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Veja o valor que a certificação PMP tem para a sua carreira

Nos últimos anos, os principais projetos do mundo passaram a ser melhor gerenciados e controlados. Escopo, custo, prazo e, principalmente, qualidade, passaram a ter uma atenção maior dos gestores e dos stakeholders.

Mesmo assim, muitos projetos são considerados um fracasso em, pelo menos, um dos indicadores citados. Para melhorar os resultados em seus empreendimentos, muitas empresas começaram a buscar gerentes qualificados, experientes e com conhecimento técnico mais sólido.

Com isso, muitos profissionais investiram em cursos e certificações — como a certificação PMP — para valorizar-se no mercado de trabalho e conseguir gerenciar projetos de acordo com os marcos e prazos estabelecidos.

Você sabe o que é PMP? Conhece a importância dessa certificação para a gestão de projetos? Continue a leitura deste artigo e veja o valor que a PMP tem para a sua carreira!

O que é a certificação PMP?

A sigla PMP quer dizer “Project Manager Professional” ou “Profissional de Gerenciamento de Projetos”, em português. A certificação é um reconhecimento que o PMI (Project Management Institute) fornece para os profissionais que têm formação, competência e experiência suficiente para gerenciar, orientar e alcançar o sucesso esperado em um projeto.

Os profissionais que possuem essa certificação são devidamente recompensados. Além da recompensa financeira (a sua faixa salarial é consideravelmente maior em comparação à de gestores de projetos não certificados), deve-se ressaltar o respeito e a credibilidade que a PMP confere aos profissionais.

Isso permite que seus projetos sejam gerenciados sem grandes interferências externas e/ou opiniões de quem não conhece o processo. Atualmente, a certificação PMP é considerada a mais importante para os setores da indústria e da construção civil.

A cada dia, mais e mais empresas buscam profissionais gabaritados, o que torna a certificação uma exigência, um pré-requisito — e não um diferencial. Se você pensa em ser um gerente de projetos de sucesso, a certificação PMP é imprescindível para que você alcance esse posto.

Como obter a certificação PMP?

Para ser um profissional certificado, além de comprovar toda sua experiência em liderar e dirigir equipes, é necessário atestar o seu conhecimento. Existem alguns requisitos que devem ser cumpridos, permitindo que você se candidate à certificação.

Podemos dizer que existem duas opções de requisitos, sendo elas:

Opção 1:

  • formação de quatro anos (bacharel ou equivalente);
  • mínimo de 3 anos de experiência no gerenciamento de projetos;
  • mínimo de 4.500 horas de liderança e direção de projetos;
  • 35 horas de formação em gerenciamento de projetos.

Opção 2:

  • diploma de ensino médio (ou equivalente);
  • mínimo de 5 anos de experiência no gerenciamento de projetos;
  • mínimo de 7.500 horas de liderança e direção de projetos;
  • 35 horas de formação em gerenciamento de projetos.

É importante frisar que, para obter a certificação, será necessário que o profissional se submeta a um exame. Ele é utilizado para testar seus conhecimentos e para checar se toda a experiência apresentada nos requisitos foi útil na sua formação profissional.

Existem cursos preparatórios, caso o profissional considere necessário. Assim, ele pode preparar-se melhor e relembrar alguns conceitos e termos que, eventualmente, foram esquecidos.

Além disso, o curso preparatório poderá ser de grande ajuda para atualizar seus conhecimentos, evidenciando novas práticas e ações que estão sendo utilizadas nos principais projetos ao redor do mundo.

Quais são os principais benefícios?

Além do reconhecimento financeiro e do respeito proporcionado pela certificação, a PMP pode render outros benefícios. Afinal, desse modo todos os principais stakeholders saberão que você tem conhecimento e experiência para estar à frente de um cargo de liderança.

Sempre que surgirem desafios e problemas, todos saberão que você é a pessoa certa para encontrar as melhores soluções. A certificação PMP também é responsável por demonstrar que você se dedicou bastante e não chegou ao posto que está hoje por um mero acaso.

Outra grande vantagem é que todos os projetos que estiverem sob sua gerência terão indicadores excelentes, respondendo com primazia aos principais requisitos de custo, prazo, escopo e qualidade.

Dessa forma, o seu nome, bem como sua qualidade, estarão sempre em pauta nos principais empreendimentos da empresa. Como consequência, você poderá escolher em quais projetos poderá atuar e sempre terá trabalho — o que permite que você sobreviva a qualquer tipo de crise nesse tipo de mercado.

Uma dica interessante para melhorar todo o gerenciamento dos projetos em sua empresa é investir na implantação de um PMO. Ao fazê-lo, o gerente de projetos garantirá que todos os processos sejam otimizados e que a empresa tenha um controle maior sobre os principais parâmetros de um empreendimento.

Como aliar tecnologia à certificação PMP?

Pode-se dizer que o mundo atual está passando por uma revolução tecnológica. A forma como nos relacionamos e como fazemos negócio estão mudando completamente. Obviamente, na gestão de projetos não seria diferente.

Já existem softwares capazes de estruturar todo o processo de gestão, aumentando a produtividade, otimizando recursos e fornecendo relatórios com informações preciosas. Esse tipo de sistema pode te ajudar a gerenciar melhor sua equipe, analisando a performance de cada profissional e suas horas produtivas.

Todo o processo de delegação de tarefas será realizado mais facilmente, garantindo que nenhum profissional fique sobrecarregado e que ninguém fique ocioso. A gestão de riscos também será beneficiada.

Ao obter informações precisas e no tempo certo, o gerente de projetos conseguirá planejar-se para eliminar as principais ameaças do projeto e, da mesma forma, propiciar o aproveitamento de todas as oportunidades que podem surgir.

Se você deseja trabalhar como gerente de projetos — ou já o faz — não perca tempo e candidate-se à certificação PMP. Esse título pode ser crucial para alavancar sua carreira. O investimento, inicialmente, pode ser considerado alto — mas certamente valerá a pena.

Não se esqueça de utilizar a tecnologia como uma aliada na gestão de seus empreendimentos. O uso de softwares, como destacado anteriormente, pode ser extremamente vantajoso.

Utilize a internet para realizar pesquisas e buscar novas informações nesse segmento. É importantíssimo estar atento às novidades do mercado e às principais inovações da área. Invista no seu conhecimento e você só terá a ganhar!

E então, gostou do nosso artigo? Entendeu a importância da certificação PMP para a sua carreira? Compartilhe este artigo em suas redes sociais e ajude seus amigos a entender um pouco mais sobre o tema!

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10 dicas para ter o melhor software de gerenciamento de projetos

Ao gerenciar cada etapa de um projeto, a tecnologia utilizada é fundamental para que seu trabalho e o de sua equipe funcionem de forma adequada. Porém, de nada adianta adquirir um software de gerenciamento de projetos muito complexo, que a equipe tenha dificuldades de usar. Por outro lado, um sistema muito simples não dará conta do nível de dados de que você precisa para se organizar em projetos mais complexos.

Muitos se perguntam qual o melhor software para gerenciamento de projetos. Claro que temos nossa preferência, mas nem sempre há uma resposta exata para esse questionamento. Para ajudar na sua escolha, pesquisamos em publicações especializadas e conversamos com nossos parceiros de negócios para levantar quais são os pontos fundamentais a se considerar na escolha de um bom software.

Quer saber mais sobre o tema? Então, veja a seguir que passos tomar para escolher o software de gerenciamento de projetos ideal!

O que é um software de gerenciamento de projetos?

Um software de gerenciamento de projetos é uma ferramenta que organiza e centraliza os dados relevantes para a execução de projetos corporativos. Ele pode ser executado localmente ou na nuvem. O seu principal objetivo é auxiliar o gestor a ter uma visão completa sobre a evolução de todas as etapas do projeto e, assim, garantir que nada de relevante seja ignorado.

Para atender as demandas dos usuários, o software de gerenciamento de projetos conta com um grande número de funcionalidades. Elas orientam os times e melhoram a gestão de rotinas diárias. Entre as mais comuns, podemos apontar:

  • mecanismos para organizar gastos;
  • funcionalidades para acompanhar a evolução das tarefas;
  • dashboard de visualização de indicadores e métricas operacionais;
  • recursos para o compartilhamento de dados entre times.

Que erros devem ser evitados ao escolher um software de gerenciamento de projetos?

Para fazer uma escolha robusta e evitar cenários em que a companhia tenha um grande prejuízo ao adotar um software de gerenciamento de projetos, o primeiro passo a ser tomado é conhecer os erros mais tradicionais relacionados a esse tipo de investimento. Assim, o negócio pode tomar medidas preventivas mais robustas e preparadas para as suas demandas. Confira a seguir alguns dos erros mais comuns ao se investir em um software de gerenciamento de projetos!

Não ter uma boa comunicação com os envolvidos

A comunicação é uma peça chave para investir em tecnologia. Empresas de todos os setores devem, inclusive, valorizar esse fator em seu dia a dia. Não ter times que trocam dados com qualidade pode levar a conflitos, erros e atrasos na entrega de resultados.

Quando a comunicação não é eficaz, as pessoas deixam de trabalhar integradas e corretamente alinhadas. No caso dos investimentos, por exemplo, elas deixam de ter as suas necessidades atendidas. O gestor não terá como identificar o que pode ser feito para atender as demandas e dores existentes, o que resulta em um investimento de baixo custo-benefício.

Não gerenciar os riscos

A gestão de riscos é uma atividade que deve ser disseminada em todas as empresas. Ela facilita a redução de prejuízos. Além disso, permite que a cadeia operacional tenha uma performance contínua, mesmo em momentos desafiadores.

Quando a gestão de riscos é executada corretamente, o gestor passa a ter uma visão estratégica sobre o que pode afetar negativamente as suas decisões. Da definição de quais investimentos fazer a que abordagens utilizar na sua integração com o fluxo de trabalho, cada decisão se torna mais robusta. Afinal de contas, ela estará apoiada em medidas que evitam problemas e tornam a sua correção mais precisa e ágil.

Escolher uma solução desatualizada

Novas tecnologias e tendências surgem regularmente. As empresas da área de TI precisam manter-se alinhadas com as demandas do mercado. Por isso, softwares com novos recursos são lançados em ciclos cada vez mais ágeis.

Por isso, a empresa sempre deve estar atenta ao quão atualizada a solução de gestão de projetos está. Ela deve ter funcionalidades e recursos de segurança de dados preparados para lidar com as demandas da companhia. Além disso, deve seguir os padrões do mercado.

Se o empreendimento escolher uma ferramenta pouco atualizada, ele corre o risco de perder competitividade a médio e longo prazo. A solução não permitirá aos usuários aproveitarem os recursos com o mesmo impacto de quem utiliza softwares modernos. Ou seja, o negócio deixará de fazer um investimento que consiga manter a companhia à frente da concorrência.

Não definir os recursos básicos corretamente

Todo investimento em tecnologia deve considerar quais são as funcionalidades mínimas para cada setor. Esse processo auxilia na orientação dos responsáveis por tomar a decisão de se fazer o investimento. Afinal, reduz as chances de a empresa escolher um sistema não adequado ao seu perfil.

Um bom processo de levantamento de requisitos deve envolver a verificação e a validação do perfil da empresa. Também devem ser considerados as necessidades e problemas atuais. Combinados com uma análise da infraestrutura de TI e das regras de compliance internas, isso melhora a escolha da companhia e dá um maior retorno sobre o investimento.

Deixar de considerar a segurança de dados

A segurança digital é um dos principais tópicos para quem lida com tecnologia atualmente. As medidas dessa área são focadas em proteger a empresa de vazamentos e roubo de informações internas. Por isso nenhum investimento de TI deve deixar de considerar esse ponto.

Quando a empresa faz o investimento em uma ferramenta sem considerar a segurança de dados, há uma grande chance de ela sofrer um vazamento a médio e longo prazo. Os times não terão a garantia de que o sistema pode proteger as suas informações. Isso prejudica o uso contínuo do software e a sua incorporação em vários setores.

Como escolher um sistema de gerenciamento de projetos para a sua empresa?

Além de evitar riscos tradicionais, quem investe em um software de gerenciamento de projetos deve fazer uma operação bem organizada. Isso inclui uma série de práticas que reduzem riscos e orientam os times a buscarem a ferramenta mais adequada. Assim, o investimento pode ser feito com maior segurança e retorno.

Confira a seguir 10 passos que devem ser tomados quando a empresa opta por investir em um software de gerenciamento de projetos!

1. Faça uma lista do que você precisa

Antes de sair procurando por aí, observe qual a necessidade da sua empresa. Qual a complexidade dos projetos, quais são as características que você aprecia num software, qual a expectativa dos stakeholders. É necessário criar tarefas ou basta um ambiente de troca de informações? Você lida com equipe interna ou depende também de fornecedores? Que tipo de documentos precisam ser trocados? Essa lista de necessidades é um bom parâmetro para nortear sua busca.

2. Identifique seus objetivos

A partir das suas necessidades, estabeleça metas de uso desse software. Por exemplo: quero usá-lo para gerar relatórios de status. Ou, devo engajar minha equipe para atuar de forma colaborativa. Usarei o software como repositório de documentos e arquivos. Com esses objetivos em mente, você consegue configurar a ferramenta da forma mais produtiva e capacitar sua equipe com orientações claras, com um rumo definido.

3. Valorize a simplicidade

Você conhece bem sua equipe. Sabe se as pessoas terão disposição de usar um software mais complexo ou não. Uma boa opção é privilegiar a simplicidade. Veja se o programa é fácil de usar, se é intuitivo, se está adequado aos processos da sua empresa. Isso é fundamental: a solução tem de atender às suas necessidades, e não o contrário. A possibilidade de customização da ferramenta é bastante recomendável.

4. Envolva os usuários no processo

Pode parecer mais trabalhoso, mas certamente o resultado será mais adequado. Convide sua equipe a participar da seleção do software. Você ganha em dois sentidos: estimula os profissionais e toma uma decisão mais acertada. Ao participar da escolha, as pessoas se sentem mais propensas a explorar todo o potencial da solução. Isso porque foram ouvidos e atendidos em suas necessidades.

5. Determine um responsável

Mesmo que muitas pessoas tomem parte na decisão, é fundamental estabelecer uma pessoa responsável pelo acompanhamento dos dados do projeto. Esse gerente deve acompanhar o status em tempo real, ficar atento a qualquer item fora da curva e relatar prontamente aos responsáveis. Não espere uma semana para checar a situação.

6. Facilite o acesso

Os softwares de gerenciamento de projetos que são acessíveis via web têm algumas vantagens. Eles permitem o acesso remoto, o que representa economia de gastos com deslocamentos. São amigáveis para sua equipe, fáceis de serem implantados e podem ser atualizados para novas versões com mais frequência.

7. Pense no longo prazo

Ao escolher o software, considere projetos futuros, e não somente os que estão em andamento na empresa. A solução encontrada deve ser escalável.

8. Confira a possibilidade de integração

Trabalhar com sistemas diferentes pode dar uma certa dor de cabeça. Considere um bom software aquele que é mais amigável e permite a integração com soluções básicas, como o seu e-mail, ou mais complexas, como outros softwares de gerenciamento de projetos.

9. Pergunte aos “universitários”

Vale a pena apostar num software que tenha um bom atendimento ao usuário. É bem importante ter esse suporte para tirar dúvidas, trocar opiniões e explorar a potencialidade da ferramenta.

10. Veja se o software possui um sistema de business intelligence

É importante que você e sua equipe consigam visualizar de forma clara as informações dos projetos. Com um sistema de BI (Business Intelligence), a gestão de projetos se torna ainda mais eficaz, pois permite que você tenha uma análise de resultados da gestão de projetos com medidas tangíveis em estratégia e objetivos da empresa, além de facilitar a tomada de decisão, já que o gerente passará a contar com dados e informações relevantes. Veja por que você precisa do Business Intelligence em sua gestão de projetos.

A tecnologia está ajudando muitas empresas a serem mais eficazes e inteligentes. Hoje, o apoio de bons recursos de TI facilita a integração e a colaboração entre equipes. Além disso, consegue aumentar a produtividade sem que isso leve a um aumento de gastos.

No cenário da gestão de projetos, ter o apoio de boas ferramentas é algo crítico. Um software de gerenciamento de projetos, por exemplo, abre espaço para que os times sejam rápidos, eficientes e bem organizados. Assim, eles poderão atingir as metas de cada etapa com muito mais facilidade.

Por isso, não deixe de contar com um bom software de gerenciamento de projetos para a sua empresa. Com ele, será mais fácil avaliar que caminho tomar, quais metodologias escolher e a evolução de cada etapa. Assim, o retorno sobre os seus investimentos em projetos sempre será elevado.

Gostou da nossa dica? Então, compartilhe esse texto entre os seus colaboradores para que mais pessoas conheçam os caminhos necessários para a escolha de um projeto!

 

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abraçar a mudança

Por que abraçar a mudança é crítico para a cultura da sua empresa

Muitas pessoas preferem passar grande parte de seu tempo na zona de conforto, ou seja, vivendo situações familiares, agindo como sempre agiram e evitando grandes transformações, do que abraçar a mudança. Esse hábito é verdadeiro não somente na forma como escolhemos utilizar nosso tempo no dia a dia, mas também no ambiente de trabalho.

Ao contrário de algumas décadas atrás, em que era comum trabalhadores seguirem carreiras estáveis e previsíveis, atualmente a mudança está bem mais frequente. Isso porque um novo perfil profissional está melhor associado às demandas atuais: os colaboradores estão em em busca de crescimento profissional e novos desafios. Não aceitam qualquer trabalho, salário ou uma oportunidade que não esteja alinhada aos seus objetivos e valores pessoais.

Ao gerenciar um projeto, a capacidade de abraçar a mudança surge durante a execução pode ser um dos grandes diferenciais para que a equipe trabalhe com motivação e alcance melhores resultados.

Saiba porque abraçar a mudança é importante para a cultura da sua empresa e como fazer isso:

Mesmo que você não queira, as mudanças ocorrerão

Mesmo quando as pessoas resistem às mudanças, é preciso reconhecer que algumas delas irão ocorrer mesmo contra a nossa vontade. Dessa forma, é possível se antecipar às transformações e lidar com elas de forma mais positiva: iniciando a mudança por conta própria ou fazendo planos para recebê-la com mais preparo e atitude.

Agir assim faz com que as mudanças não sejam sempre surpresas desagradáveis que nos desmotivam, mas sim variações de cenários que podem ser previstas e contornadas.

Diversidade

Em regra, qualquer mudança pode parecer desgradável em um primeiro momento, tendo em vista que aquilo que está funcionando deveria permanecer da mesma forma. No entanto, à medida que os profissionais de um projeto começam a se acostumar com as mudanças, passam a perceber imediatamente seus benefícios.

As mudanças tornam as pessoas mais flexíveis e propensas a abrir a cabeça para diferenças culturas e novidades, capacidades fundamentais para as empresas que buscam sempre inovar e oferecer produtos e serviços exclusivos a seus consumidores.

Aprendizado

Ambientes previsíveis e controlados exigem pouco das pessoas que ali estão e promovem poucas oportunidades de aprendizado.

Já as mudanças, mesmo com seus aspectos negativos, podem trazer conhecimento de novas fontes e múltiplas experiências para as pessoas que as abraçam. Além disso, tornam os profissionais mais flexíveis ao lidar com pessoas de diferentes formações e capacidades.

Dessa forma, a equipe da empresa ganhará novas ferramentas para contornar os obstáculos que se apresentam nos projetos e se relacionar melhor com os colegas de trabalho.

Oportunidades

Em alguns projetos e processos, é comum que as pessoas esperem alcançar somente os resultados que foram propostos durante o planejamento. No entanto, às vezes podemos nos surpreender com o que uma mudança inesperada pode trazer.

As transformações que ocorrem ao longo da execução podem oferecer oportunidades para que a sua empresa avalie a forma como está atuando sobre um determinado problema e vislumbrar novas chances de transformar o negócio.

Colocando em prática

Alguns passos simples podem fazer com que as mudanças tragam mais vantagens que desvantagens.
Esqueça os velhos hábitos e crenças, mesmo que por alguns momentos, para conseguir ver os problemas sob novas perspectivas. Faça testes e experiências, sempre medindo os resultados que podem ser obtidos.

Crie um ambiente adequado para que os funcionários não tenham medo de errar. Dessa forma, eles se sentirão sempre desafiados a contornar os problemas de formas inovadoras.

Você tem alguma dica sobre como implementar mudanças na cultura da empresa minimizando impactos negativos? Compartilhe-a conosco através dos comentários!

o que é cronograma

Como fazer um bom cronograma de projeto?

O cronograma é o principal meio de gestão do tempo de um projeto. É ele que estabelece os marcos de início e conclusão de uma atividade, desenvolvendo uma cadeia sequencial e lógica. Seu principal objetivo é assegurar que as etapas sejam concluídas dentro do prazo definido, mantendo o cliente satisfeito com o time to market da solução.

A elaboração de um bom cronograma de atividades depende de importantes variáveis. Tudo começa pela construção de um escopo bem-traçado, passando pelo entendimento completo das fases requeridas para a conclusão da iniciativa, bem como de todos os recursos necessários para encaminhar o projeto até o fim.

Achou muito complicado? Não se preocupe! Neste post, você vai ver que essa ferramenta é mais simples do que parece e verá um exemplo de cronograma. Veja o que é cronograma de projeto e sua importância. Confira!

O que é cronograma de projeto?

Apesar de ser um nome muito comum no ambiente corporativo, é importante definir o que é cronograma. Trata-se de um documento que apresenta todas as atividades relacionadas a um projeto específico, marcando as datas de começo e finalização, a relação de dependência entre as atividades e especificando todos os recursos que deverão ser usados para alcançar os objetivos.

Quando dividimos um projeto em uma linha de tempo, isso contribui para dar uma visão geral de tudo que será preciso para concretizá-lo em relação aos recursos (gastos e profissionais) e assim definir em qual período cada entregável será concluído. Um gestor de projetos precisa saber como montar um cronograma eficiente.

Qual é seu papel no gerenciamento de projetos?

Sabendo o que é cronograma, é importante falar sobre suas funções. A principal função de um cronograma de projeto é garantir que todas as tarefas sejam executadas dentro de um prazo de interesse. O objetivo macro é fazer com que a finalização do projeto aconteça antes ou, no máximo, até a data acordada com o cliente — seja ele interno ou externo.

Portanto, seu principal interesse é garantir o cumprimento de questões relacionadas à entrega, sem se esquecer das demandas quanto à execução ou da qualidade mínima esperada, por exemplo.

Ele também serve para evitar atrasos ou demoras desnecessárias, o que causaria o desperdício de recursos humanos, financeiros e técnicos. Portanto, ele serve como uma orientação do que deve ser feito, quando deve ser realizado e até quando pode ser executado.

Ele costuma ser definido pelo próprio gestor, em parceria com stakeholders ou com os responsáveis pelas diversas tarefas. Além disso, pode ou não passar pela aprovação do cliente — que, normalmente, fica responsável apenas por estipular a data máxima de entrega.

Quais são os tipos de cronograma?

Para elaborar corretamente esse planejamento quanto aos prazos, é essencial entender que não existe apenas um tipo de cronograma. Um dos mais famosos é o Diagrama de Gantt, que ajuda a ver a interdependência de tarefas, ao mesmo tempo em que mostra a ordem na qual devem ser executadas.

O cronograma físico-financeiro ajuda a comparar a entrega de tarefas aos custos já realizados. Com isso, é possível saber se o orçamento está adequado e até se potenciais atrasos têm causado algum tipo de custos extras, por exemplo.

O cronograma na forma de linha do tempo pode ser útil quando diversas tarefas devem ser executadas em momentos diferentes, sem tanta integração ou interdependência. Já o cronograma de milestones ajuda a dividir objetivos maiores em entregas menores, o que aumenta o controle.

Há muitas versões e um exemplo de cronograma para cada tipo. Portanto, o ideal é avaliar bem as principais possibilidades para encontrar o modelo que faz mais sentido para as suas demandas.

Por que elaborar um cronograma?

O cronograma é uma maneira visual de revelar a sequência de atividades dentro de um projeto. Com isso, possibilita que você cheque as interdependências de tarefas e desenvolva meios para otimizar entregas.

Basicamente, você mapeia os pontos de tensão da iniciativa, verificando os aspectos em que a equipe precisará de atenção redobrada para não prejudicar os prazos e para manter as entregas conforme os planos iniciais.

Como ferramenta de gestão, o cronograma de projeto pode ajudar tanto a equipe quanto o gerente a medir seu próprio desempenho, encontrando alternativas ágeis e eficientes para o desenvolvimento de cada solução.

A seguir, saiba mais sobre os benefícios desse recurso para seu projeto.

Estima o tempo de cada atividade

O cronograma de projeto é um documento que estima quanto tempo será necessário para o desenvolvimento de cada atividade, o que oferece muito mais confiabilidade para seu planejamento e o crescimento das taxas de sucesso da iniciativa em um plano geral. Você já conhece o Timesheet? Saiba que essas fichas podem ter muita serventia no controle.

Acompanha o desempenho do time

A partir das informações dispostas no cronograma e das alterações de status feitas pela equipe, é possível calcular, de fato, o tempo que está sendo gasto em cada atividade, como está a produtividade do time, em geral, e se realmente há necessidade de intervir para evitar atrasos.

Aloca melhor quaisquer recursos

Com um bom exemplo de cronograma de atividades e uma boa estrutura, você ganha mais agilidade para identificar o momento em que um profissional está disponível para receber novas tarefas, se a carga de trabalho da sua equipe está adequada ou se é preciso incluir novos colaboradores para ajudarem a dar conta de tudo o que está em execução.

Aumenta a eficiência geral

Aprimorar o desempenho do time com um melhor uso dos recursos disponíveis contribui para melhorar a performance geral do projeto, elevando a eficiência operacional. A consequência disso é o impacto positivo na qualidade do produto final, bem como no cumprimento do orçamento previsto e do prazo.

Acompanha o progresso do projeto

O que é cronograma de projeto senão uma forma de acompanhar a execução do projeto em todos os detalhes?

O cronograma permite ao gestor uma visualização geral de todo o conjunto de atividades e de suas relações de interdependência, bem como de quais são os recursos que estão sendo aplicados ou quando serão utilizados, o que contribui para otimizar o uso dos recursos da empresa.

Uma boa estruturação do cronograma facilita a identificação de falhas, se há algo que não esteja compatível com a linha de base. Essas incongruências devem ser corrigidas logo para evitar que os gastos aumentem e, consequentemente, o projeto se torne mais caro — o que não é bom nem para a empresa, nem para o cliente.

Evita atrasos nas entregas

As entregas marcam o encerramento de cada etapa do ciclo de vida do projeto. O cronograma contribui no monitoramento do projeto e antecipa possíveis desvios.

Também permite que ações de correção sejam adotadas e assegurem que as entregas serão efetivamente realizadas no prazo acordado, o que deixa o cliente bem satisfeito.

Atualiza os stakeholders do projeto

O cronograma permite a visualização simples de todos os envolvidos (stakeholders) a respeito do andamento do projeto.

O cronograma garante que todas as pessoas acessarão as informações com rapidez e de forma sintetizada, o que deixa a comunicação mais eficiente.

Como montar seu cronograma de projeto?

Ainda que existam vários tipos de ferramentas de auxílio à construção de um cronograma de projeto (como aplicativos on-line e planilhas eletrônicas), o ideal é que esse recurso já esteja integrado à gestão do seu projeto. Ou seja, trabalhar com um software de gestão capaz de oferecer opções de construção para seu cronograma.

Entretanto, como dissemos no início do artigo, há outras variáveis que influenciam o desenvolvimento da programação. Vamos mostrar um passo de cada vez, com um exemplo de cronograma. Veja!

Defina o escopo do projeto

Um projeto nasce na definição de escopo. Os primeiros passos são aqueles em que você começa a determinar o que será feito e o que não será, qual é o orçamento, quais são os recursos necessários e a estimativa de tempo até a conclusão.

Um escopo bem-definido permite a fácil identificação das fases da iniciativa, indicando os tipos de entrega em cada etapa, e como elas ocorrerão.

Defina os clientes e fornecedores em todas as atividades

O principal objetivo de um cronograma de atividades é ajudar na estimativa da data de conclusão de uma tarefa, assim como na identificação de cada marco intermediário.

Esquecer algumas relações óbvias entre setores e colaboradores é muito comum quando se está elencando as atividades de um cronograma. Já que isso pode atrapalhar na entrega de algumas tarefas, o ideal é se dedicar ao máximo para identificar todos os fornecedores e clientes de cada demanda.

Para ajudar a determinar os marcos do seu projeto (início e término), procure entender o que pode impactar o início de cada atividade e quais outras atividades podem ser influenciadas pelo atraso na entrega do que está em questão.

Definir quem são os fornecedores e clientes de uma tarefa é fundamental para a seleção de prazos mais realistas e mapeamento de possíveis riscos ligados à produção.

Construa sua Estrutura Analítica do Projeto (EAP)

Comece a desenvolver seu projeto criando a Estrutura Analítica do Projeto, deixando a elaboração do cronograma para depois. Acredite, quem segue essa ordem consegue muito mais facilidade para organizar e lançar os dados de modo ordenado no cronograma.

A EAP representa o desdobramento do escopo em tarefas que desenham o projeto. Nela, você desmembra as atividades de nível macro para depois seguir para o micro, listando absolutamente tudo o que deve ser realizado e entregue durante a execução dos trabalhos.

Cuide do sequenciamento de atividades

A EAP está pronta? Certo! Agora é hora de listar as atividades considerando a importância e execução. Esteja sensível para identificar as interdependências entre elas.

Desse modo, se uma tarefa estiver à espera da conclusão de outra (predecessora) para ser iniciada, é melhor que isso esteja bem claro no sequenciamento revelado no cronograma.

A definição de prioridades e o sequenciamento das tarefas contribuem para diminuir os erros e os retrabalhos, grandes obstáculos ao cumprimento do cronograma.

Com o devido cuidado de analisar o cronograma, é possível evitar falhas e a perda de tempo em corrigi-las.

Separe os milestones do cronograma de atividades

Tomar conta do prazo de entrega do projeto ou da atividade nem sempre é o suficiente para assegurar que tudo está ocorrendo como o designado. Para se precaver, você pode criar milestones (ou marcos intermediários) nas atividades.

Um milestone serve para configurar uma entrega relevante para uma determinada demanda. Assim, é possível identificar desvios graves na execução e melhorar o contato com as partes interessadas no andamento da tarefa.

Além de permitir uma fácil visão do status do projeto, os milestones podem garantir a eficácia das etapas principais. Uma reunião de balanço, por exemplo, é um milestone muito interessante para tratar do andamento da produção.

Estime a duração das atividades

Com as atividades devidamente sequenciadas e organizadas, é hora de estimar a duração de cada uma delas. Essa estimativa pode ser calculada com base em projetos semelhantes.

Uma opção é contar com o apoio da sua equipe para estabelecer com precisão quanto tempo cada pessoa levará até desenvolver as tarefas atribuídas. Lembre-se sempre de considerar as folgas entre as atividades para facilitar as crises com imprevistos.

Vale ressaltar que estipular a duração de uma tarefa do cronograma está longe de ser um trabalho fácil. Para obter o máximo possível de precisão, você vai trabalhar com base em critérios claros relativos à produtividade. Nesse sentido, os indicadores de produtividade podem ser de forte utilidade.

Esses indicadores costumam mensurar a quantidade de recursos empregados na produção, avaliando o rendimento e eficiência dos processos. Portanto, nada melhor do que contar com uma ferramenta focada na quantificação precisa dos esforços empregados e produtos gerados.

Otimize o tempo de duração das atividades

Conseguiu definir o tempo de duração das atividades? Ótimo. Agora é hora de pensar em como otimizá-lo. Esteja pronto para revisar suas estimativas com um olhar focado na produtividade.

A ocorrência de reuniões periódicas é comum em todo tipo de projeto. Ela serve para a avaliação do status e é altamente recomendável. Tome cuidado para que a data de finalização de uma atividade não ultrapasse duas reuniões de balanço.

Vamos imaginar que uma atividade leva um mês de duração, só que as reuniões de balanço ocorrem toda semana. Na teoria, a conclusão da atividade só poderá ser discutida após quatro reuniões. Isso torna o processo desgastante.

Nesse caso, o ideal seria reduzir o número de reuniões para duas. Na primeira, o grupo poderia questionar sobre os desafios iniciais e, na segunda, sobre o final da etapa.

Conheça algumas técnicas para estimar a duração das atividades. Para escolher uma ou mais técnicas de estimativa de duração, é preciso analisar o tipo de projeto, a metodologia especificada no plano de gestão do cronograma e o tempo disponível para fazer a estimativa da duração das tarefas.

Estimativa análoga

Nesse caso, são usados dados históricos de outro projeto, parecido com o que será executado. Esses dados funcionam como parâmetros para estimar qual será a duração de cada tarefa. Apesar de ser mais rápida que as demais técnicas, ela também é mais imprecisa.

Estimativa paramétrica

O que é um cronograma com estimativa paramétrica? São criadas regras para calcular o tempo das tarefas, tendo como base alguns dados históricos.

Como exemplo, considere que você deve fazer o cálculo do tempo requerido para a pintura de um imóvel com 150 metros quadrados de paredes. Ao analisar os dados, descobre-se que um pintor leva 12 minutos para pintar 1 metro quadrado (0,2 h).

Então, para terminar a pintura desse imóvel, serão necessárias 30 horas no mínimo, ou 3 dias e 6 horas (arredondando 4 dias), considerando uma jornada diária de trabalho de 8 horas.

Embora seja uma técnica mais demorada, vale a pena porque oferece mais precisão nos resultados.

Estimativa de três pontos

Essa técnica estima a duração das tarefas, levando em conta três cenários:

  • otimista;
  • realista;
  • pessimista.

Ainda considerando o exemplo anterior, em um cenário realista, o pintor consumiria 30 horas para efetivar a pintura do imóvel. Em um cenário otimista, ele levaria 26 horas. E, em um cenário pessimista, consumiria 37 horas.

Para o cálculo da estimativa, somam-se os valores relativos aos três cenários e divide-se por três:

  • estimativa de três pontos = cenário realista + cenário pessimista + cenário otimista;
  • estimativa de três pontos = 30 + 37 + 26 / 3;
  • estimativa de três pontos = 31 horas, ou 3 dias e 7 horas (4 dias na prática).

Essa técnica é considerada um refinamento das outras técnicas de estimativa.

Estimativa bottom-up (detalhada)

Trata-se de dividir uma atividade em atividades menores. A soma de duração das tarefas divididas corresponde ao período total daquela atividade.

Construa seu cronograma

Baseado nesse levantamento, você já pode construir o cronograma. Se estiver fazendo uso de algum software de gerenciamento de projetos, a etapa ficará bem mais fácil, já que todas as atividades estarão inseridas. A partir disso, você só precisará gerar o Gráfico de Gantt para monitorar a programação realizada.

O gráfico tem o papel de trazer uma representação visual de todas as tarefas, divididas em slots que podem ser simultâneos ou não. Assim, fica mais fácil saber em qual estágio o processo está e o que ainda deve ser realizado.

Agora, se estiver utilizando uma planilha eletrônica ou um aplicativo on-line, o próximo passo será a ordenação das informações. No Excel, por exemplo, é possível gerar o Gráfico de Gantt de modo automático. Depois que você criar as tabelas e inserir os dados por si só, o gráfico será um ótimo aliado para o monitoramento da evolução do seu projeto.

Como identificar os recursos necessários?

Para entender tudo o que é essencial para cumprir o planejamento, o ideal é fazer uma descrição completa de tarefas e resultados que devem ser obtidos.

A intenção é saber quais são os itens que devem ser usados e quais são os impactos principais dos recursos nos resultados desejados.

Isso interfere diretamente no exemplo de cronograma porque, em alguns casos, pode ser necessário contar com a disponibilidade de algum recurso. Se for preciso ter matérias-primas, por exemplo, devem-se considerar os prazos de entrega. Se for um recurso limitado, usado parcialmente de cada vez, a atuação simultânea não é possível.

Além disso, é preciso que se defina previamente os recursos, oriente melhor os colaboradores e ajude na criação de um fluxo de trabalho. Como consequência, a atuação ganha qualidade e fica mais fácil atender a todas as demandas, dentro do tempo desejado.

Como prever a duração das atividades?

Só é possível elaborar um cronograma consistente se houver o tempo necessário para executar todas as tarefas. Então, um dos pontos mais importantes consiste em determinar a duração das atividades.

Primeiramente, é preciso considerar a complexidade de cada tarefa. Quanto menor for cada passo, mais rápido ele tende a ser concluído. No entanto, algumas questões-chave levam mais tempo.

Considere o desenvolvimento de um software. Atividades de construção de código e testes de implementação demorarão mais tempo que etapas de finalização, por exemplo. Então, é preciso conhecer o escopo do projeto para entender os pontos com maiores concentrações de tempo.

Além disso, é interessante utilizar projetos anteriores ou semelhantes como base. Considere se os recursos foram semelhantes para definir, de fato, qual deve ser o tempo necessário.

Com um exemplo de cronograma em mãos, também é importante questionar diretamente o time envolvido. Afinal, não há ninguém melhor para prever o tempo de conclusão que os responsáveis pelas tarefas em questão.

No final, é possível incorporar as estimativas dos colaboradores, os resultados consolidados previamente e os interesses em termos de prazo para ter uma ideia do tempo.

Só não se esqueça de ter um fator de segurança para compreender pequenos atrasos e de avaliar o tempo entre tarefas. Assim, nenhum período fica de fora.

Quais são as ferramentas mais indicadas?

Na hora de elaborar o plano de execução e prazos para seu projeto, é interessante usar um exemplo de cronograma como base — e, inclusive, essa é uma das ferramentas para considerar.

Com esse elemento já pronto, é possível saber o que se repete para o projeto e, principalmente, o que deve ser adaptado. Acima de tudo, é uma maneira de entender quais são as demandas de resultados e de tempo, sem se esquecer de nenhum ponto relevante.

Para a elaboração em si, o mais indicado é utilizar um software de gestão de projetos que conte com essa funcionalidade. Um dos motivos tem a ver com a centralização de informações. Também podemos citar a automação de tarefas e o ganho geral de qualidade e eficiência nessa elaboração.

Acima de tudo, é indispensável contar com esse software para diminuir os riscos de erros e garantir uma adaptação fácil de prazos e outros planos. Assim, seu uso se torna muito mais conveniente.

Por que a atualização é fundamental?

Muitas equipes gastam muito tempo com a elaboração do cronograma e deixam de usá-lo ao longo do caminho. Isso faz com que ele se torne obsoleto, configurando um dos motivos mais recorrentes que geram os famosos atrasos na entrega do produto final (pois o time para de acompanhar o próprio desenvolvimento).

Por essas e outras, o cronograma de atividades se mostra como a melhor forma de monitorar o trabalho e garantir que todos os esforços estão apontados para o cumprimento dos prazos estimados.

Então, tão importante quanto usar um exemplo de cronograma e montar seu é garantir que ele reflita, adequadamente, o andamento do projeto.

Quando atualizar seu exemplo de cronograma?

Já que é tão relevante manter o cronograma atualizado, também é essencial saber quando fazer as mudanças. Para evitar o microgerenciamento, saiba que atrasos pequenos podem ser compensados em outras etapas.

No entanto, o atraso em uma atividade-chave, da qual dependem outros resultados, pode exigir uma atualização no cronograma. Novas demandas, mudanças de planos e imprevistos também exigem a atualização.

No mais, basta acompanhar o cronograma e os resultados, comparando o planejado com o realizado. Com base nessa avaliação, será possível saber se é necessário interferir e mudar.

Quais os principais erros em um cronograma de projeto?

Alguns erros podem ser cometidos em um cronograma de projeto e isso custa caro, inclusive em relação ao tempo de entrega. Conhecê-los, portanto, é essencial para saber como desviar dessas falhas e alcançar resultados melhores.

Portanto, descubra quais são as falhas mais recorrentes e com maior impacto e saiba o que elas podem causar.

Ignorar a sequência das atividades

O desenvolvimento das aplicações está condicionado ao trabalho em equipe. Consequentemente, esse fato cria a questão da interdependência entre os setores. Caso o responsável pelo estabelecimento do cronograma não atente para isso, o projeto pode ficar comprometido.

Muita documentação é organizada sem levar em conta a ordem cronológica das atividades, fazendo com que os trabalhadores tenham que esperar um período longo até que as atividades sejam terminadas.

Em outras situações, recomenda-se que cada setor efetue suas atividades mesmo sem o resultado anterior. No entanto, agindo dessa maneira, a montagem das partes da aplicação tende a ficar mais confusa e complexa, favorecendo a ocorrência de falhas. Os erros causam retrabalhos e retestes, potencializando as possibilidades de atrasos.

Para não incorrer em atrasos, analise todas as atividades que serão efetuadas durante o projeto, identificando quais podem ser realizadas simultaneamente, mas dentro da ordem cronológica. A montagem da aplicação será mais fácil, já que será possível organizar um fluxo mais coerente e rápido.

Comunicar-se de forma ineficaz

Conflitos na comunicação com a equipe podem atrapalhar o planejamento, bem como a entrega e a execução do trabalho. É fundamental detalhar e certificar-se de que cada profissional sabe exatamente qual sua função dentro do trabalho. O gestor deve mostrar de que forma os objetivos e as metas serão alcançados, definindo datas para a entrega dos resultados com base no exemplo de cronograma.

É importante ainda que o gestor saiba ouvir os membros de sua equipe, pois ainda que ele seja o responsável pelo planejamento, precisará de outros para efetivar o trabalho. Por isso, ele precisa saber dar atenção à equipe, às suas sugestões e às suas necessidades tanto durante o planejamento quanto durante a execução. Quanto mais envolvidas as pessoas estiverem com o projeto, maiores são as probabilidades de que ele seja bem-sucedido.

Alterar o escopo original do projeto

O gestor do projeto deve acompanhar as mudanças ainda no planejamento original, conservando, sempre que possível, os prazos e os orçamentos predefinidos. Outro cuidado é evitar que as opiniões do cliente no escopo atrapalhem a entrega.

Nem sempre o cliente tem entendimento que mudanças geram impactos nos gastos e nos prazos do projeto. Analise se as alterações propostas por ele realmente podem ser feitas sem modificar o planejamento do projeto.

Se forem alterações relevantes, é preciso colocar o cliente a par do assunto para que ele tenha noção exata dos custos e dos prazos. Apenas depois de comunicar ao cliente é que as mudanças podem ser feitas.

Definir prazos muito curtos

Os prazos muito curtos podem gerar atrasos nas entregas e também gerar insatisfação nos consumidores. O cronograma deve contemplar períodos médios e realistas.

Essas faltas de tempo hábil são decorrentes do desejo de ser melhor que a concorrência ou da autoconfiança em excesso. Porém, a entrega atrasada pode causar tanta frustração no consumidor que ele pode mesmo desistir de se manter como cliente da empresa.

O ideal é basear-se no histórico de desenvolvimento e aceitar uma média de tempo adequada, envolvendo um percentual de margem para erros.

Essa margem de erros é valiosa porque alguns problemas tendem a acontecer durante a efetivação do projeto, obrigando o gestor a aumentar o prazo de entrega para o cliente. Considerando essa margem, o prazo de adiamento já estará incluído no contrato, sem causar desconfortos ou uma imagem ruim.

Não especificar os recursos usados

Em muitos projetos, o exemplo de cronograma funciona como um escopo, um documento único que contém, bem-discriminados, os recursos e as informações necessárias para elaborar a aplicação. Ele orienta os profissionais, os quais se basearão nele para realizar as atividades necessárias. Se não houver uma especificação correta, a qualidade final fica comprometida.

Deve-se ter cuidado para não faltarem informações importantes, como as ferramentas de trabalho usadas em cada etapa, pois a tendência é que a equipe fique desorientada até compreender como agir.

Podem ser criadas abas no documento para fazer uma especificação sobre quem será o responsável por cada atividade, como cada uma será efetivada (as ferramentas e os métodos aplicados), ou seja, é fundamental identificar quando a tarefa será feita, como e quem fará.

Definir prazos muito longos

Vimos que os prazos curtos demais geram problemas. Se o excesso de confiança pode levar a entregas atrasadas, os muito longos também tendem a gerar transtornos.

Esses prazos excessivos podem ser resultantes da falta de confiança no planejamento do tempo, fazendo uma estimativa maior do que aquela que a empresa realmente precisa para a conclusão do projeto.

De qualquer modo, quando o projeto é concluído antes do prazo, a entrega antecipada certamente agrada o cliente. Porém, quando outras empresas fazem uma estimativa de entregar o projeto concluído em um período menor, a competitividade da organização pode ficar prejudicada.

Além disso, quando os prazos são longos demais, isso pode levar à procrastinação no time de funcionários, ou seja, eles podem sempre deixar para depois alguma tarefa, confiando no período mais extenso para a entrega.

Para evitar esse transtorno, cada etapa dos processos deve ser bem-definida, levando em conta o tempo médio que os desenvolvedores levam geralmente para efetuar cada passo, estimando prazos mais realistas. A margem de atrasos pode ser definida para garantir mais segurança, mas sem exagerar.

Ignorar os riscos

Outro erro é ignorar os riscos. Caso surja algum problema, os funcionários terão dificuldades em lidar com a situação, pois não estarão prontos para isso. Uma solução é a montagem de um exemplo de cronograma blindado, avaliando o histórico de erros registrados em projetos, o tempo médio que se leva para solucioná-los, as principais soluções e assim por diante.

Esses dados devem ser registrados como plano adicional: plano B, plano de recuperação, plano de correção de erros ou qualquer outra denominação. Se os riscos não se efetivarem, será melhor ainda porque o projeto será entregue antes do tempo previsto.

Desconsiderar a agenda dos profissionais

Atualmente, o mercado precisa de equipes menores para otimizar os gastos da organização. Nesse sentido, muitos profissionais efetuam muitas atividades na empresa.

É importante, antes de definir o cronograma, considerar a disponibilidade dos profissionais para evitar conflitos em relação aos trabalhos. Considere que, em determinado momento, um desenvolvedor não esteja disponível para atuar no projeto, por exemplo.

O gestor deve verificar em quais projetos cada profissional está envolvido e quando poderá assumir um novo. Se alguns projetos puderem ser realizados em paralelo, considerando a compatibilidade de horários, isso já será vantajoso para a empresa.

Como usar o cronograma de forma simples?

Para finalizar, vamos dar algumas dicas de como usar o cronograma de tarefas de forma simples durante a execução do projeto:

  • não deixe de atualizar o andamento do cronograma, pois se ele estiver desatualizado, não será útil;
  • com o cronograma atualizado, dedique tempo para analisar a tendência do progresso e determine ações para contornar os eventuais desvios e falhas;
  • configure o calendário, colocando folgas, férias e feriados;
  • fique atento ao definir a sequência de tarefas, pois dependências erradas podem criar uma lacuna no projeto e até atrasar a entrega dos resultados;
  • evite manter atividades que ultrapassem as 40 horas, pois as atividades executadas entre 8 e 40 horas tornam mais fácil a gestão e a tomada de decisão;
  • faça uso de um software para a indicação das horas e para o controle do tempo dispendido nas tarefas do cronograma.

Em relação ao planejamento de tempo, mesmo com um exemplo de cronograma, se não houver um controle, também não será possível contar com a qualidade do produto final. O resultado disso é um impacto negativo no custo total do projeto, sem contar com o desperdício de uma boa oportunidade de mercado.

Agora você já sabe o que é cronograma de projeto e como montá-lo, seus benefícios para a empresa, a necessidade de sua atualização, quais são os tipos de cronograma e os principais erros cometidos em sua gestão. É importante considerar tudo o que foi falado no texto para fazer um cronograma o mais próximo possível do ideal. Todos ficarão satisfeitos com o trabalho e os resultados, inclusive o cliente.

O que achou de nosso conteúdo? Extenso, mas bem explicativo, concorda? Talvez muitos gestores estejam precisando de algumas dicas e orientações para gerenciar com mais eficiência os cronogramas de seus projetos. Aproveite e compartilhe este post nas suas redes sociais, com seus amigos e colegas que atuam na mesma área!

Architecture Owner

Agile Team: quais as funções do Architecture Owner em métodos ágeis?

Falamos recentemente sobre as funções dentro de um Scrum Team, apresentando o Scrum Master, o Product Owner, o DevOps, o User Experience e o Growth Hacker. Mas sabia que, quando se trata de metodologia ágil, existem outros papéis de suma importância? Pois é o caso do Architecture Owner. Esse profissional tem como missão facilitar a modelagem da solução, atuando como um mentor do Agile Team no que se refere à arquitetura do software. Neste post vamos entender direitinho qual é o papel do Architecture Owner dentro do Agile Team e como ele contribui para o sucesso do gerenciamento de projetos ágeis em geral. Pronto? Então confira:

A atuação do Architecture Owner

O Architecture Owner é o responsável por definir a estrutura, a organização e a forma de manutenção do software, atuando junto ao Agile Team em uma abordagem colaborativa e incremental. Isso significa que ele não toma as decisões sozinho, planejando os passos e compartilhando com o time a fim de receber feedbacks e alinhar os requisitos às necessidades do cliente.

Ele pode ser membro do Agile Team, dedicando-se em tempo integral à solução, pode atuar como um consultor para um portfólio de projetos ou ainda assumir o papel de Product Owner. Lembrando que, quanto maior for a complexidade do projeto, maior também é a necessidade de ter esse profissional dedicado em tempo integral à solução, acompanhando a evolução do software dia após dia.

É por esse motivo que vemos o Architecture Owner em grandes times de projetos ágeis, em que há a necessidade de se construir subequipes de desenvolvimento e, ao mesmo tempo, manter a mesma arquitetura em todo o processo de desenvolvimento.

Os princípios da arquitetura ágil

Assim como há um conjunto de melhores práticas para o desenvolvimento de softwares por meio de métodos ágeis, existe também um conjunto de objetivos e princípios que norteiam a atuação dos Architecture Owners. É importante conhecer esses objetivos e princípios para entender a complexidade da atuação desses profissionais e desenvolver essas habilidades para se tornar um Architecture Owner de sucesso. Então confira:

Objetivos do arquiteto ágil

• Foco na entrega de soluções;
• Maximização de valor para todos os stakeholders do projeto;
• Desenvolvimento de soluções que atendam às necessidades dos stakeholders;
• Ativação do próximo esforço, isto é, do próximo passo;
• Gestão da mudança e da complexidade do projeto.

Princípios do arquiteto ágil

• Foco nas pessoas, mais do que nas ferramentas e tecnologias;
• Comunicação clara e assertiva com todos os stakeholders;
• Simplicidade no desenvolvimento da solução;
• Abertura e flexibilidade a mudanças;
• Priorização da solução certa para a empresa e não para determinado stakeholder;
• Entrega de um software de qualidade;
• Documentação ágil e simples.

As atribuições do arquiteto ágil

De maneira geral, podemos listar as funções do Architecture Owner da seguinte forma:
• Identificar os requisitos arquitetônicos da solução;
• Comunicar aos stakeholders sobre esses requisitos e como serão desenvolvidos;
• Descrever metáforas, princípios e padrões de arquitetura para o software;
• Definir as tecnologias e ferramentas a serem utilizadas durante o desenvolvimento;
• Determinar as especificações e interfaces dos componentes;
• Verificar a adequação da solução aos requisitos previamente identificados;
• Treinar o Agile Team para o desenvolvimento da arquitetura do software.

Além das atribuições técnicas, o Architecture Owner também tem uma função gerencial, no sentido de mediar conflitos e orientar o Agile Team no desempenho de suas atividades. Esse profissional também atua na integração da comunicação entre stakeholders, fazendo com que todos entendam o software da mesma forma e saibam como ele será desenvolvido a fim de atender aos mais diversos interesses.

As características de um Architecture Owner

Já vale ressaltar que não existe uma formação específica para se tornar um Architecture Owner, portanto, qualquer profissional com habilidades para planejar, organizar e controlar os requisitos de arquitetura de um software pode se aventurar por esses caminhos. Contudo, a verdade é que quanto maior for seu conhecimento sobre a área em que está inserido, melhor será seu desempenho.

Em vez de pensarmos em formação técnica, vamos então listar as características que melhor definem um arquiteto de soluções nos métodos ágeis:

Visão à frente

A capacidade de enxergar além dos requisitos técnicos permite ao Architecture Owner se antecipar a mudanças, prever tendências e estar preparado para oferecer sempre a melhor solução e no menor tempo possível. Sendo assim, procure se manter um passo à frente, olhando para o futuro em vez de ficar preso somente ao que está sendo solicitado no momento.

Ótica dos usuários

O Architecture Owner deve sempre ver a solução sob a ótica dos usuários, pensando em como o software contribuirá para melhorar o dia a dia das pessoas que o operarão. A ferramenta é funcional, intuitiva e fácil de manusear? O olhar cuidadoso sobre esses requisitos permite que o profissional desenvolva uma solução com maior valor agregado, que realmente atenda às necessidades do cliente.

Abertura a novidades

Mudar o processo, trazer inovações para o Agile Team e desenvolver novas formas de arquitetar um software também são habilidades inerentes ao Architecture Owner, que por isso deve estar sempre atualizado sobre as inovações tecnológicas, experimentar novas ideias e instigar o Agile Team a fazer o mesmo.

Mediação de conflitos

Por mais que as discordâncias façam parte do a dia a dia das equipes autogerenciáveis, elas nem sempre elas conseguem chegar a um consenso sozinhas. É aí que entra a figura do Architecture Owner, orientando sobre as melhores práticas e ajudando o Agile Team a prosseguir com o trabalho de forma harmônica.

Relacionamento interpessoal

A capacidade de lidar com pessoas com competências completamente distintas diariamente precisa ser exemplarmente desenvolvida por esse profissional. Compreender as motivações e limitações do Agile Team contribui para melhorar a integração entre os profissionais e aumentar a produtividade da equipe como um todo.

Experiência multidisciplinar

Uma experiência multidisciplinar é fundamental para que qualquer profissional desenvolva um bom trabalho como Architecture Owner. A multiplicidade de pontos de vista contribui para a atuação em diversos segmentos de mercado e traz novos olhares sobre os projetos desenvolvidos. Como cada situação exige uma postura diferente, a preparação se torna fundamental para assumir diversos papéis e funções durante o desenvolvimento ágil de projetos.

O gerenciamento de projetos por métodos ágeis vem se mostrando como a melhor forma de atender às necessidades mais recentes do cliente, gerando valor em todo o processo. Mas para obter êxito em cada iniciativa, é preciso pensar no Agile Team como uma integração de esforços para uma solução mais eficaz e rentável. Dentro dessa perspectiva, conforme aumenta a complexidade de cada projeto, é preciso agregar profissionais que entendam determinadas necessidades e requisitos da solução.  Esse é o Architecture Owner.

E você, já conhecia essa posição dentro do Agile Team? Sua empresa já conta com a experiência e o conhecimento desse profissional? Deixe seu comentário!

forecast de projetos

Forecast de projetos: como isso ajuda na gestão?

Uma das formas mais eficientes e populares de controlar e visualizar o orçamento de uma empresa é o budget e o forecast de projetos. A ideia é baseada em um orçamento estático, que traça os objetivos de uma companhia dentro de um período de tempo. Esse orçamento é ajustado por meio de forecasts, uma planilha elaborada pela gestão e que compara os valores do budget ao que foi, de fato, gasto no mês.

Essa é uma forma bastante utilizada para que as previsões de gastos e receitas sejam condizentes com a realidade da empresa. Isso proporciona mais segurança no dia a dia empresarial e facilita a visualização de novas metas. Quer saber como seus projetos podem se beneficiar do forecast? Confira o post e turbine sua gestão!

O que é forecast de projetos?

O forecast de um projeto é o orçamento de uma empresa já ajustado. A finalidade é se certificar de que as metas do orçamento inicial serão cumpridas conforme planejado. A esse orçamento, dá-se o nome de budget, que faz uma análise das vendas, custos e despesas que uma organização terá por certo tempo.

As empresas, em geral, elaboram o budget de um ano, mas você pode adequar de uma forma que seja mais benéfica para a sua realidade. Feito isso, os gestores realizam mensalmente a análise de sua realidade contábil, de forma a ver a relação entre o que foi previsto e o que aconteceu na prática.

Depois da análise mensal, é feito um ajuste de orçamento, chamado de forecast. Nesse ajuste, as metas finais são comparadas ao que foi previsto. Isso é necessário para que todos os valores mensais sejam adequados ao que foi feito até o momento para que os objetivos sejam alcançados. É traçada, então, nova meta para os meses que ainda restam do ano.

Como posso utilizar o budget e o forecast em minha empresa?

Vamos imaginar que uma organização planeje gastos de R$ 3 mil ao mês com alguma despesa específica, totalizando R$ 36 mil ao ano. Passados quatro meses, o gestor diagnostica que, em vez dos R$ 12 mil previstos, a empresa desembolsou R$ 24 mil. Será necessário, portanto, tomar alguma atitude para manter o controle das finanças e, ainda assim, cumprir a meta estabelecida inicialmente.

Para isso, é necessário elaborar a planilha de forecast, que vai calcular quanto a organização poderá gastar ao mês até o fim do ano para atingir seus objetivos. No exemplo citado, podemos ver que sobram somente R$ 12 mil para os oito meses restantes, fazendo com que a previsão de despesa, no mesmo item analisado, seja de R$ 1500 ao mês. Caso isso não aconteça, o orçamento ou budget será estourado e causará muitos incômodos à gestão.

Para aplicar o budget e o forecast na sua empresa, portanto, é preciso traçar uma meta anual e analisar mês a mês se os gastos condizem com o que foi previsto. Caso tudo esteja dentro do orçamento, mantenha o ritmo. Se as despesas forem maiores, será necessário elaborar o forecast de acordo com o que foi analisado no início do período.

O que são o rolling budget e o rolling forecast?

Alguns setores precisam de mais rapidez nas mudanças dos processos, como as empresas que entregam produtos com ciclo de vida pequeno. Nesses casos, o budget tradicional pode não ser muito indicado, sendo necessária a elaboração de rolling budget e rolling forecast. Esses são tipos de orçamento mais flexíveis e contínuos, que permitem que as despesas e recebimentos sejam previstos em intervalos predeterminados ao longo do processo.

Essa prática não é a mesma que o ajuste do budget por meio do forecast. A diferença entre elas é que o orçamento estático analisa um prazo fixo e sua prática trata dos meses restantes como uma contagem regressiva. No caso do rolling budget, a cada análise de orçamento, o prazo é renovado, fazendo com que todos sempre durem conforme a previsão inicial que, como dissemos, é, em geral, de 12 meses.

Como fazer a gestão de custos?

Faça uma estimativa dos gastos

Nessa primeira etapa, é necessário que o gestor consulte o plano primário do projeto, em que vão constar os materiais necessários, os gastos com consultoria e contratações e qualquer outra despesa para sua execução. Feito isso, o gestor do projeto entra em contato com fornecedores a fim de levantar os preços.

Outra análise recomendada é consultar o histórico de projetos semelhantes. Embora os preços se alterem com a inflação ou com a incidência de outros índices, é possível adaptar os valores para o momento atual.

Estipule o orçamento

Agora é a hora de fazer o planejamento financeiro. Preveja quais os gastos, os ganhos e os investimentos que deverão ser feitos. Essa análise é extremamente necessária para que os custos não saiam do controle e para que o orçamento não estoure.

Essa etapa é especialmente importante para que a organização tenha uma base de comparação, fazendo com que esses valores sirvam de referência para o futuro e para verificar se as atividades estão custando o que foi planejado.

Controle os gastos

Nesse passo, o gestor precisará acompanhar continuamente se o orçamento previsto está em congruência com o que acontece na prática. É fundamental que o forecast de projetos seja elaborado no andamento dessa análise do orçamento, a fim de que as despesas não fujam do que foi estipulado pelo gestor no início do projeto.

Ter controle sobre o que acontece nas finanças de uma organização durante o andamento de um projeto é essencial para a saúde de uma empresa. É a única forma de assegurar que os produtos ou serviços estão sendo lucrativos e que a empresa caminha conforme foi traçado.

Entendeu a importância do forecast de projetos para sua gestão? Como vimos até aqui, o conhecimento dos números e das etapas que fazem parte de um trabalho são muito importantes para um trabalho de qualidade. Para facilitar a tarefa, conte com um software de gestão de projetos que ofereça todas as ferramentas necessárias para garantir os melhores resultados.

Gostou deste post? Pretende implementar soluções que otimizem sua produtividade e organizem o seu dia a dia? Veja como a Project Builder pode ajudar você e peça agora o vídeo de demonstração das nossas soluções!

Equipe

Como manter a equipe focada e aumentar os resultados

Manter a equipe focada e motivada é essencial para trazer bons resultados à empresa. O gestor da equipe, que pode ser supervisor, coordenador ou diretor, deve criar um laço com os funcionários de modo que eles se comprometam com a cultura da empresa. Essa relação contribui, também, para que ele identifique aqueles que não estão adaptados com a rotina e que estão desmotivados.

No entanto, essa relação não deve acontecer em forma de cobrança e nem de modo que pareça forçado para o colaborador. Neste post, vamos falar sobre a importância da gestão de equipes e como o gerenciamento eficiente pode gerar melhores resultados. Selecionamos ainda algumas dicas para que o gestor mantenha o seu time focado para contribuir com o planejamento estratégico da empresa e alcançar as metas com mais facilidade.

Gostaria de saber mais sobre o assunto? Continue a leitura!

Saiba qual a importância da gestão de equipes

A gestão de equipes é uma atividade de grande relevância para as empresas na atualidade, assim como o conhecimento e a informação que são primordiais para a alavancagem dos negócios e a redução de custos. Os colaboradores são peças chaves e são os responsáveis pelo cumprimento de metas. Eles podem fazer com que uma empresa seja bem-sucedida se estiverem engajados e motivados pelos seus gestores.

Veja como uma equipe bem gerenciada consegue obter melhores resultados

Para saber se as suas equipes estão trabalhando com foco nos objetivos da instituição, você pode fazer um teste simples e responder a alguns questionamentos. Faça uma reflexão e descubra se sabe o que os colaboradores estão fazendo durante o horário de expediente, quais são as tarefas que eles realizam.

Avalie se os times conhecem as prioridades e executam as atividades com organização de acordo com os prazos. Depois, verifique se há falhas e retrabalhos sendo realizados constantemente e se a comunicação é ágil e harmônica. Por fim, faça uma análise sobre a rotatividade de funcionários nas equipes.

Essa reflexão vai facilitar na identificação de necessidades de melhorias e vai responder se o seu time está sendo bem gerenciado. Se perceber algum ponto fraco, invista esforços para que todos trabalhem focados nos resultados. Uma equipe bem gerenciada obtém os melhores resultados por ter mais disposição e trabalhar mais satisfeita em um ambiente saudável.

Dicas sobre como manter a equipe focada e aumentar a produtividade

As empresas que estão tendo crescimento organizacional investem uma grande parte do seu orçamento na capacitação de líderes que mantenham as equipes comprometidas com o seu trabalho. Esses profissionais têm a capacidade de motivar os colegas para que elevem a produção de forma individual e coletiva, pois são preparados para fazer exatamente isso. Veja a seguir algumas dicas para gerenciar o seu time!

Tenha os funcionários adequados em suas funções

O funcionário que está desencaixado em seu cargo tende a ficar desestimulado, fazendo com que a empresa perca tempo e dinheiro. A organização deve estar ciente do que espera dele e o que ele pode oferecer, além de desenvolver um plano de ação. Caso o gestor seja capaz de identificar o perfil e encaixar as pessoas certas em determinadas funções, a produtividade e a motivação serão maiores.

Busque soluções práticas para uma comunicação mais efetiva

A comunicação ineficiente por parte dos gestores leva as equipes a ficarem desanimadas, inseguras e sem rumo. Os colaboradores precisam saber quais são os objetivos do seu trabalho e em que os demais estão trabalhando para atender as necessidades do grupo. Mantenha todos informados sobre os projetos da empresa e as metas a serem alcançadas.

Retrabalhos, perda de tempo de recursos da organização são os resultados das falhas na comunicação. Eles podem ser evitados se a troca de informações for mais efetiva entre as equipes e seus colaboradores. Cabe ao gestor encontrar uma solução para melhorar o contato e as relações entre os funcionários, por meio de reuniões e do uso de uma plataforma acessível.

Deixe a equipe ciente de quais são as metas da empresa

Realizar reuniões periódicas para que a equipe esteja ciente de quais são as metas pretendidas é essencial para o bom engajamento e o comprometimento de todos. A partir do momento em que a equipe como um todo está por dentro dos objetivos a serem alcançados, os esforços serão voltados para que eles sejam conquistados.

Nessas reuniões, o interessante é que se destaquem, também, os funcionários que conquistaram os objetivos pretendidos, além de traçarem novos rumos a partir dos resultados. Quando o colaborador está por dentro do desenvolvimento dos projetos, ele contribuirá para definir estratégias e melhorar os números finais.

Gerencie o tempo

Não sobrecarregue as equipes com excesso de atividades que levem a atrasos e perdas de prazos. Os colaboradores que não conseguem fazer as tarefas e atrasam as entregas ficam estressados e desmotivados pelo acúmulo de trabalho. Faça um gerenciamento de tempo conforme a realidade e as possibilidades do seu time. Essa gestão permite aos líderes acompanhar a produtividade de todos os funcionários.

Garanta segurança ao colaborador

É essencial que uma pessoa esteja completamente segura no ambiente de trabalho para que ela siga motivada. A partir do momento em que o clima é saudável e o coordenador ou supervisor passa confiança para o funcionário, ele se torna mais proativo e com foco para contribuir e alcançar os resultados.

Essa motivação pode, também, contagiar as outras pessoas e gerar um ambiente em que todos estejam com um único objetivo: crescer junto com a empresa. E como o gestor pode passar essa segurança ao funcionário?

A primeira e essencial dica é saber ouvir. Um lugar onde há troca de ideias e diálogos gera confiança e interesse. Além disso, ao ouvir o que o colaborador tem a dizer, podem surgir ideias e orientações mais assertivas para mudanças estratégicas no interior da organização.

Para que isso tenha um acerto ainda maior, é necessário que o gestor tenha conhecimento sobre cada pessoa da sua equipe. Cada um tem seus objetivos próprios e possuem seus anseios, além de terem personalidades distintas. Dessa forma, o modo com que se vai falar com uma pessoa não pode ser generalizado.

Seja flexível para que a sua equipe esteja focada

Um ponto fundamental que contribui significativamente para que a equipe esteja focada é a flexibilidade da gestão. Para isso, analisaremos duas vias. A primeira é que o supervisor precisa ter uma mente mais aberta para receber sugestões, orientações e reclamações da equipe. Isso é essencial, tendo em vista que os colaboradores lidam diretamente com a linha de produção, seja ela qual for.

O segundo ponto é que o gestor deve considerar essa flexibilidade em casos individuais. Funcionários não são como máquinas e, por diversos momentos, podem sentir dificuldades e precisarem de auxílio. Por essa razão, é essencial que, em alguns momentos, haja a necessidade de fazer concessões, negociar horários, levar em consideração pedidos de aumento, entre outras situações.

Nessas ocasiões, o colaborador se sente abraçado pela empresa e com o objetivo de retribuir a generosidade nesses períodos mais complicados. A consequência desses atos é que ele vai incorporar com mais facilidade a cultura, os ideais e os projetos da organização.

Realize feedbacks com frequência

O feedback é um momento crucial para que se fortaleçam dois laços de qualquer gestão: aprendizado e relacionamento. O diálogo, cuja importância já foi mencionada, será mais presente quando o gestor realizar o feedback, permitindo a troca de informações. Isso possibilita, também, um maior entrosamento entre o gestor e o colaborador, fazendo com que o ambiente seja mais comunicativo e cooperativo.

Em relação ao aprendizado, o feedback é uma oportunidade para que o funcionário se sinta estimulado a seguir o caminho certo, corrigir pontos essenciais e seguir com o que está trazendo resultados para a empresa. Aos colaboradores que ainda não se adaptaram, é uma chance para que se aplique conhecimento, dicas e estratégias.

O cuidado que precisa ser tomado é que feedback não é sinônimo de puxão de orelha. Críticas mais rígidas devem ser dadas em momentos específicos. A ideia, aqui, é gerar um espaço de motivação, para que os funcionários sintam-se interessados a seguir os bons rumos na empresa.

O líder é um mentor para a sua equipe, precisa estar preparado para apontar as fraquezas e as forças do time sem causar embaraços. Se essa atribuição for desempenhada corretamente, os colaboradores vão desejar melhorar a cada dia e a produtividade tende a aumentar. A ferramenta conhecida como feedback é ideal para produzir engajamento.

Para que ela realmente funcione e traga resultados, fale individualmente com os funcionários e mostre quais são os aspectos que devem ser melhorados. Ofereça exemplos para que eles compreendam as observações realizadas e dicas para o aprimoramento. Explique que o colaborador não está sozinho e pode contar com o seu auxílio e com os demais colegas para se aperfeiçoar e superar os desafios.

O feedback positivo é relevante para que todos os envolvidos tenham noção de que os seus esforços e talentos estão sendo reconhecidos. Utilize-o para falar sobre o empenho de cada funcionário em reuniões ou por correspondência eletrônica coletiva. Não deixe de elogiar os colaboradores, já que os elogios motivam ainda mais as equipes. Comemore as conquistas com um evento, um café da manhã ou um happy hour.

Reconheça os méritos da sua equipe e dê recompensas

Quando o gestor conhece bem os funcionários, ele sabe o momento em que eles estão se esforçando, desafiando-se e trazendo resultados positivos para a empresa. É preciso reconhecer quando isso acontece e dar o devido mérito para o colaborador. Que tal, então, recompensá-lo por isso?

Uma dica para que você acerte em cheio com essa estratégia é se colocar no lugar do funcionário. Você se sentiria motivado a cumprir suas funções ao ganhar a recompensa? Quais são as recompensas que chamariam a sua atenção? A partir disso, desenhe um plano e o coloque em prática!

Mantenha o time motivado e compartilhe informações

Divida as conquistas da empresa, as novidades e as notícias importantes. Os colaboradores se dedicam ainda mais quando se sentem parte da instituição e estão inseridos em seus planejamentos. Caso seja necessário realizar mudanças em processos ou rotinas, explique os motivos e quais serão as consequências das modificações. Se os funcionários ficarem inseguros com o seu futuro profissional, podem ser mais resistentes às melhorias.

Por isso, mostre a cada pessoa que ela é um membro importante da empresa e que o seu trabalho é fundamental para o avanço da organização. Todos precisam entender que as suas tarefas são essenciais para que os objetivos sejam alcançados. Em alguns casos, os funcionários conseguem aumentar a lealdade dos clientes por meio de suas atitudes.

A fidelização dos clientes está intimamente ligada à motivação dos colaboradores e ambos interferem na produtividade das empresas. Os funcionários satisfeitos com o que recebem da empresa, as instalações e equipamentos apresentam níveis de trabalho mais altos e melhoram o desempenho dos times. Não adianta apenas fazer pressão sobre as equipes sem ouvir os anseios das pessoas e tentar atendê-los.

É claro que em alguns momentos torna-se necessário pressionar um pouco, principalmente quando os prazos ficam mais apertados e os resultados não aparecem. Às vezes um pouco de pressão motiva os colaboradores a melhorarem a sua produção, mas isso pode ser feito de maneira tranquila. Um comentário demonstrando preocupação e uma pergunta bem formulada pode gerar resultados surpreendentes.

Os colaboradores tentarão dar o melhor de si se eles fizerem parte das decisões sobre as entregas dos produtos ou serviços. Faça os cronogramas em conjunto com o seu time para que os seus componentes também se sintam responsáveis pelo cumprimento dos prazos. Não mostre desespero e use a comunicação objetiva para chamar a atenção e unir o time em uma força-tarefa.

Enfim, agora você já sabe como manter o time focado, melhorar os resultados e conseguir vantagem competitiva para empresas! Como você pode perceber, manter uma equipe focada não exige muito de um gestor. Realizando tarefas fáceis e mudando algumas rotinas no dia a dia da empresa, os funcionários tendem a ficar mais motivados, compromissados e mergulhados na cultura da organização com o objetivo de crescer junto com ela.

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metodologias de gestão

3 Metodologias de Gestão que Podem Mudar o Seu Negócio!

Modelos e metodologias de gestão são constantemente reinventados e propagados no ambiente corporativo. A grande questão é que sua utilização não deve ser engessada, se atendo a cada detalhe, com o gestor se desdobrando para se adaptar a cada nova metodologia de gestão, mas sim o contrário. Metodologias vem e vão, e, na maioria das vezes, são inspiradas em concepções já existentes.

Ou seja, as tendências podem mudar e isso não deve significar a completa reestruturação da administração da empresa, mas sim uma adaptação aos novos conceitos.

Dito isso, ainda que a cada vez mais acirrada competitividade faça nascer formas mais eficientes de gestão, por outro lado, conceitos antigos também se mantém firmes ao longo dos anos.

Pensando nisso, listamos algumas ferramentas que podem fazer toda a diferença no seu negócio!

PDCA

O ciclo PDCA recebe esse nome, pois, em inglês, se refere à inicial de cada uma das etapas que o constituem:

  • P: de planejar (Plan);
  • D: de fazer ou executar (Do);
  • C: checar, analisar ou verificar (Check);
  • A: agir de maneira a corrigir possíveis erros ou falhas (Action).

O PDCA é muito utilizado por organizações que se empenham em melhorar seu nível de gestão por meio do controle eficiente de processos, parametrizando informações e reduzindo os erros na tomada de decisões importantes.

Para melhor entender do que se trata o ciclo PDCA, veja um breve detalhamento de cada estágio:

Planejamento

Esforços bem planejados são primordiais para o ciclo PDCA, pois impedem erros futuros e se convertem em ganho de tempo. O planejamento deve ter como foco a missão, visão e os valores da empresa, definindo metas e objetivos e o melhor modo de atingi-los.

EXECUÇÃO

Após um planejamento cauteloso, as ações devem ser postas em prática à risca, ou seja, não se deve atropelar etapas, muito menos improvisar, o que frustraria todo o ciclo PDCA. Basicamente, a fase da execução é delimitada em outras três: capacitação das equipes e gestores, coleta de dados e, posteriormente, avaliação.

Checagem

Essa é a etapa na qual são identificados eventuais erros no projeto. Os resultados obtidos são medidos por meio da coleta e do mapeamento de processos ao término da execução. A verificação deve ser realizada de duas formas: em paralelo à execução, de modo a se assegurar que o trabalho está sendo feito da melhor maneira, e ao final dela, para uma análise mais criteriosa, que possibilite os ajustes necessários.

Ação

A ação é a etapa em que são colocadas em prática as ações corretivas, atentando para o aperfeiçoando do projeto continuamente. É, ao mesmo tempo, fim e começo, afinal, depois de uma minuciosa apuração do que tenha causado falhas anteriores, todo o ciclo PDCA é recomeçado com novas diretrizes e parâmetros.

BSC

O BSC, ou Balanced Scorecard, é uma ferramenta de planejamento estratégico que consiste na definição muito clara das metas e estratégias da entidade, visando aferir o desempenho empresarial por meio de indicadores quantificáveis e verificáveis.

Basicamente, o método se fundamenta em determinar, de modo equilibrado, as relações de causa/efeito entre quatro indicadores de avaliação das empresas:

  • Financeiro: criar novos indicadores de desempenho para que os investidores possam potencializar a rentabilidade de seus investimentos;
  • Clientes: conhecer o índice de satisfação dos clientes em relação à empresa;
  • Processos internos: a corporação deve se empenhar na identificação de produtos problemáticos, se foram entregues no tempo previsto e investir na inovação.
  • Aprendizado e crescimento: corresponde à competência de motivação do pessoal e a uma melhora estrutural da informação na empresa.

O BSC prevê que os quatro indicadores estejam aplicados de acordo com os objetivos propostos pela empresa, quer dizer, estando equilibrados (balanceados), a organização conseguirá um melhor desempenho, viabilizando a concepção de novas estratégias.

GDP

A metodologia do GPD (Gerenciamento pelas Diretrizes) é usada para garantir a consistência e suficiência das ações ao longo do desenvolvimento das metas, assegurando que haja coerência entre os indicadores utilizados durante a avaliação da implantação das estratégias e aqueles usados na averiguação do desempenho dos processos.

O processo começa com um quadro de resumo de metas, que, depois de validado pelo superior imediato, é compartilhado no Workshop Contrato de Gestão, cujo intuito é também disseminar e alinhar as metas entre os gestores dos diferentes setores. Nesse workshop, também devem estar os diretores, sendo que a condução do Workshop é de responsabilidade do presidente da empresa.

Feito isso, começa a segmentação dos itens de controle com base no documento Plano de Medidas. Nesse é verificada a demanda por ações extras na rotina, que proporcionarão o alcance de determinada meta.

O próximo passo é o preenchimento dos Planos de Ação. É também oportunidade de avaliar a necessidade de interfuncionalidades, por meio do preenchimento do formulário Matriz de Interfuncionalidade, exigindo uma negociação com os departamentos envolvidos sobre as condições e prazos para alcançar as metas. É um processo sucessivo, aplicado até o último nível gerencial.

Depois de finalizada essa etapa, todos os níveis hierárquicos precisam executar e atualizar os seus planos de ação e, na ocorrência de qualquer desvio, o superior deve ser comunicado imediatamente, para que realize uma análise das causas e gere um relatório de reflexão para cada meta.

Finalmente, o calendário anual de reuniões é cumprido, no qual os eventos são definidos e realizados regularmente, nos diversos patamares gerenciais, iniciando sempre do nível mais baixo para o mais alto. Nesses encontros são monitorados os Itens de Controle, de Verificação, o avanço dos Planos de Ação e os Relatórios de Reflexão do mês anterior, eventos nos quais é anotado em uma Ata de Reunião tudo o que foi discutido e acordado, distribuindo o documento entre aos participantes e partes envolvidas.

A integração das metodologias de gestão

É necessário, sobretudo, verificar as particularidades de cada empresa. De todo modo, não são metodologias necessariamente excludentes, podem sim ser aplicadas em conjunto, tendo uma ou outra característica de maior enfoque, a depender do segmento em que for implementada.

Por exemplo, o BSC pode definir estratégias utilizadas pela técnica GDP em seu desdobramento, desde o topo da empresa até a menor unidade de negócios. O GDP também pode ser utilizado conjuntamente com o PDCA, de forma que as ações empreendidas garantam os resultados pretendidos por meio de indicadores específicos.

De todo modo, não basta conhecer as melhores metodologias de gestão, sem que seja exercida uma boa liderança, conquistando o engajamento das equipes e da alta gestão. Caso você queira desenvolver essa habilidade, leia o nosso artigo: “Como ser um bom líder: aprenda a evoluir como gestor”.

Entenda a importância da priorização de tarefas e como colocar em prática

 

No trabalho e na vida pessoal, vigora uma máxima inquestionável: para manter a produtividade, correspondendo à alta demanda de atividades e às exigências cotidianas, a priorização de tarefas é uma postura fundamental.

Somente ao identificar prioridades, planejar a execução e focar em resultados fracionados, entregando-os de forma gradual, é possível fazer mais e melhor. Entre os líderes corporativos, a preocupação com a organização de pendências é cada vez maior e mais justificável; afinal, dela depende (direta e indiretamente) o sucesso no dia a dia dos negócios.

Neste post, entenda um pouco mais sobre a importância de estabelecer ordem e coerência nas demandas, principalmente associadas ao trabalho. Além disso, veja algumas dicas valiosas para ordenar tarefas de acordo com as prioridades diárias, ganhando mais tranquilidade e eficiência na rotina pessoal e, principalmente, no trabalho. Boa leitura e bons insights!

Por que a priorização de tarefas é importante?

O volume de estímulos cresce a cada dia. Em função do desenvolvimento da tecnologia — que conecta tudo e todos, desconhecendo fronteiras físicas e emocionais —, é comum observar o crescimento da miríade de informações à disposição das pessoas.

Em um cenário em que diversos fatores brigam pela atenção do indivíduo, não é raro encontrar profissionais imersos em um cronograma extenso e apertado. Quanto mais numerosos os recursos, maiores são, também, as responsabilidades diante deles — e a eficiência tende a ser a primeira prejudicada.

Com o objetivo de manter a produtividade e acelerar as entregas (sem, no entanto, perder a qualidade do trabalho), é importante que os líderes encontrem formas coerentes de priorizar suas atividades, organizando tarefas e melhorando sua capacidade de resolver problemas.

Do contrário, é provável que haja desvios prejudiciais à performance, comprometendo os resultados individuais e afetando a companhia como um todo.

Neste contexto, que é tão volátil quanto desafiador, a relevância das prioridades ganha tons marcantes. Para o gestor, a organização do cronograma representa uma oportunidade de dominar os estímulos e, mais do que isso, de fazê-los trabalhar a favor do alto desempenho. A mudança é urgente, transformadora e absolutamente positiva.

Como é possível criar (e seguir) prioridades no dia a dia de trabalho?

As prioridades são, como o próprio termo sugere, as pendências mais urgentes e essenciais. Tarefas com alto nível de urgência ou com grande potencial de disrupção devem ser tratadas com mais atenção e rapidez, produzindo resultados diferenciados.

No trabalho, é possível criar formas de estabelecer e fixar prioridades, mantendo-se fiel a elas durante o expediente.

Partindo do planejamento diário, que envolve a visualização das atividades em aberto e a consequente identificação de suas especificações (tempo demandado para a execução, grau de importância etc.), os gestores são capazes de formatar sua própria escala de priorização com mais domínio e assertividade.

É natural que, ao deparar-se com as tarefas, o profissional questione suas prioridades. No momento de defini-las, efetivando seu plano de trabalho para o dia, é crucial que se considere, por exemplo:

  • a data-limite de entrega, garantindo o cumprimento de prazos acordados com outros profissionais;

  • o nível de urgência, evitando que oportunidades (internas ou no mercado) sejam perdidas por falta de timing;

  • a complexidade da execução, uma vez que o cronograma tende a delimitar, além da sequência de atividades, também o tempo exigido para que cada uma delas seja concluída com sucesso;

  • o grau estratégico da tarefa, já que, muitas vezes, o que é urgente nem sempre é o mais importante para o desenvolvimento saudável e perene da companhia.

Dessa forma, não seria equivocado afirmar que cabe ao gestor, no exercício de suas funções, a missão de analisar os projetos sob sua responsabilidade e, assim, instituir uma ordem orgânica e coesa de prioridades. Nesse caso, a intervenção externa — tal como pressões de outras áreas e demais profissionais — pode ser prejudicial ao cronograma e, em última escala, às entregas previstas.

Após avaliar todas as variáveis envolvidas em cada demanda, assegurando a firme compreensão de sua importância, o líder ganha mais segurança e autonomia para criar seu plano de prioridades e segui-lo à risca, melhorando sua performance.

Quais ferramentas podem auxiliar na priorização de tarefas?

A essa altura, você provavelmente já está convicto de que é preciso investir em priorização de tarefas. Para validar uma postura mais analítica, estratégica e produtiva, é válido contar com alguns recursos eficazes na gestão de prioridades.

Metodologias e ferramentas robustas estão à disposição dos líderes mais engajados. Conheça algumas das principais e, a partir delas, reconheça gargalos comuns — e que podem ser extinguidos a partir da padronização de tarefas — à sua própria rotina.

Matriz GUT

A sigla que dá nome ao recurso é formada por três palavras relacionadas: gravidade (impactos de fazer e/ou não fazer), urgência e tendência (oportunidade interna ou externa). A matriz, portanto, recomenda a priorização de tarefas de acordo com esses três critérios principais.

Para estabelecer as tarefas mais relevantes, é preciso planilhá-las e, no momento da análise, conceder a cada uma delas uma nota de 1 a 5 para cada fator. Pode ser, por exemplo, que a demanda tenha nota 1 em gravidade, 2 em urgência e 4 em tendência. Ao fim da avaliação, basta somar as notas de cada tarefa e, assim, visualizar quais delas são prioridade.

Matriz RICE

Assim como a metodologia anterior, RICE é um acrônimo para Reach (alcance), Impact (impacto), Confidence (confiança) e Effort (esforço). O processo de análise também se assemelha à Matriz GUT, requerendo a planificação das tarefas e sua consequente pontuação.

Após atribuir notas de 1 a 5 para cada critério (e em cada tipo de tarefa), a equação que mede prioridades é: R * I * C / E. Ou seja: multiplicam-se os três primeiros números e divide-se o resultado pelo último. O valor final implica na visualização das tarefas prioritárias.

Matriz BASICO

Por fim, a Matriz BASICO também desponta como uma forma de estabelecer prioridades. Para aplicá-la, o mecanismo é semelhante aos métodos anteriores: primeiro, disponha as atividades em uma planilha e atribua notas de 1 a 5 para os critérios de:

  • benefício para a organização (B);

  • satisfação do cliente interno (S);

  • investimento requerido (I);

  • cliente externo satisfeito (C);

  • operacionalidade simples (O).

Após a quantificação, é preciso somar os resultados e elencar as tarefas de acordo com a pontuação que receberam. Mais uma vez, as prioridades serão aquelas que receberam as maiores notas.

Como vimos, a priorização de tarefas é uma condição essencial para dominar os estímulos cotidianos e viabilizar as entregas, mantendo a qualidade e a eficácia das soluções. Por isso, é importante dispor de métodos e ferramentas eficientes, capazes de potencializar performances e os resultados.

Se você quer saber mais sobre o assunto e conhecer outras ferramentas, assine nossa newsletter!

integração de times

Integração de times: 5 práticas para ter equipes bem alinhadas

Promover e consolidar a integração de times é algo que toda empresa deve se preocupar em fazer.

Quando negócios possuem um alto nível de colaboração, a resolução de problemas passa a ser mais ágil e a companhia terá índices de inovação maiores. Dessa forma, os serviços do empreendimento terão um alto nível de qualidade e performance.

Mas, afinal, como garantir que todos os times trabalhem lado a lado no dia a dia? Quais são as melhores estratégias para promover um alto nível de colaboração no ambiente corporativo?

Confira as dicas para essas e outras questões neste post!

1. Mantenha uma política de comunicação eficaz

A comunicação é um dos pontos-chaves para que a empresa consiga manter times integrados. É por meio dela que profissionais trocam dados, evitam conflitos e garantem que o fluxo de trabalho seja mais ágil e seguro.

Portanto, faça investimentos em soluções de comunicação corporativa que vão além de serviços de e-mail. Elas servirão como uma forma mais eficiente e precisa para profissionais se comunicarem em uma estrutura com múltiplos canais e alta disponibilidade.

Os serviços de videoconferência, por exemplo, são ideais para negócios que possuem times alocados em diferentes locais. Esse tipo de ferramenta facilita a execução de reuniões em ambientes corporativos: todos os profissionais conseguirão trocar dados independentemente da sua localização, reduzindo custos, erros e o prazo para solucionar demandas.

A videoconferência também auxilia a empresa a vender mais. Ao apresentar projetos e novos produtos a parceiros comerciais, não será necessário que todos se desloquem até o mesmo ambiente para conhecer as novidades. Basta acionar a solução de videoconferência para que a apresentação seja exibida com a imagem dos profissionais que fazem parte da conversa.

Da mesma forma, a empresa pode investir em ferramentas de troca de mensagens instantâneas para o ambiente corporativo.

As principais soluções do mercado possuem mecanismos para integração com outros serviços, o que torna mais fácil o compartilhamento de links e dados estratégicos. Assim, os times podem manter-se em contato mesmo que os profissionais estejam trabalhando em locais diferentes.

2. Defina metas em conjunto

A definição de metas faz parte do dia a dia de qualquer empresa. Quando negócios possuem objetivos claros conhecidos por todos, o planejamento de processos pode ser mais eficaz: todos os profissionais conseguirão preparar-se para atingir objetivos em comum, evitando erros, atrasos e falhas no fluxo da companhia.

Portanto, sempre trabalhe para criar metas de médio e longo prazo com todos os líderes de cada área. Definindo objetivos em conjunto, a empresa poderá desenvolver soluções e estratégias para atingi-los em conjunto. Além disso, todos conseguirão identificar a melhor forma de alcançar as metas lado a lado, dando espaço para mais inovação e qualidade no dia a dia.

3. Tenha uma infraestrutura de TI bem estruturada

Quando o negócio possui uma infraestrutura de TI mal alinhada com as suas metas e objetivos de médio e longo prazo, o compartilhamento de dados e o trabalho de todas as áreas torna-se mais complicado. Portanto, é fundamental que todos os setores possuam soluções que “conversem entre si” e um conjunto de ferramentas unificado.

Escolhendo essa abordagem, o negócio tornará o compartilhamento de informações mais simples e dinâmico. Os profissionais de todas as áreas poderão desenvolver processos com uma estrutura compartilhada, alta colaboração e performance.

Ao investir em novas soluções de TI, elas podem ser utilizadas por todo o negócio. Esse é o caso, por exemplo, dos sistemas de gestão de projetos, que possuem um importante papel para que empresas possam reduzir custos, melhorar a sua performance e promover a integração de times.

Também chamados de PPM, esse tipo de ferramenta dá ao gestor a capacidade de acompanhar a evolução do projeto de maneira precisa e abrangente. Como consequência, a companhia poderá evitar uma série de riscos, eliminando gargalos, tornando a distribuição de atividades mais precisa e agilizando rotinas.

A empresa terá um ambiente centralizado para organizar todos os dados do projeto. Informações como as atividades que devem ser executadas, o cliente, os envolvidos, os custos e até mesmo a documentação serão acessadas com precisão. Isso será crucial para que a empresa possa planejar cada etapa dos seus projetos da melhor forma possível.

Por ser uma ferramenta flexível, o PPM pode ser utilizado em negócios de pequeno, médio e grande porte. Todas as pessoas atuarão de maneira integrada na resolução de demandas, priorizando os fatores corretos e garantindo que as metas sejam atingidas facilmente.

4. Integre equipes de áreas diferentes durante o projeto

A promoção da integração de times pode ocorrer também durante projetos internos e nas atividades diárias do negócio. Trabalhar para criar equipes que envolvam várias áreas em um mesmo grupo pode ter um grande impacto nos resultados do projeto: não só os profissionais trabalharão em um ambiente mais fácil de unificar estratégias, mas também será mais prático encontrar soluções inovadoras para as demandas do mercado.

É importante, portanto, que a comunicação seja bem trabalhada. Todos devem atuar lado a lado com o apoio de ferramentas capazes de evitar conflitos na troca de informações sobre o projeto. Assim, as chances de falhas ocorrerem serão muito menores.

5. Invista na nuvem como ferramenta estratégica

A computação na nuvem pode ser vista como uma das principais soluções para que empresas possam atender a demandas externas com alto nível de performance e integração. Uma das maiores tendências de TI dos últimos anos, a nuvem tem se destacado pela sua flexibilidade e capacidade de criar um ambiente de trabalho pronto para lidar com o mercado atual.

Com o apoio da nuvem, o negócio pode criar ambientes de armazenamento de arquivos com alto controle. A empresa poderá enviar e receber arquivos facilmente, além de criar documentos de forma colaborativa, ainda que todos os profissionais estejam em ambientes diferentes. Dessa forma, a companhia terá mais tempo para focar nos seus processos críticos e no atendimento ao consumidor.

A computação na nuvem, além de promover a integração de times, também auxilia o empreendimento a ter mais produtividade. Se você busca outras soluções para esse problema, não deixe de baixar o nosso guia!