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Autor: Braun

gestão de equipes

A importância da tecnologia para acompanhar tarefas e gerir a equipe

De fato, a tecnologia de gestão de equipes facilita, e muito, aos gerentes a comunicação entre os membros de uma equipe, reduzindo o tempo e as despesas associados ao trabalho grupal.

As ferramentas de conferência, por exemplo, fornecem uma interação em tempo real entre os colegas de trabalho, em vez de usarem e-mails de ida e volta, que podem levar a confusão e frustração.

Enfim, hoje a tecnologia conecta pessoas em todo o mundo. E dá também aos proprietários de pequenas empresas a capacidade de gerenciar melhor os seus funcionários.

Por outro lado, embora seja verdade que ela é bastante poderosa, isso não significa que o gerenciamento de equipes e funcionários possa ser feito de forma simples. Na verdade, ele deve ser aprendido e bem planejado.

Diante disso, no post de hoje veremos, com mais detalhes, qual é a importância da tecnologia para a gestão de equipes, e ainda 8 tipos de ferramentas que podem auxiliar nesse processo. Continue lendo e confira!

Como a tecnologia potencializa a gestão de equipes?

De modo geral, a gestão de equipe deve ser alinhada em quatro dimensões cruciais: a cultura da empresa, a produtividade, as pessoas certas e a comunicação. Assim, com a tecnologia adequada em seu fluxo de trabalho diário, é possível manter todos os funcionários produtivos e conectados ao longo do dia.

Utilizando tecnologias corretas, é possível definir, priorizar e acompanhar tarefas e atividades, bem como gerir a equipe eliminando muitos conflitos de programação e erros de comunicação.

Em outras palavras, isso permite aos gestores comunicar mais facilmente a sua estratégia de negócios e criar metas mensuráveis para os funcionários, que suportarão os objetivos globais da empresa.

Também permite uma maior visibilidade, garantindo que os funcionários vejam todo contexto e compreendam melhor como os objetivos individuais se encaixam nos objetivos comerciais da empresa. Criando empregados energizados e envolvidos, aumenta-se a produtividade do negócio, como um todo.

As tecnologias de gestão de equipes ainda permitem que os gerentes rastreiem mais facilmente o progresso durante cada fase de conclusão de metas, e ofereçam reforço ou treinamento imediato para manter o desempenho e os prazos finais. Com recursos avançados de relatórios, pode-se definir ou redesenhar a estratégia.

Enfim, com todo o desenvolvimento tecnológico atual, caso não acompanhem as tendências as empresas podem ficar para trás e perder para a concorrência. E a única maneira de evitar isso é usar a tecnologia certa.

Vejamos agora, então, 8 tipos de tecnologias que auxiliam a gestão de equipes a otimizar a produtividade e a comunicação:

1. Mensagens instantâneas

Para que a comunicação flua, a equipe pode utilizar uma plataforma de serviço de bate-papo. Esse será um lugar para discutir assuntos comerciais sérios, mas também para interagir com os colegas de equipe.

2. Ferramentas de relatórios

As ferramentas de relatórios de status da equipe ajudam a equipe a colaborar e obter uma visão geral rápida sobre o que qualquer um está trabalhando atualmente, e o que ainda precisa ser atendido.

Além disso, elas são úteis para empresas que têm funcionários trabalhando em tempo parcial, que não estão online todos os dias da semana. Os relatórios de status lhes darão uma visão clara do que aconteceu enquanto estavam ausentes.

3. Software de Gerenciamento de Projetos

Pode-se aprimorar a capacidade da equipe de monitorar e rastrear um projeto à medida que ele avança usando o software de gerenciamento de projetos.

Dependendo do programa selecionado, é possível inserir estimativas, orçamentos, agendamentos e outros aspectos do processo. E diferentes membros da equipe podem atualizar suas áreas específicas no software, permitindo que todos vejam as mudanças que o projeto progride.

Geralmente, esses programas vêm com um componente de calendário para ajudar a manter os projetos em trilha.

4. Videoconferência

Outra ferramenta útil para reuniões em grupo é a videoconferência. Usando plataformas públicas ou privadas, ela permite que as pessoas se vejam durante uma chamada em grupo. Isso permite que um funcionário ou gestor faça apresentações visuais, compartilhe gráficos, amostras de produtos e outras informações.

A videoconferência pode economizar em custos de viagens e acomodações, bem como perda de produtividade quando os trabalhadores viajam.

5. Computação em nuvem

Grosso modo, a utilização de uma plataforma de computação em nuvem permite aos membros da equipe acessar uma central de dados e documentos de forma fácil e simples, e de qualquer lugar

As informações e dados são hospedados em uma área segura da Web — que exige uma senha para ser acessada —, podendo ser sincronizados em diferentes meios de acesso, como computador, telefone, conta online, entre outros.

6. Webinars

Outro método para realizar uma reunião em grupo é o webinar, que permite aos participantes ouvir e acompanhar uma apresentação usando o seu navegador da Internet. Alguns webinars permitem a comunicação de áudio, enquanto outros oferecem mensagens de texto em tempo real.

7. Telefones em nuvem

Por ser baseado na nuvem, esse sistema de telefonia comercial exige pouco hardware (além dos próprios telefones).

Dessa forma, não há a necessidade de se preocupar com a compra, a manutenção e a atualização de equipamentos, ou mesmo com o software (como acontece, por exemplo, com uma central telefônica PABX).

8. Compartilhamento de tela

Esta ferramenta é excelente quando se tem pessoas de diferentes escritórios que precisam colaborar em um mesmo projeto. Com o compartilhamento de tela, o usuário pode mostrar à outra parte o que está vendo e fazendo em seu monitor.

Em outras palavras, é como se uma pessoa estivesse olhando diretamente para a tela da outra, observando cada movimento. E o interessante é a possibilidade de entregar os seus controles para a outra parte, para que ela possa mostrar como algo é feito ou trabalhar em conjunto com você.

Enfim, a oportunidade de explorar um mercado global de profissionais nunca foi mais possível no mundo em que vivemos.

São mesmo várias as tecnologias à disposição, portanto, para construir um negócio bem-sucedido em uma economia de escassez de talentos, a gestão de equipes deve treinar e proporcionar as melhores ferramentas de trabalho para seus membros.

Então gostou deste post? Agora, se quiser saber como melhorar o alinhamento do seu negócio e o desempenho das pessoas para gerar resultados inovadores na sua gestão de equipes, entre em contato conosco!

Expansão de Negócios

Como a gestão de projetos ajuda na expansão da empresa

A expansão de negócios é um dos principais objetivos de boa parte dos empreendimentos. Sendo concretizada, corretamente, garante mais faturamento, maior segurança e um desempenho otimizado.

Por ser tão importante, exige uma atenção ampla e que precisa ser muito bem estruturada. Nesse sentido, a gestão de projetos é de grande ajuda. Além de ser usada externamente para atender melhor aos clientes, por exemplo, ela também pode ser empregada internamente com êxito.

Para entender como ela ajuda, continue lendo e entenda o papel desse elemento no sucesso.

Afinal, para que serve a gestão de projetos?

A gestão de projetos inclui metodologias de planejamento e acompanhamento de execução de vários processos. O objetivo principal é concluir um projeto dentro do prazo e do orçamento, oferecendo qualidade e os efeitos desejados.

Ou seja, ela é uma forma de controle para gerar economia, evitar desperdícios e garantir o máximo de atenção ao que é realmente importante. Sem ela, é muito comum que o escopo passe por várias modificações e que o resultado não seja nem sequer parecido com o que era originalmente esperado.

Graças a todas essas características, a gestão gera o melhor aproveitamento de recursos técnicos, financeiros e intelectuais da equipe responsável.

Qual a relação com a expansão de negócios?

Mas o que isso tem a ver com o crescimento do seu empreendimento e a conquista de novos patamares? É simples: a ampliação é um dos maiores projetos que a empresa pode executar e, como tal, precisa do acompanhamento certo.

Imagine abrir uma filial, tornar-se uma franqueadora ou ampliar a capacidade de atendimento do negócio, sem qualquer direcionamento. As chances de essa tarefa consumir mais recursos do que o desejado sem oferecer o resultado certo são imensas.

Por outro lado, com uma boa metodologia de ação é possível garantir que todos chegarão ao efeito esperado: um estabelecimento maior, mais robusto e com capacidade aumentada. Ou seja, para ter sucesso na expansão, recorrer à gestão de projetos é especialmente importante do ponto de vista da segurança e da confiabilidade.

Quais são os principais métodos de gerenciamento?

Dependendo do tamanho, do tipo e dos objetivos do escopo, ações diferentes devem ser executadas. É nesse sentido que surgem as várias metodologias de gestão de projetos. Conhecê-las é o primeiro e mais relevante passo para selecionar a mais adequada para o empreendimento. Assim, os principais métodos utilizados incluem:

Scrum

Trata-se de uma metodologia ágil que divide o projeto em ciclos, conhecidos como Sprints. Essas tarefas menores são incrementais, ou seja, acumulam-se e são avaliadas conforme tudo ainda está acontecendo.

As reuniões são curtas e diárias, de modo a alinhar o que foi feito e o que será realizado no dia seguinte. No processo de expansão, ela pode ser executada na avaliação de riscos ou até na implementação de um novo espaço, por exemplo.

Project Management Body of Knowledge (PMBOK)

Não se trata de uma metodologia consolidada mas, sim, de um conjunto de conhecimentos, práticas e padrões. Essa bibliografia forma uma espécie de manual com as ações que devem ser executadas para conseguir os resultados desejados.

É uma ótima opção para lidar com riscos, recursos humanos e comunicação, por exemplo, gerando uma visão completa sobre toda a etapa de expansão dos negócios.

Projects In a Controlled Environment (PRINCE2)

Também é um padrão de gerenciamento de projetos que é facilmente adaptável às diferentes necessidades. Especialmente útil para tratar de desvios do plano, favorece uma tomada de decisão que se adapta mais facilmente.

É muito indicado diante da necessidade de criar um canal de comunicação robusto, além de acompanhar os progressos das ações com máximo de controle e de confiabilidade.

Kanban

Essa é outra metodologia ágil e de grande visualização e acompanhamento. Entretanto, tende a funcionar melhor com etapas menores do projeto de ampliação, como a análise inicial da viabilidade ou a elaboração do planejamento estratégico para consolidar o aumento do empreendimento.

Nele, há uma divisão em colunas que indicam o status de uma tarefa. Pode ser o caso de criar colunas como “A executar”, “Sendo executadas” e “Finalizadas”. Conforme há a evolução de um processo, o cartão muda de posição entre os espaços.

Ela garante visibilidade sobre o que falta ser executado e o que está pronto, melhorando a comunicação e o acesso à informação.

Como a metodologia de gestão é implementada?

Além dessas citadas, há várias outras metodologias que podem ser aplicadas com sucesso, dependendo das características da expansão. Independentemente da escolha, a implementação precisa ser feita corretamente. Isso significa, em primeiro lugar, selecionar quem serão os responsáveis por gerenciar os processos e a forma como ocorrerá a divisão de tarefas.

Também é importante fortalecer a comunicação e garantir que todos reconheçam os objetivos e as maneiras de executar as etapas. Todos devem estar em equilíbrio com os pontos da metodologia, de modo que ela possa ser executada.

Para tornar tudo mais fácil, é altamente recomendado empregar a tecnologia. Por meio de um software de gestão de projetos, é possível garantir que a ampliação comercial aconteça de um jeito estruturado e com um excelente gerenciamento. Além disso, ela permite melhor avaliação dos riscos, o que é totalmente fundamental para evitar imprevistos catastróficos no futuro.

Todas as ações precisam ser padronizadas, gerando maior facilidade na hora de acompanhar os resultados. No caso de ser necessário tomar decisões não previstas no escopo, os critérios devem estar bem definidos. Se houver alterações, todos os envolvidos devem ser comunicados para que a metodologia não saia perdendo.

Além de tudo, é indispensável definir métricas e indicadores de desempenho. Por meio de sua medição, é viável identificar quais pontos estão divergentes em relação ao escopo, por exemplo. Ou seja, a implementação é um processo contínuo, que envolve acompanhamento e alinhamento de resultados de modo que o efeito obtido seja o de empresa expandida e robusta.

Graças a uma boa gestão de projetos, a expansão de negócios acontece da maneira certa, com os custos e prazos controlados. Assim, são duas ações que se relacionam diretamente para o sucesso do empreendimento.

Agora que você já sabe o que é importante sobre a gestão de projetos, que tal compartilhar o post e contribuir para que sua rede de contatos também fique bem-informada sobre o assunto?

reuniões de trabalho

Aprenda o que NÃO fazer em reuniões de trabalho! 5 erros para evitar a todo custo

As reuniões de trabalho representam uma boa oportunidade para qualquer funcionário. Você precisa demonstrar preparo, controle da situação e se portar de forma satisfatória para tornar o momento produtivo e também promover o seu desempenho.

É necessário preocupar-se com a própria aparência, com a pontualidade e saber se comunicar bem. Desse modo, vai ser mais fácil conduzir uma apresentação de resultados ou de projetos com mais segurança.

Para que a reunião seja impecável e surpreenda a todos positivamente, você precisa saber o que não deve fazer e como não se comportar.

Nesse sentido, listamos 6 erros que precisam ser evitados a todo custo, com algumas dicas que vão lhe ajudar a se esquivar de cada um deles com sucesso. Será que você comete alguma das falhas? Confira!

1. Não se preparar

Reuniões sem pautas são pouco produtivas. Compartilhe o assunto com os demais participantes antes da reunião. Tenha em mente o que será discutido e quais serão as linhas de raciocínio que objetiva alcançar nos temas propostos.

A pauta é um planejamento do conteúdo a ser tratado tópico a tópico. Ela também vai guiar você durante as abordagens, além de ajudar a gerenciar o tempo e como direcionar cada discussão.

Organize os tópicos considerando o contexto entre eles ou a ordem de importância. Elabore bem a pauta e não esqueça de citar qualquer ponto relevante que possa ser levado para a ocasião.

Isso vai permitir que você consiga conduzir ou participar de uma reunião de forma proveitosa.

2. Não manter o foco da reunião

Não permita que a reunião perca o rumo. É comum que o assunto foco se emende a outros temas diversos. Desse jeito, por mais que tudo esteja preparado, a reunião perde o sentido. A devida reflexão não é atingida. Então, evite a dispersão na equipe.

O tempo estimado para a conclusão é crucial para que o momento seja produtivo e satisfatório. É necessário otimizar as discussões, tornando-as úteis e focadas no tema previamente definido.

Tenha o controle das discussões, afinal, as pessoas pararam as suas tarefas cotidianas para discutir e refletir sobre assuntos realmente importantes.

3. Não participar efetivamente

É importante posicionar-se sobre os pontos que forem abordados. Manter-se isento das discussões importantes e da tomada de decisões pode desapontar os demais gestores ou participantes da reunião. Isso vai fazer com que você pareça desinteressado ou pouco engajado nos assuntos da empresa.

Se você se preparar para a reunião e planejar o que será apresentado, como já dissemos acima, poderá discutir com mais propriedade sobre os assuntos abordados e demonstrar-se mais contributivo ao momento.

4. Não ser receptivo

Interromper os colegas ou não permitir que eles participem por igual na reunião é uma forma de se apresentar como autoritário e intolerante à opinião alheia. As pessoas precisam sentir-se importantes e se fazerem necessárias nas discussões.

Todos fazem parte de um conjunto: a empresa. Logo, se foram convocados à reunião, têm total dever de participarem e o direito de expor opiniões.

O autoritarismo pode aparecer também se você fizer questão de impor todas as regras. Evite conduzir a reunião de forma com que o convidado ou o colega de trabalho não tenha opção de contra-argumentar.

Exponha suas sugestões e aguarde que os colegas também exponham as suas pelo próprio ponto de vista. Caso contrário, não seria necessário convocar uma reunião. Respeite o tom de cada pessoa e procure desenvolver juntos a decisão final.

5. Não se portar bem

O comportamento é o conjunto de várias ações. Algumas delas podem ser consideradas como desleixo com o trabalho. São alguns exemplos:

  • atraso;
  • excesso de piadas e brincadeiras;
  • arrogância;
  • usar o telefone;
  • não respeitar a hierarquia;
  • não ter materiais para anotar os tópicos definidos.

Esses exemplos de conduta indesejável comprometem a qualidade da reunião e a sua credibilidade enquanto profissional. Lembre-se de que você está em um ambiente institucional. Então, esteja atento às normas da empresa, bem como às expectativas dela sobre você.

Demonstrar mau comportamento em uma reunião empresarial expõe uma imagem de total desinteresse aos assuntos da empresa.

Seja pontual, tenha atenção ao que é dito, não contribua para a dispersão, respeite as hierarquias e demonstre compromisso ao que for tratado, contribuindo com soluções para cada problema, mesmo que posteriormente.

6. Não apresentar planos de ação

Em uma reunião, o que se espera são soluções ou meios para se chegar a elas. Por isso, ao fim da apresentação, mostre quais são os seus planos de ação para melhoria de resultados e alinhe com os demais integrantes da equipe.

Não levar uma proposta de intervenção pode dar a impressão de que você não refletiu sobre o problema, não se importa em solucionar ou não entende a situação de fato. Por isso, não deixe de apresentar soluções durante as reuniões de trabalho.

Pense sempre no que pode ser feito para que você consiga reverter possíveis resultados que precisam evoluir, como, por exemplo, os gargalos na produção.

Por que devo me preocupar tanto com esses erros?

É comum algumas pessoas não darem a devida importância aos erros mencionados. O motivo pode estar relacionado a banalização dessas falhas ou pela não consideração do que elas representam para a sua imagem.

Essa é outra falha grave. Garantir que a reunião não tenha os erros acima vai fazer com que ela seja mais produtiva, assertiva e, de fato, imprima soluções. Além disso, também apresentará você como um profissional focado, dedicado e atento às causas da empresa e à sua função enquanto colaborador.

Cuidar para que esses erros não aconteçam é uma forma sutil de demonstrar-se preparado para assumir projetos e ter ainda mais responsabilidades, acompanhadas de reconhecimento profissional.

Como deixar a minha reunião mais produtiva?

Sente-se mais preparado para começar aquela reunião para a qual você estava tão ansioso? Agora que você já sabe os 6 principais erros a serem evitados nas reuniões de trabalho, leia o nosso artigo, que vai ensinar como deixar a reunião ainda mais produtiva.

Dessa forma, você estará ainda mais preparado para conduzir e participar das tão importantes reuniões de trabalho.

 

portfólio de gerenciamento de projetos

Portfólios de projetos: como gerir e priorizar?

Profissionais que utilizam muito a criatividade e a capacidade de autogestão costumam passar por um processo completamente diferente para serem contratados. Nem sempre é possível confirmar suas capacidades com base em diplomas, havendo mais valor na experiência. Por isso, um portfólio de gerenciamento de projetos demanda bastante tempo para ser elaborado.

Assim como um designer, um gerente de projetos só pode atestar a própria habilidade com base no que faz. Assim, um portfólio — documento sobre as suas experiências profissionais e projetos já concluídos — é uma forma prática de se apresentar. Mas, para que ele seja útil, você deve saber como montá-lo.

Para te ajudar com essa tarefa, trouxemos aqui algumas dicas para montar um portfólio de gerenciamento de projetos mais atrativo. Confira:

1. Escolha um portfólio físico ou digital

A menos que haja alguma limitação técnica, a escolha é sua. Porém, você deve tomar algumas atitudes em cada caso. Primeiro, um portfólio físico deve sempre vir com alguma encadernação que facilite a leitura. Caso contrário, você terá muita dificuldade para apresentá-lo.

Um modelo digital é mais prático, podendo ser feito em PDF ou em uma plataforma digital. Inclusive, você pode conectar um aparelho móvel, como um tablet, a um projetor ou tela maior durante uma entrevista, facilitando a exibição. Isso tornará o processo mais dinâmico, simples e eficiente — qualidades que você deseja transmitir.

2. Inclua guias e índices

Dependendo da experiência do profissional, o portfólio de gerenciamento de projetos pode se tornar inevitavelmente extenso. Para conseguir manter o nível de qualidade desejado e ainda alguma praticidade, o melhor a fazer é colocar um índice com os conteúdos a serem abordados. Isso te permite buscar diretamente uma informação solicitada no meio de uma entrevista, por exemplo.

Além de facilitar a navegação, essa lista por si só já contribui com a sua apresentação. Dentro do capítulo “principais experiências profissionais”, você já pode mostrar o número de projetos em que trabalhou e as funções que ocupou. Isso sem necessitar de uma análise mais aprofundada. O mesmo vale para conteúdos como “qualidades profissionais” e “formações acadêmicas”.

3. Foque as qualidades que você sabe que possui

Um erro comum ao desenvolver portfólios e currículos é dar grande enfoque em dados e qualidades que não são exatamente relevantes. Pontualidade e integridade, por exemplo, são obrigações de todo profissional, não diferenciais de carreira. Dependendo de quem ler o conteúdo, listar qualidades desse tipo pode ser um ponto negativo na sua avaliação.

Da mesma forma, muitos acabam apenas listando as qualidades mais exaltadas daquela carreira, independentemente de possuí-las ou não. Por exemplo, dizer que você “pensa fora da caixa” é algo difícil de confirmar no dia a dia, pois é uma qualidade abstrata. Se você baseia essa afirmação em uma ou duas ideias criativas que teve em projetos, vale mais a pena deixar que os exemplos falem por si.

4. Não crie um portfólio sobre algo além de você

Outro erro (esse não tão drástico) é começar a apoiar seu portfólio no trabalho de outras pessoas. Isto é, sem tentar assumir a responsabilidade, mas apenas se colocando ao lado delas. Por exemplo, mencionar que teve uma experiência com algum outro gerente mais experiente e conhecido, mas não saber explicar como essa vivência acrescentou em suas capacidades.

Releia o conteúdo e sempre se pergunte “como esse trecho demonstra minhas qualidades enquanto profissional”. Se não houver uma resposta clara, pode ser melhor excluí-lo, evitando poluir o documento com informações irrelevantes.

5. Faça dele uma parte ativa da sua apresentação

Quando bem usados, os portfólios de gestão de projetos podem contribuir bastante para uma entrevista, por exemplo. Afinal, todos os pontos mais importantes da sua carreira e suas conquistas já estão listados lá. Se o seu futuro contratante pedir uma informação específica sobre suas especialidades, por exemplo, você pode ir ao índice e encontrar o que ele busca rapidamente.

Em alguns casos, o conteúdo pode estar organizado já da forma que você pretende apresentá-lo. Por exemplo, ele pode já abrir com uma apresentação da sua história, filosofia de vida e objetivos, seguindo para suas formações e depois suas principais experiências profissionais. Isso te ajudará a organizar o pensamento mais facilmente.

6. Evite incluir projetos incompletos ou muito informais

Quando você está tentando promover a própria imagem, não é recomendável colocar o foco em seus erros. Afinal, você quer que todos notem suas melhores qualidades antes. Por isso, se você já teve muitos projetos sem conclusão ou que foram feitos informalmente, pode ser melhor excluí-los do seu portfólio.

Se você já tem uma carreira mais longa, pode ser que até seus projetos considerados “medianos” já estejam acumulando muito espaço. Nesse momento, você precisa filtrar aqueles que mais favorecem a sua imagem. De forma geral, todos devem seguir um padrão de qualidade, o mesmo que você propõe entregar aos seus contratantes.

7. Mas NÃO exclua TODAS as suas falhas

Diante do que acabamos de falar, é bom lembrar que a capacidade de aprender com os seus erros possui alto valor em qualquer contexto. Por isso, se você se recorda de um projeto em que cometeu algum deslize, grande ou pequeno, e que te ensinou algo valioso, vale a pena incluir essa experiência em portfólio de gerenciamento de projetos.

Apenas lembre-se de incluir uma análise desse erro durante o relato, não apenas o fato de ter errado. Se possível, apresente logo em seguida um projeto em que esse aprendizado lhe foi útil e você já terá mostrado por completo como é capaz de transformar um contexto negativo em algo positivo.

8. Use o design a seu favor

Por fim, você tem bastante a ganhar trabalhando o visual do portfólio. Não é necessário seguir o mesmo nível de um artista gráfico ou designer, que precisa trabalhar com o visual. Ainda assim, organização, diagramação e algumas imagens de reforço podem fazer uma grande diferença na forma como as pessoas perceberão você por meio desse documento.

Com essas dicas, você já está muito mais preparado para criar um excelente portfólio de gerenciamento de projetos. Acha que mais pessoas podem aproveitar essas informações? Então, compartilhe este artigo em suas redes sociais e mostre como um portfólio pode contribuir com sua carreira.

 

Projetos de expansão

Como conseguir recurso para realização de projetos de expansão ?

Quando uma empresa consegue se estabelecer no segmento em que atua, é natural que comece a desenvolver projetos de expansão em busca de novos mercados e clientes. No entanto, para que isso seja possível, é necessário dispor de um bom capital de giro.

Não há dúvidas de que um processo de expansão empresarial demanda investimentos, mas isso pode se tornar um obstáculo para muitos empreendimentos. Em alguns casos, existe uma boa ideia e o negócio está preparado para dar esse passo, mas lhe faltam recursos suficientes.

Apesar de parecer um problema de difícil solução, no post de hoje mostraremos que é possível conseguir recursos para a concretização desse projeto. Conforme você verá, seguindo alguns passos e adotando certas estratégias, sua empresa conseguirá transpor essa barreira.

Ficou curioso? Continue a leitura e confira 7 dicas infalíveis!

  1. Elabore um bom projeto de expansão

Caso sua empresa ainda não tenha projetos de expansão, ou seja, está apenas estudando a possibilidade de ampliar sua atuação, é imprescindível que essa ideia seja colocada no papel por meio de um planejamento completo e minucioso.

Frisa-se que o planejamento é o segredo para o sucesso das grandes empresas do mercado. Qualquer que seja o passo a ser dado por um negócio, ele deve ser corretamente planejado, pois isso reduz as chances de erros e estabelece as fases e os passos a serem seguidos para que se alcance o objetivo traçado.

  1. Compreenda todos os pontos do seu projeto

Partindo da premissa de que você já elaborou o seu projeto de expansão, é imprescindível dominar todos os pontos ali existentes.

Tenha em mente que quando se apresenta um projeto em busca de capital, espera-se que você seja questionado sobre ele. Se você conhecer a fundo o projeto, estará mais preparado e, consequentemente, mais seguro.

Coloque-se no lugar do investidor e lembre-se de que ele só colocaria dinheiro em algo que lhe transmitisse segurança. Por isso, procure simplificar termos técnicos e elabore boas respostas para prováveis questionamentos.

  1. Dê ênfase às vantagens de seu projeto

Tão importante quanto ter uma boa ideia e fazer um bom planejamento, é saber destacar seus benefícios e diferenciais. Desse modo, deixe claro todas as vantagens a serem experimentadas pelos colaboradores e enfatize o quanto eles são importantes para a concretização desse plano.

Fique atento ao fato de que nem sempre haverá um benefício direto ao investidor, o que não significa que não há vantagens a serem destacadas. Assim, por exemplo, ele poderá ser beneficiado com a boa imagem da empresa que receberá o investimento e, com isso, ganhará credibilidade no mercado.

Ademais, é oportuno relembrar que, sempre que se investe na expansão de uma empresa, contribui-se com o desenvolvimento da sociedade e do país como um todo.

  1. Pense em algo sustentável

A sustentabilidade é a palavra do momento. Não importa o seu segmento de atuação, o porte da sua empresa ou o tamanho do projeto, pois o seu plano de expansão terá muito mais credibilidade se contar com noções de sustentabilidade e responsabilidade ambiental.

Em outras palavras, quanto mais sustentável for a sua ideia, mais chances de conseguir investidores ela terá. Essa tendência de mercado é cada vez mais uma realidade, afinal, todo negócio gosta de ver seu nome ao lado de projetos que beneficiam o planeta.

Por outro lado, tome cuidado para não propor algo que não possa ser cumprido. Assim como os consumidores contemporâneos, os investidores não toleram mentiras em busca de dinheiro.

  1. Defina o capital de que você precisa

Como buscar capital sem saber de quanto você realmente precisa? É fundamental que seu projeto deixe claro todos os custos necessários para tirar sua ideia do papel e expandir a empresa com sucesso.

Por isso, mostre aos possíveis investidores os gastos indispensáveis e tenha um orçamento racional e eficiente. Lembre-se de que um projeto que determina recursos abaixo ou acima do necessário pode inviabilizar o processo e até afastar bons colaboradores.

  1. Vá em busca de um empréstimo coletivo

Você já conhece a modalidade de empréstimo coletivo? Trata-se de uma alternativa aos empréstimos bancários — mais caros e burocráticos. Essa modalidade inovadora tem como proposta exatamente auxiliar empresas a expandirem suas atividades de maneira saudável.

peer to peer lending, como também é chamado, tem possibilitado que inúmeros empreendimentos cresçam e alcancem o sucesso. A ideia e o processo são mais simplificados, pois, por meio de uma plataforma, vários investidores podem selecionar os projetos que merecem sua atenção e seu apoio.

Portanto, estude essa possibilidade e pesquise por uma plataforma séria, completa e que contribua com o sucesso dos seus objetivos.

  1. Aperfeiçoe sua ideia

Ter um projeto não aprovado não quer dizer que ele não mereça ser levado adiante. Na verdade, quando isso ocorre, quase sempre uma ideia precisa ser aperfeiçoada e, para isso, você deve aprender com as críticas e opiniões de cada um dos possíveis investidores.

É preciso ter tranquilidade para ouvir críticas e aceitar sugestões que possam contribuir com o aperfeiçoamento do projeto.

Outra dica é fazer uma autoavaliação, identificando com atenção aquilo que pode ser mudado em suas próximas apresentações. Talvez uma mudança de linguagem, a exposição de outros detalhes ou um maior embasamento sejam o que faltava para conseguir esse capital.

Conforme você percebeu, a captação de recursos para a execução de projetos de expansão é uma estratégia inteligente. No entanto, para que isso seja possível, é necessário que o planejamento seja eficaz e detalhado. Estamos certos de que todas as dicas aqui apresentadas contribuirão significativamente com o alcance dos seus objetivos, ajudando você a convencer bons investidores a apostarem na sua empresa e na sua ideia.

O que achou do post de hoje? Está planejando uma expansão em seu negócio e ainda tem dúvidas de como conseguir o capital necessário para concretizar essa meta? Participe dessa discussão e deixe seu comentário logo abaixo!

*sobre a Biva

Biva é a primeira plataforma de empréstimo coletivo no Brasil (ou empréstimo entre pessoas, peer-to-peer lending). Pequenos e médios empreendedores podem pedir empréstimos pela plataforma e, se aprovados, seus pedidos são veiculados na plataforma (marketplace) que os conecta com investidores que buscam um rendimento melhor do que o dos bancos ou outras alternativas de mercado (renda fixa que chega a 25% a.a. ou 220% do CDI). A Biva trabalha com empréstimos de R$ 3 mil a R$ 500 mil, e com prazos de 6, 12, 18 e 24 meses e taxas de juros de 1,7% a 6.3% ao mês. Tudo online, rápido e sem burocracia.

gestão de projetos na construção civil

Saiba como garantir a eficiência da gestão de projetos na construção civil

A gestão de projetos na construção civil não é uma tarefa fácil, isto é, deve-se considerar uma série de variáveis para garantir a eficiência. Caso contrário, é possível que se perca competitividade e que os objetivos inicialmente definidos não sejam alcançados.

Imagine a reforma de uma casa: há uma data para iniciar e também uma previsão de término. Porém, ao longo desse período, uma série de adversidades devem ser vencidas. É possível citar: a desmotivação dos operários, a falta de recursos ou até a mudança de escopo do produto.

Pensando em tudo isso, criamos um guia para você. Hoje, será possível entender como garantir a eficiência da gestão de projetos na construção civil, com dicas práticas e eficazes. Continue lendo e fique por dentro do assunto. Boa leitura!

Conheça o ciclo de vida do projeto

O que diferencia um projeto de processos rotineiros é justamente sua temporalidade, isto é, todo projeto apresenta: início, meio e fim. Conhecer essas partes ajuda a gerenciá-las com maior qualidade, bem como antecipar problemas que possam surgir.

Imagine novamente a reforma da casa, há etapas de: alinhamento de ideias, contratação de serviços, aquisição de materiais e reforma interna. De forma genérica, é possível dividir todo projeto em cinco grupos principais de fases. Veja:

  1. iniciação: avaliação da viabilidade e assinatura do termo de abertura;
  2. planejamento: definição de objetivos mais específicos e plano para alcançá-los;
  3. execução: alocação de pessoas e recursos para atingir o escopo;
  4. monitoramento e controle: avaliação contínua dos resultados alcançados;
  5. finalização: encerramento e aceitação da obra.

Cada um desses grupos deve ser exercido com maestria para que se tenha eficiência na gestão do projeto. É preciso considerar que os custos de correção sofrem aumento de cerca de 10 vezes mais de uma fase para outra, então, é preciso ter atenção desde o início.

Desenvolva uma equipe completa e eficaz

A equipe de trabalho influencia diretamente no sucesso do projeto. Isso porque ela estará envolvida em cada uma das etapas e será responsável pelas principais entregas da obra. Então é preciso contar com operários eficientes e motivados.

Nesse sentido, é interessante conhecer o modelo de Tuckman, uma ferramenta que mostra o ciclo de vida de uma equipe. Para ele, toda equipe começa com a formação, passa pela integração, chega na alta performance e, no fim do projeto, é dissolvida.

É importante destacar que todo gestor de projetos na construção civil, seja um engenheiro ou arquiteto, também é um gestor de pessoas. Por essa razão, deve saber integrar equipes, bem como manter seus participantes alinhados e motivados no decorrer do trabalho.

Conheça os stakeholders do projeto

Todo projeto depende do consentimento e aprovação de diversas pessoas, e não apenas dos clientes e funcionários envolvidos. Esse grupo de interesse é chamado de stakeholder, e deve ser sempre considerado para que não haja aborrecimentos ao longo do projeto.

Como exemplo, é possível destacar:

  • clientes;
  • patrocinadores (financiadores do projeto);
  • gerente do projeto;
  • equipe do projeto;
  • sociedade em geral;
  • órgãos reguladores.

É realmente importante conhecer os interesses das partes interessadas no projeto, porque, muitas vezes, eles são conflitantes e podem gerar resistência ao que está sendo feito. Isso resulta em atrasos e até no cancelamento da obra, em casos mais extremos.

Defina objetivos claros e inteligentes para a equipe

Os objetivos representam entregas que devem ser feitas ou, ainda, resultados que precisam ser conquistados. Ao defini-los, é possível manter toda a equipe mais alinhada, engajada e comprometida com os resultados. Para tanto, um importante padrão é o SMART.

Todo objetivo deve ser/ter:

  • specific (específico);
  • measurable (mensurável);
  • attainable (alcançável);
  • relevant (relevante);
  • time-based (com prazo certo).

Assim, o objetivo de um projeto não é apenas “construir um hospital”. É, na verdade, “construir o hospital Madre Tereza, com um total de 15.000 m², no valor de R$ 200 mil, a ser entregue no dia em 06 de abril de 2019”. Então nunca esqueça de desenvolver objetivos SMART.

Facilite o processo interno de comunicação

O diálogo com os stakeholders e, especialmente, com os operários é um dos fatores mais importantes para a eficiência na gestão de projetos. A falta de comunicação resulta em erros operacionais, conflitos e até acidentes no canteiro de obra.

Dentre os principais elementos da comunicação, é preciso considerar:

  • emissor: quem emite a mensagem;
  • receptor: quem recebe a mensagem, sua audiência;
  • mensagem: aquilo que é comunicado;
  • código: maneira como a mensagem se organiza;
  • veículo (ou canal): meio usado para circular a mensagem.

A adequada comunicação também depende da implementação de canais que facilitem o percurso da mensagem, assim, os ruídos serão eliminados. Como exemplo de canais, é possível destacar: sistemas de gestão de projetos, aplicativos mobile e murais de recados.

Monte um cronograma e subdivida as entregas

Como já dito, um projeto é composto por diversas partes. A reforma da casa depende da colocação dos azulejos, da restauração da parte hidráulica e da pintura dos cômodos. Cada uma dessas partes deve ser devidamente pontuada, definindo-se prazos e padrões de qualidade.

Para tanto, é preciso fazer uso da Estrutura Analítica de Projetos (EAP), também chamada de Work Breakdown Structure. Sua estrutura é representa por um gráfico com atividades e subatividades a serem realizadas ao longo de determinado período.

Para ficar mais claro, a EAP define o que deve ser entregue e faz sua dissolução em pequenos pacotes de trabalho. Ela favorece uma visão estruturada para o gestor do projeto e os demais stakeholders, facilitando o alinhamento e a pontualidade nas entregas.

Conte com um bom sistema de gestão de projetos

A adequada gestão de projetos na construção civil depende de sincronia entre diversos recursos, pessoas, processos, prazos, normas e padrões de qualidade. Para que essa demanda seja atendida, é indispensável contar com a ajuda da tecnologia.

Por exemplo, um bom sistema de gestão de projetos auxilia na comunicação com a equipe, na definição dos objetivos e responsáveis, na mensuração da produtividade e na alocação dos recursos. Assim, é possível mitigar os riscos e alcançar as conquistas inicialmente definidas.

Veja, todas são dicas importantes! Aproveite para aplicá-las no planejamento e execução das suas obras, assim, será possível atuar de forma mais estratégica. Todo projeto, por menor que seja, depende de atenção e do comprometimento, então, aplique as dicas aqui citadas.

Gostou do conteúdo? Está pronto para otimizar sua gestão de projetos na construção civil? Agora, aproveite para deixar seu comentário. Compartilhe suas dúvidas ou sugestões!

gestão de projetos

Certificações para Gestão de Projetos são importantes? Quais são necessárias?

A gestão de projetos faz parte da realidade corporativa desde a década de 90, porém só nos últimos anos as empresas brasileiras consideraram sua implantação.

Um dos requisitos essenciais na contratação de um gerente de projetos é ter certificações. Por mais que elas não determinem a qualidade desse ou daquele profissional, acabam apresentando forte peso numa seleção e até no reconhecimento dentro da empresa.

E qual é a importância das certificações na gestão de projetos? Quais as mais relevantes? As respostas para essas e outras perguntas você vai encontrar neste artigo. Acompanhe!

Qual a importância das certificações na gestão de projetos?

Um profissional certificado é visto com outros olhos pelas empresas. Os conhecimentos adquiridos na gestão de projetos são cada vez mais requisitados. Uma certificação de qualidade e com importância reconhecida pelo mercado faz toda a diferença.

Ter uma gestão eficiente dos projetos da empresa significa um diferencial competitivo e torna, assim, a organização mais dinâmica e apta para retornar mais valor aos seus clientes.

Algumas organizações internacionais, em suas licitações, recomendam a contratação de gerentes que possuam uma certificação em projetos. Isso aumenta a visibilidade e pontuação dessas empresas junto ao mercado.

Qual é o instituto mais indicado?

Existem várias instituições pelo mundo que disponibilizam certificações para o profissional de projetos. Dentre elas, as principais são a APGM (Accrediting Professional Group Management), com as quatro certificações PRINCE; o IPMA (International Project Management Association), com também quatro níveis de certificação, e o PMI (Project Management Institute), de maior relevância, que possui um maior número de certificações.

PMI é a principal organização em matéria de certificações de projetos, onde há o maior fluxo de profissionais dessa área e as informações transcorrem com mais clareza. Ela permite o contato com práticas e técnicas para desenvolver um excelente trabalho em gestão de projetos. Permite também o contato com exemplos de sucesso ao redor do mundo.

Obter uma certificação no PMI é um dos principais objetivos para os grandes gestores devido à força dominante que essa organização exerce no mercado mundial.

PMBOK e PMO são certificações?

Essas siglas são muito comuns em matéria de gestão de projetos, mas muitas pessoas utilizam de maneira errônea.

PMBOK (Project Management Body of Knowledge) é um guia da PMI e mostra conceitos básicos separados em nove áreas de importância para o gestor. Não é uma metodologia, mas sim uma orientação de como gerenciar, da melhor maneira possível, o desenvolvimento de projetos.

As nove áreas orientadas pelo PMBOK são:

  • Gestão de Escopo
  • Gestão de Tempo
  • Gestão de Custo
  • Gestão de Qualidade
  • Gestão de RH
  • Gestão de Comunicação
  • Gestão de Riscos
  • Gestão de Aquisição
  • Gestão de Integração

PMO (Project Management Office) é o lugar responsável pelo gerenciamento de projetos numa organização.

Tem total importância na efetividade e alcance de resultados. Muito mais do que um simples escritório, o PMO é uma parte necessária para o planejamento de um projeto.

Algumas de suas funções primárias são:

  • Serviços de gerenciamento da entrega do projeto
  • Escalada de problemas
  • Gerenciamento de recursos para a execução do projeto
  • Definição de métricas
  • Relatórios de desempenho
  • Distribuição de informações

Quais são as certificações mais relevantes?

Antes de tudo, o profissional de projetos deve considerar qual certificação é a ideal para o atual momento de sua carreira.

Os principais certificados do PMI são:

  • CAPM (Certified Associate in Project Management)
  • PMP (Project Management Professional)
  • PgMP (Program Management Professional)
  • PMI-ACP (PMI Agile Certified Practitioner)

Como é a certificação CAPM?

A CAPM mostra que você possui os conhecimentos básicos para um desempenho eficiente na gestão de projetos.

Para membros do PMI, o investimento gira em torno de US$ 225; no caso de não membros, US$ 300.

Essa certificação é recomendada para estudantes, membros de uma equipe de projetos, professores, patrocinadores, facilitadores ou coordenadores de projeto. Necessário ter, no mínimo, o diploma do ensino médio ou técnico.

A CAPM requer que esse profissional tenha 1500 horas de trabalho em projetos. O exame leva três horas e contém 150 perguntas de múltipla escolha.

Como é a certificação PMP?

Ela confirma que você possui conhecimentos para liderar e gerenciar uma equipe de projetos. Para membros do PMI, o investimento é de US$ 405; para não membros, US$ 555.

A PMP é recomendada para aqueles profissionais que são responsáveis por todos os processos de um projeto, líderes e gestores de equipe. Necessário ter o diploma do ensino médio ou técnico.

Para aqueles que possuem o diploma de nível médio são necessários, no mínimo, cinco anos de trabalho em projetos e 7500 horas de tarefas de gerenciamento. Já para quem tem o diploma de nível superior, são necessários pelo menos três anos de trabalho em projetos e 4500 horas de tarefas de gerenciamento.

O exame leva quatro horas e contém 200 perguntas de múltipla escolha.

Como é a certificação PgMP?

Essa certificação comprova que você tem experiência, alto desempenho e habilidade no gerenciamento de vários projetos de acordo com os objetivos da organização.

Para membros do PMI, o investimento nessa certificação é de US$ 1500; para os não membros, US$ 1800.

A PgMP é recomendada para profissionais que gerenciam programas complexos e que abrangem diversas funções; que necessitam de credibilidade; que mantêm uma boa comunicação e que possuam habilidades avançadas em finanças e também resolução de conflitos. Necessário ter o diploma do ensino médio ou técnico.

Para quem tem o diploma de nível médio, são necessários quatro anos de trabalho em projetos e sete anos em gerenciamento de programas. Já para quem possui o diploma do nível superior são necessários quatro anos de trabalho em projetos e quatro anos de gerenciamento de programas.

O exame é composto por três avaliações:

  • Documentação
  • Exame de quatro horas, com 170 perguntas de múltipla escolha
  • Avaliação realizada por várias pessoas.

Como é a certificação PMI-ACP?

Ela atesta o conhecimento e destreza na hora de aplicar princípios e modos ágeis num projeto. Possui excelente nível de credibilidade.

Para membros do PMI, o investimento nessa certificação é de US$ 435; já no caso dos não membros, de US$ 495.

A PMI-ACP é ideal para profissionais que possuem experiência em liderança de projetos utilizando práticas ágeis. Necessário ter o diploma do ensino médio ou técnico.

O gestor precisa ter 2000 horas trabalhadas em equipes de projetos nos últimos cinco anos e 1500 horas de trabalho em equipes de projetos com foco em metodologias ágeis nos últimos três anos.

O exame é composto por 120 questões de múltipla escolha e possui três horas para a resolução.

Um profissional de gestão de projetos que procura evoluir no mercado mundial, busca credibilidade e valorização na organização que trabalha e, principalmente, salários mais atrativos, deve pensar em certificações que potencializem sua experiência profissional.

Agora que você já está bem entendido no assunto, avalie qual certificação é melhor para sua carreira e compartilhe este post nas suas redes sociais!

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metodologia de gestão

Criando uma metodologia que combine com a sua empresa

Para realizar a gestão de um projeto ou de uma empresa é preciso adotar uma metodologia que padronize os processos e métodos com o objetivo de otimizar os recursos disponíveis, sejam eles humanos, materiais ou financeiros.

Nestes casos, além da direção da empresa é necessário também contar com uma equipe que irá gerenciar projetos, na qual esteja claro quem é o gerente do projeto. Esta pessoa não deve ser necessariamente o gestor da empresa e sua principal responsabilidade é manter o controle da equipe e garantir que os projetos sejam desenvolvidos de acordo com seu escopo.

É possível também adaptar as abordagens de gestão de projetos e criar uma metodologia própria, que atenda às demandas específicas de sua empresa. Confira a seguir o que você deve saber para criar uma metodologia de gestão que combine com seu negócio.

Melhores práticas

Antes de pensar em criar uma metodologia própria para sua empresa é preciso se espelhar no que já existe. Afinal de contas, se boa parte das companhias utilizam como referência o PMI, Project Management Institute e sua publicação PMBOK, Project Management Body of Knowledge, sua empresa deve pelo menos conhecê-lo para criar algo novo.

Em resumo, o PMBOK considera 10 áreas do conhecimento que devem ser gerenciadas nos projetos de uma empresa:

1. Integração
2. Escopo
3. Tempo/Prazo
4. Custos
5. Qualidade
6. Recursos Humanos
7. Comunicações
8. Riscos
9. Suprimentos e Contratos (Aquisições)
10. Partes Interessadas

Tenha em mente estas áreas antes de criar a metodologia para sua empresa. Pense na importância de cada uma delas para seu negócio, em especial as áreas de escopo, prazo, custo e qualidade. Você deverá levar em conta também a gestão de documentação e conhecimento se deseja adaptar esta metodologia para sua companhia.

Porte e setor

Outras questões importantes que se deve ter em mente ao criar uma metodologia de gestão de projetos específica para sua empresa são a análise do tamanho do negócio e área de atuação.

Como é a organização funcional de sua empresa? O grupo está comprometido com a proposta metodológica? No caso de pequenas e médias empresas, as PMEs, a implementação de uma metodologia de gerenciamento de projetos deve envolver todos os funcionários. Já em empresas de grande porte é recomendável trabalhar por equipes e prioridades com foco em treinamento.

O setor de sua empresa também influencia diretamente na adaptação ou criação de uma metodologia de gerenciamento de projetos. Com base nas melhores práticas do PMI os negócios podem dar mais foco a diferentes áreas do conhecimento. Na indústria, por exemplo, a gestão da qualidade merece bastante atenção. Já no setor do varejo, o gerenciamento de contratos se mostra essencial para garantir o bom desempenho da logística do negócio.

Abordagens Adaptativas de Gerenciamento de Projetos

A criação de abordagens adaptativas de gerenciamento de projetos está diretamente relacionada com o cenário instável e imprevisível dos negócios atualmente. Em essência, esta metodologia diferencia os projetos considerados estratégicos por cada uma das empresas. Estes podem ser um novo produto, um contrato importante, um lançamento, variando de acordo com o setor. É importante ressaltar que projetos com maior carga de inovação precisam adotar uma abordagem adaptativa para obterem sucesso.

Para elaborar uma abordagem adaptativa de gerenciamento de projetos para sua empresa, é preciso partir da premissa de que os projetos devem ser reconhecidos como diferentes entre si. Em consequência, a gestão de cada um deles deve ser ajustada para contemplar a variação com relação aos objetivos, atividades e meio ambiente. Na concepção de sua abordagem adaptativa leve em conta também as diferentes complexidades e incertezas específicas de cada projeto.

Alguns dos critérios adicionais que você pode adotar em sua metodologia adaptativa são a avaliação de segurança, operacionalidade, impacto do negócio e meio ambiente. Estas abordagens também se diferenciam por um foco específico na gestão de requisitos e construção do produto.

Por fim, lembre-se de criar uma metodologia adaptativa para seu negócio por etapas, investindo primeiramente em projetos considerados estratégicos, para depois adotar a prática em outros processos gerenciais de seu negócio.

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ciclo de portfólio de projetos

Conheça as etapas do ciclo de portfólio

Escolher em quais projetos atuar não é tão simples quanto parece. Existe uma metodologia para auxiliar na decisão. O ciclo de gerenciamento do portfólio pode ajudar nessa tarefa. Conheça os cinco passos desse ciclo:

Saiba o que fazer em cada etapa:

1)    Identificação

    • Liste informações básicas sobre os projetos atuais e seu progresso;
    • Faça outra lista com propostas de projetos;
    • Elabore um resumo do projeto com: descrição, objetivos, EAP com 1º e 2º nível (para grandes pacotes/fases), recursos e duração estimada. Podem ser incluídos também valor presente (VPL) , taxa de retorno (TIR), risco e benefícios.

2)    Categorização

    • Separe projetos em “gavetas”, ou seja, crie categorias alinhadas ao mapa estratégico e aos objetivos da organização;
    • Assim, você terá um melhor equilíbrio do portfólio, a fim de evitar concentrar-se em apenas um objetivo estratégico;
    • Um exemplo é ter muitos projetos de melhoria e nenhum de inovação, o que pode levar risco para a continuidade e sustentabilidade da organização.

3)    Seleção

    • Estabeleça critérios de corte para selecionar os projetos. Eles devem apresentar condições mínimas para uma avaliação mais profunda;
    • Analise o risco que a inclusão de novos projetos terá em seu portfólio;
    • Aplique outros parâmetros para priorizar ou definir a sequência em que os projetos selecionados devem ser executados.

4)    Balanceamento

    • Encontre o melhor custo-benefício para o portfólio, considerando restrições (orçamentárias ou não);
    • Exemplo: você tem 30 projetos selecionados e priorizados, que somam R$ 100 milhões. No entanto, o orçamento disponível é de R$ 60 milhões;
    • Sendo assim, somente os 10 primeiros projetos podem ser executados. É possível que a diretoria queira fazer alguma alteração, seja incluir ou retirar um dos projetos.

5)    Monitoramento

    • Observe o desempenho do portfólio.
    • Não apenas os projetos, individualmente, e sim os benefícios conjuntos para atingir os objetivos do portfólio.
    • Enquanto os projetos são focados em indicadores de escopo, tempo e custo, por exemplo, o portfólio abrange o ROI total, a quantidade de novos produtos e outros indicadores de mais alto nível, relacionados aos benefícios dos projetos.

 

 

Gestão da Qualidade em Projetos

A importância da gestão da qualidade em projetos

No universo dos projetos, a gestão da qualidade é uma área de extrema importância. Isso porque se encarrega de garantir que todos os requisitos serão devidamente cumpridos e, consequentemente, que o cliente final ficará satisfeito. Por meio da gestão da qualidade em projetos é possível monitorar não só as ações desenvolvidas pela equipe como também o nível de excelência com que são realizadas. Por tudo isso e muito mais é que a aplicação das melhores práticas de gestão da qualidade em projetos possibilita a entrega de um produto com alto valor agregado.

Que tal então conhecer como a gestão da qualidade influencia o gerenciamento de projetos e quais são as melhores práticas a serem adotadas para ter um maior controle sobre os requisitos a desenvolver? De bônus, ainda apresentaremos os processos envolvidos nessa gestão para que você comece a refletir sobre como eles vêm sendo conduzidos por sua equipe. Curioso? Pois acompanhe:

Garantia de processos mais eficazes

Mesmo adotando metodologias ágeis de projetos, é preciso contar com processos bem estruturados para que a equipe consiga trabalhar de forma integrada, realmente focada nos resultados que deve produzir. Nesse cenário, ao adotar a gestão da qualidade como base para criar tais processos internos, tem-se processos padronizados e uma metodologia única de trabalho, facilitando assim o monitoramento dos indicadores de desempenho. Além da padronização, ganha-se também com a otimização dos processos, o que impacta diretamente na produtividade da equipe, já que processos ágeis tornam o dia a dia menos penoso, facilitam o trabalho e liberam tempo para que o time atue de maneira estratégica.

A lógica por trás de tudo isso não é tão complicada assim: quando as pessoas seguem um roteiro, a cada vez que uma atividade é repetida, automaticamente ganham destreza e qualidade. Isso quer dizer que, se uma equipe está envolvida com a gestão da qualidade do projeto, melhorará continuamente sua atuação, conquistando resultados cada vez mais surpreendentes.

Ajuda na redução de riscos

Os riscos inerentes ao projeto podem ser reduzidos se você tiver um bom controle da qualidade, tanto no desenvolvimento do projeto quanto do produto que está sendo construído. Isso porque ela ajuda a identificar falhas de processos, não-conformidades e outras situações que poderiam comprometer o sucesso da sua iniciativa.

Ela também auxilia a prevenir problemas, pois coloca sua equipe para atuar proativamente em relação a tudo o que ocorre dentro do projeto. Se uma situação se apresenta como possível, é fácil identificar as raízes do problema e encontrar a solução mais adequada antes que haja um impacto negativo no projeto.

Compreensão mais completa sobre o projeto

Quando as melhores práticas de gestão da qualidade em projetos são aplicadas, desenvolve-se o entendimento a respeito das necessidades do cliente, a ponto de se conseguir transformá-las em requisitos a serem atendidos ao longo do processo. É como se as necessidades fossem traduzidas em funcionalidades, em soluções que agregarão valor e melhorarão a experiência dos usuários.

Economia de recursos

Na prática, os orçamentos de projetos estão cada vez menores, ao mesmo tempo em que as exigências subiram às alturas. Nesse quesito, a gestão da qualidade pode oferecer alternativas para a melhoria dos processos. Com isso, passa a ser viável diminuir o uso de recursos, favorecendo a gestão financeira do projeto. De fato, a redução de custos é fundamental para a satisfação do cliente, que terá acesso a uma solução de alto nível com um investimento mais atrativo, aumentando assim o retorno sobre o investimento.

Progresso em relação à eficiência

Quando falamos em gestão da qualidade, necessariamente falamos em melhorias que otimizam tempo e recursos, dando uma mãozinha providencial à eficiência da equipe no desenvolvimento de suas atividades. E a verdade é que, quanto mais eficiente o time se torna, melhor é o aproveitamento do cronograma, dos recursos e das oportunidades que surgem ao longo do projeto. A produtividade que decorre do aumento da eficiência ainda deixa os colaboradores motivados, prontos para enfrentar quaisquer adversidades, fortalecendo os laços e o engajamento com a empresa.

Comprometimento do time

Quando todos estão preocupados com a qualidade do projeto, desenvolve-se uma maior sinergia entre a equipe, de forma que o comprometimento em todas as fases se torna ainda maior. Isso acontece porque os envolvidos se sentem corresponsáveis pelo sucesso do projeto, trabalhando com mais afinco para obter os melhores resultados possíveis.

Segurança na efetividade dos resultados

A melhor forma de garantir que os resultados superarão as expectativas, contando com o máximo de assertividade no desenvolvimento dos projetos, é prezar pela qualidade dos processos e do produto final. E é ao empregar as melhores práticas de gestão da qualidade que se consegue assegurar que todos trabalhem sob as mesmas perspectivas.

Satisfação do cliente

Partindo da ideia de que o projeto deve atender a todas as necessidades do cliente, inclusive em relação a prazo e custos, é possível perceber facilmente que a gestão da qualidade surge como uma ferramenta para auxiliar no alcance desses objetivos. Afinal, não só oferece um produto de valor, mas supera as expectativas do cliente.

Processos da gestão da qualidade

Para poder aplicá-los e, assim, usufruir dos benefícios que acabamos de mencionar, é interessante que conheça quais exatamente são os processos da gestão da qualidade em projetos, não concorda? Então veja:

Planejamento

Identificar os requisitos da qualidade tanto para os processos quanto para o produto final e definir que tipo de documentação será gerada para monitorar o desempenho. Esse processo tem como objetivo fornecer a orientação necessária para que a equipe faça um bom trabalho, atendendo a todos os requisitos da qualidade.

Monitoramento

Auditorias periódicas para verificar se os requisitos estão sendo cumpridos e acompanhar métricas e indicadores de desempenho. Esse processo serve para facilitar as correções necessárias e tornar a gestão da qualidade mais eficiente durante todo o projeto.

Controle

Análise dos resultados apontados pelos indicadores de desempenho e estruturação do plano de ação para corrigir possíveis desvios. Com esse controle é possível identificar falhas, não conformidades, atrasos e outros gaps que possam comprometer a satisfação do cliente.

Agora comente e nos conte se você já faz a gestão da qualidade em seus projetos! Conseguiu perceber essas melhorias durante o período de desenvolvimento e na entrega do produto final? Compartilhe suas experiências conosco!