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Categoria: Projetos

forecast de projetos

Forecast de projetos: como isso ajuda na gestão?

Uma das formas mais eficientes e populares de controlar e visualizar o orçamento de uma empresa é o budget e o forecast de projetos. A ideia é baseada em um orçamento estático, que traça os objetivos de uma companhia dentro de um período de tempo. Esse orçamento é ajustado por meio de forecasts, uma planilha elaborada pela gestão e que compara os valores do budget ao que foi, de fato, gasto no mês.

Essa é uma forma bastante utilizada para que as previsões de gastos e receitas sejam condizentes com a realidade da empresa. Isso proporciona mais segurança no dia a dia empresarial e facilita a visualização de novas metas. Quer saber como seus projetos podem se beneficiar do forecast? Confira o post e turbine sua gestão!

O que é forecast de projetos?

O forecast de um projeto é o orçamento de uma empresa já ajustado. A finalidade é se certificar de que as metas do orçamento inicial serão cumpridas conforme planejado. A esse orçamento, dá-se o nome de budget, que faz uma análise das vendas, custos e despesas que uma organização terá por certo tempo.

As empresas, em geral, elaboram o budget de um ano, mas você pode adequar de uma forma que seja mais benéfica para a sua realidade. Feito isso, os gestores realizam mensalmente a análise de sua realidade contábil, de forma a ver a relação entre o que foi previsto e o que aconteceu na prática.

Depois da análise mensal, é feito um ajuste de orçamento, chamado de forecast. Nesse ajuste, as metas finais são comparadas ao que foi previsto. Isso é necessário para que todos os valores mensais sejam adequados ao que foi feito até o momento para que os objetivos sejam alcançados. É traçada, então, nova meta para os meses que ainda restam do ano.

Como posso utilizar o budget e o forecast em minha empresa?

Vamos imaginar que uma organização planeje gastos de R$ 3 mil ao mês com alguma despesa específica, totalizando R$ 36 mil ao ano. Passados quatro meses, o gestor diagnostica que, em vez dos R$ 12 mil previstos, a empresa desembolsou R$ 24 mil. Será necessário, portanto, tomar alguma atitude para manter o controle das finanças e, ainda assim, cumprir a meta estabelecida inicialmente.

Para isso, é necessário elaborar a planilha de forecast, que vai calcular quanto a organização poderá gastar ao mês até o fim do ano para atingir seus objetivos. No exemplo citado, podemos ver que sobram somente R$ 12 mil para os oito meses restantes, fazendo com que a previsão de despesa, no mesmo item analisado, seja de R$ 1500 ao mês. Caso isso não aconteça, o orçamento ou budget será estourado e causará muitos incômodos à gestão.

Para aplicar o budget e o forecast na sua empresa, portanto, é preciso traçar uma meta anual e analisar mês a mês se os gastos condizem com o que foi previsto. Caso tudo esteja dentro do orçamento, mantenha o ritmo. Se as despesas forem maiores, será necessário elaborar o forecast de acordo com o que foi analisado no início do período.

O que são o rolling budget e o rolling forecast?

Alguns setores precisam de mais rapidez nas mudanças dos processos, como as empresas que entregam produtos com ciclo de vida pequeno. Nesses casos, o budget tradicional pode não ser muito indicado, sendo necessária a elaboração de rolling budget e rolling forecast. Esses são tipos de orçamento mais flexíveis e contínuos, que permitem que as despesas e recebimentos sejam previstos em intervalos predeterminados ao longo do processo.

Essa prática não é a mesma que o ajuste do budget por meio do forecast. A diferença entre elas é que o orçamento estático analisa um prazo fixo e sua prática trata dos meses restantes como uma contagem regressiva. No caso do rolling budget, a cada análise de orçamento, o prazo é renovado, fazendo com que todos sempre durem conforme a previsão inicial que, como dissemos, é, em geral, de 12 meses.

Como fazer a gestão de custos?

Faça uma estimativa dos gastos

Nessa primeira etapa, é necessário que o gestor consulte o plano primário do projeto, em que vão constar os materiais necessários, os gastos com consultoria e contratações e qualquer outra despesa para sua execução. Feito isso, o gestor do projeto entra em contato com fornecedores a fim de levantar os preços.

Outra análise recomendada é consultar o histórico de projetos semelhantes. Embora os preços se alterem com a inflação ou com a incidência de outros índices, é possível adaptar os valores para o momento atual.

Estipule o orçamento

Agora é a hora de fazer o planejamento financeiro. Preveja quais os gastos, os ganhos e os investimentos que deverão ser feitos. Essa análise é extremamente necessária para que os custos não saiam do controle e para que o orçamento não estoure.

Essa etapa é especialmente importante para que a organização tenha uma base de comparação, fazendo com que esses valores sirvam de referência para o futuro e para verificar se as atividades estão custando o que foi planejado.

Controle os gastos

Nesse passo, o gestor precisará acompanhar continuamente se o orçamento previsto está em congruência com o que acontece na prática. É fundamental que o forecast de projetos seja elaborado no andamento dessa análise do orçamento, a fim de que as despesas não fujam do que foi estipulado pelo gestor no início do projeto.

Ter controle sobre o que acontece nas finanças de uma organização durante o andamento de um projeto é essencial para a saúde de uma empresa. É a única forma de assegurar que os produtos ou serviços estão sendo lucrativos e que a empresa caminha conforme foi traçado.

Entendeu a importância do forecast de projetos para sua gestão? Como vimos até aqui, o conhecimento dos números e das etapas que fazem parte de um trabalho são muito importantes para um trabalho de qualidade. Para facilitar a tarefa, conte com um software de gestão de projetos que ofereça todas as ferramentas necessárias para garantir os melhores resultados.

Gostou deste post? Pretende implementar soluções que otimizem sua produtividade e organizem o seu dia a dia? Veja como a Project Builder pode ajudar você e peça agora o vídeo de demonstração das nossas soluções!

orçamento planejado

Orçamento planejado: como definir e alterar um projeto?

Sabemos que ter um orçamento ilimitado para projetos é uma raridade, vantagem de pouquíssimas empresas. Por isso, planejar e ajustar os custos é uma tarefa prioritária para qualquer gestor, exigindo um orçamento planejado para que o projeto seja bem-sucedido.

Um bom gerente de projetos também é conhecido como aquele que consegue desempenhar uma gestão eficiente dos recursos financeiros. Nesse pacote, está incluso o controle e o acompanhamento do dinheiro investido, garantindo a execução das atividades em prol das metas visadas.

Afinal, será que você sabe como definir um orçamento alinhado às expectativas do mercado? E se o cliente pedir uma alteração no projeto que tenha impacto no orçamento — como lidar com esse tipo de caso? É o que veremos neste artigo!

Como criar um orçamento planejado para projetos

Segundo a definição do PMBOK, estabelecer um orçamento é agregar custos estimados para determinar uma linha de base dos custos autorizada, seja com atividades individuais, seja com pacotes de trabalho.

Saber com clareza qual é essa linha de base dos custos é fundamental para quem deseja monitorar e controlar a performance do projeto. É por esse motivo, aliás, que o mercado de softwares para projetos tem crescido tanto, já que eles são capazes de atuar com relevância e exatidão superiores ao trabalho manual.

Nesse contexto, um orçamento planejado possibilita a previsão eficiente do custo total do projeto, abrindo portas para a programação do fluxo de caixa e até fortalecendo as bases para quaisquer negociações necessárias.

A análise da demanda

É preciso saber, antes de tudo, do que o cliente precisa. Partindo disso, uma boa análise do projeto consiste na divisão de etapas e na dedução dos esforços que serão empregados nelas.

Em grande parte dos casos, os orçamentos de prestação de serviço são calculados de acordo com as horas gastas na execução do serviço. Assim, o valor da hora é aplicado em cima do total de horas levantadas.

Apesar disso, a lei da oferta e da procura não pode ser negligenciada.

Como diz essa regra de ouro da economia, serviços específicos com pouca concorrência e alta demanda podem ter um preço maximizado. Por outro lado, se a concorrência for muito forte, talvez seja preciso forçar o valor dos serviços para baixo.

Respeitar o custo de desenvolvimento do projeto é essencial nessa tarefa. Afinal, uma redução de custos mal planejada pode interferir diretamente na lucratividade desejada, causando prejuízos.

A prática do orçamento

Ao planejar os custos de um projeto, é preciso descrever como o investimento será gerenciado e controlado.

O primeiro passo para isso é a estimação desses custos. Ela se dá por meio de um levantamento quantitativo individual de todos os serviços que serão feitos, seguida pela sua precificação exata. Os preços, por sua vez, se baseiam em conhecimento de mercado, cotações e orçamentos anteriores.

Depois disso, é preciso criar a Estrutura Analítica do Projeto (EAP). Nela fica o escopo do projeto, dividido em pacotes de serviço. Junto a isso, é preciso identificar e especificar o trabalho necessário em cada etapa.

O desenvolvimento do cronograma do projeto vem logo a seguir. Nele, você deverá incluir os prazos para as tarefas de cada pacotes de trabalho — afinal de contas, as datas de início e término são essenciais para o planejamento de desembolso financeiro.

Outro ponto importante na sequência é a mobilização e alocação da equipe e a identificação dos riscos gerais. Um bom orçamento é aquele que consegue levantar as ameaças de forma que, caso ataquem o desenvolvimento do projeto, elas não onerem os custos, inviabilizando o planejamento.

Assim, você pode escolher um dos tipos de reserva orçamentária (ou mesmo combinar ambos):

  • reserva de contingência: utilizada para os riscos identificados durante o levantamento;
  • reserva gerencial: utilizada para cobrir os riscos desconhecidos, protegendo o orçamento.

Ainda dentro do plano de custos, não se esqueça de que as aquisições de material, equipamentos e mão de obra merecem uma seleção delicada e estratégica. Você terá, portanto, que escolher os melhores fornecedores de acordo com a realidade disponível.

Nesse processo, o bom profissional que projeta acaba se revelando. É ele que consegue contratar de acordo com a estrutura certa, planejando o uso dos valores mais interessantes e capazes de atender todas as demandas que surgirem durante a realização do projeto.

Como utilizar KPIs durante o orçamento planejado

O uso de Indicadores de Desempenho (traduzido de Key Performance Indicator, ou KPI) em projetos é uma grande oportunidade para gestores que precisam mensurar os resultados de um negócio. Basicamente, eles oferecem uma maneira de comparar o orçamento com o que foi e é realizado, possibilitando análises baseadas em dados concretos.

Você pode fazer uso dessa estratégia sempre que sentir a necessidade de trabalhar com informações exatas, para tomar decisões mais eficientes. Entre os KPIs mais conhecidos hoje no universo de projetos estão:

  • custo real (conhecido pela sigla AC);
  • valor planejado (PV) ou custo do trabalho agendado (BCWS);
  • variância de custo (sigla CV) — que mostra se o custo estimado está dentro ou fora da linha de base;
  • valor obtido (EV) ou custo do trabalho realizado (BCWP);
  • trabalho realizado (conhecido pela sigla ACWP);
  • Retorno Sobre Investimento (ROI).

Como lidar com alterações que impactam o orçamento

De fato, é comum que um projeto em desenvolvimento careça de mudanças. Estas podem estar diretamente ligadas ao orçamento, mas também a outros aspectos, como o cronograma de entrega ou mesmo o escopo de trabalho.

Contudo, depois que o orçamento é concluído e aprovado, ele se torna a linha de base dos custos para o projeto. E essa linha só poderá ser alterada mediante procedimentos formais de controle de mudanças.

Nesse caso, então, o gestor tem o desafio de superar as dificuldades e manter a equipe e a expectativa do cliente sob controle. Novamente segundo o PMBOK, o ideal é que o pedido seja acatado de imediato, sob a premissa de uma análise breve a ser comunicada o quanto antes.

A partir disso, a solicitação deverá ser descrita e documentada em um Pedido de Mudanças (Change Request). Isso significa que o processo não pode ser feito verbalmente, mas de modo de processual.

Junto à sua equipe, você deverá analisar os impactos da mudança no projeto — o que pode se beneficiar muito do uso de KPIs, como vimos —, verificando o quanto de impacto que o orçamento poderá sofrer. Tente refletir se há alguma alternativa capaz de substituir a mudança solicitada.

Haja aprovação, ou não, todos os envolvidos precisarão ser devidamente comunicados. Se a resposta for positiva, então, não se esqueça de atualizar o plano de projeto antes de implementar a mudança.

Enfim, esperamos que este artigo tenha ajudado você a entender melhor os parâmetros que determinam um bom plano orçamentário, de acordo com diretrizes profissionais e padronizadas. Já se sente mais preparado para fazer um orçamento planejado?

Agora, se gostou da leitura, aproveite para compartilhar este texto nas redes sociais e ajude a disseminar informações de relevância para o seu mercado de atuação!

o que faz um gerente de projetos

O que de fato faz um gerente de projetos?

Você sabe o que faz um gerente de projetos? Essa é uma carreira que ganhou força nos últimos anos e que atualmente atrai muitas pessoas. Os projetos corporativos passaram a ocupar um papel de destaque no ambiente de trabalho, consequentemente, os profissionais dessa área começaram a ter um papel-chave para o sucesso das corporações.

Mas para se tornar um bom gestor, é crucial compreender o que faz um gerente de projetos e quais as habilidades necessárias para ter sucesso nessa carreira. Confira quais são abaixo!

O que faz um gerente de projetos?

Esse profissional é responsável por todas as rotinas de um projeto. Ele executa o planejamento de cada etapa e define as metas e os objetivos a serem alcançados. Também cabe a esse profissional avaliar qual a melhor metodologia para o perfil do projeto, melhorando as rotinas da companhia.

A gerência de um projeto também passa pela gestão de prazos e pela análise contínua da performance dos times. O gerente de projetos deve regularmente avaliar quais são as métricas que não são atingidas, os gargalos operacionais existentes e os demais fatores que influenciam na performance da equipe. Assim, eles serão corrigidos da melhor forma possível.

Para resumir, as atividades de um gerente de projetos podem ser exemplificadas em quatro tópicos.

  1. Planejamento de cada etapa com todos os envolvidos.
  2. Gerenciamento das atividades de todos os times.
  3. Verificação dos resultados de cada etapa.
  4. Execução de mudanças quando erros são encontrados.

Qual a formação esperada de um gerente de projetos?

A formação de um gerente de projetos é conhecida pelo seu caráter multidisciplinar. Quem atua nessa área tem conhecimentos em múltiplos setores, como em gestão de pessoas e em metodologias de trabalho.

Esse é um cargo que muitas vezes é assumido por profissionais de várias áreas. Mas em alguns casos, o gerente pode adotar uma formação acadêmica específica, atingindo assim cargos como o de gerente de portfólio e o de gerente de escritório de projetos (também conhecido como PMO).

A importância das certificações para o gerente de projetos

Uma das formas de saber o que faz um gerente de projetos a fundo é conhecer as diferentes estratégias de atuação desse profissional. E parte dessa tarefa pode ser executada com o apoio de cursos, ainda que online, ou com a leitura de documentações sobre a área que são divulgadas por órgãos do mercado.

Mas para transformar esse conhecimento em um fator realmente capaz de atrair novas vagas, o gerente de projetos deve investir nas certificações. Emitidas por órgãos reguladores, elas atestam a capacidade que uma pessoa tem de atuar conforme as regras de uma determinada metodologia ou de um padrão de gestão.

Em outras palavras, a certificação serve de instrumento de validação para as habilidades de um profissional. Elas devem ser obtidas mesmo nos casos de profissionais com graduação ou pós-graduação na área, uma vez que reforçam os conhecimentos de um profissional de gestão durante as contratações.

Quais as habilidades de um gerente de projetos?

Agora que você sabe o que faz um gerente de projetos, vamos focar nas habilidades de um bom profissional da área. Elas são cruciais para que as pessoas que atuam no meio tenham uma carreira de sucesso e possam enfrentar menos problemas no seu dia a dia. Veja as principais abaixo!

Soft skills

As soft skills são fundamentais para o gerente. Elas envolvem um conjunto de habilidades de comunicação que auxiliam o profissional a manter um bom diálogo com todos aqueles que estão diretamente ou indiretamente envolvidos com o seu trabalho. Dessa forma, negociações se tornam mais simples e passam a ter sempre o objetivo esperado por todos.

É importante, portanto, que o gerente trabalhe sempre as suas soft skills.
Sendo um profissional que atua ao lado de pessoas de várias áreas diretamente, ele deve estar preparado para lidar com os desafios diários de um grande projeto corporativo. Assim, do planejamento ao alinhamento de metas, todas as etapas trarão melhores resultados.

Liderança

Poucos profissionais de gestão são realmente líderes. E trabalhar esse aspecto da formação de uma pessoa é um ponto-chave, pois a liderança é fundamental para que os times fiquem motivados e consigam atingir os seus objetivos.

O líder é aquele profissional que consegue motivar, de maneira natural, a sua equipe a atingir os resultados esperados. Ele conhece as pessoas que trabalham ao seu lado, sabe como organizá-las no ambiente corporativo e distribui as rotinas da melhor forma possível.

Também é um ótimo líder o gerente que sabe aplicar bons feedbacks e manter o time em alta. Assim, o ambiente de trabalho sempre terá o clima necessário para que todos possam atingir as suas metas.

Organização

O sucesso de muitos projetos depende da sua organização. Quando os profissionais responsáveis pela gestão cometem erros nessa área, atrasos e quedas de performance podem ser frequentes. E em alguns casos, eles podem prejudicar o projeto por completo.

Portanto, sempre tenha uma boa organização. Mantenha um controle rígido sobre os principais fatores que afetam o sucesso do projeto, como:

  • a evolução do escopo;
  • os custos;
  • os prazos;
  • os níveis de produtividade;
  • as datas de reuniões;
  • as metas e objetivos de cada etapa.

Com atenção a tais fatores, a empresa pode evitar problemas e garantir um maior desempenho no dia a dia. Além disso, o trabalho do gerente de projetos terá um nível de qualidade muito maior.

Em muitos casos, o gestor utiliza um software de gestão de projetos para executar um trabalho de forma ágil e segura. Com ele, o time terá um ambiente centralizado para monitorar as suas atividades e, com isso, vai reduzir erros ou as chances de algo não sair como o esperado. Dessa forma, os resultados atingidos pela equipe ao término de cada etapa sempre serão os melhores possíveis.

Sabendo o que faz um gerente de projetos e as suas habilidades, é mais fácil moldar as suas aptidões conforme aquilo que é exigido pelo mercado. Dessa forma, o profissional sempre terá acesso às melhores oportunidades da sua área.

Gostou do nosso artigo? Agora que você já sabe o que faz um gerente de projetos e as suas habilidades básicas, que tal compartilhar este post com os seus contatos nas redes sociais?

análise de valor agregado

O que é e como fazer a análise de valor agregado de um projeto?

Quer saber como controlar todos os custos de um projeto de maneira eficiente? A análise de valor agregado pode ajudar. Independentemente do projeto que sua empresa precise realizar, essa análise representa uma junção de esforços e técnicas para diminuir gastos e custeamento de produtos, garantindo os níveis de qualidade.

Como gestor da área, é claro que conseguir resolver problemas e baratear produtos sem comprometer a excelência natural é uma proposta tentadora. Por isso, vamos mostrar como a análise de valor agregado pode ajudar você a chegar nesse objetivo sem muita dificuldade. Vamos lá?

O que é valor agregado?

Segundo o Project Management Body of Knowledge (PMBOK), elaborado pelo Project Management Institute (PMI), valor agregado é a quantidade de trabalho desempenhado expressa em termos do orçamento definido para tal.

Valor agregado é o valor orçado do trabalho realizado, conduzido até a data de status. Assim, vale ressaltar que o método de gerenciamento desse valor abre caminho para que as seguintes perguntas sejam respondidas:

  • quanto foi gasto até o momento?
  • Quanto de trabalho já foi concluído?
  • O trabalho será finalizado dentro do orçamento aprovado?
  • O trabalho terminará dentro do prazo estimado?

De forma mais clara, podemos dizer que ele representa a medida financeira de quanto foi agregado ao projeto até o momento, com relação ao que havia sido planejado, medido em valor financeiro.

O que é a GVA (gestão de valor agregado)?

A gestão de valor agregado (GVA) é considerada como uma das mais eficientes metodologias para analisar a evolução dos custos e prazos de um projeto. Foi elaborada pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos em 1960, a partir do Cost/Schedule Control System Criteria — C/SCSC.

Esse é um modelo de controle de projetos criado pelo consultor de gestão Quentin W. Fleming e pelo desenvolvedor de software Joel M. Koppelman. A ideia, naquela ocasião, era criar um padrão para medir o desempenho de um projeto, o que acabou evoluindo e se estendendo para o mercado em geral.

Sendo assim, a gestão de valor agregado (GVA) é uma ferramenta para avaliação dos custos e prazos de um projeto. Nela, o gestor deve comparar o valor agregado (o quanto foi feito) com o quanto foi gasto. Assim, ele saberá qual o status do projeto em termos de orçamento.

Além disso, para obter respostas em termos de conclusão do projeto, ele poderá estender a comparação, analisando o valor agregado com o valor que foi planejado.

Como fazer o cálculo?

Percebe como esse método possibilita uma análise rápida e eficaz integrada do que foi concluído com relação ao cronograma e orçamento? Para isso, basta que você interprete três dados:

  • valor planejado (VP): custo estimado para conclusão dentro da data de status;
  • custo real (CR): quanto foi gasto até o momento;
  • valor agregado (VA): quanto vale o trabalho concluído até o momento.

A partir de então, sua análise poderá ser feita em diferentes fases.

  1. Detalhamento daquilo que o projeto precisa conter.
  2. Estabelecimento dos prazos para a conclusão do projeto.
  3. Previsão concreta dos orçamentos que serão gastos na operação.
  4. Relação dos custos de cada etapa do projeto.
  5. Monitoramento e conclusão do projeto com uso de indicadores.

Segundo o PMBOK, a performance na construção do projeto é contabilizada pela comparação entre o valor agregado e o custo real. Por sua vez, o progresso compara o valor agregado com o valor planejado.

Qual é a diferença entre valor planejado e valor agregado?

É preciso ressaltar, no entanto, que há uma grande diferença entre o valor de planejamento e o valor agregado. Enquanto o valor planejado mostra o valor que foi determinado previamente para um projeto, o valor agregado revela o quanto de valor o projeto realmente ganhou ao longo de sua execução e também ao final.

Por sua vez, o valor planejado é apenas uma parte do cálculo do valor agregado, que contempla também o custo real.

Como esse conceito pode ser incorporado na gestão de projetos?

Que gestor não quer saber se conseguirá terminar um projeto a tempo com base na quantidade de trabalho empregada até o momento? Como vimos, a análise de valor agregado é uma poderosa forma para se exercer controle do orçamento.

A análise do VA não é complicada. Porém, se você ainda tem dúvidas sobre como esse conceito pode ser implementado de forma prática, vamos exemplificar melhor: imagine que você está trabalhando em um projeto de revitalização de prédios em uma rua sem saída, sendo que, a cada mês, um prédio deverá ser revitalizado. Seu prazo para conclusão das etapas é de 10 meses.

Imagine que você tem R$ 100 mil para revitalizar 10 construções. Cada uma tem um orçamento de R$ 10 mil, incluindo tudo o que será gasto. Após dois meses de trabalho, você pede um relatório ao contador e descobre que foram gastos R$ 30 mil no projeto até agora. Só que, nesse período, segundo o cálculo, 20% do projeto já deveriam ter sido concluídos, com um gasto de R$ 20 mil, e não mais 10% do valor.

Por mais que o truque da análise de valor agregado seja simples, veja o quão efetiva ela pode ser! A grande vantagem de poder contar com esse tipo de cálculo é a combinação do tempo com dinheiro. O GVA multiplica a moeda pela porcentagem concluída (ou tempo planejado), revelando se você está atrasado, com problemas no orçamento ou não.

Software de gestão

O exemplo que demos acima é bem simples e conta com números redondos. Entretanto, na realidade prática, as porcentagens e orçamentos podem apresentar certo grau de complicação, exigindo um tempo que poderia ser aplicado em outro momento. Por isso, quem puder contar com um software de gestão de projetos, otimizará esse cálculo e ganhará produtividade.

Com uma boa análise de valor agregado, o gestor passa a tomar decisões mais eficientes, observando o status do projeto de maneira mais ampla e favorável para a sua própria gestão. Além disso, tem altas chances de reduzir potenciais perdas!

E aí? Está pronto para colocar a análise de valor agregado em prática? Então, aproveite para compartilhar este artigo em suas redes sociais, disseminando conteúdos relevantes para quem acompanha você!

project builder

Case de sucesso: a Klabin provou que a Project Builder otimiza os resultados

Uma grande empresa costuma ter processos complexos e que exigem maior fluidez. Essa era uma das demandas da Klabin, a maior produtora e exportadora de papéis do Brasil. Porém, essa questão pôde ser solucionada com a padronização proporcionada pelo software de gestão da Project Builder (PB).

Com uma parceria que dura desde 2015, a ideia foi simplificar as atividades e fornecer uma visão ampla para todos os colaboradores. Até então, cada profissional trabalhava em um portfólio de projetos, o que deixava a área de pesquisa e desenvolvimento com pouca sinergia no trabalho realizado.

A partir da instituição de um único gerente corporativo para as duas frentes de pesquisa, foi necessário encontrar uma solução que se ajustasse às necessidades. Foi aí que apareceu o PB, que se mostrou um software de fácil utilização, bom custo-benefício e uma equipe técnica no Brasil para atender a qualquer ocorrência.

Neste post, vamos entender melhor como essa parceria funciona, por que é um case de sucesso e quais são os resultados obtidos. Então, vamos lá?

Como a Klabin encontrou a Project Builder?

A Klabin é uma empresa que produz embalagens e caixas de papelão e trabalha com diferentes produtos cuja origem é a celulose. Nesse caso, a matéria-prima é vendida para outras empresas, que produzirão papel e outros materiais. Na prática, a cadeia produtiva é bastante grande e variada.

Por isso, há uma unidade de negócios de celulose. Dentro dela, existe a área de pesquisa e desenvolvimento, que engloba os ramos florestal e industrial. O primeira foca a elaboração de materiais genéticos, principalmente de eucaliptos e pinus, e o segundo é voltado para o recebimento da madeira e transformação em celulose. O objetivo é aprimorar as características de ambos os produtos para obter mais qualidade.

Apesar de os dois setores atuarem com projetos, a padronização era inexistente. Cada pesquisador gerenciava seus projetos conforme achava melhor. Em 2013, a instituição de um único gerente corporativo exigiu a padronização dos trabalhos. Mas como alcançar esse equilíbrio se os projetos da área florestal podem durar 30 anos, enquanto os da industrial são de, no máximo, cinco anos?

Foi nesse contexto que a Klabin encontrou a PB. Segundo a especialista em Gestão da Inovação, Arlete Tavares Almeida, “o que chamou a atenção do PB é que, à primeira vista, era um software amigável, de fácil utilização e também tinha a questão do custo. Acho que o fator determinante para escolhermos o PB foi o custo, e também por eles terem uma equipe técnica no Brasil para nos atender no caso de qualquer dúvida ou problema”.

Na prática, a consultoria fornecida pela Project Builder era fundamental para implementar a cultura de gestão de projetos na Klabin. Assim, poderiam ter mais previsibilidade e garantir o cumprimento de algumas restrições, como escopo, tempo e custo.

Como os problemas foram identificados?

O primeiro passo foi realizar uma rodada de implementação para chegar a uma estrutura analítica para cada natureza de projeto. Além disso, foram determinadas as responsabilidades para que cada pesquisador tivesse a sua tarefa bem definida a cada momento do projeto.

Em seguida, foi sentida a necessidade de fazer uma avaliação mais próxima, com uma observação interna do próprio CEO da PB, Luiz Braun, durante uma semana. Ele conversou com cada usuário sobre o processo e o sistema. Assim, conseguiu estabelecer algumas definições.

Uma delas foi trabalhar com indicadores de desempenho clássicos para a gestão de projetos: SPI (Schedule Performance Index) e CPI (Cost Performance Index). No Project Builder, os gestores puderam visualizar esses índices e ter acesso a uma visão mais ampla, que permitiu identificar a situação.

Ao mesmo tempo, a ideia foi fornecer visões mais gráficas para os gestores. Por isso, eles elaboraram alguns esboços, que estão sendo estudados para implementação customizada no software.

Apesar de terem surgido algumas resistências ao longo do processo, o escritório de projeto apoiou a empreitada desde o início. Ao mesmo tempo, as melhorias foram identificadas, como a maior organização da área e da empresa e a possibilidade de consultar informações precisas de maneira autônoma.

Porém, foi altamente necessário adotar essa postura de controle, porque a Klabin é usuária da lei de incentivos fiscais para inovação, a famosa Lei do Bem. Na prática, os benefícios também foram bastante importantes. Se em 2013 a elaboração de um relatório financeiro levava aproximadamente duas semanas para o levantamento de informações, hoje os dados podem ser acessados a qualquer momento.

Como os objetivos foram alinhados?

A ideia foi atender às demandas imediatas da Klabin, considerando as particularidades de cada área de desenvolvimento de projetos. Também foi possível estabelecer uma integração com o SAP. Nesse caso, as informações de cunho financeiro são atualizadas periodicamente pela exportação dos dados do software de gestão financeira.

Com isso, o sistema de gestão de projetos, o Project Builder, é alimentado e os gastos são automaticamente associados a cada projeto. Assim, há um repositório centralizado com acesso distribuído, o que é uma grande vantagem.

Outro ponto positivo é a consistência das informações. Antes, elas ficavam fragmentadas, por exemplo, em e-mails, planilhas, documentos de texto etc. Agora, estão diretamente conectadas aos seus objetos. Ou seja, existe uma tarefa, que tem seu histórico de ocorrência, e este está conectado àquela atividade do projeto.

Em relação à equipe, os objetivos foram alinhados devido ao maior engajamento dos colaboradores (entre 35 e 40 pessoas). Esse resultado demorou aproximadamente um ano para ser alcançado, mas apresentou resultados imediatos.

A consequência foi conseguir responder como os recursos (pessoas, dinheiro e tempo) estão sendo alocadosa partir de uma visão gerencial da carteira de projetos da área de pesquisa e desenvolvimento.

Como a Project Builder foi importante para a melhoria de resultados e conquista do sucesso da Klabin?

Além de aumentar o controle e o monitoramento dos dados, a parceria fechada foi essencial para implementar a cultura de gestão de projetos. Isso porque foi possível avaliar a equipe e suas necessidades e, então, mostrar a importância do software dentro desse contexto.

Isso permitiu que as equipes compreendessem a utilização da ferramenta, em vez de apenas trabalharem com os dados de forma operacional. A aproximação também é positiva para descobrir gargalos, identificar demandas não atendidas, obter feedbacks e implementar melhorias no cliente que utiliza o Project Builder.

Mais que isso, o suporte por telefone e e-mail — com atendimentos de primeiro, segundo e terceiro níveis — e a metodologia Kaizen, que prevê a melhoria contínua, são dois fatores cruciais para o sucesso, já que a busca pela evolução e pela excelência é permanente.

Assim, a ideia da Project Builder é otimizar os resultados de seus clientes constantemente. Por isso, a implementação do software foi um sucesso para a Klabin e também pode ser para sua empresa.

Fale com um de nossos consultores para entender como nossa ferramenta pode revolucionar seu negócio!

lições aprendidas de um projeto

Lições aprendidas de um projeto: como usá-las nos próximos passos?

Todos os profissionais que trabalham com a gestão de projetos sabem que cada etapa fornece grandes oportunidades para que o time possa criar um fluxo contínuo de melhorias.

Nesse sentido, saber trabalhar com as lições aprendidas de um projeto é crucial para reduzir riscos e manter as equipes com a melhor performance.

Em projetos corporativos, experiências e conhecimentos podem ser ferramentas de grande importância. Quando combinadas, elas ajudam a reduzir riscos, gerar mais performance e inovação. Assim, cada time terá mais facilidade para atingir suas metas.

Mas como aplicar as lições aprendidas de projetos em novas iniciativas? Qual o real impacto de documentar erros e avaliar a melhor forma de evitá-los no seu dia a dia? Veja a seguir!

Como ter acesso às lições aprendidas de um projeto?

Todo projeto corporativo pode apresentar erros, falhas e lições a serem aprendidas. Quando o gestor sabe identificar essas situações, criando registros bem estruturados para evitar que tais problemas ocorram no futuro, os resultados da empresa podem passar por ganhos contínuos.

Justamente por isso, guias de boas práticas e metodologias de gerenciamento de projetos listam isso como um ponto chave para ter sucesso nas rotinas de gestão.

Com a companhia sendo capaz de replicar boas práticas e evitar problemas, o fluxo de trabalho torna-se muito melhor estruturado.

E quais são os benefícios disso?

Em poucas palavras, identificar e aprender com os erros e acertos de um projeto cria um grande legado positivo para o negócio.

Os times terão uma documentação precisa sobre o que deve ser evitado e quais são as boas práticas que precisam ser replicadas. Os projetos executados passam a contar com os alicerces para melhorias contínuas.

Uma base de conhecimentos é criada para que os gestores possam traçar riscos, identificar vulnerabilidades e outros fatores que tornam o planejamento menos eficaz.

Ao mesmo tempo, a companhia terá uma lista de boas práticas que podem ser implementadas para garantir mais performance aos times.

Assim, as lições aprendidas de um projeto passam a ser um conhecimento estratégico, ou seja, uma ferramenta para a companhia ter as garantias de que os seus objetivos sempre serão atingidos.

E com o aumento da competitividade empresarial, o conhecimento tornou-se um dos principais ativos das companhias.

As empresas que aprenderam como lidar com as demandas externas, que estruturam boas rotinas e que identificam como utilizar as experiências passadas para atingir melhor performance no seu futuro, conseguem ganhar muito mais espaço no mercado.

Como utilizar as lições aprendidas para otimizar futuros projetos?

Conseguir extrair, catalogar e aplicar as lições aprendidas de um projeto pode ser um grande desafio. Assim, é importante que os times tenham uma rotina eficaz para avaliar o que pode ser adotado no planejamento de projetos futuros.

Para isso, é necessário identificar o que ocorreu de errado, avaliar o que colocou o time em tal situação, analisar as medidas tomadas para solucionar a falha e o que pode ser feito para evitar esses erros no futuro. Veja abaixo!

Colete feedbacks

A companhia pode criar um processo de coleta de feedbacks com todas as equipes, além de manter um registro contínuo do dia a dia de cada etapa do projeto. O foco precisa estar nos processos, não nos culpados.

Com isso, o gestor conseguirá identificar de uma forma mais abrangente todos os fatores que impactaram nos resultados finais do projeto.

Documento erros, acertos e feedbacks

A documentação criada deve possuir uma linguagem clara e objetiva, com um direcionamento bem estruturado para que profissionais consigam identificar o que deve e não deve ser feito.

Se possível, a companhia pode utilizar um template padronizado, tal como uma lista dividida nas seguintes categorias:

  • uma descrição do evento;
  • o que gerou a ocorrência;
  • quais os impactos do problema nos resultados do time;
  • quais foram as medidas tomadas para solucionar a falha;
  • o que pode ser feito para evitá-la no futuro.

Realize reuniões após cada etapa do projeto

Não deixe de realizar uma reunião ao término de cada etapa do projeto para distribuir e coletar informações sobre os problemas encontrados, as lições aprendidas e o que deve ser feito para evitar situações de risco nos processos seguintes.

Esteja pronto para ouvir e criar um ambiente integrado para todos atingirem melhores resultados a médio e longo prazo.

Compartilhe informações com o time

As lições aprendidas de um projeto devem ser compartilhadas com todo o time. Isso inclui os que estavam presentes em cada etapa e os participantes de iniciativas futuras.

Dessa forma o líder de projetos pode certificar-se de que boas práticas serão replicadas (e as ruins evitadas).

Revise os seus dados sempre

Revise o seu registro regularmente. Isso deve ser feito tanto para alinhar práticas com os novos padrões do mercado como para incluir lições de novos projetos.

Assim, a empresa terá uma base de conhecimentos sempre atualizada e bem estruturada.

Como garantir a qualidade de novas iniciativas a partir das lições aprendidas de um projeto?

A gestão de projeto é uma tarefa complexa, que envolve um grande número de profissionais, times e áreas. Conhecimentos são compartilhados, conflitos surgem e erros acontecem.

E no meio de todos esses fatores, o gestor deve trabalhar para garantir que as metas e prazos sejam cumpridos à risca.

Em busca de mais agilidade e performance, uma série de estratégias são aplicadas. Empresas investem em metodologias, ferramentas de TI e guias de boas práticas para integrar times, manter uma estrutura mais flexível e criar um ambiente de trabalho de alta performance.

Além disso, há a busca por uma melhoria contínua de rotinas, seja eliminando riscos ou replicando boas práticas.

Nesse sentido, investir em uma abordagem de gestão pautada na replicação das lições aprendidas de um projeto é um ponto chave para que empresas possam atingir esse objetivo.

Por meio dessa prática, a companhia tem mecanismos para identificar o que deve ser evitado, divulgar boas práticas e replicar rotinas que garantem mais qualidade no dia a dia de novos projetos.

Assim, o gestor terá caminhos muito mais seguros para atingir o sucesso esperado.

E aí, gostou das nossas dicas sobre como garantir mais qualidade nos seus projetos futuros? Quer receber mais dicas sobre gerenciamento de projetos? Então assine já a nossa newsletter!

planejamento estratégico de projeto

Como consolidar um planejamento estratégico de projeto? Saiba aqui!

Como consolidar um planejamento estratégico de projeto? No dia a dia do gestor, muitos desafios podem surgir. E saber como criar uma estrutura de rotinas e etapas bem direcionadas é um dos passos básicos para evitar que um risco afete a qualidade dos resultados obtidos.

Justamente por isso que muitos gestores ficam atentos à importância do planejamento estratégico de projeto. Crucial para mitigar riscos e melhorar a estrutura operacional de cada etapa, ele otimiza rotinas e coloca os times em uma posição única, em que as metas e prazos são fáceis de serem alcançados. Quer saber como isso é feito? Continue a leitura!

Qual a importância do planejamento estratégico de projeto?

O planejamento estratégico do projeto é um conjunto de processos e rotinas que envolvem a tomada de decisões para criar um fluxo de trabalho mais ágil e seguro. Por meio dessa abordagem, cada time passa a ter objetivos mais claros, um planejamento mais robusto e menos intuitivo.

Em outras palavras, o planejamento estratégico do projeto permite aos profissionais envolvidos na iniciativa criar uma rotina de trabalho mais eficaz e com menos erros. As ferramentas escolhidas poderão ser mais aproveitadas e os riscos cairão. Ao mesmo tempo, a motivação e o engajamento serão ampliados, reduzindo as chances de qualquer objetivo não ser alcançado.

Como consequência, a empresa pode se preparar para lidar com os desafios do mercado atual com muito mais segurança. O atendimento às demandas de clientes e parceiros comerciais será feito com mais qualidade e permitirá que todos trabalhem em um ambiente mais integrado e com menos erros.

Quais os três níveis do planejamento estratégico de um projeto?

O planejamento estratégico é estruturado a partir de três bases. Elas permitem ao gestor ter uma visão abrangente sobre os pontos da iniciativa e tudo o que pode ser feito para atingir um melhor resultado a médio e longo prazo. Veja, abaixo, quais são as três bases!

Planejamento estratégico de negócio

Esse nível trabalha focado no reforço do potencial competitivo da empresa a longo prazo. Isso envolve uma avaliação do mercado em que ela se encontra, o que pode ser feito para atingir os pontos fracos de concorrentes e quais as melhores maneiras de criar oportunidades de vendas.

Planejamento estratégico operacional

Nesse nível, o gestor trabalhará para que todas as operações e rotinas sejam feitas com o máximo de qualidade possível — seja por metodologias de gestão, seja por treinamento de profissionais, seja pela definição de um novo fluxo de trabalho.

Planejamento estratégico funcional

Essa base trabalha com o olhar voltado para a parte interna da empresa. O planejamento estratégico funcional é, portanto, uma forma de adequar rotinas aos padrões do mercado, evitando riscos e integrando times.

Ao integrar essas etapas, o gestor de projetos pode diminuir riscos, gerar mais qualidade e inovação. As equipes terão rotinas com mais agilidade e custos baixos. Assim, a empresa poderá manter-se aderente a prazos, com um fluxo de trabalho de alta produtividade e livre de falhas.

Como fazer um planejamento mais eficaz?

O planejamento estratégico do projeto deve envolver vários pontos. Em conjunto, eles criarão mais qualidade e performance para todas as atividades. Veja algumas dicas para aprimorar essa rotina abaixo!

Diminua os riscos

A diminuição de riscos é um ponto-chave para que a rotina de qualquer projeto tenha mais qualidade. Portanto, trabalhe lado a lado com todos para identificar quais são os principais problemas que podem afetar a qualidade do trabalho executado por times em todas as etapas do seu projeto.

Faça uma análise abrangente. Uma vez que problemas sejam encontrados, crie medidas preventivas e treine os profissionais para aplicá-las sempre que for necessário.

Também estruture processos para identificar e mitigar os problemas. Dessa forma, ainda que falhas ocorram, o seu impacto será o menor possível.

Trabalhe para tornar o projeto mais rentável

A rentabilidade do projeto deve ser buscada a todo momento. E uma forma de atingir esse objetivo é alinhando estratégias e expectativas entre todos, garantindo um produto final de alto valor agregado. Isso diminuirá os riscos e, com isso, a companhia poderá colocar os seus times para trabalharem com um direcionamento mais inteligente e conectado com as reais necessidades dos usuários.

Portanto, crie um canal de comunicação ativo com o cliente. Identifique as suas demandas, os seus problemas, busque soluções e pontos em comum. Trabalhe, em outras palavras, para criar uma estratégia apoiada por todos, em que cada um dos times possa integrar meios voltados para atingir os seus objetivos, encontrar boas soluções e ter um fluxo de trabalho mais integrado e com maior capacidade de agregar valor ao produto final.

Melhore sempre os processos e as políticas operacionais

A otimização de processos também deve estar no centro das estratégias de planejamento de projetos. Identificando erros e práticas que possam ser reaplicadas, o gestor consegue maximizar a qualidade do trabalho de seus times e, em longo prazo, evitar continuamente os riscos de o projeto dar errado.

Uma outra forma de conseguir otimizar rotinas, mais simples do que a análise de todos os resultados de um projeto, é investindo no uso de indicadores. Eles criam uma visão abrangente sobre tudo o que impacta na qualidade do projeto e pode gerar prejuízos, como erros frequentes, baixa produtividade e demais gargalos operacionais. Assim, o gestor consegue rastrear o que deve ser melhorado com mais qualidade e aplicar correções precisas.

O planejamento estratégico do projeto é, portanto, um passo-chave para que a empresa possa criar iniciativas cada vez mais inteligentes e inovadoras. Com uma rotina de trabalho sem erros e riscos, a taxa de produtividade cresce e a aderência a prazos é mantida em níveis elevados.

Ao mesmo tempo, a empresa terá mais mecanismos para gerenciar corretamente expectativas, alocar adequadamente os seus recursos e diminuir riscos. Dessa forma, o planejamento estratégico de projeto servirá como base para que todos possam trabalhar com uma rotina de alta performance, voltada para as demandas dos usuários e a maximização da rentabilidade da iniciativa.

O que você faria para maximizar a rentabilidade dos seus projetos e ter um planejamento estratégico? Compartilhe nos comentários!

o que está faltando

Saiba como ser mais estratégico na criação de projetos

A criação de projetos corporativos passa por vários momentos. No planejamento de uma nova iniciativa, o gestor deve reunir recursos, pessoas e ferramentas para garantir que todos trabalhem da melhor maneira possível, sem que erros ocorram e os riscos sejam baixos. Isso garante que a companhia conseguirá atingir os seus objetivos sem grandes dificuldades, além de maximizar os resultados atingidos.

Nesse sentido, há uma série de estratégias que podem ser empregadas para otimizar o planejamento, garantir uma melhor distribuição de recursos e impulsionar fatores que melhoram o resultado final do projeto.

Neste artigo, vamos falar sobre as seis mais importantes. Acompanhe o texto e veja o que pode ser feito no seu projeto.

1. Tenha uma liderança previamente definida para cada etapa do projeto

Durante a criação de projetos, defina um líder para cada etapa. Ele deve ser um profissional experiente, com habilidades alinhadas ao perfil dos processos que serão executados naquele momento e uma boa relação com os times.

Essa liderança também deve ser responsável por auxiliar na distribuição de recursos e na forma como cada rotina será feita. Assim, você pode descentralizar as rotinas de gestão e garantir mais qualidade para o dia a dia do projeto.

2. Utilize as lições tiradas de projetos e etapas anteriores

Toda etapa e projeto corporativo pode dar lições aprendidas para a empresa. O trabalho executado pelos profissionais em um projeto deve ser visto como uma fonte para que o gestor possa identificar quais práticas podem ser replicadas, quais devem ser eliminadas e os riscos que a companhia pode lidar. Portanto, invista em uma análise contínua sobre tudo o que pode ser reaproveitado ao final de cada etapa e cada projeto corporativo.

Esse é um processo que vai da criação de projetos até o término dos mesmos. A empresa deve catalogar o que ocorreu de errado, quais foram as soluções adotadas e medidas empregadas para evitar a ocorrência de falhas. Além disso, boas práticas também devem ser registradas para que elas possam ser incentivadas quando for necessário.

Não deixe de realizar reuniões para coletar dados com os envolvidos no projeto. Trabalhe para que os profissionais também possam compartilhar experiências. Assim, o aprendizado será muito mais amplo.

3. Adote uma solução para gestão de projetos

Já é conhecido no ambiente corporativo a importância que a tecnologia possui para que empresas possam reduzir custos, otimizar as suas atividades, gerar mais performance e mobilidade. Nos projetos internos, as soluções de TI dão a base para que a empresa consiga melhores resultados, incorporando novas práticas e tornando a sua rotina mais flexível. Isso vale, especialmente, para a integração das ferramentas de gestão de projetos.

Esse tipo de solução de TI permite a profissionais encontrar uma maneira mais prática e ágil para solucionar demandas e acompanhar a evolução de cada etapa. O gestor consegue distribuir rotinas com mais qualidade, manter-se em dia com os prazos e trazer mais agilidade para o trabalho executado diariamente.

Além disso, os profissionais terão um ambiente centralizado para comunicarem-se e trocarem experiências. Isso torna o trabalho de todos mais integrado e ágil. Consequentemente, caso problemas apareçam ou mudanças sejam aplicadas, o time poderá adaptar-se rapidamente e evitar atrasos.

4. Implemente a metodologia correta

A metodologia escolhida pela empresa também é um ponto importante. Ela direciona a forma como os trabalhos são executados, a flexibilidade das rotinas e, naturalmente, os resultados finais. Portanto, já durante as etapas iniciais de criação de projetos, o gestor deve trabalhar com os líderes para escolher sempre o mecanismo de gestão mais adequado ao perfil da iniciativa.

Hoje, existem dois tipos de metodologias que são populares no ambiente corporativo: as ágeis, como a Kanban e a Agile, que focam em flexibilidade e capacidade de resposta a mudanças; e as tradicionais, como as que seguem o PMBOK, que dão as bases para um trabalho com estrutura robusta e bem direcionada.

Identificar qual é a mais alinhada com os seus objetivos é um processo crítico. A escolha de uma metodologia que não é a ideal pode ter um impacto muito grande nos resultados obtidos.

O trabalho terá mais erros e não será capaz de atingir as expectativas de quem está envolvido. Portanto, esteja atento e faça a escolha certa.

5. Padronize processos

A padronização de processos permite ao negócio ter um fluxo de trabalho com uma definição bem estruturada e capaz de entregar os resultados esperados pela equipe.

O gestor conseguirá aplicar um nível de qualidade contínuo entre todos os times envolvidos no projeto mais facilmente e, assim, evitar que erros ou conflitos apareçam no dia a dia de cada etapa. Além disso, será mais fácil executar correções e replicar boas práticas.

Portanto, trabalhe para que todas as rotinas possuam um padrão de trabalho bem esquematizado, documentado e conhecido por todos. Também garanta que os times tenham conhecimento sobre o que é deles esperado, assim como o padrão de qualidade mínimo para cada atividade.

Nesse sentido, a empresa deve investir em treinamentos, ter um fluxo de comunicação bem implementado, garantindo que feedbacks e correções possam ser divulgadas rapidamente. Com uma documentação clara e objetiva, a companhia também pode criar uma estrutura em que todos terão um material inteligente para consultar a forma como uma atividade deve ser feita e, assim, evitar falhas.

6. Mantenha times integrados

A integração entre times é uma das técnicas mais importantes para tornar o fluxo de trabalho mais ágil. Durante a criação de projetos, não deixe de implementar uma política de gerenciamento que trabalhe incentivando esse fator, uma vez que ele pode impulsionar drasticamente os resultados obtidos.

Para integrar times, a empresa pode criar equipes multidisciplinares, escolher uma metodologia voltada para esse foco ou mesmo ter uma solução de comunicação mais flexível e abrangente. A computação em nuvem também pode ser escolhida: serviços de cloud storage tornam a troca de dados mais rápida e segura, ampliando a comunicação estratégica entre times.

Tenha em mente que, com as ferramentas corretas, o time pode manter-se integrado mesmo que os profissionais não estejam no mesmo ambiente.

Ferramentas de videoconferência e cloud computing são dois exemplos de tecnologias que, mesmo em ambientes de alta mobilidade, podem ser implementadas para unificar processos de trabalho e ampliar a troca de informações. Dessa forma, os resultados obtidos com o projeto serão muito maiores.

Ter um software de gerenciamento de projetos, PPM, também ajuda na integração dos times e na área estratégia.

A criação de projetos é um processo complexo. Mas, feito da forma correta, a empresa pode evitar riscos e garantir que os seus resultados sejam alcançados por meio de um ambiente de trabalho integrado e de alta qualidade. Se você quer saber como isso pode ser feito, com o apoio de um parceiro estratégico, fale com a gente!

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Por que aderir a um processo de gestão de lições aprendidas?

Nas empresas, é comum que os diretores ou líderes coordenem diversos projetos no dia a dia. Nesses processos, naturalmente ocorrem erros e acertos — e é por isso que investir na gestão de lições aprendidas é tão importante para as organizações.

Ainda assim, muitos empresários têm dúvidas sobre esse tipo de gestão. E foi pensando nisso que desenvolvemos este artigo. Ao longo do texto, vamos falar sobre o que é o processo de lições aprendidas, como ele funciona, o que é preciso para implementá-lo nas companhias e os benefícios que são proporcionados.

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