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gerenciamento efetivo de stakeholders

[Material Gratuito] Guia Prático para um Gerenciamento Efetivo de Stakeholders

O sucesso de um projeto dependerá do comprometimento das partes interessadas. Um gerenciamento efetivo de stakeholders, leva a uma boa gestão que permitirá envolver e engajar essas pessoas, aumentando as chances de sucesso do projeto.

Claro que com o crescente interesse pela área surgem também algumas dúvidas comuns como, por exemplo, quais são os processo, conceitos, de que forma implantar uma gestão efetiva de partes interessadas, etc.

Sendo assim, criamos um material bem completo para mostrar conceitos, processos e as melhores práticas para um gerenciamento efetivo de Stakeholder para quem deseja entender melhor essa área de conhecimento e colocá-la em prática.

Nele, você verá:
    • Identificar as partes interessadas e analisar sua influência sobre o projeto;
    • Responder de forma estratégia os questionamentos e inseguranças das partes interessadas do projeto;
    • Identificar as barreiras para o sucesso do projeto e tomar ações preventivas;
    • Desenvolver estratégias para se comunicar, estabelecer limites, e gerenciar as expectativas;
    • Descrever as entradas, ferramentas técnicas e saídas do gerenciamento de stakeholders;
    • Implementar de forma prática o gerenciamento de stakeholders na sua empresa.

ociosidade de colaboradores

Ociosidade de colaboradores: de que maneira isso interfere na gestão do projeto?

Você já refletiu sobre o que é a relação de trabalho? Sabe o que é a ociosidade de colaboradores? Basicamente, um profissional vende horas de trabalho em troca de um salário. Isso quer dizer que, para o funcionário, a ociosidade é uma coisa boa: ele ganha o mesmo valor, com menos esforço.

Já do ponto de vista da empresa, é um desastre, pois você obtém menos produtividade, com o mesmo custo. E o problema da ociosidade de colaboradores fica ainda maior quando se trata de um projeto, que, por definição, tem prazos para cumprir e data para ser encerrado.

Neste post, vamos explorar quais são os principais efeitos da ociosidade de colaboradores sobre a gestão de projetos e, ainda, apresentar dicas simples para acabar com esse problema.

Os efeitos da ociosidade de colaboradores

Subaproveitamento da capacidade dos membros da equipe

Um funcionário ocioso não é sinônimo de um funcionário ruim. Ele pode ser criativo, cheio de experiência, com uma formação invejável e, mesmo assim, apresentar ociosidade no trabalho. Quando isso acontece, você tem um cenário de subaproveitamento. Em outras palavras, não consegue extrair do profissional todo o seu potencial.

Aproveitando, lembre-se de que a ociosidade nem sempre é causada pelo indivíduo; ela pode ser causada por má organização da equipe, dos processos e do projeto em geral. Nós vamos retomar essa questão mais à frente.

Assimetria na divisão de tarefas

Se alguns colaboradores estão ociosos e, mesmo assim, o projeto continua avançando normalmente, é muito provável que haja assimetria na divisão de tarefas. Isso significa que, enquanto há ociosidade de um lado, há funcionários sobrecarregados do outro.

Nem é preciso dizer que esse tipo de situação é insustentável. Em algum momento, surgirão conflitos entre os membros da equipe, e aqueles prejudicados com a divisão “injusta” vão dar sinais de fadiga que afeta a performance.

Ruídos na comunicação

A ociosidade não afeta apenas a execução do trabalho; ela também pode se refletir na comunicação. Se o ócio está ligado a um problema de atitude do colaborador, ele eventualmente vai negligenciar a troca de informações com seus colegas e com o gestor.

Não podemos esquecer que, em um projeto, o fluxo adequado de informações é crucial para o andamento eficiente das atividades. Portanto, quando a ociosidade dos colaboradores afeta a comunicação entre a equipe, todo o trabalho é prejudicado. O problema sai do âmbito do indivíduo e começa a envolver os demais.

Atraso na entrega

Esse efeito é o mais óbvio, porém, um dos mais graves. A ociosidade pode afetar o cronograma do projeto, causando atraso na entrega. Essa demora, por sua vez, acarreta em custos extras e, em alguns casos mais extremos, a falha em atender o prazo pode até fazer com que todo o projeto se torne inútil.

Como evitar a ociosidade de colaboradores

Adotar um software de gestão de projetos

Os softwares de gestão de projetos são úteis para identificar a ociosidade de colaboradores – que é o primeiro passo para resolver o problema. Como esses softwares permitem acompanhar o progresso de cada etapa, basta um olhar para encontrar aquelas que estão paradas ou avançando muito devagar. Esse são os sinais básicos de ociosidade.

Para completar, é possível identificar o ócio antes que ele atrase definitivamente a entrega do projeto. Portanto, se você entende que prevenir é mais fácil do que remediar, vai querer adotar um software de gestão de projetos.

Entender a origem do ócio

Como já comentamos, existe o ócio que parte do indivíduo e existe aquele que é fruto da maneira como o projeto está estruturado.

Imagine um projeto no qual a Etapa A deve ser completada, antes que a Etapa B possa começar. Além disso, o gestor só permite que cada funcionário se envolva com a etapa que lhe foi delegada. Nesse cenário, é compreensível que o funcionário responsável pela Etapa B tenha que enfrentar um período de baixa produtividade — enquanto aguarda o colega da Etapa A terminar o próprio serviço.

Portanto, uma das maneiras de acabar com a ociosidade causada pelo projeto é criando fluxos de trabalho mais flexíveis e autorizando (ou estimulando) a colaboração entre os funcionários, independentemente das atividades ou etapas pelas quais são responsáveis.

Criar uma lista de atividades prioritárias

As atividades prioritárias são aquelas sem as quais o projeto não pode ser completado. Criar essa lista pode ajudar a manter a ociosidade sob controle porque, se alguma dessas atividades ainda está pendente, nenhum membro da equipe tem o direito de permanecer ocioso.

É uma questão de bom senso: por que o funcionário ficaria parado, quando há uma atividade importante para ser feita?

Dialogar com a equipe

Quando o ócio é resultado de atitudes individuais, o diálogo pode ajudar a resolver. Profissionais mais jovens podem não ter a percepção exata dos prejuízos que causam à empresa quando negligenciam a própria produtividade. Mais do que isso, eles podem não entender como o que é ruim para a empresa acaba, também, sendo ruim para eles mesmos. Se o gestor for transparente em relação aos efeitos da ociosidade, pode obter uma resposta muito positiva.

E se o diálogo não mudar nada? Nesse caso, seus colaboradores têm um problema de atitude realmente grave. Comece a refletir: será que você está realmente contratando profissionais sérios e motivados?

Contratar profissionais especializados

Mesmo que uma empresa tenha um gestor de projetos interno, contar com a ajuda de um profissional externo é uma boa ideia.

Quando a ociosidade de colaboradores se torna um problema, esse profissional — por exemplo, um consultor — garante que as críticas à equipe serão vistas como feedback imparcial. Do contrário, os funcionários que recebem esses feedbacks poderiam interpretar a situação como uma perseguição, como um ataque pessoal.

Partindo de um terceiro, é mais provável que o feedback seja aceito pelo que é: uma provocação para a melhoria.

Neste post, você entendeu quais são os efeitos da ociosidade de colaboradores, e também descobriu algumas dicas para enfrentar e resolver o problema. Gostaria de saber mais sobre gestão de projetos e, claro, sobre soluções em software para essa finalidade? Então, entre em contato com a Project Builder!

gestão de projetos na indústria automotiva

Gestão de projetos na indústria automotiva: como fazer?

O setor automotivo tem um papel fundamental na estrutura industrial do mundo. Em nosso país, ele corresponde a aproximadamente 22% do Produto Interno Bruto da indústria. É um segmento que interfere em outros setores do Brasil. Por isso é tão importante uma gestão de projetos na indústria automotiva.

Muitos veem o ramo automobilístico como um oligopólio em que poucas firmas conseguem oferecer bens mais diferenciados. Diante da demanda de carros, eles consideram que a quantidade de empresas realmente competitivas no setor é pequena.

Isso demonstra a necessidade de realizar um planejamento estratégico eficaz. Neste post, vamos esclarecer como efetivar uma gestão de projetos na indústria automotiva que atenda à nossa realidade, com a metodologia mais adequada e as ferramentas mais valiosas. Confira!

Selecione e priorize os projetos na indústria automotiva

Se a empresa conta com muitos projetos, é fundamental priorizar alguns deles. Tentar concretizar todos de uma vez não é viável, nem seguro — e, provavelmente, não será possível também. Cada um deve dar sua parcela de contribuição estratégica com os objetivos principais da indústria.

O ideal é priorizar os projetos, respeitando alguns critérios, definindo comparativos e indicadores. Desse modo, você avalia os custos totais de cada projeto, o ROI (Retorno Sobre o Investimento), o prazo para implantação e a prioridade individual.

Determine o escopo e o cronograma na gestão de projetos

Outro aspecto relevante na gestão de projetos na indústria automotiva é a definição do escopo e do cronograma. O escopo equivale a todo o trabalho que será efetivado para a produção dos veículos, conforme a demanda dos clientes. Logo, deve-se determinar o que será realizado e as etapas necessárias para a concretização do projeto.

É fundamental estabelecer o que será feito, considerando todos os pontos para a efetivação do projeto. Quando se detalha o escopo, o gestor consegue analisar a proposta em pacotes de trabalho, que contêm subdivisão em tarefas menores, mais simples de serem realizadas.

O cronograma, por sua vez, é a divisão dos pacotes de trabalho em tarefas. Como exemplo, podemos citar a produção da lataria de um carro como um pacote de trabalho, enquanto a pintura da lataria seria uma tarefa desmembrada.

Percebemos que, com um cronograma, o gestor pode planejar a realização de cada atividade desmembrada e estipular os recursos aplicados e o período de execução para cada uma. Consequentemente, o planejamento integral pode ser efetuado com prazos de execução estabelecidos, e as etapas de orçamento e a definição de gastos serão facilitadas.

Escolha uma metodologia para gerenciar os projetos

Quando falamos em gestão de projetos, seja no setor automotivo, seja em qualquer outro, diferentes metodologias podem ser empregadas para otimizar os indicadores mais importantes e os resultados do trabalho. Há alternativas que oferecem melhores resultados, com foco na melhoria da administração dos projetos. Entre excelentes opções podemos citar:

  • Guia de melhores práticas do PMBOK (Project Management Body of Knowledge);
  • PRINCE 2 (Projects IN a Controlled Environment);
  • IPMA (International Project management Association);
  • FEL (Front-End Loading);
  • PM Canvas (Project Model Canvas).

Enfim, é preciso definir qual metodologia será aplicada na gestão de projetos na indústria automotiva. Também é importante estipular qual dessas metodologias influi na implantação de um PMO permanente, que será sempre aproveitado na gestão dos projetos seguintes.

O PMBOK

O PMBOK é um guia que determina o projeto como um esforço finito, temporário. Isso significa que existem começo e fim bem-delineados e trabalhados para um resultado bastante específico. Os projetos são realizados por pessoas, com recursos limitados, e dependem de planejamento, execução e controle durante seu ciclo de vida.

Nesse sentido, um projeto é diferente de processos e operações, já que esses últimos se repetem e são contínuos, enquanto os projetos são únicos.

Os processos que formam o PMBOK estão divididos em cinco grupos: início, planejamento, execução, monitoramento e controle, encerramento. As áreas de conhecimento do PMBOK envolvem:

  • Gerenciamento de aquisições;
  • Gerenciamento de qualidade;
  • Gerenciamento de riscos;
  • Gerenciamento de escopo;
  • Gerenciamento de custos;
  • Gerenciamento da integração;
  • Gerenciamento da comunicação;
  • Gerenciamento dos recursos humanos;
  • Gerenciamento do tempo;
  • Gerenciamento dos stakeholders (partes interessadas no projeto).

Gerencie pessoas e riscos na gestão de projetos na indústria automotiva

A melhoria na gestão de projetos na indústria automotiva acontece por meio do gerenciamento correto de pessoas e de riscos. Apesar de o setor automotivo ser muito automatizado, a necessidade do elemento humano ainda é primordial. Sem ele, a tecnologia mais sofisticada não oferece os resultados esperados.

O ambiente de trabalho deve ser, portanto, favorável aos profissionais, sem que a hierarquização prejudique o relacionamento entre líderes e subordinados. Isso proporciona um relacionamento sadio para o desenvolvimento da criatividade e produtividade. O gestor precisa conhecer bem a equipe e as habilidades de cada funcionário.

Tal conhecimento permite que a alocação de recursos e a delegação de tarefas sejam mais eficientes. Os resultados serão os melhores para o projeto e para toda a indústria.

O relacionamento interpessoal é muito importante e o gestor deve estar alerta a tudo, desde pequenos conflitos até grandes intrigas, que podem gerar um clima de desarmonia, baixa produtividade e vários erros no trabalho.

O gerenciamento de riscos também é indispensável. Para assegurar que o projeto fique livre deles, é necessário elaborar uma matriz com as principais ameaças capazes de atrapalhar o caminho crítico do projeto. A gestão de projetos na indústria automotiva precisa fazer o monitoramento dos riscos constantemente.

Os perigos podem ter sua prioridade modificada por causa de fatores externos, como fenômenos da natureza ou mudanças de mercado, decisões da equipe executiva ou questões envolvendo o cronograma. Mas convém recordar que riscos não se referem apenas a problemas ou a coisas negativas. Algumas vezes, eles podem ser uma oportunidade, ou seja, ao correr o risco, a empresa pode potencializar seus resultados.

Use um bom software para gerenciar projetos

A tecnologia é um recurso que pode otimizar a gestão de projetos na indústria automotiva. Já falamos o quanto esse setor depende de tecnologia e automação. E um bom software para gerenciar projetos certamente é uma excelente solução. Ele permite ao gestor ter acesso aos principais indicadores com facilidade.

Além disso, os softwares atuais armazenam em nuvem (Cloud Computing), o que é mais seguro para os dados e todos os arquivos. A tecnologia ajuda de inúmeras maneiras, aprimora o processo de delegar tarefas, contribui para reduzir custos, melhora o desempenho da equipe e facilita a tomada de decisões.

Aplicar boas técnicas e ferramentas, principalmente o PMBOK, proporciona ótimos benefícios na gestão de projetos na indústria automotiva, como: melhoria no fluxo de comunicação, padronização das atividades, diminuição da negligência e ociosidade, alocação mais eficaz dos recursos, monitoramento sobre todas as etapas do projeto, gerenciamento de riscos, aumento das chances de melhores resultados.

Gostaria de aplicar metodologias eficientes de gestão de projetos? Quer ter acesso a ferramentas avançadas e eficazes? Entre em contato com a Project Builder e obtenha mais informações!

gestão de projetos

Saiba como melhorar a gestão de projetos e os serviços da empresa em 8 dicas

O seu negócio tem uma boa política de gestão de projetos? Hoje, com iniciativas cada vez mais comuns no ambiente corporativo, é fundamental que todos os profissionais tenham um meio moderno e inteligente para orientar os seus trabalhos.

Por isso, investir na sua gestão de projetos é um dos passos mais simples para garantir o sucesso de cada etapa. Se você quer saber como isso pode ser feito, veja abaixo 8 dicas para tornar a sua gestão mais inteligente e bem estruturada!

1. Invista em uma metodologia adequada

A metodologia de um projeto orienta o modo como os trabalhos são executados, assim como a rotina dos times e o seu perfil. Portanto, sempre tome cuidado ao escolher qual metodologia será utilizada para gerir o projeto.

Para isso, faça uma análise sobre os requisitos, o perfil do time e do projeto em si. Assim, será mais fácil escolher uma metodologia que consiga orientar os times para atingir os resultados esperados.

2. Tenha um software de gestão de projetos

O software de gestão de projetos é uma solução inovadora e que pode ter grande impacto nos processos gerenciais. Ele funcionará como um hub de informações sobre cada etapa, agregando metas, rotinas, estratégias, responsabilidades e indicadores em um único lugar.

Graças a essa ferramenta, o gestor terá uma visão completa sobre o fluxo de trabalho de todos os times. Isso permitirá que erros sejam corrigidos facilmente. Além disso, será mais fácil distribuir atividades e evitar que conflitos aconteçam.

3. Defina bons indicadores de performance

Os indicadores são uma importante ferramenta de gestão. Utilizados para orientar a avaliação da performance de um time ou processo, eles podem ser aplicados em várias áreas do negócio.

Na gestão de projetos, as métricas permitem a identificação de pontos como a aderência a prazos, gargalos de performance e o impacto que as medidas tiveram no dia a dia do negócio. Mas para que sejam bem estruturados, os indicadores precisam estar alinhados com o perfil do time.

Em outras palavras, cada meta deve ser alcançável. Porém, é importante que ela seja orientada para garantir um nível mínimo de qualidade, para que assim os times possam identificar corretamente a qualidade do seu trabalho e eventuais problemas.

4. Faça reuniões periódicas

Durante todas as etapas dos projetos, realize reuniões. Essa é uma estratégia simples, mas que negligenciada, pode impedir que problemas sejam corrigidos, permite boas práticas replicadas e que times se mantenham alinhados.

As reuniões podem ser utilizadas, portanto, para a aplicação de feedbacks positivos e negativos. Além disso, elas auxiliam no compartilhamento de experiência e no alinhamento de metas.

Com todos os times alinhados e com os mesmos objetivos, o nível de engajamento cresce. Como consequência, as chances de um projeto dar errado caem drasticamente.

5. Garanta que a comunicação seja eficaz

A comunicação é algo crítico para o sucesso de seu projeto. Se os times, líderes e stakeholders não se comunicam corretamente, conflitos se tornam mais frequentes, as expectativas são frustradas e os riscos, ampliados.

Portanto, investir na comunicação entre todos deve ser uma preocupação desde o começo do projeto. A cada etapa, esse ponto deve ser reforçado e valorizado com o apoio de ferramentas de troca de dados, serviços de videoconferência, aplicativos de troca de mensagens corporativas e até mesmo o uso da comunicação via VoIP.

Isso permitirá uma troca contínua de ideias entre todos. Além disso, com os times mais integrados, a resolução de problemas será mais ágil e inovadora, uma vez que um número maior de conhecimentos auxiliará na resolução de falhas.

6. Gerencie o escopo

O escopo é um ponto crítico de um projeto. Ele orienta os profissionais sobre as suas responsabilidades e metas. Mal estruturado, o time terá dificuldades de encontrar os limites de sua atuação e os resultados que são esperados.

Portanto, sempre trabalhe para que a gestão de projetos delimite o escopo de forma clara e objetiva. Assim, as etapas serão planejadas da forma correta, evitando conflitos, atrasos e problemas no alcance de objetivos.

7. Cuide de seus conhecimentos

Todo projeto traz aprendizados para a empresa. Uma forma de garantir que eles sejam replicados é utilizado parte do tempo dedicado a gestão de projetos na documentação dos conhecimentos que cada etapa trouxe para o time.

Uma boa documentação facilita a criação de modelos de projetos futuros, reduz riscos e melhora a replicação de boas ideias. Ela também auxilia a empresa a criar um ambiente de otimização contínua, em que todos possam garantir que rotinas de baixa performance sejam evitadas.

Portanto, crie uma base de conhecimento bem estruturada e acessível. Ela deve ter uma linguagem clara, transparente e evitar que os profissionais tenham dificuldades para encontrar a resolução de eventuais dúvidas.

8. Tenha o apoio de uma empresa parceira

Muitas empresas podem ter dificuldades para otimizar os seus processos de gestão de projetos. Uma das formas de garantir que as rotinas sejam executadas conforme os padrões mais modernos do mercado é contar com o apoio de uma empresa parceira.

Esse serviço funcionará como uma consultoria. A companhia terá as suas práticas de gestão de projetos analisadas e comparadas com o que há de mais moderno sobre o tema.

Se problemas forem encontrados, os processos serão revistos. Os times internos receberão treinamentos para incorporar as novas práticas em seu dia a dia. Assim, a empresa pode garantir um maior retorno sobre o seu investimento, além de se tornar mais competitiva.

Toda empresa realiza projetos corporativos regularmente. Eles podem ser utilizados para integrar novas soluções, resolver problemas internos ou criar produtos e serviços.

Mas para que um projeto atinja os objetivos esperados, as estratégias devem ser capazes de orientar corretamente o trabalho dos profissionais. Em outras palavras, o gestor de projetos precisa ter os recursos necessários para garantir que as metas e objetivos sejam alcançáveis.

Esse será o papel das estratégias de gestão de projetos. Com elas, a empresa poderá reduzir riscos, mitigar conflitos e garantir que todos estejam com conhecimentos e objetivos bem alinhados.

Se você quer saber mais sobre como uma empresa parceira pode te auxiliar a utilizar um software de gestão de projetos, fale conosco!

o que é um projeto

Você sabe o que é um projeto e todos os conceitos que o envolvem?

Ter uma ideia e ver a sua concretização é extremamente gratificante. Contudo, para isso, é necessário esquematizar suas ações em um projeto. Afinal, ele vai funcionar como um guia de implementação da proposta apresentada.

Assim, para entender o que é um projeto, basta pensar em qualquer coisa que você deseja fazer, desde implantar uma nova cultura até melhorar os processos de colheita ou a logística de escoamento, por exemplo.

Embora o conceito possa ser aplicado em qualquer área, o nosso foco hoje será o agronegócio. Portanto, para entender mais sobre o assunto e dar o primeiro passo para tirar as ideias do papel, continue acompanhando este conteúdo e saiba o que abrange criar um bom projeto.

Confira a seguir!

Saiba o que é um projeto

Em poucas palavras, um projeto é a intenção de fazer algo no futuro ou a descrição detalhada de um determinado empreendimento a ser feito. É o plano, o esquema a ser usado para alcançar um objetivo.

Nesse sentido, abrange ações e um esforço direcionado durante um período, usando recursos predeterminados. Assim, pode ser a construção de um novo galpão, começar uma plantação do zero ou inovar em alguma área que você já explora.

Entretanto, definir suas ações e gerenciar bem os projetos é uma condição essencial para a obtenção de bons resultados. Nesse sentido, é importante seguir o planejamento e manter o foco no escopo. Caso contrário, a implementação pode não ser tão bem-sucedida quanto você espera.

Conheça os principais tipos de projetos

Agora que você já tem uma noção do que é um projeto, consegue perceber que o conceito pode ser aplicado em muitas áreas diferentes. A seguir, listamos alguns dos tipos mais conhecidos.

Agrícola

Um projeto agrícola envolve a implantação de uma nova cultura ou a exploração de um novo negócio. Ele abrange pesquisa de mercado, organização e planejamento das operações, compra de equipamentos e tratamento do solo, por exemplo. Esse tipo de projeto é muito importante para o desenvolvimento do país, já que busca encontrar meios de aproveitar melhor a terra e produzir mais com menos recursos.

Pesquisa

Esse é um modelo muito usado nas universidades e ambientes acadêmicos. Ele tem como foco encontrar respostas para um determinado problema, por meio da pesquisa de informações e a realização de testes. Estudar formas de eliminar pragas ou cultivar frutos fora de época são algumas das possibilidades.

Social

Aqui, o objetivo costuma ser fazer o bem ao próximo, melhorando a vida das pessoas e combatendo as desigualdades. Normalmente, eles são feitos por ONGs ou são ações de empresas que buscam reduzir o impacto de suas atividades, contribuindo positivamente para a sociedade.

Empresarial

A aplicação empresarial dos projetos é bastante abrangente. Eles podem ser usados tanto para iniciar um empreendimento quanto para lançar um novo produto, modernizar um setor ou otimizar um processo. No meio empresarial, eles possibilitam encontrar a melhor forma de implantar uma ideia nos limites preestabelecidos.

Descubra as características de um projeto

De acordo com o PMI — Project Manegement Institute, organização internacional referência em gestão de projetos, o conceito está relacionado a um esforço temporário com o objetivo de criar um produto, serviço ou resultado específico.

No entanto, para entender melhor o que é um projeto, é interessante observar suas principais características:

  • temporário;
  • prazo para início e finalização;
  • altera processos;
  • gera um resultado, como a criação de um produto ou a otimização de processos;
  • é progressivo;
  • tem recursos preestabelecidos;
  • tem um alvo bem definido e um espaço para realização.

Contudo, um projeto bem-feito e eficiente demanda planejamento e investimento de recursos, ainda que sejam imateriais.

No caso de um plano agrícola, é necessário pensar em todas as ações necessárias, como análise e tratamento do solo, irrigação e escoamento. Uma gestão ruim pode comprometer a execução e gerar prejuízos.

Afinal, a ideia na implantação de um projeto é possibilitar que os executores sejam bem-sucedidos e alcancem o seu objetivo sem desperdiçar recursos, ainda que seja seu tempo e energia.

Observe as etapas de um projeto

Como o projeto é um plano único e temporário, ele é composto por etapas bem delimitadas. Para facilitar a visualização dos conceitos, vamos pegar como exemplo um projeto agrícola. Portanto, confira a seguir todas as etapas que envolveriam a sua implementação.

Concepção

Esse é o momento no qual os envolvidos tomam conhecimento da proposta para a realização de algum objetivo, como a estruturação de uma nova cultura. Todos são informados sobre o início do projeto e começam a modelar a sua efetivação.

Planejamento

Após a aprovação da proposta, está na hora de planejar as ações necessárias para que o projeto funcione. Metodologias, custos, prazos e disponibilidade de recursos são alguns pontos a serem discutidos.

Execução

Quando todos chegarem a um consenso sobre as ações a serem feitas dentro da gestão do plano de agronegócio, é o momento de agir. Isso é muito importante, pois é na execução que o seu projeto começará a tomar forma.

Igualmente, é o maior desafio dos gestores, pois problemas acontecem o tempo todo e a forma de lidar com eles pode afetar o resultado da implementação. Além disso, é necessário documentar suas ações. Assim, será possível prestar contas e analisar os resultados.

Monitoramento e controle

Esse é um passo que deve acontecer em paralelo à execução. Cada etapa da efetuação deve ser acompanhada e registrada, para detectar eventuais entraves e corrigir falhas antes que comprometam o resultado do projeto. Para isso, você deve manter o foco no escopo e nos objetivos e monitorar seu andamento de acordo com as expectativas.

Finalização

Na finalização do projeto, está na hora de entregar os dados captados e analisar os resultados. Afinal, não basta entregar a nova cultura em funcionamento. Avaliar o tempo de implantação, os gastos envolvidos e os eventuais prejuízos são determinantes para finalmente declarar que o projeto foi bem-sucedido.

Agora que você sabe o que é um projeto, já pode começar a colocar seus planos em prática. Não importa se você quer criar um grande negócio agrário, melhorar seus processos ou modernizar a sua empresa, o esforço e a dedicação no planejamento e na execução devem ser os mesmos. Se estiver com dificuldade, contratar uma empresa especializada pode ajudar bastante.

Você já criou algum projeto? Conte para nós nos comentários, vamos adorar trocar experiências e contribuir para o seu crescimento profissional.

comportamento pessoal

Comportamento pessoal no trabalho: o que deve ser evitado?​

Uma empresa com um bom funcionamento só existe se as suas lideranças souberem gerenciar corretamente os seus times. Esse é um processo que envolve vários fatores, como as políticas utilizadas, a distribuição dos mecanismos operacionais, o comportamento pessoal no trabalho e o modo como cada pessoa é monitorada.

Além disso, a postura do gestor também impacta na sua capacidade de engajar profissionais. O comportamento pessoal dos líderes de cada área incentiva outras pessoas a buscarem o seu melhor e, dessa forma, contribui para a melhora dos resultados.

Quer saber mais sobre a importância desse fator e como garantir uma boa imagem para o seu negócio? Então continue lendo o post e veja as dicas que separamos para você!

A importância de possuir um bom comportamento pessoal no trabalho

Toda empresa possui normas e regras de conduta. Seja no ambiente flexível das startups ou em uma empresa com um ambiente rígido, o ambiente corporativo é dotado de um conjunto de normas que buscam melhorar a convivência entre profissionais e facilitar a manutenção de um clima amigável. Dessa forma, todos podem atuar lado a lado para executar as suas funções da melhor forma possível e, assim, atingir os resultados esperados.

Para gestores, o comportamento pessoal no trabalho é um fator crítico. Profissionais que atuam em cargos de liderança devem ter um cuidado redobrado com o seu comportamento, engajando o time sob sua responsabilidade, construindo um bom clima organizacional e melhorando as suas chances de crescer na sua área de atuação.

Uma boa liderança auxilia a empresa a atingir os seus objetivos de médio e longo prazo. Quando o gestor consegue administrar o fluxo de trabalho com qualidade, todos estarão motivados para alcançar os objetivos comuns com facilidade. Consequentemente, a empresa terá serviços de maior valor agregado e uma rotina de alta performance.

As qualidades que um bom gestor deve ter

A boa liderança não é uma característica que surge naturalmente. Ela exige cuidado e atenção sobre uma série de fatores, para o gestor encontrar a melhor maneira de auxiliar a sua equipe a atingir os resultados esperados. Veja algumas abaixo!

Proatividade

Um líder deve estar sempre pronto para colocar-se a frente de desafios e atender a demandas com proatividade. A atenção não deve partir apenas de estímulos externos.

É importante que o profissional saiba buscar informações e soluções para os problemas do negócio ativamente. Com uma ampla visão estratégica, o gestor poderá atuar lado a lado com outras áreas para garantir que o seu trabalho possa gerar resultados reais no dia a dia do empreendimento.

Boa organização

Um time desorganizado pode ter grandes dificuldades para atingir o resultado almejado. A falta de organização causa atrasos, reduz a produtividade e cria um ambiente de trabalho com mais erros operacionais.

Quando ela ocorre com o gestor, o impacto no dia a dia do negócio é ainda maior. Líderes devem ter um grande cuidado para evitar atrasos e manter uma rotina precisa. Dessa forma, ele conseguirá focar nos processos prioritários e, ao mesmo tempo, designar atividades conforme as demandas chegarem e, assim, garantir que a rotina de toda a equipe mantenha-se livre de problemas.

Capacidade de delegar tarefas

Esse é outro ponto que impacta diretamente nos resultados do negócio. Delegar funções é uma das atividades mais comuns do dia a dia de um líder e, bem executada, ela pode garantir que a empresa mantenha-se com foco e com alto nível de competitividade. Portanto esteja atento à maneira como os processos internos são distribuídos e garanta que as rotinas sejam executadas pelas pessoas corretas.

Capacidade de definir metas

definição de metas faz parte do dia a dia do gestor. Elas auxiliam o profissional a ter uma visão abrangente sobre o estado do negócio, a evolução de processos e outros fatores que impactam na capacidade do empreendimento de atingir os resultados esperados a médio e longo prazo.

Crie métricas conforme o perfil do time e o que é esperado do setor pela empresa. Atue lado a lado com os profissionais em busca de mecanismos de trabalho mais eficazes. Além disso, sempre que problemas forem encontrados, faça feedbacks para as que correções sejam feitas rapidamente, eliminando falhas na rotina operacional.

Capacidade de manter-se com conhecimentos atualizados

O mercado muda rapidamente. E, nesse sentido, é importante que o gestor de TI mantenha os seus conhecimentos alinhados com as principais tendências da sua área de atuação.

Invista em minicursos, livros e conferências sobre as principais novidades de sua área de atuação. Sempre busque adquirir novas habilidades, que possam ser utilizadas no seu dia a dia. Dessa forma, será mais fácil agregar valor ao seu trabalho.

Os comportamentos que um gestor deve evitar

Um bom gestor também evita más práticas. Elas impactam negativamente no engajamento dos profissionais e, a longo prazo, reduzem as chances da empresa atingir os seus objetivos. Confira qual tipo de comportamento pessoal no trabalho deve ser evitado abaixo!

Desorganização

A falta de organização impacta negativamente em todo o time. Atue para manter-se dentro de prazos, evitar erros e acúmulo de tarefas. Assim, você conseguirá focar no que é mais importante para a área sempre.

Atrasos

Atrasos frequentes prejudicam a imagem do profissional e o fluxo de trabalho do time. Em reuniões, por exemplo, eles ampliam o tempo necessário para que problemas sejam solucionados. Como consequência, a empresa terá prejuízos e dificuldades para realizar negócios.

Mantenha uma rotina rígida para evitar qualquer tipo de atraso. Faça um acompanhamento dinâmico da sua agenda, garantindo a sua pontualidade sempre.

Falta de otimismo

O engajamento dos profissionais é crucial para que a empresa possa manter-se eficaz mesmo em momentos difíceis. E uma atitude positiva frente aos desafios que um negócio pode enfrentar começa com os seus líderes. Portanto estar otimista é um ponto chave para o sucesso da empresa.

Sempre busque enfrentar desafios por meio de uma atitude positiva. Atue lado a lado com profissionais, incentivando-os a buscarem o seu melhor e formas mais inteligentes para atingir as suas metas de médio e longo prazo.

Estilo não adequado ao cargo

Outro comportamento pessoal no trabalho, que impacta diretamente na imagem que o time possui do gestor, é o seu estilo. Ele sempre deve estar alinhado com as regras do negócio.

Com uma boa imagem, o líder passará confiança para os profissionais da sua área. Além disso, novas parcerias serão estabelecidas com mais facilidade, uma vez que o gestor conseguirá passar segurança em suas falas para os seus parceiros.

Você conhece pessoas que gostariam de conhecer estas dicas sobre comportamento pessoal no trabalho? Compartilhe este post em suas redes sociais!

Balanced Scorecard

Balanced Scorecard : Entenda o que é

O BSC ou Balanced Scorecard é uma metodologia de gestão estratégica, desenvolvida pelos professores da Universidade de Harvard Robert Kaplan e David Norton. Ele permite que a empresa planeje e controle, com maior segurança, suas metas e estratégias, com o objetivo de medir a evolução da organização através de indicadores.

Mesmo assim, muitos gestores não compreendem a relevância desse método ou nem sequer sabem do que ele se trata. Vencer essa dúvida é o caminho para poder empregar o recurso de maneira altamente estratégica.

Preparamos este artigo para te ajudar a entender melhor essa metodologia, bem como a planejar a implantação dele dentro da sua organização no próximo exercício. Para entender melhor, continue lendo e entenda no que ele se baseia:

O que é o Balanced Scorecard?

O Balanced Scorecard foi adotado inicialmente como um modelo de avaliação e performance empresarial, porém, sua aplicação em organizações proporcionou o desenvolvimento de uma metodologia de gerenciamento de estratégia.

Os requisitos para a definição de indicadores tratam dos processos de um modelo da administração de serviços e da busca da maximização dos resultados, baseados em quatro perspectivas que refletem a visão e a estratégia empresarial.

A partir delas, são definidos os objetivos, as iniciativas e os indicadores, de modo a identificar se tudo está saindo como o desejado.

Confira quais são essas perspectivas:

Financeira

Essa abordagem compreende o desempenho econômico-financeiro do negócio em diversos sentidos. É possível verificar o nível de lucratividade ou de rentabilidade, assim como analisar a matriz de custos ou a de receitas.

Uma empresa que esteja em dificuldades financeiras pode usar a perspectiva para focar em aumento do faturamento ou diminuição dos gastos, por exemplo.

Clientes

Como o nome da perspectiva indica, ela tem a ver com o mercado consumidor e com seu comportamento. Pode se relacionar ao aumento da satisfação dos clientes, ao volume de vendas recorrentes ou à taxa de rejeição, e assim por diante.

Também pode se integrar diretamente à financeira, quando a atenção se volta para a diminuição dos custos de aquisição por cliente (CAC).

Processos internos

Em uma analogia, os processos internos de um negócio são como o funcionamento dos sistemas do corpo humano. Eles precisam ser adequados para que haja saúde, inclusive da organização.

Nesse sentido, é relevante analisar questões como cumprimento de metas — tanto em cada setor como entre áreas diferentes —, taxa de sucesso na realização de tarefas e qualidade de atendimento, por exemplo.

O objetivo é melhorar essa perspectiva, de modo a criar um efeito dominó de resultados positivos para o empreendimento.

Aprendizado e crescimento.

Mais do que ter tecnologia ou controle, um negócio deve contar com informação e com conhecimento. Esse é um elemento bastante amplo, que se manifesta de várias formas.

Pode se tratar da retenção de conhecimento por parte da própria gestão ou dos recursos humanos, que pode ser medido com índices de produtividade, retrabalho e/ou rotatividade.

Também é relevante compreender as questões da inovação e do aprendizado com os erros por parte da gestão. Análises de satisfação dos funcionários, de processos alinhados e de otimizações são ótimos indicadores desse ponto.

Quais são os elementos do BSC?

Além das perspectivas, que fundamentam o uso dessa estratégia, o Balanced Scorecard também conta com elementos que permitem a sua execução.

Ou seja, há ferramentas que precisam ser usadas para que o BSC tenha uma aplicação prática e transformadora na realidade do empreendimento.

Entre os pontos importantes, estão:

Mapa estratégico

Ele descreve a estratégia da empresa através dos objetivos relacionados entre si e distribuídos nas quatro dimensões.

O propósito do mapa estratégico é apresentar inteiramente a estratégia da companhia, e, assim, permitir tornar mais claras a ligação e a maneira como os objetivos estão associados a cada uma das perspectivas.

De certa forma, o BSC serve para “traduzir” esse mapa em ações menores e segmentadas, facilitando o cumprimento de tarefas e o alcance do que é desejado.

Objetivo estratégico

Por falar nisso, é fundamental ter atenção ao que o empreendimento deseja consolidar. Isso é o que deve ser alcançado e o que é crítico para o sucesso da organização.

Esses pontos são divididos em cada uma das perspectivas e serão importantes subsídios para o detalhamento das metas e da definição dos indicadores.

Usaremos os objetivos estratégicos também em nosso processo de priorização e de seleção de projetos, de modo a criar um workflow.

Meta

Corresponde ao nível de desempenho ou a taxa de melhoria necessária. A meta define o que temos que perseguir para conquistar os objetivos.

Ela precisa ser mensurável e simples de ser acompanhada. Preferencialmente, deve estar associada a um período temporal para facilitar sua medição.

Se a intenção é aumentar o faturamento, a meta pode incluir um aumento de 20% na receita em 12 meses, por exemplo. Com isso, ela funciona como um parâmetro a ser atingido — e, preferencialmente, superado.

Indicador

Representa, em números, como será medido e acompanhado o sucesso do alcance do objetivo. Qualquer indicador deve cumprir os seguintes requisitos:

  • transmitir informação clara e confiável sobre o evento a ser analisado;
  • ser coerente com os fins estabelecidos, com a visão e a missão da organização, medindo e controlando os resultados alcançados;
  • ser adequado e oportuno, estando disponível para a tomada de decisão;
  • ter a sua unidade de medida corretamente identificada: números absolutos (n.º), percentagens (taxas de crescimento, pesos – %), dias, horas, valores etc.;
  • ter um responsável designado, capaz de atuar sobre os indicadores.

Cada perspectiva tem uma estratégia e cada destino desejado conta com um indicador. Se, na financeira, há o interesse em aumentar o faturamento (objetivo) por meio do aumento das vendas (plano de ação), é necessário definir o volume de conversões em um período como indicador.

Plano de ação

Trata-se do conjunto de ações que são necessárias para se alcançar os objetivos. É no plano de ação, ou no Projeto (no caso de organizações mais maduras) onde vamos trabalhar para atingir as metas.

Basicamente, ele define quais são as estratégias que devem ser executadas para que o objetivo da perspectiva seja atingido dentro da meta estabelecida.

Para que serve o BSC?

Uma das grandes vantagens do Balanced Scorecard é que essa é uma metodologia muito versátil. Ela pode assumir várias formas e ser usada para propósitos variados, adaptando-se aos interesses de cada negócio.

Assim sendo, não há somente um tipo de BSC. Os conceitos, perspectivas e ferramentas estão sempre lá, mas ele pode ser empregado em vários momentos e em negócios de todo o tipo.

De certa forma, cada aplicação gera um efeito diferente e há o BSC aplicado à melhoria dos resultados e à manutenção de determinados efeitos. Além disso, pode ser usado de acordo com interesses e situações variadas.

Entre as formas de uso dessa ferramenta, estão:

Crescimento do empreendimento

Quando o estabelecimento está se desenvolvendo e prestes a dar um novo passo, o BSC é bastante útil. Dentro das quatro perspectivas, ele ajuda o negócio a se consolidar e a construir um desenvolvimento sustentável.

É o caso de determinar o aumento da rentabilidade, o número de clientes fidelizados, a otimização dos processos internos e a expansão capacitada da força de vendas, por exemplo.

Retomada de resultados positivos

Já se a empresa se encontra em apuros, ela também pode utilizar o BSC justamente para contornar e sair dessa situação. A ideia é reestruturar parte do negócio de modo que ele possa trazer efeitos positivos e que garantam a recuperação no mercado.

Entre as perspectivas, os objetivos podem ser: diminuição dos desperdícios, redução do custo de aquisição de cliente (CAC), automação de processos e melhor capacitação da equipe.

Aumento da robustez

Muitas vezes, acontece de a organização crescer rapidamente e, ainda que tenha sido de forma estruturada, não ter total segurança na manutenção dos resultados. É o que ocorre com negócios perenes ou sazonais, que podem ver seus efeitos mudando a qualquer momento.

Nesse caso, o BSC pode ajudar a definir interesses como: aumento do alcance e do reconhecimento de marca, diminuição da taxa de rejeição dos clientes, melhora da logística e aumento do mix de produtos ou serviços.

Obtenção de vantagem competitiva

Mesmo quando o negócio tem ótimos números e se mostra cada vez mais promissor, ele pode usar o BSC. Nessa situação, ele é facilmente empregado para a conquista de vantagem competitiva.

Usado de um jeito estratégico, garante a obtenção de diferenciação, que leva a conquistas em relação aos concorrentes.

Entre os pontos, estão: aumentar a lucratividade, ampliar a satisfação do consumidor, fazer investimentos em processos para melhorar a qualidade e oferecer cada vez mais inovação.

Se os quatros indicadores estiverem equilibrados e aplicados de acordo com os objetivos propostos pela organização, significa que há grandes chances de conseguir evoluir a gestão, possibilitando a concepção de novas estratégias que projetem diferenciais competitivos. O BSC está relacionado à visão e à estratégia de um empreendimento, duas áreas fundamentais para que a empresa tenha sucesso.

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timesheets

Melhore a gestão do tempo com timesheets

É comum ter a sensação de que faltam horas no dia, não é mesmo? Fala-se em gestão do tempo como se, de alguma forma, pudéssemos controlá-lo, mas a realidade é dura: o tempo não para. Porém, existe uma alternativa. Você pode gerenciar a si mesmo para tirar o melhor proveito do tempo disponível – um grande desafio para muitos gerentes de projeto.

Preencher as fichas de controle de horas trabalhadas – os timesheets – dos funcionários parece ser mais uma tarefa para encaixar em seu dia bastante atribulado. Parece, mas não é. O timesheet pode ser uma ferramenta valiosa para o máximo aproveitamento do tempo de trabalho. Timesheets ajudam a identificar em que seu tempo está sendo gasto e, com um pouco de análise, fornece os dados para descobrir como dividir suas horas de trabalho de forma mais eficaz.

Se você ainda não está convencido que os timesheets são tarefas administrativas indispensáveis, listamos abaixo algumas razões para você acreditar que o timesheet on-line contribui para melhorar suas habilidades de gerenciamento de tempo. Aproveite as dicas sobre como usá-lo de forma eficaz.

 #1 Timesheets mostram por onde o tempo escapa

Existem inúmeras técnicas para melhorar seu gerenciamento de tempo. Cada pessoa deve escolher o software e as ferramentas que sejam mais adequados às suas necessidades. Um ponto em que a maioria das abordagens estruturadas para gerenciamento de tempo converge é: comece sabendo em que você gasta seu tempo. Timesheets podem ajudar nisso, pois mostram tudo o que você faz no trabalho.

Você vai se surpreender com os resultados. Basta meia hora para concluir um template de abertura do projeto, não é mesmo? Quando você identificar as interrupções ao pegar um café, atender ao telefone ou corrigir falhas no computador, provavelmente vai achar que completar essa tarefa leva muito mais tempo.

Peça aos membros de sua equipe para compartilhar seus timesheets ou configurar o software de gerenciamento de projeto on-line de modo que todos tenham acesso aos timesheets uns dos outros. Assim, você poderá identificar as atividades do grupo que ocupam muito tempo, como os workshops. Você poderá comparar a quantidade de tempo que as pessoas gastam em tarefas. Por exemplo, um indivíduo pode completar um trabalho do projeto em um tempo muito mais curto do que o colega. As duas pessoas podem se reunir e discutir essa tarefa: o mais lento pode aprender como fazer de forma mais rápida, ou o mais rápido pode aprender a fazer melhor de forma mais lenta, porém com mais qualidade. A proposta é nivelar a equipe.

#2 Timesheets ajudam a eliminar atividades desnecessárias

Agora que você sabe como gasta seu tempo, pode começar a identificar o tempo improdutivo. Tempo não produtivo é o que você gasta no trabalho sem estar trabalhando de verdade, como nas pausas. É surpreendente a quantidade de tempo improdutivo num dia normal de trabalho.

Sabe-se que não dá para evitar pausas para ir ao banheiro, tomar um café ou conversar com colegas sobre o fim de semana. No entanto, a identificação do tempo improdutivo pode mostrar se os seus 15 minutos de pausa para o chá se transformaram em meia hora no Facebook regularmente. Essa é uma atividade que você pode cortar para liberar mais tempo para outra coisa.

Outro lugar para procurar o tempo improdutivo é nas viagens. Calcule quantas horas são gastas na estrada ou em deslocamento entre escritórios. O que você pode fazer com o tempo de viagem para torná-lo mais produtivo? Se estiver viajando de avião ou ônibus, talvez possa adiantar algum trabalho no caminho. Se estiver dirigindo, fica mais difícil, mas ainda dá para fazer umas ligações, caso esteja em um engarrafamento. Independente do meio de viagem, se optar por trabalhar, o faça de forma segura. O carro não é o melhor lugar para ter uma conversa difícil com seu patrocinador do projeto sobre por que está acima do orçamento. O ônibus não é o melhor lugar para falar com os seus colegas de informações sigilosas sobre uma nova iniciativa. E se estiver trabalhando com documentos confidenciais, tenha cuidado sobre quem pode olhar por cima do seu ombro.

Participe de videoconferências, use espaços de trabalho colaborativos, mensagens instantâneas e outras ferramentas on-line para ajudá-lo a evitar deslocamentos, a menos que uma viagem seja realmente necessária.

#3 Timesheets ajudam a planejar as próximas semanas

Alguma vez você prometeu completar uma tarefa e percebeu que seria um desafio fazê-la dentro do prazo, porque tem uma oficina ou um evento na escola do seu filho? A maioria dos pacotes de software de gerenciamento de projetos com a funcionalidade de timesheet permite inserir os dados com antecedência. Você pode programar um tempo para férias e outros compromissos antes que aconteçam, para que seu timesheet efetivamente mostre quando estará disponível para outros trabalhos.

Compartilhe seus timesheets com os membros da equipe do projeto para que todos saibam quando as pessoas estão disponíveis para reuniões. Não preencha previamente os timesheets com as tarefas do projeto, a menos que seja um compromisso de um dia todo, como um treinamento.

Tentar preencher algumas horas aqui e ali, com base na previsão do que vai fazer no futuro é muito difícil e provavelmente dará errado. Se você inserir informações em seu timesheet para os dias que ainda não aconteceram, certifique-se de verificá-las antes de finalmente executá-las. Caso contrário, você vai acabar reservando tempo para uma oficina que foi cancelada ou um feriado que não aconteceu, no último minuto.

#4 Timesheets ajudam a melhorar o equilíbrio na vida profissional

A vantagem de ser bom em gestão do tempo é ter mais tempo disponível durante o dia. Você não tem que usar o tempo todo para trabalhar. Chegar ao final do dia de trabalho e ir para casa na hora, em vez de ficar até mais tarde, é o ideal. Se entender em que seu tempo está sendo gasto, corte (ou diminua) o tempo improdutivo, planeje suas semanas com antecedência. Você estará muito melhor posicionado para usar seu tempo de forma eficaz e organizar melhor seu dia de trabalho. Claro, você pode optar por passar esse tempo no trabalho – mas você não precisa!

Conclusão

Sim, completar os timesheets é outra coisa para a sua lista de afazeres. É uma tarefa adicional para se completar durante o dia. Você pode minimizar o esforço envolvido. Separe alguns minutos para mantê-lo atualizado e verá que não leva muito tempo. Vale a pena para obter as informações para que você possa avaliar adequadamente como está gastando seu tempo e tomar decisões informadas sobre como pretende gastá-lo daqui para frente.

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scrum

4 mitos sobre a implementação do Scrum que provavelmente você acredita que é verdade

Cada vez mais o Scrum vem ganhando força e sendo reconhecido como o mais popular método ágil para gestão de projetos. A metodologia foi desenvolvida com base no manifesto ágil, combinando com uma joga de Rugby que inspirou seu nome.

Um dos principais focos do framework é isolar a equipe, trazer a agilidade para o gerenciamento de projetos, aumentando a velocidade e a mudança. Utilizado em diferentes companhias, o fremework surgiu no desenvolvimento de projetos de software, onde normalmente os projetos costumam sofrer um número maior de mudanças de escopo devido ao seu ambiente instável e mais dinâmico. Hoje o Scrum vem sendo utilizado em diferentes naturezas de projetos e gerando resultados favoráveis.

Mesmo com tantos benefícios, sabemos que adotar a metodologia não é uma tarefa fácil. Diferentes fatores precisam ser analisados antes de sua implementação. Existem muitos mitos pairando sobre a implementação do Scrum. Confira alguns deles:

1 – Não aceitamos escopo aberto

Muitos acreditam que com a adoção do Scrum não é mais necessário planejar datas de entrega e custos do projeto. Isso é um mito. É possível ter estimativas no Scrum, a grande diferença é a necessidade de mudança do modelo mental. Toda estimativa, seja de custo ou de prazo, por mais detalhada e realista que seja, ainda é uma estimativa, ou seja, possui uma margem de erro e fatores de incerteza associados.

Algumas abordagens mais tradicionais de gerenciamento de projetos tentem a se proteger das mudanças, criando processos, às vezes complicados ou mesmo burocráticos, para tornar alto o custo da mudança.

Diferente desse padrão, os métodos ágeis tratam a mudança como parte natural do processo, onde a mudança e o aprendizado da equipe e do cliente levam a um produto final melhor. A equipe assume o compromisso com aquilo que vai realmente entregar e nada além disso. Conforme as entregas são realizadas com sucesso, o cliente vê o resultado e adquire confiança de que a equipe pode não se comprometer com tudo o que ele deseja, mas entregará aquilo com o que se comprometer. No inicio é difícil, pois nosso modelo mental está acostumado com o escopo fechado, no entanto com tempo percebemos como é bom trabalhar com objetivos realistas. Ao final, temos plena convicção que é melhor dizer não, do que a frustração de não alcançar os objetivos prometidos. Ainda assim, pode não ser aplicável para todos os tipos de projetos.

2 – Solução Tabajara de Gestão Projetos

Lembra do Seu Creysson que sempre chega com a solução para todos os seus problemas com um fantástico produto das organizações Tabajara? Não pense que o Scrum será assim. Não existe solução mágica! Saiba analisar os pontos positivos e negativos do método para sua organização e reconheça em quais projetos ele se aplica e quais projetos deverão ser conduzidos da maneira tradicional. Projetos onde o nível de incerteza é muito grande como desenvolvimento de novos produtos, pesquisa e desenvolvimento, ou desenvolvimento de uma nova unidade de negócio são bons candidatos. Em cenários completamente opostos, onde existe muita formalização de contrato, extremamente sensível ao prazo e ao escopo, ou quando se trata de um projeto muito recorrente dentro da companhia, normalmente serão melhor gerenciados com uma abordagem mais conservadora seguindo o bom e velho PMBOK.

3 – Adeus Documentos

Já vi empresas da área de software criticarem o Scrum afirmando que a metodologia é uma bagunça e que não necessita documentar nada. Já vi o oposto também, onde a equipe de desenvolvimento ficou feliz por saber que a partir de agora não será mais necessário documentar o projeto pelo fato de ter adotado o Scrum.

O Scrum, na verdade é um método ágil de gestão de projetos, o que não quer dizer que exista restrições sobre a documentação do projeto ou qualquer outro tipo de restrição no que diz respeita a processos. Agora, independente do método adotado, o levantamento de requisitos, a análise de negócio, gestão de projetos, desenvolvimento (ou codificação), teste e documentação podem e devem sempre estar presentes. A grande diferença é que todas essas disciplinas / atividades são realizadas em ciclos menores (sprints), e de forma evolutiva (a cada rodada). No lugar de esperar entender e registrar tudo, fatiamos em parte — como diria o Capitão Nascimento.

4 – Viva o Caos

Sim é verdade que o Scrum possui raríssimos processos de controle e até as reuniões que na gestão convencional de projetos são intermináveis, na metodologia ágil são delimitadas e têm objetivos específicos. A reunião em pé foi concebida para durar 15 minutos e a responder a poucas perguntas (O que você tem feito desde ontem? O que você está planejando fazer hoje? Você tem algum problema te impedindo de realizar seu objetivo?). Mas isso não quer dizer desordem ou que a equipe viverá em meio ao caos. É muito importante que cada um dos poucos rituais do Scrum sejam religiosamente mantidos. Só assim conseguiremos que os resultados sejam mantidos no longo prazo, para que impedimentos sejam identificados e removidos, para que exista um canal aberto de comunicação constante entre o cliente e para que ocorra a evolução do próprio processo.

Depois que começamos a ver os resultados da metodologia costumamos dar uma relaxada em alguns processos. Aí tudo começa a funcionar como uma bola de neve, um dia não fazemos a reunião em pé e, sem perceber, aos poucos vamos abandonando elementos que sustentam a metodologia.

Por isso, mantenha a disciplina sempre. O Scrum não possui muitos processos de controle e mesmo as reuniões previstas têm objetivos muito bem definidos. A reunião diária foi desenhada para ser a mais objetiva e rápida possível (15 minutos no máximo).

Ainda assim, é importante garantir que os (poucos) processos sejam seguidos com o objetivo de manter os resultados a longo prazo, levantar e remover impedimentos, mantendo um canal de comunicação constante com o cliente, contribuindo para a evolução do próprio processo. Não caia nessa tentação, mantenha a disciplina.

E você? Já ouviu algum dos mitos mostrados neste artigo? Conte para gente!

encerramento do projeto

Série Dicas para cada etapa do projeto: 7 dicas para o encerramento do projeto

O projeto foi perfeito, deu tudo certo na execução e o planejamento funcionou brilhantemente. Porém, bem no final, a equipe se esquece de fazer os testes, o cliente não recebe nenhuma comunicação de encerramento e fica tudo meio subentendido. Será que isso passa o profissionalismo que sua empresa merece?

O encerramento do projeto é tão importante quanto as demais etapas, pois é ele que deve encerrar com chave de ouro o vínculo entre a equipe do projeto e o cliente, determinando os resultados e liberando os envolvidos para se dedicarem a outras atividades. Sendo assim, acompanhe agora mesmo nossas dicas e feche seus projetos como manda o figurino:

Dedique um tempo aos testes

É essencial testar a solução desenvolvida para que, ao entregá-la ao cliente, você tenha a mais plena certeza de que nada de errado acontecerá. Mas atenção: só um ou dois dias nem sempre são suficientes para a realização dos testes! Portanto, faça uma varredura total em tudo o que foi desenvolvido, liste os erros que poderiam acontecer e faça uma bateria de exames minuciosos para saber se está tudo funcionando perfeitamente, afinal, você não vai querer o cliente ligando alguns dias depois da entrega para dizer que está com problemas, não é mesmo?

Invista no treinamento dos usuários

Os usuários devem ser amplamente treinados para usarem os recursos desenvolvidos em sua plenitude. Por isso, destine um prazo moderado para que todos se ambientem com a nova solução e possam tirar suas dúvidas antes de qualquer problema efetivamente aparecer. Muitos gerentes de projetos culpam os usuários pela má utilização dos recursos, contudo, poucos realmente se empenham em treiná-los para que se sintam seguros o suficiente para operacionalizar um sistema, por exemplo.

Formalize o fechamento do projeto

Marcar uma reunião de fechamento, em que todos os envolvidos assinam um documento concordando com a conclusão do projeto é uma providencial medida cautelosa, que faz com que se tenha reclamações posteriores. Aproveite para repassar todos os pontos do projeto, todas as realizações, os custos, as pessoas envolvidas e o que foi entregue, não se esquecendo de agradecer pela oportunidade de ter trabalhado com o cliente.

Avalie o planejado contra o executado

Com o resultado do projeto em mãos, finalmente chega a hora de refletir sobre o que foi planejado e o que foi efetivamente executado. Será que o planejamento estava correto? Faltou alguma coisa que tenha prejudicado o andamento do projeto? Essa comparação serve para que você avalie o desempenho da sua equipe, assim como sua própria desenvoltura, levando como aprendizado tudo o que pode ser melhorado para os projetos futuros.

Realoque sua equipe

Se sua equipe precisa voltar para outros postos de trabalho ou precisa ser redirecionada para outros projetos, este é o momento! Lembre-se de ter um momento a sós com os membros do time para agradecer pelo empenho, o comprometimento e a dedicação. Ressaltando que manter o bom relacionamento com todos pode trazer outras oportunidades de trabalho no futuro.

Encerre os contratos

Se você utilizou serviços terceirizados, reveja todos os contratos e faça os encerramentos devidos para que não haja nenhum prejuízo para a empresa. Mantenha os dados dos fornecedores no seu ERP para futuras oportunidades e contatos estratégicos. Um bom networking faz toda a diferença!

Arquive a documentação

Com todas as questões de encerramento devidamente solucionadas, passe para o arquivamento da documentação do projeto, de maneira a poder recuperá-la facilmente em caso de eventual necessidade. Não se esqueça de enviar uma cópia para o cliente, para que ele tenha seu próprio arquivo.

Agora comente aqui e nos conte como você costuma fazer o encerramento dos seus projetos. Que passos segue? Compartilhe suas experiências e dicas conosco e enriqueça nosso post!