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Autor: Braun

documentação de projeto

Saiba como fazer uma boa gestão de documentação do projeto

Como a documentação de projeto é feita na sua empresa? A gestão das informações que envolvem a execução das atividades em um projeto corporativo é um ponto-chave para a empresa.

Com a documentação de projeto bem organizada, uma série de processos ganhará performance e qualidade. Será mais fácil para os stakeholders identificar o que levou os gestores a tomarem determinadas decisões, como a gestão da equipe está sendo direcionada e os desafios enfrentados. Assim, a comunicação entre a empresa e o cliente ganha qualidade e o trabalho entregue apresentará melhores resultados.

Mas quais são os documentos mais importantes de uma documentação de projeto corporativo? Confira na nossa lista abaixo!

WBS

O WBS é um documento fundamental para quem quer fazer uma boa gestão de projetos. Esse é um documento gráfico, em forma de árvore, em que são listados todos os pontos de trabalho de cada etapa.

Em outras palavras, cada “galho” de uma árvore do WBS possui uma tarefa principal e, suas “folhas”, os profissionais e recursos necessários para a sua execução. O uso do WBS na documentação do projeto facilita a gestão das rotinas de trabalho, além de melhorar o controle do escopo. Qualquer mudança será facilmente identificada e os profissionais conseguirão manter um maior controle sobre a distribuição das atividades diárias.

Estimativas

Todo projeto deve ter um documento com as estimativas listadas. Isso facilita a distribuição de recursos, evita gargalos e torna os custos de todas as etapas mais precisos. Além disso, o cálculo de prazos será mais inteligente e conectado com aquilo que os profissionais conseguem entregar.

Em uma documentação de projeto, o documento que lista as iniciativas deve conter itens como os custos de cada processo, o número de profissionais que estarão envolvidos em cada etapa e os prazos de cada atividade. Assim, as ações tomadas para definir os processos serão mais inteligentes e capazes de evitar problemas na rotina do projeto.

Cronograma

A gestão de cronograma é um grande desafio para gestores de projeto. Quando bem executada, ela garante que atrasos não ocorram e, consequentemente, que os resultados sejam entregues no prazo, sem desperdício de recursos.

Na documentação de projeto, o documento que lista o cronograma deve conter as atividades de cada etapa, os responsáveis, os prazos, o tempo de duração e os times envolvidos. Ele pode listar as rotinas de todos os times de maneira centralizada ou ser direcionado para cada equipe. Em todos os casos, é importante que esse documento seja transparente, facilitando a organização de times e a distribuição de responsabilidades ao longo do projeto.

Status report

O acompanhamento do status do projeto é uma rotina regular. E, nesse cenário, o status report é o documento gerado regularmente para que os stakeholders possam acompanhar a evolução das atividades e, assim, avaliar se existem problemas na entrega de resultados.

Em uma documentação de projeto, o status report deve ser feito tanto para acompanhamento interno quanto junto ao cliente. É importante, em ambos os casos, que ele tenha itens como:

  • um indicador para avaliar a aderência aos prazos do projeto;
  • um indicador para mensurar a aderência aos custos previstos para a execução do projeto;
  • o cronograma atualizado das atividades;
  • as principais realizações feitas até o momento;
  • os problemas que foram encontrados durante a execução do projeto e foram solucionados;
  • os desafios que ainda não foram solucionados;
  • o tratamento que foi dado aos riscos;
  • as próximas etapas e atividades do projeto;
  • um resumo do plano de ação para entregar os próximos resultados esperados para o projeto.

O status report também pode fazer uma avaliação a partir do último relatório que foi entregue aos stakeholders. Isso permite que o time identifique, de maneira mais abrangente, a evolução do projeto a partir da resolução de pendências e desafios encontrados anteriormente. Assim, será mais fácil avaliar a evolução do projeto e como os recursos disponibilizados estão sendo utilizados.

Declaração de escopo do projeto

A definição e gestão do escopo de um projeto pode ser um desafio para vários gestores. Com o apoio da declaração de escopo do projeto, porém, o profissional consegue otimizar essa parte das suas rotinas e, dessa forma, garantir um melhor planejamento de cada etapa.

Além de uma definição clara e objetiva do escopo do projeto, esse documento também deve incluir o escopo do produto, as entregas e o trabalho que será necessário para executar cada rotina. Também são listadas premissas e restrições. Assim, gestores podem validar o escopo do projeto, ter um maior controle sobre o mesmo e garantir que o planejamento seja melhor orientado.

Project charter

Nos processos de gestão de projetos, o project charter é um tipo de documento utilizado para autorizar formalmente a execução do projeto. Ele dá ao gestor a auditoridade necessária para liberar e monitorar as atividades de todos os tipos. Apesar de não se limitar a eles, a estrutura do project charter inclui tópicos como:

  • os requisitos básicos do projeto;
  • os resultados esperados ao fim do projeto;
  • os stakeholders;
  • as responsabilidades de cada profissional, setor ou time envolvido no projeto;
  • o cronograma das atividades;
  • os marcos de cada etapa;
  • as estimativas iniciais;
  • os riscos.

A documentação de projeto é um fator-chave para que as rotinas de gestão de uma empresa sejam bem estruturadas e todas as etapas possam atingir os resultados esperados. Diante disso, esse é um passo que jamais deve ser negligenciado pelo gestor, uma vez que ele não só terá impacto no fluxo de trabalho do projeto atual, como também impactará os resultados obtidos nos projetos futuros.

Sem que a documentação de projeto seja bem executada, a empresa não poderá acompanhar corretamente a evolução dos indicadores e resultados de cada etapa. Será mais difícil avaliar problemas e procurar soluções para os fatores que impactam negativamente o alcance das metas da empresa. Além disso, a quantidade de erros que o time manterá durante vários projetos será muito maior.

Portanto, o gestor deve trabalhar para criar uma documentação de projeto clara a objetiva. Abrangente, ela precisa conter todas as informações críticas para a manutenção de um fluxo de trabalho de alta qualidade, em que todos possam se planejar da melhor forma possível para alcançar os objetivos esperados pelos stakeholders.

Gostou do nosso post e quer saber mais sobre como melhorar a gestão dos seus projetos? Então veja como a nossa ferramenta pode auxiliar a sua empresa!

gráfico de gantt

Conheça 5 benefícios do gráfico de Gantt para a gestão de projetos

Alguns processos de gestão são tão eficazes que o seu uso é perpetuado por décadas. Esse é o caso do gráfico de Gantt, criado antes da Primeira Guerra Mundial e utilizado em todo o planeta para que gestores de projetos possam acompanhar a evolução de tarefas de uma forma simples e prática.

Quer saber como isso ocorre e os impactos de utilizar o gráfico de Gantt no seu dia a dia? Então, continue a leitura!

O que é o gráfico de Gantt?

O gráfico de Gantt é uma solução de gestão criada pelo engenheiro mecânico norte-americano Henry Gantt. Esse método tornou-se popular no mundo inteiro e já é utilizada para o gerenciamento de pequenos e grandes projetos de várias áreas.

Como o gráfico de Gantt é estruturado

O gráfico de Gantt é estruturado de tal maneira que fique fácil para qualquer profissional acompanhar a forma como as tarefas estão distribuídas, prazos e recursos utilizados. Os elementos são distribuídos da seguinte forma:

  • o eixo horizontal representa o tempo de execução de cada rotina;
  • as barras horizontais representam as tarefas, que possuem um tamanho de acordo com o tempo necessário para executar cada rotina;
  • os objetivos e metas são distribuídos no final gráfico;
  • os responsáveis são listados, geralmente, na parte esquerda do gráfico, nas linhas horizontais, e estão alinhados com as barras de suas tarefas;
  • o caminho crítico é o nome dado a todas as tarefas que indicam o início e/ou o término do projeto.

Isso permite uma visualização mais intuitiva dos processos e prazos de cada etapa. Dessa forma, atrasos ficam menos frequentes e a empresa pode atingir melhores resultados a médio e longo prazo.

Qual é a importância do gráfico de Gantt no gerenciamento de projetos?

O gráfico de Gantt foi criado inicialmente para ser utilizado em indústrias. Ao longo dos anos, a sua eficácia passou a ser testada em novas áreas, como a gestão de projetos. Por ser focado na visualização de informações de forma simples e objetiva, esse mecanismo se mostrou altamente alinhado com as necessidades de empresas.

Gerentes de projetos que utilizam o gráfico de Gantt conseguem identificar com facilidade o progresso de todas as atividades, mesmo em projetos complexos. Isso facilita a tomada rápida de decisões, o acompanhamento de prazos e outros fatores que possam impactar o sucesso do projeto.

Quais são os benefícios do uso do gráfico de Gantt no gerenciamento de projetos?

Como apontamos anteriormente, o uso do gráfico de Gantt no ambiente corporativo traz várias vantagens. Confira, a seguir, como essa ferramenta auxilia o seu negócio a ter uma gestão mais inteligente de projetos e o acompanhamento preciso de cada etapa.

1. Segmentação mais eficaz de tarefas

O gráfico de Gantt tem como um dos seus pontos fortes a simplicidade. A maneira como as tarefas estão distribuídas é feita de um modo simples e transparente, o que torna a visualização de cada atividade algo fácil de ser feito.

Todas as atividades, assim como os seus responsáveis, ficam divididas em uma linha do tempo. Ela também apresenta os recursos que estão disponíveis, prazos e o tempo de execução de cada responsabilidade. Assim, todos podem ver, rapidamente, como uma rotina está evoluindo e eventuais gargalos existentes.

2. Distribuição de responsabilidades mais transparente e eficaz

Um bom gráfico de Gantt auxilia os gestores a realizarem uma distribuição mais inteligente das tarefas de cada time. Por ser intuitivo e de fácil compreensão, o gestor conseguirá identificar rapidamente quais são os profissionais com uma carga de trabalho maior e, assim, remanejar responsabilidades com tranquilidade.

Isso evitará gargalos e pontos que possam comprometer a aderência de qualquer pessoa aos prazos do projeto. Além disso, o gráfico de Gantt torna a comunicação entre líderes e colaboradores mais ágil. Sabendo visualizar cada rotina de uma forma simples e prática, os times terão menos problemas na troca diária de informações que ocorre em uma empresa.

3. Interdependência de atividades

Em muitos projetos, a execução de uma atividade está conectada com a conclusão de outra rotina. O gráfico de Gantt oferece mecanismos para que o gestor possa intercalar tais rotinas de maneira transparente.

Isso facilita a identificação de quais processos estão conectados e como os atrasos estão afetando o fluxo de trabalho do negócio. Dessa forma, a empresa pode direcionar melhor os seus recursos e garantir que todos atuem em um ambiente integrado em busca dos melhores resultados possíveis sempre.

4. Definição clara de prazos

O gráfico de Gantt tem mecanismos para identificar melhor quais serão os prazos de cada etapa. Isso facilita a organização de times e o fluxo de trabalho de toda a equipe que está envolvida no projeto.

O gestor poderá simular diferentes cenários com rapidez, melhorando o planejamento de cada etapa e a forma como os processos são distribuídos. Dessa forma, o projeto poderá ser estruturado para ser executado sempre no menor tempo possível: o gestor saberá, antecipadamente, como a distribuição de atividades afeta os prazos finais e sempre estará pronto para reagir em caso de mudanças.

5. Aumente a performance de times

O uso constante do gráfico de Gantt para o controle da evolução de projetos permite que o negócio faça otimizações contínuas nas suas rotinas de trabalho. Com um acompanhamento preciso das atividades de cada projeto, o gestor terá mecanismos mais inteligentes para monitorar falhas e gargalos operacionais.

Esses problemas poderão ser registrados em uma documentação específica, assim como as melhorias que foram feitas. Assim, avaliando quais foram os resultados obtidos, o gestor pode replicar boas práticas e evitar riscos nos projetos futuros que impactem na gestão de times e na sua performance.

O gráfico de Gantt é hoje um excelente mecanismo de gestão de prazos para negócios que procuram uma forma mais inteligente de avaliar como um projeto está sendo executado. Bem estruturado, ele diminui prazos, melhora o direcionamento de tarefas e dá ao gerente de projetos uma visão estratégica sobre cada rotina.

A análise de prazos, atrasos e distribuição de times será mais transparente e centralizada. Se problemas forem encontrados, o gestor conseguirá, com o gráfico de Gantt, identificá-los rapidamente e, assim, diminuir o seu impacto no fluxo operacional do negócio. Dessa forma, será mais fácil manter uma rotina de trabalho mais ágil e eficiente em todas as etapas do projeto.

Quer saber como o gráfico de Gantt pode ser adotado na sua empresa? Então, fale com a gente: nós orientaremos você da melhor maneira possível!

gerenciamento de portfólio de projetos

Como fazer um gerenciamento de portfólio de projetos com o software da Project Builder?

Quando o negócio cresce e apresenta bons resultados, surgem novos projetos, não é mesmo? A partir disso, cada vez mais contratos são fechados, exigindo muito preparo e a experiência de um gerente de projetos. Contudo, alguns profissionais têm dificuldades para organizar os trabalhos e manter tudo sob controle — principalmente quando se trata do gerenciamento de portfólio de projetos.

Nessas situações, é muito importante utilizar uma ferramenta adequada às suas necessidades, já que uma simples decisão equivocada pode colocar em risco a alocação de recursos e o tratamento do volume de informações.

Este post mostra como o software da Project Builder é a escolha ideal para quem deseja solucionar essas e outras questões. Continue a leitura e fique de olho!

O que é o gerenciamento de portfólio de projetos?

É um conceito que associa técnicas, estratégias, recursos e conhecimentos na gestão de vários projetos em uma mesma empresa.

Isso quer dizer que o gerenciamento de portfólio de projetos almeja maximizar os retornos financeiros, diminuir as dores dos clientes e garantir qualidade na tomada decisão.

Imagine que você está gerenciando 10 projetos ao mesmo tempo. Cada um tem demandas e metas diferentes, correto? Se você tentar analisar informações, produzir relatórios e acompanhar tudo o que acontece manualmente, provavelmente terá grandes dores de cabeça.

Nessas horas, é preciso ir além do básico e pensar fora da caixa. O gerenciamento de portfólio de projetos faz com que você segmente o planejamento estratégico em etapas de acordo com o porte da empresa ou a área do mercado.

A partir disso, é possível ter visões rápidas de cada projeto e associá-los a objetivos estratégicos, focados no aumento do Retorno sobre o Investimento (ROI).

Qual é o momento ideal para ter um software de gestão de projetos?

Todo profissional deseja ter vários projetos no negócio, não é mesmo? Isso indica que o mercado reconhece e confia em seu serviço e em sua equipe.

Em um primeiro momento, você pode até realizar as atividades e o acompanhamento dos processos manualmente. Porém, mesmo assim não é possível fazer entregas eficientes.

Com a demanda muito grande de projetos, as informações ficam cada vez mais soltas e difíceis de serem encontradas. Como consequência disso, você perde muito tempo organizando as suas ideias e analisando relatórios.

Além do mais, podem existir problemas para fazer a gestão do tempo. Uma rotina de organização de processos precisa ser muito bem planejada e estruturada.

Quando os envolvidos não trabalham sob os mesmos conceitos, as entregas não respeitam os prazos estipulados em contrato e os clientes ficam insatisfeitos com o serviço.

E não pense que empecilhos provocados pelo uso de técnicas indevidas acabam por aí! Alguns negócios utilizam planilhas na esperança de economizarem recursos e informatizarem o fluxo produtivo.

Na verdade, as planilhas mais atrapalham do que ajudam, porque:

  • não estão integradas ao time;
  • não transmitem confiança;
  • não são Big Data.

Essas situações parecem banais, mas deixam bem claro que o seu negócio precisa de um software de gestão de projetos. Afinal, a ferramenta melhora todas as etapas de seu trabalho, da definição do escopo até a entrega final do produto.

Lembre-se de que o software da Project Builder também otimiza o fluxo de documentação e facilita a comunicação entre os funcionários e os clientes.

Como software da Project Builder ajuda as empresas?

O software da Project Builder é uma solução completa para a gestão de projetos. Ao oferecer praticidade e qualidade aos seus usuários, a ferramenta pode ser utilizada por pequenos, médios e grandes empreendedores.

As suas principais características são:

  • consolidação das visões de carteiras de projetos;
  • relatórios simplificados;
  • fluxos automáticos de aprovação de propostas;
  • acompanhamento da produtividade da equipe;
  • alertas proativos das atividades;
  • integração de funcionários e clientes;
  • gestão de pessoas e equipes;
  • orientação fundamentada no PMBOK, Ágil, PM Canvas, Prince 2 e outros.

Todos esses fatores convergem para um único ponto: a criação de uma estrutura consolidada em relação à maturidade do negócio sobre a gestão de projetos.

É válido lembrar que o Project Builder é o único que faz agrupamentos e consolida informações dos projetos. Isso quer dizer existem campos customizáveis na segmentação dos setores das empresas.

Entenda melhor com este exemplo: o seu negócio tem um budget de R$ 100 mil e precisa escolher, entre dezenas de projetos, quais são os mais rentáveis e mais se encaixam nos objetivos da companhia. O Project Builder permite a criação de indicadores, tornando a sua análise mais precisa e aprofundada.

Se você deseja trabalhar apenas com projetos com orçamentos financeiros menores, basta determinar critérios e valores para cada opção. Ou seja, cada projeto pode receber uma nota de acordo as suas prioridades, como:

  • projetos que custam até R$ 1 mil = 10
  • projetos que custam entre R$ 1 mil e R$ 5 mil = 5
  • projetos que custam mais de R$ 5 mil = 1

No final das contas, você tem um relatório otimizado e mais simples de ser examinado. Da mesma forma, o Project Builder pode ser relacionado ao aumento de marketshare, que representa a participação do negócio no mercado em que ele está inserido.

Viu só? As possibilidades são variadas e você tem toda a liberdade para traçar o seu gerenciamento de portfólio de projetos.

O que fazer agora?

Ao ler o nosso post, você entendeu mais sobre o gerenciamento de portfólio de projetos. Essa disciplina é essencial para quem quer organizar melhor o tempo, ter informações mais precisas e diminuir os riscos nos processos.

O uso de uma ferramenta, como a da Project Builder, é um diferencial que você não pode deixar de lado. Essa solução reúne todas as informações em um só lugar, não importando a quantidade de projetos que você gerencia.

Em todos os casos, o software da Project Builder torna a sua rotina mais tranquila, pois tem um módulo estratégico para a segmentação e o acompanhamento das atividades.

Lembre-se: quem define metas, indicadores e planos consegue monitorar o desempenho de cada projeto e tomar decisões mais eficientes, que priorizam as necessidades do negócio e do cliente. O gerenciamento de portfólio de projetos vai ajudar você e sua empresa a irem cada vez mais longe!

Agora, entre em contato com a Project Builder e prepare-se para integrar todas as etapas de seus projetos com facilidade!

Gestão da Informação

Passo a passo: como construir do zero um modelo de projeto eficiente

Construir modelo de projeto é uma prática que ajuda — e muito! — a economizar tempo nos processos de planejamento e padronização dos projetos dentro de qualquer companhia, garantindo que a qualidade no gerenciamento seja devidamente cumprida.

Mas a adoção de modelos de projetos é mais comum em negócios que têm propostas com características semelhantes. Como uma empresa de consultoria, que, a cada novo projeto, precisa realizar um diagnóstico, ou empresas que desenvolvem softwares e precisam, antes de tudo, definir requisitos.

Assim, para quem já implantou ou pensa em implantar uma metodologia de gestão de projetos, esse método de elaboração de modelos é um excelente ativo, pois permite que a empresa ganhe tempo e qualidade em sua gestão.

Já explicamos anteriormente como criar e implantar uma metodologia — passos fundamentais para quem pensa em profissionalizar, de uma vez por todas, a sua gestão de projetos. Agora, para ajudá-lo a dar o próximo passo, veremos neste post como construir modelo de projeto eficiente!

Então, interessado? Acompanhe as nossas dicas e replique-as na sua empresa!

Passo a passo para construir um modelo de projeto do zero

Sabemos que toda implantação de um novo processo é trabalhosa — mas funciona, e se paga em muito pouco tempo. Por isso, vejamos quais são os passos a seguir para construir modelo de projeto com eficiência:

1. Identificando as informações mais relevantes

O primeiro passo para criar um modelo de projetos é definir quais são as informações importantes que precisam ser cadastradas a cada novo trabalho. E boa parte dessas informações é utilizada no termo de abertura ou no caso de negócio.

Agora, vale ressaltar que o detalhamento e a quantidade de informações variam de organização para organização. Na Project Builder, sempre utilizamos:

  • nome do projeto;
  • tipo de projeto;
  • justificativa;
  • objetivo;
  • organização/cliente;
  • programa;
  • área executora;
  • descrição;
  • escopo;
  • premissas;
  • restrições.

Essas informações vão permitir localizar mais facilmente o projeto dentro da empresa, entendendo quem é o demandante e o que, exatamente, precisa ser feito para sua conclusão. Além disso, com esses dados é possível gerar um PM Canvas ou um termo de abertura do projeto.

E ainda se pode evitar que projetos semelhantes sejam confundidos, como os que têm objetivos semelhantes, mas que são voltados para áreas distintas da empresa. Assim, dá para definir as entregas com maior confiabilidade.

2. Definindo a estrutura analítica de projetos (EAP)

Nessa etapa, são definidas as fases macro do projeto e as atividades que precisam ser executadas. Já até demos importantes dicas aqui no blog sobre como criar uma estrutura analítica de projeto, mas, nessa metodologia de modelos, o foco é pensar de uma maneira mais genérica.

Em todo projeto de desenvolvimento de software, por exemplo, há etapas de levantamento de requisitos, desenvolvimento do software, homologação, teste e implantação. E, como estamos criando um modelo, precisamos elaborá-lo de forma que sirva para pelo menos 80% dos casos, a fim de que o trabalho de edição seja menor que de criar uma EAP completamente do zero.

Outro ponto importante no modelo de EAP é criar um pacote de gerenciamento, por meio do qual serão produzidos os artefatos exigidos por sua metodologia. Em todo projeto deve ser realizado o levantamento dos riscos, a análise de partes interessadas e o plano de comunicação, por exemplo.

Essa relação vai variar de empresa para empresa, mas deixar os processos de gerenciamento que todo gerente deve seguir em um novo projeto já em sua estrutura analítica é uma excelente prática para a otimização dos trabalhos, de modo geral.

Trata-se de uma forma de economizar tempo e garantir que, independentemente da rotatividade da equipe, as etapas certas sempre serão utilizadas. Desse jeito, impede-se a perda de informações com possíveis trocas de profissionais.

3. Verificando a duração e a predecessão

Com sua estrutura analítica devidamente construída, seu próximo passo é criar o caminho lógico em que o projeto deverá ser executado. Afinal, não podemos pintar a parede antes de tê-la construída, assim como não vamos programar um software sem o cliente ter validado os requisitos, certo?

Nesse ponto, um software especialista ajuda muito. Seja o MS Project ou o Project Builder, é fundamental poder criar dependência entre as atividades e definir seu tipo — fim-início, início-início, fim-fim e início-fim.

Por mais que se invista tempo na construção do modelo, somente na prática será possível saber se ele funcionará, de fato. Por isso, pense em construir o caminho lógico do projeto do início ao fim, assim como a duração e os lags — ou as esperas — existentes entre as dependências.

Tenha em mente que certo refinamento do modelo criado deve ser necessário. E, nesse sentido, uma forma de saber se tudo está correto é definir a data de início do projeto, para verificar se todas as demais datas estão coerentes com o que normalmente ocorre.

4. Delimitando papéis e responsabilidades

Para seu projeto ser concluído como o planejado, é preciso dispor de habilidades e conhecimentos diferentes trabalhando em cada uma das etapas, correto? Pois, nesse momento, é exatamente isso o que você fará!

Essa etapa é fundamental para ajudar na delegação de tarefas e na oferta de autonomia com segurança. Até porque, sem agentes e suas respectivas responsabilidades, é provável que as etapas não sejam concluídas adequadamente.

Agora, quem utiliza o Project Builder ou outro software especialista de mercado sabe que, antes de iniciar essa atividade, é importante construir os recursos genéricos do seu projeto — como analista de sistema, programador, testador, analista de negócio, e assim por diante.

Então, em cada atividade, envolva os recursos definidos e delimite as horas necessárias para trabalhar em cada tarefa, a fim de concluir sua entrega adequadamente.

A quantidade total de horas e a duração de cada atividade deixarão bem claro se serão precisos mais recursos com o mesmo conhecimento. E, se esse for o seu caso, crie recursos genéricos diferentes — como programador 1, programador 2, e por aí vai.

Por fim, antes de concluir essa etapa, outra atenção que vale um destaque para clientes Project Builder diz respeito ao tipo de envolvimento que será utilizado em cada atividade, assim como à autonomia dada a cada membro da equipe.

5. Criando, efetivamente, o modelo

Concluída a criação da estrutura analítica e delimitadas a duração e a dependência envolvidas no processo, nosso próximo passo é salvar essa estrutura como modelo.

Vale lembrar que esse padrão será utilizado a cada novo projeto, só alterando as características específicas do trabalho, mas mantendo fiel a lógica utilizada em sua concepção. Por isso, é importante garantir que ele seja o mais amplo e completo possível, de modo que se encaixe em uma grande gama de possibilidades e necessidades do empreendimento.

Quem é cliente Project Builder irá, a partir da página de detalhe de projetos, acessar Serviço > Gerar Modelo. Já nessa seção, basta utilizar um nome que seja condizente com o modelo de projeto criado e salvar. Super simples, não é mesmo?

Assim, a cada novo projeto, você poderá acessar a Biblioteca > Modelo de Projetos > Selecionar o modelo e clicar em gerar projeto. Na próxima tela, é só cadastrar as informações relativas ao trabalho específico, definir a Data Base inicial e, em envolvidos, selecionar a opção Substituir e confirme.

Então, na próxima tela, substitua cada um dos recursos genéricos por pessoas que serão, efetivamente, as responsáveis pelas etapas do seu projeto.

6. Simulando e validando

Nessa etapa, o objetivo é testar se a lógica utilizada na construção do projeto faz sentido, de fato. Como “na prática, a teoria acaba sendo outra”, nada melhor do que simular com um projeto real se todas as atividades e os envolvidos estão funcionando corretamente, não concorda?

Durante nossas implantações, gostamos de simular com diferentes usuários e perfis de acesso se toda a estrutura funciona, seguindo a sequência lógica do projeto e concluindo cada uma das atividades. Assim, se funcionar perfeitamente, seu modelo está praticamente pronto.

Agora, caso algo não faça sentido, é hora de editar e salvar sua nova estrutura como modelo, repetindo o processo de simulação até alinhar propostas conceituais com respectivos resultados concretos.

De toda forma, essa etapa é indispensável para evitar erros que, durante a execução real, podem custar caro. Sem dúvida, vale mais a pena usar um pouco mais de tempo para afinar o modelo do que ter que lidar com as consequências da aplicação da lógica incorreta.

7. Criando pacotes opcionais

Essa última etapa pode até não ser necessária, dependendo do tipo de projeto que você gerencia. O objetivo da construção de pacotes extras é poder incluir uma fase que não está presente em todos os projetos, mas que aparece com certa frequência na organização.

Pode ser, por exemplo, uma etapa de treinamento dos usuários ou um desenvolvimento extra, que precisará seguir todo um processo. Para quem utiliza o Project Builder, é possível até construir modelo de projeto de um pacote de trabalho e, se necessário, adicioná-lo ao seu modelo.

Seja como for, utilizar pacotes opcionais pode ser um importante ganho de tempo, principalmente se você precisa adicionar mais de um pacote — como várias turmas de treinamento, por exemplo. Para isso, basta utilizar o modelo quantas vezes forem necessárias.

Então, se for o caso de criar um pacote extra, utilize os mesmos passos utilizados na criação de um projeto inteiro. E não deixe de testar para ver se o pacote realmente funciona, ok?

Agora, conforme sua empresa evolui na gestão de projetos, pode ser preciso criar outros modelos, que atendam a necessidades cada vez mais específicas. Para isso, repetir esses passos já deve ser o suficiente.

Como ter sucesso ao construir um modelo de projeto?

Os passos que vimos até aqui são uma condição totalmente necessária para chegar ao sucesso de determinação de um modelo funcional para o empreendimento. Porém, é preciso também executar algumas outras dicas que trarão mais segurança e efetividade para essa atuação.

Em outras palavras, ao colocar em prática essas recomendações, a construção ficará muito mais fácil, e com maiores chances de sucesso. Vejamos, então, quais são elas:

Adote uma visão estratégica

Além de precisar construir a parede antes de pintá-la, é preciso reconhecê-la para saber qual é a necessidade de tinta e como proceder. Essa analogia serve para demonstrar que é exigido ter um conhecimento completo do projeto antes de pensar em criar um modelo para ele.

Tudo deve começar com uma definição robusta dos objetivos principais com a realização dessa etapa. Sendo assim, adote uma visão altamente estratégica, reconhecendo quais são as reais exigências a respeito do projeto.

Também é exigido elaborar um escopo muito bem definido. Todas as informações relevantes devem ser estabelecidas previamente, de modo que haja o máximo de conhecimento sobre o que é, de fato, necessário para um cumprimento de projeto que seja altamente satisfatório.

Ainda, outra questão que vale a pena considerar diz respeito à definição de canais de comunicação e à alocação de recursos humanos. Isso forma a estrutura principal do projeto a ser executado, criando uma espécie de esqueleto de sustentação.

Em geral, essa parte é a que exige os maiores esforços e a dedicação mais intensa — mas é também uma das mais importantes.

Ela servirá de base para que as demais decisões sejam tomadas, então é fundamental dar atenção a ela. Para isso, deve ser executada para todos os projetos, antes de colocar em prática o modelo definido. Isso ajuda a fazer as adaptações necessárias para que ele se encaixe nas necessidades específicas.

Realize um acompanhamento do projeto

Construir um modelo de projeto que seja eficiente tem um objetivo principal: gerar os melhores resultados de eficiência, produtividade, atendimento ao cronograma e ao orçamento estabelecido. Porém, esse efeito só poderá ser alcançado se for feito um bom acompanhamento do projeto.

É preciso observá-lo bem de perto, e, para ele é exigido que os indicadores sejam corretamente definidos.

Nesse sentido, questões ligadas ao cumprimento de prazos, horas trabalhadas, uso de recursos financeiros e andamento do projeto normalmente são os mais importantes e que impactam nos resultados obtidos.

Uma vez, então, que eles sejam definidos e que estejam estabelecidos os métodos de acompanhamento, mantenha-se por perto para entender qual é a aderência e a efetividade do modelo executado.

Se os resultados não forem completamente adequados às necessidades e expectativas do projeto, é provável que haja alguma dificuldade quanto ao modelo criado. Por isso, inclusive, é tão acompanhar os indicadores, já que permite que mudanças sejam feitas no modelo conforme as exigências demonstradas pela prática.

Além disso, também é fundamental ficar de olho na periodicidade de acompanhamento.

Não é necessário, ou mesmo estratégico, ter uma visão micro sobre os resultados. Na verdade, um intervalo muito pequeno entre execução e medição, ou entre as próprias medições, distorce a realidade e pode fazer com que o modelo se pareça menos eficiente do que é.

Ao mesmo tempo, intervalos muito grandes evitam que tendências e pontos de mudança sejam reconhecidos. Com isso, é preciso manter-se por perto dentro de certos parâmetros, de modo a otimizar a execução desse modelo.

Faça o registro de todos os passos

Uma vez que o modelo é criado, ele deve poder ser aplicado em outros projetos, até onde fizer sentido. Do contrário, o negócio desperdiça tempo e dinheiro, diminuindo a própria rentabilidade.

Assim, para que esse modelo possa ser transmitido e executado corretamente, é fundamental que seja registrado adequadamente. Todos os seus passos de elaboração precisam ser devidamente registrados, de modo que, no futuro, se saiba exatamente quais são os pontos de construção do modelo.

Tal registro é relevante também porque ajudará na adaptação para cada escopo. Afinal, reconhecendo os passos, dá para fazer adaptações, como incluir certas etapas ou eliminar outras, em busca da melhor eficiência.

E é necessário esse registro ainda por uma questão de documentação para a transmissão de conhecimento. Assim, o modelo e a sua execução não ficam restritos a apenas uma equipe, permitindo que possam ser repetidos mesmo com a troca de profissionais dentro da empresa.

Tenha planos alternativos

Bom, de fato, nem sempre o modelo de projeto funcionará para todas as possibilidades. Muitas vezes, ele pode parecer eficiente para uma determinada opção e, a partir daí, não ser adequado para as outras do negócio. Nesse caso, é indispensável contar com planos alternativos para a contingência.

Grosso modo, a gestão precisa estar preparada para lidar com as diversas dificuldades que surgem, inclusive na execução do projeto. Isso evita o gasto de uma grande quantidade de dinheiro ou de tempo, o que poderia atrasar e comprometer as entregas.

Quando a gestão se prepara para essas possibilidades, reduz os riscos existentes na criação do modelo do zero. Além disso, trata-se de algo que traz maior segurança para toda a equipe, favorecendo a consolidação de efeitos.

Enfim, como vimos até aqui, é possível construir modelo de projeto eficiente e do zero, desde que você siga as etapas de elaboração e de implantação.

Para quem precisa se aprofundar um pouco mais na implantação de uma metodologia de gestão de projetos, um bom material complementar é nosso e-book sobre os 7 segredos para uma gestão de projetos de alta performance.

Ele traz nossa metodologia aplicada em mais de mil clientes, focada justamente em quem está começando a profissionalizar esse setor em sua empresa. E, caso precise de ajuda, não hesite em solicitar uma conversa com um de nossos consultores para orientá-lo nessa empreitada!

 

recursos humanos do projeto

Recursos humanos do projeto: qual a importância de gerenciar?

Que ter um projeto de sucesso exige um trabalho intenso e detalhado, todos já sabem. No entanto, ainda há quem pense que os recursos humanos do projeto devem ser considerados apenas para garantir o cumprimento de prazos, o que é um grande equívoco.

Um bom gerenciamento de RH é essencial para atingir sucesso, uma vez que a qualidade — e a disponibilidade — da equipe designada é determinante para o bom andamento do trabalho e, consequentemente, para a satisfação do cliente.

Para garantir uma execução eficiente, os gestores precisam dispor de conhecimentos e ferramentas específicas, capazes de impulsionar o planejamento e estimular a excelência nos resultados.

Neste artigo vamos explicar qual a importância de um bom gerenciamento de recursos humanos do projeto, como realizá-lo e quais as principais ferramentas para tornar isso possível. Boa leitura!

Qual é a importância dos recursos humanos do projeto?

A preocupação com os funcionários é bastante defendida no ambiente corporativo contemporâneo: somente ao zelar pela integridade e pela eficiência dos integrantes da empresa, fornecendo recursos e estímulos para a execução de excelência no dia a dia, é possível extrair resultados mais consistentes e expressivos.

Na prática, os recursos humanos de cada projeto precisam estar totalmente alinhados às expectativas do trabalho. Não adianta designar equipes antes de examinar, com coerência e cautela, quais são as habilidades requeridas para o trabalho e qual é a disponibilidade do time — principalmente para o caso de projetos simultâneos.

Além disso, é preciso garantir que os colaboradores alocados no projeto estejam inteirados e preparados para oferecer contribuições relevantes ao trabalho. Quanto mais consciente, engajada e organizada está a equipe, mais eficaz será o processo de execução e o projeto será melhor concluído.

Pensando que os recursos humanos do projeto são essenciais na composição de um bom plano de gerenciamento e, por isso, devem ser estudados, trazemos a seguir os principais passos a serem considerados no gerenciamento de sua equipe. Acompanhe:

Quais são os processos essenciais do gerenciamento de equipe?

Saber a importância do gerenciamento de equipe é o primeiro passo para obter melhores resultados. No entanto, como realizar esse trabalho da melhor forma possível?

É preciso, em primeiro lugar, estabelecer procedimentos e padrões comuns. O planejamento constitui uma arma poderosa para assegurar o alinhamento do time e a resposta às demandas.

Lembre-se: sem diretrizes claras e bem estabelecidas, a equipe terá menos chances de executar o projeto com eficiência. A partir daí, certifique-se de tornar a aplicação dos processos uma prioridade!

Confira as principais tarefas de um bom gerenciador de recursos humanos:

Mobilizar o time

A mobilização da equipe, ou melhor, o estímulo e engajamento dos colaboradores alocados no projeto, é imprescindível para garantir que tudo corra conforme o planejado — assegurando a produtividade e maximizando os resultados.

Por isso, na tarefa de selecionar e preparar o time, é fundamental que os perfis e as competências sejam analisados. Observe bem o perfil de cada funcionário e conheça seus pontos fortes e dificuldades.

Após a escolha e configuração dos funcionários desejados, é necessário verificar a disponibilidade de cada um para o projeto e então fixar o cronograma de execução.

E lembre-se: mobilizar o time também perpassa por tarefas de liderança. Afinal, não basta atribuir tarefas e aguardar a finalização — é preciso acompanhar, com comprometimento e empatia, cada etapa do trabalho. Isso quer dizer estar disponível para ouvir a equipe, delegar tarefas e reorganizar o seu time, caso seja necessário.

Desenvolver os colaboradores (individual e coletivamente)

Antes de começar um projeto, certifique-se de que todo o time está a par do que será realizado. Uma equipe afinada é, sem dúvida, composta por indivíduos bem preparados e continuamente atualizados para o desempenho de suas funções. Para isso, acompanhe o trabalho de perto, perceba as dificuldades individuais e coletivas, e trabalhe-as com os funcionários.

O desenvolvimento de habilidades, assim como o contato com novos métodos e tecnologias, é crucial para que os resultados do projeto sejam os melhores possíveis. Dessa forma, certifique-se de jamais negligenciar a importância de manter um time coeso e antenado às novidades do mercado, capaz de corresponder às demandas da competitividade.

Você pode fazer isso marcando reuniões de formação e atualização periódicas, além de manter um clima de trabalho em equipe motivado, em que as pessoas confiem em você e umas nas outras para fazer perguntas e sugestões, sem se sentirem intimidadas ou desvalorizadas.

Gerenciar as equipes

Por fim, lidere os times alocados com transparência, assertividade e coesão. Seja um exemplo para os seus colaboradores, demonstrando a eles o tipo de trabalho que espera. Afinal, ninguém leva a sério um chefe que exige pontualidade mas chega atrasado todos os dias, certo?

Não esqueça de sempre fornecer feedbacks, auxiliar nas dificuldades e reconhecer o bom trabalho de sua equipe, sempre prezando pela boa comunicação. Com essas dicas, você manterá sua equipe mais motivada e empenhada nas atividades previstas.

Quais são as principais ferramentas para a gestão de recursos humanos do projeto?

Para auxiliar na missão de maximizar a competitividade e garantir a qualidade da entrega, os gestores têm à disposição algumas ferramentas estratégicas que contribuem para o planejamento e monitoramento do projeto, independentemente de sua natureza ou finalidade.

A partir de um software voltado ao gerenciamento de projetos, por exemplo, é possível visualizar as demandas e, assim, endereçar os recursos para as equipes de forma planejada.

Vale a pena também centralizar informações e manter um armazenamento consistente de dados. Assim, os gestores têm mais segurança para acompanhar os resultados e certificar o bom andamento da execução — podendo ajustar procedimentos que se mostrem aquém das expectativas.

Ter um sistema para unificar e organizar as pautas de uma demanda específica também pode contribuir enormemente para a qualidade do trabalho — e isso vale também, é claro, para o gerenciamento de recursos humanos.

Dessa forma, não hesite em investir em tecnologias que possam te ajudar na organização e otimizar seu tempo. Assim, você fica livre para o trabalho mais importante que é estar próximo de sua equipe e acompanhar seu trabalho, sendo um bom gestor de recursos humanos do projeto.

Quer saber de que forma é possível alavancar os resultados do seu negócio? Entre em contato conosco e veja como podemos ajudar você a atingir seus objetivos corporativos!

gestão do planejamento estratégico

Qual a importância da gestão do planejamento estratégico?

A gestão do planejamento estratégico forma os pilares para construção das demais atividades do negócio. Afinal, mesmo uma ideia para o chão de fábrica precisa manter raízes com o que está previsto para o todo.

Não por acaso, os erros e acertos nesse campo trazem grandes repercussões para a manutenção e crescimento dos negócios. Ora, se o mapa não indica um caminho adequado, as chances de sucesso estarão significativamente reduzidas, não é mesmo?

Sendo assim, o papel dos gestores é buscar informações para criar ou aprimorar o planejamento. Continue a leitura e tenha uma visão geral sobre essa importante atividade!

O que é planejamento estratégico?

Os planos que formam um sistema no qual diretrizes mais gerais são desdobradas em orientações, estão cada vez mais específicas. Por exemplo, a meta de alcançar 2% do mercado se desdobra em exigências para os setores de vendas, marketing, finanças etc.

Essas, dentro dos departamentos, se transformarão em planos e projetos para as equipes, finalizando-se nas expectativas e cobranças pelo desempenho individual.

Nesse sentido, planejamento estratégico é o conjunto das definições principais da empresa. Trata-se da fonte que alimentará as demais diretrizes e metodologias de controle.

Quais são as principais etapas do planejamento estratégico?

Para elaborar um plano estratégico, os gestores precisam atingir um alto nível de compreensão sobre o negócio e sobre o ecossistema em que ele está inserido. Como um direcionamento, é recomendável que você siga as etapas abaixo:

Analisar fortalezas, fraquezas, oportunidades e ameaças

Um primeiro passo é a compreensão das variáveis internas e externas do negócio. Para tanto, é comum o uso da análise SWOT (strengths, weaknesses, opportunities e threats), que verifica os seguintes aspectos:

  • quais são os pontos fortes da organização?
  • quais são as suas fraquezas?
  • quais são as oportunidades?
  • quais são as ameaças?

As duas primeiras questões se referem a elementos internos, como cultura organizacional, qualificação das equipes, modelo de gestão, contratos com fornecedores etc.

Já o segundo grupo está relacionado ao contexto da empresa e as partes interessadas, o que o mercado oferece em termos de vantagens e desvantagens.

Definir visão, missão e valores

Após entender as características internas e externas, os gestores devem elaborar a concepção da empresa. Isso passa pela definição de três elementos:

  • missão — a motivação, por que a empresa existe;
  • visão — a concepção do futuro que a organização pretende concretizar;
  • valores — os bens que ela aprecia e que orientam sua conduta.

Caso sua empresa já tenha definido esses pontos, o ideal é fazer uma revisão, a fim de verificar se eles continuam pertinentes com as mudanças sociais dos últimos anos.

Estabelecer objetivos, metas e estratégias

Os objetivos, metas e estratégias são elementos que facilitam a concretização da visão. Isso porque, ao defini-los, cria-se uma ponte entre as aspirações dos idealizadores e sua realização no mundo real.

Por isso, o planejamento estratégico precisa contemplar as seguintes questões:

  • o que a empresa pretende alcançar? — objetivos;
  • quais são as etapas que, uma vez concluídos, conduzem aos resultados fixados? — metas;
  • quais são as situações que, uma vez criadas, levam à conclusão dos passos demarcados? — estratégias.

Vale ressaltar que as metas são especialmente importantes, pois possibilitam o controle dos resultados dos departamentos da empresa. Logo, além de um elemento de planejamento, são ferramentas vitais para a gestão.

Criar um plano de ação

O passo derradeiro é a definição das ações necessárias para tirar as estratégias do papel e alcançar metas. Não ao acaso, o ideal é contar com a participação dos líderes de cada setor, uma vez que eles serão os responsáveis por colocar as ideias em prática.

Como ferramenta útil, é recomendável a utilização do 5W2H, com o objetivo de descrever as tarefas a serem delegadas. Por isso, é essencial responder sete questões para definir cada uma das atividades.

  1. O que será feito?
  2. Por que será feito?
  3. Quando será feito?
  4. Em que ponto será feito?
  5. Quem será o responsável?
  6. Como será feito?
  7. Quanto custará?

A partir daqui, você terá um plano estratégico em mãos, mas ele, obviamente, não se realizará sozinho. Lembre-se de que a gestão é tão importante quanto a descrição detalhada do modelo.

Por que é importante realizar a gestão do planejamento estratégico?

O plano estratégico não é uma peça de arte, a ser pendurada nas paredes da organização, mas um compromisso real, que precisa ser tirado do papel e, principalmente, adaptado às mutações de cenário.

Por exemplo, imagine que você é o responsável por uma importadora, aquela previsão com o dólar a R$2,00 já não será mais tão boa se ele chegar a R$4,50, não é mesmo?

Os ciclos de gestão

Essas necessidades de adaptar e concretizar só podem ser satisfeitas com a fixação de ciclos de gestão eficientes. Um modelo muito conhecido é o PDCA:

  • planejamento (plan) — elabora-se o plano com seus objetivos, metas e estratégias básicas;
  • realização (do) — ocorre a execução do que ficou preestabelecido;
  • checagem (check) — os resultados são periodicamente mensurados e avaliados;
  • ação (action) — as informações sobre erros e acertos retroalimentam o sistema, conduzindo à fixação de padrões ou correção de defeitos.

Resumidamente, os planos estratégicos são uma orientação inicial e necessitam de um acompanhamento dinâmico para produzir efeitos e se ajustarem às mudanças. Lembre-se de que a folha de papel aceita tudo!

Qual o papel da tecnologia na gestão do planejamento estratégico?

Atualmente, mesmo pequenas empresas já evoluíram no sentido de ter processos e sistemas. Por exemplo, se um diretor questiona sobre o andamento de um projeto, a equipe conhece o passo a passo para coletar todos os dados e atender à demanda.

Ocorre que, com a tecnologia, é possível dar um passo além. As ações necessárias para se chegar aos outputs são, em sua ampla maioria, automatizadas. No exemplo mencionado, os andamentos já constariam no sistema, e o acompanhamento não demandaria quaisquer medidas adicionais das equipes.

Esse fluxo ágil é determinante para a gestão do planejamento estratégico, já que o monitoramento, nesse caso, abrange a empresa como um todo. Logo, sem um software para centralizar e dar acesso às informações, a burocracia impedirá um rápido monitoramento dos resultados e das mudanças de cenário, retardando a retroalimentação do ciclo de gestão.

Como efeito, a tendência é o plano gradativamente se descolar da realidade, perdendo sua importância enquanto orientação segura. Sendo assim, é recomendável que você busque soluções de tecnologia que permitam o controle em tempo real das metas dos departamentos, equipes e profissionais.

Quais são os benefícios de gerir o planejamento estratégico?

Uma gestão do planejamento estratégico pode trazer bons frutos para empresa, principalmente quando se incorpora a tecnologia ao processo. Veja alguns exemplos:

  • facilitar o acompanhamento e controle ativo das metas;
  • compartilhar informações com menos burocracia;
  • nutrir o modelo de gestão com as informações necessárias para ajustar os planos;
  • manter o planejamento estratégico aderente às mudanças de cenário.

Sendo assim, a gestão do planejamento estratégico será um recurso importante para alcançar as metas do negócio e, consequentemente, concretizar a sua visão.

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forecast de projetos

Forecast de projetos: como isso ajuda na gestão?

Uma das formas mais eficientes e populares de controlar e visualizar o orçamento de uma empresa é o budget e o forecast de projetos. A ideia é baseada em um orçamento estático, que traça os objetivos de uma companhia dentro de um período de tempo. Esse orçamento é ajustado por meio de forecasts, uma planilha elaborada pela gestão e que compara os valores do budget ao que foi, de fato, gasto no mês.

Essa é uma forma bastante utilizada para que as previsões de gastos e receitas sejam condizentes com a realidade da empresa. Isso proporciona mais segurança no dia a dia empresarial e facilita a visualização de novas metas. Quer saber como seus projetos podem se beneficiar do forecast? Confira o post e turbine sua gestão!

O que é forecast de projetos?

O forecast de um projeto é o orçamento de uma empresa já ajustado. A finalidade é se certificar de que as metas do orçamento inicial serão cumpridas conforme planejado. A esse orçamento, dá-se o nome de budget, que faz uma análise das vendas, custos e despesas que uma organização terá por certo tempo.

As empresas, em geral, elaboram o budget de um ano, mas você pode adequar de uma forma que seja mais benéfica para a sua realidade. Feito isso, os gestores realizam mensalmente a análise de sua realidade contábil, de forma a ver a relação entre o que foi previsto e o que aconteceu na prática.

Depois da análise mensal, é feito um ajuste de orçamento, chamado de forecast. Nesse ajuste, as metas finais são comparadas ao que foi previsto. Isso é necessário para que todos os valores mensais sejam adequados ao que foi feito até o momento para que os objetivos sejam alcançados. É traçada, então, nova meta para os meses que ainda restam do ano.

Como posso utilizar o budget e o forecast em minha empresa?

Vamos imaginar que uma organização planeje gastos de R$ 3 mil ao mês com alguma despesa específica, totalizando R$ 36 mil ao ano. Passados quatro meses, o gestor diagnostica que, em vez dos R$ 12 mil previstos, a empresa desembolsou R$ 24 mil. Será necessário, portanto, tomar alguma atitude para manter o controle das finanças e, ainda assim, cumprir a meta estabelecida inicialmente.

Para isso, é necessário elaborar a planilha de forecast, que vai calcular quanto a organização poderá gastar ao mês até o fim do ano para atingir seus objetivos. No exemplo citado, podemos ver que sobram somente R$ 12 mil para os oito meses restantes, fazendo com que a previsão de despesa, no mesmo item analisado, seja de R$ 1500 ao mês. Caso isso não aconteça, o orçamento ou budget será estourado e causará muitos incômodos à gestão.

Para aplicar o budget e o forecast na sua empresa, portanto, é preciso traçar uma meta anual e analisar mês a mês se os gastos condizem com o que foi previsto. Caso tudo esteja dentro do orçamento, mantenha o ritmo. Se as despesas forem maiores, será necessário elaborar o forecast de acordo com o que foi analisado no início do período.

O que são o rolling budget e o rolling forecast?

Alguns setores precisam de mais rapidez nas mudanças dos processos, como as empresas que entregam produtos com ciclo de vida pequeno. Nesses casos, o budget tradicional pode não ser muito indicado, sendo necessária a elaboração de rolling budget e rolling forecast. Esses são tipos de orçamento mais flexíveis e contínuos, que permitem que as despesas e recebimentos sejam previstos em intervalos predeterminados ao longo do processo.

Essa prática não é a mesma que o ajuste do budget por meio do forecast. A diferença entre elas é que o orçamento estático analisa um prazo fixo e sua prática trata dos meses restantes como uma contagem regressiva. No caso do rolling budget, a cada análise de orçamento, o prazo é renovado, fazendo com que todos sempre durem conforme a previsão inicial que, como dissemos, é, em geral, de 12 meses.

Como fazer a gestão de custos?

Faça uma estimativa dos gastos

Nessa primeira etapa, é necessário que o gestor consulte o plano primário do projeto, em que vão constar os materiais necessários, os gastos com consultoria e contratações e qualquer outra despesa para sua execução. Feito isso, o gestor do projeto entra em contato com fornecedores a fim de levantar os preços.

Outra análise recomendada é consultar o histórico de projetos semelhantes. Embora os preços se alterem com a inflação ou com a incidência de outros índices, é possível adaptar os valores para o momento atual.

Estipule o orçamento

Agora é a hora de fazer o planejamento financeiro. Preveja quais os gastos, os ganhos e os investimentos que deverão ser feitos. Essa análise é extremamente necessária para que os custos não saiam do controle e para que o orçamento não estoure.

Essa etapa é especialmente importante para que a organização tenha uma base de comparação, fazendo com que esses valores sirvam de referência para o futuro e para verificar se as atividades estão custando o que foi planejado.

Controle os gastos

Nesse passo, o gestor precisará acompanhar continuamente se o orçamento previsto está em congruência com o que acontece na prática. É fundamental que o forecast de projetos seja elaborado no andamento dessa análise do orçamento, a fim de que as despesas não fujam do que foi estipulado pelo gestor no início do projeto.

Ter controle sobre o que acontece nas finanças de uma organização durante o andamento de um projeto é essencial para a saúde de uma empresa. É a única forma de assegurar que os produtos ou serviços estão sendo lucrativos e que a empresa caminha conforme foi traçado.

Entendeu a importância do forecast de projetos para sua gestão? Como vimos até aqui, o conhecimento dos números e das etapas que fazem parte de um trabalho são muito importantes para um trabalho de qualidade. Para facilitar a tarefa, conte com um software de gestão de projetos que ofereça todas as ferramentas necessárias para garantir os melhores resultados.

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orçamento planejado

Orçamento planejado: como definir e alterar um projeto?

Sabemos que ter um orçamento ilimitado para projetos é uma raridade, vantagem de pouquíssimas empresas. Por isso, planejar e ajustar os custos é uma tarefa prioritária para qualquer gestor, exigindo um orçamento planejado para que o projeto seja bem-sucedido.

Um bom gerente de projetos também é conhecido como aquele que consegue desempenhar uma gestão eficiente dos recursos financeiros. Nesse pacote, está incluso o controle e o acompanhamento do dinheiro investido, garantindo a execução das atividades em prol das metas visadas.

Afinal, será que você sabe como definir um orçamento alinhado às expectativas do mercado? E se o cliente pedir uma alteração no projeto que tenha impacto no orçamento — como lidar com esse tipo de caso? É o que veremos neste artigo!

Como criar um orçamento planejado para projetos

Segundo a definição do PMBOK, estabelecer um orçamento é agregar custos estimados para determinar uma linha de base dos custos autorizada, seja com atividades individuais, seja com pacotes de trabalho.

Saber com clareza qual é essa linha de base dos custos é fundamental para quem deseja monitorar e controlar a performance do projeto. É por esse motivo, aliás, que o mercado de softwares para projetos tem crescido tanto, já que eles são capazes de atuar com relevância e exatidão superiores ao trabalho manual.

Nesse contexto, um orçamento planejado possibilita a previsão eficiente do custo total do projeto, abrindo portas para a programação do fluxo de caixa e até fortalecendo as bases para quaisquer negociações necessárias.

A análise da demanda

É preciso saber, antes de tudo, do que o cliente precisa. Partindo disso, uma boa análise do projeto consiste na divisão de etapas e na dedução dos esforços que serão empregados nelas.

Em grande parte dos casos, os orçamentos de prestação de serviço são calculados de acordo com as horas gastas na execução do serviço. Assim, o valor da hora é aplicado em cima do total de horas levantadas.

Apesar disso, a lei da oferta e da procura não pode ser negligenciada.

Como diz essa regra de ouro da economia, serviços específicos com pouca concorrência e alta demanda podem ter um preço maximizado. Por outro lado, se a concorrência for muito forte, talvez seja preciso forçar o valor dos serviços para baixo.

Respeitar o custo de desenvolvimento do projeto é essencial nessa tarefa. Afinal, uma redução de custos mal planejada pode interferir diretamente na lucratividade desejada, causando prejuízos.

A prática do orçamento

Ao planejar os custos de um projeto, é preciso descrever como o investimento será gerenciado e controlado.

O primeiro passo para isso é a estimação desses custos. Ela se dá por meio de um levantamento quantitativo individual de todos os serviços que serão feitos, seguida pela sua precificação exata. Os preços, por sua vez, se baseiam em conhecimento de mercado, cotações e orçamentos anteriores.

Depois disso, é preciso criar a Estrutura Analítica do Projeto (EAP). Nela fica o escopo do projeto, dividido em pacotes de serviço. Junto a isso, é preciso identificar e especificar o trabalho necessário em cada etapa.

O desenvolvimento do cronograma do projeto vem logo a seguir. Nele, você deverá incluir os prazos para as tarefas de cada pacotes de trabalho — afinal de contas, as datas de início e término são essenciais para o planejamento de desembolso financeiro.

Outro ponto importante na sequência é a mobilização e alocação da equipe e a identificação dos riscos gerais. Um bom orçamento é aquele que consegue levantar as ameaças de forma que, caso ataquem o desenvolvimento do projeto, elas não onerem os custos, inviabilizando o planejamento.

Assim, você pode escolher um dos tipos de reserva orçamentária (ou mesmo combinar ambos):

  • reserva de contingência: utilizada para os riscos identificados durante o levantamento;
  • reserva gerencial: utilizada para cobrir os riscos desconhecidos, protegendo o orçamento.

Ainda dentro do plano de custos, não se esqueça de que as aquisições de material, equipamentos e mão de obra merecem uma seleção delicada e estratégica. Você terá, portanto, que escolher os melhores fornecedores de acordo com a realidade disponível.

Nesse processo, o bom profissional que projeta acaba se revelando. É ele que consegue contratar de acordo com a estrutura certa, planejando o uso dos valores mais interessantes e capazes de atender todas as demandas que surgirem durante a realização do projeto.

Como utilizar KPIs durante o orçamento planejado

O uso de Indicadores de Desempenho (traduzido de Key Performance Indicator, ou KPI) em projetos é uma grande oportunidade para gestores que precisam mensurar os resultados de um negócio. Basicamente, eles oferecem uma maneira de comparar o orçamento com o que foi e é realizado, possibilitando análises baseadas em dados concretos.

Você pode fazer uso dessa estratégia sempre que sentir a necessidade de trabalhar com informações exatas, para tomar decisões mais eficientes. Entre os KPIs mais conhecidos hoje no universo de projetos estão:

  • custo real (conhecido pela sigla AC);
  • valor planejado (PV) ou custo do trabalho agendado (BCWS);
  • variância de custo (sigla CV) — que mostra se o custo estimado está dentro ou fora da linha de base;
  • valor obtido (EV) ou custo do trabalho realizado (BCWP);
  • trabalho realizado (conhecido pela sigla ACWP);
  • Retorno Sobre Investimento (ROI).

Como lidar com alterações que impactam o orçamento

De fato, é comum que um projeto em desenvolvimento careça de mudanças. Estas podem estar diretamente ligadas ao orçamento, mas também a outros aspectos, como o cronograma de entrega ou mesmo o escopo de trabalho.

Contudo, depois que o orçamento é concluído e aprovado, ele se torna a linha de base dos custos para o projeto. E essa linha só poderá ser alterada mediante procedimentos formais de controle de mudanças.

Nesse caso, então, o gestor tem o desafio de superar as dificuldades e manter a equipe e a expectativa do cliente sob controle. Novamente segundo o PMBOK, o ideal é que o pedido seja acatado de imediato, sob a premissa de uma análise breve a ser comunicada o quanto antes.

A partir disso, a solicitação deverá ser descrita e documentada em um Pedido de Mudanças (Change Request). Isso significa que o processo não pode ser feito verbalmente, mas de modo de processual.

Junto à sua equipe, você deverá analisar os impactos da mudança no projeto — o que pode se beneficiar muito do uso de KPIs, como vimos —, verificando o quanto de impacto que o orçamento poderá sofrer. Tente refletir se há alguma alternativa capaz de substituir a mudança solicitada.

Haja aprovação, ou não, todos os envolvidos precisarão ser devidamente comunicados. Se a resposta for positiva, então, não se esqueça de atualizar o plano de projeto antes de implementar a mudança.

Enfim, esperamos que este artigo tenha ajudado você a entender melhor os parâmetros que determinam um bom plano orçamentário, de acordo com diretrizes profissionais e padronizadas. Já se sente mais preparado para fazer um orçamento planejado?

Agora, se gostou da leitura, aproveite para compartilhar este texto nas redes sociais e ajude a disseminar informações de relevância para o seu mercado de atuação!

o que faz um gerente de projetos

O que de fato faz um gerente de projetos?

Você sabe o que faz um gerente de projetos? Essa é uma carreira que ganhou força nos últimos anos e que atualmente atrai muitas pessoas. Os projetos corporativos passaram a ocupar um papel de destaque no ambiente de trabalho, consequentemente, os profissionais dessa área começaram a ter um papel-chave para o sucesso das corporações.

Mas para se tornar um bom gestor, é crucial compreender o que faz um gerente de projetos e quais as habilidades necessárias para ter sucesso nessa carreira. Confira quais são abaixo!

O que faz um gerente de projetos?

Esse profissional é responsável por todas as rotinas de um projeto. Ele executa o planejamento de cada etapa e define as metas e os objetivos a serem alcançados. Também cabe a esse profissional avaliar qual a melhor metodologia para o perfil do projeto, melhorando as rotinas da companhia.

A gerência de um projeto também passa pela gestão de prazos e pela análise contínua da performance dos times. O gerente de projetos deve regularmente avaliar quais são as métricas que não são atingidas, os gargalos operacionais existentes e os demais fatores que influenciam na performance da equipe. Assim, eles serão corrigidos da melhor forma possível.

Para resumir, as atividades de um gerente de projetos podem ser exemplificadas em quatro tópicos.

  1. Planejamento de cada etapa com todos os envolvidos.
  2. Gerenciamento das atividades de todos os times.
  3. Verificação dos resultados de cada etapa.
  4. Execução de mudanças quando erros são encontrados.

Qual a formação esperada de um gerente de projetos?

A formação de um gerente de projetos é conhecida pelo seu caráter multidisciplinar. Quem atua nessa área tem conhecimentos em múltiplos setores, como em gestão de pessoas e em metodologias de trabalho.

Esse é um cargo que muitas vezes é assumido por profissionais de várias áreas. Mas em alguns casos, o gerente pode adotar uma formação acadêmica específica, atingindo assim cargos como o de gerente de portfólio e o de gerente de escritório de projetos (também conhecido como PMO).

A importância das certificações para o gerente de projetos

Uma das formas de saber o que faz um gerente de projetos a fundo é conhecer as diferentes estratégias de atuação desse profissional. E parte dessa tarefa pode ser executada com o apoio de cursos, ainda que online, ou com a leitura de documentações sobre a área que são divulgadas por órgãos do mercado.

Mas para transformar esse conhecimento em um fator realmente capaz de atrair novas vagas, o gerente de projetos deve investir nas certificações. Emitidas por órgãos reguladores, elas atestam a capacidade que uma pessoa tem de atuar conforme as regras de uma determinada metodologia ou de um padrão de gestão.

Em outras palavras, a certificação serve de instrumento de validação para as habilidades de um profissional. Elas devem ser obtidas mesmo nos casos de profissionais com graduação ou pós-graduação na área, uma vez que reforçam os conhecimentos de um profissional de gestão durante as contratações.

Quais as habilidades de um gerente de projetos?

Agora que você sabe o que faz um gerente de projetos, vamos focar nas habilidades de um bom profissional da área. Elas são cruciais para que as pessoas que atuam no meio tenham uma carreira de sucesso e possam enfrentar menos problemas no seu dia a dia. Veja as principais abaixo!

Soft skills

As soft skills são fundamentais para o gerente. Elas envolvem um conjunto de habilidades de comunicação que auxiliam o profissional a manter um bom diálogo com todos aqueles que estão diretamente ou indiretamente envolvidos com o seu trabalho. Dessa forma, negociações se tornam mais simples e passam a ter sempre o objetivo esperado por todos.

É importante, portanto, que o gerente trabalhe sempre as suas soft skills.
Sendo um profissional que atua ao lado de pessoas de várias áreas diretamente, ele deve estar preparado para lidar com os desafios diários de um grande projeto corporativo. Assim, do planejamento ao alinhamento de metas, todas as etapas trarão melhores resultados.

Liderança

Poucos profissionais de gestão são realmente líderes. E trabalhar esse aspecto da formação de uma pessoa é um ponto-chave, pois a liderança é fundamental para que os times fiquem motivados e consigam atingir os seus objetivos.

O líder é aquele profissional que consegue motivar, de maneira natural, a sua equipe a atingir os resultados esperados. Ele conhece as pessoas que trabalham ao seu lado, sabe como organizá-las no ambiente corporativo e distribui as rotinas da melhor forma possível.

Também é um ótimo líder o gerente que sabe aplicar bons feedbacks e manter o time em alta. Assim, o ambiente de trabalho sempre terá o clima necessário para que todos possam atingir as suas metas.

Organização

O sucesso de muitos projetos depende da sua organização. Quando os profissionais responsáveis pela gestão cometem erros nessa área, atrasos e quedas de performance podem ser frequentes. E em alguns casos, eles podem prejudicar o projeto por completo.

Portanto, sempre tenha uma boa organização. Mantenha um controle rígido sobre os principais fatores que afetam o sucesso do projeto, como:

  • a evolução do escopo;
  • os custos;
  • os prazos;
  • os níveis de produtividade;
  • as datas de reuniões;
  • as metas e objetivos de cada etapa.

Com atenção a tais fatores, a empresa pode evitar problemas e garantir um maior desempenho no dia a dia. Além disso, o trabalho do gerente de projetos terá um nível de qualidade muito maior.

Em muitos casos, o gestor utiliza um software de gestão de projetos para executar um trabalho de forma ágil e segura. Com ele, o time terá um ambiente centralizado para monitorar as suas atividades e, com isso, vai reduzir erros ou as chances de algo não sair como o esperado. Dessa forma, os resultados atingidos pela equipe ao término de cada etapa sempre serão os melhores possíveis.

Sabendo o que faz um gerente de projetos e as suas habilidades, é mais fácil moldar as suas aptidões conforme aquilo que é exigido pelo mercado. Dessa forma, o profissional sempre terá acesso às melhores oportunidades da sua área.

Gostou do nosso artigo? Agora que você já sabe o que faz um gerente de projetos e as suas habilidades básicas, que tal compartilhar este post com os seus contatos nas redes sociais?

plano de comunicação de projetos

Qual a importância de um plano de comunicação de projetos?

Com todas as situações adversas que podem impedir o fluxo de um projeto, a administração dessa área não é nada fácil. Como você deve saber, conflitos, falta de recurso, má definição do escopo, atrasos e orçamento subestimado exemplificam problemas típicos. Será que um plano de comunicação de projetos poderia resolver essas complicações?

De acordo com uma pesquisa do Project Management Institute (PMI), um gestor de projetos ocupa 90% do seu tempo com a comunicação em casos bem-sucedidos.

Sendo assim, não é difícil notar que uma prática que toma tanto espaço temporal como essa mereça a atenção devida. Informações transmitidas com falhas induzem a erros e até mesmo ao fracasso do projeto.

Por isso, se você deseja aumentar as chances de sucesso, é hora de descobrir como o plano de comunicação de projetos pode salvar sua gestão.

Como se define um plano de comunicação de projetos

O principal objetivo desse planejamento é mapear as necessidades comunicativas da parte interessada, estabelecendo o modo mais justo para que sua distribuição ocorra. Tais requisitos devem ter uma documentação apropriada, sendo trabalhados de forma padronizada entre os colaboradores.

Foi-se o tempo em que a área de gestão de projetos acreditava que o sucesso de um caso se devia apenas ao processamento das atividades dentro do prazo, orçamento e qualidade planejada.

Todas as mudanças sociais, políticas e econômicas que têm mudado as relações de trabalho no mundo trouxeram o estudo do comportamento humano à tona, em busca de resolver as incógnitas do mundo corporativo.

Isso tudo quer dizer que o gerenciamento das comunicações ganhou força nas estratégias de qualquer proposta, assumindo um lugar de importância no que determina a derrota ou sucesso de um projeto.

Como gestor, é bom que você perceba cada vez mais que a comunicação adequada reduz as falhas na transmissão das mensagens.

Quando a informação correta chega ao profissional certo, a realização do projeto tende a correr livre, sem erros e de maneira produtiva.

O que influencia a construção do plano

O plano de comunicação de projetos pode sofrer o impacto de fatores ambientais e aspectos organizacionais. Nesse conjunto de influências, podemos citar as principais:

  • recursos humanos;
  • infraestrutura;
  • referências;
  • bancos de dados;
  • lições aprendidas em projetos anteriores;
  • tecnologia disponibilizada;
  • estrutura e cultura organizacional;
  • normas e padrões governamentais;
  • normas e padrões da indústria;
  • gestão da informação presente;
  • normas para qualidade e de segurança da informação;
  • procedimentos específicos para lidar com os dados financeiros.

Qual a importância do plano de comunicação de projetos

Agora que você sabe um pouco mais sobre os objetivos dessa iniciativa e os fatores que influenciam a construção do planejamento, vamos observar a relevância desse processo abordando a aplicação prática.

O processo de planejamento voltado para essa área precisa produzir uma única saída, também conhecida pelo termo em inglês “output”.

Trata-se do plano de gerência das comunicações, um documento subsidiário ao plano do projeto que, segundo o PMBOK (Project Management Body of Knowledge), descreve tudo sobre as comunicações.

O guia também mostra que o nível de formalidade e detalhamento desse planejamento em papel vai depender das necessidades específicas do projeto. Nas próprias palavras do PMBOK 2003, o gerenciamento das comunicações de um projeto é

um conjunto de processos necessários para assegurar a geração, a coleta, a divulgação, o armazenamento e a disposição final apropriada e oportuna das informações do projeto”.

Dessa forma, a relevância dessa abordagem se dá na criação de importantes vínculos entre as ideias, pessoas e informações necessárias para o sucesso do projeto.

É muito importante que os envolvidos no trabalho diário saibam enviar e receber informações, compreendendo como elas podem afetar o projeto de forma geral.

Por que identificar os stakeholders

Agindo de forma prática, depois de identificar todos os stakeholders, você deve procurar saber quem pode afetar ou ser afetado pelo trabalho. Somente depois de conhecer o tamanho do interesse e o poder que cada stakeholder envolvido tem, você poderá pensar na comunicação de forma estratégica.

A transmissão de dados dispensa ruídos quando é feita clara e objetivamente. Por isso, defina formas táticas para falar com cada grupo de interesse, determinando o melhor meio de comunicação, a frequência do trato e as padronizações requeridas.

Você provavelmente já parou para pensar que todo meio de comunicação utilizado em um projeto representa custos, não é mesmo?

Relatórios longos exigem gastos com papel e impressão e, na maioria dos casos, não são lidos na íntegra. Reuniões alongadas também trazem problemas.

Afinal, quando a pauta não é formulada eficientemente, os funcionários acabam sendo pagos para passarem horas em uma sala como ouvintes, sem exercer sua produtividade.

Por isso, um bom plano de comunicações de projetos consegue firmar com clareza como, quando, quantas vezes e para quem as comunicações devem ser emitidas.

É necessário ressaltar que o gerente do projeto não precisa gerenciar todas as trocas de informações que ocorrem dentro da empresa. Isso é impossível. Se você puder identificar quem precisa trocar informações com quem, já será suficiente.

Por que investir no plano de celebração

Por fim, também vale a pena destacar a importância da disseminação de notícias boas durante o processo — o plano de celebração também faz parte do plano de comunicações de projetos e não pode ser deixado para trás.

Tente recomendar algum tipo de comemoração todas as vezes em que a equipe atingir marcos importantes. Como você bem sabe, todo projeto é afetado por dificuldades e problemas, e contrabalançar as notícias negativas é uma atividade fundamental.

Dessa forma, o líder poderá manter a moral da equipe, inserindo motivação, reconhecimento e gás em cada um dos colaboradores. Não importa o tamanho do seu case, do seu cliente ou da sua empresa: todo projeto precisa de uma comunicação bem estruturada.

Sem isso, você não terá como se certificar quanto à clareza das informações que serão transmitidas para o stakeholder ou qualquer outra parte envolvida.

Independentemente do avanço tecnológico, projetos são executados por pessoas. Como líder, você depende delas para cumprir os objetivos da companhia. Esperamos que este artigo tenha alertado você quanto à necessidade de saber lidar com os desafios da comunicação.

Quer saber mais sobre plano de comunicação de projetos? Então, conheça nosso artigo sobre planos de comunicação integrada.