Teste Grátis
inspirar liderança

5 filmes para inspirar liderança

(Cena do filme “A Onda”)

Se tornar um grande líder e inspirar liderança não acontece como num passe de mágica. É preciso trabalhar para desenvolver esse potencial. Sim, existem aquelas pessoas que – como costuma-se dizer por aí – “são lideres natos”, mas ainda nesses casos é preciso exercitar a liderança.

Em um artigo publicado pela Harvard Business Review, “Crucibles of Leadership”, os autores Warren Bennis e Robert J. Thomas afirmam que se tornar um grande líder tem a ver com a forma como as pessoas lidam com a adversidade. A pesquisa dos autores sugere que um dos indicadores mais fiáveis e os preditores da verdadeira liderança é a capacidade de aprender com as experiências mais negativas.

Não por acaso, os filmes que você verá em nosso post contam estórias de personagens que driblaram as adversidades conseguiram inspirar liderança de forma brilhante. Confira agora:

Coach Carter – Treino para a vida

O filme conta a história do treinador Ken Carter e o time de basquete da escola Richmond. Logo no início, ele se depara com alunos de personalidades variadas e, para que ele tenha o respeito de todos, impõe um rígido regime, em que os alunos tinham de ter um comportamento respeitoso, vestimentas adequadas e boas notas em todas as matérias. Depois disso, os jogadores passam a enxergar a possibilidade de construir um futuro melhor e a trabalhar em equipe.

Sociedade dos poetas mortos

O filme conta a história de um professor de poesia nada ortodoxo que trabalha em uma escola preparatória para jovens onde predominam valores tradicionais e conservadores (tradição, honra, disciplina e excelência). Com talento e sabedoria, o professor, interpretado por Robin Williams, inspira seus alunos a perseguir suas paixões individuais e tornar suas vidas extraordinárias. Tem excelentes lições tanto para líderes quanto para liderados.

O sorriso de Monalisa

A liberal professora de história da arte Katherine Ann Watson (Júlia Roberts) aceita o desafio de ensinar na conservativa Wellesley College. No primeiro dia de aula, sua aula fracassa devido à liderança da arrogante Betty Warren, vivida por Kirsten Dunst, e de suas amigas Joan Brandwyn (Julia Stiles) e Giselle Levy (Maggie Gyllenhaal), mas Katherine é aconselhada por suas colegas a não sentir medo dos estudantes. “O Sorriso de Mona Lisa” é um bom filme sobre uma mulher à frente de seu tempo que luta contra o status-quo em um ambiente extremamente conservador. Katherine vai de uma professora recém-chegada e intimidada pelas alunas a líder amada.

Conduzindo Miss Daisy

O filho de Jessica Tandy contrata o motorista Hoke Colburn para a sua mãe. O motorista tenta de várias maneiras se aproximar da senhora. Primeiro, tenta fazer trabalhos domésticos, sendo dispensado. Em seguida, tenta aparar a grama, e a senhora manda que ele não toque no jardim. Após diversas negativas, o motorista consegue dobrá-la e acaba conquistado sua confiança.

Esse filme mostra como a ação do líder tem um impacto em toda a organização. O motorista do filme tenta confrontar a senhora para motivar algum tipo de ação, de mudança. Primeiro, oferece ajuda, mesmo não sendo solicitado. Depois, ao não obter êxito com a primeira ação, cobra racionalidade, perguntando por que foi contratado.

A onda

Rainer Wegner, vivido por Jürgen Vogel, professor de ensino médio, deve ensinar seus alunos sobre autocracia. Devido ao desinteresse deles, propõe um experimento que explique na prática os mecanismos do fascismo e do poder. Wegner se denomina o líder daquele grupo, escolhe o lema “força pela disciplina” e dá ao movimento o nome de A Onda. Em pouco tempo, os alunos começam a propagar o poder da unidade e ameaçar os outros. Quando o jogo fica sério, Wegner decide interrompê-lo. Mas é tarde demais, e A Onda já saiu de seu controle.

O que achou da nossa lista? Incluiria mais algum filme que sabe inspirar liderança a ela? Deixe seu comentário!

Referência:

Harvard Business Review. 

participação do cliente

A importância da participação do cliente na gestão de projetos

A eficiência no gerenciamento de projetos está diretamente ligada à satisfação e participação do cliente com os resultados. Contudo, contar com o cliente para as definições de objetivos estratégicos, prazos de entregas, reuniões de alinhamento do escopo e devidos ajustes antes mesmo de iniciar o projeto, é um fator crucial para o ganho de eficiência e suas consequências, como citamos.

Neste contexto, o cliente passa a ter uma grande importância para o sucesso do projeto como um todo, inclusive ao que tange o gerenciamento do GP. A tarefa não é fácil, porém é fundamental. Este relacionamento estreitará a confiança e firmará a participação do cliente com a sua empresa, assim como com você. Por isso, no post de hoje, você entenderá a importância desta participação conjunta para a conquista dos objetivos e, assim, para uma boa imagem de sua empresa e, claro, do responsável por ter completado a tarefa com êxito.

Você entende sobre projetos, mas é o cliente quem conhece suas dificuldades

Enquanto um Gerente de Projetos (GP), você tem conhecimento sobre a sua equipe, as habilidades de cada um dos integrantes e como alocá-los em múltiplos projetos garantindo, assim, o cumprimento dos objetivos, prazos e do sucesso da empreitada como um todo. Porém, é o seu cliente quem conhece as dificuldades do dia a dia, a necessidade de ter procurado por sua empresa para solucionar um determinado problema, o mercado ao qual está inserido, a cultura empresarial diante às mudanças, dentre vários outros fatores.

Diante a isso, é de extrema importância unir ambos os conhecimentos em busca de uma definição de escopo adequada às necessidades e expectativas do contratante. Isso implica entender quais são as dificuldades atuais, os gargalos encontrados, os processos atuais e, com o seu conhecimento, identificar a melhor oportunidade para o desenvolvimento de um projeto que de fato resolva estas questões com eficiência.

A validação do cliente resguarda a sua empresa de possíveis “imprevistos”

Desde os processos iniciais, que envolvem as conversas sobre o problema, a solução e o escopo do projeto, é fundamental envolver o cliente não apenas para obter informações mais certeiras para a obtenção de resultados, mas para obter a validação do que foi definido. Isso ajudará a sua empresa a lidar melhor com possíveis “imprevistos” como a solicitação da mudança do escopo do projeto em um momento mais avançado do projeto, questionamentos sobre a autorização de determinada ação e o respaldo de que você apenas cumpriu o acordado. Por isso, envolva seu cliente em todas as partes do processo, incluindo o envio de relatórios periódicos e reuniões para tratar sobre a evolução das atividades.

Você precisará contar com alguém para guiar você e a equipe envolvida no desenvolvimento do projeto

É possível que, em muitos casos, a sua equipe esteja alocada no próprio cliente. Por isso, precisará de um braço direito que garantirá o acesso aos recursos necessários para o desenvolvimento do projeto. Isto significa indicar os profissionais que concederão acessos, permissões, informações e o que preciso for para garantir o cumprimento dos prazos. Você, enquanto GP, terá o reporte dos seus funcionários sobre as atividades ao utilizar um software para o gerenciamento destes projetos. Contudo, é fundamental contar com um responsável interno, do cliente, para contribuir com o bom andamento das atividades in loco facilitando o seu trabalho em lidar com múltiplos projetos, equipes e clientes.

E você, já envolve os seus clientes em seus projetos? Como eles contribuem para o sucesso em sua gestão? Quais são as grandes dificuldades encontradas? Aproveite os comentários abaixo para compartilhar suas dúvidas e experiências. Vamos trocar uma ideia sobre as melhores práticas nestas situações!

gerenciamento de integração

O que é e como funciona o gerenciamento de integração de projetos?

O guia de conhecimentos em gerenciamento de projetos PMBOK apresenta uma série de processos, técnicas e ferramentas de usos múltiplos. Os capítulos sobre gerenciamento de integração, por exemplo, auxiliam na comunicação e trazem benefícios que podem ser adaptados para a gestão de qualquer tipo de projeto.

Os profissionais da área que optam pelo uso desse guia potencializam suas chances de sucesso, já que todos os padrões ensinados foram testados e aprovados na prática pelos nomes mais experientes do mercado.

Neste artigo, vamos abordar como funciona a área de conhecimento do PMBOK: gerenciamento de integração voltada para projetos. Continue lendo e fique inteirado sobre o assunto.

O que é o gerenciamento de integração?

Quem tem a responsabilidade de gerenciar as expectativas dos clientes e atender aos requisitos do projeto precisa contar com um bom nível de integração entre as partes interessadas do início ao fim do trabalho.

Dessa forma, com diversos processos e tarefas, a área de gerenciamento da integração do projeto tem alta relevância profissional. Sua atuação abrange desde a elaboração do escopo, passando pelo monitoramento e controle do projeto, e termina na organização dos materiais finais, bem como no registro das lições aprendidas.

A comunicação é não só parte integrante, mas também fator fundamental em um escritório de projetos. Imagine um ambiente marcado pela má comunicação entre os gerentes funcionais e de projeto?

Se eles não conseguem chegar a um consenso claro sobre a utilização de recursos, é possível que duas tarefas importantes sejam alocadas para o mesmo item.

Mas o gerenciamento da integração do projeto evita esse tipo de ocorrência, já que exige que as decisões sobre alocação de recursos sejam tomadas. Junto a isso, objetivos conflitantes são estudados, ao passo que as dependências mútuas entre as áreas de conhecimento passam por um gerenciamento.

Por que a integração dos processos é importante?

Não é possível encarar a integração das áreas de conhecimento dentro de um projeto como uma missão simples. Pelo contrário: associar tempo, escopo, custos e recursos exige dedicação exclusiva, sem falar na experiência e técnica profissional.

Assim, quando se trata do gerenciamento de integração, é preciso pensar na unificação de todos os processos previstos no plano do projeto. Como exemplo, você pode tentar responder às seguintes questões:

  • O orçamento do projeto combina com a quantidade de recursos alocados?
  • O risco cresce enquanto o tempo passa?
  • Em quanto tempo as aquisições devem ser feitas?
  • Há riscos envolvidos no fator qualidade?

Tudo precisa se manter interligado para que não haja conflitos durante a execução do projeto. Desse modo, todas as vezes em que o planejamento estiver pronto, revise o que foi estipulado e busque por pontos problemáticos. Você verá que, quando não há integração, os momentos conflitantes tendem a ser ainda mais alarmantes.

Que benefícios o gerenciamento de integração em projetos proporciona?

Quer entender melhor as vantagens do gerenciamento de integração? Dê uma olhada nos tópicos a seguir.

Melhoria na comunicação

Como falamos, a eficiência comunicativa é uma das principais vantagens do processo de gerenciamento de integração. O bom diálogo entre o gerente e os demais colaboradores é fundamental para o sucesso da rotina, evitando retrabalho, desgastes pessoais e custos desnecessários.

Prevenção criativa

Outro benefício dessa prática está no surgimento de soluções criativas antes que os problemas de fato aconteçam. Expor as eventuais dificuldades e os objetivos conflitantes obriga os envolvidos a levantarem as melhores formas para resolver tais equações.

Quando ninguém se importa devidamente com esse processo de avaliação, as crises pegam o gerente e a equipe de surpresa. Portanto, nada melhor do que avistar os percalços do caminho com antecedência e agir de modo preventivo.

Definição e acompanhamento programático

O trabalho com prazos apertados é uma realidade problemática que só se resolve com o estabelecimento de um cronograma eficaz logo no começo do projeto. O processo de gerenciamento de integração organiza e define datas-limite para cada tarefa, além de incentivar o monitoramento dos momentos em que cada passo deve ser cumprido.

Quais são os processos envolvidos no gerenciamento da integração?

O gerenciamento da integração é dividido em seis etapas (que interagem entre si). A seguir, veja quais são elas.

1. Preparação do termo de abertura do projeto

No primeiro passo, o foco é a elaboração de um documento que libera o início do projeto ou de uma fase. Trata-se do Termo de Abertura do Projeto (TAP), visto como o pontapé necessário para o planejamento do que se espera com o trabalho. Isso também significa que todos os requisitos iniciais, com as partes interessadas, devem ser documentados.

2. Desenvolvimento do plano de gerenciamento

A importância dessa etapa está em definir como será conduzida a gestão do projeto. São documentadas todas as ações necessárias para estabelecer, preparar, integrar e gerir os planos de todas as áreas de conhecimento. Ou seja: os possíveis subplanos inclusos no projeto devem ser consolidados e executados em sincronia.

3. Orientação e gerenciamento da execução

Como o próprio nome anuncia, essa fase é responsável pela condução, com especificações e orientações a respeito da execução das tarefas previstas. O gestor deve monitorar os detalhes do projeto quanto a:

4. Monitoramento do trabalho realizado

Trata-se de acompanhar e regular o projeto para checar se os objetivos definidos no início estão sendo atingidos. Essa etapa é fundamental para a identificação de potenciais em tempo, recursos, resultados e escopo do projeto.

5. Controle integrado das mudanças

No quinto processo, as Solicitações de Mudança são analisadas. A partir de um fluxo definido, promovido e conhecido por todos, esses pedidos podem ser aprovados ou rejeitados. A grande vantagem é que as solicitações são tratadas de modo integrado, reduzindo os impactos na entrega final do produto ou serviço.

6. Encerramento do projeto ou da fase

A última etapa cuida do encerramento formal do projeto (ou de uma fase), apontando a conclusão de todas as aquisições, atividades e desmobilizações. Com isso, os recursos destinados ao trabalho são liberados e realocados em outras ações.

Em busca de aumentar os níveis de harmonização e comunicação entre as áreas envolvidas, é importante que a integração marque presença em todos os tipos de projetos.

Como vimos, o gerenciamento de integração do projeto engloba a coordenação de todos os processos e interfaces das áreas do conhecimento inclusas em seu ciclo. Como resultado, as organizações tendem a alcançar seus objetivos com mais segurança, agilidade e qualidade nas etapas interligadas.

Quer entender como é possível alavancar toda a gestão de projetos com uma única solução tecnológica? Peça uma demonstração do Project Builder agora mesmo e simplifique seu trabalho!

Saiba mais sobre o gerenciamento de riscos do PMBOK

O gerenciamento de riscos é uma das áreas de conhecimento do PMBOK. Ele prepara a equipe, norteia metodologias laborais, previne acidentes e atrasos na entrega final ou na conclusão das fases, além de ser fundamental na prevenção de problemas externos.

A análise diminui ameaças, evidencia oportunidades e reduz a probabilidade de impactos negativos na empreitada. Tempo, recursos, materiais, orçamento e objetivos podem ser afetados, razão pela qual você precisa estar preparado.

Que tal se precaver para evitar surpresas e fazer da sua empreitada um caso de sucesso? Siga a leitura para descobrir como efetivar essa importante área de conhecimento divulgada pelo PMI (Project Management Institute).

O que é gerenciamento de riscos?

O gerenciamento de riscos é um conjunto de ações tomadas a partir da constatação de possíveis impactos (positivos ou negativos) no projeto. Além de identificar as influências em potencial sobre os objetivos traçados, a medida em questão ainda as quantifica, oferecendo respostas e orientando a equipe contra incertezas.

Imagine: você trabalha em uma fábrica de café e a diretoria o incumbiu de lançar um novo produto nas prateleiras. Chuvas em excesso podem prejudicar a colheita e afetar a produção, talvez insumos importados sejam encarecidos com a alta do dólar e diminuam a margem de lucro estimada.

Ainda, há a possibilidade de que os testes com os grãos vão além da data prevista a fim de atender a qualidade estabelecida e um lançamento semelhante pela concorrência é capaz de comprometer suas vendas. O gerenciamento de riscos ajuda você a lidar com esses possíveis percalços.

Peculiaridades desta área do PMBOK

Muitos gerentes veem os riscos como elementos negativos, mas eles também podem ser positivos. O alto conhecimento técnico e a experiência da sua equipe atuam a favor do projeto, acelerando a definição de como o grão deve ser processado e acertando no design da embalagem após uma pesquisa eficiente com o mercado consumidor.

Nem todos os eventos impactantes podem ser previstos, mas os qualificados e quantificados já contribuem grandemente com as estratégias do gestor. Assim, evitam-se atrasos na entrega, desperdício de materiais, orçamento estourado, definição de meios comunicativos inadequados e projeções fora da realidade.

Quais são os processos do gerenciamento de riscos?

Segundo o PMBOK, são 5 e falamos sobre cada um deles na sequência. Os quatro primeiros são de planejamento, enquanto o último diz respeito a monitoramento e controle. Atente-se às etapas para não deixar de cumprir tarefas necessárias à realização do projeto dentro dos moldes esperados, de forma a manter os objetivos traçados.

Planejamento do gerenciamento de riscos

Como tais questões serão abordadas e executadas? Aqui, há de se pensar em metodologia, orçamento e categorias de ameaças e oportunidades. Também é preciso ter em mente como elas serão definidas, como a estrutura analítica de riscos será montada e como isso será transmitido aos colaboradores.

Identificação dos riscos

Obras normalmente requerem licença ambiental, que podem ser negadas ou demorar além do esperado para serem concedidas. A entrega de uma casa nova também atrasa se houver períodos de chuvas contínuas, devendo ser considerada a localização geográfica do imóvel na elaboração do cronograma.

O mapeamento dos riscos orienta o gerente no cumprimento do escopo porque evita o comprometimento de questões orçamentárias e otimiza a gestão do tempo.  

Análise qualitativa de riscos

Quais deles devem ser priorizados? A resposta considera a probabilidade de ocorrência e o impacto esperado. A linha de base do escopo conduz a avaliação feita nessa etapa porque contém a EAP, ou seja, admite a visualização dos processos e identificação de eventuais influências no fluxo desenhado.

A análise qualitativa evidencia riscos urgentes, os quais precisam ser quantificados e listados em categorias, com agentes químicos, físicos e ergonômicos — capazes de influenciar na segurança dos colaboradores.

Análise quantitativa de riscos

Aqui falamos de números e da necessidade de mensurar o quanto o impacto influencia o projeto. Por exemplo: a chuva atrasa a entrega da obra, mas não atrapalha em nada o desenvolvimento de um aplicativo para celular. Um dia chuvoso equivale a quantos dias de atraso na entrega do imóvel?

A análise quantitativa contabiliza os riscos de acordo com o escopo: por exemplo, a construção de prédios luxuosos prioriza a qualidade dos materiais e da mão-de-obra, enquanto o mais importante para um conjunto habitacional do governo é não estourar o orçamento.

Planejamento das respostas aos riscos

Essa fase se encarrega de gerenciar crises, consertar falhas, eliminar causas, prever e mitigar impactos negativos. Há de se ressaltar: nem todas as ameaças podem ser solucionadas, inclusive por falta de recursos financeiros.

Retomando o exemplo da fábrica de café, ela pode ter plantio próprio ou depender 100% de uma cooperativa da região. O atraso do fornecedor na entrega dos grãos, uma vez quantificado, ajuda o gerente a decidir se vale a pena trocar de parceiro e pagar a mais pela matéria-prima para ter pontualidade, por exemplo.

Controle de riscos

Você deve estar sempre pronto para otimizar processos e metodologias laborais, razão pela qual é necessário avaliar constantemente se as ameaças e oportunidades identificadas estão sendo bem administradas.

Avalie se os riscos certos estão sendo priorizados, se as ações tomadas estão surtindo efeito, se existem gargalos no projeto pela falta de identificação de um fator de impacto e promova os devidos ajustes.

Quais ferramentas utilizar no gerenciamento de riscos?

A análise SWOT é altamente recomendada porque avalia as forças (strengths), fraquezas (weaknesses), oportunidades (opportunities) e ameaças (threats) enfrentadas na sua missão. Assim, fatores internos (qualidade dos materiais) e externos (cenário econômico e concorrência) são avaliados, orientando seu posicionamento no mercado.

A matriz de probabilidade de impacto os classifica de “raros” a “quase certos” e especifica sua influência no projeto de “nenhuma” até “gravíssima”. O cruzamento dos dois parâmetros determinam se os riscos são baixos, moderados, elevados ou extremos. As cores utilizadas ajudam na quantificação e no estabelecimento de prioridades.

Mensurar uma oportunidade ou ameaça também é tarefa passível de ser desenvolvida com a árvore de decisão e a simulação de Monte Carlo na análise quantitativa. Também são úteis: auditorias, checklists e o  PFMEA (Process Failure and Effective Analysis), que analisa o potencial de um processo de falhar e as consequências disso.

Notou quantas informações precisam ser consideradas? O gerenciamento de riscos é facilitado quando você tem um software de gestão que admite a visualização das tarefas e gera relatórios precisos e atualizados. Munido dos dados, suas estratégias são melhor definidas, você pode se precaver de ameaças e aproveitar as oportunidades.

Quer aproveitar a modernidade e ter sucesso no seu projeto? Temos o sistema ideal para você! Entre em contato com um dos nossos consultores e saiba como podemos ajudar.

gráfico de gantt

Conheça 5 benefícios do gráfico de Gantt para a gestão de projetos

Alguns processos de gestão são tão eficazes que o seu uso é perpetuado por décadas. Esse é o caso do gráfico de Gantt, criado antes da Primeira Guerra Mundial e utilizado em todo o planeta para que gestores de projetos possam acompanhar a evolução de tarefas de uma forma simples e prática.

Quer saber como isso ocorre e os impactos de utilizar o gráfico de Gantt no seu dia a dia? Então, continue a leitura!

O que é o gráfico de Gantt?

O gráfico de Gantt é uma solução de gestão criada pelo engenheiro mecânico norte-americano Henry Gantt. Esse método tornou-se popular no mundo inteiro e já é utilizada para o gerenciamento de pequenos e grandes projetos de várias áreas.

Como o gráfico de Gantt é estruturado

O gráfico de Gantt é estruturado de tal maneira que fique fácil para qualquer profissional acompanhar a forma como as tarefas estão distribuídas, prazos e recursos utilizados. Os elementos são distribuídos da seguinte forma:

  • o eixo horizontal representa o tempo de execução de cada rotina;
  • as barras horizontais representam as tarefas, que possuem um tamanho de acordo com o tempo necessário para executar cada rotina;
  • os objetivos e metas são distribuídos no final gráfico;
  • os responsáveis são listados, geralmente, na parte esquerda do gráfico, nas linhas horizontais, e estão alinhados com as barras de suas tarefas;
  • o caminho crítico é o nome dado a todas as tarefas que indicam o início e/ou o término do projeto.

Isso permite uma visualização mais intuitiva dos processos e prazos de cada etapa. Dessa forma, atrasos ficam menos frequentes e a empresa pode atingir melhores resultados a médio e longo prazo.

Qual é a importância do gráfico de Gantt no gerenciamento de projetos?

O gráfico de Gantt foi criado inicialmente para ser utilizado em indústrias. Ao longo dos anos, a sua eficácia passou a ser testada em novas áreas, como a gestão de projetos. Por ser focado na visualização de informações de forma simples e objetiva, esse mecanismo se mostrou altamente alinhado com as necessidades de empresas.

Gerentes de projetos que utilizam o gráfico de Gantt conseguem identificar com facilidade o progresso de todas as atividades, mesmo em projetos complexos. Isso facilita a tomada rápida de decisões, o acompanhamento de prazos e outros fatores que possam impactar o sucesso do projeto.

Quais são os benefícios do uso do gráfico de Gantt no gerenciamento de projetos?

Como apontamos anteriormente, o uso do gráfico de Gantt no ambiente corporativo traz várias vantagens. Confira, a seguir, como essa ferramenta auxilia o seu negócio a ter uma gestão mais inteligente de projetos e o acompanhamento preciso de cada etapa.

1. Segmentação mais eficaz de tarefas

O gráfico de Gantt tem como um dos seus pontos fortes a simplicidade. A maneira como as tarefas estão distribuídas é feita de um modo simples e transparente, o que torna a visualização de cada atividade algo fácil de ser feito.

Todas as atividades, assim como os seus responsáveis, ficam divididas em uma linha do tempo. Ela também apresenta os recursos que estão disponíveis, prazos e o tempo de execução de cada responsabilidade. Assim, todos podem ver, rapidamente, como uma rotina está evoluindo e eventuais gargalos existentes.

2. Distribuição de responsabilidades mais transparente e eficaz

Um bom gráfico de Gantt auxilia os gestores a realizarem uma distribuição mais inteligente das tarefas de cada time. Por ser intuitivo e de fácil compreensão, o gestor conseguirá identificar rapidamente quais são os profissionais com uma carga de trabalho maior e, assim, remanejar responsabilidades com tranquilidade.

Isso evitará gargalos e pontos que possam comprometer a aderência de qualquer pessoa aos prazos do projeto. Além disso, o gráfico de Gantt torna a comunicação entre líderes e colaboradores mais ágil. Sabendo visualizar cada rotina de uma forma simples e prática, os times terão menos problemas na troca diária de informações que ocorre em uma empresa.

3. Interdependência de atividades

Em muitos projetos, a execução de uma atividade está conectada com a conclusão de outra rotina. O gráfico de Gantt oferece mecanismos para que o gestor possa intercalar tais rotinas de maneira transparente.

Isso facilita a identificação de quais processos estão conectados e como os atrasos estão afetando o fluxo de trabalho do negócio. Dessa forma, a empresa pode direcionar melhor os seus recursos e garantir que todos atuem em um ambiente integrado em busca dos melhores resultados possíveis sempre.

4. Definição clara de prazos

O gráfico de Gantt tem mecanismos para identificar melhor quais serão os prazos de cada etapa. Isso facilita a organização de times e o fluxo de trabalho de toda a equipe que está envolvida no projeto.

O gestor poderá simular diferentes cenários com rapidez, melhorando o planejamento de cada etapa e a forma como os processos são distribuídos. Dessa forma, o projeto poderá ser estruturado para ser executado sempre no menor tempo possível: o gestor saberá, antecipadamente, como a distribuição de atividades afeta os prazos finais e sempre estará pronto para reagir em caso de mudanças.

5. Aumente a performance de times

O uso constante do gráfico de Gantt para o controle da evolução de projetos permite que o negócio faça otimizações contínuas nas suas rotinas de trabalho. Com um acompanhamento preciso das atividades de cada projeto, o gestor terá mecanismos mais inteligentes para monitorar falhas e gargalos operacionais.

Esses problemas poderão ser registrados em uma documentação específica, assim como as melhorias que foram feitas. Assim, avaliando quais foram os resultados obtidos, o gestor pode replicar boas práticas e evitar riscos nos projetos futuros que impactem na gestão de times e na sua performance.

O gráfico de Gantt é hoje um excelente mecanismo de gestão de prazos para negócios que procuram uma forma mais inteligente de avaliar como um projeto está sendo executado. Bem estruturado, ele diminui prazos, melhora o direcionamento de tarefas e dá ao gerente de projetos uma visão estratégica sobre cada rotina.

A análise de prazos, atrasos e distribuição de times será mais transparente e centralizada. Se problemas forem encontrados, o gestor conseguirá, com o gráfico de Gantt, identificá-los rapidamente e, assim, diminuir o seu impacto no fluxo operacional do negócio. Dessa forma, será mais fácil manter uma rotina de trabalho mais ágil e eficiente em todas as etapas do projeto.

Quer saber como o gráfico de Gantt pode ser adotado na sua empresa? Então, fale com a gente: nós orientaremos você da melhor maneira possível!

gestão da documentação

O que é, afinal, a Gestão de Projetos

O que caracteriza os projetos, como surgiu essa abordagem nas empresas e quais as oportunidades para profissionais da área. O que é gestão de projetos?

O mercado de trabalho para o gerente de projetos não para de crescer. Basta ver os anúncios de emprego na área de administração. As empresas estão se dando conta da importância desse profissional em suas equipes para obter melhores resultados. O ambiente competitivo dos negócios, acelerado pela constante busca pela inovação, faz com que cada detalhe faça a diferença.

Mas, afinal, o que é gestão de projetos, como surgiu, quem é o profissional que deve assumir essa responsabilidade e quais as oportunidades no mercado? Vamos responder a essas questões, passo a passo. A começar do começo:

1) Definição de Projetos

“Projeto” é uma palavra amplamente usada em diversas áreas do conhecimento. Existem projetos de lei, projetos gráficos, projetos paisagísticos, projetos de vida, entre outros. Quando falamos em projetos nas empresas, nos referimos a uma ideia para se executar ou realizar algo, no futuro, dentro de um plano definido.

Projeto é uma atividade organizada para resolver um problema específico. É formado por uma sequência de eventos, tem começo e tem fim, o que o diferencia de operações contínuas. O objetivo do projeto é alcançar uma meta predefinida. Gera um único produto ou serviço final, e os resultados podem ser tangíveis ou intangíveis.

2) Origens da Gestão de Projetos

É possível afirmar que a gestão de projetos acompanha a humanidade desde as primeiras civilizações da Antiguidade. Tome como exemplos a construção dos templos gregos,as pirâmides do Egito, a Muralha da China e o Coliseu em Roma, são todas obras que provavelmente exigiram coordenação de recursos, prazos, escopo e qualidade para agradar clientes poderosos.

No entanto, a gestão de projetos como a conhecemos hoje, enquanto uma disciplina específica, surgiu no século 20. Os programas de defesa criados após a Segunda Guerra Mundial foram os primeiros a usar esse termo, a partir dos anos 1950. Com o tempo, a gestão de projetos extrapolou a área militar. A prática é usada em áreas diversas como engenharia, indústrias em geral, tecnologia da informação, comunicação, saúde, educação, administração pública, entre outras.

A instituição referência em gerenciamento de projetos foi criada em 1969. O Project Management Institute (PMI) é uma associação de profissionais da área que desenvolve pesquisas, capacita pessoas, documenta conceitos e promove acesso a informações e recursos. Com sede em Atlanta (EUA), o PMI está presente em mais de 160 países e tem acima de 240 mil associados.

3) O que é Gestão de Projetos

Gerir é administrar. O que difere a gestão de projetos de outros tipos de gestão é o tempo definido de início e fim. Exige ações específicas e envolve administração, manutenção, integração, prazo, custo, qualidade, recursos, comunicação, riscos e aquisições.

Criado pelo PMI, o Guia PMBOK – Projetc Management Body of Knowledge – assim define a gestão de projetos: é a aplicação de conhecimentos, habilidades, ferramentas e técnicas com o objetivo de atingir ou superar as expectativas dos clientes e stakeholders (as partes interessadas) sobre metas pré-definidas.

Perceba que a gestão de projetos envolve diversas disciplinas da administração. Cada projeto tem seus próprios desafios, como falta de recursos, prazo apertado, escopo indefinido. Quanto mais organização e documentação de cada entrega e cada marco do projeto, melhor aproveitamento o gerente de projetos terá.

4) O papel das empresas

Como já dissemos no início, as empresas estão acordando para a importância de um gerente de projetos em suas equipes. As oportunidades não param de crescer.

O que motiva essa situação é a alta velocidade da evolução da tecnologia. Quem não correr atrás de ideias inovadoras, ficará para trás no mercado. O consumidor está mais exigente por qualidade e atualidade, e produtos tornam-se rapidamente obsoletos. Para suportar esse ambiente de mudanças rápidas, as empresas precisam se organizar e se antecipar às tendências. O ambiente de trabalho está se voltando para projetos para acompanhar essa evolução.

5) Mercado de trabalho

Quem está no mercado como gerente de projetos tem grandes chances de evoluir na carreira, seja na sua própria empresa ou não. A disputa pelo know-how desses profissionais está acirrada. Mas o que é preciso para ser um bom gerente? Em primeiro lugar, deve ter competência técnica e conhecer a fundo o negócio em que atua, os produtos e serviços que sua empresa entrega. Além disso, deve entender de gestão de pessoas para envolver e motivar sua equipe na execução de suas tarefas, conquistando a confiança de todos. Entender de conceitos de administração, negócios, marketing e finanças também são características desejáveis. Saber se comunicar e ser organizado são fundamentais.

A formação desses profissionais é a mais diversa. Existem cursos que seguem os princípios do Guia PMBOK espalhados por todo o país. Os melhores estão concentrados em São Paulo e no Rio de Janeiro. Recomenda-se buscar os Chapters do PMI para ter referências de bons cursos.

6) Ferramentas de trabalho

Existem normas que norteiam a gestão de projetos, como o Guia PMBOK. O conceito é uma importante ferramenta de trabalho. Claro que podem e devem ser feitas adaptações conforme o projeto.

Algumas empresas criam seus próprios programas de gestão de projetos. Mas é possível encontrar softwares pagos e gratuitos disponíveis na internet. A complexidade do software varia conforme a necessidade dos projetos da empresa.

7) Oportunidades futuras

O horizonte para o gerente de projetos é bastante promissor. Projetos podem ser considerados como mudanças nas organizações. O gerente de projetos é um agente dessas mudanças e, portanto, tornou-se indispensável. É ele quem vai planejar os passos das empresas em direção às ações de curto, médio e longo prazos, com metas definidas de sucesso.

Como partes interessadas nesse processo, as organizações têm promovido cursos de capacitação para seus profissionais. Aproveite essas oportunidades para se desenvolver e retornar à empresa o investimento feito em você. A recompensa virá.

Mantenha suas certificações atualizadas, estude sempre e tenha contato com outros gerentes de projetos para trocar ideias, referências e experiências. Filiar-se a uma instituição é recomendável nesse sentido.

O que achou? Gostou? Então compartilhe

visibilidade de prazos

O que fazer para ter mais visibilidade de prazos de um projeto em andamento?

Na realidade da construção de projetos, a administração do tempo é um dos maiores desafios para qualquer gestor. Entre tarefas sequenciadas e cronogramas acirrados, as responsabilidades são muitas e a falta de visibilidade de prazos pode fazer com que tudo desande.

Como sabemos, o dia a dia de quem trabalha com essa gestão específica requer equilíbrio pessoal e profissional para lidar tanto com a equipe quanto com os clientes. Não é pequeno o número de empresas que enfrentam dificuldades no cumprimento de deadlines, desempenhando tarefas com atraso continuamente.

Como consequência, os atrasos funcionam como uma porta para problemas ainda maiores, como o desgaste do time, o maior consumo de recursos e, na pior das hipóteses, o cancelamento ou não cumprimento do projeto.

Se tem problemas com isso e quer melhorar a visibilidade de prazos em sua empresa, este artigo é para você. Listamos dicas que poderão reverter o seu quadro, garantindo pontualidade com passos práticos. Vamos lá?

Use a tecnologia como aliada para cumprir os prazos

Confiar na sua memória ou na de outras pessoas não é a melhor forma de controlar prazos. Tampouco gerir post-its fixados na frente do computador. Apostar em uma ferramenta informatizada é uma das melhores alternativas para quem deseja assumir o controle sobre as atividades de um projeto, enxergando o limite de tempo com mais clareza.

Ao utilizar a tecnologia como aliada, o gestor passa a lidar com informações mais assertivas, sem precisar trabalhar com achismos. Trata-se de saber imediatamente quais atividades estão em atraso, quais estão no limite do tempo e quais contam com vantagem para a conclusão.

Uma boa dica é criar alertas via e-mail para os membros da equipe. Com foco na otimização de resultados, essa solução simples já pode garantir que ninguém fique desavisado.

Tenha um escopo bem definido

Sabe quando a ideia inicial é traçada, mas ela vai se adaptando às consequências? Muda, altera, constrói mais um prédio, levanta um “puxadinho”, os recursos acabam, os prazos se extrapolam…

A falta de um escopo bem definido é um dos grandes problemas que impedem a boa gestão das entregas. Isso acontece porque quando você não sabe muito bem para onde ir, acaba incluindo etapas sem planejamento, perdendo as rédeas do objetivo central.

O esboço mal planejado só tende a trazer influências negativas para o projeto, principalmente no cumprimento dos prazos. Sendo assim, valorize essa etapa, fazendo questão de desenhar um escopo com metas claras, atividades sequenciadas e abordagem profunda quanto aos processos e riscos da realização do projeto.

Utilize gráficos de acompanhamento

Na correria do cotidiano, interpretar dados numéricos nem sempre é uma opção na qual o gestor quer empregar seu tempo. Nesse sentido, quanto mais didático você for, melhor será para você e sua equipe.

Investir em um sistema ou em uma planilha que facilite seu processo de interpretação das informações é uma escolha que renderá frutos como otimização do tempo e monitoramento facilitado.

Lembre-se que, como gestor, o ideal é que você sempre possa visualizar um panorama do progresso do projeto. Dessa forma, você poderá checar o andamento das tarefas conforme o que foi combinado no cronograma, assumindo um controle mais eficaz tanto dos prazos de conclusão quanto dos responsáveis pelo trabalho delegado.

Distribua as tarefas de forma estratégica

Por falar em delegar trabalho, essa é uma prática saudável que precisa acontecer dentro da empresa de forma inteligente e frequente. A distribuição de tarefas o ajudará a desfragmentar um emaranhado de atividades, fazendo com que sua equipe tenha a oportunidade de se desenvolver.

As pessoas só se sentirão responsáveis pelo projeto quando receberem tarefas específicas e compreenderem com clareza aquilo que se espera delas. Com isso em mente, determine o deadline, o responsável e o resultado aguardado para cada ação. Junto a isso, não esqueça de refletir bem na hora de delegar. Conheça os membros do time e separe as tarefas de acordo com as habilidades de cada um.

Uma boa dica que pode evitar retrabalhos e atrasos é investir um tempo para conferir se as pessoas realmente entenderam aquilo que você solicitou. Seja estratégico ao se certificar de que o colaborador sabe o que precisará fazer e entregar. Um simples feedback pode poupar um trabalho tremendo.

Quebre tarefas maiores

Como você deve saber, esse ensinamento é uma das bases na construção de um projeto. No entanto, muitos gestores sofrem por não conseguirem controlar a entrega de megatarefas que parecem nunca ter um fim. É como se eles estivessem tentando carregar um palco que poderia ser transportado em pedaços.

Divida para conquistar. Desapegue, delegue, separe as atividades grandes em grupos menores de acordo com nível de complexidade e prazo. Isso o auxiliará a cumprir as dicas acima, como a delegação entre a equipe e o acompanhamento dos gráficos.

Na rotina do profissional que lida com esse tipo de trabalho, a exigência por entregas em períodos cada vez menores parece virar tendência. O mercado urge e, dependendo do segmento, um atraso de algumas horas por ser significativo na satisfação do cliente. E você não precisa dar conta de tudo sozinho.

Faça reuniões evidenciando resultados

Realizar reuniões para alinhar o andamento do escopo e identificar desvios e tratá-los é uma prática que precisa fazer parte do seu cotidiano. Além de ajudar a compreender o sequenciamento, os encontros podem ser proveitosos para a motivação das pessoas envolvidas.

Para conseguir esse benefício, que tal um truque de gestor? Busque deixar suas reuniões para dias e horários em que os colaboradores estão menos sobrecarregados.

Afinal, você precisa que as pessoas participem do momento. Se a reunião for vista como um evento chato ou desnecessário, você perderá muitos pontos.

Provar para o time que os resultados estão sendo conquistados por conta dos constantes alinhamentos em reuniões é a melhor forma de combater essa percepção de desperdício de tempo. Aproveite para indicar os avanços obtidos desde o último encontro.

Não feche os olhos para os riscos

Por último mas não menos importante, os imprevistos. Por mais que você se dedique ao cronograma, planejando todas as etapas e prevendo os períodos conclusivos, sempre existirão aqueles acontecimentos que independem da sua vontade.

Contratempos podem estragar o seu planejamento e a culpa por não prevê-los, na maioria das vezes, será atribuída a você. Portanto, considere todos os fatores que fogem à gerência do projeto.

É claro que você não pode controlar tudo o que acontece no mercado ou na empresa. Mesmo assim, a atenção voltada para o reconhecimento de riscos poderá dar o tempo necessário para gerenciar uma crise.

Acompanhe os recursos financeiros, humanos e materiais bem de perto. Não confie apenas em sua intuição, mas invista em um levantamento efetivo das pessoas e de ferramentas disponíveis. Assim, você poderá fugir o máximo possível dos contratempos. Se o projeto atrasou, sempre tem uma forma de se resolver.

Então, gostou das nossas dicas para melhorar a visibilidade de prazos? Assine nossa newsletter e seja o primeiro a saber sobre artigos relevantes como este, ou compartilhe este artigo em suas redes sociais.

gerenciamento de tarefas

Gerenciamento de tarefas: como estimar prazos?

Uma das atividades mais importantes da gestão de projetos é também uma das aparentemente mais simples: o dimensionamento do tempo, ou seja, o gerenciamento de tarefas. Afinal de contas, depois que a duração das tarefas é devidamente calculada, o planejamento passa a tomar forma. E isso se alinha ao sequenciamento dos trabalhos e, consequentemente, permite a elaboração do cronograma completo do projeto.

Nesse contexto, é extremamente importante manter em mente que os esforços de gestão não são nada independentes. Assim, ao calcular a conclusão de uma demanda em 10 dias em vez de 5, por exemplo, é possível aumentar a força de trabalho em tempo hábil. Ou seja, os recursos humanos e a organização da equipe como um todo estão intimamente ligados ao gerenciamento de tarefas conectado com o tempo.

Mas uma gestão de projeto realmente eficiente tem como premissa estimar valores realistas, o que quer dizer que não basta determinar o tempo com base em suposições infundadas ou em palpites simplistas. Lembre-se: é o nível de precisão dessas estimativas que determina a confiabilidade do planejamento. Que tal aprender a atingir esse nível? Então confira as dicas que separamos para o post de hoje, que certamente o ajudarão a compor estimativas assertivas, proporcionando um gerenciamento de tarefas consistente e o consequente sucesso do projeto! 

 

Regra geral da divisão das tarefas

Antes que qualquer empenho seja empreendido no sentido de estimar tempo, o gestor deve estar seguro de que a atividade foi dimensionada adequadamente. É preciso ter bastante cuidado para que uma tarefa macro seja quebrada em atividades menores, porque só isso já contribui para a organização geral, tornando o trabalho melhor gerenciável. Caso contrário, os esforços envolvidos tanto na elaboração do plano como em sua execução se tornam desnecessariamente maiores.

Imagine, por exemplo, que no projeto de construção de uma casa a fase do acabamento não seja dividida em unidades menores. Nesse caso, a atribuição de recursos humanos ficaria comprometida por requerer diferentes disciplinas de mão de obra. Nesse caos, o monitoramento sofreria prejuízos por ter que medir diferentes trabalhos em uma única unidade. O ideal seria criar, então, subdivisões, tais como: “reboco”, “massa corrida” e “azulejos”. Percebe a diferença?

Essa diluição contribui para a redução do nível de complexidade da demanda, assim como dos riscos envolvidos. É como lidar com um problema complexo, mas em partes menores. Dessa forma, o que era grande acaba se tornando pequeno e totalmente sob controle.

Estimativa análoga ou top-down

Essa estimativa pode tanto ser aplicada a um projeto como um todo como somente a uma tarefa. Assim, no caso do panorama mais amplo, se os últimos 3 projetos similares foram concluídos em 14 meses, por exemplo, é provável que esse próximo projeto também se estenda por esse prazo. E no caso mais restrito, aplicado apenas a uma tarefa, a lógica é a mesma: se nas ocasiões em que essa atividade foi desempenhada foram consumidos 5 dias, logo, essa deverá ser a duração considerada.

A técnica em questão se baseia no exame de documentos, registros, lições aprendidas de projetos passados, dados de concorrentes ou de demais organizações que desempenharam trabalhos parecidos. Com base nesse levantamento histórico é possível estabelecer uma estimativa mais confiável. E por ser um método que tem como suporte apenas a consulta de informações, apresenta como vantagem uma dupla economia: de tempo e de pessoal envolvido.

Consulta a opiniões especializadas

Caso não exista domínio por parte do gerente de projetos ou mesmo se houver qualquer tipo de insegurança sobre o assunto, convém considerar a intervenção de especialistas — que podem ser os próprios membros da equipe ou terceiros contratados. Pense bem: se não há conhecimento suficiente, arriscar com base em suspeitas ou presunções não é nada prudente, além de não ser essa a postura esperada de um gestor responsável.

Guarde desde já o seguinte: é necessário, antes de mais nada, ter cautela e reconhecer as próprias limitações. Dessa forma, quando não há consenso ou não se tem a noção adequada da complexidade da demanda, a avaliação especializada de consultores pode sim ser a melhor alternativa, buscando identificar as variáveis envolvidas e prever a duração do trabalho.

Estimativa de três pontos ou técnica PERT

A técnica de PERT (Program Evaluation and Review Technique) leva em consideração três cenários possíveis para determinar o tempo de uma atividade: duração pessimista (P), duração otimista (O) e duração mais provável (MP). Esse método também pode contar com o suporte de opiniões especializadas citado acima e, inclusive, ser usada também para as estimativas de custo. É dada pela fórmula (P + 4 x MP + O) / 6 e o resultado fornece a duração esperada.

Note que a fórmula atribui peso 1 para os contextos pessimista e otimista, enquanto atribui peso 4 ao cenário mais provável. E ainda assim o peso pode ser alterado, desde que a soma não ultrapasse 6, conforme a realidade do projeto ou a tolerância a riscos do gestor. A fórmula do desvio padrão — dada por P – O / 6 — também pode ser aliada a essa técnica com o objetivo de chegar ao intervalo da estimativa. Digamos, por exemplo, que com a técnica de PERT tenham sido calculados 9,5 dias para a tarefa X. Nesse caso, sendo a duração otimista igual a 10 e a pessimista igual 15, o desvio seria de 0,8. Assim, a tarefa levaria 9,5 + 0,8 ou 9,5 – 0,8 dias, que é igual ao intervalo entre 8,6 a 10,3 dias.

Estimativa paramétrica

Para a utilização dessa técnica surge a necessidade de se trabalhar com dados muito bem consolidados, sob o prejuízo de o método se tornar impreciso. Afinal de contas, essa metodologia observa os relacionamentos entre as variáveis e uma determinada atividade para calcular as estimativas. Dessa forma, se o desenvolvedor João escreve 50 linhas de código por dia, por exemplo, naturalmente se conclui que ele desenvolverá 500 linhas de código em 10 dias, certo?

O segredo está em, sempre que possível, calcular a duração das atividades com o apoio do time envolvido. Isso gerará maior credibilidade e engajamento dos integrantes. Claro que sabemos que é impossível definir com extrema exatidão a data em que um projeto será terminado, mas é plenamente factível alcançar valores bastante próximos. E esse deve ser o foco do gerente de projetos. Se não for dessa forma, o planejamento se torna figurativo, desacreditado e sem valor para a organização.

É importante ainda ressaltar que o cronograma, o gráfico ou qualquer outro documento que contenha a duração das atividades requer a publicidade necessária, não devendo ser um arquivo ou uma ferramenta de uso exclusivo do gerente de projetos. Os prazos a serem atendidos devem ser facilmente visíveis por todos, permitindo o acompanhamento da produtividade esperada por parte da equipe, assim como suas responsabilidades. Dessa forma, os colaboradores adquirem um maior senso de urgência e de priorização, que poupam a necessidade de intervenção contínua para o gerenciamento de tarefas por parte do GP.

E você, por acaso conhecia todas essas técnicas? Já teve a oportunidade de usar alguma delas em seus projetos? Comente aqui e compartilhe suas experiências conosco!

Gerente de Projetos

Saiba como pensar como um Gerente de Projetos de Sucesso!

Gerenciar um projeto com sucesso é uma tarefa que pode se mostrar muito desafiadora. Lidar com conflitos, imprevistos e motivação não é tão simples e, por isso, um dos responsáveis mais importantes é o gerente de projetos.

Para que ele e o projeto tenham sucesso, é exigido que tenha um mindset focado em habilidades e capacidades necessárias a esse cotidiano. Quer aprender como fazer isso? Então veja a seguir como pensar como um gestor de projetos de sucesso.

AGREGUE EM VEZ DE AFASTAR

Um gerente de projetos de sucesso reconhece a importância do seu papel como um agregador de pessoas e gerador de engajamento. Por isso, é importante ter uma personalidade que seja capaz de agregar mais do que afastar.

Ser empático, mas direto e preciso, por exemplo, funciona muito bem para gerar o que é conhecido como rapport. Ao estabelecer esse tipo de relação, é mais fácil motivar a equipe para que a conclusão do projeto aconteça como dentro do esperado.

COMUNIQUE DA FORMA CORRETA

Projetos de sucesso estão diretamente relacionadas à comunicação empregada. Quanto mais clara, direta e assertiva for a comunicação, menos dúvidas, conflitos e retrabalhos acontecem. Isso torna mais fácil atingir os objetivos estabelecidos no escopo sem que haja uma fuga a respeito das métricas avaliadas.

Ao mesmo tempo, a comunicação não pode tomar mais tempo do que deveria. Reuniões demais travam o projeto e não agregam valor a muitas atividades. Em vez disso, é preciso definir uma frequência e duração adequada de reuniões e também utilizar recursos que permitam a troca de informações no cotidiano.

DELEGUE TAREFAS E ACOMPANHE APÓS DAR AUTONOMIA

Sendo um só, o gerente de projetos de sucesso sabe que não pode centralizar de maneira excessiva a execução do projeto. É preciso usar o engajamento a favor dos resultados, o que significa delegar as tarefas de maneira adequada.

Uma tarefa inadequada para a pessoa errada, entretanto, pode levar a atrasos e/ou falhas em uma etapa considerada crucial. Para que isso não aconteça, o gerente sabe identificar características necessárias de cada tarefa e distribuí-las de acordo com a sua equipe.

Após oferecer as tarefas, é necessário dar autonomia para que o time traga soluções relevantes para as metas definidas. Sem perder de vista o processo, o gerente acompanha os resultados, mas não interfere ou centraliza a ponto de travar a atuação de cada responsável.

OFEREÇA FEEDBACK ASSERTIVO

Tanto para manter a motivação quanto para empreender as correções necessárias, o feedback faz parte do mindset de qualquer gerente de sucesso. Somente por meio dessa ferramenta que é possível alinhar expectativas e atuações de modo a garantir que todos trabalhem em unidade pelo projeto.

Não é qualquer feedback, entretanto, que agrega valor à execução do projeto. Somente oferecer elogios ou críticas não é funcional e, por isso, o feedback deve ser assertivo de modo a oferecer soluções e pontos a serem trabalhados. Servindo como uma orientação, ele ajuda a garantir a conquista de resultados.

ESTEJA PREPARADO PARA IMPREVISTOS

Por mais que o escopo seja elaborado de maneira altamente relevante, dificilmente ele poderá ser seguido à risca sem ao menos alguma avaliação durante todo o processo. Isso acontece porque imprevistos surgem e problemas muitas vezes são inevitáveis.

Assim, o gerente precisa estar preparado para lidar com diversos tipos de imprevistos sem perder o foco principal do projeto. Inclusive, muitas vezes, ele é quem precisa impedir adições e modificações no escopo que não sejam absolutamente necessárias para o alcance de resultados.

Além disso, ele precisa saber lidar com a pressão, já que, muitas vezes, decisões cruciais precisam ser tomadas em um curto espaço de tempo. É nesse momento que os conhecimentos sobre o projeto, sobre a área e sobre os resultados se destacam.

CORRA RISCOS CONTROLADOS

Todo projeto tem um risco e o gerente precisa estar disposto a correr alguns deles. Porém, isso deve ser feito de maneira controlada, o que exige uma avaliação prévia dos riscos existentes. A partir dela, é possível priorizar ações a serem tomadas antes mesmo do início do projeto, de modo a diminuir as chances de algo dar errado.

Porém, o gerente precisa ter uma visão holística de todo o processo e, com isso, não pode se paralisar ou deixar que a equipe se paralise pelos riscos. Sendo o projeto viável, é fundamental estar disposto a se arriscar dentro de parâmetros controlados.

DEFINA E ACOMPANHE MÉTRICAS RELEVANTES

O projeto não é algo que acontece linearmente ou de uma só vez. São necessários processos, que muitas vezes interagem entre si, para que a construção do resultado final seja possível.

Diante desse panorama, o gerente deve ser capaz de identificar quais são os indicadores-chave de performance e que realmente refletem o andamento do projeto. A partir disso, ele tem a responsabilidade de colocar em prática a habilidade analítica.

Com isso, é possível identificar tendências, oportunidades e ameaças que vão permitir um gerenciamento ativo e dinâmico.

APRENDA COM AS LIÇÕES DE CADA PROJETO

Um projeto de sucesso não termina no momento em que ele é definitivamente finalizado. Em vez disso, um bom gerente sabe que é sempre possível utilizar a experiência, tenha sido ela positiva ou não, para cimentar as estruturas de um próximo projeto.

A partir da análise dos resultados do projeto encerrado, dá para entender o que funcionou e o que não funcionou, o que pode ser repetido, o que deve ser evitado e assim por diante. Esse tipo de análise gera um conhecimento empírico que, se for bem trabalhado, oferece uma vantagem competitiva na execução de projetos.

Assim, um bom líder entende o papel dessa análise feita posteriormente e, por isso, se preocupa com a documentação de mudanças e resultados. Daí em diante, o uso de recursos passa a ser cada vez mais otimizado.

Um gerente de projetos sabe orientar, delegar e também acompanhar resultados de maneira geral. Além disso, lida bem com a pressão envolvida em modificações de última hora e, principalmente, entende o valor de aprender com experiências passadas para gerar melhores resultados no futuro. Com esse mindset, você garante que colocará em prática as habilidades necessárias para cumprir com as responsabilidades atribuídas a esse profissional.

Como anda o seu mindset em relação à gestão de projetos? Deixe seu comentário no post e participe do debate.

 

CTA BLOG

inovação e novo produto

O que é inovação e novo produto? Conceitos e diferenças

Criar um produto não significa inovar — um exemplo de desenvolvimento de produto poderia ser novas variações de sabor de uma gama de artigos existentes. Esse processo requer um pensamento inovador mínimo, uma vez que nenhum novo ingrediente ou método é necessário. Sendo assim, será que você realmente sabe o que é inovação?

A inovação do processo não é o desenvolvimento de produtos, pois não entrega um novo item ao mercado. Ela pode ajudar a fornecer uma solução melhor para atender aos requisitos existentes ou novos, como, por exemplo, um tipo diferente de processo térmico que prolonga a vida útil sem afetar negativamente os parâmetros de qualidade do produto.

Essa inovação de processo oferece uma vantagem competitiva para o negócio, que é difícil ou dispendioso para outros serem replicados — especialmente se houver propriedade intelectual associada ao desenvolvimento da técnica —, mas não entrega novos produtos nas prateleiras.

Tanto a inovação quanto o desenvolvimento de um novo produto são aspectos muito importantes dentro de uma empresa. Para ajudar você a entender o que é cada um deles e saber diferenciá-los, escrevemos este post! Despertamos seu interesse em inovação e novo produto? Então, continue a leitura!

O que é inovação?

Para entender como funciona inovação e novo produto devemos investigar cada definição com exemplos. A inovação é um processo definido por meio da implementação de novas ideias capazes de agregar valor a uma organização. Isso está relacionado com a criação de um serviço, sistema ou processo, ou com o aprimoramento dos existentes.

Ela também pode assumir a forma de dar continuidade a um serviço, sistema ou processo ineficiente, ou desatualizado. A inovação também pode ser um empreendimento de grande escala em que um novo produto ou serviço, como o Google, mudou fundamentalmente como fazemos negócios.

Além disso, ela pode ser uma iniciativa interna de baixo custo, como melhorar um processo em seu negócio que vai levar a economias nos esforços.

A inovação abrange várias possibilidades. Confira alguns exemplos nos tópicos a seguir!

Inovação de produtos

Os produtos inovadores são aqueles que substituem ou desenvolvem ofertas atuais. Eles transformam alguns hábitos dos usuários, fornecendo novos recursos ou outras vantagens que permitem executar tarefas de um jeito mais eficiente e simplificado.

Os exemplos clássicos incluem a lâmpada elétrica, o iPod e os sistemas de navegação por GPS. Além de introduzirem opções com mais novidades para os clientes — que rapidamente se tornaram amplamente exigentes no mercado —, eles geraram lucros significativos para seus fabricantes.

As grandes marcas de produtos inteligentes como eletrodomésticos e eletroeletrônicos sabem a necessidade de investir em produtos novos. No entanto, elas não deixam de apostar em atualizações dos produtos antigos para atender às necessidades dos clientes.

Inovação do processo

Antigamente, produtos como o leite eram entregues porta a porta. Entretanto, isso era em uma época em que as pessoas costumavam estar em casa para recebê-los e armazená-los da forma correta.

Atualmente, existem empecilhos que impedem que um entregador chegue de porta em porta para efetuar esse tipo de entrega. Esse não é o único problema, também existe a possibilidade de não haver ninguém em casa para receber o produto. Os clientes se sentem desconfortáveis com essas situações e estão em busca de soluções viáveis.

Pensando nisso, foram desenvolvidos novos processos, como disponibilizar o leite em lojas físicas — padarias e supermercados —, para deixar que os clientes comprem o que necessitam na hora em que preferirem. Esse exemplo serve para demonstrar como contratempos simples podem ser resolvidos, mesmo que a princípio pareçam algo difícil.

Inovação do modelo de negócios

É comum que os novos produtos e serviços inovadores sejam utilizados com frequência para otimizar o desempenho das organizações. Entretanto, muitas vezes o modelo de negócios já existente se torna antiquado e acaba demandando uma mudança bastante significativa. Um bom exemplo é o aumento do uso de cuidados domiciliares em vez de cuidados hospitalizados.

Inovar o modelo de negócios é uma necessidade crescente, estimulada pela grande demanda por estruturas de negócio ágeis. Isso, por sua vez, é conduzido pela progressiva velocidade de mudança no mercado. As alterações são constantes no mundo em que vivemos e não podemos deixar de acompanhá-las com precisão.

O que é um novo produto?

O desenvolvimento de produtos, também chamado de gerenciamento de novos produtos, é uma série de etapas. Essas fases incluem a conceituação, o design, o desenvolvimento em si e a comercialização de artigos ou serviços recém-criados ou recém-mudados.

O objetivo do desenvolvimento do produto é cultivar, manter e aumentar a participação de mercado de uma empresa, satisfazendo a demanda do consumidor.

Nem todos os produtos apelarão para cada cliente ou base de clientes. Portanto, definir o mercado-alvo para um item é uma ação crítica que deve ocorrer logo no início do processo de desenvolvimento do produto.

Outra parte importante é a pesquisa de mercado quantitativa. Essa análise de grande importância deve ser realizada em todas as fases do processo do projeto. É recomendado que elas sejam realizadas antes de o produto ou serviço ser concebido. Ou seja, enquanto ele está sendo projetado e após o seu lançamento.

Quando essas etapas importantes são realizadas fora do período recomendado, todo o planejamento do produto é afetado, assim como o resultado final. Por essa razão, ressaltamos a importância de estar consciente sobre o momento em que as fases da elaboração do novo produto são colocadas em prática.

A criação de um produto é um processo que envolve quase todos os departamentos da organização. Muitas empresas formulam uma equipe de desenvolvimento de produtos. A equipe inclui representantes do departamento de compras, pesquisa e desenvolvimento, área de produção, contabilidade e marketing.

Qual a diferença entre a inovação e um novo produto?

Inovar não depende da criação de produtos, muitas empresas são consideradas inovadoras sem que tenham lançado qualquer produto no mercado! Elas simplesmente otimizaram seus processos e criaram uma forma de fazer a mesma coisa.

Tome como exemplo a gigante Coca-Cola: seu carro-chefe se manteve ao longo das décadas. Mas o destaque dessa empresa vem se inovando em diversos pontos, como no marketing, na embalagem e principalmente nos processos internos.

inovação, portanto, é uma forma de pensar, uma filosofia empresarial na qual as empresas estão sempre buscando formas mais eficientes de enxergar os problemas antigos.

Trata-se de uma atitude de não conformismo em fazer mais do mesmo. Já o desenvolvimento de um novo produto é totalmente independente, mas que pode ser resultado da implantação de uma cultura inovadora na sua empresa.

Criar um produto é muito simples. Afinal, você pode lançar no mercado praticamente qualquer coisa, porém, o sucesso dependerá simplesmente se ele faz mais do mesmo ou se oferece novas soluções para o seu público-alvo.

No fim das contas, consideramos crucial entender o que é inovação e diferenciá-la de um produto novo. Infelizmente, há muitas empresas que não entenderam o potencial desse conceito. Ainda devemos mencionar que elas acreditam, equivocadamente, que ter um novo produto no mercado vai gerar milagres e resultados incríveis de uma hora para outra.

Os maiores empresários, que servem como exemplo para os novatos, reconhecem que esse procedimento é demorado. Devemos fazer um acompanhamento minucioso para conferir como está o andamento do produto novo.

Como criar e inovar na criação de produtos e serviços?

Agora que você sabe o que é inovação e novo produto, devemos conferir como planejar criações de produtos e serviços surpreendentes. Sabemos que as empresas renomadas que desenvolvem produtos novos e inexistentes no mercado, tem maior destaque entre os concorrentes.

Esses empresários não precisam se preocupar tanto sobre como a concorrência está atuando em determinado segmento ou região. Isso pode ser justificado pelo fato deles estarem dominando o mercado com a própria criação. Mas qual o segredo para elaborar algo novo e que garanta a atenção dos clientes?

Há diversas causas que possam impedir essa realização, talvez a falta de uma análise profunda no público-alvo ou nos últimos produtos lançados. É importante ter em mente qual o segmento da sua empresa e qual o perfil dos seus consumidores. No período do lançamento do novo produto, será que os clientes estarão interessados?

São questões que resultam em momentos de incertezas e podem atrapalhar o tão desejado sucesso. Por esta razão, é necessário seguir algumas etapas que ajudam no processo de criar algo e evitam possíveis problemas. Separamos algumas dicas imprescindíveis nos tópicos a seguir. Boa leitura!

Identificar um problema

Quais problemas o seu público-alvo está enfrentando? Será que o momento é propício para lançar um produto que seja a solução para o problema deles? Ambas as questões devem ter uma resposta certa, pois elas são determinantes para desenvolver um produto novo.

Os empreendedores precisam estar atentos ao comportamento dos clientes em potencial e identificar qual mercadoria pode ser útil. Além de ser inovador, é essencial criar algo que não esteja no planejamento da concorrência. Sabemos que os concorrentes não criam produtos, mas apenas reproduzem versões de produtos que já estão presentes no mercado.

Veja quais empecilhos podem ser facilmente solucionados com produtos inovadores e exclusivos. Os consumidores se sentem bem quando adquirem algo de uma empresa renomada e especializada em um segmento.

Dessa forma, devemos investir em um produto que chame a atenção do público e que eles tenham interesse em comprar imediatamente. Claro que existem alguns indivíduos que preferem investigar sobre todos os detalhes da mercadoria lançada para certificar-se de que ela é funcional.

E não há maneira melhor de desenvolver um projeto totalmente novo reconhecendo os problemas enfrentados pelo público-alvo. Às vezes as situações mais contraditórias e que precisem de soluções de baixo custo podem ser a base do seu projeto.

Marcar presença nas redes sociais

Estar presente nas redes sociais significa ter seu espaço no concorrido mundo digital. Seja qual for o setor do seu negócio, ter um perfil nas principais mídias sociais pode auxiliar no reconhecimento do público-alvo. Não somente isso, mas também a conquistar novos clientes. A opção de compartilhar publicações nesses aplicativos facilita a comunicação entre os usuários.

Quando temos um produto ou serviço exclusivo, podemos divulgar imagens ou vídeos curtos apresentando seus benefícios. Assim que os clientes em potencial visualizarem essas publicidades interessantes, logo vão comentar com seus amigos ou colegas que tenham os mesmos gostos.

De forma geral, essas plataformas cresceram significativamente ao passar dos anos e ter um perfil profissional faz toda a diferença. A principal vantagem desses canais digitais está na possibilidade da conquista de um público-alvo específico, considerando idade, gênero e preferências.

Por isso, os empreendedores devem estar atentos sobre o que está acontecendo e o que está sendo comentado nas redes. Um conteúdo sobre um determinado assunto pode ser valioso em um momento, mas em outro nem tanto. Então, se você pretende começar o projeto de um novo produto, considere ter um perfil ativo e engajado com clientes para sua marca.

Providenciar um banco de ideias

Para ter um banco de ideias é preciso captá-las e organizá-las em categorias semelhantes. Talvez a ideia de um projeto novo seja muito interessante para as comemorações de final de ano, mas o que fazer quando estamos no primeiro semestre? A resposta é simples, engavetar e reformular essas sugestões ao longo dos meses.

É comum que as equipes comuniquem em reuniões algumas ideias simples e surpreendentes que podem ser desenvolvidas e aprofundadas. Não é recomendado lançar um projeto às pressas, por isso, crie um armazenamento de ideias.

Grave as reuniões e crie um arquivo compartilhado com os colaboradores para que eles compartilhem suas ideias. Após alguns meses, vamos ter várias sugestões interessantes para lançar no mercado. E quem sabe um desses projetos ajude sua empresa a alcançar o sucesso?

Como a tecnologia influencia a estratégia de inovação e criação de um produto?

Nos últimos anos, a presença da tecnologia em nossas vidas repaginou a maneira de viver. É surpreendente como ferramentas tecnológicas facilitaram o cotidiano das pessoas e agora é difícil pensar em como viver sem elas. O uso da tecnologia tem um efeito transformador para os empreendedores que buscam criar um projeto novinho em folha.

Mas por qual motivo devemos incluir esses serviços em inovação e novo produto? As soluções inteligentes oferecidas pela Project Builder são essenciais para tornar seu empreendimento mais moderno. Então, se você pretende ficar à frente da concorrência com estratégias geniais e perspicazes, precisa contar com serviços tecnológicos.

Essa é uma das maiores empresas desenvolvedoras de soluções eficazes em gestão de projeto. Estamos nos referindo a uma marca reconhecida tanto no Brasil quanto no exterior, com êxito na criação de softwares de gerenciamento de projetos do mercado.

Se a sua equipe de inovação está pensando em elaborar um projeto novo, que tal aprimorá-lo com tecnologias de ponta? O resultado será encantador e essa ajuda pode ser a razão para fidelizar clientes em pouco tempo.

E aí? Você também acha importante diferenciar esses dois conceitos? Como podemos ver, é de grande importância produzir em termos de inovação dentro da sua empresa. Aproveite que está em nosso blog e compartilhe a postagem nas redes sociais. Os seus amigos e colegas empreendedores podem gostar das informações nesse artigo!