Teste Grátis
encerramento do projeto

Série Dicas para cada etapa do projeto: 7 dicas para o encerramento do projeto

O projeto foi perfeito, deu tudo certo na execução e o planejamento funcionou brilhantemente. Porém, bem no final, a equipe se esquece de fazer os testes, o cliente não recebe nenhuma comunicação de encerramento e fica tudo meio subentendido. Será que isso passa o profissionalismo que sua empresa merece?

O encerramento do projeto é tão importante quanto as demais etapas, pois é ele que deve encerrar com chave de ouro o vínculo entre a equipe do projeto e o cliente, determinando os resultados e liberando os envolvidos para se dedicarem a outras atividades. Sendo assim, acompanhe agora mesmo nossas dicas e feche seus projetos como manda o figurino:

Dedique um tempo aos testes

É essencial testar a solução desenvolvida para que, ao entregá-la ao cliente, você tenha a mais plena certeza de que nada de errado acontecerá. Mas atenção: só um ou dois dias nem sempre são suficientes para a realização dos testes! Portanto, faça uma varredura total em tudo o que foi desenvolvido, liste os erros que poderiam acontecer e faça uma bateria de exames minuciosos para saber se está tudo funcionando perfeitamente, afinal, você não vai querer o cliente ligando alguns dias depois da entrega para dizer que está com problemas, não é mesmo?

Invista no treinamento dos usuários

Os usuários devem ser amplamente treinados para usarem os recursos desenvolvidos em sua plenitude. Por isso, destine um prazo moderado para que todos se ambientem com a nova solução e possam tirar suas dúvidas antes de qualquer problema efetivamente aparecer. Muitos gerentes de projetos culpam os usuários pela má utilização dos recursos, contudo, poucos realmente se empenham em treiná-los para que se sintam seguros o suficiente para operacionalizar um sistema, por exemplo.

Formalize o fechamento do projeto

Marcar uma reunião de fechamento, em que todos os envolvidos assinam um documento concordando com a conclusão do projeto é uma providencial medida cautelosa, que faz com que se tenha reclamações posteriores. Aproveite para repassar todos os pontos do projeto, todas as realizações, os custos, as pessoas envolvidas e o que foi entregue, não se esquecendo de agradecer pela oportunidade de ter trabalhado com o cliente.

Avalie o planejado contra o executado

Com o resultado do projeto em mãos, finalmente chega a hora de refletir sobre o que foi planejado e o que foi efetivamente executado. Será que o planejamento estava correto? Faltou alguma coisa que tenha prejudicado o andamento do projeto? Essa comparação serve para que você avalie o desempenho da sua equipe, assim como sua própria desenvoltura, levando como aprendizado tudo o que pode ser melhorado para os projetos futuros.

Realoque sua equipe

Se sua equipe precisa voltar para outros postos de trabalho ou precisa ser redirecionada para outros projetos, este é o momento! Lembre-se de ter um momento a sós com os membros do time para agradecer pelo empenho, o comprometimento e a dedicação. Ressaltando que manter o bom relacionamento com todos pode trazer outras oportunidades de trabalho no futuro.

Encerre os contratos

Se você utilizou serviços terceirizados, reveja todos os contratos e faça os encerramentos devidos para que não haja nenhum prejuízo para a empresa. Mantenha os dados dos fornecedores no seu ERP para futuras oportunidades e contatos estratégicos. Um bom networking faz toda a diferença!

Arquive a documentação

Com todas as questões de encerramento devidamente solucionadas, passe para o arquivamento da documentação do projeto, de maneira a poder recuperá-la facilmente em caso de eventual necessidade. Não se esqueça de enviar uma cópia para o cliente, para que ele tenha seu próprio arquivo.

Agora comente aqui e nos conte como você costuma fazer o encerramento dos seus projetos. Que passos segue? Compartilhe suas experiências e dicas conosco e enriqueça nosso post!

Tomada de decisões

Tomada de decisões: 5 dicas para o seu sucesso na gestão de projetos

Escolher qual camisa usar, o que comer no café da manhã e qual caminho para ir ao trabalho são pequenos exemplos de tomada de decisões que fazemos logo no início do nosso dia. Essas decisões, normalmente, são intuitivas e nem as percebemos. Porém, existem inúmeras situações onde devemos fazer uma escolha que impactará nas nossas atividades e no desenrolar do nosso dia a dia.

As decisões mais importantes que encontramos no âmbito empresarial exigem preparo e experiência, para que o profissional possa fazer a melhor escolha possível. Os gerentes de projetos são reconhecidos por serem grandes tomadores de decisão e devem sempre buscar potencializar as oportunidades e reduzir as ameaças.

Tomar decisões corretamente é um dos fatores primordiais para o êxito de um projeto. Portanto, aprenda neste artigo cinco dicas para obter sucesso na gestão de projetos com a tomada de decisões.

1. CONHEÇA SEU PROJETO

Para tomar a melhor decisão frente à gama de opções que se tem, é extremamente necessário conhecer seu projeto a fundo. O gerente de projetos deve compreender por completo o escopo do projeto, bem como seus custos, prazos e parâmetros de qualidade necessários.

Estar 100% inteirado do que deve ser feito e do que está acontecendo no exato momento da tomada de decisão é essencial para que o profissional obtenha um resultado positivo em suas escolhas, podendo assim fazer uma análise de causa e efeito, baseando sua decisão em dados importantes.

2. COMUNIQUE-SE BEM

De acordo com o Project Management Institute (PMI), a comunicação é um dos maiores causadores do fracasso dos projetos ao redor do mundo. O grande número de stakeholders faz com que ocorram inúmeros ruídos no processo de comunicação, distorcendo informações e atrapalhando todo o desenvolvimento das atividades.

Além da distorção da informação, muitas vezes elas chegam com pouca qualidade e baixa utilidade, deixando o gerente de projeto na mão. Dessa maneira, ele aposta na sua experiência e no seu feeling para tomar as decisões, o que pode ser demasiadamente arriscado.

Devido a isso, afirma-se que a comunicação é uma grande habilidade dos gestores de projetos de sucesso e ela deve ser considerada prioridade zero, pois é um dos principais fatores de sucesso de um projeto.

3. BASEIE-SE TANTO NAS INFORMAÇÕES QUANTO NO FEELING

Muitos profissionais experientes e com grandes vivências em projetos já detém um feeling apropriado para a tomada de decisões. Mas, apostar somente no feeling é muito arriscado e não é uma garantia de uma tomada de decisão assertiva.

Como falado, é extremamente importante que o gestor esteja bem municiado de dados sobre todos os processos que envolvam a execução das atividades do seu projeto. As informações de um projeto estão sempre disponíveis para o gestor e, com certeza, o ajudarão na tomada de decisões.

O feeling não deve ser deixado de lado. Ele é extremamente importante, uma vez que ele é a soma de todo o conhecimento e experiência do gerente de projeto e, ao ser utilizado em conjunto com uma boa análise de dados, os resultados são os melhores possíveis.

Por isso, pode-se afirmar que é extremamente importante basear a tomada de decisões tanto nas informações disponíveis, quanto no feeling do profissional.

4. CONHEÇA AS PRINCIPAIS FORMAS DE SE TOMAR UMA DECISÃO

Existem três formas de tomada de decisão que são mais usuais: decisões consensuais, por maioria e por autoridade. Um gestor de projetos eficiente sabe exatamente a hora de escolher cada uma dessas opções, buscando sempre obter o sucesso desejado.

Mas, você sabe quais as características de cada uma delas? Veja a seguir:

Decisões consensuais

As decisões consensuais são aquelas feitas quando todos os integrantes se envolvem na busca de um mesmo objetivo. Algumas vezes, essa decisão não é a favorita de todos, mas todos concordam que ela cumpre com as necessidades da situação em jogo.

Essa decisão ocorre através de uma discussão saudável (por meio de diálogos) entre os componentes de uma equipe, cada um com suas opiniões e ideias, buscando sempre a melhor escolha possível para a empresa.

Decisões por maioria

As decisões por maioria são aquelas feitas quando a maioria (50% + 1) dos integrantes é a favor de um resultado. Como ocorre no sistema eleitoral brasileiro, a decisão por maioria é conhecida por ser democrática, mas pode ocasionar alguns problemas (como fraudes e compra de votos, por exemplo).

É válido afirmar ainda que nem sempre a opção escolhida pela maioria será a melhor opção. Com o andamento das atividades, pode-se descobrir que essa não foi a melhor alternativa escolhida.

Decisões pela autoridade

Como se sabe, o gerente de projeto é o grande responsável por todo o desenvolvimento das atividades de um projeto, bem como do cumprimento dos marcos e metas estabelecidos. Sendo assim, afirma-se que ele detém grande influência e poder na tomada de decisões.

As decisões pela autoridade são conhecidas por serem feitas com base no poder de um indivíduo. As consequências dessas decisões dependem da inteligência, experiência e habilidade do gestor de projeto.

O grande problema dessa forma de tomada de decisão é que, em algumas situações, o poder pode subir à cabeça do decisor, o transformando em uma pessoa egocêntrica, impaciente e nervosa, o que impactará diretamente nas escolhas a serem realizadas.

5. BUSQUE POR MELHORIAS NA TOMADA DE DECISÕES

Você deve estar pensando: O que devo fazer para tomar decisões melhores? Existem algumas pequenas dicas que podem ser extremamente válidas na hora de se escolher uma ação, entre várias opções disponíveis.

Pode-se listar as vantagens/desvantagens de cada alternativa, analisar dados e características específicas de cada opção, buscar por situações parecidas em outros projetos (utilizando as metodologias de gestão), buscar apoio de PMOs, entre outras opções.

É válido também investir em softwares de gestão de projetos, obtendo assim melhores resultados. Existem softwares no mercado capazes de prover informações, em tempo real, da evolução das atividades e da produtividade de sua equipe, o que te auxiliará no processo de tomada de decisões.

Em momentos de crise, por exemplo, um software pode ajudar na otimização do tempo e em todo o gerenciamento de projetos. A grande vantagem do uso de tecnologia é ter todas as informações num só lugar, facilitando o acesso à informação.

A última dica para melhorar o processo de tomada de decisões é apostar na gestão de projetos. Invista no conhecimento dessa área, estudando, por exemplo, SCRUM e PMBOK. Além de agregar valor para os seus projetos, você será reconhecido pelo esforço e pelo conhecimento que terá.

Tomar decisões corretas em um projeto é crucial para o seu sucesso. Utilize as dicas desse artigo para tomar as melhores decisões possíveis e, assim, colher os frutos de uma boa gestão de projetos.

O que achou de nossas dicas? Tem alguma dúvida? Deixe sua opinião nos comentários!

 

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certificação PMP

Por que gerentes de projetos precisam da certificação PMP

Qual a vantagem de se ter uma certificação PMP? Muitas vezes, utilizamos uma ferramenta durante anos e são raras as ocasiões em que paramos para refletir sobre os benefícios de nossas ações.

Em um grande número de casos, adotamos determinadas posturas para buscar um diferencial na carreira. No caso da certificação PMP, o que pode ser visto como um simples pedaço de papel pode servir para o ingresso em uma categoria de profissionais certificados, estabelecendo assim uma maior credibilidade.

Portanto, além de um diferencial de qualidade, a certificação PMP pode trazer outros benefícios, como os cinco que listamos abaixo.

1. Mecanismo de filtragem

Um certificado PMP serve como mecanismo de filtragem para as decisões de contratação. Você tem alguma ideia de quantos currículos os gerentes de contratação recebem quando publicam um emprego para gerente de projetos? Potencialmente, centenas podem ser enviados.

Com uma montanha de currículos, muitos gerentes de contratação começam dividindo a pilha de currículos em duas partes: cadidatos que têm certificação PMP e aqueles que não a têm. Sem dúvida, há bons candidatos na pilha dos não-certificados, mas infelizmente eles costumam ser ignorados.

Portanto, use a certificação PMP a seu favor, colocando no currículo há quanto tempo foi certificado e explicitando se já tem experiência com PDUs (unidades de desenvolvimento profissional, da sigla em inglês). É importante também até incluir o número da sua certificação PMP.

Não pense que potenciais empregadores não irão pesquisar seu registro no Project Manager Institute (PMI). Infelizmente há um bom número de pessoas inescrupulosas que vão tentar enganar, dizendo que são PMPs quando não o são. Empregadores têm o dever de verificar a legitimidade da certificação dos candidatos a um emprego.

2. Aumento de salário

O salário de um gerente de projetos tem sido analisado por diversos estudos. A pesquisa salarial conduzida pelo PMI.org a cada dois anos é uma das mais conceituadas.

O mais recente levantamento, baseado no ano de 2011, mostra que um gerente de projetos certificado, em média, ganha aproximadamente US$ 10.000,00 (dez mil dólares) a mais por ano do que seu colega não certificado. Uma certificação PMP vale a pena o tempo, custo e energia numa base financeira. Nesse ponto, fazemos um aviso importante.

Se você é um gerente de projetos PMP e não ganha o salário médio para as pesquisas na sua região, é preciso agir. Você pode levar essas informações para o seu empregador atual e lhe mostrar os números. Eles podem fazer um ajuste salarial para mantê-lo. Ou então você pode decidir a começar a procurar trabalho em outros lugares.

3. Uma boa primeira impressão

Certificação PMP significa que você tem milhares de horas de experiência na bagagem, passou por um rigoroso exame e mantém a sua certificação atualizada a cada ano com novos e permanentes aprendizados.

Quando você está na posição de trabalhar com uma nova equipe ou em uma empresa diferente e você possui PMP, há uma certa quantidade de credibilidade já preestabelecida. A suposição é de que essa pessoa sabe o que está fazendo em oposição a uma pessoa que não tem a menor idéia.

Depois, claro, caberá ao profissional atuar com qualidade para provar ou refutar essa primeira impressão.

4. Linguagem comum com companheiros de projeto

Outro benefício do certificado PMP é a capacidade de se comunicar instantaneamente com companheiros e colegas.

Por exemplo, digamos que você iniciou um novo trabalho como gerente de projetos em uma empresa. Um dos fatores atraentes foi que a maioria dos gerentes de projetos são certificados com PMP, inclusive o diretor da empresa. Você sabe que isso significa que eles entendem os mesmos processos, fases e vocabulários. Mesmo que a aprendizagem possa ser extensa quando se trata da tecnologia específica da empresa, você já sabe que não precisa se preocupar sobre como os projetos foram executados.

5. Aumento de confiança

Outro benefício em obter sua certificação PMP é que ela constrói confiança.

Você pode ter sido um gerente de projetos por algum tempo antes de obter sua certificação PMP. Você aprendeu “o que funciona” e “o que não funciona” com a chamada “escola da vida”. Contudo, você sempre conviveu com dúvidas persistentes. Você se perguntava se havia uma maneira melhor, conversou com diversas pessoas a respeito, fez muitas tentativas e descobriu um caminho a seguir.

Claro, você falou com muitas pessoas e fez muitas perguntas. Porém, não há como ter 100% de confiança de que isso poderia ser considerado o novo “padrão da indústria”.

Já com uma certificação PMP, você passou a ter como validar se o método empregado em uma área segue um padrão correto, além de ter ferramentas para descobrir melhorias em outras áreas.

Você adquire uma riqueza de novas informações que torna o seu profissionalismo como gerente de projetos muito mais fundamentado, como conceitos de gerenciamento de valor agregado ou maneiras de juntar uma estrutura de divisão do trabalho. Tudo isso permite a você gerenciar suas equipes, projetos e resultados com uma grande dose de confiança.

Após essa reflexão, o tempo, o custo e a energia para conquistar uma certificação PMP vale muito a pena. É preciso ter em mente que é como qualquer outro investimento. Você precisa ter certeza de que está colocando isso em uso. Você precisa maximizar sua certificação, aproveitando-a no seu emprego atual, encontrando novos empregos, bem como dar continuidade às suas unidades de desenvolvimento profissional.

Você está procurando por recursos de gerenciamento de projetos para ajudá-lo no seu caminho para a certificação PMP? O Project Builder oferece uma riqueza de conhecimento para você!

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currículo para vaga de gerente de projetos

5 dicas matadoras para elaborar um currículo para uma vaga de gerente de projetos

A busca por um emprego é uma tarefa árdua. Especialmente em momentos de crise. Atualmente, a concorrência por vagas é alta e qualquer erro pode levar à perda daquele cargo tão sonhado. E o primeiro passo de entrada em uma empresa é a criação de um bom currículo.

O currículo é a sua apresentação em um processo seletivo. Ele traz um resumo de suas conquistas pessoais, a sua carreira e como a sua formação foi estruturada. Justamente por isso, é tão importante que ele seja bem formulado.

Não é difícil ver pessoas com excelente formação e grandes experiências profissionais sequer serem chamadas para uma entrevista por não terem um currículo bem elaborado. Isso ocorre especialmente em vagas com grande concorrência. Por isso, mesmo que você tenha uma carreira brilhante, é preciso saber como passar essa informação para o seu currículo de forma atraente e que prenda a atenção do empregador.

Não importa se o seu currículo é extenso ou resumido, ele tem que demonstrar para o recrutador a ideia de que você é a pessoa certa para a vaga. Caso contrário, a probabilidade de ele analisar todo o documento e identificar o seu potencial para o cargo será mínima.

E para que você tenha mais sucesso em busca de um novo emprego, separamos 6 dicas que o auxiliarão a elaborar um currículo para a vaga de gerente de projetos. Confira cada uma delas abaixo!

1. Evidencie suas conquistas profissionais

Para obter uma vaga de gerente de projetos, não é suficiente colocar em seu currículo apenas as suas experiências em outras empresas. É necessário ir além e demonstrar todas as suas conquistas até o momento.

Gerenciar pessoas, definir o escopo, avaliar os custos e saber criar um bom cronograma é o mínimo requerido para um cargo desses. Por isso, evidenciar essas atividades é um diferencial. Conte, sem se estender muito, qual era o seu papel nas várias fases dos projetos mais importantes da sua vida. Deixe claro como a sua influência contribuiu para o sucesso da iniciativa.

Para quem já atuou com gestão de múltiplos projetos, compartilhe os desafios enfrentados, quais as ações que você tomou e quais foram os resultados obtidos. Dê prioridade a projetos de destaque, que foram reconhecidos pelo mercado. Assim, será mais fácil para o recrutador encontrar dados que comprovem as suas afirmações.

Recebeu prêmios por alguma iniciativa? Não deixe isso de fora do seu currículo. Junto a certificados de qualidade, uma premiação deixará você em um lugar de destaque durante um processo seletivo. Elas mostram que a sua atuação foi responsável por colocar as organizações em que você atuou em um lugar estratégico.

2. Organize seus principais projetos por resultado

É importante você ressaltar as iniciativas que geraram os melhores resultados tanto para sua empresa como para o seu cliente. Isso demonstra que você é focado na entrega de resultados relevantes. Isso fará com que o recrutador dê continuidade na avaliação de seu currículo.

Levante dados sobre os seus melhores projetos e insira as informações sobre eles. Deixe claro o estado anterior do negócio antes da iniciativa e como as medidas adotadas impactaram as receitas e os indicadores da companhia, como o nível de produtividade e o número de erros a médio e longo prazos.

Destaque os principais projetos que você gerenciou e os que mais contribuíram para que as empresas atingissem os objetivos esperados. Eles serão capazes de demonstrar o que você é capaz de fazer em condições ideais de trabalho.

Se você ainda não possui muita experiência, enfatize suas conquistas acadêmicas. Deixe claras quais foram as conferências das quais você participou e como elas contribuíram para melhorar os seus conhecimentos técnicos.

Cursos também devem ser descritos. Dê um destaque especial aos que possuem mais importância para o tipo de projeto em que você deverá atuar na vaga pretendida. Se ela possuir foco em iniciativas como migração de serviços de TI, por exemplo, priorize os cursos de formação tecnológica.

Palestras e certificações não podem ser deixadas de lado. Esses são detalhes que demonstram o seu comprometimento em se manter com uma formação alinhada aos padrões do mercado, com foco na melhoria contínua do seu expertise.

Em outras palavras, manter-se atualizado é fundamental para alavancar sua carreira de gerente de projetos. Isso torna mais fácil a busca por um currículo para vaga de gerente de projetos incrementados, além de abrir novas portas durante a sua carreira profissional.

3. Destaque suas certificações

As certificações são documentos que apontam a capacidade de um profissional atuar em determinado campo sem que ele tenha, necessariamente, feito um curso ou uma formação completa na área. Esse é o caso, em geral, de pessoas que adquiriram conhecimentos sobre alguma rotina ou ferramenta no dia a dia ou por conta própria, estudando documentos e manuais de mercado.

Obtidas por meio de uma prova, cada certificação é emitida por uma entidade específica que, em geral, possui a autorização de um órgão regulador para realizar o processo de certificação. A sua obtenção pode ser o ponto chave para que o profissional consiga uma determinada vaga, uma vez que ela garante que você consegue atuar dentro dos principais padrões do mercado.

Se você possui certificação PMP ou Price-2, por exemplo, não deixe de mencionar isso em seu currículo. Como mencionamos anteriormente, ser um profissional certificado é um diferencial na sua carreira — e isso deve ser destacado.

Sempre avalie se existem novas certificações a serem obtidas na sua área de atuação. Não deixe de manter as certificações já existentes em dia. Especialmente se elas possuírem procedimentos para serem atualizadas regularmente.

Não se esqueça de que: uma certificação como a PMP colocará você me um lugar de destaque no mercado, mostrando para recrutadores a sua capacidade de atuar em diferentes áreas.

4. Tenha seu perfil no LinkedIn atualizado

Muitos recrutadores olham os perfis dos candidatos no LinkedIn. Garanta que o seu perfil esteja atualizado e bem feito. Não se esqueça de manter todos os dados atualizados.

Ter uma boa foto é uma das dicas mais importantes — por favor, nada de fotos de bermuda na praia. Escolha uma que demonstre que você é um profissional sério e pronto para enfrentar os problemas diários do mundo corporativo. Mas também não é necessário uma foto formal. Apenas apresentável.

Invista em um bom resumo, ele será a primeira informação a ser lida em seu perfil e, portanto, deve ter uma atenção especial. Conte, em poucas palavras, os maiores passos da sua carreira, o que você fez nos últimos anos e as suas conquistas. E não se esqueça de destacar os seus pontos fortes, além de descrever pontos-chave da sua formação.

Adicione competências e tente deixar o seu perfil o mais completo possível! Trate a sua página no LinkedIn como se ela fosse uma extensão da versão física do seu currículo para vaga de gerente de projetos. Coloque pontos importantes, de maneira clara e objetiva, como premiações, conquistas e cursos.

Aproveite e peça aos amigos que avaliem o seu perfil, indicando o que pode ser melhorado e os seus pontos-chave. Assim como na escrita do currículo físico, não ignore a gramática: todo o seu perfil deve ter uma linguagem objetiva, clara e sem erros.

5. Torne seu currículo visualmente agradável

De nada adiantará suas inúmeras qualificações se o seu currículo não for visualmente agradável. Pode até parecer óbvio, mas quando você não se atenta a essa questão, poderá dar a impressão de que você não se empenhou muito para desenvolvê-lo.

Utilize parágrafos, fontes simples, legíveis e discretas. Destaque os pontos relevantes, não se esqueça dos dados de contato e tente ser objetivo. Independentemente do estilo de que você goste mais, certifique-se de que seus projetos estão destacados como iniciativas separadas para cada posição que você desempenhou.

O layout de um currículo para vaga de gerente de projetos deve ser correspondente ao tipo de vaga e ao perfil do negócio em que o candidato quer atuar. Às vezes, é necessário manter uma estrutura mais sóbria, evitando cores e um tom jovial. Esse é um fator que pode contar muito na hora da seleção, portanto não esqueça de verificar como o visual do seu currículo para vaga de gerente de projetos está definido.

6. Atente para o básico

Há uma série de detalhes de um currículo que podem afetar as suas chances de entrar em uma empresa. Além das características do profissional e do layout escolhido, a maneira como os conteúdos é exposta, a gramática e outros detalhes básicos podem ser cruciais para definir as suas chances de sucesso ao buscar uma vaga.

Não deixe de ignorar tais detalhes. Verifique a quantidade de vezes que considerar necessário se não existem erros de sintaxe ou gramática. Avalie a concordância verbal, o uso de termos, identifique se há alguma sigla escrita de maneira incorreta ou termos repetidos excessivamente.

Também não deixe dados pessoais de fora. As suas informações de contato, como e-mail e telefone devem ser inseridas logo no início do seu currículo para vaga de gerente de projetos. Assim, caso a empresa opte por chamar você para uma entrevista, será fácil entrar em contato.

A criação de um currículo para vaga de gerente de projetos pode parecer complexa no início, mas com alguns cuidados, você pode fazer um documento matador. Quanto maior o número de detalhes inseridos e a clareza em suas palavras, mais fácil será para o recrutador perceber que você é o candidato ideal para a vaga almejada.

Ter um bom currículo é fundamental para conseguir as melhores vagas do mercado. Agora que você já conhece técnicas para criar currículos matadores para vaga de gerente de projetos, compartilhe este post em suas redes sociais!

gestão da inovação

Como incorporar a gestão da inovação no seu negócio?

A importância de inovar para se manter competitivo levou à necessidade de implementação de técnicas de gestão da inovação, que vão mudar a cultura de sua empresa.

Criar produtos, serviços e encontrar novas oportunidades de negócio não é só questão de pesquisa e muitas horas de trabalho. A cultura empresarial, sua equipe e o modo como os gestores posicionam a importância de fazer diferente é fundamental para que ela funcione e dê resultados.

Muitos gestores cometem o erro de se preocuparem apenas com operações em curto e médio prazo, perdendo a oportunidade de detectar o que o negócio pode fazer além dos concorrentes. A disciplina de gestão da inovação surge como uma maneira de guiar esses marinheiros de primeira viagem na condução de iniciativas que tornarão sua empresa um celeiro de ideias, oferecendo a oportunidade para que seus colaboradores integrem esse processo de maneira ativa.

Outros conhecem a necessidade de inovar para se manterem atuantes, mas conduzem o processo de forma pouco produtiva e não aproveitam tudo o que a inovação pode fazer por suas companhias.

Horas de brainstorming, equipes isoladas e projetos descontinuados lhe parecem familiares? Aprenda como aprimorar tais instrumentos e obter mais do processo de inovação com a ajuda deste artigo!

Planejamento, definição de metas e estruturação do processo inovativo

Um dos erros mais comuns é a definição de como inovar. A busca por atividades que conduzem a soluções criativas pode ser um grande desafio, levando a horas de trabalho desperdiçadas e poucos resultados. Para evitar isso, é preciso ter um plano de ação e saber o que seu empreendimento pretende obter do processo inovativo.

Mas como criar algo novo de forma direcionada, se não sabemos quais serão as soluções e propostas adequadas ao problema que temos em mãos?

Limitar o escopo da inovação não é exatamente sinônimo de direcioná-lo, o que deve ser prioridade aqui. Ao dar início a uma busca por soluções, temos algumas variáveis conhecidas: a sua área de atuação, as especialidades de seu time e o problema em questão.

Fazer com que essas variáveis funcionem de maneira harmoniosa é o desafio, que passa pela definição de quem participará do processo e de um orçamento para a geração de resultado, o que direciona os esforços de sua equipe de forma clara. Quando falamos em definir metas, essa deve ser a prioridade de gestores ao pensar em inovação.

Configurando equipes eficientes para a gestão da inovação

Multidisciplinaridade deve ser palavra de ordem na hora de escolher quem vai compor seu time de inovação e é um dever dos gestores conhecer bem o bastante seus negócios para que isso não seja um desafio. A composição deve ser feita com pelo menos um profissional de cada uma das suas áreas de atuação e priorizar os mais dinâmicos. Busque quem sabe trabalhar em equipe e consegue ouvir as ideias dos outros, construindo parcerias fortes entre profissionais de nichos distintos. É essa comunicação integrada entre eles que vai oferecer espaço para descoberta. E garantir que ela aconteça de forma harmoniosa, é parte de uma boa gestão da inovação.

Integrando equipes e combinando ideias

Combinar ideias e construir conhecimento novo só será possível se esse processo tiver alguém para conduzí-lo, mantendo em mente aquele planejamento que foi feito na primeira etapa. Sua empresa pode se beneficiar também do uso de ferramentas colaborativas que vão encurtar distâncias e diminuir os custos nessa inovação, como o Google Docs e OneDrive.

Misturar ideias para chegar a novas conclusões é a forma mais fácil de dar início a este processo. Com um problema em mãos é hora de fazer uma reunião entre os departamentos e um brainstorming com sugestões, críticas e comentários da equipe designada. Muitas vezes o erro é investir demais numa solução que só tem aspectos de uma natureza, como uma nova estratégia de marketing que não leva em consideração as capacidades logísticas do seu empreendimento. Para fugir desse tipo de problema tente misturar um pouco as coisas, combinar insights de múltiplos profissionais e construir a partir daí uma solução única e com a sua marca.

É isso que vai garantir que estamos realmente trabalhando com inovação e não apenas aperfeiçoando aquilo que já fazemos. Comunicação, integração e troca de aprendizados são essenciais para uma boa gestão da inovação.

Avaliação contínua

O que torna o processo de gestão da inovação eficiente para seu negócio é a avaliação contínua de como esse processo está sendo realizado. É preciso reavaliar durante todo o tempo como as soluções criadas se diferenciam do que já existe, se elas funcionam do ponto de vista do custo-benefício e qual o potencial na criação de novas oportunidades de negócio para sua empresa que pode advir delas.

Avaliar a qualidade da geração de ideias e das ideias em si é o que diferencia um processo inovativo de sucesso, e deve ser feito ao longo de todas as etapas. Isso garante que sua empresa não vai investir errado em soluções que não são tão viáveis tecnicamente ou podem custar mais caro que as já atualmente implementadas.

Senso crítico será essencial durante todo o processo, da geração de ideias até a prototipagem.

Implementar uma boa gestão da inovação vai garantir que sua empresa esteja na frente dos concorrentes, gere conhecimento e construa para si um futuro. Processos e operações estão em constante evolução, mas também negócios. Entender que eles devem se adaptar e ampliar seus escopos para que estejam prontos para o futuro é parte do processo inovativo, que não funciona apenas na hora de diferenciar o que você faz dos concorrentes.

Para inovar, será preciso estabelecer uma liderança clara, criar equipes capazes e perder a vaidade, aprendendo a ouvir as ideias de todos ao seu redor e retirar delas o que tem maior potencial para impactar seu negócio.

E aí, gostou desse conteúdo? Agora recomendo que você conheça os benefícios da liderança situacional e aprenda por que a figura do gestor será tão importante nesse processo.

hub do empreendedor

Hub do Empreendedor: Tudo o que você precisa para o seu negócio decolar em um só lugar

Se a crise econômica e política que atinge o país afeta gravemente os empresários, imagina o impacto para aqueles que querem empreender? Neste cenário em que todos ficam extremamente receosos (e com razão) tirar projetos do papel parece até um sonho impossível. Mas para espantar esse pessimismo e fomentar a economia do país neste momento difícil é que surge o Hub do Empreendedor, da qual a Project Builder tem muito orgulho de fazer parte.

Acreditamos que é a hora para se destacar e crescer, já fizemos materiais sobre como crescer na crise, como enxergar a crise como oportunidade de crescimento como manter sua equipe motivada nesse cenário, e agora é hora de botar a mão na massa com outras empresas gigantes da tecnologia, nacionais e internacionais.

Este grupo de 13 empresas (outras organizações são mais que bem-vindas para participar) se uniram para formar um agregador de serviços complementares que oferecem descontos e conteúdos relevantes para PMEs, que somados chegam a R$ 50 mil.

No Hub do Empreendedor, você pode encontrar soluções em design, contabilidade, marketing, atendimento ao cliente, e várias outras opções, com as melhores ferramentas do mercado nacional e internacional.

E nada melhor do que a Black Friday para deixar os descontos oferecidos ainda atraentes. Então não baixe a cabeça em meio à crise e comece seu negócio economizando!

E como funciona o Hub do Empreendedor?

Acesse o site http://www.hubdoempreendedor.com.br/ e confira as promoções que as empresas participantes estão oferecendo, por tempo LIMITADO, aos empreendedores que desejam fazer acontecer.

Conheça as empresas participantes da 1ª ação do Hub do Empreendedor

● We Do Logos: crie sua marca, cartões, websites e outros itens com qualidade máxima, através de uma plataforma de concorrência criativa onde você recebe diversas opções antes de escolher a que mais lhe agrada;

 Project Builder: A Project Builder desenvolveu um software WEB, voltado para o gerenciamento de projetos, programas e portfólios de uma organização. Com a PB, você consegue gerenciar seu planejamento em nível estratégico, tático e operacional.

● Conube: contabilidade online e eficiente para você abrir sua empresa e não se perder em meio à bagunça contábil que o governo impõe;

● Outbound Marketing: consultoria que vai te ajudar (através de três etapas simples: diagnóstico, implementação e acompanhamento) a integrar os setores de marketing e vendas, analisar o panorama atual, traçar uma metodologia e aplicá-la para que sua empresa consiga ter um modelo de receita recorrente e alcançar a escala que você tanto sonha!

● Rock Content: empresa líder em marketing de conteúdo no mercado brasileiro. Eles ajudam marcas a se conectarem com seus clientes através de conteúdo adequados e blogs corporativos. Através do serviço de consultoria montam estratégias de conteúdo para os clientes que são executadas por um time de milhares de escritores freelances profissionais.

● Zendesk: A Zendesk fornece um software em nuvem para atendimento das solicitações do consumidor e gerenciamento de chamados com o objetivo de aproximar organizações e clientes. Com mais de 60 mil empresas no portfólio, seus produtos são utilizados por organizações em mais de 150 países para fornecer suporte em mais de 40 idiomas.

● Xtech Commerce: É uma plataforma que oferece preços acessíveis, integração com ERPs para uma gestão otimizada e parcerias com os maiores players da internet, como Mercado Livre, Walmart e Extra.com, por exemplo.

● Agendor: um aplicativo para web e mobile, que ajuda milhares de equipes a organizar e aumentar as vendas diariamente. Com o agendor você consegue extrair relatórios, fazer atualizações no sistema de maneira online e off-line, melhorar seu funil de vendas, aperfeiçoar sua interação com o cliente e muito mais.

● Moip: uma solução de pagamentos ideal para e-commerces, marketplaces, pagamentos recorrentes e vendas presenciais. É uma solução inovadora que oferece flexibilidade, com mais de 15 meios de pagamento possíveis, ferramentas de gestão de risco e uma adesão simplificada.

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A missão do Hub do Empreendedor é ambiciosa: ajudar pelo menos 20 milhões de empresas até o final de 2016. Por isso, contamos com seu apoio para divulgar o Hub e revolucionarmos juntos o ecossistema empreendedor no Brasil!

curva em s

Curva S: saiba o que é e como utilizá-la a favor dos projetos

No Brasil, a curva S é uma das ferramentas de acompanhamento mais utilizada e difundida no gerenciamento de projetos. No entanto, apesar de toda essa amplitude, ainda existem muitos mistérios e incompreensões em torno do assunto, causando dúvidas que se tornam comum entre os gestores.

Como identificar desvios e tendências em seus projetos? Analisando datas e custos? Comparando valores planejados e reais em busca de uma estimativa de progresso? Tentando adivinhar as tendências que surgirão no decorrer do projeto?

Neste artigo, mostraremos que existe uma ferramenta muito mais eficaz do que as opções acima. Continue acompanhando para entender como a curva S pode ajudar você em sua gestão.

Entendendo o que é a curva S

Conhecida como um modo bastante eficiente de apresentação dos dados gerenciais para o acompanhamento de projetos, a curva S se baseia em uma representação gráfica capaz de permitir o contraste entre os desvios do que foi planejado em comparação com o realizado.

A apresentação simultânea demonstra todo o clico de vida — e, por isso, as tendências podem ser traçadas a partir do monitoramento do histórico — e a saúde do projeto. Por meio dessa análise, o gestor passa a ter maiores chances de intervir em casos que poderão comprometer os prazos ou os custos do delineamento.

O nome “curva S” esta ligado à regularidade do desembolso financeiro (custos) e realização física (trabalho). Afinal, é comum que o início do projeto seja marcado pelo mínimo de desembolso e avanço físico, que ascende e se estabiliza conforme as atividades avançam. Daí o formato de “S”.

Comparando o que foi planejado

A linha de base do projeto deve ser guardada sob sete chaves para que não ocorra a inviabilização da comparação do que foi previsto inicialmente com o que foi executado. Isso significa que o uso da curva S depende do empenho do gestor ao comparar o que foi planejado com aquilo que realmente ocorreu.

Quem quiser realizar esse feitio precisará organizar bem as informações durante o planejamento, registrando as atualizações sempre que possível.

Mesmo sendo uma prática condenável, não é difícil achar projetos gerenciados com base na atualização da preparação, desconsiderando a comparação que favorece o acompanhamento do projeto.

Comparando o que foi realizado

A curva S também depende das informações do desembolso financeiro e do trabalho desempenhado no projeto. Seja a organização mensal, trimestral, semestral ou anual, é necessário manter a linha de base do projeto preservada. Para isso, os dados deverão representar o que realmente ocorreu do ponto de vista físico (trabalho) e financeiro (custos).

Cruzando o planejado com o realizado

Com o planejamento preservado e o conhecimento do desembolso financeiro e da realização física, você já tem o necessário para plotar o gráfico da curva S.

Vale dizer que, apesar de poder ser feita em diferentes períodos, a comparação costuma ser feita mês a mês. Portanto, o previsto no planejamento mensal e o resultado obtido no mês determinado devem ser inseridos no gráfico para demonstrar os desvios positivos ou negativos do projeto.

Essa organização permitirá que você extraia a curva S, contrastando a realização com o planejamento elaborado. Analisar essa representação gráfica abrirá caminho para uma melhor compreensão do status real do projeto. Isso sem falar dos subsídios oferecidos para uma tomada de decisão mais assertiva mediante a observação da tendência.

Analisando a funcionalidade do gerenciamento de custos de um projeto, segundo o PMBOK

Como sabemos, os custos operam com diversos tipos de efeitos sobre um projeto. A proposta de gerenciar esses custos têm a ver com o tratamento dessas consequências durante todo o ciclo de vida planejado.

Além de ser um processo capaz de fornecer suporte para a análise da performance futura do produto do projeto (sendo um bem ou serviço), ao gerenciar os custos, o gerente de projetos passa a calcular o Retorno do Investimento (ROI), tanto real quanto estimado.

Em planos com mesmos tempo, escopo, qualidade e custos, essa planificação se dá na divisão da utilização do capital operacional (OPEX) e do capital fixo (CAPEX).

Aplicando a Curva S em seus projetos

Você já percebeu que neste artigo mencionamos a linha de base, ou baseline. Ela é traçada durante o processo de planejamento com os números que atuarão como fundamento das entregas, conforme as etapas.

Depois que essa linha é estabelecida, uma nova é criada conforme o que está sendo posto em prática. Imagine se você pudesse comparar aquilo em que se acredita que será realizado com o que foi possível realizar. É isso.

Planejamento e execução costumam ser diferentes e, na análise das linhas, quanto maior for a abertura, mais atrasada estará a obra. Tal praticidade auxilia o gestor na identificação de tendências de redução ou aumento da capacidade do time, que precisa entregar a obra dentro do prazo determinado.

Uma curva de acumulação possibilita o acompanhamento periódico da evolução das variáveis do projeto, verificação da evolução do cronograma e dos impactos consequentes de atrasos ou adiantamento das tarefas.

Essa aplicação também permite que haja a criação de parâmetros comparativos entre a performance esperada com relação ao andamento físico ou progresso dos serviços (materiais, custos e equipamentos), isto é, com o desempenho realizado.

Um gestor que deseja checar os eventuais impactos causados pela falta de conformidade entre a preparação e a execução encontra na curva S uma alternativa para obter sucesso em seus resultados. Afinal, nada melhor do que estudar a representação gráfica do status do projeto e alocação dos recursos de maneira visual e prática.

O formato da Curva S faz com que os profissionais possam perceber melhor se a concentração das tarefas permanece dividida de acordo com o que foi determinado no planejamento. É basicamente um instrumento de análise relevante desde os projetos simples aos mais complexos e extensos.

Se você tem problemas com o gerenciamento de prazo, fluxo de trabalho ou no workflow de aprovação dos seus projetos, chegou a hora tomar o controle da sua gestão e passar a tomar decisões com base em dados concretos. Assista agora a esta demonstração do Project Builder e descubra uma solução única e capaz de alavancar sua administração.

scrum

Glossário Scrum: 25 termos de métodos ágeis que você precisa conhecer

Especialmente se você é novo no universo Scrum, certamente já esbarrou em uma infinidade de termos desconhecidos no seu dia a dia, não é mesmo? Pois este post é exatamente para você! Resolvemos montar aqui um glossário para que você compreenda os termos mais comuns empregados na rotina dos métodos ágeis.

A ideia é tanto servir para consultas rápidas como também para dar uma visão geral sobre os conceitos que, a cada dia mais, vêm sendo discutidos e adotados no ambiente de gerenciamento de projetos ágeis. Confira os termos abaixo e veja se já está familiarizado com todos!

Autogestão

Corresponde ao princípio em que as equipes se organizam de forma autônoma. Por meio da autogestão, os times escolhem por si mesmos a melhor forma de realizar o trabalho em vez de serem dirigidos por pessoas de fora.

Burndown chart

O gráfico burndown apresenta a porção de trabalho finalizada em comparação com o planejamento. A visualização se dá pelo contraste entre a linha do trabalho planejado (caso fosse executado de maneira uniforme ao longo do sprint) e outra linha que apresenta o trabalho realmente realizado pela equipe de desenvolvimento. É normalmente usado ao longo do sprint para medir os pontos das histórias finalizadas.

Burnup chart

Apresenta a evolução do trabalho em relação ao produto final. Nesse gráfico são traçadas duas linhas, uma com a evolução do product backlog e a outra apresentando o progresso do que já foi realizado pela equipe durante os sprints concluídos. O gráfico burnup dá a visibilidade do andamento do projeto.

Equipe de desenvolvimento

Corresponde a uma das três principais funções no Scrum. A equipe de desenvolvimento é responsável pelo realização do sprint, atuando nas tarefas de cada história para a conclusão dos trabalhos.

Estimativa

A estimativa nada mais é que a pontuação prevista sobre o esforço requerido para a implementação de uma história. Ela pode ser em pontos de história, de acordo com o placar usado no planning poker.

Histórias

São itens do product backlog que representam parte do produto a ser implementado. As histórias devem conter uma descrição detalhada daquilo que deve ser efetivamente concluído.
• História preparada: é uma história que, por ter sido elaborada em comum acordo entre a equipe de desenvolvimento e o Product Owner, já está preparada para ser estimada pelo time de desenvolvimento, a fim de poder ser incluída em um sprint.
• História pronta: é uma história executada no sprint, pronta para ser apresentada ao Product Owner para sua avaliação.

Impedimentos

Os impedimentos são problemas que surgem durante o sprint e que prejudicam a equipe, seja no desenvolvimento ou na finalização de alguma história.

Incremento

Corresponde a uma parte das funcionalidades do software, uma característica adicional que vem a complementar o que já foi ou ainda está sendo desenvolvido.

Meta do sprint

A meta do sprint é definida pelo Product Owner e se trata daquilo que esse profissional espera conseguir ao final daquela leva de trabalhos.

Planning poker

Técnica para a estimativa das histórias do product backlog. É baseada no uso de cartas com valores similares às cartas de poker (o que justifica o nome do método).

Pontos de história

Representa, em forma de pontos, o esforço da equipe de desenvolvimento para concluir uma história.

Product backlog

Lista de itens ou histórias que precisam ser implementados para a criação do produto desejado ou para o desenvolvimento do projeto. Quer saber mais sobre o Product Backlog? Leia este artigo.

Product Owner

Basicamente, o Product Owner é a pessoa responsável pelo product backlog. Ele também define e prioriza as funcionalidades que o produto deve apresentar ou as atividades necessárias ao projeto, listando-as em forma de histórias no backlog. Neste artigo nos profundamos nas funções do Product Owner em métodos ágeis.

Quadro de tarefas

Recurso usado para apresentar o trabalho que deve ser implementado pela equipe de desenvolvimento. A divisão mais comum desse quadro se dá como uma matriz de 3 colunas, com tarefas a fazer, tarefas em andamento e tarefas concluídas. Um quadro de tarefas é um Kanban, abordamos esse quadro neste artigo e lançamos um Kanban interativo exclusivo para Google Drive.

Reuniões de planejamento

Por apresentarem focos diferentes, são divididas em 1 e 2, como você pode ver a seguir:
• Reunião de planejamento 1: reunião realizada no início dos trabalhos com o objetivo de definir o que deverá ser entregue no sprint.
• Reunião de planejamento 2: posterior à reunião de planejamento 1, a reunião de planejamento 2 tem o intuito de definir como a equipe realizará o trabalho para conseguir finalizar o que foi planejado.

Reunião de revisão

Realizada ao final de cada sprint, a reunião de revisão tem como objetivo apresentar ao Product Owner aquilo que foi realizado no sprint pela equipe de desenvolvimento.

Reunião diária

Como o nome já indica, é uma reunião realizada diariamente, de preferência no início da manhã ou ao final do dia, quando todos os participantes ficam de pé com o objetivo de comunicar o andamento dos trabalhos, deixando a evolução transparente para todos da equipe de desenvolvimento.

Reunião retrospectiva

Realizada após a reunião de revisão, a retrospectiva consiste em levantar tanto os pontos positivos como os negativos do sprint e, ao final da discussão, ter como resultado uma lista de ações para melhorar o processo como um todo.

Scrum Master

É um dos três principais papéis exercidos no Scrum. O Scrum Master atua ao mesmo tempo como um facilitador da equipe de desenvolvimento e um auxiliar do Product Owner, ajudando na manutenção do product backlog. Sua maior responsabilidade consiste em remover obstáculos que possam interferir nos trabalhos da equipe de desenvolvimento, resguardando-a de qualquer ofensor externo e garantindo a produtividade e a eficiência do trabalho do time. É também o Scrum Master quem procura assegurar o uso das práticas e dos valores do Scrum. Saiba mais sobre essa função neste artigo.

Scrum

Falamos bastante dele até agora, mas finalmente você vai entender o que o Scrum é: uma metodologia ágil para a gestão e o planejamento de projetos.
Aprofunde sua leitura nos links:

Sprint

O sprint representa um ciclo de trabalho no Scrum, que pode ser de 2, 3 ou 4 semanas (timebox dos sprints). E vale ressaltar que os sprints devem ter sempre a mesma duração.

Sprint backlog

Consiste na lista de histórias selecionadas para ser trabalhada em um sprint, de acordo com a velocidade da equipe de desenvolvimento.

Stakeholder

Com significado idêntico ao que tem no universo de gerenciamento de projetos tradicional, trata-se de qualquer pessoa (física ou jurídica) com interesse específico ou algum tipo de envolvimento no produto a ser gerado pelo projeto. Leia mais sobre o assunto no e-book: Guia prático para um Gerenciamento Efetivo de Stakeholders

Tarefas

As histórias de cada sprint devem ser divididas em tarefas, com esforço correspondente a, no máximo, um dia de trabalho de um membro da equipe de desenvolvimento. Isso quer dizer que as tarefas são divisões das histórias.

Timebox

Corresponde à escala de tempo definido para o sprint do projeto.

E então, já conseguiu esclarecer algumas dúvidas? Acha que deixamos algum termo importante de lado? Deixe seu comentário e contribua para enriquecer nosso post!

terceirizar ou contratar

Afinal, o que é melhor: terceirizar ou contratar novos funcionários?

O que é melhor: terceirizar ou contratar diretamente um time de profissionais?

Durante a definição de projetos ou mesmo em momentos de mudanças, muitas empresas precisam lidar com a escolha entre a terceirização de serviço e a contratação direta de profissionais.

O investimento no outsourcing tem se destacado nos últimos anos como uma alternativa à contratação tradicional. Porém, nem sempre essa é a melhor opção para a empresa. Se você quer saber mais sobre o tema e como escolher, confira o nosso post!

Contratação direta: quais as vantagens e desvantagens?

A contratação direta de profissionais é um processo conhecido por ser mais complexo do que a terceirização e ter custos que, em geral, são mais altos. Porém, essa escolha pode trazer uma série de benefícios para o negócio. Confira algumas abaixo!

Maior vínculo com as atividades da empresa

Um profissional contratado diretamente pode ter um vínculo maior com o negócio. A longo prazo, isso se torna uma vantagem estratégica para a empresa: o colaborador se engajará mais no dia a dia do empreendimento, em projetos estratégicos e na busca por resultados.

Essa é a melhor opção nos casos em que o negócio precisa de um profissional qualificado por grandes períodos.

Nessas situações, o retorno sobre o investimento é obtido a longo prazo, uma vez que treinamentos adicionais podem ser necessários antes de o funcionário começar as suas atividades.

Mais segurança em contratações

Além disso, a empresa tem mais segurança: na contratação direta, é mais fácil alinhar o perfil pessoal às suas normas..

Como consequência, ela terá mais controle sobre como o profissional atuará, evitando riscos e gerando mais resultados a médio e longo prazo.

Já entre as desvantagens, destacamos:

Menos flexibilidade

Apesar das vantagens, esse é um tipo de contratação que fornece menos flexibilidade para o negócio.

A empresa terá mais dificuldades burocráticas na abertura e encerramento do seu vínculo empregatício.

Este aumento da burocracia, causa um engessamento nos processos.

Custos elevados

Ao mesmo tempo, os custos tendem a ser maiores do que na terceirização.

Todos os encargos que envolvem contratar uma pessoa (como tributos e treinamentos) passam a ser de responsabilidade da empresa.

Portanto, os gastos administrativos acabam sendo mais elevados.

Terceirização de serviço: quais as vantagens e desvantagens?

A terceirização é uma escolha adotada por empresas que precisam eliminar gastos, tornar os seus times mais flexíveis e ter um tempo de resposta a demandas externas menor.

Os custos, por sinal, são os maiores motivos para empresas optarem por esse tipo de solução. Entre as principais vantagens dessa escolha, podemos destacar:

Redução de custos

Ao terceirizar serviços internos, a companhia pode modificar o tamanho do seu time sempre que necessário.

Como consequência, o negócio terá um custo mensal que varia conforme o tamanho da equipe durante o período.

Assim, a empresa não precisa lidar com gastos que envolvem a manutenção de um profissional em tempos de baixa demanda.

Um contrato de terceirização de serviço é voltado, principalmente, para as chamadas “atividades meio”.

Esses são todos aqueles processos que não estão diretamente ligados ao core business da empresa, como atividades de limpeza, segurança e gestão de processos administrativos.

Nesse cenário, o principal objetivo de quem investe na terceirização é ter um maior foco nas rotinas estratégicas do negócio.

Como as atividades secundárias ficarão a cargo de profissionais especializados e gerenciados por um time externo, a companhia poderá dedicar mais recursos ao atendimento de outros projetos importantes.

Consequentemente, o negócio será mais competitivo e capaz de gerar mais oportunidades de vendas.

Mais flexibilidade

O outsourcing traz mais flexibilidade e capacidade de atender às demandas do mercado para a empresa.

Como o tamanho de um time poderá ser modificado a qualquer momento, a companhia consegue adaptar-se a um eventual aumento nas solicitações rapidamente.

Assim, ela evitará situações em que a falta de recursos humanos impede a entrega de resultados.

Entre os maiores riscos dessa escolha, podemos destacar:

Maiores chances de times com pouco engajamento ou mal integrados

Investir na terceirização, por outro lado, acaba criando um cenário em que times internos podem possuir menos engajamento no negócio.

A integração com os profissionais da casa, se for mal planejada, reduzirá a capacidade dos terceirizados de entregarem os resultados esperados.

Além disso, o profissional não terá um grande vínculo com o dia a dia do negócio, o que dificulta o seu comprometimento em momentos críticos.

Diminuição do controle das atividades internas

A empresa também terá um menor controle das atividades executadas pelo time terceirizado.

Justamente por isso, o outsourcing é muito focado em atividades-meio: como esses processos não geram um grande impacto nos resultados da empresa, eventuais erros não conseguirão causar um grande prejuízo para a companhia.

Terceirizar ou contratar diretamente: qual a melhor opção para o seu negócio?

A escolha entre a terceirização ou a contratação direta de profissionais é complexa e envolve uma série de fatores.

Nem sempre a opção mais econômica, por exemplo, pode atender às necessidades do negócio.

Alguns processos exigem um controle mais rígido, o que torna o custo-benefício do outsourcing inviável.

Ao mesmo tempo, a contratação direta traz menos flexibilidade ao negócio.

E em alguns momentos, como a integração de um sistema à estrutura operacional da empresa, isto pode ser um ponto chave para a companhia.

Nessas horas, a capacidade de modificar o tamanho do time de profissionais envolvido em um projeto é algo fundamental para evitar atrasos e garantir que metas sejam atingidas.

Unir os dois modelos também pode ser uma boa escolha.

Definindo o que é beneficiado pelo outsourcing e o que tem melhores resultados com uma contratação direta, a companhia fará um melhor uso dos seus recursos financeiros.

Além disso, escolher entre terceirizar ou contratar será algo mais simples e confiável.

Portanto, é importante levantar informações sobre as necessidades do negócio e como cada escolha pode afetar os seus lucros e indicadores a médio e longo prazo.

A companhia precisa avaliar de qual maneira cada escolha pode ser útil para criar um fluxo de trabalho com mais agilidade e capacidade de atender a demandas do mercado.

Dessa forma, ela poderá obter o máximo de retorno sobre o seu investimento.

Seja ele feito na terceirização de serviços ou na contratação direta de profissionais.

Agora ficou mais fácil decidir entre terceirizar ou contratar, não é?

E aí, gostou das nossas dicas e quer ficar por dentro das novidades do blog? Então siga a gente no Facebook, Twitter, LinkedIn, Google+ e YouTube!

objetivos e metas

Série Desafios Comuns da Gestão de Projetos – Desafio 1: Objetivos e metas

Um projeto de sucesso deve estar baseado nos três pilares do gerenciamento de projetos: escopo, tempo e qualidade. É claro que os demais requisitos são importantes, mas o que guia de fato um projeto são esses três elementos.

Na liderança não há como não estar o gerenciamento de escopo, responsável pela determinação das metas, objetivos e requisitos do projeto, dando aos envolvidos o direcionamento correto a se seguir para, ao final, ter-se um produto de qualidade, no prazo determinado, sem extrapolar o orçamento.

Mas os objetivos e metas do projeto nem sempre são tão fáceis de se estabelecer, constituindo-se em um desafio a ser superado pela equipe do projeto e em especial pelo gerente de projetos, que é quem lidera todos até o sucesso.

Nosso post de hoje trata exatamente disso, o desafio de se estabelecer objetivos e metas claros para a equipe de projetos, evitando mudanças de escopo ao longo do desenvolvimento do projeto e impactos em outras áreas que podem ser determinantes para a conclusão do projeto, como por exemplo, o custo.

Saber o resultado que se espera ao final é fundamental

Para estabelecer objetivos e metas claros, é preciso que a equipe do projeto saiba de antemão qual é o produto final e seus requisitos, suas especificações técnicas e sua finalidade. Para que esse escopo seja bem definido, é preciso contar com o cliente, que irá relatar à equipe do projeto o porquê dessa necessidade, a importância do produto final para o contexto da empresa e o que ele espera ganhar com essa nova solução.

Sabendo exatamente aonde deve chegar, a equipe do projeto será capaz de detalhar o escopo a ponto de construir uma EAP – Estrutura Analítica do Projeto, onde serão segmentadas todas as entregas do projeto, criando-se etapas de execução e prazos para as atividades.

É preciso deixar claro o que está no escopo do projeto — e o que não está

Um dos erros comuns na determinação de objetivos e metas de projetos é a falta da indicação do que não será contemplado naquele escopo. Ao deixar o tema aberto a interpretações, o cliente pode imaginar que está subentendido determinada solução quando na verdade o projeto não contempla tal requisito.

Essa negociação deve ser realizada antes do início do projeto e todas as partes devem estar de acordo em relação ao escopo do projeto, sob pena de que haja tantas alterações no decorrer do projeto que este se torne inviável.

O cliente deve estar ciente dos impactos que qualquer alteração no projeto possa acarretar, responsabilizando-se por extensão de prazos, aumento de custos ou ainda perda da qualidade do que está sendo desenvolvido.

Resultados insatisfatórios podem ser fruto de objetivos mal interpretados ou mal definidos

Por fim, é preciso saber que o fracasso de um projeto está intimamente ligado com a má determinação dos objetivos e metas no escopo, e por isso essa é a fase inicial e principal do projeto. Quando não se tem ideia do todo, não é possível mensurar com certeza todos os recursos necessários, assim como o tempo que se leva para desenvolver a solução.

Nesse sentido, o gerente de projetos deve ser o elo entre o cliente e a equipe de projetos, compreendendo a demanda do cliente e repassando à equipe do projeto os dados e informações necessários para o desenvolvimento da solução adequada. Ainda tem dúvidas sobre a importância da boa definição de metas e objetivos? Tem alguma dica a compartilhar? Deixe um comentário!

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