Teste Grátis
Fluidez na Comunicação em Projetos

O que é Plano de Comunicação e porque sua empresa devia investir em um?

Você já ouviu falar em Plano de Comunicação? Esse documento é o instrumento essencial para o setor de marketing definir estratégias e metas para a comunicação de toda uma organização ou produto/projeto específico.

Investir na elaboração de um Plano de Comunicação traz os melhores resultados para qualquer organização. Neste artigo, você vai entender melhor a importância desse documento e como o seu setor ou empresa vai se beneficiar dessa ação.

O que é o Plano de Comunicação?

Um Plano de Comunicação pauta todos os esforços de comunicação durante um projeto, inclusive de patrocínios/investimentos. Mas engana-se quem acha que, uma vez elaborado, o documento está pronto. Ele é atualizado periodicamente à medida que os objetivos ou mesmo o público se alteram.

Entre as principais funções do documento em questão estão as definições dos seguintes aspectos:

  • melhores formas de transmitir uma mensagem;
  • canal e público adequados;
  • periodicidade de contato com determinado público.

Existem algumas perguntas que norteiam um bom Plano de Comunicação. Sem elas, algum ponto do seu planejamento vai acabar não sendo observado:

  • quem: os públicos-alvo (sim, pode haver mais de um);
  • o quê: as mensagens-chave que a equipe busca transmitir;
  • quando: o tempo apropriado de entrega para cada mensagem, incluindo a periodicidade e o momento do dia;
  • por quê: os resultados que se deseja alcançar;
  • como: o canal e a forma de comunicação adotada para entregar a mensagem (anúncio, e-mail marketing etc.);
  • por quem: o remetente; o porta-voz da empresa, que pauta a linguagem e o nível de interesse do público.

Quais são os benefícios?

São inúmeros os benefícios de criar um Plano de Comunicação. Separamos aqui os principais:

  • criar um posicionamento para sua marca;
  • ter uma melhor noção sobre como o público a enxerga;
  • definir melhores estratégias de investimento em comunicação corporativa.

Como fazer o seu?

Além de contar com bons profissionais de comunicação, um bom passo para elaborar um Plano de Comunicação é observar alguns itens específicos. Confira-os a seguir.

Alinhamento com a organização

Não basta criar um Plano de Comunicação voltado para um público sem fit com a empresa ou comunicar uma mensagem que vá contra os valores da organização, não é mesmo? Na hora de elaborar o seu Plano de Comunicação, você deve ter atenção ao mercado e setor em que a empresa está inserida.

Analise também fatores como condições econômicas e legislativas, aspectos socioculturais do público-alvo e momento político e/ou ideológico (debates em voga na sociedade no momento em que o plano foi elaborado).

Comportamento do público e dos concorrentes

Conhecer a fundo os hábitos de consumo e desejos do seu público-alvo no momento da elaboração de um Plano de Comunicação é fundamental. Porém, é importante não se esquecer de analisar os seus concorrentes.

Quais têm sido as ações de comunicação deles? Algum, mesmo que de fora, parece ter sido extremamente bem-sucedido? Esse benchmark pode ajudar muito na hora de saber como abordar o seu público.

Avalie bem os canais de comunicação

Agora que você já conhece o comportamento do seu público, deve ter conseguido informações sobre os canais preferidos dele para se informar. Aproveite esses dados para analisar bem os meios e os investimentos necessários para se comunicar em cada um deles.

Avalie o alcance, o interesse do público, a reputação e até mesmo cases do seu e de outros segmentos. Essa é a hora de se municiar de dados para saber onde você deve mirar nos próximos passos da elaboração do Plano de Comunicação.

Defina objetivos, estratégias e metas a serem alcançadas

Esta é a etapa mais importante da elaboração do Plano de Comunicação: definição de objetivos, estratégias e metas! Os objetivos de comunicação devem estar alinhados com os da empresa.

Por exemplo, se a organização lança um novo produto, o Plano de Comunicação vai ter como objetivo fazer com que o público conheça esse novo produto. Ou, se o objetivo da empresa é aumentar vendas, a comunicação vai buscar divulgar os produtos disponíveis para os respectivos públicos.

O importante é registrar a comunicação como uma parceira fundamental da empresa, e não como apenas mais um setor.

Sabendo o que a empresa deseja alcançar, é hora de definir como chegar lá. A avaliação dos canais de comunicação e comportamento do público e dos concorrentes será fundamental agora que a estratégia da comunicação vai ser definida. E uma boa estratégia precisa de metas bem definidas, realistas, mensuráveis e limitadas no tempo.

Plano de ação e cronograma

Avançando no Plano de Comunicação, chega o momento de definir um Plano de Ação, ou seja, quais atividades serão desempenhadas (e por quem) para alcançar o objetivo de comunicação da organização. Para ajudar nisso, a Project Builder lançou um template com uma Matriz de Responsabilidades, para não perder de vista as atividades e quem se comprometeu com elas.

Ao traçar as ações, é fundamental já definir os prazos de entrega e até mesmo de duração das campanhas. Por isso, nesta etapa é bom montar o cronograma do seu Plano de Comunicação.

Você tem dificuldade de estimar prazos? Então, ler a respeito do assunto e aprender a gerenciar melhor suas tarefas será de grande ajuda!

Quais são os erros mais comuns ao elaborar um Plano de Comunicação?

Como vimos, o Plano de Comunicação é tão importante quanto qualquer outro tipo de plano corporativo. E, assim como os outros, também está sujeito a erros. Veja os mais comuns a seguir.

Definição de objetivos confusos e irreais

Um erro comum no planejamento de comunicação é a ausência de clareza ao definir metas e objetivos. Muitas vezes, o gestor define metas irreais, que não são possíveis naquele momento ou devido às limitações da própria empresa. Por exemplo, talvez seja completamente inviável um aumento de vendas em 50% — e praticamente impossível um de 100%!

Para não cair nesse erro, o ideal é pensar em um objetivo de maneira realista e mais específica. Atrair clientes é um desejo normal, mas qual é a porcentagem ideal e possível que sua empresa pode alcançar? Quais canais serão usados?

Essas perguntas já permitem um objetivo mais refinado, como aumentar a captação de clientes em 10% pelos canais digitais.

Na definição das metas, também é preciso ser realista. É fundamental fazer uma avaliação dos cenários interno e externo da organização, entender se é possível efetivar as metas e calcular em quanto tempo elas poderão ser concluídas. É recomendado ser ousado, mas sem ultrapassar limites.

Definição incorreta do público

A maioria dos erros em um Plano de Comunicação ocorre nesse ponto. Muitas empresas não definem com exatidão qual é o seu público-alvo mais importante, pensando erroneamente que qualquer consumidor com dinheiro pode integrá-lo.

Ao fazer uma ação de comunicação, é natural que a empresa atinja diferentes públicos, cada qual com seu próprio perfil. Contudo, sempre existirão clientes mais necessários que outros para o desenvolvimento do negócio.

A maneira ideal de determinar o público prioritário é pesquisar, fazendo um levantamento do perfil do público atual e procurando definir um perfil que mais se ajuste à ideia de cliente ideal. Com essa persona, é possível compreender suas necessidades e preferências, seus hábitos e sua forma de agir e pensar.

Diante de tudo isso, vale a pena investir em um sistema que faça o registro de todas as informações importantes, como um CRM.

Criação de ações sem verba determinada

Ao criar ações de comunicação, aparecem diversos tipos de ideias, mas nem sempre o gestor pode aplicá-las. É fundamental avaliar os recursos financeiros disponíveis para custeá-las. Ações maravilhosas que só podem ficar no papel não servem de nada.

O gestor deve especificar um valor máximo para ser gasto em comunicação para não ter que cancelar ações ou gastar mais do que pode. O dinheiro deve ser distribuído com equilíbrio entre as diversas iniciativas.

Antes de definir esse valor, convém fazer o controle de todo o dinheiro aplicado e calcular o retorno sobre o investimento (ROI), pois esse indicador permite analisar os resultados e a eficácia de cada ação.

Falta de uma avaliação eficaz dos resultados

Não adianta passar um longo tempo elaborando um Plano de Comunicação se os resultados não são avaliados. No entanto, essa negligência é mais comum do que deveria ser.

Para evitar esse grande erro, é importante que, ainda durante o planejamento, sejam determinados os KPIs de desempenho que serão aplicados. É necessário, por exemplo, avaliar a quantidade de consumidores que entraram em contato com a empresa ou que efetivaram algum negócio a partir de algum dos canais de venda disponibilizados.

É possível usar ferramentas de web analytics, business intelligence (BI) e data analytics (DA) para gerenciar esse monitoramento do desempenho.

A análise não deve ser feita somente depois de as ações terem sido aplicadas; é preciso fazê-la também durante o desenvolvimento das ações, verificando falhas e aplicando as correções adequadas.

Essa avaliação em tempo real proporciona economia, já que se evita perder dinheiro com ações que não oferecem nenhum ou poucos resultados.

Quais são as melhores práticas para otimizar o Plano de Comunicação?

Agora, mostraremos boas práticas para deixar seu Plano de Comunicação otimizado.

Avalie a eficiência do plano

Não basta planejar: é preciso que o plano seja eficiente. Para ser bem-sucedido nisso, algumas questões devem ser respondidas.

O público recebeu a mensagem?

Saber essa resposta ajuda a determinar se os canais selecionados foram adequados.

Quando o público recebeu a mensagem?

Muitas vezes, o canal escolhido é até eficiente, mas infelizmente a mensagem não é recebida no período ideal, o conteúdo pode ser irrelevante, o público pode não ser o mais adequado ou ainda a mensagem é enviada tarde demais, fora do tempo.

É importante refletir sobre esses e outros pontos que se revelem significativos.

A mensagem foi devidamente compreendida pelo público-alvo?

Quando se fala em universo digital, os feedbacks são formas eficazes de mensurar a eficiência de algumas ações.

Pesquisas rápidas de feedbacks ajudam a identificar a forma como os consumidores percebem a mensagem. Não é preciso realizar pesquisas longas e cansativas — questões de verdadeiro/falso ou de múltipla escolha já são suficientes para compreender como os consumidores captaram o conteúdo.

Como manter uma estratégia de comunicação eficiente?

Tudo muda. Por isso, quando mensagens são enviadas para um público novo ou mesmo antigo, as respostas podem variar.

Assim, a eficiência da estratégia também tende a mudar caso não seja avaliada periodicamente. Deve-se manter uma rotina de avaliações para que os ajustes sejam realizados sempre que for necessário.

Avalie os resultados

Após a configuração do plano, o passo seguinte é medir os resultados. É importante analisar as mudanças que são necessárias, compreender o que está funcionando e eliminar o que não está oferecendo bons resultados.

Essa avaliação também deve ser efetuada regularmente. Assim, o gestor compara os resultados e identifica quais melhoraram ou pioraram, levando em conta o mesmo período de tempo.

Defina os objetivos

No tópico sobre erros, falamos sobre como definir objetivos irreais prejudica o Plano de Comunicação. Daremos agora uma dica valiosa para definir os objetivos com precisão e acerto.

Trata-se do método SMART, um acrônimo formado pelas iniciais das seguintes palavras:

  • specific (específico);
  • measurable (mensurável);
  • attainable (atingível, alcançável);
  • realistic (realista);
  • time-bound (temporizável).

Quando os objetivos atendem a esses fatores, têm mais probabilidades de serem alcançados. Isso não significa que um objetivo que não atenda a todos simultaneamente não seja bom. Uma recomendação é que ele atenda, pelo menos, à maioria dos critérios acima.

Como fica a questão do orçamento?

Esse é um momento muito sensível na elaboração de um Plano de Comunicação. Muitas empresas veem suas áreas de comunicação e marketing como supérfluas e evitam a todo custo investir muito nelas.

Se o seu documento for bem elaborado, com objetivos estratégicos e gastos realistas, você sem dúvidas vai conseguir justificar os custos para a sua direção.

É fundamental elaborar cuidadosamente o Plano de Comunicação, sempre considerando o contexto em que a empresa está inserida e como esse plano pode otimizar o desempenho e os resultados do negócio.

O que achou do artigo? Considera este texto suficientemente elucidativo? Compartilhe o post nas suas redes sociais e veja o que outros leitores têm a dizer sobre ele!

software de gestão de projetos

Como um software de gestão de projetos pode te ajudar a alocar recursos humanos de maneira eficiente

Um dos pontos críticos na gestão de projetos são os recursos humanos – principalmente quando se trata de múltiplos projetos, que compartilham dos mesmos profissionais para trabalhos distintos. Em geral, é a partir de um controle ruim dos seus funcionários que os projetos saem dos trilhos, gerando atrasos e custos desnecessários. A gestão eficiente dos recursos humanos pode ainda reduzir os gastos, promovendo uma gestão mais eficiente, já que você precisará de menos pessoas para realizarem as mesmas atividades, desde que as planeje de maneira correta. Para isto, um software de gestão de projetos tem muito a contribuir. Entenda os motivos:

Tenha um panorama sistêmico sobre a alocação dos recursos humanos

Com um software de gestão de projetos você obtém com facilidade um panorama do uso de todos os recursos humanos da empresa envolvido nos projetos. É possível saber quantas horas de trabalho de cada um dos funcionários estão alocadas, para quais atividades e em quais projetos.

historgrama-pessoas-projectbuilder

Com isso, além de saber a disponibilidade de cada profissional, é possível verificar o tempo gasto em cada uma das atividades para obter uma média que auxiliará no planejamento de outros projetos. O sistema ainda mostra a evolução de cada fase do projeto, dando informações sobre prazo e necessidades de recursos para a conclusão de alguma tarefa.

Identificação rápida da disponibilidade dos profissionais

Já que você pode saber como cada um dos seus recursos humanos está alocado, abre-se a possibilidade de identificar rapidamente a disponibilidade dos profissionais para saber quando poderá usá-los em outros projetos ou atividades diferentes dentro do mesmo trabalho.

Este recurso é útil para extrair o máximo de eficiência e produtividade dos funcionários sem a necessidade de contratar novos recursos quando aparecer um novo projeto ou surgir algum problema em outro que está em curso.

mapa-de-alocacao-de-pessoas-projectbuilder

Esta função evita ainda um problema muito comum quando a empresa não utiliza um bom sistema: a sobrecarga do profissional, o que pode não gerar os resultados almejados, incluindo o cumprimento dos prazos. Com um software de gerenciamento de projetos, porém, como você saberá com precisão as horas alocadas para cada funcionário, não existe a possibilidade de alocar o mesmo recurso para várias atividades em períodos coincidentes.

Mesmo que ele realize duas atividades no mesmo período de tempo, você saberá exatamente quantas horas estão alocadas para cada uma, podendo planejar seu trabalho da melhor maneira possível.

Obtenção de métricas de produtividade de cada membro da equipe

Outra possibilidade que um software de gestão de projetos oferece é a mensuração da produtividade dos recursos humanos conforme atividades. É possível medir qual o tempo médio que cada um gasta para uma desenvolver uma tarefa específica, o que é muito útil para projetos que têm prazos mais restritos. Nestes casos, é melhor optar por um funcionário que realize o mesmo trabalho mais rapidamente, ou seja, o que tem maior habilidade no desenvolvimento do que outro, por exemplo.

produtividade-projectbuilder

Esta função também é útil no planejamento, fazendo com que a capacidade de realização de cada profissional fique mais próxima do que realmente transcorrerá na realidade. Quando se tem conhecimento sobre isto, ou seja, o tempo médio que cada um leva para finalizar cada uma das atividades, fica mais fácil ter uma previsão precisa do tempo final para execução do projeto.

Além disso, o software fornece espaço para o cadastro de informações sobre conhecimentos, habilidades e atitudes de cada um dos recursos humanos. Como cada parte do projeto demanda características específicas, a alocação de membros da equipe fica muito mais precisa e eficiente.

conhecimento-habilidade-atitute-projectbuilder

Um software de gestão de projetos miniminiza as falhas de gestão e alocação de recursos humanos, especialmente quando se trabalha com vários projetos ao mesmo tempo. Com isso, você pode utilizar a mesma quantidade de funcionário para realizar mais trabalho, reduzindo custos e atingindo melhores resultados.

E você, já utiliza um software de gestão de projetos para a alocação de recursos humanos em múltiplos projetos? Quais as grandes dificuldades encontradas nesta tarefa? Compartilhe-as conosco através dos comentários. Elas podem se tornar assunto para um próximo encontro aqui no blog!

gerenciamento de custos pmbok

Gerenciamento de custos PMBOK: saiba o que é e como funciona

A tarefa de administrar os gastos de um projeto engloba desde o minucioso processo de planejamento até as definições dos valores e sua gestão. O gerenciamento de custos PMBOK pode ser considerado um divisor de águas no processo evolutivo de coordenação de projetos, padronizando e conceituando processos, ferramentas, técnicas e áreas de conhecimento.

Definir e escolher bons orçamentos que atribuam um alto valor agregado ao processo e controlar esses recursos para garantir o que foi definido inicialmente são etapas importantes dos procedimentos de gestão de custos. Essa área talvez seja a que mais os administradores devem estar atentos, assegurando que os mecanismos estejam disponíveis para a realização do empreendimento.

Pensando nisso, desenvolvemos este artigo para expor o que é o gerenciamento de custos PMBOK e como esse processo funciona, garantindo que essa prática possa auxiliar na produtividade da sua empresa. Acompanhe!

O que é PMBOK?

Da sigla em inglês “Project Management Body of Knowledge”, o PMBOK é um dos melhores e mais completos guias práticos em gestão de projetos, desenvolvido pelo Project Management Institute (PMI) por meio de um comitê de padronização.

Antes de tudo, é importante ressaltar que o objetivo desse guia é reunir os principais aspectos de gerenciamento de projetos, não devendo ser confundido com uma metodologia, pois não fornece diferentes abordagens para cada tipo de programa.

Sendo assim, o guia não contempla peculiaridades culturais de cada organização, nem reúne modelos únicos de documentos a serem utilizados. Foi por meio do reconhecimento da sua importância internacional que o PMBOK se transformou em um padrão, servindo de inspiração para a maioria das metodologias empregadas atualmente.

Nesse conceito, um projeto é caracterizado como um esforço temporário e, portanto, finito. O seu início e fim são determinados e empenha-se por alcançar um objetivo exclusivo, tornando o resultado algo específico e único. Por isso, diferem das operações e dos processos, pois esses são contínuos e repetitivos.

O PMBOK conceitua a gestão de um projeto como a aplicação de ferramentas, técnicas, habilidades e conhecimentos para alcançar um objetivo a partir do atendimento de seus requisitos. Seu uso está atrelado em todos os tipos de programas, independentemente de suas características intrínsecas.

Entre os principais benefícios que podem ser destacados pela utilização do PMBOK estão:

  • padronização das atividades;
  • melhoria na comunicação entre os interessados;
  • redução da inadvertência de atividades importantes;
  • uso dos recursos de maneira eficiente;
  • fiscalização do andamento do projeto;
  • tratamento dos riscos de forma otimizada;
  • aumento das chances de sucesso do projeto.

Como funciona o gerenciamento de custos PMBOK?

O gerenciamento de custos é uma das 10 áreas de conhecimento do PMBOK, fornecendo estimativas iniciais dos valores de um projeto na sua totalidade para que os gestores se preparem para o desembolso financeiro na realização do empreendimento, completando as atividades desse processo.

Estimar os custos de cada ciclo de vida aprimora a tomada de decisões, reduzindo as despesas e o tempo de execução e, consequentemente, aumentando a qualidade e o desempenho na entrega do projeto.

Todos os custos precisam ser calculados e aprovados durante a fase de planejamento, não permitindo que o processo avance sem essa condição. Após o seu início, todas as despesas precisam ser documentadas e rastreadas, garantindo que o orçamento inicial seja cumprido. Ao final, todos os valores do projeto são comparados com os gastos reais, fornecendo referências para os futuros programas.

O guia de conhecimento PMBOK divide o gerenciamento de custos em 4 etapas significativas para assegurar que o orçamento previsto seja o mais próximo possível do real. Para explicar melhor sobre esse tema, separamos alguns tópicos sobre a administração desses valores. Confira!

Planejamento de recursos

Estimar o que será preciso durante o projeto é a primeira etapa do gerenciamento de custos. Quantificar o número de colaboradores, analisar a necessidade de contratar terceirizados, avaliar as condições dos equipamentos disponíveis e o levantamento dos materiais necessários são alguns dos procedimentos.

Planejar os recursos é uma etapa minuciosa, devendo ser realizada com atenção e quantificada com todos os itens que serão utilizados. Nesse estágio, o orçamento não é tão importante, pois os esforços precisam estar voltados para a programação dos serviços necessários para completar cada fase do projeto.

Estimativa de custos

A estimativa de custos é a etapa subsequente do planejamento. O valor a ser alcançado nessa fase passa por um estudo de orçamentação de cada recurso necessário, não se baseando em uma despesa aleatória. Nesse momento é que são solicitados orçamentos e são projetados os gastos do empreendimento.

Orçamento dos custos

Orçar os custos é diferente de estimar seus valores. Nessa condição serão previstos, com exatidão, os investimentos necessários para a conclusão do projeto, que envolve a escolha dos fornecedores, fechamento dos valores e o levantamento dos gastos totais de realização do programa a ser levado para a aprovação do cliente.

Controle dos custos

Essa etapa envolve o acompanhamento dos custos reais ao longo da execução do projeto. Todas as despesas precisam ser documentadas e rastreadas, objetivando manter o empreendimento dentro do orçamento aprovado.

Os gestores estão incumbidos de acompanhar todos os custos, desde a aquisição de materiais até o pagamento de terceiros, destinando corretamente os investimentos para a finalidade proposta e evitando que as despesas terminem acima dos parâmetros estimados.

Estudo dos custos

O gerenciamento de custos, propriamente dito, termina com o controle. Entretanto, ao final do projeto, é importante que seja realizado um estudo geral sobre os desembolsos. Apesar de um empreendimento estar dentro das despesas programadas, por exemplo, é possível que isso tenha ocorrido em função de uma área ter economizado, enquanto outra tenha extrapolado os valores estimados.

Dessa forma, é fundamental que ocorra essa avaliação da administração dos custos, refletindo no seu nível de precisão e em como os modelos podem ser aprimorados para projetos futuros.

Revisões no orçamento

Executar um projeto sem gerenciar frequentemente os custos é um processo que pode comprometer o seu sucesso. Dessa forma, realizar revisões constantes previne que as estimativas fujam descontroladamente da previsão inicial, pois é mais fácil adequar um sobrecusto de 10% do que uma correção de 50%.

Além da revisão do orçamento, é imprescindível fazer o mesmo com os recursos utilizados, readequando o número de colaboradores no projeto e a previsão de suas futuras necessidades. Essa é uma das formas de otimizar todos os mecanismos para a correta conclusão do empreendimento.

Quais as soluções da Project Builder para o gerenciamento de projetos?

O software da Project Builder opera com o gerenciamento de projetos, portfólios e programas em um só lugar, facilitando a consolidação no painel de informações de locais diferentes. Essa ainda é uma das principais dificuldades dos gestores, pois mesmo com o google sheets, por exemplo, é impossível criar dashboards e coletar dados de diversas fontes.

Toda essa situação gera dificuldades para o acompanhamento das atividades, pois o gestor deixa de realizar as cobranças necessárias para o andamento dos serviços e diminui a maturidade na gestão de projetos. A solução desse tipo de problema é a utilização de um software colaborativo, como o Project Builder.

No gerenciamento de projetos, essa dinâmica se dá de maneira fácil e eficiente. Todas as informações são disponibilizadas em tempo real a partir das avaliações dos recursos e da capacidade de entrega. Além disso, a flexibilidade da gestão permite que ela seja adotada em qualquer negócio.

Uma das vantagens do Project Builder é a centralização dos dados, permitindo que o gestor encontre todas as informações atualizadas e as use para a tomada de decisões. É possível também obter uma visão macro do portfólio de projetos, facilitando o acompanhamento e a comparação de resultados.

Todas as etapas do projeto são registradas, permitindo que as equipes trabalhem de forma íntegra, repassando todos os dados aos outros setores e melhorando o fluxo de comunicação. Como resultado, é observado o aumento do Retorno sobre o Investimento (ROI).

O gerenciamento de custos PMBOK faz parte de um guia para a administração de um projeto, padronizando as identificações e conceituações de processos. A estimativa dos gastos aprimora a tomada de decisões e reduz as despesas e o tempo de execução. A utilização do Project Builder se configura como uma ferramenta ideal para o controle dessas ações.

Ficou com algum questionamento sobre o gerenciamento de custos PMBOK? Então entre em contato conosco e assista uma demonstração do Project Builder, assim você estará a par de todos os funcionamentos desse processo!

restrições de um projeto

Restrições do projeto: o que é e como lidar com elas?

Os gestores precisam dominar o vocabulário e utilizar uma linguagem adequada e precisa em seus documentos. Dessa forma, todos os envolvidos terão uma compreensão correta dos objetivos e etapas a serem cumpridas. Conhecer o conceito de restrição e respeitar os seus limites é muito importante para quem trabalha com gestão de projetos.

Neste post, vamos abordar sobre o que são as restrições de um projeto e como lidar com elas durante o processo. Além disso, vamos explicar o conceito, as premissas e os requisitos. Aqui, você vai descobrir o que é o triângulo de restrições e entender mais a respeito dos prazos, escopo e custos.

Gostaria de entender melhor o assunto? Acompanhe a leitura e fique por dentro!

O que são as restrições de um projeto?

Restrições é a palavra que se originou do termo em inglês “constraints” e abrange os fatores limitantes para que uma iniciativa seja executada. Trata-se de condições impostas para que os projetos sejam realizados e cumpridos pelo gerente e sua equipe de trabalho. As principais são a qualidade do projeto, o orçamento e o prazo de entrega dos serviços ou produtos.

Caso as restrições não sejam atendidas, pode ocorrer uma falha no projeto, tendo em vista que elas asseguram a satisfação das partes envolvidas e a viabilidade dos empreendimentos. É necessário estabelecer fronteiras e definir regras claras e objetivas, bem como fazer a delimitação do campo de atuação do gestor do projeto.

Quais são as premissas e os requisitos de um projeto?

As premissas de um projeto também são chamadas de “assumptions” e se referem a pressupostos, situações ou hipóteses que são tidas como verdadeiras em um projeto. As estimativas somente serão validadas após a comprovação da veracidade de cada premissa. Antes de serem confirmadas, elas serão consideradas riscos e precisam ser gerenciadas. Confira exemplos de premissas:

  • não haverá chuva por mais de 3 dias ininterruptos;
  • haverá disponibilidade de um número exato de equipamentos;
  • todos os engenheiros estarão sempre acompanhando as atividades;
  • as leis não serão modificadas durante a execução do projeto.

Os requisitos de um projeto, ou “requirements”, estão relacionados às condições mensuráveis ou às capacidades indispensáveis para que o projeto atenda aos seus objetivos. Sendo assim, os requisitos atendem a desejos, necessidades e expectativas dos stakeholders, principalmente dos clientes. Veja alguns exemplos de requisitos:

  • sistema de segurança;
  • monitoramento de áreas externas e internas;
  • iluminação adequada;
  • climatização de acordo com as normas vigentes.

É importante fazer o levantamento dos requisitos para que os projetos sejam bem-sucedidos. Eles precisam ser formulados de maneira apropriada, para que não ocorram problemas durante a execução das atividades até a entrega final. Cada requisito vai fazer parte do escopo do projeto e embasar o seu planejamento. Por fim, eles vão formar os parâmetros de validação para as entregas.

Como lidar com as restrições de um projeto?

Depois do levantamento das premissas, o gerente monitora para saber o que deverá ser feito para que as oportunidades sejam aproveitadas e as ameaças mitigadas. Já as restrições devem ser usadas nas etapas de planejamento, porque dão respaldo às decisões do gestor. Elas são importantes para conferir garantia de que tudo será executado conforme os limites preestabelecidos.

Os projetos podem ser executados de várias formas com o registro dos processos decisórios, bem como dos motivos que deram origem às escolhas. As restrições servem para fazer com que a documentação relativa ao plano do projeto esteja em dia, tais como a matriz de riscos, o plano de custos e o cronograma.

Na prática, as restrições são impostas por agentes internos ou externos. Elas precisam ser consolidadas por meio de registro em um documento específico, que tenha a finalidade de permitir o seu monitoramento. Elas também são especificadas na Declaração de Escopo do Projeto e no Termo de Abertura do Projeto.

O que é o triângulo de restrições de projetos?

O triângulo de restrições de projetos é composto pelos custos, o escopo e o prazo. O projeto cuja entrega é feita de acordo com os recursos planejados, o escopo atendido e dentro prazo é considerado bem-sucedido. A seguir, veja detalhes sobre as 3 limitações mais destacadas e como elas influenciam no gerenciamento de projetos.

Prazos

Restrições referentes aos prazos dizem respeito ao cronograma de entrega elaborado pelo gestor do projeto. Nele, é descrito o tempo de duração de cada etapa, além de todos os prazos para a conclusão de cada fase e para a finalização com a data de entrega dos projetos. Esse agendamento é indispensável para que as equipes se organizem e cumpram as metas predefinidas.

Escopo

É o conjunto de objetivos descritos com tarefas e entregas especificadas, os quais foram aprovados e listados para serem atingidos até o fim dos projetos. Se houver restrições, o gestor poderá apontar a omissão ou a suspensão das entregas, quando o prazo for ultrapassado ou os recursos excessivos tiverem que ser consumidos.

Custos

São relevantes para todas as partes envolvidas em um projeto. Por esse motivo, são feitos diversos orçamentos e estimativas de custos de aquisição de equipamentos, softwares, contratações e fornecedores. Os valores devem ser definidos com antecedência e os detalhes analisados para, depois, acontecer a aprovação dos projetos.

Os montantes financeiros disponibilizados para a execução de um projeto não poderão ser usados para a aquisição de outros recursos, que nem sempre representam dinheiro. Existem recursos humanos que melhoram a qualidade dos serviços ou produtos e influenciam outros fatores.

Além do mais, a qualidade também é uma restrição que merece destaque, porque é afetada por alterações em um dos 3 pilares mencionados. Mudanças nesse aspecto interferem no custo, nos prazos e no escopo. O aceleramento nos prazos ou a elevação repentina dos custos afeta diretamente a qualidade das entregas.

Entendeu quais são as restrições de um projeto, o que é e como lidar com elas? No gerenciamento de um projeto, elas podem representar riscos que interferem e ocorrem durante as fases de execução. Esses perigos podem ou não ser conhecidos, mas devem ser identificados e gerenciados, por se tratar de possibilidades ou ameaças.

Ainda tem dúvidas sobre o tema ou precisa de mais informações? Entre em contato conosco agora mesmo!

Gestão da Informação

Passo a passo: como construir do zero um modelo de projeto eficiente

Construir modelo de projeto é uma prática que ajuda — e muito! — a economizar tempo nos processos de planejamento e padronização dos projetos dentro de qualquer companhia, garantindo que a qualidade no gerenciamento seja devidamente cumprida.

Mas a adoção de modelos de projetos é mais comum em negócios que têm propostas com características semelhantes. Como uma empresa de consultoria, que, a cada novo projeto, precisa realizar um diagnóstico, ou empresas que desenvolvem softwares e precisam, antes de tudo, definir requisitos.

Assim, para quem já implantou ou pensa em implantar uma metodologia de gestão de projetos, esse método de elaboração de modelos é um excelente ativo, pois permite que a empresa ganhe tempo e qualidade em sua gestão.

Já explicamos anteriormente como criar e implantar uma metodologia — passos fundamentais para quem pensa em profissionalizar, de uma vez por todas, a sua gestão de projetos. Agora, para ajudá-lo a dar o próximo passo, veremos neste post como construir modelo de projeto eficiente!

Então, interessado? Acompanhe as nossas dicas e replique-as na sua empresa!

Passo a passo para construir um modelo de projeto do zero

Sabemos que toda implantação de um novo processo é trabalhosa — mas funciona, e se paga em muito pouco tempo. Por isso, vejamos quais são os passos a seguir para construir modelo de projeto com eficiência:

1. Identificando as informações mais relevantes

O primeiro passo para criar um modelo de projetos é definir quais são as informações importantes que precisam ser cadastradas a cada novo trabalho. E boa parte dessas informações é utilizada no termo de abertura ou no caso de negócio.

Agora, vale ressaltar que o detalhamento e a quantidade de informações variam de organização para organização. Na Project Builder, sempre utilizamos:

  • nome do projeto;
  • tipo de projeto;
  • justificativa;
  • objetivo;
  • organização/cliente;
  • programa;
  • área executora;
  • descrição;
  • escopo;
  • premissas;
  • restrições.

Essas informações vão permitir localizar mais facilmente o projeto dentro da empresa, entendendo quem é o demandante e o que, exatamente, precisa ser feito para sua conclusão. Além disso, com esses dados é possível gerar um PM Canvas ou um termo de abertura do projeto.

E ainda se pode evitar que projetos semelhantes sejam confundidos, como os que têm objetivos semelhantes, mas que são voltados para áreas distintas da empresa. Assim, dá para definir as entregas com maior confiabilidade.

2. Definindo a estrutura analítica de projetos (EAP)

Nessa etapa, são definidas as fases macro do projeto e as atividades que precisam ser executadas. Já até demos importantes dicas aqui no blog sobre como criar uma estrutura analítica de projeto, mas, nessa metodologia de modelos, o foco é pensar de uma maneira mais genérica.

Em todo projeto de desenvolvimento de software, por exemplo, há etapas de levantamento de requisitos, desenvolvimento do software, homologação, teste e implantação. E, como estamos criando um modelo, precisamos elaborá-lo de forma que sirva para pelo menos 80% dos casos, a fim de que o trabalho de edição seja menor que de criar uma EAP completamente do zero.

Outro ponto importante no modelo de EAP é criar um pacote de gerenciamento, por meio do qual serão produzidos os artefatos exigidos por sua metodologia. Em todo projeto deve ser realizado o levantamento dos riscos, a análise de partes interessadas e o plano de comunicação, por exemplo.

Essa relação vai variar de empresa para empresa, mas deixar os processos de gerenciamento que todo gerente deve seguir em um novo projeto já em sua estrutura analítica é uma excelente prática para a otimização dos trabalhos, de modo geral.

Trata-se de uma forma de economizar tempo e garantir que, independentemente da rotatividade da equipe, as etapas certas sempre serão utilizadas. Desse jeito, impede-se a perda de informações com possíveis trocas de profissionais.

3. Verificando a duração e a predecessão

Com sua estrutura analítica devidamente construída, seu próximo passo é criar o caminho lógico em que o projeto deverá ser executado. Afinal, não podemos pintar a parede antes de tê-la construída, assim como não vamos programar um software sem o cliente ter validado os requisitos, certo?

Nesse ponto, um software especialista ajuda muito. Seja o MS Project ou o Project Builder, é fundamental poder criar dependência entre as atividades e definir seu tipo — fim-início, início-início, fim-fim e início-fim.

Por mais que se invista tempo na construção do modelo, somente na prática será possível saber se ele funcionará, de fato. Por isso, pense em construir o caminho lógico do projeto do início ao fim, assim como a duração e os lags — ou as esperas — existentes entre as dependências.

Tenha em mente que certo refinamento do modelo criado deve ser necessário. E, nesse sentido, uma forma de saber se tudo está correto é definir a data de início do projeto, para verificar se todas as demais datas estão coerentes com o que normalmente ocorre.

4. Delimitando papéis e responsabilidades

Para seu projeto ser concluído como o planejado, é preciso dispor de habilidades e conhecimentos diferentes trabalhando em cada uma das etapas, correto? Pois, nesse momento, é exatamente isso o que você fará!

Essa etapa é fundamental para ajudar na delegação de tarefas e na oferta de autonomia com segurança. Até porque, sem agentes e suas respectivas responsabilidades, é provável que as etapas não sejam concluídas adequadamente.

Agora, quem utiliza o Project Builder ou outro software especialista de mercado sabe que, antes de iniciar essa atividade, é importante construir os recursos genéricos do seu projeto — como analista de sistema, programador, testador, analista de negócio, e assim por diante.

Então, em cada atividade, envolva os recursos definidos e delimite as horas necessárias para trabalhar em cada tarefa, a fim de concluir sua entrega adequadamente.

A quantidade total de horas e a duração de cada atividade deixarão bem claro se serão precisos mais recursos com o mesmo conhecimento. E, se esse for o seu caso, crie recursos genéricos diferentes — como programador 1, programador 2, e por aí vai.

Por fim, antes de concluir essa etapa, outra atenção que vale um destaque para clientes Project Builder diz respeito ao tipo de envolvimento que será utilizado em cada atividade, assim como à autonomia dada a cada membro da equipe.

5. Criando, efetivamente, o modelo

Concluída a criação da estrutura analítica e delimitadas a duração e a dependência envolvidas no processo, nosso próximo passo é salvar essa estrutura como modelo.

Vale lembrar que esse padrão será utilizado a cada novo projeto, só alterando as características específicas do trabalho, mas mantendo fiel a lógica utilizada em sua concepção. Por isso, é importante garantir que ele seja o mais amplo e completo possível, de modo que se encaixe em uma grande gama de possibilidades e necessidades do empreendimento.

Quem é cliente Project Builder irá, a partir da página de detalhe de projetos, acessar Serviço > Gerar Modelo. Já nessa seção, basta utilizar um nome que seja condizente com o modelo de projeto criado e salvar. Super simples, não é mesmo?

Assim, a cada novo projeto, você poderá acessar a Biblioteca > Modelo de Projetos > Selecionar o modelo e clicar em gerar projeto. Na próxima tela, é só cadastrar as informações relativas ao trabalho específico, definir a Data Base inicial e, em envolvidos, selecionar a opção Substituir e confirme.

Então, na próxima tela, substitua cada um dos recursos genéricos por pessoas que serão, efetivamente, as responsáveis pelas etapas do seu projeto.

6. Simulando e validando

Nessa etapa, o objetivo é testar se a lógica utilizada na construção do projeto faz sentido, de fato. Como “na prática, a teoria acaba sendo outra”, nada melhor do que simular com um projeto real se todas as atividades e os envolvidos estão funcionando corretamente, não concorda?

Durante nossas implantações, gostamos de simular com diferentes usuários e perfis de acesso se toda a estrutura funciona, seguindo a sequência lógica do projeto e concluindo cada uma das atividades. Assim, se funcionar perfeitamente, seu modelo está praticamente pronto.

Agora, caso algo não faça sentido, é hora de editar e salvar sua nova estrutura como modelo, repetindo o processo de simulação até alinhar propostas conceituais com respectivos resultados concretos.

De toda forma, essa etapa é indispensável para evitar erros que, durante a execução real, podem custar caro. Sem dúvida, vale mais a pena usar um pouco mais de tempo para afinar o modelo do que ter que lidar com as consequências da aplicação da lógica incorreta.

7. Criando pacotes opcionais

Essa última etapa pode até não ser necessária, dependendo do tipo de projeto que você gerencia. O objetivo da construção de pacotes extras é poder incluir uma fase que não está presente em todos os projetos, mas que aparece com certa frequência na organização.

Pode ser, por exemplo, uma etapa de treinamento dos usuários ou um desenvolvimento extra, que precisará seguir todo um processo. Para quem utiliza o Project Builder, é possível até construir modelo de projeto de um pacote de trabalho e, se necessário, adicioná-lo ao seu modelo.

Seja como for, utilizar pacotes opcionais pode ser um importante ganho de tempo, principalmente se você precisa adicionar mais de um pacote — como várias turmas de treinamento, por exemplo. Para isso, basta utilizar o modelo quantas vezes forem necessárias.

Então, se for o caso de criar um pacote extra, utilize os mesmos passos utilizados na criação de um projeto inteiro. E não deixe de testar para ver se o pacote realmente funciona, ok?

Agora, conforme sua empresa evolui na gestão de projetos, pode ser preciso criar outros modelos, que atendam a necessidades cada vez mais específicas. Para isso, repetir esses passos já deve ser o suficiente.

Como ter sucesso ao construir um modelo de projeto?

Os passos que vimos até aqui são uma condição totalmente necessária para chegar ao sucesso de determinação de um modelo funcional para o empreendimento. Porém, é preciso também executar algumas outras dicas que trarão mais segurança e efetividade para essa atuação.

Em outras palavras, ao colocar em prática essas recomendações, a construção ficará muito mais fácil, e com maiores chances de sucesso. Vejamos, então, quais são elas:

Adote uma visão estratégica

Além de precisar construir a parede antes de pintá-la, é preciso reconhecê-la para saber qual é a necessidade de tinta e como proceder. Essa analogia serve para demonstrar que é exigido ter um conhecimento completo do projeto antes de pensar em criar um modelo para ele.

Tudo deve começar com uma definição robusta dos objetivos principais com a realização dessa etapa. Sendo assim, adote uma visão altamente estratégica, reconhecendo quais são as reais exigências a respeito do projeto.

Também é exigido elaborar um escopo muito bem definido. Todas as informações relevantes devem ser estabelecidas previamente, de modo que haja o máximo de conhecimento sobre o que é, de fato, necessário para um cumprimento de projeto que seja altamente satisfatório.

Ainda, outra questão que vale a pena considerar diz respeito à definição de canais de comunicação e à alocação de recursos humanos. Isso forma a estrutura principal do projeto a ser executado, criando uma espécie de esqueleto de sustentação.

Em geral, essa parte é a que exige os maiores esforços e a dedicação mais intensa — mas é também uma das mais importantes.

Ela servirá de base para que as demais decisões sejam tomadas, então é fundamental dar atenção a ela. Para isso, deve ser executada para todos os projetos, antes de colocar em prática o modelo definido. Isso ajuda a fazer as adaptações necessárias para que ele se encaixe nas necessidades específicas.

Realize um acompanhamento do projeto

Construir um modelo de projeto que seja eficiente tem um objetivo principal: gerar os melhores resultados de eficiência, produtividade, atendimento ao cronograma e ao orçamento estabelecido. Porém, esse efeito só poderá ser alcançado se for feito um bom acompanhamento do projeto.

É preciso observá-lo bem de perto, e, para ele é exigido que os indicadores sejam corretamente definidos.

Nesse sentido, questões ligadas ao cumprimento de prazos, horas trabalhadas, uso de recursos financeiros e andamento do projeto normalmente são os mais importantes e que impactam nos resultados obtidos.

Uma vez, então, que eles sejam definidos e que estejam estabelecidos os métodos de acompanhamento, mantenha-se por perto para entender qual é a aderência e a efetividade do modelo executado.

Se os resultados não forem completamente adequados às necessidades e expectativas do projeto, é provável que haja alguma dificuldade quanto ao modelo criado. Por isso, inclusive, é tão acompanhar os indicadores, já que permite que mudanças sejam feitas no modelo conforme as exigências demonstradas pela prática.

Além disso, também é fundamental ficar de olho na periodicidade de acompanhamento.

Não é necessário, ou mesmo estratégico, ter uma visão micro sobre os resultados. Na verdade, um intervalo muito pequeno entre execução e medição, ou entre as próprias medições, distorce a realidade e pode fazer com que o modelo se pareça menos eficiente do que é.

Ao mesmo tempo, intervalos muito grandes evitam que tendências e pontos de mudança sejam reconhecidos. Com isso, é preciso manter-se por perto dentro de certos parâmetros, de modo a otimizar a execução desse modelo.

Faça o registro de todos os passos

Uma vez que o modelo é criado, ele deve poder ser aplicado em outros projetos, até onde fizer sentido. Do contrário, o negócio desperdiça tempo e dinheiro, diminuindo a própria rentabilidade.

Assim, para que esse modelo possa ser transmitido e executado corretamente, é fundamental que seja registrado adequadamente. Todos os seus passos de elaboração precisam ser devidamente registrados, de modo que, no futuro, se saiba exatamente quais são os pontos de construção do modelo.

Tal registro é relevante também porque ajudará na adaptação para cada escopo. Afinal, reconhecendo os passos, dá para fazer adaptações, como incluir certas etapas ou eliminar outras, em busca da melhor eficiência.

E é necessário esse registro ainda por uma questão de documentação para a transmissão de conhecimento. Assim, o modelo e a sua execução não ficam restritos a apenas uma equipe, permitindo que possam ser repetidos mesmo com a troca de profissionais dentro da empresa.

Tenha planos alternativos

Bom, de fato, nem sempre o modelo de projeto funcionará para todas as possibilidades. Muitas vezes, ele pode parecer eficiente para uma determinada opção e, a partir daí, não ser adequado para as outras do negócio. Nesse caso, é indispensável contar com planos alternativos para a contingência.

Grosso modo, a gestão precisa estar preparada para lidar com as diversas dificuldades que surgem, inclusive na execução do projeto. Isso evita o gasto de uma grande quantidade de dinheiro ou de tempo, o que poderia atrasar e comprometer as entregas.

Quando a gestão se prepara para essas possibilidades, reduz os riscos existentes na criação do modelo do zero. Além disso, trata-se de algo que traz maior segurança para toda a equipe, favorecendo a consolidação de efeitos.

Enfim, como vimos até aqui, é possível construir modelo de projeto eficiente e do zero, desde que você siga as etapas de elaboração e de implantação.

Para quem precisa se aprofundar um pouco mais na implantação de uma metodologia de gestão de projetos, um bom material complementar é nosso e-book sobre os 7 segredos para uma gestão de projetos de alta performance.

Ele traz nossa metodologia aplicada em mais de mil clientes, focada justamente em quem está começando a profissionalizar esse setor em sua empresa. E, caso precise de ajuda, não hesite em solicitar uma conversa com um de nossos consultores para orientá-lo nessa empreitada!

 

project builder

Petrobras

Petrobras implementa Project Builder em duas áreas da Engenharia

A Engenharia de Abastecimento (Eab) assinou, em 5 de janeiro de 2007, com a empresa Project Builder um contrato de licenciamento de uso do programa para gerenciamento de carteira de projetos, que irá atender tanto a Eab, quanto a Engenharia de Transporte Dutoviário, Gás e Energia (Eteg).

O programa Project Builder tem por finalidade o apoio à gestão, auxiliando no gerenciamento da carteira de projetos, do portfólio de serviços e recursos, além do planejamento detalhado de cada projeto e da respectiva apropriação de horas. Entre as necessidades que o programa poderá atender destacam-se:

  • visão imediata do portfólio de serviços pelo gerente de área, gerentes setoriais e coordenadores de projetos;
  • gerenciamento compartilhado dos serviços e recursos da Eab e Eteg, que atuam em lateralidade;
  • análise de alocação e disponibilidade de pessoas para elaboração de um melhor planejamento das tarefas de projetos;
  • apropriação de horas pela equipe de execução somente nas tarefas liberadas, evitando erros comuns no sistema Apropriação Mensal de Horas;
  • melhor atendimento aos clientes em relação à divulgação do andamento dos projetos;

Fonte: Publicação interna da Petrobras (Notícias Engenharia, ano 17 – número 177 – janeiro de 2007)

Situação em julho/2007, caracterizando uso efetivo do software

  • procedimentos inicais de uso definidos
  • customizações implementadas
  • pessoas treinadas
  • portfólio de projetos inserido
  • apropriação de esforço (HH)
  • extração de relatórios/visões
  • outras áreas interessadas em utilizar
Ferramentas de Gestão de processos

4 novas ferramentas que ajudam na gestão de projetos de sua empresa

Toda empresa possui projetos internos. Eles auxiliam negócios a realizar mudanças internas, buscar mais inovação, implementar novas ferramentas de gestão ou atender a demandas externas. Em todos os casos, a maneira como tais iniciativas são gerenciadas é um fator chave para garantir que nada dê errado.

Nesse sentido, a estratégia responsável por garantir o sucesso de um projeto é o investimento em políticas de gestão de projetos. Bem adotadas, elas evitam erros e tornam o fluxo de trabalho mais ágil e eficaz.

Além disso, a companhia pode contar com o apoio de ferramentas de TI. Graças a elas, gestores conseguem otimizar a sua maneira de distribuir rotinas, eliminando gargalos e problemas de comunicação.

Quer saber mais sobre o tema e como a tecnologia pode ser uma ferramenta para tornar a gestão de projetos mais eficaz? Então leia o post!

Gestão de projetos: quando fazer?

As estratégias de gestão de projetos sempre devem ser adotadas pelo negócio. Elas auxiliam o empreendimento a ter uma rotina bem definida, métodos de trabalho claros e objetivos alcançáveis. Dessa forma, todos conseguirão se manter aderentes a prazos e atingir as suas metas facilmente.

Ter uma boa rotina de gestão de projetos garante que o negócio sempre atue com o máximo de performance possível. Profissionais estarão prontos para lidar com problemas e, ao mesmo tempo, saberão o seu papel em cada etapa, maximizando as chances de o projeto atingir os seus objetivos.

Quais os passos de uma política de gestão de projetos?

Projetos corporativos possuem uma série de fases. Cada uma dessas etapas auxilia o negócio a atuar de maneira estratégica, evitando erros e atingindo os seus objetivos facilmente. Confira os principais pontos de cada uma adiante.

Início do projeto

Essa etapa é voltada para planejar e definir quais problemas serão atacados primeiro. Dados devem ser levantados para identificar como o projeto pode impactar o negócio e quais são os pontos chave da iniciativa.

Organização e preparação

Nessa etapa a companhia buscará uma metodologia a ser utilizada, assim como indicadores e estratégias para manter todos com o máximo de desempenho possível. Além disso, são orçados os custos operacionais, definidos os times e o cronograma de cada fase.

Execução

Aqui, todas as etapas planejadas são executadas. Nesse momento, grande parte dos recursos (como matéria-prima) é consumido. Nesse momento, qualquer erro pode prejudicar a entrega do que foi planejado.

Encerramento do projeto

No encerramento, a companhia não só verifica se todas as metas foram atingidas, mas também avalia erros e pontos que devem ser melhorados nas próximas iniciativas. É importante que tudo seja reavaliado, de tal forma que boas práticas possam ser mantidas e aquelas que prejudicam a performance de profissionais sejam abandonadas.

Quais são as 4 ferramentas que auxiliam na gestão de projetos corporativos?

Além de uma boa estratégia técnica, a empresa também pode contar com o auxílio de ferramentas de TI para garantir o máximo de sua capacidade de manter as políticas de gestão de projetos funcionais. Elas tornam equipes mais integradas, otimizam a maneira como processos são distribuídos e auxiliam o gestor a ter uma visão abrangente sobre o negócio. Confira 4 soluções de TI para atingir esse objetivo abaixo!

1. Trello

Baseado no sistema de gestão de projetos Kaban, criado nas fabricas da Toyota e conhecido no mundo inteiro por tornar companhias mais eficientes e inteligentes, o Trello pode ser usado vai web, aplicativos móveis ou no seu desktop. As tarefas são exibidas em cartões, tornando a visualização do progresso de cada rotina mais simples e ágil.

As tarefas podem ser distribuídas para grupos ou profissionais separadamente. Comentários, anexos e outros itens podem ser adicionados a cada cartão, tornando a gestão das tarefas mais completa e eficaz. Além disso, a ferramenta pode ser integrada a serviços como o Google Drive, ampliando as possibilidades para cada time.

2. Wunderlist

O Wunderlist é um aplicativo de distribuição de gestão de tarefas em lista. Ao contrário do Trello, que é baseado em uma metodologia japonesa, esse app utiliza uma abordagem mais simples, mas que, da mesma forma, é eficiente.

Disponível para web, desktop e mobile, o Wunderlist permite a criação de listas de tarefas simples, com anexos, sub-atividades e comentários. Cada rotina pode ser enviada por e-mail ou por um link próprio, dando mais agilidade para gestores compartilharem tudo o que deve ser executado em um projeto.

3. GitHub

O GitHub é hoje uma das principais ferramentas para gestão de repositórios do mercado. Nele, a companhia consegue armazenar e administrar todas as modificações feitas no código de um programa ou alguma de suas dependências.

Fácil de utilizar e ser instalado, o GitHub ganhou espaço no mercado por ser uma solução eficiente e leve para administrar a criação de softwares. Todas as mudanças são rastreáveis e, caso algum erro ocorra, o developer pode revertê-la rapidamente.

4. PM Canvas Web

O PM Canvas Web é uma ferramenta versátil e feita para que profissionais possam gerenciar as suas equipes via web com facilidade. Nele, gestores conseguem realizar a prototipação de cada etapa, dividir em versões o projeto e manter uma estrutura colaborativa dentro de seu time.

E por ser disponibilizado na web, o PM Canvas Web é uma ferramenta versátil e fácil de ser integrada na rotina do seu negócio. Basta ter um navegador atualizado para começar a atuar de maneira estratégica, com etapas sendo gerenciadas com alta precisão e performance. Assim, o negócio pode aproveitar-se dos benefícios dessa solução rapidamente.

As políticas de gestão de projetos corporativos já são consideradas uma das partes mais importantes dos processos de gestão de qualquer negócio. Elas representam um papel-chave em companhias que buscam novas formas de atender a demandas do mercado ou de executar iniciativas internas sem perda de performance.

Com o auxílio da tecnologia, essa rotina ganhou uma nova face. Hoje, empreendimentos podem administrar as suas iniciativas em qualquer lugar, reduzindo custos e criando ambientes conectados e colaborativos.

Dados serão trocados em prazos menores, evitando falhas e o aumento das taxas de retrabalho. E com a possibilidade de errar menos, a companhia será capaz de atingir as suas metas rapidamente.

Agora que você já conhece essas ferramentas de gestão, se aprofunde um pouco mais, baixe nosso e-book com os 7 segredos para uma gestão de projetos de alta performance!

qualidade de projetos

Por que qualidade não é negociável no gerenciamento de projetos

Das empresas que adotam metodologias bem definidas de gerenciamento de projetos, 68% alegam cumprir todos os requisitos da qualidade para oferecer entregas de valor a seus clientes. Já das que não possuem um método, são 60%. Mas apenas 15% consideram a entrega de produtos de qualidade como um fator de êxito para seus projetos? O saldo dessa conta parece não bater, não é mesmo? Os dados são da Wrike e revelam mais do que poderíamos imaginar sobre como as empresas têm levado em consideração a qualidade de projetos.

Mas a verdade é que a qualidade de projetos deveria estar presente em tudo, desde o primeiro contato com o cliente até o momento derradeiro, com a entrega do produto ou serviço contratado. Afinal, por meio das melhores práticas de gestão da qualidade é que se pode garantir a plena satisfação dos stakeholders envolvidos. Assim, se você realmente quer desenvolver um projeto de sucesso, precisa entender que esse fator nunca é negociável. Entenda mais sobre o assunto agora mesmo:

Necessidades do cliente

De acordo com o PMBOK, o objetivo da gestão da qualidade de projetos é garantir que os requisitos tanto do projeto quanto do produto sejam atendidos em toda sua plenitude. E os requisitos do projeto nada mais são que o reflexo das necessidades do cliente! Assim, se você não garante qualidade durante todo o desenvolvimento dos trabalhos, significa que não está atendendo adequadamente a suas demandas. Nesse cenário, você pode inclusive prejudicá-lo, com prazos e custos maiores que o ideal e com o emprego de recursos desnecessários.

Por tudo isso e muito mais é que a qualidade de projetos não pode ser vista apenas como mais uma área passível de ser negociada. Escopo, tempo e até custos permitem essa flexibilidade, mas a qualidade deve ser intrínseca a seus projetos, demonstrando sua preocupação em satisfazer integralmente o cliente ao realizar entregas do mais alto valor agregado.

Inegociabilidade da qualidade

É simples: por mais que o cliente peça, você não deve sequer mexer na qualidade do projeto. Lembre-se, afinal de contas, de que esse fator também é responsável por sua reputação como profissional de projetos! É fundamental, portanto, fazer com que o cliente entenda a importância de um produto ou serviço completo. Assim o desenvolvimento da iniciativa será muito mais tranquilo.

Em vez de prejudicar a qualidade do projeto em nome de uma redução de custos ou para apressar prazos, por exemplo, sugira uma mudança de escopo, entregando um produto funcional e bem feito e elaborando uma segunda etapa, com melhorias. Imagine que você está desenvolvendo um software de gestão empresarial. Que tal entregar as funcionalidades em perfeito estado, deixando o design para um segundo momento, por exemplo? Outra alternativa é buscar soluções mais sustentáveis, que reduzirão os custos e tornarão o projeto viável sem impactar na qualidade das entregas.

Como gerente de projetos, você tem a responsabilidade de buscar opções viáveis para o cliente, colocando sua equipe para inovar e criar novas formas de fazer sempre mais com menos. Deve também prover seu time com os recursos adequados para que desenvolva um bom trabalho e, assim, atinja as expectativas do cliente.

Além do mais, a gestão da qualidade de projetos também ajuda na redução de riscos, uma vez que sua equipe passa a atuar preventivamente, identificando problemas com antecedência e promovendo os ajustes necessários antes que qualquer falha impacte o andamento do trabalho. Se você abre mão da qualidade, consequentemente abre também espaço para que falhas aconteçam e sua equipe não esteja preparada para enfrentar os desafios que aparecerem.

Influência no projeto

Fato é que a qualidade influencia na eficiência e na produtividade da equipe, nos processos envolvidos no desenvolvimento do projeto, nos custos, no prazo, na viabilidade, nas contratações e no relacionamento com stakeholders. Tem um dedinho da qualidade em absolutamente tudo! Por isso, ao deixar de investir nesse fator, seu projeto inteiro pode correr grandes riscos.

Quando implementada desde o início, a gestão da qualidade estabelece os parâmetros que determinam se o projeto vem tendo êxito ou não. Com o auxílio da gestão da qualidade é possível definir métricas e indicadores de desempenho tanto para sua equipe quanto para o produto ou serviço sendo desenvolvido. Também são criados mecanismos de verificação que permitem ter um maior controle sobre os trabalhos (como testes, revisões em pares e auditorias), mantendo toda a equipe focada em oferecer sempre o melhor para o cliente. Com isso, tem-se processos mais consistentes, organizados e seguros, o que garante mais efetividade em cada atividade realizada.

A qualidade também está no atendimento aos stakeholders, na comunicação e na disseminação das informações mais importantes a respeito do projeto. Portanto, se você não conta com padrões de qualidade devidamente estabelecidos, esse contato fica prejudicado e o cliente, insatisfeito. Nesse cenário, seu projeto jamais será concluído com 100% de êxito.

Um bom profissional de projetos deve saber negociar muito bem. Sabe, assim, que não tem problema, por exemplo, negociar o escopo (inclusive várias vezes, se for preciso). Os prazos também costumam ser negociados e os custos, em algumas oportunidades. Mas quando parte para a qualidade do projeto, lembra que ali está envolvido o sucesso da sua iniciativa. E ninguém quer ter um projeto fracassado depois de tanto esforço, não concorda?

Por isso, estabeleça os critérios de qualidade do seu projeto logo no início dos trabalhos e trate de segui-los à risca. Seja irredutível a esse respeito para que, ao final, o cliente não possa dizer que você não fez o bastante ou que a qualidade do produto entregue não era a esperada. Caso encontre dificuldades, use a gestão da qualidade como aliada para encontrar soluções. O que acha de testar um diagrama de causa raiz, por exemplo?

Viu como a gestão da qualidade existe para dar suporte a suas ações e encontrar formas de melhorar continuamente seus projetos? Pois se você ainda não faz esse investimento na sua empresa, está na hora de repensar. Aqui na Project Builder estamos sempre pensando sobre como oferecer um suporte que atenda às expectativas de nossos clientes, por isso produzimos uma quantidade enorme de conteúdos que certamente o ajudarão.

case-sucesso-tanac

Case de Sucesso: TANAC

Há mais de 70 anos no mercado e utilizando matérias-primas de fonte renovável, a Tanac foi criada em 1948 se transformou na líder mundial em produção de extratos vegetais e cavacos e pellets de Acácia Negra e é considerada uma das mil maiores empresas do Brasil, segundo a Revista Valor Econômico e Exame.

Referência mundial em sustentabilidade, considerada a maior produtora de árvores de Acácia Negra do mundo em atividades que envolvem milhares de famílias pelo Rio Grande do Sul e mais de 55 milhões de árvores plantadas.

Os produtos da TANAC são vendidos em mais de 60 países em todos os continentes, presentes nos mais variados processos industriais e aplicações do nosso dia a dia: nos calçados, nos automóveis, na alimentação, no papel e na energia renovável que o mundo usa, entre outros.

“Eu sempre recomendo o Project Builder! É uma ferramenta de fácil utilização, muito visual, muito intuitiva”, atesta coordenadora da Tanac

Priscila Oliveira, coordenadora de PMO da Tanac, líder mundial em produção de extratos vegetais e cavacos e pellets de Acácia Negra, considerada uma das mil maiores empresas do Brasil, segundo o Jornal Valor Econômico e a Revista Exame, é enfática ao falar da Project Builder:

“Eu sempre recomendo a Project Builder! Já recomendei para outros colegas que não trabalham mais na mesma empresa que eu, para outras empresas. Recomendo, pois é uma ferramenta de fácil utilização, é muito visual, muito intuitiva e consegue atender aos requisitos da área de gerenciamento de projetos. Não tem um custo elevado, o suporte é bom, é rápido, a gente sempre consegue resolver da melhor forma. A Project Builder sempre tenta atender as necessidades específicas do cliente”.

Uma história que começou há alguns anos atrás. Nossa personagem começou a trabalhar com projetos em 2012 na área de P&D, como suporte aos projetos. Depois assumiu a área como coordenadora de projetos, para estruturar uma área de gerenciamento do portfólio e reportar ao nível executivo. Posteriormente, absorveu a gestão de todos os projetos da empresa em que trabalhava na época. Desde então, seguiu carreira como PMO de outras duas empresas com a gestão de portfólio estratégico de projetos.

Ela chegou na Tanac em 2021. O objetivo era implementar a área de PMO. “A empresa tinha alguns projetos, mas não eram estruturados como portfólio, não tinha uma gestão, não tinha relatório de status, não tinha reunião de acompanhamento, não tinham líderes de projetos preparados. Minha função foi estrutura a área de PMO, estruturar um portfólio de projetos estratégicos, tático e operacional, e viabilizar a entrega destes projetos dentro do prazo e do custo, alinhado a esta estratégia”, recorda, detalhando os problemas encontrados:

“Antes da Project Builder, cada área fazia os projetos no formato que achava melhor, no controle que achasse melhor. Cada um usava a sua metodologia, a sua documentação, era muito descentralizado. E a gestão não era feita com nenhum software, não era reportado com uma governança organizada”.

As dificuldades eram inúmeras. Como entender os projetos como um portfólio? Como enxergar quantos projetos existem, o envolvimento dos recursos, quanto de dinheiro está sendo gasto, o retorno pós-projeto, o acompanhamento de cronograma, de custos? Como realizar reports para os executivos? “A maior dificuldade era enxergar os projetos dentro de um portfólio e enxergar o impacto que eles tinham dentro da organização, se fazia sentido. Os projetos existiam, mas de maneira informal. Não tinha uma formalização, um comprometimento e uma estrutura organizada”, diz Priscila.

Ela não conheceu a Project Builder na Tanac. Antes, já havia trabalhado com a ferramenta em outras duas empresas. Ao chegar na Tanac, trouxe algumas opções de ferramenta, entre elas o Project Builder. Tiro certeiro! A implementação foi bem rápida tranquila, segundo a coordenadora.

“A Project Builder entendeu o cenário da Tanac. Fizemos a implementação standard. Demorou cerca de três semanas para organizarmos tudo, estruturarmos com os fluxos, os documentos, com a estrutura que a gente precisava. Depois foi realizado um treinamento, bem rápido, eficaz, o entendimento do que acontecia na organização para poder atender as demandas. Entrei em agosto de 2021, em dezembro já estava com o fluxo e a ferramenta. Foi bem rápido, bem conciso, o que a Tanac precisava e o que a Project Builder tinha para oferecer”.

No pós-implementação, ajustes foram feitos para atender a algumas demandas específicas da organização. Com tudo funcionando, o dia a dia da empresa se transformou. “Conseguimos ter uma visão de portfólio e projetos muito mais fácil e rápida, controlar cronogramas. As notificações que existem no programa ajudam muito na gestão do projeto, controle de custos, mapeamento de riscos. A gente consegue ter uma abrangência total de todas as áreas de conhecimento do projeto, de uma forma bem rápida. Também conseguimos ter uma visão consolidada para o nível de diretoria. Então, facilitou muito a rapidez das informações e a gestão do dia a dia dos projetos”, diz Priscila.

O Project Builder foi um diferencial na sua implementação. A virada inicial fez bastante diferença na empresa, segundo a coordenadora. Os papéis (físicos) sumiram da fase inicial de projetos. A ferramenta consegue reunir projetos muito estratégicos, com acompanhamento muito mais preciso das coisas que estão acontecendo.

Mensurar a economia que o Project Builder traz para uma empresa é algo complexo. Mas em termos de otimizar o tempo e melhora da qualidade dos processos, é fácil constatar a diferença. Na Tanac não foi diferente. E a coordenadora de PMO da empresa fecha a conversa sobre o Project Builder mostrando exemplos práticos desta atuação:

“Eu trabalhei um ano sozinha com o software dentro da área de PMO, pois eu não precisava de nenhuma outra pessoa ou recurso para gerenciamento de projetos. Sem falar que os líderes de projeto também conseguem usar facilmente. Então, eu não preciso de tantas pessoas envolvidas. A gente tem uma redução de tempo no planejamento e no acompanhamento, pois o software nos avisa. E só depois de dois anos de PMO passei a ter um analista pleno, que consegue gerenciar todos os projetos, pois a ferramenta é fácil de ser utilizada. Usamos poucos recursos extras, pois a ferramenta nos ajuda nisso”. 

 

pmi

Nova versão do guia elaborado pelo PMI detalha 47 processos e apresenta 12 mudanças significativas

A 5ª edição do Project Management Body of Knowledge, conhecido pela sigla PMBOK, foi lançada oficialmente em 31 de dezembro de 2012 pelo Project Management Institute (PMI), a maior associação internacional para profissionais gerentes de projetos.

 

Trata-se de uma obra de extrema importância porque identifica e descreve processos de forma detalhada, clara e atualizada. É a base para a obtenção de certificados como o Project Management Professional (PMP) e Certified Associate Project Management (CAPM).

 

As mudanças nos exames serão implantadas somente a partir de 31 de julho de 2013. Mas para você ficar sabendo do que vem por aí, identificamos quais são as principais mudanças previstas no guia.

Pesquisamos em sites especializados as novidades que você deve encontrar nessa nova edição. Um deles foi o site Baguete, focado em jornalismo empresarial digital. Acompanhe a seguir:

1.    Relacionamento

O relacionamento entre gerenciamento de projetos, gerenciamento das operações e estratégia operacional ganhou uma descrição mais detalhada.

2.    Valor do negócio

A nova versão descreve a importância do gerenciamento de portfólio, programa e projeto na obtenção de maior valor do negócio com investimentos em projetos.

3.    Habilidades do gerente de projetos

O equilíbrio entre conhecimento, postura ética e habilidade interpessoal é fundamental para o bom gerente de projetos.
No 1º capítulo, são mencionadas as habilidades pessoais importantes para um gerente de projetos: liderança, trabalho em equipe, motivação, comunicação, influência, tomada de decisão, consciência política e cultural, e negociação.
Essas habilidades estão detalhadas em um apêndice.

4.    Influências organizacionais

Tratada de maneira mais abrangente, a nova edição inclui a discussão sobre a influência do estilo de comunicação de uma companhia para o sucesso do gerenciamento de projetos.

5.    Governança do projeto

O texto atual do 2º capítulo traz uma descrição de definição, composição e aplicação de uma estrutura de governança para os projetos.

6.    Equipe

Outra novidade: as características e a estrutura de uma equipe de projetos estão detalhadas em uma seção específica.

7.    Ciclos de vida e relacionamento entre fases

Esta é apontada como uma das principais melhorias da nova versão do PMBOK, pois expande e esclarece as diferentes possibilidades de ciclo de vida e relacionamento entre as fases de um projeto. Os dois relacionamentos básicos entre fases – sequencial e sobreposto – já tinham sido abordados na 4ª edição. Porém, o novo texto detalha novos possíveis ciclos de vida: preditivo, incremental e interativo, e adaptativo (também conhecido como método ágil ou orientado a mudança). Isso prova que o PMBOK Guide não orienta a condução dos projetos em fases sequenciais ou em cascata (waterfall).

8.    Processos de gerenciamento de projetos

Houve uma reformulação total no 3º capítulo, que trata dos processos. Na edição anterior do PMBOK, apresentava um padrão de gerenciamento de projetos (padrão ANSI). Esse conteúdo tornou-se um anexo. O atual capítulo 3 faz a transição entre as duas primeiras seções do PMBOK e as seções seguintes que tratam das áreas de conhecimento do gerenciamento de projetos.

9.    Áreas de conhecimento

O gerenciamento das partes interessadas do projeto é uma nova e importante área do conhecimento que agora está contemplada. Fica clara a importância do engajamento das partes interessadas nas principais decisões e nas atividades associadas ao projeto. Para isso, foram documentados quatro processos: identificar as partes interessadas, planejar o gerenciamento das partes interessadas, gerenciar o engajamento das partes interessadas e controlar esse engajamento.

10.    Gerenciamento das comunicações

A reformulação com a inclusão de uma área específica para o gerenciamento das partes interessadas, o gerenciamento das comunicações focou mais no processo do que no resultado desejado da mensagem. Assim, a seção apresenta os seguintes processos: planejar, gerenciar e controlar as comunicações.

11.    Escopo, tempo e custos do projeto

Esses três planos de gerenciamento ganharam mais destaque, com a criação de processos que explicitam a necessidade e a importância do desenvolvimento destes planos de gerenciamento.

12.    Processos descritos no PMBOK Guide

Esta nova edição passa a documentar 47 processos no gerenciamento de projetos – são cinco a mais que a versão anterior, que documentava 42 processos.

A 5ª edição do PMBOK está disponível on-line para download no site do PMI.