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Autor: Braun

comportamento nas redes sociais

Comportamento nas redes sociais: como deve ser a conduta do líder?

Hoje em dia, ser um bom líder vai muito além de se preocupar com suas atitudes apenas no horário comercial dentro da empresa.

Entre outros fatores, para ser respeitado pela equipe, além de manter a coerência da organização e de cultura também fora do trabalho, é preciso, principalmente, ter um bom comportamento nas redes sociais, de forma que ele reflita sua postura como profissional. Além disso, a presença online de um líder pode ser fundamental para que a empresa atinja outros níveis de comunicação.

Pensando nisso, selecionamos algumas dicas de conduta que um líder deve seguir nas redes sociais. Acompanhe o texto!

Tenha perfis diferentes

Separar o perfil pessoal do profissional é essencial para a figura de um líder. Por um lado, tenha um perfil de trabalho para se conectar com pessoas cujos interesses são comuns, compartilhar artigos relevantes sobre seu nicho de atuação e criar uma comunidade que agregará troca de informações.

Por outro, no perfil pessoal, você poderá ter mais liberdade para compartilhar o seu dia a dia fora do ambiente de trabalho, incluindo suas fotos de festas e de viagens, com seus amigos mais próximos, sem que isso comprometa o seu valor como profissional e não gere conversas e fofocas no ambiente de trabalho.

Ouça o que os colaboradores têm a dizer nas redes sociais

Para qualquer líder, é muito importante saber ouvir questionamentos e ideias vindos de sua equipe. Saber o que eles têm a dizer nas redes sociais é tão relevante quanto: muitas vezes, eles se sentem mais abertos para sugerir e questionar quando estão em suas mídias. Um artigo que você compartilha, por exemplo, pode gerar um debate que trará contribuições inovadoras e interessantes.

Nesse sentido, seus parceiros profissionais também podem agregar bastante ao sugerir e comentar quais são os métodos e práticas utilizados em suas respectivas empresas. Levar em consideração essas reflexões é extremamente pertinente para quando você for adotar novas estratégias. Anote todas e não se esqueça delas nas próximas reuniões!

Selecione bem os seus compartilhamentos

Compartilhar artigos e conteúdos é uma ótima tática que um bom líder pode aplicar nas redes sociais. No entanto, é preciso ter um certo cuidado ao realizá-la. Compartilhe somente aquilo que realmente é relevante e que vai gerar algum valor para sua empresa.

Assim sendo, é essencial que você selecione aqueles conteúdos que condizem com a cultura e com a missão, a visão e os valores do local em que trabalha. Além disso, evite compartilhar conteúdos polêmicos que envolvam religião e política, pois pode gerar um debate não produtivo em que os ânimos dos envolvidos fiquem exaltados, comprometendo o nível e a qualidade da sua página.

Pense muito bem antes de fazer um desabafo

Caso tenha acontecido algo na empresa que o tenha deixado chateado, insatisfeito ou frustrado, é melhor nem cogitar relatar essa indignação no seu dia a dia. E esses desabafos não se limitam apenas ao ramo profissional: cuidado também ao expor sua vida pessoal nesses perfis públicos. Esses comentários podem refletir negativamente na imagem que seus colaboradores possuem de você e, indiretamente, no cotidiano da empresa.

Caso queira, de qualquer forma, fazer um desabafo político ou de alguma questão da sua rotina, siga a primeira dica e prefira o perfil pessoal. No entanto, o ideal mesmo é evitar esses tipos de questionamentos para não impactar em nada no âmbito profissional.

Respeite a concorrência e sempre pesquise o que pode ou não divulgar

Respeitar a concorrência também é crucial para a figura de um bom líder. Caso ela esteja passando por uma situação difícil, é pertinente que você respeite esse momento. Logo, escrever comentários ou divulgar notícias sobre o ocorrido não é, nem de longe, um comportamento adequado.

Uma outra dica essencial é que você pesquise e saiba muito bem o que pode ou não divulgar em suas redes sociais. É fato que todas as empresas contam com a colaboração de seus funcionários para disseminar sua cultura e boa organização nas mídias. No entanto, antes de compartilhar ou postar qualquer coisa, é necessário que você saiba se toda a diretoria e os outros líderes concordam se aquele é o momento ideal para essa divulgação.

Está com dúvida sobre o que fazer? Então procure postar e compartilhar apenas aquilo que já está nos canais oficiais de sua empresa. Assim, você evita qualquer tipo de situação chata ou de constrangimento.

Preocupe-se com as fotos que você posta

Participar de festas e de confraternização ou ir a bares e restaurantes, entre outras coisas nesse sentido, é fundamental para que você descanse e esqueça um pouco da rotina estressante. Contudo, se acontecer de você fazer esses eventos logo em seguida do seu horário de trabalho, atente-se para alguns detalhes. Retire o seu crachá e, caso tenha uniforme, o ideal é que você troque de roupa assim que sair da empresa.

Caso o encontro tenha sido combinado de última hora e você não tenha se programado para levar roupa extra, evite postar fotos com bebida alcoólica na mão. Afinal, não é nada legal a marca da empresa ser exposta ocasiões desse tipo, não é verdade?

Evite mentiras

Essa é uma dica que, apesar de ser óbvia, também é preciso se atentar. Além de ser impertinente, em tempos de redes sociais, a mentira tem “uma perna mais curta” ainda. Mesmo que você não tenha seus funcionários diretos em suas redes sociais, sempre existem conexões e amigos em comum que podem fazer com que fofocas e comentários negativos sejam disseminados.

Se, porventura, você precisar se ausentar do trabalho por um dia ou se atrasar, é melhor contar a verdade aos seus funcionários. Da mesma forma, se for fazer uma viagem ou comparecer a um show, por exemplo, e não quiser contar a verdade, fale apenas que sua ausência é decorrente de motivos pessoais. Afinal, provavelmente você vai postar as fotos nas redes sociais e a verdade virá à tona.

E aí, gostou do conteúdo? Agora você, enquanto líder, já está por dentro de como deve ser seu comportamento nas redes sociais. Aproveite e compartilhe este post para que seus amigos que também possuem cargos de liderança tenham acesso a essas dicas!

business intelligence na gestão de projetos

O que é Business Intelligence e onde ela é aplicada?

O Business Intelligence está se tornando uma das principais estratégias de análise de dados para se manter eficiente. Externamente, por exemplo, essa estratégia dá ao negócio a capacidade de identificar tendências de mercado e otimizar o planejamento de produtos, serviços e campanhas de vendas. Internamente, as rotinas de análise ampliam a capacidade de os gestores rastrearem falhas internas e pontos que podem ser otimizados.

Isso ocorreu pois, nos últimos anos, os processos de análise passaram a ser capazes de lidar com uma grande quantidade de dados. Para os processos de análise de mercado, foram criadas ferramentas de Big Data capazes de processar uma grande quantidade de informações em tempo real.

Já para lidar com os registros internos, negócios utilizam o Business Intelligence. Também conhecido apenas como BI, ele tem um papel de destaque para gestores que querem melhorar os processos de tomada de decisão e dar mais capacidade para a companhia vencer os seus desafios.

Ficou curioso? Então confira no post abaixo o que é Business Intelligence, como ele é estruturado e o seu papel para o negócio!

O que é Business Intelligence?

O Business Intelligence é um conjunto de estratégias voltadas para o ambiente corporativo pautadas pela análise de dados. O objetivo principal é o de melhorar o desempenho da empresa a partir de um processo de tomada de decisão mais inteligente e eficaz, amparado em informações precisas, detalhadas e atualizadas.

Quando a análise de dados é levada para o centro dos processos corporativos, o gestor passa a ter mais capacidade para criar uma visão abrangente sobre a cadeia operacional. As rotinas internas, a sua relação com os lucros da empresa e os pontos que necessitam de melhorias ficarão mais claros e fáceis de serem identificados.

Graças ao BI, empresas passaram a ter maior capacidade para tomar decisões estratégicas, que levam a companhia a atingir facilmente as suas metas de médio e longo prazo. Investimentosprojetos internos e rotinas terão uma estrutura mais inteligente, flexível e funcional. Assim, qualquer iniciativa interna terá mais capacidade de atingir os objetivos esperados.

Como o Business Intelligence pode ser implementado no negócio?

A adoção do Business Intelligence, dentro de ambiente corporativo, deve contar com uma série de estratégias para que a análise de dados consiga atingir todo o seu potencial. O gestor deve ter a flexibilidade para compreender como dados estruturados e não estruturados conseguem levar a companhia a atingir um elevado nível de performance.

Ao mesmo tempo, toda a equipe de analistas precisa compreender as necessidades dos funcionários. Assim, será fácil direcionar a tomada de decisões. Existem três pontos básicos para criar uma estratégia de Business Intelligence dentro do ambiente corporativo. Confira a seguir.

Tenha dados de qualidade

A qualidade das informações utilizadas nos processos de Business Intelligence é algo fundamental para que o negócio consiga extrair o máximo dessa estratégia. Todas as estratégias de BI bem-sucedidas contam com registros de qualidade, que são acessíveis e fáceis de serem interpretados. E, para isso, a companhia deve investir em uma boa governança de dados.

A governança de dados é o processo que orienta a empresa no seu dia a dia em todos os pontos que estão ligados ao modo como informações são coletadas, salvas e utilizadas pelos profissionais. Essa política é abrangente e, por isso, deve incorporar medidas de segurança, armazenamento, prevenção de riscos e delegação de responsabilidades.

O local em que as informações são salvas, por exemplo, é o primeiro ponto que merece a atenção do gestor. Escolha uma infraestrutura de qualidade, capaz de entregar os registros com rapidez e integridade. Isso evitará gargalos na hora de salvar, acessar ou realizar alguma modificação em qualquer registro.

Da mesma forma, crie regras de acesso e controle que evitam o acesso não autorizado aos registros, impedindo também a ocorrência de problemas de segurança para o negócio. O controle de acesso precisa ser montado considerando o perfil de cada time, assim como o uso que será das informações. Isso evitará que vazamentos ou modificações não autorizadas ocorram.

A política de governança de dados também precisa estruturar normas para orientar os times a coletar informações de qualidade. Elas devem definir os meios de obtenção de dados, as regras de filtragem e demais pontos que, conforme as normas internas do negócio, auxiliem o gestor a sempre ter registros de alta qualidade.

Estabeleça uma visão clara sobre os objetivos do BI

Para que a análise de dados seja bem executada, os analistas responsáveis pela estratégia de Business Intelligence devem ter objetivos claros. Portanto, saiba identificar quais são as metas do negócio, os seus pontos fracos e os gargalos que podem ser otimizados com os processos de BI.

Assim, os profissionais poderão capturar dados em e-mails, na Internet, em bancos de dados internos ou em outras fontes, evitando desperdício de recursos. Consequentemente, a obtenção de insights será mais ágil e inteligente.

Para ter um conjunto de objetivos claros, os processos de BI devem envolver todas as áreas da empresa. Os times precisam manter uma comunicação ativa, auxiliando no alinhamento de metas e planos de médio e longo prazo. Isso evitará conflitos, reduzirá o número de recursos utilizados durante as análises e auxiliará os times a entregar resultados com mais facilidade.

Utilize os insights para realizar mudanças de acordo com as metas do negócio

A análise de dados do Business Intelligence torna-se tão eficaz quanto forem modificados os processos com problemas na empresa. Portanto, saiba rastrear a origem dos problemas e identificar sempre como otimizar a rotina da companhia e os seus processos de tomada de decisão a partir de uma análise detalhada de atividades e informações internas. Assim, os investimentos serão mais lucrativos e o planejamento terá maior capacidade de dar a competitividade necessária para a companhia gerar negócios a médio e longo prazo.

Sempre monitore os resultados

Uma vez que o BI tenha sido instalado no ambiente corporativo, a empresa deve avaliar sempre o resultado obtido após cada processo de análise ser finalizado. As decisões tomadas com o apoio de um processo de análise de dados devem ter o seu impacto mensurado, o que facilitará a busca por melhorias no futuro, a identificação de problemas e a avaliação do que pode ser replicado em outras áreas. Assim, o BI conseguirá ser um real agente de mudanças positivas para o negócio.

Como o Business Intelligence é estruturado?

O BI é estruturado em quatro etapas. Em conjunto, elas auxiliam a empresa a obter meios para otimizar os seus resultados e atingir mais sucesso a médio e longo prazo. Confira cada uma abaixo!

Implementação

Esse é o ponto em que a estratégia de BI é adotada pela empresa. Informações sobre os problemas corporativos são levantadas, assim como as rotinas em que o Business Intelligence pode ser aplicado e gerar bons resultados.

Nesse momento, é importante que o gestor invista em um sólido treinamento da equipe. Quando os timessão instruídos sobre a importância do BI para o seu dia a dia, assim como os modos corretos de utilizar essa estratégia, a sua aplicação será mais abrangente e eficaz.

Não se esqueça, também, de investir em bons sistemas. O negócio precisa escolher soluções de TI capazes de auxiliar nos processos de gestão, monitoramento e análise de informações com alta performance, disponibilidade e segurança. Se necessário, invista na nuvem: essa tecnologia pode permitir o uso do BI de modo mais escalável e econômico.

Coleta de Dados

Nessa etapa, os analistas farão a busca por informações que possam ser úteis para o processo de Business Intelligence. A partir do levantamento de quais são os pontos em que o BI será utilizado, os seus objetivos e questões, a empresa precisa buscar em meios offline e online informações que possam ser úteis para a análise.

Sempre tome cuidado com a origem da informação, a sua qualidade e o nível de integridade. O ideal é que o negócio busque registros de uso fácil e que sejam atualizados.

Para avaliar como melhorar a qualidade do perfil de atendimento, por exemplo, informações muito antigas não são recomendadas. Elas não conseguem passar para o gestor uma visão dos problemas que impactaram o trabalho do time nos últimos meses e, com isso, levar a resultados inconsistentes.

Integração de informações

Essa é a etapa em que todas as informações coletadas são integradas. A integração de dados é um dos momentos mais importantes do BI pois é nele em que os insights começam a ser produzidos.

Além disso, nesse momento as ferramentas voltadas para a filtragem dos dados entram em ação. Elas eliminarão registros de baixa qualidade ou que não sejam úteis para a análise, auxiliando a empresa a ter melhores resultados.

Análise das informações

Nesse momento, o gestor utilizará todos os dados levantados, filtrados e integrados para obter insights. Tendo como base as informações coletadas, os questionamentos criados e as metas, o analista buscará, nos dados do negócio, respostas para as demandas existentes.

As respostas obtidas orientarão as decisões tomadas pela companhia. Assim, mudanças no ambiente corporativo, investimentos e o planejamento de projetos serão feitos com mais segurança e menor chance de darem errado.

Como o BI consegue gerar competitividade e alta performance no ambiente corporativo?

O uso do Business Intelligence tem se espalhado por vários setores como uma forma de gerar mais competitividade para as empresas. Companhias de investimento, por exemplo, adotaram o BI para evitar fraudes e realizar aplicações mais inteligentes e seguras. Cruzando diferentes dados de consumidores e do mercado, o negócio pode avaliar o risco  de um investimento, o perfil de crédito do cliente e se uma compra é realmente fraudulenta ou não. Isso evita prejuízos e melhora a confiabilidade das decisões tomadas pela companhia.

Já as seguradoras utilizam-no para compreender maneiras mais lucrativas de estruturar os seus serviços de acordo com as demandas do mercado. Avaliando o perfil de seus clientes e os indicadores de gastos, a empresa pode reestruturar os seus planos a partir de um modelo com custos mais precisos, serviços mais bem segmentados e outros pontos que contribuem para tornar o portfólio mais lucrativo.

Na indústria, o Business Intelligence permite que gestores tornem a cadeia operacional mais inteligente e com um número de gargalos menor. Todas as rotinas são analisadas e, assim, o empreendimento pode adotar uma abordagem mais eficaz e voltada para atingir todas as metas de médio e longo prazo. A cadeia operacional será reformulada e terá como base um modelo mais eficiente e alinhado com as demandas do mercado.

Quem depende da infraestrutura de TI para executar várias tarefas pode utilizar o Business Intelligence para maximizar a sua performance e eliminar problemas de segurança. Todas as informações relativas ao funcionamento da infraestrutura serão cruzadas para que vulnerabilidades e pontos que interferem negativamente no desempenho dos serviços de TI tornem-se mais visíveis, de modo que o gestor possa realizar correções precisas.

Já na gestão de projetos, o BI pode ser aplicado em várias etapas do planejamento a análise final de resultados. A viabilidade do projeto, os pontos que podem ser otimizados nas etapas futuras e os impactos nas receitas da empresa são identificados com mais facilidade e precisão. Isso auxiliará a companhia a sempre buscar melhores estratégias para executar os seus projetos e, com isso, atingir mais receitas e lucratividade.

O mercado atual não abre espaço para empresas cometerem erros. No seu dia a dia, o negócio deve estar preparado para tomar decisões com agilidade, segurança e baixo risco.

Afinal de contas, se um investimento ineficaz é tomado ou se um projeto não atinge os resultados esperados, a companhia pode perder muitas oportunidades de vendas. Por isso, ter um ambiente de alta performance e uma rotina de gestão capaz de entregar bons resultados é algo crítico.

Esse cenário pode ser atingido com o apoio de processos de análise de dados. Apoiadas em novas tecnologias, estratégias como o BI permitem que a empresa lucre mais investindo de forma mais inteligente.

O Business Intelligence, portanto, deve ser visto como uma maneira de orientar a empresa para uma cultura de contínua melhoria nos serviços do negócio e no seu posicionamento no mercado. Gestores terão processos mais integrados e de alta performance e, ao mesmo tempo, a tomada de decisões será baseada em uma rotina de análise com alto retorno. Isso garantirá que a empresa sempre conseguirá atingir as suas metas de mercado sem se expor a situações de risco ou ter um posicionamento menos eficaz do que o da concorrência.

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gestão ágil de projetos

Gestão ágil de projetos: entenda melhor esse conceito e como fazer

Para que os projetos sejam bem-sucedidos, é indispensável contar com uma metodologia de gestão. Além das possibilidades tradicionais e já consolidadas, é altamente recomendável recorrer a novas opções. Entre elas está a gestão ágil de projetos, que tem características especiais e deve ser considerada.

Essa gestão tem a ver com a adoção de métodos que priorizam a comunicação e uma atuação integrada. Com ela, é possível reduzir o tempo de desenvolvimento e conquistar vários outros efeitos positivos.

Para saber mais sobre essa abordagem, confira este post e entenda como colocá-la em prática. Boa leitura!

Como funciona a gestão ágil de projetos?

A gestão ágil de projetos é bem diferente das metodologias tradicionais. Ela carrega seu principal objetivo no próprio nome e tem a ver com a economia de tempo na realização de diversas tarefas.

Mais do que isso, entretanto, os métodos que seguem a abordagem ágil têm o interesse em trazer um desenvolvimento contínuo até que se chegue ao resultado. Para que isso funcione, suas principais características são:

Interatividade

O Manifesto Ágil, que serviu para basear a metodologia, é bem claro ao apontar que o desenvolvimento deve estar focado no envolvimento e no comprometimento das pessoas. Além de estabelecer a ligação com os processos, que podem mudar, é importante que as pessoas estejam conectadas e trabalhando pelo mesmo efeito.

Isso gera uma intensa interatividade. Toda a equipe deve trabalhar de um jeito consistente para obter bons resultados, otimizando essa característica. Também é fundamental que o cliente faça parte dessa abordagem interativa, garantindo que suas expectativas sejam atendidas.

Iteratividade

Os dois conceitos podem até parecer iguais, mas interatividade e iteratividade são coisas bem distintas. Este tem a ver com as entregas incrementais, que acontecem em pequenos períodos. Na gestão tradicional, é comum que as etapas aconteçam em cascatas e que tudo só seja entregue ao final. Com o gerenciamento ágil de projetos, isso é diferente.

A ideia é buscar a atuação contínua em várias frentes, com uma fase gerando influência na outra. Além de tudo, as entregas são feitas em pequenos períodos. Isso garante que o cliente acompanhe todo o processo, em vez de avaliar apenas o resultado.

Flexibilidade

Métodos tradicionais de gestão se caracterizam por serem extremamente rígidos. Uma vez que o planejamento e o escopo são realizados, é necessário trabalhar para manter-se dentro do previsto. Com os recursos ágeis, flexibilidade é a palavra de ordem.

O time deve estar preparado para imprevistos e para as mudanças, conforme forem exigidas. Muitas vezes, inclusive, isso significa descobrir boa parte do projeto junto com o seu desenrolar. A preparação é mais relevante do que nunca, pois só assim é possível absorver essas transformações.

Transparência elevada

Para que o cliente fique satisfeito e para que o time possa ter sucesso na execução, a transparência precisa ser maximizada. Naturalmente, ela é muito importante nas metodologias tradicionais, mas com os métodos ágeis ganha uma importância ampliada.

É preciso, por exemplo, que o time se comunique adequadamente, de modo a garantir o máximo de entendimento sobre o que já foi feito e o que ainda falta. O cliente deve estar incluído no processo para que acompanhe e aprove cada etapa. Quanto mais transparente a gestão for, mais fácil é identificar problemas e as suas possíveis soluções.

Quais são os principais métodos ágeis?

Como há diferentes necessidades, os métodos ágeis surgem em várias formas. Eles podem ser adaptados para cada exigência, mas o ideal é escolher aquele que faz sentido para o projeto em questão. Todos seguem os princípios anteriormente apresentados, mas se manifestam de forma diferente. Entre os mais utilizados, estão:

SCRUM

O SCRUM surgiu na década de 80 e divide o desenvolvimento do projeto em ciclos, conhecidos como Sprints. Eles têm um tempo definido e são executados conforme ocorrem as entregas. Cada um conta com um planejamento específico, de modo que sejam determinadas as ações que serão executadas.

As reuniões são diárias e chamadas de Daily Scrum. Elas servem para que todo o time saiba o que já foi feito e o que ainda precisa ser realizado. Ao final do Sprint há uma entrega, que é avaliada pelo cliente. O processo se reinicia, até que haja a conclusão.

Essa é uma abordagem altamente focada na iteratividade de um jeito prático — o que gera um desempenho ágil favorecido.

Microsoft Solutions Framework (MSF)

O Microsoft Solutions Framework (MSF) surgiu em 1993 e sua quarta versão, que é a atual, surgiu em 2005. Ele é voltado para a entrega de tecnologia, especialmente do ponto de vista do desenvolvimento. Funciona muito bem para times menores e garante a qualidade pela rápida identificação de falhas em processo.

Ele tem como objetivos alinhar interesses, gerenciar riscos e criar uma resposta rápida e eficiente. Seus princípios têm a ver com uma comunicação aberta e robusta, com visão compartilhada e aprendizagem em todas as experiências.

Para ser executada, ela exige que ocorram entregas incrementais, definidas mediante uma frequência de entrega. Também é preciso envolver clientes internos e externos, mantendo a perspectiva da ideia. Para completar, o MSF envolve questões como arquitetura da solução, testes de aprovação da solução e infraestrutura de entrega, garantindo a governança.

Extreme Programming (XP)

O Extreme Programming (XP) é conhecido como Programação Extrema e é um método que surgiu em 1997. Ele tem como objetivo ajudar, especialmente, o desenvolvimento de softwares e outros elementos que envolvem a programação.

O principal pilar dessa metodologia está na realização de testes, em várias escalas. É relevante fazer revisões das etapas, além de verificar a implementação continuamente. Isso traz segurança e qualidade, além de melhorar a comunicação. Outro fator é a simplicidade. A ideia é criar a solução mais efetiva e simples possível, gerando economia e qualidade.

Tudo começa com uma reunião de planejamento (planning game). Durante a execução, são realizados encontros periódicos para o alinhamento (stand up meeting). O cliente deve estar presente, os testes podem ser automatizados e é fundamental criar padrões para a codificação — favorecendo o trabalho integrado.

Lean

A cultura Lean não é, necessariamente, uma metodologia. Trata-se, na verdade, de uma visão de como as etapas devem ser realizadas, visando à redução do desperdício e garantindo máxima produtividade. Ela surgiu como uma filosofia de produção da Toyota, por volta da década de 60.

No caso da metodologia ágil, é preciso pensar em questões como entrega contínua de aumento de valor, diminuição dos desperdícios e ampliação da qualidade de entrega.

Ela também se relaciona ao adiamento de tomada de decisão, de modo que tudo seja feito com o respaldo de informações concretas. Assim, iterações e encontros diários ajudam a garantir um melhor desempenho. Para aumentar a sua eficiência, ela pode ser associada a outros métodos para torná-los ainda melhores.

Como implementar na empresa?

A adoção de uma gestão ágil de projetos é, inevitavelmente, uma mudança de paradigma na forma como as equipes realizam os passos. Ou seja, tanto a gestão quanto o time precisam estar preparados para dar esse salto em relação ao desenvolvimento de etapas.

Os objetivos com a aplicação do método são facilmente alcançados se a implementação é feita do jeito certo. Para tanto, é preciso executar os seguintes passos:

Documente o planejamento e as expectativas

É bem verdade que uma abordagem ágil é mais flexível, pois o interesse tem a ver com a qualidade e com as entregas incrementais. Porém, isso não significa que a sua implementação deve ser feita sem qualquer visibilidade ou cuidado com o que virá a seguir.

Portanto, é necessário fazer um planejamento de adoção da metodologia, estabelecendo responsáveis, objetivos e expectativas. Tudo deve ser documentado, facilitando a consulta posterior, conforme o exigido. Eventualmente, isso trará maior segurança para o processo, garantindo que todos saibam o que é esperado.

Maximize a comunicação da equipe e com o cliente

Qualquer que seja a metodologia escolhida, um elemento é indispensável: a comunicação. É preciso que haja um grande foco nessa abordagem, de modo a melhorar a integração e ampliar a qualidade das entregas.

Por isso, é fundamental que a equipe esteja tão integrada quanto possível e possa trocar as informações necessárias para o sucesso. As reuniões contínuas, inclusive, entram nesse quesito. Além de tudo, a troca de ideias com o cliente precisa ser favorecida. Ele deve estar envolvido no processo de forma contínua, pois isso aumenta a qualidade.

Realize treinamento para capacitar o time

Como se trata de uma grande mudança, é natural que os profissionais ainda não estejam completamente ambientados à gestão ágil de projetos. Para transpor essa barreira, os treinamentos são indispensáveis.

Explorar a metodologia escolhida, apresentar os conceitos e realizar uma capacitação sobre o tema são ações fundamentais para obter o sucesso de atuação. É por meio desse ganho de conhecimento que o time poderá ficar preparado para executar todas as tarefas de maneira completa.

Inclusive, vale a pena focar em treinamentos práticos para melhorar a consolidação de conceitos.

Conduza um projeto-piloto e faça adaptações

Depois de passar por essas etapas, é recomendado que você realize um projeto-piloto. Ou seja, não faça com que o primeiro projeto dessa gestão já seja um muito importante para o negócio. Em vez disso, conduza uma mudança de nível moderado para ser executada por esse meio.

Com a prática, será possível identificar quais são as falhas e as dificuldades do time. Não deixe de fazer uma medição completa dos resultados para conhecer quais são os principais gargalos.

Para facilitar o processo, é recomendado que a gestão ágil de projetos seja feita com a ajuda de um software de gerenciamento. Integrando e centralizando dados é mais fácil tomar decisões acertadas.

A partir dessa análise, realize adaptações e até novos treinamentos, se preciso for. Ao final, o time estará alinhado e preparado para obter bons resultados.

Quais são os benefícios dessa abordagem?

Se for aplicada corretamente, a gestão ágil de projetos é extremamente positiva para o empreendimento. Ela traz vantagens para os clientes internos e externos, impacta em como o negócio é visto e tem a ver até com a atuação do gerenciamento.

Reconhecer esses pontos positivos pode ser um grande motivador para adotar a abordagem. Por isso, veja quais são os principais benefícios:

Aumento do controle e da qualidade

Ainda que lide com a imprevisibilidade e com a flexibilidade, a gestão ágil de projetos tem tudo a ver com a visibilidade e com o controle. Nos tradicionais, só há uma visão completa no começo e no final — além disso, o desenvolvimento não é acompanhado.

Com os métodos ágeis, por sua vez, é possível acompanhar tudo de maneira muito mais ampla graças às entregas incrementais. Eventualmente, isso significa uma qualidade maior, já que os problemas são identificados e resolvidos com facilidade.

Diminuição dos riscos

Todo projeto envolve riscos — seja ele financeiro, de mobilização da equipe ou até de experiência do cliente. A gestão precisa diminuir esses fatores, de modo a aumentar a segurança de todo o processo.

Felizmente, a gestão ágil consegue melhorar essa questão. Com maior controle, há menos probabilidades de que o desenvolvimento saia do rumo previsto. Além de tudo, há ampla adaptação às mudanças e às diferentes necessidades. Assim, aumentam as chances de que o projeto ofereça os resultados esperados.

Ampliação da satisfação do cliente

O atendimento às expectativas não é benéfico apenas para a equipe. Ele também tem a ver com o cliente e impacta diretamente a sua satisfação. Afinal, quando o dono do processo consegue uma entrega que atende às suas exigências, a satisfação fica ampliada.

Com entregas incrementais e comunicação robusta, a gestão ágil oferece exatamente esse ganho na qualidade de experiência. Ao final, quem contrata uma equipe de desenvolvimento, por exemplo, fica mais satisfeito com a solução construída.

Isso tem a ver tanto com o cumprimento de questões essenciais, como prazo e orçamento, como com a capacidade de se adaptar às necessidades — inclusive, àquelas que surgem durante o processo.

Elevação do valor agregado

Projetos executados segundo essa metodologia obtêm melhorias em vários aspectos. Eles custam menos, porque retrabalhos dificilmente serão exigidos. Além disso, a maior adaptação evita gastos desnecessários.

Eles também terminam com rapidez, justamente porque o desenvolvimento é iterativo e incremental. Para completar, o que chega até o cliente tem mais a ver com suas expectativas e ele participa de todo o processo.

Tudo isso faz com que a gestão ágil atue para aumentar o valor agregado, tanto dessas elaborações quanto do negócio. Como consequência, é possível obter efeitos ainda maiores.

A gestão ágil de projetos é um conceito que tem a ver com a integração e a maximização da qualidade para o cliente. Por causa disso, ela pode trazer ótimos resultados se for realizada corretamente.

O apoio da tecnologia é fundamental nessa etapa e, por isso, vale a pena contar com um bom software. Por isso, entre em contato com a Project Builder e veja o que temos a oferecer!

Gestão da Informação

Gestão da informação e sua importância para a tomada de decisão

Hoje em dia, muito ouvimos falar em gestão: ela se relaciona às empresas e aos diversos setores que atuam dentro de instituições. Mas e a gestão de informação? Seria ela igualmente importante para que tudo flua de forma harmoniosa e eficiente?

Com o passar do tempo, a informação tornou-se uma ferramenta essencial para a gestão de qualquer companhia. É por meio dela que novas possibilidades de investimento são descobertas, ações são planejadas e procedimentos são implantados.

Qualquer uma dessas atitudes depende de informações para ser tomada. É por isso que costumamos dizer que uma gestão de informação mal organizada pode fazer com que a empresa perca grandes chances de crescimento ou, pior ainda, acabe tendo prejuízos.

Não podemos contar apenas com a memória: dados não registrados podem acabar perdidos e, no futuro, os administradores terão a impressão de que “alguma coisa não se encaixa”. E como tomar decisões quando existem dúvidas? A possibilidade de erro fica muito maior nesse caso.

Se você quer saber mais sobre o assunto, confira abaixo algumas das principais vantagens de fazer uma boa gestão de informações.

Visão geral sobre a gestão da informação

Quando precisamos tomar uma decisão em termos de mercado, não analisamos a economia, a política e a sazonalidade? Pois bem, as informações dentro da empresa têm basicamente a mesma função.

Lembre-se de que, se o mercado é o ambiente no qual trabalhamos, a empresa seria uma representação desse espaço em proporções menores. Se uma decisão no mercado depende da análise de fatores inerentes a ele, uma decisão na empresa também deve se basear em informações sobre seus diversos setores e equipes.

Não dá para viver encerrado em seu próprio departamento. Qualquer decisão envolve a empresa como um todo. E como obter informações de outros setores da empresa se a gestão de informação é falha?  Uma boa gestão de informação garante que os dados importantes ficarão disponíveis para os gestores de cada setor. Assim eles podem desenvolver uma visão geral da empresa.

Diminuição da margem de erro

Lembre-se de que uma empresa é gerida por humanos e, portanto, sempre existe o risco de erros. Nenhum de nós é capaz de acertar o tempo todo. Nesse sentido, contornar possíveis falhas é uma situação para a qual todos os profissionais devem estar preparados.

É normal que, diante da necessidade de tomar uma decisão, o profissional se sinta um pouco apreensivo pela possibilidade de errar. No entanto, existem meios para minimizar essa possibilidade.

Um deles é a boa gestão de informações. Decisões em uma empresa devem se basear na consulta de dados concretos e na sua devida mensuração.

Com informações corretas à mão, as chances de tomar decisões certas serão muito maiores, evitando uma série de transtornos, tanto para a empresa quanto para os profissionais envolvidos.

Simulações de cenários possíveis

Sob a posse de dados concretos, é possível fazer algumas simulações de quais seriam os resultados se determinadas ações fossem tomadas. É claro que se trata apenas de uma suposição, afinal, não é possível antever claramente as consequências de cada decisão.

Entretanto, eles ajudam muito na hora de escolher por qual caminho seguir. Embora não seja possível chegar a uma conclusão definitiva sobre os resultados, a simulação oferece pelo menos uma ideia aproximada do que ocorrerá após a tomada de determinada atitude.

Quando a empresa tem uma boa gestão de informações, fica fácil empregar os dados disponíveis nessas análises e, consequentemente, chegar o mais próximo possível de quais seriam os reais resultados.

Gestores conseguem tomar decisões com maior segurança quando têm acesso a essa importante ferramenta de monitoramento.

Bases sólidas para o crescimento

Talvez até seja possível que uma empresa viva evitando a tomada de decisões mais sérias, mas isso significaria uma trajetória fadada a estagnação. É a tomada de decisão que faz com que uma companhia alcance patamares cada vez mais altos.

Uma empresa que não arrisca, por medo de tomar decisões erradas, realmente não vai errar, mas pode acabar perdendo chances de tornar-se mais presente e influente no mercado. Será que vale a pena perder a possibilidade do acerto devido ao medo do erro?

Quando não há informações nas quais se basear, a possibilidade de erro pode acabar se igualando à de acerto. Assim, tomar qualquer ação é quase sinônimo de entrar em uma roleta russa.

Os dados concretos fornecem uma segurança a mais para que o gestor tenha maiores possibilidades de acerto que de erro e, assim, tome decisões que serão fundamentais para o crescimento da empresa. É dessa forma que uma companhia se desenvolve: por meio da tomada de decisões.

Segurança na tomada de decisão

O que você faria se não soubesse ao certo de onde veio, quais vacinas tomou e se tem alergia a algum medicamento? Você viveria sob o risco de contrair alguma doença ou ter uma reação alérgica após medicação, concorda?

Assim acontece com as informações de uma empresa: elas são importantes para que se tenha um histórico do que já deu certo e o que não trouxe boas consequências para a instituição.

Quando essas informações não estão disponíveis, os riscos de repetir erros do passado é grande e parece que a gestão “nunca sai do lugar”. Se você já sabe que determinada ação não trouxe os resultados esperados, você nem perderá tempo tentando implantá-la e já partirá logo para o estudo de outra possibilidade.

Essa também é uma importante vantagem da boa gestão de informação. Quando se tem o registro das oscilações e de tudo o que já foi feito pela empresa, fica mais fácil não persistir em ações que “nunca deram certo”. Elas provavelmente continuariam dando errado.

O melhor, nesses casos, é buscar outras alternativas. Mas saber se elas não foram testadas depende exclusivamente da disponibilidade das informações.

Entendeu por que a gestão da informação é tão importante para o sucesso de uma companhia? Percebeu como ela é fator determinante na hora de tomar as decisões que trarão os melhores resultados? Trata-se de um processo capaz de melhorar o trabalho de todos na instituição e o papel que ela representa no mercado.

Se você gostou do post e quer descobrir como a gestão da informação pode melhorar a produtividade da sua empresa, entre em contato conosco e conheça nossas melhores soluções em gestão.

Ferramentas de Gestão de processos

4 novas ferramentas que ajudam na gestão de projetos de sua empresa

Toda empresa possui projetos internos. Eles auxiliam negócios a realizar mudanças internas, buscar mais inovação, implementar novas ferramentas de gestão ou atender a demandas externas. Em todos os casos, a maneira como tais iniciativas são gerenciadas é um fator chave para garantir que nada dê errado.

Nesse sentido, a estratégia responsável por garantir o sucesso de um projeto é o investimento em políticas de gestão de projetos. Bem adotadas, elas evitam erros e tornam o fluxo de trabalho mais ágil e eficaz.

Além disso, a companhia pode contar com o apoio de ferramentas de TI. Graças a elas, gestores conseguem otimizar a sua maneira de distribuir rotinas, eliminando gargalos e problemas de comunicação.

Quer saber mais sobre o tema e como a tecnologia pode ser uma ferramenta para tornar a gestão de projetos mais eficaz? Então leia o post!

Gestão de projetos: quando fazer?

As estratégias de gestão de projetos sempre devem ser adotadas pelo negócio. Elas auxiliam o empreendimento a ter uma rotina bem definida, métodos de trabalho claros e objetivos alcançáveis. Dessa forma, todos conseguirão se manter aderentes a prazos e atingir as suas metas facilmente.

Ter uma boa rotina de gestão de projetos garante que o negócio sempre atue com o máximo de performance possível. Profissionais estarão prontos para lidar com problemas e, ao mesmo tempo, saberão o seu papel em cada etapa, maximizando as chances de o projeto atingir os seus objetivos.

Quais os passos de uma política de gestão de projetos?

Projetos corporativos possuem uma série de fases. Cada uma dessas etapas auxilia o negócio a atuar de maneira estratégica, evitando erros e atingindo os seus objetivos facilmente. Confira os principais pontos de cada uma adiante.

Início do projeto

Essa etapa é voltada para planejar e definir quais problemas serão atacados primeiro. Dados devem ser levantados para identificar como o projeto pode impactar o negócio e quais são os pontos chave da iniciativa.

Organização e preparação

Nessa etapa a companhia buscará uma metodologia a ser utilizada, assim como indicadores e estratégias para manter todos com o máximo de desempenho possível. Além disso, são orçados os custos operacionais, definidos os times e o cronograma de cada fase.

Execução

Aqui, todas as etapas planejadas são executadas. Nesse momento, grande parte dos recursos (como matéria-prima) é consumido. Nesse momento, qualquer erro pode prejudicar a entrega do que foi planejado.

Encerramento do projeto

No encerramento, a companhia não só verifica se todas as metas foram atingidas, mas também avalia erros e pontos que devem ser melhorados nas próximas iniciativas. É importante que tudo seja reavaliado, de tal forma que boas práticas possam ser mantidas e aquelas que prejudicam a performance de profissionais sejam abandonadas.

Quais são as 4 ferramentas que auxiliam na gestão de projetos corporativos?

Além de uma boa estratégia técnica, a empresa também pode contar com o auxílio de ferramentas de TI para garantir o máximo de sua capacidade de manter as políticas de gestão de projetos funcionais. Elas tornam equipes mais integradas, otimizam a maneira como processos são distribuídos e auxiliam o gestor a ter uma visão abrangente sobre o negócio. Confira 4 soluções de TI para atingir esse objetivo abaixo!

1. Trello

Baseado no sistema de gestão de projetos Kaban, criado nas fabricas da Toyota e conhecido no mundo inteiro por tornar companhias mais eficientes e inteligentes, o Trello pode ser usado vai web, aplicativos móveis ou no seu desktop. As tarefas são exibidas em cartões, tornando a visualização do progresso de cada rotina mais simples e ágil.

As tarefas podem ser distribuídas para grupos ou profissionais separadamente. Comentários, anexos e outros itens podem ser adicionados a cada cartão, tornando a gestão das tarefas mais completa e eficaz. Além disso, a ferramenta pode ser integrada a serviços como o Google Drive, ampliando as possibilidades para cada time.

2. Wunderlist

O Wunderlist é um aplicativo de distribuição de gestão de tarefas em lista. Ao contrário do Trello, que é baseado em uma metodologia japonesa, esse app utiliza uma abordagem mais simples, mas que, da mesma forma, é eficiente.

Disponível para web, desktop e mobile, o Wunderlist permite a criação de listas de tarefas simples, com anexos, sub-atividades e comentários. Cada rotina pode ser enviada por e-mail ou por um link próprio, dando mais agilidade para gestores compartilharem tudo o que deve ser executado em um projeto.

3. GitHub

O GitHub é hoje uma das principais ferramentas para gestão de repositórios do mercado. Nele, a companhia consegue armazenar e administrar todas as modificações feitas no código de um programa ou alguma de suas dependências.

Fácil de utilizar e ser instalado, o GitHub ganhou espaço no mercado por ser uma solução eficiente e leve para administrar a criação de softwares. Todas as mudanças são rastreáveis e, caso algum erro ocorra, o developer pode revertê-la rapidamente.

4. PM Canvas Web

O PM Canvas Web é uma ferramenta versátil e feita para que profissionais possam gerenciar as suas equipes via web com facilidade. Nele, gestores conseguem realizar a prototipação de cada etapa, dividir em versões o projeto e manter uma estrutura colaborativa dentro de seu time.

E por ser disponibilizado na web, o PM Canvas Web é uma ferramenta versátil e fácil de ser integrada na rotina do seu negócio. Basta ter um navegador atualizado para começar a atuar de maneira estratégica, com etapas sendo gerenciadas com alta precisão e performance. Assim, o negócio pode aproveitar-se dos benefícios dessa solução rapidamente.

As políticas de gestão de projetos corporativos já são consideradas uma das partes mais importantes dos processos de gestão de qualquer negócio. Elas representam um papel-chave em companhias que buscam novas formas de atender a demandas do mercado ou de executar iniciativas internas sem perda de performance.

Com o auxílio da tecnologia, essa rotina ganhou uma nova face. Hoje, empreendimentos podem administrar as suas iniciativas em qualquer lugar, reduzindo custos e criando ambientes conectados e colaborativos.

Dados serão trocados em prazos menores, evitando falhas e o aumento das taxas de retrabalho. E com a possibilidade de errar menos, a companhia será capaz de atingir as suas metas rapidamente.

Agora que você já conhece essas ferramentas de gestão, se aprofunde um pouco mais, baixe nosso e-book com os 7 segredos para uma gestão de projetos de alta performance!

segurança da informação

Segurança da informação: como implantar na sua empresa

Assim como a Tecnologia da Informação (TI) vem passando por uma constante evolução — adquirindo um elevadíssimo grau de importância no mundo corporativo atual —, as ameaças virtuais também se desenvolveram a ponto de oferecer riscos de proporção inédita. Assim, a segurança da informação deve ser levada muito a sério.

O Brasil, por exemplo, tem sido um alvo constante dos cibercriminosos. Segundo uma pesquisa feita pela PWC em 2016, os ataques cresceram em 274% — mais que sete vezes o índice global. No ano em que a pesquisa foi divulgada houve um prejuízo financeiro de US$ 10,3 bilhões no país em decorrência de cibercrimes, de acordo com a Symantec.

Considerando que esses números representam apenas a ponta do iceberg — visto que não chegamos a falar sobre a crescente onda de ataques de ransomware que vitima milhares de empresas pelo mundo —, a segurança cibernética tem sido uma das prioridades das organizações atualmente.

Portanto, para que índices assustadores como esses não reflitam nos negócios da sua empresa, elencamos, neste post, uma série de procedimentos básicos para a implantação de uma política de segurança da informação eficiente. Vamos às dicas?

Comece pelo planejamento

Encabeçando a lista de deveres temos o planejamento. Você sabe o que está envolvido no planejamento e quem deve fazê-lo? Antes de tudo, planejar a segurança da informação é uma estratégia pertinente ao gestor de TI, porém, ela deve ser feita em conjunto com os demais stakeholders.

Por que os outros departamentos devem participar? Considerando que a maioria dos departamentos, se não todos, são informatizados, é elementar que os diretores se responsabilizem por orientar e cobrar suas respectivas equipes sobre a segurança da informação.

O princípio do planejamento, no entanto, pode ser o levantamento das informações geradas por cada setor, de maneira que os envolvidos adquiram uma visão completa dos dados.

Em seguida, é preciso fazer uma análise da criticidade de cada tipo de dado para o negócio e, a partir dessa avaliação, o gestor de TI poderá determinar normas, regras e estratégias de proteção cabíveis a cada equipe.

Elabore a política de segurança da informação

Com base nas informações obtidas no planejamento, é recomendável que a TI da empresa elabore uma política de segurança da informação (PSI). Sem dúvidas, essa atitude é uma ótima prevenção a ameaças internas e externas.

Uma PSI é um conjunto de normas, orientações e regras que devem ser seguidas por todos os colaboradores que têm acesso aos dados corporativos — salientando que eles são um dos maiores patrimônios da empresa. Portanto, a participação dos stakeholders nessa etapa permanece fundamental.

Alguns pontos que são definidos na elaboração de uma PSI:

  • tipos de informações a se gerenciar;
  • hierarquia de acesso aos dados;
  • principais riscos acerca de cada dado e as consequências do vazamento;
  • ativos de TI expostos a ameaças externas;
  • mecanismos e medidas para reduzir as vulnerabilidades da infraestrutura;
  • regras para BYOD (Bring Your Own Device), caso a empresa tenha adotado o conceito;
  • melhores práticas para o uso dos recursos de TI; entre outros.

Como podemos imaginar, existe uma extensa gama de aspectos a serem discutidos na definição das regras de PSI — o nível de complexidade do documento dependerá do porte e da infraestrutura de TI da empresa.

Assim que for confeccionado e aprovado pelo departamento de Recursos Humanos, esse documento deverá ser compartilhado entre todos os funcionários para esclarecer sobre a importância de seguir as recomendações relativas ao uso dos recursos computacionais.

Programe treinamentos para as equipes

Levando em consideração que o staff de uma empresa não se resume em especialistas de TI — ou seja, em um mesmo ambiente trabalham pessoas de diversos departamentos —, é certo que boa parte dos colaboradores pouco sabe a respeito do uso consciente dos dados.

Nesses casos, o investimento em treinamentos para os funcionários é providencial, desde que certos cuidados sejam tomados na hora de contratar uma empresa para fornecer o treinamento — que pode ser ministrado pela equipe de TI, inclusive.

As regras inseridas na política de segurança da informação devem ser claras o suficiente para que o plano de aula seja feito corretamente, evitando que os colaboradores não recebam as devidas orientações e que a medida resulte em prejuízos.

Em suma, o objetivo de manter as equipes bem treinadas é conscientizar os colaboradores sobre a importância de proteger os dados e, principalmente, enfatizar a responsabilidade de cada um para manter o ambiente seguro.

Invista no backup dos dados

O backup é um elemento essencial para a segurança da informação e não pode, em hipótese alguma, ser negligenciado ou ignorado pelas empresas. Porém, mesmo sendo tão importante, ainda é comum que existam empresas que não realizam cópias de segurança dos dados ou que utilizam métodos inadequados para tal.

Acima de tudo, o backup é a única solução que assegura a disponibilidade das informações perante desastres significativos. Os ataques de ransomware, por exemplo, consistem no sequestro de dados que nem sempre são recuperados, mesmo quando a empresa se dispõe a pagar pelo resgate.

Além disso, o ransomware pode se manifestar a qualquer instante. Portanto, os dados sequestrados podem não ter sido copiados a tempo. Nesse caso, se a empresa não faz o backup dos dados ela perderá parte das informações definitivamente — ou pagará muito caro tentando recuperá-las.

Por outro lado, se o backup não é realizado em tempo real — e na nuvem, especialmente —, ela não terá assegurado a integridade de todos os dados. Atualmente, existem meios altamente eficientes de fazer o backup dos dados, como o backup em nuvem (cloud backup) e o backup remoto (armazenamento de cópias em instalações distantes).

Insira a segurança da informação no plano de contingência

Um plano de contingência serve para garantir que a empresa reaja da melhor diante de desastres da melhor maneira possível. Ou seja, ela ter uma série de medidas bem planejadas para eliminar ou mitigar as consequências de um risco.

É possível que você já tenha ouvido falar no plano de contingência como um meio voltado para a disponibilidade dos ativos, porém, hoje a questão é ligada à segurança da informação — afinal, a maioria dos riscos de TI ameaça a integridade dos dados.

O que engloba um plano de contingência em segurança da informação? O objetivo de assegurar a aplicação da PSI em situações críticas, mantendo a comunicação entre os departamentos, de modo que cada membro esteja preparado para agir em meio a incidentes.

As nossas dicas para implantar a segurança da informação na sua empresa podem ser úteis a seus contatos? Ajude a disseminar o conteúdo clicando nos botões de compartilhamento para publicar nas suas redes sociais!

 

transformação digital

Transformação digital: o que é, qual o impacto e como não ficar de fora

O conceito de transformação digital tem ganhado uma importância muito grande para as empresas de todos os setores no mundo. Mas o que o termo quer dizer, exatamente? Trata-se de um processo no qual a tecnologia tem um papel essencial nas organizações. Ou seja, as empresas utilizam as novas tecnologias para aumentar e melhorar tanto o desempenho quanto os resultados do negócio.

Não estamos falando de um conceito futurista, e sim de algo que é preciso fazer parte das organizações para que essas continuem no mercado. Para tanto, faz-se necessário entender o que significa a transformação digital, qual o seu impacto e como aplicá-la na empresa.

Pensando nisso, preparamos esse post com tudo o que você precisa saber e entender sobre transformação digital. Acompanhe!

O que é transformação digital?

É uma mudança na estrutura da empresa que oferece um papel essencial à tecnologia, a qual passa a ter uma função estratégica central, não sendo mais uma presença superficial.

Um processo em que a tecnologia é utilizada para dar velocidade ao negócio, melhorar o desempenho, aumentar o alcance dos resultados e fornecer atendimentos personalizados, priorizando funcionários e clientes.

Como já foi dito, é uma mudança estrutural no papel da tecnologia, portanto não é apenas uma área da empresa que recebe alguma transformação.

Não são apenas as grandes organizações ou as empresas tecnológicas que podem implantar a transformação digital. Isso porque esse processo não se resume a quem tem mais capital.

Por isso, são vários mercados que já estão investindo nessa estratégia, como as áreas de saúde, educação, além de bancos e agências, e eles vêm se transformando com essa mudança na estrutura da organização.

É fato que o perfil dos consumidores mudou e vai continuar mudando com o tempo. No entanto, é preciso ressaltar que as inovações tecnológicas aceleraram ainda mais essa mudança. Assim, empresas que querem se manter vivas e em destaque no mercado precisam ser rápidas para se adaptar e se digitalizar.

Quais são os seus impactos?

A transformação digital impacta a sociedade de maneira geral. Dito isso, pode-se imaginar o grande valor de implementar programas de transformação digital nas empresas.

Como é esse impacto, exatamente? É só parar e pensar em como a tecnologia vem transformando a vida das pessoas no dia a dia. A quantidade de informações aumentou drasticamente se comparada há alguns anos — e esse volume não para de crescer a cada dia. Tudo ficou muito mais rápido com o uso das ferramentas tecnológicas.

Com isso, as pessoas estão mais exigentes e críticas do que nunca. A primeira mudança é essa alteração de comportamento. Além disso, os serviços automatizados oferecem facilidade e comodidade, o que torna a vida “mais fácil”.

Quanto aos serviços de utilidade pública, como por exemplo, corpo de bombeiros e hospitais, esses salvam mais vidas graças aos avanços tecnológicos. No entanto, não são apenas soluções, mas também alguns problemas que precisam de determinada atenção. Existem alguns desafios como alguns transtornos relacionados ao vício em tecnologia, criminosos virtuais, entre outros.

Isso faz com que as empresas se adaptem para suprir todas as necessidades da sociedade. Assim, percebe-se que com a transformação digital implantada na empresa, é possível obter melhores resultados nessas questões, já que as possibilidades são ilimitadas.

Como fazer a transformação digital na empresa?

De fato, as inovações tecnológicas estão presentes em todos os aspectos da vida de um ser humano, promovendo mudanças significativas nos hábitos da sociedade, como a transformação digital. Não há a possibilidade de uma organização corporativa permanecer fora dessa mudança se quiser se manter viva no mercado.

Conceitos como mídias sociais, internet das coisas (IoT), informação na nuvem e outras inovações estão modificando a forma como as pessoas se relacionam com as empresas e até mesmo entre si.

A transformação digital ocorre quando as empresas utilizam a tecnologia para obter melhores resultados e inovar nas suas operações. Por esse motivo, não se trata apenas de fazer uso das novas tecnologias para ter uma transformação digital implantada nos negócios. É preciso se reinventar. As empresas, portanto, devem criar novidades com ciclos menores, e é fundamental que essas novidades sejam constantes.

É necessário que as tecnologias digitais estejam presentes em todas as etapas da cadeia produtiva da empresa, nos negócios, na administração, nas atividades administrativas e comerciais, nos processos e na administração dos colaboradores.

Essa é uma ideia nova e que inova constantemente. Dessa maneira, não existe uma receita formal para desenvolvê-la. Mas as empresas que desejam implantar esse conceito devem entender que o foco é no alcance de maior produtividade e na oferta de produtos e serviços inovadores. O objetivo maior é se destacar no mercado competitivo e oferecer uma experiência única ao cliente.

Quais são os benefícios da transformação digital?

São diversos benefícios que a transformação digital oferece às empresas, tais como:

Aumento da eficiência da equipe

Com o uso das tecnologias a eficiência da equipe aumenta significativamente. A comunicação entre os colaboradores é agilizada e a informação é democratizada, já que as documentações podem ser acessadas em qualquer lugar e a qualquer momento. Além disso, os funcionários conseguem trabalhar virtualmente, não precisando ter um espaço físico ou outros custos relacionados.

Melhoria da experiência do cliente

São diversas formas de contato entre cliente e empresa que são possibilitadas graças à tecnologia. Assim, os clientes podem se comunicar com as empresas a qualquer hora e em qualquer local, utilizando o seu smartphone.

O contato é simples e sem burocracia. Dessa maneira, as novidades conseguem chegar de forma rápida aos clientes e o feedbacks também retornam à empresa rapidamente.

Geração de vantagem competitiva

As novas tecnologias possibilitam a manutenção de indicadores da empresa e um controle maior dos processos, o que gera vantagens competitivas. Assim, além de reduzir custos e automatizar processos, elas alertam os gestores quando há um desvio dos padrões, antecipando a solução de problemas e evitando que qualquer erro chegue ao cliente.

Inovação na empresa

Todas as inovações que geram melhorias nos produtos e serviços ampliam as soluções da empresa, atendendo as expectativas dos clientes de forma mais eficiente. Sem contar que as automações dos processos possibilitam que os colaboradores desenvolvam novas fontes de receita que conquistem novos clientes.

A transformação digital envolve a absorção de uma cultura digital que objetiva gerar ganhos de produtividade, melhorando a experiência do cliente, comercializando produtos de maneira inovadora e otimizando a cadeia de processos.

Mas não basta apenas buscar novidades tecnológicas, adotando dispositivos móveis e aplicativos. A transformação digital precisa estar atrelada a um plano fundamentado e consistente, em que o digital seja um meio de melhorar a produtividade, simplificar processos e entregar mais valor ao cliente. Há muitos motivos para fazer esse investimento na sua empresa e a melhor forma de fazê-lo é seguindo o guia que preparamos para você.

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backlog

Saiba o que é backlog e como estipular tempo para cada um

Para quem trabalha com atividades ligadas à Tecnologia da Informação, o conceito de backlog não pode ser uma novidade. Então, se você ainda não o conhece, está na hora de descobrir o que é backlog!

Você precisará do backlog como ferramenta auxiliar para garantir que um determinado projeto está sendo desenvolvido e aprimorado de maneira consistente, especialmente em relação ao cumprimento dos prazos. Desta forma, acaba sendo um forte aliado para o sucesso dos projetos de sua empresa. Neste post, você vai entender como utilizá-lo da melhor maneira. Vamos lá?

O que é backlog

Se você buscar o termo na internet, vai encontrar diversas definições, com algum grau de similaridade entre si. Mas o que é, realmente, backlog (especialmente para uma PME que não atua, necessariamente, com TI)?

Basicamente, o backlog corresponde a um registro ou histórico de requisições. Essas requisições, via de regra, partem do próprio cliente, embora também possam ser internas. Como o registro inclui a data da requisição, ele permite controlar a quanto tempo cada uma das entradas está em aberto.

Como você deve imaginar, não é nada bom ter requisições em aberto, não atendidas, durante muito tempo. Isso afeta negativamente a satisfação do cliente e, portanto, o sucesso do seu projeto. Seu objetivo, portanto, deve ser “limpar” o backlog rapidamente.

Como estipular o tempo de um backlog

Agora que você já sabe o que é um backlog, vamos passar para a próxima questão, que também é muito importante: Como lidar com o tempo necessário para atender a cada entrada constante no backlog de um projeto? Será que basta atender um por um, em ordem cronológica?

A resposta, como você pode imaginar, é não.

Se o cliente ‘A’ fizer uma solicitação hoje e o cliente ‘B’ fizer outra amanhã, a solicitação do ‘A’ será a mais antiga. Pela lógica, já que ter requisições em aberto durante muito tempo é um indicador negativo, você até deveria atender ao cliente ‘A’ primeiro.

O problema é que a solicitação do ‘A’ pode ser muito complexa ou implicar um volume muito grande de trabalho — muito maior do que a do ‘B’. Se você tentar seguir a ordem cronológica neste caso, vai criar um gargalo no seu fluxo de trabalho, atrasando todas as próximas solicitações, que poderiam ser mais simples e rápidas de resolver.

Em resumo, para lidar adequadamente com um backlog, é preciso analisar cada entrada no registro e estipular o tempo necessário para atendê-las.

Em seguida, você verá algumas dicas para manejar a “limpeza” do backlog de um projeto.

Organização

A primeira dica é organizar o backlog. Se você ainda não fez isso, é melhor começar!

As requisições externas e internas podem estar espalhadas por aí, e você precisa reuni-las e colocá-las em ordem cronológica, que é o nosso ponto de partida.

Entenda que as requisições podem chegar por diversas vias, especialmente quando estamos falando daquelas feitas por clientes. Ele pode enviar sua solicitação por e-mail, por telefone, ou registrá-la pessoalmente no setor de atendimento da sua empresa.

Cuidado para não perder ou esquecer requisições de clientes, deixando-as em aberto até que comecem a surgir reclamações.

Estimativa de esforço

A segunda dica é estimar o esforço que será necessário para atender a cada requisição. Esse esforço está ligado a dois elementos que já mencionamos anteriormente: Complexidade e volume de trabalho.

Você pode até mesmo criar uma escala, combinando estes dois elementos, para pontuar cada entrada do backlog. Veja um exemplo:

  • grande complexidade: G
  • grande volume de trabalho: G
  • média complexidade: M
  • médio volume de trabalho: M
  • pequena complexidade: P
  • pequeno volume de trabalho: P

De acordo com essa escala, a ordem ideal seria:

  • primeiramente, as requisições pontuadas como PP, PM e PG;
  • depois, as requisições pontuadas como MM ou MG;
  • somente por último, aquelas pontuadas como GG.

O uso desta estratégia permite que você deixe de lado a ordem cronológica por um momento, para atender às requisições que podem ser completadas mais rapidamente. Mas, é claro, isso não significa que você deve se esquecer de requisições maiores que estão em aberto há mais tempo.

Prioridades

Estabelecer prioridades também é muito importante para lidar com o tempo das requisições em seu backlog. Além de considerar o esforço que será necessário para “fechar” determinada entrada do registro, pense também no retorno que será obtido a partir de sua realização.

Uma excelente dica é analisar qual será o impacto daquela ação sobre outros clientes, além do próprio cliente que fez a solicitação. Se uma determinada ação puder aumentar o nível de satisfação dos clientes em geral, então vale a pena priorizá-la. Por outro lado, se ela é muito específica para o cliente que a requisitou, então seu grau de urgência será menor.

Etapas para completude

Muitas requisições não podem ser completadas de uma única vez. Se você trabalha com metodologia de desenvolvimento ágil, digamos que elas não podem ser completadas em um único Sprint, por exemplo. Nesse caso, faz toda a diferença estimar quantas etapas seriam necessárias para completar a requisição.

Em alguns casos, pode valer a pena iniciar o atendimento de uma requisição e, depois, colocá-la em hold. Assim, você apresenta progresso ao cliente mas não fica preso àquela tarefa, e pode começar a atacar outras requisições mais simples.

Desvio do projeto

A última dica é tomar cuidado com requisições tão grandes que podem, na realidade, exigir que algumas pessoas se desviem das atividades principais do projeto.

Como a origem de muitas requisições é o cliente, ele não é obrigado a entender a estratégia e as metas da sua empresa quando propõe alguma alteração ou o acréscimo de uma funcionalidade. Ou seja, ele pode fazer solicitações totalmente fora de escopo.

Cabe a você, enquanto gestor, e à sua equipe, determinar quando uma entrada do backlog simplesmente não faz sentido ou não pode ser compatibilizada com o fluxo de trabalho principal do projeto.

Neste post, você viu o que é backlog e como estipular tempo para cada item presente no backlog de um projeto. No meio do caminho, falamos bastante sobre fluxo de trabalho. Então, que tal aproveitar o ritmo para ler um pouco mais? Confira nosso post sobre gargalos e como eliminá-los!

indicadores de acompanhamento

Gestão de equipes remotas: como a tecnologia pode ajudar?

Fazer a gestão de equipes remotas é um grande desafio. Pontos como comunicação, liderança e carga cultural ganham peso extra, demandando um líder hábil que saiba contornar as adversidades e transformá-las em força motriz para o sucesso do projeto.

Todavia, essa é uma das maiores tendências para os próximos anos. Será cada vez mais comum lidar com equipes à distância. Não por acaso, segundo a Deloitte, 56% das empresas já estão reformulando seus processos de gestão de pessoas, transformando-os em digitais.

Pensando nisso, desenvolvemos este guia para você. Hoje, vamos entender um pouco mais sobre gestão de equipes remotas e descobrir como a tecnologia pode ser aplicada para facilitar o dia a dia e melhorar os resultados. Continue a leitura!

Conceito de equipe remota e os principais desafios na gestão

É muito comum gerenciar equipes que estão reunidas em um mesmo local, passando instruções sobre o que deve ser feito e como deve ser feito. Entretanto, o grau de dificuldade aumenta quando os profissionais estão espalhados pelo mundo.

Resumidamente, uma equipe remota é aquela que trabalha em prol de um mesmo objetivo, mas que não compartilha o mesmo ambiente físico. Logo, há a necessidade de reuniões online, conversas por telefone e a aplicação de outras tecnologias específicas.

Um dos primeiros desafios a serem superados é a comunicação, que não é mais presencial. É preciso identificar canais que se adaptem ao perfil dos integrantes do time, além de levar em consideração questões como o fuso horário. Se um integrante estiver em São Paulo e outro no Pará, de outubro a fevereiro, há uma diferença de uma hora.

Dependendo da proximidade física com o líder da equipe, segundo pesquisa, é comum que os integrantes também tenham uma percepção diferente da estrutura de poder. Ou melhor, enquanto alguns podem se sentir ignorados outros podem sentir que fazem todo o trabalho.

Outro ponto que merece destaque é a carga cultural dos integrantes do time, especialmente se pertencerem a países diferentes. É possível que posturas naturais de alguns funcionários tornem-se ofensivas para outros, culminando em conflitos ao longo do projeto. No Japão, por exemplo, evita-se usar o número 4 nos projetos, medo chamado de tetrafobia.

Primeiros passos para trabalhar com equipes remotas

Por essa razão, é importante que o gestor de equipes remotas conheça muito bem o seu time, entendendo seus pontos fortes e fracos. Assim, é possível agir com mais eficácia e extrair grandes resultados, aproveitando cada peculiaridade em benefício da empresa.

Em primeiro lugar, é preciso optar por uma comunicação mais fluida, garantindo que ninguém se sinta excluído. Para tanto, será preciso contar com a ajuda das ferramentas certas, assunto que será discutido no próximo tópico. Além disso, é preciso dar “voz” aos profissionais, permitindo que se expressem e entrem em contato com demais integrantes.

Também deve-se disseminar o conceito de equipe de trabalho, mostrando que, apesar de não estarem em um mesmo ambiente físico, todos estão em busca dos mesmos resultados. Isso pode ser facilitado ao desenvolver um propósito claro, um “por que” para todo o trabalho. Dessa maneira, o gestor terá mais eficiência e eficácia ao liderar sua equipe remota.

Vantagens da tecnologia na gestão de equipes remotas

O trabalho remoto tem se popularizado graças aos avanços tecnológicos. Há algumas décadas, seria impossível imaginar equipes remotas trabalhando na proporção atual, afinal, não existiam ferramentas compatíveis para auxiliar esse processo. Hoje, no entanto, é possível fazer tudo à distância: mensurar resultados, definir o workflow e até mesmo premiar. Confira os benefícios:

Aumento da produtividade da equipe

De modo geral, parte do ambiente de trabalho é improdutivo. Ao entrevistar 32 mil profissionais, a Microsoft descobriu que ao menos 17 horas semanais são desperdiçadas. Nas equipes remotas, que trabalham em home office ou em espaços compartilhados, é possível que esse número seja ainda maior, culminando em falta de produtividade.

Nesse sentido, a tecnologia é uma grande aliada. Com a ajuda do sistema correto, é possível avaliar as entregas de cada membro do time, identificando se estão ou não de acordo com o esperado. Além disso, é possível acompanhar as métricas e indicadores-chave de desempenho, proporcionando uma visão holística ao gestor do projeto.

Melhoria na comunicação intergrupal

Como dito, a comunicação é um dos elementos mais importantes para a gestão de equipes remotas. Com diálogos claros é possível direcionar, informar, motivar e extrair novas ideias dos integrantes. Segundo relatório do Towers Watson, empresas que investem em comunicação obtém um retorno — ROI — até 47% superior que outras empresas.

As atuais tecnologias permitem que a comunicação em um projeto aconteça de forma descendente, isto é, dos líderes para os seus liderados. E mais, também empodera os liderados, permitindo que tenham voz ante a alta administração. Logo, todos permanecem alinhados.

Facilidade no desdobramento de metas

As equipes remotas estão vinculadas à empresa e devem contribuir para o alcance de metas genéricas da organização. Todavia, nem sempre é fácil desdobrar objetivos maiores em pequenos resultados, muito menos comunicar isso aos integrantes da equipe remota. Esse é outro desafio que pode e deve ser vencido com a ajuda da tecnologia.

Com um bom sistema, tem-se mais facilidade em criar objetivos e metas, bem como compartilhá-los com os subordinados, mantendo-os alinhados. Os dados podem ser visualizados em painéis de controle com interfaces limpas e didáticas, facilitando o entendimento. Assim, é possível agir estrategicamente e alcançar conquistas exponenciais.

Otimização gestão dos integrantes da equipe

Definir papéis e responsabilidades em equipes remotas é um grande desafio, afinal, alguns profissionais podem sentir que trabalham mais do que outros. Por essa razão, é preciso ter clareza sobre as funções, responsabilidades e resultados que devem ser entregues por cada integrante.

O sistema não só ajuda a definir esses pontos, como também dispara alertas informando o que e como dever ser feito. Dessa maneira, fica mais fácil e eficaz realizar a gestão da equipe, mantendo todos informados sobre as tarefas diárias. Além disso, com a tecnologia correta, é possível, inclusive, visualizar as atividades dos membros da equipe.

Fazer a gestão de equipes remotas é um desafio diário. Para vencê-lo, é preciso contar com a tecnologia correta, tais como: software de gestão de projetos, canais de comunicação e sistemas de desdobramento de metas. No final, grandes resultados poderão ser alcançados, beneficiando equipe e empresa como um todo.

Gostou do conteúdo? Aproveite para continuar aprendendo. Confira nosso artigo sobre planejamento de equipes, nele falamos sobre definição de regras e metas alcançáveis. Você vai gostar!

scrum

4 mitos sobre a implementação do Scrum que provavelmente você acredita que é verdade

Cada vez mais o Scrum vem ganhando força e sendo reconhecido como o mais popular método ágil para gestão de projetos. A metodologia foi desenvolvida com base no manifesto ágil, combinando com uma joga de Rugby que inspirou seu nome.

Um dos principais focos do framework é isolar a equipe, trazer a agilidade para o gerenciamento de projetos, aumentando a velocidade e a mudança. Utilizado em diferentes companhias, o fremework surgiu no desenvolvimento de projetos de software, onde normalmente os projetos costumam sofrer um número maior de mudanças de escopo devido ao seu ambiente instável e mais dinâmico. Hoje o Scrum vem sendo utilizado em diferentes naturezas de projetos e gerando resultados favoráveis.

Mesmo com tantos benefícios, sabemos que adotar a metodologia não é uma tarefa fácil. Diferentes fatores precisam ser analisados antes de sua implementação. Existem muitos mitos pairando sobre a implementação do Scrum. Confira alguns deles:

1 – Não aceitamos escopo aberto

Muitos acreditam que com a adoção do Scrum não é mais necessário planejar datas de entrega e custos do projeto. Isso é um mito. É possível ter estimativas no Scrum, a grande diferença é a necessidade de mudança do modelo mental. Toda estimativa, seja de custo ou de prazo, por mais detalhada e realista que seja, ainda é uma estimativa, ou seja, possui uma margem de erro e fatores de incerteza associados.

Algumas abordagens mais tradicionais de gerenciamento de projetos tentem a se proteger das mudanças, criando processos, às vezes complicados ou mesmo burocráticos, para tornar alto o custo da mudança.

Diferente desse padrão, os métodos ágeis tratam a mudança como parte natural do processo, onde a mudança e o aprendizado da equipe e do cliente levam a um produto final melhor. A equipe assume o compromisso com aquilo que vai realmente entregar e nada além disso. Conforme as entregas são realizadas com sucesso, o cliente vê o resultado e adquire confiança de que a equipe pode não se comprometer com tudo o que ele deseja, mas entregará aquilo com o que se comprometer. No inicio é difícil, pois nosso modelo mental está acostumado com o escopo fechado, no entanto com tempo percebemos como é bom trabalhar com objetivos realistas. Ao final, temos plena convicção que é melhor dizer não, do que a frustração de não alcançar os objetivos prometidos. Ainda assim, pode não ser aplicável para todos os tipos de projetos.

2 – Solução Tabajara de Gestão Projetos

Lembra do Seu Creysson que sempre chega com a solução para todos os seus problemas com um fantástico produto das organizações Tabajara? Não pense que o Scrum será assim. Não existe solução mágica! Saiba analisar os pontos positivos e negativos do método para sua organização e reconheça em quais projetos ele se aplica e quais projetos deverão ser conduzidos da maneira tradicional. Projetos onde o nível de incerteza é muito grande como desenvolvimento de novos produtos, pesquisa e desenvolvimento, ou desenvolvimento de uma nova unidade de negócio são bons candidatos. Em cenários completamente opostos, onde existe muita formalização de contrato, extremamente sensível ao prazo e ao escopo, ou quando se trata de um projeto muito recorrente dentro da companhia, normalmente serão melhor gerenciados com uma abordagem mais conservadora seguindo o bom e velho PMBOK.

3 – Adeus Documentos

Já vi empresas da área de software criticarem o Scrum afirmando que a metodologia é uma bagunça e que não necessita documentar nada. Já vi o oposto também, onde a equipe de desenvolvimento ficou feliz por saber que a partir de agora não será mais necessário documentar o projeto pelo fato de ter adotado o Scrum.

O Scrum, na verdade é um método ágil de gestão de projetos, o que não quer dizer que exista restrições sobre a documentação do projeto ou qualquer outro tipo de restrição no que diz respeita a processos. Agora, independente do método adotado, o levantamento de requisitos, a análise de negócio, gestão de projetos, desenvolvimento (ou codificação), teste e documentação podem e devem sempre estar presentes. A grande diferença é que todas essas disciplinas / atividades são realizadas em ciclos menores (sprints), e de forma evolutiva (a cada rodada). No lugar de esperar entender e registrar tudo, fatiamos em parte — como diria o Capitão Nascimento.

4 – Viva o Caos

Sim é verdade que o Scrum possui raríssimos processos de controle e até as reuniões que na gestão convencional de projetos são intermináveis, na metodologia ágil são delimitadas e têm objetivos específicos. A reunião em pé foi concebida para durar 15 minutos e a responder a poucas perguntas (O que você tem feito desde ontem? O que você está planejando fazer hoje? Você tem algum problema te impedindo de realizar seu objetivo?). Mas isso não quer dizer desordem ou que a equipe viverá em meio ao caos. É muito importante que cada um dos poucos rituais do Scrum sejam religiosamente mantidos. Só assim conseguiremos que os resultados sejam mantidos no longo prazo, para que impedimentos sejam identificados e removidos, para que exista um canal aberto de comunicação constante entre o cliente e para que ocorra a evolução do próprio processo.

Depois que começamos a ver os resultados da metodologia costumamos dar uma relaxada em alguns processos. Aí tudo começa a funcionar como uma bola de neve, um dia não fazemos a reunião em pé e, sem perceber, aos poucos vamos abandonando elementos que sustentam a metodologia.

Por isso, mantenha a disciplina sempre. O Scrum não possui muitos processos de controle e mesmo as reuniões previstas têm objetivos muito bem definidos. A reunião diária foi desenhada para ser a mais objetiva e rápida possível (15 minutos no máximo).

Ainda assim, é importante garantir que os (poucos) processos sejam seguidos com o objetivo de manter os resultados a longo prazo, levantar e remover impedimentos, mantendo um canal de comunicação constante com o cliente, contribuindo para a evolução do próprio processo. Não caia nessa tentação, mantenha a disciplina.

E você? Já ouviu algum dos mitos mostrados neste artigo? Conte para gente!