Teste Grátis

Autor: Braun

Balanced Scorecard

Balanced Scorecard : Entenda o que é

O BSC ou Balanced Scorecard é uma metodologia de gestão estratégica, desenvolvida pelos professores da Universidade de Harvard Robert Kaplan e David Norton. Ele permite que a empresa planeje e controle, com maior segurança, suas metas e estratégias, com o objetivo de medir a evolução da organização através de indicadores.

Mesmo assim, muitos gestores não compreendem a relevância desse método ou nem sequer sabem do que ele se trata. Vencer essa dúvida é o caminho para poder empregar o recurso de maneira altamente estratégica.

Preparamos este artigo para te ajudar a entender melhor essa metodologia, bem como a planejar a implantação dele dentro da sua organização no próximo exercício. Para entender melhor, continue lendo e entenda no que ele se baseia:

O que é o Balanced Scorecard?

O Balanced Scorecard foi adotado inicialmente como um modelo de avaliação e performance empresarial, porém, sua aplicação em organizações proporcionou o desenvolvimento de uma metodologia de gerenciamento de estratégia.

Os requisitos para a definição de indicadores tratam dos processos de um modelo da administração de serviços e da busca da maximização dos resultados, baseados em quatro perspectivas que refletem a visão e a estratégia empresarial.

A partir delas, são definidos os objetivos, as iniciativas e os indicadores, de modo a identificar se tudo está saindo como o desejado.

Confira quais são essas perspectivas:

Financeira

Essa abordagem compreende o desempenho econômico-financeiro do negócio em diversos sentidos. É possível verificar o nível de lucratividade ou de rentabilidade, assim como analisar a matriz de custos ou a de receitas.

Uma empresa que esteja em dificuldades financeiras pode usar a perspectiva para focar em aumento do faturamento ou diminuição dos gastos, por exemplo.

Clientes

Como o nome da perspectiva indica, ela tem a ver com o mercado consumidor e com seu comportamento. Pode se relacionar ao aumento da satisfação dos clientes, ao volume de vendas recorrentes ou à taxa de rejeição, e assim por diante.

Também pode se integrar diretamente à financeira, quando a atenção se volta para a diminuição dos custos de aquisição por cliente (CAC).

Processos internos

Em uma analogia, os processos internos de um negócio são como o funcionamento dos sistemas do corpo humano. Eles precisam ser adequados para que haja saúde, inclusive da organização.

Nesse sentido, é relevante analisar questões como cumprimento de metas — tanto em cada setor como entre áreas diferentes —, taxa de sucesso na realização de tarefas e qualidade de atendimento, por exemplo.

O objetivo é melhorar essa perspectiva, de modo a criar um efeito dominó de resultados positivos para o empreendimento.

Aprendizado e crescimento.

Mais do que ter tecnologia ou controle, um negócio deve contar com informação e com conhecimento. Esse é um elemento bastante amplo, que se manifesta de várias formas.

Pode se tratar da retenção de conhecimento por parte da própria gestão ou dos recursos humanos, que pode ser medido com índices de produtividade, retrabalho e/ou rotatividade.

Também é relevante compreender as questões da inovação e do aprendizado com os erros por parte da gestão. Análises de satisfação dos funcionários, de processos alinhados e de otimizações são ótimos indicadores desse ponto.

Quais são os elementos do BSC?

Além das perspectivas, que fundamentam o uso dessa estratégia, o Balanced Scorecard também conta com elementos que permitem a sua execução.

Ou seja, há ferramentas que precisam ser usadas para que o BSC tenha uma aplicação prática e transformadora na realidade do empreendimento.

Entre os pontos importantes, estão:

Mapa estratégico

Ele descreve a estratégia da empresa através dos objetivos relacionados entre si e distribuídos nas quatro dimensões.

O propósito do mapa estratégico é apresentar inteiramente a estratégia da companhia, e, assim, permitir tornar mais claras a ligação e a maneira como os objetivos estão associados a cada uma das perspectivas.

De certa forma, o BSC serve para “traduzir” esse mapa em ações menores e segmentadas, facilitando o cumprimento de tarefas e o alcance do que é desejado.

Objetivo estratégico

Por falar nisso, é fundamental ter atenção ao que o empreendimento deseja consolidar. Isso é o que deve ser alcançado e o que é crítico para o sucesso da organização.

Esses pontos são divididos em cada uma das perspectivas e serão importantes subsídios para o detalhamento das metas e da definição dos indicadores.

Usaremos os objetivos estratégicos também em nosso processo de priorização e de seleção de projetos, de modo a criar um workflow.

Meta

Corresponde ao nível de desempenho ou a taxa de melhoria necessária. A meta define o que temos que perseguir para conquistar os objetivos.

Ela precisa ser mensurável e simples de ser acompanhada. Preferencialmente, deve estar associada a um período temporal para facilitar sua medição.

Se a intenção é aumentar o faturamento, a meta pode incluir um aumento de 20% na receita em 12 meses, por exemplo. Com isso, ela funciona como um parâmetro a ser atingido — e, preferencialmente, superado.

Indicador

Representa, em números, como será medido e acompanhado o sucesso do alcance do objetivo. Qualquer indicador deve cumprir os seguintes requisitos:

  • transmitir informação clara e confiável sobre o evento a ser analisado;
  • ser coerente com os fins estabelecidos, com a visão e a missão da organização, medindo e controlando os resultados alcançados;
  • ser adequado e oportuno, estando disponível para a tomada de decisão;
  • ter a sua unidade de medida corretamente identificada: números absolutos (n.º), percentagens (taxas de crescimento, pesos – %), dias, horas, valores etc.;
  • ter um responsável designado, capaz de atuar sobre os indicadores.

Cada perspectiva tem uma estratégia e cada destino desejado conta com um indicador. Se, na financeira, há o interesse em aumentar o faturamento (objetivo) por meio do aumento das vendas (plano de ação), é necessário definir o volume de conversões em um período como indicador.

Plano de ação

Trata-se do conjunto de ações que são necessárias para se alcançar os objetivos. É no plano de ação, ou no Projeto (no caso de organizações mais maduras) onde vamos trabalhar para atingir as metas.

Basicamente, ele define quais são as estratégias que devem ser executadas para que o objetivo da perspectiva seja atingido dentro da meta estabelecida.

Para que serve o BSC?

Uma das grandes vantagens do Balanced Scorecard é que essa é uma metodologia muito versátil. Ela pode assumir várias formas e ser usada para propósitos variados, adaptando-se aos interesses de cada negócio.

Assim sendo, não há somente um tipo de BSC. Os conceitos, perspectivas e ferramentas estão sempre lá, mas ele pode ser empregado em vários momentos e em negócios de todo o tipo.

De certa forma, cada aplicação gera um efeito diferente e há o BSC aplicado à melhoria dos resultados e à manutenção de determinados efeitos. Além disso, pode ser usado de acordo com interesses e situações variadas.

Entre as formas de uso dessa ferramenta, estão:

Crescimento do empreendimento

Quando o estabelecimento está se desenvolvendo e prestes a dar um novo passo, o BSC é bastante útil. Dentro das quatro perspectivas, ele ajuda o negócio a se consolidar e a construir um desenvolvimento sustentável.

É o caso de determinar o aumento da rentabilidade, o número de clientes fidelizados, a otimização dos processos internos e a expansão capacitada da força de vendas, por exemplo.

Retomada de resultados positivos

Já se a empresa se encontra em apuros, ela também pode utilizar o BSC justamente para contornar e sair dessa situação. A ideia é reestruturar parte do negócio de modo que ele possa trazer efeitos positivos e que garantam a recuperação no mercado.

Entre as perspectivas, os objetivos podem ser: diminuição dos desperdícios, redução do custo de aquisição de cliente (CAC), automação de processos e melhor capacitação da equipe.

Aumento da robustez

Muitas vezes, acontece de a organização crescer rapidamente e, ainda que tenha sido de forma estruturada, não ter total segurança na manutenção dos resultados. É o que ocorre com negócios perenes ou sazonais, que podem ver seus efeitos mudando a qualquer momento.

Nesse caso, o BSC pode ajudar a definir interesses como: aumento do alcance e do reconhecimento de marca, diminuição da taxa de rejeição dos clientes, melhora da logística e aumento do mix de produtos ou serviços.

Obtenção de vantagem competitiva

Mesmo quando o negócio tem ótimos números e se mostra cada vez mais promissor, ele pode usar o BSC. Nessa situação, ele é facilmente empregado para a conquista de vantagem competitiva.

Usado de um jeito estratégico, garante a obtenção de diferenciação, que leva a conquistas em relação aos concorrentes.

Entre os pontos, estão: aumentar a lucratividade, ampliar a satisfação do consumidor, fazer investimentos em processos para melhorar a qualidade e oferecer cada vez mais inovação.

Se os quatros indicadores estiverem equilibrados e aplicados de acordo com os objetivos propostos pela organização, significa que há grandes chances de conseguir evoluir a gestão, possibilitando a concepção de novas estratégias que projetem diferenciais competitivos. O BSC está relacionado à visão e à estratégia de um empreendimento, duas áreas fundamentais para que a empresa tenha sucesso.

Quer ficar por dentro de tudo que é novidade e importante no mundo dos negócios? Então nos acompanhe no Facebook, no Twitter, no LinkedIn, no Google+ e no Youtube!

CTA-guia-completo-gerenciamento-de-portfolio

Tomada de decisões

Tomada de decisões: 5 dicas para o seu sucesso na gestão de projetos

Escolher qual camisa usar, o que comer no café da manhã e qual caminho para ir ao trabalho são pequenos exemplos de tomada de decisões que fazemos logo no início do nosso dia. Essas decisões, normalmente, são intuitivas e nem as percebemos. Porém, existem inúmeras situações onde devemos fazer uma escolha que impactará nas nossas atividades e no desenrolar do nosso dia a dia.

As decisões mais importantes que encontramos no âmbito empresarial exigem preparo e experiência, para que o profissional possa fazer a melhor escolha possível. Os gerentes de projetos são reconhecidos por serem grandes tomadores de decisão e devem sempre buscar potencializar as oportunidades e reduzir as ameaças.

Tomar decisões corretamente é um dos fatores primordiais para o êxito de um projeto. Portanto, aprenda neste artigo cinco dicas para obter sucesso na gestão de projetos com a tomada de decisões.

1. CONHEÇA SEU PROJETO

Para tomar a melhor decisão frente à gama de opções que se tem, é extremamente necessário conhecer seu projeto a fundo. O gerente de projetos deve compreender por completo o escopo do projeto, bem como seus custos, prazos e parâmetros de qualidade necessários.

Estar 100% inteirado do que deve ser feito e do que está acontecendo no exato momento da tomada de decisão é essencial para que o profissional obtenha um resultado positivo em suas escolhas, podendo assim fazer uma análise de causa e efeito, baseando sua decisão em dados importantes.

2. COMUNIQUE-SE BEM

De acordo com o Project Management Institute (PMI), a comunicação é um dos maiores causadores do fracasso dos projetos ao redor do mundo. O grande número de stakeholders faz com que ocorram inúmeros ruídos no processo de comunicação, distorcendo informações e atrapalhando todo o desenvolvimento das atividades.

Além da distorção da informação, muitas vezes elas chegam com pouca qualidade e baixa utilidade, deixando o gerente de projeto na mão. Dessa maneira, ele aposta na sua experiência e no seu feeling para tomar as decisões, o que pode ser demasiadamente arriscado.

Devido a isso, afirma-se que a comunicação é uma grande habilidade dos gestores de projetos de sucesso e ela deve ser considerada prioridade zero, pois é um dos principais fatores de sucesso de um projeto.

3. BASEIE-SE TANTO NAS INFORMAÇÕES QUANTO NO FEELING

Muitos profissionais experientes e com grandes vivências em projetos já detém um feeling apropriado para a tomada de decisões. Mas, apostar somente no feeling é muito arriscado e não é uma garantia de uma tomada de decisão assertiva.

Como falado, é extremamente importante que o gestor esteja bem municiado de dados sobre todos os processos que envolvam a execução das atividades do seu projeto. As informações de um projeto estão sempre disponíveis para o gestor e, com certeza, o ajudarão na tomada de decisões.

O feeling não deve ser deixado de lado. Ele é extremamente importante, uma vez que ele é a soma de todo o conhecimento e experiência do gerente de projeto e, ao ser utilizado em conjunto com uma boa análise de dados, os resultados são os melhores possíveis.

Por isso, pode-se afirmar que é extremamente importante basear a tomada de decisões tanto nas informações disponíveis, quanto no feeling do profissional.

4. CONHEÇA AS PRINCIPAIS FORMAS DE SE TOMAR UMA DECISÃO

Existem três formas de tomada de decisão que são mais usuais: decisões consensuais, por maioria e por autoridade. Um gestor de projetos eficiente sabe exatamente a hora de escolher cada uma dessas opções, buscando sempre obter o sucesso desejado.

Mas, você sabe quais as características de cada uma delas? Veja a seguir:

Decisões consensuais

As decisões consensuais são aquelas feitas quando todos os integrantes se envolvem na busca de um mesmo objetivo. Algumas vezes, essa decisão não é a favorita de todos, mas todos concordam que ela cumpre com as necessidades da situação em jogo.

Essa decisão ocorre através de uma discussão saudável (por meio de diálogos) entre os componentes de uma equipe, cada um com suas opiniões e ideias, buscando sempre a melhor escolha possível para a empresa.

Decisões por maioria

As decisões por maioria são aquelas feitas quando a maioria (50% + 1) dos integrantes é a favor de um resultado. Como ocorre no sistema eleitoral brasileiro, a decisão por maioria é conhecida por ser democrática, mas pode ocasionar alguns problemas (como fraudes e compra de votos, por exemplo).

É válido afirmar ainda que nem sempre a opção escolhida pela maioria será a melhor opção. Com o andamento das atividades, pode-se descobrir que essa não foi a melhor alternativa escolhida.

Decisões pela autoridade

Como se sabe, o gerente de projeto é o grande responsável por todo o desenvolvimento das atividades de um projeto, bem como do cumprimento dos marcos e metas estabelecidos. Sendo assim, afirma-se que ele detém grande influência e poder na tomada de decisões.

As decisões pela autoridade são conhecidas por serem feitas com base no poder de um indivíduo. As consequências dessas decisões dependem da inteligência, experiência e habilidade do gestor de projeto.

O grande problema dessa forma de tomada de decisão é que, em algumas situações, o poder pode subir à cabeça do decisor, o transformando em uma pessoa egocêntrica, impaciente e nervosa, o que impactará diretamente nas escolhas a serem realizadas.

5. BUSQUE POR MELHORIAS NA TOMADA DE DECISÕES

Você deve estar pensando: O que devo fazer para tomar decisões melhores? Existem algumas pequenas dicas que podem ser extremamente válidas na hora de se escolher uma ação, entre várias opções disponíveis.

Pode-se listar as vantagens/desvantagens de cada alternativa, analisar dados e características específicas de cada opção, buscar por situações parecidas em outros projetos (utilizando as metodologias de gestão), buscar apoio de PMOs, entre outras opções.

É válido também investir em softwares de gestão de projetos, obtendo assim melhores resultados. Existem softwares no mercado capazes de prover informações, em tempo real, da evolução das atividades e da produtividade de sua equipe, o que te auxiliará no processo de tomada de decisões.

Em momentos de crise, por exemplo, um software pode ajudar na otimização do tempo e em todo o gerenciamento de projetos. A grande vantagem do uso de tecnologia é ter todas as informações num só lugar, facilitando o acesso à informação.

A última dica para melhorar o processo de tomada de decisões é apostar na gestão de projetos. Invista no conhecimento dessa área, estudando, por exemplo, SCRUM e PMBOK. Além de agregar valor para os seus projetos, você será reconhecido pelo esforço e pelo conhecimento que terá.

Tomar decisões corretas em um projeto é crucial para o seu sucesso. Utilize as dicas desse artigo para tomar as melhores decisões possíveis e, assim, colher os frutos de uma boa gestão de projetos.

O que achou de nossas dicas? Tem alguma dúvida? Deixe sua opinião nos comentários!

 

CTA BLOG

Gerenciamento de Custos

Como fazer o gerenciamento de custos ideal para um projeto?

No mundo dos projetos, assegurar o sucesso completo é a prioridade máxima do gestor responsável pelo gerenciamento de custos. Caso ele ultrapasse excessivamente o orçamento (o que não é tão raro por aí), seu triunfo pode ser questionado, mesmo que o projeto seja entregue dentro do prazo e que atenda às necessidades dos usuários finais.

É por isso que uma parte essencial da gestão de projetos é a boa administração dos custos. Gestores precisam cuidar meticulosamente dos seus orçamentos, a fim de evitar que os gastos previstos no início do projeto saiam do controle e acabem prejudicando os resultados finais.

E, para ajudar você nisso, separamos algumas dicas sobre como fazer o gerenciamento de custos ideal e garantir seu sucesso! Acompanhe conosco!

Como funciona o gerenciamento de custos?

O gerenciamento de custos é o processo de estimar, alocar e controlar os gastos de um projeto. Ele permite às empresas projetar as despesas futuras, com o objetivo de reduzir as chances de elas ultrapassarem o budget.

Os custos do projeto são calculados durante sua fase de planejamento e devem ser aprovados antes dos trabalhos começarem. Com o plano sendo colocado em execução, todas as despesas devem ser documentadas e rastreadas, para que tudo permaneça dentro do orçamento inicial.

Quando o projeto for concluído, os custos projetados devem ser comparados com os custos reais, fornecendo um ponto de referência para futuros projetos e estimativas de budget.

guia de conhecimento PMBOK divide o processo de gerenciamento de custos em quatro etapas, que buscam assegurar que o projeto seja concluído dentro do orçamento previsto.

Veja abaixo quais são elas, e como você deve proceder em cada uma:

1. Planejamento de recursos

Tudo começa com a elaboração do que será preciso durante o projeto. Ou seja, a quantidade de funcionários, se será preciso contratar terceiros, se os equipamentos que a empresa possuí serão suficientes ou se é preciso adquirir novos, quais materiais serão necessários etc.

O planejamento dos recursos deve ser minucioso, detalhando também a quantidade de cada item que será utilizado. Não se preocupe em pegar orçamentos nessa hora, mas foque seus esforços em programar, a partir das etapas do projeto, tudo o que será necessário para completar cada uma delas.

2. Estimativa de custos

Com o planejamento de recursos feito, passamos para a estimativa de custos. Obviamente, esse não é um valor aleatório, e deve ser determinado por meio de um estudo de quanto custará cada recurso necessário.

É aqui que você começa a ter contato com os valores envolvidos no projeto e deve aproveitar esse momento para pedir orçamentos e avaliar qual será a projeção de gastos do empreendimento.

3. Orçamento dos custos

Apesar de soar parecida com a etapa anterior, o orçamento de custos se difere das estimativas, pois é nesse momento que você conseguirá prever, com exatidão, qual será o investimento necessário para a conclusão do projeto.

Aqui, fornecedores são escolhidos, valores são fechados e você terá em mãos o valor total para realizar o projeto e levar para aprovação do cliente. É claro que pode acontecer de o orçamento variar ao longo da execução, e é por isso que a próxima etapa é tão importante.

4. Controle dos custos

O controle dos custos é o acompanhamento, ao longo da execução do projeto, dos gastos reais. É nesse momento que documentamos todas as despesas realizadas e rastreamos todos os gastos regularmente, para manter o projeto dentro do orçamento aprovado.

Você, como gestor, deve se incumbir de acompanhar pessoalmente todos os custos, desde a compra dos materiais até o pagamento de empresas terceirizadas, certificando-se de que o dinheiro realmente está sendo utilizado para a finalidade proposta e evitando que os gastos extrapolem o que foi estimado.

5. Etapa extra: estudo dos custos

O gerenciamento de custos acaba com o controle, mas após o término do projeto é muito importante fazer o estudo dos gastos dele.

Isso porque pode acontecer, por exemplo, de um projeto ficar dentro do custo estimado, porém, não em razão do gerenciamento ter sido correto, mas porque no fim das contas uma das áreas gastou mais do que o previsto, enquanto outra gastou menos.

A partir daí, é possível constatar se o gerenciamento de custos foi bem-sucedido, qual o seu nível de precisão e no que ele pode ser aprimorado para os projetos futuros.

Como otimizar os custos do seu projeto?

 

1. Faça revisões no orçamento

Um projeto rodando sem um gerenciamento frequente dos custos está fadado ao fracasso. Isso previne que sua estimativa fuja muito do previsto, pois um sobrecusto de 10% é mais fácil de ser corrigido do que um de 50%. Ao analisar constantemente seu limite de gastos, as chances de manter seus custos dentro do orçamento aumentam consideravelmente.

Reveja o uso de recursos: assim como o orçamento precisa sempre ser revisto, é essencial fazer o mesmo com os recursos utilizados. Reveja o número de pessoas trabalhando no projeto e as necessidades futuras dele semanalmente. Fazendo isso, você garante que está usando por completo os recursos que possui e que terá em mãos tudo o que será necessário para concluir o projeto.

2. Mantenha sua equipe informada

Sempre informe o time sobre as previsões de custos do projeto. Uma equipe informada possui maior controle das atividades e, portanto, dos gastos feitos.

3. Gerencie o escopo do projeto meticulosamente

Trabalhos não planejados podem aparecer sorrateiramente, fazendo o número de horas gastas aumentar e o orçamento sair do controle. É preciso cuidar para que as horas definidas no escopo sejam respeitadas, criando pedidos de alteração para aqueles trabalhos que não estiverem cobertos pelos requerimentos iniciais do projeto.

O gerenciamento de custos deve ser parte essencial da gestão de um projeto. Gestores que cuidam dos seus budgets com zelo conseguem manter clientes e diretoria satisfeitos e, portanto, realizar projetos e obter uma carreira de sucesso.

E, para simplificar tudo isso, vale sempre contar com a ajuda de um sistema de gestão, que torna o controle das atividades e dos gastos envolvidos muito mais ágil e prático.

E se você quer saber como melhorar ainda mais o gerenciamento de custos do seu projeto, veja nosso post com algumas dicas para gerenciar custos durante a crise!

Caminho Crítico do Projeto

Caminho crítico do projeto: saiba quando e como utilizar

Todo bom gestor de projetos deve ter o conceito de caminho crítico muito bem solidificado. Afinal, é esse entendimento que lhe proporcionará subsídios para efetuar uma gestão mais assertiva, viabilizando a conclusão do projeto no melhor tempo.

Isso quer dizer que, sendo o projeto um conjunto de subprojetos, com inúmeras tarefas a eles relacionadas, é preciso compreender qual a relação entre as atividades e como melhorar a interação entre elas.

Isso porque as atividades devem ser sequenciadas da melhor maneira para que os trabalhos fluam sem obstrução e possam ser concluídos em prazos mais arrojados.

E é justamente para isso que serve o caminho crítico do projeto. Acompanhe os tópicos seguintes e saiba mais!

O que é o caminho crítico do projeto

Primeiramente, é preciso esclarecer o conceito de Caminho Crítico do projeto. Segundo o Project Managment Institute — PMBOK® 5ª edição, página 176 — o caminho crítico consiste na sequência de atividades que representa o caminho mais longo de um projeto.

Em síntese, é a menor duração possível para o que projeto seja finalizado completando todas as suas atividades.

Ou seja, o caminho crítico do projeto nada mais é do que o caminho no diagrama de rede do projeto que determina a sua duração total.

Outra forma de definir é dizer que é o caminho que possui folga total igual a zero.

Seja qual for a definição conceitual, todas as descrições dizem exatamente a mesma coisa.

Entendendo o caminho crítico do projeto

Em um projeto, a maior parte das atividades possui relação de dependência umas com as outras.

Isto é, quando a “atividade A” for concluída, a “atividade B” se inicia e, posteriormente, a “atividade C”, e assim por diante.

Acontece que, em muitos projetos, vários são os caminhos possíveis (sequência de atividades) até que o projeto seja executado em sua totalidade.

E o caminho crítico é aquele dito mais longo, ou seja, aquele cujas durações das atividades somadas equivalem ao prazo total do projeto.

Dessa forma, se alguma atividade do caminho crítico sofrer atraso, o projeto inteiro sofrerá consequências. Contudo, caso uma atividade de um caminho não-crítico atrasar, não há problema, pois entre elas há uma folga que pode absorver esse atraso.

O caminho crítico e as folgas

Para que se possa obter o caminho crítico do projeto, é preciso somar as durações de todas as atividades em cada um dos sequenciamentos existentes.

Ao fazer isso e identificar a maior duração, tem-se o caminho crítico do projeto.

No que tange às folgas, correspondem aos períodos (geralmente dados em dias) que as atividades de um caminho não-crítico têm a possibilidade de atrasar sem que o cronograma seja afetado.

É bom ressaltar que apenas as atividades que não participam do caminho crítico possuem folga.

Um exemplo prático

Tenha em mente, por exemplo, um projeto bem simples, com uma rede que apresenta dois caminhos — 2 conjuntos de tarefas que podem acontecer em paralelo – para que o projeto seja concluído.

Se o gestor somar as durações do caminho A, deve encontrar, por exemplo, uma duração total de 20 dias.

De igual forma, somando as durações de cada atividade do caminho B, nesse projeto fictício, encontrará 15 dias.

Com esses números e com o conceito de caminho crítico do projeto abordado acima em mente, pense sobre as seguintes perguntas:

Qual é a duração total do projeto?

Sabendo que os caminhos podem ser executados em paralelo, e o de maior duração é 20, a duração total do projeto é igual a 20 dias.

Qual o caminho crítico do projeto?

Dentre as definições acima mencionadas, o caminho crítico corresponde ao caminho mais longo que, irremediavelmente, deve ser seguido para que todas as atividades sejam concluídas. Se é assim, o caminho critico é o A.

Quanto corresponde à folga total que o outro caminho possui?

A folga total que o outro caminho apresenta é 5. Ou seja, a tarefa B pode atrasar até 5 dias sem prejudicar o cronograma.

Ainda que o exemplo utilizado possa parecer demasiadamente simples, em um projeto maior, dimensionar o caminho crítico se torna um tanto mais complexo.

Por isso, é extremamente importante saber aplicar o Método do Caminho Crítico a uma rede de atividades e definir o caminho crítico, subcrítico e todas as folgas totais e livres da rede e, consequentemente, determinar o cronograma do projeto.

Em síntese, todo gerente de projetos deve ter pleno domínio do conceito de caminho crítico do projeto e como utilizá-lo de forma eficiente.

No entanto, não há motivos para alarde: atualmente, todos os aplicativos e sistemas de gerenciamento de projetos calculam automaticamente o caminho crítico do projeto, facilitando o trabalho de planejamento.

Diagrama de rede e caminho crítico do projeto

As premissas que devem ser consideradas para a elaboração do diagrama de rede são:

— Possuir a estimativa de duração de cada tarefa; e

— Ter as predecessoras de cada tarefa.

Com essas informações, monta-se o diagrama com as atividades e seus respectivos relacionamentos.

Em seguida, as atividades são organizadas com suas respectivas durações, oportunidade em que são dimensionadas as datas de início e término mais cedo ou antecipado (Early Start, Early Finish), considerando as durações estimadas.

É importante ter em mente que, quando uma atividade possui mais de uma predecessora, deve-se usar a maior data de término mais cedo da predecessora como data de início da sucessora.

Com tudo isso bem organizado, torna-se possível determinar a duração do projeto. Mas isso não é tudo. É preciso também dimensionar as datas de início e término mais tarde (Late Start, Late Finish) — Caminho de volta.

Para tanto, quando uma atividade possuir mais de uma sucessora, deve-se usar sempre a menor data de início mais tarde como data de término mais tarde da predecessora.

Após isso, calcula-se as folgas de cada atividade. A folga corresponde ao tempo adicional que pode ser comprometido na atividade em questão sem que haja prejuízo na duração do projeto.

A folga livre ou margem de atraso tolerada diz respeito a quanto tempo uma tarefa pode atrasar sem prejudicar a data de início da atividade sucessora.

De modo semelhante, a folga total ou margem de atraso total é quanto tempo uma atividade pode atrasar sem prejudicar a data de término do projeto. Ou seja, a diferença entre o término mais cedo e o término mais tarde.

Quando se identifica as atividades com folga igual a zero, considera-se todas como atividades do caminho crítico.

O caminho crítico do projeto como ferramenta

Antes que a técnica do caminho crítico do projeto seja melhor destrinchada, é preciso pensar em duas questões. A primeira delas é:

É possível um projeto possuir mais de um caminho crítico?

Considerando o exemplo do projeto citado anteriormente, seria possível que tanto o caminho A como o B tivessem uma duração total de 20 dias? A resposta é sim. Ainda que seja pouco provável, é plenamente possível.

Já a segunda questão é: o caminho crítico pode mudar ao longo do projeto? A resposta também é sim. Basta que ocorra um atraso em uma tarefa a ponto de transformar o seu caminho em crítico. E isso é muito comum de acontecer nos projetos.

Então, como utilizar os conceitos de caminho crítico para melhor gerenciar o projeto?

Primeiramente, se o gerente de projetos precisar comprimir um cronograma, em quais tarefas ele deverá aplicar as técnicas de compressão?

Nas atividades do caminho crítico, é claro. Ou seja, conhecer o caminho crítico é de grande ajuda nesse aspecto.

Todavia, poderia surgir a dúvida sobre qual o limite dessa compressão? Nesse caso, a resposta também é muito simples: é a folga do primeiro caminho subcrítico.

Ainda considerando o exemplo anterior, se o caminho A for comprimido por mais de 5 dias, o que acontecerá?

Com a compressão, o caminho B passará também a ser crítico. Ou seja, se você precisar comprimir o cronograma por mais de 5 dias, terá que concentrar esforços nos dois caminhos alternadamente.

Contudo, mesmo com o entendimento de que as atividades do caminho crítico têm impacto direto no prazo total do projeto, as preocupações não param por aí.

Também as atividades dos caminhos subcríticos, ou seja, aqueles que têm folga muito pequena, tendem a impactar na duração total do projeto.

Logo, se uma dessas atividades sofrer com um atraso maior que sua folga, acarreta em atrasos ao projeto como um todo.

Monitoramento e controle do caminho crítico do projeto

Para exercer um bom controle do projeto e garantir que seus respectivos objetivos sejam alcançados, é preciso dedicar atenção às atividades dos seus caminhos crítico e subcríticos.

Uma boa maneira de estabelecer o monitoramento é configurar um relatório no software de gestão que esteja sendo utilizado pelo gerente de projetos.

Esse relatório deve apresentar, por exemplo, as atividades com folgas totais inferiores a 1/3 do período de atualização do cronograma.

Por exemplo, no caso do gestor realizar atualizações mensais, pode-se usar como parâmetro 10 dias.

Isso permite que todas as tarefas que merecem cautela sejam monitoradas.

Além de que, se em dado momento do projeto houver algum recurso concorrente a duas ou mais atividades paralelas, o critério de escolha deverá ser a atividade que faz parte do caminho crítico.

Ou seja, esse é o maior benefício do caminho crítico do projeto: auxiliar no gerenciamento do projeto e seus respectivos recursos, possibilitando que seja dedicada atenção às atividades que podem acarretar em maiores impactos ao projeto, sejam positivos ou negativos.

Com base em tudo o que já foi abordado até aqui, não resta dúvida que usar o caminho crítico só tem a contribuir para uma melhor eficiência do projeto.

O caminho crítico e o gerenciamento de projetos

É impossível dizer que se exerce uma adequada gestão do projeto sem considerar o caminho crítico.

Quer dizer, ao considerar a abordagem até aqui levantada, percebe-se que a aplicação direta da técnica de dimensionamento do caminho crítico — seja por meios manuais ou via software —  é, de fato, uma ferramenta crucial para melhorar a tomada de decisão do gestor.

Quando o gerente de projetos conhece quais são as folgas que o seu projeto apresenta, bem como quais são as demandas que não podem sofrer nenhum tipo de obstrução -—sob prejuízo de comprometer todo o projeto  estratégias são concebidas promovendo a eficiência da execução.

E é importante ter consciência que, para que se identifiquem as folgas com potencial de conversão em melhoria do cronograma, antes é preciso ter o caminho crítico do projeto muito bem definido.

Afinal, a prioridade sempre será o caminho crítico, não importam as folgas existentes. Desde o início, os esforços de planejamento do projeto devem se concentrar na determinação de uma sequência que assegure que o maior caminho do projeto não tenha nenhum tipo de impedimento.

Finalmente, sabendo-se que o planejamento é dinâmico, passível de alterações no decorrer do tempo, seja por interferência do cliente, do patrocinador, ou de um membro da equipe, uma atividade antes considerada totalmente fora da “zona de perigo” pode vir a representar uma tarefa crítica.

Isto é, uma atividade que disponha de 5 dias de folga, dado algum sério problema — ou um simples descuido — pode atrasar mais do que o esperado e colocar todo o prazo a perder.

Perceba que, desse modo, qualquer tarefa pode passar a fazer parte do caminho crítico a qualquer momento.

Por isso, é altamente recomendável que também as datas de início e término das tarefas consideradas não-críticas sejam monitoradas de perto. Afinal, ao se comprometer toda a folga de um grupo de atividades não críticas, dá-se origem a um novo caminho crítico dentro do projeto.

Se isso acontece, a missão de gerenciar o projeto como um todo se transforma em um desafio ainda mais complexo.

É por essas e outras razões que o planejamento não pode apenas ser considerado um esforço que se faz somente no início do projeto, mas sim como cuidados que acompanham a evolução do empreendimento e corrigem seus desvios no momento em que situações indesejáveis se apresentam.

Ou seja, é uma atividade recorrente.

Agora que o conceito de caminho crítico está bem solidificado, que tal aprender a fazer um completo plano de gerenciamento de cronograma?

 

cta 7 passos para implementar o Scrum e Agile em sua Gestão de Projetos

Planejamento de Projetos

8 dicas para um planejamento de projetos em 2017

A crise financeira da economia brasileira foi um grande obstáculo para o crescimento de algumas empresas no ano de 2016. Como o ano de 2017 se aproxima, todos estão ansiosos para melhorarem o desempenho de seus empreendimentos e o planejamento de projetos é essencial para obter tal resultado.

O post de hoje mostra 8 importantes dicas para fazer um bom planejamento de projetos em 2017. Prossiga com a leitura e inteire-se sobre o assunto!

1. Conheça as limitações de sua empresa

Cada empresa existente no mercado de trabalho possui características específicas que as diferenciam das demais. Um gestor de projetos deve entender e compreender como funciona a estrutura empresarial em que está inserido. Ele precisa conhecer a história, a cultura e os ideais da empresa em que trabalha.

A partir da análise desses dados, os profissionais responsáveis pelo gerenciamento de projetos conseguem entrar em sintonia com o ambiente que os cerca, podendo assim planejar suas decisões com mais coerência e facilidade. Além disso, torna-se possível identificar os fatores positivos e negativos que podem influenciar um planejamento de projetos.

2. Tenha metas bem definidas

Antes de iniciar qualquer atividade gerencial em uma empresa, é necessário estabelecer quais serão os objetivos de sua gestão. A determinação de metas é o primeiro passo que todo gestor de projetos deve realizar para nortear sua tomada de decisões. O profissional deve determinar com clareza onde sua empresa quer chegar.

Um bom gestor é aquele que define metas que todos sob sua supervisão conseguem alcançar. Não há sentido em criar um desafio impossível de ser superado, portanto, fique atento e encontre um ponto de equilíbrio entre a eficiência de seus funcionários e os objetivos de sua empresa.

Propor um desafio ou uma meta a ser superada motiva seus funcionários. Utilize um sistema para recompensá-los quando os objetivos forem atingidos. Deixe bem claro que o crescimento de sua empresa está atrelado a um bom desempenho de seus colaboradores e que todos são importantes em sua estrutura empresarial.

3. Saiba qual é o escopo do projeto

escopo é a determinação de tudo que será utilizado — produtos e serviços — para que o seu projeto aconteça. Junto com as metas e os objetivos, o escopo é fundamental em uma cadeia produtiva, já que sua má definição põe em risco todas as etapas subsequentes de sua estrutura empresarial.

Logo, um gestor de projetos deve conhecer todos os fatores e critérios pertencentes ao escopo de sua gestão.

4. Dialogue com as partes interessadas

Um profissional de gestão de projetos é importante no desempenho de sua empresa, porém não trabalha sozinho. Para exercer sua função com máxima eficiência, é preciso conhecer investidores, gerentes e os clientes finais de sua empresa.

Sempre se comunique com essas pessoas a fim de atualizá-las quanto às suas ações e mostre como elas serão afetadas. Fique atento aos comentários que receber e busque sempre aprimorar suas ações.

5. Cumpra o cronograma

Quando se planeja um projeto, necessariamente, estipulam-se datas para a conclusão de cada etapa do processo produtivo. Estas devem ser seguidas à risca para que todo o planejamento ocorra como previsto.

Portanto, cabe a um gestor de projetos acompanhar de perto todo o funcionamento dos processos e o dia a dia de sua equipe. Esse profissional deve implementar hábitos e políticas que favorecem o aumento de produtividade, levando em consideração as necessidades de seus funcionários.

Todos devem trabalhar de acordo com o que foi planejado para que sua empresa possa ter resultados positivos em sua gestão.

6. Prepare sua equipe

De nada adianta realizar um excelente planejamento empresarial se não há em sua empresa uma equipe preparada para executá-lo corretamente. Desse modo, seus colaboradores devem receber uma atenção especial por parte de um gestor de projetos.

Conheça as qualidades e características de cada integrante de sua equipe e procure uma forma de inseri-los da melhor maneira possível em seu planejamento. Caso encontre alguma deficiência ou ausência de qualificação, realize treinamentos e palestras para adequar sua mão de obra à demanda de seu planejamento.

Promova cursos de capacitação e acompanhe cada funcionário em seu dia a dia profissional. Crie um ambiente favorável ao diálogo e deixe todos confortáveis para expressarem suas opiniões em relação ao seu trabalho.

Entenda essas críticas e elogios como uma forma de aprimorar sua gestão e lembre-se de que a solução para um problema pode surgir de uma simples conversa entre colegas de trabalho!

7. Use novas tecnologias

Vivemos em uma época em que ocorrem descobertas tecnológicas a todo momento, e a área de planejamento de projetos sempre está em constante atualização. Atualmente, existem diversas técnicas e programas que auxiliam um gestor de projetos em suas atividades.

Os softwares de gerenciamento de projetos possibilitam uma ampla visão dos processos existentes em uma empresa. Dessa forma, há uma melhoria na tomada de decisão por parte de um gestor de projetos.

Outro benefício é a possibilidade de acompanhar em tempo real tudo o que acontece em sua estrutura empresarial. Portanto, é possível identificar possíveis recursos financeiros e profissionais que estão sendo utilizados indevidamente, realocando-os em um setor em que possam ter mais utilidade.

Um gestor de projetos deve usar todas as ferramentas possíveis para auxiliar sua gestão rumo ao aumento de produtividade. Não fique para trás e encontre no mercado de trabalho um fornecedor que atenda às suas necessidades.

8. Acompanhe os resultados de seu planejamento de projetos

Durante todo o processo produtivo, analise constantemente os resultados e os relatórios obtidos e fique por dentro de tudo que acontece em sua empresa. Não espere o ano de 2017 acabar para tomar alguma decisão caso perceba que algo de errado está acontecendo. Mantenha-se atualizado e esteja pronto para inovar!

Não se preocupe caso algo não tenha ocorrido como planejado. Avalie toda a situação a fim de entender o porquê dessa ocorrência e encontre formas para solucionar tal problema. Pense também em como aprimorar os processos que deram certo com o intuito de melhorar cada vez mais seu planejamento de projetos.

Ao término da leitura do post de hoje, você descobriu 8 importantes dicas para um planejamento de projetos em 2017. Quer aprender mais sobre o assunto? Curta nossa página no Facebook e nos siga no Twitter para manter-se atualizado!

Comunicação na Gestão de Projetos

7 formas de otimizar a comunicação na gestão de projetos

“Os planos fracassam quando não há comunicação”. Apesar de antigo, esse provérbio descreve uma realidade — a falta de diálogo pode causar grandes transtornos. Para evitar isso, as empresas precisam estruturar a comunicação na gestão de projetos.

Mas como um administrador pode melhorar a troca de ideias em sua empresa? Quais são as maneiras de fomentar a comunicação de sua equipe durante um projeto? Neste artigo, listaremos sete sugestões eficazes!

1. Integre os setores

O alinhamento dos setores envolvidos em um projeto é fundamental para a boa comunicação. Por exemplo, talvez o objetivo de um gestor seja desenvolver uma campanha de marketing digital para um cliente.

Nesse projeto, pelo menos dois setores estarão envolvidos: marketing e publicidade. O que acontecerá se uma área realizar suas tarefas sem levar em conta os serviços da outra? A eficácia do processo ficará comprometida.

Para evitar isso, muitas empresas optam por implantar um software de gestão de projetos. Dessa forma, conseguem unificar de maneira inteligente os diversos departamentos da empresa.

Pois, por meio desse sistema, toda a equipe recebe informações em tempo real da evolução das atividades do projeto.

Para uma integração mais eficiente, é importante que toda a empresa use um vocabulário fácil de entender na sua comunicação. Os profissionais devem evitar usar palavras conhecidas somente por pessoas da área em que atuam.

Do contrário, haverá sempre uma barreira na comunicação, e o andamento dos processos ficará estagnado.

2. Distribua as responsabilidades

Outra prática indispensável para o sucesso da comunicação na gestão de projetos é a divisão correta de responsabilidades. Portanto, defina imediatamente a função de cada membro da equipe. Dessa forma, a qualidade da atividade não será comprometida.

Como exemplo, voltemos à situação criada no item anterior. Imagine que o cliente entre em contato com a empresa que está desenvolvendo a campanha de marketing digital de sua companhia e fale sobre um detalhe de que não gostou.

Ele diz que as técnicas de SEO (Search Engine Optimization) não estão sendo utilizadas. E agora, quem da equipe de marketing está responsável pelo SEO da campanha de marketing digital desse cliente? O gestor não sabe.

Embora essa situação pareça absurda, é muito fácil isso acontecer quando as funções não são definidas corretamente.

Pode ocorrer que várias pessoas operem o mesmo processo — nesse caso o SEO —, as formas de trabalho se confundam e, no fim, ninguém sabe quem realizou a tarefa. Dessa forma, o nível de qualidade do projeto fica insatisfatório.

Quando isso acontece, a reputação da empresa é afetada, e o cliente logo percebe a falta de especialização por parte dos gestores.

3. Dê feedbacks

Após integrar os setores e definir as funções de cada equipe, o gestor precisa estar atento ao desenvolvimento do projeto para que ajustes possam ser feitos. Caso isso seja necessário, os feedbacks do gestor serão indispensáveis.

Porque essas sugestões são importantes? A revista Exame entrevistou Sulivan França — presidente da sociedade latino-americana de coaching — que ressaltou a importância de um bom feedback para assegurar o sucesso da equipe.

Ele ainda citou que essa comunicação entre gestor e membros da equipe direciona os projetos, motiva os colaboradores e gera um ambiente de respeito e troca de experiências.

Os profissionais esperam, pelo menos, uma sugestão ou direcionamento de suas atividades por parte dos gestores. E, quando a empresa possui em sua cultura interna o hábito de dar feedbacks aos colaboradores, geralmente conseguem reter e atrair profissionais talentosos.

4. Ouça a opinião dos colaboradores

De nada adianta sugerir excelentes ideias se o gestor não está aberto às opiniões de seus colaboradores. Se isso acontecer, a empresa perderá um rico acervo de sugestões e fechará as portas da comunicação.

Em um artigo da revista Época Negócios, Tom Peters — especialista em gestão e autor do best-seller Reimagine! Excelência nos Negócios numa Era de Desordem — sublinhou que as companhias vão mal porque deixam de ouvir seus colaboradores.

Nesse mesmo artigo, Tom Peters falou que, quando o gestor faz uma simples pergunta, como “O que você acha?”, e ele ouve atentamente, os membros da equipe se sentem valorizados e desenvolvem melhor o seu trabalho.

Sendo assim, estimule sua equipe a falar sobre o que acham do projeto em que estão trabalhando, que sugestões têm e o que pode ser aprimorado.  Dessa forma, você perceberá como o diálogo em sua empresa irá melhorar.

5. Abra as linhas externas de comunicação

Outra prática muito importante para uma abertura ampla da comunicação na gestão de projetos é escutar as sugestões externas. Como assim? O gestor precisa estar atento ao que os clientes, fornecedores e parceiros têm a dizer.

Para isso, é necessário criar canais de comunicação que permitam a interação do público externo com a companhia. Por exemplo, existem plataformas em que o cliente pode fazer comentários sobre o que acha a respeito de um produto lançado por uma empresa.

Outras instituições promovem os chamados hackathons — uma maratona da inovação — e convidam profissionais externos para ajudar a aprimorar um produto ou criar uma solução para a empresa anfitriã.

Ainda outras companhias optam por uma plataforma de crowdsourcing, que abre para fornecedores, parceiros e outros profissionais a oportunidade de participar de projetos criativos da empresa.

Sendo assim, traga para sua companhia as joias inovadoras que o público externo pode oferecer para sua gestão de projetos e perceberá que sua empresa prosperará ainda mais.

6. Faça reuniões

As reuniões são oportunidades valiosas para promover a comunicação nos projetos, pois é nesse momento que a alta administração conversa sobre o desempenho da equipe no decorrer dos processos, traça metas e estrutura estratégias.

Por isso, programe encontros regulares com outros gestores para que, durante a reunião, o diálogo seja aberto e espontâneo. Promova um clima de descontração. Além disso, o gestor deve ficar atento à duração das reuniões, se forem breves, os envolvidos ficarão mais à vontade.

7. Crie uma agenda de comunicação

Após implantar todas as sugestões anteriores, você notará que toda a empresa começará a participar de forma ativa dos processos da companhia, e no meio de tanta interação é fácil perder o foco do objetivo. Então, o que fazer?

Organize uma agenda de comunicação, ou seja, defina horários estipulados para a troca de ideias durante o andamento dos projetos. Se não fizer isso, você e sua equipe serão bombardeadas por inúmeras mensagens.

Deixe bem claro quais tipos de mensagens poderão ser enviados fora dos horários estipulados, e aproveite para incluir na agenda da comunicação encontros com a equipe para discutir sobre o projeto.

Enfim, neste artigo você pode perceber que um bom gestor é aquele que sabe administrar bem seus recursos humanos. Além disso, a comunicação é a melhor ferramenta que uma empresa pode utilizar para ter uma boa gestão de projetos.

O que achou de nosso artigo? Ele ajudou você a entender como otimizar a comunicação na gestão de projetos? Então compartilhe nas redes sociais essa valiosa informação!

 

 

CTA BLOG

Líder ou Chefe

Líder ou chefe? Entenda como diferenciar esses dois perfis na sua equipe!

Diferenciar os posicionamentos dos colaboradores e identificar perfis de autoridade diversificados — líder ou chefe — não é uma “caça às bruxas”, como pode parecer. Isso é uma ação estratégica.

Há alguns anos esses diferentes perfis ganharam notoriedade entre os estudiosos e interessados pelos campos de administração, gestão de pessoas e afins e, a partir de então, começou-se a difundir que ser chefe é algo ruim e ser líder é algo bom. Será mesmo? Um bom gestor sabe que essa é uma definição simplista.

Uma equipe, por menor que seja, é formada por indivíduos que possuem características diferentes. Assim, não é necessário um grande conhecimento em Kotler ou Keller para saber que pessoas diferentes são afetadas por perfis de autoridades diferentes e, portanto, precisam de figuras de autoridades diferentes.

Por que estamos falando sobre isso? Porque o artigo de hoje não tem como objetivo enaltecer um perfil em detrimento do outro, mas te auxiliar no caminho para entender e diferenciar esses dois perfis — líder e chefe — na sua equipe e, assim, gerenciar com maestria seus colaboradores.

Ficou interessado e quer aprender quais são os cuidados necessários no incentivo de um ou outro comportamento? Continue a leitura!

ENTENDA O QUE É SER LÍDER E O QUE É SER CHEFE

Desde os primeiros anos na escola é possível notar que, nas atividades em grupo, há sempre aqueles alunos que se sobressaem, que tomam à frente na hora da crise, que cuidam da divisão de tarefas e, quando necessário, chegam a exercer o papel de agentes motivadores.

Normalmente, no decorrer dos anos, esse perfil de autoridade tende a se estabelecer e passa a fazer parte da personalidade de algumas pessoas, tornando-se um traço mais evidente no ambiente profissional.

Entretanto, liderar grupos e atividades não é a única característica da personalidade humana. Existem outras que, em conjunto, transformam essas figuras em autoridades com perfis diferentes — isso tem a ver com o histórico de vida de cada um.

Um líder, por exemplo, é aquela pessoa com uma habilidade motivacional bem desenvolvida e, assim, suas ações inspiram seus colaboradores. Eles:

  • Orientam;
  • Partilham as decisões;
  • Motivam;
  • Têm como foco preparar as pessoas.

O chefe é alguém com alta capacidade de comandar, organizar, gerenciar. Suas palavras são as diretrizes para os colaboradores. Eles:

  • Têm tendência a mandar;
  • São centralizadores;
  • São temidos;
  • Tomam as decisões sozinhos;
  • Têm como foco o resultado.

LÍDER OU CHEFE: COMPREENDA AS DIFERENTES FORMAS DE ATUAÇÃO

Como foi possível perceber, eles só têm em comum a posição de superiores. Será que isso é ruim? Na verdade, isso significa que cada um tem uma função diferente dentro da equipe. Observá-los é a chave para diferenciá-los.

Um líder, sem dúvida, agrega valor à equipe da qual faz parte. Já o chefe terá uma função mais estratégica — não necessariamente como autoridade da equipe. Nós já falamos aqui, em outro momento, sobre a utilização da ferramenta SWOT em projetos. O que você precisa saber é que ela também serve para gerenciamento de equipes.

Pense bem, um líder motiva e toca as pessoas, ele faz com que elas passem a ter vontade de trabalhar, assumir responsabilidades e compartilhar ideias. Entretanto, muitas delas possuem dificuldades em se organizar e em cumprir prazos.

Nessas situações, firmar parcerias ou até mesmo fixar pequenos núcleos coordenados por pessoas que possuam perfil de chefe pode ser a solução. Principalmente se a empresa tiver como objetivo atingir suas metas a qualquer preço.

Os pontos fortes e fracos de cada perfil não devem ser diferenciados para que você extinga um e supervalorize o outro. Eles devem ser identificados para que você consiga tomar os cuidados necessários no incentivo de um e de outro comportamento. Isso terá um impacto direto nos resultados apresentados pela equipe.

OBSERVE OS RESULTADOS DA EQUIPE PARA DIAGNOSTICAR OS PROBLEMAS DE LIDERANÇA

Você já observou a dinâmica dos times de futebol? Quando as derrotas começam a ser constantes, o clube interfere e troca o treinador. Você já se deu conta de que esse procedimento é seguido mesmo quando apenas dois ou três jogadores apresentam problemas e não o time todo?

Sabe por que isso acontece? Porque os resultados apresentados por uma equipe são reflexo direto da liderança que ela possui. Se dois ou três jogadores não estão engajados, o treinador falhou em mostrar para eles a importância do papel deles na equipe, a importância e o sentido do que estão fazendo.

Os erros da equipe não significam que há um chefe em uma posição em que deveria haver um líder. Significa que há alguém na posição de autoridade que não soube empregar o potencial de cada participante da equipe.

Significa, também, que, ele não elegeu alguém com perfil de líder para ser capitão, tampouco usou as pessoas com perfis de chefes — que são focadas em resultados — como auxiliares nos treinos para aperfeiçoamento. Portanto, para que os resultados da equipe sejam modificados e se tornem positivos, é fundamental identificar e diferenciar os perfis dos colaboradores que a integram.

APRENDA A LIDAR COM OS DIFERENTES PERFIS DE AUTORIDADE PRESENTES NA EQUIPE

Um líder pode ser um chefe, mas um chefe não pode ser um líder. Porque? Bom, um líder consegue assumir um posicionamento mais centrado, quando necessário. O chefe, por sua vez, não consegue abrir mão de seu poder — de decisão, de escolha, de ter a última palavra —  pelo bem da equipe.

Uma equipe precisa:

  • Compartilhar as responsabilidades;
  • Se sentir motivada;
  • Ter o foco no aperfeiçoamento do pessoal e só depois nos resultados;
  • Se comunicar bem.

Fica claro que esses não são pontos fortes de uma equipe que possui um chefe, mas sim um líder à sua frente. Entretanto, nada disso impede que alguém com perfil de chefe seja agregado à equipe. Basta, apenas, que ele seja alocado em parcerias que estimulem seu lado positivo e que o incentivem a mudar seus pontos negativos.

Vale lembrar que, para que o gestor escolha entre líder ou chefe e coloque cada um em uma função mais acertada, ele deverá levar em conta quais são os objetivos da empresa.

E aí, conseguiu entender a diferença? Quer saber como melhorar a performance e o relacionamento interpessoal dos seus colaboradores? Já ouviu falar em comunicação interna? Clique aqui! Temos ótimas dicas sobre isso para você.

Fluxo de Caixa

Como Organizar o Fluxo de Caixa da sua Empresa de Maneira Eficiente?

O fluxo de caixa de uma empresa, independente do tamanho ou do que comercializa, é uma peça central para uma boa organização financeira e para o planejamento do negócio como um todo. Mas será que você sabe utilizar esta ferramenta?

Neste post, você vai compreender como organizar o fluxo de caixa do seu empreendimento de maneira eficiente e garantir a boa saúde financeira da sua empresa.

COMPREENDA O FLUXO DE CAIXA

O fluxo de caixa é uma ferramenta de gestão financeira que, além de organizar as finanças de uma empresa, permite diferentes análises que serão essenciais no processo de tomada de decisão. A implementação pode ser feita a qualquer momento, mas quanto antes você começar, mais fácil fica para que sua empresa possa se organizar financeiramente e enfrentar os desafios empresariais.

Para sua elaboração, apesar de o nome indicar, entram não somente os valores do caixa, ou seja, dinheiro da empresa, mas, também, aqueles que estão no banco e nas aplicações de liquidez imediata. Separando os saldos iniciais de caixa e equivalentes, é preciso definir uma data de corte para o início do registro, que deverá ser feito em planilhas eletrônicas ou, preferencialmente, em um software integrado de gestão.

Esses lançamentos deverão ser comparados com as entradas relativas a recebimentos ligados a clientes e com as saídas derivadas de pagamentos a fornecedores, salários e outras contas do dia a dia da empresa.

Após essa comparação, ele apontará o valor disponível de fluxo de caixa, que são os recursos que a empresa tem a sua disposição e que podem ser utilizados para algum pagamento, compra ou investimento.

ENTENDA QUE TODOS OS VALORES SÃO IMPORTANTES

Um erro muito comum é não registrar no fluxo de caixa pequenos valores, como aqueles relacionados com a compra de material de limpeza, lanches e refeições e outros gastos que ocorrem na rotina da empresa. Porém, esse é um erro que poderá comprometer, no final do período, não só o fluxo de caixa, mas suas finanças como um todo.

Isso ocorre porque, quando somadas, essas pequenas despesas diárias passam a ser representativas e, caso você não as considere, pode ter uma noção errada de como andam os seus valores disponíveis, ou seja, livres para utilização, de acordo com as suas necessidades.

FIQUE DE OLHO NOS PAGAMETNOS E RECEBIMENTOS

Ficar de olho nos pagamentos e nos recebimentos tem um grande impacto no seu fluxo de caixa, principalmente quando o assunto é o prazo que você dá aos seus clientes e aquele que você tem junto aos seus fornecedores. Muitas empresas passam por dificuldades, pois demoram muito para receber e precisam de recursos para pagar os seus fornecedores.

Para evitar esses problemas, procure buscar um equilíbrio e fornecer um prazo de pagamento para os seus clientes parecido com aquele que você recebe dos fornecedores. Além disso, busque estimular os pagamentos à vista, oferecendo descontos para aqueles feitos antecipadamente.

No caso daqueles clientes que compraram a prazo e que estão com seus títulos em atraso, é necessário agir, entrar em contato e entender o porquê do atraso e como você pode ajudar na resolução desse problema. Lembre-se que o bom andamento do seu fluxo de caixa depende da disposição de recursos para arcar com as suas dívidas e que toda sobra é importante para sua empresa.

TENHA ALGUNS CUIDADOS

Um dos primeiros cuidados que você deve ter para o bom uso do seu fluxo de caixa é separar as suas finanças pessoais das empresariais. Assim, caso você ainda não possua, será necessário criar contas bancárias e cartão de débito e crédito para você e para sua empresa.

A conta e os cartões empresariais devem somente ser utilizados para o pagamento das despesas relativas à pessoa jurídica. Caso você precise de dinheiro para suas despesas pessoais, deverá fazer a retirada por pró-labore ou retirada de lucros, que são duas formas de remunerar o proprietário ou sócios de uma empresa.

Para que o seu fluxo de caixa seja realmente eficiente, é preciso que ele esteja sempre atualizado. Assim, inserir em sua empresa a cultura da atualização diária na movimentação do fluxo de caixa permitirá que você saiba, em tempo real, como andam as suas finanças, identificando possíveis dificuldades ou, ainda, aproveitando preços diferenciados à vista.

Outro cuidado é com o registro dos dados que, preferencialmente, devem ser acompanhados de um documento fiscal como nota, cupom fiscal ou outro que possa confirmar a veracidade da entrada ou saída. Esses lançamentos devem, também, contar com um histórico detalhado, que permitirá, se preciso, consultar o lançamento e conhecer todos os seus detalhes.

Os cheques pré-datados merecem atenção especial, tanto no caso daqueles recebidos de clientes como no caso daqueles utilizados para pagamento. Lembre-se que eles só poderão ser inseridos no fluxo de caixa no momento em que puderem ser compensados e não na data em que foram recebidos ou repassados a clientes. O mesmo vale para compras e vendas a prazo, cujo valor só deve ser considerado no momento de recebimento ou pagamento da parcela.

CONHEÇA TODAS AS VANTAGENS

Como você já viu, o fluxo de caixa organiza e permite o conhecimento em tempo real de suas finanças, porém, existem outras vantagens. É possível criar categorias tanto de despesas quanto de receitas e conhecer onde está sendo gasto o dinheiro da empresa e quem são os seus principais clientes, qual o prazo médio de pagamento, entre outros dados que podem ser utilizados no planejamento.

Aqui podem ser tomadas outras decisões, como o corte de gastos ou substituição de mão de obra ou de outros desembolsos que estejam pesando muito em seu orçamento.

O fluxo de caixa também poderá ser utilizado de maneira projetada, que é uma forma de conhecer antecipadamente como estarão os seus recursos em um período futuro. Essa visão projetada é excelente para prever eventuais faltas ou sobras de recursos e programar compras ou algum investimento para a sua empresa.

Existem inúmeras vantagens na utilização do fluxo de caixa, e ele é um dos maiores aliados no seu planejamento financeiro. Portanto, a compreensão do funcionamento do fluxo de caixa e da importância de todos os registros, independentemente do valor, é imprescindível para que se possa estar de olho, tanto nos pagamentos, quanto nos recebimentos, para que haja um equilíbrio em seu fluxo de caixa.

Também é necessário sempre estar atento à alguns cuidados, como a separação das suas contas daquelas que são da empresa e a necessidade da atualização e do controle dos cheques pré-datados.

Gostou do post? Então entenda também qual o melhor KPI a ser utilizado no seu negócio e garanta o sucesso dos seus projetos!

cta diagnóstico 2

Gerente de Projetos

Saiba como pensar como um Gerente de Projetos de Sucesso!

Gerenciar um projeto com sucesso é uma tarefa que pode se mostrar muito desafiadora. Lidar com conflitos, imprevistos e motivação não é tão simples e, por isso, um dos responsáveis mais importantes é o gerente de projetos.

Para que ele e o projeto tenham sucesso, é exigido que tenha um mindset focado em habilidades e capacidades necessárias a esse cotidiano. Quer aprender como fazer isso? Então veja a seguir como pensar como um gestor de projetos de sucesso.

AGREGUE EM VEZ DE AFASTAR

Um gerente de projetos de sucesso reconhece a importância do seu papel como um agregador de pessoas e gerador de engajamento. Por isso, é importante ter uma personalidade que seja capaz de agregar mais do que afastar.

Ser empático, mas direto e preciso, por exemplo, funciona muito bem para gerar o que é conhecido como rapport. Ao estabelecer esse tipo de relação, é mais fácil motivar a equipe para que a conclusão do projeto aconteça como dentro do esperado.

COMUNIQUE DA FORMA CORRETA

Projetos de sucesso estão diretamente relacionadas à comunicação empregada. Quanto mais clara, direta e assertiva for a comunicação, menos dúvidas, conflitos e retrabalhos acontecem. Isso torna mais fácil atingir os objetivos estabelecidos no escopo sem que haja uma fuga a respeito das métricas avaliadas.

Ao mesmo tempo, a comunicação não pode tomar mais tempo do que deveria. Reuniões demais travam o projeto e não agregam valor a muitas atividades. Em vez disso, é preciso definir uma frequência e duração adequada de reuniões e também utilizar recursos que permitam a troca de informações no cotidiano.

DELEGUE TAREFAS E ACOMPANHE APÓS DAR AUTONOMIA

Sendo um só, o gerente de projetos de sucesso sabe que não pode centralizar de maneira excessiva a execução do projeto. É preciso usar o engajamento a favor dos resultados, o que significa delegar as tarefas de maneira adequada.

Uma tarefa inadequada para a pessoa errada, entretanto, pode levar a atrasos e/ou falhas em uma etapa considerada crucial. Para que isso não aconteça, o gerente sabe identificar características necessárias de cada tarefa e distribuí-las de acordo com a sua equipe.

Após oferecer as tarefas, é necessário dar autonomia para que o time traga soluções relevantes para as metas definidas. Sem perder de vista o processo, o gerente acompanha os resultados, mas não interfere ou centraliza a ponto de travar a atuação de cada responsável.

OFEREÇA FEEDBACK ASSERTIVO

Tanto para manter a motivação quanto para empreender as correções necessárias, o feedback faz parte do mindset de qualquer gerente de sucesso. Somente por meio dessa ferramenta que é possível alinhar expectativas e atuações de modo a garantir que todos trabalhem em unidade pelo projeto.

Não é qualquer feedback, entretanto, que agrega valor à execução do projeto. Somente oferecer elogios ou críticas não é funcional e, por isso, o feedback deve ser assertivo de modo a oferecer soluções e pontos a serem trabalhados. Servindo como uma orientação, ele ajuda a garantir a conquista de resultados.

ESTEJA PREPARADO PARA IMPREVISTOS

Por mais que o escopo seja elaborado de maneira altamente relevante, dificilmente ele poderá ser seguido à risca sem ao menos alguma avaliação durante todo o processo. Isso acontece porque imprevistos surgem e problemas muitas vezes são inevitáveis.

Assim, o gerente precisa estar preparado para lidar com diversos tipos de imprevistos sem perder o foco principal do projeto. Inclusive, muitas vezes, ele é quem precisa impedir adições e modificações no escopo que não sejam absolutamente necessárias para o alcance de resultados.

Além disso, ele precisa saber lidar com a pressão, já que, muitas vezes, decisões cruciais precisam ser tomadas em um curto espaço de tempo. É nesse momento que os conhecimentos sobre o projeto, sobre a área e sobre os resultados se destacam.

CORRA RISCOS CONTROLADOS

Todo projeto tem um risco e o gerente precisa estar disposto a correr alguns deles. Porém, isso deve ser feito de maneira controlada, o que exige uma avaliação prévia dos riscos existentes. A partir dela, é possível priorizar ações a serem tomadas antes mesmo do início do projeto, de modo a diminuir as chances de algo dar errado.

Porém, o gerente precisa ter uma visão holística de todo o processo e, com isso, não pode se paralisar ou deixar que a equipe se paralise pelos riscos. Sendo o projeto viável, é fundamental estar disposto a se arriscar dentro de parâmetros controlados.

DEFINA E ACOMPANHE MÉTRICAS RELEVANTES

O projeto não é algo que acontece linearmente ou de uma só vez. São necessários processos, que muitas vezes interagem entre si, para que a construção do resultado final seja possível.

Diante desse panorama, o gerente deve ser capaz de identificar quais são os indicadores-chave de performance e que realmente refletem o andamento do projeto. A partir disso, ele tem a responsabilidade de colocar em prática a habilidade analítica.

Com isso, é possível identificar tendências, oportunidades e ameaças que vão permitir um gerenciamento ativo e dinâmico.

APRENDA COM AS LIÇÕES DE CADA PROJETO

Um projeto de sucesso não termina no momento em que ele é definitivamente finalizado. Em vez disso, um bom gerente sabe que é sempre possível utilizar a experiência, tenha sido ela positiva ou não, para cimentar as estruturas de um próximo projeto.

A partir da análise dos resultados do projeto encerrado, dá para entender o que funcionou e o que não funcionou, o que pode ser repetido, o que deve ser evitado e assim por diante. Esse tipo de análise gera um conhecimento empírico que, se for bem trabalhado, oferece uma vantagem competitiva na execução de projetos.

Assim, um bom líder entende o papel dessa análise feita posteriormente e, por isso, se preocupa com a documentação de mudanças e resultados. Daí em diante, o uso de recursos passa a ser cada vez mais otimizado.

Um gerente de projetos sabe orientar, delegar e também acompanhar resultados de maneira geral. Além disso, lida bem com a pressão envolvida em modificações de última hora e, principalmente, entende o valor de aprender com experiências passadas para gerar melhores resultados no futuro. Com esse mindset, você garante que colocará em prática as habilidades necessárias para cumprir com as responsabilidades atribuídas a esse profissional.

Como anda o seu mindset em relação à gestão de projetos? Deixe seu comentário no post e participe do debate.

 

CTA BLOG

Gestor de Projetos

Entenda a Importância do Gestor de Projetos durante a Crise

O cenário de crise e recessão econômica está fazendo com que as empresas se tornem mais enxutas, inclusive no que se refere ao quadro de gestão. As funções que não são indispensáveis começam a ser eliminadas ou reabsorvidas, enquanto apenas os gestores realmente essenciais para a empresa permanecem.

Esta situação revelou que o Gestor de Projetos é, sim, um profissional importante para a empresa. Essa figura, que atua no planejamento e execução de projetos, tem um papel relevante tanto no momento da crise quanto depois que a recessão acabar. Entenda melhor sobre a importância desse colaborador para as empresas no artigo de hoje!

O GESTOR DE PROJETOS E O CORTE DE GASTOS

Uma das primeiras coisas que as empresas tendem a fazer, quando surge um cenário de crise econômica, é cortar gastos. O problema é que, sem informação, a tomada de decisões pode ser feita de maneira errada.

O gestor de projetos é um profissional que não apenas planeja e executa, mas também monitora e analisa. Portanto, é importante ouvir sua opinião antes de fazer o cancelamento de um projeto.

Ele pode ter insights únicos para fazer com que um projeto se torne mais rentável e sugerir alternativas melhores ao cancelamento. Talvez alguns ajustes sejam suficientes para mudar completamente os resultados.

O GESTOR DE PROJETOS E A OTIMIZAÇÃO DE RECURSOS

O gestor de projetos tem os conhecimentos necessários para fazer mais com menos. Essa otimização dos recursos, que se converte em mais produtividade, é especialmente importante em uma época de crise. Afinal, a maioria das empresas está reduzindo o orçamento de seus projetos.

Assim, surge o desafio de obter bons resultados mesmo sofrendo um corte financeiro. Este, aliás, é o maior dilema do profissional que atua nesta área — garantir a qualidade e a entrega do projeto no prazo, dispondo de recursos limitados.

O GESTOR DE PROJETOS E A COORDENAÇÃO DO TRABALHO

Coordenar o planejamento e a execução de um projeto não é fácil. Em tempos tranquilos, delegar essa tarefa a um profissional que já tem suas próprias atribuições ainda é possível. Porém, em tempos de crise, todos os gestores já estão sobrecarregados com atividades específicas de seus respectivos departamentos.

Para coordenar o trabalho em um projeto é essencial que haja muita comunicação e sincronia entre todas as partes. Um gestor comercial, financeiro ou logístico ocupado não terá condições de fazer esta coordenação da melhor forma. Por esse motivo é tão importante ter uma figura que se dedique somente a trabalhar em projetos — e que atuará fazendo a ponte com outros gestores quando for necessário.

O GESTOR DE PROJETOS E A QUESTÃO DO TEMPO

A crise pegou muitas empresas de surpresa, e exigiu que elas fizessem alterações drásticas em sua estratégia e seu modo de operação. Essas alterações tiveram que ser implementadas rapidamente, antes que a incompatibilidade entre o cenário econômico e o trabalho da empresa trouxesse consequências mais graves ao seu desempenho.

Nesse momento, o gestor de projetos é um grande trunfo, pois ele tem os meios necessários para agilizar a execução de projetos.

O GESTOR DE PROJETOS E A PERENIDADE DO NEGÓCIO

Diante da crise, muitas empresas buscam realizar mudanças de curto prazo para resgatar sua lucratividade. No entanto, o gestor de projetos não é importante apenas para agilizar projetos imediatos. Outro papel que ele desempenha na empresa é colaborando para a perenidade do negócio — ou seja, para a sua perspectiva de sobrevivência a longo prazo.

Assim, o gestor de projetos pode fazer um trabalho visando aumentar a competitividade da empresa com foco em um momento posterior, quando a recessão acabar. Se a empresa investe nessa preparação agora mesmo, ela vai emergir mais adiante com uma grande vantagem sobre a concorrência quando o cenário econômico se recuperar.

O GESTOR DE PROJETOS E A REDUÇÃO DE RISCOS

Devido à incerteza trazida pela crise, muitas empresas assumem uma postura mais resistente ao risco. Nesta situação, o gestor de projetos tem o importante papel de assegurar que os projetos — que exigem um investimento financeiro da parte da empresa — estejam mais protegidos.

O gestor de projetos tem conhecimento de técnicas para identificar riscos ainda na fase de planejamento, e pode elaborar ações para evitar, mitigar, transferir ou simplesmente lidar com eles. Assim, a empresa como um todo (e, especialmente, os sócios e investidores) podem ter mais confiança no sucesso dos projetos e no retorno de seus investimentos.

COMO APROVEITAR O MOMENTO PARA ALAVANCAR A CARREIRA

Quando afirmamos que a crise aumentou a procura por gestores de projetos, isso não é apenas uma especulação. No final de 2014, a revista Exame realizou uma pesquisa com 18 empresas de consultoria de recrutamento profissional.

Nos resultados, “gestor de projetos” surgiu como uma das profissões mais promissoras para 2015. Antes disso, em 2013, a mesma revista Exame já havia divulgado uma reportagem afirmando que “todo mundo quer contratar gerentes de projeto”.

Para aproveitar as oportunidades que o cenário está proporcionando, é preciso estar preparado. Há cerca de 20 anos, qualificação não era tão importante porque gestor de projetos não era uma carreira ou um cargo real.

A gestão de projetos era uma tarefa absorvida por profissionais de outras áreas, e aprendida na prática. Hoje, porém, há formação específica através de especializações e MBAs.

Além disso, também é importante desenvolver algumas características que a própria natureza do trabalho vai exigir do gestor de projetos. Para desenvolver estas características, você pode participar de treinamentos e workshops. Dentre elas, podemos destacar:

  • Habilidade de gerir recursos;
  • Inovação para propor soluções;
  • Multidisciplinaridade e flexibilidade;
  • Habilidade de comunicação;
  • Capacidade de trabalhar de forma colaborativa;
  • Liderança de equipes;
  • Desenvoltura para lidar com mudanças e incertezas.

Vale a pena, ainda, lembrar que o gestor de projetos pode atuar em qualquer segmento: vários tipos de indústria, comércio, empresas de serviços, terceiro setor e até mesmo em órgãos públicos. Portanto, quando você estiver em uma determinada empresa, também vai precisar dedicar seu tempo a aprender mais sobre o segmento em que ela atua, a dinâmica do mercado e os processos internos.

E para você? Como o gestor de projetos pode colaborar com uma empresa frente ao cenário de crise? Deixe sua opinião nos comentários deste post!

CTA BLOG