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Categoria: Projetos

gestão de prazos

Gestão de prazos: como garantir a entrega de tarefas no prazo certo?

Um dos fatores de sucesso de um projeto é o cumprimento dos prazos. Quando as datas de entrega são desrespeitadas, surgem o estresse, a desorganização, os conflitos internos, a diminuição da motivação da equipe e, consequentemente, as reclamações de consumidores.

Em diversos casos, há até mesmo a perda de clientes e a não garantia da qualidade das entregas. A boa notícia é que todos esses problemas podem ser evitados se você tiver uma boa gestão de prazos.

Neste artigo, vamos mostrar o que é a gestão de prazos, como ela funciona e quais são suas aplicações no dia a dia empresarial. Daremos exemplos de ações e métodos para garantir a entrega de tarefas a tempo, contribuindo para o alcance dos resultados planejados.

Quer melhorar os processos e resolver problemas de atraso em sua equipe? Então, continue a leitura!

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Documentação de Processos

Por que a documentação de processos deve ser feita e como fazê-la?

A gestão de projetos é um dos assuntos mais importantes para o sucesso de um negócio. Essa metodologia de trabalho melhora o entendimento das atividades, fornece informações sobre a produção e ajudar a atender as necessidades do mercado.

Nessas horas, é fundamental conhecer as técnicas e os conceitos que fundamentam o controle dos trabalhos e a análise dos resultados obtidos — e a documentação de processos é um de seus principais exemplos.

Contudo, muitos profissionais não dominam esse conteúdo e tomam atitudes equivocadas em suas rotinas. No final das contas, o escopo do projeto não é seguido, o cliente fica insatisfeito e o planejamento não alcança os números desejados.

Este post vai ajudar você a entender um pouco mais sobre o assunto. Continue a sua leitura e tire todas as suas dúvidas!

O que é a documentação de processos?

Existem várias formas de definir esse conceito, mas a sua ideia principal está relacionada à organização das atividades e informações de uma empresa de uma forma simples e direta. Em outras palavras, a documentação de processos vai muito além da criação de manuais e documentos: ela é parte integrante da evolução do negócio, criando uma base sólida para mudanças e avanços no futuro.

Por que ela é importante?

Imagine que uma instituição do setor de Tecnologia da Informação (TI) perde um funcionário de sua equipe por um motivo qualquer. Nessas horas, é preciso achar um substituto à altura, que consiga dar continuidade aos trabalhos, certo?

Contudo, todo o conhecimento sobre os softwares que estão sendo desenvolvidos não foram documentados e armazenados. Com isso, o time não consegue prosseguir.

Outra questão muito comum acontece quando um gerente entra de férias, por exemplo. Em muitas situações, esse profissional é responsável por várias atividades e acumula inúmeras funções.

Quando a documentação de processos não é feita, a gestão perde muito tempo porque não consegue atuar sem a presença desse funcionário. E não pense que ligações telefônicas resolvem o problema — elas apenas demonstram que não há padrão e retenção de conhecimento.

Os exemplos acima são fictícios, mas muitos gestores passam por casos parecidos. As atividades de uma empresa são repetitivas. Por mais que você trabalhe com clientes e projetos diferentes, os valores e a visão de sua empresa sempre são as mesmas.

A documentação de processos é importante porque ajuda a identificar o estágio atual de um serviço. Além do mais, você consegue monitorar as atividades e encontrar falhas com facilidade também.

Como fazê-la?

Provavelmente, você está se perguntando como aplicar a documentação de processos, não é mesmo? Pois bem, a metodologia AS IS/TO BE é muito utilizada hoje em dia no mercado. Veja como ela é utilizada abaixo.

AS IS

De uma forma simples, o mapeamento de processos AS IS analisa a situação atual das etapas, assim como possíveis melhorias. Os usuários diários devem participar dessa atividade, relatando como executar um processo a partir de entrevistas. Também é possível criar um questionário, a fim de levar informações, como:

  • descrição de tarefas;
  • explicação dos percursos e validações;
  • cenários alternativos do negócio.

TO BE

Envolve todos os trabalhos referentes às documentações futuras do processo. Por outra forma, o modelo TO BE redesenha o escopo, as regras, os papéis e todas as características dos processos.

De qualquer forma, a ferramenta AS IS/TO BE ajuda no amadurecimento dos processos do projeto, deixando bem claro quais são os objetivos da organização e como uma estrutura simples facilita a obtenção de resultados positivos. Além disso, é essencial envolver todos os funcionários e manter o engajamento elevado.

Quais são as dicas para otimizar os trabalhos?

Entenda os objetivos do projeto

É essencial conhecer as metas de cada projeto. De nada adianta, por exemplo, utilizar uma estratégia que não está adequada às expectativas dos stakeholders ou aos recursos disponíveis.

Antes de tomar qualquer atitude, analise todas as informações, documentos, planilhas e gráficos do projeto. Além disso, é possível também estudar os dados de projetos anteriores ao realizar o serviço mais de uma vez para uma mesma empresa.

Essas atitudes o ajudam a encontrar falhas e ter insights na hora de criar um plano de ações eficiente.

Saiba armazenar os documentos

Essa dica parece simples, mas ela é fundamental para otimizar a documentação de processos. Coloque todas as informações em um lugar central e que seja de fácil acesso, permitindo que todos possam consultá-las sempre que for preciso.

Quem não segue esse caminho pode alimentar falsas ideias no ambiente de trabalho, como o fato de existirem informações restritas para um grupo de pessoas.

Lembre-se de que todos são necessários para aumentar a produtividade e atender a demanda crescente do mercado. Ademais, utilize uma linguagem simples também.

Adote bons indicadores de desempenho

Os indicadores de desempenho ajudam a encontrar falhas e descobrir oportunidades em um projeto. Eles mostram dados de forma simples, ajudando-o a tomar decisões com precisão.

Existem vários indicadores, por isso, você deve escolhê-los com sabedoria. Utilizar um indicador de capacidade, por exemplo, para analisar a lucratividade do projeto não é algo bom, pois você trabalha com dados corretos, mas aplicados em questões erradas.

Fique atento aos feedbacks que você recebe também. Utilize-os para melhorar a sua postura no dia a dia.

Utilize novas tecnologias

Os avanços tecnológicos já fazem parte de sua rotina. É impossível, por exemplo, melhorar o gerenciamento de projetos com atividades manuais. O uso de computadores, celulares e softwares é imprescindível nessas horas.

Portanto, faça uma pesquisa de mercado e encontre um software de gestão de projetos com uma solução completa, que reúne todas as funções em um só lugar. Ao tomar essa atitude, você facilita o compartilhamento de documentos e a visualização rápida de diagramas e fluxos.

Com a leitura deste post, você descobriu o que é a documentação de processos e como ela é feita. Ainda, entendeu como é importante estar sempre atento ao mapeamento AS IS/TO BE.

Outros pontos importantes estão relacionados à participação de toda a equipe e ao uso de novas tecnologias. Então, não perca mais tempo: faça com que todos se envolvam e adote uma ferramenta adequada às suas demandas.

Gostou de aprender mais sobre a documentação de processo? Agora, compartilhe este conteúdo em suas redes sociais e faça com que mais pessoas aprendam também!

indicadores de acompanhamento

Você conhece os indicadores de acompanhamento em um projeto?

A gestão de projetos é um assunto que ganha cada vez mais espaço no mercado. Isso acontece porque ela permite o crescimento organizado e eficiente de uma gestão, aumentando a satisfação dos clientes.

Dessa forma, é muito importante conhecer conceitos, padrões e indicadores de acompanhamento antes de fazer o seu planejamento estratégico. Essas questões são fundamentais para ajudá-lo a superar obstáculos.

Um gerente de projetos de sucesso é aquele que faz o mapeamento da estrutura de processos e acompanha tudo o que acontece na empresa. Quem não baseia as suas decisões em informações concretas tem grandes chances de fracassar, pois não conhece a realidade do seu negócio.

Por esses motivos, este post vai ajudá-lo a entender um pouco mais sobre os indicadores de acompanhamento da gestão de projetos que fomentam os melhores resultados. Tenha atenção em sua leitura e aproveite!

Principais indicadores de acompanhamento

Para começar, é necessário entender os principais valores em um projeto. Eles são os mais importantes e posteriormente serão utilizados nos cálculos para a formação de outros indicadores. Confira quais são eles:

  • Valor Agregado (VA) — esse indicador de desempenho mostra o quanto deveria ser investido no trabalho realizado até um determinado momento, de acordo com o escopo já concluído;
  • Valor Planejado (VP) — como o seu próprio nome diz, o VP evidencia o quanto deveria ter sido gasto no momento da análise, conforme o planejado. Ele considera todas as despesas que existem na atividade, como equipamentos, materiais, recursos humanos etc;
  • Custo Real (CR) — esse indicador de acompanhamento determina a quantia financeira que foi utilizada até o momento do estudo.

Índice de Desempenho de Prazo (IDP)

A famosa frase de Benjamin Franklin “tempo é dinheiro” resume muito bem as exigências que um gerente deve atender. Como o mercado é competitivo e acirrado, você não pode hesitar ao tomar decisões e garantir o cumprimento dos prazos estipulados em seus projetos. Dessa forma, é essencial acompanhar o desenvolvimento das atividades, a fim de encontrar possíveis falhas ou oportunidades para avançar.

O IDP aponta como está o andamento do projeto em relação ao cronograma previamente determinado. Em muitos casos, os projetos têm prazos curtos, que podem pressionar um profissional despreparado. Por isso, a análise desse indicador de desempenho não pode ser deixada de lado.

Ele pode ser calculado a partir da divisão entre os valores de VA e VP, ou seja, VA/VP. Após isso, você deve analisá-lo da seguinte maneira:

  • IDP > 1 — casos em que as atividades estão adiantadas;
  • IDP < 1 — circunstâncias em que a execução do trabalho está atrasada;
  • IDP = 1 — situações em que o projeto está seguindo o planejamento ao longo do tempo.

Índice de Desempenho de Custos (IDC)

Outra questão muito importante está relacionada às despesas geradas pelo projeto. De nada adianta, por exemplo, terminar as atividades se o orçamento é extrapolado e as contas não estão sendo pagas, certo?

Pois bem, o IDC mostra qual é a situação financeira do projeto, comparando o orçamento disponível com os gastos reais dos serviços. O seu cálculo é dado pela divisão do VA pelo CR. Além do mais, é preciso analisá-lo da seguinte forma:

  • IDC > 1 — casos em que há economia financeira, ou seja, gastou-se menos do que o esperado;
  • IDC < 1 — situação que mostra o desperdício de recursos financeiros;
  • IDC = 1 — acontece quando os gastos estão de acordo com o que foi planejado.

Veja o exemplo, abaixo, e entenda como os indicadores de desempenho anteriores se relacionam.

Uma equipe deve reformar 8 paredes de uma casa. A reforma de cada uma delas tem um custo previsto de R$ 2.500,00, sendo realizada em uma semana. Dessa forma, é possível concluir:

  • tempo de duração dos trabalhos — 8 semanas;
  • previsão de gastos — R$ 2.500,00 * 8 = R$ 20.000,00

Contudo, ao final da 4ª semana, o time percebe que 5 paredes foram reformadas e R$ 12.000,00 foram gastos. Ao analisar a situação com o que foi planejado, conclui-se que:

  • VA = R$ 2.500,00 (valor para cada parede) x 5 paredes = R$ 12.500,00
  • VP = R$ 2.500,00 (valor para cada parede) x 4 semanas = R$ 10.000,00
  • CR = R$ 12.000
  • IDC = VA / CR = R$ 12.500,00 / R$ 12.000,00 = 1,04
  • IDP = VA / VP = R$ 12.500,00 / R$ 10.000,00 = 1,25

A partir desses dados, chega-se à conclusão de que o projeto gastou menos do que o esperado, pois o IDC é maior que 1. Além disso, caso nenhum imprevisto aconteça, os trabalhos serão finalizados antes do prazo, já que o IDP é superior a 1.

Essa é uma situação fictícia, mas que evidencia como os indicadores de acompanhamento facilitam a sua análise, mostrando gargalos e outras questões que atrapalham ou não a boa performance.

Desvio de esforços

A gestão de projetos ajuda no planejamento das atividades a serem realizadas. Por mais bem preparado e experiente que você seja, imprevistos podem acontecer. Dessa forma, você não pode deixar de analisar as diferenças entre o que foi planejado e o que está sendo executado.

Imagine um projeto que deve ter 100 horas de trabalho. Se já foram gastas 75 horas e apenas 35% foi realizado em um momento, é possível concluir que há algo de errado na execução, não é mesmo?

Desvios muito grandes podem indicar que o planejamento foi equivocado, que as técnicas e ferramentas utilizadas são impróprias ou que os colaboradores não foram preparados de maneira correta. De qualquer forma, o desvio de esforços analisa essas situações e é aplicado em diversas comparações.

Unificando esses conceitos em um projeto

Ao ler este post, você descobriu os indicadores mais importantes em um projeto. Eles ampliam o seu campo de visão, informando várias questões. Nessas horas, você não pode deixar de considerar todas as características do planejamento, como as quantias financeiras disponíveis, o número de funcionários e as ferramentas utilizadas.

Cada um dos indicadores de acompanhamento tem seu objetivo, seja mostrar o desempenho financeiro, seja evidenciar o cumprimento dos prazos. Por isso, saiba utilizá-los corretamente, a fim de alocar recursos com eficiência e controlar custos com qualidade. Lembre-se de não hesitar ao se deparar com um problema e tomar decisões precisas, já que o sucesso do projeto não pode ser colocado em risco.

E então, gostou do nosso artigo? Quer aprender mais sobre outros assuntos relevantes para a gestão de projetos? Basta assinar a nossa newsletter, receber os nossos conteúdos diretamente em seu e-mail e ficar antenado com as novidades do mercado!

Fluidez na Comunicação em Projetos

6 soluções para ter mais fluidez na comunicação em projetos

Com a intensidade do fluxo de informações na realidade das empresas de diversos setores, a fluidez na comunicação em projetos é uma necessidade cada vez mais latente.

Uma pesquisa do Project Management Institute (PMI) aponta que as empresas com eficácia comunicativa terminam 80% dos projetos conforme os objetivos traçados no planejamento.

Mas como conseguir que, de fato, o poder da boa interlocução seja vivenciado na prática, alavancando os resultados?

Neste artigo, listamos seis dicas que podem ajudar você a garantir mais fluidez na comunicação durante o desenvolvimento de cada delineamento. Então vamos lá!

1. Crie estratégias de acordo com os stakeholders

Quem quer dar início a uma cultura de produtividade pessoal visando o aprimoramento dos resultados de cada projeto precisa priorizar a comunicação interna já na etapa de planejamento.

A identificação dos stakeholders é um dos primeiros passos na elaboração do seu plano. Listar todas as partes envolvidas com o projeto é importante, sobretudo, para que você estabeleça estratégias comunicativas de acordo com o público específico.

As partes interessadas podem ter perfis completamente diferentes entre si. Cliente, engenheiro, parceiro, arquiteto… Seu papel como gestor do projeto é fomentar o máximo de fluidez na troca de informações.

Uma voz emitida deve ser entendida por todos os destinatários independentemente de qual departamento ou direção venha. Isso significa que o perfil de quem vai receber a informação deve ser muito bem conhecido pelo emissor, facilitando o processo.

Em qualquer posição hierárquica que se esteja, deixar que a diferença de instrução prevaleça na mensagem é um grande erro e pode comprometer o procedimento interno.

Para isso, refletir sobre os tópicos que serão comunicados com cada grupo é o primeiro passo para planejar as melhores formas de ser compreendido.

2. Classifique os itens de comunicação

Uma vez que os temas mais relevantes de interlocução estão decididos junto com os requisitos de cada stakeholder, é hora de trabalhar o detalhamento prático.

Liste e classifique todos os itens de comunicação que interferem no sucesso do projeto. Dentro de um programa, as mensagens costumam se dividir em dois grandes grupos separando as comunicações regulares das eventuais.

Acima disso, é preciso pensar na finalidade da comunicação corporativa. Ela costuma ser divida entre:

  1. coleta de informações: acontece quando a pessoa se comunica para extrair informações;
  2. decisão e ação: acontece quando a pessoa se comunica em busca de uma reação decisiva do receptor;
  3. diálogo: quando as partes interessadas devem interagir para solucionar problemas ou riscos, entre outros casos.

Com metas definidas, você deverá escolher o melhor caminho para alcançar os resultados desejados na interlocução eficiente. Sendo assim, além de definir entre forma verbal, não verbal e mediada, é preciso relevar sobre a atmosfera de comunicação específica.

Vale a pena lembrar que um gestor de projetos preocupado com a transmissão dos dados deve sempre levar em consideração a simplicidade dos diálogos. Esse requisito importantíssimo para a comunicação interna é a base para a boa gestão das referências no cotidiano empresarial.

Por isso, opte sempre por se expressar em uma abordagem clara e acessível, evitando erros das tarefas demandadas.

3. Considere a comunicação ao sinalizar as responsabilidades

Um bom planejamento é aquele que já demonstra quem são os responsáveis pela comunicação em cada passo, conforme o desenrolar de cada situação. A escolha dos profissionais está ligada à frequência das mensagens e ao canal que será utilizado.

Sendo assim, você precisa ter o cuidado de não delegar, por exemplo, tarefas que dependerão de interlocuções diárias para um integrante que só se comunica semanalmente. Da mesma forma, o cuidado se expande para o uso dos meios de comunicação.

Ao alocar as pessoas e responsabilidades por item comunicativo, você terá melhores oportunidades de refletir sobre a forma, o momento, para que e por quem as mensagens serão emitidas.

Já que uma porta leva a outra, aproveite para considerar os recursos disponíveis e o ambiente entre as diferentes situações, priorizando sempre a fluidez da comunicação em projetos.

4. Saiba reconhecer o empenho dos colaboradores

Reconhecer o esforço de cada funcionário é um passo importante para a fluidez na comunicação em projetos. Afinal de contas, dentro de um cronograma, um colaborador depende do outro tanto em prazo quanto em qualidade de execução da tarefa.

Nesse processo, o ato de perceber e elogiar a eficiência alheia pode ser uma verdadeira ferramenta de integração para o time. Como líder, é crucial que você note a importância que existe ao se reconhecer publicamente um colega ou equipe e recompensá-lo pelo seu esforço e resultado positivo.

Experimente criar o hábito de divulgar as pessoas que têm mais destaque, mostrando para o restante da organização o que você espera que seja um comportamento exemplar.

Eventos internos são boas oportunidades para colocar isso em prática, assim como posts na fanpage e nos outros canais comunicativos onde a empresa se relaciona, tanto internamente quanto externamente.

5. Defina as ferramentas comunicativas

Com quais ferramentas você pode contar para que a comunicação seja completa e otimizada? Reflita sobre as opções de mercado levando em consideração as operações do empreendimento.

Se o estilo do seu negócio depende de uma troca de mensagens em longa distância, você poderá pensar a respeito dos dispositivos móveis, valorizando boas práticas por meio de aplicativos úteis.

Em muitos casos, a boa gestão de e-mails já resolve grande parte dos problemas. No entanto, é necessário ter cuidado com alguns detalhes. Priorizar a abertura dos e-mails de acordo com a média de frequência pela qual eles chegam é um fato a se atentar. Além disso, é interessante que a instituição invista em um programa de e-mails com comunicação simples.

Caso a Internet seja um problema em sua empresa, o uso de um sistema de comunicação Intranet pode ser uma alternativa interessante. Nesse caso, vale lembrar que essa solução possui um valor bem mais alto, necessitando de atualizações constantes. Tudo vai depender da estratégia do empreendimento.

Ainda dentro desse tópico, vale dizer que o trabalho do gestor não para por aí. Ele deverá pensar em como as trocas de informação serão registradas para posteridade e avaliação. A ata de reunião é um exemplo de como registrar a comunicação em momentos decisivos para o gerenciamento do projeto.

6. Cuide bem da sua equipe

A comunicação fluída requer que ambos os lados falem e sejam ouvidos. Se você deseja que os stakeholders estejam engajados com o projeto, invista em escutá-los.

Opiniões devem ser recebidas, reconhecidas e consideradas. Lembre-se que o feedback de quem vivencia a operacionalização dos processos é vital para a percepção apurada de falhas e oportunidades para melhoria.

Da mesma forma que escolher o funcionário ideal para a tarefa certa é crucial para o bom desempenho das operações, esconder as novidades ruins e boas dos funcionários pode fazer com que o público interno perca a confiança no gestor.

A transparência no relacionamento com a equipe é um ponto que precisa ser ressaltado do início ao fim. É extremamente importante que os colaboradores não fiquem sabendo de momentos importantes da empresa por fontes externas.

Qualquer tipo de parede que impeça o contato entre as diferentes áreas de uma companhia só instiga a criação de pedaços isolados e a retenção de dados relevantes. Por isso, desburocratize as relações internas trabalhando sempre para gerar integração.

Quer melhorar a fluidez na comunicação em projetos? Nossa especialidade é atuar nesse tipo de gestão, ofertando aos clientes soluções personalizadas que transformarão problemas em oportunidades. Por que deixar para depois se você pode entrar em contato agora?

alocação de recursos em projetos

Entenda como o Project Builder realiza o controle de alocação de recursos em projetos

A produtividade é uma questão determinante para os resultados de qualquer organização, independentemente do porte e/ou do segmento em que ele atua. Por isso, a cada novo negócio (senão a cada expediente), costuma despontar na cabeça dos gestores a incerteza acerca da melhor forma de alocação de recursos em projetos.

O mercado contemporâneo, por outro lado, também é pródigo em oferecer ferramentas que facilitam as rotinas e endossam posturas de alta performance — desde que as particularidades e as necessidades da operação sejam plenamente atendidas. É preciso estar atento às soluções capazes de maximizar os resultados!

Se você busca alavancar seus processos e otimizar os recursos empresariais, extraindo o máximo de retorno da equipe e dos insumos, com certeza encontrou o conteúdo certo! Neste post você conhecerá um pouco mais do Project Builder, uma plataforma inovadora que poderá ajudá-lo a controlar operações e a gerir os times alocados.

Conheça as funcionalidades do sistema e veja como ele pode contribuir para tornar o seu negócio ainda mais produtivo e lucrativo. Boa leitura!

As principais dificuldades na alocação de recursos em projetos

A máxima de que tempo é dinheiro é bastante antiga no mundo dos negócios e, ano após ano, se prova cada vez mais verdadeira e atual. O tempo é escasso e, por isso, saber aproveitá-lo com eficiência pode ser (e provavelmente é) determinante no sucesso e na perenidade do negócio.

Na prática, cada novo projeto fechado é uma celebração de sucesso, mas também um desafio que começa: é hora de traçar a estratégia de serviços e ajustar a demanda. É aí que a alta performance na alocação de recursos faz toda a diferença.

Por que é tão complicado alinhar expectativas e ajustar a execução do projeto? Na maioria das vezes, a maior dificuldade está na lacuna de informação. Primeiro, o gestor encontra empecilhos para observar, de forma ampla e concisa, como está a agenda da equipe.

Depois, tem dúvidas a respeito das competências técnicas dos profissionais disponíveis. Quando finalmente define-se o escopo do projeto, designando o time responsável, surgem outras dúvidas: o tempo de execução foi corretamente estimado ou há risco de ociosidade? A alocação excessiva de profissionais pode gerar custos desnecessários?

Muitos são os questionamentos, mas é certo que as respostas podem vir de um só lugar. Quando os líderes contam com uma solução eficaz para gerir projetos — e todos os recursos que a ele estão ligados, sejam humanos ou materiais —, as decisões são certamente mais assertivas e mais lucrativas.

Ao acessar, em detalhes, o panorama de disponibilidade e o rol de competências da equipe, o gestor é capaz de estruturar as melhores composições, minimizando a incidência de operacionais que podem causar prejuízos.

Os impactos negativos de uma gestão de projetos deficiente

Por falar em prejuízos, convém aprofundar o assunto um pouco mais. Para começar, é válido dizer que, em um mercado altamente competitivo, qualquer equívoco de gestão pode culminar na derrocada do negócio. Trata-se de um caminho sem volta.

Ao administrar projetos com base na intuição (“acho que essa agenda vai funcionar” ou “vamos ajustando à medida que formos progredindo com o projeto” são afirmações perigosas), o líder corre sérios riscos.

Dentre os impactos negativos de uma gestão de projetos deficiente, podemos elencar:

  • equipe ociosa graças à falha na estimativa de tempo para a execução de cada tarefa;
  • superalocação de profissionais derivada da falta de conhecimento acerca das demandas e dos ritmos de trabalho;
  • falta de controle de todo o processo pela ausência de uma ferramenta capaz de prover informações em tempo real;
  • desperdício de recursos, principalmente em relação ao capital humano.

O Project Builder como recurso de produtividade e otimização

Diante de tudo isso, surge, então, a pergunta: como é possível melhorar a produtividade e o retorno dos projetos? A solução é tecnológica e traz resultados bastante expressivos ainda no curto prazo.

O Project Builder é justamente a ferramenta que você precisa para gerenciar demandas e recursos com coerência e eficácia. Mais do que um sistema que centraliza, endereça e condensa os dados estratégicos, o PB agrega metodologia e automação às rotinas de trabalho.

Na prática, o software proporciona amplo gerenciamento de projetos, administração de portfólios, gestão de equipes e visão estratégica. Ou seja: tudo o que um gestor precisa para alinhar cenários e prover a melhor experiência na prestação de serviços.

A utilização do Project Builder suscita uma série de impactos e benefícios diretos. É possível, por exemplo, identificar a disponibilidade de recursos e definir, com exatidão e agilidade, a capacidade de entrega.

Com informações detalhadas a respeito do projeto e da equipe, a superalocação de profissionais e a ociosidade operacional são facilmente extintas. Por falar em equipes, o PB também contribui para que os times designados trabalhem com a máxima produtividade e eficiência.

O sistema promove uma visão integrada das atividades mais importantes e da performance dos envolvidos, emitindo lembretes proativos das atividades programadas. Quando as tarefas estão bem alinhadas e, por consequência, os profissionais as executam com consciência e engajamento, o resultado tende a ser amplamente positivo.

E mais: para acompanhá-los de perto, o gestor consegue visualizar indicadores estratégicos e reúne insights importantes para administrar projetos e negócios com mais segurança.

Dentre os benefícios que o PB confere aos líderes da alta produtividade, portanto, destacam-se:

  • economia com os custos do projeto (controlando prazos e evitando ônus de atraso, por exemplo);
  • melhora na qualidade dos entregáveis, uma vez que designa os profissionais adequados a cada tarefa;
  • aumento da satisfação dos seus clientes, que reconhecem a eficiência do serviço prestado;
  • registro de todas as etapas do projeto, evitando falhas de comunicação e possíveis deficiências na prestação;
  • facilidade em fazer reports para outras áreas, melhorando o fluxo de informação;
  • controle assertivo de todo o projeto, com visualização ampla de recursos e estimativas de tempo (considerando performance e competências).

Não seria equivocado dizer, por fim, que o Project Builder figura como uma ferramenta altamente eficiente para a alocação de recursos em projetos. A utilização do software para controlar as rotinas do negócio é determinante para prover resultados cada vez mais significativos e duradouros. Invista!

O conteúdo foi útil e despertou em você a vontade de começar a fazer diferente? Uma resposta positiva é o que seu negócio precisa para crescer ainda mais. Entre em contato conosco e veja como podemos ajudá-lo!

gestão de atividades

5 dicas para a otimização da gestão de atividades de um projeto

Quem pensa que dar conta da gestão de atividades que envolvem a execução de um projeto é coisa fácil está enganado. Em um mar de tarefas que podem se desdobrar em outras ainda mais complexas, o gestor precisa correr contra o tempo para garantir suas entregas. Não por acaso, muitas vezes, chega a parecer que nada está dando certo, não é verdade?

Quem deseja administrar as etapas de um planejamento e não conta com as ferramentas e os conselhos mais adequados pode acabar em um buraco sem fim. Prazos estourados e insatisfação do cliente não são resultados difíceis de se encontrar no mercado.

Mas não fique desanimado! Neste post, trazemos cinco dicas incríveis que podem melhorar a gestão de atividades em seu projeto, oferecendo mais segurança, produtividade e eficiência! Vamos lá?

1. Aprenda a priorizar as tarefas

Saber como sequenciar seus afazeres é prioridade máxima. Talvez você pense que já sabe como fazer isso, mas sempre vale a pena revisar os nossos próprios conceitos, não é mesmo?

A listagem das atividades de acordo com a urgência é uma habilidade essencial para o gestor de projetos, uma vez que abre caminho para um controle aprimorado dos prazos.

A entrega dentro do deadline é um dos fatores que mais impacta na satisfação do cliente. Portanto, passar a maior parte do dia resolvendo tarefas menos aquecidas enquanto as mais quentes estão a ponto de explodir não vai adiantar.

Tarefas comuns podem ganhar um prazo estipulado. As rotineiras podem ser sequenciadas. Já as tarefas urgentes não têm prazo. Elas precisam ser feitas ontem. Portanto, saiba identificar o que precisa ser feito no momento e o que pode ser deixado para depois.

2. Saiba dividir as tarefas maiores

Se você acompanha nosso blog, já deve ter lido sobre esse princípio antes. Fazemos questão de citá-lo porque o número de gestores que sofrem por não conseguir controlar a entrega de tarefas gigantes é muito alto. Se uma mercadoria pesada pode ser dividida em pedaços mais leves, não faz sentido sofrer para carregar todo o peso sozinho.

No dia a dia do profissional que lida com esse tipo de trabalho, a exigência por entregas em períodos cada vez menores parece virar tendência. O mercado urge e, dependendo do segmento, um atraso de algumas horas pode ser significativo na satisfação do cliente.

Acredite, saber dividir é um passo de extrema importância para a produtividade de equipes. Quebre as atividades grandes em grupos menores, delegando-as de acordo com o nível de complexidade, o prazo e a habilidade do colaborador.

3. Conte com recursos tecnológicos

Quem quer ganhar pontos na gestão de atividades não pode ignorar o poder da tecnologia. Em plena era da informatização, as alternativas inteligentes para manter sua equipe focada nas atividades prioritárias são variadas. E mesmo que você ainda torça o nariz para as novas tendências, talvez esteja na hora de experimentar.

Hoje em dia, os recursos se integram da melhor maneira possível. O mercado está repleto de plataformas que prometem acesso atualizado às informações mais relevantes, praticamente de qualquer lugar.

Quando você enxerga o avanço tecnológico como um aliado da sua gestão, os ganhos chegarão com maior velocidade, aumentando a eficiência do negócio, desburocratizando processos e oferecendo praticidade para as tarefas acessórias.

O controle do fluxo de atividades também é um benefício excelente proveniente dos softwares de gestão mais aplicados. Na mesma linha, a interação de membros do time distanciados geograficamente é outra vantagem fantástica.

O que era muito difícil e caro no passado, agora é bem mais acessível para a maioria das indústrias. Abra seus horizontes e aprenda a confiar na informatização para gerir a informação de forma mais assertiva.

4. Mantenha o foco da equipe bem ajustado

Uma equipe improdutiva é uma das piores despesas que qualquer organização pode ter. Em uma situação como essa, a empresa perderá ao custear a folha de pagamento investindo em uma equipe que não dá retorno. Salários, benefícios, RH e por aí se vai o dinheiro…

Uma equipe desejável é aquela que se preocupa em alcançar suas metas. Contudo, quem é capaz de se manter motivado quando não sabe aonde quer chegar? Dentro de uma instituição, a falta de objetivos claros não funciona para as pessoas.

Como gestor, você precisa manter o compromisso com a atualização diária das metas, ajustando o que deve ser feito todos os dias e verificando o andamento das atividades dentro do mesmo expediente.

Se o caminho está claro para todos, mas não está sendo trilhado, então o problema é a falta de foco. Nesse caso, não ignore os desvios. Procure ouvir os membros da equipe e ter tato para influenciar as pessoas de forma positiva.

Lembre-se que você precisará provar o quanto o grupo evoluiu em direção ao alcance das metas. Assim, redirecione as forças da equipe visando à fluidez da rotina de trabalho.

5. Revise para melhorar os processos

Como sabemos, o trabalho com a gestão de projetos é uma questão de herança. Toda vez que você investe na elaboração de um novo plano, é certo que a empresa herdará ainda mais conhecimento e esboços para os próximos contratos.

Nesse processo de crescimento gradativo, a revisão deve ser uma prática constante. Por mais que você ache que se lembra de todos os pontos fortes e fracos do projeto concluído, vale a pena voltar atrás e listar seus aprendizados. Nesse momento, você pode fazer algumas perguntas.

  • O que me fez ganhar tempo?
  • O que deu errado? Por quê?
  • Todos os prazos foram cumpridos?
  • Quais membros da equipe mais se destacaram?
  • Segui meu esboço integralmente?
  • Havia espaço suficiente no cronograma para contornar possíveis crises?
  • Se pudesse voltar atrás, o que eu faria de forma diferente?

Aproveite para analisar suas entregas e a priorização de tarefas que você categorizou como urgentes. O processo de revisão vai fazer com que cada projeto seja otimizado, identificando tudo o que tirou você e sua equipe do foco.

Depois disso, bola para frente. É hora de encarar o próximo projeto com uma bagagem mais ampla e carregada de experiências que o ajudarão a se esquivar de acidentes e mancadas. Você vai chegar lá!

Temos o compromisso de auxiliar você a melhorar não só a gestão de atividades, mas também todos os processos que poderão fazer de você um gestor melhor. Assine nossa newsletter e receba o melhor do nosso conteúdo em sua caixa de e-mails!

gestão de custos e receitas

Afinal, por que é importante a gestão de custos e receitas de um projeto?

A gestão de custos e receitas é um dos maiores desafios de gestores durante a execução de projetos corporativos. Fatores como erros operacionais, desperdício de recursos e atrasos podem comprometer o orçamento do negócio e prejudicar o retorno que é obtido sobre o seu investimento.

Nesse cenário, os processos preventivos são fundamentais para que o gestor possa preparar-se para lidar com cada problema e, assim, garantir o sucesso de uma iniciativa.

Quando falamos de gastos excessivos, a prevenção de desperdícios é feita por meio dos processos de gestão de custos e receitas. Esse conjunto de estratégias reduz riscos, evita desperdícios e garante que o orçamento seja seguido a risca. Se você quer saber mais sobre o tema, continue a leitura!

A importância da gestão de custos e receitas

Projetos corporativos podem ter problemas ocasionados por um grande número de fatores. O excesso de gastos, por exemplo, pode ser um dos mais graves. Quando ele ocorre, a companhia estoura o seu orçamento e diminui a sua capacidade de adaptar-se a mudanças.

Em outras palavras, sem um autocontrole de custos, os projetos de um negócio podem não atingir os resultados esperados. Os recursos necessários para executar as etapas ausentes, em muitos casos, podem faltar. Assim, o retorno obtido com a iniciativa cai, prejudicando a competitividade da companhia.

É nesse cenário que surgem os processos de gestão de custos e receitas. Eles são estruturados para que empresas possam identificar a viabilidade de uma iniciativa, reduzir desperdícios e manter as finanças equilibradas. Além disso, o custo final do projeto cai, dando ao negócio mais margem para investir em novas soluções e ofertar serviços mais fáceis de serem adquiridos.

Política de controle de custos

Uma política de controle de custos é feita a partir de três bases. Juntas elas permitem ao negócio ter um planejamento mais abrangente e eficaz. São elas a definição das estimativas de custos, a determinação do orçamento base e a aplicação dos processos de controle de gastos, que podem ser definidas da seguinte forma:

  • no cálculo de estimativas, o negócio levanta informações sobre tudo o que será necessário para a execução do projeto, inclusive os custos para lidar com os riscos identificados;
  • a determinação de um orçamento transparente, objetivo e direto;
  • a aplicação e o monitoramento de estratégias para controle de gastos.

A primeira etapa facilita a identificação de pontos de atenção e fatores de riscos que possam comprometer o sucesso do projeto. Muito focada em análise de dados, ela dá ao gestor as bases para que ele tenha uma visão abrangente sobre todos os custos que podem influenciar os gastos da empresa.

Na definição do orçamento, a colaboração é um ponto chave. Com ela, o gestor conseguirá definir a quantidade (e o destino) de recursos necessária para atingir os objetivos da iniciativa.

Mas lembre-se que essa etapa sempre deve ser feita tendo como base os dados levantados no cálculo de estimativas. A empresa deve utilizar tais informações como um fator estratégico para calcular a quantidade de recursos necessária em cada etapa e, assim, evitar a falta de verba para a compra de materiais.

Por fim, a aplicação das estratégias de gestão de custos deve ser vista como um processo contínuo. Quando ela ocorre, a equipe consegue trabalhar com mais qualidade, corrigindo erros rapidamente. O gestor terá um forte controle dos fatores que influenciam o sucesso do projeto e já terá medidas prontas para atacá-los.

Vantagens de se possuir uma boa política de gestão financeira

Uma boa política de gestão de custos e receitas pode trazer uma série de vantagens para a empresa. Confira as principais e saiba porque adotar essa estratégia em seus projetos pode ser uma boa ideia!

1. Maior controle da rentabilidade do negócio

Toda empresa busca maximizar a sua rentabilidade. E eliminando desperdícios por meio de uma boa gestão de custos, o negócio pode aumentar o retorno sobre os seus investimentos facilmente, uma vez que gastos imprevistos ou desnecessários serão evitados.

2. Possibilidade de resolver rapidamente contratempos

A gestão de custos e receitas trabalha com a criação de uma série de mecanismos de controle. Dessa forma, se algum erro ou imprevisto ocorrer, os profissionais terão como solucionar as ocorrências de maneira rápida, evitando o aumento dos prejuízos.

3. Rotinas de tomada de decisão mais eficazes

Quando o planejamento é otimizado, a companhia pode otimizar as suas rotinas de tomada de decisão. Os gestores terão dados mais precisos e atualizados sobre todos os fatores que envolvem a lucratividade de cada etapa. Assim, eles podem desenvolver projetos com mais qualidade e precisão, adotando as melhores estratégias para atingir os objetivos esperados.

4. Diminuição de riscos

O controle de custos aplicado à gestão de projetos reduzirá grande parte dos riscos que podem impedir o seu sucesso. A empresa saberá exatamente todos os fatores que influenciam na lucratividade da iniciativa e, assim, conseguirá fazer um planejamento orçamentário de alta qualidade. Dessa forma, os riscos de imprevistos afetarem os seus processos será muito menor.

Utilizando a tecnologia para otimizar processos de gestão de custos e receitas

No ambiente corporativo, a tecnologia pode ter um papel chave para que empresas consigam otimizar as suas políticas de gestão de custos e receitas. Ferramentas de gestão de projetos permitem que o gestor acompanhe com alta precisão os gastos de todas as áreas, evitando erros e gargalos operacionais. Além disso, desperdícios são encontrados com mais facilidade e exatidão, evitando prejuízos.

Com softwares de comunicação e armazenamento de dados na nuvem, a empresa também pode eliminar parte dos seus gastos operacionais. A troca de informações estratégicas será mais ágil e precisa. E com erros de comunicação sendo menos frequentes, os índices de retrabalho caem.

Além disso, as soluções para monitoramento e distribuição de tarefas auxiliam gestores a acompanhar a evolução de cada rotina em tempo real. Os processos serão distribuídos com mais agilidade e precisão, evitando falhas no dia a dia da companhia. Assim, a empresa pode atingir os seus resultados com maior facilidade, sem comprometer o seu orçamento.

Além das práticas citadas, existem uma série de outras estratégias que podem ser implementadas para otimizar os processos de gestão de custos e receitas. Conheça as melhores no nosso blog!

controle de prazos

A importância do controle de prazos em projetos

Em um projeto, conseguir gerenciar o tempo é um dos principais desafios de um gestor. Não raramente, o grande número de tarefas a serem executadas faz com que o controle de prazos seja deixado em segundo plano.

No entanto, por causa de atraso no cumprimento de marcos contratuais, uma série de prejuízos pode ser ocasionada, como maior consumo de recursos, desgaste da equipe e, em casos mais severos, o cancelamento do projeto.

É válido ressaltar que toda atividade tem seu tempo determinado dentro do fluxo de um projeto. Sendo assim, é preciso criar um planejamento eficaz, que seja capaz de antecipar os riscos e permitir que a execução do empreendimento ocorra sem maiores problemas.

Interessou-se pelo assunto? Então, continue a leitura deste artigo e saiba mais sobre a importância do controle de prazos em projetos. Não deixe para depois, hein?

Controle de prazos e o lado financeiro

O controle dos prazos é fundamental para a saúde financeira de uma empresa. O atraso gerado na entrega de um projeto pode ocasionar multas e outras sanções por parte de seus clientes, além de manchar a imagem da empresa perante o mercado.

Além disso, o controle financeiro é responsável pelo pagamento de todas as contas em dia, evitando que a empresa se torne inadimplente e corra o risco de sofrer algumas penalizações, como restrição de compra, CNPJ negativado, entre outros.

O controle financeiro também fica encarregado de garantir a correta utilização dos recursos monetários, certificando-se do pagamento de débitos, viabilizando verba para capital de giro e propiciando investimentos e crescimento sustentável para o negócio.

Por fim, é válido lembrar que o controle de prazos de um projeto está diretamente ligado a um controle financeiro eficiente, o qual é crucial para que a empresa esteja em dia com toda a documentação para o seu pleno funcionamento (alvarás, licenças etc.).

Equipe mais engajada

Definir um cronograma para a execução das atividades é importantíssimo para promover um maior engajamento da equipe. A melhor maneira para estabelecer um controle de prazos é contar com a opinião dos profissionais envolvidos no projeto.

Assim, todos podem apresentar seu ponto de vista e pontuar as principais dificuldades encontradas nas tarefas. A experiência dos colaboradores é de grande valia para a elaboração de um cronograma mais próximo da realidade.

A inclusão de todos os membros da equipe também torna-se indispensável para facilitar o processo de atribuição de responsabilidades. Logo, toda a empresa sente-se responsável pelo resultado final do projeto, ajudando nas ações de controle de prazos na execução das atividades e garantindo o sucesso do empreendimento.

Resolução rápida de problemas

Outra vantagem do controle de prazos em projetos é a possibilidade de se resolver os problemas rapidamente. Como já destacado, um bom controle de prazos exige um planejamento detalhado.

Para se detalhar um planejamento, é preciso estimar corretamente o uso dos recursos para as atividades e suas respectivas durações. Durante o processo de atribuição dos recursos, é possível conhecer todos os materiais, equipamentos e pessoas que serão necessários para a materialização do projeto.

A partir disto, é possível passar para o planejamento da execução do projeto, definindo os turnos de trabalho, identificando a possibilidade de atividades serem realizadas simultaneamente, entre outras ações.

Portanto, o gestor conhecerá detalhadamente todo o projeto, bem como seus recursos, seus aspectos contratuais e suas características específicas. Dessa forma, torna-se possível resolver os problemas rapidamente, evitando que o prejuízo causado por eles seja muito grande.

Compromissos factíveis

O controle de prazos em projetos também é de fundamental relevância para que a empresa possa assumir compromissos factíveis. Saber a exata duração de cada uma das etapas evita que o gestor assuma prazos inexequíveis, prejudicando o negócio.

Dessa forma, a empresa poderá contar com disponibilidade suficiente para executar suas atividades, tendo tempo hábil para a prestação de um serviço de qualidade, que atenda às expectativas dos clientes.

Com isso, sua imagem é diretamente beneficiada, uma vez que não são repassados prazos desafiadores. A equipe de projetos também sente-se valorizada, já que pode contar com tempo adequado para a realização de suas atribuições, a fim de oferecer a prestação do melhor serviço possível.

Atenção aos riscos

Um processo de controle de prazos eficiente só pode ser realizado se houver uma gestão de riscos poderosa. Em uma obra, por exemplo, determinar a interferência das chuvas é fundamental para o sucesso de um empreendimento.

Independentemente do tipo de projeto, conseguir controlar todos os aspectos e garantir que a realização das atividades ocorra sem nenhum contratempo ou dificuldades é quase impossível. Contudo, todas essas situações podem ser extremamente prejudiciais para o controle de prazos.

Existem ainda outras questões que podem prejudicar o andamento das atividades. Situações mercadológicas e decisões governamentais, por exemplo, são elementos que fogem do campo de atuação do gestor, mas podem ter um impacto significativo.

Pode-se dizer, inclusive, que não é possível ter um controle de prazos eficiente sem gerenciar os riscos. Porém, é válido lembrar que os riscos podem ser situações negativas, que devem ser mitigadas, ou positivas, que necessitam ser potencializadas.

Uso da tecnologia

A tecnologia deve ser vista como uma grande aliada do gestor de projeto. A cada dia, as inovações tecnológicas estão se tornando mais presentes no nosso cotidiano.

Nesse contexto, existem softwares voltados para a gestão que facilitam a administração de um projeto e seu respectivo controle de prazos. O uso desse tipo de programa permite a organização das informações (atividades, prazos, expectativas dos clientes, particularidades do projeto) e a integração dos principais stakeholders, por exemplo.

Além disso, é possível aumentar a produtividade das equipes, prover uma melhor estruturação do processo de gestão de projetos, facilitar o processo de tomada de decisão, otimizar recursos e fornecer dados suficientes para que o gestor tome as ações necessárias visando evitar uma crise ou ações de um risco.

Utilizar esses recursos em um projeto pode ser de grande valia para a empresa, garantindo o correto controle dos prazos e melhorando, consideravelmente, os resultados do negócio. Vale a pena testar!

Então, gostou do nosso artigo? Esperamos que as informações apresentadas sobre controle de prazos tenham sido válidas para você. Caso tenha ficado com alguma dúvida ou está interessado em saber mais detalhadamente sobre as soluções em gestão de projetos que temos para oferecer, entre em contato conosco! Estamos prontos para atendê-lo!

visibilidade de prazos

O que fazer para ter mais visibilidade de prazos de um projeto em andamento?

Na realidade da construção de projetos, a administração do tempo é um dos maiores desafios para qualquer gestor. Entre tarefas sequenciadas e cronogramas acirrados, as responsabilidades são muitas e a falta de visibilidade de prazos pode fazer com que tudo desande.

Como sabemos, o dia a dia de quem trabalha com essa gestão específica requer equilíbrio pessoal e profissional para lidar tanto com a equipe quanto com os clientes. Não é pequeno o número de empresas que enfrentam dificuldades no cumprimento de deadlines, desempenhando tarefas com atraso continuamente.

Como consequência, os atrasos funcionam como uma porta para problemas ainda maiores, como o desgaste do time, o maior consumo de recursos e, na pior das hipóteses, o cancelamento ou não cumprimento do projeto.

Se tem problemas com isso e quer melhorar a visibilidade de prazos em sua empresa, este artigo é para você. Listamos dicas que poderão reverter o seu quadro, garantindo pontualidade com passos práticos. Vamos lá?

Use a tecnologia como aliada para cumprir os prazos

Confiar na sua memória ou na de outras pessoas não é a melhor forma de controlar prazos. Tampouco gerir post-its fixados na frente do computador. Apostar em uma ferramenta informatizada é uma das melhores alternativas para quem deseja assumir o controle sobre as atividades de um projeto, enxergando o limite de tempo com mais clareza.

Ao utilizar a tecnologia como aliada, o gestor passa a lidar com informações mais assertivas, sem precisar trabalhar com achismos. Trata-se de saber imediatamente quais atividades estão em atraso, quais estão no limite do tempo e quais contam com vantagem para a conclusão.

Uma boa dica é criar alertas via e-mail para os membros da equipe. Com foco na otimização de resultados, essa solução simples já pode garantir que ninguém fique desavisado.

Tenha um escopo bem definido

Sabe quando a ideia inicial é traçada, mas ela vai se adaptando às consequências? Muda, altera, constrói mais um prédio, levanta um “puxadinho”, os recursos acabam, os prazos se extrapolam…

A falta de um escopo bem definido é um dos grandes problemas que impedem a boa gestão das entregas. Isso acontece porque quando você não sabe muito bem para onde ir, acaba incluindo etapas sem planejamento, perdendo as rédeas do objetivo central.

O esboço mal planejado só tende a trazer influências negativas para o projeto, principalmente no cumprimento dos prazos. Sendo assim, valorize essa etapa, fazendo questão de desenhar um escopo com metas claras, atividades sequenciadas e abordagem profunda quanto aos processos e riscos da realização do projeto.

Utilize gráficos de acompanhamento

Na correria do cotidiano, interpretar dados numéricos nem sempre é uma opção na qual o gestor quer empregar seu tempo. Nesse sentido, quanto mais didático você for, melhor será para você e sua equipe.

Investir em um sistema ou em uma planilha que facilite seu processo de interpretação das informações é uma escolha que renderá frutos como otimização do tempo e monitoramento facilitado.

Lembre-se que, como gestor, o ideal é que você sempre possa visualizar um panorama do progresso do projeto. Dessa forma, você poderá checar o andamento das tarefas conforme o que foi combinado no cronograma, assumindo um controle mais eficaz tanto dos prazos de conclusão quanto dos responsáveis pelo trabalho delegado.

Distribua as tarefas de forma estratégica

Por falar em delegar trabalho, essa é uma prática saudável que precisa acontecer dentro da empresa de forma inteligente e frequente. A distribuição de tarefas o ajudará a desfragmentar um emaranhado de atividades, fazendo com que sua equipe tenha a oportunidade de se desenvolver.

As pessoas só se sentirão responsáveis pelo projeto quando receberem tarefas específicas e compreenderem com clareza aquilo que se espera delas. Com isso em mente, determine o deadline, o responsável e o resultado aguardado para cada ação. Junto a isso, não esqueça de refletir bem na hora de delegar. Conheça os membros do time e separe as tarefas de acordo com as habilidades de cada um.

Uma boa dica que pode evitar retrabalhos e atrasos é investir um tempo para conferir se as pessoas realmente entenderam aquilo que você solicitou. Seja estratégico ao se certificar de que o colaborador sabe o que precisará fazer e entregar. Um simples feedback pode poupar um trabalho tremendo.

Quebre tarefas maiores

Como você deve saber, esse ensinamento é uma das bases na construção de um projeto. No entanto, muitos gestores sofrem por não conseguirem controlar a entrega de megatarefas que parecem nunca ter um fim. É como se eles estivessem tentando carregar um palco que poderia ser transportado em pedaços.

Divida para conquistar. Desapegue, delegue, separe as atividades grandes em grupos menores de acordo com nível de complexidade e prazo. Isso o auxiliará a cumprir as dicas acima, como a delegação entre a equipe e o acompanhamento dos gráficos.

Na rotina do profissional que lida com esse tipo de trabalho, a exigência por entregas em períodos cada vez menores parece virar tendência. O mercado urge e, dependendo do segmento, um atraso de algumas horas por ser significativo na satisfação do cliente. E você não precisa dar conta de tudo sozinho.

Faça reuniões evidenciando resultados

Realizar reuniões para alinhar o andamento do escopo e identificar desvios e tratá-los é uma prática que precisa fazer parte do seu cotidiano. Além de ajudar a compreender o sequenciamento, os encontros podem ser proveitosos para a motivação das pessoas envolvidas.

Para conseguir esse benefício, que tal um truque de gestor? Busque deixar suas reuniões para dias e horários em que os colaboradores estão menos sobrecarregados.

Afinal, você precisa que as pessoas participem do momento. Se a reunião for vista como um evento chato ou desnecessário, você perderá muitos pontos.

Provar para o time que os resultados estão sendo conquistados por conta dos constantes alinhamentos em reuniões é a melhor forma de combater essa percepção de desperdício de tempo. Aproveite para indicar os avanços obtidos desde o último encontro.

Não feche os olhos para os riscos

Por último mas não menos importante, os imprevistos. Por mais que você se dedique ao cronograma, planejando todas as etapas e prevendo os períodos conclusivos, sempre existirão aqueles acontecimentos que independem da sua vontade.

Contratempos podem estragar o seu planejamento e a culpa por não prevê-los, na maioria das vezes, será atribuída a você. Portanto, considere todos os fatores que fogem à gerência do projeto.

É claro que você não pode controlar tudo o que acontece no mercado ou na empresa. Mesmo assim, a atenção voltada para o reconhecimento de riscos poderá dar o tempo necessário para gerenciar uma crise.

Acompanhe os recursos financeiros, humanos e materiais bem de perto. Não confie apenas em sua intuição, mas invista em um levantamento efetivo das pessoas e de ferramentas disponíveis. Assim, você poderá fugir o máximo possível dos contratempos. Se o projeto atrasou, sempre tem uma forma de se resolver.

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gestão de prazos

Gestão de prazos e escopo: como o software Project Builder pode ajudar

Se você é gerente do escritório de projetos (PMO), sabe que a gestão de prazos e escopo é um dos grandes desafios do cargo. O alto volume de informações e as reuniões frequentes muitas vezes tornam o cenário caótico, o que exige agilidade e precisão. É nesses aspectos que a Project Builder (PB) ajuda seu negócio.

A empresa oferece software de gerenciamento de projetos, programas e portfólios, totalmente adequado a negócios de pequeno, médio e grande portes. Com a solução apropriada, você conquista diferentes benefícios.

Porém, há muitas questões a considerar, como fatores que potencializam a falta de controle e visibilidade de prazos e diferenciais oferecidos. Neste post, apresentaremos essas e outras informações para você entender por que deve fazer a escolha certa para sua empresa.

Vamos lá?

Quais fatores potencializam a falta de controle e visibilidade da gestão de prazos em projetos?

Toda atividade gerenciada pelo PMO exige monitoramento constante. Porém, na prática é comum ocorrerem atrasos nas atividades. Consequentemente, os prazos são descumpridos e a ausência de controle de uma etapa impacta diretamente a próxima.

Para mudar essa situação, é imprescindível conhecer os fatores que a ocasionam. Conheça os principais deles adiante.

Descentralização das informações

A falta de consolidação dos dados dificulta o acompanhamento por parte do gestor, que precisa procurar as informações em vários lugares. Assim, as cobranças aos stakeholders são menos precisas e a identificação de obstáculos é reduzida.

Esse contexto também contribui para a falta de previsibilidade e controle da execução das atividades. O resultado? Os gargalos se acumulam e pode haver interrupção das atividades.

Falta de comunicação

O brasileiro tem uma cultura de evitar o monitoramento constante. Essa atitude gera lacunas no preenchimento de informações, que dificultam ainda mais o acompanhamento das atividades. A falta de alimentação do sistema também interfere na eficiência das etapas.

Com o software da Project Builder, há uma notificação automática por e-mail ou no ambiente do sistema indicando quando alguma tarefa foi esquecida. Assim, o gestor consegue visualizar o atraso e verificar o que está acontecendo, realizando uma gestão de prazos e escopo com eficácia.

Ausência de planejamento adequado

O gestor e os colaboradores precisam analisar os prazos com clareza para que o planejamento seja seguido. Também é possível gerar um histórico de aprendizados e modelos predefinidos de projetos, que auxiliarão nas próximas etapas.

Qual a importância da gestão de prazos e de escopo em um projeto?

O gerenciamento de projetos foca três elementos principais: qualidade, lucratividade e satisfação do cliente. Esse tripé pode ser trabalhado a partir da metodologia tradicional ou da ágil. No primeiro caso, o plano é voltado para empreendimentos grandes e complexos. Por isso, é fundamental fazer uma estimativa inicial dos prazos.

A Project Builder trabalha com esse viés por meio da ferramenta PM Canvas. A solução consiste em um framework que permite ao gestor integrar a equipe para contribuir nas etapas, desde a montagem das premissas até a determinação dos prazos de entrega.

Por meio do Canvas, o gestor visualiza as atividades necessárias e reúne os stakeholders para o cumprimento das etapas dentro da previsibilidade de riscos. É o caso, por exemplo, de uma mineradora que explorará uma mina em Manaus. O volume de chuvas na região é elevado entre janeiro e março, e essa informação deve constar no planejamento. Caso contrário, as obras tendem a atrasar.

Nesse cenário, é válido compreender que o escopo reúne todas as atividades. Já os prazos determinam o começo e o fim do escopo. Por isso, existem casos em que o projeto cumpre o período de execução, mas está atrasado em relação ao outro viés.

Essa situação exige um replanejamento. Isso pode ser feito com a ferramenta da Project Builder de gestão de mudanças ou pendências, que integra a equipe e avisa sobre o atraso. Isso evita o impacto nos custos e no cronograma, problemas destacados pela PMI ao abordar a gestão eficaz de escopo do projeto.

De que maneira a Project Builder atua para melhorar e qualificar essas questões?

Manter um software de gestão de projetos traz vários benefícios ao seu negócio. Uma pesquisa divulgada — e disponibilizada em artigo do LinkedIn — destaca que as melhorias obtidas são bastante significativas.

Os dados indicam que houve um aumento significativo na taxa de sucesso em termos de prazo, orçamento, lucratividade, satisfação dos clientes e da alta administração:

  • Lucratividade: aumento em 49% dos projetos;
  • Conclusão dentro do prazo:  62% dos projetos;
  • Orçamento dentro do previsto: 43% dos projetos;
  • Entrega do escopo previsto: 100% dos projetos;
  • Satisfação dos Clientes: 60% dos projetos;
  • Satisfação da alta administração: 70% dos projetos.

Essas informações comprovam que, sem uma ferramenta adequada, a metodologia é ineficiente. Da mesma forma, torna-se inviável ter a solução sem o método. Ambos são complementares e levam ao sucesso.

Nesse contexto, os benefícios na gestão de prazos e escopo apresentados pelo software apropriado são:

  • centralização dos dados;
  • visualização macro de todos os projetos;
  • redução de custos, porque a empresa deixa de pagar multas por atrasos na entrega, por exemplo;
  • melhoria na qualidade dos entregáveis;
  • aumento da satisfação dos clientes;
  • integração maior da equipe, porque há uma previsibilidade de atrasos com a compreensão dos motivos reais para essa situação;
  • registro de todas as etapas do projeto;
  • facilidade em reportar dados para outras áreas.

Resumindo, as entregas são realizadas dentro do escopo e do prazo. Com isso, a empresa consegue aumentar seu retorno sobre o investimento (ROI). Também é relevante para algumas questões específicas, como:

Gestão de marcos do projeto

Esses pontos significativos devem ser reportados aos stakeholders para aumentar a visibilidade do cumprimento das etapas. Eles podem ser executivos, financeiros ou marcos-chave, que se referem ao fim do planejamento, disponibilização de recursos, conclusão do design etc.

Acompanhamento do trabalho

O gráfico de Gantt é um recurso bastante recomendado, porque segmenta as tarefas, distribui responsabilidades, define prazos, gera interdependência de atividades e controla o desenvolvimento. Assim, é possível verificar as predecessoras do projeto e avaliar seu andamento.

Geração de insights para a estratégia empresarial

A ferramenta de Business Intelligence (BI) facilita a coleta de dados estruturados e não estruturados para facilitar as tomadas de decisão estratégicas. Também é possível verificar como o trabalho impacta as métricas de negócio, como aumento de faturamento, ROI, ciclo de inovação e redução de custos operacionais.

Edição com a Estrutura Analítica de Projetos (EAP)

Essa funcionalidade simplifica o planejamento de projetos. Assim, é possível decompor a estrutura analítica, criar dependências e definir datas para as atividades, agilizando todo o processo.

Quais diferenciais o Project Builder oferece?

A PB trabalha diferentes aspectos para oferecer ao cliente exatamente o que ele precisa. Nesse cenário, os principais pontos de diferenciação são:

Solidez da solução

A ferramenta disponibilizada é robusta e consolidada. Por meio dela, o gestor pode planejar e assegurar a potencialização dos benefícios listados.

Integração

A solução da Project Builder permite sua associação ao MS Project, o software mais utilizado para o planejamento de projetos.

Colaboração

Os colaboradores conseguem se comunicar no ambiente disponibilizado pela ferramenta, o que permite um trabalho mais alinhado entre as equipes.

Qualidade do serviço

Uma das maiores preocupações da Project Builder é o sucesso do cliente por meio da ferramenta. Por isso, são feitas diferentes análises e um acompanhamento próximo que assegure esse objetivo.

Gestão de prazos do caminho crítico

O caminho crítico é quando há atividades sequenciadas que estão em atraso e, portanto, impactam negativamente o projeto. Um exemplo bem simples a título de comparação é fazer uma vitamina de banana.

A bebida requer a fruta, leite e um liquidificador. Se possui dois elementos — ou entregáveis —, mas o terceiro está em falta devido a um atraso, é impossível fazer a vitamina na hora certa. Em outras palavras, o produto final atrasa, porque você nem pode recorrer a uma alternativa.

Em uma situação como essa, a Project Builder apresenta ao gestor um relatório de caminho crítico e as atividades que o compõem. Com isso, o gerente pode analisar a notificação das tarefas e ser lembrado antecipadamente.

Opção de tela configurável

Essa possibilidade permite que, ao entrar no sistema, o usuário veja essa tela, que mostra as atividades mais relevantes a serem acompanhadas no dia.

Além de todos esses diferenciais, há vários relatórios, como Curva S, que apresenta o andamento das atividades executadas até o momento e como devem ficar até o final do projeto a partir da consideração do que é desenvolvido. Por fim, há cronogramas, gráficos e outras ferramentas.

Assim, fica claro que a Project Builder tem uma solução adequada para seu negócio. Então, por que não aproveitar essa oportunidade?

Entre em contato com um de nossos consultores e conheça mais sobre nossas ferramentas e planos!