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Conheça a área de gerenciamento de aquisições do PMBOK

É comum um projeto demandar bens ou serviços que a equipe ou empresa encarregada não é capaz de prover, requerendo a contratação de terceiros. Hoje vamos falar exatamente sobre isso, o gerenciamento de aquisições, uma das 10 áreas de conhecimento contempladas no PMBOK.

Assim como os demais ramos, ele tem etapas, ferramentas e modelos que precisam ser entendidos para que o gerente possa orientar o time e fazer a entrega final, atendendo às expectativas do contratante.

Continue a leitura e confira os detalhes sobre essa área de conhecimento. Aproveite o conteúdo para se informar e otimizar sua rotina de trabalho.

Entenda a importância do gerenciamento de aquisições

Imagine que uma construtora vá lançar um condomínio de edifícios em alguma região da cidade. Seu quadro de funcionários contempla o engenheiro civil, o arquiteto, o mestre de obras e o pedreiro, mas um armador, gesseiro, eletricista e encanador precisam ser contratados.

Ainda, é necessário entrar em contato com empresas especializadas para providenciar a escavação e a fundação e concretar a laje. Instalar os elevadores e os deixar em perfeito estado de funcionamento também é responsabilidade de uma terceirizada.

Uma obra, assim como o desenvolvimento de softwares, é feita em etapas e pode se estender por anos, demandando produtos (serviços e bens) que a organização não tem. Então, surge a necessidade de contratação externa e o gerenciamento de aquisições toma espaço no projeto.

O comprador deve planejar as solicitações antes de, efetivamente, fechar negócio com os fornecedores. É preciso calcular as quantidades e valores, estipular cláusulas contratuais, e determinar o momento em que a empresa ou pessoa terceirizada vai entrar em cena.

Conheça as vantagens do gerenciamento de aquisições

O desperdício de materiais em obras causa até 8% de perda financeira, tendo em vista o orçamento inicial previsto, conforme pesquisa da Escola Politécnica (Poli), Universidade de São Paulo (USP). Além disso, os custos com retrabalho podem consumir até 30% do investimento.

Os dados da construção civil evidenciam que o gerenciamento de aquisições é importante em qualquer segmento corporativo, orientando todos os jogadores, conforme as regras estipuladas pelo gerente de projetos.

O planejamento, a execução e o controle das medidas referentes ao assunto garantem o cumprimento do escopo e o atendimento às expectativas do cliente. Além de manter o orçamento dentro do previsto ou, ao menos, sem variações absurdas, essa área de conhecimento do PMBOK assegura a entrega dentro do tempo determinado.

Com o caminho crítico, diretrizes, prazos e ações previstas pelo gerente de projetos, não há carência de mão-de-obra e são evitadas lacunas no processo. Os contratados se alinham à estratégia e ao calendário, passando a colaborar efetivamente para que a entrega final seja um sucesso.

Veja como funciona o gerenciamento de aquisições

Agora que você já entende a aplicação prática dessa importante área de conhecimento do PMBOK, está na hora de assimilar como ocorrem suas etapas, que foram elencadas e detalhadas na sequência.

Planejamento do gerenciamento de aquisições

É o momento inicial de documentar as decisões de compra para desenvolver o projeto. O que fazer? O que adquirir? Qual produto é necessário? Quando você precisará dele? Quais serão os critérios de avaliação utilizados para classificá-lo como adequado? Com quem contratar?

Descreva o bem ou serviço, defina os recursos de contratação (considerando o prazo e a pretensão de investimento) e analise as condições do mercado. Talvez somente uma entre duas empresas fornecedoras do mesmo produto seja capaz de atender à qualidade do material que você espera. Então a outra já é eliminada da lista.

Vale ressaltar: você não precisa fechar negócio com todas as empresas e pessoas agora. Certifique-se de descrever como as aquisições remanescentes devem ser gerenciadas, porque, lá na frente, isso vai poupar tempo, ajudando a manter o fluxo de trabalho e o escopo do projeto.

Condução das aquisições

Feitos os contatos iniciais e selecionados os tipos de contratos (de preço unitário ou de custo reembolsável, por exemplo), essa etapa começa com a resposta dos fornecedores. A declaração de trabalho (statement of work ou SOW) tem lugar aqui.

Após eleger a melhor oferta e conduzir as negociações, o acordo será selado entre comprador (gerente de projetos) e vendedor, nesse documento desenvolvido a partir da linha de base do escopo. Ele tem muitos detalhes, tais como:

  • nome do bem ou serviço contratado;
  • resultado negociado entre as partes;
  • quantidade;
  • descrição do uso dado ao bem/serviço ou problema que ele deve resolver;
  • especificações técnicas do produto;
  • especificações sobre a necessidade de compatibilidade entre ele e outras tecnologias;
  • padrão de qualidade requerido e previsão dos testes a serem realizados.

Além disso, deve constar na declaração de trabalho: critérios de aceitação da oferta, local de fornecimento do produto, entregas acessórias, prazos, aspectos regulatórios e fiscais, certificações, licenças e seguros.

Controle das aquisições

É a etapa de gerenciamento das relações de aquisições desenvolvidas, momento de checar se o produto atende às disposições contratuais firmadas entre as partes ou se precisa passar por alguma mudança (seja por inadequação do fornecedor ou necessidade de alteração manifestada pelo comprador).

Análises de desempenho são feitas aqui, com relatórios que fornecem ao gerente do projeto informações referentes à eficiência do fornecedor em atender aos objetivos contratuais.

Ainda, o sistema de pagamentos é considerado nessa fase, normalmente processado pela empresa nas contas a pagar. O contrato termina com a execução perfeitamente finalizada e todos os valores devidamente quitados.

Confira ferramentas úteis ao gerenciamento de aquisições

Uma das elencadas pelo PMBOK é a análise de fazer ou comprar, pela qual o gerente de projetos avalia se uma tarefa pode ser melhor realizada pela equipe ou se é preciso efetuar uma contratação externa.

A checagem é feita com base na EAP, considera 100% o escopo e os custos diretos e indiretos que cada pacote de trabalho necessário. Talvez seja imprescindível contratar tecnologia que você não tem à disposição na empresa.

Existe também a técnica de avaliação de propostas, útil na 2ª etapa do gerenciamento de aquisições. Ela atribui pesos a critérios como: conhecimento tecnológico, recomendações qualificadas e qualidade nas entregas para concluir qual empresa ou pessoa contratar. Em caso de empate, experimente usar a matriz SWOT. 

Planilhas com o cadastro de fornecedores qualificados de experiências passadas podem ser de grande ajuda. Modelos contratuais e de propostas com requisitos informados para a seleção também contribuem com as tarefas dessa importante área de conhecimento do PMBOK.

O gerenciamento de aquisições é fundamental para o sucesso do seu projeto. As etapas de planejamento, condução e controle contribuem para a excelência da entrega e satisfação do cliente. Observar as disposições do guia da PMI® sobre o assunto garantem o sucesso da empreitada e do gerente de projetos na carreira.

Gostou do assunto? Entre em contato com a Project Builder e veja como podemos ajudar você em seus processos.

metodologia de gestão de projetos

Como preparar sua empresa para implantar com sucesso uma metodologia de gestão de projetos

A metodologia de gestão de projetos é um dos fatores mais importantes para o sucesso. Tudo que foi estimado durante as fases de planejamento e definição do escopo apenas será validado se o gestor souber controlar seu time e definir claramente quais são os objetivos a serem atingidos. Mais do que isso, é a partir de uma boa gestão do projeto que será possível alcançar o almejado retorno sobre investimento.

Uma boa gestão não surge sem boas metodologias, lembre-se disso. Isso se deve ao fato de que times coordenados através de processos bem definidos costumam dar mais resultados positivos do que equipes que trabalham com maior liberdade. É também através de metodologias que se mede o avanço do projeto e o mantém dentro do prazo. Mas para uma metodologia de gestão de projeto ser um sucesso dentro da sua empresa é fundamental que ela esteja preparada para essa implementação.

Abaixo, listamos algumas dicas para ajudar você a preparar seu time para adotar uma metodologia de gestão de projetos.

Treinamento de equipe

Treinar seu time para trabalhar com metodologias é fundamental para o sucesso da gestão. Isso se deve, basicamente, por dois motivos: primeiro porque os funcionários que não entendem como devem proceder costumam render menos do que o esperado, além de se desmotivarem rapidamente. Além disso, manter sua equipe em constante treinamento facilita não apenas a adoção de novas metodologias, mas a execução do projeto como um todo.

Metas bem definidas

É muito improvável que um projeto seja bem-sucedido se o gestor não definir as metas logo no começo. A principal vantagem de ter metas bem definidas é que, independentemente do momento pelo qual se esteja passando, o foco será alcançá-las.

Essa definição auxilia o gestor a controlar sua equipe, mas mais do que isso, auxilia a manter a motivação de todos no trabalho. Se possível, quebre metas grandes em objetivos menores para que seja mais fácil de medir o trabalho, além de mostrar ao seu time que é possível conseguir atingir o alvo.

Aprenda a delegar tarefas

Não é incomum gestores acreditarem que devem dominar todas as tarefas que envolvem o projeto. Além de ser estressante, esse tipo de comportamento pode prejudicar o rendimento de todo o time envolvido. Dessa forma, aprender a delegar tarefas entre todos os agentes que participam do projeto é fundamental para mantê-lo saudável, dentro do prazo e do orçamento. Outra vantagem é que projetos bem delegados não sobrecarregam os funcionários, nem forçam que pessoas acumulem diversas funções.

Utilize ferramentas de gestão de projetos

Ferramentas são importantes para auxiliar o gestor tanto na implementação de metodologias quanto na execução do projeto. Além de auxiliar o gerenciamento, é possível reduzir custos e aumentar a produtividade. De preferência, escolha uma ferramenta que possibilite que todas as informações fiquem em um único lugar, tornando possível acompanhar em tempo real a evolução do projeto e o rendimento do seu time.

O sucesso e o fracasso de um projeto será decidido pela forma como ele for conduzido. Treinar sua equipe, definir metas, delegar tarefas e tirar proveito de tecnologias certamente irão ajudá-lo a percorrer o caminho e implantar com sucesso a metodologia escolhida.

Alguma dúvida? Aproveite os comentários abaixo para entrar em contato.

Documentação de Processos

Por que a documentação de processos deve ser feita e como fazê-la?

A gestão de projetos é um dos assuntos mais importantes para o sucesso de um negócio. Essa metodologia de trabalho melhora o entendimento das atividades, fornece informações sobre a produção e ajudar a atender as necessidades do mercado.

Nessas horas, é fundamental conhecer as técnicas e os conceitos que fundamentam o controle dos trabalhos e a análise dos resultados obtidos — e a documentação de processos é um de seus principais exemplos.

Contudo, muitos profissionais não dominam esse conteúdo e tomam atitudes equivocadas em suas rotinas. No final das contas, o escopo do projeto não é seguido, o cliente fica insatisfeito e o planejamento não alcança os números desejados.

Este post vai ajudar você a entender um pouco mais sobre o assunto. Continue a sua leitura e tire todas as suas dúvidas!

O que é a documentação de processos?

Existem várias formas de definir esse conceito, mas a sua ideia principal está relacionada à organização das atividades e informações de uma empresa de uma forma simples e direta. Em outras palavras, a documentação de processos vai muito além da criação de manuais e documentos: ela é parte integrante da evolução do negócio, criando uma base sólida para mudanças e avanços no futuro.

Por que ela é importante?

Imagine que uma instituição do setor de Tecnologia da Informação (TI) perde um funcionário de sua equipe por um motivo qualquer. Nessas horas, é preciso achar um substituto à altura, que consiga dar continuidade aos trabalhos, certo?

Contudo, todo o conhecimento sobre os softwares que estão sendo desenvolvidos não foram documentados e armazenados. Com isso, o time não consegue prosseguir.

Outra questão muito comum acontece quando um gerente entra de férias, por exemplo. Em muitas situações, esse profissional é responsável por várias atividades e acumula inúmeras funções.

Quando a documentação de processos não é feita, a gestão perde muito tempo porque não consegue atuar sem a presença desse funcionário. E não pense que ligações telefônicas resolvem o problema — elas apenas demonstram que não há padrão e retenção de conhecimento.

Os exemplos acima são fictícios, mas muitos gestores passam por casos parecidos. As atividades de uma empresa são repetitivas. Por mais que você trabalhe com clientes e projetos diferentes, os valores e a visão de sua empresa sempre são as mesmas.

A documentação de processos é importante porque ajuda a identificar o estágio atual de um serviço. Além do mais, você consegue monitorar as atividades e encontrar falhas com facilidade também.

Como fazê-la?

Provavelmente, você está se perguntando como aplicar a documentação de processos, não é mesmo? Pois bem, a metodologia AS IS/TO BE é muito utilizada hoje em dia no mercado. Veja como ela é utilizada abaixo.

AS IS

De uma forma simples, o mapeamento de processos AS IS analisa a situação atual das etapas, assim como possíveis melhorias. Os usuários diários devem participar dessa atividade, relatando como executar um processo a partir de entrevistas. Também é possível criar um questionário, a fim de levar informações, como:

  • descrição de tarefas;
  • explicação dos percursos e validações;
  • cenários alternativos do negócio.

TO BE

Envolve todos os trabalhos referentes às documentações futuras do processo. Por outra forma, o modelo TO BE redesenha o escopo, as regras, os papéis e todas as características dos processos.

De qualquer forma, a ferramenta AS IS/TO BE ajuda no amadurecimento dos processos do projeto, deixando bem claro quais são os objetivos da organização e como uma estrutura simples facilita a obtenção de resultados positivos. Além disso, é essencial envolver todos os funcionários e manter o engajamento elevado.

Quais são as dicas para otimizar os trabalhos?

Entenda os objetivos do projeto

É essencial conhecer as metas de cada projeto. De nada adianta, por exemplo, utilizar uma estratégia que não está adequada às expectativas dos stakeholders ou aos recursos disponíveis.

Antes de tomar qualquer atitude, analise todas as informações, documentos, planilhas e gráficos do projeto. Além disso, é possível também estudar os dados de projetos anteriores ao realizar o serviço mais de uma vez para uma mesma empresa.

Essas atitudes o ajudam a encontrar falhas e ter insights na hora de criar um plano de ações eficiente.

Saiba armazenar os documentos

Essa dica parece simples, mas ela é fundamental para otimizar a documentação de processos. Coloque todas as informações em um lugar central e que seja de fácil acesso, permitindo que todos possam consultá-las sempre que for preciso.

Quem não segue esse caminho pode alimentar falsas ideias no ambiente de trabalho, como o fato de existirem informações restritas para um grupo de pessoas.

Lembre-se de que todos são necessários para aumentar a produtividade e atender a demanda crescente do mercado. Ademais, utilize uma linguagem simples também.

Adote bons indicadores de desempenho

Os indicadores de desempenho ajudam a encontrar falhas e descobrir oportunidades em um projeto. Eles mostram dados de forma simples, ajudando-o a tomar decisões com precisão.

Existem vários indicadores, por isso, você deve escolhê-los com sabedoria. Utilizar um indicador de capacidade, por exemplo, para analisar a lucratividade do projeto não é algo bom, pois você trabalha com dados corretos, mas aplicados em questões erradas.

Fique atento aos feedbacks que você recebe também. Utilize-os para melhorar a sua postura no dia a dia.

Utilize novas tecnologias

Os avanços tecnológicos já fazem parte de sua rotina. É impossível, por exemplo, melhorar o gerenciamento de projetos com atividades manuais. O uso de computadores, celulares e softwares é imprescindível nessas horas.

Portanto, faça uma pesquisa de mercado e encontre um software de gestão de projetos com uma solução completa, que reúne todas as funções em um só lugar. Ao tomar essa atitude, você facilita o compartilhamento de documentos e a visualização rápida de diagramas e fluxos.

Com a leitura deste post, você descobriu o que é a documentação de processos e como ela é feita. Ainda, entendeu como é importante estar sempre atento ao mapeamento AS IS/TO BE.

Outros pontos importantes estão relacionados à participação de toda a equipe e ao uso de novas tecnologias. Então, não perca mais tempo: faça com que todos se envolvam e adote uma ferramenta adequada às suas demandas.

Gostou de aprender mais sobre a documentação de processo? Agora, compartilhe este conteúdo em suas redes sociais e faça com que mais pessoas aprendam também!

relatório de produtividade

5 dicas para realizar um relatório de produtividade na sua empresa

No ambiente corporativo moderno, a produtividade é um dos principais fatores associados à capacidade de um negócio manter-se competitivo. Você sabe o que é um relatório de produtividade?

Companhias com rotinas eficazes e fluidas podem atender com rapidez a demandas de clientes e parceiros comerciais. E evitando atrasos e quedas de performance, o negócio pode manter um conjunto de serviços de qualidade sempre. Por isso, saber realizar um relatório de produtividade é fundamental.

Mas, afinal, o que fazer para maximizar a performance da empresa? Qual a real importância de manter um acompanhamento preciso dos indicadores de performance no ambiente corporativo e de criar um relatório de produtividade? Confira abaixo!

Qual a importância de medir a produtividade dos setores da empresa

A produtividade é um fator-chave para que empresas evitem prejuízos. Quando um negócio tem um ambiente de trabalho eficaz, os recursos são utilizados com mais qualidade. Assim, a companhia terá uma rotina mais econômica e competitiva.

Mensurando a produtividade interna, o gestor terá mais capacidade para otimizar cada setor. A empresa terá uma visão abrangente sobre como cada recurso é utilizado, os problemas existentes e gargalos que impedem o negócio de atingir os seus objetivos de médio e longo prazo. Em outras palavras, uma correta identificação sobre a performance da cadeia operacional traz mais competitividade e oportunidades de negócio para a empresa.

Quais as vantagens de acompanhar os índices de produtividade do negócio

Em longo prazo, o acompanhamento da performance interna cria a oportunidade para a empresa colocar-se em um lugar de destaque no mercado. Por meio de um relatório de produtividade, o gestor terá um histórico completo sobre como cada processo se desenvolveu e os problemas atuais. Assim, boas práticas podem ser replicadas.

Ao mesmo tempo, o acompanhamento das rotinas internas dá mais capacidade para o negócio eliminar erros e gargalos operacionais. Desse modo, será criado um fluxo de melhorias contínuas: sempre que for necessário, o gestor poderá efetuar mudanças para que todos os times consigam atingir os objetivos esperados.

5 estratégias para medir e aumentar a produtividade da empresa

Para aumentar a produtividade do negócio, companhias contam com várias abordagens. Conforme o tipo de rotina executado em um setor e a maneira como os processos estão estruturados, o gestor poderá aplicar medidas que tornam os times mais eficazes e evitam gargalos operacionais. Confira cinco delas abaixo e torne cada relatório de produtividade interno mais inteligente!

1. Efetuar o registro das atividades dos funcionários

Independentemente das estratégias utilizadas por uma empresa para maximizar a sua performance, elas só serão eficazes se o negócio tiver um grande conhecimento sobre como os processos estão estruturados.

Portanto, faça uma análise básica sobre as rotinas e mantenha um registro sobre como cada processo é feito. Dessa forma, a companhia pode identificar quais são as atividades com mais etapas, redundância em rotinas e outros fatores que tornam o dia a dia da empresa mais complexo.

Os registros podem ser feitos por meio de um relatório de produtividade. Esse documento terá o resultado de todas as medidas internas feitas para otimizar o fluxo de trabalho, informações sobre as métricas de desempenho e o que deve ser feito para manter a empresa mais eficaz. Como resultado, a gestão interna terá mais capacidade de tornar o empreendimento mais eficaz.

2. Estabelecer metas e indicadores de performance

A avaliação sobre o impacto de qualquer política operacional e a definição de rotinas deve ser feita com precisão. E uma das melhores formas de obter um conhecimento profundo sobre os processos e os resultados obtidos com eles é a adoção de indicadores de performance.

As métricas de desempenho auxiliam o gestor a visualizar em tempo real (e com uma visão de longo prazo) como cada rotina se desenvolveu. É possível mensurar fatores como o número médio de chamados atendidos por um time de suporte, a capacidade de uma área manter-se dentro do prazo ou mesmo o número de erros em uma determinada rotina.

Com tais dados em mãos, a empresa consegue avaliar o que pode ser otimizado e tomar as medidas corretas para manter-se mais eficaz. Cada métrica também deve ser vista como uma meta. As metas funcionam como um “ponto de chegada” para cada profissional: elas indicam o que a companhia espera de uma rotina e auxiliam uma pessoa a orientar-se para atingir um desempenho dentro dos objetivos do negócio.

3. Atualizar periodicamente as métricas internas

O mercado muda constantemente. Nesse cenário, é importante que a empresa esteja preparada para se manter alinhada com o cenário atual, moldando serviços e indicadores para que as suas atividades sempre gerem bons resultados.

Portanto, faça uma análise constante dos indicadores utilizados internamente. Se necessário, faça revisões, garantindo que cada indicador esteja alinhado com os padrões do mercado e que, assim, a empresa possa moldar os seus serviços para atingir o máximo de qualidade possível.

4. Compartilhar os resultados com os profissionais por meio de um processo de feedbacks contínuos

Se a empresa identificar erros em rotinas, é importante que medidas sejam aplicadas para corrigir os processos e mantê-los em um alto padrão. Para que isso seja feito com qualidade, a companhia precisa contar com um processo de feedbacks contínuos integrado aos seus processos de gestão de equipes.

Tendo isso em vista, compartilhe os resultados de cada time regularmente. Oriente profissionais sobre rotinas de baixa performance e trabalhe lado a lado com cada equipe para solucionar erros e alinhar atividades. Dessa forma, a companhia poderá manter um fluxo operacional de alta qualidade.

5. Adotar uma ferramenta para gerenciar projetos

Um dos pontos-chave para qualquer empresa alcançar uma rotina de qualidade é um processo de distribuição de tarefas eficaz. E graças à tecnologia, companhias podem gerenciar times com mais precisão, independentemente do local em que cada profissional esteja.

Isso será importante especialmente em projetos, quando muitas pessoas estão envolvidas em diferentes atividades. Com o auxílio de uma ferramenta de gestão de projetos, o gestor pode direcionar e acompanhar a evolução de atividades com precisão em um ambiente centralizado. Assim, as chances de atrasos ocorrerem cairão drasticamente.

A emissão do relatório de produtividade também será mais simples e ágil. Os gestores terão um ambiente centralizado para acompanhar a performance de todo o negócio. Desse modo, a documentação sobre a performance interna será mais precisa e inteligente.

Gostou do nosso post e quer conhecer outras formas de melhorar a performance do seu negócio? Então, entre em contato com um de nossos consultores!

gestão de projeto

Por que conectar o software de gestão de projeto a um ERP?

A integração entre tecnologias já atingiu todas as áreas do ambiente corporativo. Na gestão de projeto, por exemplo, ela simplifica o fluxo de trabalho, garante mais qualidade para o produto final e evita erros. Assim, a companhia pode manter um fluxo de trabalho livre de falhas e com mais performance.

Esse processo pode ser feito com várias soluções. No caso da integração entre um sistema de gestão de projetos e um ERP, a empresa pode tornar o trabalho mais eficaz, evitando a repetição de atividades e diminuindo riscos.

Quer saber mais sobre essas soluções e como a integração afeta os resultados do seu projeto? Então, veja o nosso post abaixo!

O que é um ERP?

Também chamado de sistema de gestão integrada, o ERP (sigla para Enterprise Resource Planning) é um sistema de planejamento de rotinas empresariais. Nele são incluídas funcionalidades que integram todas as áreas administrativas do negócio. Dessa forma, os profissionais podem trabalhar de modo integrado para atender a demandas externas e internas.

Em geral, ERPs possuem recursos para a execução de processos das áreas de:

  • gestão de finanças;
  • gestão de compras;
  • contabilidade;
  • gestão de vendas;
  • logística;
  • emissão de notas fiscais;
  • gestão de clientes;
  • administração de estoque.

Com uma boa aplicação de gestão empresarial, o negócio pode eliminar erros, diminuir custos e ganhar agilidade. A troca de dados será feita com maior agilidade e sem erros. Dessa forma, o fluxo de trabalho terá menos problemas causados por gargalos ou erros.

O que é um software de gestão de projetos?

O software de gestão de projeto é um sistema utilizado para planejar, monitorar e gerenciar a execução de rotinas durante um projeto corporativo. Ele possui todos os mecanismos necessários para que o gestor possa avaliar o trabalho de todo o time e, dessa forma, garantir que as rotinas sejam mantidas dentro do prazo.

Um bom software de gestão de projetos possui funcionalidades que permitem a distribuição de rotinas, o acompanhamento de prazos, a priorização de atividades e a comunicação entre todos os participantes. Ele também pode incluir recursos para troca de informações, como o compartilhamento de agendas e, ainda, o envio de arquivos.

Junto a isso, o sistema também pode ter mecanismos para a visualização em forma de gráficos da evolução do projeto, assim como para o gerenciamento de atividades conforme os princípios de metodologias ágeis. Dessa forma, a empresa pode evitar atrasos e garantir que todas as atividades sejam feitas conforme o planejamento inicial.

Quais as vantagens de integrar o seu software de gestão de projeto ao seu ERP?

Como apontamos acima, a integração do sistema de gestão de projeto com o ERP traz muitos benefícios para o negócio. Confira os principais logo abaixo!

Mais agilidade

Ao unificar as aplicações utilizadas para a gestão do negócio e para o gerenciamento de projetos, todas as rotinas dos projetos terão mais agilidade. O motivo está na troca de informações entre os sistemas, que será feita de modo automatizado.

Com o apoio de APIs, informações como dados de clientes, registros financeiros e de estoque poderão ser compartilhados entre diferentes áreas de modo automático. Se o gestor direcionar recursos materiais para uma etapa do projeto, por exemplo, o time de estoque será informado automaticamente.

Isso permitirá que compras de materiais sejam feitas antecipadamente. Como consequência, as chances de um processo não ser executado por falta de recursos cairão, levando a menos interrupções em cada etapa do projeto.

Outro ponto está na verificação de informações internas para o planejamento de uma etapa. Como o ERP estará integrado ao sistema de gestão de projeto, o gestor conseguirá coletar dados com muito mais agilidade. Isso tornará o planejamento muito mais preciso e seguro.

Dados mais precisos

A precisão das informações em um projeto é algo fundamental para evitar erros e diminuir riscos. Quando o gestor possui acesso garantido a informações atualizadas, as suas rotinas de tomada de decisões ficam mais seguras e confiáveis.

Isso tornará o planejamento muito mais eficaz. A empresa terá como coletar dados relevantes de modo mais prático, ágil e preciso. Com isso, o negócio poderá evitar riscos, direcionar com mais qualidade os seus recursos e garantir que nenhum imprevisto impacte os resultados finais.

Menos erros

Após integrar os sistemas de gestão e gerenciamento de projetos, as chances de um erro com a troca de informações ocorrer cairão drasticamente. O compartilhamento de dados importantes será feito de modo automatizado. Assim, todos os profissionais envolvidos em cada etapa terão acesso ao que for importante automaticamente.

Aumento de produtividade

A produtividade é fundamental para que o projeto seja executado dentro do prazo. Sem que os times tenham um fluxo de trabalho livre de erros, atrasos ficam mais frequentes, o que influenciará diretamente na qualidade final do projeto.

Porém, unificando sistemas, o negócio pode manter uma rotina com mais agilidade. A verificação de dados será feita com mais rapidez e, sabendo que os registros estão atualizados, os problemas que podem influenciar na produtividade serão muito menos frequentes.

Com menos erros, também cairá a taxa de retrabalho. Ela não só influencia nos custos finais de cada etapa, mas também impacta diretamente na produtividade do time.

No ambiente corporativo atual, trabalhar com o apoio da tecnologia virou um investimento fundamental. Empresas que não possuem soluções de TI integradas ao seu dia a dia enfrentam vários riscos, além de serem menos competitivas e terem menor produtividade.

Justamente por isso, integrar soluções de TI é um passo básico para que o negócio possa atingir melhores resultados. Na gestão de projetos, por exemplo, isso pode ser feito unificando o ERP com o sistema de gestão de projetos interno.

A integração do sistema de gestão de projeto com o ERP da empresa traz mais agilidade, melhora o fluxo de dados e garante que erros sejam menos frequentes. E com um ambiente mais automatizado, o negócio corta custos e traz mais qualidade para as suas iniciativas. Consequentemente, os resultados desejados são mais fáceis de serem alcançados e a empresa pode manter lucros em nível elevado.

Gostou desse post e quer saber mais sobre como as nossas ferramentas funcionam? Então, veja o nosso vídeo de demonstração do Project Builder!

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Project Buider e Project Management Institute SP firmam nova parceria

A Project Buider (PB) iniciou, neste mês de junho, uma nova parceria com o Project Management Institute (PMI) de São Paulo. De acordo com Luiz Braun, CEO da PB, a parceria tem como pilar, em um primeiro momento, a divulgação de conteúdo sobre Gestão de Projetos em seus canais.

“De imediato, vamos selecionar conteúdos que o PMI-SP tenha gerado para enviar para a nossa base e eles vão fazer o mesmo com os nossos.

Mas o objetivo é ampliar progressivamente o escopo da parceria, conforme vão sendo identificadas oportunidades”, revela Braun.

O Project Management Institute de São Paulo também demonstra grande satisfação na renovação da parceria. A diretora de parcerias e patrocínios Adriana Yogo menciona: “Desde 1969, somos a maior associação para gerenciamento de projetos do mundo. Estamos em constante evolução, vivenciamos a transformação, inovação e agilidade. Um dos nossos pilares de cultura “Juntos Podemos” está totalmente alinhado com a parceria Project Builder, um relacionamento de longa data, profundo, de confiança que tem ajudado a impulsionar a mudanças em pessoas, organizações e por fim entregar valor para a sociedade”.

Relacionamento antigo

O relacionamento entre a Project Builder e o Project Management Institute vem de longa data e é um ponto ressaltado como positivo pelos dois lados. “A PB já tem todo um histórico de iniciativas feitas com o PMI, com realizações importantes”, diz Braun.

E esse crescimento caminhou junto para os dois lados. O software Project Builder, referência para gestão de projetos, portfólios e estratégias, foi desenvolvido em 1999, em sua primeira versão. “Estamos falando de uma época onde a internet começou a ser utilizada não só para fins acadêmicos, mas também de negócios. Ao mesmo tempo em que o PB estava em sua primeira versão, o PMI passou a ter representação no Brasil”, lembra Braun.

O PMI desenvolve carreiras e amadurece acompanhando e liderando a área de gerenciamento de projetos através de normas, padrões, certificações, comunidades, recursos, ferramentas, pesquisas acadêmicas, publicações, cursos de desenvolvimento profissional e oportunidades de networking. Além disso ajuda organizações de todos os setores a melhorar seu desempenho, fortalecendo a sociedade, habilitando organizações e empoderando pessoas para tornar suas ideias realidade.

A dimensão do PMI é corroborada em seus números, presente em mais de 218 países, possui 1,6 milhões de profissionais certificados, 665.000 associados e 300 capítulos, sendo que São Paulo é o maior da América Latina e 5º maior do mundo, motivo pelo qual conta com branches em 10 cidades (Campinas, Guarulhos, Presidente Prudente, São José do Rio Preto, Ribeirão Preto, Sorocaba, Alphavile, Baixada Santista, Vale do Paraíba, ABC).

“Começamos a estudar a parte técnica que existia em cada divulgação deles, para fazermos a evolução de sistema e como canal para chegarmos ao nosso público alvo, passamos a patrocinar o PMI, em Congressos. Fomos montando parcerias com essas regionais, consumindo o que eles ofereciam de eventos, colocando estandes, mais fortemente no Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo”, lembra Braun.

Ao mesmo tempo, a Project Builder investiu em iniciativas, como um estudo de benchmarking e cursos profissionalizantes promovidos pelo PMI no Rio de Janeiro.

Após um período de afastamento, PB e PMI-SP voltam felizmente a se unir para crescerem juntos em uma nova etapa.

gerenciar a si mesmo

Você sabe se gerenciar?

Quem administra sua carreira? Se você não é um superstar, acredito que a resposta para esta pergunta seja: “eu mesmo”. Hoje em dia não é papel das empresas administrar a carreira dos seus funcionários. Cabe a eles, gerenciar a si mesmo e presidir a sua própria carreira, garantindo que ela seja mais bem sucedida possível, mas também, se necessário, saber a hora de mudar o rumo e manter-se produtivo durante sua vida ativa.

Para isso, é necessário entender seus pontos fortes e fracos e saber em que tipo de posição você se sairá melhor.

Peter Drucker, no artigo para a Harvard Business Review, Managing oneself, diz que todos nós devemos aprender a gerenciar a si mesmo, a nos desenvolver, nos encaixar onde possamos dar a maior contribuição e que teremos que ficar mentalmente alertas e engajados durante a nossa vida produtiva, que pode durar 50 anos.

Drucker diz que o sucesso vem para quem conhece a si mesmo. Será que você se conhece? Acompanhe o nosso post e descubra!

Quais são meus pontos fortes?

É mais fácil saber no que não somos bons do que o contrário. Só que você só irá apresentar um bom desempenho e, consequentemente, ser bem sucedido, a partir dos seus pontos fortes.

“O único jeito de descobrir essa fortaleza é analisando o feedback. Sempre que tomar uma decisão crucial ou uma medida importante, anote o que espera que ocorra.” DRUCKER, Peter F. Managing Oneself (1999).

Para isso, pense onde os seus pontos fortes podem gerar resultados, reforce suas habilidades e, se necessário adquira novas. Procure entender se algo está inibindo a eficiência do seu desempenho e procure corrigir tal hábito.

Como eu me desempenho?

A forma como uma pessoa se desempenha é única. Segundo Drucker, é uma questão de personalidade.

É basicamente saber no que você é bom ou não. Alguns traços comuns da sua personalidade vão determinar o modo como você se desempenha, tal modo pode até ser ligeiramente modificado, mas muito dificilmente ele será totalmente transformado.

Ele define dois tipos de perfil, o leitor e o ouvinte. Isso quer dizer que algumas pessoas absorvem melhor um conteúdo quando lêem, outras quando ouvem. Dificilmente um ouvinte poderá se transformar em um leitor, e vice-versa, e raramente alguém será ambos.

Para saber se você é leitor ou ouvinte, pense por exemplo em uma reunião de trabalho. Você é daqueles que ouve tudo sem sequer pegar no papel para anotar algo e quando questionado sobre algum tópico da reunião consegue lembrar o que foi dito? Se sim, provavelmente você é um ouvinte. Já se você anota tudo porque sabe que vai precisar ler depois, é bem provável que você seja um leitor.

Quais são os meus valores?

Pergunte-se: “Que tipo de pessoa eu quero ver no espelho pela manhã?”.

Muitas pessoas na hora de candidatar-se a uma vaga de emprego, por exemplo, não procuram saber se os valores daquela organização são compatíveis com os seus. Isso em longo prazo levará a frustração, assim como ao não-desempenho.

Empresas, assim como as pessoas, possuem valores. Para ter sucesso numa empresa, os seus valores devem ser compatíveis com os valores da empresa.

Qual o meu lugar?

Uma pessoa comum pode se transformar em um talento espetacular se souber qual o seu lugar no mundo. Igualmente importante saber qual é o seu lugar no mundo, é saber qual não é. Por exemplo, se você sabe que não se desempenha bem numa grande organização, então você deverá saber dizer não caso apareça uma oportunidade para trabalhar em uma.

Qual deve ser a minha contribuição?

Para responder esta pergunta, você deverá voltar aos seus pontos fortes, em como se desempenha, em seus valores e se perguntar como pode dar a maior contribuição diante daquilo que precisa ser feito e, por fim, pergunte-se que resultados precisam ser alcançados para fazer a diferença.

Drucker ressalta que em primeiro lugar, os resultados devem ser difíceis de atingir, mas também não podem ser inatingíveis. Em segundo lugar, eles precisam ser visíveis e, se possível mensuráveis. Daí surgirá o curso da ação, ou seja; o que fazer, onde e como começar, que metas e prazos estabelecer.

Se gerenciar irá exigir que você pense e aja como um CEO, só que nesse caso a empresa é você, e o sucesso da “sua organização” dependerá do seu esforço.

E aí, você sabe se gerenciar? Deixe seu comentário!

Fonte: DRUCKER, Peter F. Managing Oneself (1999), Harvard Business Review.

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pipeline de gestão de projetos

O que é uma Pipeline de Gestão de Projetos?

Você sabe o que significa follow up e pipeline no processo de gestão de projetos? Para que a política utilizada pela empresa para garantir a qualidade dos processos atinja os resultados esperados, é necessário ir muito além dos esforços voltados para a estruturação do planejamento. Atualmente, a empresa também deve ter mecanismos para priorizar os requisitos e garantir uma melhor redistribuição dos recursos.

O estabelecimento de bons critérios objetivos para definir o que entrará ou não no projeto é um ponto-chave do planejamento. Com ele, o negócio pode definir não só um escopo mais preciso, mas também evitar que projetos com pouca viabilidade sejam iniciados. Assim, a companhia conseguirá direcionar os seus esforços apenas para os projetos com um bom retorno sobre o investimento.

Quer saber mais sobre o que significa follow up e pipeline no ambiente de gestão de projetos e como elas podem ser utilizadas para evitar prejuízos? Então, siga conosco e aproveite a leitura!

O que é o follow up?

Follow up, cuja tradução significa acompanhamento, nada mais é do que uma estratégia para acompanhar processos das empresas. O follow up pode e deve ser realizado desde o primeiro contato com os possíveis clientes até o momento final, quando o projeto fica pronto e é entregue ao cliente.

Com a utilização dessa ferramenta de gerenciamento, as estratégias serão otimizadas e assertivas, proporcionando assim um ótimo relacionamento com o lead, até que ele se torne um cliente de fato. A partir disso, o follow up vai servir para acompanhar toda a experiência de consumo dele.

Como funciona o follow up?

As técnicas de follow up são aplicadas em todas as áreas da empresa e consistem em acompanhar minuciosamente cada etapa do processo, até que a venda seja concluída. Todos os procedimentos devem ser feitos com muita cautela para que o cliente não se sinta investigado, mas sim muito bem assessorado.

Para que o follow up funcione corretamente, é de extrema importância realizar um acompanhamento da rotina do cliente. Isso pode ser realizado das seguintes formas:

  • por meio de e-mails;
  • usando SMS;
  • realizando visitas ao cliente;
  • fazendo telefonemas.

O objetivo principal do follow up é estimular um diálogo entre você e o cliente, dando continuidade ao relacionamento que já foi iniciado.

Como organizar uma pipeline de gestão de projetos?

Para colocar em prática um processo de pipeline, no qual são priorizados componentes da organização, é necessário definir os objetivos principais de toda a empresa. Isso quer dizer que deverão ser avaliadas algumas questões e que metas deverão ser lançadas e alcançadas. Veja abaixo como organizar sua pipeline!

  • monte uma planilha;
  • chame sua equipe para apresentar a planilha, fale quais serão os primeiros passos a serem de dados e explique como ela deve ser usada;
  • estipule os pontos fortes e fracos;
  • analise oportunidades e ameaças;
  • siga o cronograma montado na planilha.

Tendo uma planilha com todos os dados lançados, assim será muito mais fácil ter as respostas para os clientes. Isso devido ao fato de que nela estarão todos os dados de acompanhamento do projeto, que vão desde o início do processo até o prazo de entrega.

Quais são os benefícios da gestão de projetos?

A gestão de projetos permite que colaboradores, empresários e gestores realizem os seus trabalhos de maneira eficaz e eficiente. No gerenciamento das atividades, todas as ações de novos projetos e até mesmo da continuidade daqueles que já estão em andamento são coordenadas. Como cada etapa é claramente desenhada, existem muitos benefícios. Veja abaixo quais são eles!

Ótima visualização de detalhes dos processos

Uma das melhores maneiras de melhorar os processos e entender como está o andamento dos trabalhos é visualizar todas as etapas de um projeto. Antigamente, para que isso fosse possível, eram utilizados caneta e papéis. Hoje em dia, com a informatização e o avanço tecnológico, tudo ficou mais fácil. Existem muitos softwares disponíveis para essa finalidade.

Por meio da utilização das planilhas, relatórios e programas, basta apenas dar uma olhada no projeto para que os gerentes e líderes tenham uma visão ampla do negócio. Podendo assim, em poucos instantes, realizar melhorias em qualquer projeto.

Empresas que buscam bons resultados devem utilizar o CRM (Customer Relationship Management), que em português significa criador de relacionamentos melhores. Tal estratégia consiste na utilização de um software que é excelente para fazer toda a gestão dos negócios.

Com o CRM é possível fazer o follow up e gerenciar o pipeline com muita facilidade. A ferramenta também possui funcionalidades diferenciadas e que auxiliam tanto gestores quanto vendedores, são elas:

  • facilidade de acesso ao histórico de anotações;
  • retirada de relatórios gerenciais;
  • informações relativas aos dados dos clientes e da empresa;
  • dados sobre os produtos.

O CRM vai muito além daquelas planilhas de Excel, nas quais são investidos muito tempo e concentração para alimentar os dados. Com um sistema em nuvem, é possível ter as respostas sobre itens procurados rapidamente. Sem contar que é muito mais fácil ter controle dos negócios de qualquer lugar. Basta ter um aparelho que acesse a Internet e com apenas alguns cliques todas as informações desejadas estarão à disposição.

Portanto, é fundamental utilizar um bom software de CRM para o sucesso da empresa, seja ela de pequeno, médio ou grande porte. O investimento realizado trará muitas vantagens para o negócio.

Melhor gerenciamento do cronograma

Outro benefício da gestão de projetos é que ocorre um melhor gerenciamento dos cronogramas. Em um projeto que é bem gerenciado, o grande diferencial está na previsão de falhas e atrasos na entrega dos produtos. Imprevistos podem acontecer, mas utilizando uma planilha, as ações a serem tomadas podem ser realizadas a tempo e o atraso pode ser evitado.

Isso pode significar o sucesso de um negócio, que sem uma boa gestão, poderia dar errado, e isso significaria a perda de um cliente com grande potencial de negociação.

Aumento das receitas

Com os processos bem alinhados, a empresa ganha maior visibilidade por parte dos parceiros e de possíveis novos compradores, o que proporciona um aumento na carteira de clientes e possibilita assim um aumento de rentabilidade. Isso se deve a alguns fatores, tais como:

  • menos falhas;
  • boa previsão do resultado final;
  • menos retrabalhos.

Além disso, com projetos bem gerenciados, os recursos a serem usados são apenas aqueles necessários. Isso é ótimo, pois desperdícios são evitados e a empresa consegue economizar valores, que podem ser guardados para futuros investimentos.

Maior possibilidade de visão estratégica

O gerenciamento de projetos, quando realizado de maneira correta, permite que os gestores tenham uma visão mais estratégica dos negócios. Tendo essa possibilidade, novos projetos poderão ser traçados e a empresa será expandida.

Por outro lado, as empresas que conseguem fazer uma boa gestão de projetos se tornam mais competitivas e podem se posicionar no mercado com muito mais facilidade, o que é uma grande vantagem para organizações de qualquer segmento.

O que significa pipeline?

A pipeline pode ser definida como o conjunto de todos os projetos que foram solicitados pelos colaboradores recentemente, ou as propostas de projetos elaboradas por clientes. Ou seja, ela inclui todas as iniciativas que ainda não foram aprovadas ou recusadas pelo comitê do Escritório de Projetos.

Na pipeline, são encontrados todos os detalhes que envolvem os projetos que a companhia poderá executar em médio e longo prazo. Ou seja, ela é uma lista das ideias de projeto, as datas de começo e fim, os responsáveis, as equipes que estarão envolvidas e os objetivos.

Também são listados outros fatores que auxiliam o gestor a identificar a viabilidade do projeto. Entre os principais, nós podemos incluir as metodologias que forem utilizadas, os custos, o potencial de retorno financeiro e os requisitos mínimos para a execução de cada etapa.

A pipeline também pode incluir projetos que foram suspensos e que, no futuro, podem ser retomados pela empresa. Porém, é importante destacar que não fazem parte desse documento os projetos já concluídos.

Como é a aplicação da pipeline na gestão de projetos?

No ambiente de gestão de projetos, nós podemos ver a pipeline como o momento em que uma eventual necessidade pode ou não se transformar, efetivamente, em um projeto. De forma simplificada, essa etapa pode ser comparada a uma triagem, em que os projetos com baixo potencial são descartados, e aqueles que podem ser úteis ao negócio, conforme o seu posicionamento no mercado, se tornam realidade.

Vamos supor que o departamento de contabilidade faça a proposta de um projeto para o investimento e a implementação de um sistema de gestão integrada. O setor envia um documento para o profissional responsável, apontando que o ERP pode ser responsável por alguns benefícios, como a maior integração entre os times das áreas administrativas, menores taxas de erro, maior confiabilidade dos dados utilizados pelos profissionais, e um controle financeiro com alto índice de precisão.

Porém, ao mesmo tempo em que essa proposta de projeto é enviada, o PMO e a direção do negócio recebem propostas de outros times, com custos semelhantes. Em outras palavras, junto com a proposta do departamento de contabilidade, outras áreas também buscam recursos para a execução de projetos que, juntos, tornariam a companhia insolvente.

Para contornar esse cenário, o ideal é que o gestor tenha um mecanismo para realizar um criterioso processo de avaliação, em que apenas as propostas com alto potencial de impacto positivo — ou que resolverão as deficiências mais urgentes — serão convertidas em projetos.

As outras propostas, nesse cenário, ficariam pausadas. Ou seja, elas seriam aplicadas apenas em momentos mais oportunos, ou quando a companhia tivesse os recursos necessários.

Esse é o papel da pipeline na gestão de projetos. Ela será crucial para auxiliar o gestor a escolher o momento certo para indicar quando uma demanda deve se tornar um projeto. Assim, a companhia poderá filtrar as necessidades internas e de clientes com um processo de análise criterioso, evitando o desperdício de recursos e garantindo um melhor posicionamento da companhia.

Como funciona a definição de prioridades na gestão de projetos?

Ao explicar o que significa pipeline, apontamos que o seu principal papel é definir prioridades para os responsáveis pela gestão de projetos. Nesse sentido, é importante que o negócio saiba identificar corretamente quais são as iniciativas mais importantes conforme o seu perfil e o momento em que o mercado se encontra.

Em outras palavras, o nível de detalhe da priorização muda conforme as características da empresa e o modo como ela vê os seus investimentos. Enquanto uma organização, por exemplo, pode focar os objetivos de longa duração, outra pode se concentrar nas metas de curto prazo.

Independentemente do seu caso, sempre tenha em mente o que a companhia necessita. Portanto, o gestor deve manter uma comunicação contínua com todos os times, identificando as suas demandas, objetivos de médio e longo prazo, assim como os seus problemas.

Outro ponto importante é se concentrar em restringir ao máximo a lista de projetos. Ou seja, é importante focar a seleção daqueles que, para o momento, são realmente oportunos e capazes de manter o negócio com elevado nível de competitividade. Assim, a companhia reduz gastos e melhora o direcionamento de recursos.

Também garanta a padronização do modelo de definição de prioridades. A companhia precisa estruturar uma pipeline que seja aplicável a vários projetos, para manter uma consistência nas suas análises. Para que isso seja possível, identifique quais são os fatores estratégicos mais relevantes para o negócio.

Além do modo como ele vê os seus investimentos e o perfil de cada área, como apontamos anteriormente, também podemos indicar como fatores que auxiliam nesse processo as normas de compliance e as projeções econômicas de médio e longo prazo. Dessa forma, a companhia pode avaliar todas as oportunidades disponíveis e optar apenas por aquelas que evidenciam maior relevância para a sua estratégia.

Quando priorizar os clientes internos?

Quando as ideias de projeto são internas, há um desafio: quais são as propostas que devem ser priorizadas? Em qual momento é necessário provisionar recursos para um time que já apresenta bons resultados?

Esse é um dos cenários em que a pipeline se mostra importante para a gestão de projetos. Ela auxilia o gestor a identificar se há mesmo a necessidade de provisionar recursos, considerando fatores como:

  • a performance recente do time;
  • o nível de engajamento de uma equipe;
  • a rotatividade interna;
  • a variação dos resultados nos últimos meses;
  • o nível de organização dos processos;
  • a presença de mecanismos que contribuem para a performance do time;
  • a satisfação do cliente em relação às rotinas que envolvem o trabalho da área;
  • os projetos já aprovados;
  • como os objetivos de médio e longo prazo se relacionam com as rotinas do setor.

Vamos pegar, por exemplo, um projeto de investimento em novas tecnologias para o setor de Recursos Humanos. O quão relevante seria a aquisição de um software na nuvem para a área?

Nesse momento, considerando os fatores acima, o gestor identificará se há mesmo a necessidade de atualizar tecnologicamente (ou implementar novas soluções) para a área. O nível de rotatividade interna, o engajamento das equipes e os gargalos internos serão avaliados. Assim, o gestor poderá direcionar recursos apenas se for necessário.

Como as tendências e mudanças no mercado influenciam a gestão da pipeline de projetos?

Há alguns cenários em que a empresa é obrigada a realizar um novo projeto para se adequar a mudanças no mercado. Esse é o caso, por exemplo, de cenários em que surge uma nova legislação ou um novo regulamento.

Esse cenário também faz surgir a necessidade de novos processos e, portanto, novos projetos, que adaptem a rotina da companhia à legislação local. Por exemplo: a Lei do Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC), como ficou conhecido o Decreto 6.523, prevê a espera de, no máximo, um minuto, durante o SAC prestado pelas empresas.

Consequentemente, a companhia deve readaptar as suas políticas de atendimento ao cliente. Times devem ser remanejados, novas tecnologias integradas e processos reformulados. Para que isso seja feito da melhor forma possível, é crucial um bom projeto de mudanças. Com uma boa pipeline, o gestor será capaz de identificar essa necessidade e, assim, priorizar recursos para modificar o fluxo de trabalho e evitar intimações e multas.

Em outras palavras, seja por influência externa, seja até mesmo por movimentos internos, a organização terá que lidar com várias propostas de projeto ao mesmo tempo, tanto porque todos eles têm a mesma prioridade e o mesmo cliente, quanto pelo fato de serem concebidos por tendências do mercado.

Como é feita a gestão dos projetos já em execução?

A gestão dos projetos em execução é conhecida como gerenciamento de portfólio de projetos. Como se pode imaginar, não é um gerenciamento tão fácil assim de executar. Porém, ter um software de gerenciamento de projetos como apoio tende a ser de um suporte inestimável.

Um software dessa natureza é uma solução que pode auxiliar na identificação do impacto de cada projeto sobre os recursos da organização. Afinal de contas, gerenciar um grande número de pessoas em diferentes projetos é complicado. Ainda que acompanhar a produtividade dos colaboradores seja essencial, os gestores devem dividir as suas atenções com várias pessoas.

Isso pode contribuir para a formação de gargalos. Em grande escala, eles criam uma necessidade de reorganização de recursos e o nivelamento da mão de obra. Nesse cenário, uma boa ferramenta de gestão evita esse risco e garante qualidade para a companhia.

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Quais são os benefícios de implementar uma pipeline de gestão de projetos?

Conforme já foi possível perceber, implementar uma pipeline de gestão de projetos só vem a contribuir para que os projetos aprovados na organização sejam mesmo necessários. Entre os vários ganhos proporcionados por uma pipeline de gestão de projetos, podemos destacar os seguintes:

1. Facilidade de enxergar oportunidades de negócio

A pipeline é uma ferramenta de gestão de projetos fundamental para o negócio identificar quais são as melhores oportunidades de investimento disponíveis. Avaliando demandas internas e externas, a companhia consegue priorizar recursos para os projetos com maior potencial de retorno.

2. Processos de negócios mais bem identificados e estruturados

Por ser um modelo padronizado e replicável, a pipeline auxilia a companhia a ter um conjunto de processos mais bem identificados e estruturados. A empresa poderá avaliar com o apoio de uma base clara quais são as melhores propostas de projetos, evitando falhas na rotina de tomada de decisões.

3. Seleção mais otimizada de projetos

A pipeline é estruturada conforme o perfil da companhia. Isso garante que o gestor conseguirá realizar uma seleção mais inteligente dos projetos: os riscos de prejuízos serão muito menores, uma vez que as decisões terão maior confiabilidade.

4. Corte de gastos desnecessários

Uma pipeline bem estruturada também permite que a empresa corte gastos desnecessários. O investimento nos projetos será sempre voltado para as iniciativas que trazem um elevado retorno, diminuindo as chances de recursos serem direcionados para projetos de baixa relevância.

No cenário atual, isso é algo crucial. O ambiente de negócios moderno exige que as empresas tenham mecanismos de gestão inteligentes e que evitem desperdícios. Assim, a companhia pode manter a sua competitividade e ser lucrativa.

5. Valor agregado ao PMO

Utilizando a pipeline, o PMO passa a ser um profissional capaz de desempenhar um apoio estratégico para a empresa. O seu trabalho será visto como um dos que contribui diretamente para que a organização alcance suas metas de negócio, agregando valor para as suas atividades.

O sucesso de uma política de gestão está diretamente relacionado com a capacidade de a empresa identificar boas oportunidades. A orientação sobre o modo como os processos serão executados, os investimentos realizados e quais são os objetivos de médio e longo prazo auxilia os profissionais a terem uma tomada de decisão mais qualificada e capaz de gerar bons resultados.

Nesse sentido, a pipeline é um instrumento de gestão crucial, especialmente quando aplicada à gestão de projetos corporativos. Com ela, o gestor terá critérios mais claros e objetivos para autorizar ou impedir o provisionamento e o começo de qualquer projeto com baixo potencial de retorno sobre o investimento. Além disso, será mais fácil avaliar os projetos que devem ser priorizados pela companhia, ou seja, os que podem causar maior impacto positivo.

Em outras palavras, saber o que significa pipeline é um ponto fundamental para o negócio ter uma rotina de gestão mais inteligente e robusta. Os trabalhos de cada time serão direcionados de um modo mais otimizado, reduzindo desperdícios e criando um conjunto de produtos e serviços que seja pautado pela melhoria contínua em qualidadesatisfação do cliente, e aumento da competitividade.

Gostou das nossas dicas sobre pipeline e gestão de projetos? Então, leia também nosso outro post Entenda por que a gestão de projetos é uma vantagem competitiva para empresas” e fique por dentro de mais esse assunto importante!

timesheet

Melhores práticas para uso do timesheet com o Project Builder

A busca pelo equilíbrio entre escopo, tempo e custos é constante no gerenciamento de projetos, sendo que escopo e custos acabam sempre levando vantagem quando o assunto é monitoramento e controle, pois seus impactos em relação ao todo são bem mais visíveis. É por essa razão que muitos dos projetos não são entregues no prazo adequado, uma vez que não existe o entendimento de que tempo também é um recurso extremamente valioso, devendo ser monitorado com o mesmo afinco que os demais pontos do chamado triângulo de ferro do gerenciamento de projetos.

Além do mais, quando não existe equilíbrio entre esses vértices, a qualidade do projeto inevitavelmente é comprometida, assim como a satisfação do cliente. Assim, a perda se dá em muitos pontos, além do tempo propriamente dito. Mas o que queremos dizer com tudo isso? Simplesmente que as empresas ainda não reconhecem a importância do rastreamento do uso de tempo — ou timesheeting — de suas equipes nos projetos desenvolvidos. Achando que essa é uma fiscalização desnecessária, acaba-se trazendo implicações negativas na condução das atividades. Melhor evitar esse desdobramento, certo?

Pois o intuito do nosso post de hoje é desmistificar essa má impressão e mostrar que um correto gerenciamento do tempo com o timesheet pode impactar de forma super positiva nos projetos, elevando o desempenho da equipe como um todo. Então dedique só mais alguns minutinhos a essa leitura:

AUMENTO DE EFICIÊNCIA E PRODUTIVIDADE

Uma das maiores dificuldades encontradas ao se usar o timesheeting é o tempo despendido no preenchimento de planilhas e na validação das informações. A verdade é que como essa atividade não contribui diretamente para o alcance dos objetivos dos projetos em andamento, acaba relegada a segundo plano.

Mas se você faz um correto acompanhamento do tempo gasto com cada tarefa por meio de uma ferramenta eficaz de gestão de projetos, fica infinitamente mais fácil identificar possíveis gargalos que comprometam a produtividade da sua equipe, definindo assim caminhos mais fluidos para que as atividades aconteçam. Dessa forma a eficiência do projeto como um todo é beneficiada.

Ao identificar exatamente por onde seu tempo está escoando, é possível agir com rapidez e tapar os buracos, evitando que todo o esforço da equipe seja comprometido simplesmente pela falta de um acompanhamento mais de perto.

Otimização da distribuição de tarefas

Se você tem no timesheet todos os membros da equipe, as atividades sendo realizadas e o tempo necessário para concluí-las, passa a ser possível identificar com maior precisão quem está livre para assumir novas responsabilidades e quem não pode se desviar do seu foco para manter o ritmo do projeto e garantir a entrega no tempo previsto.

Além de tudo isso, com esse recurso você ainda pode identificar a necessidade de contratações ou dispensas de pessoal com segurança, visualizando todo o cronograma do projeto em uma linha do tempo que revela mais que o período restante para a conclusão dos trabalhos. Já imaginou visualizar facilmente todo o fluxo de atividades ao longo do tempo, distribuído pessoa a pessoa?

Flexibilidade nas aprovações

O tempo despendido com as aprovações do quadro de horários onera muito o gerente de projetos. E a verdade é que nem sempre ele é a pessoa mais indicada para fazer essas aprovações, tendo-se em vista as interdependências de atividades do projeto. Isso significa que fazer esse controle um a um e planilha a planilha se torna praticamente inviável.

A melhor maneira de otimizar essas decisões é determinar quem pode validar o quadro de horários de quem com base nas tarefas e suas relações, descentralizando as aprovações e tornando o fluxo muito mais ágil e condizente com o uso de um software que entenda a dinâmica das atividades, permitindo um monitoramento constante de cada ação desencadeada.

Maior previsibilidade de ações

Rastrear o tempo utilizado em cada tarefa auxilia no planejamento de novas fases do projeto, com novos recursos, alocação de pessoal e custos envolvidos, já que é possível calcular até mesmo o custo de homem por hora para cada atividade. A assertividade nessas previsões impacta o orçamento total do projeto, bem como o planejamento estratégico como um todo, que pode a partir daí ser revisto a fim de que escopo, tempo e custos não deixem a desejar na qualidade final da entrega.

Da mesma forma, ao prever os acontecimentos com mais precisão, o gerente de projetos pode tomar decisões com muito mais propriedade e segurança, evitando quaisquer possíveis mudanças ao longo do desenvolvimento dos trabalhos.

Eficácia na gestão de conformidades

A pressa no preenchimento do timesheet, bem como a falta de planejamento podem levar a erros que impactam negativamente o projeto — como o simples esquecimento de uma atividade, por exemplo. Nesse sentido, fazer a gestão das conformidades contribui para que as falhas sejam minimizadas, o que se torna bem mais tranquilo com o uso de sistemas que disparem lembretes e notificações para que os membros do time concluam seus afazeres.

Assim, se uma atividade deixa de ser listada mas precisa ser concluída e o tempo do profissional responsável já está comprometido com outras tarefas, é preciso buscar alternativas, realizar ajustes e garantir que nada deixe de ser feito. Esse pode se tornar um cenário de difícil resolução se não houver o apoio tecnológico necessário para identificar os gaps o mais rapidamente possível.

Clareza e transparência na comunicação

Outra das melhores práticas do timesheet com o Project Builder está relacionada à comunicação, que flui perfeitamente uma vez que a ferramenta facilita a verificação do comprometimento de tempo de cada membro da equipe, identificando cada atividade, seu respectivo prazo e sua devida conclusão.

Nesse contexto, como cada pessoa passa a saber exatamente o que é esperado dela, surge um maior sentimento de comprometimento com o trabalho e com os colegas, o que melhora o ambiente de trabalho e impacta diretamente na produtividade dos funcionários.

Aprendizado crescente e constante

Por fim, ao usar o timesheet como instrumento de análise após a conclusão de uma fase ou de um projeto inteiro, é possível detectar pontos de melhoria, verificar onde a equipe errou e onde acertou, de forma a buscar novas formas de otimizar o tempo para gerar ainda mais valor para os clientes.

Você ainda pode utilizar o timesheet como fonte de dados e informações para dar feedbacks para sua equipe em relação ao desempenho individual dos colaboradores, criando metas de desenvolvimento para cada um a partir de uma análise totalmente embasada em resultados concretos.

E você, usa o timesheeting como instrumento de melhoria do desempenho da sua equipe e da performance dos seus projetos? Quais são suas impressões a esse respeito? Comente aqui e nos conte!

cronograma realista

Por que o seu projeto precisa de um cronograma realista

Como é frustrante participar de uma reunião de status onde o seu cronograma indica que você deveria ter concluído o projeto ontem! O que aconteceu com o seu planejamento? Por pior que seja, essa situação é muito comum. Um cronograma realista é uma das ferramentas mais importante que um gerente de projetos pode ter. Ele fornece informações essenciais sobre o status do projeto, evolução das fases, marcos importantes, caminho crítico do projeto e ajuda a antever crises e atuar corretivamente para que elas aconteçam.

Algumas vezes me impressiona a relutância de alguns gerentes de projetos em criar e manter um cronograma de projetos. Com o uso de técnicas e ferramentas de planejamento de tempo inadequadas, alguns gerentes de projetos simplesmente assumem como verdade que é impossível prever a data de conclusão do projeto, logo dedicam pouca atenção ao processo de concepção de cronograma e aceitam qualquer data sugerida sem o mínimo de questionamento ou reflexão, adotando o fim previsto do projeto como um evento “provável” no lugar de realista.

Para todos que desprezam o desenvolvimento de um cronograma realista, posso assegurar que ele é um ingrediente chave para uma gestão eficaz de projeto. Algumas pessoas alegam não ter tempo para dar atenção ao planejamento, mas sem dúvida perderão tempo apagando incêndios e crises, uma vez que, na crise, “dar atenção” não será opcional.

Se você ainda não está convencido, aqui vão algumas razões para você dar mais atenção à concepção de um cronograma realista no seu próximo projeto:

    A programação do projeto requer que você identifique as tarefas e sua relação entre elas, que é importante para o gerenciamento de riscos, recursos humanos, e sequenciamento das atividades.
•    O cronograma fornece a única imagem do que aconteceu (real) e que agora está sendo planejado. (Assumindo que eles são atualizados com precisão)
    Um cronograma realista te ajuda a identificar sua necessidade de recursos de forma temporal, fornecendo uma representação visual de dependências de tarefas, que te ajudará: 1 – otimizar sua necessidade de recursos; 2- defender essa necessidade de recursos dentro da sua organização.  
    A programação do projeto indica o momento certo para mobilizar a equipe e liberar os recursos para outros projetos, evitando perda de dinheiro com profissionais alocados desnecessariamente, quando já deveriam ter sido liberados.  
•    A programação do projeto ajuda você a manter o controle de realizações, necessidades e conformidade com os requisitos. 
    A programação do projeto lhe permite identificar quais serão os impacto das mudanças e criar estratégias de contingencias para minimizá-las.
•    O cronograma atualizado lhe permite identificar a evolução das entregas e medir a velocidade da equipe, conseqüentemente permite a concepção de estratégias para acelerar o projeto e evitar atraso.

Os cronogramas na sua empresa são realistas? Deixe seus comentários!