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Curva em S: saiba o que é e como utilizá-la a favor dos projetos

No Brasil, a curva em S é uma das ferramentas de acompanhamento mais utilizada e difundida no gerenciamento de projetos. No entanto, apesar de toda essa amplitude, ainda existem muitos mistérios e incompreensões em torno do assunto, causando dúvidas que se tornam comum entre os gestores.

Como identificar desvios e tendências em seus projetos? Analisando datas e custos? Comparando valores planejados e reais em busca de uma estimativa de progresso? Tentando adivinhar as tendências que surgirão no decorrer do projeto?

Neste artigo, mostraremos que existe uma ferramenta muito mais eficaz do que as opções acima. Continue acompanhando para entender como a curva em S pode ajudar você em sua gestão.

Entendendo o que é a curva em S

Conhecida como um modo bastante eficiente de apresentação dos dados gerenciais para o acompanhamento de projetos, a curva em S se baseia em uma representação gráfica capaz de permitir o contraste entre os desvios do que foi planejado em comparação com o realizado.

A apresentação simultânea demonstra todo o clico de vida — e, por isso, as tendências podem ser traçadas a partir do monitoramento do histórico — e a saúde do projeto. Por meio dessa análise, o gestor passa a ter maiores chances de intervir em casos que poderão comprometer os prazos ou os custos do delineamento.

O nome “curva em S” estão ligados à regularidade do desembolso financeiro (custos) e realização física (trabalho). Afinal, é comum que o início do projeto seja marcado pelo mínimo de desembolso e avanço físico, que ascende e se estabiliza conforme as atividades avançam. Daí o formato de “S”.

Comparando o que foi planejado

A linha de base do projeto deve ser guardada sob sete chaves para que não ocorra a inviabilização da comparação do que foi previsto inicialmente com o que foi executado. Isso significa que o uso da curva em S depende do empenho do gestor ao comparar o que foi planejado com aquilo que realmente ocorreu.

Quem quiser realizar esse feitio precisará organizar bem as informações durante o planejamento, registrando as atualizações sempre que possível.

Mesmo sendo uma prática condenável, não é difícil achar projetos gerenciados com base na atualização da preparação, desconsiderando a comparação que favorece o acompanhamento do projeto.

Comparando o que foi realizado

A curva em S também depende das informações do desembolso financeiro e do trabalho desempenhado no projeto. Seja a organização mensal, trimestral, semestral ou anual, é necessário manter a linha de base do projeto preservada. Para isso, os dados deverão representar o que realmente ocorreu do ponto de vista físico (trabalho) e financeiro (custos).

Cruzando o planejado com o realizado

Com o planejamento preservado e o conhecimento do desembolso financeiro e da realização física, você já tem o necessário para plotar o gráfico da curva em S.

Vale dizer que, apesar de poder ser feita em diferentes períodos, a comparação costuma ser feita mês a mês. Portanto, o previsto no planejamento mensal e o resultado obtido no mês determinado devem ser inseridos no gráfico para demonstrar os desvios positivos ou negativos do projeto.

Essa organização permitirá que você extraia a curva em S, contrastando a realização com o planejamento elaborado. Analisar essa representação gráfica abrirá caminho para uma melhor compreensão do status real do projeto. Isso sem falar dos subsídios oferecidos para uma tomada de decisão mais assertiva mediante a observação da tendência.

Analisando a funcionalidade do gerenciamento de custos de um projeto, segundo o PMBOK

Como sabemos, os custos operam com diversos tipos de efeitos sobre um projeto. A proposta de gerenciar esses custos têm a ver com o tratamento dessas consequências durante todo o ciclo de vida planejado.

Além de ser um processo capaz de fornecer suporte para a análise da performance futura do produto do projeto (sendo um bem ou serviço), ao gerenciar os custos, o gerente de projetos passa a calcular o Retorno do Investimento (ROI), tanto real quanto estimado.

Em planos com mesmos tempo, escopo, qualidade e custos, essa planificação se dá na divisão da utilização do capital operacional (OPEX) e do capital fixo (CAPEX).

Aplicando a Curva em S em seus projetos

Você já percebeu que neste artigo mencionamos a linha de base, ou baseline. Ela é traçada durante o processo de planejamento com os números que atuarão como fundamento das entregas, conforme as etapas.

Depois que essa linha é estabelecida, uma nova é criada conforme o que está sendo posto em prática. Imagine se você pudesse comparar aquilo em que se acredita que será realizado com o que foi possível realizar. É isso.

Planejamento e execução costumam ser diferentes e, na análise das linhas, quanto maior for a abertura, mais atrasada estará a obra. Tal praticidade auxilia o gestor na identificação de tendências de redução ou aumento da capacidade do time, que precisa entregar a obra dentro do prazo determinado.

Uma curva de acumulação possibilita o acompanhamento periódico da evolução das variáveis do projeto, verificação da evolução do cronograma e dos impactos consequentes de atrasos ou adiantamento das tarefas.

Essa aplicação também permite que haja a criação de parâmetros comparativos entre a performance esperada com relação ao andamento físico ou progresso dos serviços (materiais, custos e equipamentos), isto é, com o desempenho realizado.

Um gestor que deseja checar os eventuais impactos causados pela falta de conformidade entre a preparação e a execução encontra na curva em S uma alternativa para obter sucesso em seus resultados. Afinal, nada melhor do que estudar a representação gráfica do status do projeto e alocação dos recursos de maneira visual e prática.

O formato da Curva em S faz com que os profissionais possam perceber melhor se a concentração das tarefas permanece dividida de acordo com o que foi determinado no planejamento. É basicamente um instrumento de análise relevante desde os projetos simples aos mais complexos e extensos.

Se você tem problemas com o gerenciamento de prazo, fluxo de trabalho ou no workflow de aprovação dos seus projetos, chegou a hora tomar o controle da sua gestão e passar a tomar decisões com base em dados concretos. Assista agora a esta demonstração do Project Builder e descubra uma solução única e capaz de alavancar sua administração.

Carlos Junior

Carlos Junior, PMP, engenheiro mecânico, mestrando em engenharia mecânica e Sócio da Project Builder. Atualmente atua como diretor de marketing e vendas, e é responsável por todos os conteúdos da Project Builder.

Linkedin: https://www.linkedin.com/in/carlos-d-junior/

Carlos Junior

Carlos Junior, PMP, engenheiro mecânico, mestrando em engenharia mecânica e Sócio da Project Builder. Atualmente atua como diretor de marketing e vendas, e é responsável por todos os conteúdos da Project Builder. Linkedin: https://www.linkedin.com/in/carlos-d-junior/

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