Teste Grátis
software de gestão de projetos

Como comparar softwares de gestão de projetos

O momento em que uma empresa decide adquirir um software de gestão de projetos é crucial para o seu sucesso no futuro. Afinal, é com essa ferramenta que os gestores irão administrar as iniciativas da organização dali em diante.

Para saber qual das alternativas disponíveis no mercado se adequa melhor à realidade do seu negócio e às demandas de gerenciamento de projetos, é fundamental compará-las entre si com base na contribuição que irão trazer para a empresa.

Para ajudar nesse momento de decisão, confira o guia que preparamos para comparar os softwares de gestão de projetos e escolher a melhor opção para o seu negócio:

Verifique as funcionalidades

O primeiro passo, e também um dos mais importantes, é saber se o software possui as funcionalidades que você precisa para gerenciar os projetos.

As funcionalidades fundamentais são o planejamento de prazos e tarefas a serem executadas e a possibilidade de organização das tarefas prioritárias e aquelas que possuem algum grau de dependência entre si.

No entanto, as ferramentas mais avançadas também permitem que sua empresa gerencie portfólios e programas, facilitando a tomada de decisão sobre a priorização de investimentos, por exemplo.

Analise o planejamento de recursos

Outra funcionalidade importante para um software é a possibilidade de gerenciar a equipe envolvida no projeto.

Não é raro que muitos projetos estejam competindo pelos mesmos recursos em uma empresa, por isso essa funcionalidade ajuda a planejar os recursos e evitar que os projetos prioritários fiquem sem profissionais capacitados em momentos cruciais da execução.

Outra vantagem é que os profissionais podem ser alocados de acordo com seus conhecimentos e habilidades, aumentando sua produtividade em função do projeto em que estão trabalhando.

Conheça a interface

Um aspecto fundamental a ser avaliado e comparado é a interface do sistema, ou seja, a forma como o usuário irá visualizar e interagir com o software.

Alguns produtos no mercado possuem uma experiência pouco amigável para o usuário final, o que pode prejudicar sua aceitação entre os funcionários.

Por isso, é fundamental pesquisar qual software oferece uma interface que, ainda que simples e amigável, seja capaz de executar todas as funções necessárias para o negócio.

De olho na nuvem

Os softwares que permitem o gerenciamento de projetos na nuvem também trazem grandes benefícios para as empresas, pois reduzem o custo inicial necessário para a implantação e o tempo para entrega da solução. Além disso, esse tipo de sistema pode ser utilizado a partir de dispositivos móveis, o que favorece o aumento da produtividade e a tomada de decisão onde quer que o gestor esteja.

Avalie a relação custo-benefício

Mesmo com tantas comparações de desempenho, o custo ainda é um dos critérios mais relevantes para as empresas que estão comparando softwares.

Para as empresas que querem custos reduzidos de implantação, os programas que funcionam na nuvem são uma boa opção, pois oferecem planos flexíveis adequados para a necessidade da empresa, otimizando o valor investido.

Além disso, em função do custo inicial reduzido, esse tipo de solução pode ser aproveitado por um tempo mais curto para que a empresa avalie a eficácia.

Pense no futuro!

Muitos softwares no mercado focam suas funcionalidades somente na parte tática e operacional do gerenciamento de projetos. Dessa forma, quando chega o momento de tomar uma decisão importante, a direção da empresa precisa avaliar cenários levantados por cada um de seus gerentes.

Por isso, outra questão a ser avaliada durante uma comparação é a possibilidade do software gerar relatórios que possam embasar a tomada de decisão em um nível mais estratégico, pois isso evita decisões subjetivas e otimiza o trabalho para organizar as informações.

E você, que aspectos leva em consideração ao comprar uma ferramenta de gerenciamento de projetos?

 

Gestão eficiente

Gestão eficiente: 6 critérios para avaliar propostas de projetos

O gestor de projetos tem a responsabilidade de decidir quais deles vão sair do papel e quais precisam esperar ou, simplesmente, serem colocados para sempre na gaveta.

Porém, essa decisão não deve jamais ser tomada ao acaso! É necessário que ele tenha critérios objetivos para avaliar propostas de projetos; isso também vai colaborar para o sucesso daqueles que recebem o sinal verde.

Neste post, além de entender como funciona uma proposta de projeto, você descobrirá seis critérios de uma gestão eficiente que podem estar na base da sua avaliação. Boa leitura!

O que é uma proposta de projeto?

A proposta de projeto é um documento preliminar que deverá especificar as três características mais importantes de qualquer projeto: escopo, data de início e data de finalização. Lembre-se de que, sem esses elementos, não podemos dizer que isso se trata realmente de um projeto.

Entretanto, além dessas três características, a proposta de projeto ainda precisa informar qual é a visão que o motiva e quais são os benefícios que ele trará para a organização.

Para completar, outras informações essenciais que a proposta traz em seu interior são:

  • o custo estimado;
  • os riscos previstos.

Muitas vezes, essas informações ainda não são 100% precisas. Afinal, estamos falando apenas de uma proposta, e não do planejamento do projeto. Mesmo assim, elas devem ser estimativas inteligentes, para que o gestor não seja induzido ao erro na hora de tomar sua decisão.

Qual é a importância de avaliar propostas de projeto para uma gestão eficiente?

Quando a avaliação das propostas de projetos não faz parte das prioridades do gestor, corre-se o risco de que a empresa dê início a projetos “furados”. Por exemplo:

  • projetos que não será possível levar ao fim;
  • que, mesmo completados, não trarão qualquer benefício;
  • que vão apresentar uma relação custo-benefício desvantajosa;
  • que não estão alinhados com a visão estratégica da empresa;
  • que apresentam riscos que não será possível gerenciar com eficácia.

A avaliação, portanto, funciona como um filtro. Ela garante que a empresa só vai investir em projetos que apresentem uma alta probabilidade de sucesso.

Por outro lado, quando a palavra final é “não”, isso não significa que o projeto está reprovado para sempre. As razões que levaram a essa decisão podem indicar quais pontos precisam ser revistos, para que a mesma ideia seja aprovada em um outro momento.

Os 6 critérios para avaliar propostas de projetos

Finalmente, chegamos ao que interessa. Então, quais são os critérios que você, gestor de projetos, deve levar em consideração na hora de aprovar uma proposta? Bem, aqui estão as seis perguntas que você precisa fazer.

1. Existe um escopo?

É surpreendente quantas vezes as pessoas acham que estão apresentando uma proposta de projeto, mas, na verdade, não estão. O motivo? Não existe um escopo definido.

O seu primeiro critério, portanto, deve ser esse. Se o escopo for vago e mal delimitado, a pessoa que apresentou a proposta precisa voltar à sua mesa de trabalho e tentar de novo. Simples assim.

2. O escopo é relevante?

Se a proposta apresenta um escopo bem definido, o segundo critério que você precisa utilizar na avaliação é sua relevância em relação ao planejamento estratégico da empresa.

Para entender melhor, imagine que você recebeu uma proposta para reformar (com propósitos estéticos) todo o prédio da organização; entretanto, nesse período, a prioridade definida pelos gestores é economizar o máximo possível. Obviamente, esse projeto não está alinhado ao momento que a empresa está vivenciando. Sinal vermelho para ele!

3. A duração prevista é razoável?

Um problema comum nos projetos é a duração. Projetos que se estendem durante muito tempo podem esbarrar em um obstáculo sério: o desempenho da equipe.

É natural, especialmente para equipes de alta performance, que não seja possível manter o ritmo de trabalho exigido por um projeto de forma prolongada. Por isso, normalmente associamos os projetos a corridas de 100 metros — e não a maratonas.

É claro que não existe uma regra sobre qual é a duração máxima ideal para um projeto: isso depende do escopo. Mas pergunte a si mesmo se uma equipe conseguiria trabalhar com ritmo forte do começo ao fim do prazo proposto. Se a resposta for não, talvez a proposta mereça a mesma resposta.

4. O objetivo do projeto é realista?

Todo projeto tem um objetivo principal, seja a implementação de um software, o desenvolvimento de um novo produto, a abertura de uma filial ou qualquer outro. A questão é até que ponto esse objetivo é realista.

Objetivos irreais surgem quando alguém dentro da empresa quer inovar, mas não tem uma verdadeira compreensão do processo envolvido para concretizar essa inovação. Você, como especialista no assunto, é quem precisa apontar a insubstancialidade da proposta.

Além disso, não se esqueça de que o objetivo, tomado sozinho, pode parecer totalmente aceitável. Porém, você deve levar em consideração quais são os prazos e os custos apresentados na proposta. Muitas vezes, é aí que está o problema: quem fez a proposta está otimista demais em relação a esses fatores e, portanto, o projeto como um todo passa a ser inviável.

5. Qual é o custo-benefício?

Todo projeto tem um custo e exige um investimento. Não tem problema, mesmo que esse valor seja alto — desde que o retorno obtido através do projeto seja ainda maior.

Infelizmente, na grande maioria dos casos, é impossível definir com precisão qual será o retorno obtido com um certo projeto antes que ele esteja finalizado. Mesmo assim, como já vimos antes, a proposta deve trazer estimativas.

É importante que essas estimativas não sejam pessimistas, mas sim conservadoras. Trabalhe sempre com o pior cenário na hora de avaliar as propostas de projetos.

6. Qual é a equipe requerida para a execução?

O gestor de projetos não tem uma equipe fixa. Suas equipes são formadas conforme as demandas específicas de cada projeto. Por isso, a equipe requerida para executar uma proposta é um dos critérios que você deve ter em mente na hora de aprová-la (ou não).

Por que isso é importante? É possível que um certo projeto requeira a participação de um profissional que não está disponível no momento, que não pode ser liberado de suas funções principais para essa atividade. Nesse caso, talvez seja melhor adiar o projeto temporariamente.

Aí estão os seis critérios que você deve levar em consideração na hora de dar carta branca e alavancar a sua gestão eficiente. Agora que você já sabe como avaliar propostas de projetos, que tal dividir essa dica com outros gestores? Compartilhe este post com seus contatos nas redes sociais!

software gerenciamento de projetos

Software gerenciamento de projetos: como auxilia na tomada de decisões?

Sua empresa utiliza software de gerenciamento de projetos para auxiliar as tomadas de decisão? Definir metas, prestar um serviço de qualidade e alcançar o sucesso depende de uma série de fatores, como equipe engajada, otimização de processos e coesão na comunicação.

Implementar isso pode parecer simples, mas conforme a organização cresce ou os processos se tornam mais complexos, o gestor pode sentir dificuldades para praticar uma gestão estratégica. Dessa forma, melhorar a gestão dos projetos pode ser uma alternativa para tomar melhores decisões e os softwares podem ser uma boa solução.

Veja, neste conteúdo, como um software de gerenciamento de projetos pode ajudar na tomada de decisão!

Qual a importância da gestão estratégica nas empresas?

A gestão estratégica é o gerenciamento dos planos de ação vislumbrando o sucesso da empresa. Nesse tipo de gestão, há um planejamento e monitoramento para que o que foi planejado seja executado com a máxima eficiência e excelência.

Ter uma gestão estratégica nas empresas é a base necessária para desenvolver os processos e, consequentemente, alcançar as metas. Contudo, muitos gestores medem a qualidade da gestão apenas baseado nos lucros da organização. De fato, ele é um fator importante, mas não o único que deve influenciar as decisões.

Os processos, as pessoas, as relações e as responsabilidades precisam ser consideradas, e o planejamento e a gestão estratégica são os melhores meios para atingir níveis diferenciados no mercado.

Por isso, podemos elencar a importância da gestão estratégica com os seguintes pontos:

  •  Adéqua a empresa ao mercado;
  • define processos centrais e quais as estratégias necessárias na prática;
  • transmite conceitos claros à equipe e ao público da marca;
  •  ajuda no monitoramento de metas;
  •  cria critérios de indicadores de desempenho.

Como o mercado e as tecnologias disponíveis têm mudado com grande rapidez, modelos engessados são extremamente ineficientes. Portanto, a gestão estratégica se faz necessária para impedir que a empresa fique presa em modelos ultrapassados. Para evitar que as decisões impulsivas, utilizar um software de gerenciamento de projetos é uma possibilidade de centralizar informações e otimizar processos.

Como os softwares de gerenciamento de projetos ajudam nas tomadas de decisão?

É importante que os gerentes de projetos entendam que as tomadas de decisão impactam todo a empresa, seja ela uma pequena, média ou grande organização. Por isso, para alavancar o crescimento e manter competitividade é preciso tomar decisões acertadas e um software voltado para isso pode ser a solução.

Independentemente do nicho de atuação, um gestor precisa rotineiramente pensar sobre insumos necessários para produção, metas e prazos de entrega, custos de manutenção, gerenciamento de equipe, processo de vendas. Assim, caso ele não utilize dados e métricas para avaliar isso, o risco de cometer falhas é muito alto.

Portanto, escolhas não devem ser baseadas em intuição ou sexto sentido, elas precisam utilizar dados e estatísticas que um software é capaz de disponibilizar. Veja outros benefícios de utilizar um sistema de gerenciamento de projetos.

Facilidade de planejamento

Todo projeto começa pelo planejamento e essa etapa pode ser complicada se o gestor não souber por onde começar. Assim, ao trabalhar com um software, fica mais fácil e eficiente planejar projetos e atividades.

Esses sistemas permitem, por exemplo, utilizar projetos anteriores para consultá-los e verificar valores médios de gasto, prazos de entrega e outras informações importantes. Essa disponibilidade de dados ajuda a identificar necessidades, valida alguns dados e mostra quais os melhores métodos a serem utilizados em cada situação, impactando nas tomadas de decisão.

Aumento da produtividade

A disponibilidade de informações em um software facilita a análise da concorrência, tendências do mercado e outros aspectos importantes, como recursos humanos e financeiros do projeto. Consequentemente, esses dados contribuem para o aumento da produtividade e diminuição do tempo perdido com a análise dessas informações em sistemas separados.

Melhora na flexibilidade

Como já explicitamos, projetos engessados vão na contramão de boas decisões. Dessa forma, gestores estão acostumados a realizar mudanças durante os projetos, mas elas precisam ter uma boa base de dados para fundamentar a decisão. Assim, um software de gerenciamento de projetos auxilia na flexibilização das ações sem perder a credibilidade por falta de insumos informacionais que subsidiem as escolhas.

Otimização de processos

Ao centralizar todos os dados em um único local, tanto o gerente do projeto quanto a equipe conseguem acompanhar todas as etapas, otimizando o tempo das atividades e, consequentemente, também os resultados. Quando objetivos e metas são dispostos de forma clara em gráficos e métricas visuais, todos os envolvidos entendem com clareza o que é esperado em cada fase, melhorando o gerenciamento e as decisões.

Diminuição de erros

O uso de um software não garante a eliminação total dos erros, mas contribui para a diminuição das falhas. Por evidenciar as atividades mais importantes, os colaboradores concentram a atenção no que é mais importante e alocam recursos com mais precisão. Além disso, mesmo que o erro ocorra, com todas as etapas detalhadas em um sistema, fica mais fácil identificar a falha e mitigá-la tão logo ela seja reconhecida.

Eliminação de ruído

Com a centralização dos processos, as informações ficam mais organizadas e a comunicação ocorre de forma mais transparente. Muitos erros acontecem por falhas de comunicação, cronogramas imprecisos ou informações erradas. Assim, o software ajuda a eliminar ruídos e facilita na gestão das tarefas por toda equipe, pois todos os envolvidos saberão o que é esperado e em qual momento ele deverá entregar as atividades.

Precisão nos resultados

A precisão nos resultados é tão fundamental quanto o planejamento e monitoramento das ações. Por isso, um software de gerenciamento de projetos auxilia na compreensão dos resultados, impactando nas tomadas de decisão pós análise dos dados. Com essas informações, é possível ver o desempenho da equipe, exemplificar os resultados para os clientes, mensurar o ciclo de vida do processo e propor mudanças para o próximo projeto.

Como funciona o software de gerenciamento de projetos da Project Builder?

O software da Project Builder é um sistema completo que auxilia o gerenciamento de projetos. Com essa solução integrada, é possível consolidar informações de outros sistemas e planilhas e centralizar todos os dados em um só lugar. A ferramenta se mostra eficiente, pois permite o controle das atividades por parte dos gestores e facilita a inserção de novos dados pelos integrantes da equipe.

Portanto, podemos perceber que as ferramentas de apoio para tomada de decisão são importantes em cada fase de um projeto. Além disso, à medida que os processos se tornam mais complexos, maior é a necessidade do uso de um software de gerenciamento de projetos.

Gostou do nosso conteúdo e ficou interessando em conhecer melhor o nosso software? Se você está em busca de uma plataforma que centralize dados e facilite a entrega dos projetos, clique aqui e experimente por 15 dias o nosso sistema.

deixar um emprego

Mudança de carreira: manual para dar tchau e deixar as portas abertas na empresa

Deixar um emprego não é uma tarefa fácil. Além dos vínculos profissionais presentes em qualquer trabalho, há também as ligações afetivas, as trocas de confiança e as boas relações entre os funcionários. Muitas vezes, porém, é chegada a hora e é preciso buscar outras oportunidades. Esse é o momento de manter a integridade profissional para deixar o emprego de cabeça erguida.

Confira 5 dicas para deixar um emprego e, mesmo assim, manter as portas abertas para uma possível nova relação. Afinal, ninguém sabe o que o futuro pode reservar, não é mesmo?

1. Comunique seu chefe ou supervisor com antecedência

O primeiro passo para partir e ainda continuar com uma boa relação na empresa é manter a consideração por seu chefe e supervisor. Desse modo, ele deve ser o primeiro a ser comunicado sobre sua decisão. Não deixe que a notícia se espalhe pelos corredores, isso não é nada profissional. Em vez disso, tenha uma conversa franca, aberta e sincera com seu supervisor. Se for o caso, agradeça pela oportunidade e pelos anos de crescimento dentro da empresa. Mantenha sempre a cordialidade.

2. Cumpra seu contrato até o último dia de trabalho

É importante que você esteja comprometido até o último dia com seu emprego. Estar prestes a sair de determinado trabalho não significa que você pode relaxar ou não oferecer o seu melhor. Além de demonstrar extremo profissionalismo, seus colegas e chefes perceberão o quão competente você é enquanto profissional.

3. Sessões de treinamento

Fique à disposição de seus empregadores para eventualmente treinar outros funcionários. Muitas vezes, especialmente em funções muito específicas, sua experiência pode ajudar seus sucessores a realizar tarefas de um modo mais econômico e eficiente.

4. Estabeleça metas

Depois de comunicar sua decisão de sair da empresa, combine com seu chefe algumas metas possíveis e viáveis para seus últimos dias. Trabalhe com mais afinco nos momentos de transição e, sobretudo, cumpra todas as metas estabelecidas. Dessa forma, toda a empresa vai lembrar de você como um profissional extremamente competente.

5. Evite comentários maliciosos

Evite falar mal da empresa onde trabalhou. Mesmo que você ainda tenha ressentimentos com alguns profissionais do local, procure deixar os comentários negativos na esfera privada. Jamais compartilhe comentários maliciosos em redes sociais, especialmente no Twitter e no Facebook. Comentários desfavoráveis sobre os locais onde você trabalhou sempre são vistos com maus olhos no ambiente profissional.

Esses cinco passos somados ao seu histórico de funcionário super eficiente, é bastante provável que as portas das empresas por onde você tenha passado fiquem sempre abertas e à disposição. Afinal de contas, todos gostam de um profissional competente, esforçado e confiável.

Você tem outras dicas para manter uma boa relação quando deixar um emprego com sua empresa mesmo após sua saída? Compartilhe com a gente nos comentários abaixo.

comunicação em projetos

Série Desafios Comuns da Gestão de Projetos – Desafio 4: Comunicação em projetos

Parte de todo ser humano, a comunicação ainda é um dos grandes problemas no mundo corporativo, afinal, somos reflexo daquilo que vivenciamos ao longo de nossas vidas, e cada pessoa tem suas próprias experiências e seu modo de ver o mundo. Quando uma comunicação é feita, cada envolvido a recebe de acordo com o seu histórico de vida, e isso fatalmente dificulta o relacionamento interpessoal.

Na execução de um projeto isso não é diferente. Temos equipes multidisciplinares, com cultura e valores diversos, o que faz com que o papel do gerenciamento da comunicação em projetos seja uma das maiores preocupações do gerente. A sintonia entre a equipe deve estar afinada, a fim de que todos compreendam seus papéis para o resultado final e possam trabalhar em sinergia, com o mínimo de conflitos e discussões.

O que a comunicação em projetos faz

A comunicação em projetos trata principalmente da comunicação feita entre e para a equipe, visando facilitar o trabalho de todos e manter o grupo unido em torno de seus afazeres.

Para superar os desafios das barreiras comunicacionais, o gerente deve acompanhar de perto essas interações e manter-se constantemente em contato com a equipe, visando apaziguar qualquer situação que possa gerar um conflito.

Além disso, a comunicação em projetos visa manter os patrocinadores, os usuários e demais envolvidos informados a respeito do andamento do mesmo, reportando periodicamente os avanços realizados. Isso torna a comunicação em projetos um tanto quanto mais complexa, pois os públicos são variados e é preciso segmentar essa comunicação.

Os desafios do gerenciamento da comunicação em projetos

Manter as pessoas unidas e dispostas para o trabalho árduo que, muitas vezes, se faz necessário no desenvolvimento de um trabalho é um grande desafio do gerenciamento de comunicação. Para tanto, o gerente de projetos deve ter competências tanto de comunicação oral quanto de comunicação escrita, como também uma boa dose de negociação.

Neste sentido, o feedback contínuo também é essencial, já que as pessoas precisam saber como está o seu desempenho para poderem melhorar ou otimizar qualquer falha que esteja ocorrendo. É papel do gerente de projetos conversar com cada membro da equipe e manter o ambiente em harmonia.

O repasse de informações referentes ao projeto de maneira clara, sucinta e compreensível para todos os envolvidos com ele também se constitui em um grande desafio. A comunicação escrita pode ser mal interpretada, assim como a oral pode ser conflitante com a não verbal do transmissor. Sendo assim, valer-se de vários recursos para comunicar de forma mais eficaz a todos os envolvidos com o projeto é a melhor saída.

Infográficos, mapas mentais, vídeos, gráficos, imagens, diagramas, dashboards e tantas outras ferramentas de comunicação podem facilitar o repasse das informações e manter a equipe informada e pronta para maximizar os resultados do projeto. Basta que o gerente e o responsável pela comunicação conheçam bem os envolvidos, segmentem as mensagens e saibam como repassar as informações de maneira estratégica e bem trabalhada.

A comunicação é a essência do relacionamento interpessoal, por isso deve andar de mãos dadas com o gerenciamento de recursos humanos em projetos, auxiliando na mediação de conflitos e na promoção de ações de engajamento e comprometimento para a equipe. Sem a comunicação clara, fluida, o projeto tem grandes chances de não dar certo, portanto, na hora de escolher um líder para tratar do assunto, certifique-se de indicar a pessoa certa.

E então, como é feita a comunicação na gestão de projetos da sua empresa? Quais ferramentas você utiliza? Deixe um comentário e compartilhe conosco suas experiências!

motivar uma equipe

6 dicas de como motivar uma equipe e ter sucesso em tempos de crise

A ideia de que os colaboradores são os principais ativos de uma organização é bastante difundida há algum tempo. Mas não basta que a empresa reconheça isso, é preciso que a efetivamente se estabeleça ações práticas para motivar uma equipe, ainda mais em tempos de crise.

Pense bem: um produto ou serviço, por melhor que seja, só pode ser produzido se existir um profissional competente e satisfeito por trás. Portanto, mais do que uma medida de gestão de pessoas, estar atento à motivar uma equipe é uma iniciativa que visa promover a eficiência, aumentar a rentabilidade e a capacidade de crescimento.

E isso se intensifica em momentos de crise, quando uma equipe devidamente alinhada aos objetivos da organização pode ser decisiva para a sobrevivência do negócio no mercado. Você tem dúvidas de como motivar sua equipe? Observe as dicas que separamos no post de hoje e garanta o engajamento do time, resguardando seu negócio seja qual for o cenário econômico:

Foque na comunicação interna

É bastante comum que, em momentos de incerteza, como em contextos de colapso financeiro, a empresa retenha informações sobre seu desempenho, poupando os colaboradores de más notícias. Entretanto, esse comportamento só tende a prejudicar o clima organizacional, causando ansiedade e dúvida a respeito do futuro.

Com isso em mente, a organização deve desenvolver uma comunicação transparente, independentemente de qual for o contexto.

Comentar de maneira objetiva o quadro geral da empresa, exibir números e traçar comparativos são ações extremamente importantes para que todos os colaboradores saibam o que realmente está acontecendo. Com isso, não só a confiança do time na administração se eleva, mas a própria empresa pode também passar a confiar mais na transparência da equipe.

Ofereça recompensas

Um dos principais motivos que levam à frustração do colaborador é a falta de reconhecimento por um bom trabalho realizado. Sendo assim, é crucial promover um monitoramento constante, por meio do qual o gestor acompanhe e proporcione algum tipo de recompensa aos funcionários que cumprirem suas metas. A política da meritocracia incentiva os profissionais a ultrapassarem seus limites a fim de alcançar os resultados que a empresa espera.

E por mais que cada colaborador tenha como força motriz a motivação orientada a resultados, ainda são muitas as empresas que não compreendem ou não desenvolvem a política da recompensa. De fato, todos os colaboradores querem ser reconhecidos e motivados, de forma que, para que os profissionais se mantenham engajados e aceitem novos desafios, é preciso recompensar seu esforço e os resultados entregues.

Quando uma pessoa se sente injustiçada — seja por um processo de promoção interna ou por falta de acompanhamento do seu desempenho — pode se frustrar e acabar não produzindo aquilo que se espera dela. Mas atenção: isso não quer dizer que a gestão deva prometer mundos e fundos aos funcionários, afinal, caso uma promessa não seja cumprida, o efeito da não recompensa acaba se tornando muito pior do que se nada tivesse sido acordado.

Nesse cenário, caso não seja possível proporcionar um aumento salarial, a empresa deve estudar outras formas de retribuir os esforços e resultados, oferecendo, por exemplo, uma bonificação ao fim de um projeto bem-sucedido ou mesmo um evento de confraternização em comemoração ao alcance das metas.

Procure dar feedbacks construtivos

Ao contrário do que alguns gestores podem pensar, o reconhecimento não deve ser exclusivamente financeiro, podendo se dar também por meio de simples elogios ou críticas construtivas. Caso esse aspecto seja ignorado, o funcionário pode entender que seu trabalho é indiferente ou mesmo que não está desempenhando um bom papel, prejudicando seu desempenho como um todo.

Todo membro da equipe necessita do elogio, de colocar em evidência uma ideia ou iniciativa que deu certo. Levando isso em conta, medidas como oferecer feedback, estimular que o colaborador evolua com novas competências e desafios diferenciados são, sem dúvida, maiores estímulos ao engajamento do que o salário propriamente dito.

Dê ouvidos à sua equipe, atente-se a eventuais temores, dúvidas e sempre esteja alerta também sobre possíveis inquietações do time. A postura da sinceridade, do acolhimento e a transformação do feedback em uma rotina fazem com que a equipe se aproxime, dando à empresa e a seus planos muito mais segurança.

Defina metas mensuráveis

Não basta que a gestão diga que é preciso aumentar a produção ou melhorar a qualidade do serviço prestado. Sem números e sem critérios de ponderação sobre os resultados esperados não é possível cobrar desempenho. Para tanto, uma das formas de cultivar a motivação da equipe é determinar critérios claros e realizar uma boa administração desses resultados, já que com objetivos bem definidos as pessoas são estimuladas a ir em busca das metas e, consequentemente, alcançá-las.

Seja o projeto simples ou complexo, fácil ou desafiador, ele deve contemplar intenções claras que norteiem os esforços da equipe. Essa simples medida já é capaz de tornar o time mais produtivo. Então defina as metas e os objetivos por meio de valores tangíveis, de forma que todos os envolvidos tenham em mente o propósito de suas próximas ações, possibilitando o engajamento.

Invista em treinamento

Ao contrário do que muitos podem pensar, liderança não é somente questão de vocação ou aptidão nata. A empresa precisa investir no desenvolvimento das competências necessárias para que o desempenho do profissional atenda a suas necessidades. É mais que possível formar um líder, mas além de levar um tempinho, a organização deve estar disposta a fomentar esse potencial.

Independentemente de qual for a posição do profissional, cursos, iniciativas de capacitação e treinamentos, além de contribuírem para otimizar a eficiência da organização, também funcionam para motivar uma equipe. Isso porque demonstra que a empresa realmente deposita confiança e acredita em seu time, a ponto de investir em cada um de seus membros.

Seja o exemplo

Aquele velho discurso do “faça o que digo, mas não o que faço” definitivamente não funciona como forma de motivação. Assim, quando o time reconhece que aquele que lidera ou dirige a empresa goza das competências necessárias e tem uma postura coerente entre discurso e ações, todos os que estão sob sua batuta respeitam sua gestão e passam a espelhar seu comportamento nas ações do chefe.

Isso significa que, da mesma forma que a gestão pode ser a responsável por conseguir elevar a moral da equipe, a administração também pode colocar tudo a perder por meio de maus exemplos. É preciso, portanto, inspirar para poder cobrar resultados. Sem essa conquista, o relacionamento se torna fragilizado, sem embasamento sólido para impor autoridade.

Agora que você já conhece pelo menos 6 boas maneiras de motivação de times, comente aqui e nos conte: como sua empresa trabalha a gestão de pessoas? Algumas dessas iniciativas de como motivar uma equipe é posta em prática onde você trabalha? Compartilhe suas experiências conosco!

gestão de projetos

Saiba como melhorar a gestão de projetos e os serviços da empresa em 8 dicas

O seu negócio tem uma boa política de gestão de projetos? Hoje, com iniciativas cada vez mais comuns no ambiente corporativo, é fundamental que todos os profissionais tenham um meio moderno e inteligente para orientar os seus trabalhos.

Por isso, investir na sua gestão de projetos é um dos passos mais simples para garantir o sucesso de cada etapa. Se você quer saber como isso pode ser feito, veja abaixo 8 dicas para tornar a sua gestão mais inteligente e bem estruturada!

1. Invista em uma metodologia adequada

A metodologia de um projeto orienta o modo como os trabalhos são executados, assim como a rotina dos times e o seu perfil. Portanto, sempre tome cuidado ao escolher qual metodologia será utilizada para gerir o projeto.

Para isso, faça uma análise sobre os requisitos, o perfil do time e do projeto em si. Assim, será mais fácil escolher uma metodologia que consiga orientar os times para atingir os resultados esperados.

2. Tenha um software de gestão de projetos

O software de gestão de projetos é uma solução inovadora e que pode ter grande impacto nos processos gerenciais. Ele funcionará como um hub de informações sobre cada etapa, agregando metas, rotinas, estratégias, responsabilidades e indicadores em um único lugar.

Graças a essa ferramenta, o gestor terá uma visão completa sobre o fluxo de trabalho de todos os times. Isso permitirá que erros sejam corrigidos facilmente. Além disso, será mais fácil distribuir atividades e evitar que conflitos aconteçam.

3. Defina bons indicadores de performance

Os indicadores são uma importante ferramenta de gestão. Utilizados para orientar a avaliação da performance de um time ou processo, eles podem ser aplicados em várias áreas do negócio.

Na gestão de projetos, as métricas permitem a identificação de pontos como a aderência a prazos, gargalos de performance e o impacto que as medidas tiveram no dia a dia do negócio. Mas para que sejam bem estruturados, os indicadores precisam estar alinhados com o perfil do time.

Em outras palavras, cada meta deve ser alcançável. Porém, é importante que ela seja orientada para garantir um nível mínimo de qualidade, para que assim os times possam identificar corretamente a qualidade do seu trabalho e eventuais problemas.

4. Faça reuniões periódicas

Durante todas as etapas dos projetos, realize reuniões. Essa é uma estratégia simples, mas que negligenciada, pode impedir que problemas sejam corrigidos, permite boas práticas replicadas e que times se mantenham alinhados.

As reuniões podem ser utilizadas, portanto, para a aplicação de feedbacks positivos e negativos. Além disso, elas auxiliam no compartilhamento de experiência e no alinhamento de metas.

Com todos os times alinhados e com os mesmos objetivos, o nível de engajamento cresce. Como consequência, as chances de um projeto dar errado caem drasticamente.

5. Garanta que a comunicação seja eficaz

A comunicação é algo crítico para o sucesso de seu projeto. Se os times, líderes e stakeholders não se comunicam corretamente, conflitos se tornam mais frequentes, as expectativas são frustradas e os riscos, ampliados.

Portanto, investir na comunicação entre todos deve ser uma preocupação desde o começo do projeto. A cada etapa, esse ponto deve ser reforçado e valorizado com o apoio de ferramentas de troca de dados, serviços de videoconferência, aplicativos de troca de mensagens corporativas e até mesmo o uso da comunicação via VoIP.

Isso permitirá uma troca contínua de ideias entre todos. Além disso, com os times mais integrados, a resolução de problemas será mais ágil e inovadora, uma vez que um número maior de conhecimentos auxiliará na resolução de falhas.

6. Gerencie o escopo

O escopo é um ponto crítico de um projeto. Ele orienta os profissionais sobre as suas responsabilidades e metas. Mal estruturado, o time terá dificuldades de encontrar os limites de sua atuação e os resultados que são esperados.

Portanto, sempre trabalhe para que a gestão de projetos delimite o escopo de forma clara e objetiva. Assim, as etapas serão planejadas da forma correta, evitando conflitos, atrasos e problemas no alcance de objetivos.

7. Cuide de seus conhecimentos

Todo projeto traz aprendizados para a empresa. Uma forma de garantir que eles sejam replicados é utilizado parte do tempo dedicado a gestão de projetos na documentação dos conhecimentos que cada etapa trouxe para o time.

Uma boa documentação facilita a criação de modelos de projetos futuros, reduz riscos e melhora a replicação de boas ideias. Ela também auxilia a empresa a criar um ambiente de otimização contínua, em que todos possam garantir que rotinas de baixa performance sejam evitadas.

Portanto, crie uma base de conhecimento bem estruturada e acessível. Ela deve ter uma linguagem clara, transparente e evitar que os profissionais tenham dificuldades para encontrar a resolução de eventuais dúvidas.

8. Tenha o apoio de uma empresa parceira

Muitas empresas podem ter dificuldades para otimizar os seus processos de gestão de projetos. Uma das formas de garantir que as rotinas sejam executadas conforme os padrões mais modernos do mercado é contar com o apoio de uma empresa parceira.

Esse serviço funcionará como uma consultoria. A companhia terá as suas práticas de gestão de projetos analisadas e comparadas com o que há de mais moderno sobre o tema.

Se problemas forem encontrados, os processos serão revistos. Os times internos receberão treinamentos para incorporar as novas práticas em seu dia a dia. Assim, a empresa pode garantir um maior retorno sobre o seu investimento, além de se tornar mais competitiva.

Toda empresa realiza projetos corporativos regularmente. Eles podem ser utilizados para integrar novas soluções, resolver problemas internos ou criar produtos e serviços.

Mas para que um projeto atinja os objetivos esperados, as estratégias devem ser capazes de orientar corretamente o trabalho dos profissionais. Em outras palavras, o gestor de projetos precisa ter os recursos necessários para garantir que as metas e objetivos sejam alcançáveis.

Esse será o papel das estratégias de gestão de projetos. Com elas, a empresa poderá reduzir riscos, mitigar conflitos e garantir que todos estejam com conhecimentos e objetivos bem alinhados.

Se você quer saber mais sobre como uma empresa parceira pode te auxiliar a utilizar um software de gestão de projetos, fale conosco!

gestão de projetos na indústria automotiva

Gestão de projetos na indústria automotiva: como fazer?

O setor automotivo tem um papel fundamental na estrutura industrial do mundo. Em nosso país, ele corresponde a aproximadamente 22% do Produto Interno Bruto da indústria. É um segmento que interfere em outros setores do Brasil. Por isso é tão importante uma gestão de projetos na indústria automotiva.

Muitos veem o ramo automobilístico como um oligopólio em que poucas firmas conseguem oferecer bens mais diferenciados. Diante da demanda de carros, eles consideram que a quantidade de empresas realmente competitivas no setor é pequena.

Isso demonstra a necessidade de realizar um planejamento estratégico eficaz. Neste post, vamos esclarecer como efetivar uma gestão de projetos na indústria automotiva que atenda à nossa realidade, com a metodologia mais adequada e as ferramentas mais valiosas. Confira!

Selecione e priorize os projetos na indústria automotiva

Se a empresa conta com muitos projetos, é fundamental priorizar alguns deles. Tentar concretizar todos de uma vez não é viável, nem seguro — e, provavelmente, não será possível também. Cada um deve dar sua parcela de contribuição estratégica com os objetivos principais da indústria.

O ideal é priorizar os projetos, respeitando alguns critérios, definindo comparativos e indicadores. Desse modo, você avalia os custos totais de cada projeto, o ROI (Retorno Sobre o Investimento), o prazo para implantação e a prioridade individual.

Determine o escopo e o cronograma na gestão de projetos

Outro aspecto relevante na gestão de projetos na indústria automotiva é a definição do escopo e do cronograma. O escopo equivale a todo o trabalho que será efetivado para a produção dos veículos, conforme a demanda dos clientes. Logo, deve-se determinar o que será realizado e as etapas necessárias para a concretização do projeto.

É fundamental estabelecer o que será feito, considerando todos os pontos para a efetivação do projeto. Quando se detalha o escopo, o gestor consegue analisar a proposta em pacotes de trabalho, que contêm subdivisão em tarefas menores, mais simples de serem realizadas.

O cronograma, por sua vez, é a divisão dos pacotes de trabalho em tarefas. Como exemplo, podemos citar a produção da lataria de um carro como um pacote de trabalho, enquanto a pintura da lataria seria uma tarefa desmembrada.

Percebemos que, com um cronograma, o gestor pode planejar a realização de cada atividade desmembrada e estipular os recursos aplicados e o período de execução para cada uma. Consequentemente, o planejamento integral pode ser efetuado com prazos de execução estabelecidos, e as etapas de orçamento e a definição de gastos serão facilitadas.

Escolha uma metodologia para gerenciar os projetos

Quando falamos em gestão de projetos, seja no setor automotivo, seja em qualquer outro, diferentes metodologias podem ser empregadas para otimizar os indicadores mais importantes e os resultados do trabalho. Há alternativas que oferecem melhores resultados, com foco na melhoria da administração dos projetos. Entre excelentes opções podemos citar:

  • Guia de melhores práticas do PMBOK (Project Management Body of Knowledge);
  • PRINCE 2 (Projects IN a Controlled Environment);
  • IPMA (International Project management Association);
  • FEL (Front-End Loading);
  • PM Canvas (Project Model Canvas).

Enfim, é preciso definir qual metodologia será aplicada na gestão de projetos na indústria automotiva. Também é importante estipular qual dessas metodologias influi na implantação de um PMO permanente, que será sempre aproveitado na gestão dos projetos seguintes.

O PMBOK

O PMBOK é um guia que determina o projeto como um esforço finito, temporário. Isso significa que existem começo e fim bem-delineados e trabalhados para um resultado bastante específico. Os projetos são realizados por pessoas, com recursos limitados, e dependem de planejamento, execução e controle durante seu ciclo de vida.

Nesse sentido, um projeto é diferente de processos e operações, já que esses últimos se repetem e são contínuos, enquanto os projetos são únicos.

Os processos que formam o PMBOK estão divididos em cinco grupos: início, planejamento, execução, monitoramento e controle, encerramento. As áreas de conhecimento do PMBOK envolvem:

  • Gerenciamento de aquisições;
  • Gerenciamento de qualidade;
  • Gerenciamento de riscos;
  • Gerenciamento de escopo;
  • Gerenciamento de custos;
  • Gerenciamento da integração;
  • Gerenciamento da comunicação;
  • Gerenciamento dos recursos humanos;
  • Gerenciamento do tempo;
  • Gerenciamento dos stakeholders (partes interessadas no projeto).

Gerencie pessoas e riscos na gestão de projetos na indústria automotiva

A melhoria na gestão de projetos na indústria automotiva acontece por meio do gerenciamento correto de pessoas e de riscos. Apesar de o setor automotivo ser muito automatizado, a necessidade do elemento humano ainda é primordial. Sem ele, a tecnologia mais sofisticada não oferece os resultados esperados.

O ambiente de trabalho deve ser, portanto, favorável aos profissionais, sem que a hierarquização prejudique o relacionamento entre líderes e subordinados. Isso proporciona um relacionamento sadio para o desenvolvimento da criatividade e produtividade. O gestor precisa conhecer bem a equipe e as habilidades de cada funcionário.

Tal conhecimento permite que a alocação de recursos e a delegação de tarefas sejam mais eficientes. Os resultados serão os melhores para o projeto e para toda a indústria.

O relacionamento interpessoal é muito importante e o gestor deve estar alerta a tudo, desde pequenos conflitos até grandes intrigas, que podem gerar um clima de desarmonia, baixa produtividade e vários erros no trabalho.

O gerenciamento de riscos também é indispensável. Para assegurar que o projeto fique livre deles, é necessário elaborar uma matriz com as principais ameaças capazes de atrapalhar o caminho crítico do projeto. A gestão de projetos na indústria automotiva precisa fazer o monitoramento dos riscos constantemente.

Os perigos podem ter sua prioridade modificada por causa de fatores externos, como fenômenos da natureza ou mudanças de mercado, decisões da equipe executiva ou questões envolvendo o cronograma. Mas convém recordar que riscos não se referem apenas a problemas ou a coisas negativas. Algumas vezes, eles podem ser uma oportunidade, ou seja, ao correr o risco, a empresa pode potencializar seus resultados.

Use um bom software para gerenciar projetos

A tecnologia é um recurso que pode otimizar a gestão de projetos na indústria automotiva. Já falamos o quanto esse setor depende de tecnologia e automação. E um bom software para gerenciar projetos certamente é uma excelente solução. Ele permite ao gestor ter acesso aos principais indicadores com facilidade.

Além disso, os softwares atuais armazenam em nuvem (Cloud Computing), o que é mais seguro para os dados e todos os arquivos. A tecnologia ajuda de inúmeras maneiras, aprimora o processo de delegar tarefas, contribui para reduzir custos, melhora o desempenho da equipe e facilita a tomada de decisões.

Aplicar boas técnicas e ferramentas, principalmente o PMBOK, proporciona ótimos benefícios na gestão de projetos na indústria automotiva, como: melhoria no fluxo de comunicação, padronização das atividades, diminuição da negligência e ociosidade, alocação mais eficaz dos recursos, monitoramento sobre todas as etapas do projeto, gerenciamento de riscos, aumento das chances de melhores resultados.

Gostaria de aplicar metodologias eficientes de gestão de projetos? Quer ter acesso a ferramentas avançadas e eficazes? Entre em contato com a Project Builder e obtenha mais informações!

gerenciamento de mudanças

Qual a importância do gerenciamento de mudanças em projetos?

Todos os projetos corporativos precisam contar com boas estratégias de gerenciamento. Elas auxiliam os times a planejar as etapas, identificar riscos e avaliar o melhor caminho a ser tomado em cada momento. No cenário das mudanças que podem acontecer, a rotina de gerenciamento de mudanças é vista como um ponto fundamental para qualquer tipo.

O gerenciamento de mudanças auxilia os profissionais a manter um fluxo de trabalho com mais continuidade e eficiência. As interrupções por imprevistos serão menos frequentes e as decisões tomadas poderão ser adotadas com maior engajamento dos times. Ou seja, a sua empresa terá projetos mais robustos e com maior taxa de lucratividade.

Se você quer saber em detalhes o que é e como adotar o gerenciamento de mudanças, continue a leitura do texto a seguir!

O que é o gerenciamento de mudanças?

O gerenciamento de mudanças é uma estratégia que ajuda empresas a se preparar, equipar e executar processos que envolvam alterações nos fluxos de trabalho, metas de projetos ou na cultura organizacional. Essas medidas, quando colocadas em conjunto, tornam o fluxo de trabalho mais robusto e efetivo. Afinal de contas, todos contarão com as ferramentas e informações necessárias para entregar os resultados esperados.

As políticas de gerenciamento de mudanças atuam em dois níveis: o individual e o organizacional/de iniciativa. Confira a seguir como eles se diferenciam!

Gerenciamento de mudanças individual

Esse tipo de mudança é focado na maneira como os profissionais organizam e gerenciam o seu dia a dia. É um trabalho que deve ser feito de maneira personalizada, com os líderes entendendo cada caso de trabalho. Assim, eles conseguirão moldar estratégias que sejam efetivas e consigam atingir cada pessoa da forma certa.

As mudanças individuais, em outras palavras, devem entender quem fará a mudança e, a partir disso, traçar um plano de ação orientado pelo perfil de cada pessoa. A comunicação deverá demonstrar por qual motivo as transformações são realizadas, os seus benefícios e mecanismos de mudanças. Desse modo, os profissionais se engajarão em otimizar o seu processo de trabalho e o seu dia a dia.

Gerenciamento de mudanças organizacional/de iniciativa

Essa mudança costuma ser aquela que afeta várias pessoas ao mesmo tempo. Geralmente, é feita para ajudar os times a mudarem a sua cultura e as suas rotinas de trabalho. Desse modo, o negócio pode se atualizar e alinhar-se com as demandas do seu público-alvo.

Em outras palavras, essas mudanças atingem grande parte da cadeia operacional de uma empresa ou a sua postura institucional. Por isso, o negócio deve ter um planejamento robusto, capaz de auxiliar os times da maneira correta e permitir que todos entreguem os resultados esperados a médio e longo prazo. Isso é feito apoiando-se em estratégias de gestão de risco, o investimento em novas tecnologias e mecanismos de gestão orientados a resultados.

Por que a empresa deve investir nessa estratégia?

Negócios precisam fazer mudanças contínuas para se manterem adequados às demandas do mercado. Elas geralmente envolvem projetos robustos e que trabalham para orientar as equipes da forma correta, ou seja, tendo metas claras e objetivas. Mas, para ter controle sobre cada mudança e garantir que as transformações sejam bem-feitas, é fundamental ter planejamento.

Adotar estratégias de gerenciamento de mudanças é o caminho ideal para conseguir lidar com transformações sem medo. O negócio poderá implementar novidades, fazer investimentos e, durante projetos, receber alterações no planejamento sem grandes dificuldades. Afinal, os líderes estarão com mecanismos que permitem aos times;

  • entender melhor o impacto das mudanças;
  • avaliar com mais qualidade os requisitos de cada mudança e como chegar até elas;
  • entender por qual motivo as decisões foram tomadas;
  • atuar em um ambiente com riscos baixos;
  • ter mais espaço para inovações;
  • reduzir o prazo e o custo da aplicação de mudanças;
  • ter maior engajamento na busca pelo novo ambiente de trabalho.

Como adotar o gerenciamento de mudanças em projetos?

Para ter uma política de gerenciamento de mudanças integrada aos seus projetos, o negócio deve atuar de maneira inteligente. É importante identificar o que deve ser feito, como deve ser feito e os riscos envolvidos na operação. Junto a outras medidas, isso evita que a empresa tenha dificuldades para atingir as suas metas.

Veja a seguir os passos básicos para gerenciar transformações em seus projetos corporativos!

Entenda o perfil da empresa

Saber o perfil da empresa ajuda o gestor a formular uma estratégia mais alinhada com a cultura do negócio. Da maneira como a comunicação será feita até os riscos que serão priorizados, todas as decisões serão mais efetivas. Portanto, não deixe de avaliar esse ponto antes de iniciar as mudanças.

Avalie exatamente o que deve ser modificado

Para que o gerenciamento de mudanças em projetos seja efetivo, todos devem entender exatamente o que será modificado. Isso facilita na priorização de tarefas e na gestão de riscos. Afinal de contas, o time estará focado no que é realmente relevante para as suas atividades diárias.

Treine os profissionais

O treinamento de profissionais ajuda times a mudar a sua cultura e executar cada mudança de modo efetivo. Eles ajudam os times a se adaptar ao novo ambiente, entender as mudanças e se engajar de maneira efetiva naquilo que a empresa busca. Assim, o tempo gasto para fazer as mudanças será muito menor.

Documente as suas decisões

É importante documentar o que está sendo feito, os caminhos tomados e a justificativa das decisões. Além disso, deve-se registrar os objetivos de cada escolha. Assim, os times podem identificar o impacto das mudanças e garantir que o negócio não terá prejuízos.

Conte com o apoio de um parceiro especializado

Uma das formas mais efetivas de promover mudanças é ter o apoio de um parceiro especializado. Ele te auxiliará a identificar que tecnologias de gestão podem ser empregadas e quais metodologias são mais efetivas para o perfil do seu negócio. Portanto, não deixe de trabalhar com um especialista ao seu lado.

Todo projeto ou fluxo de trabalho pode passar por mudanças. Nessas horas, é fundamental ter uma estratégia de destaque, que seja capaz de avaliar o melhor caminho a ser seguido. Isso permitirá à empresa ter um plano de trabalho funcional e que seja de baixo risco.

A estratégia que ajuda o negócio a fazer as suas mudanças é a de gerenciamento de riscos. Investir em uma boa política focada na gestão das mudanças dá ao empreendimento a habilidade de encontrar o melhor caminho para atingir as suas metas, promover transformações e lidar com imprevistos. Portanto, não deixe de tratar esse tipo de medida como algo estratégico!

Quer saber mais sobre como um parceiro pode te ajudar? Então, fale já com os nossos especialistas.

curso de gerenciamento de projetos

Como extrair o máximo de um curso de gerenciamento de projetos

Com um pouco de dedicação extra e foco, é possível potencializar o aprendizado adquirido em um curso de gerenciamento de projetos.

Vamos imaginar duas situações. Se você se encaixar em alguma delas, então preste atenção neste artigo.

Você é um gerente de projetos que está ativamente envolvido em um projeto

Isso não significa que você, necessariamente, tenha um certificado PMP, e sim que você gerencia projetos com uma certa regularidade.

Você não é um caçador de PDU

Um caçador de PDU é alguém que não se importa muito com o curso que está sendo oferecido, desde que venha acompanhado de alguns PDU’s. Conheço uma pessoa tem uma empresa de treinamento em gestão de projetos. Ela diz que uma das primeiras perguntas que os interessados nos cursos fazem é “quantos PDUs o curso oferece”? Para esse perfil de pessoa não importa o conteúdo oferecido, quem é o professor ou o que ela será capaz de fazer após concluir o curso, mas sim quantos PDUs ela terá ao completá-lo.

Se você é um gerente de projetos ou tem interesse em se capacitar na área – e não é um caçador de PDU – confira agora esses 6 passos e comece a tirar o máximo proveito de qualquer curso de gerenciamento de projetos que você se proponha a fazer:

1) Escolha um tema em que queira se aprofundar

Parece óbvio, mas, como disse anteriormente, existem muitos gerentes de projetos interessados apenas nos PDUs que vão receber. Para tirar o máximo proveito de qualquer curso de gerenciamento de projetos, escolha um que seja de grande interesse para você. Pode ser um curso que apresente soluções a desafios relacionados ao seu dia a dia. Ou então uma nova área para a qual você queira direcionar sua equipe, como uma nova metodologia de gerenciamento de projetos ou um novo processo que reduza o tempo para completar projetos. O objetivo é estudar algo que realmente queira saber e, claro, que seja aplicável a realidade do seu trabalho.

2) Escolha o formato que você tenha mais facilidade para aprender

Há diversos formatos de cursos de gerenciamento de projetos. Existe o curso presencial, com um instrutor que conduz a classe, e a troca que surge do trabalho em grupo. Outro formato é o mais individual, em que você pode baixar o curso, no desktop, tablet ou smartphone, e aprender no seu próprio ritmo, no conforto do lar ou, se a sua empresa permitir, até no seu ambiente de trabalho. Uma terceira opção é um curso on-line, como um webinar, com interação em tempo real e a possibilidade de fazer perguntas ao vivo. Na Academia Project Builder, nossa plataforma educacional, você encontra diversos webinars gratuitos sobre temas diversos, dentro do universo de gestão de projetos.

3) Escute para aprender, não só para ganhar

Ganhar PDUs é um requisito muito importante para manter atualizada sua certificação como gerente de projetos. No entanto, isso não deve ser sua prioridade. Existem duas experiências de aprendizagem muito diferentes. Quem quer aprender vai com calma, faz perguntas, ouve uma vez, duas, e contesta as afirmações que são feitas. Quem está preocupado em ganhar PDUs fica mexendo no celular, faz outras coisas ao mesmo tempo e, no final, pergunta o que precisa fazer para pegar os tão desejados PDUs. Se você quer tirar o máximo proveito do seu curso de gerenciamento de projetos, encare-o como fonte de aprendizado. Os PDUs são apenas uma consequência.

4) Pergunte como usar o conhecimento na prática

Ao longo do curso, sempre pergunte como aplicar a informação aprendida. Se você seguiu o passo 1, e escolheu um tema que realmente te interessa e que pode ser aplicado no seu dia a dia de trabalho, aqui você não pode perder a oportunidade de saber como colocar o aprendizado em prática. Pergunte como a informação nova resolve um problema para que você possa testar, ou pergunte como a novidade pode tornar um processo mais suave, mais fácil ou mais rápido, e como isso pode ser implementado em sua empresa.

5) Implemente imediatamente

Como você se sente depois de ter feito um curso de gestão de projetos tão interessante? Empolgado? Otimista? Pronto para começar? Aproveite imediatamente esse impulso antes que ele vá embora. Por que iria? Porque as pressões, as rotinas, o estresse e o volume de trabalho podem rapidamente acabar com a empolgação. Nesse momento, você deve ter um plano para aplicar o conhecimento do curso em seu departamento ou empresa. É a hora de fazer algumas mudanças e melhorias.

6) Compartilhe o conhecimento com os membros da sua equipe

Na grande maioria das vezes, especialmente se o curso for pago pela sua empresa, provavelmente não será possível que todos da equipe participem. Tome o cuidado de anotar as informações principais que deseja compartilhar para que todos possam ver o benefício de aplicar na empresa o que você aprendeu. Essa pode ser uma ótima maneira de qualificar seu departamento inteiro. Uma dica interessante é montar em uma apresentação tudo que você aprendeu, isso o ajudará a compartilhar o conhecimento de forma mais clara.

É preciso esforço para tirar o máximo proveito de um curso de gerenciamento de projetos? Sim. Mas a recompensa supera de longe o esforço investido no curso. Seu trabalho como gerente de projetos se tornará mais fácil à medida que as melhores práticas sejam implantadas na sua empresa.

O que você faz para extrair e aplicar o conhecimento obtido num curso de gerenciamento de projetos? Acrescentaria mais um passo nessa lista? Deixe seu comentário!

CTA-capacity-planning