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orçamento planejado

Orçamento planejado: como definir e alterar um projeto?

Sabemos que ter um orçamento ilimitado para projetos é uma raridade, vantagem de pouquíssimas empresas. Por isso, planejar e ajustar os custos é uma tarefa prioritária para qualquer gestor, exigindo um orçamento planejado para que o projeto seja bem-sucedido.

Um bom gerente de projetos também é conhecido como aquele que consegue desempenhar uma gestão eficiente dos recursos financeiros. Nesse pacote, está incluso o controle e o acompanhamento do dinheiro investido, garantindo a execução das atividades em prol das metas visadas.

Afinal, será que você sabe como definir um orçamento alinhado às expectativas do mercado? E se o cliente pedir uma alteração no projeto que tenha impacto no orçamento — como lidar com esse tipo de caso? É o que veremos neste artigo!

Como criar um orçamento planejado para projetos

Segundo a definição do PMBOK, estabelecer um orçamento é agregar custos estimados para determinar uma linha de base dos custos autorizada, seja com atividades individuais, seja com pacotes de trabalho.

Saber com clareza qual é essa linha de base dos custos é fundamental para quem deseja monitorar e controlar a performance do projeto. É por esse motivo, aliás, que o mercado de softwares para projetos tem crescido tanto, já que eles são capazes de atuar com relevância e exatidão superiores ao trabalho manual.

Nesse contexto, um orçamento planejado possibilita a previsão eficiente do custo total do projeto, abrindo portas para a programação do fluxo de caixa e até fortalecendo as bases para quaisquer negociações necessárias.

A análise da demanda

É preciso saber, antes de tudo, do que o cliente precisa. Partindo disso, uma boa análise do projeto consiste na divisão de etapas e na dedução dos esforços que serão empregados nelas.

Em grande parte dos casos, os orçamentos de prestação de serviço são calculados de acordo com as horas gastas na execução do serviço. Assim, o valor da hora é aplicado em cima do total de horas levantadas.

Apesar disso, a lei da oferta e da procura não pode ser negligenciada.

Como diz essa regra de ouro da economia, serviços específicos com pouca concorrência e alta demanda podem ter um preço maximizado. Por outro lado, se a concorrência for muito forte, talvez seja preciso forçar o valor dos serviços para baixo.

Respeitar o custo de desenvolvimento do projeto é essencial nessa tarefa. Afinal, uma redução de custos mal planejada pode interferir diretamente na lucratividade desejada, causando prejuízos.

A prática do orçamento

Ao planejar os custos de um projeto, é preciso descrever como o investimento será gerenciado e controlado.

O primeiro passo para isso é a estimação desses custos. Ela se dá por meio de um levantamento quantitativo individual de todos os serviços que serão feitos, seguida pela sua precificação exata. Os preços, por sua vez, se baseiam em conhecimento de mercado, cotações e orçamentos anteriores.

Depois disso, é preciso criar a Estrutura Analítica do Projeto (EAP). Nela fica o escopo do projeto, dividido em pacotes de serviço. Junto a isso, é preciso identificar e especificar o trabalho necessário em cada etapa.

O desenvolvimento do cronograma do projeto vem logo a seguir. Nele, você deverá incluir os prazos para as tarefas de cada pacotes de trabalho — afinal de contas, as datas de início e término são essenciais para o planejamento de desembolso financeiro.

Outro ponto importante na sequência é a mobilização e alocação da equipe e a identificação dos riscos gerais. Um bom orçamento é aquele que consegue levantar as ameaças de forma que, caso ataquem o desenvolvimento do projeto, elas não onerem os custos, inviabilizando o planejamento.

Assim, você pode escolher um dos tipos de reserva orçamentária (ou mesmo combinar ambos):

  • reserva de contingência: utilizada para os riscos identificados durante o levantamento;
  • reserva gerencial: utilizada para cobrir os riscos desconhecidos, protegendo o orçamento.

Ainda dentro do plano de custos, não se esqueça de que as aquisições de material, equipamentos e mão de obra merecem uma seleção delicada e estratégica. Você terá, portanto, que escolher os melhores fornecedores de acordo com a realidade disponível.

Nesse processo, o bom profissional que projeta acaba se revelando. É ele que consegue contratar de acordo com a estrutura certa, planejando o uso dos valores mais interessantes e capazes de atender todas as demandas que surgirem durante a realização do projeto.

Como utilizar KPIs durante o orçamento planejado

O uso de Indicadores de Desempenho (traduzido de Key Performance Indicator, ou KPI) em projetos é uma grande oportunidade para gestores que precisam mensurar os resultados de um negócio. Basicamente, eles oferecem uma maneira de comparar o orçamento com o que foi e é realizado, possibilitando análises baseadas em dados concretos.

Você pode fazer uso dessa estratégia sempre que sentir a necessidade de trabalhar com informações exatas, para tomar decisões mais eficientes. Entre os KPIs mais conhecidos hoje no universo de projetos estão:

  • custo real (conhecido pela sigla AC);
  • valor planejado (PV) ou custo do trabalho agendado (BCWS);
  • variância de custo (sigla CV) — que mostra se o custo estimado está dentro ou fora da linha de base;
  • valor obtido (EV) ou custo do trabalho realizado (BCWP);
  • trabalho realizado (conhecido pela sigla ACWP);
  • Retorno Sobre Investimento (ROI).

Como lidar com alterações que impactam o orçamento

De fato, é comum que um projeto em desenvolvimento careça de mudanças. Estas podem estar diretamente ligadas ao orçamento, mas também a outros aspectos, como o cronograma de entrega ou mesmo o escopo de trabalho.

Contudo, depois que o orçamento é concluído e aprovado, ele se torna a linha de base dos custos para o projeto. E essa linha só poderá ser alterada mediante procedimentos formais de controle de mudanças.

Nesse caso, então, o gestor tem o desafio de superar as dificuldades e manter a equipe e a expectativa do cliente sob controle. Novamente segundo o PMBOK, o ideal é que o pedido seja acatado de imediato, sob a premissa de uma análise breve a ser comunicada o quanto antes.

A partir disso, a solicitação deverá ser descrita e documentada em um Pedido de Mudanças (Change Request). Isso significa que o processo não pode ser feito verbalmente, mas de modo de processual.

Junto à sua equipe, você deverá analisar os impactos da mudança no projeto — o que pode se beneficiar muito do uso de KPIs, como vimos —, verificando o quanto de impacto que o orçamento poderá sofrer. Tente refletir se há alguma alternativa capaz de substituir a mudança solicitada.

Haja aprovação, ou não, todos os envolvidos precisarão ser devidamente comunicados. Se a resposta for positiva, então, não se esqueça de atualizar o plano de projeto antes de implementar a mudança.

Enfim, esperamos que este artigo tenha ajudado você a entender melhor os parâmetros que determinam um bom plano orçamentário, de acordo com diretrizes profissionais e padronizadas. Já se sente mais preparado para fazer um orçamento planejado?

Agora, se gostou da leitura, aproveite para compartilhar este texto nas redes sociais e ajude a disseminar informações de relevância para o seu mercado de atuação!

project builder

CCAA

Grupo CCAA utiliza Project Builder para o controle da produção de todo seu material didático

Com mais de 850 franquias e 330.000 alunos, o Grupo CCAA, há quatro décadas, é um dos líderes no ensino de idiomas no Brasil e tem forte presença em outros países do mundo. A fórmula para o sucesso: a utilização de um avançado método de ensino que combina tecnologia de ponta e material didático exclusivo. Esses dois recursos são a base da metodologia do CCAA e por isso, permanentemente são atualizados com o objetivo de despertar nos alunos o interesse e a determinação necessárias para o aprendizado de uma língua estrangeira.

O CCAA oferece um curso multimídia interativo com a mais moderna tecnologia para o ensino de inglês e espanhol. Além do diferencial tecnológico, o método de ensino do CCAA também se destaca pela forma como as ferramentas são utilizadas para simular o processo natural de aquisição de uma língua. A rigor, o processo se divide em duas grandes fases denominadas de fase oral, compreendendo as habilidades de falar e entender, e fase escrita abrangendo as habilidades de ler e escrever. Cada uma das fases é tratada separadamente, já que sem prévio domínio da parte oral, a escrita fica prejudicada em função da interferência da língua materna.

Tecnologia no ensino de idiomas

O CALL (Computer Assisted Language Learning), por exemplo, é um programa de exercícios no computador que mostra ao aluno o seu erro e dá instruções sobre como chegar à resposta correta, estimulando-o a acertar a cada exercício. Há também objetivos específicos dentro do processo de aprendizado. No ensino do inglês, o “Accent Reduction” (Redução de Sotaque), por exemplo, visa eliminar o sotaque do aluno brasileiro, aprimorando a pronúncia.

A necessidade de um software eficaz para gerenciar projetos, o Project Builder

Todo o material didático do CCAA é produzido internamente, pelo Departamento de Pesquisa e Planejamento, que reúne profissionais brasileiros e estrangeiros especializados em pedagogia, psicologia e ensino de idiomas. O CCAA organiza o conteúdo de forma que a programação da matéria possa ser distribuída harmoniosamente ao longo do curso. São produzidos também internamente CD-Roms, fitas de áudio, vídeo, além dos próprios livros. Para atender à demanda de toda a sua rede no Brasil, o CCAA conta com uma infra-estrutura composta por estações de computação gráfica, estúdios de TV e áudio, ilhas de edição e parque gráfico.

A excessiva preocupação com a qualidade exige que o CCAA domine todo o processo de produção de seu material. Cada projeto de produção de um novo livro, por exemplo, envolve a participação de equipes de escritores, revisores, profissionais de vídeo e áudio, analistas de sistemas, designers, profissionais de animação, etc. Para ter um controle de todas essas atividades e pessoal envolvido, em julho/2002, a empresa adotou a utilização do software de

Gerenciamento de Projetos, a Project Builder.

As vantagens trazidas pela Project Builder

Com a utilização da Project Builder, o CCAA passou a visualizar seus projetos como um todo e não apenas com uma visão departamental. Toda a empresa passou a ter um controle sobre todos os projetos. Segundo Fernando Wanderley dos Santos, assessor de Tecnologia da Informação do Grupo CCAA há oito anos, após a implementação da Project Builder, os processos ficaram melhor documentados e ficou mais fácil detectar quando é necessário uma correção de rumo.

Fernando acredita que o maior benefício recebido pela Project Builder foi a facilidade de que cada um dos envolvidos nos projetos, receba informações – através de um browser – sobre suas atividades diárias.

Fernando Wanderley dos Santos
Assessor de Tecnologia da Informação do Grupo CCAA

Flávia Domingues
Revisão e edição

kanban online

Kanban online: conheça os 8 principais benefícios de adotá-lo

Entre os métodos usados para gestão de projetos, o kanban se destaca. Nessa metodologia, prioriza-se a organização global de todas as atividades. As atividades são divididas em painéis ou quadros de forma que possam ser movimentadas conforme o status: pendentes (ou “por fazer”), em andamento (ou “em execução”), concluídas (ou “finalizadas”).

Uma novidade é o kanban online. Ele funciona da mesma forma que o kanban físico, mas por meio de uma plataforma na nuvem, que pode ser acessada de qualquer dispositivo móvel com acesso à internet. A seguir, falamos mais um pouco sobre o assunto e mostramos os 8 principais benefícios de adotar o kanban online!

O surgimento do kanban

O kanban é um método que surgiu durante a década de 50. Diante de uma grave crise econômica, a Toyota procurou maneiras de contornar o problema e aprimorar sua produção. Nesse contexto, teve origem a metodologia kanban, que possibilitou mais dinâmica na efetivação dos trabalhos.

De lá para cá, o método vem sendo aplicado com sucesso em diferentes empresas. Com a Revolução Digital, seria natural que o kanban também se modernizasse. Assim, surgiu o kanban online, baseado na tecnologia Cloud Computing (Computação na Nuvem).

Os princípios do kanban online

O kanban online segue os mesmos princípios do kanban tradicional:

  • visualização do trabalho: passo inicial que identifica gargalos e bloqueios;
  • limite de trabalho: define uma quantidade limitada de tarefas em execução;
  • foco no fluxo de trabalho: o objetivo é conduzir as atividades da primeira até a última etapa no menor período de tempo possível, o que vai agilizar o fluxo de trabalho;
  • melhoria contínua: cada atividade oferece erros e acertos, que são lições que devem ser aprendidas para melhorar o trabalho.

Os projetos em que o kanban online pode ser aplicado

Por ser um método ainda mais flexível que o convencional, o kanban online pode ser usado em diferentes setores de um mesmo negócio. Como exemplos, podemos citar:

  • desenvolvimento de uma campanha de marketing;
  • controle financeiro da empresa;
  • gestão das redes sociais de um empreendimento;
  • desenvolvimento de softwares;
  • enfim, o kanban online pode ser aplicado praticamente em qualquer projeto e em qualquer tipo de empresa ou indústria.

Os principais benefícios do kanban online

Agora, vamos considerar os principais benefícios do kanban online. Acompanhe.

1. Flexibilidade de planejamento

Considere que, durante a execução de determinado projeto, seja identificada a necessidade de incluir mais alguma etapa. Ao usar o quadro físico, seria preciso uma reorganização quase completa para colocar uma coluna e a nova tarefa. Assim, você deverá remover todos os cards das colunas que serão movidas e recolocá-las, o que deixará o fluxo mais vulnerável a erros.

Ao utilizar o kanban online, podemos incluir as colunas sem a necessidade de remover as atividades. Basta movimentar as atividades para a nova fase do fluxo.

2. Maior controle das tarefas

A movimentação das atividades ao longo das colunas gera um registro em que se pode visualizar quando o card foi criado e por qual pessoa.

Assim, ao contrário do kanban físico (em que um simples vento pode carregar para longe as atividades sem que os funcionários percebam), na versão online há um controle total sobre as tarefas relacionadas a um projeto, em todas as etapas.

3. Menores riscos de erros humanos

Tomando como exemplo a reorganização das colunas, que exigiria remover e recolocar todas as atividades no quadro, muitas falhas poderiam acontecer nesse processo.

Por exemplo, poderia perder-se um post it ou colocá-lo na coluna errada. Assim, as chances de que falhas maiores ocorram aumentam bastante quando se aplica a metodologia na versão física. No kanban online, as probabilidades de erros desse tipo quase não existem.

4. Mais agilidade

Vamos considerar que, a cada nova atividade, seja necessário escrevê-la em um post it com letra que possa ser compreendida por todos para inseri-la no painel físico.

É comum que, na correria diária, haja erros de escrita ou a letra não fique tão boa quanto deveria. Isso implica na necessidade de apagar o que foi escrito e corrigir ou, então, de escrever em um novo pedaço de papel. Isso, naturalmente, vai consumir mais tempo e pode desperdiçar recursos.

A versão online do método torna o processo mais rápido, pois utiliza recursos avançados como copiar/colar, desfazer, arrastar cards de uma coluna para outra e diversas soluções que apenas o mundo digital disponibiliza.

5. Mobilidade

Certamente, a mobilidade é uma das melhores vantagens do kanban online. Ainda que a equipe necessite trabalhar em locais diferentes do lugar em que está instalado o quadro físico, os profissionais continuarão acessando as informações caso façam uso da plataforma na nuvem.

6. Obtenção de números e gráficos

Uma das formas de trabalhar com o kanban físico é contar os posts its que se encontram entre as atividades finalizadas e separá-los por cor para compreender quais categorias de atividades ou quais profissionais do grupo produziram mais.

O kanban online permite a geração de relatórios detalhados automaticamente. E eles são oferecidos na forma de gráficos para tornar mais fácil a compreensão e visualização.

7. Redução de gastos

Se o kanban físico já proporciona redução de custos, o online é ainda mais econômico. Não é necessário usar papéis, nem dispor de nenhum recurso físico — a não ser um dispositivo móvel, que pode ser o smartphone do próprio funcionário.

Como uma maior eficiência no trabalho é uma das consequências do uso do kanban, muitos erros são evitados e há redução de gastos.

8. Aumento da produtividade

A maior produtividade é outra vantagem quando os projetos são executados de acordo com a metodologia kanban. O trabalho focado em determinadas atividades permite um rendimento maior, pois fica mais fácil identificar as prioridades e delegá-las para o profissional mais adequado, definindo os prazos e os meios de execução.

Enfim, a metodologia kanban é muito boa para efetivar projetos com mais rapidez e eficiência. E o kanban online apresenta algumas vantagens a mais. A computação na nuvem é uma das maiores tendências em tecnologia digital devido à praticidade que oferece. Para os que ainda não experimentaram esse célebre método em sua versão online, já é o momento de fazê-lo.

A Project Builder, especialista em gestão de projetos, oferece ferramentas e recursos para facilitar o seu trabalho. Entre suas soluções, está a plataforma online do método kanban, que você deveria conhecer.

Gostou de nosso conteúdo sobre kanban online? Considera que, de algum modo, ele foi relevante para os seus interesses? Para se manter sempre atualizado sobre elaboração e execução de projetos, você pode assinar nossa newsletter. Receberá conteúdo diretamente em seu e-mail!

alavancar a produtividade

6 passos para alavancar a produtividade da minha equipe de serviços profissionais

Dobrar a produção do time de consultoria e conseguir assumir mais projetos sem precisar contratar novos colaboradores. Qual gerente de projetos não sonha em alavancar a produtividade?

Apesar da rotina atribulada, validação de entregas, atendimento ao cliente e alterações no escopo, é possível, com planejamento e foco, ampliar as entregas e resultados. Para ajudá-lo, separamos os 6 passos para que você consiga alavancar a produtividade da sua equipe de desenvolvedores mantendo o nível de qualidade das entregas:

1) Identifique os gargalos 80 – 20, conheça bem a sua equipe e respectivas habilidades

A Lei de Pareto (também conhecido como princípio 80-20), afirma que para muitos fenômenos, 80% das consequências advêm de 20% das causas. A lei foi sugerida por Joseph M. Juran, que deu o nome em honra ao economista italiano Vilfredo Pareto.

Aplicando a lei de Pareto a prestação de serviços profissionais, assumimos que 80% do seu resultado vem de atividades que concentram 20% do seu esforço. Independente do seu dia-a-dia, são essas ações que você deve garantir que serão feitas. Analise como otimizá-las e como liberar o tempo da sua equipe. Normalmente gastamos uma quantidade de tempo significativo preparando apresentações e relatórios. Uma maneira de reduzir esse tempo é automatizando esse processo. Encontre os gargalos onde seu time gasta mais tempo.

2) Automatize a distribuição de tarefas

Pesquisas realizadas com nossos clientes que conseguiram atingir um ROI significativo com adoção de uma ferramenta, identificaram que um membro da equipe perdia um grande tempo tentando saber quais as atividades ele deveria realizar no dia, assim como os gestores de projetos perdiam enviando emails solicitando que uma tarefa seja feita e cobrando se a mesma foi executada.

Para distribuir as tarefas de maneira que elas sejam realizadas corretamente e no tempo determinado, você deve saber delegá-las de forma simples e automatica. Uma ferramenta de gestão de projetos colaborativa te ajuda significativamente com esse processo. Em uma pesquisa realizada com nossos cliente identificamos que membros da equipe tiveram uma economia média de 30 minutos por dia e gerente de projetos pelos gestores leva 20 minutos a menos, por dia (por projeto) no gerenciamento.

3) Defina uma metodologia de trabalho

Tenha sua equipe alinhada a uma única metodologia de trabalho. É importante que os processos estejam claros e bem executados por todos. Isso o ajudará a conversar com toda a equipe em uma mesma linguagem, minimizando ruídos. Além disso, algumas metodologias de projetos, como a CCPM (Gerenciamento de Projetos por Corrente Crítica) já citado aqui no blog anteriormente, têm ganhado destaque ao apontar excelentes resultados na otimização da produtividade sem comprometer prazos de entrega.

4) Meça a produtividade sempre

Há diversas formas de medir a produtividade de seus desenvolvedores. Porém antes é preciso definir os indicadores de fato importantes para esta resposta conforme a necessidade da sua equipe, empresa ou até mesmo projeto.

Para mensurar, é interessante utilizar sistemas de gerenciamento de projetos que permitam a emissão de relatórios de produtividade periódicos. Através deles, é possível conferir relatórios com o andamento diário, semanal ou mensal, além de poder optar por avaliar o trabalho de um membro ou de toda a equipe. Este tipo de ferramenta é muito útil dentro das empresas para encontrar as falhas e aumentar a produtividade.

Analisar a quantidade de horas gastas em determinado período separando-as em urgentes, importantes, rotinas e não planejadas pode trazer dados consideráveis para administrar o tempo gasto em cada etapa do processo e como este tem sido aproveitado. Um profissional que tem seu tempo e produtividade sob controle consegue realizar entregas de 75 a 100% do que foi planejado. Caso o resultado apresentado seja inferior, é hora de reavaliar as definições e reestruturar algo.

5) Converse com os seus funcionários

Gerir pessoas é uma tarefa complexa que pode impactar diretamente na produtividade de sua equipe. Lidar com motivações pessoais, interesses e objetivos diferentes para realizar uma mesma entrega exige muito jogo de cintura. Por isso, manter um diálogo com seus desenvolvedores, seja para esclarecimentos, orientações, feedbacks ou uma simples reunião de alinhamento é muito importante.

6) Adquira um software para gestão de projetos

Uma ferramenta tecnológica para gerir projetos pode auxiliá-lo não apenas a acompanhar a execução das tarefas delegadas, mas também para evitar procrastinação dos desenvolvedores. Através de um software é possível avaliar o tempo médio gasto em cada atividade, extrair relatórios de progressos da equipe (comparando o que foi planejado e o que foi executado), minimizar riscos, facilitar o acesso à documentação e até mesmo apontar falhas em processos. Ainda é possível planejar o esforço necessário para cada atividade, analisar o atual comprometimento do membro da equipe, bem como a alocação de recursos e padronizar o apontamento de horas (o famoso timesheet). Tudo isso ajudará consideravelmente a aumentar o nível de produtividade do projeto.

Com estes passos você terá maior envolvimento com sua equipe e controle das respectivas entregas, além de poder aumentar a produtividade.

Para mais dicas sobre gestão de projetos, equipes e produtividade, acompanhe o nosso blog. Deixe também sugestões, dicas e dúvidas nos comentários abaixo, quem sabe não vira assunto para o nosso próximo encontro? Até a próxima!

Aprendeu como alavancar a produtividade? Compartilhe!

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product backlog

Como fazer o Product Backlog

O Product Backlog é uma lista de funcionalidades desejadas de um produto, ou seja, os requisitos que um cliente espera receber ao final do projeto, descrito com sua própria linguagem. O ponto central do Scrum é a criação do Product Backlog, é nele que o projeto começa.

Diferente do modelo tradicional de gestão de projetos, onde precisamos fechar o escopo para poder começar a executar, no Scrum acredita-se que o início do projeto não é o melhor momento para isso. Afinal nesse ponto ainda não conhecemos suficiente o projeto e precisamos avançar um pouco mais em algumas hipóteses antes de ter tanta “certeza”.

Para te ajudar a combinar a gestão convencional com um framework mais ágil preparamos esse artigo onde descrevemos como fazemos aqui na Project Builder para criar nosso Product Backlog. Confira:

Uma mudança muito clara no mindset é que no início do projeto o Product Backlog não precisa estar completo. Podemos ter uma visão macro do produto e dos requisitos esperados. Conforme avançamos no projeto, o Product Backlog cresce e muda à medida que se aprende mais sobre o produto e seus usuários.

Para melhor estruturar o Product Backlog nós utilizamos as chamadas estórias — itens do Product Backlog — elas contém a descrição detalhada dos requisitos de cada solicitação a ser implementada. Em nossas estórias incluímos os seguintes campos:

ID

Uma identificação única, apenas um número com auto-incremento. O objetivo disto é evitar que, ao mudarmos seu nome, percamos o controle sobre as estórias.

Nome

Um nome curto e descritivo para a estória. Por exemplo; “Layout do Relatório”. O nome tem que ser explicativo o bastante, para que os membros do time e o Product Owner entendam minimamente sobre o que estamos falando, e específico o suficiente para distingui-la das demais estórias. Normalmente usamos de 2 a 10 palavras.

Importância

Definir qual é importância dessa estória na perspectiva do Product Owner (em relação ao cliente). Por exemplo: 10 ou 150. Quanto mais pontos mais importante.

Estimativa inicial

Estimativas preliminares que o time dá sobre quanto tempo será necessário para concluir uma determinada estória, se comparada as demais. Cada empresa trabalha sua estimativa de uma forma, mas normalmente dá-se uma pontuação que está diretamente relacionada à complexidade da tarefa e que servirá como base para se calcular quantos dias / horas / pessoas serão necessárias para entregar. Se a pontuação estiver muito alta, uma dica interessante é quebrar a tarefa em duas atividades, desta forma ficará mais fácil acertar na estimativa. A unidade está ligada a pontos por estória e geralmente corresponde mais ou menos a “relação homem/dias” ideal. Faça a pergunta: Em X dias nós apresentaremos uma implementação pronta, demonstrável e testada? Se a resposta for “com 3 pessoas trancadas em uma sala levará aproximadamente 4 dias” então a estimativa inicial é de 12 pontos por estória.

Como demonstrar

Em alto nível criamos uma descrição de como a estória será demonstrada na apresentação da sprint. É simplesmente uma especificação de teste. “Faça assim, então faça aquilo e, então, isso deverá acontecer.”

Notas

Quaisquer outras – breves – informações, esclarecimentos, referências a outras fontes de informação etc.

Aqui na Project Builder já tentamos outros campos, mas ao final do dia os seis campos citados acima eram os únicos realmente utilizamos Sprint após Sprint. Normalmente fazemos isso em um projeto no Project Builder, onde agrupamos em uma única fase todas as estórias do Product Backlog.

Oficialmente o Product Owner é o responsável pelo documento, mas nós não queremos deixar os outros usuários de fora. Várias vezes um desenvolvedor acessa a fase para esclarecer algo ou para alterar uma estimativa. Se você for utilizar o Excel, é importante que a planilha esteja compartilhada via Dropbox ou Google Docs.

Preparamos um exemplo de planilha que você pode baixar para utilizar na sua empresa.

Nos conte como está seu Product Backlog.

Escuta Ativa

O que um gerente de projetos precisa saber sobre escuta ativa

Uma das habilidades mais requisitadas para um gerente de projetos é a boa comunicação. Seja falada ou escrita, é a comunicação que garante o alinhamento necessário entre os membros da equipe do projeto, cuidando para que todos estejam focados nos mesmos objetivos e metas, desempenhando seus papéis adequadamente para que o produto final seja tal qual o planejado.

Contudo, o processo comunicacional só é efetivo se há um comprometimento por parte dos colaboradores. E isso exige uma boa dose de saber escutar, afinal, a comunicação é feita de 50% fala e 50% escuta, ou seja, compreender e ser compreendido. E é por isso que o gerente de projetos precisa assimilar o que é escuta ativa e como ela pode auxiliar no seu papel de liderança, facilitando os relacionamentos e tornando a equipe muito mais produtiva.

Quer saber mais sobre esse conceito e como ele funciona na prática? Então acompanhe agora mesmo nosso post de hoje:

No que consiste essa tal de escuta ativa?

Quando uma pessoa fala com você, como você se comporta? Presta atenção ao que ela diz, faz outras atividades enquanto ouve, fica o tempo todo processando outras informações ou julgando o conteúdo da sua fala? Se a resposta a qualquer uma dessas perguntas é sim, você está indo contra a escuta ativa.

Escutar ativamente é focar na pessoa que fala com você, deixando outras preocupações de lado para realmente compreender o que está sendo dito, quais são as intenções, as preocupações e os anseios contidos no discurso. Lembre-se de que não é apenas a boca que fala, mas todo o corpo exprime uma comunicação que não só pode como deve ser levada em conta quando se conversa com alguém.

Um profissional sinalizando problemas de relacionamento com outro, divergências de pensamentos e aflições em relação a atividades pouco claras: tudo isso pode ser percebido por meio da linguagem corporal, ou seja, da escuta ativa, focada nos detalhes.

O que impede um gerente de projetos de praticá-la?

São diversas as barreiras que devem ser quebradas pelo gerente de projetos a fim de garantir uma maior coesão em sua equipe. Quer saber o que anda fazendo de errado nesse sentido? Então trate de ficar atento a esses sinais:

  • Escutar as pessoas pensando em outras coisas;
  • Fazer outras atividades enquanto fala com uma pessoa;
  • Selecionar somente aquilo que o agrada, recusando toda comunicação que seja uma crítica ou que não satisfaça suas expectativas;
  • Escutar enquanto anseia por outros compromissos;
  • Concluir os pensamentos do seu interlocutor antes da hora.

Ao perceber em si algum desses sinais, o gerente de projetos deve tomar providências para eliminar essas barreiras. Aí vale pedir que o colega volte em um outro momento, para conversarem com mais tranquilidade, ou, ainda, retirar-se para um local mais isolado para que possam conversar com mais calma. Melhor tomar essa precaução e garantir a produtividade da conversa, não acha?

Então como colocar o conceito em prática?

Em um diálogo qualquer, é preciso se manter focado no interlocutor para que ele se sinta seguro e você compreenda o assunto em toda a sua amplitude, sem levantar as barreiras mencionadas anteriormente. Durante a conversa, observe a linguagem corporal do colega e analise se está coerente com seu discurso.

Mantenha sempre uma retroalimentação em todos os diálogos, ou seja, dê feedback a todo momento, mostrando que você está atento à conversa. Repetir algumas falas, mas com outras palavras, permite que você verifique se está mesmo compreendendo a proposta. Perguntar sobre pontos pouco claros é sempre válido, assim como não interromper enquanto a outra pessoa fala, deixando-a concluir o pensamento antes que você possa fazer qualquer tipo de julgamento.

Por que usar essa técnica no gerenciamento de projetos?

O gerente de projetos é o porto seguro de toda a equipe quando o foco é a tomada de decisões difíceis, a determinação de alterações no projeto, a promoção de um ambiente de trabalho mais sinérgico e a manutenção da coesão entre os profissionais envolvidos. Por isso, se o gerente de projetos não pratica a escuta ativa, está perdendo detalhes importantes da execução do projeto, bem como pode comprometer o desempenho da sua equipe pela falta de habilidade em detectar problemas de relacionamento ou de entendimento sobre papéis e atividades.

Praticando a escuta ativa, o gerente facilita a comunicação com a equipe e fica mais próximo do dia a dia das pessoas, melhorando seu poder de relacionamento e liderança, quesitos essenciais para conduzir equipes vencedoras ao sucesso!

Agora que você já conhece o conceito, comente aqui e nos conte se pratica a escuta ativa na efetivação dos seus projetos! Já se viu diante de uma barreira à escuta ativa? Como contornou a situação? Compartilhe suas experiências conosco e participe da conversa!

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planilhas de gerenciamento de projetos

Vale a pena usar planilhas de gerenciamento de projetos?

Escolher as ferramentas certas para o gerenciamento de processos é simplesmente indispensável para a otimização de qualquer projeto. Nesse cenário, planilhas de gerenciamento de projetos são ferramentas conhecidas e ainda muito utilizadas, e a cada dia que passa surgem novas opções para um gerenciamento mais efetivo delas.

Por isso vem a dúvida que não quer calar: vale mesmo a pena usar planilhas de gerenciamento de projetos? Também não tem argumentos bons o suficiente para responder a essa pergunta? Então conheça a seguir os efeitos da aplicação dessa ferramenta e decida, de uma vez por todas, se ela é ou não a melhor opção para suas demandas. Pronto?

Quais os maiores problemas das planilhas?

Ainda muito usadas — hoje em dia, por quase todos os tipos de empresas —, as planilhas de gerenciamento de projetos podem mesmo parecer ser a melhor opção em um primeiro momento. Mas não se deixe enganar por seu baixo custo e sua manipulação facilitada, viu? A verdade é que o uso de planilhas no gerenciamento de projeto traz algumas características associadas que devem ser observadas com o máximo de cuidado. Conheça algumas dessas pegadinhas desde já e aprenda o que é melhor para seu negócio:

Gerenciamento de Projetos Encadeados

Uma das maiores limitações que foi possível perceber no funcionamento das planilhas da nuvem é o fato de não serem disponibilizadas ferramentas próprias para a conexão entre as atividades da equipe.

Esse fato dificulta muito a criação de novos mecanismos de notificação pertinentes e que façam sentido com o projeto em aberto. O gerenciamento de processos encadeados está principalmente conectado ao funcionamento do projeto e as planilhas acabam não suprindo essa necessidade.

Acesso

Algumas empresas sentem uma dificuldade para manusear as planilhas, principalmente por que possuem fórmulas complexas que se assemelham ao formato do Excel mas mesmo assim, em algumas situações, não oferece os mesmos benefícios e nem as funcionalidades que o mesmo proporciona. A democratização do acesso aos dados também é comprometida quando planilhas são empregadas no gerenciamento de projetos.

Análise Comprometida a longo prazo

Para que as planilhas da nuvem sejam analisadas, é necessário uma organização maior em relação ao período de tempo utilizado para que essa junção de dados esteja certa. Esse fato poderia facilmente ser exemplificado se a empresa estivesse gerenciando controles anuais e constantemente alimentando a planilha. Em um certo momento, seriam informações em excesso e o trabalho de análise tomaria muito tempo.

Pesquisa de dados nas Planilhas

Um ponto negativo que também é importante de ser lembrado é o fato da pesquisa de informação dentro das planilhas não ser de um fácil acesso. Durante a utilização dos arquivos na nuvem, existe a necessidade de utilizar atalhos no teclado para concluir a pesquisa de dados, onde qualquer erro de digitação ou falta de atenção pode comprometer as fórmulas.

A mesma coisa ocorre nas planilhas de categoria financeira, que poderiam ficar completamente comprometidas em caso de erro de digitação, uma vez que algum erro na escrita possa alterar cálculos importantes, podendo até mesmo causar prejuízos financeiros e uma falta de organização empresarial.

Limitação

Ao passo que os projetos ficam cada vez mais complexos, as planilhas permanecem quase estáveis, não conseguindo acompanhar essa evolução. Fato é que, embora sejam ferramentas muito úteis para a geração e compilação de dados para determinados relatórios, as planilhas contam com recursos limitados, principalmente no que se refere ao cruzamento de informações mais complexas ou em grande quantidade. Com isso, o uso desse recurso fica cada vez mais restrito a projetos menores e menos complicados, o que definitivamente não é suficiente para a maioria das empresas.

Descentralização

As planilhas também promovem uma descentralização de dados, já que equipes de áreas distintas costumam ter planilhas próprias, de modo que diferentes aspectos do gerenciamento normalmente ficam restritos a documentos individuais. Com isso se cria uma dificuldade muito maior para acessar os dados necessários, uma vez que eles acabam ficando difusos. Essa descentralização de dados também dificulta a análise, pois o cruzamento de dados passa a exigir muito mais trabalho e esforço. Concorda que seria melhor se todos os dados estivessem no mesmo local?

Então não vale a pena adotar planilhas?

Quando gestores decidem usar planilhas para o gerenciamento de projetos, muitas vezes deixam de levar em consideração as adversidades do seu uso. Atraídos por uma teórica simplicidade, as planilhas acabam se tornando a opção em muitos casos. A verdade, entretanto, é que a dúvida sobre o uso desse tipo de recurso é cada vez maior, já que há novas opções no mercado prometendo ser muito mais eficientes. É o caso do leque de softwares integrados de gestão.

Por isso, é seguro dizer que o uso de planilhas para gerenciamento de projetos, na maioria dos casos, não vale a pena, uma vez que existe uma dificuldade maior associada a todo o processo. Isso sem contar os custos embutidos na dinâmica do trabalho com essa ferramenta! Dessa forma, o uso de planilhas é indicado para empresas muito específicas, que de preferencia não tenham um leque de informações muito grande.

Pois qual seria a melhor opção?

Já que usar planilhas para o gerenciamento de projetos não se mostra a melhor opção, não só para o cenário empresarial atual como também para o futuro, o melhor jeito de atuar no setor é contar com ferramentas mais avançadas — como bons softwares de gestão, por exemplo. Com isso, os dados são integrados mais facilmente e também acessados de maneira facilitada. Além disso, esses softwares normalmente são baseados na nuvem, podendo ser acessados remotamente sem maiores problemas. Dessa forma, a gestão se torna mais completa e assertiva.

Agora nos conte aqui nos comentários: ainda tem alguma dúvida sobre o uso de planilhas gerenciais? Você ainda as utiliza? Comente e participe da conversa!

planejamento de projetos

5 erros que devem ser evitados no planejamento de projetos

Por resultar em um trabalho detalhista elaborado de forma coletiva, o planejamento de projetos é uma daquelas áreas onde um erro pequeno pode danificar todo o processo, causando um retrabalho maior do que o esperado ou, até mesmo, a perda da credibilidade como empresa.

É claro que todo projeto tem suas dificuldades de planejamento. É praticamente impossível encontrar um case sem erros ou problemas enfrentados. Afinal de contas, as partes interessadas se dividem em públicos diferentes, compostos por clientes, patrocinadores e membros da equipe.

Ainda assim, finalizar um projeto com sucesso depende do seu nível de preparo para lidar com as circunstâncias. Para escapar dos contratempos, você precisa saber quais são as ameaças contra o seu trabalho.

Por isso, este artigo vai revelar os cinco principais erros no planejamento de projetos e por que eles devem ser evitados. Vamos lá?

1. Falta de planejamento

É claro que não poderíamos começar por outro ponto. O planejamento é uma das etapas mais fundamentais em um projeto. É nesse momento que as responsabilidades, atribuições e atividades são apresentadas aos integrantes do projeto.

E se esse quesito não for levado a sério, as pessoas não entenderão com clareza o papel que precisarão desenvolver, aumentando, assim, as chances de problemas com o prazo.

Como gestor de projetos, você precisa se certificar de que todas as informações estão sendo passadas com clareza. Cada parceiro precisa ter todas as dúvidas sanadas.

Sua responsabilidade é atuar como uma referência, nem que seja preciso desenhar para mostrar ao time qual caminho percorrer em prol do objetivo (aliás, desenhar é um ótimo caminho para a boa comunicação).

Como você deve saber, por mais que você utilize o que aprendeu de experiências anteriores por meio de modelos prontos, cada projeto é único. Características particulares devem ser trabalhadas de forma específica.

Nada de achar que vai dar tudo certo se você aproveitar o planejamento de projetos anteriores. Isso não vai funcionar.

2. Alterações de escopo

Alterações de escopo devem ser aguardadas, pois elas fazem parte do processo. Uma das coisas mais comuns nesse setor é ver cliente solicitar modificações no fluxo que você e sua equipe chancelaram. Dependendo da forma com que você reage a esse fato, na prática, ele pode se transformar em um erro que você precisa evitar.

Como gerente de projeto, mantenha o controle sobre essas mudanças. Se você está na frente do trabalho, cabe a você verificar se as alterações podem ser feitas dentro do prazo e dentro do orçamento já definidos.

Não espere que o seu cliente vá pensar nisso. Aliás, ele vai querer alterar o projeto sem que prazo e custo sejam impactados. E você precisa aprender a balancear esse ritmo.

Uma alteração no escopo impacta um desses dois pontos (quando não os dois). Se você acatar todas as alterações propostas, terá que arcar com as consequências.

Por isso, recomendamos que você tenha senso para analisar o que foi sugerido e pulso firme para tomar a decisão que for melhor para o desenvolvimento do trabalho.

3. Problemas de comunicação com a equipe

Ruídos de comunicação são tipos de erros que podem comprometer o planejamento do projeto, a execução e entrega. A pior coisa que existe nesse ambiente de trabalho é quando o gerente emite uma mensagem que a equipe entende de forma distorcida e vice-versa.

Ruídos contínuos farão com que o seu projeto vá pelo ralo. Invista tempo refletindo sobre as melhores estratégias para manter a comunicação clara no setor. Isso vai garantir que as informações sejam bem geridas e repassadas, evitando o retrabalho.

Um detalhe importante e ignorado por lideranças é que muito se quer falar, mas pouco se quer ouvir. Como responsável pelo projeto, é fundamental que você saiba receber feedbacks das partes interessadas. Você trabalha com pessoas e não precisa (nem deve) tentar resolver tudo sozinho.

Tenha paciência, ouça as sugestões e demandas não apenas durante o planejamento de projetos, mas também na execução. Quanto mais flexível e organizado, mais chances você terá de evitar erros desnecessários e ver seu projeto correr da melhor forma possível.

4. Falta de qualidade

De nada vai adiantar se você desenvolver um cronograma redondo, com prazos interessantes e objetivo na medida, se o projeto não tiver qualidade em si. Um projeto excelente é aquele que atende os requisitos do cliente e funciona de forma perfeita, entregando tudo o que prometeu.

Nesse sentido, a falta de qualidade é um erro grave que só vai trazer problemas a curto, médio e longo prazo. O gestor que entrega um projeto no qual o cliente encontra muitos erros na hora do teste terá problemas ainda maiores gerados pela expectativa não superada.

Como consequência, a fidelização do cliente sofre impacto, sem falar que você precisará empenhar mais tempo para resolver a questão. Horas desperdiçadas, desgaste da equipe e dificuldade na documentação do trabalho são algumas das consequências herdadas.

Para evitar esse tipo de problema, esteja sempre bem atento ao escopo e às alterações solicitadas, sabendo balancear o conjunto de variáveis sem comprometer a qualidade da entrega. Afinal, um erro puxa o outro.

5. Cronograma irreal

Por último, um item que pode conduzir o projeto ao erro ainda na fase do planejamento é a elaboração de um cronograma não condizente com a realidade da empresa.

Um cronograma irreal pode acontecer por diversos motivos, como a falta de conhecimento sobre o ritmo da equipe ou mesmo por pura imposição de velocidade e pressão. Ambas razões só trarão problemas.

Prazos impraticáveis poderão, na verdade, destruir o trabalho que poderia ser incrível se cada período tivesse sido respeitado entre as etapas.

Por mais que você queira impressionar o cliente, segure a empolgação e elabore um cronograma realista. Sempre! As tarefas devem ser concluídas dentro de prazos e custos acordados. Isso envolve esforço, diálogo e comprometimento.

Saiba definir prioridades, delegar as tarefas e distribuir as entregas em curto, médio e longo prazo. Faça o possível para que o cliente acompanhe o seu cronograma de forma agradável, permitindo que ele enxergue os pequenos progressos ao longo do processo.

Assim, você evitará sofrer a pressão do contratante ou a baixa produtividade por pressionar sua própria equipe mais do que o necessário.

Esperamos que este post tenha ajudado você a perceber quais são os principais erros que todo o projeto pode vivenciar e como evitá-los. Com atenção redobrada e alimentando-se de informações relevantes sobre a área, você poderá dar conta do recado e, sempre que possível, fugir das ameaças.

Se você gostou do conteúdo, aproveite para se tornar assinante da nossa newsletter quinzenal e receba atualizações sobre as melhores práticas de gestão de projetos!

gestão de equipe

Como fazer gestão de equipe e pessoas com o Project Builder?

Atualmente, o modelo organizacional de departamentalização está cada vez mais diversificado e complexo. Uma microempresa, tem em sua gestão de equipe por exemplo, uma margem de cinco funcionários internos, mas ter o suporte de incontáveis freelancers para a execução de determinados projetos. Por outro lado, as médias e grandes empresas ainda enfrentam o desafio de gerir uma série de profissionais em diferentes setores, de maneira verticalizada e especializada. Em qualquer um dos casos, a gestão de equipe é uma tarefa indispensável para a manutenção da produtividade.

Acontece que quanto mais complexa for a estrutura de uma organização — seja pelo estabelecimento de redes externas, seja por conta de uma verticalização exacerbada —, mais difícil será o monitoramento e, consequentemente, mais tempo será destinado para esse controle. A saída para tornar a gestão desses processos mais eficaz está na automatização. Nesse post especial, vamos falar um pouco sobre a utilização do ProjectBuilder na gestão de equipe. Confira!

Níveis e perfis de acesso

Evidentemente, o software leva em questão que existem pessoas com diferentes níveis hierárquicos dentro de uma organização e, por conta disso, necessitam de poderes e ferramentas diversificadas. Um gerente de projetos, por exemplo, deve ter acesso à informações e ferramentas específicas, que não necessariamente podem ou devem ser disponibilizadas para um supervisor da área ou um funcionário de execução. O controle é garantido, uma vez que é possível diferenciar níveis de acessos.

Controle individualizado

Você sabe quanto tempo os seus funcionários estão destinando aos projetos da empresa ou às suas atividades cotidianas? Qual é a disponibilidade dos seus colaboradores para uma determinada tarefa? A produtividade individual média? Com o ProjectBuilder, o gestor poderá acompanhar cada um desses aspectos dos funcionários antes mesmo de delegar qualquer tipo de atividade. Dessa forma, ele saberá exatamente como e quando alocar seus recursos humanos, ou seja, será possível realizar uma gestão racional.

Alocação de recursos humanos

A interface do ProjectBuilder é extremamente intuitiva, o que favorecer muito a alocação de recursos humanos para projetos. Com base nas informações preenchidas no sistema, o gestor pode procurar por profissionais de maneira rápida e montar sua equipe. A ferramenta possibilita a criação de listas variadas, podendo classificar os profissionais por setor, produtividade, hierarquia, conhecimentos específicos, dentre outros. Quer um especialista em Java? Com alguns cliques, todos os colaboradores qualificados aparecerão para você, com gráficos mostrando sua disponibilidade.

Conhecimentos aprofundados

Por fim, outra característica importante do ProjectBuilder é o fato de que as informações referentes a todos os profissionais podem ser facilmente acessadas por gerentes e diretores. É claro que, dependendo do tamanho da empresa, é muito difícil — ou impossível — conhecer cada um dos seus profissionais ou, ainda, detalhes específicos sobre as suas habilidades, perfis pessoais, dentre outros. Utilizar esse tipo de software permite que qualquer gestor conheça profundamente os seus colaboradores, facilitando o comando de todas as equipes.

Você já utiliza o ProjectBuilder na sua empresa? Assista ao vídeo e conheça um pouco mais a interface e as aplicações do nosso programa! Para outras informações, entre no nosso site!

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o que é project manager

Project Management Office: tudo o que você precisa saber

O Project Management Office, abreviado como PMO, é o departamento responsável por definir e manter os padrões de gerenciamento de projetos na empresa, a fim de otimizar o controle e a execução de propostas da organização como um todo ou de uma área específica.

Hoje, mais do que nunca, os executivos já entendem o verdadeiro valor do PMO, sendo que mesmo aqueles que ainda não o implementaram têm essa missão como prioridade dentro de um curto espaço de tempo. Já falamos aqui no blog sobre o escritório de projetos, também sobre como planejar a implementação de um PMO.

Além disso, já fizemos um checklist com 10 itens para verificar antes de começar a implantação do seu PMO. Já é um belo começo. Mas o objetivo desse artigo é tirar, de uma vez por todas, quaisquer que sejam as dúvidas ainda restantes sobre o que é Project Manager Office (PMO), oferecendo tudo o que você precisa saber para aumentar suas chances de sucesso.

Gostaria de saber um pouco mais sobre PMO? Acompanhe a leitura deste artigo e fique por dentro!

Saiba o que é o PMO

Um PMO ou escritório de projetos é uma estrutura empresarial que propicia a padronização dos procedimentos relativos à gestão de projetos e à governança. Ele pode ser operacional, departamental ou corporativo, contudo, sua missão é fornecer ferramentas, métodos e orientações para os gestores conduzirem as suas atividades profissionais. Sendo assim, engloba cada projeto da empresa relacionado às estratégias.

Entenda como funciona o PMO

O PMO departamental auxilia outras áreas na entrega dos seus resultados com um portfólio dos projetos, enquanto o PMO operacional faz o gerenciamento exclusivo de um programa ou projeto que, depois de concluído, será descontinuado. Os tipos de PMO não progressivos, eles indicam os modos como uma empresa precisa ter controle dos seus projetos e podem ser implementados separadamente.

Aplicação das boas práticas

Um escritório de projetos ajuda a consolidar os documentos e promove a disseminação de boas práticas na empresa, bem como garante o cumprimento das políticas de governança e das diretrizes. Ele ainda assegura o uso de ferramentas, modelos e metodologias, além de auxiliar os líderes a definir e monitorar os indicadores utilizados na gestão.

Capacitação aos gerentes

As principais funções do PMO estão relacionadas à priorização dos projetos, definição de métodos, gerenciamento de demandas, portfólio, capacitação e suporte aos gerentes, elaboração e revisão de processos gerenciais. Mas há outras atividades, tais como a realização de reuniões de monitoramento e alinhamento, geração de relatórios etc.

Atribuições dos gerentes

PMO não é um cargo de gerência de projetos. Um gerente de projetos tem as suas próprias atribuições, tais como informar os interessados a respeito do desempenho do projeto, fazer o controle dos recursos utilizados para a execução das atividades, coordenar as tarefas para que sejam alcançados os objetivos específicos de cada planejamento.

Fundamentos do PMO

Já o PMO tem como fundamentos o fornecimento de suporte ferramental e tecnológico para o gerente, a disponibilização de informações precisas, a otimização dos recursos que são compartilhados entre os projetos organizacionais, a coordenação dos esforços para atingir as estratégias predeterminadas pelos gestores. O PMO pode ser composto por apenas uma ou por várias pessoas, com sala fixa ou não.

Descubra como é a atuação do PMO

De acordo com o Relatório CHAOS Standish, de 2009, 68% dos projetos não atingem as metas de tempo, custo ou escopo, ou seja, apenas 32% dos projetos são concluídos no prazo combinado, dentro do custo previsto e entregando valor — benefícios mensuráveis — para o negócio e para as partes interessadas.

É justamente aí que entra o PMO, com a função de trabalhar dentro da organização para reverter esse quadro nada favorável. São muitos os motivos atribuídos a tais falhas. De acordo com uma pesquisa da PwC, de 1.524 organizações, planejamentos e estimativas inadequados são responsáveis por 30% das falhas de projeto.

Já a falta de patrocínio executivo constitui 16% desse rombo, mas metas e objetivos mal-definidos completam outros 12%. O mesmo estudo aponta que, ao adotar processos e metodologias de gerenciamento de projetos, aumentam-se significativamente as chances de sucesso. A pesquisa conclui que ter PMOs estabelecidos é uma das três principais razões que impulsiona a entrega de projetos com sucesso.

Compreenda as funções do PMO

PMOs podem assumir outras funções além da responsabilidade de definir processos e metodologias — como, por exemplo, participar da gestão estratégica do trabalho, quer como facilitador ou como responsável pelos processos de gestão de portfólio de projetos.

Entre as funções do Project Management Office pode-se incluir o monitoramento de relatórios sobre projetos e de portfólios em andamento, repassando o progresso para que a gestão de topo tome decisões estratégicas sobre quais projetos continuar e quais cancelar.

Segundo o Pulso da Profissão, do PMI, as funções primárias executadas pelo PMO são:

  • serviços de gerenciamento da entrega do projeto;
  • gerenciamento de cronograma, custos e escopo;
  • comunicações;
  • gerenciamento de recursos;
  • integração do projeto;
  • gerenciamento de riscos;
  • serviços de padrões, metodologias e processos;
  • definição de metodologia;
  • desenvolvimento e melhoria de processos;
  • definição de métricas;
  • serviços de governança e gerenciamento de desempenho;
  • relatório de desempenho;
  • distribuição de informações;
  • escalada de problemas.

Já o grau de controle e influência que os PMOs têm sobre os projetos depende do tipo de estrutura da empresa. Assim, ele pode servir de suporte, com um papel consultivo, de controle — ao exigir o cumprimento de um projeto, por exemplo — e diretivo, ao assumir a própria gestão de projetos.

Confira os tipos de PMO

O PMI descreve o PMO como um eixo estratégico para a excelência organizacional, que visa melhorar as práticas de gestão da execução, governança, liderança e mudança estratégica. E embora seja possível encontrar outras subcategorizações, pode-se afirmar que um PMO pode ser um dos três tipos listados abaixo — do ponto de vista organizacional:

PMO corporativo

Responsável pela definição dos padrões de gestão de projetos de toda a corporação. Normalmente subordinado à diretoria ou à presidência, seu papel está muito ligado à estratégia da empresa e, consequentemente, aos processos que a ajudem a atingir seus objetivos.

Seu maior desafio é gerar valor para a organização em um nível estratégico. Mas vale ressaltar que são poucas as empresas que têm um PMO corporativo 100% implantado.

PMO organizacional ou departamental

Esse PMO está diretamente ligado a uma área da organização — como o setor de TI, por exemplo. Seu papel é mais operacional e, normalmente, seus profissionais trabalham diretamente com os projetos do departamento.

Os PMOs departamentais são mais comuns, normalmente sendo embriões que motivam a organização a expandir o trabalho para outras áreas ou até mesmo para uma implantação corporativa.

PMO para fins especiais

São criados com objetivos específicos e têm função muito distinta — como gerenciar um programa estratégico, por exemplo. Normalmente são concebidos por um determinado período e, desde sua criação, já têm um marco claro de quando serão extintos. Um grande desafio dos gestores de PMOs especiais é manter a motivação do time, principalmente por seu caráter temporário.

PMO de suporte

O PMO de suporte é o escritório de projetos voltado para o coaching e que tem perfil consultivo. A sua principal atribuição é recomendar aos gestores de projetos as desvantagens e vantagens de cada ferramenta, técnica ou modelo para determinada organização. São eles que sugerem o que pode ser feito para que os projetos sejam bem-sucedidos.

O papel desse tipo de PMO também abrange a organização dos documentos e a garantia de que os dados de demandas anteriores, as quais já foram atendidas, sejam úteis para os projetos futuros. Geralmente a sua implantação é feita no momento em que a empresa ainda não tem maturidade nessa área e o seu grau de controle ainda é insuficiente.

Portanto, não devem ser criados controles rígidos demais, pois causaria frustração entre os envolvidos. Os gerentes precisam ser educados a respeito das boas práticas para depois ocorrer a aplicação de auditorias. Depois de algum tempo, pode ser realizado um monitoramento mais efetivo das atividades, mas o foco principal desse PMO é dar apoio aos líderes.

PMO de controle

O PMO de controle é o escritório de projetos que vai além de dar suporte aos gestores para a tomada de iniciativas e outras medidas. Ele faz avaliação de conformidade e averigua se os líderes e as equipes estão se baseando nas ferramentas, técnicas e modelos indicados para serem aplicados dentro da organização, já que receberam ordenações a serem seguidas.

Esse tipo específico faz o controle e a cobrança da aplicação prática dos conhecimentos transmitidos aos gerentes. Por esse motivo, faz uso de auditorias para verificar quais são os pontos que estão sendo seguidos de forma correta e aqueles que ainda não foram implementados. Os procedimentos são feitos para revisar os processos e aumentar a maturidade dos líderes.

A padronização e a uniformização dos processos que são coordenados pelos gerentes possibilita a mensuração da qualidade dos projetos entregues pela empresa. É avaliado o modo como os gestores estão executando as atividades, assim como é feito o controle de portfólio por meio da organização e priorização de tarefas e iniciativas. Capacitações e treinamentos também fazem parte desse PMO.

PMO diretivo

Já o PMO diretivo é o escritório de projetos que detém um controle ainda maior, por essa razão foi assim denominado. Esse tipo exclusivo faz o direcionamento dos recursos da empresa para cada projeto, seleciona os gerentes que vão gerenciar as atividades e define os montantes a serem gastos por cada iniciativa. Monitora a aderência das equipes às orientações fornecidas.

Ele é um centro de excelência em gerenciamento que faz recomendações aos gestores, dissemina as metodologias de gestão, faz auditorias de conformidade, verifica os processos etc. Todavia, o controle é maior que nos demais, já que o PMO diretivo direciona recursos específicos para determinados projetos. Os gerentes são subordinados e alocados de acordo com as demandas.

Como você pode ver, os aspectos de cada PMO dependem da maturidade e da complexidade da organização que faz a sua implantação. Os tipos diferentes de escritórios de projetos desempenham papéis distintos e suas responsabilidades são elásticas. Eles são classificados conforme o seu nível de influência e grau de controle.

Conheça os cuidados necessários para a implantação de um PMO

Para implementar um PMO de forma precisa e conseguir alcançar os resultados esperados, é necessário tomar alguns cuidados básicos que vão preparar a organização e a equipe, além de garantir que o propósito do Project Management Office seja cumprido. Veja:

  1. fazer a definição de quais serviços realmente serão realizados no escritório de projetos. Além disso, alinhar a visão do gestor do PMO com a da alta gestão da empresa, a fim de fazer com que os objetivos e estratégias sejam convergentes entre as áreas;
  2. definir quais são os papéis e responsabilidades da equipe do escritório de projeto — isso ajuda a identificar a dimensão do apoio que será recebido;
  3. definir a data de início do escritório e anunciar para a organização e os stakeholders;
  4. adotar uma estratégia de trabalho que permita entender e atender tanto as necessidades da alta gestão quanto dos gerentes de projetos. Com a criação do escritório, eles podem ser isentos de algumas atividades rotineiras, que passam a ser executadas pelo PMO;
  5. entender as necessidades do negócio e dos gerentes de projetos para alinhar a elaboração e execução dos serviços do escritório de projetos, alcançando a sinergia;
  6. ajustar as responsabilidades do PMO à medida que a demanda aumenta e a aceitação pela alta gestão cresce;
  7. garantir que a qualidade dos produtos e serviços entregues aos clientes internos, como os gerentes de projetos, seja a maior possível.

Para que a criação e o desenvolvimento do PMO seja bem-sucedida, é fundamental que se tenha o apoio dos clientes internos, principalmente a alta gestão — haja vista que o processo de implantação ocorre de cima para baixo dentro da estrutura empresarial. Esse também é um dos motivos que torna essencial o alinhamento entre os objetivos estratégicos da empresa com os objetivos do escritório de projetos.

Entre os principais clientes dos escritórios de projetos estão a alta gestão, os gerentes de projetos, as equipes de projetos, os gerentes das áreas e os stakeholders (quem recebe o resultado dos projetos).

Assim como a alta gestão, os gerentes de projetos são os principais clientes do PMO, já que eles são os principais usuários dos serviços oferecidos pelo escritório. Por meio do feedback, eles também podem se tornar peças essenciais no amadurecimento do Project Management Office.

Verifique a fase de implementação — passos básicos

Depois que os devidos cuidados foram observados e as definições iniciais foram criadas, é o momento de passar para a fase de implantação. É por meio dela que se consegue os recursos necessários para o funcionamento do PMO, é formada a equipe e instalado fisicamente o escritório de projetos (infraestrutura).

Nessa etapa é necessário realizar treinamentos com todos os envolvidos, além de migrar os projetos existentes para a gestão do escritório, dando início ao seu funcionamento. Feito isso, deve-se monitorar o andamento e os resultados, a fim de levantar dados que serão utilizados para avaliar a atuação do PMO e fazer possíveis correções.

Sendo assim, a fase inicial de implantação compreende 7 passos, sendo eles:

  • 1º Passo — criar o escritório de projetos no que diz respeito à estrutura;
  • 2º Passo — alcançar o engajamento de todos os envolvidos;
  • 3º Passo — definir o método de atuação e de análise, como ferramentas e relatórios;
  • 4º Passo — definir os projetos-piloto, que darão início ao funcionamento do escritório;
  • 5º Passo — identificar e suprir as necessidades de hardware e software;
  • 6º Passo — definir os procedimentos e a metodologia de trabalho;
  • 7º Passo — alcançar o envolvimento das pessoas dentro da organização.

Depois que esses pontos básicos são cumpridos, o escritório de projetos já está praticamente pronto para funcionar. Já a fase de operação é a etapa em que o PMO começa a atuar e se trabalha para que suas atividades sejam expandidas. Nela são feitas verificações de diversos aspectos, como a eficiência dos processos e da equipe.

O objetivo é permitir que um número maior de projetos sejam acompanhados e avaliados, sem que se perca a qualidade. Isso é feito por meio do atendimento eficaz das necessidades dos gerentes de projetos e do negócio.

Analise as vantagens do Project Management Office para a empresa

Já se sabe qual é a importância e o papel que o PMO exerce dentro das empresas. Agora vamos falar um pouco mais sobre as vantagens que o escritório de projetos pode proporcionar para o negócio. Acompanhe!

Aumento da rentabilidade

Um dos objetivos do Project Management Office é garantir um bom gerenciamento dos projetos. Quando bem implantado, ele ajuda a aumentar as taxas de sucesso e aprimorar os resultados da empresa, consequentemente elevando sua rentabilidade. Isso ocorre principalmente porque o retorno obtido passa a ser maior, em comparação com o investimento que foi realizado inicialmente.

Possibilidade de melhorar a taxa de sucesso dos projetos

Com a centralização dos projetos em uma única gestão e o aumento da organização na forma como eles são conduzidos, além do direcionamento adequado de recursos, as chances de conseguir aumentar a taxa de sucesso são bem maiores.

Ajuda a criar produtos melhores

Com o PMO, o individualismo é praticamente eliminado. As equipes passam a ser formadas por especialistas de diversas áreas que atuarão em conjunto para atingir um objetivo em comum.

Além de quebrar a rotina em que os departamentos atuam isoladamente — cada um preocupado com seu próprio resultado — o escritório ajuda a aumentar a integração e o engajamento de todos os times. Assim, por meio dessa cultura, torna-se possível alcançar maior eficiência e entregar produtos que têm mais qualidade.

Os gerentes de projetos podem focar no que é relevante

Sem um PMO implantado, o gerente de projetos passa muito tempo acompanhando o andamento das atividades, controlando os recursos e monitorando as informações. Com o escritório de projetos, esse tipo de atividade passa a ser de responsabilidade do PMO.

Assim, os gerentes deixam de ter essa preocupação e têm mais tempo disponível para focar nas questões que são realmente importantes para o andamento do projeto. Isso garante aumento da produtividade, além de permitir uma maior dedicação a atividades que podem realmente agregar valor aos produtos.

Qualificação dos colaboradores

A implantação de processos do PMO é consistente e padronizada. A constante interação com outras áreas do negócio e o compartilhamento de informações faz com que o escritório de projetos acabe assumindo um papel de consultoria dentro da empresa. Nesse sentido, os colaboradores são constantemente treinados e conscientizados sobre as melhores práticas de trabalho.

Aprimoramento dos processos

Por meio do PMO, torna-se possível identificar os processos ineficientes e os pontos em que as falhas ocorrem. A vantagem aqui é que o escritório de projetos ajuda a promover correções e ações de melhorias, contribuindo para a consolidação de uma gestão mais enxuta — reduzindo os desperdícios, a ocorrência de erros e a necessidade de retrabalhos.

O resultado disso é a eliminação de tarefas desnecessárias (que não agregam valor ao resultado), aumento da produtividade, ganho de eficiência e garantia de maior qualidade.

Projetos alinhados à estratégia da organização

As organizações recebem inúmeras demandas diariamente. No entanto, elas precisam atuar de acordo com os recursos limitados que têm. O gerenciamento de portfólio garante que sejam priorizados os projetos estratégicos e aqueles que vão melhorar os resultados sem desperdício de tempo e dinheiro.

Mais qualidade

O escritório desenvolve e dissemina metodologias de gerenciamento de projetos de modo seguro, adequado, efetivo e robusto. Os processos padronizados para a gestão possibilita o aumento da qualidade dos projetos, já que as ferramentas e métodos já foram testados anteriormente e, inclusive, adaptados para ampliar as possibilidades de sucesso.

Capacitação dos gestores

O PMO é um centro de referência para a gestão dos projetos executados pelas organizações. Por essa razão, os gerentes acessam um repositório de boas práticas e tiram as suas dúvidas sempre que elas surgem. Consequentemente, eles se desenvolvem e o capital intelectual passa a ser mais valorizado.

Tomadas de decisões facilitadas

Esse departamento mensura os indicadores, organiza os dados dos projetos e aponta o status das atividades nas reuniões. Os gestores conseguem tomar decisões mais acertadas por ter acesso aos relatórios, registros e documentos que confere clareza e segurança às escolhas que são embasadas em critérios precisos e confiáveis.

Transparência para os projetos

A centralização dos projetos cria um panorama das atividades que estão sendo executadas nas empresas de modo que as iniciativas se tornam mais visíveis. Também apresenta quais pessoas estão envolvidas com as etapas e os recursos investidos nas iniciativas. Em virtude disso, os gestores visualizam também os impactos sofridos pela organização.

Enfim, agora você já sabe o que é Project Management Office! A Project Builder é a melhor opção para a sua organização, tendo em vista que é uma empresa especializada em oferecer soluções em gestão de pessoas e de projetos, reconhecida dentro e fora do Brasil por fornecer o melhor software de gerenciamento do mercado.

O que achou deste post sobre o que é project manager? Se ainda tem dúvidas, entre em contato conosco e solicite um atendimento!

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