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Autor: Braun

Cálculo das horas trabalhadas

Como efetuar o cálculo das horas trabalhadas para adicioná-las no custo do projeto?

No dia a dia da sua empresa, saber como efetuar o cálculo das horas trabalhadas é fundamental para conhecer exatamente os custos e os lucros de um projeto.

Uma visão clara sobre esses aspectos oferece recursos para uma gestão mais ágil e também informações importantes para tomadas de decisão mais conscientes e próximas da realidade do seu negócio.

Seja por medo ou falta de conhecimento de como organizá-la, muitos gestores acabam deixando essa questão de lado. Pois saiba que esse é um erro que não precisa mais ser cometido, visto que, tudo de que você precisa para saber quanto vale cada hora trabalhada no seu projeto é: uma lista dos seus custos, uma planilha do Excel (ou outra plataforma da sua preferência) e algumas horas de dedicação.

Sabendo da importância do cálculo das horas trabalhadas para sua empresa, é hora de seguir nosso passo a passo e colocá-lo em prática. Vamos lá?

O que são custos e como fazer o rateio deles?

O primeiro passo é entender o que são custos e como categorizá-los. Em termos gerais, custos são todos os valores envolvidos na manutenção da sua equipe de trabalho, desde o pagamento dos funcionários até aqueles gastos necessários para manter a estrutura — aluguel, água e luz, por exemplo.

Esses custos podem ser divididos em dois grupos, os diretos e os indiretos. Os custos diretos são aqueles ligados diretamente ao projeto, como as despesas com profissionais ou materiais envolvidos.

Já os custos indiretos dizem respeito aos valores que não são ligados propriamente ao projeto e que podem ser compartilhados com o resto da empresa, como os custos do setor administrativo ou a manutenção de equipamentos.

Esses gastos devem ser divididos entre todos os projetos ou áreas em que eles são utilizados para saber qual porcentagem deles pertence ao seu projeto atual.

Se sua empresa coordena dois projetos ao mesmo tempo, o rateio dos custos indiretos deve ser feito entre esses dois, baseado em quanto cada projeto utiliza de cada recurso.

Nesse caso, suponha-se que o gasto indireto equivale a um software que é compartilhado entre as duas equipes, e ambas utilizam os mesmos recursos do software do começo ao fim de seus projetos. Assim, o custo deve ser de 50% do valor para cada projeto.

Também é preciso estar atento aos custos que não devem ser considerados no cálculo. Eles são aqueles que não são relacionados à atividade da empresa que gera lucro, por isso recebem o nome de atividades-meio. São exemplos desses custos: limpeza, manutenção do espaço físico, entre outros.

Como fazer o cálculo das horas trabalhadas e quais são as variáveis a serem consideradas?

Passo 1: liste todos os custos envolvidos

Crie uma planilha e liste todos os seus custos, sejam eles diretos ou indiretos. Faça uma lista com todos eles. Se forem indiretos, não liste o custo total, mas sim a porcentagem de rateio para esse projeto. Comece entendendo todos os custos envolvidos, pois eles serão os responsáveis por determinar quanto cada hora deve custar.

Passo 2: calcule quantas horas devem ser trabalhadas para pagar cada um dos seus custos

Ao lado dos seus custos, adicione as seguintes informações referentes a eles:

  • frequência em que eles devem ser pagos — por semana, por mês, por bimestre etc.;
  • duração do projeto — trimestral, semestral, anual etc.;
  • quantidade de horas por dia que sua equipe deve trabalhar para pagar aquele item, considerando sua jornada diária de trabalho.

A partir desses dados, calcule quanto deve custar a sua hora para pagar esse custo. Esse cálculo consiste em multiplicar o número de horas trabalhadas por dia pelos dias da frequência de pagamento e dividir esse resultado pelo valor dos custos.

Valor da hora = Valor do custo / (Horas/dia para pagar esse custo * Frequência do pagamento)

No fim, a planilha deve ficar dessa forma:

Custo | Valor do custo | Frequência de pagamento | Duração do projeto | Horas trabalhadas por dia para pagar esse custo | Valor que essa hora precisa custar

Exemplo:

CustoValor do custoFrequência PagamentoDuração do projetoHoras/dia por custoValor da hora
Luz500,001x por mês90 dias28,40

Valor da hora = 500 /(2*30)

Passo 3: some todos os valores e adicione uma margem

Depois de calcular o valor que cada hora deve ter para pagar determinado custo, basta somar o valor de todas as horas e dividir pelas horas totais trabalhadas no projeto.

Para saber quanto cada hora/homem deve custar, basta dividir esse valor pelo número de pessoas na sua equipe. Sabendo o valor mínimo que a hora/homem deve ter para pagar todos os seus custos, adicione uma margem de lucro e/ou de negociação sobre ela.

Como usar o cálculo das horas trabalhadas para aumentar o rendimento do projeto?

Sabendo exatamente o valor do custo de cada hora trabalhada no seu projeto, você tem dados precisos e certeiros para tomar decisões eficientes no decorrer da gestão do seu projeto.

Por exemplo: o valor de cada custo vai lhe indicar onde devem ser feitos cortes de gastos e também em que aspectos podem ser aplicados mais recursos. Com o valor de cada hora trabalhada, é possível estabelecer metas claras e diretas para seus colaboradores, motivando-os a cumprir prazos e objetivos de forma transparente.

Ao saber o custo total do projeto e quais são os objetivos principais dele, torna-se viável definir critérios para contratação e/ou seleção dos profissionais certos para compor sua equipe, além de ajudar a determinar um plano de cargos e salários justo, baseado em suas prioridades e gastos.

Ter seus gastos bem organizados e definidos também deixa sua empresa com mais argumentos na hora de negociar ou fechar um negócio. Mantenha sua planilha atualizada e próxima de você. Assim, sempre que tiver alguma dificuldade durante a gestão do seu projeto, use-a como forma de conhecimento para entender onde você pode fazer mudanças e otimizar os resultados da sua equipe.

Sua planilha de cálculo das horas trabalhadas é uma fonte de conhecimento e de dados para tomadas de decisões importantes no decorrer de sua gestão. Portanto, faça dela um trunfo na manga de uma gestão eficiente e comprometida em trazer bons resultados.

Para aplicar o cálculo de custo das horas trabalhadas em todas as etapas do seu projeto, você pode contar com a ajuda da plataforma do Project Builder, pensada exatamente para resolver esse e outros desafios da gestão de projetos.

Solicite uma demonstração de como o software funciona e entenda exatamente como ele pode fazer a diferença na sua rotina de trabalho.

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software de projetos

O que é melhor: desenvolver um software de projetos ou adquirir um?

Primeiramente, vamos entender onde um software de projetos é aplicado, com a definição de gestão de projetos.

A gestão de projetos é o conjunto de rotinas utilizado por uma empresa que dá ao gestor a capacidade de manter um time funcional, evitar atrasos e atingir todos os objetivos de uma estratégia.

Graças à tecnologia, essa atividade tornou-se mais dinâmica e flexível: com um bom software de projetos, a empresa pode evitar atrasos e gargalos com muito mais facilidade.

Entre o uso de um software de projetos pronto e a criação de uma ferramenta personalizada, qual a melhor escolha? Confira a seguir!

A importância do software de projetos no ambiente corporativo

Diante dos desafios do mercado atual, a aquisição de um bom software de projetos é um passo-chave para que as empresas possam manter o alto desempenho.

Uma boa aplicação permite que o gestor atue de maneira estratégica para identificar gargalos com rapidez, distribuir tarefas com precisão e evitar o desperdício de recursos com eficiência. Com ele, o trabalho de toda a equipe é otimizado.

O gestor pode consultar, sempre que necessário, informações sobre a rotina de trabalho do grupo e ainda avaliar o resultado de uma nova política ou a evolução de indicadores. Dessa forma, os processos de gestão tornam-se mais ágeis e precisos.

O software de projetos torna a rotina mais integrada e dinâmica. Cada profissional conhece seu papel dentro da iniciativa, bem como seus prazos e suas metas. Com isso, ele pode se planejar com mais eficácia para atuar ao lado dos colegas com o objetivo de solucionar demandas e entregar resultados.

Além disso, como a distribuição e o acompanhamento de rotinas fica mais preciso, as chances de conflitos ou desalinhamentos ocorrerem diminui.

Dessa forma, a empresa consegue atingir os resultados esperados sem dificuldades.

Quais as vantagens de criar um software de projetos próprio?

A criação de ferramentas personalizadas é uma estratégia utilizada por muitos gestores. Com o apoio de um parceiro estratégico, a companhia pode ter uma solução totalmente personalizada para a sua necessidade.

Veja a seguir algumas das vantagens dessa escolha!

Maior controle sobre a maneira como o software é estruturado

Quando a empresa opta por criar seus próprios softwares, tem controle total sobre cada aspecto.

Fatores como os protocolos de segurança utilizados, as funcionalidades básicas, os recursos avançados e a arquitetura são definidos de acordo com o que a empresa achar necessário.

Assim, a aplicação tem mais chances de atender a todos os objetivos e todas as normas de controle utilizadas internamente pela companhia.

Eliminar funcionalidades desnecessárias

Muitas vezes, as empresas adquirem softwares com funções que não são utilizadas. Isso deve ser evitado pois, uma vez que a organização paga pelo direito de uso de todas as funcionalidades da aplicação, ter recursos subutilizados é um desperdício de verba.

Com a criação de uma aplicação voltada especificamente para as necessidades da empresa, ela tem a capacidade de selecionar conteúdos conforme as necessidades.

Dessa forma, o retorno sobre o investimento é maximizado e a aplicação final pode dar destaque a conteúdos que serão mais importantes para os profissionais no dia a dia do trabalho.

Maior compatibilidade entre sistemas

A compatibilidade entre softwares e sistemas operacionais é um fator que influencia diretamente a aquisição de uma aplicação.

Quando um aplicativo é totalmente compatível com o sistema do usuário, sua usabilidade é mais inteligente e as pessoas podem aproveitar mais os recursos disponíveis.

O investimento em um software personalizado exige cautela. Em muitos casos, essa opção requer um investimento maior do que a aquisição de uma aplicação já pronta.

Além disso, é preciso direcionar recursos para o suporte ao usuário e os processos de manutenção, o que torna as rotinas de gestão mais complexas.

Quais as vantagens de adquirir um software de projetos?

Em muitos cenários, a escolha de uma aplicação desenvolvida por uma empresa do mercado pode ser a melhor opção para a organização.

A compra de um software de projetos pronto é mais ágil, traz retornos mais rápidos e evita uma série de dificuldades. Confira, a seguir, algumas vantagens!

Menor custo

A aquisição de um software de projetos pronto tem um custo menor quando comparada com o investimento em uma ferramenta personalizada.Isso permite que a companhia use o excedente de verba para investir em outras áreas, como serviços e projetos estratégicos.

Em pequenas empresas, por exemplo, essa escolha pode dar mais flexibilidade para o empreendimento se manter competitivo e com uma rotina de qualidade.

Apoio técnico especializado

O investimento em um bom software de projetos pronto inclui o apoio de uma equipe de suporte ao usuário especializada.

Dessa forma, a empresa pode implementar a solução com agilidade, evitar gargalos e possíveis erros.

Além disso, os profissionais têm um canal direto para resolver dúvidas e outros fatores que interferem no uso do software.Tenha em mente que uma boa equipe de suporte é crucial para que a companhia consiga obter o máximo de retorno sobre o investimento.

A empresa pode, assim, eliminar problemas com rapidez e manter a aplicação funcional por um período longo.

Maior foco no negócio

Quando se escolhe um software personalizado, o gestor deve atuar lado a lado com os profissionais de desenvolvimento em todas as etapas de criação da aplicação — isso é necessário para definir requisitos, metas e outros detalhes sobre como o software deve funcionar. Nem sempre, porém, o líder tem o tempo necessário para dedicar atenção a esses processos.

Quando a solução é adquirida pronta, por outro lado, a companhia pode se concentrar na prestação de serviços e em projetos estratégicos.

Dessa forma, a empresa pode manter sua rotina de alto desempenho e evitar que um novo investimento impeça um profissional de atingir suas metas diárias.

A compra de um software de gestão de projetos é um momento-chave para o negócio. Isso porque ele permite que os gestores acompanhem o desenvolvimento de rotinas com mais precisão — e isso evita atrasos e outros fatores que interferem no sucesso da iniciativa.

A companhia passa a ter, então, mais capacidade para evitar atrasos e manter-se funcional.

Se você quer saber como um software de projetos pode ser integrado ao seu dia a dia, fale com um de nossos consultores!

suprimento e demanda

A importância da gestão de suprimento e demanda para uma empresa​

Toda empresa busca fazer o melhor uso possível das suas matérias-primas. Para que isso seja possível, é importante que o gestor saiba fazer uma gestão de suprimento e demanda eficaz. Na cadeia de suprimentos, essa estratégia melhora o planejamento da rotina do negócio, diminuindo custos e garantindo que os desperdícios serão pouco frequentes.

Se você quer saber mais sobre esse fator e como relacionar demanda e suprimentos corretamente, continue a leitura!

Qual a importância da gestão de suprimento e demanda para o negócio

Em um mercado competitivo, as empresas buscam várias estratégias capazes de otimizar a maneira como os seus recursos são utilizados.

Hoje, com consumidores demandando serviços e produtos de alto custo-benefício, é fundamental que a organização possa atender às demandas sem desperdícios. Justamente por isso, a gestão de demandas passou a ter um papel-chave para que  as empresas possam funcionar livres de erros.

Uma boa gestão de suprimento e demanda dá ao negócio a capacidade de identificar como os suprimentos poderão ser utilizados da melhor maneira e, com isso, são reduzidas as chances de os desperdícios ocorrerem na cadeia operacional.

Como consequência, a sua aplicação em médio e longo prazo colocará a empresa em um lugar de destaque no mercado, pois os seus serviços e produtos serão feitos com um custo menor e, assim, poderão atender um amplo público.

Como fazer um planejamento de gestão de suprimento e demanda eficaz

Conhecer todos os papéis que influenciam a lucratividade da empresa e a forma como suprimento e demanda se relacionam envolve uma análise completa sobre o funcionamento do negócio. O gestor deverá atuar lado a lado com times de análise de mercado, vendas, marketing, logística e estoque para identificar tendências, reduzir riscos e tornar a cadeia operacional mais eficaz.

Esse processo envolve o rastreamento de uma série de fatores econômicos, sociais, climáticos e mercadológicos. A empresa deve ser capaz de relacionar todos esses detalhes e identificar como eles condicionam a demanda pelos serviços e produtos do negócio.

Compreendendo melhor o efeito desses elementos sobre a cadeia operacional, a companhia terá mecanismos mais eficazes para planejar a aquisição de matérias-primas, a distribuição de recursos operacionais e a sua rotina em médio e longo prazo.

Naturalmente, acompanhar a demanda e modificar a rotina da empresa de acordo com esse fator é algo que apresenta limites. Modificar profundamente a estrutura interna a cada mudança no mercado pode ter um custo elevado, dependendo do perfil do negócio. Portanto, ele deve estar preparado para escolher uma estratégia que dê aos times internos mais flexibilidade e agilidade para atender a demandas externas.

É fundamental ainda conhecer as metas da companhia em médio e longo prazo. São elas que direcionam as políticas de vendas do negócio e impactam a quantidade de serviços e produtos que consumidores podem demandar. O histórico de vendas também é importante, pois ele traz para o gestor uma visão abrangente sobre como a demanda tende a variar em diferentes períodos do ano.

Para relacionar corretamente demanda e suprimentos, o gestor também deve identificar quais são os fatores que afetarão negativamente o uso dos recursos existentes.

A companhia precisa ter uma noção sobre as suas limitações, qual o potencial das campanhas de marketing atingirem os seus objetivos, e as ameaças, para que profissionais atuem com alta performance sempre. Assim, o negócio consegue criar medidas inteligentes para mitigar qualquer falha que eventualmente possa afetar a rotina interna.

A capacidade da produção, restrições de armazenamento, as chances de as campanhas de vendas não atingirem o seu público-alvo, assim como problemas com fornecedores são apenas alguns dos riscos que um negócio enfrenta diariamente.

Saber como enfrentar tais desafios será fundamental para que a companhia possa manter-se sempre competitiva, mesmo em momentos de escassez de recursos: todos os profissionais estarão prontos para implementar as medidas necessárias para manter o negócio eficaz e com alta performance.

Todas as informações levantadas, medidas preventivas e alterações em rotinas devem ser compartilhadas ao longo da cadeia operacional do negócio.

É importante que os times saibam como a companhia está preparada para lidar com as suas demandas de mercado, mitigar falhas e ter uma rotina eficaz e integrada. Como resultado, todos os times poderão planejar-se com qualidade e colocar o negócio à frente de seus concorrentes.

Evitando o desperdício de recursos com precisão

Conseguir manejar corretamente a demanda de uma empresa traz vários benefícios para ela. Para além do melhor uso dos recursos disponíveis, o negócio terá o equilíbrio perfeito entre o modo como os serviços estão dimensionados e a sua rentabilidade. Assim, o empreendimento evita atrasos e desperdícios com facilidade e precisão.

A compra de matéria-prima será feita com mais qualidade e nos melhores momentos. Custos de transporte, armazenamento, distribuição e administração de inventário cairão, aumentando a competitividade da empresa. Além disso, o tempo de entrega para mercadorias será menor, uma vez que os times conseguirão manter-se mais aderentes a prazos.

Para que esses benefícios sejam aproveitados, é fundamental que o negócio tenha um planejamento de ponta. Quando isso não ocorre, a má gestão da demanda criará uma série de problemas, tais como:

  • perda de vendas;
  • entrega de mercadorias incompletas;
  • falta ou excesso de estoque, desperdiçando recursos e criando gargalos operacionais;
  • aumento dos custos de transporte e armazenagem de produtos e matérias-primas;
  • ampliação dos prazos de entrega;
  • aumento dos custos operacionais com a compra não planejada de matéria-prima;
  • redução do fluxo de caixa;
  • aumento da presença de produtos obsoletos no ambiente operacional;
  • uso em excesso de equipamentos e recursos humanos, aumentando os índices de erro.

Justamente por isso, conseguir manter uma boa relação entre suprimento e demanda é um ponto-chave para o sucesso do negócio. Sobretudo, a empresa poderá evitar a perda de clientes por meio de serviços mais eficazes e competitivos: atrasos não serão frequentes e todos os setores poderão aproveitar melhor os recursos disponíveis para atender a demandas externas com qualidade e precisão.

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gargalos em projetos

Descubra como identificar e reparar gargalos em projetos​

Qual a melhor estratégia para evitar gargalos em projetos? Durante a execução de um projeto, a empresa enfrenta uma série de desafios. Equipamentos podem falhar, conflitos surgem e profissionais faltam sem aviso prévio. Nesse cenário, estar preparado para evitar que uma falha impeça a execução de um trabalho de qualidade é fundamental.

Quer saber como isso pode ser feito e as melhores estratégias para evitar problemas? Continue a leitura!

Como gargalos em projetos afetam os resultados da empresa?

Projetos corporativos são iniciativas complexas. Envolvendo um grande número de profissionais, eles podem ter o seu sucesso afetado por vários fatores. Portanto é importante que a empresa esteja preparada para identificar e mitigar qualquer fator que interfira nos objetivos de um projeto.

Podemos definir gargalos como qualquer ocorrência que impeça a empresa de atingir os resultados esperados. Isso inclui, mas não se limita a, erros na execução de atividades, conflitos entre profissionais, ausência de recursos humanos ou mesmo atrasos na entrega de itens que são fundamentais para a manutenção de uma rotina de trabalho livre de problemas. Juntos, eles contribuem para que o projeto tenha atrasos e não atinja as suas metas.

O que fazer para identificar gargalos em projetos?

Para que a empresa não seja afetada por qualquer gargalo em seus projetos, é importante que o gestor saiba identificá-los. Quanto mais rápido for o rastreamento de um problema, maiores são as chances do negócio solucioná-lo antes que o impacto seja grande.

Se um fluxo de trabalho começar a apresentar um comportamento não esperado, a empresa pode estar enfrentando um gargalo em alguma parte. Nesse momento, o desafio será rastrear a sua origem e avaliar quais são as melhores medidas para solucioná-los. Confira, adiante, algumas dicas de como fazer isso.

Mantenha uma visão abrangente sobre todas as rotinas

A melhor maneira de gerir um projeto é mantendo uma visão abrangente sobre todas as rotinas. Portanto adote estratégias para que seja possível acompanhar, em tempo real, o progresso de todas as atividades. Dessa forma, se algo de errado ocorrer, será mais fácil identificar os gargalos.

Mapeie todas as atividades que estão sendo executadas e eventuais problemas

A melhor forma de possuir uma visão inteligente sobre as rotinas é mapeando tudo o que ocorre em cada etapa. Dessa forma, o gestor consegue avaliar o tempo gasto em rotinas, identificar quais são as demandas mais urgentes e priorizar as atividades conforme as demandas externas.

Além disso, se a lista de rotinas a serem executadas ficar muito grande, a empresa conseguirá aplicar medidas corretivas rapidamente. Dessa maneira, o número de gargalos no projeto será sempre o menor possível.

Avalie o tempo necessário para executar qualquer atividade

Com o auxílio de indicadores de performance, a empresa pode avaliar o tempo necessário para executar qualquer etapa. E se um atraso ocorrer, será mais fácil identificar o fator que o causou e, assim, evitar rotinas ineficazes nas etapas seguintes.

Como evitar que gargalos em projetos tornem-se frequentes?

Planeje cada rotina

O planejamento é um ponto chave de qualquer projeto. É por meio de uma definição eficaz das rotinas que a empresa evitará gargalos, encontrará a melhor metodologia e evitará falhas. Portanto garanta que todas as etapas de um projeto estejam bem definidas assim que começar o projeto.

Nesse momento, é importante saber, também, quais são os principais riscos que podem gerar gargalos no projeto. Problemas como ausência de profissionais, demora na entrega de produtos e falhas de performance podem prejudicar a produtividade interna e gerar atrasos.

Portanto avalie tais fatores e crie medidas para que correções possam ser feitas com rapidez. É importante que o negócio esteja preparado para enfrentar problemas, impedindo que um imprevisto cause um grande impacto na produtividade do negócio.

Mantenha times integrados

Para evitar gargalos em projetos, a empresa também pode investir na colaboração entre times. Trabalhe para que cada equipe atue lado a lado, solucionando demandas e possíveis erros. Quando todos atuam em um ambiente colaborativo, a empresa consegue evitar conflitos e criar mais inovação em seus projetos internos.

Utilize a metodologia correta

A metodologia escolhida para a execução das atividades de um projeto impactará diretamente nos resultados do mesmo. Sempre que for planejar uma nova iniciativa, avalie os objetivos e requisitos básicos. Dessa forma, a metodologia escolhida será a mais adequada possível.

Nesse sentido, podemos destacar as metodologias ágeis como uma forma de tornar a rotina de trabalho mais fluída e flexível. Elas preparam o negócio para solucionar demandas com rapidez, times para atuar com mais integração e profissionais para lidarem com mudanças facilmente. Assim a companhia poderá manter uma rotina eficaz e livre de problemas.

Faça uso de um sistema de gestão de projetos

Os sistemas de gestão de projetos são ferramentas modernas para que gestores consigam acompanhar o trabalho de um time grande sem dificuldades. Esse tipo de software permite que gestores tenham um ambiente centralizado para identificar como cada processo está sendo executado, designar tarefas e avaliar se existem gargalos nos projetos executados. Dessa forma, mudanças podem ser feitas a qualquer momento, evitando que atrasos ocorram.

Tenha sempre um plano B

Identifique as ameaças do projeto e crie medidas para evitar que falhas impactem diretamente nos resultados da iniciativa. É importante que o gestor tenha um conjunto de políticas e estratégias para eliminar gargalos em projetos rapidamente.

Se um profissional faltar, por exemplo, o ideal é que o negócio possua alguém para substituí-lo rapidamente. Ao mesmo tempo, a companhia deve contar com ferramentas flexíveis, que possam ser modificadas se ocorrem mudanças nos requisitos do projeto. Assim a companhia garante a entrega dos resultados independentemente do que ocorrer durante cada etapa.

Seja flexível

Qualquer projeto pode mudar durante a sua execução. Portanto, independentemente do planejamento inicial, mantenha-se preparado para lidar com alterações a qualquer momento.

Se uma falha ocorrer, por exemplo, aplique medidas corretivas rapidamente. A demora para solucionar erros que ocasionam gargalos em projetos pode gerar grandes prejuízos em pouco tempo: as etapas futuras ficarão prejudicadas, impedindo que os profissionais possam atuar com qualidade e entregar o que foi combinado durante o planejamento.

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comportamento pessoal

Comportamento pessoal no trabalho: o que deve ser evitado?​

Uma empresa com um bom funcionamento só existe se as suas lideranças souberem gerenciar corretamente os seus times. Esse é um processo que envolve vários fatores, como as políticas utilizadas, a distribuição dos mecanismos operacionais, o comportamento pessoal no trabalho e o modo como cada pessoa é monitorada.

Além disso, a postura do gestor também impacta na sua capacidade de engajar profissionais. O comportamento pessoal dos líderes de cada área incentiva outras pessoas a buscarem o seu melhor e, dessa forma, contribui para a melhora dos resultados.

Quer saber mais sobre a importância desse fator e como garantir uma boa imagem para o seu negócio? Então continue lendo o post e veja as dicas que separamos para você!

A importância de possuir um bom comportamento pessoal no trabalho

Toda empresa possui normas e regras de conduta. Seja no ambiente flexível das startups ou em uma empresa com um ambiente rígido, o ambiente corporativo é dotado de um conjunto de normas que buscam melhorar a convivência entre profissionais e facilitar a manutenção de um clima amigável. Dessa forma, todos podem atuar lado a lado para executar as suas funções da melhor forma possível e, assim, atingir os resultados esperados.

Para gestores, o comportamento pessoal no trabalho é um fator crítico. Profissionais que atuam em cargos de liderança devem ter um cuidado redobrado com o seu comportamento, engajando o time sob sua responsabilidade, construindo um bom clima organizacional e melhorando as suas chances de crescer na sua área de atuação.

Uma boa liderança auxilia a empresa a atingir os seus objetivos de médio e longo prazo. Quando o gestor consegue administrar o fluxo de trabalho com qualidade, todos estarão motivados para alcançar os objetivos comuns com facilidade. Consequentemente, a empresa terá serviços de maior valor agregado e uma rotina de alta performance.

As qualidades que um bom gestor deve ter

A boa liderança não é uma característica que surge naturalmente. Ela exige cuidado e atenção sobre uma série de fatores, para o gestor encontrar a melhor maneira de auxiliar a sua equipe a atingir os resultados esperados. Veja algumas abaixo!

Proatividade

Um líder deve estar sempre pronto para colocar-se a frente de desafios e atender a demandas com proatividade. A atenção não deve partir apenas de estímulos externos.

É importante que o profissional saiba buscar informações e soluções para os problemas do negócio ativamente. Com uma ampla visão estratégica, o gestor poderá atuar lado a lado com outras áreas para garantir que o seu trabalho possa gerar resultados reais no dia a dia do empreendimento.

Boa organização

Um time desorganizado pode ter grandes dificuldades para atingir o resultado almejado. A falta de organização causa atrasos, reduz a produtividade e cria um ambiente de trabalho com mais erros operacionais.

Quando ela ocorre com o gestor, o impacto no dia a dia do negócio é ainda maior. Líderes devem ter um grande cuidado para evitar atrasos e manter uma rotina precisa. Dessa forma, ele conseguirá focar nos processos prioritários e, ao mesmo tempo, designar atividades conforme as demandas chegarem e, assim, garantir que a rotina de toda a equipe mantenha-se livre de problemas.

Capacidade de delegar tarefas

Esse é outro ponto que impacta diretamente nos resultados do negócio. Delegar funções é uma das atividades mais comuns do dia a dia de um líder e, bem executada, ela pode garantir que a empresa mantenha-se com foco e com alto nível de competitividade. Portanto esteja atento à maneira como os processos internos são distribuídos e garanta que as rotinas sejam executadas pelas pessoas corretas.

Capacidade de definir metas

definição de metas faz parte do dia a dia do gestor. Elas auxiliam o profissional a ter uma visão abrangente sobre o estado do negócio, a evolução de processos e outros fatores que impactam na capacidade do empreendimento de atingir os resultados esperados a médio e longo prazo.

Crie métricas conforme o perfil do time e o que é esperado do setor pela empresa. Atue lado a lado com os profissionais em busca de mecanismos de trabalho mais eficazes. Além disso, sempre que problemas forem encontrados, faça feedbacks para as que correções sejam feitas rapidamente, eliminando falhas na rotina operacional.

Capacidade de manter-se com conhecimentos atualizados

O mercado muda rapidamente. E, nesse sentido, é importante que o gestor de TI mantenha os seus conhecimentos alinhados com as principais tendências da sua área de atuação.

Invista em minicursos, livros e conferências sobre as principais novidades de sua área de atuação. Sempre busque adquirir novas habilidades, que possam ser utilizadas no seu dia a dia. Dessa forma, será mais fácil agregar valor ao seu trabalho.

Os comportamentos que um gestor deve evitar

Um bom gestor também evita más práticas. Elas impactam negativamente no engajamento dos profissionais e, a longo prazo, reduzem as chances da empresa atingir os seus objetivos. Confira qual tipo de comportamento pessoal no trabalho deve ser evitado abaixo!

Desorganização

A falta de organização impacta negativamente em todo o time. Atue para manter-se dentro de prazos, evitar erros e acúmulo de tarefas. Assim, você conseguirá focar no que é mais importante para a área sempre.

Atrasos

Atrasos frequentes prejudicam a imagem do profissional e o fluxo de trabalho do time. Em reuniões, por exemplo, eles ampliam o tempo necessário para que problemas sejam solucionados. Como consequência, a empresa terá prejuízos e dificuldades para realizar negócios.

Mantenha uma rotina rígida para evitar qualquer tipo de atraso. Faça um acompanhamento dinâmico da sua agenda, garantindo a sua pontualidade sempre.

Falta de otimismo

O engajamento dos profissionais é crucial para que a empresa possa manter-se eficaz mesmo em momentos difíceis. E uma atitude positiva frente aos desafios que um negócio pode enfrentar começa com os seus líderes. Portanto estar otimista é um ponto chave para o sucesso da empresa.

Sempre busque enfrentar desafios por meio de uma atitude positiva. Atue lado a lado com profissionais, incentivando-os a buscarem o seu melhor e formas mais inteligentes para atingir as suas metas de médio e longo prazo.

Estilo não adequado ao cargo

Outro comportamento pessoal no trabalho, que impacta diretamente na imagem que o time possui do gestor, é o seu estilo. Ele sempre deve estar alinhado com as regras do negócio.

Com uma boa imagem, o líder passará confiança para os profissionais da sua área. Além disso, novas parcerias serão estabelecidas com mais facilidade, uma vez que o gestor conseguirá passar segurança em suas falas para os seus parceiros.

Você conhece pessoas que gostariam de conhecer estas dicas sobre comportamento pessoal no trabalho? Compartilhe este post em suas redes sociais!

Como escolher o funcionário ideal para as tarefas da minha empresa?

Como escolher o funcionário ideal para as tarefas da minha empresa?

Como encontrar o perfil de funcionário ideal para uma empresa? Independentemente do mercado de atuação, é comum ter dificuldades para avaliar qual candidato a uma vaga pode adaptar-se melhor às necessidades do negócio.

Durante os processos de recrutamento, a organização deve avaliar vários fatores para garantir que o escolhido será capaz de atrair bons resultados. Quer saber como isso é possível? Então leia o nosso post e saiba como escolher o funcionário ideal para a sua companhia!

Como definir o perfil de funcionário ideal

Não existe um profissional que se adapte completamente às necessidades de um empreendimento. Com um bom direcionamento, porém, a empresa pode definir um perfil ideal para suas necessidades e de acordo com as metas de médio e longo prazos da organização.

Dessa forma, a busca por um profissional capaz de criar um grande impacto na rotina da companhia fica mais simples e eficaz. Diversos fatores devem ser considerados quando ao definir o perfil do profissional a ser contratado: entre eles, a formação básica, o conjunto mínimo de habilidades e os valores fundamentais.

Também é necessário identificar o perfil comportamental que a vaga exige. Em muitos casos, a escolha de um profissional com o perfil comportamental errado pode acabar não trazendo os resultados esperados com a contratação.

Em termos gerais, um bom perfil é aquele que busca crescer em sua área de atuação e tem conhecimentos atualizados e alinhados com os padrões do mercado. Além disso, é importante que seja capaz de se comunicar com clareza e esclarecer dúvidas com as pessoas corretas.

O profissional ideal precisa ter uma visão de mercado abrangente, saber lidar com feedbacks e absorver novos conhecimentos sempre, de forma a melhorar suas habilidades. Assim, ele pode produzir valor para o empreendimento continuamente.

Como selecionar bons profissionais para o negócio

A seleção de um bom profissional inclui fatores que vão além de um conjunto de características básicas. No processo seletivo, a empresa deve avaliar as qualidades dos candidatos e, assim, encontrar o colaborador ideal para seus processos. Entre os pontos-chaves para atingir esse objetivo estão:

  • avalie a formação de cada pessoa, como cursos e certificações obtidos;
  • busque profissionais proativos;
  • concentre-se nos profissionais que têm capacidade de liderança;
  • crie dinâmicas e testes para avaliar as habilidades de cada candidato além das capacidades adquiridas em cursos (como liderança e foco);
  • busque uma pessoa flexível;
  • direcione as atenções para aqueles que pretendem crescer com a companhia.

Quais são os perfis essenciais em uma equipe

Para que a organização tenha uma rotina de alto desempenho, não basta encontrar o profissional ideal. É importante montar uma equipe multidisciplinar, capaz de atuar de maneira estratégica na resolução de problemas, por meio de escolhas inteligentes e inovadoras.

Nesse sentido, o gestor deve procurar combinar os quatro perfis comportamentais existentes para montar uma equipe completa. Confira a seguir as características de cada perfil e saiba como combinar saberes para sempre ter um grupo bem estruturado!

Executor

Esse é um tipo de profissional autossuficiente na resolução de problemas e das tarefas designadas a ele. Seu foco é entregar resultados a qualquer custo. Portanto, quando eles são colocados em funções que necessitam de análise ou que possam ter o impacto difícil de ser mensurado, seu engajamento cai.

O excesso de competitividade e a autoconfiança podem ser um problema para esse profissional. Ele pode ter pressa para solucionar demandas, o que em alguns casos pode causar erros. Além disso, no trabalho em equipe, ele tem mais chances de entrar em conflito com outros integrantes da equipe e colocar-se contra todos para fazer valer seu ponto de vista.

O instinto de liderança do executor é característico da sua personalidade. Sua disposição para assumir desafios é alta, pois ele está sempre empenhado em buscar novas formas de atender às demandas e entregar resultados.

Planejador

O planejador é um profissional paciente. Ele sempre faz uma análise completa do cenário em busca da melhor forma de executar uma tarefa e entregar os resultados esperados. Consequentemente, planejadores valorizam a disciplina, o método e a rotina acima de tudo.

Eles conseguem trabalhar em equipe com facilidade. Sua capacidade de adaptar-se a regras e políticas impostas pela companhia é alta. Porém, além de serem menos criativas, pessoas com perfil planejador podem ter problemas para lidar com momentos de pressão.

Analista

Normalmente é alguém rígido, com dificuldades de relacionamento e personalidade mais retraída. Sua ação é sempre pautada pela lealdade e pelo comprometimento, o que o torna ideal para rotinas que têm grande nível de detalhes e que, muitas vezes, exigem um certo grau de improviso para serem executadas.

Esse é um perfil sensível a críticas. Feedbacks, por exemplo, tornam-se facilmente momentos de dificuldade para o analista. Portanto, o gestor deve estar atento e oferecer feedbacks com o máximo de cuidado possível.

Comunicador

Esse tipo de profissional é extrovertido, falante e ativo. Sua capacidade de adaptação a mudanças é alta, porém, ele pode ter dificuldades para atuar em uma rotina muito formatada. É o profissional ideal para trabalhos que envolvem uso frequente de habilidades de comunicação e muita autonomia. Quanto maior o contato pessoal, maior a sua capacidade de produzir resultados.

O comunicador também é conhecido pela facilidade com que recebe novos desafios e ideias. Seu otimismo é elevado, o que maximiza seu engajamento ao buscar atingir as metas e os objetivos definidos pelo empreendimento.

Esse profissional está em uma constante busca por status e prestígio, ou seja, precisa de reconhecimento para se manter engajado. Portanto, profissionais de perfil comunicador dificilmente permanecem por muito tempo em uma organização sem plano de carreira ou com rotina de gestão não meritocrática.

Escolher o funcionário ideal pode ser um processo complexo. Com as medidas corretas, porém, a empresa terá a habilidade de encontrar o candidato mais alinhado ao seu perfil e, assim, garantir que as contratações tragam sempre bons resultados.

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funcionário empreendedor veja os beneficios de estimula lo em sua empresa

Funcionário empreendedor: veja os benefícios de estimulá-lo em sua empresa

Já houve um tempo em que o funcionário perfeito, do ponto de vista da empresa, era aquele capaz de executar as tarefas recebidas, sem questionar nada. Bom, esse tempo acabou! Hoje, o que as empresas querem e precisam é de um funcionário empreendedor.

Neste post, você vai entender o que esse termo significa, qual é a sua relevância para um negócio e como você pode estimular sua equipe para que apresentem uma postura empreendedora no trabalho.

O que é o funcionário empreendedor

O conceito de funcionário empreendedor, ou intraempreendedor, se refere ao profissional que trabalha dentro de uma empresa e, nesse ambiente, está sempre atento a oportunidades.

Ele encara a empresa como se fosse um dos sócios, mesmo sendo um colaborador. Por esse motivo, ele está disposto a ir além das suas atribuições básicas para explorar ideias que podem beneficiar o negócio.

Por que estimular o funcionário empreendedor

Promover o diferencial competitivo

Ao contrário do que a maioria imagina, a inovação e a melhoria não surgem sempre a partir dos gestores. Muitas vezes, quem está mais próximo das operações diárias da empresa é que consegue realmente enxergar oportunidades. Estamos falando, é claro, do funcionário.

Dessa maneira, ao incentivar o funcionário empreendedor, você está também incentivando o desenvolvimento de mudanças que podem garantir ao seu negócio um diferencial no mercado. Isso representa uma vantagem frente a concorrência, especialmente se as outras empresas no seu segmento ainda não promovem o intraempreendedorismo.

Reter talentos

Os profissionais da geração Y, que representam a maioria da força de trabalho ativa, têm um perfil bastante peculiar. Gostam de ter autonomia, querem ser ouvidos e, principalmente, esperam reconhecimento por suas contribuições.

Diante desse perfil, a melhor forma de reter os profissionais em sua empresa — especialmente os mais talentosos — é incentivando o intraempreendedorismo. Ao demonstrar que você valoriza as ideias e iniciativas do funcionário empreendedor, vai oferecer aos colaboradores da sua equipe um bom motivo para permanecer na empresa.

Aumentar o engajamento da equipe

Se um colaborador não apresenta um perfil naturalmente proativo, incentivar o intraempreendedorismo pode ser uma boa forma de aumentar seu engajamento com o trabalho.

O indivíduo pode até ter um potencial oculto, que ele não descobre porque não tem o ímpeto interno de empreender. Mas, se você oferece um incentivo, ele vai descobrir que pode fazer mais. Assim, forma-se um poderoso laço (não apenas profissional, mas emocional) entre a empresa e o funcionário.

Melhorar a imagem da empresa

A imagem de uma empresa não depende apenas da qualidade de seus produtos ou do atendimento ao cliente. A maneira como trata sua comunidade interna também possui um profundo impacto — ainda mais neste mundo altamente conectado.

Pode ter certeza de que seus funcionários publicam informações sobre o dia a dia no trabalho por meio das redes sociais. Se essas informações forem positivas, elas ajudarão a construir uma imagem forte no mercado.

Você já viu que os jovens profissionais gostam de receber um incentivo ao intraempreendedorismo. Portanto, quando você estimula o funcionário empreendedor, está dando a ele mais uma razão para falar bem da empresa aos seus contatos online (e offline, também). Indiretamente, essa ação aumenta o valor percebido da sua marca.

Como estimular o funcionário empreendedor

Incentive o compartilhamento de ideias

Talvez a sua equipe não esteja apresentando um comportamento intraempreendedor simplesmente porque eles não encontram espaço ou canais para se manifestar abertamente. Portanto, a primeira dica é facilitar o trabalho de compartilhar ideias.

Existem várias estratégias que você pode implementar. Por exemplo:

  • instalar na empresa um grande quadro branco de ideias, onde todos possam expressar suas sugestões de maneira criativa;
  • realizar reuniões periódicas de feedback reverso, isto é, em que a equipe oferece feedback ao gestor, apresentando propostas de melhoria e mudança;
  • manter uma política de portas abertas, em que qualquer colaborador pode entrar na sua sala, a qualquer momento, para discutir formas de aprimorar o desempenho da empresa.

Crie um ambiente livre de julgamentos

Mesmo quando a empresa oferece os canais necessários para que o colaborador exerça seu intraempreendedorismo, isso pode não acontecer. O segundo maior obstáculo é o medo de ser criticado pelo gestor ou pelos colegas. Portanto, fomentar um ambiente livre de julgamentos também é uma forma de estimular o funcionário empreendedor.

E não basta dizer à sua equipe que devem ser abertos às sugestões dos colegas. É importante que você, enquanto gestor, também seja capaz de aceitar as propostas dos seus funcionários.

Aliás, essa é a parte mais difícil, já que muitos gestores ainda veem as tentativas de empreendedorismo dos seus subordinados como uma forma de ameaça. Se este é o seu caso, é hora de adotar uma nova perspectiva, menos focada na hierarquia e mais colaborativa.

Estimule a competição saudável

Nada é tão bom para gerar ideias e ações quanto uma boa competição. Então, se você quiser que sua equipe apresente comportamento intraempreendedor, crie pequenas competições. Proponha desafios, coloque um limite de tempo, ofereça premiações…

Esse processo é geralmente conhecido como gamificação, ou seja, criar um jogo em torno de certa atividade para aumentar o engajamento.

Mas não deixe que esse jogo ameace a harmonia da equipe. Reconheça os esforços mesmo daqueles que não “ganharem” e evite transformar o intraempreendedorismo em uma competição que beneficia o mesmo funcionário, todas as vezes. Esse tipo de situação cria ressentimento e frustração.

Ofereça uma recompensa

Nem todo colaborador é movido simplesmente pelo desejo de receber um elogio e um tapinha nas costas. Eles também buscam formas de reconhecimento mais objetivas pelo seu esforço em colaborar com a empresa.

Que tal implementar um Programa de Participação nos Lucros e Resultados? O PLR, como é conhecido, tem tudo a ver com o intraempreendedorismo.

Se a tentativa de inovar e melhorar do funcionário der bons resultados, ela vai se refletir em um desempenho superior para todo o negócio. O efeito, direto ou indireto, será visto no lucro no final do ano. E, como recompensa, o funcionário recebe uma porcentagem desse lucro.

Quanto mais ele colaborar com o negócio, mais vai receber. É lógico que todos vão querer participar!

Neste post, você aprendeu mais sobre o funcionário empreendedor, por que ele é tão importante e como estimulá-lo em sua empresa.

Quer aprender mais sobre as melhores práticas de gestão de pessoas para sua equipe? Então, inscreva-se em nossa newsletter e receba conteúdos exclusivos da Project Builder!

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Além da conversa: como dar feedback mais eficiente para seus colaboradores

É pouco provável que algum gestor, na época em que vivemos, não reconheça a importância de dar um parecer sobre a performance dos colaboradores. O problema é que, ao mesmo tempo, muitos ainda não sabem como dar um feedback de maneira mais eficiente — isto é, tendo como resultado uma verdadeira melhoria no desempenho do funcionário, aumentando sua motivação.

Ainda existe uma falsa impressão de que feedback é simplesmente uma conversa. Você já deve ter percebido aonde queremos chegar, não é mesmo? O feedback precisa ir bem mais fundo para trazer resultados, e é sobre isso que vamos falar neste post. Acompanhe o texto e esclareça sua dúvida.

O que é feedback, de verdade?

Vamos à raiz da palavra feedback. Ela vem do inglês e é formada por “feed”, que significa alimentar, e “back”, que significa de volta. Resumindo, a tradução ao pé da letra seria “retroalimentar”. No contexto de uma empresa, você tem o colaborador, que alimenta os negócios com seu trabalho, e o gestor, que retroalimenta o colaborador com críticas (positivas ou negativas) sobre esse trabalho desenvolvido.

Perceba, portanto, como o feedback cria um ciclo. O trabalho não é mais uma via de mão única, porque o gestor precisa estar atento ao colaborador, realizar uma análise e devolver um parecer. E esse parecer vai influenciar a maneira como o colaborador se comporta no futuro. Esse ciclo se repete continuamente.

Vale a pena ressaltar que o parecer do gestor não precisa — nem deve — apontar somente os momentos em que o colaborador ficou abaixo das expectativas. Apesar de o termo “crítica” ser muito usado quando falamos nesse assunto e isso gerar uma associação negativa, na verdade existem três tipos de feedback.

O primeiro tipo é o positivo. Ele consiste justamente em apontar o que o colaborador fez de melhor. O efeito que ele gera é o desejo (do próprio colaborador, bem como de seus colegas) de reproduzir o resultado para obter mais reconhecimento no futuro.

O segundo tipo é o negativo. Ele precisa ser evitado, pois, em geral, causa apenas frustração. Afinal, ele simplesmente aponta falhas e repreende a equipe. Não gera motivação e não fortalece o vínculo do colaborador com a empresa.

Então, temos o terceiro tipo: o construtivo. Ele também é aplicado quando o colaborador age de maneira errada ou não atinge uma determinada meta. Porém, em vez de abordar a situação com um olhar acusador, ele é focado em entender por que aquilo aconteceu e ajudar o colaborador a superar o obstáculo.

Quais são os benefícios dos feedbacks construtivos?

A essa altura, você provavelmente já percebeu que saber diferenciar os feedbacks construtivos dos negativos é a chave para promover o crescimento e identificar talentos nas equipes, não é mesmo? Tudo bem, mas quais seriam os desdobramentos concretos dessa ideia? Confira!

Gerar aprendizado

Se o objetivo é produzir mudanças, os feedbacks não podem simplesmente apontar falhas de desempenho ou comportamento. Por isso, a primeira vantagem de um retorno construtivo é auxiliar o entendimento dos porquês, ou seja, de como o colaborador chegou ao ponto em questão.

Resumidamente, o líder deve fornecer um mínimo de referências sobre o caminho certo, em vez de focar exclusivamente nos nãos. Até porque a gestão de pessoas não é um jogo em que as cartas precisam ficar escondidas: as expectativas devem ser colocadas na mesa.

Alinhar objetivos gerais e individuais

Ainda hoje, muitos trabalhadores veem o empregador como antagonista, e a comunicação negativa só reforça essa ideia. Você certamente quer contar com profissionais engajados na sua empresa, não é mesmo? Então, isso precisa mudar.

O feedback construtivo representa também uma maneira de transmitir a mensagem de que, quer seja o capitão, quer seja o marujo, ninguém se beneficiará se o grupo não chegar ao seu destino. Assim, o líder deixará mais claro que a cobrança é realizada para o interesse do colaborador.

Reduzir conflitos

A recorrência de feedbacks construtivos torna a relação entre líderes e equipes mais amena. Isso porque uma comunicação negativa forma uma bola de neve que logo instalará um conflito. Não corra o risco de perder um bom colaborador desgastando a relação.

As avaliações de desempenho serão encaradas de uma maneira mais positiva se buscarem a melhoria em vez da crítica. Embora ninguém fique feliz com um mau desempenho, a forma de lidar com o problema será mais racional do que emocional se soubermos como dar um feedback construtivo.

Motivar o colaborador

Em diversos casos, o colaborador tomará uma providência independentemente de o feedback ser negativo ou construtivo. Afinal de contas, as pessoas precisam manter seus empregos. No entanto, são justamente esses casos que nos iludem.

Mesmo que seja possível identificar uma evolução após um feedback negativo, haverá uma diferença fundamental em relação à percepção do colaborador sobre a empresa e seus líderes.

A comunicação construtiva é uma maneira de, sem esquecer da questão pontual, considerar os efeitos de longo prazo. Você verá equipes muito mais engajadas e motivadas com o passar do tempo.

Criar uma cultura de feedbacks

Ao repetir uma prática no dia a dia, paulatinamente os líderes consolidam novos hábitos e costumes nas equipes. Logo, a cultura organizacional sofrerá uma transformação no longo prazo.

Não por acaso, muitas empresas consolidam um ambiente voltado para o aprendizado e a melhoria contínua. Isto é, saber como dar um feedback provoca mudanças profundas no modo de ser da empresa.

Reter talentos

Os objetivos, além de convergirem para um aumento da produtividade, serão importantes para manter os profissionais mais qualificados na empresa. Você criará um ambiente mais fértil para que as pessoas desenvolvam seus potenciais, e isso interessa aos mais talentosos.

A ideia é oferecer uma proposta de valor para o colaborador que não esteja embasada apenas no aspecto financeiro. O ambiente, o clima e a cultura gerada pelos feedbacks construtivos, tudo isso conta para atrair e reter os profissionais de alta performance.

Como dar um feedback?

Se fornecer um feedback não significa apenas conversar, então, o que mais o gestor pode fazer? Como fazê-lo de maneira mais eficiente? A sugestão que vai ser abordada aqui é ousada: adotar ferramentas específicas.

Sim, talvez você nem saiba, mas já foram desenvolvidas ferramentas voltadas para otimizar o feedback. Vamos conhecer algumas delas.

Feedback 360º

Também conhecido como avaliação 360º ou método 360º, o grande diferencial dessa ferramenta é que ela tira o feedback das mãos do gestor. Em vez disso, cada colaborador é avaliado por uma série de pessoas: gestor, colegas de equipe, subordinados (se tiver) e clientes.

Ao incorporar a visão de todos que estão envolvidos no feedback, o colaborador recebe uma avaliação mais abrangente e, também, mais justa.

Feedback Burger

O nome, que remete ao hambúrguer, está ligado ao fato de que, assim como o lanche, essa ferramenta também é desenvolvida em camadas. Elas são:

  • elogio;
  • pergunta;
  • ação.

Na primeira camada, o elogio serve como um quebra-gelo entre as partes. Ele tem o objetivo de deixar o colaborador mais receptivo às sugestões que o gestor vai apresentar, já que muitos ficam na defensiva na hora do feedback e saem da sala sem absorver as oportunidades de melhoria que foram apresentadas.

Na segunda camada, a pergunta traz possibilidades para que o colaborador lide melhor com certas situações, mas faz isso de maneira não autoritária. Em vez de dizer “faça isso”, o gestor pergunta: “e se você fizesse isso?”.

Na terceira camada, a ação é um compromisso entre o gestor e o colaborador. Pode ser o agendamento de um novo feedback futuramente, por exemplo. É importante também que o colaborador receba um incentivo, que pode ser o reconhecimento pelos seus esforços.

Feedback canvas

feedback canvas é a ferramenta ideal para avaliar colaboradores quando o trabalho deles é desenvolvido em equipe — esse é um aspecto muito importante porque é preciso entender o papel do profissional dentro do contexto, em vez de focar apenas no desempenho individual. Assim, sua proposta central é permitir que todos os colegas participem desse processo.

Para isso, é usado um quadro no qual a equipe (inclusive o próprio colaborador) vai determinar qual é o nível de perícia em uma escala de 1 a 7, quais são os pontos positivos e negativos e quais são as ações de melhoria.

O aspecto mais importante é que todo o processo é realizado de maneira aberta. Não existe necessidade de que as avaliações sejam “anônimas”. Afinal, como se trata de uma equipe em que o resultado final depende fortemente do desempenho de todos, a comunicação é essencial. Ela deve ser direta e transparente.

Feedback wall

Essa é uma das ferramentas mais simples. Porém, ela também é muito poderosa, porque inverte a relação que vimos até agora: é o trabalhador que oferece feedback à organização.

Basta encontrar uma parede em branco (ou algo que a substitua, como um quadro branco, por exemplo) e transformar esse espaço em uma área para que os próprios colaboradores expressem suas opiniões positivas ou construtivas.

Existem algumas variações no formato do feedback wall. Em versões mais simples, o espaço é dividido em duas partes: uma com uma carinha feliz, para que os trabalhadores registrem algo positivo, e outra com uma carinha triste, para que registrem algo que precisa melhorar.

Em versões mais elaboradas, o espaço é dividido em etapas de um processo, que vão desde o fato negativo até o positivo, passando por “definindo”, “trabalhando” e “feito”. Com isso, há uma ordem bem definida para que as críticas sejam usadas como base para melhorias reais.

Kudos

Kudos, ou Kudo Cards, são uma ferramenta voltada principalmente para o feedback positivo. Elas são usadas como uma forma de reconhecimento. Basicamente, são cartões com um tipo de cumprimento por alguma contribuição do colaborador para a equipe ou para a empresa.

Os cartões não precisam ser entregues somente do gestor para seus subordinados; eles podem também ser trocados entre colegas ou, até mesmo, entregues pelo subordinado ao gestor.

A ideia por trás dos Kudos é que eles oferecem algo público e visível como reconhecimento. Sempre que alguém passar pela mesa de um colaborador, poderá ver todos os cartões que ele já recebeu. É uma forma de incentivo similar à entrega de medalhas.

Como dar o feedback construtivo?

Manter o aspecto construtivo é, por si só, um desafio tão grande quanto dar um feedback eficiente. Os gestores precisam tomar uma série de cuidados com a linguagem utilizada e com a percepção do colaborador para evitar mal-entendidos. Veja seis dicas para realizar uma avaliação adequada.

Planeje com antecedência

Escreva os tópicos que precisam ser abordados com o colaborador e pense na melhor forma de conceder o feedback. Ao planejar, evitamos as falas inadequadas em um momento sensível, que são comuns no improviso.

Foque no diálogo

Procure não transformar o feedback em um discurso sobre o desempenho do colaborador. O objetivo é transmitir as informações de maneira clara, direta e concisa, bem como ouvir o ponto de vista do avaliado.

Estimule a reflexão

Utilize questões para estimular a reflexão sobre o desempenho mais do que a culpabilização. Pergunte o que o colaborador faria de diferente, como ele chegou às decisões tomadas, como a empresa poderia contribuir para melhorar o desempenho etc.

Tenha foco

Entenda que a reunião de feedback não é uma retrospectiva do tempo de serviço do colaborador, mas sim um momento para abordar e buscar melhorias em tópicos específicos. Por isso, seja breve na abordagem e evite avaliações genéricas.

Contribua com ideias e exemplos

Informe o colaborador sobre as iniciativas que já deram resultados na empresa. Você pode utilizar as práticas dos profissionais mais bem-sucedidos, por exemplo. Seja propositivo.

Estabeleça um plano

Firme compromissos com o colaborador e defina metas individuais para melhoria do desempenho. Assim, a reunião terá um encaminhamento concreto e critérios para analisar o desenvolvimento do profissional.

Qual é o papel da tecnologia?

Atualmente, em qualquer processo empresarial, a tecnologia exerce um papel importante, simplificando atividades e agregando novos recursos. Então, que tal conhecer algumas soluções para facilitar a concessão de feedbacks? Veja o que separamos a seguir.

Gestão de time

As ferramentas de gestão de times permitem a centralização das informações sobre o desempenho durante projetos ou atividades. Assim, o gestor pode acompanhar o histórico do profissional e realizar pesquisas internas para ter um embasamento mais sólido ao conceder feedbacks.

Construtores de hábitos

Como o feedback construtivo visa promover mudanças, a indicação de aplicativos para facilitar a criação ou o abandono de hábitos pode ser importante. A ideia é que o assunto não morra na reunião entre líder e colaborador, mas ganhe um direcionamento prático.

Gestão de tarefas

Um terceiro recurso são as ferramentas que oferecem condições para que o líder acompanhe a evolução das atividades no dia a dia. Assim, no momento da avaliação, ele terá o quadro geral, e não apenas um número com os resultados do período.

Sendo assim, agora que você já sabe como dar um feedback construtivo, procure ferramentas que possam auxiliar a gestão de pessoas e contribuir positivamente para que as avaliações auxiliem o desenvolvimento das equipes.

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Gestão eficiente

Gestão eficiente: 6 critérios para avaliar propostas de projetos

O gestor de projetos tem a responsabilidade de decidir quais deles vão sair do papel e quais precisam esperar ou, simplesmente, serem colocados para sempre na gaveta.

Porém, essa decisão não deve jamais ser tomada ao acaso! É necessário que ele tenha critérios objetivos para avaliar propostas de projetos; isso também vai colaborar para o sucesso daqueles que recebem o sinal verde.

Neste post, além de entender como funciona uma proposta de projeto, você descobrirá seis critérios de uma gestão eficiente que podem estar na base da sua avaliação. Boa leitura!

O que é uma proposta de projeto?

A proposta de projeto é um documento preliminar que deverá especificar as três características mais importantes de qualquer projeto: escopo, data de início e data de finalização. Lembre-se de que, sem esses elementos, não podemos dizer que isso se trata realmente de um projeto.

Entretanto, além dessas três características, a proposta de projeto ainda precisa informar qual é a visão que o motiva e quais são os benefícios que ele trará para a organização.

Para completar, outras informações essenciais que a proposta traz em seu interior são:

  • o custo estimado;
  • os riscos previstos.

Muitas vezes, essas informações ainda não são 100% precisas. Afinal, estamos falando apenas de uma proposta, e não do planejamento do projeto. Mesmo assim, elas devem ser estimativas inteligentes, para que o gestor não seja induzido ao erro na hora de tomar sua decisão.

Qual é a importância de avaliar propostas de projeto para uma gestão eficiente?

Quando a avaliação das propostas de projetos não faz parte das prioridades do gestor, corre-se o risco de que a empresa dê início a projetos “furados”. Por exemplo:

  • projetos que não será possível levar ao fim;
  • que, mesmo completados, não trarão qualquer benefício;
  • que vão apresentar uma relação custo-benefício desvantajosa;
  • que não estão alinhados com a visão estratégica da empresa;
  • que apresentam riscos que não será possível gerenciar com eficácia.

A avaliação, portanto, funciona como um filtro. Ela garante que a empresa só vai investir em projetos que apresentem uma alta probabilidade de sucesso.

Por outro lado, quando a palavra final é “não”, isso não significa que o projeto está reprovado para sempre. As razões que levaram a essa decisão podem indicar quais pontos precisam ser revistos, para que a mesma ideia seja aprovada em um outro momento.

Os 6 critérios para avaliar propostas de projetos

Finalmente, chegamos ao que interessa. Então, quais são os critérios que você, gestor de projetos, deve levar em consideração na hora de aprovar uma proposta? Bem, aqui estão as seis perguntas que você precisa fazer.

1. Existe um escopo?

É surpreendente quantas vezes as pessoas acham que estão apresentando uma proposta de projeto, mas, na verdade, não estão. O motivo? Não existe um escopo definido.

O seu primeiro critério, portanto, deve ser esse. Se o escopo for vago e mal delimitado, a pessoa que apresentou a proposta precisa voltar à sua mesa de trabalho e tentar de novo. Simples assim.

2. O escopo é relevante?

Se a proposta apresenta um escopo bem definido, o segundo critério que você precisa utilizar na avaliação é sua relevância em relação ao planejamento estratégico da empresa.

Para entender melhor, imagine que você recebeu uma proposta para reformar (com propósitos estéticos) todo o prédio da organização; entretanto, nesse período, a prioridade definida pelos gestores é economizar o máximo possível. Obviamente, esse projeto não está alinhado ao momento que a empresa está vivenciando. Sinal vermelho para ele!

3. A duração prevista é razoável?

Um problema comum nos projetos é a duração. Projetos que se estendem durante muito tempo podem esbarrar em um obstáculo sério: o desempenho da equipe.

É natural, especialmente para equipes de alta performance, que não seja possível manter o ritmo de trabalho exigido por um projeto de forma prolongada. Por isso, normalmente associamos os projetos a corridas de 100 metros — e não a maratonas.

É claro que não existe uma regra sobre qual é a duração máxima ideal para um projeto: isso depende do escopo. Mas pergunte a si mesmo se uma equipe conseguiria trabalhar com ritmo forte do começo ao fim do prazo proposto. Se a resposta for não, talvez a proposta mereça a mesma resposta.

4. O objetivo do projeto é realista?

Todo projeto tem um objetivo principal, seja a implementação de um software, o desenvolvimento de um novo produto, a abertura de uma filial ou qualquer outro. A questão é até que ponto esse objetivo é realista.

Objetivos irreais surgem quando alguém dentro da empresa quer inovar, mas não tem uma verdadeira compreensão do processo envolvido para concretizar essa inovação. Você, como especialista no assunto, é quem precisa apontar a insubstancialidade da proposta.

Além disso, não se esqueça de que o objetivo, tomado sozinho, pode parecer totalmente aceitável. Porém, você deve levar em consideração quais são os prazos e os custos apresentados na proposta. Muitas vezes, é aí que está o problema: quem fez a proposta está otimista demais em relação a esses fatores e, portanto, o projeto como um todo passa a ser inviável.

5. Qual é o custo-benefício?

Todo projeto tem um custo e exige um investimento. Não tem problema, mesmo que esse valor seja alto — desde que o retorno obtido através do projeto seja ainda maior.

Infelizmente, na grande maioria dos casos, é impossível definir com precisão qual será o retorno obtido com um certo projeto antes que ele esteja finalizado. Mesmo assim, como já vimos antes, a proposta deve trazer estimativas.

É importante que essas estimativas não sejam pessimistas, mas sim conservadoras. Trabalhe sempre com o pior cenário na hora de avaliar as propostas de projetos.

6. Qual é a equipe requerida para a execução?

O gestor de projetos não tem uma equipe fixa. Suas equipes são formadas conforme as demandas específicas de cada projeto. Por isso, a equipe requerida para executar uma proposta é um dos critérios que você deve ter em mente na hora de aprová-la (ou não).

Por que isso é importante? É possível que um certo projeto requeira a participação de um profissional que não está disponível no momento, que não pode ser liberado de suas funções principais para essa atividade. Nesse caso, talvez seja melhor adiar o projeto temporariamente.

Aí estão os seis critérios que você deve levar em consideração na hora de dar carta branca e alavancar a sua gestão eficiente. Agora que você já sabe como avaliar propostas de projetos, que tal dividir essa dica com outros gestores? Compartilhe este post com seus contatos nas redes sociais!

bem-estar físico e vida saudável

Saiba como o bem-estar físico e vida saudável estão ligados à produtividade

Um dos objetivos dos gestores é garantir que sua equipe seja cada vez mais produtiva. Mas você sabia que esse aspecto tem tudo a ver com o bem-estar físico e vida saudável? Muitas vezes negligenciados, esses dois elementos podem fazer a diferença quando a busca é por mais competitividade e lucratividade.

Eles também são fundamentais para elaborar políticas de gestão de pessoas realmente direcionadas aos colaboradores. Caso contrário, o resultado é uma equipe desmotivada, pouco produtiva e que executa muitos processos erroneamente. Em outras palavras, os resultados se tornam insatisfatórios.

Para evitar essa situação, neste post vamos mostrar como a produtividade está diretamente relacionada aos hábitos de vida saudáveis. Citaremos também os problemas que mais impactam o trabalho diário e apresentaremos dicas para solucionar essa questão. Vamos lá?

A relação entre produtividade e qualidade de vida

A manutenção de uma boa saúde é crucial para qualquer aspecto da vida. Com o lado profissional é a mesma coisa. Quando estamos bem, conseguimos produzir mais e melhor. Por outro lado, se temos alguma preocupação ou estamos com dor, por exemplo, nossa atenção está voltada para esse incômodo.

É por isso que a empresa obtém melhores resultados quando se preocupa com a saúde dos colaboradores. Conforme uma pesquisa feita pela Limeade e Quantum Workplace, divulgada pelo site Inteligência de Riscos, 38% dos profissionais se sentem mais motivados quando percebem esse interesse por parte da companhia.

Outro dado que confirma essa afirmação é o fato de o plano de saúde ser o benefício mais valorizado pelos colaboradores, segundo levantamento divulgado pelo jornal O Diário. Nesse caso os indivíduos têm mais interesse em colaborar e produzir porque se sentem valorizados e, consequentemente, mais motivados.

Os problemas na saúde que mais impactam a produtividade

A falta de cuidado com a vida saudável e o bem-estar físico influenciam a saúde negativamente. Um estudo realizado com 56 empresas brasileiras — e divulgado pela Revista Cipa — apresentou que o principal problema é o estresse (62%). Em seguida há falta de atividade física (44%), presenteísmo (42%), excesso de peso ou obesidade (40%) e maus hábitos alimentares (36%).

No mundo, o estresse também está em primeiro lugar. Somente no Brasil são perdidos 35 milhões de dias de trabalho por problemas de saúde, segundo o presidente da FIESC, Glauco José Cortês, em dados divulgados pelo blog Saia do Lugar.

Já os dados do Anuário do Sistema Público de Emprego e Renda do Dieese, que foram publicados no jornal Gazeta Online, apontam que os afastamentos devido a problemas de saúde ou qualidade do ambiente de trabalho aumentaram 25% em 10 anos, chegando a 181,6 mil casos em 2015.

A mesma matéria relacionou as estatísticas da Organização Internacional do Trabalho (OIT). Segundos os dados, 2,8 milhões de mortes ocorrem anualmente, sendo que 2,4 milhões são decorrentes de doenças derivadas do ambiente de trabalho. Para a entidade, há uma pandemia.

Esses índices demostram por que as empresas devem colocar a qualidade de vida no trabalho como uma preocupação central. Além disso, é importante saber que há diferenças entre os principais fatores de estresse.

Por exemplo: o salário baixo é o principal motivo de estresse para o profissional, mas está na 12ª colocação na visão do empresário. Por sua vez, os empreendedores acreditam que os cargos com pouca autonomia e muitas exigências estão no 4º lugar, enquanto para os colaboradores estão na 11ª posição.

Dicas para melhorar o bem-estar físico e vida saudável

Algumas ações são cruciais para garantir um bom ambiente de trabalho e assegurar uma alta produtividade. Veja o que fazer para melhorar esse critério na sua empresa.

Incentive a prática de atividades físicas

A realização regular de exercícios melhora o desempenho do profissional e previne o surgimento de doenças e estresse. Essa foi a constatação de uma pesquisa feita pelo Metropolitan University, de Londres. O levantamento também percebeu que os colaboradores que vão à academia com frequência conseguem gerir melhor o tempo, ficam mais satisfeitos e interagem melhor com os colegas.

Por isso, uma boa ideia é oferecer uma academia dentro da empresa ou promover convênios e parcerias com academias e clubes. Apostar na ginástica laboral é outra boa ideia, porque ajuda a manter o foco durante o trabalho. No entanto, seja criativo e pense em novas ideias. A IBM, por exemplo, criou o programa motivacional Star Bem para oferecer sessões de shiatsu, aulas de ginástica pela manhã e consultas com nutricionistas.

Estimule uma alimentação balanceada

A escolha pelos alimentos corretos mantém o equilíbrio do organismo e assegura que os nutrientes necessários sejam fornecidos. A consequência é o bom funcionamento de tecidos, órgãos e dos processos cerebrais, como a capacidade de concentração, memória e raciocínio lógico.

Essa questão é tão importante que um estudo da Alelo demonstrou que mais de 50% dos brasileiros almoçam em restaurantes. Desse total, 42% fica indisposto e sonolento após a refeição. Um levantamento da OIT ainda indicou que a alimentação inadequada no ambiente de trabalho pode reduzir a produtividade em até 20%.

Como solucionar esse problema? Há diversas ideias que podem ser promovidas, como a realização de palestras com nutricionistas, cafés de manhã saudáveis, espaço para lanches com frutas e outros alimentos positivos, e distribuição de livros e cartilhas que abordem o assunto.

Preocupe-se com os bons hábitos de sono

O ato de dormir bem é essencial para a alta produtividade dos colaboradores. Uma boa noite de sono melhora o funcionamento do organismo e evita o surgimento de doenças, como depressão e obesidade.

O sono também é essencial para:

  • fortalecer o sistema imunológico;
  • produzir e liberar hormônios de bem-estar;
  • consolidar a memória e o aprendizado;
  • oferecer a recuperação necessária ao organismo;
  • fornecer relaxamento muscular;
  • manter o estado de bom humor.

Atente à saúde mental

A integridade mental é um aspecto altamente relevante, especialmente para profissionais que atuam em atividades menos operacionais. Nesse caso é preciso investir em todos os pontos abordados até aqui, como melhora da alimentação, prática de exercícios físicos e criação de um bom ambiente de trabalho.

Perceba que a saúde mental é um critério geralmente ignorado, mas que tem um impacto relevante na produtividade. Conforme o gerente de Qualidade de Vida do Sesi–SP, médico Eduardo Ferreira Arantes, a maior incidência desse tipo de problema de saúde está localizada no Brasil.

O custo maior, segundo a Fiesp, é derivada dos Transtornos Mentais e Comportamentais. Esses e outros problemas podem ser enfrentados por meio de uma gestão de pessoas bem executada. O gestor deve atentar a mudanças de comportamento e/ou de produtividade. Conversar com o colaborador é outra atitude positiva, que pode resultar em benefícios.

Mantenha um ambiente de trabalho sem pressões psicológicas

Esse é outro fator que impacta diretamente a saúde mental do colaborador. Afinal, a pressão psicológica gera estresse, ansiedade, irritabilidade e insatisfação quando o colaborador não sabe como lidar com ela ou quando é continuamente executada.

Entre os motivos que ocasionam a pressão psicológica está a cobrança do chefe, colegas e do próprio mercado. Uma pesquisa do Instituto de Pesquisa e Orientação da Mente (Ipom), divulgada pelo portal Uai, assinala que 38% dos brasileiros indica a convivência com líderes e outros profissionais agressivos como a principal causa de estresse.

Além disso, o mesmo levantamento apontou que 43% dos profissionais acham péssimo o local de trabalho. Outros 65% se sentem infelizes. As causas para esse resultado são:

  • excesso de trabalho: 23%;
  • pressão por resultados: 18%;
  • busca por perfeição: 11%;
  • medo de demissão: 7%.

Por isso, o ideal é ter mais proximidade com os colaboradores e estabelecer um canal de comunicação aberto. Mostre que está disposto a ouvir e eliminar os obstáculos que surgirem. Deixe claro que todos são responsáveis pelos resultados e que o trabalho deve ser sempre colaborativo.

Incentive exames de rotina

Os gestores muitas vezes criticam o colaborador que vai ao médico com frequência. No entanto, a realização de exames de rotina é essencial para manter a saúde em dia. Incentive a prática e faça campanhas dentro do ambiente corporativo, por exemplo, de vacinação. Tenha em mente que essa é a ferramenta principal para promover a saúde, a qualidade de vida e a segurança aos profissionais.

Seguindo essas dicas, o bem-estar físico e vida saudável são assegurados na sua empresa e isso se refletirá na produtividade. E você, já adota alguma dessas práticas? Conte para a gente deixando seu comentário!