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Request for Proposal

As melhores práticas Request for Proposal para contratar um PPM

O gerenciamento de aquisições em projetos envolve a compra de produtos, serviços e outros recursos externos necessários para a realização do trabalho, incluindo aí processos de planejamento, condução, administração e encerramento de todas as aquisições realizadas ao longo do percurso. Embutida nesses processos está a busca por fornecedores de qualidade, que tenham todos os requisitos básicos para oferecer a solução ideal para a empresa. Essa busca pode se dar de diversas maneiras, sendo uma delas por meio de concorrências e licitações, processo em que vários fornecedores recebem um Request for Proposal (RFP), documento responsável pelo pontapé inicial de uma jornada super promissora.

Nosso objetivo hoje é trazer para você as melhores práticas de Request for Proposal (RFP) para contratar um Project Portfolio Management (PPM), uma solução que incrementa o trabalho do PMO e torna o gerenciamento de projetos muito mais ágil e eficaz na empresa. Então sigamos em frente:

DETALHANDO A SOLICITAÇÃO

A solicitação de propostas é uma ferramenta de gerenciamento de fornecedores que permite extrair um maior valor nos processos de negociação em projetos de alta complexidade, que exijam vários requisitos e o envolvimento de muitos players para sua execução. Essa ferramenta tem como objetivo estabelecer as condições para uma concorrência, sendo usada para fazer cotações mais precisas sobre a aquisição de produtos e serviços, aumentando assim o poder de negociação das partes e melhorando o orçamento do projeto. Além disso, a RFP permite que tanto os riscos como os benefícios da contratação de determinado fornecedor sejam vistos com maior clareza pela equipe do projeto, o que contribui para elevar seu desempenho ao longo da execução.

Por tudo isso e muito mais, para ser eficaz em seu propósito, a Request for Proposal (RFP) deve seguir algumas melhores práticas, visando trazer clareza ao procedimento de concorrência e maior segurança para os fornecedores que participarão desses trâmites. Portanto vamos ao que interessa?

Alinhando condições

Como a RFP surge como reflexo de uma necessidade do projeto, que já deve estar alinhado aos objetivos estratégicos do negócio, é preciso verificar entre os fornecedores de PPM disponíveis quais deles estão afinados com as melhores práticas do mercado em termos de ferramentas e funcionalidades para que você obtenha o maior êxito possível em suas ações com a contratação.

As capacidades técnica e financeira dos fornecedores que serão consultados também devem ser verificadas em uma seleção prévia, como forma de evitar que apareçam muitos pretendentes sem os devidos recursos para atender à proposta da empresa. Após essa verificação já é viável fazer o convite oficial para a participação na concorrência.

Incluindo transparência

Se você deseja uma ferramenta de PPM única, que realmente contribua para otimizar o trabalho da sua equipe e tornar o PMO da empresa um verdadeiro braço estratégico para os negócios, precisa desenvolver sua RFP do modo mais transparente possível, indicando todos os requisitos necessários para a contratação da solução, assim como os critérios que serão avaliados no momento da análise das propostas. Deixe todo o processo claro!

Também é de vital importância que você logo dê todas as informações relevantes para o andamento do procedimento, como quem contatar para esclarecer dúvidas, como entrar em contato com a empresa, para onde enviar as propostas, quando será divulgado o resultado e o prazo para possíveis recursos.

Esclarecendo expectativas

Outro fator que precisa ser levado em conta no momento de desenvolver sua Request for Proposal para contratar um PPM é o conjunto de expectativas que se forma em torno de uma concorrência ou licitação. Nesse cenário, diversos fornecedores se sentem realmente capazes de suprir as necessidades da sua empresa, mas nem todos efetivamente atendem aos requisitos exigidos. É essencial, portanto, nunca deixar de mostrar o motivo pelo qual cada exigência é feita.

Além disso, deixe claro qual será o retorno que o fornecedor escolhido terá, como o pagamento será feito, que tipo de contrato se espera e como se dará o relacionamento entre a empresa contratante e a empresa fornecedora da solução. Lembre-se de nunca prometer mais do que está disposto a conceder, caso contrário poderá ter problemas no futuro.

Formatando adequadamente

Disponibilizar as informações da RFP de modo a facilitar a leitura e o encontro de itens específicos é a melhor forma de garantir que os fornecedores de PPM terão certeza do que você precisa e do que eles têm a oferecer. Sendo assim, preze por inserir uma capa e um sumário na sua RFP, além de procurar descrever o escopo com atenção, levando em consideração até as exclusões.

Ter um número de controle interno para sua RFP pode ajudar no momento de resgatar qualquer informação, além de passar mais credibilidade para aqueles que estão interessados na sua chamada para propostas.

Abrindo a comunicação

Por mais que sua RFP esteja bastante completa, dúvidas sempre surgirão, com questionamentos sendo levantados pelos concorrentes. Nesse contexto, você pode acabar comprometendo a seriedade do processo de seleção se não estiver pronto para responder agilmente a qualquer dessas dúvidas.

Para não incorrer nesse erro, abra um canal de comunicação direta com sua empresa para que os interessados com dúvidas a esclarecer sejam prontamente atendidos. Pode ser um e-mail, um número de telefone, um chat, um blog ou até mesmo uma rede social — como o Twitter, que funciona bem como SAC 2.0. O importante é sempre ter alguém disponível para responder no menor tempo possível e com todas as informações pertinentes.

Criando um comitê avaliador

Por mais que se busque a transparência em todo o processo, ainda não é nada impossível se deparar com decisões tendenciosas, mesmo que inconscientes, por parte de determinadas pessoas. Assim, aquele fornecedor com o qual você tem um melhor relacionamento ou aquele que lembrou da sua equipe no final do ano passado, enviando um brinde de Natal, podem ser favorecidos, comprometendo sua credibilidade.

Mas evitar essa situação é fácil: basta que você crie um comitê de avaliação para as propostas, composto não só pela própria equipe do projeto, mas também por outros colaboradores que não estejam diretamente envolvidos, conseguindo avaliar os critérios de seleção com total isonomia. Dessa forma, além de garantir a idoneidade de todo o processo, você coloca sua RFP à prova, avaliando se está realmente condizente com o necessário para contratar seu novo PPM.

Com uma RFP bem elaborada, você só tem a ganhar durante o processo de seleção de fornecedores para seu PPM. Além do mais, esse documento não serve apenas para comprar seu novo PPM, mas para todos os demais processos de aquisição de alta complexidade. Por isso, exercite essas melhores práticas desenvolvendo suas próximas RFPs e não se esqueça de voltar aqui para nos contar sobre sua experiência!

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indicadores de gestão de projetos

Indicadores de gestão de projetos

Todo projeto nasce com um objetivo a ser alcançado dentro de certo período de tempo, utilizando um orçamento predeterminado e buscando a satisfação das partes interessadas — sejam elas a empresa, o cliente ou o consumidor final. Mas como saber se você está no caminho certo e se essas metas realmente serão atingidas? É aí que entram os indicadores de gestão de projetos!

Como o que não é medido não é gerenciável, se você não acompanha a efetividade de suas ações, não sabe quando será atingido o objetivo inicial do projeto. Geralmente, é até difícil para o gestor avaliar se os objetivos são realmente alcançáveis.

Há, ainda, o cenário em que você chega a um produto final completamente diverso daquilo pensado inicialmente. Por isso, entender o que são esses indicadores e como eles contribuem para o acompanhamento de seus projetos com qualidade é simplesmente fundamental.

Pronto para vencer mais essa etapa? Então, continue a leitura!

O que são os KPIs, afinal?

Do inglês Key Performance Indicators (algo que pode ser lido como Indicadores-Chave de Performance em português), os KPIs são ferramentas de controle utilizadas para acompanhar a efetividade da equipe no alcance das metas do projeto com a devida precisão.

Em outras palavras, trata-se de um mecanismo de gestão que dá ao líder operacional uma visão completa sobre cada área, sua performance e os pontos que necessitam de atenção. Tudo isso acontece em tempo real.

O uso dos KPIs ajuda o negócio a ter mais chances de atingir os objetivos finais de um projeto. Como bem se sabe, cada meta atingida é um passo a mais em direção à concretização do escopo, ou seja, algo que torna a empresa mais próxima do sucesso.

Portanto, o uso de métricas de performance é fundamental para a companhia avaliar como o time está atuando e, assim, aplicar medidas corretivas rapidamente. Nesse sentido, para serem efetivos, tais índices devem estar estrategicamente alinhados ao negócio e ao objetivo principal do projeto.

Isso permite uma avaliação precisa sobre cada meta, de modo a garantir uma tomada de decisão cada vez mais rápida e acertada.

Como o uso de indicadores de gestão de projetos afeta o resultado de cada etapa?

Os indicadores de gestão de projetos são cruciais para o sucesso das medidas adotadas. Se eles não forem aplicados de modo abrangente, a companhia terá menos recursos para avaliar a performance de seus times, identificar erros e aplicar as metodologias escolhidas.

Além disso, os fatores de riscos são ampliados, o que torna o ambiente operacional ineficaz e com um amplo número de falhas. Abaixo, veja os pontos que são afetados positivamente pelos indicadores de gestão de projetos.

O controle de custos

Controlar gastos é uma questão importante a todo projeto. Quanto mais complexa é a iniciativa, maior a quantidade de fatores a ser avaliada para garantir que o orçamento seja cumprido à risca: um amplo número de profissionais, fases e ferramentas atuará continuamente na entrega de resultados.

Todos esses itens podem criar situações que ampliam os gastos com uma etapa. Sem controle, haverá uma situação em que o investimento da empresa no projeto terá um retorno menor, influenciando na satisfação do cliente.

Mas, com os indicadores de gestão de projetos, a companhia terá meios para identificar, em tempo real e de modo abrangente, fontes de desperdícios. Assim, as medidas corretivas serão aplicadas rapidamente para cortar gastos excessivos e manter os times aderentes a seus orçamentos.

O número de falhas

A falha operacional também representa um grande problema aos projetos, pois impacta não só a produtividade do time, mas amplia custos e prazos. Portanto, o gestor deve sempre tomar medidas para evitar sua recorrência e identificar problemas rapidamente.

Com os indicadores certos, a empresa tem como detectar qualquer tipo de questão que possa afetar seu projeto. De erros recorrentes à indisponibilidade de soluções de TI, o negócio será capaz de mensurar sua performance continuamente e, assim, ter um fluxo de trabalho de alto desempenho.

A produtividade interna

A alta produtividade é fundamental para que todos se mantenham dentro dos prazos. Como a aplicação de KPIs mitiga os riscos de o time ter falhas e uma rotina de baixa qualidade, esse é outro item que terá melhorias: o gestor sempre eliminará gargalos rapidamente e evitará que problemas capazes de influenciar no desempenho de uma equipe sejam perpetuados.

Quais são as métricas mais importantes na gestão de projetos?

Em geral, cada projeto deve ter seus próprios KPIs, definidos a partir de um consenso entre as partes interessadas. Contudo, existem alguns que estão sempre presentes, revelando a performance da equipe como um todo. Vamos dar uma olhadinha neles?

Desempenho do cronograma

O atraso em uma das fases do projeto pode comprometer as demais, bem como o Time to Market do cliente. Isso impacta a qualidade, o orçamento e até a viabilidade do projeto em si, pois, se o time executa atividades com baixo nível de produtividade ou tem muitas interrupções, o resultado obtido será progressivamente mais distante do esperado.

Estabelecer um KPI de desempenho para o cronograma é de extrema importância para que a equipe atente a esse quesito e trabalhe realmente focada no prazo final. Portanto, avalie continuamente quais são os times mais aderentes a seus prazos, mensure quem está à frente do seu cronograma e crie estratégias para evitar falhas.

Uma vez identificados, é importante mensurar a recorrência e a origem dos atrasos. Com isso, as medidas tomadas para eliminar os fatores responsáveis por causá-los serão muito mais efetivas, já que o gestor terá os dados certos para buscar por uma solução precisa.

Produtividade da equipe

A partir do momento em que é estabelecido o cronograma do projeto e a EAP é definida, as responsabilidades são distribuídas. Cada membro da equipe passa a saber exatamente o que, como e quando deve fazer.

Dessa forma, se alguém deixa de cumprir seu papel, todos os demais são impactados, assim como o projeto como um todo. É por isso que definir um indicador de produtividade para a equipe é de extrema importância.

Avaliando como os profissionais conseguem entregar resultados, a empresa contará com meios mais inteligentes de identificar gargalos. Os processos passarão por uma avaliação contínua de performance, o que reduz os riscos de pontos com gargalos não serem detectados precocemente. Assim, o gestor terá mais chances de retomar a fluidez do ritmo de trabalho rapidamente caso algo ocorra.

Execução do orçamento

Um dos objetivos do time de projetos é ficar atento ao orçamento predeterminado, evitando gastos supérfluos, certo? Em outras palavras, se as finanças são bem planejadas, o time pode otimizar sua distribuição de verbas, avaliar melhor quais são as soluções adquiridas e garantir que desperdícios se tornem menos frequentes.

Porém, ainda assim, imprevistos podem ocorrer no projeto e levar a um aumento nos gastos. Nesse sentido, é possível determinar um KPI para os custos por fase. Quando o negócio identifica como o orçamento é executado e a aderência de cada time ao uso de suas verbas, fica mais fácil para os líderes avaliarem em que ponto os desperdícios ocorrem.

Como isso afetará o projeto ao longo de seu curso? Se um desperdício ocorrer de modo contínuo, ele será rapidamente detectado. Consequentemente, medidas corretivas serão tomadas para que ele não cause um grande impacto a médio e longo prazo.

Satisfação do cliente

A satisfação do cliente está diretamente relacionada ao cumprimento de diversas metas do projeto. Elas se iniciam no cronograma e passam pelo custo e pela qualidade, indo até a usabilidade do produto final.

Dessa maneira, estabeleça indicadores de satisfação do cliente para cada fase ou entrega do projeto. Monitore as reações, os feedbacks e a satisfação geral quanto ao desempenho da equipe.

Com esse indicador, o gestor pode garantir que as expectativas estejam alinhadas ao longo de todo o projeto. Os times terão um modo simples e contínuo de avaliar se o desenvolvimento de cada etapa está ocorrendo de forma que o negócio entregue algo de acordo com aquilo que o cliente espera.

Se forem encontrados, os problemas serão mitigados antes de o projeto ser finalizado. Dessa forma, o produto final estará totalmente alinhado ao que o cliente deseja, maximizando o sucesso do projeto.

Retorno sobre investimento

Um dos KPIs mais importantes da gestão de projetos é o Retorno sobre Investimento, mais conhecido como ROI. Esse índice retrata a rentabilidade do negócio para o cliente e é fator determinante para sua satisfação.

O ROI é medido quando se subtrai o investimento do respectivo retorno. Dividindo esse resultado pelo investimento inicial, chega-se facilmente à conclusão de que, quanto maior ele for, maior é a lucratividade do cliente. Nesse sentido, o indicador deve ser calculado no começo e no fim do projeto.

A primeira avaliação auxilia a empresa a alinhar expectativas e garantir uma visão mais abrangente sobre a qualidade do planejamento. Já após a entrega do projeto, a análise facilita a identificação de problemas e a criação de medidas que possam aumentar um ROI baixo.

Por que os indicadores são essenciais hoje em dia?

Os indicadores são mecanismos fundamentais a uma gestão moderna. No cenário atual, em que muitas empresas trabalham de modo contínuo para otimizar o fluxo de trabalho, o uso de métricas vem se disseminando em várias áreas.

Os indicadores de gestão de projetos evitam que uma atividade complexa tenha alta chance de não chegar ao resultado esperado. No momento em que a empresa toma medidas abrangentes para identificar a performance dos times e a qualidade do fluxo de trabalho, os líderes conseguem avaliar como todos os fatores que contribuem para o sucesso de uma etapa estão influenciando o trabalho.

Dessa forma, medidas podem ser tomadas para corrigir erros e perpetuar boas ideias. Ou seja: o uso de indicadores de gestão de projetos é fundamental para prevenir problemas, mitigar erros e conduzir a equipe na busca pelos objetivos de cada etapa com mais segurança.

Viu como há um KPI para cada etapa do processo e por que esses indicadores podem realmente ajudar no acompanhamento dos projetos? Para receber outras novidades do blog e mais conteúdos como este diretamente no seu e-mail, basta assinar nossa newsletter!

Gestão de Projetos de alta performance

Gestão de projetos de alta performance: tudo que os especialistas não contam

Segundo a pesquisa PMI’s Pulse of the Profession, menos de 2/3 dos projetos cumprem completamente seus objetivos, sendo que 17% deles fracassam completamente. Nessa mesma direção, a cada 1 bilhão de dólares investidos em projetos, impressionantes 135 milhões são perdidos pela simples falta de gestão estratégica dos trabalhos, colocando muitas empresas em risco tanto do ponto de vista financeiro como da perspectiva da concorrência.

Para você parece ser extremamente difícil gerenciar projetos? Pois saiba que talvez não seja tão difícil quanto parece, viu? O que acaba impedindo uma empresa de chegar à gestão de projetos de alta performance pode ser a falta de compartilhamento do conhecimento sobre o que realmente funciona, assim como o foco exagerado na teoria em detrimento da prática, que é muito mais dinâmica do que os livros relatam.

Mas hoje você vai descobrir alguns segredos que podem mudar completamente esse cenário, colocando sua empresa entre aquelas que arriscam sem necessariamente perder. Gostou da ideia? Então confira as lições que separamos especialmente para você e já comece a trilhar seu caminho rumo ao sucesso:

Atente-se ao processo e à geração de valor

A academia ensina que você deve ter templates para tudo, seguir metodologias à risca e rezar a cartilha exatamente como está previsto, certo? Mas será que tudo isso realmente entrega valor para seus projetos? Já parou para pensar se todos os procedimentos que você segue são mesmo necessários?

A verdade é que, por mais que a padronização de processos ajude a entender o fluxo de atividades e informações e contribua diretamente para otimizar o trabalho da equipe e os recursos utilizados, de acordo com o PMI, menos de 23% das empresas possui processos padronizados que efetivamente contribuem para melhorar a performance de seus projetos.

Por isso, o segredo é manter o foco no processo, eliminando todo o resto que não acrescente valor ao resultado final. Ao tornar o processo mais fluido, você percebe uma melhora considerável na agilidade das ações e da tomada de decisões, além de também notar evolução no uso consciente dos recursos, tornando sua gestão de projetos mais estratégica que operacional.

Coloque a usabilidade como base de tudo

Uma vez que padronização nem sempre significa desempenho acelerado, é preciso garantir que as pessoas entendam os processos e saibam executá-los com maestria. Outra questão a ser verificada é se os processos são intuitivos, ou seja, fáceis de serem seguidos. Lembre-se de que muitos processos são burocráticos, mas relativamente fáceis de executar, enquanto outros são curtos, mas extremamente trabalhosos.

A moral da história é: quanto mais fáceis forem os processos, mais rapidamente as pessoas os adotarão. Portanto, não deixe de acompanhar a ativação desses processos, observando se eles realmente vêm sendo adequadamente cumpridos pela equipe. Se perceber alguma dificuldade, converse, identifique os problemas e reveja os processos, afinal, eles definitivamente não são permanentes.

Tenha apenas o sucesso como indicador

O foco em resultados é um dos quesitos mais importantes para você ter uma gestão de projetos de alta performance realmente bem-sucedida. Afinal, de nada adianta ter templates lindos para mostrar se não há nada de relevante neles, como indicadores concretos de que o projeto está se desenvolvendo como o esperado.

Cada indicador deve refletir em números o quanto falta para se chegar ao resultado final, se a performance da equipe está adequada, se o projeto realmente está alinhado aos objetivos estratégicos do negócio e se o projeto realmente trará o retorno financeiro esperado. Sendo assim, foque seus esforços em determinar indicadores que mostrem o valor de cada projeto ao longo do tempo e quanto falta para chegar lá. Vislumbre o fim, não os meios.

Fique de olho na jornada do usuário

A adoção de novos processos pode servir como motivação inicial para depois cair no esquecimento, seja pela correria do dia a dia, pela dificuldade em cumprir com todas as etapas dessa inovação ou até mesmo pela falsa ideia de que as pessoas estavam engajadas com a mudança. O ideal aqui é criar mecanismos para acompanhar se cada usuário está realmente utilizando os processos da forma adequada.

Mas saiba que fazer esse acompanhamento sem o auxílio de uma ferramenta de gestão de projetos pode ser um tanto quanto trabalhoso, viu? De olho na facilitação desse processo essencial, hoje em dia existem muitos softwares bastante acessíveis, que permitem um monitoramento super eficaz de todas as etapas de implantação, assim como da forma como são utilizados posteriormente.

Foque no treinamento e na produção de conteúdo

Quanto mais as pessoas conhecem determinada área, processo ou atividade, mais facilmente entendem suas responsabilidades e agem proativamente, sem esperar que alguém precise demandar ações. Além do mais, é sempre válido lembrar que não somos detentores de todo o conhecimento do mundo. Assim, por mais que você tenha uma equipe experiente, sempre é possível aprender algo a mais.

Nesse sentido, promova treinamentos constantes para seu time, detectando as dificuldades de cada colaborador de modo a oferecer conteúdo de valor, que realmente agregue conhecimento e promova o crescimento. As empresas e os profissionais falam bastante sobre a gestão de projetos, por exemplo, mas será que todos realmente entendem o conceito em sua totalidade?

O projeto de um novo parque industrial é completamente diferente de um projeto acadêmico, mas já pensou que as pessoas podem muito bem fazer esse tipo de confusão? Sendo assim, esclareça ao máximo as questões relacionadas ao setor em que trabalham, por meio da criação e da manutenção de um blog com artigos especializados, por exemplo. Você pode também compartilhar posts de outros blogs nas redes sociais, enviar um whitepaper interessante para a equipe por e-mail e fomentar o diálogo sobre esses temas sempre que possível, visando criar um entendimento comum.

Saiba a hora certa de escalar um processo

Imagine se você coloca a empresa toda de cabeça para baixo para implementar um novo processo, mas, em pouco tempo, resolve abandoná-lo simplesmente porque não entrega valor. Muitas organizações acabam passando por isso, perdendo no meio desse caminho muita credibilidade frente a seus funcionários. Isso sem contar a perda de tempo, recursos e competitividade, que consequentemente compromete a adesão a uma nova mudança.

Para evitar esse tipo de situação, o melhor a fazer é procurar implantar qualquer novo processo por departamentos, utilizando um deles como piloto para validar todas as demais mudanças. Só quando tudo estiver comprovadamente ajustado será a hora de partir para a escalabilidade, disseminando as melhores práticas para toda a empresa, sem medo de errar.

Como você pode perceber, ter uma gestão de projetos centralizada, alinhada aos objetivos estratégicos da empresa e consciente das melhores práticas é fundamental para elevar a performance da organização na execução de suas iniciativas, gerando mais valor para os negócios. Por esses motivos, cada vez mais empresas investem em um PMO que supra as necessidades de gestão estratégica sem perder de vista a parte da execução, essencial para a melhoria efetiva dos resultados.

E você, por acaso conta com um PMO que ajude a desenvolver projetos de alta performance na sua empresa? Já conseguiu identificar alguma falha importante em seus processos com nossas dicas? Deixe seu comentário e divida conosco suas impressões!

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gestão de pessoas

7 Dicas para a Gestão de Pessoas em Projetos Ágeis

Dentro de uma empresa que trabalhe no mercado B2B – e principalmente se esta empresa atua com a implementação de soluções, ou seja, trabalha através de projetos – o desenvolvimento ágil já se tornou uma metodologia consolidada. Ele traz excelentes resultados em produtividade e está bem alinhado com a filosofia lean, de redução do desperdício. Porém, para que o desenvolvimento ágil seja bem-sucedido, ele depende exclusivamente da performance da equipe em cumprir cada etapa. Por isso, a gestão de pessoas passa a desempenhar um papel importante dentro desta dinâmica de trabalho.

1- Entenda seu papel

Em primeiro lugar, o gestor precisa entender que uma equipe trabalhando com projetos ágeis tem necessidades diferenciadas. Estes profissionais não precisam do gestor que cobra, que pergunta em que parte do trabalho eles estão, que exige relatórios adicionais, que marca reuniões a todo momento.

O que este tipo de equipe precisa, no que se refere a gestão de pessoas, é de um facilitador. O gestor, portanto, deve se concentrar em avaliar a saúde da equipe; remover obstáculos organizacionais; deixar espaço para que os profissionais errem e fazer um trabalho de incentivo e motivação.

2- Deixe claro para a equipe que você precisa de feedback

Geralmente dizemos que a gestão de pessoas, no desenvolvimento ágil, assume a forma bottom-up, em outras palavras, de baixo para cima. Isto significa que, embora você deva estar atento à sua equipe, não cabe a você definir o que ela precisa.

A própria equipe precisa trazer para você suas demandas, conforme o que é prioritário para o avanço do trabalho. Para que este modelo funcione, você deve deixar claro que o canal de comunicação estará sempre aberto e que, como vimos na primeira dica, eles devem pensar em você como um facilitador.

3- Fique atento aos conflitos

Conforme o gestor dá um passo atrás, dando mais espaço para a equipe trabalhar, aumenta a presença do fator humano. Em outras palavras, os profissionais sentem essa liberdade e tendem a se comportar de maneira mais natural. Por consequência, é comum que surjam conflitos mais intensos do que vemos quando o gestor assume mais controle.

Você deve estar atento a esses conflitos. Seu papel deve ser de mediador e, portanto, imparcial e justo. Ajude seus funcionários a chegarem a um consenso, para que possam seguir trabalhando juntos de maneira harmônica.

A gestão de conflito pode ser integrada com um treinamento pessoal. O treinamento age como uma medida preventiva, auxiliando os funcionários a desenvolver habilidades que ajudarão a resolver suas diferenças de maneira saudável. Entre os temas que podem ser abordados em um treinamento pessoal, temos a inteligência emocional, a comunicação e até mesmo a postura corporal. Todos estes elementos influenciam no relacionamento entre os colaboradores.

4- Adeque a cultura dos funcionários através de feedback

Alguns dos seus funcionários podem não estar acostumados aos modelos de projetos ágeis. Eles precisarão passar por um processo de adequação da cultura. Uma parte desse processo está ligada ao feedback.

Enquanto o funcionário aprende como esse modelo funciona e se integra à equipe no desenvolvimento dos projetos, você deve estar atento à sua performance. Então, use sua análise para derivar críticas e recomendações úteis que você possa oferecer a esse funcionário. Faça desse feedback uma interação constante. Assim, o funcionário tem uma referência sólida sobre seu progresso e sobre aspectos que ainda precisam de melhoria, até que ele esteja totalmente alinhado à equipe e ao modelo ágil.

5- Deixe que seus melhores funcionários sejam instrutores

Você é o gestor porque, obviamente, possui um conjunto de habilidades de liderança. Porém, você não precisa concentrar também a função de instrutor técnico. Em vez disso, deixe que os melhores membros da equipe ocupem essa função. Eles poderão ajudar os colegas, ensinando a partir de sua própria experiência. Tenha em mente que, ao fazer isso, você ganha duas vezes.

Em primeiro lugar, porque você consegue fortalecer o relacionamento entre seus funcionários. Dessa maneira, eles terão mais sincronia e alinhamento, o clima organizacional vai melhorar e a equipe será mais produtiva. Os resultados do projeto ágil, é claro, também serão beneficiados.

Em segundo lugar, porque essa é uma oportunidade valiosa de desenvolvimento profissional para os funcionários que se tornam referência. Eles ganham destaque, reforçam seus conhecimentos e passam a ocupar uma posição estratégica. Com o tempo, eles podem usar esta oportunidade como uma ponte para um cargo mais alto e novos desafios.

6- Foque no desenvolvimento

E isso vale tanto para o desenvolvimento do projeto quanto o desenvolvimento profissional da equipe. Essa é uma oportunidade única que o modelo ágil oferece: ele permite que o foco seja sempre no progresso, e não apenas nos resultados. Essa é a mentalidade que você deve manter com relação à gestão de pessoas.

A cada etapa do desenvolvimento do projeto, avalie sua equipe. Identifique se eles inovaram; se pensaram “fora da caixa”; se saíram de sua zona de conforto; se tentaram fazer mais do que foi pedido; se demonstraram integração e generosidade. Todos esses fatores devem formar uma tendência crescente. A cada nova etapa o objetivo é que sua equipe chegue um pouco mais longe. Se seus funcionários estiverem sempre se desenvolvendo, eventualmente atingirão a meta que você estabeleceu para eles.

7- Lembre-se destes quatro parâmetros básicos

Um bom gestor de projetos precisa também ser hábil na gestão de pessoas. O sucesso do projeto depende, de forma direta, do bom desempenho dos profissionais envolvidos. E esse desempenho está vinculado a quatro parâmetros básicos: alinhamento, satisfação, motivação e crescimento profissional. Direcione suas ações para atender a esses quatro parâmetros, e você não errará.

E não se esqueça de que, neste processo, você ainda pode contar com o apoio dos gestores de Recursos Humanos. Estes profissionais contam com ferramentas e recursos específicos para desenvolver e gerir equipes.

Estas foram as sete dicas da Project Builder para uma gestão de pessoas mais eficaz, especificamente no âmbito do desenvolvimento de projetos ágeis. Aproveite e leia também nosso outro artigo, “Gestão de projetos: afinal, o que é agilidade?”, onde você poderá encontrar informações mais detalhadas sobre este modelo.

valor do PMO

5 motivos que farão (ou já fizeram) a implantação do seu escritório de projetos (PMO) falhar

Segundo o estudo de benchmark de 2013 (atual pm.survey.org) 63% Organizações falharam na implementação de PMOs. Se você analisar a estatística da percepção de valor do PMO, em apenas 1/3 das empresas a alta administração percebe claramente o valor do PMO. Isso significa que dos felizardos 47% conseguiram ter sucesso na implantação de PMOs. Na grande maioria dos casos (3/4) a alta administração ainda não está segura de quanto valor o escritório gerará para o negócio. Isso não é culpa da gestão de projetos, nem tão pouco dos profissionais do PMO.

O problema está relacionado a uma simples palavra: Mudança. Segundo uma pesquisa de John Kotter, apenas 30% dos programas de mudança são bem sucedidos. Recentemente McKinsey & Company publicou uma pesquisa que indica que a porcentagem de programas de mudança bem sucedidos, hoje é menor que 30%.

Por incrível que parece, muitos profissionais da área de projetos negligenciam os aspectos culturais das organizações e esquecem da nossa resistência natural à mudança, se preocupando muito mais com a construção de processos, templates e metodologia de gestão de projetos, ignorando que o desafio maior está nas pessoas.

Pensando nisso separamos os 5 maiores motivos responsáveis em minar a implantação de um escritório de projetos, com base nos principais estudos já publicados no mercado. Esses motivos servem também para quem está implementando uma metodologia ou um software de gestão de projetos. Vamos lá:

 1 – Resistência e questões culturais não foram tratadas adequadamente

Não levar em conta a cultura da organização é um grande risco de qualquer estratégia empresarial. Cultura é tudo aquilo que fazemos sem pensar. Toda organização possui padrões e processos que são executados no automático e qualquer tentativa de modificar esses padrões será resistida com toda força pelos envolvidos. Existem pouquíssimas verdades absolutas e uma delas é: Ninguém gosta de mudança. E quanto maior for essa mudança mais complexo será incorporá-la a cultura da organização.

Uma dica importante que ajuda no processo de mudança é a necessidade. Os momentos de maior evolução da humanidade foram justamente durante as crises. A convicção de que existe a necessidade de fazer mudanças será um importante aliado. Uma mudança tática pode ser feita por meio da implantação de um novo software de gestão de projetos ou por um novo método, onde fica claro que algo que não funciona hoje será melhorado, focando sempre na venda dos benefícios que serão conquistados, assim fazendo com que as pessoas desejem o novo cenário.

2 – Falta de patrocínio da alta administração

A forma como as pessoas agem dentro de uma organização, em geral, reflete a postura da liderança. Se a mudança não vier de cima, o resto tende a continuar do mesmo jeito, mesmo que as pessoas sejam treinadas para fazer diferente. Logo, um ponto que não pode ser negligenciado é o patrocínio da alta direção.

Independentemente do processo, metodologia ou gabarito dos profissionais envolvidos na implantação, ter a alta direção patrocinando o projeto é requisito obrigatório. Se você já iniciou o trabalho e ainda não tem alguém do topo da organização no “barco”  é hora de parar tudo. Seu principal foco será conseguir um patrocinador, todos os seus esforços terão que estar direcionadas a isso.

Evidenciar os benefícios que serão conquistados com o PMO são argumentos importantes que te ajudarão na venda da ideia. Analise também quais são os objetivos estratégicos da companhia que serão conquistados mais facilmente com um escritório de projetos funcionando. Já escrevemos artigos sobre como conquistar os stakeholders, sua principal meta nesse momento.

3 – Recursos insuficientes (humanos ou financeiros) para operacionalizar o PMO

Assim como em uma viagem, precisamos calcular qual é a distância, para saber quanto  combustível necessitaremos, e na implantação do PMO não poderia ser diferente. Não ter os recursos necessários para implantar o PMO é o terceiro maior motivo de fracasso. Por essa razão trate-o como um projeto, “casa de ferreiro espeto de ferro”.

Com as atividades definidas e o cronograma realista planejado é hora de envolver os recursos humanos e materiais ,não esquecendo de verificar se seu projeto tem combustível para chegar até o final.

Não deixe de incluir na sua lista um orçamento para treinamentos, visitas a congressos, implantação de um software de gestão de projetos e outras aquisições necessárias para ter um PMO de alta perfomance.

4 – Falta de conhecimento e habilidades técnicas para estruturação do PMO

Nesse momento o grande desafio é uma reflexão fria e sincera. Temos conhecimento suficiente dentro da organização para implantar o PMO? Alguém na equipe já vivenciou essa experiência no passado? Todos os principais obstáculos da implantação são conhecidos pela equipe e temos uma estratégia clara para superá-lo? Essa é a primeira tentativa de implantar um PMO na organização ou já foi tentado algo semelhante no passado e não tivemos sucesso? Se sim, o que estamos fazendo diferente dessa vez?

Se você respondeu mais de duas dessas perguntas com um não, talvez seja melhor buscar a ajuda de um especialista, existem várias maneira para isso. Uma delas é contratar um profissional de mercado que tenha vivenciado essa experiência. Outra é buscar por uma consultoria especialista ou buscar um curso sobre implantação de PMO. De acordo com o orçamento e com o volume de projetos da organização será necessário optar por uma ou mais dessas opções.

Na Project Builder acompanhamos de perto a implantação dos escritórios de projetos de nossos clientes e incentivamos a troca de experiência entre eles, assim conseguimos compartilhar acertos e dificuldade entre pessoas que já passaram pelo mesmo desafio.

5 – Expectativas acima das reais possibilidade de geração de valor do PMO

Já sabemos o quanto é difícil vender uma iniciativa dentro da organização, e em alguns momentos nosso lado “lobo de wall street” pode querer falar mais alto, mas muito cuidado. Tão importante quanto superar todos os outros pontos citados, é lidar com expectativas. É muito importante vender o valor que o PMO trará para organização, mas não se esquecer que esse valor vendido será cobrado.

No lugar de elevar a expectativas para resultados de curto prazo evidencie o que será conquistado em longo prazo, deixando claro que mais do que melhorar os processos de gestão de projetos o PMO trará mais resultados ao negócio.

Sabemos o quanto é difícil mensurar esse valor e chegar a um cálculo realista de ROI da gestão de projetos eficiente. Mas é importante minimamente criar um acordo das reais possibilidade da geração de valor do PMO, assim como uma linha do tempo desse retorno.

O desafio de implantar um PMO é grande, mas o retorno é certo tanto para organização quanto para o currículo do gerente de projetos que passa por um experiência dessas. Não negligencie as estatísticas e tenha muita atenção a cada um desses pontos.

Já passou pela experiência de implantar um PMO? Conte para a gente!

Visite nossa página de PMO: https://www.projectbuilder.com.br/software-pmo/

gestão de projetos na nuvem

Gestão de projetos na nuvem, mais eficiência e menos custos

O gerenciamento de projetos pode se tornar uma tarefa árdua caso as etapas necessárias para o alcance do prazo, qualidade e custo esperados sejam numerosas e inter-relacionadas. Em um cenário como esse, ferramentas para a gestão de projetos podem trazer benefícios como otimização de atividades, definição de prazos e metas e integração entre membros da equipe.

Muitos empresários ainda acreditam que os softwares disponíveis para esse fim sejam economicamente inviáveis. No entanto, a utilização dessas ferramentas na nuvem, ou seja, quando os dados e aplicações ficam em servidores web e não no hardware, pode trazer aumento da eficiência e redução de custos. Apesar de muitos empresários preocupados com a segurança ainda se assustarem com a quantidade de informações que podem ir para a nuvem, a maioria dos serviços que usamos em casa ou nas empresas, como e-mail, redes sociais e sites de armazenamento, já estão aproveitando esse recurso.

O tempo em que apenas as grandes empresas podiam bancar softwares para melhorar o desempenho de suas atividades já se foi. O seu negócio também pode se beneficiar com esta tecnologia! Confira os principais benefícios trazidos pela gestão de projetos na nuvem:

Aumento da eficiência

Transferir algumas atividades para a nuvem pode revolucionar a forma como as empresas atuam, pois os dados passam a ser acessíveis de qualquer lugar e não somente em seu endereço físico. Quando o assunto é gerenciamento de projetos, os recursos da nuvem podem resultar em um aumento da eficiência no trabalho da direção, dos gerentes de projeto e das equipes envolvidas.

Nos softwares de gerenciamento de projetos disponíveis na web é possível, por exemplo, promover discussões e trocas de informações em tempo real sobre todas as etapas e atividades desenvolvidas. Esse nível de interação garante uma maior participação entre profissionais com diferentes conhecimentos e habilidades, permitindo que as equipes encontrem soluções mais ágeis para os problemas na execução.

disponibilidade de informações atualizadas a qualquer momento, a partir de qualquer lugar, garante que os objetivos do projeto sejam sempre observados por todos os envolvidos, dentro dos requisitos de prazo, qualidade e custo. Além disso, as informações trocadas no sistema e os documentos publicados ficam armazenados com segurança, garantindo um histórico completo e a possibilidade de aprendizado no futuro.

Os processos de controle do projeto também são beneficiados pela utilização da nuvem, pois os status das etapas, versões de documentos e responsabilidades estão sempre disponíveis para utilização ou consulta. Além disso, as mudanças ocorridas no meio do percurso podem ser avaliadas com mais eficiência, tendo em vista que os impactos em outras áreas podem ser imediatamente percebidos e analisados pelas equipes. Isso possibilita a rápida manifestação de concordância ou discordância.

Por último, outro ganho relacionado à eficiência é a possibilidade de que qualquer profissional da equipe acesse a ferramenta a partir de qualquer lugar. Isso permite uma participação mais ativa e frequente dos membros que costumam estar em trânsito por grande parte do tempo, como os integrantes da alta direção.

Redução dos custos

Além de todos os benefícios trazidos para o desempenho do projeto, a gestão na nuvem pode proporcionar, ainda, redução de custos. Os principais gastos eliminados são os investimentos em hardware e software, tendo em vista que os dados e aplicações estarão totalmente hospedados nos servidores dos fornecedores. Outros custos que possuem queda considerável são os de instalação, manutenção e atualizações.

Além dos recursos empregados diretamente na ferramenta, outros gastos podem ser evitados com a utilização da gestão de projetos na nuvem, como:

  • Redução do número de reuniões entre as equipes e, consequentemente, a diminuição de custos com deslocamento e hospedagem para reuniões e encontros;
  • Redução do retrabalho nas atividades em função da melhoria da gestão.

Gerenciar projetos de forma mais eficaz a um custo menor é um bom negócio para todo empresário. Otimize os processos internos do seu negócio com segurança e resultados garantidos!

gerenciamento de projetos

Veja os 4 resultados do gerenciamento de projetos em obras industriais

Você conhece todos os benefícios viabilizados por um bom gerenciamento de projetos? Quem se responsabiliza pela gestão de obras industriais deve compreender cada ponto vantajoso sobre o tema. Afinal, a compreensão detalhada do assunto está ligada à colheita de melhores frutos na gestão e execução das obras industriais.

Depois de ler isso, fica difícil não querer saber mais sobre o gerenciamento de projetos, não é mesmo? Pois bem, neste post, preparamos uma série de informações relevantes sobre o assunto. Aqui, você acessa uma definição clara sobre o conceito, descobre os principais erros ligados à estratégia e, por fim, confere os 4 principais resultados garantidos.

Pronto para conhecer mais sobre o gerenciamento de projetos ligado a obras industriais? Então, siga a leitura!

O que é gerenciamento de projetos?

De maneira rápida, o gerenciamento de projetos pode ser definido como: um conjunto de práticas e estratégias que garantem a coordenação e a viabilidade do projeto, a redução de riscos e o gerenciamento da equipe executora de determinado serviço.

Dessa maneira, quem se responsabiliza pela gestão do programa deve coordenar todos os recursos necessários em uma obra. Nesse sentido, o profissional tratará de demandas financeiras, humanas, políticas, de equipamentos e quaisquer outros esforços necessários para a execução do tal plano industrial.

Vale mencionar que, neste texto, tratamos especificamente sobre obras industriais, porém, a gestão de projetos não é exclusiva da área. É possível aplicar tais boas práticas a uma grande variedade de segmentos e setores.

Quais são os principais erros ao implementar tal prática?

Agora que você já sabe o tamanho da responsabilidade ligada à gestão de projetos, deve estar curioso para entender como aplicar as práticas da melhor maneira. Sabendo disso, preparamos uma lista do que não fazer enquanto responsável do gerenciamento. Veja, então, os 3 erros que podem comprometer o serviço!

Prazos arrojados

É necessário ter conhecimento técnico para estipular e firmar prazos de entrega com o cliente. Muitas vezes, o responsável não tem tal entendimento e determina um prazo de finalização por conta própria, solicitando que a equipe cumpra tal data de entrega. Essa prática, além de sobrecarregar o grupo de trabalhadores, faz com que o contratante se frustre.

Sabendo da importância da definição de prazos correta, só é válido firmar datas depois de defini-las em conjunto com o líder da obra e os liderados. Chegando, assim, a um denominador comum, que não prejudique a equipe e atenda aos requisitos do cliente.

Falta de gerenciamento de risco

Construir uma planilha de risco é parte das responsabilidades do gestor de projetos, você sabia? Caso não haja tal levantamento dos riscos possíveis, questões como orçamento, credibilidade com o cliente e prazos são totalmente prejudicados.

Nesse sentido, é necessário perceber que, quando o risco é ignorado, ele não deixa de existir. Ao contrário disso, ele pode crescer e prejudicar o trabalho de todos os membros da equipe da obra. Assim, vale concluir que determinar os riscos desde o início do projeto é o melhor hábito do gerenciador da obra.

Gestão “o chefão”

O bom relacionamento com a equipe é fundamental para que o andamento da obra se dê da melhor maneira. Usar a estratégia de “faça porque eu mandei” é a pior postura que um gestor pode assumir. Afinal, tais determinações desmotivam o grupo de trabalhadores, o que leva à baixa da produtividade, por exemplo.

Dessa forma, o gestor deve ser um líder e não um chefão. É necessário manter uma comunicação aberta com os membros da equipe, mostrando a todos quais foram os embasamentos que motivaram as decisões tomadas.

Quais são os resultados de adotar essa estratégia em obras industriais?

Pronto, agora você já conhece as melhores posturas e práticas que cercam o gerenciamento de projetos. Construindo tais bons hábitos, fica fácil colher os bons frutos que comentamos na introdução do post. Quer saber quais são eles? Então, veja a lista a seguir!

1. Redução de custos

Reconheça: o estouro do orçamento é um medo frequente na sua gestão de obras. Não é para menos! A programação de gastos é um dos principais motivos que os clientes em potencial consideram para fechar, ou não, a parceria.

As práticas de uma boa gestão auxiliam em prazos mais curtos, bom gerenciamento de estoque e, portanto, na redução de custos. Tais pontos se tornam reais por meio da análise de requisitos e objetivos do projeto, o que determina um cronograma coerente e busca, é claro, as melhores cotações com fornecedores de materiais para a obra.

2. Controle de estoque de materiais

Cada construção é única, mesmo que seja feita com os mesmos materiais e conte com a mesma equipe. Dessa forma, cada informação do projeto deve ser levantada de forma individual, inclusive questões como o controle do estoque. Lembre-se de que essa administração garante também uma fonte de economia para o cliente.

3. Antecipação de situações desfavoráveis

Lembra-se da planilha de riscos que comentamos? Agora que você já compreendeu a importância de não ignorá-los, vale saber como conquistar tais dados. Afinal, a tabela de perigos garante a antecipação de riscos e a diminuição de possíveis prejuízos. Para conquistar tal esclarecimento, é necessário levantar o máximo de informações sobre a obra que será executada. Além disso, o gestor também deve considerar as lições aprendidas em outros trabalhos.

4. Maior competitividade no mercado

A garantia de todos esses benefícios na obra industrial só pode resultar em uma coisa: satisfação do cliente, o que, por sua vez, gera maior competitividade no mercado. Finalmente, você há de concordar que não existe propaganda melhor que a divulgação “boca a boca” feita pelos seus clientes contentes com o resultado do serviço.

Viabilizar um bom gerenciamento de projetos é assunto sério. Por isso, você deve contar com ferramentas confiáveis e que permitam que o seu trabalho se facilite. Esse é o objetivo do Software de Gestão da Project Builder.

Que tal conhecer mais sobre a nossa solução para gestão de projetos? Não espere mais: entre em contato com a nossa equipe!

project builder

Case de sucesso: faça como a Iplanrio e melhore sua gestão de projetos com a Project Builder

A história de Carlos Henrique da Silva com o Project Builder começou há mais de 15 anos, quando ele fazia um curso de gestão de projetos e foi apresentado à ferramenta. Hoje, ele conta com a solução todos dias no seu trabalho como assessor-chefe do escritório de Gerenciamento de Projetos na Iplanrio, da Prefeitura do Rio de Janeiro.

Entre 40 e 45 projetos são concluídos no seu escritório com o suporte do Project Builder a cada ano. Atualmente, são cerca de 50 projetos em andamento. A Iplanrio lida com pelo menos 800 sistemas na prefeitura carioca, em mais de 40 mil computadores e perto de 2 mil unidades administrativas ligadas na rede.

Com tanto trabalho, foi preciso encontrar a ferramenta ideal, que cumprisse com todos os requerimentos de custo, acessibilidade, versatilidade e funcionalidades exigidos pela prefeitura. O Project Builder se encaixou como uma luva para Carlos. Conheça mais sobre essa história!

O que faz a Iplanrio?

A Iplanrio é responsável por todas as responsabilidades de tecnologia de informação e comunicação da Prefeitura do Rio de Janeiro, incluindo os cerca de 800 sistemas utilizados por ela. “É uma infraestrutura muito grande, pois toda a parte de tecnologia de informação da prefeitura passa pela Iplanrio”, explica Carlos.

Se um dos quase 40 órgãos envolvidos precisa de uma solução que envolve tecnologia, eles buscam consultoria da Iplanrio, que tem quatro diretorias:

  • sistemas;
  • operações;
  • administrativa e financeira;
  • planejamento e novos negócios.

Ela define os padrões tecnológicos na parte de TI e, dependendo do que será feito, orienta a contratação de serviços externos ou executa com sua própria equipe.

Quando surgiu a necessidade de um software de gestão de projetos?

O escritório de projetos corporativos existe na Iplanrio desde 2006, mas a experiência de Carlos com o Project Builder começou antes disso. Ele conheceu a ferramenta em um curso, em 2003, e no ano seguinte pôde colocar o conhecimento em prática como gerente de informática da Procuradoria Geral da prefeitura.

“Na época, criei um escritório de gerenciamento de projetos e fiz uma licitação de ferramenta, treinamento e consultoria. A Project Builder venceu o processo e passei a utilizar desde então”, relembra Carlos.

Em 2006, o profissional foi chamado para o cargo de diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da Iplanrio. Ele implementou o escritório de projetos tecnológicos da empresa e fez uma nova licitação, pois identificou que, assim como na Procuradoria Geral, era preciso um software para gerenciar os projetos.

Mais uma vez, o Project Builder foi o vencedor. “Desde então, a ferramenta começou a ser utilizada para o escritório com visão corporativa. Todos os projetos da empresa são gerenciados pelo sistema”, conta ele.

Como o Project Builder é utilizado na gestão de projetos da Iplanrio?

O time de Carlos criou uma metodologia de gerenciamento de projetos na Iplanrio inspirada nas boas as práticas do PMI — Project Management Institute. Mas, mesmo com um método um pouco diferente do convencional, a equipe percebeu que o Project Builder se encaixa perfeitamente nas necessidades do órgão.

“Uma das coisas que a ferramenta ajuda é dar uma visão de todos os projetos que a empresa tem”, destaca Carlos. Essa visibilidade permite que, mesmo com um time enxuto, o escritório consiga dar suporte para todo o volume de projetos da Iplanrio.

“A minha equipe tem cinco pessoas que dão conta do gerenciamento de projetos. O gerenciamento é feito pelas as áreas administrativas, mas temos reuniões periódicas para verificar onde estão os problemas associados aos projetos”, detalha.

Como o software ajuda na visão estratégica da Iplanrio?

A principal vantagem do Project Builder, segundo Carlos, foi a possibilidade de ter uma visão clara do portfólio de projetos. Com isso, consegue-se detectar os problemas rapidamente e reportar à diretoria para apoiar a tomada de decisão.

“Cada diretor tinha a visão do seu projeto, mas não era transparente a todos. O primeiro grande benefício é a visão holística, global e corporativa de todos os projetos da organização e parte do gerenciamento de portfólio”, pontua ele.

Outro benefício que se destaca no Project Builder é a capacidade de customização. É possível criar colunas e campos personalizados para atender às necessidades imediatas e específicas, como alguma contratação externa ou a categorização do projeto.

Carlos também destaca a possibilidade de utilização de métricas de pontos e função para criar indicadores na ferramenta, que permitem saber se o projeto está cancelado ou suspenso e qual o motivo. “Também é possível criar campos e extrair métricas associadas ao projeto, como a categoria do motivo do atraso. Sabendo o tipo de problema, facilita bastante para a diretoria agir de forma rápida”, considera.

Com os registros do Project Builder, a visibilidade e a transparência das tarefas fica muito clara. “Toda semana, o líder do projeto tem que informar um registro na versão dele de como está o andamento do projeto e criar uma avaliação. Atualizamos isso com ícones no dashboard para fazer o monitoramento e o controle, que melhoraram com as informações do Project Builder”, avalia Carlos.

Como é a relação entre a Iplanrio e o Project Builder?

A satisfação de Carlos e da Iplanrio com o Project Builder é alta. A ferramenta é elogiada por possibilitar o trabalho remoto e, com isso, reduzir custos. “Trabalhando de casa, o profissional pode saber como está o projeto e fazer notificações”, aponta ele.

Além disso, sempre que foi necessário, o time de suporte do Project Builder se fez presente e atendeu às solicitações da Iplanrio. Quando foi preciso implementar funcionalidades de Business Intelligence customizadas, por exemplo, o módulo foi desenvolvido especialmente para atender às necessidades da Iplanrio.

O sucesso do Project Builder na Iplanrio chama a atenção. “Há vários órgãos públicos e privados que vieram assistir à implantação e conhecer a metodologia da ferramenta”, ressalta Carlos.

Com mais de 15 anos utilizando o Project Builder, o profissional não pensa em trocá-la por nada. O sucesso e os bons resultados, aliados ao suporte presente da empresa, garantem a satisfação e o cumprimento das demandas da Iplanrio.

Agora que você já conhece mais sobre como o Project Builder é utilizado na prática na gestão de projetos, que tal aproveitar para começar a utilizar agora? Esperamos o seu contato!

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Gestão de equipes remotas: como a tecnologia pode ajudar?

Fazer a gestão de equipes remotas é um grande desafio. Pontos como comunicação, liderança e carga cultural ganham peso extra, demandando um líder hábil que saiba contornar as adversidades e transformá-las em força motriz para o sucesso do projeto.

Todavia, essa é uma das maiores tendências para os próximos anos. Será cada vez mais comum lidar com equipes à distância. Não por acaso, segundo a Deloitte, 56% das empresas já estão reformulando seus processos de gestão de pessoas, transformando-os em digitais.

Pensando nisso, desenvolvemos este guia para você. Hoje, vamos entender um pouco mais sobre gestão de equipes remotas e descobrir como a tecnologia pode ser aplicada para facilitar o dia a dia e melhorar os resultados. Continue a leitura!

Conceito de equipe remota e os principais desafios na gestão

É muito comum gerenciar equipes que estão reunidas em um mesmo local, passando instruções sobre o que deve ser feito e como deve ser feito. Entretanto, o grau de dificuldade aumenta quando os profissionais estão espalhados pelo mundo.

Resumidamente, uma equipe remota é aquela que trabalha em prol de um mesmo objetivo, mas que não compartilha o mesmo ambiente físico. Logo, há a necessidade de reuniões online, conversas por telefone e a aplicação de outras tecnologias específicas.

Um dos primeiros desafios a serem superados é a comunicação, que não é mais presencial. É preciso identificar canais que se adaptem ao perfil dos integrantes do time, além de levar em consideração questões como o fuso horário. Se um integrante estiver em São Paulo e outro no Pará, de outubro a fevereiro, há uma diferença de uma hora.

Dependendo da proximidade física com o líder da equipe, segundo pesquisa, é comum que os integrantes também tenham uma percepção diferente da estrutura de poder. Ou melhor, enquanto alguns podem se sentir ignorados outros podem sentir que fazem todo o trabalho.

Outro ponto que merece destaque é a carga cultural dos integrantes do time, especialmente se pertencerem a países diferentes. É possível que posturas naturais de alguns funcionários tornem-se ofensivas para outros, culminando em conflitos ao longo do projeto. No Japão, por exemplo, evita-se usar o número 4 nos projetos, medo chamado de tetrafobia.

Primeiros passos para trabalhar com equipes remotas

Por essa razão, é importante que o gestor de equipes remotas conheça muito bem o seu time, entendendo seus pontos fortes e fracos. Assim, é possível agir com mais eficácia e extrair grandes resultados, aproveitando cada peculiaridade em benefício da empresa.

Em primeiro lugar, é preciso optar por uma comunicação mais fluida, garantindo que ninguém se sinta excluído. Para tanto, será preciso contar com a ajuda das ferramentas certas, assunto que será discutido no próximo tópico. Além disso, é preciso dar “voz” aos profissionais, permitindo que se expressem e entrem em contato com demais integrantes.

Também deve-se disseminar o conceito de equipe de trabalho, mostrando que, apesar de não estarem em um mesmo ambiente físico, todos estão em busca dos mesmos resultados. Isso pode ser facilitado ao desenvolver um propósito claro, um “por que” para todo o trabalho. Dessa maneira, o gestor terá mais eficiência e eficácia ao liderar sua equipe remota.

Vantagens da tecnologia na gestão de equipes remotas

O trabalho remoto tem se popularizado graças aos avanços tecnológicos. Há algumas décadas, seria impossível imaginar equipes remotas trabalhando na proporção atual, afinal, não existiam ferramentas compatíveis para auxiliar esse processo. Hoje, no entanto, é possível fazer tudo à distância: mensurar resultados, definir o workflow e até mesmo premiar. Confira os benefícios:

Aumento da produtividade da equipe

De modo geral, parte do ambiente de trabalho é improdutivo. Ao entrevistar 32 mil profissionais, a Microsoft descobriu que ao menos 17 horas semanais são desperdiçadas. Nas equipes remotas, que trabalham em home office ou em espaços compartilhados, é possível que esse número seja ainda maior, culminando em falta de produtividade.

Nesse sentido, a tecnologia é uma grande aliada. Com a ajuda do sistema correto, é possível avaliar as entregas de cada membro do time, identificando se estão ou não de acordo com o esperado. Além disso, é possível acompanhar as métricas e indicadores-chave de desempenho, proporcionando uma visão holística ao gestor do projeto.

Melhoria na comunicação intergrupal

Como dito, a comunicação é um dos elementos mais importantes para a gestão de equipes remotas. Com diálogos claros é possível direcionar, informar, motivar e extrair novas ideias dos integrantes. Segundo relatório do Towers Watson, empresas que investem em comunicação obtém um retorno — ROI — até 47% superior que outras empresas.

As atuais tecnologias permitem que a comunicação em um projeto aconteça de forma descendente, isto é, dos líderes para os seus liderados. E mais, também empodera os liderados, permitindo que tenham voz ante a alta administração. Logo, todos permanecem alinhados.

Facilidade no desdobramento de metas

As equipes remotas estão vinculadas à empresa e devem contribuir para o alcance de metas genéricas da organização. Todavia, nem sempre é fácil desdobrar objetivos maiores em pequenos resultados, muito menos comunicar isso aos integrantes da equipe remota. Esse é outro desafio que pode e deve ser vencido com a ajuda da tecnologia.

Com um bom sistema, tem-se mais facilidade em criar objetivos e metas, bem como compartilhá-los com os subordinados, mantendo-os alinhados. Os dados podem ser visualizados em painéis de controle com interfaces limpas e didáticas, facilitando o entendimento. Assim, é possível agir estrategicamente e alcançar conquistas exponenciais.

Otimização gestão dos integrantes da equipe

Definir papéis e responsabilidades em equipes remotas é um grande desafio, afinal, alguns profissionais podem sentir que trabalham mais do que outros. Por essa razão, é preciso ter clareza sobre as funções, responsabilidades e resultados que devem ser entregues por cada integrante.

O sistema não só ajuda a definir esses pontos, como também dispara alertas informando o que e como dever ser feito. Dessa maneira, fica mais fácil e eficaz realizar a gestão da equipe, mantendo todos informados sobre as tarefas diárias. Além disso, com a tecnologia correta, é possível, inclusive, visualizar as atividades dos membros da equipe.

Fazer a gestão de equipes remotas é um desafio diário. Para vencê-lo, é preciso contar com a tecnologia correta, tais como: software de gestão de projetos, canais de comunicação e sistemas de desdobramento de metas. No final, grandes resultados poderão ser alcançados, beneficiando equipe e empresa como um todo.

Gostou do conteúdo? Aproveite para continuar aprendendo. Confira nosso artigo sobre planejamento de equipes, nele falamos sobre definição de regras e metas alcançáveis. Você vai gostar!

gestão de projetos

6 dicas para saber onde estou na gestão de projetos e para onde evoluir

A gestão de projetos é uma metodologia que tem como objetivo a melhoria dos desempenhos da empresa em termos do que foi planejado e o que realmente foi executado. Para tanto, são analisados aspectos do negócio como prazos, escopo, recursos humanos, comunicação, custos, aquisições, qualidade e a integração.

Sua empresa já adota este método de planejamento, monitoramento e controle? Os resultados alcançados estão dentro do esperado? Confira a seguir seis dicas para saber onde sua empresa está na gestão de projetos e como pode evoluir.

1 – Reconheça o momento para planejar

Primeiramente, é necessário identificar onde a empresa se encontra, para então traçar as metas de onde se quer chegar. Para realizar esta tarefa é possível utilizar os chamados modelos de maturidade, que são sistemas que analisam em que estado de desenvolvimento se encontra um negócio ou parte dele, no caso de avaliação de um departamento específico. Esta metodologia trabalha com a proposta de níveis de maturidade para apontar possibilidades de melhorias incrementais.

2 – Conheça modelos de maturidade

Para tocar os projetos com segurança, é útil contar com ferramentas que ajudam na gestão, como:

  • O CMMI (Capability Maturity Model Integration) foi desenvolvido na indústria de software com o objetivo de otimizar os processos de desenvolvimento dos programas a partir da medição do que deve ser melhorado para alcançar um nível maior de maturidade.
  • Já o OPM3 (Organizational Project Management Maturity Model) é totalmente baseado no PMBOK® e opera na identificação das melhores práticas e processos para projetar um modelo integrado.
  • O PMMM (Project Management Maturity Model) propõe uma avaliação por área do conhecimento, com base em suas formas de gestão. São elas: aquisições, riscos, comunicações, recursos humanos, qualidade, custo, prazo, escopo e gestão integrada.
  • Há também o MMGP (Modelo de Maturidade em Gerenciamento de Projetos), que foi desenvolvido no Brasil e também opera com os níveis de maturidade. Conheça quais são eles.

3 – Defina o nível de maturidade

Tanto o CMMI como o MMGP trabalham com cinco níveis de maturidade que são: inicial, conhecido/reproduzível, padronizado/definido, gerenciado e otimizado.

O primeiro nível é o caso de organizações que ainda não implementaram nenhum modelo de gerenciamento de projeto e caracterizam-se pela inexistência dessa metodologia. Já o conhecido ou reproduzível é quando setores da empresa já se identificam com o modelo. O recomendável nestes casos é investir em treinamentos internos para ampliar o conhecimento sobre gestão de projetos entre os funcionários e as diretorias.

O terceiro nível é quando a empresa já implementou a metodologia na estrutura organizacional e os empregados estão aptos a utilizarem os softwares de gestão. O próximo nível é uma evolução do terceiro e tem como característica a avaliação dos processos de gestão que já foram implementados e vem operando na companhia. Por fim o último nível representa empresas que possuem excelência no gerenciamento de projetos.

4 – Dimensões de maturidade

O CMMI, por ser utilizado para o desenvolvimento de softwares, foca em áreas de avaliação como o gerenciamento de requisitos, métricas e análise dos processos, validação e verificação, planejamento, execução e controle do projeto como um todo.

Já as dimensões de maturidade setorial do MMGP analisam os níveis nas seguintes áreas: conhecimentos de gerenciamento de projetos, uso prático da metodologia, informatização, estrutura organizacional, relacionamentos humanos e alinhamento com os negócios da empresa.

5 – Escolha o melhor modelo

Para acertar neste quesito, é necessário antes considerar a natureza de sua organização. Se for uma empresa de desenvolvimento de software, por exemplo, o CMMI talvez seja o mais indicado. O primeiro passo para a escolha do melhor modelo de maturidade a ser aplicado em sua empresa é conhecer a metodologia de cada um deles. Verifique qual é mais adequado ao seu negócio. Consulte também o mercado para constatar qual modelo está obtendo melhores resultados no universo do gerenciamento de projetos.

6 – Promova uma mudança organizacional

Por fim, independente do nível de maturidade que sua empresa se encontra é necessário promover uma mudança organizacional. Seja na difusão da metodologia de gerenciamento de projetos para setores que ainda não a utilizam, seja na capacitação e treinamento de equipe ou na implementação de novos softwares ou módulos de gestão e controle. Para promover estas alterações no negócio tanto os gestores como os funcionários devem estar preparados para novos desafios e conhecimentos.

Para colocar as dicas em prática, esteja atento às novidades em gestão de projetos, além de contar com softwares eficientes e uma equipe bem treinada.

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