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Autor: Braun

Case de sucesso: veja como o software da Project Builder transformou a iMaps

Em 2013, a iMaps, empresa de tecnologia sediada em Porto Alegre, notou que faltava um gerente de projetos para agregar valor ao serviço que foi solicitado a eles por um órgão do governo. Então, eles conheceram e contrataram o Fernando, representante da Project Builder.

Ele implementou a nossa solução no projeto daquela instituição e, bem sucedida, ela logo foi aplicada estendida a outros clientes. Impossibilitado de seguir no cargo por questões profissionais, o Fernando deixou a iMaps, mas o César Passos, diretor da companhia, decidiu se capacitar conosco para continuar como facilitador da ferramenta.

Hoje, eles usam o sistema de gestão de projetos da Project Builder de um jeito diferente, útil às necessidades da empresa. Siga na leitura para conferir o desenrolar desse case de sucesso e veja como o nosso programa pode promover o diferencial competitivo que a sua companhia precisa!

Qual era a demanda da iMaps?

Estamos falando de uma empresa focada em business intelligence, big data e inteligência artificial que completa 10 anos de história em 2019. Ela preza pela qualificação dos projetos e qualidade da entrega com ferramentas que facilitam as metodologias e rotinas de trabalho do nível operacional ao institucional.

A iMaps traz soluções ligadas a estoques, pagamentos, rentabilidade, produtividade e telecom no setor privado. Em projetos junto ao governo, ela permite a análise de dados como o desempenho dos alunos na educação, a visualização, avaliação e controle de informações médicas para melhorias e investimentos na área da saúde.

Foi justamente durante um projeto com uma instituição governamental que a iMaps se deparou com a solução oferecida pela Project Builder. Lembra quando mencionamos o Fernando? Então, ele foi inicialmente o facilitador da ferramenta na empresa cliente, sendo que os demais colaboradores se limitavam a preencher horários no sistema.

A necessidade inicial era ter alguém que exercesse o cargo de gerente de projetos. No entanto, nosso programa já não é usado pelo ocupante desse posto de trabalho, mas pelo responsável administrativo e financeiro, área crucial em qualquer organização.

Como a iMaps utiliza a solução da Project Builder hoje em dia?

A princípio, o nosso software era efetivamente utilizado pela nossa parceira no gerenciamento de projetos, mas hoje tem como função principal o gerenciamento de contratos com os clientes.

A iMaps realiza suas vendas majoritariamente de forma consultiva, com consultorias e planos de negócio. Eles se valem do nosso sistema para registrar desde a negociação com compradores em potencial até a entrega final do que foi acordado com o contratante.

Sendo assim, se o cliente da nossa parceira compra 200 horas de consultoria, ela pode monitorar o tempo de prestação do serviço. Ainda, ele tem como verificar o prazo de duração da licença comprada renovando-a enquanto houver validade e registrar quantos e quais tópicos do treinamento solicitado já foram ministrados.

Passos, diretor da empresa, ressalta a importância do software da Project Builder na sua gestão. Segundo o profissional, ele é utilizado “quando é necessário saber quantas horas ele (cliente) contratou, quantas horas já executou, quantas horas ainda tem de saldo, quais dos projetos eu já executei e quais já faturei”.

Geração de relatórios

O gerenciamento de contratos também admite a visualização de quais atividades foram desempenhadas pela equipe. Com os registros devidamente feitos na plataforma é possível gerar relatórios para controle interno e prestação de contas ao cliente.

As informações no software da Project Builder contribuem para a construção de um relacionamento ético com os clientes, discriminando na cobrança os valores de cada produto ou serviço, facilidade na hora de fazer o faturamento.

Como a iMaps se beneficiou com a solução da Project Builder?

A essa altura você já está familiarizado com a nossa solução e constatou como ela foi aplicada de forma eficaz pela nossa parceira. Então, que tal verificar as vantagens da adoção da ferramenta?

Controle financeiro

Passos atesta: “eu não pago ninguém dentro da empresa ou prestador de serviço sem ter o registro no Project Builder. Se amanhã eu quiser saber quanto que eu paguei e o que foi pago, eu tenho confiança no software”. 

Essa rastreabilidade ajuda a companhia a organizar seus gastos, prever despesas e faturamento. As informações a partir dos registros em nosso sistema são úteis ao processo decisório, tais como a escolha pelo regime tributário mais indicado para o ano fiscal seguinte.

Ainda, os dados orientam investimentos e a alocação de recursos, estímulo à saúde financeira da empresa. Vale ressaltar o quanto é importante esse departamento estar bem informado para toda a estrutura organizacional operar funcionalmente.

Controle de prazos

Imagine vender uma licença para uso de sistema de dados por 12 meses e, decorrido esse tempo, não notar que o cliente continua utilizando o seu produto. O software da Project Builder garante que esse tipo de erro não aconteça porque monitora efetivamente os contratos com os clientes.

Passos atesta: “dessa forma, eu sei qual equipe que não está lá, quais projetos ainda tenho em aberto, quais ainda não entreguei e quais ainda não faturei”. Ou seja, além de controlar prazos, também é feita a gestão da equipe, forma de otimizar a prestação dos serviços.

Transparência

Como o software da Project Builder permite o acompanhamento de cada etapa do projeto, o cliente tem segurança de que não será cobrado por uma consultoria ainda não cumprida em sua totalidade.

Transparência é palavra de ordem para quem deseja conquistar e fidelizar clientes perpetuando seu nome no mercado. A credibilidade resulta em outras oportunidades de negócio, razão pela qual é necessário priorizar a ética na relação com o consumidor.

Segundo Passos: “a partir do momento que eu fecho um projeto, ninguém abre. Se alguém pedir para abrir um projeto já fechado, é preciso dizer por qual motivo quer incluir registros”. De acordo com o diretor da iMaps, ele tem “plena tranquilidade para informar o cliente” com precisão.

O profissional destaca também a rapidez e facilidade de acesso que à informação, passível de ser consultada, inclusive, pelo contratante. A interface da nossa ferramenta ajuda na acessibilidade e usabilidade, mais um motivo para investir na solução.

Afinal, quais são os diferenciais da Project Builder?

“Muitas vezes você é direcionado para um equipe de suporte, que coloca sua demanda em uma fila de prioridades, mas eu sempre me senti muito confortável com o suporte”. A afirmação de Passos retrata muito bem nosso comprometimento com os clientes.

Como também estamos no ambiente corporativo, entendemos as dificuldades enfrentadas pelo gestor. A equipe da Project Builder está preparada para atuar com rapidez e excelência a fim de atender melhor as necessidades de nossos parceiros.

Segundo Passos, “há outras ferramentas que a gente fala com uma máquina, demorando muito para conseguirmos explicar e passar as nossas demandas”. Aqui priorizamos a experiência do usuário, razão pela qual a plataforma é facilmente navegável e você pode contar sempre com o nosso total amparo.

A Project Builder tem conhecimento técnico para implementar um software de gestão de alta qualidade e eficiência no seu negócio. Talvez a partir do caso da iMaps você tenha identificado uma oportunidade de utilizar a nossa solução para impulsionar os resultados de sua empresa.
 
Se foi esse o caso ou, havendo curiosidade sobre a nossa ferramenta, entre em contato conosco!

6 tipos de pesquisa qualitativa e como utiliza-las na gestão de projetos

Entender os interesses, gostos, necessidades e nível de satisfação do consumidor é essencial para impulsionar as vendas e os projetos de uma empresa. A compreensão sobre os tipos de pesquisa qualitativa e a exploração desse recurso ajudam no posicionamento estratégico da companhia no mercado.

As motivações que levam alguém a escolher uma marca, as expectativas do público-alvo e a avaliação do perfil de consumo evidenciam tendências no setor, servindo de orientação às operações organizacionais.

Quer saber mais sobre as informações obtidas nessa análise? Siga na leitura para entender o recurso, suas modalidades e importância no gerenciamento de projetos.

Afinal, o que são pesquisas qualitativas?

Diferentemente das quantitativas, elas não resultam em números exatos, nem têm padrão de resposta. Aqui, a finalidade é deixar o entrevistado livre para manifestar suas preferências e, com esses dados, orientar a tomada de decisão dos gestores de uma empresa.

As pesquisas qualitativas têm caráter exploratório, ajudam na formulação de hipóteses e são geralmente desenvolvidas com amostras pequenas, úteis para o conhecimento mais aprofundado sobre certas características do consumidor.

Assim, é possível assimilar o juízo que ele faz sobre determinado assunto, seus gostos, necessidades e motivações. A interpretação e a vivência do pesquisador são cruciais em um sistema de análise como esse, impactando direto nos resultados. 

Pesquisas qualitativas e gestão de projetos

Você trabalha em uma construtora e quer ter sucesso no lançamento de um novo condomínio fechado na cidade? Deseja lançar um novo produto no mercado ou acertar no desenvolvimento de um app para facilitar a compra online do cliente em sua loja? Tem ambições de abrir filial em uma região ainda não explorada?

Todos as medidas mencionadas requerem gestão de projetos para terem sucesso em sua implementação — afinal, é necessário gerenciar escopo, custos, aquisições, tempo e outros fatores. Entre os vários tipos de pesquisa qualitativa, com certeza, há pelo menos uma adequada à orientação das suas estratégias.

A importância das pesquisas qualitativas

As empresas desempenham a atividade econômica assumindo riscos e buscando o lucro. A tomada de decisão precisa de respaldo para que os direcionamentos adotados tenham maior assertividade e a produção ou prestação de serviços seja bem-aceita pelo mercado.

Entender o comportamento do consumidor dá uma ideia sobre a demanda, útil na orientação da oferta. Assim, os gestores de todos os níveis organizacionais, do operacional ao institucional, do chão de fábrica ao diretor, têm suas atividades e rotinas de trabalho conduzidas para atender o público-alvo.

De tal forma, os riscos são mitigados e os processos otimizados. As análises evidenciam falhas, gargalos e oportunidades de melhoria, servem à antecipação de tendências no mercado e proporcionam uma gestão de projetos eficaz, fomentando o diferencial competitivo da sua empresa no segmento em que ela atua.

Quais são os principais tipos de pesquisa qualitativa?

Elas podem ser utilizadas para a obtenção de conhecimentos diversos, mas todas são úteis para o posicionamento estratégico da organização no setor. Confira na sequência quais são as suas modalidades.

1. Etnográfica

A etnografia é matéria contemplada nas ciências sociais e consiste no estudo do comportamento e perfil de um povo. Entre os tipos de pesquisa qualitativa, essa se aprofunda em cultura e costumes a partir da observação, sendo amplamente adotada por quem trabalha com UX (user experience ou experiência do usuário).

A Intuit, empresa que oferece gestão financeira online para micro e pequenos empreendedores, utilizou esse método de análise observando seus clientes varejistas. A companhia notou que eles transportavam o dinheiro do ponto de venda para o sistema Quickbooks, a fim de realizar o fluxo de caixa.

Então, os desenvolvedores integraram o sistema a uma caixa registradora com o objetivo de melhorar a experiência do usuário, eliminando a necessidade de exportação dos recursos para as finanças poderem ser controladas. Assim, a organização conquistou 80% do mercado de software de contabilidade.

2. Fenomenológica

Entre os tipos de pesquisa qualitativa, essa utiliza entrevistas para entender como as pessoas se sentem a respeito de determinado ambiente, evento ou produto. Por exemplo, você já notou que o EaD tem ganhado destaque no ensino superior?

Elas podem monitorar em números a visualização das aulas pelos alunos e o engajamento deles com as atividades, mas a pesquisa qualitativa aufere o nível de satisfação do discente com o curso. Assim, serve à gestão de projetos na orientação quanto às melhorias no material fornecido e no ambiente virtual de aprendizagem, otimizações que propagam a credibilidade da empresa no mercado.

3. Narrativa

Ela é comumente utilizada no âmbito corporativo para definir a persona, figura que representa um comprador habitual de sua marca, com características típicas desse tipo de consumidor e problemas passíveis de serem sanados pela sua companhia.

A peculiaridade dessa modalidade, em relação aos outros tipos de pequisa qualitativa, é a utilização de entrevistas narrativas. Os acontecimentos não precisam estar em ordem cronológica e a finalidade é entender as dores, conflitos e tensões do entrevistado, adaptando a solução oferecida ao perfil dele.

4. Teoria fundamentada

Sua amostra ideal envolve de 20 a 60 pessoas e o método é realizado pela análise de dados com a finalidade de chegar a um comportamento-padrão. Ela pode ser utilizada, por exemplo, para entender os critérios utilizados pelos varejistas na concessão de crédito ao cliente.

5. Caso de estudo

Ele explica, explana ou descreve uma situação real bem-sucedida ou fracassada. A intenção é ressaltar as práticas, comportamentos e técnicas bem aplicadas pela empresa (exemplos a serem seguidos) ou as medidas pouco funcionais, nada eficientes.

Se você é engenheiro civil e teve um case de sucesso na gestão de custos de um conjunto habitacional popular, sua experiência pode ser documentada, explicada aos demais colaboradores e replicada nas próximas empreitadas do tipo realizadas pela companhia.

6. Histórica

Precisa desenvolver uma ação promocional para anunciar uma queima de estoque no varejo optando pelo meio de comunicação mais efetivo? Você pode utilizar a metodologia em questão para fazer tal escolha: baseie-se em dados de eventos passados para estabelecer tendências e planejar ações relativas à área no futuro.

Qual é a importância de gerenciar vários projetos simultaneamente?

O sucesso no ramo corporativo depende da capacidade do gestor de coordenar ao mesmo tempo várias tarefas. Entender os tipos de pesquisa qualitativa ajuda o profissional a se planejar, estabelecer prioridades, organizar a equipe e traçar objetivos condizentes com as expectativas do mercado.

Se você atua na área de marketing, por exemplo, precisa cuidar constantemente da imagem da empresa: posicionamento nas redes sociais, desenvolvimento de campanhas publicitárias e ações promocionais a fim de girar o estoque.

Seu trabalho está integrado com outras áreas, como a comercial, e deve ocorrer de forma sincronizada para o bom funcionamento da organização, dividida em departamentos. O gerenciamento simultâneo de vários projetos mantém a companhia em produtividade máxima e fortalece a marca em detrimento da concorrência.

Quais tipos de pesquisa qualitativa podem ajudar na sua gestão hoje? Leve-os em consideração na hora de se planejar, traçar metas e na aproximação com o público-alvo, já que são formas eficientes de orientar as operações e atividades de seus colaboradores.

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Conheça a área de gerenciamento de aquisições do PMBOK

É comum um projeto demandar bens ou serviços que a equipe ou empresa encarregada não é capaz de prover, requerendo a contratação de terceiros. Hoje vamos falar exatamente sobre isso, o gerenciamento de aquisições, uma das 10 áreas de conhecimento contempladas no PMBOK.

Assim como os demais ramos, ele tem etapas, ferramentas e modelos que precisam ser entendidos para que o gerente possa orientar o time e fazer a entrega final, atendendo às expectativas do contratante.

Continue a leitura e confira os detalhes sobre essa área de conhecimento. Aproveite o conteúdo para se informar e otimizar sua rotina de trabalho.

Entenda a importância do gerenciamento de aquisições

Imagine que uma construtora vá lançar um condomínio de edifícios em alguma região da cidade. Seu quadro de funcionários contempla o engenheiro civil, o arquiteto, o mestre de obras e o pedreiro, mas um armador, gesseiro, eletricista e encanador precisam ser contratados.

Ainda, é necessário entrar em contato com empresas especializadas para providenciar a escavação e a fundação e concretar a laje. Instalar os elevadores e os deixar em perfeito estado de funcionamento também é responsabilidade de uma terceirizada.

Uma obra, assim como o desenvolvimento de softwares, é feita em etapas e pode se estender por anos, demandando produtos (serviços e bens) que a organização não tem. Então, surge a necessidade de contratação externa e o gerenciamento de aquisições toma espaço no projeto.

O comprador deve planejar as solicitações antes de, efetivamente, fechar negócio com os fornecedores. É preciso calcular as quantidades e valores, estipular cláusulas contratuais, e determinar o momento em que a empresa ou pessoa terceirizada vai entrar em cena.

Conheça as vantagens do gerenciamento de aquisições

O desperdício de materiais em obras causa até 8% de perda financeira, tendo em vista o orçamento inicial previsto, conforme pesquisa da Escola Politécnica (Poli), Universidade de São Paulo (USP). Além disso, os custos com retrabalho podem consumir até 30% do investimento.

Os dados da construção civil evidenciam que o gerenciamento de aquisições é importante em qualquer segmento corporativo, orientando todos os jogadores, conforme as regras estipuladas pelo gerente de projetos.

O planejamento, a execução e o controle das medidas referentes ao assunto garantem o cumprimento do escopo e o atendimento às expectativas do cliente. Além de manter o orçamento dentro do previsto ou, ao menos, sem variações absurdas, essa área de conhecimento do PMBOK assegura a entrega dentro do tempo determinado.

Com o caminho crítico, diretrizes, prazos e ações previstas pelo gerente de projetos, não há carência de mão-de-obra e são evitadas lacunas no processo. Os contratados se alinham à estratégia e ao calendário, passando a colaborar efetivamente para que a entrega final seja um sucesso.

Veja como funciona o gerenciamento de aquisições

Agora que você já entende a aplicação prática dessa importante área de conhecimento do PMBOK, está na hora de assimilar como ocorrem suas etapas, que foram elencadas e detalhadas na sequência.

Planejamento do gerenciamento de aquisições

É o momento inicial de documentar as decisões de compra para desenvolver o projeto. O que fazer? O que adquirir? Qual produto é necessário? Quando você precisará dele? Quais serão os critérios de avaliação utilizados para classificá-lo como adequado? Com quem contratar?

Descreva o bem ou serviço, defina os recursos de contratação (considerando o prazo e a pretensão de investimento) e analise as condições do mercado. Talvez somente uma entre duas empresas fornecedoras do mesmo produto seja capaz de atender à qualidade do material que você espera. Então a outra já é eliminada da lista.

Vale ressaltar: você não precisa fechar negócio com todas as empresas e pessoas agora. Certifique-se de descrever como as aquisições remanescentes devem ser gerenciadas, porque, lá na frente, isso vai poupar tempo, ajudando a manter o fluxo de trabalho e o escopo do projeto.

Condução das aquisições

Feitos os contatos iniciais e selecionados os tipos de contratos (de preço unitário ou de custo reembolsável, por exemplo), essa etapa começa com a resposta dos fornecedores. A declaração de trabalho (statement of work ou SOW) tem lugar aqui.

Após eleger a melhor oferta e conduzir as negociações, o acordo será selado entre comprador (gerente de projetos) e vendedor, nesse documento desenvolvido a partir da linha de base do escopo. Ele tem muitos detalhes, tais como:

  • nome do bem ou serviço contratado;
  • resultado negociado entre as partes;
  • quantidade;
  • descrição do uso dado ao bem/serviço ou problema que ele deve resolver;
  • especificações técnicas do produto;
  • especificações sobre a necessidade de compatibilidade entre ele e outras tecnologias;
  • padrão de qualidade requerido e previsão dos testes a serem realizados.

Além disso, deve constar na declaração de trabalho: critérios de aceitação da oferta, local de fornecimento do produto, entregas acessórias, prazos, aspectos regulatórios e fiscais, certificações, licenças e seguros.

Controle das aquisições

É a etapa de gerenciamento das relações de aquisições desenvolvidas, momento de checar se o produto atende às disposições contratuais firmadas entre as partes ou se precisa passar por alguma mudança (seja por inadequação do fornecedor ou necessidade de alteração manifestada pelo comprador).

Análises de desempenho são feitas aqui, com relatórios que fornecem ao gerente do projeto informações referentes à eficiência do fornecedor em atender aos objetivos contratuais.

Ainda, o sistema de pagamentos é considerado nessa fase, normalmente processado pela empresa nas contas a pagar. O contrato termina com a execução perfeitamente finalizada e todos os valores devidamente quitados.

Confira ferramentas úteis ao gerenciamento de aquisições

Uma das elencadas pelo PMBOK é a análise de fazer ou comprar, pela qual o gerente de projetos avalia se uma tarefa pode ser melhor realizada pela equipe ou se é preciso efetuar uma contratação externa.

A checagem é feita com base na EAP, considera 100% o escopo e os custos diretos e indiretos que cada pacote de trabalho necessário. Talvez seja imprescindível contratar tecnologia que você não tem à disposição na empresa.

Existe também a técnica de avaliação de propostas, útil na 2ª etapa do gerenciamento de aquisições. Ela atribui pesos a critérios como: conhecimento tecnológico, recomendações qualificadas e qualidade nas entregas para concluir qual empresa ou pessoa contratar. Em caso de empate, experimente usar a matriz SWOT. 

Planilhas com o cadastro de fornecedores qualificados de experiências passadas podem ser de grande ajuda. Modelos contratuais e de propostas com requisitos informados para a seleção também contribuem com as tarefas dessa importante área de conhecimento do PMBOK.

O gerenciamento de aquisições é fundamental para o sucesso do seu projeto. As etapas de planejamento, condução e controle contribuem para a excelência da entrega e satisfação do cliente. Observar as disposições do guia da PMI® sobre o assunto garantem o sucesso da empreitada e do gerente de projetos na carreira.

Gostou do assunto? Entre em contato com a Project Builder e veja como podemos ajudar você em seus processos.

Certificação em TI: qual a importância e quais as principais?

Já pensou em obter uma certificação em TI? Trata-se do documento que aprova as habilidades do profissional em determinada área, processo ou solução. Justamente por isso, ele representa uma importante forma de crescer na carreira e ter reconhecimento no mercado de trabalho.

A certificação em TI pode ser obtida por quem tem formação em uma área da tecnologia ou é autodidata. Cada modalidade traz pré-requisitos definidos a partir do perfil das atividades que cobre, portanto é fundamental conhecer aquela mais adequada para sua carreira.

Quer saber em quais certificações em TI você deve investir? Continue a leitura deste artigo! 

Oracle Certified Professional Advanced PL/SQL

Os bancos de dados geridos com base no SQL são utilizados por muitos aplicativos. Nesse cenário, a Oracle Certified Professional Advanced PL/SQL é a certificação ideal para quem pretende validar seus conhecimentos na integração dessas bases de informações com seus softwares.

Ela foi criada pela Oracle e pode ser obtida por programadores, especialistas ou administradores de sistemas. Mas, antes de ser certificado, é necessário obter a Oracle PL/SQL Developer Certified Associate, uma vez que ela é voltada para profissionais com alto nível de maturidade.

VMware VCP-Cloud

O investimento no cloud computing aliado a máquinas tem se tornado algo estratégico a muitos negócios, o que também elevou a procura por pessoas que soubessem instalar, gerenciar e otimizar esse tipo de solução. Para profissionais que queiram certificar suas habilidades na área, a VMware VCP-Cloud é a solução ideal.

Essa certificação em TI é focada nas pessoas que trabalham com a instalação, configuração e administração de ambientes na nuvem que necessitem de alta confiabilidade e segurança. A prova passa por conhecimentos sobre os diferentes tipos de infraestrutura de cloud computing, assim como aqueles necessários para migrar dados e distribuir recursos aos usuários.

Certificação ITIL

A biblioteca ITIL (Information Technology Infrastructure Library ou Biblioteca de Infraestrutura da Tecnologia da Informação) é um dos principais guias de gestão de TI do mercado. Ela tem auxiliado profissionais do setor em todo o planeta a estruturarem serviços conforme as demandas de maior impacto no dia a dia de cada pessoa que depende da infraestrutura da empresa.

Nesse contexto, a certificação ITIL é fundamental para quem pretende validar seu conhecimento na área. Seus quatro níveis que podem ser obtidos conforme o perfil das atividades do profissional e o conhecimento que apresenta sobre a biblioteca:

  • Foundation/Practitioner: nível básico e fundamental para os demais;
  • Intermediate: etapa focada na gestão de serviços de TI e em áreas práticas, como o service desk e a gestão de riscos;
  • Expert: direcionado a quem trabalha com a gestão de processos e o ciclo de vida dos serviços de TI;
  • Master: trata-se do último nível da certificação, que tem como foco CEOs e outros profissionais de cargos executivos. Justamente por isso, exige uma experiência maior do que cinco anos para ser obtida.

Embora seja mais recomendada para gestores de TI, a certificação ITIL também pode ser obtida por profissionais que atuam em atividades focadas na execução de serviços. As provas foram reformuladas recentemente para adaptação à ITIL v4, nova versão da biblioteca. Ainda assim, as certificações da ITIL v3 continuarão válidas.

Certified Information Systems Security Professional

Também conhecida apenas como CISSP, essa é uma das principais certificações voltadas a quem trabalha com segurança digital. Justamente por isso, é muito obtida por profissionais que pretendem reforçar a capacidade de executar atividades com uma boa base de confiabilidade, mesmo que não atuem diretamente com a proteção de dados — como é o caso dos desenvolvedores e gestores de infraestrutura de TI.

O teste, que dura seis horas e traz 250 questões, testa as habilidades dos profissionais de proteger a infraestrutura, detectar ataques ou eliminar brechas de segurança. A padronização do certificado permite que seja aceito mundialmente e tem como foco profissionais com grande experiência em suas respectivas áreas de atuação.

Microsoft Certified Solutions Developer

Com validade de dois anos, essa certificação pode ser obtida por quem trabalha na criação de softwares do ambiente Windows. A prova atesta habilidades como:

  • a programação em HTML5 com CSS3 e JavaScript;
  • o desenvolvimento de aplicações web ASP.NET;
  • o desenvolvimento em Windows Azure e serviços web.

AWS Certified Solutions Architect — Associate

Trata-se de uma certificação direcionada a arquitetos de soluções tecnológicas baseadas na nuvem da Amazon (a AWS). Ela garante que o profissional de TI tem as habilidades necessárias para construir um ambiente com alta disponibilidade, escalável e de poucas falhas, além de saber combinar a economia de recursos com a segurança de dados.

Para obtê-la, é exigido um ano de experiência com a AWS ou o trabalho na arquitetura de sistemas.

Certified ScrumMaster

metodologia Scrum é utilizada por muitos profissionais para gerir projetos de TI, tornar o desenvolvimento de sistemas mais ágil e eliminar gargalos no ambiente de trabalho. Assim, a Certified ScrumMaster é voltada para quem trabalha com este framework e em sua aplicação em cada etapa de seus projetos.

Por ser focada nos mestres de Scrum, a certificação se direciona a gerentes de projetos ou líderes de setores. Junto à certificação, o profissional ganha dois anos de vínculo com a Scrum Alliance, que podem ser utilizados para acesso a eventos locais e online.

Como vimos no conteúdo acima, as certificações em TI podem ser obtidas para várias áreas. A partir da análise do seu perfil operacional e dos objetivos que tem no médio ou longo prazo, é possível direcionar seus estudos para obter aquela que abra portas no futuro e garanta um maior sucesso profissional.

A obtenção de uma certificação em TI deve ser vista como um investimento estratégico. Conforme a tecnologia evolui, esse documento garante que o profissional seja capaz de comprovar seu alinhamento com as principais tendências do seu campo de atuação e, além disso, consiga prestar um serviço de qualidade.

Portanto, não deixe de considerar a certificação como uma forma de crescer na sua carreira e ter acesso a novas oportunidades.

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Como funciona o gerenciamento de comunicação no PMBOK?

O PMBOK apresenta diversas áreas de conhecimento que são essenciais a quem deseja realizar projetos com maestria, sendo necessário se aprofundar em cada uma para ter domínio completo do assunto. Neste post, vamos explicar especialmente sobre o gerenciamento de comunicação.

Você sabe como ele funciona? Quais são seus processos e ferramentas utilizadas? Suas diretrizes norteiam planejamento, execução e controle de atividades nos mais variados ramos, da construção civil à tecnologia da informação.

Quer saber mais como esta importante área de conhecimento do PMBOK pode ser implementada e efetivada? Continue a leitura e esclareça suas dúvidas!

O que é o gerenciamento de comunicação?

Um projeto é essencialmente baseado em processos e pessoas: planejar, executar e controlar as atividades demanda trabalho da equipe e interação entre todos os envolvidos. Gestores, analistas, programadores, consultores, obreiros na construção civil, colaboradores da empresa e terceirizados são alguns dos profissionais requeridos.

Quanto aos processos, é importante considerar os seguintes aspectos: estruturar e ficar atento às tarefas, integrar fases, estabelecer o escopo, organizar a mão de obra, listar, classificar e monitorar riscos, cuidar da qualidade, das contratações, negociar com os stakeholders, elaborar o cronograma, prever custos e montar o orçamento.

Notou a complexidade do sistema? Um projeto gera muitas informações, cuja relevância, disposição aos interessados, armazenamento, administração, controle e abordagem comunicativa são de responsabilidade do gerenciamento de comunicação.

Vantagens do gerenciamento de comunicação

Notou quanta informação é administrada? Não se trata apenas de volume, mas da forma pela qual os dados vinculam. Estabelecer e fazer valer regras sobre sua obtenção e transmissão favorece o workflow, coloca os colaboradores em sintonia, evita atrasos, desperdícios de materiais e recursos financeiros.

Assim, o gerenciamento de comunicação interfere diretamente em todas as áreas de conhecimento do PMBOK. O alinhamento entre a equipe é imprescindível, garante a atenção ao escopo, o perfeito sequenciamento das etapas e evita alterações capazes de comprometer a entrega e frustrar as expectativas do cliente.

Como funciona o gerenciamento de comunicação?

Essa área de conhecimento do PMBOK é dividida em 3 processos, sobre os quais nos aprofundaremos a seguir. Independentemente do seu ramo de atuação, fique atento à explicação para fazer de seu projeto um case de sucesso.

Planejamento do gerenciamento de comunicação

O gestor precisa estabelecer a relevância e necessidade das informações, definindo emissor e receptor, momento de transmissão e periodicidade. Imagine que em um canteiro de obras o responsável pelo revestimento não precisa saber sobre a qualidade das esquadrias, mas depende da instalação delas para começar a chapiscar as paredes.

Quem o informará se houver atraso na entrega do material? Quando? Como? A abordagem de comunicação define o modo de propagação, tais como reuniões presenciais, videoconferências, SMS, smartphones, tablets e aplicativos de gestão.

Mensagens mal codificadas, hostilidade e declarações negativas podem colocar tudo a perder, motivo pelo qual o gestor deve alinhar a equipe no mesmo modus operandi e linguagem. Projetos internacionais ainda demandam atenção ao idioma utilizado e questões culturais.

Gerenciamento das comunicações

Cuida de dispor às partes interessadas as informações necessárias no momento oportuno, conforme o planejamento. O emissor deve transmiti-las de forma clara e objetiva, certificando-se do entendimento adequado do receptor.

Assim, reportam-se problemas, conquistas, ganhos, descobertas e previsões fundamentais ao controle dos processos, como veremos adiante. A atualização em tempo real otimiza os processos e evita o retrabalho.

Os dados são coletados, distribuídos, armazenados e recuperados no momento certo, evitando contatos cruzados ou arbitrários capazes de misturar as competências dos responsáveis e impactar negativamente na empreitada.

Controle das comunicações

As informações tiveram qualidade? Esse conceito engloba tempo e exatidão, fornecendo ao gestor um termômetro de como sua equipe está se comunicando. O relatório de desempenho gerado aqui ajuda na organização dos envolvidos e análise de riscos do projeto.

Eles consideram fatores ambientais e comportamentais úteis à avaliação, evidenciando com eficiência alterações na linha de base e apontando processos passíveis de otimização ou readaptação.

Os feedbacks podem ser obtidos em pesquisa de satisfação, reunião periódica ou em consulta ao software de gestão. Assim, atrasos na entrega do projeto são evitados e se garante tanto o escopo quanto a qualidade esperada pelo contratante.

Quais são as ferramentas utilizadas?

Mencionamos a importância de classificar a necessidade e relevância da informação quando falamos de planejar o gerenciamento de comunicação. Ferramenta útil a tal tarefa é o 5W2H, adaptado a essa etapa da área de conhecimento em questão.

Aqui, o sistema pergunta: qual informação é importante (what) e o porquê (why), quem é o responsável por ela e quem precisa dela (who), quando ela é necessária e em qual periodicidade (when), como ela será armazenada (where) e como (how) — respostas que orientam o planejamento.

A análise de partes interessadas também tem destaque nessa etapa inicial do gerenciamento de comunicação porque evidencia expectativas, interesses e influências dos envolvidos.

Nível de autoridade (liderança da equipe e contato pessoal com os fornecedores, por exemplo), influência (pessoas com alto poder decisório ou formadoras de opinião) e impacto do indivíduo (seu comportamento explosivo pode atrapalhar a execução do projeto) precisam ser mensurados.

Analisar os diferentes envolvidos ajuda na elaboração de um canal e método comunicativo eficiente: um engenheiro civil com phD e um pedreiro com fundamental incompleto precisam se entender tanto na linguagem quanto no aspecto comportamental. É imprescindível estabelecer diretrizes para isso acontecer.

Utilização da tecnologia

Softwares de gestão têm se mostrado cada vez mais úteis ao gerenciamento de comunicação, pois admitem o contato instantâneo e atualização do status do projeto em tempo real.

Relatórios gerados automaticamente e bancos de dados eletrônicos fomentam o livre acesso aos dados por parte dos colaboradores, permitindo conferência dos planos teste e dos desenhos de engenharia, por exemplo.

O gerenciamento de comunicação evita as famosas reuniões que deveriam ter sido um e-mail, padroniza a linguagem, a forma de contato entre os colaboradores e, assim, aumenta as chances de um projeto ter sucesso.

Se quiser otimizar os processos e aumentar a produtividade da sua equipe com tecnologia e segurança, entre em contato conosco e peça uma demonstração para ver como o Project Builder funciona. Nossa solução surpreenderá você!

Saiba mais sobre o gerenciamento de riscos do PMBOK

O gerenciamento de riscos é uma das áreas de conhecimento do PMBOK. Ele prepara a equipe, norteia metodologias laborais, previne acidentes e atrasos na entrega final ou na conclusão das fases, além de ser fundamental na prevenção de problemas externos.

A análise diminui ameaças, evidencia oportunidades e reduz a probabilidade de impactos negativos na empreitada. Tempo, recursos, materiais, orçamento e objetivos podem ser afetados, razão pela qual você precisa estar preparado.

Que tal se precaver para evitar surpresas e fazer da sua empreitada um caso de sucesso? Siga a leitura para descobrir como efetivar essa importante área de conhecimento divulgada pelo PMI (Project Management Institute).

O que é gerenciamento de riscos?

O gerenciamento de riscos é um conjunto de ações tomadas a partir da constatação de possíveis impactos (positivos ou negativos) no projeto. Além de identificar as influências em potencial sobre os objetivos traçados, a medida em questão ainda as quantifica, oferecendo respostas e orientando a equipe contra incertezas.

Imagine: você trabalha em uma fábrica de café e a diretoria o incumbiu de lançar um novo produto nas prateleiras. Chuvas em excesso podem prejudicar a colheita e afetar a produção, talvez insumos importados sejam encarecidos com a alta do dólar e diminuam a margem de lucro estimada.

Ainda, há a possibilidade de que os testes com os grãos vão além da data prevista a fim de atender a qualidade estabelecida e um lançamento semelhante pela concorrência é capaz de comprometer suas vendas. O gerenciamento de riscos ajuda você a lidar com esses possíveis percalços.

Peculiaridades desta área do PMBOK

Muitos gerentes veem os riscos como elementos negativos, mas eles também podem ser positivos. O alto conhecimento técnico e a experiência da sua equipe atuam a favor do projeto, acelerando a definição de como o grão deve ser processado e acertando no design da embalagem após uma pesquisa eficiente com o mercado consumidor.

Nem todos os eventos impactantes podem ser previstos, mas os qualificados e quantificados já contribuem grandemente com as estratégias do gestor. Assim, evitam-se atrasos na entrega, desperdício de materiais, orçamento estourado, definição de meios comunicativos inadequados e projeções fora da realidade.

Quais são os processos do gerenciamento de riscos?

Segundo o PMBOK, são 5 e falamos sobre cada um deles na sequência. Os quatro primeiros são de planejamento, enquanto o último diz respeito a monitoramento e controle. Atente-se às etapas para não deixar de cumprir tarefas necessárias à realização do projeto dentro dos moldes esperados, de forma a manter os objetivos traçados.

Planejamento do gerenciamento de riscos

Como tais questões serão abordadas e executadas? Aqui, há de se pensar em metodologia, orçamento e categorias de ameaças e oportunidades. Também é preciso ter em mente como elas serão definidas, como a estrutura analítica de riscos será montada e como isso será transmitido aos colaboradores.

Identificação dos riscos

Obras normalmente requerem licença ambiental, que podem ser negadas ou demorar além do esperado para serem concedidas. A entrega de uma casa nova também atrasa se houver períodos de chuvas contínuas, devendo ser considerada a localização geográfica do imóvel na elaboração do cronograma.

O mapeamento dos riscos orienta o gerente no cumprimento do escopo porque evita o comprometimento de questões orçamentárias e otimiza a gestão do tempo.  

Análise qualitativa de riscos

Quais deles devem ser priorizados? A resposta considera a probabilidade de ocorrência e o impacto esperado. A linha de base do escopo conduz a avaliação feita nessa etapa porque contém a EAP, ou seja, admite a visualização dos processos e identificação de eventuais influências no fluxo desenhado.

A análise qualitativa evidencia riscos urgentes, os quais precisam ser quantificados e listados em categorias, com agentes químicos, físicos e ergonômicos — capazes de influenciar na segurança dos colaboradores.

Análise quantitativa de riscos

Aqui falamos de números e da necessidade de mensurar o quanto o impacto influencia o projeto. Por exemplo: a chuva atrasa a entrega da obra, mas não atrapalha em nada o desenvolvimento de um aplicativo para celular. Um dia chuvoso equivale a quantos dias de atraso na entrega do imóvel?

A análise quantitativa contabiliza os riscos de acordo com o escopo: por exemplo, a construção de prédios luxuosos prioriza a qualidade dos materiais e da mão-de-obra, enquanto o mais importante para um conjunto habitacional do governo é não estourar o orçamento.

Planejamento das respostas aos riscos

Essa fase se encarrega de gerenciar crises, consertar falhas, eliminar causas, prever e mitigar impactos negativos. Há de se ressaltar: nem todas as ameaças podem ser solucionadas, inclusive por falta de recursos financeiros.

Retomando o exemplo da fábrica de café, ela pode ter plantio próprio ou depender 100% de uma cooperativa da região. O atraso do fornecedor na entrega dos grãos, uma vez quantificado, ajuda o gerente a decidir se vale a pena trocar de parceiro e pagar a mais pela matéria-prima para ter pontualidade, por exemplo.

Controle de riscos

Você deve estar sempre pronto para otimizar processos e metodologias laborais, razão pela qual é necessário avaliar constantemente se as ameaças e oportunidades identificadas estão sendo bem administradas.

Avalie se os riscos certos estão sendo priorizados, se as ações tomadas estão surtindo efeito, se existem gargalos no projeto pela falta de identificação de um fator de impacto e promova os devidos ajustes.

Quais ferramentas utilizar no gerenciamento de riscos?

A análise SWOT é altamente recomendada porque avalia as forças (strengths), fraquezas (weaknesses), oportunidades (opportunities) e ameaças (threats) enfrentadas na sua missão. Assim, fatores internos (qualidade dos materiais) e externos (cenário econômico e concorrência) são avaliados, orientando seu posicionamento no mercado.

A matriz de probabilidade de impacto os classifica de “raros” a “quase certos” e especifica sua influência no projeto de “nenhuma” até “gravíssima”. O cruzamento dos dois parâmetros determinam se os riscos são baixos, moderados, elevados ou extremos. As cores utilizadas ajudam na quantificação e no estabelecimento de prioridades.

Mensurar uma oportunidade ou ameaça também é tarefa passível de ser desenvolvida com a árvore de decisão e a simulação de Monte Carlo na análise quantitativa. Também são úteis: auditorias, checklists e o  PFMEA (Process Failure and Effective Analysis), que analisa o potencial de um processo de falhar e as consequências disso.

Notou quantas informações precisam ser consideradas? O gerenciamento de riscos é facilitado quando você tem um software de gestão que admite a visualização das tarefas e gera relatórios precisos e atualizados. Munido dos dados, suas estratégias são melhor definidas, você pode se precaver de ameaças e aproveitar as oportunidades.

Quer aproveitar a modernidade e ter sucesso no seu projeto? Temos o sistema ideal para você! Entre em contato com um dos nossos consultores e saiba como podemos ajudar.

Entenda a importância da priorização de tarefas e como colocar em prática

 

No trabalho e na vida pessoal, vigora uma máxima inquestionável: para manter a produtividade, correspondendo à alta demanda de atividades e às exigências cotidianas, a priorização de tarefas é uma postura fundamental.

Somente ao identificar prioridades, planejar a execução e focar em resultados fracionados, entregando-os de forma gradual, é possível fazer mais e melhor. Entre os líderes corporativos, a preocupação com a organização de pendências é cada vez maior e mais justificável; afinal, dela depende (direta e indiretamente) o sucesso no dia a dia dos negócios.

Neste post, entenda um pouco mais sobre a importância de estabelecer ordem e coerência nas demandas, principalmente associadas ao trabalho. Além disso, veja algumas dicas valiosas para ordenar tarefas de acordo com as prioridades diárias, ganhando mais tranquilidade e eficiência na rotina pessoal e, principalmente, no trabalho. Boa leitura e bons insights!

Por que a priorização de tarefas é importante?

O volume de estímulos cresce a cada dia. Em função do desenvolvimento da tecnologia — que conecta tudo e todos, desconhecendo fronteiras físicas e emocionais —, é comum observar o crescimento da miríade de informações à disposição das pessoas.

Em um cenário em que diversos fatores brigam pela atenção do indivíduo, não é raro encontrar profissionais imersos em um cronograma extenso e apertado. Quanto mais numerosos os recursos, maiores são, também, as responsabilidades diante deles — e a eficiência tende a ser a primeira prejudicada.

Com o objetivo de manter a produtividade e acelerar as entregas (sem, no entanto, perder a qualidade do trabalho), é importante que os líderes encontrem formas coerentes de priorizar suas atividades, organizando tarefas e melhorando sua capacidade de resolver problemas.

Do contrário, é provável que haja desvios prejudiciais à performance, comprometendo os resultados individuais e afetando a companhia como um todo.

Neste contexto, que é tão volátil quanto desafiador, a relevância das prioridades ganha tons marcantes. Para o gestor, a organização do cronograma representa uma oportunidade de dominar os estímulos e, mais do que isso, de fazê-los trabalhar a favor do alto desempenho. A mudança é urgente, transformadora e absolutamente positiva.

Como é possível criar (e seguir) prioridades no dia a dia de trabalho?

As prioridades são, como o próprio termo sugere, as pendências mais urgentes e essenciais. Tarefas com alto nível de urgência ou com grande potencial de disrupção devem ser tratadas com mais atenção e rapidez, produzindo resultados diferenciados.

No trabalho, é possível criar formas de estabelecer e fixar prioridades, mantendo-se fiel a elas durante o expediente.

Partindo do planejamento diário, que envolve a visualização das atividades em aberto e a consequente identificação de suas especificações (tempo demandado para a execução, grau de importância etc.), os gestores são capazes de formatar sua própria escala de priorização com mais domínio e assertividade.

É natural que, ao deparar-se com as tarefas, o profissional questione suas prioridades. No momento de defini-las, efetivando seu plano de trabalho para o dia, é crucial que se considere, por exemplo:

  • a data-limite de entrega, garantindo o cumprimento de prazos acordados com outros profissionais;

  • o nível de urgência, evitando que oportunidades (internas ou no mercado) sejam perdidas por falta de timing;

  • a complexidade da execução, uma vez que o cronograma tende a delimitar, além da sequência de atividades, também o tempo exigido para que cada uma delas seja concluída com sucesso;

  • o grau estratégico da tarefa, já que, muitas vezes, o que é urgente nem sempre é o mais importante para o desenvolvimento saudável e perene da companhia.

Dessa forma, não seria equivocado afirmar que cabe ao gestor, no exercício de suas funções, a missão de analisar os projetos sob sua responsabilidade e, assim, instituir uma ordem orgânica e coesa de prioridades. Nesse caso, a intervenção externa — tal como pressões de outras áreas e demais profissionais — pode ser prejudicial ao cronograma e, em última escala, às entregas previstas.

Após avaliar todas as variáveis envolvidas em cada demanda, assegurando a firme compreensão de sua importância, o líder ganha mais segurança e autonomia para criar seu plano de prioridades e segui-lo à risca, melhorando sua performance.

Quais ferramentas podem auxiliar na priorização de tarefas?

A essa altura, você provavelmente já está convicto de que é preciso investir em priorização de tarefas. Para validar uma postura mais analítica, estratégica e produtiva, é válido contar com alguns recursos eficazes na gestão de prioridades.

Metodologias e ferramentas robustas estão à disposição dos líderes mais engajados. Conheça algumas das principais e, a partir delas, reconheça gargalos comuns — e que podem ser extinguidos a partir da padronização de tarefas — à sua própria rotina.

Matriz GUT

A sigla que dá nome ao recurso é formada por três palavras relacionadas: gravidade (impactos de fazer e/ou não fazer), urgência e tendência (oportunidade interna ou externa). A matriz, portanto, recomenda a priorização de tarefas de acordo com esses três critérios principais.

Para estabelecer as tarefas mais relevantes, é preciso planilhá-las e, no momento da análise, conceder a cada uma delas uma nota de 1 a 5 para cada fator. Pode ser, por exemplo, que a demanda tenha nota 1 em gravidade, 2 em urgência e 4 em tendência. Ao fim da avaliação, basta somar as notas de cada tarefa e, assim, visualizar quais delas são prioridade.

Matriz RICE

Assim como a metodologia anterior, RICE é um acrônimo para Reach (alcance), Impact (impacto), Confidence (confiança) e Effort (esforço). O processo de análise também se assemelha à Matriz GUT, requerendo a planificação das tarefas e sua consequente pontuação.

Após atribuir notas de 1 a 5 para cada critério (e em cada tipo de tarefa), a equação que mede prioridades é: R * I * C / E. Ou seja: multiplicam-se os três primeiros números e divide-se o resultado pelo último. O valor final implica na visualização das tarefas prioritárias.

Matriz BASICO

Por fim, a Matriz BASICO também desponta como uma forma de estabelecer prioridades. Para aplicá-la, o mecanismo é semelhante aos métodos anteriores: primeiro, disponha as atividades em uma planilha e atribua notas de 1 a 5 para os critérios de:

  • benefício para a organização (B);

  • satisfação do cliente interno (S);

  • investimento requerido (I);

  • cliente externo satisfeito (C);

  • operacionalidade simples (O).

Após a quantificação, é preciso somar os resultados e elencar as tarefas de acordo com a pontuação que receberam. Mais uma vez, as prioridades serão aquelas que receberam as maiores notas.

Como vimos, a priorização de tarefas é uma condição essencial para dominar os estímulos cotidianos e viabilizar as entregas, mantendo a qualidade e a eficácia das soluções. Por isso, é importante dispor de métodos e ferramentas eficientes, capazes de potencializar performances e os resultados.

Se você quer saber mais sobre o assunto e conhecer outras ferramentas, assine nossa newsletter!

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Case de sucesso: Como o Project Builder ajudou a Metta Engenharia e Automação

A Metta Engenharia e Automação, essencialmente brasileira e nascida em Resende, interior do Rio de Janeiro, acumula duas décadas de serviços focados no aperfeiçoamento operacional de empresas nacionais e internacionais. Para que fosse capaz de continuar crescendo de modo sustentável e produtivo, porém, a Metta precisou investir em tecnologia de gestão, e o Project Builder (PB) foi o parceiro ideal para multiplicar o sucesso da empresa.

Neste post, você vai entender em detalhes toda a trajetória da Metta na implantação do software PB — desde busca por uma solução aderente até o suporte cotidiano no pós-venda.

Aproveite, ainda, para conhecer um pouco mais sobre os principais desafios do processo e veja, na prática, alguns dos mais relevantes benefícios da inovação tecnológica nas organizações focadas em performance e lucratividade. Bons insights!

Qual é o mercado de atuação da Metta Engenharia e Automação?

A Metta nasceu em 1998, na cidade de Resende, no interior do Rio de Janeiro. Desde o início, entretanto, já pensava grande: com a missão de prover soluções otimizadas de engenharia e automação, contribuindo para o crescimento de empresas e pessoas, a Metta desenvolveu-se com rapidez e alcançou resultados expressivos.

Ao longo das últimas décadas, a empresa se dedicou totalmente à resolução de empecilhos de engenharia e à alavancagem de resultados operacionais. O comprometimento com seus projetos a levou mais longe: a Metta prestou serviços para marcas dos 5 continentes e registrou êxito em diversos territórios, tais como Estados Unidos, Austrália, Itália e Coréia — além, é claro, do Brasil.

Para além dos ótimos retornos obtidos e dos excelentes feedbacks recebidos, a Metta mantém alvos ambiciosos de crescimento e expansão. Para isso, a fim de garantir a qualidade dos serviços e a eficiência de sua própria operação, as lideranças sentiram a necessidade de investir em gestão e em tecnologia.

É justamente nesse ponto, há poucos anos, que teve início mais um importante capítulo na história da Metta Engenharia e Automação: o Project Builder se firma como um parceiro estratégico do negócio.

Como a Metta identificou a necessidade de um software de gestão de projetos?

As últimas décadas marcaram uma transformação completa no mercado. Com a evolução da tecnologia, as empresas ampliaram seus horizontes e puderam inovar em procedimentos e operações. A implantação de softwares de gestão foi, sem dúvida, um passo necessário rumo à otimização e à competitividade.

Ao ingressar no processo de adequação tecnológica, decidindo-se pela adoção de um sistema para controlar os indicadores do negócio, a Metta conheceu o software da Project Builder.

A necessidade de padronizar rotinas, controlar as métricas e robustecer a capacidade analítica da Metta foram, sem dúvida, os motivos que levaram em consideração para adquirir um software de gestão de projetos. O PB mostrou-se a melhor opção — tanto em funcionalidade quanto em custo-benefício — para corresponder às demandas do negócio.

Quais eram os desafios antes da implantação do Project Builder?

A Metta encontrou no Project Builder o dinamismo e a eficiência que precisava para monitorar seus projetos com agilidade e segurança. A rapidez com que o sistema foi implementado, desde os primeiros testes e validações, demonstra a aderência do software às necessidades da empresa.

Após a contratação do PB, em 2016, foi marcado o primeiro treinamento padrão — no qual foram realizadas as primeiras parametrizações, e apresentaram-se as funcionalidades e as principais ferramentas do recurso.

A partir de então, o manejo do sistema tornou-se prático e intuitivo, o que permitiu o empoderamento da equipe frente às possibilidades gerenciais do PB. A Metta foi capaz de liderar seus próprios processos e de formatar fluxos de sua operação.

Houve, é claro, a maturação da tecnologia enquanto peça fundamental do negócio: os gestores da Metta customizaram a rotina da empresa e a embasaram nas novas dinâmicas do sistema, o que exigiu o comprometimento dos times.

Nesse aspecto, o maior desafio certamente foi o de desfazer hábitos correntes e, em substituição, realçar as possibilidades do software para potencializar atividades e resultados — fossem eles individuais ou coletivos.

Quais foram os resultados obtidos com o uso do software da Project Builder?

A implantação do Project Builder gerou uma série de mudanças positivas na operação e na gestão da Metta. A mudança de cultura — que exigiu da equipe o esforço deliberado para alimentar o sistema com dados cotidianos —, permitiu ganhos significativos.

Quando o lançamento de horas por projeto foi efetivamente implementado, por exemplo, as lideranças da Metta foram capazes de extrair relatórios coerentes para validar estratégias e retornos. Essa postura fortaleceu a cultura analítica do negócio e contribuiu para impulsionar — inclusive, mas não exclusivamente — os serviços prestados.

Além disso, o PB permitiu uma visão ampla e clara dos custos e retornos de cada projeto, o que antes era feito de forma totalmente intuitiva. Houve, portanto, maior domínio das variáveis do projeto (tais como recursos humanos, físicos e financeiros empregados no serviço) e mais assertividade nas decisões gerenciais.

Como o software ajuda na visão estratégica e na obtenção de resultados da empresa?

Ao contar com tecnologias eficientes e adequadas, as empresas podem explorar toda a capacidade do negócio. A gama de dados internos — reports de resultados, métricas e indicadores, para citar apenas alguns — deve nortear análises estratégias e embasar táticas cada vez mais eficientes.

Na Metta, a qualidade gerencial, quando apoiada pelo PB, foi uma das guinadas mais importantes para o futuro da organização. Dispondo de dados críveis e atualizados, os líderes conseguem repensar projetos, reconsiderar decisões e atacar comercialmente as oportunidades mais lucrativas.

A priorização de projetos foi um dos campos mais influenciados pela robustez dos relatórios do Project Builder. Agora, a Metta pode avaliar os retornos históricos de suas iniciativas e, assim, decidir se é ou não viável se dedicar a determinado serviço.

A capacidade de se voltar aos próprios dados, avaliá-los criteriosamente e deliberar com segurança demonstra a maturidade e a eficácia da gestão, evidenciando um claro cenário de crescimento sustentável. É nisso que a Metta pretende investir.

Como é o relacionamento entre as duas empresas?

A equipe do Project Builder se preocupa em oferecer o melhor acompanhamento, assegurando que cada cliente possa extrair o máximo retorno da tecnologia de gestão de projetos. Para isso, diversos canais (como telefone, e-mail, chat e videoconferências) estão à disposição dos parceiros.

Na Metta, o atendimento é percebido como rápido e eficaz, sanando dúvidas pontuais e esclarecendo aspectos operacionais e estratégicos. Além disso, vale ressaltar que a interação é ainda mais produtiva na troca de informações e de experiências.

O feedback funcional, aquele que relata acertos e sinaliza eventuais melhorias, é, sem dúvida, um excelente mecanismo para a evolução do Project Builder, que nasceu para impulsionar operações e se desenvolve continuamente para continuar surpreendendo a seus usuários.

Assim como a Metta, a sua empresa também pode se beneficiar das funcionalidades do Project Builder. Faça um teste gratuito do nosso software e saiba como podemos ajudar você a potencializar seus resultados estratégicos e operacionais.

Proceso de tomada de decisão

Entenda as 5 etapas do processo de tomada de decisão

O processo de tomada de decisão é fundamental para considerar todos os elementos relevantes e evitar erros. A partir dele, a complexidade e a incerteza gradativamente dão lugar à compreensão mais aprofundada do problema e do custo-benefício das opções disponíveis.

Isso ocorre porque a divisão em etapas direciona os esforços do gestor para os aspectos relevantes. É como o foco de luz do teatro que, simultaneamente, ilumina o ator e orienta a atenção do público para o lugar certo. Você saberá exatamente como chegar a uma decisão se tiver um processo.

Logo abaixo, abordamos as 5 principais etapas e as ferramentas que podem auxiliar o gestor. Continue a leitura e siga todos os passos para tomar decisões mais efetivas na sua empresa!

1. Identifique o problema

O primeiro contato com um problema, especialmente os graves, exige controle emocional para entender o que, de fato, está acontecendo. Normalmente, o diagnóstico passa por enxergar as consequências e definir o nível de prioridade da situação.

Obviamente, existem casos em que, devido à urgência, praticamente não haverá processo de tomada de decisão. Por exemplo, se o colaborador informa que não conseguirá chegar a tempo para uma reunião com o cliente, o líder precisa escolher se vai assumir a responsabilidade, designar outro profissional ou remarcar o compromisso.

No entanto, para as situações mais corriqueiras, haverá tempo para pensar a respeito e entender a questão antes de agir. É o caso de aprovar ou rejeitar um projeto, definir a estratégia empresarial, demitir um colaborador, adquirir um software etc.

Uma ferramenta útil para entender o nível de prioridade é a matriz GUT. A partir dela, as situações são classificadas conforme três características:

  • gravidade: potencial de prejuízo financeiro ou relacionado a outro valor importante;
  • urgência: momento de ocorrência do prejuízo;
  • tendência: se a situação melhora ou piora com o passar do tempo.

Utilize a GUT para entender os prazos do processo de tomada de decisão, bem como para priorizar as questões mais importantes.

2. Coleta de dados

O passo seguinte é entender a situação, reunindo o máximo de informações sobre o problema. As fontes dependem do tipo de questão enfrentada pelos gestores e podem ser, entre outras, as seguintes:

  • feedbacks dos envolvidos;
  • reunião com líderes;
  • relatórios de desempenho;
  • pesquisas internas ou externas;
  • orçamentos sobre aquisição de produtos e serviços.

Aqui, a tecnologia exerce um papel importante. Em projetos, por exemplo, um software oferecerá não só a visão geral do andamento das atividades, mas também relatórios automáticos para embasar as decisões.

A coleta de informações é direcionada para as causas de um problema ou para as justificativas de um requerimento. O segundo caso é típico da aprovação de projetos, em que interessa as vantagens e desvantagens para saber se vale a pena investir.

Uma dica é utilizar mapas mentais para associar a descrição do problema e os dados obtidos. Posteriormente, o modelo pode ser complementado com as opções e as demais etapas do processo de tomada de decisão.

3. Identificação das alternativas

Conhecendo o problema e partindo das informações coletadas, o responsável precisa levantar opções. O ideal, nesse sentido, é contar com a participação de outros profissionais que possam contribuir com conhecimento, experiência ou proximidade com o problema.

Como o grande risco aqui é não se chegar a lugar nenhum, é recomendável usar ferramentas para organizar o pensamento e direcionar a atenção para os pontos-chave. Veja algumas sugestões.

Brainstorming

Consiste na solicitação de todas as sugestões que vierem a cabeça dos profissionais, sem críticas. Posteriormente, realiza-se uma triagem para escolher as ideais que fazem sentido e levá-las para a etapa de escolha.

Grupos de trabalho

Diz respeito a dividir os colaboradores em equipes e dar autonomia para que cada time elabore uma proposta de solução. Assim, no momento da reunião, já haverá um material para o líder trabalhar e avaliar a melhor alternativa.

Prototipação

Consiste na execução de uma versão do produto, serviço ou ideia em suas funções essenciais. O objetivo é tornar a proposta concreta, embora possa envolver mais custos e esforços do que as opções anteriores.

Vale ressaltar que certas decisões não envolvem várias opções, mas uma resposta positiva ou negativa a uma solicitação. Nesse caso, é possível buscar uma terceira via ou comparar as duas alternativas, a depender do caso.

4. Escolha da melhor alternativa

Em um mapa mental, nesse momento, haveria um problema descrito no centro e, logo abaixo, estariam as causas, justificativas e outras informações relevantes para o processo de tomada de decisão. Por fim, conectadas a tudo isso, veríamos as propostas de solução, sobre as quais é preciso decidir.

Matriz de perdas e ganhos

A ferramenta de mais fácil utilização é o quadro de perdas e ganhos. Nele, cada opção é submetida a 4 questionamentos:

  • o que se ganha ao fazer isso?
  • o que se perde ao fazer isso?
  • o que se ganha ao não fazer isso?
  • o que se perde ao não fazer isso?

Basta comparar o custo-benefício das opções e selecionar a mais próxima de uma proporção ótima entre perdas e ganhos.

Os 5 porquês

Também é interessante submeter as alternativas ao chamado 5-why. Isto é, repetindo questões com o pronome “por que”, testa-se o nível de convicção sobre a opção escolhida. Veja um exemplo:

  • por que o projeto “x” é relevante para empresa?
    • R: porque terá bom retorno financeiro.
  • por que haverá um bom retorno financeiro?
    • R: porque a margem de lucro é favorável.
  • por que a margem de lucro é favorável?
    • R: porque os custos podem ser otimizados.
  • por que se consegue otimizar os custos?
    • R: porque haverá uma redução nas horas de trabalho, especialmente horas extras.
  • por que existe redução nas horas de trabalho?
    • R: porque os processos estão automatizados.

5. Decida e acompanhe

A etapa derradeira é a decisão, ou seja, entre os caminhos possíveis, optar por um deles e excluir os demais. Essa escolha pode ser um plano simples ou composto, como ocorre nas situações em que há uma medida “A” e uma “B” — para caso a primeira não funcione.

Daqui em diante, a principal preocupação será a implementação e o acompanhamento da decisão. O ciclo PDCA (planejamento, execução, checagem e ajuste) pode facilitar a adaptação do plano conforme as mudanças de cenários e eficiência das ações executadas.

Com isso, agora que você já entende o processo de tomada de decisão. Utilize as dicas apresentadas e pesquise sempre por novas ferramentas para evitar erros e fazer escolhas cada vez mais efetivas!

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Como colocar em prática o gerenciamento de qualidade com o PMBOK? Entenda

O gerenciamento de qualidade é uma das áreas de conhecimento contempladas pelo PMBOK, guia que é referência em projetos no mundo todo. Entregas são importantes, mas não se restringem ao cumprimento de prazo, pois a excelência do trabalho também é essencial.

Os contratantes têm projeções e expectativas, cabendo a você a tarefa de manter toda a equipe dentro do escopo para saná-las. Lidar com tantos fatores exige planejamento, organização, execução e controle, missão mais fácil de ser concluída com os devidos direcionamentos.

Quer saber quais? Siga na leitura e confira como o guia internacionalmente reconhecido pode orientar sua jornada e garantir a excelência do seu trabalho.

O que é o PMBOK e o que ele diz sobre gerenciamento de qualidade?

É um livro organizado e periodicamente publicado pelo PMI (Project Management Institute) com práticas, métodos e processos indicados para o início, planejamento, execução, controle e encerramento de projetos.

Suas informações são baseadas em situações reais, foram colhidas em todo o mundo e orientam a entrega de produto, serviço ou resultado. O PMBOK contempla 10 áreas de conhecimento, gerenciamento de: integração, escopo, tempo, custos, recursos humanos, comunicações, riscos, aquisições, stakeholders e qualidade.

Esta etapa é imprescindível no desenvolvimento e melhoria contínua dos processos, responsáveis em parte pela excelência do trabalho entregue. O guia também orienta o líder quanto às compras de produtos, escolha dos fornecedores e colaboradores.

O cuidado com as negociações e as atividades reflete positivamente na imagem da empresa no mercado e traz benefício pessoal, pois o profissional ganha reconhecimento. O gerenciamento de qualidade bem feito denota esmero, preocupação com cada aspecto do projeto e entendimento total dos anseios do contratante.

As demais fases do PMBOK

Na integração ocorre a unificação dos processos, enquanto no escopo é definido o que tem de ser feito para a entrega acontecer nos termos acordados, momento de estruturar as tarefas em outras menores.

Os gerenciamentos de tempo, custos e recursos humanos são essenciais se você quiser evitar atrasos, fazer um controle financeiro inteligente e formar uma equipe com alta capacidade técnica, capaz de unir esforços na busca do objetivo comum.

Ainda, riscos devem ser previstos a fim de remediar dificuldades no desempenho das tarefas. Os stakeholders são todos os impactados pelas etapas, resultado final ou decisão do gerente, pessoas com as quais é necessário negociar.

Como funciona o gerenciamento de qualidade segundo o PMBOK?

Não importa se o seu projeto é no ramo da construção civil ou em tecnologia da informação: o PMBOK traz orientações gerais para os mais variados ramos. Quanto à área em questão, o guia a divide em 3 processos, respectivamente: de planejamento, execução e monitoramento/controle. Acompanhe!

Planejar o gerenciamento de qualidade

Quais são os requisitos e padrões dos produtos e do projeto? Como eles podem ser satisfeitos? As respostas devem considerar as expectativas, anseios e necessidades dos envolvidos, pontos importantes na definição do escopo e retomados nesta fase. Os parâmetros são normas internacionalmente reconhecidas, como a ISO 9001.

Planejar o gerenciamento de qualidade requer o atendimento às leis ambientais, estabelecimento dos critérios de aceitação do material comprado e do trabalho realizado, além do cuidado com a elaboração dos documentos passíveis de provar a excelência das aquisições, procedimentos e metodologias laborais.

Realizar a garantia da qualidade

Diferentemente da fase de controle, aqui não focamos na checagem, mas sim nos processos, responsáveis diretos pelo resultado final do projeto. Eles estão sendo devidamente realizados? Confira alguns exemplos práticos.

Certifique-se de que a limpeza do terreno e a terraplanagem foram feitas antes de iniciar uma obra. Etapas de montagem e preparo da comida em redes de fast-food precisam ser sequencial e rigorosamente seguidas, garantia de que o McLanche Feliz terá o mesmo sabor em qualquer unidade.

Controlar a qualidade

Essa fase é normalmente realizada por equipe especialmente designada, envolve testes, métricas e medições. As avaliações são feitas tanto em entregas finais quanto nas intermediárias e podem exigir reparos quando os resultados forem insatisfatórios — solicitações de mudanças, ações preventivas e/ou corretivas.

O controle de qualidade tem aplicação prática quando um designer faz impressões para ver se a tonalidade da cor no papel de parede corresponde aos requisitos do cliente. O desempenho de airbags para automóveis também precisa atender a critérios mínimos de segurança, assim como as rodas no teste de tração em veículos 4×4.

Quais são os fundamentos e ferramentas dessa área do PMBOK?

Qualidade é “o grau até o qual um conjunto de características inerentes satisfaz as necessidades”. Um projeto tem qualidade quando atende todos os requisitos definidos pela empresa com base nas expectativas do contratante, justificando sua finalização.

Uma televisão pode ter qualidade alta (imagem HD e som de cinema) e grau baixo (não disponibiliza acesso direto ao Youtube e Netflix) ou qualidade baixa (imagem e som ruins) e grau alto (ser smart TV).

Um dos fundamentos trazidos pelo PMBOK é: a qualidade, diferentemente do grau, não pode ser baixa. Caso contrário, geraria a frustração do cliente e significaria o não atendimento aos requisitos estabelecidos.

Ainda, podemos falar do objetivo SMART: específico (specific), mensurável (measurable), alcançável (achievable), relevante (relevant) e limitado pelo tempo (time based). O planejamento do gerenciamento de qualidade é melhor desenvolvido quando as metas são baseadas nesses 5 requisitos.

Ferramentas sugeridas

A melhoria contínua dos processos influencia profundamente na excelência do projeto e pode ser realizada pelo ciclo PDCA: planejar (plan), fazer (do), controlar (control) e agir (act). Assim, você identifica pontos de melhoria, monta e executa o plano de ação, avalia o desempenho, padroniza e normatiza procedimentos constantemente.

A análise SWOT é outra ferramenta capaz de garantir a qualidade do trabalho desenvolvido, pois analisa as forças (strenghts), fraquezas (weaknesses), oportunidades (opportunities) e ameaças (threats) da empreitada. De tal forma, o gerente pode mitigar riscos, orientar melhor os objetivos, atividades e a tomada de decisão.

O diagrama de Pareto também contribui na excelência do projeto: segundo a teoria, 80% dos resultados são atingidos com 20% dos esforços. Suas prioridades são melhor estabelecidas a partir da avaliação das ocorrências.

O fluxograma é outra ferramenta útil porque contribui para a assimilação dos processos com símbolos, figuras geométricas e setas. Assim, a padronização é ratificada para os colaboradores, fica mais fácil visualizar gargalos e pontos de melhoria.

O gerenciamento de qualidade ressalta que a excelência da entrega é relevante para caracterizar o sucesso do projeto. Etapas, fundamentos e ferramentas administrativas aumentam suas chances de atender as expectativas do contratante e se destacar profissionalmente.

Gostou do assunto? Se quiser saber mais ou entender melhor sobre o PMBOK, fale com um dos nossos consultores. O que acha?