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Categoria: Projetos

Declaração de escopo do projeto

O que é a declaração de escopo do projeto e quais informações deve conter?

A declaração do escopo é um instrumento importante elaborado na fase de planejamento dos projetos. Ela faz parte das atividades realizadas pelo gestor para a delimitação de premissas, dos critérios de aceitação e de detalhes relevantes para que o gerenciamento seja conduzido com sucesso. Para os gerentes, pode ser um verdadeiro desafio acertar todos esses pontos.

Neste artigo vamos explicar o que é a declaração de escopo do projeto e para que ela serve, além de mostrar por que é tão importante, quais as informações que não podem faltar na sua elaboração e fornecer diversos detalhes que vão ajudar na sua confecção.

Quer saber mais sobre o assunto? Leia este artigo até o final e fique por dentro!

O que é a declaração de escopo do projeto?

A declaração de escopo do projeto é um documento indispensável para a formulação e controle das etapas dos projetos. Ela é uma saída e também uma entrada na área dos processos para validação do plano de gerenciamento de projetos e da linha de base. Conforme o guia PMBOK, trata-se de uma descrição detalhada do trabalho, das restrições, premissas e entregas.

Para que serve a declaração de escopo do projeto?

O instrumento é elaborado conforme as necessidades do projeto. O escopo é o trabalho essencial para a entrega de resultados, serviços ou produtos. Dessa forma, a declaração registra os dados necessários para a execução dos projetos, tais como os limites, as atividades, os prazos, os custos, os responsáveis etc.

O gerenciamento do escopo serve para garantir que todo o trabalho essencial será realizado para que os projetos sejam concluídos de maneira apropriada. Isso envolve o planejamento das atividades, a coleta de requisitos, a definição, validação e controle das tarefas e a criação de Estrutura Analítica do Projeto (EAP).

Por que a declaração de escopo do projeto é tão importante?

A declaração de escopo do projeto é muito importante porque descreve todo o projeto e apresenta todas as informações que poderão ser consultadas pela equipe e pelo cliente. O levantamento das necessidades dos clientes ajuda a convertê-las em requisitos para o cumprimento dos objetivos. A coleta desses dados é de grande importância, visto que gera uma documentação relevante.

Talvez nem todos os requisitos documentados possam ser atendidos, de modo que o escopo apresenta aqueles que produzirão maior impacto e agregarão mais valor aos clientes. As entradas do processo de definição de escopo descrevem como as atividades serão definidas, desenvolvidas, monitoradas, controladas e verificadas. No termo de abertura do projeto consta a descrição do serviço ou produto ou o resultado de maneira informal ou formal.

Já a documentação dos requisitos serve para descrever os fatores que atenderão aos objetivos do negócio e as necessidades que serão supridas. Os ativos de processos organizacionais são as bases de conhecimentos específicos usados pela organização, os procedimentos, as políticas e os planos elaborados pelos gestores.

Por fim, as saídas do processo de definição de escopo contêm a especificação e declarações do projeto com a descrição das principais entregas, restrições e premissas. As atualizações nos documentos do projeto são realizadas por meio de revisão e atualização do registro feito pelos interessados. Há uma matriz de rastreabilidade de requisitos e outros documentos que podem ser atualizados.

Quais são as principais informações da declaração de escopo do projeto?

Diversas informações não podem faltar na declaração. Esse documento também é denominado como especificação do escopo do projeto no guia PMBOK. Veja a seguir os principais dados que deverão ser registrados nesse instrumento que traz o detalhamento dos registros preliminares ou do termo de abertura!

Justificativa

A justificativa é um grupo de argumentos utilizados para comprovar a necessidade da execução de um projeto. Ela aponta a finalidade ou o propósito do plano de ação, já que não há propostas a serem apresentadas se não houver um objetivo claro. Fica na primeira sessão da declaração de escopo e explica por que os procedimentos serão realizados e quais serão os resultados finais.

Objetivos

Os objetivos estão relacionados com a definição das metas claras e mensuráveis que deverão ser alcançadas pelos colaboradores que participarão de determinados projetos. Além do mais, eles podem tratar do aumento da satisfação dos consumidores, a elevação do número de clientes, a captação e fidelização da clientela, por exemplo.

Critérios de aceitação

Os critérios de aceitação são um conjunto de condições e a especificação de parâmetros que serão considerados no momento de aceitar as entregas. Por exemplo, as especificações podem estar descritas na política interna corporativa e os mapas de competências poderão estar de acordo com um modelo fornecido pela empresa.

Restrições

As restrições são os fatores que impõem limites na execução dos projetos, tais como os custos e os prazos. Assim como os riscos que surgirão no decorrer dos projetos e que precisam ser mapeados para evitar entraves. Uma restrição pode estar relacionada à disponibilidade de recursos humanos ou ao orçamento limitado.

Nessa seção são descritas as limitações da equipe, as datas impostas, os marcos dos cronogramas etc. As cláusulas contratuais também podem conter restrições que devem ser listadas na declaração de escopo do projeto. Todas essas questões deverão ser divulgadas para evitar que elas afetem o planejamento.

Premissas

As premissas giram em torno do escopo, recursos financeiros e tempo. Elas precisam ser listadas e descritas de forma específica para cada projeto, bem como os seus impactos. É fundamental validar e documentar essas informações regularmente, visto que fazem parte dos planos de ação. Faça uma lista na própria declaração ou prepare um documento separado.

Organização inicial

A organização inicial refere-se à identificação de possíveis riscos e à escolha dos membros das equipes. A gestão de projetos requer a comunicação entre todos os interessados, o esclarecimento de todas as expectativas iniciais e o monitoramento dos trabalhos. A declaração pode circular entre os líderes que farão a aprovação final após o consenso das partes.

Estimativa de custos

A estimativa de custos é a identificação dos prováveis gastos que a empresa terá com o planejamento e execução de um projeto. Se o gestor fizer o gerenciamento adequado dos valores, provavelmente obterá ótimos resultados. As previsões deverão ser indicadas, assim como as estimativas de tempo para a conclusão das atividades.

Cronograma

Esse documento deverá ser construído junto à EAP, que exige a subdivisão dos trabalhos e das entregas do projeto. Inicie com a criação dela, pois assim todos os pacotes de tarefas ficarão definidos para a concretização do escopo. Após a sua aprovação, faça o gerenciamento do tempo para a construção de um cronograma.

Entendeu o que é a declaração de escopo do projeto e quais informações ela deve conter? Saiba que um software especializado pode ajudar em relação à elaboração desse documento. A Project Builder é uma empresa nacional especializada no fornecimento de soluções para essa tarefa e para a gestão de projetos, com reconhecimento no mercado externo e interno.

Precisa obter mais informações sobre esse tema ou sobre assuntos relacionados? Fale com a nossa equipe agora mesmo!

Gerenciamento de projetos

Saiba qual a importância das pessoas na atuação do gerenciamento de projetos

A realização de um projeto depende de diversas etapas que precisam ser executadas estrategicamente. O gerenciamento de projetos começa ainda no planejamento, quando são levantadas as necessidades de resultados e os recursos disponíveis e necessários. A partir disso, é possível determinar elementos essenciais, como o escopo, o orçamento e o cronograma.

Durante a execução, o esforço coletivo é crucial para a construção do desempenho desejado. Nessa parte, podem ocorrer mudanças ou imprevistos, que exigem uma atuação direcionada. A finalização também é importante e prossegue até a entrega para o cliente e consolidação do aprendizado.

Em todo esse processo, o trabalho das pessoas é crucial. Por isso, veja como o capital humano impacta o gerenciamento de projetos e saiba qual é a sua relevância!

Quem são as pessoas que auxiliam no gerenciamento de projetos?

O capital humano é um dos grandes diferenciais de qualquer negócio. As pessoas têm responsabilidade no crescimento da empresa, já que respondem pela conquista de bons resultados. Ao falar do gerenciamento de projetos, isso não é distinto.

Pensando no impacto causado pelos colaboradores, é fácil se lembrar do gerente de projetos. Ele atua como um líder e tem a principal função de integrar atividades rumo à entrega de desempenho.

No entanto, não é a única pessoa que afeta o sucesso de atuação. Todos os envolvidos contribuem para o alcance de resultados e devem ser valorizados por isso. Ter uma equipe capacitada e engajada faz toda a diferença para que o gerenciamento de projetos aconteça de forma estratégica, rumo aos objetivos do negócio.

Como as pessoas impactam esse processo?

Cada participante de um projeto causa impactos diferentes nos resultados do gerenciamento. As diversas competências e os papéis distintos têm grande peso e é por isso que vale a pena contar com um time variado com características complementares.

Conhecer as principais funções das pessoas também é interessante para melhorar a execução. Por isso, veja como o capital humano é capaz de afetar o gerenciamento de projetos.

Análise do custo-benefício

Especificamente falando do gerente de projeto, o profissional é capaz de analisar o custo-benefício e ajudar a estabelecer se há viabilidade econômica. Isso é feito a partir da consideração quanto aos custos, ao uso de recursos e aos resultados obtidos.

Quem ocupa essa posição também faz tal análise a respeito de várias escolhas, como mudar ou não o escopo. Dessa maneira, há uma tomada de decisão efetiva e com foco no melhor para os objetivos estratégicos.

Integração entre as partes

No gerenciamento de projetos, também é importante que haja uma integração entre as partes. Clientes (internos ou externos) devem estar conectados ao time de execução, que também deve se ligar às demais partes interessadas.

O gestor, normalmente, é o responsável por “construir pontes” entre os envolvidos. No entanto, mesmo quem faz parte do time pode atuar desse modo. A colaboração, o trabalho em equipe e o interesse em participar dos processos são essenciais para alcançar esse resultado.

Alinhamento e comunicação de expectativas

A integração entre as partes também depende de uma questão indispensável: a comunicação. Essa é um quesito essencial da atuação das pessoas e faz toda a diferença ao pensar no gerenciamento de projetos.

O gestor precisa comunicar expectativas, definir responsabilidades e oferecer feedback para o time. Já os demais colaboradores devem trocar informações, reportar o progresso e também dar feedback para a gestão. Com um fluxo adequado de comunicação, é mais fácil alcançar os resultados esperados.

Definição da visão para o sucesso

Uma das funções mais importantes de um gerente de projetos é estabelecer uma visão para o sucesso da realização. A proposta é definir quais são os resultados desejados a cada momento e como isso deve ser alcançado. Dessa maneira, é possível motivar o time e fazer um acompanhamento contínuo de performance.

Entre as outras pessoas envolvidas, há o alinhamento com essa visão e até o seu aprimoramento, por meio de sugestões e intervenções relevantes. Com a sinergia em busca do mesmo objetivo, é possível potencializar o desempenho.

Atuação proativa

Outra característica que afeta os resultados do gerenciamento de projetos é a proatividade — que tem tudo a ver com o time designado. Mais que apenas esperar as definições do gerente, é interessante contar com profissionais engajados e dispostos a resolverem problemas específicos.

É graças à proatividade que muitas questões são solucionadas com autonomia, o que evita novos gastos e atrasos. Também é algo que está relacionado à integração das atividades, em busca da melhor performance.

Visão empreendedora

Pessoas com uma visão empreendedora afetam o gerenciamento de projetos de uma forma muito positiva. Tanto os gestores quanto os integrantes do time podem ter uma abordagem altamente alinhada com os objetivos estratégicos de todo o negócio — e não só com o projeto.

Esse “sentimento de dono” envolve, inclusive, a capacidade de gerenciar riscos e aceitá-los no momento certo, além de buscar a máxima qualidade. Novamente, é fácil comprovar a relevância do capital humano nesse sentido.

Implementação de melhorias e inovações

Uma boa gestão de pessoas pode, ainda, gerar mudanças positivas para a atuação do negócio. O motivo é muito simples: quem está envolvido diretamente com o projeto consegue enxergar oportunidades e ameaças e fazer sugestões relevantes a partir disso.

É graças a isso que há a chance de estabelecer melhorias e considerar inovações para alcançar resultados diferenciados. Isso só é possível por causa do engajamento ativo das pessoas, elas se tornam cruciais nesse sentido.

Como a tecnologia pode ajudar?

Ao mesmo tempo, o capital humano não é o único fator para o sucesso na gestão de projetos. É essencial que a equipe tenha as ferramentas certas e que possa contar com alternativas capazes de simplificar o trabalho. É nesse sentido que a tecnologia se destaca.

Por meio de um software de gerenciamento de projetos de qualidade, é viável automatizar tarefas, integrar dados e facilitar diversas etapas. Principalmente, é um meio de estimular a colaboração com boa performance.

Entre as alternativas, a solução do Project Builder se destaca. Com a ajuda desse sistema, há como cuidar da gestão de forma qualificada e obter os melhores resultados para cada realização.

O gerenciamento de projetos se torna muito mais bem-sucedido graças à ação das pessoas. Com o time certo e ferramentas de qualidade, consegue-se alcançar os objetivos definidos no planejamento.

Como ter os recursos certos faz toda a diferença, entre em contato conosco do Project Builder e veja como podemos ajudá-lo!

Gestão de projetos na indústria 4.0

Gestão de projetos na indústria 4.0: saiba como deve ser feita

As indústrias 4.0 contam com inúmeros projetos que são executados para a criação de novos produtos, implementação de tecnologia, desenvolvimento de formas inovadoras de gestão, implantação de linhas de produção, entre outros. Um gestor especializado nessa área fica responsável pelo sucesso das atividades e deve gerenciar as equipes estando sempre ciente de tudo o que ocorre dentro das fábricas.

Neste post, vamos explicar o que é e como funciona a gestão de projetos na indústria 4.0, mostrar por que ela é importante e como deve ser feita de forma eficiente e assertiva. Além disso, vamos falar sobre a importância de fazer os gerenciamentos de forma eficiente e assertiva na indústria 4.0 e listar as principais dicas que podem ajudar.

Gostaria de saber mais sobre gestão de projetos na indústria 4.0? Acompanhe a leitura deste artigo!

Entenda o que é a gestão de projetos na indústria 4.0

Muitas mudanças aconteceram em todas as áreas das indústrias nos últimos anos, mas as revoluções industriais se destacaram pelas alterações estruturais. A indústria 1.0 foi um fenômeno que ocorreu no final do século XVIII com a chegada das primeiras máquinas e dos trabalhadores. Depois, no século XIX teve início a indústria 2.0, marcada pelo progresso científico e pelas primeiras linhas de montagem.

A indústria 3.0 foi impactada pela eletricidade e tecnologia da informação após a 2ª Guerra Mundial, quando profundas transformações foram iniciadas. Por fim, a indústria 4.0 chegou nas últimas décadas com a automatização de tarefas, iniciativas de digitalização, conexão de máquinas, redes inteligentes, sistemas de gerenciamento integrados, gestão de projetos e outros conceitos.

O gerenciamento de projetos é um conjunto de atividades que visa a gestão de tarefas complexas no mundo corporativo por um gestor especializado. Ele avalia produtividade, tempo, qualidade, custos, desempenho dos colaboradores, entre outras questões. Várias ferramentas são aplicadas junto a uma série de conhecimentos e habilidades do profissional responsável contratado pela organização.

Portanto, a gestão de projetos é uma competência estratégica que deve ser utilizada para a produção de resultados excelentes. Ela é fundamental para que as indústrias continuem competitivas no mercado e superem a concorrência. Os gerentes fazem a divisão dos planejamentos em etapas e criam cronogramas para facilitar o entendimento e a execução.

Saiba como funciona a gestão de projetos na indústria 4.0

Os projetos são divididos em 5 etapas desde a sua iniciação até o seu encerramento. Primeiro, é necessário definir um gerente de projetos com a escolha de uma pessoa capaz de gerenciar os trabalhos e que tenha a função de liderança. Esse profissional vai motivar as equipes, montar cronogramas, gerir pessoas, planejar custos, começar e concluir tarefas e fazer ajustes de escopos.

Um cronograma deverá ser montado com escopo detalhado para que o plano de ação seja bem-sucedido. O planejamento vai evitar que os times se desviem dos objetivos traçados, além de gerar otimização do tempo de entrega dos serviços e produtos aos clientes e parceiros. Os projetos contam com indicadores de produtividade, relatórios financeiros e planilhas de custos.

Os custos deverão ser monitorados e justificados para os interessados nos projetos. Registre informações relacionadas aos sistemas de informações, horas-extras, serviços terceirizados, reuniões, equipamentos de informática e materiais descartáveis. Os objetivos devem ser claros e exequíveis, pois eles vão gerar expectativas nos clientes e podem necessitar de ajustes.

As equipes deverão ser reunidas semanalmente para que todos compreendam as demandas do projeto e mantenham a produtividade. Na reunião ficará mais fácil entender como está o andamento das atividades, definir prioridades e superar impedimentos. Os procedimentos e as tarefas rotineiras deverão ser automatizados para aumentar a praticidade e a eficiência.

Compreenda a importância de gerenciar projetos de forma eficiente

O gestor de projetos será responsável pela eficiência no gerenciamento das atividades e pelo comprometimento dos colaboradores. Dessa forma, ele precisa utilizar a tecnologia a seu favor para otimizar a produção na indústria. O profissional precisa buscar a implementação de inovações, prever flutuações de mercado, interpretar dados e se relacionar bem com todos os setores. Confira algumas dicas que vão ajudar bastante!

IoT

A Internet das Coisas (IOT) visa a conexão dos objetos com a Rede Mundial de Computadores. Vários dispositivos ganham autonomia, por exemplo, máquinas, sensores, câmeras etc. As ferramentas podem ser controladas de qualquer lugar e a qualquer momento, possibilitando a descentralização das operações. Os sistemas físicos e digitais são integrados com a leitura de dados.

Automação de processos

A automação dos processos otimiza a execução dos projetos na indústria. As atividades condicionais e repetitivas são automatizadas com a aplicação de machine learning. Desse modo, os erros diminuem e a velocidade de produção aumenta consideravelmente. Os procedimentos são monitorados pelos sensores que ajudam a compreender o nível de funcionamento dos equipamentos.

Computação em nuvem

A Cloud Computing possibilita o armazenamento dos dados na nuvem e promove a segurança das informações devido à aplicação de padrões internacionais. As possibilidades de ocorrência de violações ou perdas de dados são mínimas. Os backups são automáticos devido ao espelhamento dos servidores, que garantem a disposição dos arquivos em outros locais.

Big Data

Big Data é um conceito muito conhecido na indústria 4.0, já que são os dados que a movimentam e dão subsídios para os sistemas de inteligência e automação. Com o uso das ferramentas que capturam e processam dados em tempo real, os gestores têm acesso a inúmeros relatórios completos e informações essenciais para averiguar as condições da produção e do mercado.

Inteligência Artificial

A Inteligência Artificial (IA) é a capacidade que os computadores têm de simular o raciocínio de seres humanos. Ela é útil para reduzir as chances de erros pela detecção de problemas com agilidade durante a execução dos projetos. Por outro lado, fornece sugestões úteis para a tomada de decisões mais assertivas. Tarefas como o envio de notificações e e-mails são automatizadas com a aplicação de IA.

Business Intelligence

Business Intelligence (BI) é uma ferramenta que coleta, analisa, processa e compartilha dados oriundos de Data Mining, ERP (Sistema integrado de gestão empresarial) e CRM (Gestão de Relacionamento com o Cliente). Metodologias, técnicas e recursos são utilizados para reunir informações em um ambiente e fazer a sua confrontação para a formulação de estratégias voltadas às melhorias.

Descubra como pode ser feita a gestão de projetos na indústria 4.0

A gestão de projetos na indústria 4.0 pode ser híbrida, com a junção de métodos ágeis com os tradicionais. Com isso, os conceitos são integrados e os comportamentos essenciais são mobilizados. Faça um planejamento bem-estruturado, identificando clientes e stakeholders junto às suas expectativas e interesses relacionados aos projetos.

Enfim, agora você já sabe como deve ser feita a gestão de projetos na indústria 4.0. Uma empresa especializada pode ajudar a partir do oferecimento das melhores soluções para otimizar os resultados desse gerenciamento. A Project Builder conta com uma equipe de especialistas experientes que trabalham nessa área fornecendo os melhores softwares de gerenciamento de projetos do mercado.

Ainda tem alguns questionamentos sobre esse assunto? Entre em contato conosco e tire todas as suas dúvidas!

Time gerenciando projetos no ambiente corporativo

Gerenciamento de projetos e ambiente colaborativo: entenda essa relação

A cada dia, alinhar gerenciamento de projetos e ambiente colaborativo se torna mais importante. Afinal, o universo corporativo mudou e é preciso envolver ainda mais os colaboradores nos desafios diários da empresa. Essa é uma exigência comum nessa nova geração, uma vez que a tradicional hierarquia tem sido vista como algo muito engessado para as novidades do mercado.

A tendência, agora, é redistribuir e compartilhar demandas. Sendo assim, é fundamental entender melhor como esse sistema funciona e como ele pode ser aplicado na prática. A boa notícia é que esse pode ser o ponto de partida para a inovação que muitas empresas buscam, mas que têm dificuldades de encontrar e desenvolver com sucesso.

Tem interesse no assunto? Continue a leitura deste artigo para tirar suas dúvidas e entender melhor como tudo funciona!

Como relacionar gerenciamento de projetos e ambiente colaborativo?

A metodologia aplicada nesse sistema envolve a entrega de projetos de uma maneira diferente da tradicional. Enquanto geralmente os projetos são apresentados de cima para abaixo, ao aplicá-los em um ambiente colaborativo é possível descentralizar e partilhar as responsabilidades entre os membros da equipe.

Adotar essa postura soluciona um dos maiores problemas da abordagem clássica. O fato de que todas as informações, dados e autorizações devem passar por último pelo gerente de projetos. É claro que essa figura continua essencial, mas para manter as demandas organizadas e ficar de olho nos prazos.

A autonomia é outro fator percebido com mais frequência nas etapas de execução do projeto. Como a equipe já está muito bem integrada, é mais fácil tomar decisões inteligentes e que deem continuidade lógica ao que foi feito anteriormente, de modo a ter um resultado positivo e eficiente.

Quais são as principais vantagens desse sistema?

Esse sistema, ainda, agrega alguns recursos que são considerados grandes vantagens para a gestão de projetos em uma empresa. Conheça, a seguir, o que se pode ganhar com a implementação dessa nova modalidade.

Equipes multidisciplinares

Em um modelo tradicional, cada membro da equipe fica responsável unicamente por sua tarefa. Tem, no máximo, um conhecimento superficial acerca do que é feito por quem assume a demanda seguinte. Isso gera muitos intervalos de falha e até mesmo atraso.

Com equipes multidisciplinares, entretanto, todos os colaboradores podem contribuir entre si para se chegar a um resultado em comum. As decisões são muito mais estratégicas, inteligentes e acertadas, o que reflete nos resultados da empresa e até mesmo em seu posicionamento de mercado.

Maior agilidade

Há quem considere que, com decisões coletivas, as mudanças e entregas serão mais demoradas. Contudo, na verdade, o que acontece é justamente o contrário. Antes, quando a equipe atuava de maneira individual, levava mais tempo para análise e convergência de opiniões e resultados.

Entretanto, agora, todos os membros da equipe estão devidamente envolvidos no processo. O que faz com que as transformações sejam mais leves, imediatas e efetivas, algo muito importante para que a adaptação a essa metodologia dê certo.

Mais transparência

Ainda, é importante mencionar que um sistema colaborativo é muito mais transparente. Todos os processos e etapas de um projeto ficam disponíveis para acesso e intervenção de qualquer pessoa envolvida. Assim, podem ser acompanhados pelo gerente apenas para que não haja conflitos de informações.

A responsabilidade de atualizações é coletiva e todos têm total ciência de como anda o projeto em questão. Com isso, a dependência de tarefas diminui, já que elas podem ser adiantadas e finalizadas em um tempo muito menor que o usual.

Melhoria da comunicação

Líderes de modelos de gestão tradicional nem sempre são vistos como figuras incentivadoras quando na coordenação de projetos. Em geral, são considerados como aqueles que punem por erros e que apenas mandam na execução de tarefas. Isso é um grande empecilho para a comunicação entre colaboradores. No modelo colaborativo, esse é o tipo de barreira que se dissolve. As equipes conversam mais, não têm medo de trocar ideias e se sentem mais seguras para fazer sugestões e testes.

Quais são as melhores práticas e ferramentas que auxiliam essa gestão?

Usar planilhas e e-mails são opções que têm seu mérito. Contudo, elas não são mais tão eficientes quanto deveriam, em especial quando se trata de equipes grandes ou de projetos que tenham um prazo mais curto de execução. Diante disso, é essencial investir em boas práticas e ferramentas para que a gestão colaborativa de projetos dê certo.

Veja algumas possibilidades!

Use ferramentas de brainstorming

As ferramentas de brainstorming servem para que o trabalho de reflexão e colaboração em um projeto fique bem organizado. Elas servem para abrigar ideias, opiniões e sugestões em tabelas e mapas mentais, que são compartilhados entre toda a equipe.

Isso ajuda a dar continuidade aos processos, mas principalmente contribui para a resolução de problemas. Mesmo que um ambiente colaborativo gere menos empecilhos para a finalização de um projeto, algum impasse pode acontecer e deve ser solucionado quanto antes.

Tenha um software de gestão adequado

É de suma importância contar com um software de gestão adequado nesse momento. Ele deve ser completo, com funções que permitam o gerenciamento de tempo, a delegação de tarefas e o compartilhamento de arquivos, inclusive de áudio, vídeo e multimídia.

Isso é essencial para aproximar colaboradores de diferentes setores ou que estejam geograficamente distantes. Para completar, o software deve oferecer funções de monitoramento e análise de resultados, para que o projeto seja acompanhado e avaliado de maneira profunda e precisa.

Assim, em próximas oportunidades, será mais fácil otimizar etapas ou corrigir possíveis erros. Lembrando, ainda, de que qualquer registro realizado nesse ambiente virtual terá seu responsável sinalizado para maior controle.

De fato, manter o gerenciamento de projetos e o ambiente colaborativo caminhando juntos é um desafio diário para qualquer organização. Contudo, com um plano de ação estratégico bem definido e uma equipe preparada, é possível alcançar essa máxima sem maiores dificuldades. Assim, fazer dela uma constante para o sucesso da empresa.

Precisa de ajuda nessa missão? Entre em contato conosco para conhecer nossas soluções em softwares de gestão e descubra qual é a melhor para a sua necessidade.

Equipe gerenciando projetos no setor jurídico

Entenda a importância do Gerenciamento de Projetos no Setor Jurídico e aplique no seu escritório

Como realizar um bom gerenciamento de projetos no setor jurídico? Para escritórios, principalmente, aqueles que atuam com empresas, a gestão é fundamental para manter a ordem e seguir os prazos corretamente. Como você organiza e planeja as metas do seu escritório atualmente? Conforme a equipe e as demandas crescem, fica cada vez mais difícil acompanhar todas as fases. Por isso, a gestão de projetos se torna fundamental nesse cenário.

Ao implementar essas ações, é possível otimizar o tempo das entregas, diminuir os erros e as perdas de prazos, todos os processos ficam centralizados em um único sistema e há melhoras na eficiência e eficácia das entregas.

Se você se interessou por esse tema e quer entender melhor como aplicá-lo no seu escritório, leia o conteúdo até o fim!

O que é o gerenciamento de projetos no setor jurídico?

A gestão de projetos é uma competência estratégica das organizações atuais e existe para ajudar na realização dos processos internos de uma empresa, melhorando as entregas para que elas sejam mais seguras, rápidas e eficientes. Essa gestão tem o objetivo de manter o foco na realização e no controle do projeto, além de fornecer insights e dados importantes que precisam ser analisados para verificar a qualidade do serviço.

O gerenciamento de projetos jurídicos, ou Legal Project Management — LPM, é um conceito recente derivado do conhecimento administrativo. Esse tema tem se tornado recorrente no contexto jurídico internacional, mas ainda é pouco divulgado e utilizado no Brasil.

Embora ainda não esteja bem formalizado, ele se refere às aplicações de padrões dos conceitos de gerenciamento de projetos que são adaptados ao ambiente jurídico. Ou seja, é uma forma de abordar o planejamento de um escritório de modo estruturado, a fim de que haja acompanhamento e avaliação do trabalho jurídico, para aumentar a percepção de valor e eficiência junto ao cliente, melhorando os resultados do escritório.

Assim, ao implementar o gerenciamento de projetos no ambiente jurídico, fica mais fácil ter a compreensão sobre os projetos que estão pendentes, quais profissionais estão mais sobrecarregados, quais prazos têm prioridade e oferecer um serviço melhor e mais personalizado.

Qual é a importância da gestão de projetos em escritórios de advocacia?

Certamente, você tem alguns gargalos e problemas no seu escritório e, na maioria das vezes, os problemas não têm relação com o exercício do Direito, mas sim com processos administrativos. Dessa forma, a gestão de projetos se apresenta como uma ferramenta indispensável para tirar os projetos do papel e organizar as entregas. Veja alguns motivos pelos quais é importante fazer uma boa gestão de projetos no seu escritório.

Melhor cumprimento dos prazos

Sem uma ferramenta correta ou processos documentados, é fácil se perder nos prazos e atrasar as entregas. Quando um escritório não utiliza um software adequado para isso, é comum trabalhar sempre com prazos apertados.

Como consequência, o trabalho pode ficar prejudicado e a satisfação do cliente também. Assim, é importante investir na gestão de projetos de escritórios de advocacia, pois isso dá celeridade às entregas e deixa de forma clara o que está pendente e quais colaboradores podem pegar novos casos, por exemplo.

Aumento da produtividade

Quando toda a equipe sabe o que precisa ser feito e qual é o prazo para isso, fica mais simples se organizar internamente em ações que demandam a ajuda de outros colaboradores. O gestor pode criar fluxos nos quais os profissionais tenham tempo para trabalhar sozinhos e momentos nos quais a fase é conjunta. Dessa forma, as ações não ficam travadas por causa da interdependência de outras pessoas.

Além disso, essa organização centralizada em uma única ferramenta ajuda a elaborar um cronograma a longo prazo e facilita o levantamento de inúmeras informações. Essas ações antecipam erros, ajudam a identificar gargalos e dá aos líderes mais subsídios informacionais para as decisões.

Melhora na previsibilidade de receitas

Com a gestão de projetos em escritórios, fica mais fácil fazer a previsibilidade de receitas e entender o fluxo de entregas. Haverá casos nos quais o processo pode se prolongar por meses e há outros que são resolvidos mais rapidamente. Isso também deve ser entendido e parametrizado, para que em um período a empresa não fique sobrecarregada com demandas e, em outros, alguns colaboradores fiquem ociosos.

Com esses dados em mãos, é possível prever momentos de redução de custos, investimentos para o escritório, treinamentos para equipe, necessidade de novas contratações e muitas outras informações que são cruciais para manter um escritório funcionando bem na sua parte administrativa.

Assim, podemos concluir que o gerenciamento de projetos no setor jurídico é importante, uma vez que amplia a excelência do serviço, integra todos os departamentos, facilita a comunicação entre os colaboradores, traz uma visão mais ampliada do andamento dos processos e automatiza uma série de fases.

Quais são as melhores práticas para adotar a gestão de projetos?

Nesse momento, você já entendeu o que é o gerenciamento de projetos para o setor jurídico e como ele ajuda nas demandas das empresas, principalmente B2B. Além de contratar um software para organizar esse planejamento, é importante entender as metodologias disponíveis e identificar as melhores práticas que se enquadram no seu escritório ou em projetos específicos.

Na parte de planejamento, você pode utilizar o ciclo PDCA ou o Balanced Scorecard. Para identificar problemas dentro de um processo, o Diagrama de Ishikawa é bastante eficiente. Já para acompanhar as entregas de modo mais visual, o Kanban pode ajudar.

Portanto, podemos concluir que o gerenciamento de projetos no setor jurídico é fundamental. Afinal, essa organização otimiza processos complexos, trazendo atenção estratégica e perspicácia comercial aos escritórios de advogados. Independentemente do tamanho do seu escritório ou da metodologia escolhida, saiba que o software da Project Builder pode ajudar você.

Essa ferramenta é própria para o gerenciamento de projetos no setor jurídico, auxiliando na gestão de pessoas, compartilhamento de tarefas, delegação de atribuições, bem como facilita a visualização dos fluxos das entregas. Assim, fica mais fácil para o gestor ou responsável coordenar os processos e otimizar as decisões.

Se você está à procura de uma solução como essa, acesse nosso site agora mesmo e experimente o nosso software.

plano de ação

Como fazer um plano de ação e qual a sua importância para uma empresa?

Quem age dentro da zona de conforto produz resultados, no máximo, comuns. Já quem implementa ações diferenciadas como consequência de um planejamento bem-feito, alcança resultados extraordinários. Walt Disney já sabia disso há tempos, dizendo que gostava do impossível “porque lá a concorrência é menor”. Mas para ultrapassar a linha do trivial é preciso ter um plano de ação. Você por acaso sabe como fazer um plano de ação?

Segundo o pesquisador Josué Campanhã, mais de 50% dos planos morrem exatamente porque seus gestores não sabem exercer a função de controle, tampouco o que fazer quando as coisas começam a dar errado. Logo, é importante buscar boas ferramentas de trabalho e ficar atento às principais tendências.

Foi pensando nesses desafios que preparamos este post, trazendo algumas recomendações fundamentais para quem deseja entender como fazer um plano de ação efetivo, que impacte o desempenho e a produtividade da equipe, especialmente no desenvolvimento de projetos. Vamos lá?

O que é um plano de ação e para que ele serve?

Como seu próprio nome explica, um plano de ação é um projeto que serve para consolidar informações acerca de um determinado objetivo, pautado em necessidades urgentes em um cenário atual. Nele, são especificadas todas as atividades para concretizá-lo, o que inclui também recursos físicos, financeiros e humanos necessários.

Essa é uma ferramenta importante para a tomada de decisões de uma empresa ou até mesmo de um indivíduo em relação a sua função no trabalho. Isso porque ela garante mais precisão e ajustes rápidos, caso algum problema aconteça. Quando o plano de ação é bem desenvolvido, ele pode até mesmo servir como base para um planejamento estratégico.

O plano de ação pode ser executado tanto por profissionais que desejam atingir alguma meta em sua carreira ou para empresas que precisam colocar em prática soluções complexas. Ele ainda é recomendado para alcançar essas soluções a curto prazo, o que não impede de ser usado em situações com prazo mais folgados.

Por fim, ele possibilita que os executores sigam uma sequência de tarefas claras e lógicas. Desse modo, é possível concretizar objetivos de maneira mais rápida e prática, e com mais chances de sucesso imediato.

O principal desafio de fazer um plano de ação está em conquistar os envolvidos e mantê-los entusiasmados para que contribuam para o sucesso da operação. Que, por sua vez, pode ter diferentes níveis de complexidade e urgência, que devem ser atendidos conforme planejamentos, cronogramas e demais exigências que sua execução determina.

Por que fazer um plano de ação?

Kotler dizia que “os objetivos são a expressão do caminho que a organização pretende seguir e a estratégia é o projeto final para se chegar lá. A estratégia, portanto, é o plano de batalha”. A verdade é que, sem um plano de batalha, é simplesmente impossível vencer uma guerra.

No universo corporativo, com diversos estreantes no mercado diariamente, altos custos de produção e formação de um novo perfil de consumidor — que é cada vez mais exigente, menos fiel a marcas e com maior conhecimento de suas possibilidades de compra — não ter uma bússola para alcançar a visão da empresa significa assinar sua certidão de óbito.

Sem informações realmente confiáveis e possibilidades de execução, qualquer atividade de planejamento se transforma em mero exercício de futurologia. É justamente por isso que as empresas vencedoras seguem com rigor os seus planos de ação: uma listagem detalhada de todos os atos necessários para se atingir determinado objetivo.

A importância da estratégia está ligada às características dos empreendimentos de hoje. Com o crescimento natural do negócio, da quantidade de colaboradores envolvida em cada iniciativa, bem como da complexidade das funções, passa a ser imprescindível gerenciar adequadamente um plano de ação.

Ora, o inevitável processo de delegação, sem um roteiro a ser transmitido à equipe, deixa a empresa à mercê de iniciativas individuais. Elas, por sua vez, podem se afastar de padrões, preceitos, estratégias e metodologias valorizados pela organização. Resumindo: uma equipe sem um plano de ação nada mais é que um aglomerado de marinheiros sem bússola ou mapa de navegação, inevitavelmente se conduzindo ao naufrágio ou à deriva.

O que esse plano deve conter?

O processo de operacionalização dos objetivos deve mostrar com o máximo de clareza:

Objetivo final a ser alcançado

O primeiro item do plano de ação a ser considerado é o objetivo final a ser alcançado. Procure deixar esse conceito muito bem detalhado, com motivos pelos quais ele foi escolhido, previsão de conclusão e o que ele terá a acrescentar naquele momento.

Assim, na hora de apresentar o plano para a equipe, será possível ter uma visão completa sobre o que deve ser feito. Isso ajuda na motivação, no engajamento, e fornece material para que as ações sejam desenvolvidas de forma consistente e precisa.

Passos a serem trilhados, em sequência, para alcançar esse objetivo

Em seguida, é importante listar em sequência quais passos devem ser trilhados rumo ao objetivo. Mais uma vez, as atividades devem estar registradas de maneira clara, como um guia, não apenas para que cada um saiba o que fazer, mas para que não haja dificuldades desnecessárias nesse trajeto.

Aqui, é possível incluir fontes, dados, parceiros e qualquer outro recurso que possa ajudar na conclusão das tarefas. Assim, ficará mais simples encontrar alternativas variadas para uma execução satisfatória, sem desperdício de tempo.

Lógica na realização dessas atividades

Algumas etapas do plano de ação podem ser mais difíceis de colocar em prática do que outras. Diante disso, é preciso estabelecer uma relação lógica entre elas para que tudo dê certo. Um bom exemplo disso é quebrar tarefas maiores em processos menores, para facilitar a execução e o gerenciamento.

Isso faz com que a equipe consiga se organizar melhor e não se sinta intimidada pelo desafio. Também é importante colocar ordem na execução para que a tarefa não se perca em meio a suas fases e seja realizada do jeito correto, sem falhas ou esquecimentos.

Prazos de início e fim de cada atividade

Diante disso, é também de suma importância colocar prazos de início e fim para as tarefas e seus pormenores. Essa questão não deve ser encarada como uma maneira de colocar pressão nos colaboradores responsáveis. Pelo contrário, é apenas algo que possibilita um monitoramento mais acertado.

Impasses e problemas acontecem e é normal quando algum atraso ocorre. No entanto, quando se tem os prazos bem estabelecidos, fica mais fácil contorná-los, ganhar mais tempo quando outro processo é executado mais rápido e assim por diante.

Responsável pela execução de cada etapa

Outro ponto indispensável no plano de ação é delegar um responsável para cada etapa. Se necessário, esse responsável pode ter outros colaboradores que auxiliem na tarefa, de modo a atuar como um líder. No entanto, isso também deve ficar devidamente detalhado na documentação, para que as tarefas não se percam em meio a quantidade de pessoas envolvidas.

A partir disso, o gestor consegue saber qual etapa está em andamento e pode pedir feedback para o colaborador certo a respeito. Além de ser um ótimo meio de acompanhar a produtividade da equipe e facilitar a visualização dos projetos de modo geral, o que permite até mesmo a execução de mais de um plano de ação ao mesmo tempo, a depender das circunstâncias.

Recursos envolvidos na materialização de cada tarefa

Agora, é hora de desenvolver recursos que podem ajudar a materializar a tarefa. Como, por exemplo, itens de ação, cronogramas e qualquer outro tipo de representação visual do plano. Também é o momento de separar recursos financeiros e encaminhá-los para uso, e separar os recursos físicos necessários.

Tudo isso ajuda a priorizar processos e trazer mais qualidade para o que está sendo executado. Além de servir como uma determinação acerca do que se tem disponível para utilizar. Assim, em caso de necessidade, é mais fácil fazer novas solicitações ou trabalhar para angariar mais recursos.

Metas intermediárias a serem atingidas ao final de cada atividade

Os objetivos finais são importantes, mas é preciso determinar também metas intermediárias assim que cada atividade terminar. Estabeleça metas alcançáveis e mensuráveis, para possibilitar bons resultados e fazer com que a equipe não perca o fôlego pelo caminho.

É interessante compartilhar essas metas e seus resultados com a equipe, para que ela entenda também em que ponto está o plano de ação naquele momento. Descobrir, enfim, ao que deve dar mais atenção para que o objetivo final seja finalmente atingido.

Indicadores que serão usados como base no processo de avaliação de resultados, retroação e correção dos rumos da empresa

Por último, mas não menos importante, lembre-se de pautar seu plano de ação em indicadores. Eles devem ser divididos, durante o processo de avaliação de resultados, em pontos de evolução, retroação e correção dos rumos da empresa, para que você perceba quais foram seus efeitos no cenário atual.

Eles devem ser acompanhados e monitorados com frequência. É bom registrar um histórico completo por etapas e tarefas até chegar ao objetivo final. Dessa forma, ficará mais fácil entender o que é preciso mudar, melhorar ou manter em próximos planos, ainda que as situações de aplicação sejam diferentes.

Por isso mesmo, é importante elaborar um checklist com esses itens para avaliar se as ferramentas utilizadas foram efetivas em auxiliar na criação de um bom plano. A seguir, veremos uma série de práticas que permitem dar conta desses critérios e reduzem a lacuna entre o planejamento estratégico ideal e o realizado na sua empresa.

Quais são os erros mais comuns?

Ao pensar em como fazer um plano de ação, é preciso tomar bastante cuidado para não incorrer em alguns equívocos muito comuns, cometidos até mesmo por gerentes de projeto experientes. Entre outras palavras, as atividades abaixo são figurinhas carimbadas na lista de tropeços mais cometidos:

  • concentrar muitas atividades em um curto espaço de tempo, sobrecarregando a equipe;
  • superestimar os recursos disponíveis;
  • ignorar passos importantes para o alcance dos objetivos finais;
  • misturar a sequência de etapas;
  • não detalhar suficientemente as atividades.

Então, melhor já ir pensando nas respectivas providências para não entrar para a estatística de insucesso, certo?

Como fazer um plano de ação?

Um plano de ação normalmente é realizado com a aplicação da técnica 5W2H, que consiste, em linhas gerais, na realização de um checklist de determinadas atividades, por meio das seguintes palavras-chave:

  • What: o que será feito (etapas);
  • Why: por que será feito (justificativa);
  • Where: onde será feito (local);
  • When: quando será feito (tempo);
  • Who: por quem será feito (responsabilidade);
  • How: como será feito (método);
  • How much: quanto custará fazer (custo).

A partir daí, é possível seguir os seguintes passos para elaborar um plano de ação:

  • definir onde se quer chegar (objetivo);
  • compreender e saber transmitir aos colaboradores por que esse objetivo deve ser alcançado;
  • materializar os caminhos para atingir os objetivos por meio de metas que devem ser definidas em conjunto com a equipe (administração por objetivos);
  • elaborar uma lista de ações para cada meta, o que pode ser feito com técnicas de compartilhamento de ideias, como o brainstorming;
  • preparar um cronograma com prazos bem delimitados para a conclusão de cada etapa por cada membro da equipe;
  • atribuir as responsabilidades, delegando tarefas (quem será responsável por fazer cada atividade e a quem se reportará?);
  • alocar recursos, delineando detalhadamente o total e quanto há de verbas para a consecução de cada atividade (lembre-se de que escopo, prazo e recursos são fundamentais para o sucesso de qualquer projeto);
  • identificar possíveis problemas, fazendo um diagnóstico completo de tudo o que pode dar errado ao longo do processo (pode ser conseguido, por exemplo, com a matriz SWOT);
  • desenvolver estratégias para acompanhar a evolução, monitorando o progresso permanentemente;
  • implementar efetivamente o plano.

Como fazer um plano de ação com a PDCA?

Como os cenários vêm mudando de forma cada vez mais rápida, a gestão precisa lidar com as dificuldades e com a possibilidade de o plano perder validade com o passar do tempo. Isto é, se gradativamente a realidade para a qual a estratégia foi pensada muda, aos poucos, o plano de ação perde sua fatualidade e torna-se inadequado para orientar os colaboradores.

Para lidar com esse desafio, os processos de retroalimentação e ajuste são fundamentais. É preciso atuar com rotinas para perceber o que acontece no momento e, com o aprendizado, melhorar a estratégia continuamente, a fim de manter a eficácia no longo prazo.

Nesse modelo de trabalho, o circuito PDCA se mostra uma ferramenta indispensável porque estabelece um conjunto simples de etapas para nutrir a tomada de decisão com feedback. A partir de então, os responsáveis podem realizar adaptações periódicas, sempre com o diagnóstico mais recente da situação, além de padronizar acertos e corrigir erros.

A aplicação consiste em dividir as atividades em quatro etapas. Veja abaixo.

Planejar (to plan)

Analisar cenários e estabelecer objetivos, metas, estratégias, ações, indicadores etc.

Execução (to do)

Colocar o plano em funcionamento, cumprindo as diretrizes propostas.

Checagem (to check)

Acompanhar e controlar a execução, cobrando o cumprimento dos padrões e levantando dados sobre o desempenho do plano de ação.

Ajustar (to adjust)

Adaptar o plano para corrigir erros e padronizar acertos, bem como para lidar com mudanças de cenário.

A ideia é que as quatro etapas sejam repetidas diversas vezes até que o objetivo esteja concluído. A cada ciclo, o plano é melhorado com feedbacks importantes para manter sua validade diante das circunstâncias e torná-lo mais efetivo.

Quais são as melhores práticas para fazer um plano de ação?

Ao lado das ferramentas, existem uma série de ações simples que podem contribuir com os planos da sua empresa. O objetivo deste tópico é apresentar 6 dicas nesse sentido. Confira!

Elabore um plano de ação do princípio

Estabeleça as diretrizes mais gerais do projeto antes de começar, como os itens da 5w2h já mencionados. A partir deles, será possível delimitar o que é importante nos demais planos e alinhar objetivos gerais e específicos. Muitas vezes, as pessoas só pensam no planejamento quando os problemas já foram implementados, e o ideal é se antecipar.

Coloque o plano de ação no papel

Utilize-se de elementos para visualizar o plano fora da sua cabeça. Pode ser um documento de texto, planilha, mapa mental, rascunho ou qualquer recurso que você se sinta à vontade para trabalhar as informações. Com isso, além de liberar sua memória, você facilita o compartilhamento das informações com colegas.

Tome cuidado com estimativas

Seja moderado ao pensar as condições para que o plano de ação concretize os objetivos. O excesso de otimismo é um dos fatores que mais levam a estratégias descoladas da realidade. Logicamente, sempre procure embasar as estimativas em dados.

Trabalhe a gestão da mudança

Considere quais são os incentivos e como engajar os colaboradores. O motivo é que mudanças causadas por novos planos, como reorganização de times, alterações de rotinas e fixação de metas, geram resistência, e você precisará de uma estratégia para enfrentá-la.

Não se torne o gargalo do projeto

Distribua responsabilidades e delegue tarefas. Especialmente na gestão de projetos, se todas as ações precisarem da atuação direta do líder, o andamento estará constantemente bloqueado à espera de uma decisão. O segredo é mesclar a atuação do gerente com a autonomia dos colaboradores para que o fluxo só seja interrompido quando for imprescindível.

Estabeleça objetivos claros

Cuide para que as diretrizes sejam claras. Para isso, é comum a aplicação da metodologia SMART, segundo a qual toda meta deve ser específica (specific), mensurável (measurable), atingível (attainable), relevante (relevant) e temporalmente definida (time-based).

Outra dica é organizar as metas em um diagrama no modelo do balanced scorecard, a fim de tornar compreensível as relações de causa e efeito entre os objetivos relacionados ao aprendizado e crescimento, processos internos, clientes e finanças.

Qual a importância de um software de gerenciamento?

É bastante improvável que um gestor consiga controlar todas as variáveis com a excelência desejada sem o auxílio de um software de gestão de projetos. Afinal, uma solução em gerenciamento de projetos automatiza algumas tarefas do cotidiano, disparando lembretes de prazos, mostrando por meio de um dashboard se há membros da equipe ociosos ou sobrecarregados, qual o atual percentual de dispêndio de recursos, quais são as previsões estatísticas de custo total do projeto e assim por diante.

Receber dados sobre a evolução do time em tempo real e dispor de relatórios com análise de indicadores de desempenho são enormes diferenciais que separam a adivinhação fracassada da execução de excelência. Além disso, ao utilizar o PDCA, as atividades de checagem e ajuste serão facilitadas pelas informações obtidas com a tecnologia.

Outro ponto importante é a disponibilidade. Se houve uma mudança no plano, é importante que todos os profissionais tenham acesso à alteração, ou não seguirão na direção correta. Ter uma comunicação centralizada e compartilhada facilita o trabalho.

Pense, portanto, o software como a ferramenta para realizar a gestão da informação em todas as etapas, do planejamento ao ajuste com base em feedbacks.

Como aplicar o plano de ação no planejamento e gestão da empresa?

Tanto como fazer um plano de ação, é importante entender as suas aplicações em uma empresa. Assim, os profissionais podem ser mais efetivos e evitar o erro de transformar o planejamento em mera formalidade.

Adapte o plano ao nível

Um primeiro ponto é sempre considerar a abrangência. Existe o uso em nível estratégico, tático e operacional. Além disso, mesmo projetos podem ter planos mais gerais, como o do princípio, e mais específicos, como aqueles voltados para cumprir etapas específicas do cronograma.

Alinhe planos gerais e específicos

Outro é buscar a sintonia entre diferentes níveis de planejamento. Não dá para o plano de ação estratégico seguir a direção “A”, o RH treinar para “B” e a gestão de projetos aprovar propostas voltadas para “C”.

Faça ajustes incrementais

Por fim, ao aplicar o plano de ação, é importante realizar ajustes para manter a validade. No entanto, é preciso tomar cuidado com a forma. Se você altera um plano geral, automaticamente, influenciará os específicos. Logo, melhore pouco a pouco para não correr o risco de quebrar o sistema.

Ao utilizar a ferramenta com esses cuidados e com as diversas práticas descritas ao longo do conteúdo, saber como fazer um plano de ação será um importante acréscimo às suas competências de gestor e à sua capacidade de gerar valor para a empresa. Portanto, avalie suas necessidades no momento, defina recursos disponíveis e comece a construir o seu plano quanto antes para melhorar resultados e alcançar objetivos que farão toda a diferença para o desenvolvimento da empresa.

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Equipe gerenciando projetos em momentos de crise

O diferencial do gerenciamento de projetos em momentos de crise

O gerenciamento de projetos em momentos de crise não começa quando as coisas começam a dar errado ou a sair da única programação do negócio. A verdade é que fazer uma boa gestão de projetos, classicamente, é sobre ter planejamento e um bom plano de contingência.

A ideia é ter escopos delineados para situações que são previsíveis e aplicar um bom método de ação para se adaptar a circunstâncias totalmente inesperadas. A boa gestão de projetos em momentos de crise é sobre uma postura arrojada na dinâmica organizacional, mesmo quando temos uma metodologia norteadora.

Quando o gestor de projetos está equipado com métodos, ferramentas e uma mentalidade colaborativa, as crises são momentos para testar todas as técnicas e conhecimentos, além de renderem muitos aprendizados. E você, como tem enfrentado tais lances rápidos do mercado atualmente? Vamos conversar mais sobre o assunto, venha conosco!

Analisando cenários em tempo real

A tomada de decisão reativa é sinônimo de fracasso diante de cenários instáveis. O segredo está em se adiantar e ter um plano pronto assim que a ação é necessária. Mas isso não é tão simples quando tudo está incerto e as coisas mudam a cada instante. Por isso, é fundamental manter as análises em tempo real: o plano pode mudar a qualquer hora!

A adaptação é fruto desse processo de acompanhar de perto as tendências e os resultados das ações, além de, é claro, as mudanças no mercado, no modus operandi da equipe etc. Sendo assim, a coleta de dados da sua área de atuação — e de todos os fatores relacionados — é a chave para detectar a necessidade de mudanças.

Adaptando a metodologia à realidade

Em momentos de crise, os dados vão alimentando análises que podem mudar totalmente o trajeto e a forma de operar uma determinada questão. Sendo assim, o escopo do projeto não pode ser tratado de modo engessado Ao contrário, ele serve de orientação para moldar o desenvolvimento de acordo com a realidade.

A metodologia é o que garante a organização das etapas. Independentemente do que for feito, você tem uma base sólida de conhecimento, ferramentas e método para ir acompanhando o desempenho, sem se perder no meio das informações. Nesse cenário, os relatórios gerenciais são fundamentais.

Organizando a dinâmica do fluxo de trabalho

A colaboração é um dos pilares para o bom gerenciamento de projetos em momentos de crise. Dessa forma, a ferramenta de gestão deve ter suporte para um ambiente dinâmico e de rápida adaptação. O sistema empregado não pode gerar nenhuma onerosidade para os processos.

As propostas de projeto com fluxo automático de aprovação têm o poder de agilizar a tomada de decisão sobre a seleção dos projetos. Além disso, use o sistema para alocar seus recursos de maneira eficiente, inclusive a performance da equipe. As funções devem ser utilizadas proativamente: faça alertas, evidencie prioridades etc.

A organização do fluxo de trabalho, a simples visualização das tarefas, o andamento de cada uma delas, a comunicação centralizada, as atualizações em tempo real, o agrupamento das informações para gerar relatórios, enfim, para ter tudo isso, é preciso aplicar um sistema rico em funções, cheio de clareza e de praticidade.

Usando ferramentas específicas de controle

Quais projetos geram mais valor para o seu negócio? Você tem o controle desses indicadores? Em cenários de incerteza, é fundamental priorizar aquilo que dá mais retorno e diversificar as análises para descobrir pontos-chave da estratégia naquele determinado momento.

O ideal é obter uma visão dos projetos que seja simples em contemplar se a sua estratégia está sendo refletida e, ainda, se ela é sustentável para aquela situação. Ter essa tela com dados e informações para analisar e tomar decisões também torna a sua gestão mais produtiva. Sendo assim, uma ferramenta perfeita deve fazer:

  • gerenciamento de projetos;
  • gestão de programas e portfólio;
  • gestão de equipes;
  • gestão estratégica.

Fora o sistema de gestão de projetos flexível que se adapte ao seu método, há ferramentas de gestão, necessárias ao seu conhecimento, que são extremamente importantes para momentos de crise e mudanças rápidas. Primeiro, todas as de planejamento estratégico que abrangem a previsão de cenários e algum tipo de análise preditiva de mercado:

  • Matriz SWOT;
  • 5 Forças de Porter;
  • Matriz BCG;
  • Ciclo de Vida do Produto etc.

Esses instrumentos de gestão, sobretudo quando aliados, são capazes de levar você a imaginar planos para cenários instáveis, especialmente avaliando os pontos internos e externos que podem prejudicar ou beneficiar o seu projeto. Documente e reavalie periodicamente o que foi elencado.

Além disso, há as ferramentas que devem ser utilizadas de forma situacional, ou seja, você deve acioná-las para encontrar um resultado específico. O Diagrama de Ishikawa, por exemplo, é uma delas. Para manter o controle, faça uso de kanban, 5w2h, regra 80/20, checklists etc., tudo integrado ao seu sistema de gestão de projetos!

Desenvolvendo uma cultura arrojada

Quanto mais preparado o gestor de projetos estiver, melhor será o desempenho da equipe e os resultados apresentados, mesmo entre as condições mais complicadas. As crises são provas: a sua metodologia é realmente consistente? Ela é competitiva para o seu modelo de negócios? Ela vai sobreviver às tendências e se adaptar às demandas?

Indo um pouco mais além: você está capacitado e equipado com as melhores ferramentas para exercer seu conhecimento, quando ele é realmente crucial para conter ameaças, aproveitar oportunidades e manter tudo funcionando? Superar a crise não é para amadores, então, é hora de avaliar todos esses critérios e adotar os recursos mais eficientes.

O mais importante para o gerenciamento de projetos em momentos de crise é ter todo o suporte para fazer o que você sabe de melhor: cultivar a postura arrojada diante de mudanças. Lembre-se de uma das principais características da sua função: gerenciar riscos e tomar decisões.

O Project Builder é o software de gerenciamento de projetos mais efetivo do mercado. Chegou o momento de você contar com essa expertise para planejar, executar, diagnosticar, medir e corrigir seus processos. Mude agora mesmo: entre em contato e teste gratuitamente!

Gerente gerenciando projetos na pandemia

Gestão de projetos na pandemia: como funciona e qual é o futuro?

A pandemia de COVID-19 impactou o ambiente empresarial e trouxe incertezas para empresários de todos os ramos do mercado. Aqueles que estão mais preparados para lidar com crises financeiras enfrentam diversos desafios, por exemplo, alteração nas demandas dos clientes, dificuldades com a cadeia de suprimentos, redução de custos etc. As exigências aumentaram inclusive para os gestores de projetos em andamento.

Neste post, vamos falar sobre como a gestão de projetos na pandemia se tornou ainda mais importante para as empresas. Além disso, vamos explicar como os projetos funcionam em épocas de crise como causada pelo novo Coronavírus com o gerenciamento remoto. Aqui, você vai descobrir como se adaptar e como será o futuro dessa área, já que a tecnologia está cada dia mais presente nas empresas.

Gostaria de saber mais sobre gestão de projetos na pandemia? Acompanhe a leitura!

Qual é a importância da gestão de projetos na pandemia?

As mudanças ocasionadas pela pandemia afetaram a atuação profissional em todos os segmentos. O novo modelo de atuação baseado em trabalho remoto e métodos inovadores de gerenciar equipes teve que ser implementado para garantir a sobrevivência das organizações. Porém, esse ainda não é o “novo normal”, já que toda a sociedade está em fase de aprendizado e de muitas dúvidas.

O “novo normal” está se formando há alguns meses e a tendência do mercado é promover o desenvolvimento e o aperfeiçoamento das ferramentas que estão sendo projetadas para atender as necessidades de uma nova realidade. Alguns recursos utilizados antes da crise estão sendo melhorados para que o nível de entrega se eleve ainda mais.

A gestão de projetos é muito importante porque os profissionais dessa área já estão habituados com situações incomuns e podem ajudar a lidar com a nova realidade e com os desafios. É preciso criar um senso de pertencimento para os profissionais que já não compartilham mais do mesmo espaço físico.

Como funcionam os projetos no período de pandemia de COVID-19?

Durante a pandemia de COVID-19 ocorreram alterações consideráveis nos projetos de negócios do mundo inteiro. Os profissionais que estavam habituados a trabalhar lado a lado em escritórios foram dispersos devido ao distanciamento e isolamento social. Os empresários tiveram que lidar rapidamente com questões operacionais para evitar o colapso de suas organizações.

Nesse contexto, os gerentes de projetos são os profissionais que estão bem posicionados para trabalhar com essas circunstâncias. Eles estão inseridos em um mundo virtual e desenvolveram habilidades de liderança para projetos, utilizam ferramentas e softwares colaborativos no gerenciamento de projetos. Observe abaixo detalhes sobre o funcionamento de projetos durante a pandemia!

Comunicação virtual

Esse é um elemento de extrema importância no gerenciamento dos projetos. Os planos de comunicação estão sendo colocados em ação por meio de ferramentas virtuais que facilitam a colaboração entre os interessados. Os gestores estão fazendo uso de programas de mensagens instantâneas, plataformas de videoconferência, softwares de gerenciamento de projetos, compartilhamento e armazenamento de arquivos em nuvem para a troca e o acesso de materiais e informações.

Gerenciamento remoto

As equipes trabalham remotamente, por isso o método de comunicação precisa funcionar para todos, inclusive em relação às preferências e necessidades individuais. Ferramentas são utilizadas em conjunto com um plano para rastrear o fluxo de trabalho, as expectativas e o progresso das tarefas, aumentando a eficiência dos colaboradores. É claro que existem outros aspetos importantes e que vão além da comunicação, mas eles dependem dela para que os projetos sejam executados.

Mudança cultural

O cuidado com a saúde e a proteção dos colaboradores é crucial para aumentar a resiliência e a confiança entre as equipes que estão cultivando a cultura digital. A disseminação do novo Coronavírus levou os gerentes de projetos a auxiliar as equipes para que se adaptem às atuais condições. Eles estão intensificando e capacitando os times para usar ferramentas e desenvolver habilidades para trabalhar de maneira digital.

Os líderes procuram tratar os funcionários com empatia e transparência por meio de grupos de mídia social e aplicativos. Na cultura digital, a colaboração, o compartilhamento de aprendizados e de insights entre os colaboradores é indispensável para que a produtividade seja mantida. Por isso os gestores incentivam a interação e essa troca de informações e de experiências.

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Gerenciamento de riscos

Os gerentes de projetos também fazem análises e gerenciamento de riscos em seus projetos. Os planos foram revisados para identificar os pontos negativos que surgiram com os novos métodos de trabalho durante a pandemia. Os projetos estão sendo preparados para imprevistos, com a revisão das finanças, tecnologia, comunicação, recursos e áreas-chave.

Inicialmente, o gestor precisa avaliar quais tarefas ou etapas do projeto serão atingidas e tentar antecipar as chances de interrupção. Em seguida, a mitigação dos efeitos da crise pode ser realizada com a implementação de ações, o uso de ferramentas e de habilidades básicas que fazem parte do seu perfil.

Como se adaptar para manter a gestão de projetos durante a crise?

Diante da crise nas relações político-sociais, economia e saúde, a gestão de projetos é fundamental para a busca de soluções equilibradas para as empresas. Não existe uma resposta pronta para as ações que devem ser tomadas, mas os gestores precisam definir as melhores estratégias para minimizar os prejuízos. Veja algumas para se adaptar durante a crise:

  • estabeleça equipes para a tomada de decisões urgentes;
  • avalie os riscos e esclareça mecanismos de respostas, planos e divisão de tarefas;
  • defina mecanismos de comunicação para fornecedores, clientes e funcionários;
  • mantenha o bem-estar físico e emocional dos colaboradores;
  • desenvolva soluções para riscos e para relacionamento com clientes.

Os gestores de projetos também são competentes para participar de processos de seleção e ajudar a escolher colaboradores conforme as suas habilidades, comportamento, flexibilidade e resiliência. A pandemia poderá atingir a comunicação de projetos que precisarão de planos mais assertivos e o gerenciamento dos riscos necessita de uma abordagem quantificada e formal.

Como é o futuro da gestão de projetos diante da tecnologia?

Os gerentes de projetos lidam com possibilidades, e são eles que farão o futuro acontecer por meio das decisões presentes. Hoje o mundo dos negócios está abalado e os próximos acontecimentos podem ser imprevisíveis. Contudo, a tecnologia trará ainda mais mudanças na gestão de projetos, que é a área mais indicada para lidar com as questões de sobrevivência das empresas em épocas de crise.

Enfim, agora você já sabe como utilizar a gestão de projetos na pandemia e qual é o futuro para os profissionais dessa área. Conte com uma parceria que ofereça soluções e que seja reconhecida dentro e fora do Brasil por fornecer os softwares de gerenciamento de projetos mais bem-sucedidos. As incertezas podem trazer oportunidades e possibilidade de reinventar rotinas!

Deseja obter mais informações sobre o assunto? Então, entre em contato conosco e apresente as suas dúvidas!

gestão de projetos em empresas de serviço

Conheça os benefícios da gestão de projetos em empresas de serviço

Os projetos são criados com o planejamento de ações e visam a sua execução e o acompanhamento, monitoramento e controle das atividades que são estabelecidas em um cronograma para beneficiar os empreendimentos. Quer saber como funciona a gestão de projetos em empresas de serviço? Você encontrará as respostas que está buscando no decorrer deste artigo!

A gestão de projetos tem sido essencial para o sucesso dos estabelecimentos de diversos ramos do mercado. Ela é considerada uma chave para o sucesso, pois garante a fluidez nos níveis organizacionais, conseguindo agilizar os mais variados processos. Neste post, vamos falar sobre os resultados e sobre os principais benefícios que podem ser obtidos com a gestão de projetos em empresas de serviços.

Descubra ainda informações importantes sobre cumprimento de prazos, controle sobre o ROI, aumento da produtividade, atendimento ao cliente e outras vantagens da gestão de projetos. Vamos falar também sobre os impactos da gestão de projetos em empresas de serviços. Ficou curioso para saber mais sobre o assunto? Acompanhe a leitura até o fim e fique por dentro!

Como funciona a gestão de projetos em empresas de serviço?

Os projetos seguem um roteiro que é elaborado pelo profissional especializado nesse segmento, sendo que cada projeto envolve o gerenciamento de dez áreas: integração, escopo, custos, qualidade, aquisições, recursos humanos, comunicação, risco, tempo e partes interessadas. O gerente responsável se comunica com os clientes e presta atendimento personalizado para criar um projeto adequado para cada caso.

O profissional que elabora o projeto precisa registrar todos os recursos envolvidos fazendo um planejamento completo. A seguir, o projeto criado para a empresa é executado por um grupo de colaboradores que realizam atividades temporárias com o objetivo de atingir um determinado objetivo. Sendo assim, deve haver um dia designado para o início e uma data estabelecida para o fim do projeto, com prazos fixados para o cumprimento de tarefas.

Mas, ainda que exista um prazo estabelecido para a sua concretização, não há uma garantia de que tudo acontecerá conforme o planejado. Durante a execução das atividades ocorrem mudanças e situações imprevistas que não podem ser controladas pelo gerente de projetos. Entretanto, ele consegue minimizar os atrasos usando ferramentas que antecipam ocorrências e permitem a readequação das datas.

As estruturas organizacionais das empresas de serviços que fazem a gestão de projetos são diferenciadas. Geralmente, elas têm ao seu dispor o gerente de projetos que cuida exclusivamente de projetos específicos, e o gestor de competências que gerencia as equipes que vão seguir o cronograma. Os colaboradores envolvidos na realização das tarefas vão inserindo informações no sistema para auxiliar na comunicação entre os dois profissionais e o grupo.

Quais são os principais benefícios da gestão de projetos em empresas de serviço?

A gestão de projetos é uma ferramenta indispensável para tirar os planos do papel, que exige habilidades técnicas dos colaboradores participantes. Porém, as empresas que investem nesse tipo de trabalho alcançam inúmeras vantagens. Veja a seguir os benefícios mais comuns da gestão de projetos!

Melhor cumprimento dos prazos

As informações relativas aos projetos são centralizadas para a entrega de resultados excelentes. A integração dos dados possibilita o gerenciamento de equipes múltiplas de modo que é possível saber o que cada colaborador está fazendo para atingir a suas metas. Ademais, permite a priorização de demandas e o controle total do fluxo de tarefas para que os prazos sejam cumpridos em dia.

Contudo, o cumprimento do cronograma depende do grupo de trabalho e de diversas circunstâncias. Se ocorrer um evento inesperado, o gerente de projetos analisa as informações e tenta renegociar os prazos com antecedência para evitar conflitos. As datas podem ser alteradas se isso não causar impactos com efeitos negativos irreversíveis aos negócios. Vale destacar que a gestão de projetos utiliza metodologias de controle para que essas mudanças sejam seguras.

Controle sobre o ROI

O retorno sobre os investimentos é uma consequência da execução das atividades registradas no cronograma. O projeto tem custos, mas permite o controle da sua lucratividade e possibilita a eliminação de despesas desnecessárias, a antecipação de receitas e a negociação de preços mais vantajosos com os fornecedores.

Aumento da produtividade

O gestor de projetos normalmente elabora um cronograma em conjunto com a equipe de colaboradores. Nesse cronograma, fica registrado o tempo necessário para a efetivação de cada atividade agendada. Com isso, a gestão do tempo é aprimorada e não existem lapsos para a ociosidade, aumentando significativamente a produtividade do grupo.

Outro fator relevante é que a gestão de projetos facilita o levantamento de inúmeras informações para a antecipação de erros. Isso dá aos líderes a chance de agilizar a tomada de decisões que são definidas com base nos dados mapeados, para resolver os problemas aumentando a eficiência da empresa.

Melhoria do atendimento ao cliente

Por meio da gestão de projetos os clientes recebem informações atualizadas sobre a realização dos trabalhos, têm suas necessidades atendidas e suas ideias analisadas. Portanto, eles ficam satisfeitos ainda que aconteçam eventos inesperados até a finalização do projeto, tendo em vista que vão receber exatamente o que desejam. Com as suas expectativas atendidas, os clientes vão indicar a empresa de serviços para outros parceiros, oportunizando o acesso a novos negócios.

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Quais são os resultados da gestão de projetos em empresas de serviço?

A gestão de projetos contribui para o crescimento das empresas levando-as a atingir o nível de excelência desejado e aplicando técnicas diferenciadas para melhorar a estrutura física, os equipamentos, as tecnologias e colaboradores. Os principais impactos da gestão de projetos em empresa de serviço são os seguintes:

  • integração de todos os departamentos;
  • comunicação assertiva;
  • atendimento eficiente ao cliente;
  • modernização dos sistemas;
  • visão amplificada dos processos;
  • automatização dos processos financeiros e gerenciais.

Além disso, as empresas que aderem à gestão de projetos recebem certificações que são fundamentais para a sua evolução, por se tratarem de diferenciais competitivos. A certificação atesta que a organização atende aos padrões normativos, estando de acordo com as boas práticas de mercado e oferecendo os serviços de profissionais qualificados para as suas funções.

Enfim, a gestão de projetos em empresas de serviços agrega valor aos trabalhos diferenciados oferecidos aos clientes. Com isso, os preços podem ser aumentados elevando os lucros em conformidade com a ampliação da capacidade produtiva. Todas as informações dos projetos são documentadas e podem ser utilizadas para avaliações sobre os trabalhos prestados.

A Project Builder oferece solução completa para a gestão de projetos em empresas de serviço, propiciando a obtenção dos melhores resultados. Com uma equipe de profissionais altamente capacitados, ela atende pequenas, médias e grandes empresas, organizando informações, integrando os parceiros envolvidos nos projetos, revelando as necessidades das organizações e realizando uma série de planejamentos para a alavancagem dos negócios!

Gostaria de saber mais sobre essa ferramenta incrível que é a gestão de projetos em empresas de serviço? Assine a newsletter e receba novidades em seu e-mail!

consultoria em gestão de projetos

Qual a importância da consultoria em gestão de projetos?

A consultoria em gestão de projetos é essencial para o negócio que deseja ter uma atuação melhor nesse sentido. Com o apoio de uma equipe de consultores, é possível reconhecer os principais problemas e onde estão as oportunidades de mudança e otimização. A partir disso, a consultoria orienta a equipe sobre como agir para conquistar resultados diferenciados.

A escolha de um plano de consultoria de qualidade faz a diferença para ampliar a qualidade da performance consolidada. Também é ideal para obter mais competitividade e driblar os principais desafios.

A seguir, veja qual é a importância de uma consultoria em gestão de projetos e saiba o que ela tem a oferecer.

Como a consultoria pode ajudar?

Como dissemos, a contratação de um time especializado traz uma visão completa (e externa) sobre a gestão de projetos. Graças a esses conhecimentos, é possível estabelecer as medidas essenciais para alcançar novos patamares de desempenho.

Também serve para resolver as principais dificuldades do time e até para melhorar a qualidade das entregas para os clientes. A seguir, veja em quais pontos a consultoria em gestão de projeto pode ser útil.

Avaliação de maturidade da gestão de projetos

Dependendo da maneira de trabalho e até dos conhecimentos do time, cada gerenciamento tem um nível de maturidade. Isso faz com que cada equipe se dê bem com uma metodologia, dependendo do grau de autonomia e de outras características.

Um time de alta maturidade, normalmente, consegue se adaptar melhor à metodologia ágil, que envolve maior nível de liberdade em troca de comunicação reforçada. Por meio dessa avaliação, é possível determinar como cada projeto deve ser conduzido e quais são as qualidades interessantes.

Gestão de mudanças em projetos complexos

Os projetos complexos são, conforme o esperado, desafiadores. Por si só, já é um bom motivo para ter o apoio de uma consultoria em gestão de projetos. No entanto, isso se torna ainda mais urgente quando falamos na gestão de mudanças.

Adaptar o escopo ou mesmo fazer alterações para atender aos pedidos dos clientes já é naturalmente complicado. Em um projeto complexo, isso demanda atenção, estrutura e estratégia. Com o aproveitamento de um bom nível de conhecimento, é possível garantir que toda a etapa aconteça da melhor maneira.

Visão analítica dos projetos

Compreender cada projeto de forma ampla é fundamental, por exemplo, para identificar quais são os recursos necessários. Também é um modo de entender como montar as equipes certas e mesmo como avaliar os resultados. Inclusive, isso tem a ver com a definição de métricas e indicadores, o que exige a escolha correta para obter as informações desejadas.

Uma consultoria em gestão de projetos se torna essencial por oferecer uma visão analítica do gerenciamento e de cada realização. Dessa maneira, é possível entender completamente quais são os pontos fortes e os pontos fracos e o que deve ser considerado prioridade.

Implementação e parametrização de ferramentas

O gerenciamento de projetos também inclui uma atuação voltada para “equipar” o time com os recursos certos. Especialmente ao falar em tecnologia, é normal que a empresa tenha dúvidas sobre como implantar uma ferramenta de sucesso.

A consultoria pode ajudar por oferecer um suporte completo nesse processo. O time contratado vai parametrizar a adoção da ferramenta e auxiliar etapas como as configurações iniciais e os treinamentos. Mais que garantir o funcionamento do software, essa é uma maneira de ter a certeza de que o recurso está totalmente adaptado à realidade do seu negócio.

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Como escolher uma consultoria em gestão de projetos?

Já que a contratação desse time tem tantos aspectos positivos, é preciso entender como selecionar corretamente os consultores. Escolher a consultoria ideal é parte essencial da obtenção de resultados e, inclusive, do retorno sobre o investimento.

Pensando nisso, alguns fatores devem ter um peso maior em sua decisão. A seguir, confira quais são!

Verifique o nível de capacitação

É indispensável que a consultoria em gestão de projetos tenha amplos conhecimentos sobre o assunto. Na hora de contratar, a avaliação desse aspecto inclui explorar quais são as certificações que os consultores apresentam.

Ainda é importante entender se as práticas apresentadas estão relacionadas às novidades e tendências atuais. Afinal, o conhecimento atualizado também é essencial para o sucesso de atuação.

Não menos importante, o time de consultoria deve ser capaz de “repassar” esses conhecimentos de maneira precisa. A intenção é que a sua empresa possa “caminhar com as próprias pernas”, tornando-se responsável pela própria evolução.

Confira se a metodologia é validada

Na hora de contratar uma consultoria em gestão de projetos, não há como abrir mão da experiência. É necessário que o time já tenha cuidado de outros gerenciamentos para que haja mais segurança da sua parte, no momento da escolha.

Ao mesmo tempo, é preciso ir além. Mais que ter experiência, a metodologia de consultoria já deve estar validada por outros clientes. Portanto, conheça o portfólio da equipe, peça cases de sucesso e analise o atendimento desde o começo. Assim, é possível ter certeza quanto à decisão.

Peça opiniões para outros clientes

Por falar em outras empresas que contrataram o serviço, é interessante buscar a opinião de quem já utilizou o serviço de consultoria. Essa é a melhor forma de ter uma “visão interna” do procedimento e, assim, de conseguir um nível maior de segurança.

Peça referências para o time a ser contratado e busque, também, opiniões nas redes sociais e entre os seus contatos. Com isso, é possível realizar uma escolha realmente eficiente.

Por que escolher a Project Builder?

A adoção de tecnologia facilita o gerenciamento de projetos, diminui os riscos de erros e melhora a capacidade de entrega. Pensando nisso, vale a pena contratar a solução oferecida pela Project Builder. Com a ajuda desse software de gestão de projetos, é possível centralizar informações, organizar os fluxos e ampliar os resultados.

Além de tudo, há a chance de contratar a consultoria em gestão de projetos da empresa. Você terá o apoio de um time altamente preparado e cuja metodologia já foi validada por mais de 600 clientes. Também contará com planos que atendem a necessidades diferentes.

O melhor de tudo é que se trata do time mais qualificado para implementar o software da empresa, já que os consultores têm pleno conhecimento sobre a ferramenta. Assim, é fácil alcançar bons resultados.

A consultoria em gestão de projetos é essencial para elevar o aproveitamento de recursos e para atingir objetivos estratégicos. Com o apoio certo, seu negócio terá o suporte necessário para chegar mais longe.

Quer entender o que a Project Builder tem a oferecer? Fale com um consultor e explore a nossa solução!