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gerenciamento de projetos

Saiba como a metodologia híbrida ajuda no gerenciamento de projetos

Você já pensou em investir no gerenciamento de projetos com o apoio de metodologias híbridas? Utilizada para combinar as práticas tradicionais às modernas, essa abordagem é conhecida por sua versatilidade. Afinal, adotando-a uma empresa pode aproveitar ao máximo todas as melhores características das aplicações existentes.

Quer saber mais sobre o tema e como seguir esse tipo de abordagem? Então, confira no post a seguir a importância do uso de metodologias híbridas no dia a dia de quem trabalha com o gerenciamento de projetos!

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Por que a gestão de projetos é tão importante?

A gestão de projetos é algo crucial para garantir o sucesso das estratégias de uma empresa. A área é responsável por definir prioridades, avaliar as ferramentas necessárias e estabelecer os indicadores que serão incorporados aos fluxos de trabalho. Além disso, ela auxilia na integração de equipes e na busca por melhorias contínuas após o término de cada etapa.

Influências nos resultados do negócio

No ambiente corporativo moderno, o gerenciamento de projetos tem um papel-chave nos resultados que o negócio obtém ao término de cada projeto. Quando bem executada, a prática garante que os times trabalhem de maneira mais integrada. Além disso, reduz o nível dos riscos existentes, gerando ganhos como:

  • redução de custos;
  • diminuição de conflitos;
  • queda nas taxas de erros e atrasos;
  • melhor gestão do escopo;
  • maior nível de inovação e colaboração;
  • mais aproveitamento dos recursos disponíveis;
  • aumento da satisfação dos envolvidos no projeto;
  • mais habilidade para capturar e aproveitar os dados disponíveis;
  • atrasos menos frequentes;
  • menor chance de gargalos operacionais ocorrerem.

Em conjunto, todos esses fatores otimizam o fluxo de trabalho. Haverá mais espaço para escolhas inteligentes e, ao mesmo tempo, menos questões que interferem negativamente nos resultados. Desse modo, o retorno sobre o investimento será sempre elevado.

Em que consistem as metodologias híbridas?

No ambiente de gerenciamento de projetos, o uso de novas práticas é algo comum. Em busca de mais inovação e um maior alinhamento com as demandas do mercado, os gestores buscam continuamente meios para reduzir prazos e garantir que tudo seja entregue com o maior custo-benefício possível.

Nesse cenário, as metodologias híbridas se destacam. Trata-se de combinar as práticas das metodologias ágeis, mais modernas, e das tradicionais. Desse modo, elas conseguem dar as bases para as equipes aproveitarem ao máximo todos os ganhos relacionados a qualquer tipo de metodologia. Ou seja: criam um ambiente mais flexível e capaz de se adaptar a diferentes desafios.

Como integrar as metodologias híbridas a seus projetos?

A integração das metodologias híbridas no dia a dia do negócio exige alguns cuidados. Assim, a empresa pode aproveitar de modo mais profundo cada detalhe das metodologias e, ao mesmo tempo, reduzir conflitos. Veja os passos básicos a seguir!

Obtenha ferramentas flexíveis

As metodologias ágeis, em conjunto com as híbridas, criam um ambiente de trabalho muito mais flexível. Mas isso só é possível se existirem meios para os times trabalharem continuamente por novos resultados. Portanto, sempre faça uma análise da necessidade de investir em novas ferramentas — tal cuidado tornará a mudança no fluxo de trabalho mais simples e ágil.

Defina o que é aceitável em uma metodologia híbrida

Cada projeto tem requisitos próprios. Conhecendo suas particularidades, é possível definir como as metodologias serão combinadas. Esse é um passo crítico, pois avaliar o que deve ser incorporado de cada metodologia em um ambiente híbrido reduz riscos e falhas. Ao mesmo tempo, você pode garantir resultados mais robustos.

Treine os colaboradores

Nem sempre os colaboradores sabem trabalhar em um ambiente híbrido. Nesse cenário, avaliar a necessidade de treinamentos é uma boa escolha. Treinar a equipe permite ao negócio incorporar as práticas ágeis e tradicionais de modo mais profundo. Além disso, reduz o tempo de adaptação e garante que todos tenham o mesmo padrão de trabalho.

Avalie as urgências

Para garantir que as metodologias ágeis e tradicionais sejam corretamente incorporadas, vale a pena identificar as prioridades de cada projeto. A partir das demandas de cada etapa, você conseguirá definir qual é a melhor orientação que pode ser aplicada, assim como aquilo que deve ser descartado.

Esse método de trabalho dá uma melhor orientação para os times. A equipe saberá exatamente como coordenar suas ações e, desse modo, conseguirá um alto retorno em seu investimento.

Monitore os resultados

Os resultados de qualquer mudança devem ser sempre monitorados pelos profissionais. Afinal, é identificando como os processos foram incorporados e seus impactos no dia a dia do negócio que o gestor pode avaliar correções. Nesse sentido, os indicadores são uma boa abordagem para avaliar os resultados obtidos com as metodologias híbridas.

As métricas de performance fornecem uma visão ampla sobre o estado do negócio. Todos os pontos relevantes à gestão da empresa ficarão disponíveis para análise. Assim, o gestor pode acompanhar em tempo real como a companhia é afetada pelas metodologias híbridas.

Adote um processo de feedbacks

Durante a integração de novas metodologias, o feedback de funcionários é crítico. A prática permitirá ao gestor avaliar como os funcionários receberam as novidades, assim como pontos que podem ser otimizados. Por isso, sempre analise de que forma os times lidaram com as novas rotinas de trabalho.

Também aplique feedbacks caso algo de errado seja identificado, pois isso possibilitará aos profissionais corrigirem suas ações durante o expediente. Como resultado, o impacto de falhas será baixo.

O gerenciamento de projetos é um processo complexo, que demanda dos gestores flexibilidade para lidar com as demandas de várias pessoas. Ao mesmo tempo, exige que líderes mantenham um acompanhamento contínuo da evolução das rotinas e dos prazos.

Por isso, o uso de novas abordagens se tornou uma escolha estratégica para muitas pessoas envolvidas no gerenciamento de projetos. Trata-se do caso das metodologias híbridas — que, quando bem utilizadas, atraem um grande retorno sobre os investimentos feitos em cada etapa. Portanto, não deixe de considerar essa abordagem ao pensar em seus projetos futuros!

O sistema de gestão de projetos pode ter um grande impacto na adoção de metodologias híbridas, afinal torna o fluxo de trabalho integrado e alinhado às demandas externas. Quer saber mais sobre o tema? Então, conheça as funcionalidades essenciais de um software de gerenciamento de projetos!

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gerentes de projetos

6 lições de Game of Thrones para gerentes de projetos

Game of Thrones é uma série da HBO baseada nos livros de George R. R. Martin, que mostra a disputa pela coroa dos sete reinos. Uma história em meio a muitas intrigas, ao cantar das espadas e ao barulho metálico das armaduras. Não muito diferente da vida dos gerentes de projetos, que precisa enfrentar todo tipo de obstáculo para levar os seus projetos até os seus objetivos.

Adaptando as lições de Game of Thrones ao dia a dia do gerente de projetos, compartilhamos o que de melhor pode ser extraído da série para ajudar a vida do nosso herói, o gerente de projetos. Confira agora 6 frases que contém ensinamentos valiosos! Mas, atenção! Se você ainda não assistiu a primeira temporada, esse post contém spoiler!

1. “O homem que passa a sentença deve balançar a espada.” – Eddard Stark.

Em todo projeto existe uma decisão difícil que precisa ser tomada, e você não pode fugir dela. Um pequeno problema negligenciado no início do projeto pode originar uma grande crise que poderia ter sido evitada com pouco esforço. Ned Stark nos lembra: “Aquele que se esconde atrás de carrascos logo se esquece de que é a morte.” Os gerentes de projeto não podem delegar todas as suas responsabilidades e devem ter a coragem de fazer o certo mesmo quando se trata de uma decisão difícil.

2. “Um Lannister sempre paga suas dívidas.” – Tyrion Lannister

A credibilidade é uma ferramenta primordial para todo gerente de projetos e a maneira mais rápida de perder o respeito, e poder, é prometer coisas que você não pode entregar. Por outro lado, durante todo o projeto precisamos lidar com diferentes partes interessadas e diferentes interesses, e cabe ao gerente de projetos negociar e gerenciar conflitos, sem prometer o que não pode cumprir. Já com a equipe de projetos, é fundamental criar esse relacionamento de confiança e respeito. O melhor caminho para levar as pessoas a fazer coisas para você é seguir o ditado da família Lannister. Lembre-se: em sua próxima reunião, quando prometer algo, cumpra.

3. “Qualquer homem que precisa dizer, eu sou o rei, não é um verdadeiro rei.” – Tywin Lannister

A verdadeira autoridade não é dada, é conquistada, logo, é um processo que precisa ser construído, seja você o gerente do projeto ou o diretor da empresa. As pessoas te seguirão não pelo que você diz que deve ser feito, mas pelo exemplo e pela inspiração que suas ações demonstram. Os melhores líderes são seguidos com base na vontade coletiva, não porque eles dizem: “Eu sou o chefe.” Poder e influência muitas vezes vêm de lugares inesperados.

4. “Eu avisei para não confiar em mim.” – Mindinho

A habilidade de gestão matou Ned Stark. Ele negligenciou a cultura da empresa, acreditando que poderia transferir a cultura da sua empresa anterior (Winterfell) para a atual (Porto Real). Ele exige que os outros mudem, para se ajustarem a sua visão de como um país deve ser governado. É muito comum profissionais de projetos tomarem essa postura acreditando que será mais fácil implementar a mudança tendo como base sua experiência anterior. Assim como na série, a realidade é muito cruel, e a negligência pode custar milhões para a empresa e até a sua ‘cabeça’. Por isso, não tenha medo de ser flexível. Use o conhecimento da cultura da empresa em sessões de planejamento do projeto.

5. “O inverno está chegando.” – Casa Stark

Gerenciar projetos é permanecer vigilante. Os projetos assim como o mundo são incertos. Sempre inovar, manter-se forte, e planejar o futuro é o que diferencia os amadores dos gerentes de projetos profissionais. Está preparado para o inesperado é essencial. Gerenciar projetos e tomar decisões focando onde se pretende chegar. Gerentes de projetos que buscam conquistar grandes resultados devem estar preparados para os obstáculos futuros e planejar sua superação. Abrace o inverno, especialmente quando todo mundo está distraído e aquecendo-se ao sol.

6. “O caos não é um pit. O caos é uma escada.” – Mindinho

Os tempos caóticos revelam a força de um líder, seja uma dificuldade econômica ou uma mudança tecnológica, saiba que se está difícil para você, também está difícil para o seu concorrente. Quando os tempos são bons, é fácil gerenciar projetos. Somente quando reina o caos é que se destacam os melhores gerentes de projetos. Os GPs eficazes não são frustrados por desafios, eles usam os desafios como catapulta para atingir um novo patamar. Como Littefinger, destaca: “Muitos que tentam escalar falham e nunca chegam a tentar novamente. A queda quebra-os”. O sucesso acontece para aqueles que não se dão ao luxo de cair, não desistem e continuam a subir.

Game of Thrones é uma série enorme e com certeza muitas outras lições virão. E você, aprendeu mais alguma lição em Game of Thrones que não citamos neste post? Adicione-as nos comentários abaixo, mas certifique-se de avisar sobre spoilers!

Referência: http://www.quora.com/What-are-the-best-leadership-lessons-to-learn-from-Game-of-Thrones

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corrente crítica

Gerenciamento de Projetos por Corrente Crítica – Melhore a produtividade com menos multitarefas

Método CCPM permite entregas mais rápidas e mais baratas com a otimização do processo de trabalho através da corrente crítica.

Desempenhar diversas atividades ao mesmo tempo costuma ser uma prática valorizada nas empresas. No entanto, isso pode sobrecarregar profissionais, prejudicar o rendimento e atrasar o cumprimento dos prazos. O método conhecido como Gerenciamento de Projetos por Corrente Crítica (CCPM, na sigla em inglês) tem resolvido essa questão com elevados índices de sucesso nos mais diversos setores da economia.

Desenvolvido no final dos anos 1990 pelo físico israelense Eliyahu Goldratt, o CCPM é um método de planejamento e execução de multiprojetos. Considerado um dos maiores avanços no gerenciamento de projetos nos últimos 50 anos, esse método se baseia na Teoria das Restrições adaptada ao mundo dos negócios. Essa teoria adota quatro princípios de gestão de fluxo que estão por trás das linhas de produção da Ford e do sistema Toyota, de Taiichi Ohno. Adaptado para o ambiente de projetos temos:

1. Melhorar o fluxo: por meio do congelamento de projetos (carga) e do estabelecimento do foco para redução de multitarefas e sincronização das atividades;

2. Estabelecer um mecanismo prático que oriente a operação quando não produzir:
escalonando os projetos em concordância com o ritmo real do sistema (taxa com que os projetos são completados);

3. Eliminar eficiências locais: por meio da transferência da segurança (tempo) inserida nas tarefas individuais para o final do projeto;

4. Estabelecer um processo de focalização para balancear o fluxo: através do constante monitoramento do número de projetos na e antes da área de integração escolhida (na qual as várias “pernas” dos projetos mais se fundem).

Pesquisadores como Mabin e Balderstone apontam que a aplicação do método CCPM comprovadamente reduz os prazos e custos em 30% ou mais. Mesmo com resultados tão expressivos, estudos apontam que a mudança de comportamento é o maior empecilho para a aceitação e a implementação do método. O CCPM não só propõe uma solução técnica, mas também uma mudança de atitude, ou seja, de cultura.

O método é considerado por alguns autores como uma metodologia que corrige o comportamento humano em projetos. Como exemplo podemos citar a “psicologia da procrastinação” – deixar o trabalho a fazer para o último momento possível -, e a “Lei de Parkinson”, que é a tendência das pessoas de inflacionar o trabalho proporcionalmente ao tempo disponível para realizá-lo.

Implantar o CCPM requer, entre outros, uma análise do ambiente, patrocínio da alta gerência, capacitação da equipe envolvida e definição de metas e etapas a serem cumpridas. A Árvore Estratégias e Táticas desenvolvida e lançada por Goldratt em 2008 fornece a sequencia lógica dos procedimentos técnicos para a implantação do método. Vale a pena esforçar-se no início para colher os bons frutos da produtividade depois.

Julio Cesar da S. Manhães, MSc.

modelos de maturidade

Gestão de projetos – entenda seus modelos de maturidade

Gerir projetos exige técnica, e não é simples como alguns imaginam. Os fatores envolvidos e os diversos ajustes necessários no decorrer de um desenvolvimento são capazes de fazer com que os critérios de sucesso sejam alcançados e que seja notada a maturidade do projeto.

Clientes satisfeitos com o resultado, prazos efetivamente cumpridos como acordado, ausência de desvios no orçamento e produtos dentro das especificações técnicas são alguns dos pontos que definem o êxito de um projeto. É importante ainda ressaltar que tais parâmetros estarão sujeitos a variações no ambiente e riscos que podem não ser previstos.

Para saber um pouco mais sobre gestão de projetos e os modelos de maturidade, continue a leitura.

O sucesso de um projeto

Existem barreiras para que os projetos não atinjam o resultado esperado. No entanto, não só problemas externos surgem. Outras dificuldades frequentes e referentes à própria gestão do projeto devem ser foco de atenção, como:

  • não ter clareza ao comunicar o que precisa ser feito;
  • basear o plano em informações insuficientes ou inadequadas;
  • estimar pouco tempo para que as atividades aconteçam adequadamente;
  • superestimar o conhecimento dos envolvidos para execução das atividades;
  • estabelecer metas imprecisas e impossíveis de serem alcançadas;
  • desconsiderar a percepção de pessoas não envolvidas, como o usuário final.

Assim, cada gerente de projeto deve observar e buscar maneiras de resolver da melhor forma possível seus riscos e suas dificuldades para que o sucesso integral seja obtido.

Sabendo da importância da gestão de projetos dentro de uma estrutura organizacional, foram desenvolvidos padrões e modelos específicos para cada tipo. O guia mais usado e reconhecido mundialmente é o PMBOK, que sinaliza a existência de mais de 27 modelos de maturidade de projetos.

O modelo de maturidade

Um modelo de maturidade é uma forma para avaliar o quão hábil é uma organização para gerenciar seus projetos. Isso significa que ele possibilita a identificação do nível da maturidade em gestão de projetos e, assim, ajuda o gestor a definir o melhor caminho para que o sucesso pleno seja alcançado.

Dessa forma, encontram-se caminhos para elevar a produtividade geral e o nível de satisfação dos envolvidos. Os modelos de maturidade derivam dos esforços para um gerenciamento de qualidade dentro da indústria ao longo dos anos, em que a melhoria contínua nos processos busca resultados mais interessantes.

São diversas as formas de fazer a análise da maturidade, mas elas se baseiam na ideia de avaliar a competência organizacional na realização de atividades-chave. Os fatores que influenciam nessa competência em gestão de projetos são provenientes da soma dos esforços da equipe disponível, do gestor do projeto e da organização como um todo.

Os principais modelos de maturidade

Como dito, são muitos os modelos de maturidade disponíveis. Contudo, listamos aqui alguns dos principais e mais utilizados.

CMM e CMMI

Entre todos os modelos que ajudam na avaliação da maturidade do projeto, o CMM pode ser considerado como o seu primogênito. Criado pelo Software Engineering Institute (SEI) em Pittsburgh (Estados Unidos), o Capability Maturity Model surgiu como forma de suprir a necessidade que alguns profissionais tinham na área de software, principalmente no setor de desenvolvimento.

O CMM se mostrou importante por meio de uma organização de modelos que tinha como objetivo principal comprovar o nível de maturidade que determinada empresa tinha atingido. A ferramenta garantiu a possibilidade da maturação nos projetos que a empresa desenvolvia.

Já o Capability Maturity Model Integration (CMMI) é tido como um modelo mais evoluído do primeiro, e que também foi desenvolvido pelo SEI, tendo sua publicação no ano de 1992. Com uma proposta mais abrangente e visando uma comunicação mais definida entre cada processo de um gerenciamento de projetos, o CMMI tem uma entrega mais otimizada em desenvolvimento de software.

O CMMI tem quatro etapas para a sua avaliação:

  • treinamento da equipe que vai fazer a avaliação;
  • planejamento para executar a avaliação;
  • diagnóstico para poder realizar a avaliação;
  • discussão sobre os resultados obtidos.

Tanto o CMM quanto o CMMI são modelos que podem ser aplicados nas áreas de sistemas.

OPM3

Fundada no ano de 1969, tendo sede em quase todo o mundo, o PMI é uma instituição sem fins lucrativos que tem o interesse de associar todos os profissionais que trabalham com gestão de projetos. Por meio do interesse dos seus associados, foi criado o PMBOK, visto como um conjunto de boas e atualizadas práticas dentro de um PMO.

Não seria surpresa que essa empresa acabasse criando seu próprio modelo de maturidade, certo? O Organizational Project Management Maturity Model (OPM3) tem como principal proposta criar um padrão mundial para a criação e a avaliação das competências em qualquer empresa que tenha um gerente de projetos.

O OPM3 é um modelo que busca avaliar a maturidade do projeto com mais de 60 boas práticas. Um dos seus principais benefícios é o de desenvolver a capacidade da empresa propagar projetos de uma maneira correta e que esteja de acordo com um orçamento justo e típico do mercado.

Além disso, esse modelo é compatível com qualquer tipo de organização e busca se adequar a qualquer área de negócio, permitindo que a empresa possa trabalhar com qualidade — com o objetivo de desenvolver processos eficazes e ligados a boas práticas de projeto.

PMMM

Esse é um modelo, que busca avaliar a maturidade do projeto, desenvolvido pelo centro de pesquisas PM Solutions — uma das áreas do Center for Business Practices. O PMM foi criado com o intuito de treinar e dar consultoria a todos os profissionais da área de gestão de projetos.

Se analisarmos seu modelo, podemos dizer que ele é uma junção das áreas de conhecimento contidas no PMBOK e os cinco níveis de maturidade presentes no Capability Maturity Model (CMM):

  1. processos iniciais;
  2. processos estruturados e padronizados;
  3. padronização organizacional e processos institucionais;
  4. processo gerenciado;
  5. processo otimizado.

KPMMM

Recebendo o mesmo nome que do modelo de maturidade do projeto anterior, o Project Management Maturity Model foi criado pelo engenheiro, gestor e professor — que recebeu destaque pelo seu título de emérito — Harold Kerzner. Depois do seu lançamento em 1999, seu método recebeu duas novas atualizações e ambos os livros foram publicados em 2001 e 2005.

Seu modelo é constituído por cinco níveis:

  • linguagem comum;
  • processos comuns;
  • método singular;
  • benchmarking;
  • melhoria contínua.

Muitas empresas no Brasil foram contempladas por alcançarem o nível quatro (benchmarking) e o nível cinco (melhoria contínua).

No primeiro nível (linguagem comum) é desenvolvido um conjunto de termos peculiares que buscam identificar a necessidade de ter um bom entendimento e contribuir com a comunicação. Isso acontece para que a empresa possa desenvolver, definir e aplicar processos que buscam o sucesso em suas execuções no nível dois.

Para atingir o nível três, a empresa deve ser conhecida pela sua inteligência em unir todos os procedimentos em um único método — para que haja cooperação entre todas as áreas. Isso possibilita a avaliação do nível quatro, que valida se essa união pode estar presente em um cenário competitivo de mercado.

No final temos a melhoria contínua, que avalia o benchmarking da empresa e mostra o que pode ser feito para que ela sempre busque o aprimoramento.

MMGP

Lançando em 2002, mesmo ano do PMMM, o Modelo de Maturidade em Gerenciamento de Projetos (MMGP) foi criado por Darci Prado e tem duas opções de avaliação: setorial e corporativa.

Como o próprio nome já diz, a setorial visa avaliar um setor da empresa, e a corporativa avalia a empresa como um todo. O modelo também tem cinco níveis de maturidade e vem com um questionário de múltipla escolha com mais de 40 questões.

Project Framework

Desenvolvido pela empresa ESI Internacional, o Project Framework tem como objetivo avaliar a maturidade do projeto e possibilitar que as empresas melhorem seu modo de gerenciamento. Ele é construído usando todo o conteúdo do PMBOK e procura otimizar todas as áreas de conhecimento do projeto.

Também tem cinco níveis e é recomendado para empresa que buscam melhorar seu benchmarking, pois foca na busca por melhorias, procura manter a ordem dentro da empresa e melhora a vantagem competitiva por meio de seus processos.

Modelo Berkeley

Para aquelas empresas que querem saber sobre impactos financeiros e administrativos, o Modelo Berkeley, resultante de uma pesquisa desenvolvida por pesquisadores da Universidade da Califórnia em Berkeley, pode ser uma opção para avaliar a maturidade do projeto.

O modelo conta com um questionário com mais de 140 questões a respeito de todas as áreas de conhecimento contidas no PMBOK e também das fases que projeto passa. Sua principal vantagem é que ele ajuda a empresa a ter uma visão mais estratégica e a mantém dentro das boas práticas de projetos.

A única desvantagem que esse modelo apresenta é a falta de fluidez entre seus níveis — e não corrobora da mesma forma que o modelo desenvolvido por Harold Kerzner.

As características dos modelos de maturidade

Ao avaliar qual é o modelo mais adequado para sua organização chegar a um alto nível de maturidade, é importante que alguns critérios fundamentais sejam observados.

Disponibilidade

Corresponde à forma como o modelo é, efetivamente, disponibilizado. Basicamente, é como o material necessário para implementação é obtido.

Formato de questionário

Em si, qual é o formato das questões do modelo? Se são abertas, fechadas, se usam escala Likert ou outros formatos. A ideia é entender qual se adapta melhor à sua estrutura de gestão.

Avaliação

Determina a fórmula quantitativa com a qual a sua maturidade é matematicamente mensurada. Ela demonstra se faz ou não sentido e sua abordagem administrativa.

Aderência ao planejamento estratégico

Avalia se o modelo de maturidade se encaixa adequadamente ou não — fazendo os devidos ajustes — ao planejamento organizacional estratégico e mesmo operacional.

Plano e medição de melhorias

Referente à forma como se dá a implementação de melhorias na gestão de projetos.

No geral, qualquer processo de gestão de projetos pode ser desenvolvido a partir do foco em um novo nível de maturidade, em implementação e obtenção de resultados. Assim, modelos de maturidade do projeto podem ser muito bem adaptados ao seu processo de gestão. O segredo é que você saiba onde a sua empresa está e como ela pode chegar ao sucesso na execução dos projetos.

A Project Builder é reconhecida mundialmente e trabalha com um software para oferecer soluções em gestão de projeto. O que acha de fazer um teste grátis por 15 dias da nossa plataforma?

otimização de custos

Como otimizar os custos de gestão de projetos durante a crise?

Como crises sempre vêm e vão, o importante é saber lidar com esses períodos de maior sufoco para que os projetos não sejam diretamente afetados — nem no quesito qualidade nem no prazo de entrega. O bom é sempre trabalhar com uma certa folga de cronograma, mas não é só isso que conta na hora de apertar o cinto para passar pela crise sem muito estresse. A otimização de custos de gestão de projetos é um assunto ainda mais importante, quando imerso na crise.

A otimização de recursos é essencial para que se tenha projetos bem desenvolvidos sem causar peso desnecessário no caixa da empresa. E é nessa lista que entram os recursos humanos. Aumentar a produtividade da equipe significa otimizar vários outros recursos, impactando, assim, em todas as etapas do projeto.

Quer saber exatamente como a otimização de custos de gestão de projetos pode ajudar durante a crise? Então confira agora mesmo nosso post:

 Selecione a equipe certa

Por convenção, chama-se a força trabalhadora da empresa de recursos humanos, mas a verdade é que são pessoas, cada uma com sua história de vida, suas expectativas, sua visão de mundo e, obviamente, suas dificuldades. E para otimizar os recursos humanos na gestão de projetos durante uma crise, é essencial que você coloque a pessoa certa na atividade adequada.

Respeitar respectivos limites e habilidades é uma premissa básica para que você delegue atividades condizentes com o perfil de cada profissional, podendo, assim, obter o máximo de produtividade de cada um. Nesse cenário, a otimização de recursos virá do comprometimento e da motivação da equipe com o projeto, com as atividades delegadas e com o gerente do setor, o líder da equipe.

Otimize os custos com inteligência

Muitos gestores de projetos, durante uma crise, acabam economizando onde não é preciso, deixando custos que poderiam ser cortados correndo soltos. Mas atenção: não retire nenhum benefício que mantenha os trabalhadores motivados, pois isso pode simplesmente acabar com o comprometimento dos recursos humanos com o projeto em andamento.

Nesse caso, avalie as despesas do projeto para saber quais são os custos que mais comprometem o orçamento e verifique se há como fazer uma otimização desses itens, trocando de fornecedor, fazendo uma negociação ou, ainda, adquirindo uma nova ferramenta para promover maior produtividade ao longo do projeto. Vale a pena o esforço.

Ganhe tempo aumentando a produtividade

Em tempos de crise, é preciso ser criativo e utilizar todos os recursos disponíveis para melhorar a produtividade da sua equipe. Softwares gratuitos, ferramentas de analytics disponíveis na internet e uma boa dose de planejamento podem contribuir para a otimização dos custos de gestão de projetos a qualquer tempo.

Mas fica um alerta: nunca comprometa a qualidade do seu projeto para reduzir custos e aumentar a produtividade dos recursos humanos, pois isso impacta diretamente na satisfação do cliente e no resultado global do projeto. Lembre-se que são a sua imagem e a imagem da empresa que estão em jogo!

Mantenha os recursos humanos como foco

A crise deixa qualquer um apreensivo, já que podem ser realizados cortes de pessoal, os projetos podem parar de aparecer e os clientes podem desistir, tudo isso deixando a equipe com os nervos à flor da pele. Para que não se tome nenhuma decisão precipitada, mantenha os recursos humanos no foco das atenções, procurando saber, inclusive, se existe algum boato ou comentário depreciativo sobre o momento que possa comprometer a produtividade da equipe.

Busque estar sempre acessível para seus liderados, criando uma cultura de feedback — de duas vias, obviamente. Dessa forma, assim como você dá feedback para a sua equipe, ela também pode querer dar um feedback para você. Portanto, esteja preparado para receber críticas e sugestões que fujam do seu ponto de vista, lembrando-se sempre que todo diálogo é válido quando bem recebido, processado e analisado.

Fortaleça a comunicação interna

Para evitar perda de profissionais e precisar arcar com os custos de novas contratações e novos treinamentos, mantenha a comunicação interna fortalecida. As pessoas querem, sim, saber sobre o que está ocorrendo, quais são os planos para o futuro e qual é sua situação dentro do contexto da crise. Ser o mais claro possível e não mentir em hipótese alguma vai proporcionar credibilidade de sobra para que a equipe trabalhe com maior produtividade e tenha comprometimento com a otimização de recursos na execução dos projetos.

Lembre-se de que a comunicação interna é a grande responsável por um ambiente de trabalho harmônico, sem fofocas venenosas e com a saúde necessária para que o setor de recursos humanos da empresa não precise ser acionado para demitir um ou outro. E é exatamente nesse quesito que a maioria das empresas acaba pecando. Não seja mais um em meio à multidão!

Foque no que é realmente importante

A crise pode desestabilizar qualquer um, inclusive, claro, o gerente de projetos. O importante aqui é manter a calma e focar naquilo que é realmente importante para a conclusão dos projetos dentro dos parâmetros estabelecidos. Se for preciso mudar o escopo ou fazer qualquer alteração no planejamento, certifique-se de que a alteração é realmente necessária e que vai contribuir para gerar resultados mais efetivos.

Para não perder o foco, estabeleça também prazos reais e factíveis, sem pressionar sua equipe para realizar horas extras, trabalhar aos finais de semana ou perder as férias para mostrar que está otimizando recursos. Como já falamos, seus recursos humanos são as pessoas, pessoas essas que precisam de descanso, lazer e qualidade de vida para trabalharem com vontade e gerarem resultados.

Tenha um plano de gerenciamento de crises

Todo projeto começa com um bom planejamento, certo? E um bom planejamento contém a descrição de todos os riscos a que o trabalho está sujeito, com sua respectiva classificação de acordo com a probabilidade de ocorrência e do perigo representado para sua conclusão.

Ao definir um plano de gerenciamento de crises, a equipe se antecipa a qualquer problema que possa vir a ocorrer no percurso normal de suas ações, podendo, assim, criar mecanismos para não permitir que os impactos sejam significativos, interrompendo ou prejudicando o trabalho como um todo.

Estudar as lições aprendidas com projetos semelhantes pode dar diversos insights para que se comece um novo projeto otimizando recursos e aumentando a produtividade da equipe. E isso significa que, mesmo em uma crise, os recursos humanos não serão atingidos com tanta força. Parece promissor, não concorda?

A otimização de custos na gestão de projetos durante uma crise requer agilidade de pensamento por parte do gerente e uma equipe devidamente comprometida com seu trabalho. Ao se construir um relacionamento de qualidade com a equipe do projeto e a direcionando para ações cada vez mais estratégicas, é possível trabalhar com menos recursos humanos e mais produtividade, bastando, para isso, adotar uma ferramenta de gestão de projetos que automatize os processos mais demorados e permita uma gestão de projetos mais enxuta.

Agora comente aqui e nos conte como otimiza os custos de gestão de projetos durante a crise! Já automatiza sua gestão de projetos? Qual das vantagens proporcionadas por essa automatização é mais benéfica para sua empresa? Compartilhe suas experiências e impressões conosco e participe da conversa!

 

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project builder

Case de Sucesso: Saiba como a Econtech obteve sucesso na gestão de projetos com o software da Project Builder

A Econtech, empresa dedicada à consultoria organizacional e à auditoria de processos, precisava melhorar o fluxo e a velocidade de suas operações. Para isso, a decisão foi certeira e bastante oportuna: implantar um software de gestão de projetos. Foi quando a Project Builder (PB), referência no Brasil nesse tipo de tecnologia, entrou em cena e otimizou os processos da Econtech.

Neste texto, você vai conhecer um pouco mais a respeito dessa parceria de sucesso. É, sem dúvida, uma valiosa oportunidade para visualizar os resultados práticos de uma operação alinhada e altamente sinérgica, em que os parceiros certos podem alavancar o crescimento mútuo.

Acompanhe, a seguir, a história da Econtech. Saiba como e por que a empresa foi capaz de potencializar seus processos ao implantar as funcionalidades que a Project Builder oferece.

Qual é o mercado de atuação da Econtech?

A Econtech, que tem sede em Recife, utiliza ferramentas e tecnologias de ponta para maximizar os resultados de seus clientes. Oferecendo serviços de consultoria organizacional e de auditoria de processos, a empresa provê soluções integradas e inovadoras para promover o desenvolvimento de seus parceiros.

A competência na execução dos projetos não tardou a incrementar a demanda de empresas interessadas nos serviços. O crescimento operacional, por sua vez, levou à necessidade de melhorar o controle de dados e alavancar a transparência dos processos, diminuindo retrabalhos e otimizando performances.

Como a Econtech identificou a necessidade de um software de gestão de projetos?

A identificação da necessidade de implantar um software de gestão de projetos foi bastante natural. As particularidades da Econtech — bem como seu compromisso de oferecer sempre o melhor serviço a seus clientes — exigiam um produto robusto e confiável. Era o momento de buscar um fornecedor que atendesse às demandas do negócio.

Lucineia Pedrosa, diretora de projetos da Econtech, conta que, uma vez levantada a necessidade de implantar um sistema para controlar os processos internos, foi iniciada minuciosa etapa de avaliação de possibilidades

Após buscas on-line, que culminaram na seleção de alguns bons candidatos, um período de testes foi monitorado na Econtech. Dentre os critérios de comparação, constavam:

  • eficácia e  velocidade no suporte técnico;
  • aderência tecnológica;
  • robustez de funcionalidades;
  • fácil usabilidade.

Uma vez analisadas, as soluções foram elencadas e contrapostas, a fim de efetivar a decisão final. “A Project Builder foi a melhor opção”, afirma Lucineia. Começava, então, a parceria de sucesso entre Econtech e Project Builder.

Quais eram os desafios antes da implantação da Project Builder?

Antes da implantação da Project Builder, a Econtech enfrentava problemas na administração cotidiana de suas rotinas e de seus projetos. Era preciso otimizar os fluxos de rotina e eliminar o retrabalho, tornando as atividades mais ágeis e produtivas.

“Havia dificuldade no acompanhamento diário. Era complicado dar um posicionamento sobre o projeto ao cliente, por exemplo, já que perdíamos muito tempo para compilar as informações necessárias e, muitas vezes, elas ainda estavam incompletas”, pondera Lucineia.

A ausência de um software que centralizasse os dados e os tornasse acessíveis sobrecarregava a equipe da Econtech e, em alguns casos, podia até mesmo incomodar o cliente — que desejava ter acesso ao status de seu projeto em andamento. O monitoramento em tempo real era totalmente inviável.

Quais foram os resultados obtidos com o uso do software da Project Builder?

Com a escolha do sistema da Project Builder, muita coisa mudou. Os principais aspectos otimizados no dia a dia da Econtech dizem respeito ao planejamento geral do projeto, ao registro de todas as atividades realizadas e, claro, à capacidade de fornecer ao cliente as informações atualizadas sobre os avanços e as eventuais pendências de seu projeto.

Agora é possível construir e verificar o cronograma detalhado de atividades, fornecendo updates automáticos ao cliente. Na prática, a Project Builder contribuiu para agregar valor aos serviços prestados, alavancar o desempenho da equipe e conferir mais transparência às rotinas de trabalho.

Dessa forma, a Econtech elimina o retrabalho e potencializa a satisfação de sua carteira, reforçando seus valores de excelência. A empresa amplia sua capacidade de crescimento sustentável e tem mais segurança para alçar voos ainda mais altos!

Como o software ajuda na visão estratégica da empresa?

Para Lucineia, a Project Builder “é a ferramenta que atende ao que propõe”, refletindo a satisfação de uma relação próspera. Ela sinaliza, ainda, que o sistema da PB é utilizado, na Econtech, em duas frentes bastante importantes e estratégicas para a empresa: como ferramenta de controle de tarefas internas e como recurso de interação com a base de clientes.

Diante disso, não seria equivocado dizer que a Project Builder desponta como a solução ideal para maximizar o desempenho de empresas e de seus respectivos clientes. Trata-se, enfim, de um ciclo altamente virtuoso, responsável por elevar ao máximo os resultados de um grupo comprometido de negócios e gestores.

O software de gestão de projetos da Project Builder oferece tecnologia de ponta capaz de atender às demandas e de superar as expectativas. Para além das funcionalidades do sistema, a qualidade do serviço — da pós-venda ao suporte técnico — também deve ser considerada e priorizada. Afinal, quanto mais confiável a parceria, mais efetivos serão os retornos por ela gerados.

Como é o relacionamento entre as duas empresas?

Lucineia é categórica ao afirmar que a decisão foi absolutamente a melhor possível e que os resultados positivos, ainda que imediatos, são duradouros e continuam a motivar o crescimento da Econtech.

De acordo com a diretora, há uma imensa satisfação em contar com a Project Builder. “A empresa está sempre buscando se atualizar, tem um suporte preciso e, independentemente do investimento do cliente, está sempre pronta a atender às demandas que levantamos.”

A confiança, bem como o relacionamento saudável entre fornecedor e cliente, é essencial para garantir uma parceria duradoura e lucrativa, capaz de fortalecer o crescimento de ambas.

Do mesmo modo, a constante busca da inovação, que fica evidente na adequação tecnológica e na disponibilização de novas funcionalidades no sistema, deve ser um atributo valorizado no momento de optar por uma empresa de software. Assegure-se de contar com uma organização antenada, capaz de acompanhar (e de endossar) o desenvolvimento do seu negócio.

A sua empresa quer crescer com responsabilidade e escala? Ótimo, então você precisa de um sistema que possa oferecer transparência, segurança e eficácia na administração de atividades e projetos. Fale com um dos nossos consultores e entenda por que a PB é a tecnologia perfeita para o seu negócio!

gestão da documentação

6 benefícios da gestão da documentação nos seus projetos

Lidar adequadamente com a gestão da documentação é uma das tarefas fundamentais para o sucesso dos projetos de uma empresa. Isso porque, além de facilitar a realização de tarefas, os registros constituem um mecanismo de controle relevante. Atualmente, a melhor forma para gerir os papéis é por meio de softwares específicos. Assim, facilita-se a condução e acompanhamento de processos.

Ocorre que, apesar de ser tão relevante, em diversos casos, os profissionais não priorizam essa atividade. Consequentemente, o armazenamento, o compartilhamento e o uso dos dados são conduzidos e arquivados sem padrões de comportamento bem definidos e com tecnologias ineficientes.

Neste artigo, listamos seis benefícios de realizar uma boa gestão da documentação. Não deixe de conferir!

1. Melhora o processo de comunicação

Uma boa escolha quanto à forma de armazenar, compartilhar e modificar os documentos pode melhorar a comunicação da equipe. Nessas condições, as informações são transmitidas e preservadas com o auxílio de métodos confiáveis e gerenciáveis.

Além disso, a opção por um software aprimora o compartilhamento. Por exemplo, enquanto planilhas ou documentos de texto precisam ser salvos e enviados por e-mail, a solução de gestão de projetos dá acesso simultâneo a todos os usuários autorizados pela empresa.

Essa facilidade dá fluidez à comunicação. Logo, as informações necessárias para atender as demandas e solucionar problemas estarão sempre à disposição do seu destinatário. Os arquivos não apenas saem do ponto “A” para o ponto “B”, mas ficam acessíveis para o uso imediato de todos os interessados.

2. Automatiza o fluxo de trabalho

A conclusão de um projeto é o fruto de diversas ações coordenadas. Entre o início e fim da execução de uma nova demanda, há um longo fluxo de trabalho que precisa ser ordenado. Para tanto, a gestão da documentação é fundamental. Com ela, todo o processo pode ser arquivado de forma a garantir acesso a todos os autorizados. Ele, então, poderá servir de modelo para futuras ações.

Por exemplo, imagine que você comanda a elaboração de vídeos institucionais. Aqui, a filmagem precisa ser convertida em um documento (arquivo de vídeo) e entregue para edição. Logo após, os revisores conferem a informação já editada, transferindo o conteúdo para sua aprovação final.

Essas etapas devem estar previamente automatizadas, de modo que o colaborador Fulano execute sua parte após Beltrano terminar a dele. Isso organiza, melhora a produção e permite que o projeto caminhe mesmo com um número grande de tarefas ou com o aumento de sua complexidade.

Além disso, a aplicação de um software pode automatizar as ações repetitivas e manuais das diversas etapas. Dessa forma, o fluxo é seguido de forma automática e muito mais eficiente.

3. Aumenta a produtividade da equipe

Com fluxo de trabalho e comunicação mais eficientes, é natural que a produtividade da equipe aumente. Ao chegar a sua vez de atuar no projeto, o colaborador terá um acesso facilitado às informações necessárias para suas tarefas. Isso, em termos de desempenho, se traduz da seguinte forma:

  • maior agilidade no andamento das etapas do projeto;
  • redução dos períodos de ociosidade, comuns quando um profissional tem alguma burocracia para obter dados essenciais para suas atividades;
  • conservação dos serviços já realizados e, portanto, a prevenção do retrabalho;
  • redução de carga de trabalho, uma vez que diversas ações são transferidas para um software de gestão;
  • facilitação do controle do fluxo de demanda, afinal, o gestor terá condições de acompanhar o que é realizado com base na documentação compartilhada.

Vale ressaltar que esse aumento de produtividade também representa benefícios indiretos, como mais tempo para investir na qualidade do projeto e a possibilidade de assumir compromissos maiores.

4. Mantém um histórico das mudanças realizadas

Uma gestão da documentação adequada fornece um registro dos eventos ocorridos durante a execução de um projeto, com o histórico das mudanças realizadas. Isso, na prática, tem diversas utilidades:

  • identificar erros no processo;
  • prestar contas a superiores, clientes, parceiros e outros interessados;
  • permitir o aprendizado por meio da análise da relação entre as ações e os efeitos produzidos;
  • possibilitar que a equipe retome o projeto de um ponto anterior, quando se perder o rumo;
  • facilitar a avaliação da contribuição de cada colaborador;
  • servir de case para busca de novas ideias.

Por isso, é possível pensar na documentação adequada como uma forma de produzir um ativo intangível para organização. Pois os arquivos acabam servindo de acervo intelectual para todos os setores.

5. Reduz custos e erros

A partir do momento que os registros são geridos de forma adequada, eles se tornam mais confiáveis, logo, as informações contidas estarão mais aptas a direcionar os profissionais para as decisões certas.

Igualmente, a melhoria do fluxo de trabalho e da comunicação, minimiza outros erros. O tráfego de informações precisa ocorrer sem ruídos, de modo que as demandas sejam entregues no prazo e condições estipuladas.

Ainda é possível reduzir custos. Afinal, uma gestão da documentação adequada é mais barata porque utiliza meios digitais e escaláveis, além de beneficiar as contas com a redução de equívocos e retrabalhos.

Outra redução de custos é a gestão de tempo e estimativas, permitindo mais eficiência, produtividade e assertividade na determinação de prazos de uma execução.

6. É mais competitivo

Normalmente, os projetos existem em um contexto em que outras empresas também buscam soluções para atender às necessidades e desejos de um público. Logo, é preciso ser mais ágil e eficiente do que a concorrência.

Por exemplo, se você tem uma boa ideia e falha na execução, é possível que outra pessoa coloque algo similar no mercado e prejudique o lançamento da sua solução.

Essa disputa também ocorre no ambiente interno das empresas. Ora, como os recursos são limitados, a tendência é que eles sejam destinados prioritariamente para quem demonstra a maior capacidade de entrega.

Sendo assim, a gestão da documentação é um diferencial competitivo, que melhora a criação e entrega de valor dos projetos. Então, é recomendável que você busque mais informações e invista nessa área!

Para conhecer outros elementos de uma gestão de projetos de alta performance, baixe nosso e-book e descubra os sete segredos para atingir esse estágio!

captar recursos

6 dicas para captar recursos para o projeto

Captar recursos para o projeto é uma atividade fundamental para qualquer que seja o tipo de projeto. Os investidores escutam solicitações todo o tempo, por isso se você quer obter os recursos para seu projeto, saiba que terá que se destacar.

De fato, impressionar a pessoa que poderá destinar o montante necessário para a execução de seu projeto é importante e deve ser feito da maneira correta. Confira a seguir 5 dicas importantes para fazer um pitch matadore conseguir convencer os investidores a colocar recursos em seu projeto.

Uma boa justificativa

Todo Plano de Projeto precisa conter uma boa estrutura de apresentação. Normalmente, este documento inclui uma introdução, justificativa, objetivos, recursos, requisitos, tecnologias, infraestrutura, riscos, stakeholders entre outras informações. Mas o que torna um projeto atraente para os investidores é uma justificativa de impacto.

Quais benefícios terão ao investir naquele projeto? Por que este projeto precisa daquele recurso proveniente daquele parceiro? Qual a proposta de valor do projeto? Estas questões são os diferenciais. Por isso, capriche na justificativa do seu plano de projeto. Estas informações irão subsidiar sua apresentação final, seu pitch com os investidores.

Destaque aos objetivos específicos

Outra dica para captar recursos para seu projeto junto aos investidores é destacar o papel que eles possuem para que os objetivos específicos deles sejam alcançados. O objetivo geral é amplo, mas nos pontos específicos é possível detalhar as metas de forma dirigida. O ideal é ter um objetivo específico para cada um dos investidores. Aliados as justificativas estes são bons argumentos que você pode utilizar para captar recursos para seu projeto.

Descreva as atividades

Os investidores também querem saber como você irá alcançar aquelas metas descritas nos objetivos específicos, por isso é importante explicar bem quais serão as atividades realizadas para cumprir com aqueles objetivos. Destaque os recursos humanos que irão ser destinados para o projeto e suas qualidades e habilidades. Vale a pena também ressaltar junto aos investidores a capacidade de execução daquela equipe.

Por fim, no plano de projeto é preciso detalhar estas atividades para subsidiar de dados o cronograma de desembolso. Para uma apresentação rápida não é preciso incluir estes detalhes, mas tenha-os em mente caso algum investidor questione como será executado o projeto meticulosamente.

Faça um orçamento realista

Outra dica que pode até soar óbvia é com relação ao orçamento. Superfaturar o valor requisitado costuma ser uma prática de alguns projetos. Mas tenha em mente que o investidor sabe o custo de cada um dos itens do orçamento, afinal de contas este é seu trabalho. Portanto, não pratique isso, faça um orçamento realista sem superfaturar nenhum dos recursos. Lembre-se que dados precisos geram mais confiança em seu projeto e sua execução.

Tenha um cronograma de desembolso

Dificilmente os investidores irão desembolsar todo o recurso solicitado de uma só vez. Por isso apresente também um cronograma das etapas do projeto e os recursos necessários para cumprir cada uma delas. Planeje entregas para que o investidor possa ver o retorno de seu investimento em resultados concretos. Apresente sua estratégia na hora de solicitar recursos. Este planejamento é outro fator que promove a confiança dos investidores em seu projeto.

Faça um pitch consistente

Por fim, durante a apresentação de sua solicitação de recursos tenha um discurso matador. Comece pela justificativa do projeto, destacando porque ele é relevante e importante. Passe para os objetivos específicos, as atividades, o orçamento e o cronograma de desembolso. Mas certifique-se de fazer uma apresentação dinâmica, recheada de informações, imagens e gráficos. Impressione os investidores para obter os recursos para seu projeto!

E não se esqueça que além de buscar por recursos de maneira eficiente, o projeto precisa ser muito bom para se tronar viável.

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certificação PMP

Por que gerentes de projetos precisam da certificação PMP

Qual a vantagem de se ter uma certificação PMP? Muitas vezes, utilizamos uma ferramenta durante anos e são raras as ocasiões em que paramos para refletir sobre os benefícios de nossas ações.

Em um grande número de casos, adotamos determinadas posturas para buscar um diferencial na carreira. No caso da certificação PMP, o que pode ser visto como um simples pedaço de papel pode servir para o ingresso em uma categoria de profissionais certificados, estabelecendo assim uma maior credibilidade.

Portanto, além de um diferencial de qualidade, a certificação PMP pode trazer outros benefícios, como os cinco que listamos abaixo.

1. Mecanismo de filtragem

Um certificado PMP serve como mecanismo de filtragem para as decisões de contratação. Você tem alguma ideia de quantos currículos os gerentes de contratação recebem quando publicam um emprego para gerente de projetos? Potencialmente, centenas podem ser enviados.

Com uma montanha de currículos, muitos gerentes de contratação começam dividindo a pilha de currículos em duas partes: cadidatos que têm certificação PMP e aqueles que não a têm. Sem dúvida, há bons candidatos na pilha dos não-certificados, mas infelizmente eles costumam ser ignorados.

Portanto, use a certificação PMP a seu favor, colocando no currículo há quanto tempo foi certificado e explicitando se já tem experiência com PDUs (unidades de desenvolvimento profissional, da sigla em inglês). É importante também até incluir o número da sua certificação PMP.

Não pense que potenciais empregadores não irão pesquisar seu registro no Project Manager Institute (PMI). Infelizmente há um bom número de pessoas inescrupulosas que vão tentar enganar, dizendo que são PMPs quando não o são. Empregadores têm o dever de verificar a legitimidade da certificação dos candidatos a um emprego.

2. Aumento de salário

O salário de um gerente de projetos tem sido analisado por diversos estudos. A pesquisa salarial conduzida pelo PMI.org a cada dois anos é uma das mais conceituadas.

O mais recente levantamento, baseado no ano de 2011, mostra que um gerente de projetos certificado, em média, ganha aproximadamente US$ 10.000,00 (dez mil dólares) a mais por ano do que seu colega não certificado. Uma certificação PMP vale a pena o tempo, custo e energia numa base financeira. Nesse ponto, fazemos um aviso importante.

Se você é um gerente de projetos PMP e não ganha o salário médio para as pesquisas na sua região, é preciso agir. Você pode levar essas informações para o seu empregador atual e lhe mostrar os números. Eles podem fazer um ajuste salarial para mantê-lo. Ou então você pode decidir a começar a procurar trabalho em outros lugares.

3. Uma boa primeira impressão

Certificação PMP significa que você tem milhares de horas de experiência na bagagem, passou por um rigoroso exame e mantém a sua certificação atualizada a cada ano com novos e permanentes aprendizados.

Quando você está na posição de trabalhar com uma nova equipe ou em uma empresa diferente e você possui PMP, há uma certa quantidade de credibilidade já preestabelecida. A suposição é de que essa pessoa sabe o que está fazendo em oposição a uma pessoa que não tem a menor idéia.

Depois, claro, caberá ao profissional atuar com qualidade para provar ou refutar essa primeira impressão.

4. Linguagem comum com companheiros de projeto

Outro benefício do certificado PMP é a capacidade de se comunicar instantaneamente com companheiros e colegas.

Por exemplo, digamos que você iniciou um novo trabalho como gerente de projetos em uma empresa. Um dos fatores atraentes foi que a maioria dos gerentes de projetos são certificados com PMP, inclusive o diretor da empresa. Você sabe que isso significa que eles entendem os mesmos processos, fases e vocabulários. Mesmo que a aprendizagem possa ser extensa quando se trata da tecnologia específica da empresa, você já sabe que não precisa se preocupar sobre como os projetos foram executados.

5. Aumento de confiança

Outro benefício em obter sua certificação PMP é que ela constrói confiança.

Você pode ter sido um gerente de projetos por algum tempo antes de obter sua certificação PMP. Você aprendeu “o que funciona” e “o que não funciona” com a chamada “escola da vida”. Contudo, você sempre conviveu com dúvidas persistentes. Você se perguntava se havia uma maneira melhor, conversou com diversas pessoas a respeito, fez muitas tentativas e descobriu um caminho a seguir.

Claro, você falou com muitas pessoas e fez muitas perguntas. Porém, não há como ter 100% de confiança de que isso poderia ser considerado o novo “padrão da indústria”.

Já com uma certificação PMP, você passou a ter como validar se o método empregado em uma área segue um padrão correto, além de ter ferramentas para descobrir melhorias em outras áreas.

Você adquire uma riqueza de novas informações que torna o seu profissionalismo como gerente de projetos muito mais fundamentado, como conceitos de gerenciamento de valor agregado ou maneiras de juntar uma estrutura de divisão do trabalho. Tudo isso permite a você gerenciar suas equipes, projetos e resultados com uma grande dose de confiança.

Após essa reflexão, o tempo, o custo e a energia para conquistar uma certificação PMP vale muito a pena. É preciso ter em mente que é como qualquer outro investimento. Você precisa ter certeza de que está colocando isso em uso. Você precisa maximizar sua certificação, aproveitando-a no seu emprego atual, encontrando novos empregos, bem como dar continuidade às suas unidades de desenvolvimento profissional.

Você está procurando por recursos de gerenciamento de projetos para ajudá-lo no seu caminho para a certificação PMP? O Project Builder oferece uma riqueza de conhecimento para você!

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gerenciamento efetivo de stakeholders

[Material Gratuito] Guia Prático para um Gerenciamento Efetivo de Stakeholders

O sucesso de um projeto dependerá do comprometimento das partes interessadas. Um gerenciamento efetivo de stakeholders, leva a uma boa gestão que permitirá envolver e engajar essas pessoas, aumentando as chances de sucesso do projeto.

Claro que com o crescente interesse pela área surgem também algumas dúvidas comuns como, por exemplo, quais são os processo, conceitos, de que forma implantar uma gestão efetiva de partes interessadas, etc.

Sendo assim, criamos um material bem completo para mostrar conceitos, processos e as melhores práticas para um gerenciamento efetivo de Stakeholder para quem deseja entender melhor essa área de conhecimento e colocá-la em prática.

Nele, você verá:
    • Identificar as partes interessadas e analisar sua influência sobre o projeto;
    • Responder de forma estratégia os questionamentos e inseguranças das partes interessadas do projeto;
    • Identificar as barreiras para o sucesso do projeto e tomar ações preventivas;
    • Desenvolver estratégias para se comunicar, estabelecer limites, e gerenciar as expectativas;
    • Descrever as entradas, ferramentas técnicas e saídas do gerenciamento de stakeholders;
    • Implementar de forma prática o gerenciamento de stakeholders na sua empresa.