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erros mais comuns ao gerenciar projetos

Conheça os erros mais comuns ao gerenciar projetos e como evitá-los

É triste, mas é real. Erros acontecem independente da vontade ou da experiência do gerente de projetos. Estatísticas apontam que cerca de 30% dos projetos falham ou não atingem os objetivos inicialmente contratados. O jeito é tentar se antecipar aos possíveis erros mais comuns ao gerenciar projetos, que possam ocorrer no caminho para minimizar os riscos de insucesso.

Com base no contato diário com gerentes de projetos, cientes de suas angústias e necessidades, percebemos que há dificuldades comuns a diversas situações, independente da área em que o projeto é desenvolvido. Para auxiliar nossos colegas, e evitar os erros mais comuns ao gerenciar projetos, levantamos as principais falhas que ocorrem. Conhecendo as pedras no caminho, fica mais fácil desviar delas. Confira!

1) Escopo mal definido ou falta de planejamento

O planejamento é chave para o sucesso de qualquer projeto. Não tenha pressa nessa etapa. Analise cada item com cuidado e envolva sua equipe. Ter um roteiro de trabalho e uma metodologia ajuda a orientar para qual direção o projeto deve seguir. Isso envolve um escopo bem definido, de acordo com as expectativas dos stakeholders e do patrocinador do projeto. Evite mudanças de escopo com o projeto em andamento.

2) Erros de gestão, como micro-gerenciamento ou falta de marcos

A definição de marcos do projeto é fundamental para gerenciar a evolução das entregas e facilita o entendimento dos relatórios. É bastante comum gerentes de projeto se esquecerem dos marcos. Outro problema de gestão é o micro-gerenciamento. É um erro pensar que é preciso acompanhar tudo de perto o tempo todo. Confie na equipe, delegue tarefas e ganhe tempo para focar na gestão como um todo. Não se esqueça que o projeto está inserido num contexto maior, do qual você deve estar ciente.

3) Subestimar riscos depois de iniciado o projeto

Gerentes de projetos sabem que é preciso calcular riscos e se dedicam a essa tarefa no início do projeto. O que muitos se esquecem é de seguir monitorando e de atualizar a lista de riscos durante o desenvolvimento. Riscos calculados inicialmente podem perder a força, novos riscos podem aparecer. Não espere o problema acontecer. Fique atento ao status e ao progresso dos indicadores para identificar rapidamente um problema. Tenha uma margem em suas metas para ganhar poder de negociação.

4) Falhas de comunicação

Por se tratar de um ecossistema bastante técnico, a comunicação não costuma ser o forte do ambiente de projetos. Isso resulta em falhas desastrosas. Dedique tempo toda semana ou mês para comunicação do projeto, tanto entre equipe quanto stakeholders e clientes. Pode ser em forma de boletins, intranets, comunidades fechadas em redes sociais, apresentações presenciais, o que for mais adequado. Use um software de gerenciamento de projetos para armazenar informações e apresentar relatórios, além de estimular a colaboração.

5) Má administração do tempo

Todos os anos há feriados e eles podem ser diferentes em cada cidade, estado ou país. Se sua equipe trabalha remota, ou se o cliente está em outro fuso horário, esquecer um feriado pode ser um problema. Planejar um cronograma factível é uma das principais dificuldades de gerentes de projetos. Dedique-se a ele, estabeleça prazos que possam ser executados, verifique o esforço e a duração que sua equipe é capaz de entregar e se há os recursos necessários para isso. Uma boa dica é controlar o andamento das reuniões para que não consumam tempo precioso. Os clientes agradecem.

O que achou? Agora ficou mais fácil identificar os erros mais comuns ao gerenciar projetos? Já sabe como evitá-los? Então, compartilhe!

áreas de conhecimento PMBOK

Saiba quais são as áreas de conhecimento PMBOK

O PMBOK (Project Management Body of Knowledge) é um guia com as melhores práticas em gestão de projetos, desenvolvido pelo PMI (Project Management Institute). Atualizado periodicamente, o guia tem sua 6ª edição com lançamento previsto para o terceiro trimestre de 2017. Já era hora de conhecer as áreas de conhecimento PMBOK, não é mesmo?

Deve-se ressaltar que o PMBOK não determina como deve ser realizado o gerenciamento de um projeto. Ele apenas fornece as melhores práticas que foram utilizadas em projetos de sucesso ao redor do mundo, baseado em lições aprendidas em mais de 180 países. Sendo assim, é de responsabilidade de gerente de projetos tomar as decisões e escolher qual caminho seguirá para cumprir os marcos e metas estabelecidos.

Podemos dizer ainda que o guia PMBOK é dividido em 10 áreas de conhecimento PMBOK, facilitando a sua aplicação no dia a dia de projetos. Interessou-se pelo assunto? Continue a leitura deste artigo e saiba quais são as áreas de conhecimento do PMBOK.

Gerenciamento da integração

O gerenciamento da integração é a área que representa a descrição dos processos que integram os elementos de uma boa gestão de projetos. O principal objetivo dessa área é manter o projeto em sincronismo, identificando, definindo, combinando, unificando, coordenando, monitorando e registrando os documentos necessários das áreas de conhecimento PMBOK.

Os processos dessa área são:

  1. desenvolver o termo de abertura;
  2. desenvolver o plano de gerenciamento de projetos;
  3. orientar e gerenciar a execução do projeto;
  4. monitorar e controlar o trabalho do projeto;
  5. realizar controle integrado de mudanças;
  6. encerrar o projeto ou fase.

Gerenciamento do escopo

O gerenciamento de escopo é responsável por definir as atividades que devem ser realizadas para entregar o produto, serviço ou resultado. Além disso, essa área é capaz de definir critérios para determinar se o projeto foi completado.

É válido ressaltar que o escopo do projeto deve englobar apenas o trabalho necessário para que o empreendimento seja concluído com sucesso. Nada a mais e nada a menos.

Os processos do gerenciamento de escopo são:

  1. plano de gerenciamento de escopo;
  2. coletar requisitos;
  3. definir o escopo;
  4. criar EAP;
  5. validar escopo;
  6. controlar o escopo.

Gerenciamento do tempo

Esta área é responsável por estimar recursos e duração e sequenciar as atividades do projeto. Nela, define-se o cronograma do projeto a partir do escalonamento das atividades e suas precedências.

Os processos do gerenciamento do tempo são utilizados para garantir que o andamento das atividades esteja de acordo com o cronograma e que a entrega do projeto ocorra no prazo comprometido.

Os processos do gerenciamento do tempo são:

  1. plano de gerenciamento do cronograma;
  2. definir as atividades;
  3. sequenciar as atividades;
  4. estimar os recursos;
  5. estimar a duração;
  6. desenvolver o cronograma;
  7. controlar o cronograma.

Gerenciamento do custo

O gerenciamento do custo é uma das áreas a que os gestores de projetos mais atentam. O seu principal objetivo é fornecer uma estimativa preliminar do custo total do projeto, já no seu início. Assim, é possível assegurar que o projeto terá todo o recurso financeiro necessário para a realização do empreendimento.

Além disso, nessa área também é possível planejar as formas de como os recursos financeiros serão utilizados ao longo do cronograma do projeto, podendo controlá-los e gerenciá-los da melhor maneira possível, certificando-se de que o projeto seja finalizado conforme o orçamento definido.

Os processos do gerenciamento de custo são:

  1. plano de gerenciamento de custo;
  2. estimar os custos;
  3. determinar o orçamento;
  4. controlar os custos.

Gerenciamento da qualidade

O gerenciamento da qualidade, por sua vez, é responsável por garantir que o projeto satisfaça os objetivos e funções para os quais ele foi realizado. Normas e padrões de qualidade são costumeiramente definidos nos processos dessa área, buscando sempre a melhoria contínua.

Pode-se ressaltar que o ciclo PDCA é a base da melhoria da qualidade. Sendo assim, é comum a realização de auditorias de qualidade, impedindo que um produto que não atenda às normas e padrões preestabelecidos seja aprovado.

Os processos do gerenciamento da qualidade são:

  1. planejar gerenciamento da qualidade;
  2. realizar a garantia da qualidade;
  3. controlar a qualidade.

Gerenciamento de recursos humanos

Esta área é incumbida de organizar e gerenciar a equipe do projeto. Nela, são definidos os tipos e perfis de profissionais que devem ser alocados em cada uma das etapas de um projeto, bem como a sua hierarquia e a matriz de responsabilidades.

Toda a etapa de mobilização de pessoal, treinamento e capacitação da equipe e a resolução de conflitos e problemas são realizados no gerenciamento de recursos humanos.

Os processos do gerenciamento de recursos humanos são:

  1. planejar o gerenciamento de recursos humanos;
  2. montar a equipe do projeto;
  3. desenvolver a equipe do projeto;
  4. gerenciar a equipe do projeto.

Gerenciamento das comunicações

Uma das áreas de conhecimento mais importantes é o gerenciamento das comunicações. Essa área emprega os processos necessários para garantir o desenvolvimento, recolhimento, distribuição, armazenamento, recuperação e destinação final das informações sobre o projeto de forma oportuna e adequada.

Ela é de suma importância porque nela é definido como ocorrerá todo o processo de comunicação durante a execução do projeto. Dessa forma, será possível definir como as informações serão comunicadas, seu formato, conteúdo e nível de detalhes. Além disso, as responsabilidades pela comunicação das informações e os respectivos receptores também serão identificadores.

Assim, será possível certificar-se de que todo o processo de comunicação ocorra da melhor maneira possível, evitando gargalos que possam ser prejudiciais a todo o sistema.

Os processos do gerenciamento de comunicação são:

  1. planejar o gerenciamento das comunicações;
  2. gerenciar as comunicações;
  3. controlar as comunicações.

Gerenciamento dos riscos

O risco de um projeto é uma condição incerta que, se ocorrer, terá um efeito negativo ou positivo sobre pelo menos um dos principais objetivos do projeto, como escopo, custo, tempo ou qualidade.

O principal objetivo do gerenciamento dos riscos é aumentar a probabilidade e o impacto dos eventos positivos e reduzir a probabilidade e o impacto dos eventos negativos. Para isso, é recomendado criar uma lista de riscos identificados, buscando priorizá-los, a partir do seu grau de criticidade e de uma probabilidade numérica de ocorrência.

Assim, é válido afirmar que os riscos devem ser monitorados e controlados constantemente, afinal, novas ameaças ou oportunidades podem ser encontradas durante a execução das atividades do projeto.

Os processos do gerenciamento dos riscos são:

  1. planejamento do gerenciamento de riscos;
  2. identificação de riscos;
  3. análise qualitativa de riscos;
  4. análise quantitativa de riscos;
  5. planejamento de respostas a riscos;
  6. monitoramento e controle de riscos.

Gerenciamento de aquisições

Esta área inclui os processos requeridos para adquirir bens e serviços externos à organização executora, além de gerenciar os contratos. A grande funcionalidade dessa área está na definição do que se deve adquirir, de quem, gerenciamento de contratos e pagamentos e se as entregas estão sendo realizadas de acordo com o combinado.

O gerenciamento de aquisições deve ser feito na perspectiva do comprador, no relacionamento comprador—vendedor. O vendedor deve ser considerado como externo à organização.

Os processos do gerenciamento de aquisições são:

  1. planejar o gerenciamento de aquisições;
  2. conduzir aquisições;
  3. controlar aquisições;
  4. encerrar aquisições.

Gerenciamento de stakeholders

Por último, mas não menos importante, temos o gerenciamento de stakeholders. Essa área de conhecimento da gestão de projetos é responsável pela identificação dos grupos, pessoas ou organizações que podem impactar ou ser impactados por uma decisão, atividade ou resultado do seu projeto.

É de fundamental importância conhecer a opinião dos stakeholders sobre a imagem que a empresa está passando, seja ela positiva ou negativa. Sendo assim, é necessário ter empatia nas negociações e respostas dos participantes de forma imparcial, buscando sempre melhorar a imagem da empresa no mercado.

Os processos do gerenciamento de stakeholders são:

  1. identificar os stakeholders;
  2. planejar o gerenciamento dos stakeholders;
  3. gerenciar o engajamento dos stakeholders;
  4. controlar o engajamento dos stakeholders.

Como você pôde perceber ao longo deste artigo, as 10 áreas de conhecimento PMBOK exigem certas habilidades dos gestores de projeto. Gerenciar um projeto com base no PMBOK não é uma tarefa fácil, mas também não é impossível.

Pode-se utilizar softwares que ofereçam soluções em gestão de projetos, visando automatizar e simplificar todo o processo de gerenciamento. Esse tipo de tecnologia facilitará a análise dos principais indicadores, permitindo agir antes que uma crise ou problema afete o empreendimento.

Porém, é ideal que você procure por softwares que sejam fáceis de mexer, estruturando melhor a gestão de projetos, aumentando a produtividade e otimizando os recursos. É melhor ter uma solução simples e eficiente do que uma robusta e incompetente. Pense nisso!

E aí, gostou deste artigo? Quer se manter informado sobre esse assunto? Então, assine nossa newsletter e não perca nenhum dos nossos conteúdos!

 

PMBOK

PMI, PMBoK e PMP: quais as principais diferenças?

Quando temos projetos em nossas vidas pessoais — como comprar um carro, viajar ou fazer um mestrado — traçamos algumas metas para que esses planos se concretizem, não é? Guardamos dinheiro, pesquisamos roteiros e estudamos para testes.

No meio empresarial tudo isso também acontece, porém de forma organizada e com metodologias que garantem o alcance dos objetivos. Para isso, são adotadas as melhores práticas de mercado, dentre elas aplicadas as premissas do PMBoK — Project Management Body of Knowledge —, o guia que traz boas dicas sobre o planejamento de projetos.

A gestão empresarial de projetos pode ser tida, então, como a aplicação de conhecimentos, habilidades, ferramentas e técnicas que visam ao atendimento dos objetivos de uma necessidade da empresa. Nesse cenário, duas outras siglas são também essenciais: PMI e PMP. Você sabe o que cada uma delas significa e qual é a diferença entre elas?

Confira o nosso artigo de hoje para saber mais!

QUAL A MELHOR DEFINIÇÃO DE PROJETO?

Como conceituação, tem-se que um projeto é um esforço temporário empreendido para criar um produto, serviço ou resultado. Temporário não significa necessariamente curta duração, mas possuir início e fim bem definidos. O final do projeto é alcançado quando seus objetivos são atingidos ou quando, por algum motivo, ele for encerrado.

Outra característica importante é a exclusividade das suas entregas, o que significa que o produto ou serviço criado pelo projeto não foi empreendido anteriormente. Essa singularidade diz respeito não somente ao produto em si, mas também ao seu processo de desenvolvimento.

Na definição do PMBoK, os projetos possuem uma organização própria, que pode ser chamada de cadeia de valor representada por etapas ou processos:

  • Iniciação, que define e autoriza o projeto ou uma fase do projeto.
  • Planejamento, que define e refina os objetivos e planeja a ação necessária para alcançar os objetivos e o escopo para os quais o projeto foi realizado.
  • Execução, que integra pessoas e outros recursos para realizar o plano de gerenciamento do projeto.
  • Monitoramento e Controle, que mede e monitora o progresso para identificar inconformidades com o plano de gerenciamento do projeto, de forma que possam ser tomadas ações corretivas.
  • Encerramento, que formaliza a aceitação do produto, serviço ou resultado e conduz o projeto ou uma fase do projeto a um final ordenado.

VOCÊ SABE A DIFERENÇA ENTRE PMBOK, PMI E PMP?

Todas essas siglas já são bem disseminadas nas empresas, mas é comum confundi-las ou ter a impressão de que é tudo a mesma coisa. Na verdade, elas são bastante relacionadas, mas cada uma aborda uma vertente representativa da gestão de projetos.

Vamos conhecê-las?

O PMBoK

Esse guia é uma verdadeira bíblia empresarial e é adotado no mundo todo. Ele reúne um conjunto de práticas em gerência de projetos, definindo o trabalho que deve acontecer durante todo o ciclo de vida de um projeto.

A organização desse trabalho se dá a partir da orquestração de dez disciplinas fundamentais para o alcance de bons resultados em um projeto: integração, escopo, tempo, custo, qualidade, recursos humanos, comunicações, riscos, aquisições e partes interessadas.

O PMI

PMI é a sigla que representa o Project Management Institute, instituição responsável pela publicação do PMBoK. Sem fins lucrativos e originado no final da década de 60 nos Estados Unidos, o PMI reúne profissionais de gerenciamento de projetos para trocar experiências e conhecimentos e estabelecer boas práticas, uma ética na profissão e certificar profissionais da área.

A certificação oferecida pelo PMI, inclusive, é bem valorizada no mercado e distingue os gerentes de projeto que a inserem em seus currículos.

O PMP

Essa é a sigla do gerente de projetos (ou Project Management Professional, em inglês) e o que se espera é que ele tenha condições de contribuir para o desenvolvimento e implementação de metodologias, processos, padrões, critérios, parâmetros e ferramentas para gestão — além de liderar os projetos, intervir e articular sempre que necessário para que os prazos sejam cumpridos e as entregas saiam conforme o esperado.

Embora muito próximas e relacionadas, as siglas PMBoK, PMI e PMP se referem a coisas totalmente distintas. A primeira representa o principal guia de gerenciamento de projetos no mundo.

A segunda remete à origem de tudo, ao instituto que uniu profissionais para discutir, de forma pioneira, um assunto relevante há mais de 50 anos e ainda tão presente nas empresas. A terceira, PMP, refere-se ao capital humano responsável pela concretização das boas práticas que o PMI traduziu de forma organizada no PMBoK.

Em comum, as três siglas têm a valorização de métodos e da integração de elementos para que se tenha a melhor maneira de conduzir um projeto, avaliando e monitorando riscos, dimensionando recursos financeiros, alocando força de trabalho e envolvendo todos os atores interessados nas entregas do projeto.

QUAL A ESTRUTURA NECESSÁRIA PARA IMPLEMENTAR A GESTÃO DE PROJETOS?

As melhores práticas sugeridas no PMBoK orientam a criação de estruturas próprias para a condução dos projetos, os chamados Escritórios de Projetos. Esses escritórios costumam ser a unidade que centraliza e coordena o gerenciamento de projetos, além de fornecer apoio à comunidade de projetos e constituir um elo entre a empresa e seus objetivos.

Os Escritórios de Projetos são os guardiões da metodologia que deve ser seguida por toda a empresa ou pelas áreas diretamente envolvidas em projetos. Essa estrutura também serve de centro de referência em gerenciamento de projetos dentro da organização, prestando consultoria e oferecendo treinamento aos envolvidos.

Com quais ferramentas sua empresa pode gerenciar os projetos

Hoje o mercado oferece muitas opções de ferramentas tecnológicas para a gestão de projetos, que permitem melhorar a performance, visualizar todos os recursos envolvidos e alocá-los adequadamente para aumentar a produtividade.

Ao escolher qual ferramental adotar, é preciso atentar para funcionalidades que fazem toda a diferença, como facilidade na customização de acordo com a necessidade da empresa, integração de todos os módulos e geração otimizada de relatórios gerenciais para que se tenha maior controle de todas as instâncias do projeto.

Em termos de metodologias, as empresas têm adotado métodos que nasceram da evolução da discussão proposta pelo PMI e que atendem a áreas específicas de projetos, como a TI com o desenvolvimento de software.

Um exemplo são os chamados métodos ágeis, que propõem a aceleração das ações, prevendo a melhoria contínua do projeto por meio da flexibilidade e abertura às mudanças e da interação da equipe. O método mais conhecido é o Scrum, que prevê entregas rápidas (diárias, se possível) para o alcance da meta definida.

Seja qual for o porte ou ramo da empresa, realizar uma eficiente gestão de projetos é fundamental para alcançar os objetivos estratégicos. Gerenciar projetos é um instrumento poderoso para antecipar problemas e responder rapidamente às mudanças.

Incorporar meios para isso, de forma que os projetos sejam acompanhados de ponta a ponta, é um investimento que vale a pena e que traz retornos positivos ao negócio.

Assim, o Project Builder, software de gerenciamento de projetos em nuvem há mais tempo no mercado, pode ser bastante eficaz. Para receber um teste gratuito clique em: Quero um Teste Gratuito Agora.

execução de projetos

Como aumentar a velocidade de execução de projetos da empresa com métodos ágeis?

Um dos maiores desafios enfrentados pelos gerentes de projetos diz respeito à velocidade de execução dos trabalhos, uma vez que atrasos e lentidões interferem diretamente no sucesso do resultado final. Somando a isso o fato de que, muitas vezes, os clientes destinatários não entendem os meandros da profissão, não conhecendo tecnicamente o andamento natural da execução de um projeto, acaba-se tendo um desalinhamento de expectativa e realidade. Mas será que é possível melhorar a velocidade de execução de projetos?

Neste post apresentaremos um pouco do universo dos métodos ágeis, que prometem dar uma mãozinha pra lá de satisfatória na execução de projetos. Curioso? Então acompanhe:

 Introduzindo os tais métodos ágeis

Os métodos ágeis oferecem um novo tipo de abordagem, envolvendo a entrega de certas partes do projeto, todas devidamente predeterminadas, para serem testadas e discutidas com o cliente, fazendo do feedback constante uma peça fundamental no sucesso do produto final. Em outras palavras, em vez de entregar o projeto todo lá na frente, são entregues partes previamente programadas, o que torna tudo mais assertivo e rápido.

O gerenciamento de projetos com métodos ágeis permite que os gerentes possam proporcionar aos executivos da empresa um status rápido e preciso do projeto, mesmo quando o produto final é um alvo em movimento. Por ter maior visibilidade e feedback contínuo, PMOs ágeis podem reagir com mais velocidade a mudanças, corrigindo em tempo hábil quaisquer gargalos que surgirem no meio do caminho. Essa estratégia evita com muita eficácia lentidões e atrasos nas entregas.

Neste artigo separamos os principais métodos ágeis do mercado, seus benefícios e características para ajudar você a decidir qual adotar.

Entendendo os benefícios dessa agilidade

Que tal conhecer agora os principais benefícios que a adoção dos métodos ágeis pode oferecer? Então confira como essas estratégias efetivamente contribuem para aumentar a velocidade de execução dos projetos:

Melhor qualidade do produto

Os métodos ágeis têm excelentes salvaguardas para se certificar de que a qualidade será tão alta quanto possível, pois permitem:
• Tomar uma abordagem proativa para evitar problemas de qualidade de produtos;
• Abraçar a excelência tecnológica, o bom design e o desenvolvimento sustentável;
• Definir e elaborar requisitos em tempo hábil para que o conhecimento das características dos produtos seja o mais relevante possível;
• Incorporar integração contínua e testes diários no processo de desenvolvimento, permitindo que a equipe do projeto trate das questões enquanto ainda estão frescas;
• Aproveitar ferramentas de teste automatizado para desenvolver durante o dia, testar durante a noite e corrigir erros na parte da manhã;
• Realizar retrospectivas de sprint, permitindo que a equipe Scrum, por exemplo, possa melhorar continuamente os processos e as atividades;
• Concluir os trabalhos usando a definição de pronto: desenvolvido, testado, integrado e documentado.

Mais satisfação do cliente

Equipes de projetos ágeis satisfazem melhor os clientes por:
• Entregarem um produto com maior valor para o cliente (é papel do Product Owner garantir isso);
• Manterem os clientes envolvidos e engajados com os projetos;
• Manterem o backlog atualizado e priorizado, a fim de responder rapidamente a mudanças;
• Demonstrarem funcionalidades trabalhando em conjunto com os clientes em cada sprint;
• Entregarem produtos ao mercado com mais rapidez e mais frequência.

Mais criatividade da equipe

Ao montar uma equipe autogerenciada, além de o gerente não ter que se preocupar tanto com aspectos operacionais, as pessoas ficam mais livres para soltarem a criatividade e serem inovadoras, podendo, por isso, ser reconhecidas por suas habilidades. Ter um Scrum Master — o profissional que repassa os valores, princípios e as práticas de Scrum —, por exemplo, remove impedimentos e protege a equipe de desenvolvimento de interferências externas.

Aumento da colaboração

A equipe de desenvolvimento, o Product Owner e o Scrum Master trabalham em conjunto em uma base diária, com reuniões que deixam a equipe de desenvolvimento focada em organizar o trabalho já concluído, assim como o trabalho futuro e possíveis bloqueios de percurso. Durante cada sprint de revisão, a equipe de desenvolvimento pode demonstrar e discutir o produto diretamente com as partes interessadas, o que gera mais colaboração e enriquece imensamente o projeto.

Maior relevância das métricas

As métricas de métodos ágeis usadas para estimar tempo, custo, desempenho do projeto e tomar decisões são, muitas vezes, mais relevantes e mais precisas do que as métricas de projetos tradicionais. Em projetos ágeis, as métricas servem para:

• Determinar os prazos e orçamentos com base no desempenho e nas capacidades reais de cada equipe de desenvolvimento;
• Oferecer à equipe de desenvolvimento estimativas de requisitos do projeto;
• Usar estimativas relativas, em vez de horas ou dias, para adequar o esforço estimado para o conhecimento e as capacidades da equipe;
• Refinar o esforço estimado, tempo e custos em uma base regular;
• Atualizar o gráfico burndown sprint todos os dias para fornecer dados precisos sobre como a equipe de desenvolvimento está realizando cada sprint.

Melhor visibilidade do desempenho

Ao aplicar um método ágil, cada membro da equipe tem a oportunidade de conhecer como está o andamento do projeto em um determinado momento. Reuniões diárias, feedbacks, comentários e gráficos de progresso visíveis oferecem meios concretos para a visualização do progresso. Ter esse panorama mais completo como guia dá toda uma nova perspectiva aos colaboradores, que se sentem muito mais motivados e inteirados.
Um gráfico de progresso visível importantíssimo ao se adotar metodologias ágeis é o kanban. Neste artigo falamos como adotar o kanban na gestão de projetos, leia e tire suas conclusões sobre os benefícios dessa técnica.

Aumento do controle

Com os métodos ágeis, as muitas oportunidades para inspecionar e se adaptar ao longo da execução de projetos, permitem que todos os membros da equipe exerçam determinados níveis de controle sobre seu andamento. A evolução do projeto também fica mais clara, principalmente quando se adota o kanban. Vale lembrar ainda que esse aumento de controle ajuda bastante a vida do gerente do projeto.

Melhor previsibilidade do projeto

A execução de projetos com métodos ágeis incorpora práticas, artefatos e instrumentos diversos para garantir assim uma melhor previsibilidade dos trabalhos. Manter tamanhos de sprint e alocação de equipe de desenvolvimento iguais durante todo o projeto permite que a equipe saiba o custo exato de cada sprint, por exemplo. Usar a velocidade da equipe de desenvolvimento individual permite que se preveja prazos e orçamentos para lançamentos, o backlog restante ou qualquer grupo de exigências. Também ao utilizar as informações de reuniões diárias, cartas de sprint burndown e placas de tarefa, é possível que a equipe do projeto preveja o desempenho de sprints individuais.

Viu como os métodos ágeis podem ajudar — e muito! — a aumentar a velocidade da execução de projetos? E você, já usa essa estratégia em seus trabalhos? Aproveite para baixar nosso e-book sobre gerenciamento ágil de projetos!

metodologia de gestão de projetos

Como preparar sua empresa para implantar com sucesso uma metodologia de gestão de projetos

A metodologia de gestão de projetos é um dos fatores mais importantes para o sucesso. Tudo que foi estimado durante as fases de planejamento e definição do escopo apenas será validado se o gestor souber controlar seu time e definir claramente quais são os objetivos a serem atingidos. Mais do que isso, é a partir de uma boa gestão do projeto que será possível alcançar o almejado retorno sobre investimento.

Uma boa gestão não surge sem boas metodologias, lembre-se disso. Isso se deve ao fato de que times coordenados através de processos bem definidos costumam dar mais resultados positivos do que equipes que trabalham com maior liberdade. É também através de metodologias que se mede o avanço do projeto e o mantém dentro do prazo. Mas para uma metodologia de gestão de projeto ser um sucesso dentro da sua empresa é fundamental que ela esteja preparada para essa implementação.

Abaixo, listamos algumas dicas para ajudar você a preparar seu time para adotar uma metodologia de gestão de projetos.

Treinamento de equipe

Treinar seu time para trabalhar com metodologias é fundamental para o sucesso da gestão. Isso se deve, basicamente, por dois motivos: primeiro porque os funcionários que não entendem como devem proceder costumam render menos do que o esperado, além de se desmotivarem rapidamente. Além disso, manter sua equipe em constante treinamento facilita não apenas a adoção de novas metodologias, mas a execução do projeto como um todo.

Metas bem definidas

É muito improvável que um projeto seja bem-sucedido se o gestor não definir as metas logo no começo. A principal vantagem de ter metas bem definidas é que, independentemente do momento pelo qual se esteja passando, o foco será alcançá-las.

Essa definição auxilia o gestor a controlar sua equipe, mas mais do que isso, auxilia a manter a motivação de todos no trabalho. Se possível, quebre metas grandes em objetivos menores para que seja mais fácil de medir o trabalho, além de mostrar ao seu time que é possível conseguir atingir o alvo.

Aprenda a delegar tarefas

Não é incomum gestores acreditarem que devem dominar todas as tarefas que envolvem o projeto. Além de ser estressante, esse tipo de comportamento pode prejudicar o rendimento de todo o time envolvido. Dessa forma, aprender a delegar tarefas entre todos os agentes que participam do projeto é fundamental para mantê-lo saudável, dentro do prazo e do orçamento. Outra vantagem é que projetos bem delegados não sobrecarregam os funcionários, nem forçam que pessoas acumulem diversas funções.

Utilize ferramentas de gestão de projetos

Ferramentas são importantes para auxiliar o gestor tanto na implementação de metodologias quanto na execução do projeto. Além de auxiliar o gerenciamento, é possível reduzir custos e aumentar a produtividade. De preferência, escolha uma ferramenta que possibilite que todas as informações fiquem em um único lugar, tornando possível acompanhar em tempo real a evolução do projeto e o rendimento do seu time.

O sucesso e o fracasso de um projeto será decidido pela forma como ele for conduzido. Treinar sua equipe, definir metas, delegar tarefas e tirar proveito de tecnologias certamente irão ajudá-lo a percorrer o caminho e implantar com sucesso a metodologia escolhida.

Alguma dúvida? Aproveite os comentários abaixo para entrar em contato.

gargalos de produção

Gargalos de produção: como eliminar o vilão dos seus projetos?

Grosso modo, considera-se um gargalo qualquer obstáculo que possa influenciar negativamente no fluxo operacional da empresa, tornando a entrega de resultados mais demorada e custosa. Logo, em qualquer empreendimento, os gargalos de produção devem ser identificados e eliminados de forma contínua.

Em outras palavras, para garantir a competitividade do negócio, é preciso investir em diversas estratégias. Elas vão desde o mapeamento dos processos existentes (identificando as entradas e saídas) até a implementação de modernos softwares de controle do fluxo de trabalho. Assim, é possível otimizar os fluxos operacionais da companhia ao máximo.

Para ajudar, neste post veremos justamente como identificar e eliminar os gargalos de produção, tornando o seu negócio mais eficiente e próspero. Interessado? Então, continue lendo e fique por dentro do assunto!

Qual a importância de avaliar os gargalos de produção existentes?

Entre os vários problemas que um negócio pode enfrentar, os gargalos de produção estão entre os mais impactantes. Mantidos em caráter contínuo, esse tipo de falha pode influenciar diretamente no resultado do negócio.

Aqui, é válido frisar que os gargalos de produção comprometem o funcionamento de toda a empresa. A companhia amplia os seus atrasos, perde produtividade e reduz a qualidade do uso dos recursos disponíveis. Assim, a qualidade dos serviços cai drasticamente, abrindo espaço para a concorrência no setor de atuação da empresa.

Como trabalhar corretamente com gargalos de produção?

O primeiro passo para combater os gargalos de produção é conseguir identificar a existência de tais problemas. O empreendimento que tem um time capacitado para avaliar a existência de problemas no seu ambiente de trabalho que comprometem a sua competitividade tem mais chances de atuar rapidamente e, assim, impedir que esse tipo de fator se perpetue.

Entre as estratégias que podem ser empregadas para avaliar quais são os problemas existentes, nós podemos apontar:

Avalie os resultados de cada etapa dos processos internos

O monitoramento da qualidade dos processos internos é algo que deve ser feito continuamente. Dessa forma, o gestor precisa aplicar mecanismos para garantir que nenhuma falha ou erro deixe de ser identificado e, assim, evitar que elas se perpetuem.

Uma das formas de avaliar se há problemas é identificando os resultados de cada etapa ou processo. Para isso, monitore se os inputs de uma rotina foram processados da maneira correta, levando o profissional a atingir o resultado esperado para aquela atividade.

Faça isso por toda a cadeia operacional do negócio. Em projetos, por exemplo, isso é feito ao final de cada etapa: o gestor deve avaliar se a etapa atingiu os resultados esperados pelo time de planejamento, quais pontos não foram alcançados e o que levou a tal situação.

Já na gestão da infraestrutura de TI, isso pode ser feito com o apoio de ferramentas de monitoramento de hardware. Elas indicam rapidamente e de modo abrangente se há algum equipamento não apresentando a performance esperada e, assim, dando ao profissional do setor a capacidade de mitigar o problema rapidamente.

Implemente indicadores

Os indicadores de performance são um importante mecanismo de gestão. As métricas auxiliam a empresa a avaliar de modo preciso (e com relativa abrangência) como está a performance de profissionais, times e equipamentos continuamente e em tempo real.

Além disso, elas ampliam o conhecimento sobre o negócio. A médio e longo prazo, os indicadores auxiliam na criação de uma base de dados sobre como a companhia funciona em diferentes situações. Dessa forma, é possível avaliar se o time está mesmo passando por dificuldades ou a variação de um determinado indicador está dentro do previsto para aquele momento do mercado.

Portanto, faça o uso extenso dos indicadores de performance. Aplique-os principalmente nas atividades críticas, ou seja, aquelas que estão diretamente ligadas ao core business da empresa.

Um bom indicador é aquele que está projetado conforme o perfil da companhia. Ou seja, é importante que a métrica seja projetada conforme o perfil do negócio.

Se um indicador tem como base um nível de performance muito acima do que pode ser atingido pelos times da empresa, por exemplo, os profissionais terão uma sobrecarga de trabalho que leva a mais erros. Caso a situação oposta ocorra, e o negócio tenha um indicador abaixo do seu potencial, o profissional de gestão não poderá avaliar se existem gargalos de produção.

Monitore o resultado das mudanças

Das nossas dicas, essa auxilia o gestor a avaliar se os gargalos de gestão continuam na cadeia operacional da empresa mesmo após uma falha ocorrer. Assim, fica mais fácil para o negócio identificar se o gargalo de produção foi mesmo eliminado e se as modificações no fluxo de trabalho não criaram novos problemas.

Portanto, sempre identifique o nível de performance do negócio, defina as suas soluções para os problemas e avalie o resultado obtido com as correções. Esse processo evitará que novos problemas não sejam avaliados e, por fim, garantirá que a qualidade das atividades sempre seja a maior possível.

Avalie se existe muita burocracia internamente

A burocracia pode ser um dos fatores que mais contribuem para a criação de gargalos de produção. Quando o negócio tem uma rotina com várias etapas, autorizações e pontos que interferem na fluidez das atividades, as aberturas para erros e problemas de qualidade se ampliam.

Diante disso, sempre avalie se existem atividades com excesso de burocracia. Um exemplo que podemos apontar está na gestão de projetos: o gestor necessita de muitas etapas para aprovar o seu planejamento? A companhia precisa de muitos profissionais envolvidos para avaliar se cada etapa é viável?

Se esse for o seu caso, há uma grande chance da companhia estar excessivamente burocratizada. Tenha em mente que, apesar de ser normalmente associada com algo ruim, a burocracia pode ser um mecanismo importante para impedir que o negócio tome decisões precipitadas, seja por utilizar poucos dados ou por não ter métodos de compliance eficientes.

Portanto, sempre veja a burocracia como algo que deve ser aplicado na medida certa. Ela não deve impedir o negócio de ser funcional, mas precisa ser aplicada na medida certa para a empresa não ter erros e gargalos de produção recorrentes.

Como eliminar os gargalos de produção?

O processo produtivo é composto por diversas etapas, as quais precisam ser realizadas com o máximo de perfeição. Ele pode variar bastante de acordo com cada empresa, mas, em todas, é preciso conhecer com clareza cada passo produtivo, os seus objetivos e padrões de qualidade. Só assim é possível identificar quais etapas estão travando e eliminá-las ou consertá-las, de acordo com o necessário.

Para mapear a produção é necessário analisá-la minuciosamente. Então, identifique as entradas (insumos), as saídas (entregas no final de cada processo), os fornecedores e os componentes do processo (máquinas, pessoas etc.). Isso dará uma visão holística de todo o processo.

Entre as medidas que um negócio tem a mão para otimizar as suas atividades, podemos apontar:

Desenhe o fluxograma do trabalho

A eliminação dos gargalos passa pelo conhecimento de como os processos devem ser executados. Portanto, para otimizar seu mapeamento e torná-lo ainda mais compreensivo, é indicado que se crie um fluxograma das atividades.

Basicamente, um fluxograma é uma representação visual do processo, em que cada etapa é ilustrada com símbolos geométricos, linhas e palavras. Nesse sentido, existem alguns tipos mais comuns de fluxogramas:

  • diagrama de blocos: é o fluxograma mais simples, que fornece uma visão rápida e simplificada da produção. Nele, utiliza-se apenas retângulos (que indicam as atividades) e linhas (que indicam o sentido do fluxo);
  • fluxograma padrão: é o mais utilizado, e fornece uma visão mais detalhada do processo. Aqui, cada ação é definida com uma figura geométrica (retângulo, bola, triângulo etc.);
  • fluxograma funcional: esse é o mais detalhado dos três. Além de representar as ações com símbolos geométricos, mostra os departamentos ou seções pelos quais o trabalho flui. Assim, permite conclusões mais minuciosas.

Assim, defina qual deles melhor se adéqua à sua produção — o que pode variar de acordo com a extensão e a complexidade do seu trabalho. De toda forma, quanto mais claro for o fluxograma, mais fácil será para ajustar as rotinas de trabalho da empresa para o padrão esperado de qualidade.

Identifique as causas e sub-causas dos problemas

Após mapear e desenhar o processo de produção, fica muito mais fácil identificar como os gargalos surgem. Contudo, como saber quais são suas causas e sub-causas? Para responder essa pergunta, utilizamos o diagrama de Ishikawa.

Também conhecido como Espinha de Peixe ou causa-efeito, esse diagrama é bastante utilizado no controle da qualidade. Seu objetivo é identificar as principais causas para os problemas que existem, seja no processo de produção ou em qualquer outra atividade.

Para isso, ele se baseia em seis principais itens que podem resultar nos efeitos negativos, os 6Ms:

  • mão de obra: refere-se aos colaboradores (ex.: desmotivação, desqualificação etc.);
  • material: refere-se aos insumos utilizados no processo de produção;
  • meio ambiente: pode ser considerado como o ambiente interno ou externo da companhia. (ex.: falta de espaço, poeira, calor etc.);
  • método: refere-se às práticas e procedimentos utilizados na execução das atividades;
  • máquina: os instrumentos usados no processo de produção;
  • medida: as métricas ou indicadores-chave de desempenho.

É possível responder ao diagrama de Ishikawa em uma reunião de brainstorming, com 6 ou 8 integrantes. Afinal, muitas cabeças pensam melhor do que apenas uma — outras pessoas podem identificar sub-causas que você nem mesmo imaginava. Portanto, não deixe de utilizar essa estratégia para avaliar o que está causando a existência de gargalos de produção na sua companhia.

Mantenha os colaboradores treinados

As pessoas têm um importante papel na execução das atividades, e por isso é necessário mantê-las sempre competentes e centradas nos resultados desejados. Quando a equipe é desqualificada, é provável que o número de erros cresça drasticamente.

Se os colaboradores não conhecem como os processos internos são executados, a qualidade dos serviços cairá drasticamente. Além disso, cada time executará as suas tarefas de uma forma, reduzindo o nível de padronização interna e criando um ambiente mais propício a gargalos de produção.

Para manter os funcionários treinados, primeiro, é importante saber o que precisa ser desenvolvido. Para isso, realize uma avaliação de desempenho em 360 graus, buscando identificar os conhecimentos, habilidades e atitudes que devem ser otimizados.

Depois, basta definir qual modelo de treinamento utilizar. Nesse caso, o treinamento online tem crescido bastante nas últimas décadas, especialmente por sua facilidade e flexibilidade. Vale a pena considerá-lo para ter uma equipe bem treinada e capaz de otimizar a produção.

Conte com o auxílio de modernos softwares

De fato, é importante contar com o auxílio da tecnologia para eliminar os gargalos da produção. Hoje, existem modernos softwares de gestão de projetos capazes de facilitar a condução dos diversos recursos (humanos, materiais e financeiros) envolvidos.

Desse modo, um bom software contribui para tornar a produção muito mais eficaz. Com ele, é possível ter um maior controle das tarefas, tomar decisões mais acertadas, eliminar ruídos da comunicação e monitorar continuamente os resultados obtidos.

É crucial, entretanto, saber escolher um sistema realmente funcional, que se adéque ao tamanho e ao segmento do seu empreendimento. Para isso, escolha um fornecedor de tecnologia que já tenha bastante experiência e ofereça um suporte adequado.

Crie um bom plano de ação

Ter um plano de ação também norteará o gestor na eliminação dos gargalos encontrados, identificando com clareza o que deve ser feito. Para isso, a ferramenta mais utilizada é o 5W2H — a qual estabelece sete perguntas-chave (em inglês) que devem ser respondidas. Entenda:

  • 5WWhat (o que será feito?), Where (onde será feito?), When (quando será feito), Why (por que será feito?) e Who (por quem será feito);
  • 2HHow much (quanto vai custar?) e How (como será feito?).

Ao responder essas questões, você conseguirá um plano realmente eficiente para eliminar os gargalos de produção. Contudo, ainda é importante garantir que esse plano seja bem executo — caso contrário, os efeitos desejados nunca serão atingidos.

Enfim, todas essas são dicas relativamente simples, e podem ser aplicadas em sua companhia. Fazendo isso, você conseguirá melhorar toda a sua produção e arquitetar um empreendimento bem-sucedido, rentável e diferenciado em seu segmento de atuação!

Lembre-se que a existência dos gargalos de produção deve ser monitorada continuamente. Se o negócio não conta com mecanismos para avaliar de modo inteligente a sua existência, a competitividade da companhia cairá drasticamente, levando a um cenário em que o negócio perde vendas e lucratividade.

E então, gostou do post? Agora que está por dentro do assunto e sabe como eliminar os gargalos de produção, que tal continuar aprendendo? Assine já a nossa newsletter e receba as dicas do blog em primeira mão!

retorno do projeto

Qual foi o retorno do Projeto?

É muito comum empresas se questionarem ao final, qual foi o retorno do projeto em relação a tudo que foi investido. Por mais elementar que seja essa pergunta, sua resposta não é fácil. Métricas, indicadores e benefícios gerados, por mais quantitativos que sejam, não são fáceis de serem medidos quando o projeto é concluído.

Mesmo métricas financeiras, como ROI (Retornos sobre o investimento), TIR (Taxa interna de retorno e VPL (Valor presente líquido) não são indicadores que conseguimos comparar assim que o projeto chega ao fim e entender o retorno do projeto, sendo necessário um tempo até a sua efetiva realização.

Pensado em ajudar o gerente de projetos a apresentar melhor o retorno conquistado por seus projetos, separamos algumas práticas que nós, e também alguns de nossos clientes, utilizamos em nossos projetos.

Benefícios Diretos

Todo investimento empresarial busca melhorar algum ponto da empresa e, por mais intangível que seja a meta do projeto, ele sempre irá gerar algum benefício direto. Pode ser redução de custo, otimização da rotina com foco em ganhar produtividade ou até mesmo a ampliação da capacidade comercial da empresa. É muito importante definir quais benefícios o projeto irá gerar. Uma vez identificado os benefícios, o próximo passo será definir as métricas e a periodicidade da medição.

Com os benefícios e as métricas, que serão medidas e definidas, o próximo passo será definir o intervalo de medição que o gerente irá monitorar.

No Project Builder utilizamos a funcionalidade ‘Qualidade’ para definir quando será o intervalo de medição e as metas definidas.

Benefícios de Curto Prazo

Os benefícios de curto prazo são as conquistas alcançadas quase que imediatamente ao termino do projeto. Uma descontinuidade de uma unidade de negócio deficitária elimina imediatamente uma despesa desnecessária. A mudança de uma tecnologia, como um CRM ou um ERP, gera ganhos que podem ser percebidos logo após sua implementação.

É muito importante criar marcos de medição – acompanhando-os no período determinado – para saber quanto foi o valor gerado neste período. Mesmo que a redução de custo seja muito mais perceptível, a geração de receita é um benefício com um potencial de geração de valor muito grande para qualquer negócio.

Benefícios de Médio / longo prazo

Infelizmente, a grande maioria das organizações focam muito mais nos objetivos imediatos do que na geração de resultado a médio e longo prazo. No entanto, ao longo da trajetória da Project Builder percebemos que clientes que desenvolvem estratégias mais perenes conquistam resultados 4 vezes mais relevantes do que os que criam estratégias imediatas.

Benefícios de médio prazo podem ser, por exemplo, a ampliação geográfica de atuação, a geração de receita com novos produtos, pesquisa e desenvolvimento, entre outros.

É muito comum empresas de sucesso combinarem benefícios de curto e de médio prazo de forma a decompor um grande benefício fracionado em marcos intermediários onde parte dos objetivos já foram conquistados.

Tão importante quanto analisar o retorno de um projeto é identificar o retorno de um portfólio. Pense que um projeto te conduz até um objetivo. O portfólio te conduz até a realização de uma estratégia. Empresas de sucesso focam seus esforços em fazer com que o planejamento estratégico aconteça conectado a estratégia e a operação por intermédio de projetos.

Os custos com a execução do projeto devem ser superados pelos valores gerados pelo projeto, seja a curto, médio ou longo prazo, o importante sempre será fazer a ‘conta fechar’.

E o papel do gerente de projeto não é apenas garantir que o escopo do projeto seja entregue, ele precisa garantir que o valor do projeto seja realizado. Adotar uma ferramenta que apoie essa medição ajuda a empresa tanto a focar mais na geração de valor e automatizar etapas mais manuais e burocráticas que tomam tempo do gerente e não ajuda no atingimento de seus objetivos.

Drive Consultoria – que hoje está entre as PMEs que mais crescem no Brasil –, um de nossos clientes, é um exemplo disso. Eles são uma empresa de consultoria de TI, e tinham dificuldade de acompanhar a rentabilidade dos projetos, o que impactava diretamente no crescimento ordenado da empresa. Hoje, com o planejamento apoiado pelo software, eles conseguem mensurar o orçamento planejado X realizado, dentre outros.

 

básico do gerenciamento de projetos

Você faz o básico do gerenciamento de projetos? Não perca os fundamentos de vista

O mundo profissional hoje pede atualizações constantes. Estudamos, lemos, fazemos cursos, participamos de seminários, ouvimos podcasts, dentre outros. O esforço é para nos tornarmos melhores em nossa área. Ironicamente, algumas vezes esse desejo de aprender nos distancia dos fundamentos. Buscamos inovação, as últimas tendências e talvez até as últimas modas para melhorar nosso trabalho. Em alguns casos, corremos o risco de adotar sofisticadas técnicas sem garantir que o básico do gerenciamento de projetos tenham sido devidamente implantado

É comum ler em revistas ou jornais o relato de grandes figuras do esporte e da música enfatizando a importância dos fundamentos para o sucesso. Como gerentes de projetos, temos de enfatizar o básico de nossa profissão. É mais do que recomendável verificar o quão bem foram implementados os fundamentos antes de adotarmos qualquer inovação. Qual a vantagem de se implementar as mais recentes técnicas em um projeto em que as disciplinas rudimentares não estão bem estabelecidas, e não identificamos corretamente os riscos básicos?

Em várias situações, nosso sucesso depende de quão bem foram implementados os processos de gerenciamento. Coisas dão errado e planos mudam – ainda que muitas vezes sigamos em frente sem planejar e nos preparar para essa realidade. Nossa intuição diz que isso é verdade e nossa experiência valida nossa intuição. No entanto, ainda é comum perdemos de vista o fato óbvio de que o básico importa, e muito.

Para não renunciar à nossa convicção, um bom passo é conferir o 2012 – Pulse of the Profession (pulso da profissão, em inglês), uma pesquisa global feita pelo Project Management Institute (PMI). O relatório da pesquisa aponta que, além das mudanças, os passos básicos estão entre os mais críticos fatores de sucesso nos projetos.

É importante ter em mente que novas e sofisticadas técnicas têm seu lugar, mas a melhor coisa a se fazer em qualquer profissão é sempre estar atento ao básico. Não deixe o fascínio pelo sofisticado distrair do valor dos fundamentos.

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certificação pmp

7 dicas para se preparar para certificação PMP gastando menos

A certificação PMP (Project Management Professional) não é somente um requisito imposto por muitas empresas na hora de contratar alguém para uma vaga na área de projetos. Ela também dá ao profissional diferencial competitivo no mercado de trabalho.

Investir na sua capacitação com um título desse nível no currículo ainda resulta em salários melhores, compensando o alto investimento. No entanto, você não precisa gastar muito para ser um gerente de projetos credenciado pelo PMI® (Project Management Institute).

Confira algumas considerações a respeito da prova e 7 dicas sobre a preparação. Saiba como é possível fazer o teste e ser aprovado sem ter despesas exorbitantes.

Entenda como funciona o exame

É necessário estar ciente do formato da prova e verificar se você preenche os requisitos antes de começar a estudar a matéria — afinal, sua aprovação nada mais é que um projeto e todo o planejamento será orientado para haver sucesso nessa empreitada, sendo o teste aplicado da seguinte forma:

  • 200 questões de múltipla escolha;
  • com 4 alternativas cada;
  • 4 horas de duração.

Uma das principais preocupações de quem busca a certificação PMP é o tempo: 72 segundos para responder cada questão. No entanto, é perfeitamente possível concluir a prova com sucesso se você trabalhar a agilidade de raciocínio durante sua preparação.

O exame normalmente é feito em língua inglesa, mas há opção de um segundo idioma, então você pode eleger o português. Ele é realizado em um centro certificador autorizado pelo PMI®.

Pontuação

Fato interessante: 25 das 200 questões não são contabilizadas na sua nota final porque funcionam como um experimento, sendo impossível saber quais são essas perguntas. Então, você precisa obter ao menos 106 dos 175 pontos possíveis.

Reprovação

Nesse caso, é possível entrar com requerimento, até um ano após a realização do último exame, para ter uma outra tentativa mediante pagamento das taxas de reavaliação. Vale constatar que você pode realizar esse procedimento até 3 vezes.

Confira a inscrição e os requisitos da certificação PMP

Qualificações mínimas devem ser atendidas por quem deseja prestar a prova, exigências variáveis conforme o nível de escolaridade da pessoa, que pode ter formação de quatro anos em curso de bacharelado ou apenas diploma de nível médio. Além disso, é necessário comprovar:

  • experiência no gerenciamento de projetos;
  • horas de liderança e direção de projetos;
  • horas de formação em gerenciamento de projetos.

Os anos de prática e a carga horária mínima exigidos para quem é formado em ensino médio ou superior podem ser verificados na página do PMI® Brasil. Então, verifique sua elegibilidade.

Solicitação e resposta do instituto

A inscrição é feita pelo site do Project Management Institute mediante preenchimento de formulário com dados pessoais, informações sobre sua área educacional e de atuação em projetos.

O instituto retorna sua solicitação com um e-mail autorizando ou não o seu cadastro. Se a resposta for positiva, você pode proceder ao pagamento da taxa e receberá um código de elegibilidade para marcar a realização do exame.

É preciso fazer uma ressalva: 10% dos candidatos passam por uma malha fina do PMI®. O instituto pode requerer certificados de cursos, diplomas e declarações de profissionais que atestem a sua experiência em projetos e os dados apontados inicialmente por você na inscrição.

Nesse caso, o código de elegibilidade só será fornecido caso a documentação auditada seja aprovada. Então, fique de olho no seu e-mail para não perder nenhum contato ou prazo imposto pelo Project Management Institute.

Prepare-se para o exame sem gastar muito

O programa de certificação do PMI® é reconhecido pela International Organization for Standardization (ISO) 9001, evidenciando a notoriedade e credibilidade da titulação no mundo todo. O instituto ainda é referência global no gerenciamento de projetos, motivo pelo qual a taxa para realização da prova não é barata, assim como o material.

Usufruir da empregabilidade trazida pelo título de especialista na área, ganhar destaque e diferencial competitivo no mercado de trabalho, aumentar sua remuneração e atestar seu conhecimento gastando menos. Caso queira usufruir de todos os benefícios da certificação PMP gastando menos, trazemos na sequência algumas dicas valiosas.

1. Associe-se ao PMI®

Se você ainda não é membro do Project Management Institute, recomendamos que seja. O vínculo não é obrigatório para a obtenção do certificado, mas o associado tem vantagens econômicas substanciais quando deseja se candidatar para a prova em questão.

O custo de adesão é de apenas US$129 acrescidos de US$10 (taxa de inscrição), valor insignificante perto da economia que você poderá fazer. Primeiramente, quem se associa recebe uma cópia gratuita e atualizada em PDF do e-book “Project Management Body of Knowledge – PMBOK”, a bíblia do gerenciamento de projetos.

Ressalta-se: esse guia não é encontrado em lojas físicas ou virtuais por menos de R$260. Outra vantagem é a disponibilização de livros preparatórios para a certificação PMP no eReads PMI®, plataforma do instituto onde as obras podem ser lidas online.

Além disso, enquanto o não associado paga US$555 para realizar o exame, o associado do PMI® tem US$150 dólares de desconto. Faça as conversões e coloque as contas na ponta do lápis para concluir o quanto vale a pena se tornar membro do Project Management Institute.

2. Estabeleça um cronograma de estudos

Como tal medida ajuda você a gastar menos? O planejamento vai considerar o que você precisa estudar e quais recursos e materiais estão à sua disposição — ou seja, evita-se a perda de tempo e, consequentemente, de dinheiro.

Um bom ponto de partida na elaboração do cronograma de estudos é analisar a incidência dos temas nas questões. Enquanto responsabilidade profissional e encerramento correspondem a 18% das perguntas, 21% delas são sobre monitoramento e controle.

Planejamento e execução são as disciplinas mais recorrentes no exame de certificação PMP, com índices de 23% e 27%, respectivamente. Monte um cronograma realista conforme a sua disponibilidade de horários: passe no máximo 8 horas diárias em cima dos livros, fazendo resumos e simulados.

Canais de comunicação, gerenciamento do valor agregado e caminho crítico são exemplos de temas importantes para a sua prova, enquanto há apenas 10 questões sobre entradas e saídas, geralmente. Saiba estabelecer prioridades para realizar uma boa gestão de tempo e não jogar dinheiro fora.

3. Junte-se ao seu capítulo PMI®

Existem 15 unidades ligadas ao Project Management Institute no Brasil espalhadas por 14 estados, como São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Porto Alegre, Bahia, Pernambuco, Amazonas e Goiás.

Os associados PMI® podem frequentar os capítulos e aproveitar o espaço para entrar em contato com outros profissionais da área de gerenciamento de projetos. Você encontrará colegas que estão se preparando para a certificação PMP ou já foram aprovados no exame.

Aproveite a oportunidade para criar vínculos, estabelecer contatos, pegar dicas, trocar conteúdos e promover seu networking. Por vezes, as unidades locais oferecem cursos preparatórios com ótimo custo-benefício a quem deseja o título de especialista em gerenciamento de projetos pelo PMI®.

4. Compre materiais usados

Procure recursos de segunda mão. Eles podem não ser os ideais e recorrentemente estão desatualizados, no entanto, essa ainda é uma boa opção a quem deseja obter a certificação PMP, mas não pode investir muito dinheiro na preparação.

Mercado Livre, eBay e Estante Virtual são sites capazes de ajudá-lo nessa busca por materiais usados e mais em conta. Atende-se à edição e outras informações sobre a publicação para não cair na cilada de se ater meramente a valores. Você também pode tentar obter livros e simulados com os colegas que já prestaram a prova.

5. Pesquise cursos preparatórios

Há muitos disponíveis no mercado com metodologias diferentes e preços variados. Abra espaço na agenda para pesquisar, buscar recomendações, checar as informações com sua rede de contatos e fazer as devidas comparações.

Leia os comentários e depoimentos de quem já fez o curso preparatório, analise o histórico de aprovação. Se não encontrar nada no próprio site da empresa, procure nas páginas e comunidades das redes sociais e nos fóruns sobre o tema. As opiniões e experiências de outras pessoas podem ser muito valiosas, e são gratuitas.

Modalidade presencial, a distância, atendimento a rigorosos padrões de qualidade do PMI®, carga horária, didática, distribuição das aulas, simulados e formação do corpo docente são alguns itens a serem avaliados antes de tomar uma decisão.

Vale ressaltar: o curso preparatório mais caro nem sempre é o melhor e o mais barato não é necessariamente o pior. Você possivelmente vai encontrar um meio-termo conforme suas prioridades e o quanto pretende investir.

6. Procure qualidade

Quando se trata de produtos PMP® Exam Prep, como livros, flash-cards, aplicativos ou guias de estudo, não vale a pena comprar o material mais barato. Pesquise! Há muitas opções de alta qualidade e baixo custo no mercado.

Há produtos baratos lá fora, mas que oferecem muito pouco em relação ao valioso treinamento real. Procure recomendações de clientes, para garantir que seja uma compra de materiais preparatórios de qualidade, antes de fazer qualquer aquisição.

7. Monte grupos de estudo

Além de ser uma maneira interativa de estudar para obter a certificação PMP, é econômica, pois você aproveita a troca de material e as múltiplas fontes de acesso à informação.

Busque pessoas que estejam com a mesma determinação que você para obter a aprovação, afinal, os desdobramentos desse evento têm impacto direto e expressivo na sua vida profissional — além do mais, não é um exame fácil. A integração com o grupo ainda serve de estímulo para manter o ânimo e a disciplina.

Falando nela, garanta foco total nos seus objetivos, caso contrário, você só terá gastado dinheiro à toa. Será necessário abdicar de horas com a família, os amigos e compromissos, como um churrasco no fim de semana, para conseguir dar conta de toda a matéria.

Vale reiterar: a certificação PMP é um projeto, exige planejamento, execução e controle para o candidato cumprir o escopo e fazer a entrega final com sucesso. Caso você se considere um bom gerente de projetos, com certeza conseguirá adequar os recursos financeiros à sua capacidade de investimento para obter a aprovação no exame.

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gestão de portfólio e programas

Como fazer gestão de Portfólio e Programas com o Project Builder?

A gestão de projetos pode ser melhor organizada se a empresa tiver como prática da gestão de portfólio e programas de projetos, que englobarão todos os projetos da empresa de forma ordenada e segmentada.

Parar criar essa gestão de portfólio e programas de projetos você pode utilizar o Project Builder, que foi desenvolvido exatamente para que a sua empresa tenha maior tranquilidade ao gerir seus projetos e possa trabalhá-los de maneira estratégica, contribuindo para o pleno desenvolvimento das inovações da empresa e de seus clientes.

Com o Project Builder você terá acesso a quatro pontos chave para criar seus programas e portfólio de projetos: propostas de projetos, projetos, portfólio e programa. Confira agora essas funcionalidades e como elas podem contribuir para o gerenciamento de projetos da sua empresa!

Propostas de projetos

As propostas de projetos são oportunidades de negócio visualizadas pela equipe e que podem vir a se tornar projetos em um futuro próximo. Esta ferramenta auxilia na seleção dos projetos mais relevantes para a empresa em determinado momento, dando à equipe uma visão bastante analítica de quais os impactos de cada projeto para o negócio, bem como sua facilidade de implementação.

Você pode criar critérios de pontuação para os seus projetos, visando estabelecer sua relevância com cálculos matemáticos, que são processados pelo PB em segundos. Basta elencar os critérios desejados, inseri-los em indicadores e então gerar o relatório analítico, que demonstrará os projetos que devem receber maior atenção da equipe.
Selecionados os que serão colocados em execução, você os insere de acordo com os requisitos estabelecidos pela organização tanto no portfólio quanto no programa de projetos e pode começar a trabalhá-los através destas duas ferramentas.

Portfólio

No portfólio de projetos você tem a visualização de quais são os projetos que estão em andamento e também como está o seu desenvolvmiento, se dentro do esperado ou não.
Selecionando filtros por área, cliente, início e término do projeto ou ainda por tipo de projeto, você cria um dashboard com as principais informações que você necessita para uma reunião ou ainda para discutir a evolução dos projetos com sua equipe.

Você tem ainda a possibilidade de visualizar a distribuição de projetos por situação (ativos, em andamento, encerrados, etc), por tipo, área demandante e cliente, tendo em suas mãos um documento completo acerca do seu portfólio.

Programa

Na aba de programas você tem acesso a informações como número de projetos desenvolvidos por área, custos por projeto ou custo total, performance do projeto e ainda pode atrelar projetos a objetivos estratégicos da organização, acompanhando se estes objetivos estão sendo conquistados ou não.

Com o Project Builder você tem uma ferramenta completa de gestão de projetos que facilita seu dia a dia e permite um acompanhamento rápido e eficaz do desempenho e produtividade da sua equipe em relação aos projetos em andamento. É possível ainda registrar toda a evolução dos projetos da sua empresa, gerando um repositório eficaz de lições aprendidas e sucessos conquistados através dos seus esforços.

Faça uma demonstração das ferramentas de portfólio e programas do Project Builder e comprove sua eficácia! Comece agora!

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