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inovação e novo produto

O que é inovação e novo produto? Conceitos e diferenças

Criar um produto não significa inovar — um exemplo de desenvolvimento de produto poderia ser novas variações de sabor de uma gama de artigos existentes. Esse processo requer um pensamento inovador mínimo, uma vez que nenhum novo ingrediente ou método é necessário. Sendo assim, será que você realmente sabe o que é inovação?

A inovação do processo não é o desenvolvimento de produtos, pois não entrega um novo item ao mercado. Ela pode ajudar a fornecer uma solução melhor para atender aos requisitos existentes ou novos, como, por exemplo, um tipo diferente de processo térmico que prolonga a vida útil sem afetar negativamente os parâmetros de qualidade do produto.

Essa inovação de processo oferece uma vantagem competitiva para o negócio, que é difícil ou dispendioso para outros serem replicados — especialmente se houver propriedade intelectual associada ao desenvolvimento da técnica —, mas não entrega novos produtos nas prateleiras.

Tanto a inovação quanto o desenvolvimento de um novo produto são aspectos muito importantes dentro de uma empresa. Para ajudar você a entender o que é cada um deles e saber diferenciá-los, escrevemos este post! Despertamos seu interesse em inovação e novo produto? Então, continue a leitura!

O que é inovação?

Para entender como funciona inovação e novo produto devemos investigar cada definição com exemplos. A inovação é um processo definido por meio da implementação de novas ideias capazes de agregar valor a uma organização. Isso está relacionado com a criação de um serviço, sistema ou processo, ou com o aprimoramento dos existentes.

Ela também pode assumir a forma de dar continuidade a um serviço, sistema ou processo ineficiente, ou desatualizado. A inovação também pode ser um empreendimento de grande escala em que um novo produto ou serviço, como o Google, mudou fundamentalmente como fazemos negócios.

Além disso, ela pode ser uma iniciativa interna de baixo custo, como melhorar um processo em seu negócio que vai levar a economias nos esforços.

A inovação abrange várias possibilidades. Confira alguns exemplos nos tópicos a seguir!

Inovação de produtos

Os produtos inovadores são aqueles que substituem ou desenvolvem ofertas atuais. Eles transformam alguns hábitos dos usuários, fornecendo novos recursos ou outras vantagens que permitem executar tarefas de um jeito mais eficiente e simplificado.

Os exemplos clássicos incluem a lâmpada elétrica, o iPod e os sistemas de navegação por GPS. Além de introduzirem opções com mais novidades para os clientes — que rapidamente se tornaram amplamente exigentes no mercado —, eles geraram lucros significativos para seus fabricantes.

As grandes marcas de produtos inteligentes como eletrodomésticos e eletroeletrônicos sabem a necessidade de investir em produtos novos. No entanto, elas não deixam de apostar em atualizações dos produtos antigos para atender às necessidades dos clientes.

Inovação do processo

Antigamente, produtos como o leite eram entregues porta a porta. Entretanto, isso era em uma época em que as pessoas costumavam estar em casa para recebê-los e armazená-los da forma correta.

Atualmente, existem empecilhos que impedem que um entregador chegue de porta em porta para efetuar esse tipo de entrega. Esse não é o único problema, também existe a possibilidade de não haver ninguém em casa para receber o produto. Os clientes se sentem desconfortáveis com essas situações e estão em busca de soluções viáveis.

Pensando nisso, foram desenvolvidos novos processos, como disponibilizar o leite em lojas físicas — padarias e supermercados —, para deixar que os clientes comprem o que necessitam na hora em que preferirem. Esse exemplo serve para demonstrar como contratempos simples podem ser resolvidos, mesmo que a princípio pareçam algo difícil.

Inovação do modelo de negócios

É comum que os novos produtos e serviços inovadores sejam utilizados com frequência para otimizar o desempenho das organizações. Entretanto, muitas vezes o modelo de negócios já existente se torna antiquado e acaba demandando uma mudança bastante significativa. Um bom exemplo é o aumento do uso de cuidados domiciliares em vez de cuidados hospitalizados.

Inovar o modelo de negócios é uma necessidade crescente, estimulada pela grande demanda por estruturas de negócio ágeis. Isso, por sua vez, é conduzido pela progressiva velocidade de mudança no mercado. As alterações são constantes no mundo em que vivemos e não podemos deixar de acompanhá-las com precisão.

O que é um novo produto?

O desenvolvimento de produtos, também chamado de gerenciamento de novos produtos, é uma série de etapas. Essas fases incluem a conceituação, o design, o desenvolvimento em si e a comercialização de artigos ou serviços recém-criados ou recém-mudados.

O objetivo do desenvolvimento do produto é cultivar, manter e aumentar a participação de mercado de uma empresa, satisfazendo a demanda do consumidor.

Nem todos os produtos apelarão para cada cliente ou base de clientes. Portanto, definir o mercado-alvo para um item é uma ação crítica que deve ocorrer logo no início do processo de desenvolvimento do produto.

Outra parte importante é a pesquisa de mercado quantitativa. Essa análise de grande importância deve ser realizada em todas as fases do processo do projeto. É recomendado que elas sejam realizadas antes de o produto ou serviço ser concebido. Ou seja, enquanto ele está sendo projetado e após o seu lançamento.

Quando essas etapas importantes são realizadas fora do período recomendado, todo o planejamento do produto é afetado, assim como o resultado final. Por essa razão, ressaltamos a importância de estar consciente sobre o momento em que as fases da elaboração do novo produto são colocadas em prática.

A criação de um produto é um processo que envolve quase todos os departamentos da organização. Muitas empresas formulam uma equipe de desenvolvimento de produtos. A equipe inclui representantes do departamento de compras, pesquisa e desenvolvimento, área de produção, contabilidade e marketing.

Qual a diferença entre a inovação e um novo produto?

Inovar não depende da criação de produtos, muitas empresas são consideradas inovadoras sem que tenham lançado qualquer produto no mercado! Elas simplesmente otimizaram seus processos e criaram uma forma de fazer a mesma coisa.

Tome como exemplo a gigante Coca-Cola: seu carro-chefe se manteve ao longo das décadas. Mas o destaque dessa empresa vem se inovando em diversos pontos, como no marketing, na embalagem e principalmente nos processos internos.

inovação, portanto, é uma forma de pensar, uma filosofia empresarial na qual as empresas estão sempre buscando formas mais eficientes de enxergar os problemas antigos.

Trata-se de uma atitude de não conformismo em fazer mais do mesmo. Já o desenvolvimento de um novo produto é totalmente independente, mas que pode ser resultado da implantação de uma cultura inovadora na sua empresa.

Criar um produto é muito simples. Afinal, você pode lançar no mercado praticamente qualquer coisa, porém, o sucesso dependerá simplesmente se ele faz mais do mesmo ou se oferece novas soluções para o seu público-alvo.

No fim das contas, consideramos crucial entender o que é inovação e diferenciá-la de um produto novo. Infelizmente, há muitas empresas que não entenderam o potencial desse conceito. Ainda devemos mencionar que elas acreditam, equivocadamente, que ter um novo produto no mercado vai gerar milagres e resultados incríveis de uma hora para outra.

Os maiores empresários, que servem como exemplo para os novatos, reconhecem que esse procedimento é demorado. Devemos fazer um acompanhamento minucioso para conferir como está o andamento do produto novo.

Como criar e inovar na criação de produtos e serviços?

Agora que você sabe o que é inovação e novo produto, devemos conferir como planejar criações de produtos e serviços surpreendentes. Sabemos que as empresas renomadas que desenvolvem produtos novos e inexistentes no mercado, tem maior destaque entre os concorrentes.

Esses empresários não precisam se preocupar tanto sobre como a concorrência está atuando em determinado segmento ou região. Isso pode ser justificado pelo fato deles estarem dominando o mercado com a própria criação. Mas qual o segredo para elaborar algo novo e que garanta a atenção dos clientes?

Há diversas causas que possam impedir essa realização, talvez a falta de uma análise profunda no público-alvo ou nos últimos produtos lançados. É importante ter em mente qual o segmento da sua empresa e qual o perfil dos seus consumidores. No período do lançamento do novo produto, será que os clientes estarão interessados?

São questões que resultam em momentos de incertezas e podem atrapalhar o tão desejado sucesso. Por esta razão, é necessário seguir algumas etapas que ajudam no processo de criar algo e evitam possíveis problemas. Separamos algumas dicas imprescindíveis nos tópicos a seguir. Boa leitura!

Identificar um problema

Quais problemas o seu público-alvo está enfrentando? Será que o momento é propício para lançar um produto que seja a solução para o problema deles? Ambas as questões devem ter uma resposta certa, pois elas são determinantes para desenvolver um produto novo.

Os empreendedores precisam estar atentos ao comportamento dos clientes em potencial e identificar qual mercadoria pode ser útil. Além de ser inovador, é essencial criar algo que não esteja no planejamento da concorrência. Sabemos que os concorrentes não criam produtos, mas apenas reproduzem versões de produtos que já estão presentes no mercado.

Veja quais empecilhos podem ser facilmente solucionados com produtos inovadores e exclusivos. Os consumidores se sentem bem quando adquirem algo de uma empresa renomada e especializada em um segmento.

Dessa forma, devemos investir em um produto que chame a atenção do público e que eles tenham interesse em comprar imediatamente. Claro que existem alguns indivíduos que preferem investigar sobre todos os detalhes da mercadoria lançada para certificar-se de que ela é funcional.

E não há maneira melhor de desenvolver um projeto totalmente novo reconhecendo os problemas enfrentados pelo público-alvo. Às vezes as situações mais contraditórias e que precisem de soluções de baixo custo podem ser a base do seu projeto.

Marcar presença nas redes sociais

Estar presente nas redes sociais significa ter seu espaço no concorrido mundo digital. Seja qual for o setor do seu negócio, ter um perfil nas principais mídias sociais pode auxiliar no reconhecimento do público-alvo. Não somente isso, mas também a conquistar novos clientes. A opção de compartilhar publicações nesses aplicativos facilita a comunicação entre os usuários.

Quando temos um produto ou serviço exclusivo, podemos divulgar imagens ou vídeos curtos apresentando seus benefícios. Assim que os clientes em potencial visualizarem essas publicidades interessantes, logo vão comentar com seus amigos ou colegas que tenham os mesmos gostos.

De forma geral, essas plataformas cresceram significativamente ao passar dos anos e ter um perfil profissional faz toda a diferença. A principal vantagem desses canais digitais está na possibilidade da conquista de um público-alvo específico, considerando idade, gênero e preferências.

Por isso, os empreendedores devem estar atentos sobre o que está acontecendo e o que está sendo comentado nas redes. Um conteúdo sobre um determinado assunto pode ser valioso em um momento, mas em outro nem tanto. Então, se você pretende começar o projeto de um novo produto, considere ter um perfil ativo e engajado com clientes para sua marca.

Providenciar um banco de ideias

Para ter um banco de ideias é preciso captá-las e organizá-las em categorias semelhantes. Talvez a ideia de um projeto novo seja muito interessante para as comemorações de final de ano, mas o que fazer quando estamos no primeiro semestre? A resposta é simples, engavetar e reformular essas sugestões ao longo dos meses.

É comum que as equipes comuniquem em reuniões algumas ideias simples e surpreendentes que podem ser desenvolvidas e aprofundadas. Não é recomendado lançar um projeto às pressas, por isso, crie um armazenamento de ideias.

Grave as reuniões e crie um arquivo compartilhado com os colaboradores para que eles compartilhem suas ideias. Após alguns meses, vamos ter várias sugestões interessantes para lançar no mercado. E quem sabe um desses projetos ajude sua empresa a alcançar o sucesso?

Como a tecnologia influencia a estratégia de inovação e criação de um produto?

Nos últimos anos, a presença da tecnologia em nossas vidas repaginou a maneira de viver. É surpreendente como ferramentas tecnológicas facilitaram o cotidiano das pessoas e agora é difícil pensar em como viver sem elas. O uso da tecnologia tem um efeito transformador para os empreendedores que buscam criar um projeto novinho em folha.

Mas por qual motivo devemos incluir esses serviços em inovação e novo produto? As soluções inteligentes oferecidas pela Project Builder são essenciais para tornar seu empreendimento mais moderno. Então, se você pretende ficar à frente da concorrência com estratégias geniais e perspicazes, precisa contar com serviços tecnológicos.

Essa é uma das maiores empresas desenvolvedoras de soluções eficazes em gestão de projeto. Estamos nos referindo a uma marca reconhecida tanto no Brasil quanto no exterior, com êxito na criação de softwares de gerenciamento de projetos do mercado.

Se a sua equipe de inovação está pensando em elaborar um projeto novo, que tal aprimorá-lo com tecnologias de ponta? O resultado será encantador e essa ajuda pode ser a razão para fidelizar clientes em pouco tempo.

E aí? Você também acha importante diferenciar esses dois conceitos? Como podemos ver, é de grande importância produzir em termos de inovação dentro da sua empresa. Aproveite que está em nosso blog e compartilhe a postagem nas redes sociais. Os seus amigos e colegas empreendedores podem gostar das informações nesse artigo!

produtividade da sua equipe

5 dicas para melhorar a produtividade da sua equipe de implantação

Muitos acreditam que o amplo uso de tecnologias resolva todos os problemas nas empresas, sejam eles quais forem, não é verdade? Só que, na verdade, o despreparo e o aproveitamento indevido de certas ferramentas podem até agravar as dificuldades corporativas. A escassez de conhecimento dos softwares, o cálculo inadequado do tempo e do esforço de implementação e a falta de formação no gerenciamento de projetos, dentre outros casos, podem afetar negativamente a produtividade da sua equipe de implantação. Mas então quais práticas poderiam ser estimuladas para aperfeiçoar o rendimento do time que está introduzindo um novo sistema, método ou instrução em sua empresa? Pois é o que você vai aprender agora mesmo, com nossas 5 super valiosas dicas:

 Faça um acompanhamento sistematizado

A implantação de um novo software, de uma técnica inovadora ou seja lá do que for carece de planejamento, a fim de que tudo ocorra gradual e adequadamente, certo? E esse programa de etapas a serem cumpridas deve ser aferido em todas as suas dimensões, a fim de reconhecer os setores que precisam de mais atenção e como tudo vem sendo exercitado. Nesse cenário, os resultados pontuais servem como parâmetros para que se saiba se tudo está tomando seu rumo.

Use o poder do Business Intelligence

Realize um processo de coleta, organização e análise das informações que giram no conjunto de seu negócio. Já com essa imensidão de dados coletados em mãos, explore-os à procura de padrões e faça a mineração das informações relevantes, criando relatórios e mapeando cenários e possibilidades. Assim você será capaz de compreender como estão operando os fluxos de trabalho e ter mais base para sua tomada de decisões. Falamos anteriormente em artigo aqui no blog sobre por que você precisa do Business Intelligence em sua gestão de projetos.

Compartilhe os projetos por etapas

Os funcionários não só podem como devem entender as metas e os objetivos da empresa. Mas pode ser interessante que o processo de implementação de uma inovação seja enfrentado por etapas dentro da organização, afinal de contas, nem sempre uma implantação será igualmente relevante para todos os envolvidos ou interessados no projeto. Assim, em vez de compartilhar com todos o que precisa ser feito para inserir totalmente a tecnologia na empresa, divida apenas os elementos relevantes do projeto. Tal iniciativa evitará discussões, equívocos e possíveis incertezas de seus funcionários, sem atrapalhar o andamento geral do processo.

Dê feedbacks como forma de reconhecimento

O reconhecimento é a maior das recompensas não financeiras para a realização dentro de um ambiente de trabalho, não concorda? Por isso, vale a pena demonstrar sua apreciação formal quando as metas forem atingidas e os resultados forem satisfatórios de acordo com o que era esperado. Dar feedbacks à sua equipe de implantação vai possibilitar o rápido ajuste de rumos equivocados e o reforço das atitudes propícias ao bom desempenho. Ainda não está convencido? Então leia o post que dedicamos à esse assunto.

Estimule a confiança da equipe

Incentive os profissionais do time, delegando a eles certas responsabilidades e se mantendo atento para que os serviços sejam bem executados. Defina o que fazer e como fazê-lo, além de dizer para a equipe, de maneira bem clara, o que realmente espera dela. Você vai ver como um simples alinhamento de expectativas já pode fazer maravilhas pelo ânimo da sua equipe!

Todos os expedientes acima são interessantes para qualquer abordagem de gerenciamento e implantação de projetos. Mesmo que não seja possível mudar por completo a forma com que uma empresa trabalha, a produtividade é uma busca constante de qualquer gestor. E nada impede que você experimente alguns artifícios e novos modos de pensar para conquistar mais desempenho dos funcionários envolvidos na dinâmica. Então mãos à obra!

E não deixe de comentar aqui e nos contar: você tem algum projeto de implantação para a sua empresa? O que tem feito para que tudo dê certo e saia conforme o esperado? Compartilhe suas experiências e expectativas conosco!

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desenvolvimento de liderança

Série: Desenvolvimento de liderança para gestor de projetos: Liderando a organização

Desenvolvimento de Liderança. O termo que, aparentemente, possui um significado simples, é facilmente empregado de forma equivocada entre os gestores das organizações. A confusão começa no momento em que começamos confundir chefia com um líder, quando, na verdade, nem sempre essas duas palavras possuem significados sinônimos. Enquanto que, no primeiro caso, estamos nos referindo a um cargo formal na empresa, no segundo, nos referimos a capacidade de guiar, orientar e educar funcionários.

A liderança é, portanto, uma peça-chave dentro da organização, e só pode ser legitimada pelo reconhecimento do próprio grupo de colaboradores, que irá identificar, nas ações do gestor, a figura do líder. No entanto, quais devem ser as principais iniciativas de um verdadeiro líder? Como começar o desenvolvimento de liderança? O que ele deve fazer para ser reconhecido e, acima de tudo, aumentar a produtividade e o foco da sua equipe? Enfim, quais são as suas competências? Nesse post, pretendemos responder todas essas perguntas. Confira!

Resiliência e otimismo: sua postura pode contagiar a equipe

Sim, um líder deve sempre estabelecer planos de ação realistas, que possam ser executados dentro das limitações da empresa e do grupo, além de oferecer orientações claras aos seus colaboradores. No entanto, diante de qualquer dificuldade, a liderança deve mostrar resiliência e otimismo para seguir em frente e não desestimular sua equipe. Muitas vezes, as atitudes do líder são determinantes para definir a postura do grupo, portanto, não deixe as adversidades contaminem negativamente o trabalho que está sendo feito.

Gestão e autogestão: a nova dinâmica empresarial

Grande parte das empresas realizam uma gestão excessivamente centralizada, onde toda e qualquer decisão deve partir dos gestores do empreendimento ou dos profissionais de nível tático (gerentes, por exemplo). A grande questão é que, atualmente, esse tipo de gestão tem se mostrado falho, principalmente no caso das startups. Apesar de ser importante manter controle de todas as atividades organizacionais, é fundamental transmitir a cultura de autogestão na sua empresa, de modo que todos os colaboradores possam tomar decisões de acordo com as suas funções e cargos. Essa é uma forma de dinamizar o processo produtivo e, na maioria dos casos, pode trazer excelentes resultados.

Habilidades técnicas: educando e guiando sua equipe

É claro que, na maioria dos casos, é impossível que um gestor, gerente ou supervisor, saiba executar todas as tarefas delegadas à equipe. No entanto, como líder, ele deve ser capaz de compreender cada uma delas, para guiar seus funcionários da melhor maneira possível. Aprendizado e aprimoramento devem ser o foco de quem ocupa cargos superiores e, ao mesmo tempo, quer exercer uma postura de liderança efetiva. Afinal de contas, para ter empatia com os funcionários e realizar planejamentos e planos de ações coerentes, é fundamental saber exatamente como funcionam todos os processos.

Flexibilidade e sensibilidade: humanizando as relações

Por fim, apesar de a resiliência ser uma das principais capacidades de um líder, a flexibilidade e a sensibilidade é fundamental para humanizar as relações com a equipe e, ao mesmo tempo, atender seus objetivos. Apesar de manter o equilíbrio diante das situações difíceis, o líder deve reconhecer quando os pedidos, reclamações e sugestões dos seus colaboradores realmente são oportunos, e reorientar equipes ou profissionais de forma individualizada.

Pronto para aplicar essas dicas? Não se esqueça de acompanhar nosso blog para ficar por dentro de mais novidades!

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líder melhor

Como ser um líder melhor

Se tornar um líder melhor é muitas vezes definido como um otimista, alguém inspirado o suficiente para fazer melhorias e treinar sua equipe. Há diferentes tipos de líderes, e o desempenho de uma equipe é geralmente definido pela forma como o líder age.

Quatro dicas importantes para melhorar sua liderança:

1    – Identifique seu estilo de liderança
Reflita: quais forças definem suas competências? Quais pontos fracos podem lhe impedir de alcançar metas e objetivos? Um jeito fácil de saber qual é seu estilo é por meio de testes facilmente encontrados na web, como o Inspiira. Esses testes revelam características de personalidade, inclusive fraquezas, o que é muito útil para o aprimoramento pessoal e para se tornar um líder melhor.

2    – Seja criativo
Incentivar a criatividade é uma característica da boa liderança. Um líder eficaz deve treinar os membros de sua equipe para sugerir novas ideias. O propósito de incentivar a criatividade é fazer com que as pessoas saiam da sua zona de conforto, e batalhem mais para alcançar o sucesso.

3    – Escute mais
Um líder deve ser um bom comunicador, alguém que seja capaz de transmitir as metas e como elas serão alcançadas. Mas a boa comunicação é sempre o diálogo, ou seja, é feita em duas vias. Esteja aberto a ouvir o que os membros da equipe têm a dizer. Incentive-os a falar, expor opiniões, fazer críticas e se manifestar.

4- Tenha paciência
O processo de melhoria de capacidades e de habilidades de liderança é algo constante, e o gerente de projetos precisa aceitar isso. O líder nunca deve parar de aprender, seja por meio de cursos de formação profissional, de livros ou de pesquisas.

MBA em Gestão de Projetos ou certificação PMP?

Os profissionais que são novatos no mundo do gerenciamento de projetos ficam em dúvida sobre a melhor opção de capacitação profissional. As alternativas são fazer um MBA/pós-graduação em Gestão de Projetos ou obter a certificação PMP. O ideal é ter os dois, mas quando não se pode fazer tudo ao mesmo tempo, veja qual é a melhor opção para você.

Em primeiro lugar, é preciso avaliar sua situação atual e saber como pretende estar no futuro. Tanto o MBA quanto a certificação PMP exigem um certo esforço pessoal, planejamento, tempo e dinheiro. Para quem está começando a trabalhar com gerenciamento de projetos, o MBA vale mais a pena. Por outro lado, se você é mais experiente, a certificação PMP torna-se imprescindível no mercado. Vamos aprofundar nas duas opções para lhe ajudar na sua escolha.

MBA em Gestão de Projetos

A procura por cursos de especialização em gerenciamento de projetos tem crescido bastante. Algumas instituições chamam de MBA, outras de pós-graduação, mas o nome não é tão importante assim. São todos títulos de especialização na área.
Até pouco tempo atrás, esses cursos eram bem raros. Em 2008, por exemplo, havia apenas cinco opções de especialização em gestão de projetos no Rio de Janeiro, a segunda maior cidade do país. Mesmo assim, as instituições levavam semanas para preencher as turmas.

De lá para cá, o cenário mudou bastante. As principais instituições de ensino no Brasil oferecem especializações na área. Muitas delas têm parcerias oficiais com o Project Management Institute (PMI), e usam como base os conteúdos do guia PMBOK. Hoje, é mais provável encontrar filas de espera para entrar no curso. Centenas de profissionais são formados por ano, praticamente uma inundação de especialistas em gestão de projetos no mercado.

Além de ter aumentado em quantidade, a qualidade também melhorou. Os conteúdos atuais conseguem atender às necessidades mais urgentes e práticas dos profissionais, ao contrário dos cursos básicos e rápidos do passado, que ofereciam somente a teoria. Os MBA atuais oferecem conceitos e suas aplicações. O aluno apreende ferramentas e processos com cases reais e situações semelhantes ao dia a dia das empresas.

Com a ampla oferta de capacitação disponível, o mercado corporativo passou a exigir a especialização no currículo de seus gestores de projetos. É bem comum encontrar em anúncios de oportunidades de emprego o MBA em gestão de projetos como pré-requisito.

Certificação PMP

É um título reconhecido no mundo todo, porque garante que o profissional domina conceitos, processos e ferramentas da gestão de projetos. Sem dúvida, é a principal certificação profissional no mundo nessa área, obtida por centenas de milhares de pessoas.

O boom da Certificação PMP chegou ao mercado brasileiro entre 2003 e 2007, quando as empresas começaram a demonstrar preferência por gerentes de projetos certificados. Por “preferência”, leia-se salários bem mais elevados e benefícios generosos. Assim como ocorreu com o MBA, tornou-se comum encontrar anúncios de emprego com a exigência da certificação, especialmente na área de TI.

Passada a febre inicial, a Certificação PMP começou a ser questionada por profissionais, mas continua sendo um importante diferencial competitivo para gerentes de projetos. É que o título garante que o profissional tem experiência na área e domina conceitos e técnicas. Se o objetivo é dar um “up” no currículo – e na conta bancária – vale a pena investir.

Como já dissemos, o ideal é ter os dois títulos, tanto o MBA quanto a Certificação PMP. No entanto, avalie quais são seus objetivos profissionais para decidir qual será mais relevante para você neste momento. A especialização e a certificação, somados à sua experiência e ao conhecimento técnico, certamente lhe trarão vantagens competitivas no mercado.

Gestão de Portfólio de Projetos

Gestão de portfólio de projetos. Por que é importante analisar seus projetos como um todo?

A administração centralizada de processos, métodos e tecnologias utilizadas por gestores para analisar e manejar coletivamente um conjunto de projetos é conhecido como gestão de portfólio.

Esta maneira de sistematização das informações interliga os objetivos estratégicos da empresa, como as principais características de cada um de seus projetos.

A relevância da gestão de portfólio se dá exatamente por possibilitar aos gestores enxergar e analisar os projetos como um todo, visando a controlá-los para que continuem como exemplo de boas práticas de administração.

De acordo com o Project Managment Institute (PMI), 62% dos projetos das organizações que se descrevem altamente eficientes na gestão de portfólio de projetos alcançam, ou até ultrapassam, o retorno do investimento (ROI) almejado.

Neste post vamos discutir por que é tão importante analisar os projetos globalmente e explicar como um software de gestão de projetos possui um diferencial para alavancar os negócios. Acompanhe o texto.

Apoio à tomada de decisões

Uma das principais vantagens em se utilizar a gestão de portfólio no dia a dia das empresas é o acesso mais amplo às informações.

Em vez de ter dados sobre cada projeto, individualmente, você terá acesso às referências de todos os projetos que a empresa já desenvolveu ou que estão em andamento. Com um software, você ainda consegue acessar rapidamente essas informações e convertê-las em relatórios gerenciais de fácil compreensão.

Não precisamos gastar muito tempo explicando como a informação é uma aliada poderosa para minimizar as incertezas e sistematizar as decisões. O exemplo da maneira como certa situação foi conduzida no passado, e a experiência do resultado dessa conduta, serve de apoio para que boas práticas sejam mantidas e erros minimizados.

Otimização do processo de tomada de decisões

No item anterior, já explicamos sobre a tomada de decisões. Falamos sobre como o acesso às informações, obtidas por meio da gestão de portfólio, facilita essa atividade típica dos gestores. Mas essa não é a única relação entre os dois!

Quando você não realiza a gestão de portfólio de projetos, tende a pensar em cada projeto individualmente. Porém, essa falta de associação é que essa dinâmica existe apenas na sua cabeça. Na vida real, é lógico que os projetos estão relacionados — afinal, o que é feito em um deles afeta os demais.

É por isso que podemos dizer que a gestão de portfólio ajuda a otimizar a tomada de decisões e, claro, alcançar resultados mais satisfatórios. Você vai buscar a melhor alternativa para o cenário geral, mesmo que não seja a mais indicada para um projeto em particular.

Alinhamento estratégico

Podemos dizer, então, que a gestão de portfólio de projetos consegue unir a gestão de projetos e o planejamento estratégico. E o software completa essa relação, fornecendo dados em tempo real sobre o desempenho de seus projetos — isso permite avaliar o impacto que o portfólio terá sobre o progresso da organização em relação a suas metas.

Mas atenção! Isso não se trata de focar nas prioridades imediatas do negócio, como a determinação de onde alocar recursos no próximo mês. Pelo contrário, a gestão de portfólio visa ao alinhamento com o planejamento estratégico das empresas — que, por definição, está relacionado aos objetivos de longo prazo.

Gestão do crescimento

As organizações praticam a gestão de portfólio, principalmente, porque traz benefícios como a satisfação do cliente, a redução de custos e o aumento na receita. Isso possibilita acelerar o crescimento e projetar o futuro da companhia, elevando sua proposta de valor.

O diferencial dos softwares de acompanhamento de projetos que trabalham com a gestão de portfólios é que eles realizam medidas sobre o progresso da empresa de acordo com seus objetivos estratégicos.

Essa ferramenta é ideal, portanto, para que o gestor de projetos entenda como a totalidade do seu trabalho está contribuindo para o crescimento do negócio. Lembre-se que o impacto de um único projeto não se compara ao impacto de todo o portfólio.

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Ferramentas de medição

Uma das principais formas usadas para determinar os índices da gestão de portfólio é o valor comercial esperado (VCE). Este método determina o valor comercial de cada projeto considerando questões como restrição financeira a partir da comparação entre as probabilidades e os riscos.

Seu cálculo se dá a partir de uma equação que envolve o valor presente líquido (VPN), o custo de comercialização e de desenvolvimento relacionados a probabilidade de sucesso técnico e comercial.

Outra forma de verificação da gestão de portfólios é o modelo de notas em que os projetos são pontuados de acordo com critérios pré-definidos, que se baseiam nas melhores práticas da organização. Alguns dos fundamentos analisados são:

  • o alinhamento com a estratégia;
  • a vantagem associada ao produto;
  • a demanda do mercado;
  • a capacidade de oferecer competências essenciais;
  • a facilidade técnica;
  • e a equação entre retorno e risco.

Com base nesses determinantes, a gestão de portfólio pode classificar a execução do projeto.

A importância de utilizar a gestão de portfólios para acompanhar o processo como um todo se baseia em três benefícios essenciais para o sucesso da empresa: base para a tomada de decisões, suporte ao crescimento e verificação da eficiência do projeto. Assim, notamos que obter uma solução PPM para a gestão de portfólio faz a diferença em seu negócio.

Criação de propostas de projetos coerentes

Um gestor de projetos passa boa parte do seu tempo analisando propostas. A questão é que ele precisa identificar quais delas são coerentes com a visão estratégica da empresa e quais não são.

Tenha em mente que, assim como acontece com o portfólio de produtos, o portfólio de projetos também precisa ter um direcionamento. Você não acrescenta novos itens simplesmente porque eles parecem interessantes; eles devem fazer sentido em relação ao conjunto.

Sabendo disso, fica fácil entender como o trabalho do gestor de projetos poderia ser mais simples por meio da gestão de portfólio. Havendo uma consistência no portfólio, novas propostas terão mais chances de ser coerentes em seu escopo. Isso significa que o gestor não vai precisar gastar tanto tempo avaliando propostas e poderá se dedicar a outras atividades.

Gerenciamento dos riscos

A gestão de portfólio de projetos ainda traz vantagens para o gerenciamento dos riscos. Para entender melhor, vamos ver o que acontece com uma empresa que não adota a gestão de portfólio de projetos.

Surge uma proposta de projeto. Como a empresa não faz gestão de portfólio, ela não tem um software adequado que permita colocar essa proposta lado a lado com outros projetos para comparação. Nesse caso, só há duas opções:

  • fazer essa comparação manualmente, desde que a empresa tenha bons registros dos projetos anteriores;
  • fazer a análise de riscos sem qualquer base de comparação, simplesmente a partir de pressuposições e estimativas.

A primeira opção é muito trabalhosa. A segunda, imprecisa. Nenhuma delas oferece uma solução ideal.

Por outro lado, imagine uma empresa que faz a gestão de portfólio e adota o software adequado para isso. Ela consegue facilmente realizar uma comparação de novas propostas com os projetos que a empresa já executa ou executou no passado. Assim, é possível prever quais serão os riscos e as recompensas envolvidos a partir de algo mais sólido: a experiência.

Nesse cenário, a empresa tem uma melhor chance de apostar nos projetos que apresentam baixo risco e alto potencial de retorno. Além disso, o fato de ter uma noção clara dos riscos envolvidos permite que seja traçado um planejamento mais eficiente para lidar com eles, seja eliminando, mitigando ou transferindo a terceiros.

Maximização de recursos

Imagine que você está liderando o desenvolvimento de cinco diferentes projetos — algo nada incomum para um gestor. Cada um deles demanda certos recursos. Em alguns casos, dois ou mais precisam do mesmo recurso para avançar.

Por meio da gestão de portfólio de projetos, e especialmente com um software voltado para essa atividade, é fácil perceber imediatamente essa sobreposição. Também é simples de perceber quando o recurso usado em um projeto pode ser redirecionado ou reaproveitado em outro.

Dessa maneira, a empresa consegue aproveitar ao máximo os recursos. É possível, até mesmo, reduzir custos. E o resultado, obviamente, é uma margem líquida de retorno maior sobre cada projeto executado.

Maximização do tempo

Recursos são importantes, sem dúvida. Mas existe algo ainda mais precioso — o tempo. E o motivo é simples: ele não pode ser multiplicado. No mundo dos projetos, então, ele é ainda mais crucial, pois todo projeto deve ter uma data para começar e terminar. Quando esse prazo não é respeitado, pode-se dizer que houve uma falha na execução do projeto.

É aí que entra a gestão de portfólio de projetos. Ela permite entender qual é o status de progresso de cada projeto da empresa, a qualquer momento. Dessa forma, é possível identificar maneiras de maximizar o tempo disponível, para avançar mais rapidamente.

Ficou confuso? Que tal um exemplo?

O projeto X está parado, aguardando a chegada de certo material, sem o qual não é possível dar andamento ao trabalho. Por meio da gestão de portfólio (e com a ajuda de um software), o gestor pode observar essa situação e deslocar a equipe para ajudar no projeto Y, que também está em andamento e pode ser acelerado com a ajuda de mais pessoas.

Assim, é possível concluir o projeto Y em menos tempo, sem prejudicar o projeto X.

Como ficou claro ao longo deste post, existem vários motivos para adotar a prática da gestão de portfólio de projetos em sua empresa. E, com o uso de um bom software, fica muito mais fácil realizar essa atividade.

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plano de gerenciamento de cronograma

Plano de gerenciamento de cronograma: como fazer?

Muito se fala sobre como o gerenciamento de cronograma implica no êxito de determinados projetos. É fundamental ter um bom controle do tempo de dada campanha, para que ela de fato seja elaborada e funcione apropriadamente. Mas o que significa, exatamente, ter um plano de gerenciamento de cronograma? Em quais áreas da empresa isso influencia?

Confira aqui os pontos mais importantes para conhecer sobre o tema!

O conceito de plano de gerenciamento de cronograma

O plano de gerenciamento de cronograma diz respeito, basicamente, ao tempo que levará para que todas as etapas de determinado projeto sejam concluídas. Neste sentido, este plano lida diretamente com a criação e a execução de projetos. Por isso, o conceito pode influenciar muito no sucesso de um negócio. Como efeito, ele também influencia diretamente na satisfação que o cliente tem com a sua empresa, uma vez que se entrega o serviço dentro dos prazos estipulados e com uma boa qualidade.

Hoje em dia, há profissionais que trabalham diretamente com tais fatores, os chamados gestores de projeto. Eles trabalham no planejamento, coordenação, execução, análise de projetos, o que consiste em uma boa saída para empresas que precisam colocar seu cronograma em ordem.

O DESENVOLVIMENTO DO CRONOGRAMA

Agora que você já sabe da importância do plano de gerenciamento de cronograma, resta a seguinte questão: como fazê-lo? Existem alguns aspectos a serem levados em conta na hora de fazer este planejamento.

Defina o projeto

Para se criar um plano de gerenciamento de cronograma, obviamente é imprescindível ter uma noção clara da atividade proposta e como alcançá-la com sucesso.

Crie uma planilha

Produzir uma planilha é o primeiro passo para ter um controle de prazos mais eficaz. Anote todas as informações relativas ao projeto — como nome, os objetivos, a descrição e preços.

Depois, faça uma exposição detalhada de todas as etapas que precisam ser feitas para que a campanha em questão seja concluída. Neste ínterim, pode-se pensar em modelos como o planejamento de marketing, um plano financeiro, modelo de negócios e plano estratégico. Desta maneira, fica mais fácil a visualização do projeto, tanto para a empresa quanto para o cliente.

Não se esqueça dos recursos utilizados

Na hora de pensar em datas de entregas realistas para a atividade, é importante ter em mente o tempo hábil para que se tenha acesso aos recursos utilizados. Isto é, a quantidade de material que terá que ser usado (e quanto tempo ele demora a ser entregue), a equipe envolvida no projeto e os equipamentos que serão utilizados para realizá-lo.

Estabeleça prazos

Depois de ter todas estas informações coletadas, é hora de decidir quais são os prazos viáveis para a conclusão de cada uma. Considere projetos antigos da empresa, o ritmo dos funcionários e, claro, a expectativa do cliente.

Como gerenciar seu cronograma?

Alguns macetes podem facilitar a vida de quem está melhorando o plano de gerenciamento de cronograma de uma empresa. Atualmente, com a atitude da equipe e o uso da tecnologia, se tornou mais simples melhorar seu controle de tempo!

Controle os prazos

As datas estipuladas foram criadas para serem cumpridas, certo? Uma vez que tenha certeza que os prazos eram realistas, não tenha medo de cobrar sua equipe por resultados. Na planilha de controle de cronograma, deixe uma aba a ser preenchida sobre o status da tarefa. Assim, você poderá ter uma ideia melhor de qual porcentagem da atividade já foi concluída.

Saiba lidar com atrasos

Apesar de ter um planejamento de cronograma eficaz e uma boa equipe, é inevitável que alguns atrasos aconteçam eventualmente. Como lidar com eles?

O primeiro passo é entender se este atraso aconteceu por causa de uma falha interna do negócio ou externa (o cliente). Depois de feita esta averiguação, parta para a solução do problema: caso o erro tenha acontecido dentro da equipe, procure reelaborar as etapas do projeto, envolvendo todos os profissionais ligados a ele e, se necessário, contrate terceiros para suprir a demanda do cliente. Caso o erro tenha acontecido por fatores externos, o ideal a se fazer é conversar com o cliente de forma clara para que, juntos, estipulem novas datas e expectativas reais.

Use a tecnologia

Todos nós sabemos que a tecnologia veio para ficar, certo? O lado bom disso é que ela, cada vez mais, está facilitando a vida das empresas.
Nos dias de hoje, há softwares reservados aos planos de gerenciamento de cronograma, que podem economizar tempo de seus funcionários, além de darem mais segurança para a empresa.

Estes sistemas podem ser acessados em sua grande maioria por qualquer smartphone ou notebook, o que permite um maior controle da equipe sobre os dados. Além disso, uma vez preenchido, tais programas fazem análises de desempenho daquelas informações. Por isso, estão sendo usados cada vez mais. Não se esqueça de conjecturar sobre a opção quando estiver elaborando seu plano!

Preze pela qualidade de seu serviço

Além de entregar um projeto no prazo determinado, logicamente, é importante garantir a sua qualidade. De nada adianta entregar um produto ruim no prazo correto, não é verdade?

Garanta que a empresa tenha tempo hábil para entregar um serviço satisfatório ao cliente, que supra as suas expectativas. O planejamento de gerenciamento de tempo pode ser um grande aliado neste quesito, já que ele torna muito mais claro quais as etapas a serem feitas para atingir seus objetivos. Assim, a companhia garante a satisfação do cliente, o que pode resultar na sua fidelização e no marketing espontâneo.

Atente-se à burocracia

Existe uma linha muito tênue entre o excesso e a falta de burocracia. Se, por um lado, a falta dela pode ser fatal para a realização dos projetos, muita burocracia também se mostra como um grande empecilho na hora de completá-los.

O ideal é usar experiências anteriores da empresa para montar um planejamento realista, que contenha dados relevantes, mas não etapas, aprovações e autorizações em excesso. Não esqueça que isto pode atrasar (e muito) a realização do projeto, inclusive influenciando no ritmo de sua equipe. É essencial que o plano de gerenciamento de cronograma não se torne maçante para todos os envolvidos — do contrário, pode atrapalhar a performance da empresa.

Os planos de gerenciamento de tempo são muito importantes para a conclusão eficaz das atividades da empresa. Ele pode significar o êxito dela no mercado ou sua estagnação. Mas precisam ser bem pensados e elaborados para que ampliem o potencial do negócio. Gostou do texto? Como você monta seu plano de gerenciamento de cronograma? Conte no blog e deixe seu comentário! Queremos ouvir o que tem a dizer.

principio de pareto

Princípio de Pareto: veja como aplicar e aumente os seus lucros

O Princípio de Pareto é uma teoria que pode ser aplicada em qualquer área da sua vida. Basicamente, ele quer dizer que, via de regra, 80% dos resultados vem de 20% dos esforços. Entender essa relação é muito importante a fim de nortear aquelas ações que tenham por objetivo melhorar a performance da empresa e aumentar a eficiência dos processos.

Contudo, se esse conceito ainda é novidade para você, não vá embora. Nesse post vamos explicar um pouco mais sobre a teoria e fornecer dicas para aplicar em seus negócios. Gostou das dicas? Então continue com a gente para conferir!

Saiba mais sobre o Princípio de Pareto

O Princípio de Pareto é fruto da observação de Vilfredo Preto em 1906. O economista de origem italiana reparou que cerca de 80% das terras do país pertenciam a apenas 20% das pessoas.

A partir daí ele começou a perceber que o mesmo se repetia em diversas áreas da vida. Assim, após testar a teoria de variadas formas, concluiu que 80% dos efeitos são provenientes de 20% das causas.

Entenda como ele é aplicado no mundo corporativo

Tendo em mente que o Princípio de Pareto afirma que 80% dos resultados são provenientes de 20% das ações, é fácil trazer isso para o universo empresarial. Veja alguns exemplos:

  • 80% das insatisfações são derivadas de 20% dos clientes;
  • 80% dos lucros vêm de 20% dos clientes;
  • 80% dos problemas se originam de 20% dos colaboradores.

É claro que esse percentual não é absoluto, mas serve como guia na gestão de processos. Afinal, reduzindo essa proporção, você consegue alcançar uma produtividade muito maior e um diferencial competitivo ante a concorrência.

Veja como esse princípio pode aumentar a sua lucratividade

A partir da aplicação da teoria de Pareto, você consegue mapear seus processos e entender quais pontos demandam maior atenção. Se você imaginar que 80% dos resultados se originam de 20% das ações, melhorando a qualidade e a eficiência desses esforços, conseguirá potencializar os ganhos.

Para isso, é necessário identificar quais são essas tarefas e investir sua energia nelas, evitando que os colaboradores se percam em atividades que não apresentam respostas tão impactantes nos resultados.

Isso também se aplica à sua clientela, já que segundo a regra 80% dos lucros vem de 20% dos clientes.

Aplicar o Princípio de Pareto de maneira inteligente também ajuda você a entender quanto é necessário interromper a produção de produtos ou o fornecimento de serviços que não estejam rendendo a receita esperada.

Gerenciar bem seu tempo e entender onde investir seus esforços evita gastos de energia e recursos desnecessários, melhorando sua eficiência e produtividade.

Descubra os principais passos para aplicar esse conceito

Agora que você já sabe o que é o Princípio de Pareto e qual sua importância para a saúde da empresa, está na hora de conferir algumas dicas para aplicar isso na prática. Prossiga na leitura para entender melhor.

Conheça os processos da empresa

O primeiro passo para melhorar a eficiência de um negócio é entender profundamente como seus processos funcionam. Conhecer seu funcionamento por todos os ângulos contribui para destacar as atividades essenciais, ou seja, o coração da empresa.

Ao revelar todas as atividades que o empreendimento realiza com foco em gerar valor aos clientes, assim como a conexão entre elas, é possível mapear todos os processos e identificar aqueles que demandam maior atenção.

Qualifique e priorize seus processos

Depois de identificar todos os processos utilizados na organização, está na hora de fazer seu mapeamento. Isso quer dizer que é necessário realizar uma classificação para que seja possível definir prioridades.

Dessa forma, vai ser mais simples encontrar os 20% que são responsáveis pelos 80% dos resultados. Uma empresa especializada em gestão de processos pode facilitar muito essa classificação. Afinal, existem muitas ferramentas pensadas especificamente para isso.

Se isso não é possível no momento, uma dica é dividir uma tela em quadrantes e separar os processos por ordem de relevância.

Comece as mudanças

De posse de todas essas informações, é possível que você já saiba quais processos demandam melhorias e quais aqueles vitais para o seu empreendimento. Após realizar essa seleção, está na hora de agir.

Invista em ferramentas de gestão, realize treinamentos e mude o que for necessário para que a área se torne mais eficiente. Procure manter sua equipe engajada na tarefa. Dê liberdade para que as pessoas expressem suas opiniões. Quem trabalha diariamente no setor costuma observar pontos que muitas vezes quem está de fora não percebe.

Utilize ferramentas para medir a performance

Finalizado o processo, é necessário avaliar os resultados regularmente. Analisar as métricas vai permitir que você entenda se as medidas surtiram o efeito desejado e se as operações continuam funcionando de forma correta.

Assim, caso algum entrave apareça, vai ser possível identificar o problema antes que ele cause um impacto maior nos resultados.

Confira os benefícios de aplicar o Princípio de Pareto

O Princípio de Pareto atua como uma ferramenta de gestão de processos dentro de uma organização. Assim, dentre os principais benefícios de sua aplicação estão a melhora na qualidade desses processos, assim como o aumento da eficiência, da produtividade e consequente lucratividade.

Afinal, de acordo com a regra, 80% dos problemas são causados por apenas 20% de ineficiência nos processos. Dessa forma, ao invés de tentar remodelar toda a empresa, o que é um trabalho intenso, desgastante, custoso e que muitas vezes não funciona, basta identificar os pontos que estão gerando essas deficiências e atuar sobre eles.

Veja alguns dos benefícios:

  • evita o acúmulo de documentos desnecessários;
  • evita atritos;
  • diminui gastos;
  • melhora a qualidade dos processos.

Como é possível perceber, o Princípio de Pareto pode ser usado como uma ferramenta muito eficiente nos processos de gestão. Ele contribui para melhorar a eficiência dos processos mudando apenas os pontos problemáticos. Além disso, ajuda você a ter uma visão melhor do negócio e entender quais operações são responsáveis pelos melhores resultados na empresa.

Está esperando o que para levar sua empresa ao seu potencial máximo? Quer ter acesso a muitas outras dicas super interessantes? Então curta a nossa página no Facebook e acompanhe todas as nossas publicações!

poder do kanban

O poder do Kanban

Uma das principais estrelas no mundo do gerenciamento de processos ágeis, além de ser uma metodologia que tem tudo para melhorar a produtividade da sua empresa através de uma maior organização, transparência no andamento e priorização de tarefas na execução de projetos. O poder do Kanban, que é uma metodologia Lean que prega a produção enxuta visando processos mais objetivos e eficientes.

Ao adotar esse método, a empresa passa a usufruir de processos mais ágeis e assertivos. Leia o post e aprenda sobre o poder do Kanban e mais detalhes de como ele pode beneficiar a sua gestão de projetos:

Como é o Kanban na prática?

Sua aplicação consiste no uso de cartões (ou post-its) para tornar visual o acompanhamento da execução das tarefas e andamento dos fluxos de produção. Por muitos anos, eram montados grandes quadros em que as tarefas eram divididas em “para fazer”, “em execução” e “finalizado” e conforme o andamento do projeto o post-it com uma determinada tarefa ou trabalho era colado na coluna correspondente ao seu estágio.

Com essa ferramenta, é possível compreender o fluxo de trabalho (workflow) e identificar gargalos e filas e atrasos no desenvolvimento. Além do tradicional quadro na parede, há diversos softwares que utilizam o modelo kanban para ajudar a organização da empresa, um deles é o Lean PB.

Impacto do Kanban na cultura da empresa

O uso do Kanban, seja como quadro ou em suas versões digitais, melhora a comunicação, a organização e a transparência na relação empresa e colaboradores. Por exemplo, quando se sabe as ações que estão sendo realizadas no momento e por quem, fica fácil identificar excesso de trabalho ou mesmo ócio de um colaborador. Quando vemos as tarefas que precisam ser executadas, assim que um colaborador se liberar de suas pendências ele pode já iniciar essa. E por fim, quando a equipe vê o número de tarefas já executadas isso traz uma sensação de completude, além da noção (para o time e para a empresa) do quanto o projeto já andou em direção à sua conclusão.

Isso impacta também os resultados obtidos pela empresa, com processos executados de forma mais ágil, a entrega do projeto para o cliente se dá com mais rapidez. Uma grande vantagem para ambas as partes.

Outro impacto que adotar o kanban traz é a redução do work in progress. Com menos itens em andamento, a equipe passa a ser mais objetiva e executa as tarefas com mais rapidez, uma vez que reduz o tempo gasto na troca entre atividades e na avaliação da prioridade das ações a serem realizadas.

Aprofundando seus conhecimentos em Kanban

No blog da Project Builder, já abordamos varias nuances do Kanban. Listamos esse material a seguir.
Aprenda mais sobre Kanban no novo template gratuito da Project Builder

É possível usar um Kanban para gerenciar projetos?

Kaizen, evolução contínua

Outro grande aliado na sua empresa na melhora da performance da sua empresa é Kaizen, uma estratégia que prega a melhora contínua de uma gestão. O poder do Kaizen busca principalmente localizar formas de melhorar o processo de produção e assim reduzir custos e o tempo gasto, o que representa um importante ganho de produtividade.

Uma das forças do Kaizen é dar poder à equipe para definir os programas de melhoria de performance. Isso cria um aumento de forma significativa o comprometimento dos colaboradores, na execução das atividades propostas e com a empresa.

O que achou do poder do Kanban e do Kaizen? Ficou com alguma dúvida ou quer acrescentar algo? Comente no nosso blog!

scrum master

Agile Team: quais as funções do Scrum Master em métodos ágeis?

Scrum Master é um profissional essencial para o desempenho do Agile Team. Ele é o responsável por retirar todos os obstáculos do gerenciamento de projetos, principalmente os que surgem nas reuniões diárias. Esse líder auxilia tanto o Product Owner como os membros do time de desenvolvimento a serem mais eficientes na realização de suas tarefas

Podemos dizer que esse profissional se dedica a maximizar os resultados do time de Scrum, pois direciona seu conhecimento e suas habilidades para a gestão de processos. Assim, há uma facilitação na conquista dos objetivos previstos no escopo.

Ficou curioso para descobrir mais sobre as funções do Scrum Master? Então, continue acompanhando nosso post!

Quem é o scrum máster?

Scrum Master é o nome dado ao profissional que transmite os conhecimentos e os princípios da metodologia ágil. Ele trabalha com o time de desenvolvimento e o product owner para que o trabalho da equipe seja facilitado e os conceitos relacionados ao Scrum sejam compreendidos. Portanto, é um membro do time desse time que tem mais informações sobre o framework.

Em virtude disso, esse profissional tem como responsabilidade potencializar as atividades dos integrantes da equipe e garantir que todos apliquem as diretrizes do Scrum. O Scrum Master tem como competências as soft skills ou as habilidades de facilitação, comunicação e política. Trata-se de um profissional proativo que realiza mudanças importantes.

O Scrum Master analisa os impedimentos apontados pelo time e os remove enquanto cada Sprint é executado. Sendo assim, precisa ser um profissional neutro para auxiliar o time de Scrum a ser tornar independente e encontrar as soluções para suas dificuldades sem interferência ou ajuda. Ele é um técnico semelhante a um gestor de projetos, um orientador ou guia.

Qual é a função de um Scrum Master?

Com você pode ver, um Scrum Master tem diversas funções, já que é um facilitador que ajuda os demais profissionais a potencializar suas habilidades enquanto estão envolvidos no projeto Scrum. O seu trabalho é feito para que o time de desenvolvimento e o Product Owner se comuniquem entre si e se tornem independentes. Veja a seguir as atividades desse profissional!

Remoção de impedimentos

Uma das funções mais importantes do Scrum Master, que não deve ser confundido com um gerente de projetos, é remover os impedimentos que normalmente aparecem na execução das Sprints que impedem o atingimento das metas preestabelecidas. O time de desenvolvimento verifica o entrave e informa o profissional que deverá atuar para solucionar a dificuldade.

Ele faz isso mobilizando pessoas ou recursos ou agindo por conta própria. As soluções não poderão ser temporárias e nem atingir detalhes do impedimento. O Master Scrum terá que encontrar as raízes das complicações utilizando o Diagrama de Ishikawa para eliminar completamente o problema.

Cumprimento de eventos

O Scrum Master também tem a função de orientar e ajudar o time de desenvolvimento a praticar e cumprir todos os eventos do Scrum, tais como as reuniões diárias de alinhamento, conhecidas como Dailys Scrum, nas quais a equipe aborda os trabalhos realizados no expediente anterior e define quais serão as próximas tarefas.

Ajudar a montar o Product Backlog

O profissional orienta o Product Owner para que ele faça a montagem do Product Backlog conforme as diretrizes do Scrum. Dessa forma, os requisitos corretos são priorizados para que seja obtido o maior valor ou qualidade. O Scrum Master se assegura de que o outro colaborador está mantendo tudo atualizado e agregando os incrementos necessários determinados nas reuniões.

Os incrementos são decididos com o Time de Desenvolvimento e de acordo com os pedidos do cliente depois da entrega das Sprints. O Product Owner faz parte do time de desenvolvimento, mas ele tem poder decisório e precisa do auxílio do Scrum Master para o desenvolvimento do novo produto que deverão gerar valor aos clientes e parceiros.

Facilitar os sprints

O profissional Scrum Master entende profundamente os processos de um Scrum, pois conhece as melhores práticas e sabe qual será a decisão que deve ser tomada diante de cada situação em particular. Ele faz a transmissão dos seus conhecimentos ao time Scrum de modo que eles procedam da maneira certa em todas as ocasiões.

Entretanto, o Scrum Master não determina de que maneira os trabalhos devem ser feitos e nem quem será o responsável pela sua execução. O profissional deixa as equipes livres para que trabalhem da forma que entenderem ser a melhor. Ele apenas dá aconselhamentos, disponibiliza os recursos indispensáveis e aponta as direções a serem seguidas.

Ajudar o Product Owner

Um Product Owner é selecionado conforme os conhecimentos que tem em relação ao tema de cada projeto. Mas ele pode não ter prática com as diretrizes do Scrum e nem ter facilidade em aplicar as metodologias essenciais. Nesse caso, o Scrum Master vai ajudar o outro profissional para que se adapte à sua função.

O Scrum Master será o canal de comunicação entre o time Scrum e o Product Owner quando surgirem dificuldades. O orientador vai auxiliar a equipe para que todos os seus integrantes compreendam a visão, as metas e objetivos do líder. Além disso, ajudará o profissional a entender as considerações e limitações de seus colaboradores.

Conectar todo o projeto

Outra função interessante do Scrum Master é criar as conexões entre os participantes dos projetos. Ele é o responsável por conectar os gestores da empresa com as fontes externas que sejam úteis à execução das Sprints e à resolução dos entraves.

O Scrum Master realizará as Dailys Scrum, auxiliará a fazer o planejamento das próximas Sprints e alinhará as funcionalidades prioritárias. Ele transmitirá os feedbacks do time Scrum e do Product Owner durante as reuniões, os quais são importantes para determinar a necessidade de mudanças e para a mensuração do progresso dos projetos.

Eliminar empecilhos

O projeto que envolve metodologias ágeis é executado em cenários de alto risco. Esses projetos normalmente nunca foram feitos antes, são inovadores e desconhecidos para as equipes. Principalmente a maneira incremental das atividades que são eficientes e rápidas, mas trazem uma infinidade de dúvidas aos participantes.

Se algumas Sprints derem errado devido à ocorrência de imprevistos, será essencial realizar alterações durante a execução dos projetos. O Scrum Master atuará para diminuir essas incertezas e solucionar os problemas que surgirem para atrapalhar o time de desenvolvimento. O profissional fará tudo o que estiver ao seu alcance para evitar novos acidentes, se antecipando aos próximos passos da equipe.

Saber treinar bem

O Scrum Master desenvolve ainda o papel de coach para que os demais sigam os princípios das metodologias ágeis. É ele quem explica os motivos pelos quais as práticas precisam ser seguidas pelos times de desenvolvimento. Desse modo, ele tem habilidades para realizar treinamentos, aprimorar as habilidades do time Scrum e incentivar o trabalho colaborativo.

Por esse motivo, esse profissional Master precisa ter um curso e obter a certificação Scrum Master para conhecer as bases, princípios e os valores dos métodos ágeis. Enfim, ele terá que ser excelente no gerenciamento de projetos e de pessoas, observar os times, perceber seus pontos fracos e fortes e capitalizar os talentos disponíveis nas empresas.

Esse profissional também terá que lidar com conflitos e gerenciá-los. Sendo assim, será um mediador e deverá intervir para eliminar as divergências. Além de treinador, será um educador do time Scrum e o ajudará a focar nos objetivos enquanto faz o acompanhamento em um projeto. A sua função exigirá que responsabilize os colaboradores e promova a adequada gestão das equipes.

Como é o dia a dia desse profissional?

O cotidiano de um Scrum Master envolve todas as etapas referentes ao projeto e sua execução, com foco completo no time. Todas as suas ações são voltadas para criar as condições perfeitas para que todas as tarefas sejam executadas, dentro do que prevê essa metodologia ágil.

Para entender melhor essas questões, veja como é o cotidiano desse profissional e descubra quais são as suas principais atribuições!

Participação de cada Daily Sprint

Uma das “regras” do Scrum inclui a realização de encontros diários e rápidos, nos quais o time pode falar sobre os resultados alcançados e o que será desenvolvido no dia em questão. Essa é a melhor oportunidade para que a equipe demonstre suas dificuldades ou quais obstáculos foram encontrados.

O Scrum Master precisa estar presente, justamente, para identificar todos esses pontos. O acompanhamento diário permite a atuação de maneira dinâmica, com uma resolução de problemas efetiva. Como consequência, há menos prejuízos para a execução ao longo do tempo.

Atuação em equipe com o Product Owner

O Product Owner é o cliente interno ou externo, que é responsável pela solicitação do projeto. Como é nessa figura em que estão concentradas todas as expectativas sobre os resultados e sobre o desempenho do time, faz sentido que o profissional de Scrum mantenha uma relação próxima.

Esse contato leva a uma identificação sobre as principais dificuldades que são encontradas para atender às necessidades do Product Owner. Se o time encarar desafios para realizar entregas iterativas, pode ser sinal que falta a ferramenta certa. Caberá ao Scrum Master buscar formas de cumprir as solicitações do dono de produto, segundo as características do time.

Análise sobre os principais obstáculos e suas soluções

De qualquer forma, o cotidiano do profissional está totalmente atrelado ao reconhecimento de problemas e de falhas e sobre quais são as possíveis alternativas. Imagine que, em um Daily Sprint, a equipe se queixou dos ruídos de comunicação interna.

Esse é um grande obstáculo para os resultados e o Scrum Master deverá buscar as causas e as opções para solucionar tal questão. Assim, ele terá que levantar quais recursos podem ajudar ou quais são os impedimentos para que a troca de informações seja adequada.

Levantamento sobre possíveis problemas futuros

O Scrum Master também não atua de maneira apenas reativa. Ele deve ser capaz de adicionar proatividade ao contato com o time, em busca de uma melhoria contínua na performance. Na prática, isso tem a ver com uma análise sobre quais serão os possíveis problemas.

A capacidade analítica se destaca nesse momento e o profissional precisa entender quais questões podem se tornar problemáticas, mesmo que não tenham sido levantadas. O ideal é que ele possa agir para facilitar o trabalho antes mesmo que as dificuldades sejam trazidas pelo time, o que cria um fluxo melhor de desempenho.

Atenção às práticas da metodologia

De certo modo, esse profissional também atua como um “guardião” dessa metodologia ágil. Além de olhar para o time, ele mantém o foco na proposta do Scrum e em todas as suas características. Assim, o seu cotidiano inclui garantir que todas as práticas sejam seguidas à risca.

A ideia é fazer com que todos os profissionais tenham uma visão clara dA metodologia e sobre cada passo. Especialmente pensando na questão de gerenciamento dos próprios resultados, é necessário garantir que a “receita” seja respeitada.

Isso é fundamental porque tem tudo a ver com a conquista de resultados. Se o método não for implementado corretamente, então, não será possível obter todos os benefícios da gestão ágil. A atuação do especialista, portanto, permite que todos os valores sejam atendidos.

Tomada de decisão coletiva

A autoridade do Scrum Master é, de certo modo, limitada. Ele não delega tarefas e nem é responsável por alterar a maneira de gerenciar os recursos ou o escopo. No entanto, ele é capaz de tomar decisões coletivas e que sirvam para tornar a execução das etapas mais simples.

É o caso de estabelecer o timebox adequado para cada sprint ou de estabelecer quais pontos são indispensáveis no Daily Sprint. Inclusive, essas definições partem das análises que realiza e visam a diminuir possíveis impactos negativos na execução de tarefas.

Eliminação de interferências externas

Cabe a esse especialista outra função essencial: a blindagem do time em relação aos fatores externos. Como o Scrum Master atua de maneira exclusivamente interna, ele deve ser capaz de criar um ecossistema em que todos possam aproveitar seu potencial e entregar os resultados que são esperados.

Uma das formas de garantir isso é ao reduzir as possíveis interferências externas. Ele atuará como uma espécie de filtro e fará com que o time possa focar no que é importante no momento: a execução de cada sprint.

Dimensionamento de responsabilidades e tarefas

Por falar no sprint, é essencial que ele tenha a duração certa e compreenda as tarefas adequadas. Afinal, não adianta pensar em um timebox de 2 semanas com um product backlog muito extenso. É essencial que o time esteja comprometido com o que realmente pode entregar, considerando recursos, capacidades e outras necessidades.

Como ajuda na tomada de decisão coletiva, o especialista também atua para definir características desse tipo. Ele auxilia a determinar melhor quais devem ser as entregas no processo e qual é o nível de responsabilidade que a equipe pode assumir. Assim, é possível balancear qualidade, produtividade e cumprimento dos prazos.

Desenvolvimento de autonomia e independência

Para completar, esse líder também tem o papel de fazer com que o time se torne cada vez mais autônomo, autossuficiente e independente. Ao longo da execução, a equipe aprende como aplicar certos conhecimentos e como é possível fazer um autogerenciamento de sucesso.

É por isso que, após alguns sprints, é natural que o profissional seja menos acionado que no começo. Mesmo assim, seu cotidiano analítico e de acompanhamento permanece, até que ocorra a entrega e o encerramento do projeto.

Esse profissional pode atuar em várias equipes ao mesmo tempo?

Na prática, ainda que trabalhar como um facilitador possa ser uma boa definição, isso não é tudo o que um Scrum Master faz. Se assim fosse, esse profissional poderia atuar em múltiplas equipes ao mesmo tempo, por exemplo.

De fato, há uma corrente que defende que um bom Scrum Master pode trabalhar com vários times simultaneamente, entretanto, um grande Scrum Master trabalhará apenas com uma. Isso significa, em outras palavras, que pode até ser possível obter sucesso trabalhando em equipes de projetos distintos, mas, nesse caso, não será praticável alcançar um resultado extraordinário como Scrum Master.

Então, expandindo a definição de Scrum Master, podemos afirmar que esse profissional é um líder, mas também um servo, que ajuda os membros da equipe a serem responsáveis por si mesmos de acordo com quaisquer que tenham sido os compromissos assumidos.

Quais são as principais características do perfil profissional?

Um líder servo deve contar principalmente com os seguintes atributos: colaboração, confiança, empatia e uso ético do poder. Percebeu como não há menção à capacidade de gestão? Isso porque liderar não é o mesmo que gerenciar (papel de um gerente de projetos, por exemplo).

Então, afinal, se o Scrum Master não é o responsável por gerenciar a equipe ágil, quem o faz? Pois, essa é uma das principais características e, ao mesmo tempo, uma das maiores dificuldades do Scrum: o Agile Team é autogerenciável e isso nos leva diretamente ao próximo tópico.

Quais são as responsabilidades da equipe?

Dizer que uma equipe é responsável sobre si implica afirmar que todos os membros se autogerenciam. Essa dinâmica de trabalho é muito importante para as equipes ágeis em geral, pois minimiza a ocorrência de estresse e atritos desnecessários.

No caso, o objetivo não é exigir a prestação de contas da equipe. Na verdade, espera-se que a pessoa responsável faça seu trabalho, se preciso, identificando os elementos ofensores e trabalhando em conjunto para superar os obstáculos.

Atuar com base na política de prestação de contas significa delegar uma tarefa a alguém e apenas esperar que ela seja concluída. Quando essa é a filosofia de trabalho, o membro da equipe não se sente realmente integrado, mas como um mero empregado, sempre à espera de que uma nova atividade seja repassada. É somente um fazedor de tarefas.

Isso não acontece no Agile Team do Scrum, e é aí que entra o papel do Scrum Master, cuja atuação se fundamenta, sobretudo, em auxiliar. A palavra-chave de seu trabalho é o auxílio. O Scrum Master não faz, ele apenas presta suporte à equipe para que seus membros desenvolvam as tarefas por si.

É por isso, inclusive, que há o conceito de “Personal Master”. Como esse profissional atua como um “técnico”, incentivador e facilitador, é como se ele assumisse a mesma posição de um personal trainer. Com isso, seu papel não é executar uma tarefa específica do projeto e, sim, preparar o caminho para que ela possa ser realizada.

Qual a relação com os compromissos internos?

Vale a atenção ao fato de que o Scrum Master não é responsável por ajudar a equipe a lidar com compromissos externos. Na verdade, ele auxilia a atender aos compromissos assumidos perante o projeto.

Isso pode significar trabalhar de forma a remover qualquer impedimento que se oponha aos trabalhos da equipe, estimulando a criação de um ambiente altamente colaborativo entre os participantes do Agile Team, garantindo que as entregas sejam claramente cumpridas e prevendo possíveis ameaças que possam impactar no produto.

Finalmente, a questão de focar nos compromissos assumidos não se restringe à entrega do estritamente combinado. Trata-se de algo associado à inclusão do maior valor possível ao produto, elevando o padrão de qualidade, bem como a produtividade do Agile Team.

Em síntese, o Scrum Master é responsável por garantir que o trabalho do time esteja em consonância com os valores, as práticas e regras do Scrum. Ele ajuda a equipe e a administração a adotarem e seguirem o Scrum, ensinando e treinando os profissionais a serem mais produtivos e produzirem resultados de maior qualidade. O Scrum Master, basicamente, ajuda o time a compreender e usar a autogestão.

Assim, diferentemente do que se espera de um gerente de projetos (que se encarrega do gerenciamento da equipe ao longo de todo o ciclo de vida do trabalho em questão), o Scrum Master não cobra resultados, nem se detém a controlar veementemente a produtividade do time. Em vez disso, concede aos colaboradores a devida autonomia para que desempenhem bem seus papéis, fornecendo a ajuda certa sempre que for preciso.

Por essas características, o Scrum Master deve estar presente continuamente, fazendo-se disponível quando necessário tanto para o time de desenvolvimento como para o Product Owner. Somente dessa maneira será capaz de conhecer os obstáculos que se opõem ao trabalho da equipe, bem como prever problemas que possam surgir futuramente. Assim conseguirá, rapidamente, tomar ações para removê-los antes que ameacem a meta do sprint.

A rotina de um Scrum Master é cheia de desafios e repleta de muito trabalho, sendo necessário, para dar conta do recado, usar diferentes técnicas e ter certas habilidades. Só assim poderá atingir aquele que é seu objetivo final junto ao Agile Team: entregar valor ao negócio e ao projeto.

Você já conhecia todas essas funções e responsabilidades do Scrum Master em métodos ágeis? O nosso próximo artigo poderá ajuda-lo a conhecer outros detalhes sobre Sprint!