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Gerenciamento de Projetos por Corrente Crítica – Melhore a produtividade com menos multitarefas

Método CCPM permite entregas mais rápidas e mais baratas com a otimização do processo de trabalho através da corrente crítica.

Desempenhar diversas atividades ao mesmo tempo costuma ser uma prática valorizada nas empresas. No entanto, isso pode sobrecarregar profissionais, prejudicar o rendimento e atrasar o cumprimento dos prazos. O método conhecido como Gerenciamento de Projetos por Corrente Crítica (CCPM, na sigla em inglês) tem resolvido essa questão com elevados índices de sucesso nos mais diversos setores da economia.

Desenvolvido no final dos anos 1990 pelo físico israelense Eliyahu Goldratt, o CCPM é um método de planejamento e execução de multiprojetos. Considerado um dos maiores avanços no gerenciamento de projetos nos últimos 50 anos, esse método se baseia na Teoria das Restrições adaptada ao mundo dos negócios. Essa teoria adota quatro princípios de gestão de fluxo que estão por trás das linhas de produção da Ford e do sistema Toyota, de Taiichi Ohno. Adaptado para o ambiente de projetos temos:

1. Melhorar o fluxo: por meio do congelamento de projetos (carga) e do estabelecimento do foco para redução de multitarefas e sincronização das atividades;

2. Estabelecer um mecanismo prático que oriente a operação quando não produzir:
escalonando os projetos em concordância com o ritmo real do sistema (taxa com que os projetos são completados);

3. Eliminar eficiências locais: por meio da transferência da segurança (tempo) inserida nas tarefas individuais para o final do projeto;

4. Estabelecer um processo de focalização para balancear o fluxo: através do constante monitoramento do número de projetos na e antes da área de integração escolhida (na qual as várias “pernas” dos projetos mais se fundem).

Pesquisadores como Mabin e Balderstone apontam que a aplicação do método CCPM comprovadamente reduz os prazos e custos em 30% ou mais. Mesmo com resultados tão expressivos, estudos apontam que a mudança de comportamento é o maior empecilho para a aceitação e a implementação do método. O CCPM não só propõe uma solução técnica, mas também uma mudança de atitude, ou seja, de cultura.

O método é considerado por alguns autores como uma metodologia que corrige o comportamento humano em projetos. Como exemplo podemos citar a “psicologia da procrastinação” – deixar o trabalho a fazer para o último momento possível -, e a “Lei de Parkinson”, que é a tendência das pessoas de inflacionar o trabalho proporcionalmente ao tempo disponível para realizá-lo.

Implantar o CCPM requer, entre outros, uma análise do ambiente, patrocínio da alta gerência, capacitação da equipe envolvida e definição de metas e etapas a serem cumpridas. A Árvore Estratégias e Táticas desenvolvida e lançada por Goldratt em 2008 fornece a sequencia lógica dos procedimentos técnicos para a implantação do método. Vale a pena esforçar-se no início para colher os bons frutos da produtividade depois.

Julio Cesar da S. Manhães, MSc.

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