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retorno de investimento

Cálculo de ROI: saiba como aumentar o retorno de investimento da sua empresa

No mundo dos negócios, a métrica de retorno de investimento (ROI) mensura, em um determinado período, as taxas de ganho sobre um capital aplicado na empresa. Portanto, esse indicador pode ser utilizado em diversas áreas, como nos treinamentos de funcionários, na especulação com papéis capital aberto e em infraestrutura.

Com isso, ele é o melhor índice para decidir se sua empresa deve ou não realizar um investimento. Além disso, ele também é usado como métrica para comparar diferentes investimentos de projeto dentro de uma carteira de projetos. Desse modo, os projetos com melhores ROIs são sempre priorizados.

A noção de ROI é tão inteligente, que, mesmo entes governamentais estão começando a empregá-la. O conceito também foi aplicado a órgãos de financiamento científico americanos para decidir em quais projetos de pesquisa o governo deveria investir.

Quer saber mais sobre retorno de investimento? Confira o nosso post de hoje!


Como calcular o ROI?

A fórmula do ROI é bem simples e pode ser obtida por meio dos dados do orçamento mensal ou anual da empresa. O primeiro passo é verificar quanto o investimento aumentou a lucratividade do negócio — para isso, você deve estimar o quanto de lucro sua empresa teria com o investimento e, então, calcular o quanto ele agregou.

O custo do investimento é todo aquele capital que foi aplicado — direta ou indiretamente — no projeto. Para saber disso, você deve manter um registro detalhado do que você gastou em cada etapa do investimento. Não se esqueça de incluir as horas de trabalho do pessoal destacado, o gasto com os insumos já presentes na empresa e outros investimentos.

Caso essas estimativas não sejam feitas com muito cuidado, você corre o risco de subestimar ou de superestimar o investimento. Se deixar de considerar um custo importante, você pode ser levado a acreditar que um investimento teve um impacto positivo quando, na verdade, ele levou a um prejuízo.

A fórmula para calcular o ROI é simples:

ROI = (lucro do investimento – custo do investimento) / custo do investimento.

Como melhorar o ROI da sua empresa?

De acordo com a fórmula citada acima, há duas formas principais de aumentar o ROI: diminuir os custos da empresa ou aumentar os ganhos. Na verdade, a medida ideal deve atacar em ambas as frentes.

O primeiro passo para melhorar seu retorno sobre um investimento é definir claramente o seu retorno potencial máximo. Afinal, você precisa desenhar em sua mente como determinado investimento vai impactar sua empresa — tanto em termos operacionais quanto financeiros.

Assim, você deve pensar em resultados, como:

  • vendas mais elevadas;
  • receitas aumentadas;
  • lucros maiores;
  • despesas gerais ou custos de produção reduzidos;
  • retenção mais elevada de empregados;
  • melhor satisfação do cliente;
  • preferência aumentada da marca.

Se possível, defina vários benchmarks com seus objetivos de retorno em vez de ações excessivamente específicas, como lançar canais de vendas para um público muito específico em um território muito específico.

Conheça, nos tópicos a seguir, outras estratégias para melhorar o seu ROI:

Calcule seu retorno atual

Para melhorar o retorno de seus investimentos você deve saber o retorno que obtém atualmente com a venda um produto ou de um serviço dadas as suas condições atuais de maquinário, infraestrutura e pessoal.

Só assim você terá uma boa base de comparação para saber se um investimento será lucrativo. Você pode, por exemplo, produzir 1.000 unidades de seu produto por dia usando sua força de trabalho atual, com um custo de mão de obra de R$ 2 por unidade.

Se você está pensando em um programa de treinamento ou na contratação de mais trabalhadores, agora você tem um ponto de referência a partir do qual você poderá perceber a viabilidade do investimento.

Aumente sua receita

Uma maneira de aumentar seu retorno sobre os investimentos é gerar mais vendas e receitas por meio do aumento dos seus preços. Assim, se você aumentar as receitas sem aumentar seus custos na mesma proporção, você melhora seu retorno.

No entanto, atenção: você só pode aumentar seus preços até certo ponto ou isso pode corroer o seu volume de vendas. Por isso, usando o cálculo do seu retorno atual, procure maneiras de melhorar suas vendas e receitas de maneira que isso lhe proporcione um lucro maior do que suas práticas atuais.

Analise os custos e trabalhe para reduzi-los

Criar um mapa financeiro detalhando em que sua empresa gasta o seu dinheiro é essencial para o desenvolvimento de uma estratégia de aumentar o ROI. Afinal, realizar essa tarefa requer os números financeiros para o orçamento operacional anual da sua empresa, bem como a receita total para o mesmo período de tempo.

Outra maneira de melhorar seu retorno é reduzir suas despesas. Dessa forma, você não terá de trabalhar para aumentar suas vendas ou aumentar os seus preços para melhorar o retorno de seu investimento.

Para isso, divida suas despesas em despesas indiretas e em despesas de produção para encontrar melhores oportunidades de redução de gastos. Os custos indiretos são despesas não relacionadas à produção, como aluguel, seguro e telefonia.

Já os custos de produção são as despesas que você ter para fazer uma unidade de seu produto, tais como materiais e mão de obra. O ideal é cortar ao máximo as despesas indiretas e só cortar o que for extremamente necessário nos custos de produção. Afinal, você não pode sacrificar a qualidade de seu produto, certo?

Portanto, o retorno sobre o investimento é uma excelente forma de mensurar a qualidade dos seus investimentos. Afinal, essa é uma métrica simples, obtida com dados disponíveis na sua empresa. Além disso, o ROI fornece um panorama do impacto financeiro que o investimento teve dentro do seu negócio.

Os outros modos de obter essas informações podem ser muito dispendiosos e drenar muito tempo. Muitas vezes, sua empresa precisa de atitudes que deem resultado rápido, o que faz com que a taxa de retorno de investimento seja o dado ideal. Por isso, não deixe a simplicidade da métrica subestimar a sua importância.

Percebeu como o cálculo do ROI pode ser uma ferramenta essencial da sua empresa? Quer ter acesso a mais dicas interessantes para que seu negócio seja elevado a outro patamar? Siga nossas páginas nas redes sociais — FacebookTwitterLinkedInGoogle+ Youtube — e fique sempre por dentro!

Por que é tão importante ter visibilidade em tempo real nos seus projetos? Listamos as 7 principais razões

Conseguir visibilidade em tempo real dos seus projetos é um dos principais objetivos dos softwares de gestão de projetos. Essa tecnologia permite que os trabalhos em equipe funcionem muito melhor, e a facilidade no seu manuseio é essencial para a rapidez e a praticidade das atividades diárias.

A visibilidade em tempo real permite à equipe ter acesso aos dados necessários à execução do projeto a qualquer momento. Ela também permite a todos uma visão completa da evolução das etapas do projeto sem perder pontos importantes.

A visibilidade em tempo real disponibiliza uma série de funcionalidades que levam o time a uma melhoria na gestão da rotina diária. Alguns exemplos são: organização de custos, visualização de indicadores e métricas operacionais a cada alteração realizada no projeto, e recursos para o compartilhamento de dados entre os usuários em tempo real.

 

O papel da tecnologia

visualização em tempo real de projetos

A tecnologia está cada vez mais integrada a todos os processos corporativos modernos. Com o apoio da inovação digital, os negócios conseguem reduzir riscos e alcançar melhores resultados a médio e longo prazo, e os softwares de gerenciamento de projetos não poderiam ser a exceção.

Os softwares de gerenciamento de projetos são ferramentas que auxiliam os gestores a identificarem problemas, distribuição de tarefas e manutenção das rotinas de modo a conduzir uma boa performance. É através deles que a equipe de profissionais pode acompanhar a evolução de cada etapa do projeto, de forma centralizada, o que promove o engajamento do grupo e minimiza os riscos. 

A visibilidade em tempo real dos seus projetos centraliza os dados de gestão do negócio e permite ao time acompanhar o fluxo de trabalho de forma qualificada e integrada em tempo real.  Ela pode ser incorporada a outras soluções e oferece os recursos mais avançados de compartilhamento de dados.  A partir dela, os profissionais podem desenvolver projetos unificados e bem alinhados, com um excelente nível de automação.

 

As principais razões para ter visibilidade em tempo real nos seus projetos

gestão em tempo real de projetos

Vejamos a seguir as 7 principais razões para a importância da visibilidade em tempo real nos seus projetos.

Coordenação da equipe

A visibilidade dos seus projetos em tempo real promove a coordenação da equipe ao permitir a otimização no gerenciamento de relatórios; arquivamentos simplificado de documentos importantes; comunicação com fornecedores e clientes em tempo hábil; trabalho colaborativo com maior transparência na comunicação; entre outras facilidades que agilizam a produtividade e comunicação entre projetos.

Facilidade e adaptação

O software de gestão escolhido para os projetos da sua empresa precisa ter uma interface simplificada e fácil de usar, num nível que a sua equipe possa operar e se adaptar sem muitas dúvidas ou entraves no dia a dia. O sistema precisa ser intuitivo e adequado às necessidades dos seus projetos, afinal, este ambiente existe para maximizar o engajamento do time em tempo real.

Para o responsável da equipe, torna-se possível acompanhar o status dos profissionais e qualquer problema inesperado em tempo real. Assim, evita-se procrastinações, soluções ineficientes e reincidência dos entraves mais comuns ao desenvolvimento do projeto.

A usabilidade de um sistema é o que possibilita a melhor interação dos profissionais com o software utilizado e entre si. Essa praticidade é o que conduz os usuários ao êxito na visibilidade em tempo real diariamente. 

Para isso, cada profissional que compõe a equipe precisa estudar bem os recursos apresentados, os fluxos de trabalho internos e a linguagem do sistema. Isso pode ser feito por meio de um treinamento em equipe e posterior exploração de novas funcionalidades no dia a dia

Simplificação de rotinas

O acesso remoto proporcionado pela visibilidade em tempo real garante economia de tempo e gastos para a empresa e seus profissionais com deslocamentos físicos. Além disso, também garante atualizações frequentes nas versões do software utilizado, de acordo com as crescentes inovações tecnológicas inerentes à gestão de projetos.

Benefícios a longo prazo

A visibilidade em tempo real dos seus projetos e a economia de tempo e recursos que vem com essa tecnologia permite estudo e pesquisa por projetos mais avançados e a obtenção de soluções cada vez mais escaláveis e lucrativas a médio e longo prazo.

Suporte e Business Intelligence

O acesso a um bom suporte técnico na busca por mais experiência, solução de dúvidas e exploração do software amplia em muito a potencialidade da visibilidade em tempo real dos seus projetos.

O sistema de BI (Business Intelligence) torna a gestão de projetos cada vez mais eficiente, ao permitir ao gestor e sua equipe uma análise de resultados obtidos com a estratégia que está sendo utilizada para o alcance das metas da empresa. Como consequência, a tomada de decisão também se torna cada vez mais fácil.

Atende ao perfil do seu negócio

Cada sistema de gestão de projetos foi desenhado para um negócio específico, compatível com os objetivos, práticas internas e demandas a médio e longo prazo da empresa. O importante é que o time consiga interagir no dia a dia com o máximo de praticidade e segurança.

Esse direcionamento torna as rotinas diárias mais eficazes e inteligentes. O apoio da equipe de TI facilita o engajamento e o apoio entre os membros da equipe e entre as equipes. Com isso, a produtividade dos projetos tem uma evolução crescente sem aumento significativo de gastos.

A visibilidade em tempo real ajuda o time a escolher os melhores caminhos e metodologias para cada etapa do projeto. Isso permite um retorno sempre elevado sobre os investimentos realizados para o desenvolvimento do projeto.

Benefícios da Política de Privacidade

A segurança nos dados é algo fundamental para o uso de tecnologias no ambiente corporativo. Ou seja, para além da funcionalidade das ferramentas, o sistema que garante à sua equipe visibilidade em tempo real, normalmente é seguro. Os dados da sua empresa precisam estar resguardados e livres de vazamentos. Essa é uma das maiores preocupações dos desenvolvedores de softwares de gestão de projetos.

As aplicações da Política de Privacidade conferem um alto controle sobre a utilização e compartilhamento dos dados do seu negócio com terceiros. Isso é o que permite ao negócio alinhar soluções com políticas de uso de dados locais e o ajuda a evitar problemas futuros de compliance. 

 

Considerando as 7 principais razões, e a operação das equipes da sua empresa envolvidas nos projetos, faz sentido otimizar sua operação através de um software de gestão de projetos?


Se sim, é só clicar aqui e falar com um dos nossos consultores!

rio 2007

Rio 2007

Diagnóstico

A Secretaria Especial Rio 2007 (SERIO2007) é o órgão da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro (PCRJ) , criado em maio de 2005 com a missão de planejar as ações destinadas à realização dos Jogos Pan-americanos Rio 2007, gerenciar e acompanhar o desenvolvimento de todos os projetos e eventos relacionados aos Jogos, promovendo o relacionamento da PCRJ com os Governos Federal e Estadual, o Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e o Comitê Organizador dos Jogos Pan-americanos Rio 2007 (CO-RIO).

A SERIO2007 não tem função executiva no processo de organização dos Jogos, sendo responsável pelo planejamento, gerenciamento e acompanhamento dos projetos. A implantação e execução dos projetos ficam distribuídas entre os principais entes envolvidos: a própria PCRJ, através de suas outras Secretarias (Obras, Saúde, Transporte, etc.), o Governo do Estado, o Governo Federal e, principalmente, o CO-RIO, vinculado ao COB.

Diante da magnitude dos Jogos Pan-americanos, do curto espaço de tempo até a realização do evento e da grande quantidade de projetos e variedade de envolvidos, a SERIO2007 sentia dificuldade de efetuar sua missão de acompanhamento dos projetos. Muitos projetos eram desconhecidos e não faziam parte do portfólio. O acompanhamento era realizado através de relatórios periódicos, elaborados com grande dificuldade por meio de intensas trocas de telefonemas e e-mails. Além do grande esforço, quando apresentado, o relatório muitas vezes já estava desatualizado. Era praticamente impossível também manter uma uniformização das informações e do nível de conhecimento dos envolvidos. Não existia padrão de procedimentos para o acompanhamento; o registro de informações e documentos não era centralizado. Os controles de prazos e cronogramas também eram deficientes, o que impedia uma ação mais pró-ativa diante dos problemas. Até mesmo os alertas mais graves nem sempre chegavam a tempo para os principais interessados.

A SERIO2007 precisava de um instrumento que permitisse um acompanhamento mais efetivo e temporal dos projetos; que facilitasse a colaboração e a troca de informações entre os envolvidos e sua divulgação para os principais interessados, através de um acesso rápido e descentralizado aos dados dos projetos; e que criasse uma base para a padronização de procedimentos de gerenciamento e acompanhamento dos projetos.

Solução

A solução encontrada foi a implantação de um Sistema de Gerenciamento de Projetos, utilizando o software Project Builder. Além de incorporar as melhores práticas do PMI, este software é acessado via Web, fornecendo a infra-estrutura e as funcionalidades necessárias para facilitar o acompanhamento dos projetos, a implantação de práticas consistentes de gestão de projetos, a colaboração e comunicação entre os envolvidos, bem como servir de base central de dados e documentos referentes aos projetos e as atividades desenvolvidas pela SERIO2007. A implantação do Project Builder (PB) foi iniciada em janeiro de 2006.

Em paralelo à instalação do software, e com apoio da equipe da Projectlab designada pela empresa Project Builder, foi criado um PMO – Escritório de Projetos, desenvolvida a primeira versão da metodologia de gerenciamento de projetos e realizado um treinamento básico no tema para todos os colaboradores da SERIO2007 envolvidos no acompanhamento dos projetos, ações também fundamentais para o sucesso da iniciativa. Em maio de 2006 os primeiros projetos já estavam sendo acompanhados pelo software. O planejamento prevê que até agosto de 2006 todos os projetos relacionados aos Jogos Pan-americanos estejam inseridos no Project Builder e sendo acompanhados pelos recursos oferecidos pela ferramenta.

Avaliação

O Project Builder está sendo fundamental no apoio à realização da missão da SERIO2007. Além de trazer para a organização um framework de trabalho e de conhecimentos em práticas de gerenciamento de projetos, o software está tornando muito mais fácil e ágil o acompanhamento dos projetos e, em especial, do gerenciamento do portfólio de projetos do PAN. Em breve não será mais necessário o esforço de coleta de informações para elaboração de relatórios e controle do andamento dos projetos e atividades do PAN. Todas as informações estarão disponíveis a qualquer momento para monitoramento pelos principais gestores em seus próprios computadores, permitindo decisões mais seguras, ações pró-ativas e respostas mais rápidas às mudanças e priorização de seus investimentos e do portfólio com base em informações exatas e atualizadas.

O registro centralizado de informações e documentos também tem demonstrado sua grande importância para a SERIO2007. Como um ente público, a Prefeitura precisa deixar suas ações claras para a população. A base documental que o PB está possibilitando fazer será um dos grandes legados para a Prefeitura. Mas após os Jogos, esta base de conhecimento não servirá apenas como fonte de informações para auditorias, mas também, e principalmente, como fonte de referência para uma provável candidatura da cidade do Rio a outros megaeventos esportivos internacionais, como a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos.

Gustavo Miranda Rodrigues
Assessor de Planejamento e Gerenciamento de Projetos

Como se preparar para uma consultoria ou para a implantação de um software de gestão de projetos

A melhor forma de preparar sua empresa para receber uma consultoria ou para implantar um software de gestão de projetos, é deixar muito claro seus objetivos e entender quais etapas necessitam maior atenção. Prioridade é tudo, logo é muito importante que ela seja definida desde o início.

Não concentre sua atenção em metodologias, práticas ou nomenclaturas. Seu foco está na geração de valor, ou seja, em como você atingirá suas metas e gerará melhores resultados para o seu negócio.

Quando se trata de implantar um software de gestão de projetos ou até mesmo um PMO é muito importante se concentrar em que etapa do seu “Funil de Valor” ou, como costumamos chamar aqui na PB, “Funil da gestão de projetos”, precisa ser priorizada. Onde está sua maior “dor”? Na identificação de oportunidades, na criação de propostas, na priorização e seleção de projetos ou na geração de valor?

Assista o vídeo e conheça melhor o Funil da gestão de projetos.

fracasso no gerenciamento de projetos

Fique longe do fracasso no gerenciamento de projetos

Um dos mais reconhecidos grupos de Tecnologia da Informação, o Standish Group, de Boston, Massachusetts, revelou em uma recente pesquisa um dado alarmante: 24% dos projetos no mundo passam pelo fracasso no gerenciamento de projetos. Ou seja, ela nos coloca que cerca de um em cada quatro projetos não são concluídos!

Quais as razões para ter fracasso no gerenciamento de projetos? Esta é a pergunta básica para quem trabalha na área. O prazo estipulado e o orçamento previsto são as principais causas de tantas desistências. No entanto, a ineficiência de gestão é outro grande fator para deixar os projetos pelo meio do caminho.

Quando toda a equipe está reunida, é comum cada área justificar de uma maneira os problemas de um projeto. No entanto, é como diz o ditado: cada macaco no seu galho. Geralmente, cada setor aponta situações relacionadas à sua área de atuação, faltando uma visão mais holística do processo.

Cabe aqui outro ditado: uma andorinha só não faz verão! Os gerentes de projetos envolvidos precisam perceber que uma área não está isolada das outras.

Quais são as condições para que um projeto seja bem-sucedido? Reunimos sete ações necessárias para que não aconteça um fracasso no gerenciamento de projetos

1.    Diretoria participativa

A alta direção tem um papel primordial em um projeto. Ela funciona como uma bússola, indicando o Norte para as ações de todas as áreas. Se ela não assumir seu papel, prejudicará toda a estrutura organizacional da empresa. É importante, assim, que a direção mantenha um forte canal de comunicação como todos os colaboradores.

2.    Equipe unida

Com apoio da direção e estando a par dos objetivos da companhia, os colaboradores certamente terão um rendimento melhor. Nesse caso, mais uma vez ressaltamos a importância dos processos de comunicação, o que pode ser garantido com um bom software de gerenciamento de projetos (como o Project Builder).

3.    Maturidade e profissionalismo

Ter competência para avaliar e identificar os processos de um projeto exige uma grande responsabilidade. Por isso, é preciso contar com profissionais que tenham maturidade para garantir a eficácia em suas áreas. É bom ressaltar também que essa maturidade não necessariamente tem a ver com tempo de experiência.

4.    Experiência organizacional

Não há desespero para erros em uma gestão, porque sempre se pode aprender com eles. Até mesmo para cuidar que os erros não se repitam. Problemas sempre vão ocorrer, o importante é como lidar com eles. Se os colaboradores são incentivados a comunicar erros tão logo ocorram, isso aumentará a eficácia de uma aprendizagem organizacional.

5.    Definição de escopo

Tudo aquilo que contempla um projeto de um produto ou serviço, ou seja, o escopo, deve ser bem definido para que haja precisão nas ações de cada área. Esse escopo, no entanto, exige atualizações constantes para abranger as mudanças que vão ocorrendo durante a execução de um projeto.

6.    Sistema de informações

A inovação tecnológica atualmente tem uma velocidade grande. A cada dia, novos softwares são criados para a área de gerenciamento de projetos. Portanto, é preciso ter muita atenção na hora de adquirir um programa para que a escolha seja compatível com os objetivos de um projeto.

7.    Controle eficiente

As mudanças em um projeto serão inevitáveis. É preciso ter jogo de cintura para percebê-las e não engessar toda a produção. Para isso, será fundamental ter um controle eficiente de cada etapa, registrando cada ação e as mudanças que vão ocorrendo. A documentação dessas mudanças será necessária para evitar grandes fracassos.

gestão estratégica

Indicadores que sua empresa precisa acompanhar de perto

Você certamente já ouviu falar em indicadores de performance ou Key Performance Indicators (KPIs), que servem para mensurar o desempenho da empresa nas mais diversas frentes, desde a estratégica, passando pela financeira até chegar à operacional. Conforme a gestão estratégica se fortalece na empresa, objetivos são traçados com o intuito de gerar benefícios a curto, médio e longo prazos. Esses objetivos, por sua vez, são desdobrados em metas, tornando os indicadores imprescindíveis no direcionamento das ações para efetivamente atingir essas metas, contribuindo assim para a competitividade do negócio.

Neste post você vai descobrir por que os KPIs são tão importantes e quais deles sua empresa deve acompanhar realmente de perto. Pronto? Então confira:

ESTRATÉGIA E PRODUTIVIDADE

Os medidores estratégicos revelam a aderência dos projetos aos objetivos da empresa, fornecendo comparativos entre cenários — ou seja, esclarecendo o antes e o depois ou ainda o planejado versus o realizado. São exemplos de indicadores estratégicos o retorno sobre o investimento, a lucratividade, a rentabilidade, a receita por produto ou unidade de negócio e muito mais.

Já os KPIs de produtividade servem para acompanhar o desempenho da equipe nos projetos desenvolvidos, contribuindo para avaliar a necessidade de contratações ou dispensas, alocação de recursos, compra de equipamentos e assim por diante. Essas métricas podem trazer informações relativas a custo por hora, nível de serviço, absenteísmo, entre outros.

Disponibilidade de serviço

Esse índice mede o tempo de preparo do PMO para dar o pontapé inicial de um projeto, o que significa capacidade de mobilizar recursos para começar com a operação toda, desde infraestrutura física e tecnológica até o âmbito de recursos humanos. Lembre-se de que quanto menor for o índice de disponibilidade de serviço mais eficiente será seu PMO.

Utilização de serviço

A utilização de serviço equivale à razão entre as horas contratadas e as horas efetivamente trabalhadas em um projeto, estando intrinsecamente ligada ao indicador de produtividade para trazer à tona a capacidade do PMO de coordenar os esforços e otimizar tarefas, posicionando sempre a pessoa certa no lugar certo.

Índice de qualidade

Na verdade, a qualidade é afetada por diversos outros KPIs, como produtividade, disponibilidade e utilização de serviço. Esse indicador reflete a aderência do produto final às especificações do escopo, o que, por sua vez, impacta diretamente na satisfação do cliente.

Ticket médio

O ticket médio é a razão entre o total de vendas e o número de clientes, que permite conhecer direitinho a performance do time de vendas, bem como identificar os clientes que mais compram da empresa e os períodos em que há aumento ou queda das vendas. Com esses dados em mãos, a organização pode passar a planejar melhor seus investimentos, fazer provisões e criar ações de marketing para fomentar as vendas, dentre outras estratégias.

Satisfação do cliente

O nível de satisfação do cliente final sempre é uma das maiores preocupações das empresas, sendo, por isso, um indicador de performance a ser acompanhado com muito cuidado. Mesmo que o cliente seja interno, é preciso mensurar o feedback para avaliar a performance da empresa em atender a suas próprias necessidades. Esse indicador é impactado por praticamente todos os demais sobre os quais falamos anteriormente, ou seja, a satisfação do cliente é resultado da união de esforços e de uma gestão estratégica realmente centrada no consumidor.

Taxa de turnover

Saber exatamente qual é a taxa de rotatividade de pessoal na empresa é uma fonte importantíssima de informações para promover ações de retenção de talentos, redução de absenteísmo e promoção do clima organizacional. Mas como esse indicador, por si só, não pode fazer muita coisa, é preciso aliá-lo a pesquisas de clima organizacional para verificar os motivos do turnover, agindo sobre as causas e não os efeitos.

Indicador de projetos

Esse KPI avalia a performance geral de cada projeto, considerando escopo, tempo, custos e qualidade. Com esse indicador é possível identificar desvios, melhorias e riscos, o que contribui para que o gerente de projetos aja rapidamente, evitando desperdícios e preservando os resultados inicialmente almejados. Com o indicador de projetos você pode conferir a relação entre tempo por atividade, custo por atividade, custo por homem ou por hora, entre outros.

Parâmetro de programas

Esse indicador de performance mostra a efetividade dos projetos que compõem um programa, quais são suas respectivas parcelas de contribuição para a rentabilidade da empresa, a aderência aos objetivos de negócio e a consequente geração de valor.

Métrica de portfólio

Por último, mas definitivamente não menos importante, temos o KPI de portfólio, que permite avaliar a performance do portfólio de projetos da empresa, identificando eventuais desvios, o cumprimento de cronogramas, o uso de recursos e o orçamento empregado.

Vale ressaltar que a gestão focada em resultados é cada vez mais utilizada nas empresas por permitir que se avance com maior agilidade nos negócios, pautando as decisões em fatos e dados pra lá de comprovados, sem deixar margem para feelings que podem comprometer toda uma estratégia pela simples e pura falta de embasamento.

Quando se tem em mãos dados que podem nortear solidamente as ações da empresa, consequentemente passa a ser possível ter uma maior assertividade nas decisões, acompanhando a agilidade do mercado, bem como se torna mais seguro validar ações e estratégias que estejam trazendo resultados efetivos para o negócio. Isso sem contar que, ao mesmo tempo, é possível perceber, com a análise dos indicadores da empresa, onde é necessário melhorar, investir, inovar e vencer obstáculos.

Se pararmos por alguns minutinhos para avaliar, perceberemos que, como o PMO é um braço da gestão estratégica, deve também focar seus esforços em resultados que gerem valor para empresa, garantindo a maximização do retorno sobre o investimento feito em todos os projetos. Nesse sentido, nada mais lógico que ficar atento a alguns indicadores-chave!

Cada vez que você olha para um dashboard de controle e sabe quais são as metas e os indicadores, fica muito mais fácil compartilhar percepções, unir forças e buscar os resultados almejados pela empresa. E é por esse motivo que contar com uma boa ferramenta de gestão de projetos, que dê o devido suporte ao controle desses indicadores, é indispensável. Não se esqueça que o PMO precisa de agilidade no momento de detectar desvios e colocar os projetos novamente na rota do sucesso!
E a sua empresa, por acaso tem uma gestão estratégica voltada para os resultados? Que indicadores você não perde de vista de maneira alguma? Deixe seu comentário, divida suas experiências conosco e aproveite para assinar nossa newsletter e continuar acompanhando nosso blog!

analista de negócio

Saiba como ser um bom analista de negócio em 9 passos

Em meio ao crescimento da competitividade e a um mercado cada dia mais dinâmico e mutável, a presença do analista de negócio se faz mais e mais necessária para identificar oportunidades de melhoria e propor soluções inovadoras para as empresas. É neste profissional que muitas organizações apostam para desvendar as tendências de mercado, otimizar seus esforços e, com isso, alcançar suas metas. Mas, afinal, o que efetivamente faz um analista de negócio e quais são as habilidades mais importantes para que ele se torne um profissional completo?

Já adiantando, o analista de negócio é o profissional responsável por conhecer os processos da empresa, entendendo sua estrutura organizacional e política, a fim de dar o suporte necessário para que o negócio atinja seus objetivos. Para tanto, o profissional deve ter uma visão holística da empresa, atuar como um agente integrador dos diversos públicos que com ela se relacionam e buscar constantemente oportunidades de melhoria, criando soluções inovadoras que aumentem a competitividade da organização.

O papel do analista de negócio vai muito além da análise de dados. Suas funções passam, em grande parte, a coordenação de esforços e o relacionamento interpessoal, visando integrar os diversos setores da empresa. Por essa razão, suas habilidades e competências estão diretamente relacionadas a seu comportamento. Na sequência você vai conhecer quais dessas competências você precisa desenvolver para ser um bom analista de negócios! Curioso? Então confira:

 

Seja antenado

Uma das primeiras coisas que um bom analista de negócio deve fazer é aprofundar seus conhecimentos sobre o mercado no qual está inserido. Quando se conhece a fundo os negócios da empresa passa a ser possível fazer análises mais precisas sobre o contexto organizacional e, com isso, identificar mais oportunidades de melhoria. Lembre-se: também é com conhecimento de mercado que você conseguirá convencer a alta direção a fazer as mudanças necessárias para atingir com maior eficiência os objetivos da organização, pautando suas ideias e sugestões em dados reais e quantificáveis.

Seja organizado

A organização é fundamental no trabalho no analista de negócio, que assim tem acesso a uma quantidade enorme de informações e documentos vitais para a empresa, que serão necessários o tempo todo. Para fazer a gestão desse conhecimento é preciso desfrutar de um ambiente de trabalho organizado, com um método de separação dessas informações e também acesso a tecnologias que deem o suporte necessário para o resgate de quaisquer dados a qualquer momento, sem demora, otimizando assim seu desempenho.

Seja observador

Observar os diversos stakeholders da empresa, os clientes, os gerentes de projetos e as situações do dia a dia ajuda o profissional a desenvolver um senso analítico mais apurado, possibilitando uma melhor leitura das entrelinhas. Com isso fica automaticamente mais fácil identificar oportunidades de melhoria. Em uma reunião de negócios, por exemplo, como observador, você pode identificar requisitos que o próprio cliente ainda não se deu conta de que necessita, demonstrando o cuidado da empresa em oferecer sempre a melhor solução.

Seja bom ouvinte

Além de observar as entrelinhas, um analista de negócio também deve ser um bom ouvinte, mantendo o foco no que o cliente diz, além de dar e receber feedback o tempo todo. Assim não restarão dúvidas sobre o entendimento de suas necessidades. Saber ouvir evita retrabalhos, permite que se aproveite melhor cada reunião e desenvolva suas atividades com mais segurança, tendo a certeza de que está cumprindo exatamente aquilo que foi combinado.

Seja questionador

Mas atenção: ser observador e bom ouvinte não significa que você não deva se manifestar. Só tome o cuidado de, quando for falar, fazer as perguntas certas. O segredo está em manter o foco na solução que o cliente precisa, nos requisitos de cada projeto, nos detalhes e nas ações que devem ser colocadas em prática após cada conversa. Evite desviar do assunto para não perder o foco e, com isso, acabar comprometendo seu entendimento sobre o que deve ser feito em seguida.

Seja fluente

O analista de negócio é um profissional que está em constante contato com diversos perfis de públicos. Por isso, para ter êxito em suas ações, ele deve se expressar com facilidade, comunicar-se com primazia e garantir que as pessoas entendam sua mensagem, seja ela qual for. Então leia jornais, livros e revistas, faça um curso de oratória, pratique suas apresentações em frente ao espelho e esteja sempre atento à sua fluência verbal e escrita. Dominar o português — e de preferência o inglês — também é fundamental para que você se destaque nessa carreira.

Seja criativo

O analista de negócio deve ser uma pessoa que pensa fora da caixa, por essa razão, estimule sua criatividade, fuja dos padrões e busque soluções diferenciadas. Inovações são sempre bem-vindas, ainda mais quando poupam investimentos, tempo da equipe e recursos. Proponha soluções criativas na empresa e esteja sempre aberto a novas ideias.

Seja um facilitador

Ser um facilitador também é uma das competências a serem desenvolvidas por quem deseja ser um bom analista de negócio. Como esse profissional está em contato constante com pessoas e tem como missão integrar os setores da empresa, precisa também de uma boa dose de jogo de cintura para fazer com que os colaboradores trabalhem bem juntos. Promova reuniões, encontros, workshops e confraternizações para que as pessoas se conheçam e troquem ideias. Quando surgir um conflito, aja como mediador, buscando sempre uma solução plausível e sem apontar culpados. Ajude as pessoas a desempenharem suas atividades e esteja sempre à disposição.

Seja tecnológico

Já que é o responsável por otimizar as atividades da empresa, com foco em melhorar sua performance e competitividade, o analista de negócio não pode viver isolado. E a tecnologia é fundamental para isso. Então, esteja a par das inovações tecnológicas que possam impactar o negócio da empresa, facilitando o dia a dia das pessoas e aumentando a produtividade da equipe. O profissional não precisa ser um especialista em cada nova tecnologia que surgir, mas sim ter uma visão abrangente das potencialidades que cada uma delas tem para ajudar a desenvolver um bom trabalho.
E aí, está ou não preparado para ser um bom analista de negócio? Quais dessas competências você acredita que ainda precisa desenvolver mais? Comente aqui e nos conte!

construção de um dashboard

Gerenciando um projeto de construção de um dashboard (Modelo de Projeto PB e Excel)

Distribuindo informações dos projetos e se comunicando é onde o gerente de projeto gasta mais de 80% do seu tempo. Quando você encontra com um patrocinador do projeto ou cliente a primeira pergunta é: “como ele está indo?”. A grande questão é que essa resposta nunca é curta. São indicadores, produtividade da equipe, marcos críticos, status de fornecedores, ou seja, dados que não te mais fim para a construção de um dashboard.

Aí entram os painéis de controle e as ferramentas de Business Intelligence. Como já falamos nos artigos; Por que usar dashboards em projetos e 8 coisas que você precisa saber sobre dashboard. Elas podem otimizar o trabalho do Gerente de Projetos e ajudá-lo a tornar as informações mais fluidas dentro de toda a organização, assim como, motivar o time a manter seus projetos sempre atualizados (afinal o CEO está vendo!).

Por isso, preparamos esse passo a passo, mais um modelo de planilha para te ajudar a gerenciar um projeto de construção de um dashboard:

 Passo 1: Defina a direção

O primeiro passo para quem está começando um projeto de BI é responder às seguintes perguntas;

  • Quem é o público deste dashboard?

Alta gestão, patrocinadores do projeto, membros da equipe ou outros departamentos?

  • O que eles estão interessados em saber?

O dia a dia dos projetos ou coisas de alto nível como planejamento estratégico e evolução dos portifólios?

  • Qual é a freqüência de atualização do painel?

Semanal, bisemanal, mensal ou uma vez a cada nova visita do cometa haley?

As respostas para estas perguntas irão determinar o que vai para o painel de instrumentos e como ele deve ser construído, ou seja, ele te ajudará a delimitar o escopo do projeto e a definição das atividades que vamos precisar gerenciar.

Por exemplo, assuma o seguinte cenário (você pode facilmente mudar os componentes do painel com base na sua situação):

  • Audiência do relatório: patrocinadores do projeto e membros da equipe;
  • Interessado em saber: plano do projeto, status report para acompanhamento do progresso, questões pendentes, cronograma geral e progresso para entrega
  • Freqüência: semanal

Passo 2: Faça um MVP (protótipo) do painel de instrumentos

Com base nas respostas acima temos uma noção sobre qual direção nosso dashboard irá tomar. Com essa referência vamos fazer um protótipo do nosso painel, isso irá te ajudar a estruturar sua ideias e necessidade de dashboards e ainda servirá como um guia para seu time de desenvolvimento de sua aplicação de BI (ou em uma planilha do Excel).

Por exemplo, fiz o nosso MVP usando o software open surce pencil, (Você pode baixar nesse link) que é bem fácil de usar e bom para desenhar wireframes.

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Passo 3: Obter os dados para ser colocado no painel de instrumentos

Desenvolver um dashboard seja em um farrametna de BI como QlickView ou no excel é um projeto complexo e complicado que exige o envolvimento de profissionais que combinem competências técnicas e de negócios. O layout do painel é de apenas 10% do trabalho, coletar os dados para calcular as métricas de painel (ou KPIs) é a parte mais importante de qualquer dashboard.

Para facilitar isso, em primeiro lugar, vamos criar uma planilha chamada “dados”, onde podemos capturar entradas do usuário. Estas entradas podem ser manipuladas para fazer o painel. Para ele, precisamos dos seguintes insumos:

  • Status do projeto geral e do progresso
  • Lista das atividades em curso e questões

Vamos derivar outros insumos a partir da seguinte:

Passo 4: Coloque tudo junto e fazer um dashboard

Depois que juntar todas as partes necessárias dos dados, e colocá-los em um único painel, você pode usar um modelo em excel que criamos para criar sua primeira base.

Para quem já avançou na gestão de projetos e está utilizando o Project Builder (ou teste gratuitamente por 15 dias) é possível usar o QlickView para construir seu dashbord, um resutaldo possivel é como esse:

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Agora você está pronto para construir seu novo projeto de construção de um dashboard.

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ociosidade de colaboradores

Ociosidade de colaboradores: de que maneira isso interfere na gestão do projeto?

Você já refletiu sobre o que é a relação de trabalho? Sabe o que é a ociosidade de colaboradores? Basicamente, um profissional vende horas de trabalho em troca de um salário. Isso quer dizer que, para o funcionário, a ociosidade é uma coisa boa: ele ganha o mesmo valor, com menos esforço.

Já do ponto de vista da empresa, é um desastre, pois você obtém menos produtividade, com o mesmo custo. E o problema da ociosidade de colaboradores fica ainda maior quando se trata de um projeto, que, por definição, tem prazos para cumprir e data para ser encerrado.

Neste post, vamos explorar quais são os principais efeitos da ociosidade de colaboradores sobre a gestão de projetos e, ainda, apresentar dicas simples para acabar com esse problema.

Os efeitos da ociosidade de colaboradores

Subaproveitamento da capacidade dos membros da equipe

Um funcionário ocioso não é sinônimo de um funcionário ruim. Ele pode ser criativo, cheio de experiência, com uma formação invejável e, mesmo assim, apresentar ociosidade no trabalho. Quando isso acontece, você tem um cenário de subaproveitamento. Em outras palavras, não consegue extrair do profissional todo o seu potencial.

Aproveitando, lembre-se de que a ociosidade nem sempre é causada pelo indivíduo; ela pode ser causada por má organização da equipe, dos processos e do projeto em geral. Nós vamos retomar essa questão mais à frente.

Assimetria na divisão de tarefas

Se alguns colaboradores estão ociosos e, mesmo assim, o projeto continua avançando normalmente, é muito provável que haja assimetria na divisão de tarefas. Isso significa que, enquanto há ociosidade de um lado, há funcionários sobrecarregados do outro.

Nem é preciso dizer que esse tipo de situação é insustentável. Em algum momento, surgirão conflitos entre os membros da equipe, e aqueles prejudicados com a divisão “injusta” vão dar sinais de fadiga que afeta a performance.

Ruídos na comunicação

A ociosidade não afeta apenas a execução do trabalho; ela também pode se refletir na comunicação. Se o ócio está ligado a um problema de atitude do colaborador, ele eventualmente vai negligenciar a troca de informações com seus colegas e com o gestor.

Não podemos esquecer que, em um projeto, o fluxo adequado de informações é crucial para o andamento eficiente das atividades. Portanto, quando a ociosidade dos colaboradores afeta a comunicação entre a equipe, todo o trabalho é prejudicado. O problema sai do âmbito do indivíduo e começa a envolver os demais.

Atraso na entrega

Esse efeito é o mais óbvio, porém, um dos mais graves. A ociosidade pode afetar o cronograma do projeto, causando atraso na entrega. Essa demora, por sua vez, acarreta em custos extras e, em alguns casos mais extremos, a falha em atender o prazo pode até fazer com que todo o projeto se torne inútil.

Como evitar a ociosidade de colaboradores

Adotar um software de gestão de projetos

Os softwares de gestão de projetos são úteis para identificar a ociosidade de colaboradores – que é o primeiro passo para resolver o problema. Como esses softwares permitem acompanhar o progresso de cada etapa, basta um olhar para encontrar aquelas que estão paradas ou avançando muito devagar. Esse são os sinais básicos de ociosidade.

Para completar, é possível identificar o ócio antes que ele atrase definitivamente a entrega do projeto. Portanto, se você entende que prevenir é mais fácil do que remediar, vai querer adotar um software de gestão de projetos.

Entender a origem do ócio

Como já comentamos, existe o ócio que parte do indivíduo e existe aquele que é fruto da maneira como o projeto está estruturado.

Imagine um projeto no qual a Etapa A deve ser completada, antes que a Etapa B possa começar. Além disso, o gestor só permite que cada funcionário se envolva com a etapa que lhe foi delegada. Nesse cenário, é compreensível que o funcionário responsável pela Etapa B tenha que enfrentar um período de baixa produtividade — enquanto aguarda o colega da Etapa A terminar o próprio serviço.

Portanto, uma das maneiras de acabar com a ociosidade causada pelo projeto é criando fluxos de trabalho mais flexíveis e autorizando (ou estimulando) a colaboração entre os funcionários, independentemente das atividades ou etapas pelas quais são responsáveis.

Criar uma lista de atividades prioritárias

As atividades prioritárias são aquelas sem as quais o projeto não pode ser completado. Criar essa lista pode ajudar a manter a ociosidade sob controle porque, se alguma dessas atividades ainda está pendente, nenhum membro da equipe tem o direito de permanecer ocioso.

É uma questão de bom senso: por que o funcionário ficaria parado, quando há uma atividade importante para ser feita?

Dialogar com a equipe

Quando o ócio é resultado de atitudes individuais, o diálogo pode ajudar a resolver. Profissionais mais jovens podem não ter a percepção exata dos prejuízos que causam à empresa quando negligenciam a própria produtividade. Mais do que isso, eles podem não entender como o que é ruim para a empresa acaba, também, sendo ruim para eles mesmos. Se o gestor for transparente em relação aos efeitos da ociosidade, pode obter uma resposta muito positiva.

E se o diálogo não mudar nada? Nesse caso, seus colaboradores têm um problema de atitude realmente grave. Comece a refletir: será que você está realmente contratando profissionais sérios e motivados?

Contratar profissionais especializados

Mesmo que uma empresa tenha um gestor de projetos interno, contar com a ajuda de um profissional externo é uma boa ideia.

Quando a ociosidade de colaboradores se torna um problema, esse profissional — por exemplo, um consultor — garante que as críticas à equipe serão vistas como feedback imparcial. Do contrário, os funcionários que recebem esses feedbacks poderiam interpretar a situação como uma perseguição, como um ataque pessoal.

Partindo de um terceiro, é mais provável que o feedback seja aceito pelo que é: uma provocação para a melhoria.

Neste post, você entendeu quais são os efeitos da ociosidade de colaboradores, e também descobriu algumas dicas para enfrentar e resolver o problema. Gostaria de saber mais sobre gestão de projetos e, claro, sobre soluções em software para essa finalidade? Então, entre em contato com a Project Builder!

mais resultados nos projetos

Por que dashboards ajudam a atingir mais resultados nos projetos?

O uso de dashboards para atingir mais resultados nos projetos é uma prática cuja adoção vem crescendo entre os tomadores de decisão, sobretudo nas empresas que reconhecem a importância dos dados para o êxito em diversos tipos de tarefas.

Considerando o princípio da administração de que não podemos gerenciar o que não mensuramos, os dashboards abrem um adendo: segundo o CEO Shadan Malik, você não gerencia com eficiência o que não se pode monitorar.

Hoje, as informações seguem um fluxo muito mais amplo, em uma velocidade que transformou a dinâmica entre as companhias e seus colaboradores, bem como os seus clientes e parceiros.

Consequentemente, surgiram ferramentas direcionadas aos processos de coleta, análise e monitoramento de dados, como Big Data, Business Intelligence e Analytics, e, junto a isso, a necessidade de tornar esses dados bem organizados, acessíveis e, acima de tudo, inteligíveis.

Nesse contexto, o dashboard se consolidou como uma ferramenta essencial, graças aos seus recursos, que permitem a visualização dos dados em gráficos a partir de qualquer dispositivo conectado à internet, de maneira segura e em tempo real.

Quer saber mais a respeito? Acompanhe o conteúdo a seguir e saiba tudo o que precisa sobre os dashboards e seus benefícios para os negócios!

O que são dashboards?

Você já imaginou como seria dirigir um automóvel ou pilotar um avião sem o auxílio de um painel de controle? O condutor ou piloto não saberia precisamente a velocidade na qual o veículo está percorrendo, nem a quantidade de combustível, a temperatura, pressão do óleo, entre outros aspectos essenciais.

Além das próprias informações e indicadores fornecidos pelo painel, vale destacar o seu lado intuitivo, representado pelo posicionamento estratégico de elementos, como medidores, odômetros e luzes de diferentes cores. Tudo para que o condutor esteja inteirado das condições do veículo e, com isso, não perca o foco da direção.

Guardadas as devidas proporções, as empresas que vislumbram o crescimento no mercado necessitam que seus gestores tenham as informações relevantes (acerca de processos, clientes, índices, planejamento etc.) disponibilizadas intuitivamente para atingir seus objetivos.

Logo, definimos os dashboards como painéis de controle orientados à gestão empresarial, desenvolvidos para disponibilizar aos tomadores de decisão dados pertinentes compartilháveis e fáceis de interpretar — devido aos seus recursos visuais.

Quais os tipos de dashboards?

Vale salientar que um dashboard pode ser desenvolvido especificamente, a partir de uma categoria, podendo ser mais voltado para análises ou operações, conforme veremos adiante:

Dashboards analíticos

São aqueles que apresentam dados de determinado período e visam proporcionar uma análise mais aprofundada sobre tendências e padrões.

Ao ter acesso a um conteúdo visual bem distribuído e baseado em históricos, a equipe pode compreender melhor os processos, identificar oportunidades e riscos para o projeto, bem como ter insights que podem ajudar a melhorar os resultados.

Dashboards operacionais

São aqueles que apresentam métricas e KPIs, tendo o objetivo de manter o controle sobre metas e objetivos. Eles facilitam a tomada de decisão e tornam o acompanhamento do desempenho do projeto mais fácil e dinâmico, sem a necessidade das planilhas e relatórios.

Seja operacional ou analítica, a contribuição dos dashboards para a gestão de projetos ainda traz outros benefícios para a gestão de projetos e para a mensuração de resultados.

Como os dashboards ajudam a atingir mais resultados nos projetos?

Para compreender como os dashboards ajudam a atingir mais resultados nos projetos, vejamos, a seguir, algumas das principais vantagens desse recurso:

Economia de tempo e recursos

Em vez de manter pessoas focadas no lançamento de dados em planilhas e análise de dados, os dashboards dão uma visão ampla sobre toda a execução do projeto em tempo real, contribuindo em termos de economia — tanto de tempo quanto de recursos despendidos para manter controles manuais, complexos e mais passíveis de falhas humanas.

Outro fator que contribui para a economia de tempo é a acessibilidade dos dashboards. Imaginemos, por exemplo, os colaboradores que passam grande parte da jornada de trabalho mensal distantes da sede da empresa, ou seja, que sempre estão fazendo viagens e participando de reuniões.

Esse tipo de funcionário necessita de uma atenção especial por parte da empresa em fornecer as informações que ele necessita. Por outro lado, os dashboards permitem que ele tenha autonomia para acessar os dados de onde ele estiver, usando apenas um dispositivo conectado à internet e com um browser instalado.

Alinhamento de informações e estratégias

O uso de dashboards é fundamental quando o assunto é eficiência no planejamento do projeto. Por exemplo: cada equipe se encarregará por determinadas contribuições, bem como os respectivos colaboradores são escalados para realizar atividades pertinentes ao cargo.

Em uma situação sem dashboard, não é simples fazer com que cada um dos responsáveis fique ciente das tarefas que deve realizar, obtendo informações em tempo real acerca do progresso e dos prazos. A situação é ainda mais difícil quando se tem uma grande quantidade de funcionários.

Quando se pode alinhar todas as informações a respeito do planejamento (atribuições, metas, prazos, prioridades etc.) ao dashboard, ao mesmo tempo em que a empresa adquire mais controle e noção de como o projeto está se encaminhando, os riscos dos colaboradores perderem o foco são consideravelmente reduzidos.

Visão abrangente acerca de cada departamento

Não é qualquer solução que consegue colocar o gestor diante de informações geradas a partir de todos os setores, bastando alguns poucos cliques para obtê-las instantaneamente na tela do computador, seja no formato de relatório, seja por meio de gráficos.

Os dashboards, embora sejam conceitualmente simples, concedem esse poder aos gestores, permitindo que eles se mantenham inteirados sobre o rendimento de cada departamento. Ou seja, os dados, por si só, pontuam os setores que não estão apresentando os resultados conforme as expectativas, ligando o sinal de alerta para que soluções sejam propostas.

Tendo em mãos esse mapeamento, é certo que a empresa terá conhecimento dos riscos antes que eles se desenvolvam e comprometam o negócio em diversos aspectos, sobretudo financeiros.

Cultura focada no desempenho

Ter uma equipe de gestão de projetos altamente produtiva reflete totalmente nos resultados, logicamente. Nesse sentido, o dashboard é um excelente recurso para construir uma cultura orientada ao desempenho do seu time.

Mas como os dashboards melhoram a produtividade? Bom, considerando que a motivação do colaborador passa diretamente pela percepção do quanto ele é importante para o projeto, é natural que o seu comprometimento e envolvimento seja consideravelmente maior.

Com os dashboards, os funcionários passam a ter mais noção de suas parcelas de contribuição no projeto e, ao mesmo tempo, é otimizada a comunicação interna entre os envolvidos.

Geração de relatórios ricos em dados

Todo o processo de formular planilhas e produzir relatórios manualmente é substituído pela integração automatizada de informações a partir de fontes diversas (sistema ERP e CRM, por exemplo), rapidamente adicionadas ao banco de dados e convertidas em relatórios analíticos.

Esses relatórios têm como vantagem não apenas o conteúdo, mas, também, recursos específicos, como a visualização do histórico de dados e comparativos, possibilitando que uma vasta gama de métricas seja estabelecida para tornar a avaliação mais consistente e precisa.

Destacamos como exemplo de situação prática a integração de um software ERP com os dashboards, cujo resultado é que todas as informações relevantes geradas em cada departamento sejam indexadas ao painel e, por conseguinte, disponibilizadas somente aos colaboradores autorizados — que, por sua vez, podem compartilhá-las sempre que acharem pertinente.

Segurança e aprimoramento na comunicação

A vantagem mencionada anteriormente nos dá, inclusive, noções de como os dashboards contribuem para a segurança dos dados e, ao mesmo tempo, estabelecem um ótimo canal de compartilhamento.

O fator segurança está relacionado ao processo que separa o usuário do banco de dados: a autenticação. A hierarquia de acesso é facilmente implementada, tendo em vista que cada funcionário possuirá sua respectiva chave e um perfil próprio.

Isso significa, na prática, que cada colaborador terá permissões para visualizar os dados que a empresa entende como suficientes e adequados para suas atribuições, impondo restrições essenciais para a segurança.

Ao mesmo tempo em que os dashboards oferecem segurança, afinal, além do controle de acesso, as ações são registradas — o que é fundamental para realizar auditorias —, os usuários contam com a comodidade de compartilhar as informações de maneira ágil, mesmo que os destinatários trabalhem em diferentes unidades da empresa.

Decisões mais rápidas e inteligentes

Os dados dispostos adequadamente nos dashboards dão um panorama geral de toda a execução do projeto e, de quebra, permitem o aprofundamento em determinados pontos para que alguns contextos, antes ocultos, possam ser compreendidos.

Navegando pelo dashboard com poucos cliques, o gerente de projetos torna-se ciente de tudo o que está em jogo e toma decisões mais conscientes — pois elas são determinadas com base em dados e não somente na intuição, embora ela não perca a sua importância —, e rápidas, visto que elas são integradas rapidamente ao painel de controle.

Contudo, como ressaltamos há pouco, o fator intuição não é substituído pela interpretação de dados, desconsiderando por completo as razões pelas quais o gestor ou diretor está à frente das decisões estratégicas do negócio, e, sim, complementado pela disponibilidade de informações relevantes, que passam a influenciar nas escolhas, ajudando a atingir mais resultados nos projetos.

O que achou das vantagens proporcionadas pelo uso de dashboards? Agora que você já sabe como eles podem colaborar para melhorar os resultados nos negócios, que tal começar a utilizá-los? Nós oferecemos uma das mais bem-sucedidas soluções do mercado! Solicite um teste gratuito ou, se preferir, fale com um de nossos consultores!