão de projetos. Como eles são importantes para consolidar resultados variados, incluem processos que devem ser executados da melhor maneira. É por isso que vale a pena adotar as alternativas adequadas. Assim, todo o gerenciamento sai favorecido.

A gestão de processos tem que ser colocada em prática de maneira estruturada, seguindo alguns passos. Com essas dicas, você terá a chance de obter os melhores resultados para a empresa.

Já que falamos em estrutura, entenda tudo sobre a padronização de processos e descubra como colocar tudo em prática.

vendas complexas

Entenda como vendas complexas podem ser facilitadas

Exigindo um acompanhamento próximo e um gerenciamento contínuo, as vendas complexas são caracterizadas por um ciclo mais longo de negociações.

Durante esse processo, não é raro que o gestor precise realizar um trabalho dividido em várias etapas, conduzindo minuciosamente o cliente pelo funil de vendas até o fechamento do negócio.

Pode parecer burocrático e trabalhoso, mas nesse texto vamos desmistificar as vendas complexas. Nosso objetivo será mostrar que nem sempre o que é complexo precisa ser complicado. Acompanhe esse conteúdo e veja como facilitar esse processo.

Quais tipos de negociações podem ser considerados vendas complexas?

As vendas complexas costumam envolver mercadorias e cenários com características como:

  • negociações de altos valores;
  • elevado volume de produtos;
  • prospects com dores mais complexas e acentuadas;
  • necessidade de experimentação alongada do produto;
  • contratos de extensa duração e com pagamentos recorrentes;
  • aprovação de várias esferas hierárquicas;
  • vendas de produções futuras, comuns no mercado agro e no automobilístico;
  • produtos que envolvam um período de instalação em empresas, comuns no mercado de softwares.

Apesar de, geralmente, estarem associadas ao mercado B2B, também podemos encontrar exemplos de vendas complexas B2C. Um exemplo que podemos considerar são as negociações de imóveis. Além de circular e várias etapas de aprovação, os altos valores são importantes fatores de decisão.

No cenário B2B, qual o primeiro passo para facilitar uma venda complexa?

A natureza diferenciada de uma venda complexa pode ser intimidante. Por isso, trabalhá-la de outra forma pode tornar seu desenvolvimento mais fluido e simples.

O primeiro passo para alcançar essa simplificação é transformar esse tipo de venda em um projeto. Existem diversas metodologias que podem te ajudar a fazer essa transição e alcançar ótimos resultados.

A venda de produtos ou serviços de alta complexidade muitas vezes foge de um padrão de trabalho, fazendo com que cada processo tenha exigências específicas. Ao considerar o grande número de ações envolvidas e as características distintas das vendas, encarar cada uma delas como um projeto diferente pode ser a chave para o seu sucesso.

Como transformar uma venda complexa em um projeto?

Ao lidar com uma venda como um projeto, você adquire mais controle sobre ela, podendo tomar ações distintas de acordo com a realidade de cada negociação. Trabalhando em formato de projeto, você conseguirá fazer uma entrega mais personalizada e única.

Para te ajudar, preparamos uma lista com alguns dos mais eficazes métodos de facilitação das vendas complexas. Acompanhe.

SPIN Selling

É a mais famosa metodologia de vendas complexas da atualidade. Seu funcionamento consiste em auxiliar o vendedor a apresentar as qualidades da sua solução por meio de 4 perguntas. Cada uma delas está associada a uma das letras SPIN:

  • situação: essa etapa envolve um diagnóstico do cliente. O foco principal é coletar dados e compreender a realidade do cliente;
  • problema: aqui você deve identificar as dores do cliente. Ouça-o e tente fazer com que ele mesmo identifique os problemas que enfrenta;
  • implicação: nessa etapa você deve identificar quais as consequências das dores do cliente para o negócio, acentuando a necessidade de buscar uma solução;
  • necessidade: finalmente é o momento de focar a solução que você tem a oferecer. O objetivo é fazer com que o próprio cliente aponte as soluções que precisa e reconheça seu produto como a resolução.

Sempre releve que uma compra complexa abrange fortes componentes racionais. Por isso, é muito importante conduzir a negociação de modo que o próprio cliente enxergue na sua solução a resolução para as dores dele.

Challenger

Também conhecida como Challenger Sale, essa metodologia surge a partir de uma identificação de 5 perfis básicos de vendedores:

  • construtor de relações: marcado por ter uma ampla rede de contatos e por não contestar seus clientes, busca ressaltar a máxima de “o cliente tem sempre a razão”;
  • trabalhador árduo: também caracterizado como um workaholic por trabalhar além dos horários, produz com base na quantidade;
  • solucionador de problemas: é atento aos detalhes e focado em todo o processo para garantir o sucesso de vendas;
  • lobo solitário: costuma ser muito confiante e prefere trabalhar sozinho, de maneira mais individualista;
  • desafiador: aquele que sempre toma a iniciativa das negociações apontando soluções com convicção, mesmo que contrariem a opinião do cliente.

Percebendo que o perfil “desafiador” apresenta um desempenho muito superior nos resultados de vendas, essa metodologia emula atitudes naturais do perfil como etapas de um processo. Dentre elas, destacamos:

  • ensinar o valor do seu produto ao cliente;
  • personalizar discursos para atender às dores do cliente;
  • assumir o controle de vendas em andamento.

Ao traçar todo esse processo, você terá informações mais precisas sobre seu cliente. Assim, sua equipe fará um discurso unificado, consultivo e didático, promovendo um cenário melhor para o fechamento de contratos.

Sistema Sandler de vendas

Tal metodologia tem como principal característica o fato de evitar conflitos com o cliente e, ao mesmo tempo, não colocar de lado suas considerações de negociação.

Muitas vezes, o cliente busca redução de preços ou aumento de benefícios na contratação de um serviço. No método Sandler, o foco é mostrar para o cliente que tudo o que o vendedor busca é o melhor para o negócio dele.

Dessa forma, ele assume o controle da negociação e toma uma postura de que a solução para o negócio do cliente é a sua. Ele demonstra que a preocupação com a empresa do cliente está acima de quaisquer outros fatores, como preços e comissões pessoais.

Como seria a criação de um projeto próprio para facilitar as vendas?

Considerando cada processo de vendas como um projeto individual, é necessário criar um escopo, construir um cronograma de atividades e fazer o levantamento de custos.

Concretizada essa etapa e elaborados os conteúdos dos três itens citados, você já tem a possibilidade de desenvolver um projeto de qualidade, desde que tenha as ferramentas corretas para a gestão do projeto.

É aí que entra o Project Builder, um sistema de gestão de projetos, portfólios e estratégias. Ele permite agilidade e assertividade nas tomadas de decisão e apresenta recursos de dashboards, indicadores e relatórios. Tudo para otimizar seu processo de vendas complexas.

Entre em contato com a Project Builder e conheça todos os detalhes da ferramenta que tem tudo para impulsionar suas vendas!

brainstorming

Brainstorming: entenda o que é e sua importância

Brainstorming (ou tempestade de ideias) é um termo bastante utilizado em organizações e grande facilitador da gestão de projetos. Essa técnica levanta ideias e soluções para problemas ou a criação de novos produtos e serviços.

Esse tipo de reunião é muito comum em agências de marketing e startups, pois são negócios extremamente ligados à criatividade. Porém, esse método pode ser usado dentro de qualquer negócio e auxilia na percepção de novas ideias.

Se você quer entender melhor sobre esse assunto e descobrir por que é importante investir nesse método, continue lendo este conteúdo.

O que é o brainstorming?

A técnica do brainstorming foi proposta em 1940 pelo executivo norte-americano Alex Osborn. Essa metodologia foi criada com o objetivo de ser uma reunião com intensa geração de ideias, provocando disrupções e transformações, por meio de soluções inovadoras e fora da caixa.

Ao propor esse tipo de reunião, é possível que pessoas de várias áreas contribuam com percepções diferentes sobre o mesmo assunto. De acordo com o criador da metodologia, ela deve ter as seguintes características:

  1. quantidade: é importante que haja muitas ideias para excluir as que não se aplicam e ficar com as mais direcionadas ao problema;
  2. flexibilidade: uma ideia inovadora, provavelmente, não surgirá das ações tradicionais. Por isso, a flexibilidade é importante para inovar;
  3. liberdade: as ideias não devem ser julgadas ou criticadas;
  4. interatividade: as ideias devem ser combinadas e aperfeiçoadas por todos, por isso, não há um dono da ideia, mas sim um grupo que trabalhou bem uma possibilidade;
  5. tangibilidade: as ideias propostas na reunião precisam ser viáveis em ações concretas. Caso contrário, elas existirão apenas durante o brainstorming.

É importante ressaltar que o brainstorming não acaba com o fim da reunião. É preciso documentar e organizar as ideias que surgiram e fazer uma análise crítica, pensando em viabilidade e desvantagens de cada uma delas.

Como fazer uma sessão de brainstorming?

De modo simples, a sessão de brainstorming pode ser definida nas seguintes fases:

  • explicação do problema;
  • anotação das ideias individualmente;
  • apresentação das ideias para o grupo;
  • discussão das proposições;
  • agrupamento e condensação.

Na prática, essa reunião pode acontecer de formas variadas, dependendo do número de participantes e até do setor da empresa. Mas há algumas dicas que devem ser seguidas em qualquer caso. Confira.

Certifique-se de que todos entendam o que é o brainstorming

Muitas reuniões de brainstorming acabam não dando em nada, pois os participantes não entendem sua funcionalidade ou acreditam que seja um encontro para fazer uma lista de ideias. Primeiramente, o gestor ou líder deve explicar e falar sobre o problema em questão. Depois disso, a dinâmica deve ser explicada, mostrando que ela preza pela liberdade e flexibilidade e que todos têm o direito de opinar e dar sugestões.

Escolha uma técnica

Outro ponto importante é que, antes de começar a reunião, o líder precisa identificar a melhor técnica. É possível, por exemplo, utilizar o modelo de diagrama de afinidade, em que os participantes colocam suas ideias em post-its, que serão agrupados e debatidos de acordo com as afinidades do tema.

Há também a possibilidade de utilizar o modelo de Canvas, em que as ideias são separadas em um diagrama e elencadas em problemas, resultados esperados e objetivos. A gamificação também é um excelente recurso para esse tipo de reunião. Como a sessão tenta aguçar a criatividade dos participantes, desafiá-los e criar um jogo em torno das ideias pode trazer resultados muito positivos.

A reunião de brainstorming, normalmente, é feita presencialmente. Contudo, com o tempo escasso nas empresas, é possível utilizar ferramentas colaborativas online que possibilitem a inserção de ideias e discussões.

Conte com um mediador

É importante escolher um responsável para trabalhar como mediador e facilitador. Como a dinâmica propõe o confronto de ideias e muitas discussões, caso não haja uma pessoa neutra para processar e cuidar do fluxo das ideias a sessão pode perder o seu objetivo. Por isso, essa pessoa será um guia, ajudando para que a equipe não perca o foco e para que as melhores ideias sejam escolhidas.

Tenha um tema definido

Para evitar que a equipe fique perdida ou que a reunião se estenda por muito tempo, é importante definir um tema — seja em uma pergunta, tópico ou expressão. Isso ajudará os colaboradores a entenderem por que estão ali e quais são os objetivos do brainstorming. Por exemplo, a reunião será realizada para criar um software para empresas de consultoria para agilizar o pagamento.

Não repreenda más ideias e estabeleça um tempo limite

O brainstorming tem esse nome porque a proposta é que realmente seja uma chuva de ideias. Obviamente, nessa tempestade muitas coisas serão boas e outras nem tanto, contudo a equipe deve aceitar todas as ideias, sem repreendê-las ou julgá-las. Afinal, mesmo que uma ideia não seja 100% útil, ela pode servir de base para uma outra proposta.

Outro fator importante para manter a produtividade é estabelecer um limite de tempo. Isso ajuda a pressionar o grupo e mantê-lo focado no objetivo inicial. Caso não exista essa limitação, as pessoas começam a se distrair ou dar ideias demais.

Tenha um grupo heterogêneo

Quanto mais cabeças pensantes de diferentes áreas, melhor. De fato, um brainstorming com muitas pessoas pode ser ruim, mas o número certo de participantes de cada setor pode ser fundamental para trazer pontos de vistas diversos sobre o mesmo assunto.

Registre tudo e não discuta todas as propostas

Seja em um quadro ou com a ajuda de post-its, é preciso que todas as ideias sejam registradas e documentadas. Assim, não se corre o risco de perder algo importante. Além disso, não é preciso que todas as ideias sejam discutidas em profundidade, afinal, depois de escritas, algumas delas claramente não são viáveis ou são repetidas, portanto podem ser eliminadas.

Como essa prática pode ajudar as empresas?

O brainstorming é muito importante para empresas e pode ser utilizado em qualquer setor. Esse método tem dois focos principais: estimular o pensamento fora da caixa, que vai trazer soluções inovadoras para a organização, e a melhora do clima organizacional.

Mesmo que essa técnica não seja utilizada nos recursos humanos, a sua contribuição é muito importante para envolver colaboradores e melhorar a afinidade das equipes. Além disso, com o escopo da solução em mãos fica mais fácil verificar sua aplicabilidade e possíveis falhas.

Por isso, podemos concluir que o brainstorming é uma estratégia interessante para estimular a criatividade dos funcionários e trazer inovações para a empresa. Cabe ao gestor propor essas reuniões e aprimorá-las com o tempo.

A matriz de priorização, assim como uma reunião de brainstorming, também tem o foco na escolha das melhores opções. Se você quer saber mais sobre esse tema, leia nosso post no blog!

pdca

Ciclo PDCA: uma ferramenta imprescindível ao gerente de projetos!

O Total Quality Control (Controle Total de Qualidade) surgiu nas grandes indústrias e tem por objetivo aplicar melhorias contínuas nos processos. Uma de suas ferramentas é o ciclo PDCA – responsável por planejar processos, aplicá-los, prever falhas, solucioná-las e conferir resultados. O Ciclo PDCA possui uma vasta área de aplicação, podendo ser útil a diferentes tipos de empreendimentos, pois atua em diversas frentes focando na melhoria contínua. Portanto, é útil para desde grandes indústrias a pequenos comércios.

Você já usa o PDCA na sua empresa, sabe para que ele serve e que vantagens essa ferramenta de gestão traz para a melhoria dos processos, projetos e produtos desenvolvidos por sua equipe? Sim, sim e sim? Então merece os parabéns, porque esse é um sinal mais que claro de que está realmente preocupado em trabalhar com mais eficiência! Já se as respostas foram negativas, vale ficar de olho no nosso post de hoje, porque mostraremos direitinho o que o Ciclo PDCA pode fazer por você e por sua equipe! Pronto?

Foco do Ciclo PDCA

O Ciclo PDCA — também chamado de Ciclo de Deming ou Ciclo de Shewhart — é uma ferramenta de gestão que tem como objetivo promover a melhoria contínua dos processos por meio de um circuito de quatro ações: planejar (plan), fazer (do), checar (check) e agir (act). O intuito é ajudar a entender não só como um problema surge, mas também como deve ser solucionado, focando na causa e não nas consequências. Uma vez identificada a oportunidade de melhoria, é hora de colocar em ação atitudes para promover a mudança necessária e, então, atingir os resultados desejados com mais qualidade e eficiência.

Esse método de análise e mudança de processos parte do pressuposto de que o planejamento não é uma fase estanque — ou seja, não acontece uma única vez —, tampouco é absoluta. Por isso, no decorrer do projeto pode ser preciso mudar o planejamento. E o Ciclo PDCA ajuda a fazer exatamente esse controle, que é contínuo, contribuindo para que cada processo se desenvolva da melhor maneira possível.

As aplicações da ferramenta

Atualmente, o PDCA expandiu seu propósito inicial, que estava ligado à implementação da qualidade total nas indústrias. Em praticamente qualquer área em que se faça gestão, o ciclo pode trazer benefícios, bem como auxiliar a melhoria contínua das práticas organizacionais.

Na gestão de pessoas, por exemplo, é uma maneira de lidar com os gaps de competência das equipes, ajustando os recrutamentos, avaliações e treinamentos internos. Igualmente, é possível utilizá-la em busca do aumento da produtividade, em que métodos de trabalho, tecnologia, incentivos etc. são submetidos ao filtro das quatro etapas, buscando erros, acertos e melhorias.

Por sua vez, na gestão de projetos, é uma forma de não se fechar às mudanças, além de possibilitar a evolução incremental, ou seja, baseada em ajustes contínuos e graduais. Também é uma medida para centralizar os esforços com clareza, uma vez que os alvos — pontos de melhoria — estarão muito bem delimitados com as repetições do PDCA.

No desenvolvimento de produtos a relação é ainda mais evidente. A cada nova experimentação, a equipe aprende qual o gap entre o resultado esperado e o produzido, retomando ao planejamento para definir ajustes até que a solução esteja pronta para ser entregue ao cliente.

Perceba, portanto, que a ferramenta é bastante versátil, e o seu domínio será muito útil para o gerente em diferentes momentos e atividades. Até porque as situações apresentadas são apenas exemplos do que pode ser feito.

Origem do Ciclo PDCA

Na década de 20, um físico norte-americano chamado Walter Andrew Shewart — muito conhecido por sua atuação na área de controle estatístico de qualidade — criou o ciclo PDCA. Porém, só na década de 50 ele foi popularizado em todo mundo pelo, também americano, professor William Edwards Deming, conhecido por dedicar-se às melhorias dos processos produtivos dos EUA durante a segunda guerra mundial e por ter o título de guru do gerenciamento de qualidade.

Fases do Ciclo PDCA

Por mais que a teoria determine quatro fases para o Ciclo PDCA, isso não significa que elas aconteçam linearmente. Na verdade, essa divisão serve apenas de ilustração para que possamos entender como o processo de melhoria contínua acontece. Confira uma a uma:

Planejar

Na fase do planejamento são estabelecidos os objetivos e as metas do ciclo. Que problema você resolverá dessa vez? Por que é preciso resolver essa questão?

Mas antes de tudo, é imprescindível que o gestor saiba como realizar um planejamento de projeto. Ele deve ter conhecimento sobre diversos modelos de planejamento para realizar uma avaliação e, só então, selecionar o mais adequado e assertivo para o projeto em questão.

Também é nesse momento em que você e sua equipe definirão os indicadores de desempenho, que mostrarão se o objetivo final está mesmo sendo alcançado. Os indicadores são um meio claro pelo qual é possível avaliar o andamento dos resultados. Trata-se de uma medida, quantitativa ou qualitativa, capaz de captar informações relevantes sobre a evolução do projeto observado.

É ainda no planejamento que você determina qual será a metodologia de trabalho usada para encontrar a solução de tal questão, assim como é também nessa etapa que se dá o desenvolvimento do plano de ação, isto é, o encadeamento de ações necessárias para que o objetivo seja cumprido.

Ferramentas auxiliadoras como Diagrama de Ishikawa, Gráfico de Pareto, brainstorming e 5W2H poderão ser muito úteis nesta fase, para dar suporte à tomada de decisões. Quanto melhor for o planejamento, melhores metas serão atingidas. Deve-se lembrar de que a fase de planejamento é sempre a mais complexa e a que exige mais esforços. No entanto, quanto maior for o número de informações utilizadas, maior será a necessidade do emprego de ferramentas apropriadas para coletar, processar e dispor estas informações.

Fazer

Após identificar todos os problemas e traçar as metas que devem ser alcançadas, é hora de fazer acontecer. Nessa fase, o plano de ação é colocado em prática segundo o que foi planejado, cuidando para que não haja nenhum tipo de desvio pelo meio do caminho. Se não for possível executar o planejado, será preciso voltar à fase anterior e verificar os motivos de o planejamento ter falhado. Já se a iniciativa for executada conforme o previsto, deve-se partir para a próxima fase, encarando a análise dos resultados.

Antes de iniciar a fase de execução é preciso educar e treinar todos os envolvidos no processo para garantir que estejam comprometidos e tudo saia conforme o planejamento realizado na fase anterior. Somente uma equipe capacitada é capaz de agir de maneira alinhada e ter foco nos objetivos corretos.

Checar

A fase de checagem começa juntamente com a fase de implementação do plano de ação, afinal, quanto mais cedo os resultados forem acompanhados, mais rapidamente você saberá se o planejamento deu mesmo certo e se os resultados serão atingidos. Nessa fase é preciso fazer um monitoramento sistemático de cada atividade elencada no plano de ação e comparar o previsto com o realizado, identificando gaps que podem ser sanados em um próximo ciclo, assim como oportunidades de melhoria que podem ser adotadas futuramente. Avaliar a metodologia de trabalho adotada também ajuda a verificar se a equipe está no caminho certo ou se é preciso modificar algum processo para se ter mais êxitos durante o decorrer do projeto.

Para essa fase, é de suma importância que haja o suporte de uma metodologia estatística. Assim, é possível evitar erros e poupar tempo e recursos. A análise realizada na fase “checar” mostrará se os resultados estão de acordo com o que foi previamente planejado ou se é necessário ajustar o caminho.

Agir

Em caso de todas as metas terem sido atingidas, esta é a fase em que se adota o plano aplicado como padrão. Caso algo não tenha saído como planejado, é hora de agir corretivamente sobre os pontos que impossibilitaram o alcance de todas as metas estipuladas.

Com a análise de dados completa, é preciso passar para a realização dos ajustes necessários, corrigindo falhas, implantando melhorias imediatas e fazendo com que o Ciclo PDCA seja reiniciado, visando aprimorar ainda mais o trabalho da equipe.

Muitas pessoas já fazem o uso dos passos do Ciclo PDCA mesmo sem ter o conhecimento da ferramenta. Provavelmente você já tenha executado pelo menos algumas das fases de maneira intuitiva. Porém, o conhecimento teórico e mais aprofundado da metodologia irá possibilitar que você e sua equipe aproveitem ao máximo dos benefícios.

Processo de melhoria contínua

Com o pensamento de que é sempre possível melhorar, o Ciclo PDCA não prevê um fim para sua execução. Assim, a cada ciclo concluído dá-se início a outro, sucessivamente, até que seja possível encontrar um padrão mínimo de qualidade para atender às expectativas do cliente e tornar a empresa cada vez mais eficiente em seus processos.

Cada vez que o ciclo PDCA se repete para solucionar um problema ou obter melhoria contínua, o próximo ciclo tende a ser mais complexo. O plano e as metas passam a ser mais ousados e tudo fica mais difícil de aplicar. É necessário que toda a equipe seja bem treinada e esteja preparada para alcançar objetivos ambiciosos.

Só é preciso tomar cuidado para não se ater a detalhes insignificantes, pois a demora em uma fase qualquer do projeto pode impactar todas as demais. Então, defina um padrão mínimo de qualidade e, quando atingi-lo, passe para a próxima etapa. Caso futuramente surja a oportunidade de implementar alguma melhoria a mais, você pode aproveitá-la em um novo projeto ou ainda sugerir ao cliente que faça a mudança, desde que não haja impacto nos custos ou no prazo do projeto.

O ciclo PDCA evita erros nas análises e padroniza as informações do controle de qualidade. Por esse motivo, pode ser empregado com muito sucesso em casos de transição para uma administração voltada para a melhoria contínua.

Ciclo PDCA e Ciclo PDSA

Se você já conhecia o método PDCA e já utilizava em sua companhia antes de ler este post, talvez também tenha ouvido falar sobre o ciclo PDSA. No meio corporativo existe muita confusão com as nomenclaturas. Significam a mesma coisa? São métodos diferentes? Podemos dizer que ambos têm o mesmo objetivo — a melhoria contínua — entretanto, não significam a mesma coisa.

O PDSA foi introduzido após o PDCA, também por Deming. Este método surgiu da necessidade de aprendizado sobre processos e produtos. O método surgiu para complementar o PDCA adicionando uma etapa de desenvolvimento de estudo com o objetivo de agregar conhecimento.

Vamos analisar o significado das siglas:

  • PDCA: Plan (Planejar) – Do (Fazer) – Check (Checar) – Act (Agir)
  • PDSA: Plan (Planejar) – Do (Fazer) – Study (Estudar) – Act (Agir)

A diferença de um método para o outro se dá na substituição da fase Check pela fase Study. Portanto, percebemos que a terceira etapa do ciclo passou a ser mais completa. Ao invés de apenas checar e conferir o que está sendo feito, é proposto que seja realizado um estudo, uma análise mais profunda sobre os fatos.

Podemos entender o ciclo PDSA como uma evolução natural do ciclo PDCA, pois propõe que as pessoas ponderem e compreendam mais ao invés de apenas checarem o andamento do projeto.

Principais erros ao usar o PDCA

Como existem muitas informações espalhadas sobre a ferramenta, é natural que alguns gestores encontrem dificuldades para identificar o que realmente é válido e cometam erros. Ao todo, podemos listar, pelos menos, seis equívocos bastante comuns.

Não fazer o planejamento adequado

Saber se o que foi planejado é suficiente ou insuficiente é o primeiro desafio para aplicar o Ciclo PDCA. Aqui, na expectativa de ver as coisas acontecerem logo, os gestores podem deixar lacunas importantes, com consequências nas etapas posteriores.

Um exemplo é não ter um alvo concreto. Sem metas claras, não haverá um resultado esperado para ser comparado com o obtido. Logo, a checagem não medirá a lacuna no desempenho, tampouco levantará erros e acertos.

Por isso, procure uma ferramenta que ofereça uma lista de verificação, a fim de completar o planejamento: a ideia é literalmente ter uma tabela com itens que precisam estar presentes para aprovar o plano. Como recomendação, os critérios da metodologia Smart podem ser adaptados.

Específico (specific)

O plano deve ser claro em relação ao que se pretende, com objetivos e metas que não deixem espaço para dúvidas.

Mensurável (mensurable)

As metas devem ser quantificáveis. Isto é, o gestor deve conseguir medir quanto do resultado esperado foi alcançado.

Atingível (attainable)

O que foi pensado deve ser razoável, considerando as forças e fraquezas da equipe, bem como as oportunidades e ameaças do contexto.

Relevante (relevant)

Os resultados precisam caminhar na mesma direção. As metas de cada etapa devem contribuir para os resultados gerais do processo ou projeto, que, por sua vez, devem promover os objetivos gerais da organização.

Temporal (time-base)

Por fim, o plano deve conter o período de realização, ou seja, quando o que foi previsto deve ser concretizado.

Falta de capacitação da equipe

Outro erro é que não basta o PDCA ser uma conduta exclusivamente praticada pelo líder, a equipe precisa comprar a ideia e também dominar a ferramenta. Logo, é um ajuste que demandará um certo tempo para ser concluído e ações de gestão da mudança.

Resumidamente, é preciso identificar o nível de cada colaborador, com avaliações de desempenho. Depois, desfazer os hábitos já consolidados e treinar os modelos de comportamento propostos. Por fim, reforçar a mudança, com cobrança e incentivo, até que a transformação esteja consolidada.

Falta de acompanhamento das etapas

Um terceiro erro é não entender quando e como realizar cada uma das etapas. Esse problema é mais frequente quando existem diversos projetos ou processos simultâneos, e o gestor precisa entender o esforço já realizado em cada um deles para avaliar os erros, acertos e pontos de melhoria.

Atualmente, a melhor solução para fazer esse acompanhamento é buscar um software que centralize as informações e melhore a comunicação do time. Sempre que um colaborador executa uma ação, em qualquer etapa, é preciso que todos os interessados tenham acesso à informação, para que possam dar os andamentos pertinentes.

Outra dica é dedicar bastante atenção ao cronograma. É importante já ter os momentos em que se pretende mensurar os resultados bem definidos. Além disso, cada projeto pode ter um líder, definido em rodízio ou como uma função fixa, recebendo parte da carga de trabalho do gerente e acompanhando o Ciclo PDCA mais de perto.

Não registrar os resultados obtidos

A documentação das atividades também deve ser uma preocupação. O problema é que se trata de um sacrifício imediato em prol de um resultado futuro, porque o aumento inicial nas tarefas somente será recompensado quando as informações forem utilizadas. Logo, muitas vezes os colaboradores deixam a atividade em segundo plano.

Aqui, como em diversas outras áreas, é preciso combinar tecnologia e Gestão de Pessoas. O software de gestão deve ser amigável, minimizar o retrabalho, facilitar a comunicação interna e aceitar o uso de indicadores. Por sua vez, o gerente precisa conscientizar as equipes sobre a importância de manter as informações atualizadas e treinar a maneira correta de registrar os resultados.

Não definir os planos de ação

O plano de ação é um componente tão importante quanto as metas durante o planejamento. Em um primeiro momento, é a ferramenta responsável pela transição para a execução, guiando os profissionais. Depois, com as atualizações, as diferentes versões formam o histórico das mudanças promovidas pelos ciclos PDCA, gerando aprendizado para os projetos futuros.

No entanto, assim como nos casos anteriores, o benefício é futuro, mas exige esforço imediato. O gestor precisa se conscientizar e engajar a equipe para dedicar mais tempo ao planejamento, principalmente para detalhar os quesitos da 5w2H:

  • o que fazer?
  • por que fazer?
  • onde fazer?
  • quando fazer?
  • quem fará?
  • como fazer?
  • quanto custa?

Não escolher os melhores métodos de medição

Aliado ao que foi dito aqui, um último erro é o excesso ou a falta de medições. Enquanto alguns gerentes deixam de considerar aspectos essenciais, outros tantos verificam pontos apenas como formalidade, ou seja, que não são relevantes ou não podem ser melhorados.

O primeiro passo para não cometer erros é conhecer os indicadores de desempenho de projetos. Afinal de contas, gestão de pessoas, processos organizacionais, gerenciamento de projetos, cada setor tem suas próprias métricas-chave.

Posteriormente, o gerente pode complementar o quadro de informações com medições relacionadas às características específicas da empresa. Por exemplo, muitas vezes os líderes criam indicadores específicos para os produtos, como a satisfação do cliente com alguma funcionalidade ou o número de reclamações.

Adoção do Ciclo PDCA

Por ser uma ferramenta fácil e bastante intuitiva, o Ciclo PDCA pode ser aplicado a praticamente qualquer tipo de projeto, do mais simples ao mais complexo, já que ajuda a direcionar a equipe para o desenvolvimento de melhorias contínuas, aguça os sentidos para a identificação de falhas e oportunidades de aprimoramento e ainda contribui para que todos os envolvidos visualizem as mudanças realizadas.

Com isso, você aumenta a eficiência dos processos e obtém uma maior produtividade por parte do time, desenvolvendo projetos com muito mais agilidade e destreza. Isso sem contar que o PDCA também garante um aprendizado maior durante a execução das atividades, contribuindo para o desenvolvimento pessoal e profissional da equipe. Além disso, com a produtividade e a eficiência em alta, você pode reduzir os custos operacionais da empresa, impactando diretamente no orçamento de cada projeto.

Uma organização que consegue se estruturar dentro das quatro fases do ciclo PDCA tem mais chances de atingir seus objetivos e melhorar continuamente. Aqui, faz-se importante recordar a importância de compreender o significado de cada etapa e dar importância a cada uma. A fase de planejamento é considerada a mais trabalhosa e complexa, porém, um bom planejamento facilita a passagem pelas demais etapas.

No que diz respeito à aplicação do ciclo PDCA, é fundamental ressaltar a importância das medidas. Só utilizando métricas é possível saber o quanto do seu objetivo foi alcançado. Se não é possível medir, não é possível gerir.

Conforme a cultura do PDCA vai se enraizando, mais e mais benefícios surgem, pois a melhoria não para nunca. E tudo bem que a adoção do Ciclo PDCA é opcional, mas, acredite, a partir do momento em que você experimenta essa ferramenta de gestão, não deixa de usá-la em mais nenhuma iniciativa.

Em que situações aplicar o PDCA

Por fim, para facilitar a execução, priorize a aplicação da ferramenta em duas situações: padronização e melhoria. Isto é, independentemente da área escolhida, o PDCA pode ajudar o gerente a satisfazer essas duas necessidades.

A padronização corresponde a garantir a existência de normas, ou seja, se as diretrizes do plano de ação e do projeto realmente são seguidas na prática. Já a melhoria contínua é a repetição dos ciclos para identificar erros e acertos, aprender com a experiência, promover e avaliar mudanças. Na maioria dos casos, as duas situações andam juntas.

Ademais, o uso do ciclo PDCA pode garantir um diagnóstico apurado sobre os processos e tratar das falhas e soluções que devem ser aplicadas durante o andamento do projeto. O uso desta ferramenta de qualidade é uma maneira eficaz para efetuar o controle dos processos e realizar ajustes positivos.

Assim, se você ainda não teve a oportunidade de colocar esse conhecimento em prática, sugerimos que faça agora mesmo e depois venha nos contar como se saiu com seu primeiro Ciclo PDCA!

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software gerenciamento de projetos

Software gerenciamento de projetos: como auxilia na tomada de decisões?

Sua empresa utiliza software de gerenciamento de projetos para auxiliar as tomadas de decisão? Definir metas, prestar um serviço de qualidade e alcançar o sucesso depende de uma série de fatores, como equipe engajada, otimização de processos e coesão na comunicação.

Implementar isso pode parecer simples, mas conforme a organização cresce ou os processos se tornam mais complexos, o gestor pode sentir dificuldades para praticar uma gestão estratégica. Dessa forma, melhorar a gestão dos projetos pode ser uma alternativa para tomar melhores decisões e os softwares podem ser uma boa solução.

Veja, neste conteúdo, como um software de gerenciamento de projetos pode ajudar na tomada de decisão!

Qual a importância da gestão estratégica nas empresas?

A gestão estratégica é o gerenciamento dos planos de ação vislumbrando o sucesso da empresa. Nesse tipo de gestão, há um planejamento e monitoramento para que o que foi planejado seja executado com a máxima eficiência e excelência.

Ter uma gestão estratégica nas empresas é a base necessária para desenvolver os processos e, consequentemente, alcançar as metas. Contudo, muitos gestores medem a qualidade da gestão apenas baseado nos lucros da organização. De fato, ele é um fator importante, mas não o único que deve influenciar as decisões.

Os processos, as pessoas, as relações e as responsabilidades precisam ser consideradas, e o planejamento e a gestão estratégica são os melhores meios para atingir níveis diferenciados no mercado.

Por isso, podemos elencar a importância da gestão estratégica com os seguintes pontos:

  •  Adéqua a empresa ao mercado;
  • define processos centrais e quais as estratégias necessárias na prática;
  • transmite conceitos claros à equipe e ao público da marca;
  •  ajuda no monitoramento de metas;
  •  cria critérios de indicadores de desempenho.

Como o mercado e as tecnologias disponíveis têm mudado com grande rapidez, modelos engessados são extremamente ineficientes. Portanto, a gestão estratégica se faz necessária para impedir que a empresa fique presa em modelos ultrapassados. Para evitar que as decisões impulsivas, utilizar um software de gerenciamento de projetos é uma possibilidade de centralizar informações e otimizar processos.

Como os softwares de gerenciamento de projetos ajudam nas tomadas de decisão?

É importante que os gerentes de projetos entendam que as tomadas de decisão impactam todo a empresa, seja ela uma pequena, média ou grande organização. Por isso, para alavancar o crescimento e manter competitividade é preciso tomar decisões acertadas e um software voltado para isso pode ser a solução.

Independentemente do nicho de atuação, um gestor precisa rotineiramente pensar sobre insumos necessários para produção, metas e prazos de entrega, custos de manutenção, gerenciamento de equipe, processo de vendas. Assim, caso ele não utilize dados e métricas para avaliar isso, o risco de cometer falhas é muito alto.

Portanto, escolhas não devem ser baseadas em intuição ou sexto sentido, elas precisam utilizar dados e estatísticas que um software é capaz de disponibilizar. Veja outros benefícios de utilizar um sistema de gerenciamento de projetos.

Facilidade de planejamento

Todo projeto começa pelo planejamento e essa etapa pode ser complicada se o gestor não souber por onde começar. Assim, ao trabalhar com um software, fica mais fácil e eficiente planejar projetos e atividades.

Esses sistemas permitem, por exemplo, utilizar projetos anteriores para consultá-los e verificar valores médios de gasto, prazos de entrega e outras informações importantes. Essa disponibilidade de dados ajuda a identificar necessidades, valida alguns dados e mostra quais os melhores métodos a serem utilizados em cada situação, impactando nas tomadas de decisão.

Aumento da produtividade

A disponibilidade de informações em um software facilita a análise da concorrência, tendências do mercado e outros aspectos importantes, como recursos humanos e financeiros do projeto. Consequentemente, esses dados contribuem para o aumento da produtividade e diminuição do tempo perdido com a análise dessas informações em sistemas separados.

Melhora na flexibilidade

Como já explicitamos, projetos engessados vão na contramão de boas decisões. Dessa forma, gestores estão acostumados a realizar mudanças durante os projetos, mas elas precisam ter uma boa base de dados para fundamentar a decisão. Assim, um software de gerenciamento de projetos auxilia na flexibilização das ações sem perder a credibilidade por falta de insumos informacionais que subsidiem as escolhas.

Otimização de processos

Ao centralizar todos os dados em um único local, tanto o gerente do projeto quanto a equipe conseguem acompanhar todas as etapas, otimizando o tempo das atividades e, consequentemente, também os resultados. Quando objetivos e metas são dispostos de forma clara em gráficos e métricas visuais, todos os envolvidos entendem com clareza o que é esperado em cada fase, melhorando o gerenciamento e as decisões.

Diminuição de erros

O uso de um software não garante a eliminação total dos erros, mas contribui para a diminuição das falhas. Por evidenciar as atividades mais importantes, os colaboradores concentram a atenção no que é mais importante e alocam recursos com mais precisão. Além disso, mesmo que o erro ocorra, com todas as etapas detalhadas em um sistema, fica mais fácil identificar a falha e mitigá-la tão logo ela seja reconhecida.

Eliminação de ruído

Com a centralização dos processos, as informações ficam mais organizadas e a comunicação ocorre de forma mais transparente. Muitos erros acontecem por falhas de comunicação, cronogramas imprecisos ou informações erradas. Assim, o software ajuda a eliminar ruídos e facilita na gestão das tarefas por toda equipe, pois todos os envolvidos saberão o que é esperado e em qual momento ele deverá entregar as atividades.

Precisão nos resultados

A precisão nos resultados é tão fundamental quanto o planejamento e monitoramento das ações. Por isso, um software de gerenciamento de projetos auxilia na compreensão dos resultados, impactando nas tomadas de decisão pós análise dos dados. Com essas informações, é possível ver o desempenho da equipe, exemplificar os resultados para os clientes, mensurar o ciclo de vida do processo e propor mudanças para o próximo projeto.

Como funciona o software de gerenciamento de projetos da Project Builder?

O software da Project Builder é um sistema completo que auxilia o gerenciamento de projetos. Com essa solução integrada, é possível consolidar informações de outros sistemas e planilhas e centralizar todos os dados em um só lugar. A ferramenta se mostra eficiente, pois permite o controle das atividades por parte dos gestores e facilita a inserção de novos dados pelos integrantes da equipe.

Portanto, podemos perceber que as ferramentas de apoio para tomada de decisão são importantes em cada fase de um projeto. Além disso, à medida que os processos se tornam mais complexos, maior é a necessidade do uso de um software de gerenciamento de projetos.

Gostou do nosso conteúdo e ficou interessando em conhecer melhor o nosso software? Se você está em busca de uma plataforma que centralize dados e facilite a entrega dos projetos, clique aqui e experimente por 15 dias o nosso sistema.

business model canvas

Como utilizar o Business Model Canvas para planejar um PMO que gere valor para a organização

Um PMO (Escritório de Projetos) muito se assemelha a uma startup, que nascem com o objetivo de resolver um problema de um público especifico. Quanto melhor o PMO resolve esse problema, atendo as reais necessidades de seus clientes, maior será a sua percepção de valor. Alexander Osterwalder no livro “Business Model Generation” criou um modelo que ajuda as empresas nascentes a conceber um modelo de negócio inovador. Agora, como aplicar o conceito vencedor do Business Model Canvas dentro da nossa organização para potencializar a capacidade de gerar valor do nosso PMO?

Preparamos esse artigo com o objetivo de te ajudar a criar esse Canvas. Aí vão as dicas:

Criando o Canvas

O Business Model Canvas é uma ferramenta de gerenciamento estratégico que permite desenvolver e esboçar modelos de negócio novos ou existentes. É um mapa visual pré-formatado contendo nove blocos do modelo de negócios. Foi inicialmente proposto por Alexander Osterwalder. Neste vídeo o criador explica como utilizá-lo

#1 Segmentos de Clientes do PMO

Começamos preenchendo o bloco Segmentos de Clientes (Customers Segments), buscando mapear para quem o PMO irá criar valor e quem são os potenciais clientes internos para os objetivos pretendidos. Exemplos de segmentos de clientes são: Alta Gerência, Gerentes de Projetos, Equipe de GP e Gerentes Funcionais. Use cores de post it diferentes para cada segmento cliente.

Segmento Cliente
Alta Gerência
Gerentes de Projetos
Equipe de GP
Gerentes Funcionais
Toda a companhia

#2 Proposta de valor do PMO

No bloco Proposta de Valor (Value Proposition) são criadas propostas que atendam a determinadas necessidades dos potenciais clientes internos, sempre tendo os objetivos de negócio norteando a dinâmica. No quadro da proposta de valor você deve inserir os problemas que o PMO resolve para cada segmento cliente existente dentro da sua organização. Dentre as Proposta de Valor (serviços existentes) destacam-se os respectivos possíveis segmentos clientes:

Proposta de ValorSegmento Cliente
Informar o status dos projetosAlta gerência
Desenvolver e implementar a metodologia padrão de GPGerentes de Projetos e equipe de GP
Desenvolver as competências dos profissionaisGerentes de Projetos
Implementar e operar sistemas de informaçãoGerentes de Projetos e Gerentes Funcionais
Coordenar e integrar projetos de um portfolio de projetoAlta gerencia
Promover o gerenciamento de projetos dentro da organizaçãoToda a companhia

#3 Canais do PMO

Uma vez que já se tem uma prévia de clientes potenciais e propostas de valor, é necessário pensar em como fazer com que estes dois elementos fundamentais se encontrem. Logo, são definidos e sugeridos os Canais (Channels), como entrega em domicílio. Site de conteúdo, Newsletter, atendimento presencial, entre outros, através dos quais será possível distribuir e entregar as propostas de valor.

Canais de DistribuiçãoSegmento Cliente
e-mail, Software de gerenciamento de projetos, Intranet, Wiki, Reunião MensalAlta gerência
e-mail, Software de gerenciamento de projetos, Intranet, Wiki, reunião semanal, treinamento, chat, documentosGerentes de Projetos
e-mail, Software de gerenciamento de projetos, Intranet,Gerentes Funcionais
e-mail, Software de gerenciamento de projetos, Intranet, Wiki e treinamentoEquipe de GP

#4 Relacionamentos com os Clientes do PMO

Também é preciso entender como se dará os Relacionamentos com os Clientes (Customer Relationships) do PMO, que deve ter o propósito de fortalecer o envolvimento do cliente com os serviços prestados. São exemplos de relacionamentos com clientes:

Relacionamentos com os ClientesSegmento Cliente
Pessoal e Auto atendimento (dashbord)Alta gerência
Auto atendimento (software) e PessoalGerentes de Projetos
Auto atendimento (software)Gerentes Funcionais
Auto atendimento (software)Equipe de GP

 #5 Fontes de Receita do PMO

Por fim, na dimensão direita, temos as Fontes de Receita (Revenue Stream), que registram como o PMO gera valor para organização. Pode ser evidenciado com aumento de produtividade, redução de custos, redução de projetos em atrasos e com os serviços propriamente prestado pelo PMO (horas de capacitação, horas de consultoria) que deixaram de ser contratados externamente. Alguns exemplos:

Fontes de Receita
Redução de Custos
HH de serviço prestado
Ampliação da Capacidade produtiva

A imagem abaixo mostra os elementos fundamentais da dimensão direita do Canvas.

Na dimensão esquerda do Business Model Canvas encontramos algumas definições mais objetivas, que irão sustentar os elementos do PMO mapeados na dimensão direita.

#6 Recursos-chave do PMO

Os Recursos-chave (Key Resources) são os recursos ligados diretamente ao funcionamento do modelo de negócio, ou seja, que elementos você necessita para colocar o PMO para funcionar. Alguns exemplos são:

Recursos-chave

Gerente do PMO
Equipe do PMO
Software de Gerenciamento de Projeto
Sala de Reunião
Templates

 #7 Atividades-chave do PMO

As Atividades-chave (Key Activities) são todas as atividades que necessitam ser executadas com maestria para atender as propostas de valor, construir os canais necessários e manter os relacionamentos. Podem ser atividades-chave desde acompanhar a evolução dos projetos até construir uma sala de guerra para gerenciamento de crises.

Atividades-chave do PMO

Distribuir informação
Capacitar gerentes de projetos
Desenvolver / Evoluir a metodologia de gestão de projetos
Prover ferramentas

 #8 Parceiros-chave do PMO

Já os Parceiros-chave (Key Partners) são todos aqueles que podem contribuir tanto com as Atividades-chave quanto com os Recursos-chave. Algumas parcerias, como as de Fornecedores de Tecnolologia, área de TI da organização, patrocinadores, entre outros. Outras parcerias podem contribuir com pessoas ou realizando diretamente alguma das Atividades-chave, como capacitar os gerentes de projetos.

Parceiros-chave do PMO
Fornecedor de Software
Área de TI
Área de Recursos Humanos
Alta Diretoria

#9 Estrutura de Custos do PMO

Representando os custos necessários para se manter e construir toda a solução proposta, há o bloco Estrutura de Custos (Costs Structure), que indica, por exemplo, a necessidade de se pagar a manutenção dos equipamentos, os pagamentos dos parceiros contratados, o custo recorrente de infraestrutura, o custo das equipes envolvidas, e assim por diante.

Estrutura de Custosdo PMO
Infraestrutura
Software
Salários dos Recursos Humanos

Para finalizar

A aplicação do Business Model Canvas pode facilitar muito a concepção do PMO e a estruturação de seus serviços através do exercício e estudo de seus nove elementos fundamentais. Também possibilita divergir e convergir opiniões, criando assim, um entendimento comum entre os envolvidos e gerando indicadores fortes para a inovação estratégica.

Quer ver como ficou o nosso Canvas? Disponibilizamos o A0 em branco aqui!

Modelo de Negócio do PMO from Project Builder

E você já fez seu Canvas? Compartilhe conosco sua experiência com a utilização do Business Model Canvas na criação do PMO.

Visite nossa página de PMO: https://www.projectbuilder.com.br/software-pmo/

valor do PMO

5 motivos que farão (ou já fizeram) a implantação do seu escritório de projetos (PMO) falhar

Segundo o estudo de benchmark de 2013 (atual pm.survey.org) 63% Organizações falharam na implementação de PMOs. Se você analisar a estatística da percepção de valor do PMO, em apenas 1/3 das empresas a alta administração percebe claramente o valor do PMO. Isso significa que dos felizardos 47% conseguiram ter sucesso na implantação de PMOs. Na grande maioria dos casos (3/4) a alta administração ainda não está segura de quanto valor o escritório gerará para o negócio. Isso não é culpa da gestão de projetos, nem tão pouco dos profissionais do PMO.

O problema está relacionado a uma simples palavra: Mudança. Segundo uma pesquisa de John Kotter, apenas 30% dos programas de mudança são bem sucedidos. Recentemente McKinsey & Company publicou uma pesquisa que indica que a porcentagem de programas de mudança bem sucedidos, hoje é menor que 30%.

Por incrível que parece, muitos profissionais da área de projetos negligenciam os aspectos culturais das organizações e esquecem da nossa resistência natural à mudança, se preocupando muito mais com a construção de processos, templates e metodologia de gestão de projetos, ignorando que o desafio maior está nas pessoas.

Pensando nisso separamos os 5 maiores motivos responsáveis em minar a implantação de um escritório de projetos, com base nos principais estudos já publicados no mercado. Esses motivos servem também para quem está implementando uma metodologia ou um software de gestão de projetos. Vamos lá:

 1 – Resistência e questões culturais não foram tratadas adequadamente

Não levar em conta a cultura da organização é um grande risco de qualquer estratégia empresarial. Cultura é tudo aquilo que fazemos sem pensar. Toda organização possui padrões e processos que são executados no automático e qualquer tentativa de modificar esses padrões será resistida com toda força pelos envolvidos. Existem pouquíssimas verdades absolutas e uma delas é: Ninguém gosta de mudança. E quanto maior for essa mudança mais complexo será incorporá-la a cultura da organização.

Uma dica importante que ajuda no processo de mudança é a necessidade. Os momentos de maior evolução da humanidade foram justamente durante as crises. A convicção de que existe a necessidade de fazer mudanças será um importante aliado. Uma mudança tática pode ser feita por meio da implantação de um novo software de gestão de projetos ou por um novo método, onde fica claro que algo que não funciona hoje será melhorado, focando sempre na venda dos benefícios que serão conquistados, assim fazendo com que as pessoas desejem o novo cenário.

2 – Falta de patrocínio da alta administração

A forma como as pessoas agem dentro de uma organização, em geral, reflete a postura da liderança. Se a mudança não vier de cima, o resto tende a continuar do mesmo jeito, mesmo que as pessoas sejam treinadas para fazer diferente. Logo, um ponto que não pode ser negligenciado é o patrocínio da alta direção.

Independentemente do processo, metodologia ou gabarito dos profissionais envolvidos na implantação, ter a alta direção patrocinando o projeto é requisito obrigatório. Se você já iniciou o trabalho e ainda não tem alguém do topo da organização no “barco”  é hora de parar tudo. Seu principal foco será conseguir um patrocinador, todos os seus esforços terão que estar direcionadas a isso.

Evidenciar os benefícios que serão conquistados com o PMO são argumentos importantes que te ajudarão na venda da ideia. Analise também quais são os objetivos estratégicos da companhia que serão conquistados mais facilmente com um escritório de projetos funcionando. Já escrevemos artigos sobre como conquistar os stakeholders, sua principal meta nesse momento.

3 – Recursos insuficientes (humanos ou financeiros) para operacionalizar o PMO

Assim como em uma viagem, precisamos calcular qual é a distância, para saber quanto  combustível necessitaremos, e na implantação do PMO não poderia ser diferente. Não ter os recursos necessários para implantar o PMO é o terceiro maior motivo de fracasso. Por essa razão trate-o como um projeto, “casa de ferreiro espeto de ferro”.

Com as atividades definidas e o cronograma realista planejado é hora de envolver os recursos humanos e materiais ,não esquecendo de verificar se seu projeto tem combustível para chegar até o final.

Não deixe de incluir na sua lista um orçamento para treinamentos, visitas a congressos, implantação de um software de gestão de projetos e outras aquisições necessárias para ter um PMO de alta perfomance.

4 – Falta de conhecimento e habilidades técnicas para estruturação do PMO

Nesse momento o grande desafio é uma reflexão fria e sincera. Temos conhecimento suficiente dentro da organização para implantar o PMO? Alguém na equipe já vivenciou essa experiência no passado? Todos os principais obstáculos da implantação são conhecidos pela equipe e temos uma estratégia clara para superá-lo? Essa é a primeira tentativa de implantar um PMO na organização ou já foi tentado algo semelhante no passado e não tivemos sucesso? Se sim, o que estamos fazendo diferente dessa vez?

Se você respondeu mais de duas dessas perguntas com um não, talvez seja melhor buscar a ajuda de um especialista, existem várias maneira para isso. Uma delas é contratar um profissional de mercado que tenha vivenciado essa experiência. Outra é buscar por uma consultoria especialista ou buscar um curso sobre implantação de PMO. De acordo com o orçamento e com o volume de projetos da organização será necessário optar por uma ou mais dessas opções.

Na Project Builder acompanhamos de perto a implantação dos escritórios de projetos de nossos clientes e incentivamos a troca de experiência entre eles, assim conseguimos compartilhar acertos e dificuldade entre pessoas que já passaram pelo mesmo desafio.

5 – Expectativas acima das reais possibilidade de geração de valor do PMO

Já sabemos o quanto é difícil vender uma iniciativa dentro da organização, e em alguns momentos nosso lado “lobo de wall street” pode querer falar mais alto, mas muito cuidado. Tão importante quanto superar todos os outros pontos citados, é lidar com expectativas. É muito importante vender o valor que o PMO trará para organização, mas não se esquecer que esse valor vendido será cobrado.

No lugar de elevar a expectativas para resultados de curto prazo evidencie o que será conquistado em longo prazo, deixando claro que mais do que melhorar os processos de gestão de projetos o PMO trará mais resultados ao negócio.

Sabemos o quanto é difícil mensurar esse valor e chegar a um cálculo realista de ROI da gestão de projetos eficiente. Mas é importante minimamente criar um acordo das reais possibilidade da geração de valor do PMO, assim como uma linha do tempo desse retorno.

O desafio de implantar um PMO é grande, mas o retorno é certo tanto para organização quanto para o currículo do gerente de projetos que passa por um experiência dessas. Não negligencie as estatísticas e tenha muita atenção a cada um desses pontos.

Já passou pela experiência de implantar um PMO? Conte para a gente!

Visite nossa página de PMO: https://www.projectbuilder.com.br/software-pmo/

escritório de projetos ágeis

Checklist: 10 itens para verificar antes de começar a implantação do seu PMO

Transformar os gerentes em melhores administradores de projetos é uma das principais metas da implantação do seu PMO. Já para a alta gestão o foco maior está em conseguir o melhor alinhamento entre projetos e estratégia do negócio. Quando se trata de uma implantação de um PMO dentro de uma organização, de qualquer dimensão, impõe-se o desafio de sua execução, até mesmo os mais experientes gerentes de projetos sofrem uma leve “taquicardia” ao analisar as estatísticas de sucesso de iniciativas semelhantes (veja neste artigo).

Um pequeno erro na estratégia de implantação do seu PMO, ou até a não identificação de um stakeholder de grande influência pode levar toda a empreitada ao fracasso. Por isso, sempre se pergunte: Está realmente tudo ok? Eu incluí todas as informações necessárias? A lista de stakeholders está completa? Muitas tentativas de implantação acabam dando errado porque uma lista de pequenas atividades não foram executas corretamente. Perguntas tão simples, mas que uma vez listadas poderiam evitar erros irreversíveis.

Porém, se você tiver uma lista de verificação em que se basear antes de iniciar a implantação, você não precisará se arrepender da ação com o pesadelo de ser incluído na cruel estatística de insucesso da implantação de escritórios de projetos. Esta é a ideia deste post: fornecer um checklist para você rever antes de iniciar a implantação do seu PMO. Para quem já utiliza o Project Builder ou um outro software de gestão de projetos, preparamos este modelo que pode ser utilizado como projeto dentro do seu software.

1 – Alinhamento de expectativas

Verifique quais são as expectativas da organização com a implantação do seu PMO. Segundo Relatorio PM.Survey 2013 em ¾ dos casos de implantação de escritório de projetos a alta administração ainda não está segura de quanto valor o escritório gerará para o negócio. Existe um grande desafio na implantação que é entregar aquilo que se espera, nem mais nem menos. Para o sucesso do PMO é fundamental identificar a expectava do patrocinador do projeto e definir qual será a proposta de valor do PMO.

2 – Identificação dos principais stakeholders dos projetos

Quem pode exercer influência sobre o projeto? Qual é o poder desse stakeholder? Ele é a favor ou contra a implantação do PMO? É fundamental identificar o maior número de partes interessadas e traze-las para perto do Projeto (Falamos disso nesse artigo). Tenha uma especial atenção às áreas que mais demandam projetos e as que mais competem por recursos. Se pergunte quem será impactado pelo projeto, quais áreas verão sua rotina mudar com a implantação do escritório e quem está competindo por investimento e/ ou recursos destinados ao projeto.

3 – Mapeamento e Parecer sobre os controles existentes

Você não precisa de uma auditoria feita por uma empresa de consultoria para identificar os atuais processos e controles existentes, mas no mínimo tenha o conjunto completo dos atuais controles e práticas utilizados pela companhia. Normalmente em nossas implantações encontramos planilhas, templates e algumas áreas, utilizando softwares locais como o MS Project ou soluções gratuitas. Separe o que é processo, ferramentas e modelos.

4 – Mapeamento e Parecer dos Projetos e Solicitações

A regra é a mesma da pergunta acima, mas é importante identificar como as demandas e os projetos nascem dentro da sua organização, quais áreas demandam, qual área analisa, qual área prioriza e onde os projetos são executados e concluídos. A ideia deste checklist é entender o ciclo de vida dos projetos e seu fluxo natural dentro da organização. Ao final desta identificação você deverá responder claramente onde os projetos nascem e onde eles são concluídos.

5 – Criação do Business Model Canvas do PMO

Qual é a proposta de valor do escritório de projetos e como entramos nesta proposta de valor. Nesta etapa você irá fazer um brainstorming junto à sua equipe, percorrendo os 9 Blocos do BMG. Detalhamos melhor esse processo no artigo: Como utilizar o Business Model Canvas para planejar um PMO que gere valor para a organização.

6 – Criação do Project Model Canvas do PMO

Enquanto na pergunta anterior você define o que o PMO irá fazer, nesta etapa você irá planejar como será a implantação. A construção do Canvas é obrigatoriamente colaborativa, logo será importante convidar para a dinâmica os stakeholders identificados na pergunta 2, assim como, os outros membros da equipe do projeto. Caso existam dificuldades geográficas na reunião, uma boa alternativa é usar o PM Canvas APP (IOS ou Android) Ele permite que pessoas que estão separadas geograficamente co-criem, sendo necessário apenas um canal de voz (Skype, Hangout e etc.) e uma tela para projetar o Canvas web. Para entender melhor o App veja este vídeo.

7 – Definição da metodologia / processos / métricas

Para realizar a gestão de um projeto eficiente é preciso adotar uma metodologia que padronize os processos e métodos. Nesta etapa seu desafio será refletir pensando em todos os levantamentos realizados. Não adianta construir uma metodologia completa se sua empresa está começando a gerenciar projetos, tão importante quanto adotar um método de gestão de projetos é ter um método que que combine com a sua empresa (entenda melhor neste artigo). Quanto à indicadores, nesse primeiro momento tenha em mente que eles irão possibilitar um entendimento de maneira mais rápida de como está o projeto e como ele irá evoluir, assim como, a antever crises e minimizá-las.

8 – Criação dos Modelos de forms / Templates

A utilização de templates é um passo que auxilia sua adoção na metodologia de gestão de projetos pelo fato de simplificar o sequenciamento dos principais processos da gestão de projetos. Cada metodologia irá demandar seus templates, com campos e requisitos específicos, a grande maioria utiliza estes templates que publicamos recentemente. Para quem é cliente Project Builder, esses documentos são gerados em forma de relatório naturalmente conforme seus projetos são criados e ao longo do seu ciclo de vida.

9 – Definição das ferramentas de suporte a gestão de projetos

Para aumentar a produtividade da equipe e as chances de sucesso dos projetos que conduzem, os gestores recorrem às mais variadas soluções, que prometem tornar a complexa execução das atividades em processos mais claros e controláveis. Nesse momento é que entra a definição de qual software de gestão de projetos será adotado. Para saber qual das alternativas disponíveis no mercado se adequa melhor à realidade do seu negócio e às demandas de gerenciamento de projetos, é fundamental compará-las entre si com base na contribuição que irão trazer para a empresa. Nesta etapa crie uma lista das opções e uma matriz de comparação entre as funcionalidades que sua metodologia demanda e as opções identificadas no mercado. Crie uma nota de avaliação que classifica cada opção como: muito aderente, aderente, pouco aderente e não aderente. No artigo “Como escolher um software de gestão de projetos” explicamos um pouco mais como fazer essa comparação. Dependendo da complexidade do seu processo e da sua organização pode ser necessário criar um RFP (Request for Proposal).

10 – Criação do comitê de projetos

O comitê de projetos é composto normalmente pela alta administração e sua principal função é garantir o alinhamento entre portfólio de projetos e o planejamento estratégico. Dentre suas funções estão: avaliar as propostas de projetos, selecionar as mais relevantes para a estratégia de negócio da empresa, assim como, priorizar investimentos e recursos. Um segundo nível de comitê que algumas organizações possuem é composto por executivos que têm a função de acompanhar os projetos em andamento, as solicitações de mudança e auxiliar os gerentes de projetos em problemas, além de seu escopo de atuação. Nesta etapa seu objetivo será criar um comitê coeso composto por executivos experientes e membros da alta gestão envolvidos diretamente com a visão de longo prazo da empresa.

Esperamos que você faça bom proveito deste checklist na implantação do seu escritório de projetos.
Boa sorte nas iniciativas, e não se esqueça de passar por aqui sempre que tiver alguma dúvida. Aproveite para fazer o download do checklist dinâmico, que irá te ajudar a não esquecer os pontos aqui citados e até alguns que não falamos neste post. Para quem já é cliente Project Builder separamos um modelo pronto que pode ser importado para o Project Builder.

Visite nossa página de PMO: https://www.projectbuilder.com.br/software-pmo/

implantando um escritório de projetos

7 Templates gratuitos para quem está Implantando um Escritório de Projetos (PMO)

Uma importante decisão quando uma organização busca elevar a maturidade em gestão de projetos é quando se está implantando um Escritório de Projetos, ou em inglês, Project Management Office (PMO). O PMO pode se adequar de forma a abranger a carteira de projetos, programas e portfólios, de acordo com o porte dos projetos que a organização necessita administrar, assim como sua atual maturidade.

De acordo com a necessidade de serviços a serem prestados (falamos sobre isso nesse artigo) e com a disponibilidade de recursos para investir enquanto se está implantando um escritório de projetos, a empresa irá estruturar o Objetivo S.M.A.R.T do PMO e os benefícios que se espera conquistar após sua implantação (falamos disso nesse artigo). Para organizações mais maduras, o objetivo do escritório de projetos poderá ser: alinhar a estratégia às iniciativas em andamento na busca do crescimento sustentável. Já em empresas com baixa maturidade o foco maior do PMO poderá ser: apoiar aos gerentes de projetos em suas atividades por meio do desenvolvimento de treinamentos, metodologias e ferramentas que usam as melhores práticas da própria organização e do mercado, aumentando assim, as chances de sucesso dos projetos.

Na definição de uma metodologia de gestão de projetos (falamos disso nesse artigo) um passo que auxilia sua adoção é a utilização de templates, que em um primeiro momento pode estar em uma planilha ou documento, mas que no médio prazo demandará um software que facilite sua atualização e seu compartilhamento.

Dentre os diversos modelos existentes, identificamos 7 que são essenciais para todos os escritórios de projetos e que vão te ajudar.

1. Termo de Abertura

Este documento tem como objetivo autorizar formalmente o início de um projeto e contém informações necessárias para o entendimento do projeto, fornecendo uma visão macro do produto a ser desenvolvido.

2. Plano de Projeto

O objetivo do plano de projeto é apresentar como o fluxo de interações irá prosseguir durante a criação do projeto de maneira completa e clara. Este documento servirá de referência básica para o decorrer da criação do produto, na qual, todo o projeto está relacionado.

2.1 Linha do tempo do Projeto

Cronograma Resumido do Projeto

3. Status Report

Este documento tem como objetivo informar aos envolvidos a evolução do projeto e suas ocorrências.

4. Ata de Reunião

Tem como objetivo registrar todos os assuntos tratados em uma reunião. Dessa forma, os assuntos abordados durante este evento não serão esquecidos e poderão ser retomados, se necessário.

5. Lista de Ocorrências

Este documento tem como objetivo listar todos os problemas ou situações não previstas enfrentados durante o projeto e como foram solucionadas.

6. Aceite da Entrega

Este documento tem como objetivo formalizar o aceite do Projeto, considerando-o entregue integralmente.

7. Lições Aprendidas

Documentar as lições aprendidas de modo a aperfeiçoar os envolvidos e os processos de gerenciamento de projetos.

Estes templates são a espinha dorsal de uma metodologia de gestão de projetos. Para quem utiliza um software corporativo de gestão de Projetos, como o Project Builder, essas informações são geradas automaticamente ao logo do projeto. Para quem ainda não utiliza um software de gestão de projetos e está começando a implementar o PMO, separamos templates profissionais que vão ajudar muito nesse momento; mas, conforme a metodologia cresça em toda empresa, ficará difícil atualizar esses documentos de acordo com o número de projetos e envolvidos.

Visite nossa página de PMO: https://www.projectbuilder.com.br/software-pmo/

implantação de um PMO

Como viabilizar a implantação de um PMO

Antes da implantação de um PMO, os projetos estão dispersos, os controles não têm conexão, os esforços precisam ser multiplicados e o orçamento costuma estar sempre prestes a estourar, comprovando com esse caos a descentralização da gestão de projetos e a dificuldade da empresa em se concentrar naquilo que realmente trará diferencial competitivo para os negócios.

Em contrapartida, depois da devida implantação de um escritório de projetos passa a ser possível aumentar a produtividade sem elevar os gastos com pessoal, gerir cada projeto com mais eficiência e alinhar a gestão de projetos ao planejamento estratégico da empresa, extraindo cada vez mais valor dessas iniciativas ao torná-las mais rentáveis para a organização.

E por mais que possa parecer fácil, essa transição definitivamente não acontece do dia para a noite, tampouco de uma semana para a outra. Essa é uma mudança cultural que exige comprometimento tanto das altas lideranças quanto dos gerentes de projetos, que devem se unir para viabilizar a implantação do PMO. Mas e depois desse primeiro movimento, o que fazer? Como colocar o PMO para funcionar? Fique de olho e se prepare:

ACABE LOGO COM O CAOS

A primeira ação a ser tomada para viabilizar a implantação de PMO é colocar a casa em ordem. É preciso fazer um levantamento minucioso dos projetos que estão em execução, o status de cada um e quem está envolvido, avaliando a viabilidade de sua continuidade (ou não). Essa análise permite que você se situe em relação ao portfólio de projetos da empresa.

Feito o levantamento, é hora de centralizar tudo sob a responsabilidade do futuro PMO, definindo respectivos papéis e responsabilidades. Não esqueça que, como as pessoas se dedicaram a esses projetos, é mais que válido não descartar ninguém até ter certeza absoluta de qual será sua necessidade de recursos.

Defina a metodologia de trabalho

Um bom PMO é aquele que segue melhores práticas de gerenciamento de projetos e estabelece processos, padrões e normas a serem seguidos, afinal, é preciso ter controle absoluto sobre o desenvolvimento de cada trabalho, a fim de se ter certeza que o resultado final será de alta qualidade.

Você pode, por exemplo, optar pela adoção de uma metodologia ágil de gerenciamento de projetos — como o Scrum —, que seja ampla e sirva a praticamente qualquer tipo de projeto, ou ainda desenvolver sua própria metodologia de trabalho. O importante é se lembrar de que todos os envolvidos precisam estar devidamente cientes sobre como atuar dali em diante.

Nessa fase, criar templates, padronizar documentos e registrar cada processo desenvolvimento ajuda — e muito! — a conscientizar as pessoas sobre como proceder. Isso sem contar que essas medidas também reduzem o tempo de treinamento de novos profissionais.

Treine os colaboradores

Uma das responsabilidades do PMO é treinar pessoas para que elas possam desenvolver projetos com absoluta excelência. E nada melhor do que começar um escritório de projetos com pessoas já qualificadas para desempenharem seus papéis, não acha?

Assim, invista em treinamentos técnicos e comportamentais adequados ao perfil dos profissionais, visando extrair o que há de melhor neles. Você certamente perceberá que, enquanto alguns são ótimos em laudos técnicos, pesquisas e cálculos, outros são altamente competentes em relacionamento interpessoal, em negociação e gestão de conflitos.

Sabendo aliar as virtudes de cada membro do time e tratar as deficiências com um plano de treinamento e desenvolvimento adequado, a implantação de PMO tem tudo para dar certo e trazer ótimos resultados em não muito tempo.

Faça o alinhamento estratégico

A função do PMO é viabilizar a estratégia da empresa por meio de projetos que tragam inovações, diferenciais de mercado e competitividade — sem falar, é claro, na rentabilidade para o negócio. Assim, antes de partir para a ação propriamente dita, avalie os objetivos da empresa a curto, médio e longo prazos, confrontando-os com os projetos que já estão em andamento.

Depois de uma seleção criteriosa, defina outros projetos que servirão como pilotos para o PMO, sempre priorizando aqueles que têm maior potencial de retorno sobre o investimento para a empresa. E pronto: agora você já tem o portfólio de projetos da empresa.

Defina a estrutura necessária

O PMO não é só uma ideia, tampouco é apenas um escritório comum. Sendo assim, precisa de uma estrutura física, de recursos administrativos, tecnológicos e de pessoal para funcionar a pleno vapor. Determinar que tipo de PMO será implantado ajuda a definir quais serão os recursos necessários para colocá-lo em funcionamento.

Adquira as ferramentas adequadas

Gerir um PMO sem o auxílio de um software de gestão de projetos completo é uma árdua tarefa, por isso, busque no mercado uma solução que atenda às necessidades específicas do seu PMO, com módulos de gestão de programas e portfólios, ferramentas para o acompanhamento da produtividade da equipe, relatórios analíticos, entre outras facilidades.

Não se esqueça de que o momento atual da economia é um tanto quanto delicado, por isso, dê preferência a uma solução nacional, que não esteja vinculada às variações do dólar, o que pode comprometer bastante o orçamento do seu PMO.

Comunique-se com eficiência

Mudanças sempre geram desconforto nas pessoas e criam situações de tensão, ainda mais quando você passa a centralizar e controlar iniciativas que antes estavam dispersas. Mas qualquer barreira emocional ou profissional pode ser derrubada com uma comunicação clara, assertiva e transparente.

Ao adotar uma postura de comunicação aberta desde o início do processo de implantação de PMO, você conquista a confiança dos colaboradores, reduz as dúvidas e incertezas, cria conexões emocionais com os envolvidos e garante, assim, que a mudança ocorrerá sem muitos contratempos.

Considere a implantação como um projeto

Eis o X da questão, não é mesmo? Já que viabilizar a implantação de um PMO também constitui um projeto, é preciso planejamento, definição de escopo, tempo e custos, aquisição de recursos, investimento, definição de objetivos, metas a serem atingidas e indicadores de performance.

Já pensou se você fracassa na implantação do seu PMO? O que será dos demais projetos da empresa? Isso significa que a viabilização do PMO tem que ser encarada como seu projeto mais importante no momento, devendo ser conduzido com cuidado, pensando em todos os pormenores possíveis.

Depois da conclusão desse primeiro projeto, não se esqueça de monitorar o desempenho do PMO para promover as melhorias necessárias, sempre pensando em como aumentar a eficácia da empresa na condução e no crescimento dos negócios.

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