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Como manter a equipe focada e aumentar os resultados

Manter a equipe focada e motivada é essencial para trazer bons resultados à empresa. O gestor da equipe, que pode ser supervisor, coordenador ou diretor, deve criar um laço com os funcionários de modo que eles se comprometam com a cultura da empresa. Essa relação contribui, também, para que ele identifique aqueles que não estão adaptados com a rotina e que estão desmotivados.

No entanto, essa relação não deve acontecer em forma de cobrança e nem de modo que pareça forçado para o colaborador. Neste post, vamos falar sobre a importância da gestão de equipes e como o gerenciamento eficiente pode gerar melhores resultados. Selecionamos ainda algumas dicas para que o gestor mantenha o seu time focado para contribuir com o planejamento estratégico da empresa e alcançar as metas com mais facilidade.

Gostaria de saber mais sobre o assunto? Continue a leitura!

Saiba qual a importância da gestão de equipes

A gestão de equipes é uma atividade de grande relevância para as empresas na atualidade, assim como o conhecimento e a informação que são primordiais para a alavancagem dos negócios e a redução de custos. Os colaboradores são peças chaves e são os responsáveis pelo cumprimento de metas. Eles podem fazer com que uma empresa seja bem-sucedida se estiverem engajados e motivados pelos seus gestores.

Veja como uma equipe bem gerenciada consegue obter melhores resultados

Para saber se as suas equipes estão trabalhando com foco nos objetivos da instituição, você pode fazer um teste simples e responder a alguns questionamentos. Faça uma reflexão e descubra se sabe o que os colaboradores estão fazendo durante o horário de expediente, quais são as tarefas que eles realizam.

Avalie se os times conhecem as prioridades e executam as atividades com organização de acordo com os prazos. Depois, verifique se há falhas e retrabalhos sendo realizados constantemente e se a comunicação é ágil e harmônica. Por fim, faça uma análise sobre a rotatividade de funcionários nas equipes.

Essa reflexão vai facilitar na identificação de necessidades de melhorias e vai responder se o seu time está sendo bem gerenciado. Se perceber algum ponto fraco, invista esforços para que todos trabalhem focados nos resultados. Uma equipe bem gerenciada obtém os melhores resultados por ter mais disposição e trabalhar mais satisfeita em um ambiente saudável.

Dicas sobre como manter a equipe focada e aumentar a produtividade

As empresas que estão tendo crescimento organizacional investem uma grande parte do seu orçamento na capacitação de líderes que mantenham as equipes comprometidas com o seu trabalho. Esses profissionais têm a capacidade de motivar os colegas para que elevem a produção de forma individual e coletiva, pois são preparados para fazer exatamente isso. Veja a seguir algumas dicas para gerenciar o seu time!

Tenha os funcionários adequados em suas funções

O funcionário que está desencaixado em seu cargo tende a ficar desestimulado, fazendo com que a empresa perca tempo e dinheiro. A organização deve estar ciente do que espera dele e o que ele pode oferecer, além de desenvolver um plano de ação. Caso o gestor seja capaz de identificar o perfil e encaixar as pessoas certas em determinadas funções, a produtividade e a motivação serão maiores.

Busque soluções práticas para uma comunicação mais efetiva

A comunicação ineficiente por parte dos gestores leva as equipes a ficarem desanimadas, inseguras e sem rumo. Os colaboradores precisam saber quais são os objetivos do seu trabalho e em que os demais estão trabalhando para atender as necessidades do grupo. Mantenha todos informados sobre os projetos da empresa e as metas a serem alcançadas.

Retrabalhos, perda de tempo de recursos da organização são os resultados das falhas na comunicação. Eles podem ser evitados se a troca de informações for mais efetiva entre as equipes e seus colaboradores. Cabe ao gestor encontrar uma solução para melhorar o contato e as relações entre os funcionários, por meio de reuniões e do uso de uma plataforma acessível.

Deixe a equipe ciente de quais são as metas da empresa

Realizar reuniões periódicas para que a equipe esteja ciente de quais são as metas pretendidas é essencial para o bom engajamento e o comprometimento de todos. A partir do momento em que a equipe como um todo está por dentro dos objetivos a serem alcançados, os esforços serão voltados para que eles sejam conquistados.

Nessas reuniões, o interessante é que se destaquem, também, os funcionários que conquistaram os objetivos pretendidos, além de traçarem novos rumos a partir dos resultados. Quando o colaborador está por dentro do desenvolvimento dos projetos, ele contribuirá para definir estratégias e melhorar os números finais.

Gerencie o tempo

Não sobrecarregue as equipes com excesso de atividades que levem a atrasos e perdas de prazos. Os colaboradores que não conseguem fazer as tarefas e atrasam as entregas ficam estressados e desmotivados pelo acúmulo de trabalho. Faça um gerenciamento de tempo conforme a realidade e as possibilidades do seu time. Essa gestão permite aos líderes acompanhar a produtividade de todos os funcionários.

Garanta segurança ao colaborador

É essencial que uma pessoa esteja completamente segura no ambiente de trabalho para que ela siga motivada. A partir do momento em que o clima é saudável e o coordenador ou supervisor passa confiança para o funcionário, ele se torna mais proativo e com foco para contribuir e alcançar os resultados.

Essa motivação pode, também, contagiar as outras pessoas e gerar um ambiente em que todos estejam com um único objetivo: crescer junto com a empresa. E como o gestor pode passar essa segurança ao funcionário?

A primeira e essencial dica é saber ouvir. Um lugar onde há troca de ideias e diálogos gera confiança e interesse. Além disso, ao ouvir o que o colaborador tem a dizer, podem surgir ideias e orientações mais assertivas para mudanças estratégicas no interior da organização.

Para que isso tenha um acerto ainda maior, é necessário que o gestor tenha conhecimento sobre cada pessoa da sua equipe. Cada um tem seus objetivos próprios e possuem seus anseios, além de terem personalidades distintas. Dessa forma, o modo com que se vai falar com uma pessoa não pode ser generalizado.

Seja flexível para que a sua equipe esteja focada

Um ponto fundamental que contribui significativamente para que a equipe esteja focada é a flexibilidade da gestão. Para isso, analisaremos duas vias. A primeira é que o supervisor precisa ter uma mente mais aberta para receber sugestões, orientações e reclamações da equipe. Isso é essencial, tendo em vista que os colaboradores lidam diretamente com a linha de produção, seja ela qual for.

O segundo ponto é que o gestor deve considerar essa flexibilidade em casos individuais. Funcionários não são como máquinas e, por diversos momentos, podem sentir dificuldades e precisarem de auxílio. Por essa razão, é essencial que, em alguns momentos, haja a necessidade de fazer concessões, negociar horários, levar em consideração pedidos de aumento, entre outras situações.

Nessas ocasiões, o colaborador se sente abraçado pela empresa e com o objetivo de retribuir a generosidade nesses períodos mais complicados. A consequência desses atos é que ele vai incorporar com mais facilidade a cultura, os ideais e os projetos da organização.

Realize feedbacks com frequência

O feedback é um momento crucial para que se fortaleçam dois laços de qualquer gestão: aprendizado e relacionamento. O diálogo, cuja importância já foi mencionada, será mais presente quando o gestor realizar o feedback, permitindo a troca de informações. Isso possibilita, também, um maior entrosamento entre o gestor e o colaborador, fazendo com que o ambiente seja mais comunicativo e cooperativo.

Em relação ao aprendizado, o feedback é uma oportunidade para que o funcionário se sinta estimulado a seguir o caminho certo, corrigir pontos essenciais e seguir com o que está trazendo resultados para a empresa. Aos colaboradores que ainda não se adaptaram, é uma chance para que se aplique conhecimento, dicas e estratégias.

O cuidado que precisa ser tomado é que feedback não é sinônimo de puxão de orelha. Críticas mais rígidas devem ser dadas em momentos específicos. A ideia, aqui, é gerar um espaço de motivação, para que os funcionários sintam-se interessados a seguir os bons rumos na empresa.

O líder é um mentor para a sua equipe, precisa estar preparado para apontar as fraquezas e as forças do time sem causar embaraços. Se essa atribuição for desempenhada corretamente, os colaboradores vão desejar melhorar a cada dia e a produtividade tende a aumentar. A ferramenta conhecida como feedback é ideal para produzir engajamento.

Para que ela realmente funcione e traga resultados, fale individualmente com os funcionários e mostre quais são os aspectos que devem ser melhorados. Ofereça exemplos para que eles compreendam as observações realizadas e dicas para o aprimoramento. Explique que o colaborador não está sozinho e pode contar com o seu auxílio e com os demais colegas para se aperfeiçoar e superar os desafios.

O feedback positivo é relevante para que todos os envolvidos tenham noção de que os seus esforços e talentos estão sendo reconhecidos. Utilize-o para falar sobre o empenho de cada funcionário em reuniões ou por correspondência eletrônica coletiva. Não deixe de elogiar os colaboradores, já que os elogios motivam ainda mais as equipes. Comemore as conquistas com um evento, um café da manhã ou um happy hour.

Reconheça os méritos da sua equipe e dê recompensas

Quando o gestor conhece bem os funcionários, ele sabe o momento em que eles estão se esforçando, desafiando-se e trazendo resultados positivos para a empresa. É preciso reconhecer quando isso acontece e dar o devido mérito para o colaborador. Que tal, então, recompensá-lo por isso?

Uma dica para que você acerte em cheio com essa estratégia é se colocar no lugar do funcionário. Você se sentiria motivado a cumprir suas funções ao ganhar a recompensa? Quais são as recompensas que chamariam a sua atenção? A partir disso, desenhe um plano e o coloque em prática!

Mantenha o time motivado e compartilhe informações

Divida as conquistas da empresa, as novidades e as notícias importantes. Os colaboradores se dedicam ainda mais quando se sentem parte da instituição e estão inseridos em seus planejamentos. Caso seja necessário realizar mudanças em processos ou rotinas, explique os motivos e quais serão as consequências das modificações. Se os funcionários ficarem inseguros com o seu futuro profissional, podem ser mais resistentes às melhorias.

Por isso, mostre a cada pessoa que ela é um membro importante da empresa e que o seu trabalho é fundamental para o avanço da organização. Todos precisam entender que as suas tarefas são essenciais para que os objetivos sejam alcançados. Em alguns casos, os funcionários conseguem aumentar a lealdade dos clientes por meio de suas atitudes.

A fidelização dos clientes está intimamente ligada à motivação dos colaboradores e ambos interferem na produtividade das empresas. Os funcionários satisfeitos com o que recebem da empresa, as instalações e equipamentos apresentam níveis de trabalho mais altos e melhoram o desempenho dos times. Não adianta apenas fazer pressão sobre as equipes sem ouvir os anseios das pessoas e tentar atendê-los.

É claro que em alguns momentos torna-se necessário pressionar um pouco, principalmente quando os prazos ficam mais apertados e os resultados não aparecem. Às vezes um pouco de pressão motiva os colaboradores a melhorarem a sua produção, mas isso pode ser feito de maneira tranquila. Um comentário demonstrando preocupação e uma pergunta bem formulada pode gerar resultados surpreendentes.

Os colaboradores tentarão dar o melhor de si se eles fizerem parte das decisões sobre as entregas dos produtos ou serviços. Faça os cronogramas em conjunto com o seu time para que os seus componentes também se sintam responsáveis pelo cumprimento dos prazos. Não mostre desespero e use a comunicação objetiva para chamar a atenção e unir o time em uma força-tarefa.

Enfim, agora você já sabe como manter o time focado, melhorar os resultados e conseguir vantagem competitiva para empresas! Como você pode perceber, manter uma equipe focada não exige muito de um gestor. Realizando tarefas fáceis e mudando algumas rotinas no dia a dia da empresa, os funcionários tendem a ficar mais motivados, compromissados e mergulhados na cultura da organização com o objetivo de crescer junto com ela.

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Método GTD

Gerenciamento de tempo: veja como o método GTD pode ajudá-lo

São cada vez mais comuns as reclamações sobre a dificuldade em conciliar os horários para realizar todas as tarefas do dia a dia. Muitas vezes, a falta de organização é um grande empecilho, já que a quantidade de obrigações vira uma bola de neve e atrapalha a produtividade. A melhor forma de resolver esse problema é apostar em ferramentas de gerenciamento de tempo, como o método GTD.

Essa ferramenta é uma ótima escolha especialmente para quem lida com grandes projetos. A sigla vem do inglês “getting things done”, que, em tradução livre, significa “fazendo as coisas acontecerem”. A metodologia foi criada pelo americano David Allen e descrita no livro que leva o mesmo nome. No Brasil, o título da obra foi traduzido como A arte de fazer acontecer.

Quer saber como aplicar o GTD na sua rotina? Confira a seguir e descubra como se tornar mais produtivo!

Como funciona esse método de gerenciamento de tarefas

A base do GTD é o esvaziamento da mente. A ideia é simples: ao tentar não esquecer as tarefas, a pessoa não se concentra no que está fazendo e ainda corre o risco de deixar passar algo importante.

Por isso, o primeiro passo da metodologia é anotar todas as obrigações em um local, como um bloquinho, sejam elas profissionais ou pessoais. Obviamente, não há a necessidade de usar especificamente um bloquinho. Pode ser uma agenda, um caderno, aplicativos de tarefas no celular ou o que for mais prático para você.

Quando todas as tarefas já tiverem saído de sua mente, analise cada uma delas e divida-as da seguinte forma:

Tarefas rápidas

Essas são as tarefas que podem ser realizadas em dois minutos ou menos. Também chamadas de tarefas ASAP (sigla para “As-Soon-As-Possible”, ou O Mais Cedo Possível, em português), as atividades dessa categoria podem ser executadas a qualquer momento, especialmente nas horas em que o profissional ficar instigado a procrastinar.

Projetos

Aqui você deve inserir todas as obrigações que podem ser divididas em vários passos. Se possível, você pode inserir a descrição, os resultados esperados e um prazo para cada projeto. E não se esqueça de sempre colocar uma etapa do projeto em sua lista de tarefas prioritárias, evitando que a ideia seja deixada de lado.

Espera

As tarefas que são classificadas em esperadas são aquelas em que há a necessidade de aguardar uma ação de terceiro para finalizar a atividade. É importante definir um prazo para essas rotinas, especialmente uma data para entrar em contato com a outra pessoa para buscar uma posição sobre o avanço da tarefa. Assim, você pode garantir que todos os envolvidos cumpram os prazos acordados.

Calendário

Você possui uma reunião ou evento em um dia específico? Ele deve ser marcado no calendário.

Esteja atento à maneira de organizar essa categoria. O calendário deve apresentar apenas as atividades que são sensíveis a atrasos. Tudo aquilo que não possui uma data certa pode ser incluída na categoria de próximas ações.

Algum dia

Aqui vão todas as tarefas e projetos que você quer realizar, mas não tem um prazo definido para isso. Aqui podem ser inseridas as atividades que, por alguma razão, não são adequadas à lista de próximas ações ou à de projetos.

Em outras palavras, nessa categoria são incluídas todas as atividades que podem ser executadas um dia, mas que, por alguma razão, não serão executadas em um futuro próximo.

Porém, esteja atento à necessidade de revisar essa lista regularmente para evitar que projetos que possam ser executados agora jamais sejam colocados em prática.

Próximas ações

Nesse ponto é inserido tudo que não é tão urgente a ponto de ser feito no mesmo momento, mas deve ser resolvido. Esteja atento aos processos que estão nessa categoria, pois ela deve ter uma rotatividade maior do que as outras. Caso contrário, isso pode indicar uma tendência a acumular rotinas e gerar atrasos.

Referências

Links, livros e outros documentos que sirvam como ajuda para outras tarefas estão neste item. Mantenha essa lista organizada e, se possível, utilize tags. Assim, ficará mais fácil identificar para qual atividade uma referência serve.

Uma vez elencadas, comece pelas tarefas rápidas e execute-as no mesmo instante. Faça disso um hábito diário, para começar o dia eliminando vários itens da sua lista de obrigações. As tarefas rápidas não devem ser deixadas justamente por isso: são processos fáceis de serem solucionados e que, diante disso, não precisam ocupar um longo espaço na nossa agenda.

Eliminadas as tarefas rápidas, elas podem ser esquecidas. Isso é algo que alivia a mente e dá mais foco nas atividades seguintes. Depois, chega o momento de partir para as demais obrigações.

Programe-se para que os projetos e as ações sem prazo não acabem interferindo nos processos com data. Reuniões e eventos devem ser executados sem atrapalhar em outras rotinas e nos prazos do seu dia a dia.

As bases do método GTD

O GTD deve ser visto como um sistema para organizar tarefas. Ele não estabelece normas sobre como cada processo deve ser executado, mas sim a maneira que você deve classificar suas rotinas para ter um foco maior naquilo que é importante. Na base de tudo isso, existem cinco pilares, que são:

Captura de ideias

Registre todas as suas ideias, atividades recorrentes e projetos. Seja em um aplicativo mobile ou em um caderno, mantenha o registro em uma ferramenta que melhor se adapta ao seu perfil de trabalho.

O importante, nesse caso, é que a barreira de uso da ferramenta de registro deve ser a menor possível. Ela deve estar moldada de tal forma que, assim que for necessário, você conseguirá criar uma tarefa ou anotação com o máximo de agilidade possível.

Clareza de rotinas

Tenha transparência e saiba fazer bons registros, com objetividade e detalhamento. Em vez de anotar “planejar férias”, divida o planejamento em etapas simples e claras. Isso diminuirá grande parte das barreiras mentais que criamos para executar uma longa tarefa.

Se existir algo que pode ser executado rapidamente e naquela hora, faça. Caso algo tenha que ser delegado para outra pessoa, delegue. Não deixe para depois algo que pode ser feito agora: isso servirá apenas para deixar a sua lista de tarefas mais longa e complexa.

Organização

Tenha uma boa organização. Use a classificação listada no tópico anterior para priorizar tarefas corretamente e não deixe de dividi-las em categorias. Se possível, faça um conjunto de listas de itens relacionados ao seu trabalho, estudo ou tarefas domésticas.

Mesmo que você não vá fazer algo agora, garanta que todos os seus processos estejam organizados da maneira correta e os devidos alertas estejam configurados. Dessa forma, você terá mais capacidade de identificar o momento certo para executar cada rotina.

A importância da contextualização das tarefas

Separe os passos de cada projeto como tarefas diferentes para ter uma visão global de tudo que deve ser feito. Agora, será necessário dividir essas obrigações por contextos. De forma geral, o contexto é onde ou como você precisa realizar a tarefa.

Por exemplo, as tarefas “mandar e-mails” e “pesquisar métodos de gerenciamento de tempo” são feitas no contexto computador. “Comprar pão” está no contexto mercado. “Contratar um estagiário” é do contexto trabalho. A ideia é que você elimine todas as obrigações de uma só vez sempre que estiver no contexto para tal.

Pare sempre para refletir

Sempre reflita sobre o estado atual da sua lista de tarefas. Avalie quais são os próximos passos que devem ser tomados, identifique o que está mal registrado e refaça a sua lista de prioridades sempre que necessário.

Se você encontrar algo que pode ser feito naquele momento, não deixe para depois. Não se esqueça de avaliar em quais pontos o progresso está ocorrendo em uma velocidade menor, de tal forma que seja possível melhorar o fluxo de trabalho, corrigir erros e manter-se com o máximo de produtividade possível sempre.

Mantenha o engajamento

Não se esqueça de manter-se engajado. No momento em que a próxima rotina for escolhida, execute-a. O seu sistema está estruturado, portanto, não há motivos para não colocá-lo em prática o tempo todo.

Esses são os princípios básicos do GTD. Em resumo, ele dará a qualquer pessoa que utilize o método uma forma mais ágil de lembrar o que deve ser feito, quando deve ser feito e os passos necessários para entregar o máximo de resultados todos os dias.

O método GTD é, em outras palavras, um sistema simples para classificar, organizar e priorizar tarefas diárias. Por meio dele, é possível evitar confusões, atingir um número maior de metas e conseguir focar melhor naquilo que é importante.

O método GTD na prática

As dicas anteriores já são ótimas para otimizar o gerenciamento do seu tempo, porém só uma parte da metodologia foi apresentada. Depois de coletar a lista de tarefas, processá-las de acordo com a prioridade e organizá-las por contexto, chegou a hora de cumprir as suas obrigações.

Quando as listas são feitas em papel, é indicado comprar uma bandeja de entrada, vendida em papelarias. Na parte de cima, ficam todas as tarefas em aberto, por ordem de prioridade. Embaixo, as que já foram eliminadas. Assim, conforme for realizando, você se livra das obrigações sabendo exatamente tudo o que ainda tem que fazer, evitando a procrastinação.

Uma vez por semana, é indicado que você tente revisar as tarefas da bandeja de cima. Nesse período de tempo, as prioridades podem ter mudado, novas obrigações entraram no ciclo ou você pode encontrar itens que está postergando por não saber como agir. Nesse caso, tente quebrá-los em mais tarefas para desenhar um modo de ação na sua mente.

Por último, chega a hora de executar o método. Agora que a ordem de importância está estabelecida, você pode ir se movendo de contexto em contexto e realizando uma a uma. Como o GTD é um método cíclico, dificilmente a bandeja ficará vazia. Porém, as tarefas não vão se acumular mais como antes, dando aquela sensação de dever cumprido.

Adaptando o método GTD à sua rotina

Um dos melhores pontos de usar o Getting Things Done como método de gerenciamento de tarefas é que ele é muito simples, facilitando a adaptação para as necessidades de cada um. Quem não quer ficar rodeado de papéis, por exemplo, pode usar aplicativos de celular, como Evernote, Wunderlist ou Todoist.

Cada uma dessas soluções digitais possui características próprias. Portanto, avalie como cada uma pode se alinhar ao seu perfil de trabalho e garantir os melhores resultados.

Evernote, por exemplo, é um serviço voltado para anotar várias ideias. Nele, a divisão de registros é feita em cadernos (nos quais os blocos de notas são inseridos). Cada nota pode conter listas de tarefas, anotações de textos e conteúdos multimídia.

Já o Wunderlist e o Todoist, por exemplo, possuem um foco maior na execução de atividades. O Wunderlist, por exemplo, permite que uma atividade inclua um anexo com anotações e arquivos, mas não são essas as suas principais funcionalidades.

Outro ponto que ajuda muito a adaptar o GTD às necessidades de cada um é fazer o processamento de tarefas diariamente. Em outras palavras, você escolhe o que dá pra fazer e encaixa as suas obrigações no calendário, junto às tarefas já programadas. Para evitar frustrações, tenha sempre uma hora em aberto para imprevistos.

O método GTD e o gerenciamento de projetos

A metodologia é especialmente útil para quem lida com projetos. Ao dividir o escopo em tarefas menores, a chance de esquecer de executar alguma ação diminui, tirando o peso da preocupação. Também fica mais fácil fazer as coisas caminharem, já que as ações são mais simples de executar.

Nesse sentido, para maximizar as chances dos projetos darem certo nos prazos definidos durante as etapas de planejamento, o gestor pode instigar os profissionais a terem essa metodologia aplicada no seu dia a dia. Portanto, demonstre como o método GTD pode otimizar o tempo e dê dicas para que todo o time tenha ele como principal forma de priorizar o que deve ser feito todos os dias.

Durante o dia a dia, não há mais com o que se preocupar. Em vez de ficar planejando e pensando no que fazer, você só terá que executar suas tarefas na ordem em que elas aparecem. Simples assim. A tentação da procrastinação e preguiça ainda existem, é claro, mas depois de organizar tudo tão bem, as chances de querer colocar as coisas em prática aumentam.

O GTD é uma poderosa metodologia de gerenciamento de tempo que pode ser usada em diversas situações, mas que encontrou nos gestores de projetos seu público mais cativo. Sua simplicidade pode até espantar a um primeiro olhar, mas é eficiente: quem experimenta, não consegue largar.

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PMBOK 6ª edição

Conheça o PMBOK 6ª edição e confira quais são as suas novidades

O guia PMBOK 6ª edição já está sendo distribuído. Ele traz as mais modernas práticas de gerenciamento de projetos, assim como revisões e um conjunto de mecanismos para auxiliar gestores a enfrentarem os desafios das indústrias e companhias modernas.

Se você já conhece o PMBOK, provavelmente sabe da sua importância para o dia a dia do gestor, certo? Mesmo assim, é válido conferir algumas das novidades do guia neste post. Continue a leitura e saiba mais sobre esse manual reconhecido mundialmente.

Qual a importância de manter o PMBOK atualizado?

O PMBOK chegou à sua sexta edição. As revisões, lançadas regularmente, são feitas para manter o guia alinhado com o ambiente corporativo e suas demandas. A nova versão, por exemplo, foi criada para auxiliar gestores, consultores e profissionais da área a lidarem com um ambiente mais conectado, ágil e integrado.

A criação de uma área direcionada a ambientes ágeis, por exemplo, reflete essa preocupação de estar sempre alinhado com as novas formas de trabalho — as metodologias ágeis deixaram de ser uma realidade apenas dos ambientes de TI e, em função disso, essa edição dedicou parte de seus volumes apenas para tratar a integração desse modo de atuação no ambiente corporativo.

Da mesma forma, a inclusão de estratégias para perpetuar conhecimentos entre projetos também reflete a preocupação em manter o PMBOK em dia com o ambiente de negócios atual. Quanto mais frequentes os projetos, maior a necessidade de uma empresa gerenciar saberes e evitar que erros se perpetuem.

Quais as mudanças na estrutura do PMBOK 6ª edição?

A primeira mudança que o leitor da nova edição do PMBOK notará está na forma como os conceitos estão dispostos. Agora, cada área de conhecimento apresenta quatro divisões.

  1. A divisão de conceitos-chave, que lista as informações fundamentais daquele tópico.
  2. A divisão com as tendências e práticas emergentes relacionadas àquela área de conhecimento.
  3. A divisão com as considerações de adaptação que devem ser avaliadas quando o gestor utilizar o conhecimento no seu planejamento de projetos.
  4. As abordagens que podem ser aplicadas em ambientes ágeis, iterativos ou adaptativos.

Esse novo formato auxilia o gestor a encontrar melhor o conhecimento que ele procura e a direcionar os seus estudos. Dessa forma, o uso do PMBOK fica mais prático e eficaz.

Quais são as novas nomenclaturas do PMBOK 6ª edição?

O PMBOK 6ª edição trouxe duas novas nomenclaturas entre as dez áreas de conhecimento. Apesar dos cinco grupos de processos da 5ª edição terem sido mantidos, agora existem 49 processos. As novas nomenclaturas são: Gerenciamento de Cronograma e Gerenciamento de Recursos.

Gerenciamento de Cronograma

Antigo Gerenciamento do Tempo, essa parte do PMBOK reflete a mudança na visão do PMI sobre como o trabalho do gestor é feito. Ela enfatiza a importância do cronograma do projeto para a aderência a prazos e custos.

Gerenciamento de Recursos

Antiga Gerenciamento de Recursos Humanos, essa parte ganhou uma visão mais abrangente. Agora, ela também lida com o uso de softwares de gestão de projetos, assim como a necessidade de manter times unidos e alinhados. Ou seja, ela não só lida com profissionais, mas também as soluções de TI utilizadas para garantir a qualidade do seu trabalho.

O que há de novo na sessão de abertura e de conhecimento do PMBOK 6ª edição?

A sessão de abertura foi modificada para auxiliar gestores a terem uma visão mais efetiva do seu papel como líderes. Além disso, há um novo capítulo auxiliando profissionais a alinharem o projeto com os objetivos estratégicos do negócio, agregando valor à iniciativa e ao seu produto final.

A área de conhecimento ganhou um novo conteúdo, batizado de Gerenciar o Conhecimento do Projeto. Ela auxilia o gestor a manter uma documentação precisa com todo o conhecimento adquirido durante o projeto com acertos e erros. Dessa forma, o gestor pode disseminar esse conteúdo para outras áreas e projetos futuros.

Há também um maior detalhamento sobre a necessidade do gerente de projetos e o analista de negócios atuarem lado a lado.

Além disso, o processo Realizar a Garantia da Qualidade foi substituído por Gerenciar a Qualidade, para se alinhar com o ambiente corporativo moderno. A seguir, conheça outras três mudanças importantes.

Novos termos em Gerenciamento de Comunicações

Em Gerenciamento de Comunicações de Projeto, a alteração mais importante é a diferenciação entre comunicação e comunicações.

No PMBOK 6ª edição, o termo comunicação agora se refere à troca de informações direta entre duas pessoas. Já o termo comunicações está direcionado aos meios utilizados para duas ou mais pessoas se manterem em contato, como e-mails, relatórios e aplicativos de videoconferência.

Nova abordagem de riscos

Em Gerenciamento de Riscos do Projeto, é adotada uma nova abordagem. Agora, os riscos são avaliados de uma forma mais abrangente, deixando de serem considerados apenas os que estão atrelados a algum evento.

A gestão de incidentes também ficou mais eficaz. Agora estão listadas estratégias para o escalonamento do risco, dividindo a sua gestão entre programa e portfólio.

Como essa edição trata a gestão de aquisições e stakeholders?

As aquisições também passaram por mudanças. Na área de Gerenciamento de Aquisições do Projeto, o foco está mais globalizado, ou seja, a visão focada nas necessidades da América do Norte foi abandonada para auxiliar o gestor a implementar estratégias em mais locais.

No Gerenciamento dos Stalkeholders do Projeto, a visão também foi modificada, de tal forma que a área ganhou o nome de Engajamento de Stakeholders. Afinal de contas, é impossível manter profissionais unidos se eles não estiverem motivados corretamente.

O PMBOK foi criado para ser um dos mecanismos mais importantes de gerenciamento de projetos corporativos. Esse guia de boas práticas passou por seis revisões ao longo das últimas décadas com o apoio de especialistas de todo o planeta e, com isso, conseguiu agregar conhecimentos a diferentes setores.

Em outras palavras, a leitura do PMBOK 6ª edição dá acesso às mais modernas práticas de gestão. O profissional entrará em contato com estratégias para atuar com qualidade em ambientes ágeis, adaptativos e integrados.

Além disso, os conhecimentos desse manual tornam o uso de aplicações de gestão e outras metodologias mais dinâmico e eficaz, evitando prejuízos e garantindo que todos possam atuar da melhor forma possível em diferentes ambientes.

Quer saber mais sobre o PMBOK 6ª edição e como utilizar esse guia ao lado do seu sistema de gestão? Então, assine nossa newsletter para receber mais informações sobre o assunto!

gerenciamento de múltiplos projetos

Dicas fundamentais para o sucesso do gerenciamento de múltiplos projetos

Analisar a viabilidade e cuidar do gerenciamento de múltiplos projetos, negociar prazos e orçamentos, definir, distribuir e alocar recursos para cada uma das tarefas necessárias, controlar cronogramas… Estas são, certamente, atribuições que regem o trabalho de um gerente de projetos (GP).

Porém, quando se trata de um GP que gerencia múltiplos projetos, os desafios para gerir pessoas, intermediar conflitos e defender interesses para que todos eles sejam cumpridos dentro dos prazos estipulados e com a qualidade necessária para garantir a satisfação de seus clientes e, assim, obter o sucesso na tarefa, a situação pode ser ainda mais complexa. Afinal, partilhar dos mesmos recursos para alocação ideal dos profissionais, minimizando o retrabalho, o tempo gasto em cada atividade e até mesmo o desafio do ganho de produtividade para atender mais demandas sem a necessidade de investir no aumento da equipe, apesar de ser um trabalho recompensador, exige muita dedicação e jogo de cintura! Por isso, selecionamos dicas fundamentais para os GPs à frente de múltiplos projetos. Confira!

Entenda que o sucesso depende de você também, e não apenas de sua equipe

Você pode ter contratado e treinado os melhores profissionais. Contudo, se você não souber explorar e incentivar o que cada um deles tem como pontos positivos e preparar melhor os que ainda carecem de aprendizado, não conseguirá obter o sucesso almejado. Isto porque você, enquanto GP, deve conhecer e entender bem a sua equipe, cuidando para que todos tenham conhecimentos equivalentes e, assim, não depender de um funcionário-chave apenas para resolver determinada situação – o que pode deixá-lo “na mão” em situações de extrema necessidade ou mesmo com o desligamento deste funcionário.

Fácil adaptação é fundamental!

Você lidará com projetos distintos, em clientes com necessidades diferentes, mas utilizando dos mesmos recursos. Por isso, é fundamental uma fácil adaptação às especificações de cada um deles. Isto será primordial para que você consiga guiar os profissionais à frente das atividades, orientando-os quando a estas adequações.

Reúna as informações de todos os projetos em um único ambiente

Os projetos são múltiplos, mas a ferramenta de gestão deve ser uma só. Isto facilitará uma visão sistêmica das etapas de cada um dos projetos, alocação dos recursos, replanejamento das ações, dentre vários outros benefícios. Manter as informações separadas, além de demandar um maior tempo para análise, ainda propicia um ambiente mais suscetível às falhas. Por isso, se você ainda não conta com um software para o gerenciamento de projetos, esta passa a ser uma prioridade de investimento para otimização do trabalho, aumento da produtividade e até mesmo para a redução de custos internos de gestão.

A definição correta de prazos é um grande aliado, mas pode também ser o responsável pelo fracasso

Independentemente do curso que você dê nos múltiplos projetos que gerencia, o sucesso ou o fracasso de seu trabalho tem como fator decisivo a definição de prazos. As dicas em relação a isto são básicas, mas por incrível que pareça, pouco utilizada.

A primeira delas é que aceitar um projeto com curto prazo para execução para não perder o cliente pode parecer bastante interessante no primeiro momento, mas as consequências não necessariamente compensadoras. Isso porque muito do gerenciamento de múltiplos projetos aceitos desta forma não têm seus prazos cumpridos, o que estremece a confiabilidade e reputação de sua marca não apenas com este cliente, mas com os outros potenciais que ele conhece. Uma outra dica muito importante é que você nunca deve estipular um prazo sem uma margem de segurança. Imprevistos acontece e o cliente não será compreensivo em relação a isto!

Estas são apenas algumas das inúmeras dicas fundamentais para a eficiência no gerenciamento de múltiplos projetos. Se com a sua experiência você identificou outras questões que merecem atenção para o sucesso dos projetos, aproveite os comentários abaixo para compartilhá-las conosco!

Software de Gestão de Projetos

O que considerar na hora de escolher seu software de gestão de projetos?

A empresa cresceu e, com isso, as demandas não param de chegar. O que antes era possível ser feito com uma pequena equipe, agora requer uma grande mão-de-obra e processos mais dinâmicos e complexos, para que um atendimento em larga escala seja possível. Recorrer a automatização parece ser a saída inevitável para o problema, afinal de contas, o monitoramento de todas essas atividades é fundamental para a melhoria do desempenho, correções de rota e identificação de problemas estruturais. Isso não é diferente na gestão de projeto.

No entanto, como fazer a escolha do melhor software? Diante de um enorme leque de programas disponíveis no mercado, o empreendedor deve fazer a escolha mais apropriada para a sua realidade.

Acontece que, como sabemos, o cenário pode mudar, e novas necessidades podem surgir, algumas impostas pelo mercado, outras pela própria estrutura da empresa – como quando há crescimento. Por isso, listamos abaixo as principais características de um bom software de gestão de projetos. Confira!

Gerenciamento de recursos

Todo projeto começa no planejamento, e uma das principais dificuldades do empreendedor é saber exatamente quais são os recursos disponíveis para realizar os planos de ação definidos pela organização. Acontece que, atualmente, existem vários softwares que permitem a organização e disponibilização dessas informações em tempo real, o que pode agilizar a fase de planejamento e permitir que este seja elaborado de forma mais acurada, com base em dados relevantes e seguros.
Indicadores de performance e gráficos

Não existe monitoramento sem informação, portanto, quanto mais dados obtiver da sua equipe e do desenvolvimento dos seus projetos, maior será a possibilidade de sucesso. Outro ponto a ser identificado em um software de gestão de projetos é a quantidade de relatórios, gráficos e indicadores de performance disponíveis para a tomada de decisão. Essa é uma ótima forma para acompanhar a produtividade da sua equipe, etapa fundamental para a correção de problemas e alterações de rota, quanto isso for necessário.

Quer exemplo de indicadores importantes? Observe a presença de alguns destes: Total estimado de custo x total realizado de custo; cronograma previsto x cronograma realizado; consumo de recursos escassos, dentre outros.

Interface intuitiva e acessível

Não adianta contar com um software cheio de opções e soluções, caso a interface do mesmo seja confusa. A melhor opção é aquela que pode ser usada por qualquer um, o que permitirá que todos os envolvidos no projeto tenham acesso às informações, ajudem na solução dos problemas e acompanhem o andamento das metas. Design não é uma simples questão estética, mas principalmente funcional, portanto escolha o software de gestão de projetos com a melhor interface possível.

Flexibilidade e dinamismo

Por fim, e não menos importante, o empreendedor deve verificar se o software escolhido é flexível e proporciona um maior dinamismo nas atividades. Para isso, as informações devem ser fornecidas em tempo real, permitindo, ainda, a criação de listas de tarefas prioritárias, por exemplo. Além disso, é fundamental que o seu software seja compatível com outros programas, o que pode proporcionar a impressão de relatórios e o envio para outras pessoas através do e-mail. Todos esses pontos ajudam a tornar todo o processo mais dinâmico e, consequentemente, mais produtivo.

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governança corporativa

Governança corporativa: o guia completo sobre o assunto

Conforme o Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC), no relatório “Informes de Governança Corporativa 2019”, mais de 50% das empresas brasileiras utilizam práticas de GC com sucesso em sua administração. Esse valor revela que essa reunião de processos e princípios já está consolidada e vai continuar como uma tendência pelos anos seguintes.

A liderança positiva é um diferencial para qualquer gestor e, atualmente, está em destaque nas organizações como uma forma de desenvolver habilidades e promover a integração dos profissionais.

Esse recurso, como tantos outros, pode ser adotado pela governança corporativa a fim de garantir resultados mais efetivos para o negócio. Saiba mais sobre esse assunto: leia o post até o final e entenda como a proposta vai ajudar sua organização!

O que é a governança corporativa?

Podemos definir a governança corporativa como um sistema de práticas planejadas que orientam as empresas, principalmente em suas formas de comunicação com os stakeholders: gestores e funcionários (partes internas interessadas) e investidores, fornecedores, credores, órgãos públicos, comunidade que sofre os impactos das ações empresariais (partes externas interessadas).

Ela apareceu como um meio de regular o relacionamento da empresa com a sociedade em geral. Existem políticas e processos fundamentados na ética para garantir uma gestão saudável na organização. De acordo com o IBGC, existem cinco elementos básicos na implantação da governança corporativa.

Propriedade

Cada sócio é um proprietário conforme seu percentual de participação no capital social. O código do IBGC defende que a ideia de que cada ação corresponde a um voto é a mais eficaz para alinhar os interesses dos sócios.

Conselho de Administração

É o mais importante elemento da GC. A eleição do conselho é realizada pelos sócios e sua função é proteger os valores, os princípios, o objeto social, o sistema de governança da empresa.

O Conselho de Administração também serve como mediador entre a diretoria e os sócios. O número de conselheiros deve ser, de preferência, ímpar (entre 5 e 11).

Diretoria

Órgão que gerencia a empresa, fazendo com que ela cumpra seu objeto e alcance sua função social. Ele elabora os processos financeiros e operacionais, incluindo o gerenciamento de riscos e a comunicação com os stakeholders.

Órgãos de controle e fiscalização

Entre eles, podemos citar:

  • Comitê de Auditoria: ligado ao Conselho Administrativo, realiza auditoria de projetos e relatórios financeiros para garantir mais confiabilidade e integridade das informações;
  • Auditoria Independente: o auditor independente dá sua opinião sobre os relatórios financeiros, confirmando se são ou não confiáveis;
  • Auditoria Interna: acompanha, avalia e orienta no sentido de aprimorar as normas e controles internos definidos pelo conselho;
  • Controle Fiscal: faz uma fiscalização autônoma, não submetida ao conselho (pode ser ou não permanente);
  • Gerenciamento de riscos, controles internos e compliance (conformidade): o conselho e a diretoria devem gerenciar riscos no intuito de prevení-los ou minimizá-los.

Conduta e conflito de interesses

O Conselho de Administração deve se responsabilizar por minimizar os conflitos de interesses (valorizando sempre o bem maior da organização) e também por criar um código de conduta.

Quais seus princípios básicos?

Os princípios básicos da GC são os seguintes: transparência, equidade, prestação de contas e responsabilidade corporativa. Entenda um pouco mais sobre cada um a seguir!

Transparência

A transparência é o princípio que garante os mecanismos cujo objetivo é informar a todas as pessoas envolvidas as informações mais valiosas que envolvem a administração empresarial. É o pilar principal da governança corporativa, pois está associado, não apenas as normas e leis, mas a apresentar a todos os interessados, da forma mais clara possível, essas normas e essas leis, bem como tudo que seja relevante para eles.

A empresa deve mostrar aos acionistas os pontos negativos e os pontos positivos do negócio, todas as medidas tomadas pela administração. Para a sociedade, a empresa tem o compromisso de mostrar todas as ações de interesse social que podem alcançar a comunidade.

Equidade

O fundamento mais importante da equidade é a igualdade e a justiça. Isso significa tratar todas as pessoas de modo igual, sem fazer distinção de raça, credo, etnia, posição hierárquica ou social. A organização tem que compartilhar decisões, resultados e estratégias com todos de forma não-seletiva.

Desse modo, a empresa consegue engajar os funcionários, investidores, sócios, comunidade. Também se evita que as informações fiquem limitadas a alguns cargos ou pessoas.

Prestação de contas

Esse princípio está associado à definição de critérios para apresentar os resultados da organização ao final de um período específico.

Na verdade, prestar contas é mais que mostrar aos acionistas os relatórios financeiros. O gestor também deve apresentar relatórios gerenciais contendo decisões de natureza estratégica para gerar uma administração mais participativa. Para assegurar que os relatórios são verazes, convém realizar uma auditoria dos dados que eles registram, a qual contribui para a consolidação da governança corporativa.

Responsabilidade corporativa

Esse pilar refere-se ao compromisso social da empresa — um compromisso que se destaca em duas frentes:

  • os acionistas que investiram dinheiro e fazem jus aos rendimentos que a empresa consegue;
  • a sociedade, com quem a empresa tem um importante papel social.

Por isso, a administração precisa mostrar as ações praticadas e os investimentos realizados, revelando sua preocupação com a sociedade e o meio ambiente e, consequentemente, com a sustentabilidade.

Para que serve a governança corporativa?

A governança corporativa serve para alcançar diferentes objetivos que, depois de alcançados, transformam-se em benefícios para a empresa que adota seu conjunto de práticas:

Administração de conflitos e escândalos

De acordo com o código do IBGC, criar e seguir um código de conduta ajudam a aumentar o nível de confiança interno e externo da empresa. A administração deve dar o exemplo no cumprimento do código de conduta corporativo. É o Conselho de Administração que se responsabiliza por resguardar princípios e valores empresariais.

Embora a GC não acabe com os conflitos dentro de uma empresa, ela ajuda a administrá-los melhor quando ocorrem. A transparência e os processos bem delineados e registrados contribuem para facilitar a gestão de conflitos. Ainda que eles sejam inevitáveis, com boas práticas de GC, é possível evitar escândalos, cujo alcance é muito maior e comprometedor.

Valorização da imagem da empresa

Um sistema de governança corporativa efetivo permite que os valores associados à identidade da empresa sejam praticados de verdade, não sejam somente palavras bonitas para colocar em logotipos e atrair consumidores. Ser verdadeiro é a melhor maneira de obter o comprometimento de todos, do público interno e do público externo.

Quando a empresa não cumpre o que promete, nem compensa aplicar rios de dinheiro em campanhas de marketing.

Atração de investidores

As empresas que têm reconhecimento devido à transparência e práticas eficazes de gestão geralmente conquistam as melhores condições de negócio perante os fornecedores, bancos, clientes e outros parceiros. Certamente, é uma forma de atrair investidores, pois eles só investem capital em empresas organizadas, que realizem prestação de contas confiável e sejam seguras em todos os sentidos.

Preservação e aumento do valor de mercado

A melhoria na administração e as decisões tomadas com base em planejamento estratégico oferecem um impacto positivo nas finanças.

Os gastos na produção diminuem e também se reduzem as possibilidades de desvios e fraudes. Essa iniciativa confere mais valor à empresa.

Retenção e atração de talentos

Como todos os stakeholders são alvo de atenção em uma governança corporativa, os funcionários também são considerados valiosos e sua satisfação é importante.

O gerenciamento de recursos humanos em uma GC procura, portanto, valorizar os colaboradores, contribuindo para a queda no turnover e para a retenção de talentos. Além disso, a boa imagem da empresa ajuda na atração de profissionais talentosos que ajudarão a tornar ainda mais qualificado o quadro de funcionários.

Por que ela é importante também em empresas pequenas e médias?

A governança corporativa não pode ser aplicada somente nas companhias de capital aberto. Claro que as empresas maiores enfrentam desafios diferentes e podem se beneficiar até mais com um sistema de GC. Mas esse sistema pode ser aplicado em qualquer empresa, inclusive nas médias e pequenas empresas, ou PMEs.

Qualquer organização pode usufruir vantagens do sistema. Algumas terão benefícios adicionais devido ao seu tamanho ou ramo em que atua.

Mas é claro que uma pequena ou média empresa, ou mesmo microempresa, pode se beneficiar bastante ao adotar práticas orientadoras de governança, pois conseguirá atrair a atenção de mais investidores, otimizará a performance operacional, permitirá mais transparência em seus processos. Desse modo, podemos dizer que seu próprio crescimento se tornará mais fácil e ela terá um modelo escalável de gestão.

Se não for viável, por exemplo, não é preciso implantar todos os cinco elementos básicos recomendados pelo IBGC. A governança corporativa é flexível e se ajusta a qualquer modelo de negócio, de qualquer porte.

O resultado é que as PMEs agregarão um maior valor à marca e disporão de um sistema que contribui para sua longevidade — com a GC, considera-se o curto, o médio e o longo prazo. Desse modo, é mais fácil antecipar-se a riscos e identificar oportunidades no cenário atual, o que promove maior longevidade ao negócio.

Qual a importância da governança corporativa em empresas familiares?

Até as empresas familiares podem se beneficiar do sistema. Nessas empresas, os donos e os colaboradores integram a mesma família, seja direta, seja indiretamente (pais, filhos, cônjuges, irmãos, primos, tios, cunhados, sogros, genros). Dessa forma, o patrimônio e a renda dos funcionários estão relacionados ao patrimônio da própria empresa.

Há empresas familiares de diferentes portes. Nem todas as empresas desse tipo conseguem se sustentar após a terceira geração. Isso demonstra que há uma grande dificuldade em conservar o funcionamento adequado em empresas de família ao longo dos anos. Por isso, a adoção da governança corporativa já será um grande diferencial para ajudar a superar os desafios característicos desse modelo de empresas, como:

  • as questões sucessórias;
  • a formalização dos processos;
  • a proteção dos ativos;
  • o acesso à informação aos sócios que não fazem parte do grupo gestor.

Não é fácil regular as relações familiares com os negócios da empresa. Nesse sentido, uma empresa familiar está mais propensa a conflitos e escândalos porque existe um grande desejo dos executivos de alcançar uma posição de maior poder dentro dela. Definir o direcionamento corporativo não é fácil e, quando ocorrem erros de regulação, há disputas familiares que podem impactar negativamente na organização como um todo.

Boas práticas de GC contribuem para gerar o entendimento das diferenças entre conceitos como propriedade, família e gestão. Assim, entende-se que, ainda que alguém tenha o direito de herança sobre a empresa, isso não quer dizer que ele tenha o direito automático de gestão. Vale lembrar que, em empresas familiares, é comum que os membros deem prioridade a interesses pessoais, esquecendo o que realmente é melhor para o negócio.

Propriedade e gestão, em um sistema de GC, são conceitos separados e a liderança será exercida por aqueles que estejam aptos a assumir esses cargos. Ser líder requer muitas habilidades e conhecimentos específicos. Nem sempre as qualidades de um líder são consanguíneas (por exemplo, podemos ver um pai que é um excelente administrador cujo filho não tem a mesma qualificação).

O benefício mais destacado nas empresas familiares é que a GC delineia bem a diferença entre propriedade e administração da empresa. Ao aplicar os já citados pilares, o sistema promove uma administração equilibrada e facilita:

  • tomada de decisão menos centralizadas, com mais participação: as decisões não são privilégio de uma só pessoa, elas resultam de visões diferenciadas, menos tendentes a opiniões individualistas;
  • alinhamento de interesses: possibilita um maior alinhamento entre os interessados, evitando a predominância de interesses mais restritos a um determinado membro da família, por exemplo;
  • capacitação de funcionários: desenvolve liderança e qualifica os herdeiros a se tornarem efetivos administradores e não serem destinados a determinadas funções por pertencerem à família;
  • fortalecimento da imagem empresarial: como nas empresas em geral, a empresa familiar também consegue posicionar sua marca no mercado em uma boa colocação.

Por que contar com ferramenta ou software?

A tecnologia contribui para implantar e aprimorar a GC nas empresas. Certas ferramentas e softwares, como as ferramentas de BI (Business Intelligence), efetivam a automação de processos que se refletem no ambiente interno e na sociedade em geral. Em relação a tudo que falamos até agora, a tecnologia se aplica e aumenta a eficiência. Entre outras coisas, os softwares avançados permitem:

  • a cotação de preços;
  • a homologação e avaliação de fornecedores;
  • a gestão dos pedidos;
  • a gestão das finanças e a prestação de contas mais transparente;
  • a comunicação otimizada com os stakeholders;
  • a rápida e eficiente análise dos dados, bem como a proteção deles.

Enfim, a tecnologia digital adequada multiplica o potencial de um sistema de GC, tornando-o mais acessível e dinâmico, mas ágil e econômico, garantindo ainda a conformidade com as normas e leis (compliance), o que evita conflitos com o governo e aumenta a competitividade da organização.

O gerenciamento de projetos é uma contribuição valiosa para a governança corporativa. Claro que é muito importante dispor de um software avançado para o gerenciamento de projetos, como a solução da Project Builder, destinada a pequenas, médias e grandes empresas. A ferramenta efetua a gestão de projetos, estratégica, de equipe, de programas e portfólio.

Teve mais interesse nessa solução avançada? Então, entre em contato com a gente agora mesmo. Não perca mais tempo! Teremos o maior prazer em fornecer todos os esclarecimentos necessários.

Como se preparar para uma consultoria ou para a implantação de um software de gestão de projetos

A melhor forma de preparar sua empresa para receber uma consultoria ou para implantar um software de gestão de projetos, é deixar muito claro seus objetivos e entender quais etapas necessitam maior atenção. Prioridade é tudo, logo é muito importante que ela seja definida desde o início.

Não concentre sua atenção em metodologias, práticas ou nomenclaturas. Seu foco está na geração de valor, ou seja, em como você atingirá suas metas e gerará melhores resultados para o seu negócio.

Quando se trata de implantar um software de gestão de projetos ou até mesmo um PMO é muito importante se concentrar em que etapa do seu “Funil de Valor” ou, como costumamos chamar aqui na PB, “Funil da gestão de projetos”, precisa ser priorizada. Onde está sua maior “dor”? Na identificação de oportunidades, na criação de propostas, na priorização e seleção de projetos ou na geração de valor?

Assista o vídeo e conheça melhor o Funil da gestão de projetos.

Metodologia Agil e Tradicional

Metodologia ágil e tradicional: veja como aliar as duas em seus projetos

Os desafios na gestão de projetos podem surpreender um profissional despreparado e que não acompanha as novidades do mercado. Como a concorrência está cada vez mais acirrada, é preciso conhecer muito bem as estratégias e técnicas que existem para a gestão de projetos, como a metodologia ágil e a metodologia tradicional.

Alguns gestores acabam tomando decisões equivocadas por causa da pressão por resultados e a falta de conhecimento. Então, é muito importante conhecer essas técnicas e os benefícios que elas proporcionam para o seu negócio.

Por isso, no nosso post de hoje, vamos explicar quais são as características desses conceitos e suas respectivas vantagens. Além do mais, mostramos como você pode utilizá-las em sua rotina de trabalho. Continue sua leitura e aproveite!

Como funciona a metodologia ágil?

A metodologia de projetos é o conjunto de técnicas e habilidades que orienta e guia o processo de planejamento, execução, monitoramento e obtenção de resultados. Os métodos ágeis são baseados no trabalho colaborativo, em que todos são responsáveis pelo sucesso do negócio.

Com equipes mais enxutas, é possível criar um time engajado e pronto para propor soluções com mais autonomia e confiança. Além do mais, há uma redução da passagem de demandas de mão em mão, fazendo com que as atividades sejam mais dinâmicas e eficientes.

A metodologia ágil também é caracterizada por entregas incrementais que funcionam em ciclos iterativos. Essas entregas rápidas garantem a qualidade dos produtos e fazem com que seus clientes sempre estejam antenados com que o está sendo realizado e desenvolvido. Lembre-se também de que elas são realizadas quando há um mínimo de funcionalidades em seu processo de desenvolvimento.

Quais são as vantagens?

Entregas mais rápidas

Como o tempo determina a forma de uma empresa se relacionar com fornecedores, clientes e colaboradores, a metodologia ágil pode ser uma ótima solução para quem busca ótimos resultados em um curto prazo.

A cada etapa de entrega, o produto é apresentado ao consumidor com funções implementadas. Assim, ele pode determinar aquilo que está conforme seus desejos ou não. Como consequência disso, você consegue realizar alterações logo no início do processo de criação e não precisa gastar grandes recursos em processos de especificações de requisitos longos e demorados.

Processos flexíveis

Quando um cliente solicita uma mudança em seu projeto com a metodologia ágil, ela deve ser implementada em suas funções imediatamente. Além disso, ela também pode ser adicionada às próximas etapas de desenvolvimento do projeto. Como o método ágil já prevê essas mudanças, sua infraestrutura de trabalho é mais flexível e pode se adaptar às novas realidades que surgem com mais facilidade.

Gerenciamento de riscos

Por mais bem preparada e capacitada que a sua gestão seja, imprevistos podem acontecer. Nessas horas, é essencial que todos os envolvidos estejam engajados e alinhados no seguinte objetivo: criar um produto de qualidade e que atenda às necessidades do mercado.

Nesse caminho, existem vários riscos e obstáculos a serem superados. Essa metodologia garante o sucesso do projeto ao ofertar ao cliente pequenas amostras do resultado final. Desse modo, os riscos de fracasso são reduzidos, e a sua estratégia torna-se mais competitiva.

Qual é o funcionamento da metodologia tradicional?

A metodologia tradicional foca suas atenções para os processos a serem desenvolvidos no projeto, sendo o monitoramento das atividades uma de suas principais características. Por causa disso, ela só considera entregar o produto quando ele estiver 100% concluído.

O método tradicional tem processos rígidos, não flexíveis e, em alguns casos, burocráticos. Todas essas medidas são criadas para determinar o valor do projeto junto ao escopo. As estruturas formais guardam os padrões de gerenciamento dos projetos no empreendimento, permitindo as atividades de governança e orquestração das ações e das fases a serem realizadas de acordo com o planejado.

Assim, o número de funcionários na equipe é maior e gasta-se muito tempo com processos burocráticos e retrabalhos.

Quais são os benefícios

Planejamento otimizado

Planejar as ações dentro de uma empresa é uma atitude fundamental para o seu sucesso. A metodologia tradicional permite que sua equipe analise todos os fatores que podem beneficiar ou atrapalhar o desempenho do projeto.

Ao tratar todos os assuntos com muita atenção, você pode criar vários cenários e consegue determinar um plano de ações para a solução de cada um deles. Essa previsibilidade oferece a segurança que muitos gestores procuram.

Custos bem delimitados

A questão financeira é muito importante para o desenvolvimento de um projeto. De nada adianta criar um produto que não consegue arcar com as suas despesas, não é mesmo?

A metodologia tradicional facilita a determinação do custo final do projeto a ser desenvolvido. Como não acontecem alterações com o passar do tempo, as atividades e os funcionários envolvidos são facilmente fixados, facilitando a criação de um orçamento adaptado à realidade socioeconômica de seu cliente.

Como mesclar as duas?

Muitos profissionais ficam com dúvidas na hora de escolher a melhor metodologia para seus projetos. Como não há uma resposta universal para esse questionamento, é preciso ter muito cuidado e atenção.

Antes de tomar qualquer decisão, você deve analisar as exigências de seus clientes e as especificidades de seus projetos. Lembre-se também de que a cultura da empresa é determinante para esses momentos. Se você conta com profissionais que estão acostumados com entregas rápidas, opte pela metodologia ágil. Já quando o contrário acontecer, escolha a metodologia tradicional e saiba como gerenciar suas atividades.

Como você pode perceber, ambas as opções oferecem benefícios e vantagens que podem reduzir custos e aumentar a satisfação de seus clientes. Já que o mercado consumidor oferece inúmeras oportunidades de crescimento, a análise dos pontos positivos e negativos de cada uma delas é fundamental para a obtenção de resultados positivos.

Ao escolher uma metodologia e perceber que ela não está funcionando como desejado, não hesite e troque-a por uma que ofereça soluções para os seus problemas com mais eficiência.

E então, o que você achou do nosso artigo? Quer ficar por dentro dos melhores conteúdos sobre a metodologia tradicional e a metodologia ágil de gestão de projetos? Basta acompanhar as nossas redes sociais: Facebook, Twitter, LinkedIn, Google Plus, YouTube!

 

relatório gerencial

Como não levar 5 dias para fazer o relatório gerencial semanal

Além dos esforços diretamente voltados para o planejamento, é bastante comum que o gerente de projetos enfrente um outro grande desafio: organizar da melhor forma possível as informações gerenciais para a apresentação do relatório gerencial semanal de resultados. Diante disso, como fazer um bom relatório?

Afinal, informar quais foram os avanços físicos e financeiros do projeto, como andam os status das atividades, quais são as projeções de término e demais estimativas costuma se transformar em um enorme sofrimento para alguns profissionais de planejamento. Mas, definitivamente, não precisa ser assim!

Aqui, você vai saber como fazer um bom relatório em muito menos tempo. Apresentar um bom relatório gerencial semanal é plenamente factível. Para isso, basta que algumas premissas sejam observadas. Pronto para aprender a não levar 5 dias para fazer o relatório gerencial semanal? Então, fique de olho e acompanhe o artigo!

5 benefícios de um bom relatório gerencial semanal

Comece entendendo os principais motivos pelos quais um relatório gerencial semanal pode ser vantajoso para todo negócio.

1. Facilita a tomada de decisões

Os relatórios gerenciais são de extrema utilidade, pois condensam informações importantes, organizam os dados em categorias, e facilitam a análise minuciosa dos principais fatores de cada projeto. Dessa forma, a tarefa de acompanhar históricos de resultados é facilitada, bem como a de identificar se a companhia conquistou avanços ou retrocessos em áreas específicas.

Para tomar as decisões mais adequadas, especialmente, em casos delicados, ter clareza dos dados é um passo fundamental. Os riscos sempre existem, no entanto, eles podem ser consideravelmente menores se as resoluções estiverem baseadas em números que reflitam a realidade da organização.

2. Elimina gargalos de produtividade e finanças

Os gargalos são obstáculos que atrasam o desenvolvimento dos processos da empresa. Na área financeira, eles podem ser refletidos em atrasos ou falta dos pagamentos, lentidão na emissão de boletos, problemas para atualizar o sistema, dificuldades para obter informações atualizadas etc.

Já na área da produtividade, os gargalos podem estar relacionados a uma má infraestrutura e layout da companhia, fraca automação da gestão, lento fluxo de informações internas e externas, falta de treinamento das equipes, pouco ou nenhum controle de estoque em tempo real, entre outros.

Na prática, conquistar ganhos em cada uma dessas áreas que determinam a fluidez do empreendimento só é possível com a aplicação de uma gestão objetiva, enxuta e organizada.

Nesse contexto, os relatórios gerenciais se destacam por trazer à tona informações-chave de diversos setores (fiscal, financeiro, atendimento, compras, entre outros), que podem ser estratégicas e servir de amparo às equipes nas suas principais decisões cotidianas.

3. Traz segurança e crescimento para a empresa

Figurativamente falando, no contexto de um negócio, pode-se comparar a função dos relatórios gerenciais à das bússolas, uma vez que essas modernas ferramentas de gestão empresarial servem para orientar a administração a encontrar um porto seguro e próspero para a organização.

Sendo assim, se o seu objetivo é aperfeiçoar a gestão da empresa como um todo e otimizar os resultados operacionais do empreendimento, não menospreze a importância de um relatório gerencial. Trabalhe até que consiga gerar esses documentos em menos tempo e com mais qualidade.

4. Aumenta o ROI

Produzir mais em menos tempo, sem perder a qualidade e utilizando menos recursos é um dos grandes desafios de toda gerência. Essas práticas, assim como o crescimento do faturamento, estão diretamente relacionadas à elevação do ROI de uma empresa.

O ROI, ou retorno sobre o investimento, é caracterizado por um percentual obtido por uma equação que envolve os investimentos realizados no negócio e os respectivos ganhos financeiros obtidos com as suas operações comerciais.

Para levantar esse tipo de dado e tratar dos resultados com precisão, é necessária uma análise cautelosa dos relatórios gerenciais, visto que são eles que tornam a apuração dessas informações possível, confiável e transparente.

5. Melhora o controle administrativo

Relatórios personalizados (que também podem ser gerados em softwares de gestão) permitem a análise e o planejamento das demandas administrativas da empresa. Veja abaixo alguns relatórios gerenciais que podem servir ao negócio.

Relatório de fluxo de caixa

Considerado um dos mais importantes, esse relatório revela a real situação financeira da organização, considerando seu histórico de vendas e a previsão de suas despesas, receitas, reservas e investimentos. Vale ainda destacar que erros no relatório de gestão do fluxo de caixa podem impactar diretamente o ROI da empresa.

Relatório de contas a pagar e receber

Esses relatórios simplificam a gestão de dois comportamentos básicos de uma companhia: pagar e receber contas. Sem a visibilidade e detalhamento preciso dessas ações, a administração de outras atividades do empreendimento pode ficar comprometida.

Relatório de satisfação dos clientes

Entender o que os clientes precisam e o que acham da experiência que têm com cada área da companhia é tão importante quanto atendê-los da melhor forma possível. Isso porque os custos de aquisição de novos clientes são muito mais elevados do que os de retenção de consumidores.

Além disso, o prestígio e reputação do negócio tendem a crescer quando o nível de satisfação dos compradores é acompanhado de perto.

Demonstração do Resultado do Exercício (DRE)

O DRE é uma visão contábil da empresa, que mostra o lucro ou o prejuízo das atividades durante um determinado período. Logo, quanto mais rigorosa for a apuração das informações que alimentam esse relatório (impostos, faturamento, custos etc.), mais precisos serão os cálculos que demonstram a verdadeira situação financeira do empreendimento.

3 impactos negativos de um relatório gerencial ruim

Apresentar relatórios gerenciais com um tempo comprometido de prazo e se valendo de ferramentas inadequadas interfere de diferentes formas na empresa. Veja 3 exemplos abaixo.

1. Conclusões equivocadas

Quando você tenta fazer um relatório gerencial sem as ferramentas corretas — como um software de gestão de projetos que integre todas as informações —, fica muito difícil conciliar os dados e, consequentemente, realizar boas análises. Nesse caso, acaba ficando fácil tirar conclusões equivocadas.

2. Perda de oportunidades

Com um volume cada vez maior de informações, a carência de uma análise adequada de dados prejudica o aprimoramento dos processos internos da empresa. Assim, a organização pode perder oportunidades de aplicar melhorias que gerariam mais faturamento ou reduções de custos, por exemplo.

3. Prejuízo financeiro

Sem o uso das tecnologias adequadas, a companhia fica com recursos mobilizados para o tratamento dos dados gerenciais. Em outras palavras, um ou mais colaboradores precisam reservar um tempo em sua agenda somente para fazer o trabalho que poderia ser realizado por um software.

Esse desperdício de mão de obra, consequentemente, onera o orçamento, já que o custo com recursos humanos é um dos mais altos dentro de uma empresa.

Como não levar 5 dias para fazer o relatório gerencial semanal

Tenha um software de gestão de projetos

Quando a empresa se vale de muitas ferramentas que não interagem entre si, qualquer tarefa que deveria ser simples acaba se tornando desnecessariamente complicada. E, apesar de parecer um conceito óbvio, infelizmente, não é nada raro que algumas organizações tenham dificuldade para compreender os ganhos que a adoção de uma única solução pode proporcionar.

Implementar um ERP, um software CRM e múltiplas planilhas eletrônicas, por exemplo, irremediavelmente, fará com que haja um desperdício de tempo muito grande para a extração de qualquer tipo de informação. Consequentemente, a agilidade (e até a confiabilidade) na consolidação dos dados fica comprometida.

Na prática, muito esforço é empreendido na geração de um relatório gerencial que traz uma infinidade de números e resultados operacionais que, na maioria das vezes, acabam não demonstrando de forma eficiente o que é efetivamente importante para a gerência.

Para evitar que o relatório gerencial se torne uma saga sem fim, o ideal é utilizar um software de gestão de projetos que integre todos os dados e ferramentas. Assim, torna-se possível automatizar inúmeros processos, prevenir perdas de informações e evitar erros.

Aposte em análises cada vez melhores

Para obter resultados satisfatórios com a geração de relatórios gerenciais, é fundamental trabalhar com soluções integradas, de forma a correlacionar melhor os dados, extrair informações mais completas e, por conseguinte, tornar todo o processo mais dinâmico. Isso ajuda tanto a poupar tempo quanto a tornar as análises muito mais valiosas.

Nesse cenário, não só a ferramenta, mas um método de análise bem definido facilitará bastante a geração dos relatórios gerenciais. Com o suporte de ambos, não será mais necessário partir do zero a cada nova apresentação, uma vez que as informações estarão estruturadas sempre da mesma forma.

É simples: com metodologia e tecnologia trabalhando de maneira sinérgica, poucos esforços serão necessários para que as informações compiladas propiciem uma boa avaliação.

Defina o que é importante planejar e monitorar

É preciso que os relatórios gerenciais exponham as informações mais importantes tanto para a equipe de projetos quanto para a diretoria. Essas métricas devem exibir o impacto do trabalho do time, bem como do planejamento exercido pela gestão, ou seja, o quanto os trabalhos estão sendo produtivos na forma de enxergar novas oportunidades e promover redução de custos e despesas, potencializando o retorno de cada investimento realizado (ROI).

Parta da visão macro para a micro

Em um primeiro momento, é importante observar os dados mais relevantes do negócio e analisar a performance no mês, compreendendo se o planejamento foi atingido e se essa realmente é a tendência. Posteriormente, deve-se fazer uma análise mais minuciosa, buscando entender cada ponto a fim de aprofundar a investigação.

Assim, se os custos do projeto foram superiores ao orçamento dimensionado, é preciso avaliar quais foram as entregas ou atividades que se mantiveram de acordo com a baseline e quais extrapolaram, se os gastos foram maiores porque houve retrabalho, ou porque o custo de produção ficou acima do planejado, e assim por diante. Essas ponderações mais precisas permitirão que os ofensores sejam identificados e, posteriormente, eliminados.

Priorize fatores comprovadamente de sucesso

Nesse quesito, é importante focar aquilo que pode gerar mais resultados com o menor esforço possível. De fato, os fatores que apresentam os piores resultados costumam ter maior potencial para melhoria. Assim, um projeto que apresenta alto índice de retrabalho pode revelar resultados simplesmente excelentes com uma reestruturação dos processos produtivos e a implantação de práticas que estejam sendo bem aplicadas em outras iniciativas.

Já os melhores resultados devem servir de boa prática para inspirar outros projetos. Um canal de comunicação que esteja se mostrando eficiente em determinados casos pode muito bem ser adotado em outros empreendimentos, por exemplo. E não se deve ignorar também a possibilidade de que algo que esteja apresentando bons resultados receba um investimento ainda maior, proporcionando ganhos ainda mais expressivos que os atuais.

Um bom relatório gerencial apresenta não só as principais métricas do negócio, como também a análise desses indicadores, as oportunidades de melhoria e a priorização das demandas. Com um software de gerenciamento de projetos integrado, somado a uma boa estrutura metodológica, torna-se possível expor os reais resultados da organização e determinar quais serão os passos seguintes.

Goza-se, assim, de mais tempo para identificar e intervir nos pontos certos, tornando o planejamento mais efetivo na empresa e conseguindo provar seu valor. Dessa maneira, os relatórios gerenciais deixam de consistir em uma atividade mecânica ou de ser vistos como um mal necessário, passando a ser importantes aliados, concentrados em inteligência e aperfeiçoamento.

Seja objetivo

Um relatório gerencial deve ser conciso e objetivo. Esse tipo de documento objetiva expor dados reais da organização e, por isso, não existem razões para a prolixidade.

Todas as informações e resultados nele contidos precisam ser de fácil entendimento, evitando a má compreensão de dados ou reuniões muito prolongadas. É claro que um relatório apresenta uma grande quantidade de elementos, mas, mesmo assim, é possível compactar dados importantes em tabelas, gráficos e outros recursos que facilitem a compreensão de todos.

Por isso, é fundamental considerar a posição do leitor ao elaborar esses documentos. Um número exagerado de informações técnicas não agrega para a assimilação e ainda pode confundir quem precisa avaliar o seu trabalho.

Conforme mencionado, o aconselhável é que a organização conte com uma solução que possibilite coletar as informações necessárias de forma dinâmica e que seja flexível para customizar a apresentação dos resultados. O ideal é que permita, por exemplo, apresentar informações de maneira macro, com representações gráficas e de fácil assimilação. Bons exemplos são os relatórios providos pelo PMO para o acompanhamento do portfólio da empresa.

Agora que você já sabe como fazer um bom relatório gerencial, pode seguir todas as dicas compartilhadas aqui para elaboração e contar com todos os benefícios dessa facilidade.

E você, quer mais eficiência no dia a dia da sua empresa, incluindo a elaboração do relatório gerencial semanal? Entre em contato conosco, converse com um de nossos consultores e descubra como podemos ajudar!

planilha de gestão de projetos

Planilha de gestão de projetos: Saia dessa fria!

A adoção de planilha de gestão de projetos é uma prática bastante comum para aqueles que estão começando a implantar a gestão de projetos. Em um primeiro momento, e em projetos simples, uma planilha pode ser o suficiente para monitorar o desempenho do projeto. No entanto, conforme a maturidade da empresa aumenta, e o número de projetos e a complexidade da operação crescem, a planilha pode ser uma grande furada.

Se hoje você gerencia sua empresa com planilha de gestão de projetos com a ajuda do Excel, separamos alguns pontos de atenção que você precisa analisar e rever se não é o momento de adotar uma gestão de projetos mais profissional.

1. Controle de versão

Quando a planilha foi atualizada pela última vez? Qual é a versão mais recente?
Estes são dilemas comuns de quem utiliza planilhas para controle dos projetos. Como os projetos são muito dinâmicos fica difícil gerenciar se os dados contidos na planilha estão atualizados. Mesmo para quem utiliza soluções como Google Drive, o controle de acesso é feito de forma ainda um tanto arcaica, um usuário desinformado pode sobrescrever informações e criar um grande confusão.

2. Monitorar para agir

Em um ambiente de projetos, agir antes de um crise acontecer é fundamental para o sucesso do projeto, e a velocidade da ação é proporcional as chances de sucesso. Quando a gestão de projetos é feita através de planilhas, os dados nunca estão atualizados em tempo real e ficam sujeitos a erros de alimentação. Quando adotamos uma solução colaborativa, os dados do projeto são atualizado em tempo real, sendo muito mais rápido o tempo de resposta.

3. Governança é essencial

Em um projeto, existem informações públicas, restritas e sigilosas, que o controle de acesso as mesmas impactará diretamente no projeto. Em uma planilha não conseguimos controlar quais informações podem ser visitar pelos membros da equipe e quais não podem. É nesse momento que ocorre um grande perigo. Se mantivermos a planilha em segredo, corremos o risco da equipe se perder em meio as atividades do projeto. Se abrirmos a planilha para os envolvidos, temos um risco de perder a confidencialidade do projeto. Impactos negativos são – principalmente – causados pela não governança e pela comunicação ineficiente dentro dos projetos.

4. Mobilidade gera mais produtividade

Os projetos dificilmente ocorrem em um unico lugar. Hoje temos Smartphones, Tablets e Smart TVs com acesso a internet. Ao adotar uma planilha, perdemos todos os beneficios que a mobilidade gera e ficamos sempre presos a ter que ter um computador para poder consultar como está o andamento do projeto. Permita-se acessar seus projeto de qualquer lugar e tomar decisões mais bem informadas a qualquer momento.

5. Gestão de projetos não precisa ser estressante

Executar seus projetos de forma mais inteligente pode eliminar as horas extras e fazer com que você trabalhe melhor em menos tempo. Otimizar o gerenciamento de projetos trará benefícios não só para você e seus colaboradores, mas principalmente para a empresa – que irá lucrar mais a partir do momento que comece a trabalhar nos projetos certos – e, no caso das empresas que trabalham com projetos externos, para os clientes que terão seus projetos entregues dentro do prazo.

A 3M, nossa cliente, tinha o desafio de gerenciar um grande número de projetos, acompanhar o trabalho de diversos fornecedores e a evolução dos projetos. Até a adoção da ferramenta, tudo era feito através de planilhas eletrônicas, o que gerava grande ruído na comunicação entre as equipes, sem falar na manutenção do status correto. A empresa conseguiu superar todos os desafios e hoje os seus relatórios são gerados automaticamente, sem ruídos ou desvio de informação. Conheça melhor o caso.

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