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Gerenciamento da comunicação

Como fazer o gerenciamento da comunicação segundo o PMBOK?

O método de gerenciamento de projetos PMBOK prevê boas práticas para diversas partes da realização. Entre elas, há abordagens que focam no gerenciamento da comunicação, que precisa ser realizado de modo estruturado e estratégico.

Nesse sentido, algumas questões merecem atenção extra. Somente dessa forma é possível conseguir que as informações certas cheguem a quem é de interesse — e que esse fluxo ajude na consolidação dos resultados esperados. Entre as vantagens, também há a diminuição de erros, o aumento da produtividade e a melhoria geral da qualidade.

Por isso, veja como realizar o gerenciamento da comunicação com o PMBOK como base.

Identifique quem são os stakeholders

Inicialmente, é preciso saber quem são os stakeholders do projeto e, portanto, as partes interessadas. Isso é importante para a comunicação segundo o PMBOK porque evita que alguém fique sem saber sobre elementos importantes, por exemplo. Também impede que alguém receba informações que não estejam adequadas ao seu nível de interesse e participação.

Nesse momento, vale a pena saber quem são os integrantes dos times, os gestores, o dono do projeto e assim por diante. Também é crucial entender o poder de decisão de cada um, bem como a sua capacidade de ação a partir das informações.

Basicamente, os interessados são todos aqueles que são afetados pela execução do projeto ou por sua documentação. Então, é necessário ter cuidado com a análise para compreender o papel efetivo de cada um — e quais são os conhecimentos mais relevantes em cada caso.

Determine quem precisa receber quais informações

O gerenciamento da comunicação também exige um planejamento completo. Considerando que há hierarquias e interessados com diferentes características, as informações repassadas também são diferentes.

Para o cliente dono de um projeto, pode não ser tão interessante saber sobre etapas técnicas e que não afetem diretamente o resultado. Por outro lado, os gestores têm que estar cientes da mudança de escopo ou da necessidade de adaptação, por exemplo.

Isso é essencial para evitar que todos recebam todas as informações, pois essa não é a abordagem mais útil. Em vez disso, o melhor é considerar as características de cada um para aumentar a efetividade na abordagem.

Garanta acessibilidade para os elementos essenciais

Por um lado, de que nem tudo tenha que ser divulgado para todas as partes interessadas. Por outro, é preciso garantir que todos possam explorar certos conhecimentos essenciais para o andamento do projeto.

Nesse sentido, questões como escopo, objetivos do projeto, prazos e métodos de execução devem ser abertos para todos. Afinal, são aspectos indispensáveis para que a empreitada seja bem-sucedida.

O objetivo deve ser facilitar a integração de setores e profissionais, de modo que haja sinergia de atuação e o aproveitamento das boas práticas do PMBOK. Então, o ideal é criar uma base comum de conhecimento para que tudo isso se torne efetivo.

Distribua as informações entre os canais adequados

Além de tudo, é necessário cuidar da forma como os dados serão enviados. Isso significa que é necessário estabelecer qual é o caminho que as informações devem seguir e como elas serão apresentadas, de acordo com as necessidades e expectativas de cada parte interessada.

O envio pode acontecer por meio de canais digitais, inclusive com hierarquia de acesso a certos dados, por exemplo. Também é possível realizar reuniões para tratar de questões específicas.

O importante é que tudo seja definido de acordo com as necessidades e preferências das partes envolvidas. Também é indispensável garantir que haja um entendimento claro das informações, de modo a evitar ruídos no contato.

Cuide das expectativas dos interessados

O gerenciamento da comunicação precisa ser capaz de cumprir as expectativas de todos os que estão envolvidos no projeto. Por isso, o planejamento também requer o conhecimento sobre as expectativas a respeito dessa parte.

Pode ser que o Product Owner opte por reports diários, enquanto outros stakeholders preferem reuniões semanais, por exemplo. Além disso, é necessário saber quais são os tipos de informações que devem integrar a comunicação.

Segundo o método de gerenciamento, é necessário, ainda, registrar as questões e as possíveis mudanças, por exemplo. Os métodos de comunicação devem ser associados a habilidades do gestor, pois é isso que faz com que as questões sejam trabalhadas corretamente.

Isso é indispensável para evitar problemas como algum tipo de frustração em relação à divulgação sobre o andamento do projeto, por exemplo. Assim, há um nível maior de satisfação por parte dos stakeholders e mais integração.

Elabore relatórios periódicos de desempenho

O registro adequado de dados torna a comunicação mais fácil e efetiva. Por isso, é interessante considerar a elaboração de relatórios periódicos, com as informações mais relevantes para os stakeholders.

A consolidação dos dados aumenta a visibilidade e democratiza o acesso ao conhecimento sobre o projeto. Desse modo, é essencial para que o planejamento seja colocado em prática e realmente funcione.

Além disso, é oportuno fazer relatórios a respeito do sucesso da comunicação. Isso servirá para gerar aprendizados para os próximos projetos, o que tornará o processo cada vez mais eficiente e funcional.

Adote as ferramentas adequadas

Ao longo de todo o planejamento para gerenciamento da comunicação, o PMBOK prevê a utilização de ferramentas que ajudem na execução de cada tarefa. Só que em vez de selecionar diversos recursos diferentes, é possível investir na tecnologia de maneira estratégica.

Com o apoio de um software de gestão de projetos é possível atuar de maneira centralizada. Todas as informações ficam reunidas e acessíveis, o que garante uma democratização da comunicação.

Ao mesmo tempo, é possível definir níveis e permissões de acesso, o que ajuda a garantir que cada parte interessada acompanhe o que é realmente relevante. Para completar, o software facilita a execução de outras tarefas e ainda ajuda na elaboração de relatórios. Como consequência, é possível executar o planejamento de forma estruturada.

O gerenciamento da comunicação de um projeto, segundo o PMBOK, envolve um planejamento completo para entender quem deve ser comunicado, de qual forma e com quais informações. Com uma atuação estratégica e alinhada

Como ter o apoio da tecnologia é tão relevante, entre em contato conosco da Project Builder e veja como podemos ajudar!

produtividade para gerentes de projetos

Dicas de produtividade para Gerentes de Projetos

A vida de um Gerente de Projetos (GP) é sempre bastante atarefada. Conciliar a gestão da equipe e suas respectivas atividades, em meio a projetos diversos toma bastante tempo. Isso porque a tarefa envolve não apenas as questões de rotina, mas também criar produtividade para gerentes de projetos, a tomada de decisão e o desenvolvimento de estratégias que otimizem o trabalho dos colaboradores que precisam ser constantemente motivados.

Diante a isso, é fundamental utilizar técnicas e incorporar alguns hábitos a fim de melhores resultados. Para ajudá-lo nessa empreitada, selecionamos algumas dicas de produtividade para gerentes de projetos. Confira e coloque-as em prática hoje mesmo!

Planeje a sua semana estabelecendo prioridades

Para aumentar a produtividade é fundamental organizar sua rotina de trabalho. Por isso, nas segundas-feiras, logo pela manhã, reserve uma parte do seu tempo para avaliar os e-mails pendentes, as novas demandas recebidas, sua agenda e as pendências da semana. Liste as tarefas que precisam ser feitas e, em seguida, estabeleça as prioridades.

Estabeleça horários para checar e-mails

Os e-mails nunca param de chegar. Por isso, é fundamental estabelecer em sua rotina os horários que eles serão checados. Uma boa dica é fazê-lo logo ao chegar na empresa, após retornar do horário de almoço e verificá-lo novamente na última hora do dia. Dessa forma você não perde tempo passando todo o dia respondendo e-mails sem conseguir concluir as demais atividades.

Já ouviu falar na técnica Pomodoro?

A técnica Pomodoro consiste na premissa de que pausas frequentes auxiliam no aumento da produtividade mental. Ela é extremamente simples e, para executá-la, basta um cronômetro. Defina a atividade que será desenvolvida e ajuste o alarme do seu celular ou aplicativo na web para tocar em 25 minutos. Durante este período, você deve se concentrar único e exclusivamente em executar a tarefa escolhida. Não leia e-mails, converse, atenda telefone ou nada do tipo.

Caso durante o período você consiga concluir a atividade definida, passe para a próxima de sua lista, sem parar, até que o alarme desperte. A cada Pomodoro (ciclo de 25 minutos), faça uma pausa entre 3 a 5 minutos. Aproveite este momento para buscar o café, ir ao banheiro ou retornar uma ligação. A cada 4 Pomodoros, realize uma pausa mais demorada, entre 15 e 30 minutos.

Inbox 0: a certeza de que nada ficou pendente

A inbox 0 é uma técnica que consiste em manter a sua caixa de entrada sempre vazia. O conceito prega que sempre que você acessar os seus e-mail, deve deixar a inbox zerada. A ideia é que assuntos que já foram visualizados sejam resolvidos ou transformados em tarefas. Isso poque a cada vez que os e-mails são acessados e um volume de mensagens estão marcadas como não lidas, você tende a relembrar todas as pendências novamente. Em um volume maior de mensagens, isto atrapalhará consideravelmente a sua produtividade, visto que refletirá diversas vezes ao dia tudo o que precisa ser realizado, foi demandado ou deverá ser resolvido.

Otimize as reuniões

Antes de encontrar a sua equipe para uma reunião, levante todos os pontos-chave que deverão ser abordados. Se possível estabeleça, inclusive, destrinche cada um deles evitando que a conversa tome um rumo inverso ao esperado. Também é uma excelente tática estipular o tempo de cada um dos assuntos abordados, bem como a ordem de pronunciamento dos participantes – ou uma forma de eles demonstrarem interesse em palpitar sobre eles. Considere deixar as discussões mais densas para a próxima reunião. Levante a pauta e deixe como “tarefa” para os participantes trazerem propostas no próximo encontro. Desta forma você conseguirá otimizar não apenas o seu tempo e de sua equipe, mas também deixar o encontro mais produtivo.

2 minute rule: o que pode ser feito agora, não deve ser deixado para depois!

A “regra dos 2 minutos” consiste em fazer tudo o que pode ser resolvido de imediato, no momento da atividade e passar uma orientação são alguns dos exemplos que se encaixam perfeitamente a isso. Desta forma você reduzirá a sua lista de pendências realizando tarefas simples de realizar.

Use a tecnologia a seu favor

Sejam apps no celular ou ferramentas de gestão, utilize sempre a tecnologia disponível a seu favor. Verifique qual o maior problema que atrapalha a sua produtividade e pesquise com amigos, colegas de trabalho e até mesmo na internet algumas tecnologias que possam ser úteis para sanar estas questões.

Você já utiliza alguma destas dicas de produtividade para gerentes de projetos? Qual delas traz melhores resultados em sua rotina? Conhece alguma outra diferente das que indicamos? Compartilhe suas experiências conosco através dos comentários!

suprimento e demanda

A importância da gestão de suprimento e demanda para uma empresa​

Toda empresa busca fazer o melhor uso possível das suas matérias-primas. Para que isso seja possível, é importante que o gestor saiba fazer uma gestão de suprimento e demanda eficaz. Na cadeia de suprimentos, essa estratégia melhora o planejamento da rotina do negócio, diminuindo custos e garantindo que os desperdícios serão pouco frequentes.

Se você quer saber mais sobre esse fator e como relacionar demanda e suprimentos corretamente, continue a leitura!

Qual a importância da gestão de suprimento e demanda para o negócio

Em um mercado competitivo, as empresas buscam várias estratégias capazes de otimizar a maneira como os seus recursos são utilizados.

Hoje, com consumidores demandando serviços e produtos de alto custo-benefício, é fundamental que a organização possa atender às demandas sem desperdícios. Justamente por isso, a gestão de demandas passou a ter um papel-chave para que  as empresas possam funcionar livres de erros.

Uma boa gestão de suprimento e demanda dá ao negócio a capacidade de identificar como os suprimentos poderão ser utilizados da melhor maneira e, com isso, são reduzidas as chances de os desperdícios ocorrerem na cadeia operacional.

Como consequência, a sua aplicação em médio e longo prazo colocará a empresa em um lugar de destaque no mercado, pois os seus serviços e produtos serão feitos com um custo menor e, assim, poderão atender um amplo público.

Como fazer um planejamento de gestão de suprimento e demanda eficaz

Conhecer todos os papéis que influenciam a lucratividade da empresa e a forma como suprimento e demanda se relacionam envolve uma análise completa sobre o funcionamento do negócio. O gestor deverá atuar lado a lado com times de análise de mercado, vendas, marketing, logística e estoque para identificar tendências, reduzir riscos e tornar a cadeia operacional mais eficaz.

Esse processo envolve o rastreamento de uma série de fatores econômicos, sociais, climáticos e mercadológicos. A empresa deve ser capaz de relacionar todos esses detalhes e identificar como eles condicionam a demanda pelos serviços e produtos do negócio.

Compreendendo melhor o efeito desses elementos sobre a cadeia operacional, a companhia terá mecanismos mais eficazes para planejar a aquisição de matérias-primas, a distribuição de recursos operacionais e a sua rotina em médio e longo prazo.

Naturalmente, acompanhar a demanda e modificar a rotina da empresa de acordo com esse fator é algo que apresenta limites. Modificar profundamente a estrutura interna a cada mudança no mercado pode ter um custo elevado, dependendo do perfil do negócio. Portanto, ele deve estar preparado para escolher uma estratégia que dê aos times internos mais flexibilidade e agilidade para atender a demandas externas.

É fundamental ainda conhecer as metas da companhia em médio e longo prazo. São elas que direcionam as políticas de vendas do negócio e impactam a quantidade de serviços e produtos que consumidores podem demandar. O histórico de vendas também é importante, pois ele traz para o gestor uma visão abrangente sobre como a demanda tende a variar em diferentes períodos do ano.

Para relacionar corretamente demanda e suprimentos, o gestor também deve identificar quais são os fatores que afetarão negativamente o uso dos recursos existentes.

A companhia precisa ter uma noção sobre as suas limitações, qual o potencial das campanhas de marketing atingirem os seus objetivos, e as ameaças, para que profissionais atuem com alta performance sempre. Assim, o negócio consegue criar medidas inteligentes para mitigar qualquer falha que eventualmente possa afetar a rotina interna.

A capacidade da produção, restrições de armazenamento, as chances de as campanhas de vendas não atingirem o seu público-alvo, assim como problemas com fornecedores são apenas alguns dos riscos que um negócio enfrenta diariamente.

Saber como enfrentar tais desafios será fundamental para que a companhia possa manter-se sempre competitiva, mesmo em momentos de escassez de recursos: todos os profissionais estarão prontos para implementar as medidas necessárias para manter o negócio eficaz e com alta performance.

Todas as informações levantadas, medidas preventivas e alterações em rotinas devem ser compartilhadas ao longo da cadeia operacional do negócio.

É importante que os times saibam como a companhia está preparada para lidar com as suas demandas de mercado, mitigar falhas e ter uma rotina eficaz e integrada. Como resultado, todos os times poderão planejar-se com qualidade e colocar o negócio à frente de seus concorrentes.

Evitando o desperdício de recursos com precisão

Conseguir manejar corretamente a demanda de uma empresa traz vários benefícios para ela. Para além do melhor uso dos recursos disponíveis, o negócio terá o equilíbrio perfeito entre o modo como os serviços estão dimensionados e a sua rentabilidade. Assim, o empreendimento evita atrasos e desperdícios com facilidade e precisão.

A compra de matéria-prima será feita com mais qualidade e nos melhores momentos. Custos de transporte, armazenamento, distribuição e administração de inventário cairão, aumentando a competitividade da empresa. Além disso, o tempo de entrega para mercadorias será menor, uma vez que os times conseguirão manter-se mais aderentes a prazos.

Para que esses benefícios sejam aproveitados, é fundamental que o negócio tenha um planejamento de ponta. Quando isso não ocorre, a má gestão da demanda criará uma série de problemas, tais como:

  • perda de vendas;
  • entrega de mercadorias incompletas;
  • falta ou excesso de estoque, desperdiçando recursos e criando gargalos operacionais;
  • aumento dos custos de transporte e armazenagem de produtos e matérias-primas;
  • ampliação dos prazos de entrega;
  • aumento dos custos operacionais com a compra não planejada de matéria-prima;
  • redução do fluxo de caixa;
  • aumento da presença de produtos obsoletos no ambiente operacional;
  • uso em excesso de equipamentos e recursos humanos, aumentando os índices de erro.

Justamente por isso, conseguir manter uma boa relação entre suprimento e demanda é um ponto-chave para o sucesso do negócio. Sobretudo, a empresa poderá evitar a perda de clientes por meio de serviços mais eficazes e competitivos: atrasos não serão frequentes e todos os setores poderão aproveitar melhor os recursos disponíveis para atender a demandas externas com qualidade e precisão.

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gestão de projetos

Certificações para Gestão de Projetos são importantes? Quais são necessárias?

A gestão de projetos faz parte da realidade corporativa desde a década de 90, porém só nos últimos anos as empresas brasileiras consideraram sua implantação.

Um dos requisitos essenciais na contratação de um gerente de projetos é ter certificações. Por mais que elas não determinem a qualidade desse ou daquele profissional, acabam apresentando forte peso numa seleção e até no reconhecimento dentro da empresa.

E qual é a importância das certificações na gestão de projetos? Quais as mais relevantes? As respostas para essas e outras perguntas você vai encontrar neste artigo. Acompanhe!

Qual a importância das certificações na gestão de projetos?

Um profissional certificado é visto com outros olhos pelas empresas. Os conhecimentos adquiridos na gestão de projetos são cada vez mais requisitados. Uma certificação de qualidade e com importância reconhecida pelo mercado faz toda a diferença.

Ter uma gestão eficiente dos projetos da empresa significa um diferencial competitivo e torna, assim, a organização mais dinâmica e apta para retornar mais valor aos seus clientes.

Algumas organizações internacionais, em suas licitações, recomendam a contratação de gerentes que possuam uma certificação em projetos. Isso aumenta a visibilidade e pontuação dessas empresas junto ao mercado.

Qual é o instituto mais indicado?

Existem várias instituições pelo mundo que disponibilizam certificações para o profissional de projetos. Dentre elas, as principais são a APGM (Accrediting Professional Group Management), com as quatro certificações PRINCE; o IPMA (International Project Management Association), com também quatro níveis de certificação, e o PMI (Project Management Institute), de maior relevância, que possui um maior número de certificações.

PMI é a principal organização em matéria de certificações de projetos, onde há o maior fluxo de profissionais dessa área e as informações transcorrem com mais clareza. Ela permite o contato com práticas e técnicas para desenvolver um excelente trabalho em gestão de projetos. Permite também o contato com exemplos de sucesso ao redor do mundo.

Obter uma certificação no PMI é um dos principais objetivos para os grandes gestores devido à força dominante que essa organização exerce no mercado mundial.

PMBOK e PMO são certificações?

Essas siglas são muito comuns em matéria de gestão de projetos, mas muitas pessoas utilizam de maneira errônea.

PMBOK (Project Management Body of Knowledge) é um guia da PMI e mostra conceitos básicos separados em nove áreas de importância para o gestor. Não é uma metodologia, mas sim uma orientação de como gerenciar, da melhor maneira possível, o desenvolvimento de projetos.

As nove áreas orientadas pelo PMBOK são:

  • Gestão de Escopo
  • Gestão de Tempo
  • Gestão de Custo
  • Gestão de Qualidade
  • Gestão de RH
  • Gestão de Comunicação
  • Gestão de Riscos
  • Gestão de Aquisição
  • Gestão de Integração

PMO (Project Management Office) é o lugar responsável pelo gerenciamento de projetos numa organização.

Tem total importância na efetividade e alcance de resultados. Muito mais do que um simples escritório, o PMO é uma parte necessária para o planejamento de um projeto.

Algumas de suas funções primárias são:

  • Serviços de gerenciamento da entrega do projeto
  • Escalada de problemas
  • Gerenciamento de recursos para a execução do projeto
  • Definição de métricas
  • Relatórios de desempenho
  • Distribuição de informações

Quais são as certificações mais relevantes?

Antes de tudo, o profissional de projetos deve considerar qual certificação é a ideal para o atual momento de sua carreira.

Os principais certificados do PMI são:

  • CAPM (Certified Associate in Project Management)
  • PMP (Project Management Professional)
  • PgMP (Program Management Professional)
  • PMI-ACP (PMI Agile Certified Practitioner)

Como é a certificação CAPM?

A CAPM mostra que você possui os conhecimentos básicos para um desempenho eficiente na gestão de projetos.

Para membros do PMI, o investimento gira em torno de US$ 225; no caso de não membros, US$ 300.

Essa certificação é recomendada para estudantes, membros de uma equipe de projetos, professores, patrocinadores, facilitadores ou coordenadores de projeto. Necessário ter, no mínimo, o diploma do ensino médio ou técnico.

A CAPM requer que esse profissional tenha 1500 horas de trabalho em projetos. O exame leva três horas e contém 150 perguntas de múltipla escolha.

Como é a certificação PMP?

Ela confirma que você possui conhecimentos para liderar e gerenciar uma equipe de projetos. Para membros do PMI, o investimento é de US$ 405; para não membros, US$ 555.

A PMP é recomendada para aqueles profissionais que são responsáveis por todos os processos de um projeto, líderes e gestores de equipe. Necessário ter o diploma do ensino médio ou técnico.

Para aqueles que possuem o diploma de nível médio são necessários, no mínimo, cinco anos de trabalho em projetos e 7500 horas de tarefas de gerenciamento. Já para quem tem o diploma de nível superior, são necessários pelo menos três anos de trabalho em projetos e 4500 horas de tarefas de gerenciamento.

O exame leva quatro horas e contém 200 perguntas de múltipla escolha.

Como é a certificação PgMP?

Essa certificação comprova que você tem experiência, alto desempenho e habilidade no gerenciamento de vários projetos de acordo com os objetivos da organização.

Para membros do PMI, o investimento nessa certificação é de US$ 1500; para os não membros, US$ 1800.

A PgMP é recomendada para profissionais que gerenciam programas complexos e que abrangem diversas funções; que necessitam de credibilidade; que mantêm uma boa comunicação e que possuam habilidades avançadas em finanças e também resolução de conflitos. Necessário ter o diploma do ensino médio ou técnico.

Para quem tem o diploma de nível médio, são necessários quatro anos de trabalho em projetos e sete anos em gerenciamento de programas. Já para quem possui o diploma do nível superior são necessários quatro anos de trabalho em projetos e quatro anos de gerenciamento de programas.

O exame é composto por três avaliações:

  • Documentação
  • Exame de quatro horas, com 170 perguntas de múltipla escolha
  • Avaliação realizada por várias pessoas.

Como é a certificação PMI-ACP?

Ela atesta o conhecimento e destreza na hora de aplicar princípios e modos ágeis num projeto. Possui excelente nível de credibilidade.

Para membros do PMI, o investimento nessa certificação é de US$ 435; já no caso dos não membros, de US$ 495.

A PMI-ACP é ideal para profissionais que possuem experiência em liderança de projetos utilizando práticas ágeis. Necessário ter o diploma do ensino médio ou técnico.

O gestor precisa ter 2000 horas trabalhadas em equipes de projetos nos últimos cinco anos e 1500 horas de trabalho em equipes de projetos com foco em metodologias ágeis nos últimos três anos.

O exame é composto por 120 questões de múltipla escolha e possui três horas para a resolução.

Um profissional de gestão de projetos que procura evoluir no mercado mundial, busca credibilidade e valorização na organização que trabalha e, principalmente, salários mais atrativos, deve pensar em certificações que potencializem sua experiência profissional.

Agora que você já está bem entendido no assunto, avalie qual certificação é melhor para sua carreira e compartilhe este post nas suas redes sociais!

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gestão de projetos

Entenda os impactos da automação na gestão de projetos!

A gestão de projetos é composta pela união de metodologias e práticas que podem ser implementadas para reduzir custos e melhorar os retornos sobre investimentos. Entender como elas funcionam ajuda o negócio a tomar decisões mais inteligentes e capazes de atrair os resultados que ele deseja. Por isso, se você procura entender quais são os impactos da automação nessa área, este texto foi feito para você.

Continue a leitura e veja como a automação de processos pode ajudar na gestão e na execução de projetos corporativos!

O que é a automação de processos?

A automação de processos é uma prática em que rotinas corporativas são executadas com o apoio de tecnologias como robôs e softwares. Eles permitem a substituição da interação humana (parcialmente ou integralmente) em alguma atividade. Assim, ela pode ser executada sempre que alguma condicionante for necessária.

Rotinas de automatização podem ser empregadas para mitigar erros, reduzir gastos ou melhorar a produtividade do negócio. Como as tarefas serão executadas automaticamente e, caso o negócio precise, em tempo integral, haverá menos chances de interrupções afetarem o dia a dia da empresa. Assim, a competitividade será elevada a partir da melhoria da qualidade dos serviços prestados.

Como a automação ajuda a empresa durante a gestão de projetos?

Os impactos da automação de processos na gestão de projetos ajudam empresas a terem sempre um alto retorno sobre o seu investimento. Confira a seguir como esse tipo de investimento afeta as suas iniciativas!

Redução de prazos

A redução de prazos é um dos principais benefícios para quem aposta na automação. Negócios que utilizam uma estrutura de trabalho automatizada conseguem executar mais tarefas em menos tempo — e com maior nível de disponibilidade operacional. Isso permite ao time manter um foco nas rotinas críticas e, com isso, garantir o sucesso esperado para todos.

Maior continuidade de processos

A continuidade de processos é um fator crítico para o sucesso de projetos corporativos. Ela impede que atrasos ocorram e, com isso, o negócio tenha dificuldades para atingir as suas metas. Assim, os resultados esperados podem ser alcançados com muito mais facilidade.

Ao automatizar rotinas, as chances de problemas de continuidade acontecerem caem drasticamente. O negócio terá tarefas executadas com chances mínimas de erros. Isso dará a previsibilidade para o time saber quando os resultados serão entregues, além de minimizar possíveis interrupções.

Troca de dados em maior continuidade

A troca de dados também é um ponto que ajuda o negócio a ter projetos de sucesso. Times integrados conseguem executar rotinas em maior nível de alinhamento. Além disso, o nível de conflitos internos cai, uma vez que todos saberão o que deve ser feito.

Um processo de gestão de projetos automatizado consegue manter o ambiente integrado e com alto nível de troca de informações. A empresa poderá programar e enviar registros relevantes sempre que uma etapa for completada. Assim, os times poderão alinhar-se de maneira contínua em busca das mesmas metas.

Eliminação de desperdícios

A eliminação de desperdícios é algo que toda empresa busca. Negócios que conseguem minimizar os seus gastos têm mais chances de atingirem as suas metas. Além disso, lucram mais, uma vez que os seus gastos serão menores.

Com a gestão de projetos automatizadas, o tempo desperdiçado com rotinas não estratégicas e o gasto de materiais será menor.

Como aproveitar os impactos da automação na gestão de projetos?

Para aproveitar os impactos da automação na gestão de projetos, o negócio precisa estruturar uma série de medidas. Elas ajudam os times a terem a infraestrutura e as tecnologias necessárias para contar com um ambiente robusto e capaz de utilizar essa estratégia sempre que ela for útil. Confira!

Analise o perfil da empresa

A análise do perfil da empresa ajuda gestores a entender onde a automação de projetos pode ser aplicada. Além disso, ajuda gestores a avaliar os melhores caminhos para utilizar a automação e como os times precisam ser treinados. Desse modo, a cultura será modificada por completo.

Invista em novas tecnologias

O investimento em tecnologias é fundamental para automatizar negócios. A Internet das Coisas, os sistemas de gestão de projetos e as ferramentas de análise de dados fazem parte das tecnologias que podem ser empregadas para automatizar rotinas. Elas garantem ao negócio a habilidade de atingir as suas metas sem riscos ou grandes rotinas não automatizadas.

Busque o apoio de um especialista

O apoio de um especialista pode ajudar negócios a entenderem o que deve ser feito para automatizarem as suas rotinas. Além disso, permite que a empresa avalie melhor as suas escolhas antes de implementar rotinas automatizadas. Desse modo, o negócio conseguirá maximizar o retorno em seu investimento e, ao mesmo tempo, reduzir as chances de riscos atingirem as suas metas.

Avalie os resultados

Uma vez que a automação estiver implementada, é fundamental que o negócio avalie os resultados da sua escolha. Com o uso de indicadores e métricas de performance, os impactos da automação serão mensurados de modo preciso. Dessa forma, ajustes poderão ser aplicados e o negócio conseguirá manter a sua qualidade.

Treine os times

A automação só consegue atingir resultados quando os times mudam a sua cultura de trabalho. Em outras palavras, é preciso que a empresa faça modificações nas suas rotinas de modo profundo, garantindo que todos saibam como as novidades podem ser incorporadas no seu dia a dia. Isso é feito a partir de um bom treinamento, que alinha alterações nos fluxos de trabalho e traz engajamento para os investimentos do negócio.

Os projetos corporativos são fundamentais para que o negócio consiga desenvolver produtos e atingir metas. Eles também permitem a negócios executar grandes investimentos e, assim, mudar o seu fluxo de trabalho. Mas, para que eles consigam dar certo, a empresa deve sempre apostar em estratégias de qualidade.

Automatizar rotinas é um dos caminhos que podem ser adotados com esse fim. Um ambiente de trabalho com mais automação tem menos erros, mais agilidade e segurança. Por isso, não deixe de investir e aproveitar os impactos da automação nos projetos corporativos!

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gerentes de projetos

6 lições de Game of Thrones para gerentes de projetos

Game of Thrones é uma série da HBO baseada nos livros de George R. R. Martin, que mostra a disputa pela coroa dos sete reinos. Uma história em meio a muitas intrigas, ao cantar das espadas e ao barulho metálico das armaduras. Não muito diferente da vida dos gerentes de projetos, que precisa enfrentar todo tipo de obstáculo para levar os seus projetos até os seus objetivos.

Adaptando as lições de Game of Thrones ao dia a dia do gerente de projetos, compartilhamos o que de melhor pode ser extraído da série para ajudar a vida do nosso herói, o gerente de projetos. Confira agora 6 frases que contém ensinamentos valiosos! Mas, atenção! Se você ainda não assistiu a primeira temporada, esse post contém spoiler!

1. “O homem que passa a sentença deve balançar a espada.” – Eddard Stark.

Em todo projeto existe uma decisão difícil que precisa ser tomada, e você não pode fugir dela. Um pequeno problema negligenciado no início do projeto pode originar uma grande crise que poderia ter sido evitada com pouco esforço. Ned Stark nos lembra: “Aquele que se esconde atrás de carrascos logo se esquece de que é a morte.” Os gerentes de projeto não podem delegar todas as suas responsabilidades e devem ter a coragem de fazer o certo mesmo quando se trata de uma decisão difícil.

2. “Um Lannister sempre paga suas dívidas.” – Tyrion Lannister

A credibilidade é uma ferramenta primordial para todo gerente de projetos e a maneira mais rápida de perder o respeito, e poder, é prometer coisas que você não pode entregar. Por outro lado, durante todo o projeto precisamos lidar com diferentes partes interessadas e diferentes interesses, e cabe ao gerente de projetos negociar e gerenciar conflitos, sem prometer o que não pode cumprir. Já com a equipe de projetos, é fundamental criar esse relacionamento de confiança e respeito. O melhor caminho para levar as pessoas a fazer coisas para você é seguir o ditado da família Lannister. Lembre-se: em sua próxima reunião, quando prometer algo, cumpra.

3. “Qualquer homem que precisa dizer, eu sou o rei, não é um verdadeiro rei.” – Tywin Lannister

A verdadeira autoridade não é dada, é conquistada, logo, é um processo que precisa ser construído, seja você o gerente do projeto ou o diretor da empresa. As pessoas te seguirão não pelo que você diz que deve ser feito, mas pelo exemplo e pela inspiração que suas ações demonstram. Os melhores líderes são seguidos com base na vontade coletiva, não porque eles dizem: “Eu sou o chefe.” Poder e influência muitas vezes vêm de lugares inesperados.

4. “Eu avisei para não confiar em mim.” – Mindinho

A habilidade de gestão matou Ned Stark. Ele negligenciou a cultura da empresa, acreditando que poderia transferir a cultura da sua empresa anterior (Winterfell) para a atual (Porto Real). Ele exige que os outros mudem, para se ajustarem a sua visão de como um país deve ser governado. É muito comum profissionais de projetos tomarem essa postura acreditando que será mais fácil implementar a mudança tendo como base sua experiência anterior. Assim como na série, a realidade é muito cruel, e a negligência pode custar milhões para a empresa e até a sua ‘cabeça’. Por isso, não tenha medo de ser flexível. Use o conhecimento da cultura da empresa em sessões de planejamento do projeto.

5. “O inverno está chegando.” – Casa Stark

Gerenciar projetos é permanecer vigilante. Os projetos assim como o mundo são incertos. Sempre inovar, manter-se forte, e planejar o futuro é o que diferencia os amadores dos gerentes de projetos profissionais. Está preparado para o inesperado é essencial. Gerenciar projetos e tomar decisões focando onde se pretende chegar. Gerentes de projetos que buscam conquistar grandes resultados devem estar preparados para os obstáculos futuros e planejar sua superação. Abrace o inverno, especialmente quando todo mundo está distraído e aquecendo-se ao sol.

6. “O caos não é um pit. O caos é uma escada.” – Mindinho

Os tempos caóticos revelam a força de um líder, seja uma dificuldade econômica ou uma mudança tecnológica, saiba que se está difícil para você, também está difícil para o seu concorrente. Quando os tempos são bons, é fácil gerenciar projetos. Somente quando reina o caos é que se destacam os melhores gerentes de projetos. Os GPs eficazes não são frustrados por desafios, eles usam os desafios como catapulta para atingir um novo patamar. Como Littefinger, destaca: “Muitos que tentam escalar falham e nunca chegam a tentar novamente. A queda quebra-os”. O sucesso acontece para aqueles que não se dão ao luxo de cair, não desistem e continuam a subir.

Game of Thrones é uma série enorme e com certeza muitas outras lições virão. E você, aprendeu mais alguma lição em Game of Thrones que não citamos neste post? Adicione-as nos comentários abaixo, mas certifique-se de avisar sobre spoilers!

Referência: http://www.quora.com/What-are-the-best-leadership-lessons-to-learn-from-Game-of-Thrones

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Escritórios de Projetos – A bola está com o Brasil

Há um novo setor em expansão no Brasil. Os chamados Escritórios de Projetos, também conhecidos pela nomenclatura em inglês, Project Management Office (PMO), são unidades voltadas exclusivamente para o gerenciamento de projetos, um trabalho que será fundamental em todas as áreas da nossa economia nos próximos anos.

Além da realização da Copa do Mundo e das Olimpíadas no futuro próximo, a economia brasileira vive um momento de prosperidade, em que se multiplicam fusões, aquisições e uma grande quantidade de investimentos de capital externo. Ou seja, um panorama promissor para a área de planejamento de projetos. Um dos diferenciais serão os Escritórios de Projetos, que são centros de excelência nesse ramo.

A atuação dos PMOs é diversa e ampla, envolvendo tanto as funções essenciais como a Tecnologia da Informação ou as áreas estratégicas de desenvolvimento e gerenciamento de projetos, quanto o alinhamento dos objetivos organizacionais e demais funções. O crescimento da economia exige cada vez mais profissionais capacitados para essa área. E essa exigência não será apenas para novas empresas. Mesmo companhias já estabelecidas dentro de suas áreas terão de investir maciçamente no gerenciamento de projetos.

Em organizações voltadas especificamente para a elaboração de projetos, o PMO já se tornou um setor obrigatório. Na estrutura organizacional, o Escritório de Projetos se tornou o setor responsável por organizar as ferramentas para a gestão de projetos, atuando como um pilar para equipes de outras áreas se manterem atualizadas sobre os trabalhos e também para organizar a informação entre as camadas hierárquicas de uma organização.

Assim, cada vez mais a oferta de emprego para o gerenciamento de projetos vai utilizar a sigla PMO. Um mercado que abre as portas e que vai exigir profissionais qualificados para o desenvolvimento da nossa economia. A bola está com o Brasil, basta nos prepararmos para saber como jogar e ganhar esse campeonato.

boas práticas de gestores

5 segredos e boas práticas de gestores

As tarefas, as responsabilidades e boas práticas de gestores nunca param de aumentar. Um bom gestor tem de saber delegar tarefas, dar constantes feedbacks à sua equipe; promover um ambiente saudável de trabalho e incentivar a cooperação entre seus colaboradores, dentre outras coisas. Foi-se o tempo em que um bom líder era considerado o cara mais autoritário, rígido e inatingível, ta aí o exemplo do inesquecível Steve Jobs. Mas o que fazer para ser um grande gestor? Quais seriam os segredos de caras como Jobs, por exemplo? Separamos 5 deles para que você possa se tornar um gestor ainda melhor. Confira:

1- Construa uma boa reputação

Boas práticas de gestores consistem principalmente em ser um bom líder, mas isso não significa apenas tomar as decisões certas e saber delegar funções. Um bom líder tem de dar o exemplo, ou seja; ter um comportamento adequado em todas as situações. Esqueça de uma vez por todas aquela velha frase, que você provavelmente ouviu muitas vezes quando ainda era uma criança: “Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço”. Manter vigilância sobre seus atos e palavras é uma das coisas mais importantes quando se está na posição de líder, mas isso não quer dizer que você não tenha que ser autentico, só tome cuidado porque você sempre servirá de exemplo.

2- Aprenda com o fracasso

Se você nunca fracassou preocupe-se! Você deve estar tentando pouco e inovando quase nada. Não tenha medo de falhar. O importante é nunca desistir perante um obstáculo ou um fracasso. Um dos segredos do sucesso dos bons gestores está em tentar e voltar até alcançar o sucesso, sempre aprendendo com isso.

3- Monte a equipe certa

O que leva um time de futebol, por exemplo, a ganhar vários jogos e por fim um campeonato? Certamente não é apenas um fator, mas o mais importante deles é sem dúvida a equipe. Combinar competências complementares é fundamental para o sucesso do seu time. E como acontece no futebol, saiba escolher o capitão, ou seja; o líder da equipe.

4- Sinta paixão pelo que faz

“Descubra aquilo que realmente o apaixona. Nos dias mais difíceis, paro para pensar e é a paixão que me mantém motivado para seguir em frente”. (Mark Zuckerberg, co-fundador e CEO do Facebook). Se você não sentir prazer no que faz dificilmente conseguirá alcançar o sucesso, como falamos no primeiro segredo, ser líder é servir de exemplo e se você não sentir paixão pelo que faz dificilmente conseguirá passar isso para os seus colaboradores, que por sua vez não se sentirão tão motivados a buscar sucesso com você.

5- Pense diferente

“As pessoas que são loucas o suficiente para achar que podem mudar o mundo, são aquelas que o fazem.” (Steve Jobs). O gênio visionário e extremamente criativo, que levou a Apple a empresa mais valiosa do mundo deixou algumas lições de boa liderança, mas esse pensamento em especial é o que considero um dos mais importantes para quem deseja se destacar, não só como um bom gestor mas, em qualquer campo da vida. Lembre-se que mudar o mundo está nas escolhas que você faz, todos os dias.

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projetos que nunca acabam

Projeto que nunca acaba: 5 dicas para resolver este problema

Os projetos de sua empresa, quando bem delineados, têm seu prazo de conclusão definido logo no desenvolvimento do escopo. Contudo, quando analisamos a realidade, é comum nos depararmos com muitos projetos que nunca acabam. Os motivos para isso são diversos: má definição dos objetivos, mudanças de mercado durante o desenvolvimento, um novo posicionamento estratégico pela empresa, falta de recursos, dentre vários outros fatores.

Se identificou com esta realidade e não sabe como resolver este problema? Então você não pode perder este post com 5 dicas para encerrar aqueles projetos que nunca acabam!

1) Redefina um prazo final conforme as variáveis necessárias para a conclusão

Existem dois tipos de projetos: os de prazo determinado e os de caráter contínuo. Os do segundo tipo são mais raros. Por isso, para a maioria dos projetos é necessário definir uma data para que ele se encerre. Caso os objetivos não tenham sido alcançados, reavalie, faça modificações e crie um novo prazo, levando em consideração os fatores que impediram a conclusão com sucesso. Para isso, evite manter tarefas abertas por “tempo indeterminado”. O prazo permite planejar os recursos que serão investidos e as prioridades da empresa.

2) Estabeleça metas intermediárias

Mesmo definindo um prazo final para o seu projeto, a equipe pode acabar se perdendo no meio do caminho. É isto o que, geralmente, acontece quando há constante revisões de prazos. Neste caso, o prazo não vale de nada porque não é cumprido. Para evitar este problema, defina metas intermediárias e também dê prazos para a conclusão delas.

Com esta definição você consegue saber exatamente em que ponto está o projeto, onde serão necessários ajustes e o que precisa ser feito para que ele seja concluído dentro do prazo estimado. Se a equipe conseguir cumprir todas as metas intermediárias, você saberá que o objetivo final será cumprido dentro do prazo estabelecido. Na situação inversa, você visualizará uma oportunidade para a definição de um plano de ação que contribua para reverter o caso.

3) Crie maneiras de medir o desempenho

Além de criar as metas intermediárias, é preciso também desenvolver maneiras de medir o desempenho de sua equipe no projeto. Quantas horas estão sendo gastas em cada atividade por cada um dos funcionários? Elas estão de acordo com o planejado? Quantos recursos estão sendo investidos em cada parte do projeto? Ele está sendo suficiente para a conclusão dos objetivos?

A partir destes e de outros dados você conseguirá realocar os recursos sempre visando o cumprimento das metas intermediárias e do prazo final. Nesta questão, um software para o gerenciamento dos projetos é a melhor ferramenta para fazer essas medições de forma rápida e integrada com outros processos.

4) Mantenha vivo os canais de comunicação

A falta de comunicação é uma das principais raízes de problemas de todos os tipos nas empresas. Não seria diferente em relação aos projetos que nunca acabam. Um gerente de projetos deve favorecer ativamente os canais de comunicação entre os funcionários e com ele próprio, para que a equipe possa apresentar suas dificuldades e cooperar para buscar soluções para os problemas. Trabalhar de forma colaborativa é uma excelente estratégia para manter o time mais envolvido e comprometido com as entregas!

5) Reavalie as necessidades

Muitas vezes o problema de projetos que nunca acabam é de solução bastante fácil: simplesmente termine-o. Alguns projetos, especialmente os de caráter contínuo, vivem indefinidamente quando não há sequer necessidade que eles existam. Por isso, é preciso fazer uma avaliação contínua sobre a real função de cada um dos projetos abertos para os objetivos da empresa.

Mesmo que um projeto não tenha cumprido seus objetivos originais, muitas vezes a melhor solução é simplesmente encerrá-lo ou mesmo considerar a reavaliação de necessidade e prioridades. A economia de tempo, dinheiro e a possibilidade de focar no que realmente importa são compensadoras.

Como vimos, com exceção dos que possuem caráter contínuo, todos os projetos devem ter um fim. Caso contrário, serão consumidos muitos recursos e o objetivo não será alcançado de maneira satisfatória. Para evitar este problema, sempre estabeleça um prazo final e metas intermediárias. Também tenha maneiras de avaliar o desempenho e recursos gastos em cada etapa do projeto, além de manter vivo seus canais de comunicação. Por fim, sempre esteja aberto para encerrar projetos que já se estenderam por tempo demais, mesmo que eles não tenham cumprido seus objetivos ou rever todas as questões que os envolvem, visando maneiras de concluí-los com excelência.

E você, já se deparou com este tipo de situação? O que fez para resolver estas questões? Complemente nossas dicas através dos comentários abaixo!

qual é a estrutura de um projeto

Como construir do zero um modelo de projeto eficiente?

Talvez você já saiba montar projetos para a sua empresa, no entanto, está em busca de uma maneira eficaz de reduzir o tempo gasto com os planejamentos. Sabia que é possível padronizar as ações e criar modelos que poderão ser utilizados ao longo do tempo pelos colaboradores devido à sua semelhança? O sucesso das entregas depende do preenchimento desses documentos e do cumprimento dos prazos, bem como do esforço conjunto.

Neste post, você vai descobrir o que é um modelo de projeto, como construí-lo e de que forma pode-se incluir novos passos para construir do zero um planejamento eficiente. Aqui, vamos fornecer detalhes sobre a formalização dos meios de comunicação que serão utilizados, a montagem de uma estrutura analítica, a atenção aos indicadores do negócio, o controle das finanças, entre outros.

Gostaria de saber como construir um modelo de projeto para obter resultados mais assertivos e eficientes? Siga em frente!

Saiba o que é um modelo de projeto

Modelo de projeto é um documento no qual é registrada uma quantidade de dados e que já está pré-definido. Nele fica pré-estruturado um planejamento padrão a respeito de tudo o que precisa ser realizado. Ele registra o fluxo de trabalho, as etapas, as características das atividades e permite que os maiores problemas de gerenciamento sejam evitados em todas as fases.

A construção dos modelos impede entregas fora do prazo, resultados insatisfatórios e também que os limites do orçamento inicial sejam ultrapassados. Os dados auxiliam durante o desenvolvimento dos projetos até a sua conclusão. Isso favorece o cumprimento das datas definidas no cronograma, o uso adequado dos valores disponíveis, o atendimento aos padrões de qualidade e o alcance dos objetivos dos envolvidos.

Entenda como construir um modelo de projeto

Construa modelos de projetos seguindo metas simples, como reunir os dados importantes, estabelecer as etapas e detalhar as atividades, desenhar um fluxo de acordo com a realidade, definir os colaboradores e os líderes responsáveis e testar o planejamento para confirmar a sua eficiência. Cada plano tem aspectos próprios conforme o serviço a ser desempenhado, de modo que você poderá contar com uma consultoria ou assessoria.

Descubra como construir do zero um modelo de projeto eficiente

Construir um modelo de projeto é uma prática que ajuda — e muito! — a economizar tempo nos processos de planejamento e padronização dos projetos dentro de qualquer companhia, garantindo que a qualidade no gerenciamento seja devidamente cumprida.

Mas a adoção de modelos de projetos é mais comum em negócios que têm propostas com características semelhantes. Como uma empresa de consultoria que, a cada novo projeto, precisa realizar um diagnóstico, ou empresas que desenvolvem softwares e precisam, antes de tudo, definir requisitos.

Assim, para quem já implantou ou pensa em implantar uma metodologia de gestão de projetos, esse método de elaboração de modelos é um excelente ativo, pois permite que a empresa ganhe tempo e qualidade em sua gestão.

Já explicamos anteriormente como criar e implantar uma metodologia — passos fundamentais para quem pensa em profissionalizar, de uma vez por todas, a sua gestão de projetos. Agora, para ajudá-lo a dar o próximo passo, veja como construir um modelo de projeto eficiente!

Conheça o passo a passo para construir um modelo de projeto do zero

Sabemos que toda implantação de um novo processo é trabalhosa — mas funciona, e se paga em muito pouco tempo. Por isso, vejamos quais são os passos a seguir para construir um modelo de projeto com eficiência:

1. Identificando as informações mais relevantes

O primeiro passo para criar um modelo de projetos é definir quais são as informações importantes que precisam ser cadastradas a cada novo trabalho. E boa parte dessas informações é utilizada no termo de abertura ou no caso de negócio.

Agora, vale ressaltar que o detalhamento e a quantidade de informações variam de organização para organização. Na Project Builder, sempre utilizamos:

  • nome do projeto;
  • tipo de projeto;
  • justificativa;
  • objetivo;
  • organização/cliente;
  • programa;
  • área executora;
  • descrição;
  • escopo;
  • premissas;
  • restrições.

Essas informações permitirão localizar mais facilmente o projeto dentro da empresa, entendendo quem é o demandante e o que, exatamente, precisa ser feito para sua conclusão. Além disso, com esses dados é possível gerar um PM Canvas ou um termo de abertura do projeto.

E ainda se pode evitar que projetos semelhantes sejam confundidos, como os que têm objetivos semelhantes, mas que são voltados para áreas distintas da empresa. Assim, dá para definir as entregas com maior confiabilidade.

2. Definindo a estrutura analítica de projetos (EAP)

Nessa etapa, são definidas as fases macro do projeto e as atividades que precisam ser executadas. Já até demos importantes dicas aqui no blog sobre como criar uma estrutura analítica de projeto, mas, nessa metodologia de modelos, o foco é pensar de uma maneira mais genérica.

Em todo projeto de desenvolvimento de software, por exemplo, há etapas de levantamento de requisitos, desenvolvimento do software, homologação, teste e implantação. E, como estamos criando um modelo, precisamos elaborá-lo de forma que sirva para pelo menos 80% dos casos, a fim de que o trabalho de edição seja menor que o de criar uma EAP completamente do zero.

Outro ponto importante no modelo de EAP é criar um pacote de gerenciamento, por meio do qual serão produzidos os artefatos exigidos por sua metodologia. Em todo projeto deve ser realizado o levantamento dos riscos, a análise de partes interessadas e o plano de comunicação, por exemplo.

Essa relação vai variar de empresa para empresa, mas deixar os processos de gerenciamento que todo gerente deve seguir em um novo projeto já em sua estrutura analítica é uma excelente prática para a otimização dos trabalhos, de modo geral.

Trata-se de uma forma de economizar tempo e garantir que, independentemente da rotatividade da equipe, as etapas certas sempre serão utilizadas. Desse jeito, impede-se a perda de informações com possíveis trocas de profissionais.

3. Verificando a duração e a predecessão

Com sua estrutura analítica devidamente construída, seu próximo passo é criar o caminho lógico em que o projeto deverá ser executado. Afinal, não podemos pintar a parede antes de tê-la construído, assim como não vamos programar um software sem o cliente ter validado os requisitos, certo?

Nesse ponto, um software especialista ajuda muito. Seja o MS Project ou o Project Builder, é fundamental poder criar dependência entre as atividades e definir seu tipo — fim-início, início-início, fim-fim e início-fim.

Por mais que se invista tempo na construção do modelo, somente na prática será possível saber se ele funcionará, de fato. Por isso, pense em construir o caminho lógico do projeto do início ao fim, assim como a duração e os lags — ou as esperas — existentes entre as dependências.

Tenha em mente que certo refinamento do modelo criado deve ser necessário. E, nesse sentido, uma forma de saber se tudo está correto é definir a data de início do projeto, para verificar se todas as demais datas estão coerentes com o que normalmente ocorre.

4. Delimitando papéis e responsabilidades

Para seu projeto ser concluído como o planejado, é preciso dispor de habilidades e conhecimentos diferentes trabalhando em cada uma das etapas, correto? Pois, nesse momento, é exatamente isso o que você fará!

Essa etapa é fundamental para ajudar na delegação de tarefas e na oferta de autonomia com segurança. Até porque, sem agentes e suas respectivas responsabilidades, é provável que as etapas não sejam concluídas adequadamente.

Agora, quem utiliza o Project Builder ou outro software especialista de mercado sabe que, antes de iniciar essa atividade, é importante construir os recursos genéricos do seu projeto — como analista de sistema, programador, testador, analista de negócio, e assim por diante.

Então, em cada atividade, envolva os recursos definidos e delimite as horas necessárias para trabalhar em cada tarefa, a fim de concluir sua entrega adequadamente.

A quantidade total de horas e a duração de cada atividade deixarão bem claro se serão precisos mais recursos com o mesmo conhecimento. E, se esse for o seu caso, crie recursos genéricos diferentes — como programador 1, programador 2, e por aí vai.

Por fim, antes de concluir essa etapa, outra atenção que vale um destaque para clientes Project Builder diz respeito ao tipo de envolvimento que será utilizado em cada atividade, assim como à autonomia dada a cada membro da equipe.

5. Criando, efetivamente, o modelo

Concluída a criação da estrutura analítica e delimitadas a duração e a dependência envolvidas no processo, nosso próximo passo é salvar essa estrutura como modelo.

Vale lembrar que esse padrão será utilizado a cada novo projeto, só alterando as características específicas do trabalho, mas mantendo fiel a lógica utilizada em sua concepção.

Por isso, é importante garantir que ele seja o mais amplo e completo possível, de modo que se encaixe em uma grande gama de possibilidades e necessidades do empreendimento. Quem é cliente Project Builder irá, a partir da página de detalhe de projetos, acessar Serviço > Gerar Modelo. Já nessa seção, basta utilizar um nome que seja condizente com o modelo de projeto criado e salvar.

Super simples, não é mesmo? Assim, a cada novo projeto, você poderá acessar a Biblioteca > Modelo de Projetos > Selecionar o modelo e clicar em Gerar Projeto. Na próxima tela, é só cadastrar as informações relativas ao trabalho específico, definir a Data Base inicial e, em Envolvidos, selecionar a opção Substituir e confirme.

Então, na próxima tela, substitua cada um dos recursos genéricos por pessoas que serão, efetivamente, as responsáveis pelas etapas do seu projeto.

6. Simulando e validando

Nessa etapa, o objetivo é testar se a lógica utilizada na construção do projeto faz sentido, de fato. Como “na prática, a teoria acaba sendo outra”, nada melhor do que simular com um projeto real se todas as atividades e os envolvidos estão funcionando corretamente, não concorda?

Durante nossas implantações, gostamos de simular com diferentes usuários e perfis de acesso se toda a estrutura funciona, seguindo a sequência lógica do projeto e concluindo cada uma das atividades. Assim, se funcionar perfeitamente, seu modelo está praticamente pronto.

Agora, caso algo não faça sentido, é hora de editar e salvar sua nova estrutura como modelo, repetindo o processo de simulação até alinhar propostas conceituais com respectivos resultados concretos.

De toda forma, essa etapa é indispensável para evitar erros que, durante a execução real, podem custar caro. Sem dúvida, vale mais a pena usar um pouco mais de tempo para afinar o modelo do que ter que lidar com as consequências da aplicação da lógica incorreta.

7. Criando pacotes opcionais

Essa última etapa pode até não ser necessária, dependendo do tipo de projeto que você gerencia. O objetivo da construção de pacotes extras é poder incluir uma fase que não está presente em todos os projetos, mas que aparece com certa frequência na organização.

Pode ser, por exemplo, uma etapa de treinamento dos usuários ou um desenvolvimento extra, que precisará seguir todo um processo. Para quem utiliza o Project Builder, é possível até construir um modelo de projeto de um pacote de trabalho e, se necessário, adicioná-lo ao seu modelo.

Seja como for, utilizar pacotes opcionais pode ser um importante ganho de tempo, principalmente se você precisa adicionar mais de um pacote — como várias turmas de treinamento, por exemplo. Para isso, basta utilizar o modelo quantas vezes forem necessárias.

Então, se for o caso de criar um pacote extra, utilize os mesmos passos utilizados na criação de um projeto inteiro. E não deixe de testar para ver se o pacote realmente funciona, ok?

Agora, conforme sua empresa evolui na gestão de projetos, pode ser preciso criar outros modelos, que atendam a necessidades cada vez mais específicas. Para isso, repetir esses passos já deve ser o suficiente.

8. Formalizando quais são os meios de comunicação que serão utilizados

Estabeleça quais serão os meios de comunicação para que os stakeholders consigam trocar informações durante a execução do projeto. Há inúmeras possibilidades disponíveis, mas elas precisam ser organizadas e definidas com antecipação. Considere isso uma prioridade para impedir que alguns falem por e-mail, outros por telefone e um grupo de WhatsApp seja útil para apenas uma parcela dos interessados.

9. Montando uma estrutura analítica do seu projeto

Crie a estrutura definindo macrofases dos seus projetos com as atividades que serão efetuadas pelos colaboradores. Nessa etapa, reflita sobre formas genéricas para ter uma metodologia flexível. Por exemplo, em um projeto de aplicativo existem etapas para levantar os requisitos, desenvolver a aplicação, testar e implantar. O modelo deverá ser elaborado para servir para a maioria das soluções.

10. Atentando-se aos seus indicadores

Você precisa prestar atenção aos indicadores para ter uma excelente gestão de projetos. Após estourar o orçamento pré-definido, se perder os prazos de entregas ou ocorrer desconformidades na execução do planejamento fica mais difícil resolver questões de confiança e credibilidade. Evite qualquer constrangimento estudando e listando os índices que permitirão o monitoramento de todas as etapas.

11. Controlando as suas finanças

Fazer o acompanhamento das finanças é indispensável. Controle o financeiro enquanto monta os modelos de projetos e eles são executados. Esse também é um indicador que aponta as falhas e mostra se as atividades estão sendo realizadas conforme o planejado. O rastreio dos gastos imprevistos possibilita a identificação de ocorrências que não foram previstas na fase de planejamento.

12. Acompanhando o seu cronograma

Observe o monitore o cumprimento do cronograma, pois esse indicador registra quando as etapas precisam ser finalizadas para que o projeto seja concluído na data agendada. É ele que informa como os investimentos e as despesas estão evoluindo e isso pode afetar os resultados. Portanto, é aconselhável separar um espaço específico no modelo para anotações de tarefas e previsões relacionadas às fases. Se for preciso, faça ajustes.

13. Realizando o fechamento do projeto

O fechamento do projeto é uma parte essencial, já que os trabalhos precisam ser abertos, mas também finalizados. Você pode preparar um formulário especial para encerrar os projetos e identificar os dados relevantes, tais como as verbas utilizadas, os prazos decorridos, os resultados alcançados, as recomendações, as lições e as alterações efetuadas no escopo.

14. Registrando prioridades

Na hora de desenhar cada modelo, seja criterioso e procure opções objetivas para resolver dificuldades. Tenha uma postura profissional e cuide para não exagerar nos detalhes, visto que devem ser determinadas informações padrões para vários projetos. Identifique o que realmente é importante e útil para aplicar nos planejamentos futuros.

Insira dados básicos, tais como título, nome do cliente, código de identificação para a geração de relatórios, área responsável, premissas e escopo. As etapas precisam corresponder à realidade para facilitar a gestão do tempo e apontar os fatores mais críticos de cada tipo de projeto. Assim se torna mais simples otimizar os processos e evitar que funções sejam esquecidas.

15. Montando e testando o modelo

Por fim, você terá que terminar de montar e testar o modelo elaborado depois de reunir todas as informações indispensáveis. As etapas foram definidas, o fluxo desenhado, as funções estabelecidas etc. Monte o planejamento e teste-o para verificar se ele realmente comporta todos os procedimentos da sua organização, se as entregas serão de qualidade e em tempo hábil e se não há muitos processos burocráticos.

Saiba como ter sucesso ao construir um modelo de projeto

Os passos que vimos até aqui são uma condição totalmente necessária para chegar ao sucesso de determinação de um modelo funcional para o empreendimento. Porém, é preciso também executar algumas outras dicas que trarão mais segurança e efetividade para essa atuação.

Em outras palavras, ao colocar em prática essas recomendações, a construção ficará muito mais fácil, e com maiores chances de sucesso. Vejamos, então, quais são elas:

Adote uma visão estratégica

Além de precisar construir a parede antes de pintá-la, é preciso reconhecê-la para saber qual é a necessidade de tinta e como proceder. Essa analogia serve para demonstrar que é exigido ter um conhecimento completo do projeto antes de pensar em criar um modelo para ele.

Tudo deve começar com uma definição robusta dos objetivos principais com a realização dessa etapa. Sendo assim, adote uma visão altamente estratégica, reconhecendo quais são as reais exigências a respeito do projeto.

Também é exigido elaborar um escopo muito bem definido. Todas as informações relevantes devem ser estabelecidas previamente, de modo que haja o máximo de conhecimento sobre o que é, de fato, necessário para um cumprimento de projeto que seja altamente satisfatório.

Ainda, outra questão que vale a pena considerar diz respeito à definição de canais de comunicação e à alocação de recursos humanos. Isso forma a estrutura principal do projeto a ser executado, criando uma espécie de esqueleto de sustentação.

Em geral, essa parte é a que exige os maiores esforços e a dedicação mais intensa — mas é também uma das mais importantes.

Ela servirá de base para que as demais decisões sejam tomadas, então é fundamental dar atenção a ela. Para isso, deve ser executada para todos os projetos, antes de colocar em prática o modelo definido. Isso ajuda a fazer as adaptações necessárias para que ele se encaixe nas necessidades específicas.

Realize um acompanhamento do projeto

Construir um modelo de projeto que seja eficiente tem um objetivo principal: gerar os melhores resultados de eficiência, produtividade, atendimento ao cronograma e ao orçamento estabelecido. Porém, esse efeito só poderá ser alcançado se for feito um bom acompanhamento do projeto. É preciso observá-lo bem de perto, e, para ele é exigido que os indicadores sejam corretamente definidos.

Nesse sentido, questões ligadas ao cumprimento de prazos, horas trabalhadas, uso de recursos financeiros e andamento do projeto normalmente são as mais importantes e que impactam nos resultados obtidos. Uma vez, então, que eles sejam definidos e que estejam estabelecidos os métodos de acompanhamento, mantenha-se por perto para entender qual é a aderência e a efetividade do modelo executado.

Se os resultados não forem completamente adequados às necessidades e expectativas do projeto, é provável que haja alguma dificuldade quanto ao modelo criado. Por isso, inclusive, é tão importante acompanhar os indicadores, já que permite que mudanças sejam feitas no modelo conforme as exigências demonstradas pela prática. Além disso, também é fundamental ficar de olho na periodicidade de acompanhamento.

Não é necessário, ou mesmo estratégico, ter uma visão micro sobre os resultados. Na verdade, um intervalo muito pequeno entre execução e medição, ou entre as próprias medições, distorce a realidade e pode fazer com que o modelo se pareça menos eficiente do que é na realidade.

Ao mesmo tempo, intervalos muito grandes evitam que tendências e pontos de mudança sejam reconhecidos. Com isso, é preciso manter-se por perto dentro de certos parâmetros, de modo a otimizar a execução desse modelo.

Faça o registro de todos os passos

Uma vez que o modelo é criado, ele deve poder ser aplicado em outros projetos, até onde fizer sentido. Do contrário, o negócio desperdiça tempo e dinheiro, diminuindo a própria rentabilidade.

Assim, para que esse modelo possa ser transmitido e executado corretamente, é fundamental que seja registrado adequadamente. Todos os seus passos de elaboração precisam ser devidamente registrados, de modo que, no futuro, se saiba exatamente quais são os pontos de construção do modelo.

Tal registro é relevante também porque ajudará na adaptação para cada escopo. Afinal, reconhecendo os passos, dá para fazer adaptações, como incluir certas etapas ou eliminar outras, em busca da melhor eficiência.

E é necessário esse registro ainda por uma questão de documentação para a transmissão de conhecimento. Assim, o modelo e a sua execução não ficam restritos a apenas uma equipe, permitindo que possam ser repetidos mesmo com a troca de profissionais dentro da empresa.

Tenha planos alternativos

Bom, de fato, nem sempre o modelo de projeto funcionará para todas as possibilidades. Muitas vezes, ele pode parecer eficiente para uma determinada opção e, a partir daí, não ser adequado para as outras do negócio. Nesse caso, é indispensável contar com planos alternativos para a contingência.

Grosso modo, a gestão precisa estar preparada para lidar com as diversas dificuldades que surgem, inclusive na execução do projeto. Isso evita o gasto de uma grande quantidade de dinheiro ou de tempo, o que poderia atrasar e comprometer as entregas.

Quando a gestão se prepara para essas possibilidades, reduz os riscos existentes na criação do modelo do zero. Além disso, trata-se de algo que traz maior segurança para toda a equipe, favorecendo a consolidação de efeitos.

Confira os cuidados que devem ser tomados ao construir um modelo projeto

Inúmeros cuidados terão que ser tomados para que os modelos sejam construídos e tenham eficiência. O gestor precisará alinhar a estratégia dos negócios com os propósitos dos projetos para que o portfólio venha a impactar os resultados dos negócios. Observe as melhores práticas de gerenciamento do mercado e identifique as suas tendências. Cada projeto deve se encaixar no planejamento estratégico global da sua organização.

Prepare modelos que possibilitem o registro prévio do orçamento, bem como o gerenciamento de custos e o seu monitoramento. Estabeleça procedimentos formalizados para o acompanhamento dos recursos em tempo real. Lembre-se de que o desempenho financeiro aponta as chances de sucesso dos projetos, razão pela qual jamais pode ser negligenciado. Faça uso de sistemas de gestão atualizados que facilitem o seu trabalho.

Enfim, como vimos até aqui, é possível construir modelo de projeto eficiente e do zero, desde que você siga as etapas de elaboração e de implantação. Para quem precisa se aprofundar um pouco mais na implantação de uma metodologia de gestão de projetos, um bom material complementar é nosso e-book sobre os 7 segredos para uma gestão de projetos de alta performance.

Ele traz nossa metodologia aplicada em mais de mil clientes, focada justamente em quem está começando a profissionalizar esse setor em sua empresa. E, caso precise de ajuda para descobrir qual é a estrutura de um projeto, não hesite em solicitar uma conversa com um de nossos consultores para orientá-lo nessa empreitada!

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