Skip to main content
gestão de projetos no agronegócio

Gestão de projetos no agronegócio: como fazer?

Gestão de projetos é um conjunto de atividades realizadas por um gestor que desenvolveu competências práticas para o planejamento, execução, monitoramento e controle de tarefas. No agronegócio, esse gerenciamento serve para a implementação de inovações tecnológicas que vão otimizar a produtividade do empreendimento rural, melhorando a qualidade dos produtos cultivados e ofertados ao mercado.

Neste post, vamos explicar o que é gestão de projetos no agronegócio e mostrar os resultados que ela pode gerar para esse segmento. Além disso, vamos explicar os objetivos do gerenciamento de projetos nesse setor e como ele pode ser útil para organizar e aprimorar a implantação de inovações em um empreendimento rural.

Gostaria de descobrir como esse conceito é aplicado na prática e os benefícios que ele pode trazer para o agronegócio? Siga em frente!

Quais são os objetivos da gestão de projetos no agronegócio?

O gerenciamento de projetos no agronegócio tem abordagem extremamente adaptável, que pode ser utilizada de maneiras diferentes e para empresas rurais de todos os portes. É um esforço temporário para o alcance de resultados efetivos em atividades agrícolas, construções e reformas de armazéns, abertura de canais de comercialização, obtenção de certificações etc.

A princípio, cada objetivo pode ser transformado em um único projeto. Para atingir esses objetivos, é primordial administrar as metas predefinidas até que eles se tornem realidade. O gestor precisa fazer o plano de ação, elaborar o cronograma e definir o que deverá ser feito. Por outro lado, terá que analisar os resultados obtidos para averiguar se há necessidade de mudanças ou ajustes.

Como a gestão de projetos pode ser aplicada na prática?

Ela pode ser iniciada na implantação de novas atividades agrícolas ou relacionadas à pecuária. Por exemplo, o gerente começa a implementação de uma criação de animais ou de uma cultura diferente. Ele estabelece a data inicial da primeira etapa e o dia do término da última fase, os quais devem ser cumpridos se não houver imprevistos.

Por esse motivo, procure escolher um líder capacitado para fazer a gestão dos seus projetos. Ele deve ter várias habilidades, principalmente a de liderar pessoas, visto que vai trabalhar diretamente com os colaboradores, assumindo responsabilidades enormes. Selecione, preferencialmente, um profissional experiente no ramo do agronegócio e que tenha noção de como é o funcionamento das atividades no campo.

A seguir, estabeleça quais projetos são prioridade e precisam ser executados com mais urgência. Defina os prazos para a execução, tendo em vista que você precisa de uma previsão de término do projeto, que pode ser de curto, médio ou longo prazo. Caso seja necessário, as datas poderão ser ajustadas de acordo com as estratégias criadas e aplicadas pelo gestor.

A quantidade de projetos para um empreendimento rural depende apenas do seu tamanho e dos objetivos do empreendedor. Contudo, as metas devem ser claras e atingíveis, como a redução de gastos desnecessários ou a criação de serviço para a entrega dos produtos originados de plantações, criações de animais, entre outros.

Contudo, cada projeto tem a sua meta a ser alcançada e várias etapas a serem realizadas. É possível trabalhar para reduzir o tempo dispendido na colheita contratando novos funcionários ou comprando uma ou mais colhedoras, de acordo com os recursos financeiros disponíveis.

Quais são os benefícios que a gestão de projetos pode trazer?

Um dos maiores benefícios da gestão de projetos é a melhoria da qualidade do agronegócio. Com o uso de ferramentas inovadoras, além da administração do tempo e dos recursos, as atividades são organizadas e otimizadas na área rural. Veja, a seguir, outras vantagens que o gerenciamento pode trazer aos empreendimentos rurais!

Vantagem competitiva

A aplicação de técnicas de gestão gera vantagem competitiva ao agronegócio, com a possibilidade de expansão da produção. O aumento da quantidade e da qualidade do que é produzido é outro efeito importante do gerenciamento de projetos. Os gestores consideram questões de sustentabilidade e outros desafios como o clima e eventos naturais.

A tecnologia é uma grande aliada para a economia dos recursos naturais, que devem ser usados de modo inteligente para minimizar os impactos à natureza. Gerentes capacitados conseguem elevar a produtividade por hectare de terra cultivada e promovem o crescimento dos lucros utilizando sensores que apontam as áreas mais férteis para o rendimento das lavouras.

Eles também gerenciam perdas, desperdícios, ociosidade do maquinário e outros aspectos inerentes. Ou seja, realizam gestão estratégica e zelam pelo desenvolvimento sustentável, entendendo profundamente as necessidades e os processos que garantem os melhores resultados para as finanças. O planejamento, a rotina de gerenciamento e o controle das tarefas promovem retorno dos investimentos efetuados pelo empreendedor rural.

Redução de custos

Uma das atribuições do gestor de projetos é fazer o gerenciamento dos riscos e dos custos para montar e monitorar o orçamento de maneira equilibrada e acertada. É o gerente quem elabora o projeto e tem a base dos recursos que serão aplicados durante a sua execução. Por isso, ele faz o acompanhamento para ver se os valores fecham com o planejado.

A criação do cronograma evita desvios de gestão e o seguimento das estratégias delineadas. Já o monitoramento dos gastos possibilita a redução de custos pelo aproveitamento de oportunidades, a implementação de novos serviços ou produtos, a organização dos ambientes e o fortalecimento das relações com fornecedores e parceiros.

Reuniões periódicas podem ser realizadas para que o líder consiga repassar as informações para os colaboradores, que devem se sentir parte do negócio. Nessas ocasiões são informados os valores investidos, as metas alcançadas, os trabalhos serem executados, os benefícios obtidos e os esforços necessários para aumentar os lucros. Os encontros semanais melhoram ainda mais os resultados.

Maior lucratividade

As boas práticas de gestão de projetos são indispensáveis para gerar motivação e engajamento das equipes de trabalhadores. As informações alinhadas e compartilhadas com os envolvidos geram transparência e confiança entre líderes e liderados. Consequentemente, as pessoas motivadas pelo diálogo e comunicação eficiente produzem mais e elevam a lucratividade do agronegócio.

Para aumentar a eficácia da gestão de projetos no agronegócio é aconselhável utilizar um software de gestão, o qual poderá ser integrado com outras ferramentas de automatização. Um sistema permite a organização das atividades, visualização rápida do andamento dos projetos, conferência das etapas realizadas e evita muita confusão e gasto de tempo com a procura de documentos físicos.

Deseja obter mais informações sobre as possibilidades da gestão no agronegócio? Fale conosco agora mesmo e seja muito bem atendido!

Entenda a importância do Supply Chain na gestão de projetos

Dentro das empresas, o setor logístico ocupa posição estratégica e contribui para o aprimoramento de resultados e processos. O mercado é altamente competitivo e exige muito mais que qualidade para que uma organização ou marca consiga se destacar. Hoje, a velocidade de entrega e o atendimento personalizado ao cliente são fatores que fazem muita diferença. Isso tem algo a ver com Supply Chain?

Neste artigo, vamos explicar o que é Supply Chain e falar sobre a sua importância na gestão de projetos. Além disso, vamos mostrar como esse conceito pode auxiliar em processos logísticos e, consequentemente, na experiência do consumidor, se tornando essencial para a empresa. Por fim, vamos apontar como fazer uma gestão de projetos eficiente pode ajudar na sua aplicação.

Deseja obter mais informações sobre o Supply Chain na gestão de projetos? Continue a leitura!

Saiba o que é Supply Chain

Supply Chain é um termo de origem inglesa, cuja tradução significa cadeia de suprimentos e está relacionado aos caminhos e processos pelos quais os produtos passam, incluindo a captação de matéria-prima até que eles cheguem ao cliente final. Trata-se do relacionamento entre empresas que trabalham em conjunto para aprimorar e entregar mercadorias aos consumidores. Portanto, no conceito estão incluídas as seguintes atividades:

  • compra dos insumos ou produtos;
  • transporte e armazenamento;
  • transformação e embalagem;
  • gerenciamento interno;
  • venda e distribuição aos clientes.

Além disso, também estão englobadas nele os processos de suporte às operações, etapas de infraestrutura física, marketing, controle financeiro, atendimento ao consumidor e a criação de novos bens. Portanto, é indispensável a interação entre diversos profissionais e empresas, lojistas, distribuidores, fornecedores, produtores e logística, que possibilita o movimento de insumos e produtos.

Compreenda a importância do Supply Chain

A gestão da cadeia de suprimentos gerencia todas as informações e processos, para que haja um planejamento relativo ao atendimento com base na perspectiva do conjunto. Isso é importante para entender como as etapas se relacionam e para a realização de controle sobre as atividades dos fornecedores e demais pessoas envolvidas até que os bens cheguem ao público-alvo.

A logística e o Supply Chain estão intimamente ligados e são tão dependentes que fica difícil definir qual delas é um instrumento da outra. Logística é a atividade que cuida do movimento dos produtos de um local para outro e dos documentos referentes a esses procedimentos. Assim, as duas atividades envolvem transporte, análises estratégicas, uso de tecnologias para rastreio e controle etc.

Esses procedimentos são indispensáveis para que os produtos sejam entregues dentro do prazo e com segurança no seu destino. A logística fornece suporte para a movimentação das cargas, tendo papel fundamental na cadeia de suprimentos, uma vez que esta planeja o fluxo dos bens, o seu relacionamento com os clientes e os negócios.

Descubra como o Supply Chain pode auxiliar em processos logísticos

Como você pode observar, o Supply Chain valoriza a experiência dos consumidores, que precisa ser satisfatória para que as empresas se mantenham ativas no mercado. A adoção de ferramentas de gestão integrada e o acesso à informação são relevantes para obter os resultados almejados. Veja, a seguir, outros fatores que apontam a efetividade da cadeia de suprimentos!

Estoque reduzido

Manter níveis elevados de produtos em estoque eleva os custos com manutenção das estruturas físicas, aquisição de máquinas e equipamentos, mão de obra, entre outros. O gerenciamento da cadeia faz com que o fornecedor controle a quantidade dos itens armazenados ou consumidos e providencie a disponibilização desses dados periodicamente. Consequentemente, a empresa não precisa armazenar grandes quantias de produtos em seu armazém.

Avaliação de desempenho de fornecedores

O desempenho dos parceiros poderá ser avaliado para fazer uma seleção. A organização poderá limitar a quantidade de fornecedores da sua cadeia de abastecimento, selecionando apenas aqueles que se prepararam para aderir às mudanças necessárias. Aqueles que não pretendem trabalhar de forma integrada e com os recursos fundamentais à facilitação do gerenciamento e controle precisam ser dispensados.

Acompanhamento da qualidade dos bens

Os consumidores estão mais exigentes a cada dia. Com a cadeia de suprimentos fica mais fácil acompanhar a qualidade dos serviços e produtos ofertados, a eficiência das transportadoras e o comprometimento dos fornecedores. Estabeleça requisitos mínimos antes de fechar uma parceria, pois, isso poderá alavancar os seus negócios.

Flexibilidade

O Supply Chain possibilita a resolução ágil dos mais variados problemas com soluções precisas. Por meio da gestão integrada, faz-se o mapeamento dos processos, dos riscos das operações e das responsabilidades dos participantes. Isso é imprescindível, já que o transporte de mercadorias oferece riscos para as empresas que contratam as transportadoras. Uma equipe preparada para lidar com essas questões consegue identificar e resolver os desafios rapidamente.

Redução de custos

Gerenciar a cadeia de suprimentos permite a adoção de estratégias para promover melhorias na eficácia e eficiência dos envolvidos. A atividade auxilia os gestores a eliminar os desperdícios pela otimização de processos, reduzir os níveis de estoque e excluir tarefas redundantes que nada agregam aos resultados. Os participantes dos processos interagem como grupo, aumentando a força dos componentes e conferindo vantagem competitiva a todos.

Confira como a gestão de projetos ajuda na aplicação do Supply Chain

O gerenciamento do Supply Chain é bastante complexo, visto que envolve vários processos e fases até que os bens de consumo cheguem ao cliente final. A gestão de projetos é muito abrangente e auxilia na implantação de sistemas, ferramentas, novas tecnologias, desenvolvimento de soluções, aprimoramento de procedimentos etc. Com a gestão de projetos, o gestor e sua equipe conseguem:

  • definir metas e objetivos;
  • separar etapas;
  • organizar as tarefas com a criação de um cronograma;
  • definir prazos de entrega;
  • monitorar e controlar as atividades;
  • averiguar o desempenho dos colaboradores e parceiros;
  • analisar os resultados obtidos com as operações;
  • avaliar indicadores e identificar gargalos;
  • gerenciamento de riscos;
  • propor melhorias e muito mais.

Conseguiu entender a importância do Supply Chain na gestão de projetos? Os gestores ou gerentes desse ramo são profissionais especializados para conhecer e acompanhar os processos empresariais e propor resoluções, por exemplo, a realização de pesquisa e desenvolvimento de novos produtos ou serviços que agregam valor à marca.

Gostaria de receber novidades relacionadas a esses assuntos em seu e-mail? Assine nossa newsletter agora mesmo e receba conteúdos exclusivos!

dashboard

8 coisas que você precisa saber sobre dashboard

Vi recentemente em uma viagem, uma propaganda muito inteligente no assento do avião que dizia assim: seu mais novo concorrente não existe essa manhã. Essa frase usada no slogan de um Big4 me fez refletir o quanto eles estão certos. Em um cenário onde o número de concorrentes cresce todos os dias, a informação que auxilia na tomada de decisão do consumidor nunca foi tão importante.

As informações necessárias para escolher o melhor caminho e ter segurança das ações estratégicas, precisa ser simples e estar acessível, pois é com elas que as organizações se tornarão mais inovadoras e produtivas, são elas que também vão colaborar na redução de custos e em tirar a atenção de projetos que só drenam a energia.

O desafio começa na hora de escolher como organizar estas informações, afinal são dados que não tem mais fim e chegam por softwares de informação como ERPs, CRMs e PPMs, por e-mail, redes sociais, feeds, mídias convencionais, newsletter, apps etc. Neste ponto o bicho pega e é ai que surge a relevância de saber o que é um dashboard.

Deseja saber como os dashboards vão te ajudar a dar atenção a aquilo que é mais importante e consolidar informações secundárias? Continue a sua leitura!

Os tipos de dashboards

A ferramenta auxilia os gestores a fazer o gerenciamento dos dados, que são organizados, armazenados e exibidos em uma única tela. Por meio dela, o acesso às informações que provém de várias fontes é facilitado. O principal objetivo dessa solução e permitir a correta interpretação dos resultados empresariais. Confira alguns tipos de dashboard!

Dashboard estratégico

Dashboard estratégico é utilizado para o monitoramento dos status dos indicadores de desempenho. A ferramenta de relatório é muito importante para os gerentes e executivos, pois as informações são atualizadas frequentemente. O painel pode ser visualizado uma vez ao dia para que os líderes empresariais tenham conhecimento das informações relacionadas à empresa.

Dashboard operacional

O dashboard operacional é indicado para a geração de relatórios. A ferramenta monitora os processos organizacionais que são alterados com frequência e rastreia a atuação dos indicadores e métricas. Nesse tipo específico, as informações são constantemente atualizadas e os painéis podem ser analisados diversas vezes por dia. Desse modo são averiguados os progressos referentes às metas e objetivos.

Dashboard tático

Esse dashboard influencia nas decisões relacionadas aos recursos da empresa que são mobilizados para alcançar objetivos em um prazo médio. Portanto, o painel é planejado com a finalidade de obter indicadores e métricas relevantes em um período maior de tempo. A ferramenta é aplicada pela alta gerência que toma as decisões mais relevantes sobre o futuro das organizações.

Dados visualizados nos dashboards

Diversas informações são expostas pelos dashboards. Essas ferramentas rastreiam uma variedade de números de acordo com as necessidades de cada negócio. Elas podem ser configuradas para apresentar qualquer tipo de dados que seja útil para os gestores, por exemplo, vendas, receitas, métricas de agendamento, taxa de retorno dos investimentos (ROI) e muito mais.

Os gerentes podem acessar dados sobre lojas virtuais, atendimento aos clientes, unidades filiais, disponibilidade de equipamentos, sistemas críticos, processos produtivos, índices de desperdício, desempenho fabril, máquinas e equipamentos ociosos etc. As informações podem ser separadas por categoria ou então visualizadas de forma geral.

Sendo assim, um dos objetivos do dashboard pode ser apontar a data ideal para o término de projetos, o orçamento disponível, o ritmo das atividades, a largura de banda dos membros das equipes, entre outros. Os painéis respondem as dúvidas diárias dos gestores, pela comparação dos dados e pela geração de relatórios de progresso.

Como você pode observar, as empresas utilizam os dashboards de maneira distinta. As ferramentas são criadas conforme os propósitos e objetivos que a equipe de tecnologia de gestão definem antes de sua implementação. A solução é construída de acordo com as respostas que os gestores precisam para monitorar a performance do negócio.

Os dashboards fornecem os dados mais relevantes para a realização de análises. Por exemplo, índice de liquidez, ligações do call center, time de vendas, produtos mais vendidos, oportunidades interessantes, fontes de tráfego, informações de site, crescimento dos negócios, conversões, funil de marketing, disponibilidade de recursos etc.

Benefícios do dashboard

Existem vários benefícios provenientes do dashboard, tendo em vista que ele permite o acesso, a interação, o controle e a avaliação de informações que atualizadas em tempo real. A ferramenta propicia o alinhamento entre os departamentos da organização, aumenta a competitividade e melhora a sinergia entre as equipes. Veja a seguir outras vantagens que merecem destaque!

Aumento da eficiência

A aplicação da ferramenta eleva a eficiência de forma rápida por que agiliza as medidas que devem ser tomadas para o sucesso da empresa. A implementação do dashboard é importante para o monitoramento eficiente das atividades de uma organização. Além disso, ele promove transparência, integração e engajamento entre os times de todos os departamentos.

Melhora dos processos de tomada de decisão

A melhoria dos processos que envolvem a tomada de decisões é uma consequência do uso de dashboard. Os gestores observam o desempenho e os processos se tornam mais intuitivos, com dados precisos e robustos. As equipes de trabalho são gerenciadas para que tenham o mesmo objetivo e uma comunicação mais eficaz. A ocorrência de erros diminui e mutos prejuízos são eliminados.

Visibilidade dos dados

Dashboards tornam os dados visíveis de qualquer lugar e a qualquer momento por meio de dispositivos móveis. Uma aplicação mobile mostra as informações quando for preciso para facilitar a realização de reuniões. Um dashboard é uma ferramenta de Business Intelligence (BI) semelhante a um painel que as empresas usam para visualizar dados.

Passo a passo para a criação de um dashboard

A ferramenta possibilita o monitoramento dos indicadores e dos resultados em tempo real, de modo que é extremamente útil para facilitar as tomadas de decisões. Também podem ser visualizadas as informações por períodos, caso o gestor configure a solução. Observe abaixo um passo a passo para criar um dashboard que atenda as suas expectativas!

Defina o objetivo

Inicialmente, é preciso definir o objetivo do projeto do dashboard para que a ferramenta responda aos questionamentos funcionais relativos à gestão do negócio. Por este motivo, faça uma reflexão sobre os principais indicadores que oferecem os dados relevantes que servem ao gerenciamento das atividades e facilitam a tomada de decisão.

Escolha o tipo de dashboard

Após definir a finalidade do projeto, escolha o tipo apropriado e que contenha medidas para atender as demandas da sua organização. Considere os profissionais que vão trabalhar com o dashboard e aplicar a inteligência das informações em suas rotinas. A modalidade da solução será definida conforme o grau de hierarquia dos colaboradores que vão utilizá-la.

Crie um esboço

Faça um esboço das informações que deverão aparecer no painel para facilitar a seleção das cores adequadas, bem como a disposição de cada dado. Para isso, você poderá criar o modelo utilizando o Microsoft Excel, que tem uma funcionalidade específica para criar esboços e disponibiliza painéis com indicadores gráficos. Isso pode ser feito na planilhas eletrônicas ou outra ferramentas adequadas.

Elabore um layout

A escolha do layout deve ser feita com bastante cuidado, visto que os dashboards são expostos durante um período de meses ou anos. Os analistas e outros profissionais fazem uso deles e observam os indicadores todos os dias. Por isso, opte por uma alternativa que esteja harmonizada com o estilo das informações e cujo design facilite a interpretação dos dados.

Selecione um software apropriado

Você vai encontrar no mercado uma infinidade de softwares ou ferramentas para criar o seu dashboard. Uma delas é o Excel, que é útil para a criação de planilhas eletrônicas. Mas existem outras que são específicas para essa finalidade, as quais são mais ágeis e oferecem opções avançadas para a integração dos dados.

Dicas importantes sobre dashboard

Uma confusão comum para que está começando no mundo do Business Intelligence é achar que BSC e dashboard são sinômimos. Errado. A grande diferença entre os dois, é que um dashboard, funciona como o velocímetro do seu carro, ele mostra o estado em um determinado momento. Já um scorecard, por outro lado, mostra a evolução ao longo do tempo para objetivos específicos.

Projetos do dashboard e scorecard são cada vez mais convergentes. Por exemplo, alguns dashboards da área comercial também incluem a capacidade de acompanhar o progresso em direção a um objetivo. Um produto que combina elementos de ambos os dashboards e scorecards é por vezes referido como um dashbord de avaliação.

Agora, antes avançar com a construção do dashboard da sua empresa, vale a pena lembrar que a função dele é compartilhar informações com um grupo especifico de usuários com ansejos e necessidades específicas. Por exemplo, um gerente de portfólio que precisa acompanhar a evolução dos projetos de sua carteira de investimento.

Se ele não tiver acesso a informações realmente relevantes, gera o risco dele investir energia em coisas que no fim das contas tem valor para o negócio – apesar da maioria dos painéis de controle exiberem KPIs, essas métricas precisam ser relevantes para cada público dentro da empresa. Acompanhe outras dicas que são consideradas relevantes sobre dashboards!

1. Bonito não é o objetivo, a comunicação é o objetivo

Não é sobre o quão bonito é o painel, com seus gráficos de pizza, barras ou animações, é sobre sua capacidade de se comunicar de forma rápida e clara a informação certa na hora certa e da melhor forma possível! Desta forma tomada de decisão se torna mais rápida e baseada em fatos relevantes. Em suma: Bonito não é o objetivo, a comunicação é o objetivo.

2. Em todo lugar e a qualquer hora

Se não é possível ter acesso a informações em tempo real, como uma empresa vai estar apta agarrar uma oportunidade ou evitar uma crise? Como você pode compartilhar idéias e despertar conversas com outros decisores envolvidos de forma rápida e imediata? A resposta é simples, tudo está e deve estar online, do seu software de gestão de projetos ao seu sistema de RH. O trabalho fica mais rápido, inteligente e conveniente. A mesma coisa vale par ao dashboard, eles precisam estar disponível online.

3. Varias abas não é uma boa opção. Tudo deve estar em uma só tela

Todos os relatórios e informações relevantes devem ser exibidos em uma única tela, sempre que possível, ao fazê-lo, ele deve permitir analisar os dados de forma mais rápida e com maior facilidade de compreensão.

O cérebro humano tem mais capacidade de visualizar todas as fontes de informação inter-relacionados em conjunto, desta forma, é possível entender a importância e significado global de um conjunto de informação com maior precisão. Ele também permite comparações mais fáceis e rápidas entre os diferentes tipos de gráficos, bem como a identificação de tendências e relações dentro do conjunto de dados global, levando a uma percepção mais profunda. Um painel que é mais longo do que o comprimento de uma tela, e requer o deslocamento, é menos eficaz. Isso ocorre porque o cérebro é capaz de armazenar apenas uma pequena quantidade de informação na memória de curto prazo.

4. Comece com uma imagem grande, sem esquecer dos detalhe

As informações devem ser apresentadas em uma série de relatórios de resumo de alto nível que rapidamente fornecem uma visão geral do que está acontecendo em um ambiente organizacional, que permitem aos usuários se aprofundar em detalhes subseqüente para diagnosticar por que algo ocorreu e revelar sua origem

5. Assegurar o alinhamento natural e ordem lógica de gráficos

Um estudo recente descobriu que layouts de página web que as pessoas compreendem de forma rápida. A pesquisa encontrou evidências que os usuários experientes da Internet têm formado respostas automáticas de atenção e padrões de busca baseados em normas da página web ou design de interface web.

Portanto, como hoje em dia quase qualquer destinatário de um painel BI seria classificado como um “usuário de Internet experiente”, a posição das informações dentro de um painel de controle deve estar em conformidade com as normas previstas de layout de página web para auxiliar a compreensão da informação.

Por exemplo, todos os menus devem ser deixados, ajustadando sempre que possível, guias adicionais devem ser posicionados na parte superior do painel de instrumentos, e se o deslocamento é necessário, em seguida, os usuários devem se deslocar para cima e para baixo, em vez de através da tela.

Além disso, os gráficos dentro do painel devem ser ordenados de uma forma que permite o consumo mais rápido w fácil das informações. Por exemplo, o posicionamento de uma série de cinco relatórios sobre um painel, onde o significado da primeira não pode ser plenamente compreendido até que o usuário tenha lido o quarto, acarreta em má compreensão da informação como um todo.

6. Personalização é a chave

Os relatórios e visualizações associados devem ser personalizados para atender às necessidades e demandas específicas do destinatário (individual ou grupo) relevante para o papel funcional dessa entidade para a organização, para apoiar a tomada de decisões adequadas e oportunas de cada unidade. Não seria muito útil permitir a equipe de marketing saber sobre as iniciativas de RH, certo?

7. Efetivamente destacar as informações mais importantes

Painéis de boas práticas devem ser concebidas de modo a chamar a atenção dos usuários para OS PONTOS MAIS RELEVANTES (viu como seu olho parou na frase) da informação dentro de um dashboard. Para conseguir isso, você deve evitar:

Desordenar o painel com tipos de gráficos visualmente gratuitos que resultam em um assalto sobre os olhos, e, portanto, falta de destacar / elevar um único ponto (s) de importância acima de outros dados exibidos

A seleção de um fornecedor cuja interface painel é visualmente gratuita e, portanto, distrai / diminui a partir dos dados que está sendo exibido

8. Erros que devem ser evitados com dashboards

É normal cometer equívocos na construção de um dashboard. Afinal de contas, o profissional terá que definir os dados que serão destacados no painel, como eles serão tratados e exibidos e outros detalhes. Os erros mais comuns estão relacionados ao propósito ou objetivo da análise, pois essa meta guia o estudo e a organização do painel.

Essas são as coisas que você precisa saber sobre que é um dashboard! Não utilize indicadores que não sejam importantes para o desempenho e gestão de projetos e não cometa a falha de não contextualizar as informações de maneira que os colaboradores não conseguirão compreender o que estão visualizando. O excesso de informações poderá saturar os colaboradores.

Pronto agora você pode continuar seu projeto de BI sem preocupação. Se ficou com alguma dúvida, deixe aqui o seu comentário!

gerenciamento de escopo

Gerenciamento de escopo: qual a importância e como deve ser feito

O gerenciamento de escopo faz parte do bom desenvolvimento de projetos. A verdade é que o desempenho nesse momento da execução determinará o sucesso do produto em relação ao bom alocamento de recursos e satisfação do cliente. Por isso, todo bom gestor de projetos deve dar a devida atenção para essa etapa.

Sendo assim, preparamos este post explicando do que se trata o gerenciamento de escopo e qual é a importância dele no resultado final e na performance do projeto. Além disso, vamos dar algumas orientações sobre como gerenciar bem o escopo e desenvolver um produto redondinho utilizando seus recursos da melhor forma.

Que tal se inteirar sobre esse assunto? Continue conosco nessa leitura!

O que é gerenciamento de escopo?

O gerenciamento de escopo é, basicamente, o processo de organizar o “esqueleto” do seu projeto. Nesse processo, você garante as atividades e recursos fundamentais para a execução eficiente do projeto, evitando excessos, acúmulos, equívocos etc. Ou seja, esse gerenciamento é sobre direcionar e controlar os processos referentes ao escopo.

Embora a definição do PMBOK indique que o escopo é o trabalho referente às ações para entrega do produto, é bastante comum ouvirmos pessoas da área de projetos se referindo ao gerenciamento de escopo como uma expressão relacionada a um produto já entregue. Sendo assim, é bom ficar de olho no contexto.

Há ainda o Plano de Gerenciamento de Escopo (PGE), que nada mais é do que uma documentação descritiva sobre como o escopo será estabelecido, como será desenvolvido, acompanhado e checado ao longo de seu desenvolvimento e implementação das etapas.

Qual é a importância na gestão de projetos?

O gerenciamento de escopo serve principalmente para que o desenvolvimento do projeto seja enxuto, ou seja, para que exatamente o que foi planejado seja feito. Outro ponto positivo é que você pode medir o aproveitamento da equipe, cada área com sua função e resultado de acordo com a linha do tempo e de alocação de recursos do escopo.

Aproveitamento dos recursos

A principal vantagem de fazer um bom gerenciamento do escopo é a boa alocação dos ativos do projeto, como tempo, dinheiro, dados e informações etc. Você sabe que está aproveitando de maneira correta os recursos e, principalmente, pode apresentar essa certeza, de forma documentada, para quem está pagando pela execução do projeto.

Com um escopo bem definido e controlado, você pode apresentar relatórios de desempenho, explicando, inclusive, como cada etapa está utilizando as aplicações para gerar valor ao produto. O resultado disso é que o trabalho se torna eficiente, visto que os recursos são utilizados à medida de sua necessidade, nem mais nem menos.

Como fazer um gerenciamento de escopo eficiente?

O gerenciamento de escopo traz em si tanto o planejamento do escopo quanto o planejamento de requisitos. Depois de reunir os requisitos, é preciso planejar pensando em como fazer análise, estabelecer prioridades, controlar o fluxo de trabalho, gerenciar mudanças etc. Vejamos a seguir os passos primordiais para fazer gerenciar o escopo!

Invista em planejamento

Quando falamos em investimento aqui, não pense somente em capital: o tempo que você vai gastar, a comunicação que vai fazer, tudo isso é recurso sendo aplicado em planejamento. Dessa forma, é fundamental ter todas as diretrizes para poder traçar o escopo, planejando em cima dos objetivos e metas. Você precisa:

  • saber o objetivo do produto (qual é o propósito do projeto?);
  • definir o escopo do projeto (como vamos chegar a esse objetivo?);
  • detalhar as entregas (quais etapas vão sendo concluídas e em quais prazos);
  • estudar os critérios de aceitação;
  • estabelecer o que não faz parte daquele projeto (o que está fora do orçamento, por exemplo);
  • determinar as premissas e as restrições em relação à execução.

Diante disso, o momento mais importante é a coleta de requisitos, quando você vai obter as informações de qual é o resultado esperado de um projeto ou produto. Há diversos tipos de requisitos, relacionados a funções de um produto, qualidade, processos, enfim, o mais importante é ouvir atentamente as necessidade e expectativas.

Além de entrevistar a parte interessada, é bom também contar com outras ferramentas para tornar essa coleta mais efetiva, como brainstorms, registros da progressão, revisões etc. Lembre-se de que o bom alinhamento nessa fase garante que o que está sendo desempenhado tem base nos objetivos e no propósito do projeto.

Crie uma estrutura analítica

Planejamento concluído, temos aí a definição do que vai ser feito, como vai ser feito, quais recursos serão utilizados, entre outros aspectos. Agora é o momento de fazer a validação do escopo. Para avançar até esse ponto, é preciso criar uma estrutura analítica para o projeto (EAP). Essa ferramenta constitui um sistema do gerenciamento do valor, composto de:

O Project Management Institute (PMI) diz que essa organização é obrigatória, visto que ela permite que todos os envolvidos no desenvolvimento visualizem o escopo de forma estratégica e estruturada. Assim, nenhuma entrega fica para trás, o impacto de mudanças e solicitações fica claro no escopo etc.

Estruturada essa ferramenta, basta esperar a validação formal do escopo — por parte dos patrocinadores ou clientes finais. Vale ressaltar que é diferente da declaração do escopo: a última acontece antes de o projeto começar, enquanto a validação é realizada conforme as entregas são feitas, de fato reconhecendo o bom andamento do projeto.

Use a tecnologia

É fundamental ficar atento a tudo que acontece, validando as etapas de maneira organizada para evitar problemas, retrabalhos e adiantar ou frear necessidades de mudança. Dessa forma, o gestor do projeto também tem a função de direcionar todos os envolvidos para que nenhum imprevisto ocorra e comprometa o que já foi realizado do projeto até então.

Portanto, a última instrução para você é: use a tecnologia para medir e analisar o andamento e execução das funções do escopo em função da finalização do projeto. Utilizando um sistema, o gerenciamento do escopo se torna muito mais simples, uma vez que você consegue visualizar todos os processos e acompanhar o desempenho.

Esses insights sobre como gerenciar escopo de projeto foram úteis para você? Sempre pensamos nos melhores materiais para te ajudar: nos acompanhe nas redes sociais e fique por dentro! Você nos encontra no Facebook, no Twitter, LinkeIn e YouTube.

fast track plan

Você sabe o que é Fast Tracking?

Já ouviu falar de Fast Tracking? É uma técnica utilizada para executar tarefas paralelas e acelerar o retorno dos investimentos, considerando os riscos de um projeto e reduzindo o tempo total de sua execução. Refere-se à decisão de fazer tarefas simultaneamente, as quais seriam executadas de forma sequencial de acordo com a descrição do cronograma.

Neste conteúdo, vamos explicar quais são as aplicações do Fast Track Plan no gerenciamento de projetos e mostrar como o escopo do projeto precisa ser muito bem conhecido e difundido. Além disso, vamos mostrar como você pode aplicar o conceito de Fast Tracking na sua empresa e destacar a importância de contar com ajuda especializada.

Gostaria de saber um pouco mais sobre Fast Track Plan e sua importância? Acompanhe a leitura e fique por dentro!

O conceito de Fast Tracking

Fast Tracking são termos ingleses cuja tradução significa rastreamento rápido, o qual também é conhecido como overlapping, paralelismo ou sobreposição. Trata-se de uma prática que ajuda a agilizar a execução de tarefas por meio dos recursos que se encontram disponíveis. A técnica é aplicada aos projetos para alterar a lógica de rede para a realização de atividades em paralelo.

As aplicações do Fast Tracking

No gerenciamento de projetos, Fast Tracking é aplicado por meio da estipulação de ordens que devem ser seguidas na execução das etapas. As atividades são feitas de forma simultânea, sem terem que ser iniciadas e finalizadas para iniciar outras. As tarefas são sobrepostas para propiciar o adiantamento do trabalho e cumprir os prazos do cronograma evitando atrasos.

A técnica acelera o cronograma com a reprogramação das atividades sequenciais que serão efetuadas concomitantemente em paralelo. Por exemplo, quando é iniciada a fundação de uma obra antes da conclusão dos outros projetos relacionados. Nessa situação, pode acontecer mudanças que afetem o projeto da fundação, o que representa um risco para o empreendimento.

Por outro lado, a prática pode ser útil para a aquisição de máquinas ou equipamentos de maior complexidade, cujos prazos de entregas sejam mais prolongados. Se a compra for feita somente quando chegar o momento de utilizá-los, poderá haver atraso na entrega do projeto, embora isso fosse ideal adquiri-los somente após o término do detalhamento técnico.

Coma a aceleração Fast Tracking é possível ter a liberação para cotar o equipamento no mercado, ainda antes desse detalhamento, com o uso de informações básicas. Quando os procedimentos estiverem concluídos, a cotação estará adiantada e o processo de compra acelerado. O risco é ter que refazer a cotação ou perder dinheiro se item já tiver sido comprado.

O escopo do projeto precisa ser difundido

O escopo do projeto é um documento indispensável para a obtenção de serviços, produtos ou resultados. O trabalho reúne dados importantes sobre os projetos, tais como custos, prazos, responsabilidades, tarefas, entregas, objetivos específicos, entre outros. Nele estão dispostos as limitações e os critérios para validação de entregas das etapas. Por isso, é muito importante para o sucesso de uma empresa.

Portanto, o escopo do projeto deve ser conhecido e difundido para garantir que as atividades sejam feitas de maneira adequada. Os clientes ficam satisfeitos quando as suas necessidades são atendidas e quando a empresa considera as suas expectativas. Por esse motivo, esse documento deve ser elaborado com muita atenção para representar os anseios das partes interessadas.

Requisitos

Antes de difundir um escopo, você precisa dividi-lo em etapas básicas. Primeiro, faça o levantamento dos requisitos do projeto para entender as exigências do cliente, suas necessidades e seus desejos. Às vezes, os clientes pedem certo requisito, mas o gestor consegue ofertar outra solução ainda mais apropriada para suprir os anseios. Converse com ele antes de definir cada critério.

Há requisitos funcionais, que fazem a descrição de comportamentos referentes aos produtos, tais como processos, dimensões, design, entre outros. Também existem requisitos não funcionais, relativos à confiabilidade, performance, segurança, condições ambientais. É necessário que todos sejam hierarquizados e documentados de forma clara e objetiva, por meio de mapas mentais, brainstorming e entrevistas.

Descrição dos trabalhos

Depois de levantar os requisitos, o profissional responsável faz a descrição do trabalho fundamental para o desenvolvimento do projeto e monta uma declaração do escopo com detalhes. No documento, deve descrever tudo o que não faz parte e o que faz parte dos projetos para que os stakeholders compreendam as informações.

A declaração detalhada do escopo serve de base para a montagem da Estrutura Analítica do Projeto (EAP) e para a avaliação dos pedidos de alteração no projeto. Ela tem registrados os critérios de entrega, premissas, restrições e aceitação do produto. As técnicas são importantes para descrever as atividades, as oficinas, as análises e a opinião especializada.

Montagem da Estrutura EAP

A EAP ou Work Breakdown Structure (WBS) é utilizada para decompor o projeto em partes para que seja mais fácil fazer o seu gerenciamento. O documento pode ser construído por subprojetos, entregas ou fases do ciclo de vida. Mas há uma estratégia híbrida que mistura esses três fatores, dependendo do tipo de atividade.

Validação e controle do escopo

A formalização da aceitação das entregas com as partes interessadas permite o início das atividades e o acompanhamento da execução de um projeto. O monitoramento é indispensável para que os projetos estejam de acordo com a linha de base previamente definida. Se não estiverem, devem ser feitas ações corretivas para o contorno dos obstáculos com aplicação da técnica de inspeção.

A aplicação do conceito de Fast Tracking em seus projetos

O conceito Fast Tracking pode ser aplicado aos projetos de forma planejada. O planejamento do cronograma é feito pelo gerente de projetos que escolhe a maneira de gerenciar as atividades: subsequente ou concomitante. Nem sempre é possível terminar uma atividade para depois dar início à outra. Algumas tarefas precisam ser aceleradas para não comprometer o prazo final das entregas.

O gestor aplica o Fast Tracking acelerando o andamento de atividades paralelamente sem fazer mudança no escopo. Ele pode diminuir o tempo de realização das atividades ou comprimir as entregas. As equipes vão paralelizar as tarefas sem causar prejuízos ao valor e ao prazo final informado ao cliente. Porém, o gerente deve estar atento aos riscos para conseguir evitá-los.

As práticas que agilizam a execução dos projetos

Alguns cronogramas não podem ser reduzidos ou ter atividades realizadas paralelamente. É importante evitar retrabalhos, pois isso causaria atrasos. A técnica Fast Tracking exige mais tempo para planejamento de entregas e também a revisão do cronograma. Todavia, algumas práticas que ajudam a agilizar a execução das atividades utilizando os recursos disponíveis.

Ao fazer o planejamento de um projeto, leva-se em consideração o objetivo principal dele, as atividades que serão realizadas para que esse objetivo seja alcançado, os recursos (humanos, materiais, financeiros) utilizados nessas atividades e, finalmente, o prazo no qual tudo será entregue.

Não entregar um projeto no prazo estipulado, por melhor que seja o resultado, pode prejudicar o momento de glória do gerente de projetos responsável. Mas existem algumas práticas conhecidas por gerentes mais experientes que ajudam a agilizar a execução das atividades utilizando os recursos disponíveis. O fast tracking é uma delas e possibilita a entrega de atividades em tempo menor, porém, com certo risco.

Fast Tracking: Agilizando processos

Ao planejar um projeto, é comum que o gerente estipule uma ordem que deve ser seguida para a realização das atividades. Em vez de iniciar uma tarefa após a finalização de outra, o gerente pode optar pelo fast tracking e realizar tarefas simultâneas (também chamado de overlapping). Mas nem todas as tarefas podem entrar no fast tracking e, além disso, existem riscos atrelados a esta prática.

Vantagens e desvantagens do Fast Tracking

Um simples exemplo nos permite descrever o que é o Fast Tracking e entender os riscos envolvidos. Vamos imaginar um jantar em família. Para realizá-lo é necessário preparar o prato principal, a sobremesa e colocar tudo na mesa.

A mãe de um lar leu sobre o fast tracking e decidiu utilizar seus recursos, nesse caso, humanos, para que o jantar seja servido às 20 horas. Ela então pediu que o marido fizesse a sobremesa seguindo sua receita, enquanto o filho ficou encarregado de arrumar a mesa.

O jantar pode sair delicioso e dentro do horário, porém, existem alguns riscos que podem prejudicar não só a qualidade do jantar como também o prazo.

Os riscos desse projeto

  1. O filho pode esquecer alguns itens importantes para compor a mesa;
  2. A mãe pode ficar tão preocupada com as tarefas delegadas que acaba deixando a comida queimar;
  3. O marido erra na receita e a sobremesa pode ir “por água abaixo”.

A falha na atividade do filho provocará o retrabalho da mãe e, possivelmente, um atraso na hora marcada. As falhas da mãe e do marido são ainda piores, gerando a necessidade de refazê-las, além do gasto de mais recursos financeiros em novos ingredientes ou na compra de uma refeição e sobremesa prontas. Em todos os cenários descritos o projeto terá um atraso no prazo final.

Vantagens

  • Ótima tática para manter o projeto no prazo, para compensar atrasos ou para a entrega adiantada;
  • traz satisfação para os clientes, pois receberão o projeto no prazo estipulado.

Desvantagens

  • Oferece risco;
  • pode gerar a necessidade de refazer tarefas que foram concluídas de maneira errada;
  • pode causar perda de recursos;
  • pode atrasar ainda mais o projeto.

Prazo não é tudo

Um dos principais objetivos do gerente de projetos é fazer a entrega dentro do prazo estipulado, porém, outros objetivos, não menos importantes, também são levados em consideração, como o próprio foco do projeto, seus recursos e a qualidade do trabalho feito. Um projeto entregue no prazo sem essas características certamente será um fracasso.

Para tomar a decisão correta sobre quais atividades poderão entrar no fast tracking, é preciso levar em consideração a integridade geral do projeto. O gerente é responsável pela avaliação da necessidade e dos riscos da aceleração de projetos, portanto, pesquise bastante antes de se decidir. Foque, em primeiro lugar, na qualidade!

Agora você sabe o que é Fast Track Plan! Conte com a ajuda especializada da Project Builder oferece soluções voltadas à gestão de projetos e fornece o melhor software de gerenciamento do mercado. A empresa é reconhecida dentro e fora do Brasil pela excelência no atendimento ao público e por utilizar a metodologia tradicional PMBOK, Prince2.

E você, já realizou o fast tracking e gostaria de nos contar como foi ou ainda tem alguma dúvida? Entre em contato conosco!

gestão de projetos na telecomunicação

7 vantagens da gestão de projetos na telecomunicação

O gerenciamento de projetos é uma disciplina cuja proposta é o planejamento, execução, controle e fechamento das atividades de um grupo de profissionais para alcançar determinadas metas e satisfazer alguns critérios específicos para o sucesso. Conforme o PMI, o conhecimento em gestão de projetos se fundamenta em 10 áreas: integração, escopo, custo, tempo, recursos humanos, qualidade, procurement, comunicações, gestão de riscos e gestão das partes interessadas.

O setor de telecomunicações também depende de um gerenciamento adequado de projetos para ter sucesso. Quando se conduz um projeto da forma correta, é provável usufruir de muitos benefícios. Fique por dentro dessas vantagens e entenda mais alguns aspectos interessantes relacionados à gestão de projetos na telecomunicação!

Quais são as características do projeto no setor de telecom?

Um passo inicial para gerenciar projetos de telecom é conhecer suas peculiaridades, já que cada setor tem suas próprias características. Respeitá-las é fundamental para uma gestão eficaz de projetos, principalmente os relacionados com a instalação de equipamentos, rádio base, estações, transmissores e infraestrutura para telecom.

As telecomunicações apresentam uma visão diferente para os grupos/ciclos de um projeto. Geralmente, são adotadas etapas como:

  • seleção dos fornecedores (especificações técnicas, proposta técnica e comercial);
  • planejamento geral (definição das equipes, cronograma e atividades);
  • execução (implementações, instalações e homologações);
  • fechamento do projeto (cliente aprova e aceita o projeto).

Quais são as vantagens da gestão de projetos na telecomunicação?

A gestão de projetos na telecomunicação promove uma série de benefícios. Vamos enumerar 7 desses benefícios e seus resultados positivos:

1. Otimização dos processos

O gerenciamento de projetos define o que cada profissional deve fazer e quando. A rotina de trabalho fica bem determinada e os processos se desenvolvem com mais organização e rapidez. Ainda, a gestão estabelece métricas de acompanhamento dos processos e dos resultados.

Como todos conhecem e compreendem as suas funções, não há desperdício de tempo com atividades que não são necessárias. A equipe alinhada aos valores e aos critérios definidos pela empresa melhora a produtividade e as possibilidades de sucesso do negócio aumentam.

2. Aumento na qualidade dos serviços prestados

Existe uma pressão sobre os profissionais para aplicar as orientações do projeto, respeitar prazos e orçamentos, além de cumprir os padrões de controle de qualidade e conformidade. Dessa forma, a gestão de projetos na telecomunicação contribui para a identificação de falhas e o controle da qualidade dos serviços prestados.

3. Fidelização de clientes

Se os resultados são bons, os clientes ficam satisfeitos. Quando os prazos são cumpridos, os orçamentos não ultrapassam os limites predefinidos e tudo se mantém dentro do escopo, os clientes ficam felizes e a tendência é que continuem a fazer negócios com a empresa. Além disso, o cliente satisfeito divulga de maneira informal os serviços da empresa para familiares e amigos. Dessa forma, fica menos difícil captar novos clientes, já que esse processo será mais natural e facilitado.

4. Redução das despesas

Na gestão de projetos, há a prática do controle de gastos. Isso contribui para a elaboração de um orçamento mais acertado e promove o acompanhamento da forma como os gastos serão feitos, se certificando de que os recursos financeiros terão o destino adequado.

É necessário respeitar a linha de base de custos definida no projeto. Somente assim, não haverá gastos adicionais e inesperados, que tornam a obra mais cara e geram ônus aos clientes. Na verdade, a gestão de projetos ajuda a reduzir gastos e a tornar o orçamento mais enxuto. Isso porque permite identificar e aproveitar oportunidades. Contudo, o mais importante é que os recursos sejam aplicados da forma devida.

5. Controle dos riscos

Outro resultado positivo proporcionado pela gestão de projetos na telecomunicação é que se obtém um controle otimizado sobre os riscos. O gestor de projetos efetua o mapeamento de todos os riscos, inclusive dos positivos. Isso permite perceber os indícios de qualquer ameaça e contribui para reduzir impactos negativos no projeto. Em relação aos riscos positivos, ou oportunidades, o gestor poderá aproveitá-los e gerar mais ganhos ao projeto.

6. Maior engajamento da equipe

As boas práticas no gerenciamento de projetos estimulam os profissionais, levando-os a um maior engajamento no trabalho. Há compartilhamento e alinhamento entre todos os profissionais, o que produz um relacionamento transparente e de confiança. Enfim, convém contar com um planejamento eficaz, com boas estratégias para lidar com as partes envolvidas e efetivar uma gestão de equipes diferenciada, que permita a melhor comunicabilidade na rotina do projeto.

7. Melhoria na tomada de decisões

Decisões erradas podem comprometer a situação financeira da empresa. O gestor de projetos carece de informações corretas para fundamentar sua administração e aperfeiçoar o trabalho dos profissionais das equipes. O gerenciamento adequado permite que o gestor colete e acesse dados mais vitais, o que facilita a tomada de decisões. Afinal, tomá-las de forma apenas intuitiva é arriscado. A percepção do gestor é valiosa, mas deve atuar em conjunto com dados seguros.

Como fazer uma boa gestão de projetos na telecomunicação?

Vamos dar algumas dicas, nessa parte final do texto, para que seja possível efetivar uma boa gestão de projetos na telecomunicação.

Tenha objetivos definidos e claros

Antes de iniciar o projeto, é necessário definir quais são os objetivos das partes envolvidas, que devem ser realistas e alcançáveis. Somente assim, o gestor pode determinar o escopo. Com os objetivos e as metas estabelecidas, é possível selecionar os profissionais mais compatíveis com eles e formar uma equipe.

Em cada grupo, é necessário aproveitar os pontos fortes de cada um e indicar um líder com capacidade para administrar as atividades, elaborar cronogramas, planejar e monitorar os gastos e estimular a equipe.

Faça um inventário dos ativos

Também, é fundamental inventariar e controlar os ativos, bem como definir os profissionais responsáveis por cada ativo, o que ajuda a otimizar a eficiência dos recursos. Assim, impede-se que haja subutilização de produtos e estimula-se o uso dos equipamentos em todo o seu potencial, gerando redução de gastos.

Descubra outras dicas de gestão de projetos

Também, é importante que o gestor:

  • monitore sempre os gastos;
  • aplique princípios de transparência e equidade na gestão;
  • respeite as normas e regras pertinentes;
  • use a tecnologia ao seu favor.

A gestão de projetos na telecomunicação é a melhor maneira de potencializar os bons resultados e reduzir as falhas, economizando tempo e capital. Um bom software certamente é um diferencial, pois permite automatizar tarefas e controlar os processos com foco e objetividade. Ele também facilita o monitoramento preciso com a ajuda de indicadores e métricas.

Você já conta com um bom software para auxiliar sua organização? Saiba mais sobre nosso produto: entre em contato conosco e tire todas as suas dúvidas!

gestão de projetos p&d

Gestão de projetos P&D: as 6 melhores práticas

Gerenciamento de projetos é uma atividade específica que garante o cumprimento dos objetivos determinados pelo gestor e a satisfação dos usuários. Trata-se de um processo realizado para desenvolver soluções, aprimorar serviços ou produtos buscando melhores resultados para as empresas. Mas a gestão de projetos P&D tem suas particularidades. Ficou curioso?

Aqui, você vai descobrir as diferenças do gerenciamento de projetos de pesquisa e desenvolvimento e as suas especificidades. Neste artigo, vamos mostrar também como é possível ter bons resultados com a gestão de projetos P&D por meio da aplicação das melhores práticas nas etapas, verificação, validação e acompanhamento de indicadores, entre outros.

Achou o assunto interessante? Então continue a leitura e tire as suas dúvidas!

As diferenças da gestão de projetos P&D

A gestão de projetos P&D refere-se à pesquisa e desenvolvimento de novos bens que solucionam dificuldades ou permitem o aproveitamento de oportunidades. Para iniciar um projeto P&D é preciso refletir sobre o problema que será resolvido com a entrega do serviço ou produto.

Esse projeto não será como aqueles que são planejados para implantar um sistema ou construir um imóvel, pois ele apresentará um grau de incerteza relativo aos resultados a serem obtidos. Profissionais de várias especialidades são indispensáveis. Veja alguns pontos distintos:

  • equipe multidisciplinar;
  • instalações físicas adequadas;
  • variedades de informações capturadas e analisadas;
  • quantidade de parceiros envolvidos;
  • gerenciamento árduo das atividades;
  • duração prolongada do projeto.

Há um risco mais elevado e ele deverá ser considerado um investimento que poderá dar retorno em longo prazo. O processo de maturação é mais demorado e é somente depois de concluída essa fase que determina-se a sua aplicação e verifica-se novos riscos econômicos e comerciais. Isso ocorre por que esse tipo de projeto procura desenvolver solução tecnológica.

As especificidades da gestão de projetos P&D

Os projetos comuns são elaborados para as mais variadas áreas empresariais e públicas. Normalmente um gestor seleciona uma equipe, define as metas, estabelece o cronograma, acompanha a realização dos trabalhos, avalia o desempenho e os resultados obtidos. Porém, como você pode ver, os projetos P&D são bastante complexos, têm suas próprias especificidades e suas etapas também são diferenciadas:

  • concepção da ideia ou pesquisa básica;
  • avaliação de viabilidade;
  • busca de financiamentos;
  • aquisição ou fabricação de tecnologias;
  • desenvolvimento do produto ou serviço;
  • testes de laboratórios;
  • plantas pilotos;
  • fabricação do produto final;
  • comercialização do produto no mercado.

Vale destacar que o número de projetos P&D está crescendo bastante no Brasil. As empresas dos setores de petróleo, gás e eletricidade são obrigadas a investir parte do seu faturamento neles. Por outro lado, há incentivos para órgãos de fomento e empresas que desejarem trabalhar com pesquisa e desenvolvimento em nosso país.

As melhores práticas da gestão de projetos P&D

Diante das características desafiadoras dos projetos P&D, algumas práticas de gestão podem ser aplicadas para auxiliar os gestores durante a jornada. A equipe deverá trabalhar em conjunto para que as metas sejam atingidas e os seus integrantes terão que se comunicar de maneira eficiente. Veja a seguir as principais práticas que vão ajudar na conclusão dos processos!

1. Crie uma estratégia de inovação e P&D

A estratégia de inovação aponta qual é a intenção da empresa e o que precisa ser feito para ultrapassar os limites e superar as dificuldades. Não importa qual seja o formato dela, pode ser um documento físico, um arquivo digital ou uma página da Internet. É importante que ela se torne uma crença de todos os envolvidos que vão realizar ações referentes ao projeto e suas interfaces.

Ela precisa ser única, fazer distinção entre projetos desejáveis e viáveis daqueles que ficarão para o futuro ou serão descartados. Não adianta ter uma infinidade de projetos listados para uma empresa se nenhum deles for efetivamente levado em frente. Além do mais, a equipe de P&D deve contar com colaboradores suficientes para atender aos direcionamentos ou eles se tornarão impraticáveis, ainda que os recursos sejam utilizados de modo responsável.

2. Defina um processo P&D

Depois de criar a estratégia de inovação e compartilhá-la com a sua equipe será necessário descrever os processos. Se esse detalhamento não for feito, os colaboradores vão aprender uns com os outros e perpetuar práticas que não foram registradas por profissionais experientes e com formação na área P&D. Seja paciente, resiliente e descreva o processo de maneira flexível para suportar imprevisibilidades e variações.

Com isso, você vai acelerar os projetos reduzindo o tempo para a adaptação de novos participantes da equipe e facilitando o entendimento dos pesquisadores. Os integrantes do grupo vão colaborar entre si, minimizando erros de entrega e retrabalhos. Os setores se tornarão mais independentes para resolver desvios de rotina e os gestores poderão analisar métricas internas, além de visualizar possibilidades de melhorias.

3. Incentive a colaboração interna e externa

Caso você não promova a colaboração interna em sua empresa, os testes para lançamento de produtos ou serviços podem ser encarados como um entrave para os outros departamentos. Alguns profissionais resistem às mudanças e preferem trabalhar da sua maneira, cada um para si. No entanto, sem a sinergia entre a equipe não haverá construção de conhecimentos em grupo e as competências de alguns ficarão desconhecidas.

Procure parceiros que colaborem com o objetivo do projeto e que sejam capazes de ajudar na redução de custos e do tempo para lançamento. Entre os mais indicados estão os fornecedores, consultores e usuários. Consequentemente, você conseguirá acelerar os procedimentos, compartilhar o risco das inovações, realizar convergência de tecnologias, aumentar o nível de soluções, entre outros benefícios.

4. Monte um banco de dados

Após a descrição do processo e a sua implementação, você poderá montar um banco de dados para elevar a velocidade dos lançamentos. Ele permite o rápido acesso aos projetos já executados, de modo que os gestores vão utilizá-los como base ou apoio para as novas ideias que virão. Dessa maneira, se a empresa perder um pesquisador, os projetos estarão salvos com as informações armazenadas em local seguro.

5. Utilize indicadores

Os sistemas de gestão de projetos atuais apresentam métricas e indicadores de desempenho para facilitar o trabalho dos gestores. Contudo, vale a pena averiguar os indicadores de satisfação dos usuários no P&D. Aplique uma pesquisa para verificar se a solução inovadora vai se encaixar no público-alvo, se há alcance das expectativas e performance e se ela irá resolver o problema proposto.

6. Faça a verificação e validação

Nessa etapa é preciso conferir se o serviço ou produto vai atender as necessidades dos clientes. Isso será possível com a realização de testes que vão responder se o bem vai aumentar a produtividade do seu público ou gerar o benefício pretendido. Reflita e encontre uma maneira para fazer a testagem. Peça feedback de um cliente e faça ajustes se for preciso.

Essas são as melhores práticas para a gestão de projetos P&D. Não se esqueça de analisar a quantidade de projetos que pode ser implementada simultaneamente pela sua equipe. É aconselhável que cada pesquisador trabalhe com foco em um projeto por vez, pois há uma curva de aprendizagem do time a ser considerada.

Deseja obter mais informações sobre temas relacionados? Entre em contato conosco agora mesmo!

gestão de projetos na indústria automotiva

Gestão de projetos na indústria automotiva: como fazer?

O setor automotivo tem um papel fundamental na estrutura industrial do mundo. Em nosso país, ele corresponde a aproximadamente 22% do Produto Interno Bruto da indústria. É um segmento que interfere em outros setores do Brasil. Por isso é tão importante uma gestão de projetos na indústria automotiva.

Muitos veem o ramo automobilístico como um oligopólio em que poucas firmas conseguem oferecer bens mais diferenciados. Diante da demanda de carros, eles consideram que a quantidade de empresas realmente competitivas no setor é pequena.

Isso demonstra a necessidade de realizar um planejamento estratégico eficaz. Neste post, vamos esclarecer como efetivar uma gestão de projetos na indústria automotiva que atenda à nossa realidade, com a metodologia mais adequada e as ferramentas mais valiosas. Confira!

Selecione e priorize os projetos na indústria automotiva

Se a empresa conta com muitos projetos, é fundamental priorizar alguns deles. Tentar concretizar todos de uma vez não é viável, nem seguro — e, provavelmente, não será possível também. Cada um deve dar sua parcela de contribuição estratégica com os objetivos principais da indústria.

O ideal é priorizar os projetos, respeitando alguns critérios, definindo comparativos e indicadores. Desse modo, você avalia os custos totais de cada projeto, o ROI (Retorno Sobre o Investimento), o prazo para implantação e a prioridade individual.

Determine o escopo e o cronograma na gestão de projetos

Outro aspecto relevante na gestão de projetos na indústria automotiva é a definição do escopo e do cronograma. O escopo equivale a todo o trabalho que será efetivado para a produção dos veículos, conforme a demanda dos clientes. Logo, deve-se determinar o que será realizado e as etapas necessárias para a concretização do projeto.

É fundamental estabelecer o que será feito, considerando todos os pontos para a efetivação do projeto. Quando se detalha o escopo, o gestor consegue analisar a proposta em pacotes de trabalho, que contêm subdivisão em tarefas menores, mais simples de serem realizadas.

O cronograma, por sua vez, é a divisão dos pacotes de trabalho em tarefas. Como exemplo, podemos citar a produção da lataria de um carro como um pacote de trabalho, enquanto a pintura da lataria seria uma tarefa desmembrada.

Percebemos que, com um cronograma, o gestor pode planejar a realização de cada atividade desmembrada e estipular os recursos aplicados e o período de execução para cada uma. Consequentemente, o planejamento integral pode ser efetuado com prazos de execução estabelecidos, e as etapas de orçamento e a definição de gastos serão facilitadas.

Escolha uma metodologia para gerenciar os projetos

Quando falamos em gestão de projetos, seja no setor automotivo, seja em qualquer outro, diferentes metodologias podem ser empregadas para otimizar os indicadores mais importantes e os resultados do trabalho. Há alternativas que oferecem melhores resultados, com foco na melhoria da administração dos projetos. Entre excelentes opções podemos citar:

  • Guia de melhores práticas do PMBOK (Project Management Body of Knowledge);
  • PRINCE 2 (Projects IN a Controlled Environment);
  • IPMA (International Project management Association);
  • FEL (Front-End Loading);
  • PM Canvas (Project Model Canvas).

Enfim, é preciso definir qual metodologia será aplicada na gestão de projetos na indústria automotiva. Também é importante estipular qual dessas metodologias influi na implantação de um PMO permanente, que será sempre aproveitado na gestão dos projetos seguintes.

O PMBOK

O PMBOK é um guia que determina o projeto como um esforço finito, temporário. Isso significa que existem começo e fim bem-delineados e trabalhados para um resultado bastante específico. Os projetos são realizados por pessoas, com recursos limitados, e dependem de planejamento, execução e controle durante seu ciclo de vida.

Nesse sentido, um projeto é diferente de processos e operações, já que esses últimos se repetem e são contínuos, enquanto os projetos são únicos.

Os processos que formam o PMBOK estão divididos em cinco grupos: início, planejamento, execução, monitoramento e controle, encerramento. As áreas de conhecimento do PMBOK envolvem:

  • Gerenciamento de aquisições;
  • Gerenciamento de qualidade;
  • Gerenciamento de riscos;
  • Gerenciamento de escopo;
  • Gerenciamento de custos;
  • Gerenciamento da integração;
  • Gerenciamento da comunicação;
  • Gerenciamento dos recursos humanos;
  • Gerenciamento do tempo;
  • Gerenciamento dos stakeholders (partes interessadas no projeto).

Gerencie pessoas e riscos na gestão de projetos na indústria automotiva

A melhoria na gestão de projetos na indústria automotiva acontece por meio do gerenciamento correto de pessoas e de riscos. Apesar de o setor automotivo ser muito automatizado, a necessidade do elemento humano ainda é primordial. Sem ele, a tecnologia mais sofisticada não oferece os resultados esperados.

O ambiente de trabalho deve ser, portanto, favorável aos profissionais, sem que a hierarquização prejudique o relacionamento entre líderes e subordinados. Isso proporciona um relacionamento sadio para o desenvolvimento da criatividade e produtividade. O gestor precisa conhecer bem a equipe e as habilidades de cada funcionário.

Tal conhecimento permite que a alocação de recursos e a delegação de tarefas sejam mais eficientes. Os resultados serão os melhores para o projeto e para toda a indústria.

O relacionamento interpessoal é muito importante e o gestor deve estar alerta a tudo, desde pequenos conflitos até grandes intrigas, que podem gerar um clima de desarmonia, baixa produtividade e vários erros no trabalho.

O gerenciamento de riscos também é indispensável. Para assegurar que o projeto fique livre deles, é necessário elaborar uma matriz com as principais ameaças capazes de atrapalhar o caminho crítico do projeto. A gestão de projetos na indústria automotiva precisa fazer o monitoramento dos riscos constantemente.

Os perigos podem ter sua prioridade modificada por causa de fatores externos, como fenômenos da natureza ou mudanças de mercado, decisões da equipe executiva ou questões envolvendo o cronograma. Mas convém recordar que riscos não se referem apenas a problemas ou a coisas negativas. Algumas vezes, eles podem ser uma oportunidade, ou seja, ao correr o risco, a empresa pode potencializar seus resultados.

Use um bom software para gerenciar projetos

A tecnologia é um recurso que pode otimizar a gestão de projetos na indústria automotiva. Já falamos o quanto esse setor depende de tecnologia e automação. E um bom software para gerenciar projetos certamente é uma excelente solução. Ele permite ao gestor ter acesso aos principais indicadores com facilidade.

Além disso, os softwares atuais armazenam em nuvem (Cloud Computing), o que é mais seguro para os dados e todos os arquivos. A tecnologia ajuda de inúmeras maneiras, aprimora o processo de delegar tarefas, contribui para reduzir custos, melhora o desempenho da equipe e facilita a tomada de decisões.

Aplicar boas técnicas e ferramentas, principalmente o PMBOK, proporciona ótimos benefícios na gestão de projetos na indústria automotiva, como: melhoria no fluxo de comunicação, padronização das atividades, diminuição da negligência e ociosidade, alocação mais eficaz dos recursos, monitoramento sobre todas as etapas do projeto, gerenciamento de riscos, aumento das chances de melhores resultados.

Gostaria de aplicar metodologias eficientes de gestão de projetos? Quer ter acesso a ferramentas avançadas e eficazes? Entre em contato com a Project Builder e obtenha mais informações!

wbs

WBS: Saiba como usar uma estrutura analítica de projeto

A estrutura analítica de projetos semelhante a uma árvore que engloba níveis gerais e específicos das atividades a serem executadas, a qual contempla todas as fases do projeto. Inicialmente, o gerente precisa fazer o planejamento e detalhar o escopo para conseguir utilizar a ferramenta como um apoio à gestão e para expor o seu conteúdo.

Neste artigo, vamos falar sobre as vantagens de utilizar uma estrutura analítica no projeto e explicar o seu conceito. Por outro lado, vamos mostrar para que serve o WBS dentro de uma empresa e fornecer detalhes sobre a visualização clara das partes do projeto, a facilidade de discussão para soluções técnicas, a identificação de riscos técnicos etc.

Deseja entender como o WBS pode ser aplicado no dia a dia? Continue a leitura deste post!

O que é uma estrutura analítica de projetos?

Estrutura Analítica de Projeto (EAP) ou é a tradução dos termos ingleses Work Breakdown Structure que deu origem à sigla WBS. Trata-se de uma ferramenta visual que possibilita estruturar os projetos de maneira simplificada e auxilia o gestor a fazer a exposição do trabalho a ser realizado até a conclusão das atividades. A árvore orienta as entregas indispensáveis à conclusão de todas as etapas.

Para que serve o WBS dentro de uma empresa?

WBS serve para desenvolver a agenda e fazer a atribuição das funções e das responsabilidades dos integrantes das equipes. Além disso, é útil para gerenciar riscos, ajuda na delimitação do escopo do projeto, auxilia a identificar as fases, orienta o gestor para identificar e descrever de forma detalhada as entregas e as atividades a serem executadas.

Fora isso, WBS ajuda a obter a estimativa de custo, duração e esforço, bem como a identificar os riscos. Com ela, os gestores organizam os pacotes de trabalho fazendo a descrição das fases seguintes ainda antes de montar o cronograma. A ferramenta pode ser numerada, ajuda a rastrear as atividades e pode ser construída de acordo com o tipo de projeto e o seu propósito.

Quais são as vantagens de usar a estrutura analítica?

A estrutura analítica pode ser montada por equipes, por entregas ou por fases. Existem diversas diretrizes para a geração do WBS, bem como para o seu desenvolvimento e aplicação na empresa. A seguir, confira algumas vantagens advindas do uso dessa ferramenta que é muito relevante para que os gestores tenham sucesso e os seus projetos sejam bem-sucedidos!

Visualização clara das partes do projeto

O WBS proporciona visão cronológica das atividades dos projetos e ajuda as pessoas leigas a compreenderem melhor os planejamentos. Por intermédio da visualização clara das partes do projeto, o gerente faz um gerenciamento de projeto mais assertivo. A ferramenta decompõe as fases do ciclo de vida dos projetos separando os diversos níveis.

A representação gráfica do projeto mostra uma estrutura hierárquica com os agrupamentos claros e lógicos conforme os produtos ou tarefas. É como se fosse um esboço das tarefas ou um mapa com detalhes, dividido em diversas partes e com metas individualizadas. Portanto, independente do tamanho do projeto, ele será facilmente mapeado.

A estrutura analítica pode conter caixas de textos, símbolos e setas para a representação de objetivos secundários e gerais. O gestor adiciona e exclui os elementos conforme as suas necessidades organizando-os da maneira que entender ser a mais apropriada. É possível ainda incluir cores, destacar os textos em negrito, sublinhado ou itálico.

Por exemplo, a cor amarela pode apontar tarefas urgentes que estão pendentes de execução. Já a cor vermelha poderá indicar entregas em atraso ou que têm prioridade sobre as demais. A verde, por sua vez, normalmente é usada para registrar as atividades que já foram concluídas pela equipe de modo satisfatório. Cada gestor define as cores que prefere utilizar.

Facilidade de discussão para soluções técnicas

A execução de projetos requer trabalho em equipe. Desse modo, os integrantes do time precisam ter um consenso sobre as atividades, serviços ou produtos. A estrutura analítica ajuda os participantes durante as discussões para que identifiquem caminhos alternativos e soluções técnicas diferenciadas. Todos podem solicitar a opinião dos colegas e contribuições de outros departamentos.

Consequentemente, as áreas diferentes trabalham de forma integrada compartilhando conhecimentos para o auxílio mútuo. Alguns programas permitem inclusive a visualização e a edição da estrutura analítica em grupo, com o compartilhamento das alterações por meio de envio de um link, por exemplo. Há plataformas online que são acessíveis de dispositivos móveis e computadores.

Identificação de riscos técnicos

Cada projeto tem o seu nível de complexidade de modo que é preciso criar o WBS exclusivo e com planejamento próprio. Mas a estrutura analítica pode ser simples, precisa e descomplicada. A identificação dos riscos é feita após o registro dos subprodutos que são localizados pela análise dos documentos e pela entrevista de usuários e clientes. Analise exemplos de subprodutos: reuniões relatórios análises comemorações e apresentação do projeto concluído.

Entretanto, os elementos contratados de empresas externas não precisam ser decompostos em subprodutos no WBS, pois os riscos decorrentes deles são da responsabilidade dos prestadores de serviços ou fornecedores. Por fim, o gerenciamento dos riscos técnicos cabe ao gestor que os identifica e realiza os procedimentos de iniciar, planejar, controlar, executar e encerrar os projetos.

É o gerente que faz os planejamentos e define se eles serão mais detalhados ou mais enxutos. Quando os elementos são delegados para um membro da equipe, transformados em um subprojeto ou terceirizados, é esse outro profissional que assume a responsabilidade quem faz o detalhamento. Contudo, o gestor poderá, se assim desejar, incorporar esses detalhes ao projeto mestre.

Essa incorporação vai depender das necessidades de rigor no controle das atividades, o qual pode diminuir ou aumentar de acordo com os riscos, os prazos e os custos associados. Ela é relevante para os casos em que o gestor entende ser preciso descrever as responsabilidades de cada membro da equipe e de todas as empresas contratadas para que o projeto seja concluído.

Agora você já sabe o que é WBS e entende que é necessário compreender o funcionamento e o uso de uma estrutura analítica de projeto. A representação gráfica normalmente conta com vários níveis. No primeiro, coloca-se o nome do projeto. No segundo, as fases do ciclo de vida com os elementos essenciais ao gerenciamento das entregas. Depois, são registrados os subprodutos com uma revisão da EAP.

Gostaria de receber mais conteúdos interessantes em seu e-mail? Assine a newsletter e fique atento à sua caixa de entrada!

restrições de um projeto

Restrições do projeto: o que é e como lidar com elas?

Os gestores precisam dominar o vocabulário e utilizar uma linguagem adequada e precisa em seus documentos. Dessa forma, todos os envolvidos terão uma compreensão correta dos objetivos e etapas a serem cumpridas. Conhecer o conceito de restrição e respeitar os seus limites é muito importante para quem trabalha com gestão de projetos.

Neste post, vamos abordar sobre o que são as restrições de um projeto e como lidar com elas durante o processo. Além disso, vamos explicar o conceito, as premissas e os requisitos. Aqui, você vai descobrir o que é o triângulo de restrições e entender mais a respeito dos prazos, escopo e custos.

Gostaria de entender melhor o assunto? Acompanhe a leitura e fique por dentro!

O que são as restrições de um projeto?

Restrições é a palavra que se originou do termo em inglês “constraints” e abrange os fatores limitantes para que uma iniciativa seja executada. Trata-se de condições impostas para que os projetos sejam realizados e cumpridos pelo gerente e sua equipe de trabalho. As principais são a qualidade do projeto, o orçamento e o prazo de entrega dos serviços ou produtos.

Caso as restrições não sejam atendidas, pode ocorrer uma falha no projeto, tendo em vista que elas asseguram a satisfação das partes envolvidas e a viabilidade dos empreendimentos. É necessário estabelecer fronteiras e definir regras claras e objetivas, bem como fazer a delimitação do campo de atuação do gestor do projeto.

Quais são as premissas e os requisitos de um projeto?

As premissas de um projeto também são chamadas de “assumptions” e se referem a pressupostos, situações ou hipóteses que são tidas como verdadeiras em um projeto. As estimativas somente serão validadas após a comprovação da veracidade de cada premissa. Antes de serem confirmadas, elas serão consideradas riscos e precisam ser gerenciadas. Confira exemplos de premissas:

  • não haverá chuva por mais de 3 dias ininterruptos;
  • haverá disponibilidade de um número exato de equipamentos;
  • todos os engenheiros estarão sempre acompanhando as atividades;
  • as leis não serão modificadas durante a execução do projeto.

Os requisitos de um projeto, ou “requirements”, estão relacionados às condições mensuráveis ou às capacidades indispensáveis para que o projeto atenda aos seus objetivos. Sendo assim, os requisitos atendem a desejos, necessidades e expectativas dos stakeholders, principalmente dos clientes. Veja alguns exemplos de requisitos:

  • sistema de segurança;
  • monitoramento de áreas externas e internas;
  • iluminação adequada;
  • climatização de acordo com as normas vigentes.

É importante fazer o levantamento dos requisitos para que os projetos sejam bem-sucedidos. Eles precisam ser formulados de maneira apropriada, para que não ocorram problemas durante a execução das atividades até a entrega final. Cada requisito vai fazer parte do escopo do projeto e embasar o seu planejamento. Por fim, eles vão formar os parâmetros de validação para as entregas.

Como lidar com as restrições de um projeto?

Depois do levantamento das premissas, o gerente monitora para saber o que deverá ser feito para que as oportunidades sejam aproveitadas e as ameaças mitigadas. Já as restrições devem ser usadas nas etapas de planejamento, porque dão respaldo às decisões do gestor. Elas são importantes para conferir garantia de que tudo será executado conforme os limites preestabelecidos.

Os projetos podem ser executados de várias formas com o registro dos processos decisórios, bem como dos motivos que deram origem às escolhas. As restrições servem para fazer com que a documentação relativa ao plano do projeto esteja em dia, tais como a matriz de riscos, o plano de custos e o cronograma.

Na prática, as restrições são impostas por agentes internos ou externos. Elas precisam ser consolidadas por meio de registro em um documento específico, que tenha a finalidade de permitir o seu monitoramento. Elas também são especificadas na Declaração de Escopo do Projeto e no Termo de Abertura do Projeto.

O que é o triângulo de restrições de projetos?

O triângulo de restrições de projetos é composto pelos custos, o escopo e o prazo. O projeto cuja entrega é feita de acordo com os recursos planejados, o escopo atendido e dentro prazo é considerado bem-sucedido. A seguir, veja detalhes sobre as 3 limitações mais destacadas e como elas influenciam no gerenciamento de projetos.

Prazos

Restrições referentes aos prazos dizem respeito ao cronograma de entrega elaborado pelo gestor do projeto. Nele, é descrito o tempo de duração de cada etapa, além de todos os prazos para a conclusão de cada fase e para a finalização com a data de entrega dos projetos. Esse agendamento é indispensável para que as equipes se organizem e cumpram as metas predefinidas.

Escopo

É o conjunto de objetivos descritos com tarefas e entregas especificadas, os quais foram aprovados e listados para serem atingidos até o fim dos projetos. Se houver restrições, o gestor poderá apontar a omissão ou a suspensão das entregas, quando o prazo for ultrapassado ou os recursos excessivos tiverem que ser consumidos.

Custos

São relevantes para todas as partes envolvidas em um projeto. Por esse motivo, são feitos diversos orçamentos e estimativas de custos de aquisição de equipamentos, softwares, contratações e fornecedores. Os valores devem ser definidos com antecedência e os detalhes analisados para, depois, acontecer a aprovação dos projetos.

Os montantes financeiros disponibilizados para a execução de um projeto não poderão ser usados para a aquisição de outros recursos, que nem sempre representam dinheiro. Existem recursos humanos que melhoram a qualidade dos serviços ou produtos e influenciam outros fatores.

Além do mais, a qualidade também é uma restrição que merece destaque, porque é afetada por alterações em um dos 3 pilares mencionados. Mudanças nesse aspecto interferem no custo, nos prazos e no escopo. O aceleramento nos prazos ou a elevação repentina dos custos afeta diretamente a qualidade das entregas.

Entendeu quais são as restrições de um projeto, o que é e como lidar com elas? No gerenciamento de um projeto, elas podem representar riscos que interferem e ocorrem durante as fases de execução. Esses perigos podem ou não ser conhecidos, mas devem ser identificados e gerenciados, por se tratar de possibilidades ou ameaças.

Ainda tem dúvidas sobre o tema ou precisa de mais informações? Entre em contato conosco agora mesmo!