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Autor: Braun

expansão empresarial

Como planejar uma expansão empresarial saudável

A expansão empresarial é o sonho de muitos empresários, afinal, assim é possível atender a um maior número de clientes, aumentar os lucros e a abrangência da empresa. Todavia, é preciso ter calma e planejar tudo com atenção.

Em primeiro lugar, deve-se compreender que nem toda empresa está pronta para expandir. É fundamental ter pilares muito bem instaurados, como uma equipe qualificada, produtos de qualidade e processos claros. Sem isso, o crescimento não será saudável e pode colocar a empresa no caminho para falência.

Ainda é importante considerar outros fatores, como: a concorrência, os novos hábitos de consumo e oportunidades que florescem no ambiente externo.

Pensando em tudo isso, elaboramos este artigo para você. Aqui você vai entender como planejar uma expansão empresarial saudável. Continue lendo nosso conteúdo e fique por dentro do assunto. Boa leitura!

Tenha clareza sobre o tipo de expansão

Existem muitas formas de expandir um negócio. É possível, por exemplo, que o intuito seja abrir novas unidades de negócio. Em cada modelo há desafios singulares que devem ser superados com boas estratégias.

Confira alguns tipos de expansão:

  • em unidades de negócio;
  • em canais de venda;
  • em mix de produtos;
  • em tipos de clientes atendidos.

Outro exemplo é a expansão em termos de canais de venda, objetivando deixar a empresa mais próxima dos clientes. Para isso, é preciso construir um negócio omnichannel, que integre o mundo físico e o virtual no atendimento.

Ao definir o tipo de expansão, será possível definir a tática mais eficaz, criar objetivos e metas, assim como definir os indicadores que serão usados.

Avalie as oportunidades e ameaças do mercado

Na expansão, é crucial avaliar o ambiente externo e entender suas principais oportunidades e ameaças. Dessa forma, é possível criar um plano atual e realista, capaz de aproveitar as variáveis externas em benefício da empresa.

É muito comum dividir o ambiente externo em dois grandes blocos: o ambiente-tarefa e o macroambiente. O primeiro é composto por tudo o que está perto da companhia, como os clientes ou concorrentes. O segundo diz respeito a aspectos gerais, como a economia ou tendências de mercado.

De modo geral, o indicado é expandir em momentos de “bonança”, isto é, quando existem muitas oportunidades no ambiente externo. Todavia, nada impede que a expansão seja em períodos turbulentos, como uma crise financeira, por exemplo.

Gerencie a equipe e o medo do novo

Toda expansão, seja no mix de produto ou no número de unidades de negócio, envolve as equipes de trabalho. Os profissionais são essenciais para que tudo ocorra bem, afinal, são eles que tiram o plano do papel.

Contudo, um fator deve ser considerada: o medo da mudança. É comum que em períodos de crescimento e, por consequência, reestruturação, os profissionais fiquem com medo de serem demitidos ou, de alguma outra forma, prejudicados.

Planeje, com antecedência, como a notícia da expansão será transmitida. Dê espaço para uma comunicação clara e transparente, em que os profissionais possam tirar suas dúvidas e até participar do planejamento estratégico.

Alinhe a liderança do empreendimento

Em paralelo, deve-se alinhar toda a liderança sobre os objetivos futuros. Cada líder deve se comprometer com a ideia de expansão, motivar seus liderados e entregar resultados significativos nesse mesmo sentido.

Todo plano deve, também, considerar a liderança da empresa. Eles funcionam como elo entre a alta administração e os operários, por isso devem estar bem informados e ter autoridade para tomar decisões complexas.

Avalie e melhore a lucratividade das operações

A venda de bens ou serviços de forma lucrativa é crucial para manter a empresa saudável e competitiva no curto prazo. Sem isso, nenhum plano de expansão será bem-sucedido, aliás, será difícil até mesmo manter a empresa ativa.

A análise da lucratividade deve considerar o índice de solvência da empresa, o Markup das vendas, o percentual de lucratividade e rentabilidade nas operações.

Para melhorar o resultado, é importante: construir uma cultura que se preocupe com o lucro, otimizar o preço das vendas e reduzir custos. Como a primeira e segunda mudança são complexas, foque, a princípio, na redução dos custos.

Separe os custos em duas categorias: os estratégicos (capazes de gerar novos negócios ou otimizar o desempenho) e os não estratégicos (úteis para manutenção da empresa, como água e energia). Depois, reduza os custos não estratégicos.

Conte com um software de gestão de projetos

Toda expansão é também um projeto, afinal, além de ter um objetivo claro, possui início, meio e fim. Por essa razão, é possível contar com um software específico para o gerenciamento de cada uma das suas etapas.

Um bom sistema de gestão de projetos possui diversas funcionalidades e facilita desde a etapa de inicialização (isto é, análise de viabilidade da expansão) até a execução e posterior mensuração dos resultados obtidos.

O sistema também ajuda da definir metas de curto prazo, que funcionem como um passo a passo para o alcance dos grandes objetivos. Boas metas devem ser mensuráveis, objetivas, realistas e com prazo bem definido.

Por fim, o sistema auxilia na comunicação de toda a equipe, mantendo-os conectados ao longo de cada etapa do projeto de expansão. Dessa forma, é possível eliminar o número de erros e otimizar as chances de sucesso.

Determine as métricas e os indicadores que serão usados

Para concluir o plano de expansão, é fundamental definir as métricas e os indicadores que serão usados para averiguar se está no caminho correto. Esses indicadores vão variar bastante de acordo com o tipo de expansão pretendida.

Alguns dos principais são:

  • nível de satisfação e lealdade dos clientes;
  • nível de produtividade diária;
  • taxa de conversão de vendas;
  • percentual de lucratividade por venda;
  • grau de participação no mercado.

Para acompanhar esses indicadores, é preciso levantar as métricas de desempenho e inserir alguns cálculos específicos que devem ser conhecidos pelo gestor. Assim, é possível ter uma visão sistêmica do plano de expansão e mensurar seu sucesso.

Como se pode ver, planejar uma expansão saudável envolve diversas etapas, desde a análise do mercado até a implementação de tecnologias eficazes. Todavia, no final, será possível atingir o objetivo desejado com maior rapidez e qualidade.

Agora entende como planejar uma expansão empresarial saudável, certo? Aproveite para nos seguir nas redes sociais (Facebook, Twitter, LinkedIn) e ficar sempre por dentro das nossas novidades. Vamos lá!

Governança de dados

Como trabalhar a governança de dados na sua empresa?

Os últimos anos foram marcados por um crescimento da importância que as informações têm para as empresas. Companhias de vários setores passaram a utilizar dados como um fator estratégico, que auxilia gestores a terem uma visão abrangente sobre como todas as operações do empreendimento estão estruturadas e quais são os pontos-chave para manter a empresa mais moderna e competitiva.

Nesse cenário, os desafios para gestores de TI aumentaram rapidamente. Hoje em dia, apenas manter serviços de TI operacionais e informações bem armazenadas não é o suficiente.

É necessário criar mecanismos de governança de dados que otimizem a maneira como os registros são salvos, protegendo-os contra falhas de funcionamento e segurança e criando estratégias para manter todos os serviços funcionais e com alta integridade.

Quer saber como isso é possível e quais são os pontos-base para criar uma boa política de governança de dados? Então, veja o nosso post de hoje!

Como a ideia de governança de dados é estruturada no ambiente corporativo?

Hoje, companhias dependem de informações de qualidade para a execução de múltiplas rotinas. Além dos processos de análise de dados para otimização de recursos internos, há o uso de registros digitais para estratégias baseadas em tecnologias como o Big Data e o aprendizado de máquina.

Além disso, a presença de plataformas de vendas online ampliou a quantidade de dados de terceiros que é salva dentro do ambiente digital do negócio.

É nesse cenário que surgem as políticas de governança de dados. Elas auxiliam o empreendimento a ter um maior controle sobre as informações que estão salvas na sua infraestrutura, além de permitir avaliar quais são os registros mais importantes e como eles serão utilizados.

Além disso, a estrutura de bancos de dados e outros mecanismos de armazenamento torna-se mais inteligente.

Por estar bem documentada, a empresa conseguirá trabalhar de maneira estratégica para evitar o armazenamento de dados com redundância desnecessária, desperdício de recursos e demais problemas que podem afetar a rotina da companhia. Assim, rotinas como as de tomada de decisão, análise de mercado, auxílio a clientes e otimização do ambiente de trabalho tornam-se mais inteligentes e eficazes.

Quais são os pontos-chave de uma política de governança de dados?

A má governança de dados influencia na qualidade de uma série de tarefas da empresa. Portanto, o gestor deve estar atento a pontos críticos no momento em que for estruturar a sua política, evitando erros básicos. Confira abaixo o que fazer para estruturar uma política de governança de dados de qualidade!

Identifique quem possui as informações

Saber quem tem autoridade para visualizar, modificar e remover informações é o primeiro passo para estruturar uma boa política de governança de dados. Isso tornará as regras de controle e armazenamento mais inteligentes e precisas, além de evitar uma série de erros.

Avalie toda a infraestrutura do negócio

Para identificar erros e demais problemas, o gestor também deve determinar qual a real situação do seu ambiente de trabalho.

Verifique quais são os dispositivos utilizados, como as normas de controle atuais estão estruturadas, quais os indicadores de qualidade existentes e quais os pontos que afetam negativamente a rotina da empresa. Assim, as metodologias e regras de trabalho adotadas terão um impacto maior nos resultados obtidos pela política de governança de dados.

Crie uma estratégia precisa e de alto impacto

Um dos pontos mais importantes é a criação de uma política de gestão de dados inteligente. Para isso, a empresa deve trabalhar de maneira integrada, definindo regras inteligentes, escolhendo uma infraestrutura de alta performance e ferramentas que estejam alinhadas com o perfil do negócio para salvar dados. Além disso, deve-se pensar em longo prazo, uma vez que as escolhas tomadas afetarão o negócio por um longo período.

Treine todos os times para que façam o melhor uso possível das informações disponíveis

Treine cada equipe interna que utiliza informações no seu dia a dia para que sempre haja um uso inteligente dos seus dados. Repasse as políticas internas e explique quais são as normas de segurança e armazenamento de registros. Isso garante que as informações sejam processadas de maneira estratégica, sem erros ou perda de integridade.

Faça uma avaliação do impacto das medidas tomadas

Uma vez que a companhia já esteja trabalhando com uma política de governança de dados, faça uma avaliação para mensurar o impacto das medidas tomadas. Verifique como cada mudança impactou a competitividade da companhia, a sua produtividade e o número de erros. Assim, a eficiência das estratégias utilizadas será avaliada e correções pontuais poderão ser medidas facilmente.

Tornando negócios mais integrados e inteligentes

A criação de um bom sistema de governança de dados ajuda a empresa a trabalhar com mais performance e integração. Profissionais de diferentes áreas podem definir uma rotina de trabalho eficiente, com baixo índice de erros e que seja capaz de evitar desperdício. Ao mesmo tempo, estratégias de mercado tornam-se mais lucrativas quando podem contar com registros bem estruturados e categorizados.

Para clientes e parceiros comerciais, a política de governança de dados representará um diferencial no momento de escolher qual negócio receberá os seus recursos financeiros.

Companhias capazes de fazer um bom uso dos dados de terceiros evitam falhas de segurança e a exposição de registros pessoais. Isso torna as pessoas mais confiantes no momento de realizar negócios com qualquer empresa.

Vale destacar, também, que a governança de dados torna a empresa mais transparente. Informações estratégicas estarão salvas em um ambiente simples e bem organizado, o que contribui para um acesso mais rápido e fácil de qualquer conjunto de dados. Ao mesmo tempo, gestores terão que fazer uma quantidade de esforço menor para organizar processos de acordo com as normas de compliance externas.

Investir em um sistema para armazenar, acessar e gerir informações com qualidade é um fator estratégico. Isso contribui para a companhia de várias formas, evitando erros e tornando todas as suas rotinas e estratégias mais inteligentes. Assim, gestores terão mais segurança para definir as suas metas de médio e longo prazo, assim como o portfólio de serviços da companhia.

E aí, gostou do nosso post sobre governança de dados e quer receber as novidades do blog rapidamente? Então, siga-nos nas redes sociais! Estamos no Facebook, Twitter, LinkedIn, Google Plus e YouTube.

 

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Prioridades na gestão de Projetos

Como definir prioridades na gestão de projetos? Entenda mais

O guia PMBOK® (PMI®, 2015) define gerenciamento de projetos como aplicação de conhecimentos, habilidades, ferramentas e técnicas às atividades do projeto, a fim de atender seus requisitos.

A fim de aplicar a estratégia de gerenciamento, é preciso fundamentalmente de tempo. Definir prioridades na gestão de projetos pode ser fator determinante de sucesso, pois fará com que os pacotes de trabalho a serem desenvolvidos fluam com mais facilidade, ajudando toda a equipe a desenvolver seu trabalho de forma mais rápida e com qualidade.

Como, por definição, todo projeto é desenvolvido de forma gradativa, ou seja, por etapas e tem um prazo para acabar, muitas vezes o tempo é o grande vilão do gerenciamento.

Com tantas tarefas a serem feitas: prazos para cumprir, pacotes de trabalhos para serem entregues, custos para acompanhar e economizar, pessoas para liderar, ou seja, muitas atividades a serem executadas ao mesmo instante, determinar prioridades é essencial.

Como fazer para definir prioridades na gestão de projetos?

1. Defina qual a estratégia da organização para os projetos.

Dentro do planejamento estratégico das organizações cada projeto tem o seu o papel. Alguns nascem como investimento; outros, apenas para conquistar o cliente; e há ainda os que são para gerar lucro.

Saber qual o papel de cada projeto dentro da empresa faz com que o foco do gerenciamento mude. Isso ajuda a definir qual a melhor ferramenta de gestão a ser utilizada para gerenciar o empreendimento.

O escritório de projetos (PMO) é responsável pelo alinhamento estratégico do projeto com o planejamento da organização. É ele que deverá informar ao gestor do empreendimento qual a meta do seu projeto frente a empresa.

2. Defina o escopo

Projetos existem para produzir entregas e atender as necessidades e expectativas de um cliente final.

O escopo do projeto é a soma dos produtos e serviços a serem entregues para o cliente. É o objetivo que o empreendimento busca atingir.

É preciso definir, listar e validar todo o objeto do escopo em comum acordo com o cliente a fim de não ficar de fora nenhuma entrega ou objeto que o cliente gostaria que fizesse parte do escopo.

3. Defina a Estrutura Analítica do Projeto (EAP)

A estrutura analítica de projeto é um organograma criado a partir da definição do escopo do projeto. Tem como objetivo evidenciar tudo o que precisa ser entregue ao cliente final. Seu foco não está no que precisa ser feito e, sim, no que precisa ser entregue.

Ela permite que o escopo seja mais bem detalhado e, por meio dela, conseguimos medir o quanto de esforço, custo e prazo será necessário para desenvolver determinada entrega.

Com a EAP também definimos quais pessoas da equipe realizarão determinadas tarefas. Por ser uma ferramenta de fácil compreensão, utilizada por todos os membros da equipe, ela deve ser elaborada em conjunto e divulgada a todos os interessados, facilitando a comunicação, principalmente quando for necessário prever pontos críticos.

4. Elabore um cronograma

Para planejar e controlar o tempo do projeto, é necessário elaborar seu cronograma. Ele incorporará atividades e suas durações, recursos necessários para se executar determinada tarefa, ajudando a perceber quais atividades são dependentes de outras para que elas aconteçam.

Por meio do cronograma, conseguimos ver em qual tarefa é preciso alocar ou retirar recursos, fazendo com que as pessoas não fiquem ociosas e o fluxo de trabalho fique mais leve, gerando uma maior produtividade da equipe.

Com ele, conseguimos traçar o caminho crítico e, assim, ficará mais fácil definir prioridades na gestão de projeto, ajudando a atender todas as expectativas do cliente no que se refere à entrega do produto do projeto

5. Defina os custos

É de fundamental importância para o sucesso do empreendimento que seja realizada uma gestão clara e eficiente de custos. O sucesso final está diretamente relacionado ao retorno financeiro a ser obtido por meio do desenvolvimento do projeto.

É claro que temos projetos que não apresentam por objetivo o lucro. Porém, cabe à diretoria, junto ao PMO, decidir quais são esses projetos.

Cada tarefa do projeto terá um custo para ser desenvolvida, finalizada e entregue ao cliente final. É preciso explicitar qual tipo de recurso será utilizado em sua realização. Além de recursos internos, é necessário contabilizar os externos, como: materiais, equipamentos, empreiteiras, locações entre outros, quando exigidos.

Assim, ficará fácil visualizar, em termos monetários, qual será a tarefa prioritária.

6. Defina as receitas das entregas

Após finalizado cada pacote de trabalho, definido na estrutura analítica do projeto, será produzida uma entrega ao cliente. Esta deverá ser medida monetariamente, gerando, assim, uma receita.

É preciso analisar qual o ganho monetário: se a receita paga pelo cliente supera — e em quanto supera — o custo que a organização teve para entregar o pacote de trabalho. É a relação custo-benefício que deverá ser priorizada nessa etapa.

7. Converse com escritório de projetos (PMO)

O escritório de projetos (PMO) é o setor que dá suporte aos gerentes de projetos na forma de treinamento metodológico, software, padrões, etc. Ele existe a fim de agregar resultados positivos na aplicação das boas práticas de gerenciamento para a organização.

O PMO, junto à diretoria da organização, ajudará o gerente a definir as prioridades na gestão de projetos. Eles definirão qual será a métrica utilizada, por meio dos dados levantados pelo gerente, para medir qual tarefa será de maior prioridade em relação a outra.

Ajudarão também a solucionar problemas de tarefas que estejam com dificuldade de serem realizadas por falta de pessoal. Deslocando recursos humanos de outros projetos para colaborarem em sua execução.

8. Defina as prioridades

Com todas as variáveis acima elucidadas e documentadas, conseguimos montar uma planilha numérica em que cada tarefa terá sua coluna correspondente para: prazo de elaboração, custo de elaboração e receita gerada.

Não devemos nos esquecer de que existem tarefas dependentes de outras para acontecerem. Para tanto, uma simples conta de custo-benefício ajudará a definir, junto ao PMO, qual rota seguir.

Definir prioridades na gestão de projetos ajudará a equipe a se manter focada no objetivo, pois os resultados aparecerão de forma mais rápida, o que gera um grau de satisfação atrelado a uma vontade de querer alcançar outras metas.

É visível também que essa definição ajudará a organização a poupar recursos internos, o que proporciona uma economia de custos, pois evitará retrabalho desnecessário, uma vez que a equipe estará focada em uma determinada tarefa.

Logo, é necessário que os membros da equipe sejam bem treinados para serem eficazes em resolver os problemas que vão surgir durante a rotina de trabalho para a entrega do objeto ao cliente final.

É essencial observar se as pessoas certas estão alocadas nos lugares certos para que todo o fluxo de comunicação e de trabalho seja rápido e coerente com a rotina.

Se você gostou deste texto sobre como definir prioridades em projetos, aproveite a visita para assinar a nossa newsletter e ter acesso a todas as novidades da área!

relatórios gerenciais

5 dicas para você fazer relatórios gerenciais efetivos

Os relatórios gerenciais são documentos que reúnem informações de grande valor para a avaliação do desempenho da empresa, bem como para o entendimento da atual realidade vivida por ela. Cada relatório, portanto, serve de instrumento nas tomadas de decisão.

Supondo que o gestor seja responsável por uma equipe de desenvolvedores e, com isso, utilize de métodos ágeis — os quais consistem em reuniões (Sprints) —, os relatórios gerenciais podem oferecer o suporte necessário para tornar as reuniões mais rápidas e objetivas.

Esse recurso é significativamente útil em outras diversas situações, uma vez que existem diferentes tipos de relatórios direcionados a praticamente todos os fatores que influenciam o funcionamento do negócio.

Neste artigo, explicaremos como 5 desses relatórios gerenciais podem ser aplicados na gestão, além de fornecer mais 5 dicas para gerar relatórios efetivos. Confira!

5 tipos de relatórios gerenciais

Iniciaremos o conteúdo elencando 5 tipos de relatórios gerenciais capazes de auxiliar o gestor em situações distintas, ou seja, que dão uma visão abrangente da situação da empresa como um todo. Vamos a eles?

1. Controle

Um relatório gerencial de controle deve ter como propósito ajudar o gestor a verificar determinados fatores da empresa — mais precisamente internos. É muito utilizado em dois tipos de situações: controle de materiais e supervisão de desempenho. O primeiro está relacionado ao estoque e também ao desperdício de insumos.

Por exemplo, o departamento de logística de uma fábrica tem a responsabilidade de controlar o estoque de equipamentos de proteção individual e ferramentas. O relatório de controle possibilita identificar a eficácia do processo.

Já o segundo é relativo à supervisão de metas, sendo de extrema utilidade em Sprints, pois fornece ao gestor da equipe um panorama sobre o cumprimento dos objetivos propostos no projeto.

As empresas em geral costumam usar esse tipo de relatório para obter informações orçamentarias, o chamado Orçamento Empresarial. Por meio dele, o gestor fica a par das previsões, metas e budget disponível.

2. Financeiro

Sem dúvidas, esse é um dos imprescindíveis e mais utilizados relatórios gerenciais. Os relatórios financeiros trazem um balanço geral das finanças da empresa, de modo que nenhum detalhe passe em branco.

Um dos relatórios mais importantes do gênero (não por acaso) é o fluxo de caixa, pois, nele, são detalhados os valores que entram e saem em um determinado espaço de tempo. A partir dessas informações, o gestor pode criar estratégias voltadas para o crescimento.

É por meio de relatórios gerenciais financeiros que as empresas tomam conhecimento das despesas a pagar, receitas, gastos atuais, contas, inadimplência etc. Ou seja, são fundamentais para o planejamento financeiro e tornam a gestão mais transparente.

Em suma, esses relatórios merecem a devida atenção não apenas por envolverem o dinheiro da empresa, mas para que sejam tomadas decisões mais inteligentes e objetivas.

3. Satisfação

Assim como os demais relatórios gerenciais mencionados até aqui, os de satisfação têm um propósito bem claro: medir o grau de satisfação em relação à empresa. Para decidir por qual relatório de satisfação utilizar, é preciso saber primeiramente quem é o alvo. A empresa quer saber sobre a satisfação do cliente ou dos colaboradores?

Não podemos descartar também a possibilidade de se trabalhar em cima de ambos os relatórios, visto que uma possível insatisfação do cliente pode ser decorrente da insatisfação dos funcionários, visto que o bem-estar deles é crucial para que o produto e/ou serviço de qualidade seja entregue.

Acima de tudo, os relatórios de satisfação são importantíssimos para a questão do feedback, uma vez que é neles que são registradas as informações que poderão contribuir para a empresa melhorar em todos os sentidos.

4. Análise

Os relatórios analíticos, por sua vez, têm como característica a apresentação de soluções baseadas na coleta de informações e dados. Em poucas palavras, é um relatório que não apenas exibe as informações, mas fornece conclusões e alternativas acerca dos problemas identificados. De que tipo de problemas nós estamos falando? Os mais variados possíveis.

Como os relatórios gerenciais financeiros estão entre os mais comuns nas empresas, logicamente, as análises de demonstrações econômicas, financeiras e contábeis são muito frequentes.

Porém, os relatórios analíticos são aplicáveis a toda e qualquer situação no meio corporativo. Por exemplo, relatórios de análise de riscos são extremamente importantes para assegurar o controle sobre os processos de negócio.

5. Crescimento

Por fim, os relatórios gerenciais de crescimento fornecem informações pertinentes sobre o desenvolvimento dos setores da empresa e, sendo assim, permitem que se façam análises dentro de uma linha do tempo.

Comparar, por exemplo, a quantidade de produtos disponibilizados atualmente, bem como a qualidade deles com o que era oferecido há dois anos é uma excelente medida para concluir se a empresa está no caminho certo e, sobretudo, se todo o planejamento de longo prazo correspondeu às expectativas.

O mesmo pode ser feito em relação ao patrimônio, às finanças ou à própria satisfação do cliente. É preciso ter à disposição um histórico de valores, que será indispensável na criação de estratégias.

5 dicas importantes para garantir a qualidade do relatório

1. Tenha objetividade

O propósito do relatório é a primeira questão a ser trabalhada no processo de elaboração. Isto é, tenha em mente o público-alvo, como ele será utilizado e apresentado. A objetividade também entra em questão no sentido de que o documento deve ser breve e ir direto ao ponto, evitando dispersões que possam eventualmente desviar o foco e comprometer o andamento da apresentação.

2. Inclua informações realmente relevantes para a empresa

Em complemento à objetividade, temos o fator relevância. Selecionar as informações que realmente importam é essencial para a qualidade do relatório, sempre considerando os objetivos da empresa.

3. Tenha critérios apropriados para a escolha dos indicadores

A composição de um bom relatório envolve a escolha dos indicadores de desempenho usados pela empresa. Adotar critérios para essa seleção, levando em conta a abrangência, a importância, a simplicidade e outros atributos dos indicadores torna o conteúdo mais consistente e objetivo.

4. Planeje a apresentação do relatório

Após reunir os elementos acima, chegará o momento de planejar a apresentação do relatório —portanto, uma das etapas cruciais do processo. O ideal é atentar ao volume de informações contido no relatório, visto que, para ter objetividade, é preciso filtrar os dados para que somente os relevantes sejam apresentados.

É fundamental que a linguagem utilizada seja adequada ao público-alvo, ou seja, evitar termos estritamente técnicos tendo em vista a fácil compreensão das informações. Por fim, atentar ao modo como as informações serão representadas é outro ponto que merece destaque, principalmente na escolha dos gráficos.

5. Selecione os responsáveis pelos processos de produção

Tendo no papel a fórmula para a produção do relatório, chegará o momento de iniciar a produção do documento assegurando que todos os fatores de qualidade sejam inseridos.

Portanto, identificar e selecionar os responsáveis por cada processo de produção é o último e, decerto, mais decisivo passo para se chegar a um bom relatório gerencial.

Gostou deste conteúdo? Em adição a tudo que vimos sobre os relatórios gerenciais e os critérios de qualidade para a produção dos documentos, recomendamos que conheça as melhores práticas que o ajudarão a fazer seus relatórios semanais com mais agilidade.

Gestão de Custo Empresarial

Como funciona a gestão de custo empresarial?

Um bolo macio e molhadinho demanda uma receita bem escrita. Para desfrutar da guloseima, é preciso que você garanta a limpeza da sua bancada de trabalho, o tempo necessário, o funcionamento de seus eletrodomésticos e, principalmente, a disponibilidade de ingredientes de boa qualidade. De maneira semelhante, o sucesso de uma empresa depende de uma gestão de custo empresarial criteriosa.

Quer saber quais são os cuidados essenciais para organizar a sua gestão empresarial e fazer uma boa gestão de custos? Acompanhe o post!

Por que fazer gestão de custo empresarial?

Uma gestão de custos eficiente é o que leva empresas para o caminho do sucesso financeiro. Oferecendo dados importantes sobre a rentabilidade da organização e o seu desempenho no mercado, ela também auxilia no planejamento, no controle e na formatação das operações da companhia.

Um controle de custos eficiente é uma medida usada para a manutenção da saúde financeira e organizacional de uma companhia. Sem uma boa gestão de custo empresarial, o planejamento da empresa é gravemente afetado, o que acarreta na queda de produtividade e dos resultados das equipes.

Vale lembrar ainda que o preço final de um produto ou serviço depende diretamente do quanto se investe para que ele seja concretizado. Sem uma boa gestão de custos, a empresa pode cair no risco de cobrar valores discrepantes, prejudicando o seu volume de vendas, a margem de lucro e o crescimento sustentável do negócio.

Como fazer uma boa gestão de custo empresarial?

Um controle eficiente depende de muita disciplina. Isso inclui a capacidade de analisar os procedimentos financeiros com regularidade, o registro e o detalhamento deles em planilhas, a organização desses dados, bem como a visualização de oportunidades de investimentos. Veja as dicas que reunimos a seguir.

Faça um mapeamento

Antes de pensar em reduzir seus custos, é preciso que você tenha conhecimento de como e onde são aplicados seus recursos. Com um mapeamento para examinar todo o seu processo produtivo, é possível verificar se há taxas de desperdício de matéria-prima ou se há softwares gerando problemas para a equipe, por exemplo.

A identificação de possibilidades pode levar a estratégias inteligentes. Empresas podem economizar recursos preciosos ao instalarem torneiras e descargas mais eficientes, por exemplo.

Para um mapeamento inteligente, é preciso que você segmente os valores aplicados em três seções: custos, despesas e gastos, conforme mostraremos nos tópicos seguintes.

Entenda quais são os seus custos

Custo é todo o valor que você precisa investir para ter seu produto ou serviço finalizado. Ele inicia ou continua o movimento de suas atividades na empresa. Portanto, ele é proporcional à quantidade produzida: quando aumentamos a produção, aumentamos os custos.

Entender qual é a distribuição correta dos valores denominados como custos é o que permite a determinação do preço de custo, do valor-base para calcular o valor de venda e da sua margem de lucro.

Entre os seus custos, estão os valores relativos a:

  • fretes;
  • salários de colaboradores envolvidos na produção e na venda;
  • matérias-primas;
  • comissão sobre as vendas;
  • custos de estoque;
  • encargos sociais (INSS e FGTS);
  • impostos que incidem sobre as vendas (PIS, COFINS, IPI, ICMS E ISS);
  • taxas de cartão de crédito, entre outros.

Os custos podem ser subdivididos em duas categorias: diretos e indiretos. Os diretos são diretamente ligados ao produto, incluindo materiais e mão de obra direta, constando no cálculo da produção. Os custos indiretos não estão ligados a produtos e serviços específicos, e abrigam investimentos em mão de obra indireta e materiais aplicados nessas atividades (ex.: vigilantes e lanternas).

Compreenda quais são as suas despesas

As despesas são os valores aplicados para manter o funcionamento da empresa. Elas não mantêm uma relação uma ligação direta com os produtos e serviços, mas oferecem suporte e influenciam a lucratividade da organização.

Em geral, as empresas dividem as despesas em duas categorias: as fixas e as variáveis.

As despesas fixas incluem todas aquelas que não variam, tais como: manutenção de equipamentos, mobiliário, salários administrativos, dentre outros. Já as despesas variáveis variam de acordo com o volume vendido ou produzido pela empresa, e incluem a comissão de vendedores e horas extras.

Há ainda uma outra categoria útil: as despesas semifixas, também denominadas como semivariáveis. Aqui, encaixamos valores como o da energia elétrica, que apresenta um valor mínimo fixo e varia de acordo com a produção. Nesse caso, indica-se que a energia usada na área administrativa seja considerada como fixa (despesa), e a da produção como variável (custo, pois se relaciona ao processo produtivo).

Identifique gastos

Os gastos são os valores aplicados na produção e que não estão previstos no orçamento da empresa, tais como a manutenção de peças defeituosas e assistência técnica de emergência. Por não serem previsíveis, não podem ser repassados para o preço do produto ou serviço.

No momento de construir o seu relatório financeiro, é ideal que os gastos sejam separados. Afinal, eles são casuais, e a interferência deles no lucro de uma empresa é um evento pontual.

Envolva a sua equipe

Agora que você sabe como identificar seus custos, verificar suas despesas e gastos, é hora de entender se os valores estão dentro da média estabelecida no planejamento anual de sua empresa. Entenda que seus funcionários serão inevitavelmente afetados por suas políticas de gestão de custos. Por isso, é necessário que eles estejam envolvidos nessa tarefa.

A implantação de políticas de transparência melhora o engajamento de colaboradores, fazendo com que eles se sintam parte do crescimento da empresa e conscientizem-se de seus papéis no processo.

Uma boa sugestão para envolver os funcionários nessa tarefa é o oferecimento de premiações individuais para a economia. Uma ferramenta de colaboração em projetos pode auxiliar!

Faça um registro de todos os gastos, identificando os desnecessários e os investimentos que tenham resultado em um volume maior de vendas. A partir disso, você pode estabelecer metas palpáveis.

Verifique se há margem de contribuição

Após listar suas despesas e custos, compare o custo direto com o preço de venda do produto. Caso não haja margem de contribuição, ele não contribui para os custos indiretos. Essa margem de contribuição é o que permite pagar custos fixos e a formação de lucro, e pode ser calculada como:

margem de contribuição = preço de venda – custos diretos

Caso o preço de venda supere o custo direto, você pode distribuir os custos indiretos entre os produtos por meio de um cálculo de porcentagem de vendas e da divisão dos custos entre esses produtos.

Encontre o ponto de equilíbrio

Após ratear seus custos e definir sua margem de contribuição, identifique quantas unidades do produto, ou quantos serviços, têm de ser prestados, para balancear os valores das receitas e despesas.

Com esses passos, você define um preço de venda mais justo e tem maior probabilidade de sucesso com sua gestão financeira! Um plano de ação pode ser necessário!

Utilize a tecnologia

Uma gestão de custos criteriosa depende de bons recursos tecnológicos. Sistemas automatizados ajudam a classificar as compras da empresa com dados confiáveis e atualizados. Prepare a sua equipe para manter as informações atualizadas e registrar tudo que entra e sai da companhia!

Gostou de nossas dicas para fazer a gestão de custo empresarial? Leia também o que nós reunimos para o gerenciamento de custos de seu projeto!

projetos complexos

O que fazer para estabelecer um workflow na gestão de projetos complexos?

Os projetos complexos podem receber esse nome por diversas questões. Os muito caros, com prazos muito estreitos ou que exijam conhecimento técnico aprofundado entram nesse conjunto. E justamente por causa dessas características especiais é que a execução deles precisa ser feita corretamente. Um erro normalmente custa caro, seja de forma financeira, produtiva ou qualitativa.

O ideal é planejar o máximo possível, o que inclui criar um ótimo workflow a fim de melhorar a produtividade e seu acompanhamento. Para saber como estabelecer o seu, veja as dicas a seguir!

Comece alinhando as expectativas

Em parte, muitas das falhas dos projetos complexos acontecem devido à falta de alinhamento entre os envolvidos na tarefa.

Por isso, antes mesmo de pensar em estabelecer o workflow propriamente dito, é necessário alinhar as expectativas das pessoas. Garanta que todos entendam os objetivos do projeto, a sua importância e quais são as etapas e resultados que devem ser atingidos.

Para tanto, vale apostar em ferramentas de comunicação e colaboração, de modo a garantir mais integração. Com uma participação coesa, é mais fácil identificar e prevenir erros.

Acerte no planejamento do projeto

O constante acréscimo de elementos ao escopo do projeto ou as mudanças repentinas e mal estruturadas precisam ser evitados a todo custo. Portanto, o melhor é criar um planejamento muito bem estruturado.

Se for necessário, conte com a participação de diversas equipes e de funcionários variados, de modo a identificar, com clareza, os riscos, as oportunidades e as tarefas que serão colocadas em prática.

A ideia é evitar mudanças quando tudo já estiver acontecendo ou se deparar com imprevistos. Assim, o workflow tende a funcionar de uma forma melhor.

Escolha uma metodologia de execução

Partindo para a etapa prática da criação desse fluxo de trabalho, escolha uma metodologia adequada para executar o escopo. Se ela já é importante para os projetos tradicionais, ela se torna indispensável para os complexos.

Dependendo dos objetivos e das características dos elementos, uma metodologia pode ser mais indicada do que a outra. Entre as principais, estão:

Scrum

Trata-se de uma metodologia ágil, que divide o projeto em ciclos menores, chamados de sprints, e que tem entregas incrementais. Ou seja, em vez de entregar todo o produto somente ao final, há sucessivas avaliações do progresso do trabalho. Por usar, principalmente, o feedback do cliente, ajuda a garantir a qualidade.

Para fazer as adaptações necessárias e manter o acompanhamento, é indispensável realizar reuniões breves e diárias. Nela, os participantes dizem o que foi feito no dia anterior e o que será realizado nas próximas horas.

Balanced Scorecard (BSC)

O BSC é uma das metodologias mais indicadas para projetos complexos, porque leva em consideração a interação de diversos elementos para a construção do resultado.

Ele começa com o mapeamento estratégico baseando-se nas perspectivas mais relevantes: processos internos, finanças, clientes e aprendizado.

A partir daí, é realizado um planejamento, com a definição de metas, indicadores e estratégias que devem ser colocados em prática. É muito relevante porque ajuda a identificar o relacionamento entre áreas diferentes, favorecendo a integração.

Kanban

Outro método ágil, o Kanban consiste em dividir o projeto em tarefas menores, de modo que cada uma ocupe um cartão.

Em seguida, elas são divididas entre várias colunas, como “Para fazer”, “Fazendo” e “Feito”. Essa disposição pode ser alterada, dependendo da configuração do projeto, como “Esperando aprovação do cliente” ou “Em ajustes”.

É uma metodologia visual, já que o quadro e os cartões são físicos, dispostos no ambiente de trabalho. Com isso, ajuda muito na comunicação, de modo que todo o time entenda o status de cada atividade.

Além de tudo, é especialmente útil para o workflow, já que favorece a conclusão adequada de cada tarefa.

Documente todas as informações importantes

Projetos complexos, na maior parte das vezes, têm características específicas para sua realização. São processos que requerem maior atenção, etapas pouco usadas em outras execuções ou detalhes individuais.

Para evitar que o workflow fique comprometido e até “travado”, o ideal é documentar todas as informações importantes.

Garanta que o modo de execução de cada obrigação esteja explícito e crie uma base de dados para que os colaboradores possam consultar durante o cumprimento das etapas. Desse modo, é possível diminuir erros e retrabalhos.

Delegue tarefas e defina responsabilidades

Criar um fluxo de trabalho significa determinar quais passos devem ser executados, como eles precisam ser feitos e qual é a sua ordem. Porém, também é preciso estabelecer quem será responsável por cada etapa.

Com a ajuda do escopo, defina quais são as ações necessárias para a conclusão do projeto complexo e delegue as tarefas, segundo capacidade técnica e envolvimento.

Distribua as responsabilidades de forma balanceada, dê orientações sobre a execução das etapas e garanta que todos saibam quais são suas funções.

Estabeleça períodos de mensuração

A definição de workflow não se encerra com a distribuição de tarefas. Ainda é preciso fazer um acompanhamento dos resultados, de modo a realizar modificações que contribuam para o bom andamento do projeto.

Sendo assim, vale a pena definir indicadores de sucesso das etapas e os respectivos períodos de acompanhamento. Na metodologia Scrum, por exemplo, essa questão já é previamente definida, pois as reuniões são diárias.

Em outros casos, entretanto, é necessário pensar em um período equilibrado, de modo a haver a avaliação de resultados concretos. Como resultado, as pessoas ganham autonomia para executar o workflow, sem que haja perda de controle.

Conte com a tecnologia

Os projetos complexos necessitam de especial atenção na hora de estabelecer um workflow e para o gerenciamento, em geral. Por isso, fazer tudo manualmente não é a forma mais produtiva ou a maneira de conseguir máxima integração.

Em vez disso, apoie-se na tecnologia para obter resultados diferenciados. Com a ajuda de um sistema adequado, por exemplo, é mais fácil delegar tarefas, criar hierarquias e garantir a colaboração.

Ferramentas centralizadoras de dados e que automatizam processos, inclusive, mostram-se como grandes aliadas para a conclusão adequada das etapas.

Com essas dicas, a criação de um workflow para projetos complexos fica descomplicada e muito mais eficiente.

Para ter uma ajuda extra e relevante, aproveite e veja uma demonstração do Project Builder. Assim, você poderá entender como essa ferramenta funciona e se ela é a mais indicada para você!

 

auditoria de projetos

Veja por que você deve considerar fazer uma auditoria de projetos

A palavra “auditoria” deixa muita gente com o cabelo em pé. Concorda? Não seria diferente com a sua variável, a auditoria de projetos. Quem, contudo, pensa assim, não conhece seu verdadeiro significado. Trata-se, na verdade, de um conjunto de estratégias que permite monitorar os programas e metas das organizações.

Grosso modo, é executada uma checagem minuciosa, como um “raio-X” do projeto. São verificados o progresso em relação ao cronograma, o desempenho financeiro e os pormenores técnicos, como produção e distribuição. O objetivo é tornar o projeto eficiente. Como? Reduzindo riscos e sugerindo novas oportunidades de melhoria.

Ficou interessado? Então leia mais neste post, onde apontamos os principais benefícios desse procedimento para as organizaçõesConfira!

Manter o planejamento nos trilhos

auditoria de projetos indica os desvios e as maneiras pelas quais se pode encontrar as possíveis soluções. Eventuais falhas são detectadas precocemente, o que permite à instituição corrigi-las de forma antecipada. Todos ficam sabendo sobre o status dos empreendimentos: o que já foi feito, o que ainda falta fazer, o que está impedindo os avanços e como remover esses obstáculos.

Assim, até o gargalo de produção de uma fabricação ainda não iniciada pode ser previsto, o que amplia a conformidade. Com precisão cirúrgica, a avaliação é capaz de destrinchar até mesmo informações sobre contratos. Seus funcionários estão mesmo atentos às cláusulas sobre prazos? Quanto pode ser perdido com multas?

Os balanços fornecerão essas e muitas outras respostas. No caso de documentos ainda não firmados, o monitoramento é eficiente em reconhecer itens desinteressantes para a companhia, protegendo-a de perdas.

Evitar prejuízos

Os estudos incluem ainda a auditagem sobre a viabilidade econômica do projeto, de acordo com a realidade do mercado. A empresa fica sabendo, entre inúmeras outras informações, se as cotações e preços dos insumos estão sendo atualizados da maneira e no ritmo corretos.

Importante destacar que, nem sempre, o apontamento de problemas na área financeira significa fraude. Imagine, por exemplo, uma indústria papeleira que compre madeira. Ela já conta com seus fornecedores, há anos, respeitáveis e confiáveis. Uma auditoria de projetos possui know-how para sugerir a associação em cooperativas, por exemplo, para aquisições por preços menores.

A perspectiva de inadimplência em determinados setores e as sazonalidades, tanto desfavoráveis como convenientes, também passam pela peneira dos auditores. O mesmo acontece com os pagamentos para mão de obra e abastecimento.

Abrir as portas para novos negócios

Mais uma habilidade desse acompanhamento é descobrir as brechas para expansão do negócio. Uma das ferramentas usadas para esse fim é a análise SWOT, que divide o empreendimento em dois ambientes: externo e interno.

No primeiro caso, o diagnóstico é feito com um olhar de dentro para fora. Desse modo, são definidas as chances de crescimento e assinaladas as ameaças. Na direção inversa, voltada para dentro, a SWOT pontua as forças e as fraquezas de uma instituição.

A estimativa de mercado é outro quesito incluído no pacote. Há pretendentes a novos investidores? Possibilidade de uma fusão, aquisição ou até a venda de ativos obsoletos? As verificações são competentes também para identificação de novas demandas. Nesse sentido, as auditorias de projetos podem, portanto, ajudar a aumentar o faturamento da empresa.

Melhorar a imagem da empresa

Corporações cujos empreendimentos são auditados demonstram intenção de transparência, o que vem sendo cada vez mais valorizado pelo mercado. As práticas de compliance, que significa “estar em conformidade com leis e regulamentos” vêm sendo adotadas pelas marcas mais renomadas.

Uma pesquisa mostra que 12% das indústrias brasileiras não tinham setores de compliance em 2015. Em 2016, a quantidade de companhias sem esse departamento reduziu para 8%. Ou seja: os investimentos em boas práticas estão aumentando dia após dia.

Mas o que isso tem a ver com as auditorias de projetos? É que a retidão organizacional tem conquistado papel relevante para a sociedade, o que inclui novos investidores. Os planos que passam por verificações, portanto chegam ao mercado com mais credibilidade.

Também é um benefício o aprimoramento da qualidade dos relacionamentos entre os colaboradores. Isso porque a definição das metas e as responsabilidades pelas falhas são milimetricamente medidas pelas averiguações. Não sobra tempo nem lugar para “empurra-empurra” ou “diz que me diz”. O resultado disso é menos desentendimento e mais união.

Impedir fraudes

Um dos principais objetivos das inspeções é revelar distorções. É um aspecto espinhoso do assunto, no entanto é preciso enfrentá-lo com a seriedade que o tema exige. Afinal de contas, nenhum gestor quer imperfeições em seu planejamento, seja por omissão ou por manipulação, não é mesmo?

Esses levantamentos costumam causar certo desconforto em qualquer ambiente de trabalho. Por isso, uma das premissas da auditoria é a cordialidade e a transparência de quem investiga. As apurações são impessoais e incidem sobre fatos.

Ao separarem deslizes comuns de fraudes, as análises tornam-se mais um fator a favor do aperfeiçoamento nas relações dentro de uma companhia. Como? Elas valorizam os funcionários íntegros e honestos. A punição de um colaborador fraudulento denota que a seriedade é um valor de magnitude para a firma.

Os projetos são as armas de qualquer instituição para alcançar seus objetivos. Auditá-los nada mais é do que garantir a eficácia dos planos detalhadamente. Se eles não são bem-sucedidos em sua execução, dificilmente uma empresa vai dar o próximo passo rumo à evolução.

Essas verificações alimentam o corpo gestor com informações colhidas a partir de um olhar crítico e independente sobre os métodos. Esses balanços, no entanto, não passam por cima dos gerentes de projetos, ao contrário. O sucesso desses exames está intrinsecamente ligado à participação de todos os níveis da corporação. Por isso, as apurações têm como uma das consequências a melhora da convivência.

Os líderes, evidentemente, representam uma das principais peças da engrenagem. São eles quem vão fornecer a base de dados, os documentos necessários e as diretrizes mínimas para que a vistoria tenha seu start. O acompanhamento técnico e independente, assim sendo, só agem no sentido de beneficiar o negócio.

Viu quantos benefícios a auditoria de projetos pode trazer? E não é só isso. Organizações cujas iniciativas são auditadas sinalizam à sociedade preocupação com a governança corporativa. Por meio dela, são estreitados os laços entre sócios, conselho de administração, diretoria, órgãos de fiscalização, trabalhadores, comunidades vizinhas às sedes e clientes.

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como lidar com o fracasso

Como lidar com o fracasso de projetos?

Nem sempre estamos preparados para o fracasso de um projeto, não é mesmo? É muito difícil ver todos os esforços empreendidos tendo maus resultados. Porém, as perdas acontecem e, no mundo dos negócios, elas são até muito comuns. O segredo é saber usar os insucessos para aprender cada vez mais e superar os obstáculos.

Mas esse processo não ocorre rapidamente. É preciso aplicar diversas estratégias para enfrentar a situação. Quer saber como lidar com o fracasso em projetos? Então continue lendo!

Se permita vivenciar a frustração

Uma falha comum que as pessoas cometem é negar a frustração depois de um grande insucesso. Porém, essa é uma atitude que não ajuda a melhorar a situação. Afinal, você tem um problema nas mãos e ignorá-lo só vai piorar as coisas.

Assim, permita-se vivenciar a frustração. Acolha a gravidade da situação e observe todos os pontos do projeto que deram errado. Isso é necessário para que você tenha uma apreensão adequada da realidade. Não é efetivo negar o que aconteceu. Pelo contrário: é necessário observar o problema e receber a realidade como ela se apresenta. A frustração é parte desse processo.

Converse sobre o que aconteceu

Conversar sobre o fracasso com pessoas que não são da empresa pode ser uma boa opção. Ao dialogar com entes próximos, haverá a oportunidade de se expressar, ouvir conselhos e contar com apoio. Parentes e amigos podem oferecer um amparo importante para que você recupere as forças.

Além disso, ao ouvir outros pontos de vista, é possível enxergar coisas que antes não eram tão visíveis. Dessa forma, será possível aprender mais sobre a situação e avaliar tudo de maneira diferenciada. Isso pode ajudar na elaboração de soluções e no planejamento de estratégias de enfrentamento do problema.

Conversar com pessoas próximas pode ajudar também no alívio da culpa. Afinal, você tem responsabilidades no projeto, mas isso não significa que tudo o que aconteceu foi por sua causa. Dialogar poderá ajudá-lo a repensar sua visão da questão.

Dê um tempo do projeto

Um fracasso provoca um grande abalo em toda a equipe. Assim, não é benéfico tentar resolver os problemas de imediato, a não ser que não haja outra alternativa. Dê um tempo para si e para o time. Todos devem estar muito estressados com os maus resultados e partir para o trabalho de uma vez pode gerar efeitos ainda piores.

Agir de forma precipitada e imediatista não é uma boa ideia, porque pode provocar ainda mais problemas. Procure dar um tempo para se distrair, evitando pensar no projeto. Quando você estiver mais calmo, será possível avaliar as questões com mais clareza.

Faça uma avaliação dos fatos

É necessário revisar todas as atitudes realizadas durante a execução do projeto para identificar exatamente onde você e a equipe podem ter falhado. Não tenha medo de assumir os erros, pois, para efetuar mudanças, é preciso primeiramente reconhecer a realidade. Faça uma análise racional de todas as medidas tomadas e pontue as questões problemáticas.

É com essas observações que você poderá diagnosticar quais foram as falhas ao longo do percurso que provocaram o fracasso. Isso é importante para planejar melhorias e para a remediação das questões. Lembre-se também de que todos os participantes do trabalho fizeram o melhor que puderam dentro do que era possível. O importante agora é utilizar os erros para moldar estratégias para ações mais efetivas.

Conte com a ajuda de colegas e do networking

Ao longo dos seus anos de experiência de trabalho, você conheceu uma série de contatos no empreendimento, ajudando parceiros e fazendo várias trocas com os colegas. Agora, em um momento complicado, é possível buscar o apoio dessa rede para enfrentar o insucesso.

O networking certamente pode oferecer suporte e ajudar no planejamento de estratégias para remediar as questões. Certamente, se você fez bons laços ao longo da carreira, haverá a chance de contar com ajuda nessa hora difícil.

Parceiros que já passaram pelo mesmo tipo de situação podem saber como desenvolver soluções e como lidar com o fracasso. Além disso, o networking também pode oferecer apoio na manutenção da sua imagem no negócio, que pode ter sido um pouco prejudicada.

Faça várias tentativas

Após uma tentativa fracassada, é comum ter pensamentos de desistência. Porém, é preciso olhar para frente e fazer novas tentativas. Afinal, uma derrota não garante que as tarefas seguintes serão um insucesso.

Se houver algo do projeto que possa ser aproveitado, utilize isso para recomeçar. Em seguida, volte a planejar ações dentro do que é possível e das oportunidades que você tem. Tenha motivação para tentar novas experiências, sabendo que o que foi vivenciado foi um aprendizado e que agora é possível evitar cometer os mesmos erros.

Tente quantas vezes for necessário e não desanime. Grandes trabalhos de empreendedores começaram a partir de muitos fracassos.

Busque inovar para lidar com o fracasso em projetos

Você pode tentar uma estratégia inovadora para remediar o projeto que fracassou. É fundamental investir em propostas criativas. Para isso, é importante fazer uma avaliação racional da ideia e, se ela for aprovada, colocá-la em prática. Isso pode trazer resultados bons para o empreendimento e melhorar a sua imagem diante dos outros profissionais da empresa.

Ouvir os colaboradores também pode ser uma boa proposta, pois eles podem ter diversas alternativas construtivas para sugerir. Assim, abra espaço para os profissionais expressarem suas ideias e trazerem contribuições. Dessa forma, vocês podem desenvolver soluções em conjunto.

Lidar com o fracasso de projetos é um verdadeiro desafio, mas você pode aplicar uma série de estratégias para isso. É importante vivenciar a frustração e dar um tempo do trabalho para reorganizar suas ideias. Conversar com colegas e parentes também pode ser importante para a sua recuperação.

A partir daí, é importante avaliar os fatos racionalmente, investir em ideias inovadoras, reorganizar o trabalho da equipe e contar com a ajuda de parceiros no trabalho. Com essas atitudes, você certamente terá resultados melhores.

E então? Gostou de saber como lidar com o fracasso em empreendimentos? Confira também nosso post sobre as principais razões pelas quais os projetos dão errado!

Portfólio de gerenciamento de projetos

Veja como criar um portfólio de gerenciamento de projetos

Você sabe do que se trata um portfólio de gerenciamento de projetos? Esse tipo de coletânea reúne os projetos de uma empresa (ou de um profissional em especial), e tem por intuito mais destacado gerenciar o que foi investido neles e avaliar o resultado obtido.

Todo projeto é específico e tem um objetivo em particular, por isso o escopo e os recursos que são direcionados a cada um são variáveis. Um portfólio de gerenciamento de projetos auxiliará na criação de projetos mais eficazes. Além disso, vai associar mais apropriadamente os resultados com as metas esperadas e trazer amplo diferencial no mercado.

Então, como criar um portfólio com todos os projetos nos quais você já esteve envolvido, e que seja prático e atraente? Veja como criar um portfólio de gerenciamento de projetos!

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Não confunda projeto com processo

A confusão entre os dois termos pode ser bem comum, mas é fácil compreender as diferenças para não se atrapalhar na hora de elaborar o seu portfólio. Um projeto tem caráter temporário, normalmente com início e fim pré-definidos, além de ter um objetivo único e gerar resultados específicos.

Quando falamos de processo, entra em cena a ideia de um trabalho contínuo e bem definido. Seus resultados, por sua vez, são padronizados e não específicos. Os objetivos costumam ser atualizados periodicamente. É como se o processo precisasse estar contido no seu projeto.

Por exemplo: a elaboração e o lançamento de um novo produto. Todo o modelo de design, as etapas de criação, custos e a campanha de marketing devem estar em um projeto, com datas de início e encerramento. Por sua vez, as futuras produções daqueles produtos passam a ser processos, que se repetem.

Escolha a forma de apresentação

Você deseja que o portfólio seja digital ou impresso? A escolha será sua, mas as duas formas precisam ser bem apresentadas. Se você prefere usar o meio digital, é interessante levar um tablet com o arquivo em PDF com você para apresentá-lo.

Você pode, ainda, disponibilizá-lo online por meio de algumas plataformas. Existem sites, alguns gratuitos, onde você pode fazer upload dos seus projetos. Um bom exemplo é o Behance.

Se você prefere que seja impresso (físico), tenha cuidado com a organização. Nada de páginas soltas, o que pode complicar na hora de apresentar os seus trabalhos. Prefira agrupá-las em um álbum ou livro de couro, o que exprime seriedade e mais elegância. São os seus melhores trabalhos que estão ali.

Em um portfólio físico, dedique-se a fazer uma capa simples, com o seu nome e o título, por exemplo, “portfólio de projetos”. Evite incluir datas na capa. É adequado levar em conta que o conteúdo do seu portfólio seja atemporal.

Seja honesto na inclusão dos projetos

Pode parecer óbvio, mas para a elaboração de um bom portfólio você precisa ter material; de preferência um material real. Portfólios que incluem trabalhos não desenvolvidos por você ou sua empresa podem ser um grande “tiro no pé”. A não ser que você tenha alguma participação (mesmo que pequena), aí tudo bem. Especifique essa informação, caso contrário, não inclua esses projetos. Coloque apenas conteúdo original.

Projetos chamados “fantasma” podem até ser incluídos, mas com muita cautela. Um projeto fantasma seria aquele criado para um cliente fictício ou como proposta (não contratada) para uma grande marca. Servem para encorpar o portfólio, porém, se a sua empresa tem projetos suficientes, você não precisará deles para mostrar serviço.

Liste o conteúdo na página inicial

Uma espécie de índice pode deixar o seu portfólio mais prático. Quem tem acesso a ele pode saber os projetos que estão contidos sem precisar atravessar todo o material. Ainda que para você seja interessante mostrar tudo, quem for avaliar o material pode não dispor de tempo no momento.

Exibir um índice é uma excelente tática, que economiza tempo e consegue resumir o que você já fez. Certifique-se de que aquela referência seja informativa. Inclua o tipo do projeto e para quem foi feito.

Pense em como organizar os projetos

Os projetos trazidos no portfólio podem ser categorizados em diferentes formas. Por exemplo, por ordem cronológica, do mais antigo ao mais recente, ou vice-versa. Deve-se pensar no formato que não deixe o material confuso, especialmente no que se refere às especificidades dos projetos incluídos.

Pensando assim, talvez seja interessante organizar os projetos conforme a área de atuação. Os interesses de quem visualiza o seu portfólio são mais bem direcionados. Você pode escolher os projetos mais relevantes para você ou sua empresa, como a abertura dessas áreas de atuação. Assim, a boa impressão é captada logo nos primeiros instantes.

Não encha o portfólio com coisas irrelevantes

Nem sempre um portfólio muito grande ou cheio de informações será o melhor. Quem analisa esse tipo de material sabe muito bem identificar o que é relevante e o que pode parecer pura enrolação. Um portfólio longo pode ser cansativo.

Não existe uma regra para seu número de páginas, mas é interessante balancear. É melhor ter dois projetos excelentes do que dez projetos de mediana qualidade.

Entenda que, se for sintético e completo, com uma apresentação bonita e feito com cuidado, ele será muito mais atraente. Lembre-se que é por meio de um portfólio que sua competência para a realização dos trabalhos está sendo avaliada. Toda informação deve ser legível e precisa para não gerar dúvidas.

Tenha uma página de currículo atraente e recheada

O portfólio está bastante relacionado a você e à sua empresa, e qualquer dado relevante nesse sentido deve estar contido no material. Sua formação, as competências, localização geográfica e alguns certificados de alto gabarito não devem ser esquecidos.

Essas informações podem vir agrupadas em um infográfico, pois é algo instigante para quem lê. Mas tudo precisa ser bastante claro. Esse não é o espaço para inventar competências. Não exagere e não invente dados. Se o que for contido puder ainda ser comprovado, é melhor. Lembre-se de que a verdade sempre vem à tona.

O portfólio deve ter a sua cara

Não existe um formato específico de portfólio, honestamente cada escolha é bastante pessoal. Vale a pena que ele reflita os seus valores ou os da empresa, pois é o que fará dele único. Todas as suas habilidades e realizações trazem uma história, e ninguém melhor do que você para contá-la.

O portfólio de projetos é o seu espaço. Qual era o problema? Como você solucionou? Quais os resultados obtidos? As suas escolhas estão em jogo.

Seguindo essas dicas, certamente seu portfólio de gerenciamento de projetos será atraente e eficiente no mercado.

Para acompanhar outras soluções como as apresentadas neste post, siga-nos nas redes sociais: Facebook, Twitter, LinkedIn, Google+ e YouTube!

governança corporativa

Governança corporativa: entenda mais sobre esse conceito!

Em voga no mundo dos negócios, a governança corporativa tem deixado de ser exclusivamente dos grandes grupos. Ela vem ganhando espaço em instituições de todo porte, mas você sabe qual é o seu significado?

Segundo o Instituto Brasileiro de Governança Corporativa, trata-se de um sistema que facilita a direção, monitoração e incentivo das empresas. O que envolve sócios, conselho de administração, diretoria, órgãos de fiscalização e demais partes interessadas.

Trata-se de um conjunto de regras, calcado em princípios de fairplay, que direciona as escolhas de gestão. Mas qual é seu objetivo? Apoiar todas as etapas do gerenciamento. Ficou interessado? Então leia mais nesse post sobre as vantagens de um gerenciamento ético e equilibrado. Acompanhe!

Seja transparente com a governança corporativa

Instituições que adotam a governança corporativa conseguem ser mais transparentes, porque lisura e honestidade são fortes pilares do organograma. É bem diferente de apenas cumprir as leis e regulamentos. É mais sobre estar aberto ao diálogo, para compreender e tentar atender cada um dos stakeholders.

Assim, a organização procura saber o que pensam todos seus parceiros estratégicos, além de descobrir do que eles precisam. É feita uma investigação significativa de como se pode ajudar a saciar essas necessidades. Seja qual for a resposta, as boas práticas determinam feedbacks claros e objetivos, mesmo que esse retorno seja eventualmente negativo.

Os benefícios para companhias que apostam em posturas transparentes são bem variados. Eles vão desde a valorização da marca a longo prazo até ao aumento do faturamento. É consenso: firmas com boa reputação atraem mais capitais e investidores.

Exerça a prestação de contas de maneira eficiente

O IBGC aponta, também, diretrizes para as prestações de contas (accountability). Elas devem ser feitas de modo claro, conciso, compreensível e tempestivo. Deve-se assumir integralmente as consequências de quaisquer atos e omissões, sempre atuando-se com diligência, no âmbito de suas incumbências.

Ser transparente tem mais a ver com a pró-atividade de seu negócio ao informar os stakeholders, como vimos antes. A prestação de contas já abrange responsabilidades de maior latência. É um pilar que visa à redução das desconfianças. Assim como de qualquer eventual abuso de autoridade vinda de dirigentes, gestores ou de algum sócio.

Trate qualquer profissional de maneira igualitária

Outro alicerce da gerência ética é a equidade, ou seja, o tratamento isonômico de todas as partes envolvidas. Desde o faxineiro, o porteiro e a comunidade vizinha, chegando-se até clientes, fornecedores, diretoria e acionistas. Seguindo essas práticas consideramos direitos, deveres, motivações e expectativas de todos afetados pelo processo.

Uma das formas de garantir essa equivalência entre os participantes da rotina organizacional é conhecê-los a fundo. Mais do que implementar as regras de cima para baixo, a firma precisa criar uma cultura de governança corporativa.

Esse aprofundamento sobre quem são os partners e o que esperam dos empregadores pode ser levantado pela análise SWOT. Também contribui para a manutenção da equidade o estabelecimento de uma hierarquia nítida. Todos devem saber a quem perguntar e a quem responder.

A criação de conselhos consultivos é outra sugestão indicada pelo guia de condutas. Isso porque esses agrupamentos dão voz a profissionais diferentes e abrem portas para proposições e críticas.

Gere aumentos na responsabilidade corporativa

O código de bom comportamento orienta ainda sobre a prática da responsabilidade empresarial. Ela consiste em um dos preceitos básicos das instruções para procedimentos éticos.

Quem ocupa postos de comando deve cuidar para que a situação econômico-financeira esteja sempre saudável e produtiva. Denominados “agentes de governança”, eles têm de reduzir repercussões negativas e ampliar as positivas. Seu papel é impedir prejuízos e diminuir riscos do mercado, avaliando sazonalidades e outras peculiaridades do segmento.

Faz parte da governança corporativa, portanto, toda a superintendência institucional. Isso engloba orçamentos, pagamentos, estudos para a expansão, a busca de gargalos para produção, entre muitos outros itens.

Assim, os administradores mensuram os perigos de uma eventual transação comercial e seus potenciais retornos. No entanto, nem tudo são flores, não é mesmo? O que fazer, por exemplo, quando gestores ou acionistas não chegam a um denominador comum?

O guia da boa administração mais uma vez vem suprir essas lacunas. Ele ajuda o empresário a conciliar interesses diversos, por meio de métodos internos de resolução de disputas e diferenças.

São muitas as perdas envolvidas em iniciativas cujos administradores não se entendem. Até mesmo excelentes oportunidades de novos investimentos podem escoar pelo ralo, por causa de pequenos ou grandes desentendimentos.

Confira as principais ferramentas e como aplicar

Afinal, com que meios será possível aplicar a governança corporativa em sua empresa? Confira algumas de suas principais ferramentas e como utilizá-las.

1. Garanta uma ótima comunicação entre os sócios

Tópicos relativos aos sócios da empresa devem estar muito bem alinhados, com a governança corporativa. Não deve haver jamais qualquer desequilíbrio quanto aos propósitos do negócio, como ocorre com as “empresas de fachada”. Isso se aplica a questões patrimoniais, relativas aos bens da empresa e aos seus usos.

De tempos em tempos, deve-se agendar uma reunião societária, a fim de que todos interem-se sobre qualquer assunto profissional. O ideal é que os assuntos desses encontros sejam devidamente documentados, registrados e organizados.

2. Crie um conselho administrativo e consultivo

Outro ponto essencial da governança é a elaboração de conselhos consultivos e administrativos. Eles não podem representar empecilhos para os dirigentes, mas sim um time de mediadores-mentores na empresa. Esta equipe ajudará a manter sempre em mente e em dia os planos de estratégia do negócio.

Esse tipo de conselho monitoriza as relações da empresa perante outros stakeholders. Eles são mais ou menos como uma “ponte” unindo sócios ao restante do negócio. O modo como será composto esse conselho varia de acordo com as particularidades de cada empresa. Porém, normalmente reúnem-se cinco indivíduos para compor com equilíbrio essa equipe.

3. Invista em melhores ferramentas de controle

Aliado à criação do conselho administrativo, a governança corporativa tem de dispor de ferramentas de controle adequadas. Por exemplo: qualquer empresa precisa monitorar e acompanhar suas operações internas. Isso favorece uma produção de qualidade e prevê riscos. O setor contábil também tem que apresentar dados precisos e claros à empresa.

Deve haver ainda auditorias constantes, interna e externamente. O propósito disso é que se averigue se as atitudes corretas vêm sendo postas em prática.

4. Defina e estabeleça um bom código de conduta

Também é imprescindível que o empreendimento tenha códigos de conduta, ou melhor, normas de uso interno. Afinal, não só de regulamentos e leis externos vive uma corporação e seus colaboradores. Esses códigos complementam as leis, determinam valores, paradigmas para os comportamentos e a ética seguidos por todos ali.

Tudo isso se relaciona de forma bem profunda e íntima aos valores e culturas das empresas. Precisa ficar claro, também, que meios e canais serão utilizados quando forem necessárias as eventuais denúncias de caráter ético.

Confira o impacto ideal da governança corporativa

Podemos imaginar o que ocorre nos casos em que os gestores ou diretores das empresas aplicam demasiadas regras. Por outro lado, se não há quase restrição ou regra, o resultado também é desastroso.

Quando a governança corporativa é muito extrema, os chefes ficam inaptos a exercerem suas funções, desprovidos de autonomia. Eles permanecem “acorrentados” ao arbítrio de outros profissionais. É comum notarmos esse tipo de falha em grandes corporações ou no setor público.

Ao mesmo tempo, a governança sem força suficiente aumenta os riscos de os dirigentes agirem de maneira abusiva. Como quando atuam prioritariamente em seu próprio benefício ou de modo incompetente. É um modelo de governança frequentemente visto em empresas menores, como as startups.

A grande e desafiadora solução é achar um meio de se equilibrar a governança da melhor forma possível. É necessária muita atenção: as ferramentas de controle não podem gerar mais prejuízo do que os possíveis problemas do dia a dia corporativo. Pode-se adaptar a governança corporativa a outros aspectos administrativos, além dos organizacionais.

Todo indivíduo em uma organização precisa ter bem claro a que pessoas ele deve se reportar. Colaboradores que atuam em demasiadas áreas, de diferentes equipes, estão sujeitos a acúmulos de exigências. Isso compromete fortemente sua aptidão para entregar bons resultados.

Assim, tem de ser evidente quem é que exerce liderança diretamente sobre cada colaborador. Só assim eles poderão organizar suas tarefas e enxergar o que deve ser priorizado. Sem contar que, em casos de grandes impasses, precisa ficar claro quem é que tomará uma decisão definitiva. Pode ser um diretor, sócio, CEO, entre outros exemplos.

Valorize ainda mais a imagem dos seus negócios

Se bem realizados, os processos que explicamos exercerão forte influência positiva sobre a imagem vinculada ao seu negócio. É sem dúvida uma das formas mais eficazes de gerar maior engajamento do público com a sua marca. Com transparência e honestidade, a imagem interna e externa da empresa é elevada de maneira justa e efetiva.

Aproveite para chamar a atenção de investidores

Empreendimentos que são lembrados devido às suas boas práticas administrativas e honestidade têm mais chances de negociar com sucesso. Todos os clientes, parceiros ou mesmo os bancos enxergarão os resultados da boa governança corporativa. Mais e mais pessoas investirão em seu negócio, já que ele transmite confiança, segurança e organização.

Saiba como atrair, conquistar e reter os talentos

Considerando que se devem priorizar sempre as demandas dos stakeholders, você percebe que os colaboradores têm de ser igualmente satisfeitos? Porque, inclusive, trata-se de pessoas fundamentais a qualquer processo da empresa.

Em um sistema aplicado adequadamente, cada colaborador é devidamente valorizado. Dessa forma, você diminuirá rotatividade em sua empresa e obterá sucesso na retenção de talentos! A maneira positiva com que seu empreendimento é visto auxilia na atração dos grandes talentos. O nível de qualificação interno só tende a subir, em consequência.

Pense no sucesso de seu negócio décadas à frente

Fazer planos a respeito do futuro do empreendimento também integra as práticas da boa governança corporativa. Refletir sobre a empresa a curto prazo é ótimo. Mas planejar-se a médio e a longo prazo é igualmente importante.

Esses sistemas que abordamos ao longo do texto, se bem aplicados, tornam sua empresa mais longeva e sustentável. Afinal, enxergar possibilidades e prever eventuais quadros arriscados ficará bem mais fácil.

Conheça a verdadeira origem da nova expressão

Ainda de acordo com o IBGC, o vocábulo nasceu da própria evolução da globalização nos últimos anos do século 20. O comércio internacional se expandiu, ultrapassou fronteiras físicas e aproximou a relação comercial entre continentes. Como resultado, houve uma ruptura entre os conceitos de propriedade de uma indústria e a sua gestão.

O Instituto explica que a gênese da governança corporativa está ligada ao “conflito de agência clássico”. Nesse cenário, os dirigentes designam a outros profissionais a função de gerir seus empreendimentos. Conforme surgem vários novos proprietários, principalmente naqueles de empresas de capital aberto, aparecem choques de interesse.

A fim de superar essas divergências, foi preciso estabelecer um conjunto de regras para nortear as administrações. Dessa forma, nasce o conceito de normas adequadas de gestão.

A expressão começou a ser usada em países como Estados Unidos e Inglaterra, onde propriedades costumam ser mais diluídas. Aqui, embora haja bastante concentração de propriedade empresarial, os sócios das companhias vêm aumentando seu número.

Isso tem ocorrido nas empresas brasileiras por meio de novos acionistas e da multiplicação dos herdeiros. Desse modo, as boas práticas necessárias à coordenação forte e vigorosa estão conquistando cada vez mais espaço em território nacional.

As especificações são mais frequentemente seguidas pelas grandes indústrias. No entanto, elas podem ser aproveitadas por entidades de qualquer porte e pertencentes a todo tipo de segmento.

A competitividade fica mais refinada, assim como a capacidade de reação em situações de crise, que é aperfeiçoada. Além disso, nesse sistema todos os mecanismos acompanham duas linhas principais: a fiscalização e a motivação dos envolvidos.

A governança corporativa, portanto, é capaz de aprimorar a imagem institucional, reduzir as discórdias, apontar chances de crescimento e unir os colaboradores. Além de detectar ameaças e auxiliar no melhor aproveitamento do tempo ao se planejar, produzir e distribuir. É um aglomerado de táticas que garante que as atitudes dos dirigentes sejam compatíveis ao que é adequado à companhia.

Esperamos ter tirado todas as suas dúvidas a respeito do tema. Mas não pare por aí! Entenda agora, também, do que se trata a liderança positiva.