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retorno do projeto

Qual foi o retorno do Projeto?

É muito comum empresas se questionarem ao final, qual foi o retorno do projeto em relação a tudo que foi investido. Por mais elementar que seja essa pergunta, sua resposta não é fácil. Métricas, indicadores e benefícios gerados, por mais quantitativos que sejam, não são fáceis de serem medidos quando o projeto é concluído.

Mesmo métricas financeiras, como ROI (Retornos sobre o investimento), TIR (Taxa interna de retorno e VPL (Valor presente líquido) não são indicadores que conseguimos comparar assim que o projeto chega ao fim e entender o retorno do projeto, sendo necessário um tempo até a sua efetiva realização.

Pensado em ajudar o gerente de projetos a apresentar melhor o retorno conquistado por seus projetos, separamos algumas práticas que nós, e também alguns de nossos clientes, utilizamos em nossos projetos.

Benefícios Diretos

Todo investimento empresarial busca melhorar algum ponto da empresa e, por mais intangível que seja a meta do projeto, ele sempre irá gerar algum benefício direto. Pode ser redução de custo, otimização da rotina com foco em ganhar produtividade ou até mesmo a ampliação da capacidade comercial da empresa. É muito importante definir quais benefícios o projeto irá gerar. Uma vez identificado os benefícios, o próximo passo será definir as métricas e a periodicidade da medição.

Com os benefícios e as métricas, que serão medidas e definidas, o próximo passo será definir o intervalo de medição que o gerente irá monitorar.

No Project Builder utilizamos a funcionalidade ‘Qualidade’ para definir quando será o intervalo de medição e as metas definidas.

Benefícios de Curto Prazo

Os benefícios de curto prazo são as conquistas alcançadas quase que imediatamente ao termino do projeto. Uma descontinuidade de uma unidade de negócio deficitária elimina imediatamente uma despesa desnecessária. A mudança de uma tecnologia, como um CRM ou um ERP, gera ganhos que podem ser percebidos logo após sua implementação.

É muito importante criar marcos de medição – acompanhando-os no período determinado – para saber quanto foi o valor gerado neste período. Mesmo que a redução de custo seja muito mais perceptível, a geração de receita é um benefício com um potencial de geração de valor muito grande para qualquer negócio.

Benefícios de Médio / longo prazo

Infelizmente, a grande maioria das organizações focam muito mais nos objetivos imediatos do que na geração de resultado a médio e longo prazo. No entanto, ao longo da trajetória da Project Builder percebemos que clientes que desenvolvem estratégias mais perenes conquistam resultados 4 vezes mais relevantes do que os que criam estratégias imediatas.

Benefícios de médio prazo podem ser, por exemplo, a ampliação geográfica de atuação, a geração de receita com novos produtos, pesquisa e desenvolvimento, entre outros.

É muito comum empresas de sucesso combinarem benefícios de curto e de médio prazo de forma a decompor um grande benefício fracionado em marcos intermediários onde parte dos objetivos já foram conquistados.

Tão importante quanto analisar o retorno de um projeto é identificar o retorno de um portfólio. Pense que um projeto te conduz até um objetivo. O portfólio te conduz até a realização de uma estratégia. Empresas de sucesso focam seus esforços em fazer com que o planejamento estratégico aconteça conectado a estratégia e a operação por intermédio de projetos.

Os custos com a execução do projeto devem ser superados pelos valores gerados pelo projeto, seja a curto, médio ou longo prazo, o importante sempre será fazer a ‘conta fechar’.

E o papel do gerente de projeto não é apenas garantir que o escopo do projeto seja entregue, ele precisa garantir que o valor do projeto seja realizado. Adotar uma ferramenta que apoie essa medição ajuda a empresa tanto a focar mais na geração de valor e automatizar etapas mais manuais e burocráticas que tomam tempo do gerente e não ajuda no atingimento de seus objetivos.

Drive Consultoria – que hoje está entre as PMEs que mais crescem no Brasil –, um de nossos clientes, é um exemplo disso. Eles são uma empresa de consultoria de TI, e tinham dificuldade de acompanhar a rentabilidade dos projetos, o que impactava diretamente no crescimento ordenado da empresa. Hoje, com o planejamento apoiado pelo software, eles conseguem mensurar o orçamento planejado X realizado, dentre outros.

 

kanban online

Kanban online: conheça os 8 principais benefícios de adotá-lo

Entre os métodos usados para gestão de projetos, o kanban se destaca. Nessa metodologia, prioriza-se a organização global de todas as atividades. As atividades são divididas em painéis ou quadros de forma que possam ser movimentadas conforme o status: pendentes (ou “por fazer”), em andamento (ou “em execução”), concluídas (ou “finalizadas”).

Uma novidade é o kanban online. Ele funciona da mesma forma que o kanban físico, mas por meio de uma plataforma na nuvem, que pode ser acessada de qualquer dispositivo móvel com acesso à internet. A seguir, falamos mais um pouco sobre o assunto e mostramos os 8 principais benefícios de adotar o kanban online!

O surgimento do kanban

O kanban é um método que surgiu durante a década de 50. Diante de uma grave crise econômica, a Toyota procurou maneiras de contornar o problema e aprimorar sua produção. Nesse contexto, teve origem a metodologia kanban, que possibilitou mais dinâmica na efetivação dos trabalhos.

De lá para cá, o método vem sendo aplicado com sucesso em diferentes empresas. Com a Revolução Digital, seria natural que o kanban também se modernizasse. Assim, surgiu o kanban online, baseado na tecnologia Cloud Computing (Computação na Nuvem).

Os princípios do kanban online

O kanban online segue os mesmos princípios do kanban tradicional:

  • visualização do trabalho: passo inicial que identifica gargalos e bloqueios;
  • limite de trabalho: define uma quantidade limitada de tarefas em execução;
  • foco no fluxo de trabalho: o objetivo é conduzir as atividades da primeira até a última etapa no menor período de tempo possível, o que vai agilizar o fluxo de trabalho;
  • melhoria contínua: cada atividade oferece erros e acertos, que são lições que devem ser aprendidas para melhorar o trabalho.

Os projetos em que o kanban online pode ser aplicado

Por ser um método ainda mais flexível que o convencional, o kanban online pode ser usado em diferentes setores de um mesmo negócio. Como exemplos, podemos citar:

  • desenvolvimento de uma campanha de marketing;
  • controle financeiro da empresa;
  • gestão das redes sociais de um empreendimento;
  • desenvolvimento de softwares;
  • enfim, o kanban online pode ser aplicado praticamente em qualquer projeto e em qualquer tipo de empresa ou indústria.

Os principais benefícios do kanban online

Agora, vamos considerar os principais benefícios do kanban online. Acompanhe.

1. Flexibilidade de planejamento

Considere que, durante a execução de determinado projeto, seja identificada a necessidade de incluir mais alguma etapa. Ao usar o quadro físico, seria preciso uma reorganização quase completa para colocar uma coluna e a nova tarefa. Assim, você deverá remover todos os cards das colunas que serão movidas e recolocá-las, o que deixará o fluxo mais vulnerável a erros.

Ao utilizar o kanban online, podemos incluir as colunas sem a necessidade de remover as atividades. Basta movimentar as atividades para a nova fase do fluxo.

2. Maior controle das tarefas

A movimentação das atividades ao longo das colunas gera um registro em que se pode visualizar quando o card foi criado e por qual pessoa.

Assim, ao contrário do kanban físico (em que um simples vento pode carregar para longe as atividades sem que os funcionários percebam), na versão online há um controle total sobre as tarefas relacionadas a um projeto, em todas as etapas.

3. Menores riscos de erros humanos

Tomando como exemplo a reorganização das colunas, que exigiria remover e recolocar todas as atividades no quadro, muitas falhas poderiam acontecer nesse processo.

Por exemplo, poderia perder-se um post it ou colocá-lo na coluna errada. Assim, as chances de que falhas maiores ocorram aumentam bastante quando se aplica a metodologia na versão física. No kanban online, as probabilidades de erros desse tipo quase não existem.

4. Mais agilidade

Vamos considerar que, a cada nova atividade, seja necessário escrevê-la em um post it com letra que possa ser compreendida por todos para inseri-la no painel físico.

É comum que, na correria diária, haja erros de escrita ou a letra não fique tão boa quanto deveria. Isso implica na necessidade de apagar o que foi escrito e corrigir ou, então, de escrever em um novo pedaço de papel. Isso, naturalmente, vai consumir mais tempo e pode desperdiçar recursos.

A versão online do método torna o processo mais rápido, pois utiliza recursos avançados como copiar/colar, desfazer, arrastar cards de uma coluna para outra e diversas soluções que apenas o mundo digital disponibiliza.

5. Mobilidade

Certamente, a mobilidade é uma das melhores vantagens do kanban online. Ainda que a equipe necessite trabalhar em locais diferentes do lugar em que está instalado o quadro físico, os profissionais continuarão acessando as informações caso façam uso da plataforma na nuvem.

6. Obtenção de números e gráficos

Uma das formas de trabalhar com o kanban físico é contar os posts its que se encontram entre as atividades finalizadas e separá-los por cor para compreender quais categorias de atividades ou quais profissionais do grupo produziram mais.

O kanban online permite a geração de relatórios detalhados automaticamente. E eles são oferecidos na forma de gráficos para tornar mais fácil a compreensão e visualização.

7. Redução de gastos

Se o kanban físico já proporciona redução de custos, o online é ainda mais econômico. Não é necessário usar papéis, nem dispor de nenhum recurso físico — a não ser um dispositivo móvel, que pode ser o smartphone do próprio funcionário.

Como uma maior eficiência no trabalho é uma das consequências do uso do kanban, muitos erros são evitados e há redução de gastos.

8. Aumento da produtividade

A maior produtividade é outra vantagem quando os projetos são executados de acordo com a metodologia kanban. O trabalho focado em determinadas atividades permite um rendimento maior, pois fica mais fácil identificar as prioridades e delegá-las para o profissional mais adequado, definindo os prazos e os meios de execução.

Enfim, a metodologia kanban é muito boa para efetivar projetos com mais rapidez e eficiência. E o kanban online apresenta algumas vantagens a mais. A computação na nuvem é uma das maiores tendências em tecnologia digital devido à praticidade que oferece. Para os que ainda não experimentaram esse célebre método em sua versão online, já é o momento de fazê-lo.

A Project Builder, especialista em gestão de projetos, oferece ferramentas e recursos para facilitar o seu trabalho. Entre suas soluções, está a plataforma online do método kanban, que você deveria conhecer.

Gostou de nosso conteúdo sobre kanban online? Considera que, de algum modo, ele foi relevante para os seus interesses? Para se manter sempre atualizado sobre elaboração e execução de projetos, você pode assinar nossa newsletter. Receberá conteúdo diretamente em seu e-mail!

processos de TI

Como especificar requisitos de forma ágil em processos de TI

A especificação de requisitos é uma tarefa extremamente importante no processo de desenvolvimento de todo e qualquer software que passa pelos processos de TI. Define-se, nessa etapa, o que exatamente o sistema deverá fazer, como ele deve funcionar e praticamente todos os seus direcionamentos básicos. Mas como essa especificação de requisitos pode ser feita de acordo com a metodologia ágil de software? Pois é exatamente sobre isso que vamos falar agora! Então confira:

MANTENHA-SE PRÓXIMO AO CLIENTE

Uma boa estratégia para uma especificação de requisitos eficaz é sempre manter a maior proximidade possível com o cliente. Além de auxiliar na qualidade do processo, o contato mais próximo faz com que a equipe de desenvolvimento e o cliente alinhem seus pensamentos em prol do desenvolvimento de um software realmente eficaz. O cliente também é capaz de informar as regras de negócio que o sistema deverá contemplar, outro ponto importantíssimo da especificação de requisitos de software.

Lembre-se de que os requisitos mudam

Na abordagem das metodologias ágeis durante os processos de TI e desenvolvimento de software é importante entender que os requisitos são elaborados durante o próprio desenrolar do sistema. Assim, não existe apenas uma fase para fazer a especificação de requisitos, como acontecia em outras metodologias, assim como não existem somente alguns requisitos fixos. Ao longo do desenvolvimento e dos feedbacks que o cliente fornece, tendo como base os releases do software que recebe, os requisitos mudam. Essa maneira mais flexível de especificar requisitos diminui a formalidade do procedimento e permite manter o foco no próprio desenvolvimento do software, de acordo com a ideologia das metodologias ágeis.

Conheça os casos de uso

Essa é uma forma de levantar requisitos baseada na interação entre os usuários e o sistema. Nesse caso, diagramas com atores e ações realizadas no sistema são elaborados, de um jeito padronizado. Essa abordagem de especificação de requisitos é muito utilizada atualmente e se mostra bastante eficaz para definir os requisitos funcionais de um sistema. Os diagramas de caso de uso são descritos em uma linguagem conhecida como Unified Modeling Language ou simplesmente UML. O resultado dessa técnica é um documento formal que deve ser devidamente validado pelo cliente para evitar dores de cabeça e eventuais problemas com o escopo do software no futuro.

Atente-se para as histórias dos usuários

Essa técnica de elaboração de requisitos é mais flexível. Por meio dela são descritas histórias sobre determinadas ações que os usuários precisam realizar no sistema, tudo de uma forma que tanto desenvolvedores como usuários entendam. Lembrando que essas histórias precisam ser feitas juntamente com o cliente. Essa técnica de especificação de requisitos dispensa documentos formais e mantém o foco na descrição das necessidades a que o sistema deverá atender.

Essas são as principais técnicas e dicas para fazer uma boa especificação de requisitos de forma ágil. É importante lembrar que, mesmo nesse tipo de metodologia, a elaboração de requisitos é importante para ajudar a definir o escopo do software e também para que seja mais fácil para os desenvolvedores saberem exatamente o que o software precisa fazer ou não. Afinal, especificar requisitos corretamente é um dos principais fatores que podem vir a impactar diretamente na qualidade do produto final desenvolvido.

Agora nos conte se ainda ficou alguma dúvida sobre a especificação de requisitos em processos de TI! Compartilhe seus questionamentos conosco e enriqueça nosso post!

métodos ágeis

Quais as principais dificuldades de métodos ágeis e como resolvê-las?

Atualmente, com o intuito de tornar os processos mais simples e dinâmicos, muito se discute sobre a implantação de métodos ágeis em ambientes corporativos. Contudo, antes que os trabalhos possam ser implementados, é essencial refletir sobre alguns desafios que, com certeza, serão enfrentados ao longo desse processo.

Os métodos tradicionais se concentram em seguir o plano inicial, elaborar uma documentação minuciosa, valorizar, sobretudo, as ferramentas e processos, bem como a etapa de negociação de contratos. Em contrapartida, os métodos ágeis prezam pela adaptação rápida às mudanças, interface constante com o cliente, além de valorizar os indivíduos e suas interações.

Diante desse contexto, pode-se afirmar que os métodos ágeis enfrentam diferentes barreiras para conquistar ambientes tradicionais. Enfim, provavelmente esse seja o maior desafio: a mudança cultural!

O paradoxo do trabalho supervisionado

Ao longo de nossa existência, fomos orientados a manter o controle sobre absolutamente tudo. Pois esta é a maneira de garantir que as coisas funcionem: são necessários os papéis de controlador e controlado, chefe e empregado. É por essa razão que se propaga a crença de que as pessoas precisam de um mestre para monitorar de perto as atividades, sem acreditar, de forma alguma, que elas seriam realizadas de modo satisfatório sem tal supervisão.

Logo, a principal grande dificuldade para implementação das metodologias ágeis é a resistência natural das pessoas às mudanças!

A forma de implementar a metodologia

Após isso, vale discutir o modo como as mudanças são colocadas em prática. Mudança efetuada de maneira imposta nada mais é que uma postura de “chefe e empregado”. Quando existe alguém responsável por pensar em todos os detalhes, oferecendo a solução pronta, a relação de dependência somente aumenta, pois os liderados não se sentem confortáveis para fazer as atividades com autonomia: experimentar, cometer erros, aprender com esses erros e se aprimorar de modo contínuo.

Existe também uma espécie de tendência a buscar a metodologia perfeita, como se houvesse uma única forma, uma estrutura milagrosa, superior a todas as outras.

Caso você seja um daqueles que acredita existir apenas uma única resposta para toda questão, você precisa trabalhar melhor essa “verdade”. Cada indivíduo interage em um espaço complexo único, dotado de um conjunto de pontos positivos e negativos, os quais requerem análise e adaptabilidade. Isto é, não existe verdade absoluta, mas sim adaptação.

Quanto maior for o ambiente, mais complicada é a adaptação. Por isso, é justo ressaltar que não adianta se dirigir ao cliente externo e dizer que ele se chama “product owner”, que precisará redigir certas coisas que se chamam de “user stories” e que ele terá que dedicar mais tempo interagindo com o projeto. Afinal, a pessoa do outro lado lida com diretrizes da sua própria cultura.

Aculturação Organizacional

É importante deixar claro que a mudança da cultura organizacional é fator chave para que a adoção das metodologias ágeis tenha sucesso. Não faz sentido conceituar os recursos do seu projeto como “time ágil”, se os mesmos são microgerenciados. O mesmo vale para dizer que seus times são “empoderados”, se eles mal podem experimentar por conta própria ou errar um mínimo aceitável.

Metodologias ágeis estão em voga, sendo o que há de mais novo em gerenciamento. Mas não é por isso que deve ser implementada, de imediato, no maior projeto da corporação, aquele para o qual todos os olhares estão voltados. Tenha em mente que você está experimentando, logo, talvez seja mais apropriado assim o fazer em algo não tão grande assim. O tamanho ou mesmo a dificuldade do projeto piloto deve ser tratada com cuidado.

Formação da equipe ágil

A definição do time também deve ser levada muito a sério. Equipes multidisciplinares não são tão simples de montar, mas quanto mais próximo do ideal for conquistado, maiores serão as chances de sucesso do projeto. Vale lembrar que, quanto maior for o engajamento do time, quanto mais ele for autossuficiente, melhor.

Finalmente, não se deve cobrar ou fornecer prazos e expectativas irreais, tanto para o time, como para o cliente. É possível que o projeto não termine em menos tempo; pode ser que custe mais do que o previsto; coisas podem dar errado. Logo, lembre-se de experimentar, inspecionar e melhorar continuamente.

Autoconhecimento organizacional

É essencial que se conheça bem o ambiente que sofrerá as mudanças e saber com clareza quais são as intenções dessa transformação cultural. A mudança exige não só aprender, como também desaprender valores, premissas e posturas antigas de trabalho, antes que se possa agregar novos comportamentos. Os elementos primordiais dessa mudança cultural são: apoio da alta gestão e treinamento.

A liderança pelo exemplo

Ainda que seja difícil obter o apoio da alta direção da organização, é fundamental mover esforços na conquista desse engajamento. São os executivos que devem “tomar a rédeas” da transformação pela mudança de suas próprias atitudes e assim inspirar os times.

A gestão de pessoas, assunto muito estudado nos dias de hoje, também é considerado uma grande barreira. Consiste no trabalho mais difícil e complexo de se realizar nesse processo. É consenso que as pessoas representam uma grande fonte de problemas. Diante desse contexto, deve-se sobressair a figura do líder agregador e conciliador, capaz de motivar e inspirar seus liderados, sendo construtor de equipes homogêneas, com um objetivo comum bem definido.

Interação entre setores

Uma boa interface entre todos os departamentos da empresa é essencial, mas também outra tarefa complicada. Por isso, a mudança cultural respaldada pela alta gestão é tão importante.

Desenvolver uma boa comunicação e atitudes comuns que sejam bem aceitas e compreendidas por todos, simplifica as interações entre indivíduos de naturezas distintas. Isso contribui para a criação de um clima de harmonia e apoio mútuo, fortalecendo ações em prol de um mesmo objetivo definido no planejamento estratégico da empresa.

Interação com os clientes

Conforme já foi citado, os clientes externos devem interagir ativamente no processo de desenvolvimento de produtos, serviços ou resultados, mantendo comunicação constante. E da mesma forma como no relacionamento com os times internos, as interfaces devem ser de apoio e cooperação no sentido de oferecer os resultados desejados. Evitar a todo custo conflitos e procurar soluções em conjunto são aspectos importantes dessa relação.

Por fim, é bom que seja dito que essas são as principais – mas não as únicas – dificuldades que os métodos ágeis enfrentam ao longo de sua implementação. Dessa forma, os que desejam aplicar esses métodos em seu ambiente de trabalho devem estar preparados para os diferentes contextos conflituosos que surgirão durante essa transição, buscando ser persistente e determinado.

ferramenta de colaboração

Como implementar uma ferramenta de colaboração em projetos?

Atualmente, trabalhar já não significa apenas “cumprir a sua função”. É preciso integrar-se a várias áreas — ainda mais quando o assunto é a execução de projetos. Por isso, contar com uma ferramenta de colaboração — ou com um conjunto delas — é um passo importante para aliar tecnologia e trabalho em equipe.

Ao mesmo tempo, não basta apenas escolher uma ferramenta famosa ou bem avaliada. É preciso que ela faça sentido para a realidade do empreendimento e que seja incorporada da maneira adequada. Para não ter erros nessa tarefa, veja como fazer essa implementação e quais passos devem ser seguidos!

Confira o post de hoje e saiba mais!

Por que a colaboração é tão importante?

Em um mercado cada vez mais competitivo, a informação é um item mais relevante do que nunca. Os seus concorrentes podem até imitar seus produtos ou tecnologias, mas o uso da informação que você possui fará uma grande diferença para a consolidação dos resultados.

Nesse sentido, como uma ferramenta de colaboração garante a troca de informações, ela é fundamental para trazer robustez ao empreendimento. Do ponto de vista dos projetos, é ainda mais necessário que todas as equipes tenham uma visão global do que está sendo feito.

Com isso, o fortalecimento da colaboração gera diversos efeitos positivos, como a diminuição de erros e retrabalhos. Sem ruídos de comunicação, todos conseguem se manter alinhados, de modo a cumprir com o objetivo do projeto.

Também há questões ligadas à produtividade: um trabalho feito com a ajuda de várias pessoas torna-se mais aprofundado sem que ninguém fique sobrecarregado. Na execução de um projeto, a colaboração de vários trabalhadores e equipes garante que os objetivos sejam alcançados com maior facilidade.

Isso leva, portanto, a um ganho de qualidade de execução. Como resultado, fica mais fácil ater-se ao escopo do projeto, cumprir com o prazo e com o orçamento programados e elevar a qualidade das entregas.

Como preparar a equipe para a adoção de uma ferramenta de colaboração?

Para que isso seja possível, o time precisa compreender a importância do trabalho colaborativo. Em muitos casos, isso significa uma mudança de paradigma, já que ainda é muito comum que profissionais e equipes trabalhem individualmente para construir o resultado completo.

Portanto, é preciso preparar o terreno de modo que a transformação seja bem recebida e executada dentro do esperado. Para tanto, vale a pena começar a fazer pequenas integrações entre grupos menores e em projetos menos ambiciosos.

Isso ajuda a estimular o hábito e favorece a conquista dos resultados pretendidos. Também é fundamental alinhar a visão e a atuação de todos os envolvidos, pois a ferramenta de colaboração serve apenas para dar um empurrão e não pode fazer o trabalho sozinha.

Ao fazer com que cada colaborador compreenda a importância do próprio trabalho e como todos podem ser beneficiados com a colaboração, o resultado tende a ser muito mais satisfatório.

Como implementar essa ferramenta?

Depois da etapa de preparação, é hora de colocar a ferramenta em prática. Esse processo deve ser estruturado, de modo a contribuir verdadeiramente para a execução dos projetos. Afinal, a ideia é simplificar os processos, certo?

Nesse sentido, algumas das recomendações mais importantes são:

Identifique as necessidades dos projetos

Nem sempre a ferramenta da moda ou a mais barata dará conta do recado. Dependendo das características dos seus projetos e das exigências das equipes, uma função é mais relevante do que outra.

Com isso, tudo começa com um mapeamento do que é, de fato, indispensável para uma boa colaboração. Enquanto alguns projetos exigem a comunicação em vídeo, outros podem solicitar o compartilhamento descomplicado de documentos ou o acesso a dados e a relatórios.

Para tornar tudo ainda mais fácil, pergunte diretamente aos futuros usuários quais recursos seriam úteis e o que eles esperam de uma abordagem desse tipo.

Use ferramentas aprovadas pelos colaboradores

Quanto mais familiarizadas as pessoas estiverem com uma ferramenta de colaboração em projetos, melhor tende a ser a sua implementação. Por isso, não desconsidere selecionar uma opção que já seja conhecida ou aprovada pelos usuários.

Mesmo que a melhor escolha seja uma ferramenta que não está disponível ao grande público, opte por uma de uso intuitivo e que tenha uma mecânica ao menos parecida com a de outras ferramentas mais famosas. Isso garante o máximo interesse por parte das pessoas e também facilita a conquista de ótimos níveis de produtividade.

Crie um workflow otimizado

Depois de selecionar a melhor opção vale a pena estabelecer um workflow que leve em consideração as melhores formas de usar os recursos que estão disponíveis.

Ao cruzar as funcionalidades com as necessidades de cada projeto, é possível até identificar novos usos para elementos já consagrados, como o compartilhamento de arquivos. Criando um fluxo de trabalho você garante que tudo seja usado corretamente e da melhor maneira possível, de modo a ajudar os usuários.

Contemple um período de adaptação

Por mais que as pessoas conheçam a ferramenta ou que ela seja intuitiva, a implementação dessa mudança ainda exige uma fase de adaptação. É necessário que os colaboradores se acostumem a incorporar as novas funções à rotina de trabalho. Por isso, estabeleça um período de adaptação.

Com a devida orientação, permita que os indivíduos incorporem a ferramenta ao ambiente de trabalho. Nesse momento é provável que surjam dúvidas e dificuldades — estas devem ser resolvidas conforme aparecem. Ao final dessa etapa as pessoas estarão adaptadas ao novo modelo e se tornarão mais colaborativas.

O que fazer após esse processo?

O processo de implementação não acaba quando a ferramenta já estiver sendo usada. Boa parte do caminho já foi percorrida, mas ainda é preciso garantir que essa mudança está gerando os resultados desejados.

Por isso, não abra mão de fazer um acompanhamento de indicadores de desempenho. Veja se a ferramenta de colaboração em projetos está cumprindo o seu papel e ajudando verdadeiramente as equipes envolvidas. Caso apareça alguma incongruência ou gargalo, faça otimizações e adaptações para extrair o melhor desse recurso.

Ao seguir esses passos, implementar uma ferramenta de colaboração em projetos torna-se uma tarefa menos complicada. Como resultado, os projetos se tornam melhores e a produtividade atinge novos níveis.

Para tornar a gestão ainda mais descomplicada, a Project Builder oferece recursos essenciais para o seu sucesso. Fale com um de nossos consultores e descubra como nós podemos ajudá-lo!

PMBOK

PMI, PMBoK e PMP: quais as principais diferenças?

Quando temos projetos em nossas vidas pessoais — como comprar um carro, viajar ou fazer um mestrado — traçamos algumas metas para que esses planos se concretizem, não é? Guardamos dinheiro, pesquisamos roteiros e estudamos para testes.

No meio empresarial tudo isso também acontece, porém de forma organizada e com metodologias que garantem o alcance dos objetivos. Para isso, são adotadas as melhores práticas de mercado, dentre elas aplicadas as premissas do PMBoK — Project Management Body of Knowledge —, o guia que traz boas dicas sobre o planejamento de projetos.

A gestão empresarial de projetos pode ser tida, então, como a aplicação de conhecimentos, habilidades, ferramentas e técnicas que visam ao atendimento dos objetivos de uma necessidade da empresa. Nesse cenário, duas outras siglas são também essenciais: PMI e PMP. Você sabe o que cada uma delas significa e qual é a diferença entre elas?

Confira o nosso artigo de hoje para saber mais!

QUAL A MELHOR DEFINIÇÃO DE PROJETO?

Como conceituação, tem-se que um projeto é um esforço temporário empreendido para criar um produto, serviço ou resultado. Temporário não significa necessariamente curta duração, mas possuir início e fim bem definidos. O final do projeto é alcançado quando seus objetivos são atingidos ou quando, por algum motivo, ele for encerrado.

Outra característica importante é a exclusividade das suas entregas, o que significa que o produto ou serviço criado pelo projeto não foi empreendido anteriormente. Essa singularidade diz respeito não somente ao produto em si, mas também ao seu processo de desenvolvimento.

Na definição do PMBoK, os projetos possuem uma organização própria, que pode ser chamada de cadeia de valor representada por etapas ou processos:

  • Iniciação, que define e autoriza o projeto ou uma fase do projeto.
  • Planejamento, que define e refina os objetivos e planeja a ação necessária para alcançar os objetivos e o escopo para os quais o projeto foi realizado.
  • Execução, que integra pessoas e outros recursos para realizar o plano de gerenciamento do projeto.
  • Monitoramento e Controle, que mede e monitora o progresso para identificar inconformidades com o plano de gerenciamento do projeto, de forma que possam ser tomadas ações corretivas.
  • Encerramento, que formaliza a aceitação do produto, serviço ou resultado e conduz o projeto ou uma fase do projeto a um final ordenado.

VOCÊ SABE A DIFERENÇA ENTRE PMBOK, PMI E PMP?

Todas essas siglas já são bem disseminadas nas empresas, mas é comum confundi-las ou ter a impressão de que é tudo a mesma coisa. Na verdade, elas são bastante relacionadas, mas cada uma aborda uma vertente representativa da gestão de projetos.

Vamos conhecê-las?

O PMBoK

Esse guia é uma verdadeira bíblia empresarial e é adotado no mundo todo. Ele reúne um conjunto de práticas em gerência de projetos, definindo o trabalho que deve acontecer durante todo o ciclo de vida de um projeto.

A organização desse trabalho se dá a partir da orquestração de dez disciplinas fundamentais para o alcance de bons resultados em um projeto: integração, escopo, tempo, custo, qualidade, recursos humanos, comunicações, riscos, aquisições e partes interessadas.

O PMI

PMI é a sigla que representa o Project Management Institute, instituição responsável pela publicação do PMBoK. Sem fins lucrativos e originado no final da década de 60 nos Estados Unidos, o PMI reúne profissionais de gerenciamento de projetos para trocar experiências e conhecimentos e estabelecer boas práticas, uma ética na profissão e certificar profissionais da área.

A certificação oferecida pelo PMI, inclusive, é bem valorizada no mercado e distingue os gerentes de projeto que a inserem em seus currículos.

O PMP

Essa é a sigla do gerente de projetos (ou Project Management Professional, em inglês) e o que se espera é que ele tenha condições de contribuir para o desenvolvimento e implementação de metodologias, processos, padrões, critérios, parâmetros e ferramentas para gestão — além de liderar os projetos, intervir e articular sempre que necessário para que os prazos sejam cumpridos e as entregas saiam conforme o esperado.

Embora muito próximas e relacionadas, as siglas PMBoK, PMI e PMP se referem a coisas totalmente distintas. A primeira representa o principal guia de gerenciamento de projetos no mundo.

A segunda remete à origem de tudo, ao instituto que uniu profissionais para discutir, de forma pioneira, um assunto relevante há mais de 50 anos e ainda tão presente nas empresas. A terceira, PMP, refere-se ao capital humano responsável pela concretização das boas práticas que o PMI traduziu de forma organizada no PMBoK.

Em comum, as três siglas têm a valorização de métodos e da integração de elementos para que se tenha a melhor maneira de conduzir um projeto, avaliando e monitorando riscos, dimensionando recursos financeiros, alocando força de trabalho e envolvendo todos os atores interessados nas entregas do projeto.

QUAL A ESTRUTURA NECESSÁRIA PARA IMPLEMENTAR A GESTÃO DE PROJETOS?

As melhores práticas sugeridas no PMBoK orientam a criação de estruturas próprias para a condução dos projetos, os chamados Escritórios de Projetos. Esses escritórios costumam ser a unidade que centraliza e coordena o gerenciamento de projetos, além de fornecer apoio à comunidade de projetos e constituir um elo entre a empresa e seus objetivos.

Os Escritórios de Projetos são os guardiões da metodologia que deve ser seguida por toda a empresa ou pelas áreas diretamente envolvidas em projetos. Essa estrutura também serve de centro de referência em gerenciamento de projetos dentro da organização, prestando consultoria e oferecendo treinamento aos envolvidos.

Com quais ferramentas sua empresa pode gerenciar os projetos

Hoje o mercado oferece muitas opções de ferramentas tecnológicas para a gestão de projetos, que permitem melhorar a performance, visualizar todos os recursos envolvidos e alocá-los adequadamente para aumentar a produtividade.

Ao escolher qual ferramental adotar, é preciso atentar para funcionalidades que fazem toda a diferença, como facilidade na customização de acordo com a necessidade da empresa, integração de todos os módulos e geração otimizada de relatórios gerenciais para que se tenha maior controle de todas as instâncias do projeto.

Em termos de metodologias, as empresas têm adotado métodos que nasceram da evolução da discussão proposta pelo PMI e que atendem a áreas específicas de projetos, como a TI com o desenvolvimento de software.

Um exemplo são os chamados métodos ágeis, que propõem a aceleração das ações, prevendo a melhoria contínua do projeto por meio da flexibilidade e abertura às mudanças e da interação da equipe. O método mais conhecido é o Scrum, que prevê entregas rápidas (diárias, se possível) para o alcance da meta definida.

Seja qual for o porte ou ramo da empresa, realizar uma eficiente gestão de projetos é fundamental para alcançar os objetivos estratégicos. Gerenciar projetos é um instrumento poderoso para antecipar problemas e responder rapidamente às mudanças.

Incorporar meios para isso, de forma que os projetos sejam acompanhados de ponta a ponta, é um investimento que vale a pena e que traz retornos positivos ao negócio.

Assim, o Project Builder, software de gerenciamento de projetos em nuvem há mais tempo no mercado, pode ser bastante eficaz. Para receber um teste gratuito clique em: Quero um Teste Gratuito Agora.

gerenciamento de custos do projeto

Gerenciamento de custos do projeto: veja como fazê-lo de forma correta

Os gastos de uma empresa durante os seus projetos são um grande desafio. É preciso estruturar medidas que reduzam desperdícios e garantam que todos fiquem dentro do orçamento. Nesse sentido, ter uma política de gerenciamento de custos é algo crítico.

A política de gerenciamento de custos ajuda times a entender o nível de recursos financeiros que estão disponíveis, como eles devem ser utilizados e o que pode levar a gastos não previstos. Isso garante uma maior aderência ao orçamento e mais previsibilidade sobre como os recursos financeiros serão utilizados. Ou seja, maximiza as chances de sucesso do seu projeto.

Confira a seguir como estruturar e utilizar uma política de gerenciamento de custos efetiva!

O que é uma política de gerenciamento de custos?

A política de gerenciamento de custos é uma estratégia de gestão que permite a empresas ter um orçamento com alto nível de previsibilidade. Ela parte do princípio de que é importante entender como o negócio gasta, os fatores que podem prejudicar a empresa e quais custos podem ser otimizados. Desse modo, é possível estruturar orçamentos mais robustos e capazes de elevarem os lucros do negócio após qualquer decisão tomada.

Por que ela é importante?

No cenário da gestão de projetos, o gerenciamento de custos ajuda negócios a identificar o desperdício de recursos, avaliar fatores que merecem atenção dos times e ter um maior controle sobre as finanças em cada etapa. Além disso, permite que as decisões tomadas sejam mais inteligentes e capazes de levar a empresa às suas metas. Desse modo, o negócio poderá lucrar mais com projetos e evitar o descontrole das suas finanças.

Em geral, uma boa política de gestão de custos em projetos corporativos ajuda a empresa a:

  • identificar fatores de risco que podem afetar os gastos em cada etapa;
  • estruturar medidas de contenção de gastos ou corte de desperdícios;
  • avaliar como o negócio pode investir em ferramentas que melhoram o aproveitamento de recursos, como sistemas de gestão;
  • identificar melhorias que podem ser feitas nos contratos com parceiros estratégicos;
  • tornar os gastos mais previsíveis;
  • permitir que as equipes façam o planejamento de suas ações de um modo mais inteligente.

Como fazer a gestão de custos de projeto?

Para fazer uma boa gestão de custos de projeto, o negócio deve estar preparado para identificar o seu perfil, as metas do projeto e os fatores de risco. Além disso, deve utilizar mecanismos para reduzir ou otimizar os gastos. Confira a seguir!

Entenda o perfil do projeto

Cada projeto conta com objetivos, metodologias e ferramentas diferentes. Esses fatores são moldados de acordo com as demandas dos times e a cultura da empresa. Entendê-los é o primeiro passo para otimizar o seu gerenciamento de custos.

Conhecer o perfil do projeto ajuda o negócio a identificar o que deve ser feito em termos de prevenção de riscos e desperdícios. Também permite ao gestor otimizar os custos de modo mais eficaz. Afinal de contas, as decisões tomadas permitem entender melhor o que os times precisam para ter uma boa performance e, em função disso, eles serão capazes de atingir maior retorno sobre o investimento.

Avalie o orçamento disponível

A partir da análise de perfil do projeto o time deve avaliar o orçamento disponível. O ideal é que ele seja capaz de ajudar os times a ter os recursos necessários para entregar os resultados demandados e, ao mesmo tempo, preparar a empresa para imprevistos. Desse modo, todos poderão fazer as suas atividades sem imprevistos e com um planejamento realista.

Não deixe de avaliar se existem pontos que possam ser otimizados no orçamento, como gastos além do necessário ou que não sejam capazes de ajudar as equipes a cumprir os resultados. A gestão de custos deve focar em um bom retorno sobre os investimentos e não apenas em reduzir gastos sem considerar as consequências dessas ações.

Considere as metas existentes

Para garantir que o negócio conte com os recursos necessários, é fundamental considerar as metas existentes. Isso ajuda a avaliar o nível de recursos necessários para que os times tenham todas as ferramentas necessárias para alcançá-las. Além disso, reduz as chances de o gestor realizar cortes em pontos críticos.

Para que a análise das metas seja efetiva, é crucial que exista um bom canal de comunicação entre a pessoa responsável pela gestão de custos e os times. Isso permitirá a todos comunicar as suas prioridades e metas estratégicas. Desse modo, haverá uma compreensão mais abrangente sobre os pontos críticos do projeto.

Prepare-se para imprevistos

Nenhum planejamento é totalmente capaz de evitar imprevistos durante a execução dos projetos. Justamente por isso os times devem reservar parte do orçamento e recursos para que o negócio possa agir quando eles acontecerem. Assim, o negócio terá mais habilidade de corrigir problemas e falhas graves.

Faça a análise do quanto deve ser reservado com o seu time de gestão de riscos. Ele terá uma visão completa sobre o que pode afetar negativamente o seu custo de trabalho. Dessa forma, ficará fácil identificar o tamanho do orçamento que deverá ser direcionado para esse tipo de situação.

Conte com boas tecnologias

A tecnologia pode ser uma grande aliada de quem pretende realizar um bom gerenciamento de custos. Negócios podem adotar ferramentas de gestão de projetos para ter uma visão completa sobre os custos e a evolução do projeto. Isso permite aos times identificar os pontos de atenção com mais agilidade e tomar medidas mais efetivas para reduzir os desperdícios.

Projetos corporativos contam com muitos fatores que podem afetar a sua qualidade, e por isso os profissionais devem estar atentos, identificando riscos, investindo em boas tecnologias e implementando metodologias robustas para atingir as suas metas. Isso amplia as chances de sucesso de todas as etapas.

Nesse sentido, o gerenciamento de custos é uma medida essencial para quem quer gastar corretamente com a sua empresa. A gestão dos gastos permite aos times avaliar corretamente o que pode afetar os seus lucros e as suas metas. Por isso, não deixe de implementar essa estratégia no seu dia a dia!

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Gestão de equipes remotas: Boas práticas para obter alta performance!

A ascensão do trabalho remoto é uma das mudanças mais significativas no cenário profissional dos últimos anos. Impulsionada por avanços tecnológicos e pelas necessidades da pandemia de COVID-19, a gestão de equipes remotas tornou-se uma realidade para muitas empresas.

No entanto, para garantir o sucesso e a alta performance das equipes remotas, é essencial adotar boas práticas de gestão.

A gestão de equipes remotas bem-sucedida requer um equilíbrio entre comunicação eficaz, confiança, metas claras, colaboração e cuidado com o bem-estar dos funcionários. Ao adotar algumas boas práticas que listaremos neste artigo, você pode construir equipes remotas altamente eficazes e garantir que elas continuem a prosperar no mundo do trabalho moderno.

Quais são os maiores desafios na gestão de equipes remotas?
A gestão de equipes remotas apresenta uma série de desafios que exigem habilidades de liderança e estratégias específicas para serem superados. Alguns dos maiores desafios incluem:

  • Comunicação eficaz: a falta de comunicação presencial pode levar a mal-entendidos e problemas de comunicação. É importante manter canais de comunicação claros e regulares, promovendo a transparência e a clareza nas mensagens.
  • Isolamento e motivação: trabalhar remotamente pode ser solitário para alguns funcionários, o que pode afetar a motivação e o engajamento. Os líderes precisam encontrar maneiras de manter a equipe motivada e conectada, promovendo a interação social virtual.
  • Gestão do tempo: a gestão do tempo é fundamental para equipes remotas, pois os funcionários podem enfrentar desafios para separar o trabalho da vida pessoal. Estabelecer limites e definir expectativas quanto ao horário de trabalho é importante.
  • Supervisão e acompanhamento: é mais difícil supervisionar o progresso do trabalho quando as equipes estão remotas. Os líderes precisam desenvolver métodos eficazes de acompanhamento do desempenho e definir metas e prazos claros.
  • Tecnologia e segurança: garantir que os funcionários tenham acesso adequado à tecnologia e aos recursos de segurança cibernética é fundamental para o sucesso da equipe remota.
  • Desafios culturais: manter a cultura da empresa e o senso de pertencimento da equipe é desafiador quando todos estão trabalhando remotamente. Os líderes precisam criar oportunidades para a construção de relacionamentos e a promoção da cultura da empresa virtualmente.
  • Treinamento e desenvolvimento: promover treinamento e desenvolvimento para funcionários remotos pode ser mais complicado, mas é essencial para seu crescimento profissional e para o sucesso da equipe.
  • Equilíbrio entre trabalho e vida pessoal: a falta de fronteiras claras entre trabalho e vida pessoal pode levar ao esgotamento. Os líderes devem encorajar os funcionários a tirarem folgas e a manterem um equilíbrio saudável entre trabalho e vida pessoal.
  • Diferenças culturais e fusos horários: se a equipe estiver espalhada por diferentes fusos horários ou culturas, isso pode complicar a coordenação e a comunicação. É importante ser sensível a essas diferenças e encontrar maneiras de facilitar a colaboração.
  • Resolução de conflitos: a resolução de conflitos pode ser mais desafiadora em uma equipe remota, já que a comunicação não verbal é limitada. Os líderes precisam desenvolver habilidades para lidar com conflitos de forma eficaz.

Algumas Boas práticas que fazem a diferença na obtenção da alta performance

Comunique-se de forma eficaz:

A comunicação é a espinha dorsal de qualquer equipe, e isso é ainda mais verdadeiro quando se trata de equipes remotas. A distância física pode levar a mal-entendidos e falta de alinhamento. Portanto, é crucial investir em comunicação eficaz. Algumas dicas incluem:

  • Use ferramentas de comunicação adequadas: utilize aplicativos de mensagens instantâneas, videoconferências e plataformas de colaboração para manter a equipe conectada.
  • Estabeleça expectativas claras: defina horários de trabalho, prazos e metas de maneira transparente para garantir que todos estejam na mesma página.
  • Promova reuniões regulares: realize reuniões de equipe de forma consistente para discutir projetos, tirar dúvidas e manter o senso de pertencimento.
  • Seja proativo: Esteja disponível para responder às perguntas da equipe e abordar preocupações. A falta de resposta rápida pode levar a atrasos e frustrações.

Estabeleça confiança:

A confiança é fundamental em qualquer equipe, mas pode ser mais desafiadora de desenvolver em equipes remotas, onde não há interações face a face diárias. Para construir confiança:

  • Acredite em sua equipe: confie que seus colaboradores estão fazendo o melhor possível e estão comprometidos com os objetivos da empresa.
  • Promova a autonomia: dê aos membros da equipe a liberdade para tomar decisões e gerenciar seu próprio tempo, desde que os resultados sejam alcançados.
  • Reconheça o trabalho bem-feito: mostre apreço pelo bom desempenho e conquistas da equipe, seja por meio de feedback positivo, elogios públicos ou recompensas.
  • Seja transparente: mantenha a equipe informada sobre mudanças na empresa, objetivos e desafios. A transparência cria um ambiente de confiança.

Defina metas claras:

Metas claras e mensuráveis são essenciais para manter a equipe focada e motivada. Certifique-se de que cada membro da equipe entenda suas responsabilidades e como elas se encaixam nos objetivos gerais da empresa. Aqui estão algumas diretrizes:

  • Defina metas SMART: metas específicas, mensuráveis, alcançáveis, relevantes e com prazo definido são mais fáceis de entender e atingir.
  • Acompanhe o progresso: use ferramentas de gestão de projetos para acompanhar o progresso e ajustar as metas conforme necessário.
  • Celebre conquistas: reconheça marcos e conquistas para manter a motivação e o senso de realização da equipe.
  • Revise regularmente: faça revisões periódicas das metas e ajuste-as de acordo com as mudanças nas circunstâncias ou nos objetivos da empresa.

Promova a colaboração:

Mesmo em um ambiente remoto, a colaboração entre os membros da equipe é crucial. Aqui estão algumas maneiras de promovê-la:

  • Use ferramentas de colaboração: utilize aplicativos e plataformas que facilitem o compartilhamento de documentos, trabalho em equipe e brainstorming virtual.
  • Incentive a troca de ideias: crie um ambiente onde os membros da equipe se sintam à vontade para compartilhar suas opiniões e sugestões.
  • Estabeleça parcerias: encoraje a formação de grupos de trabalho e parcerias para resolver problemas ou concluir projetos complexos.
  • Promova a diversidade: diversidade de pensamento e experiência pode levar a soluções mais inovadoras. Valorize e respeite as diferenças na equipe.

Priorize o bem-estar dos funcionários:

Por fim, lembre-se de que a saúde mental e o bem-estar dos membros da equipe são fundamentais para a alta performance a longo prazo. Além das práticas mencionadas acima, é importante:

  • Fornecer suporte emocional: esteja atento às necessidades emocionais de sua equipe e ofereça recursos para lidar com o estresse e a pressão.
  • Promover o equilíbrio trabalho-vida: incentive os funcionários a definir limites entre trabalho e vida pessoal para evitar o esgotamento.
  • Oferecer oportunidades de desenvolvimento: ajude os membros da equipe a crescerem em suas carreiras por meio de treinamento e aprendizado contínuo.
  • Solicitar feedback: ouça as preocupações e sugestões dos funcionários e tome medidas para melhorar o ambiente de trabalho.

Como obter sucesso na Gestão Remota de Projetos

Nos últimos anos, a maneira como as empresas gerenciamProjetos passou por uma transformação significativa. Com a ascensão do trabalho remoto e a necessidade de colaboração eficiente entre equipes distribuídas geograficamente, a Gestão de Projetos em nuvem tornou-se a chave para o sucesso.

Um Software Integrado de Gestão de Projetos em Nuvem é a resposta para muitos dos desafios enfrentados por equipes remotas. Aqui estão algumas maneiras pelas quais essa tecnologia pode ajudar sua equipe a alcançar o sucesso na gestão de projetos remotos:

  • Acesso Universal: uma das principais vantagens de um software em nuvem é que ele pode ser acessado de qualquer lugar do mundo, desde que haja uma conexão à internet. Isso elimina as barreiras geográficas e permite que equipes remotas trabalhem em conjunto de forma eficiente, independentemente de sua localização.
  • Colaboração em Tempo Real: os Softwares de Gestão de Projetos em Nuvem geralmente oferecem recursos de colaboração em tempo real, como chat, compartilhamento de arquivos e atualizações automáticas. Isso possibilita que os membros da equipe colaborem de forma mais eficaz, compartilhando informações e atualizações instantaneamente.
  • Acompanhamento de Tarefas Simplificado: com um Software de Gestão de Projetos em Nuvem, é fácil atribuir tarefas, definir prazos e acompanhar o progresso de cada membro da equipe. Isso garante que todos estejam cientes de suas responsabilidades e mantém o projeto no caminho certo.
  • Documentação Centralizada: todos os documentos relacionados ao projeto, como planos, relatórios e apresentações, podem ser armazenados em um local centralizado na nuvem. Isso evita a confusão de versões desatualizadas e facilita o acesso a informações essenciais.
  • Gerenciamento de Recursos e Orçamento: vários Softwares de Gestão de Projetos em Nuvem, como o Project Builder, oferecem recursos avançados para o gerenciamento de recursos e orçamento. Isso permite que você mantenha o controle dos custos do projeto e garanta que os recursos sejam alocados de forma eficiente.
  • Relatórios e Análises: com a capacidade de coletar dados em tempo real, você pode gerar relatórios e análises que ajudam na tomada de decisões informadas. Isso é crucial para a Gestão de Projetos bem-sucedida, pois permite ajustar estratégias conforme necessário.

Concluímos que, embora o trabalho remoto ofereça flexibilidade e oportunidades, ele exige um comprometimento ainda maior com a transparência, a confiança e o alinhamento das metas. Além disso, a tecnologia desempenha um papel fundamental na facilitação do trabalho em equipe e na Gestão de Projetos.

À medida que as equipes remotas se tornam a norma em muitas organizações, investir na implementação dessas práticas pode não apenas aumentar a produtividade, mas também promover uma cultura de colaboração e inovação que é essencial para o sucesso a longo prazo. Portanto, é imperativo que líderes e gestores continuem a se adaptar e aprimorar suas abordagens à gestão de equipes remotas, pois isso se tornará cada vez mais vital para o sucesso das organizações no futuro.

 

o que está faltando

Perceba o que está faltando

O que está faltando?

Provavelmente é uma das três alternativas: conhecimento, experiência ou entendimento sobre os projetos.

Existem determinados momentos em que um gerente de projetos ou um membro da equipe não tem certeza do que fazer. Quando isso acontece, provavelmente é porque falta alguma coisa. No nosso dia a dia, o que está faltando são todas ou algumas dessas áreas fundamentais: conhecimento, experiência e os benefícios que se esperam dos projetos.

Tome um projeto de TI, por exemplo. Digamos que você esteja no comando da implantação de novos computadores e tem de reorganizar todas as estações de trabalho. Em primeiro lugar, precisará ter a clareza das suas necessidades e avaliar se o orçamento é suficiente para os recursos necessários e as atividades que serão executadas. É o seu conhecimento e a sua experiência em gerenciamento de projetos que vão ajudá-lo a completar suas tarefas de forma correta.

Na sua trajetória, provavelmente você teve experiências em que acreditou ter clareza das metas e direções do projeto. No entanto, dependendo de sua fonte de informação ou da falta de conhecimento sobre o funcionamento de determinada organização, poderia ter ido para a direção incorreta.

Independentemente do seu conhecimento ou experiência em gerenciamento de projetos, cada stakeholder (as partes interessadas) e líder de projeto tem peculiaridades que você precisa entender em profundidade, para não correr o risco de falhar ou sofrer um impacto negativo no negócio.

Pode parecer óbvio, mas percebemos que muitas pessoas procuram por soluções criativas e avançadas para coisas que são simples. Gastam uma grande dose de energia e tempo para chegar a uma alternativa complexa, em vez de enxergar o mais simples.
O que falta são conhecimentos, experiências ou o entendimento dos objetivos e direções do projeto.

Compare com sua vida pessoal para comprovar essa afirmação. Pense em alguma situação que esteja problemática ou em algo que não funcione muito bem. Provavelmente falta conhecimento, experiência ou compreensão sobre o assunto, admita isso ou não.

Alguma vez você já se sentiu inseguro sobre o que fazer em um projeto?

Percebeu que estava faltando alguma coisa nessas áreas fundamentais?

(Adaptado do site: http://blogs.pmi.org/blog/voices_on_project_management/2012/10/whats-missing.html )

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5 passos para dobrar a produtividade da minha equipe de desenvolvimento

Realizar mais em menos tempo e garantir que o trabalho seja feito com a maior agilidade possível sem perder nada no quesito qualidade: que gerente de projetos em sã consciência não sonha com isso? Pois é possível, sim, elevar a produtividade da sua equipe e manter o mesmo padrão de excelência nos resultados, bastando para isso que você tome alguns cuidados no momento de colocar o projeto para funcionar. Que tal conhecer esses cuidados agora mesmo? Então aproveite já nosso guia com os 5 passos fundamentais para dobrar a produtividade da sua equipe de desenvolvimento:

1º PASSO: CONHEÇA BEM SUA EQUIPE

Por mais que o currículo de cada profissional diga muita coisa, é no momento de realmente fazer acontecer que percebemos quais são as competências de cada pessoa, as habilidades e atitudes que as fazem especiais em determinada atividade.

É o famoso CHA, de Conhecimento, Habilidade e Atitude, que torna cada profissional único. E conhecer esse triângulo comportamental de cada colaborador ajuda a distribuir as tarefas de modo estratégico, colocando a pessoa certa na atividade certa, garantindo assim uma maior produtividade.

O conhecimento pode ser adquirido por meio de treinamentos, capacitações, graduações, pós-graduações, MBAs e diversas outras formas de educação continuada. Já a habilidade consiste em saber colocar o conhecimento em prática, não ficando limitado apenas à teoria, afinal, o conhecimento tácito só é válido quando pode ser efetivamente explicitado em ações. Por fim, a atitude diz respeito à vontade de fazer, usando o conhecimento em parceria com a habilidade para transformar o ambiente e fazer de cada atividade e cada projeto um verdadeiro sucesso.

Se você conhece bem sua equipe, automaticamente consegue identificar o nível de desenvolvimento de cada uma dessas vertentes, proporcionando os meios para que o time se desenvolva até que se torne altamente competente. Um membro da equipe que acaba de se formar, por exemplo, tem o conhecimento da academia, pode ter alguma habilidade, mas não possui experiência de mercado. Mas se ele tiver atitude certamente desenvolverá bem suas atividades. Por outro lado, se não tiver motivação para ir atrás do que precisa por si mesmo, ficará dependente dos outros, podendo, assim, tornar-se um problema para a produtividade da equipe de desenvolvimento.

Garantir que todos entendam detalhada e completamente seus papéis e suas responsabilidades também contribui para que você conheça melhor cada membro da equipe e possa definir tarefas e prazos com uma maior assertividade, agilizando a execução do projeto.

2º PASSO: ADOTE UM SOFTWARE DE GESTÃO DE PROJETOS

Quanto mais informações precisam ser gerenciadas em um projeto, igualmente maior se torna a complexidade para manter tudo sob controle. Se for um programa ou portfólio então, a dificuldade aumenta exponencialmente! Por isso, a adoção de um software de gestão de projetos se torna a melhor forma de colocar o planejamento em execução sem medo de falhas, riscos, atrasos ou qualquer outro tipo de problema.

Com um software de gestão de projetos você passa a ter a capacidade de planejar com cuidado cada fase dos trabalhos, controlando o que vem sendo realizado e monitorando os resultados para que não existam discrepâncias entre o previsto e o efetivamente feito. Com a ajuda dessa ferramenta você pode ainda manter a equipe focada em suas respectivas atividades, de forma a prever a alocação de recursos com mais precisão, sem eventualmente precisar lidar com novas contratações emergenciais.

 

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Ao acompanhar de perto o desempenho da equipe, é possível determinar o tempo médio gasto em cada atividade, monitorando assim o caminho crítico do projeto para que não aconteçam atrasos durante sua execução. Com essa tática, se houver qualquer tipo de problema com um membro da equipe — como uma ausência temporária, uma falta injustificada ou situações do tipo —, você pode rapidamente rever o planejamento de atividades a fim de priorizar aquilo que realmente é mais importante.

Com os relatórios emitidos pelo software de gestão de projetos você passa a ter todos os aspectos mais relevantes do trabalho monitorados e controlados em tempo real, podendo tomar decisões a qualquer momento para ajustar não só o planejamento como sua própria execução, de modo a não perder a produtividade que a equipe vem tendo.

Além disso, com a implementação desse recurso você pode identificar muito mais facilmente riscos que possam vir a impactar de forma negativa o projeto, além de reconhecer falhas que não foram tratadas, padronizar o timesheet para que não ocorram discordâncias e ainda avaliar os processos utilizados até o momento para otimizá-los e, assim, garantir uma maior produtividade para a equipe.

3º PASSO: DEFINA UMA METODOLOGIA DE TRABALHO

Definir uma metodologia de trabalho ajuda a criar um bom alinhamento entre os membros da equipe, colocando todos para trabalhar em conjunto pelos mesmos objetivos. Padronizar processos, documentos e fluxos de comunicação confere mais agilidade à execução das atividades, uma vez que todos passam a estar devidamente familiarizados com a rotina, deixando de gastar tempo na tentativa de desvendar o que deve ou não deve ser feito.

Adotar uma metodologia ágil — como o Scrum, por exemplo — pode ser uma boa ideia para colocar sua equipe trabalhando com foco em melhores práticas de gerenciamento de projetos. Acredite: quando todos estiverem afinados com os preceitos da metodologia ágil adotada, poderão compartilhar aprendizados, trocar percepções e, assim, construir uma maneira única de desenvolver projetos com mais agilidade.

Mas atenção: para que a metodologia de trabalho adotada funcione perfeitamente, é preciso que os fluxos de comunicação estejam bem estabelecidos e em pleno funcionamento, além de ser necessário que as pessoas saibam onde e como buscar as informações de que necessitam, podendo consultar rapidamente outros membros da equipe para sanar dúvidas e trocar ideias sempre que necessário.

Também nesse sentido um bom software de gestão de projetos pode ajudar — e muito! —, pois o recurso auxilia o compartilhamento do conhecimentos adquiridos ao longo do projeto e permite que se crie níveis diferentes de acesso para cada membro da equipe, garantindo assim a segurança da informação sem comprometer a produtividade da equipe de desenvolvimento.

4º PASSO: MEÇA A PRODUTIVIDADE SEMPRE

Para saber como anda a produtividade da sua equipe não basta simplesmente sair perguntando por aí se está tudo dentro do planejado. Para fazer tudo como manda o figurino, é preciso mensurar indicadores de produtividade diários, semanais e mensais para saber se a equipe está realmente desempenhando suas atividades dentro do esperado ou se é preciso melhorar o comprometimento para que o projeto não seja impactado. Mas como fazer isso?

A primeira etapa a ser cumprida consiste em desmembrar os objetivos da equipe em metas e indicadores de produtividade. Quando cada pessoa sabe exatamente o que é esperado dela, natural e automaticamente desenvolve um maior senso de comprometimento com suas obrigações, pois sabe direitinho das consequências de qualquer deslize de sua parte.
Os indicadores de produtividade devem dar uma visão geral não só sobre a performance de cada membro da equipe como do time como um todo, pois só assim o gerente de projetos terá condições de avaliar como anda a execução dos trabalhos. Para facilitar esse controle, é possível investir em um sistema de gestão de projetos que tenha um módulo para o monitoramento e o controle da produtividade da equipe. Assim, por meio de relatórios analíticos fica mais simples saber como cada pessoa está desempenhando suas atividades, se os objetivos serão atingidos ou se é preciso ter uma conversa com a equipe para que haja maior comprometimento.

Com essa ferramenta você ainda terá condições de saber como o tempo de cada membro da equipe vem sendo empregado, quantas horas são gastas em cada atividade e como classificar as atividades para que as mais importantes sejam executadas sempre em primeiro lugar. Isso significa nada mais nada menos que você praticamente terá a produtividade da equipe em suas mãos, podendo agir rapidamente para corrigir desvios e garantir a entrega do projeto dentro do prazo previsto.

5º PASSO: CONVERSE COM SEUS FUNCIONÁRIOS

A adequada gestão de pessoas é um dos grandes desafios do gerente de projetos. Saber lidar com motivações pessoais, objetivos próprios, dificuldades, conceitos previamente concebidos, conflitos e perfis distintos é de extrema importância para garantir a produtividade da equipe de desenvolvimento sempre em alta. Lembre-se de que quando não há harmonia entre os colaboradores fica difícil cobrar resultados, fazer com que as pessoas trabalhem em conjunto e ajudem umas às outras. Por tudo isso e muito mais, manter um diálogo constante é fundamental.

E essa dica vale não apenas para as reuniões de alinhamento sobre os projetos, mas também para momentos distintos, a fim de dar feedback sobre o trabalho de cada profissional, pedir feedback sobre seu próprio trabalho, perguntar como anda o relacionamento com os demais membros da equipe e o que pode ser melhorado. Se as pessoas percebem que têm abertura para dialogar, para levar seus problemas e dificuldades para as lideranças, sentem-se mais confiantes em desenvolver um bom trabalho, ficam mais comprometidas com suas atividades e melhoram sua produtividade sem a necessidade de cobranças constantes por resultados.

Então guarde o seguinte: conversar ainda é a melhor forma de obter a confiança das pessoas, de motivá-las a darem o melhor de si mesmas pelo projeto e estimulá-las a aprimorarem suas competências constantemente, contribuindo para a execução de trabalhos cada vez mais bem-sucedidos.

E aqui fica ainda uma dica extra super valiosa: estabelecer uma política de bônus ou comissões por produtividade também pode motivar bastante sua equipe a trabalhar com afinco pelos resultados desejados. Só não se esqueça de deixar os parâmetros para a cessão dos benefícios bem claros para todos, ok? Quando a comunicação flui em duas vias é muito mais fácil conquistar o comprometimento da equipe.

Com esses 5 passos você tem tudo para envolver sua equipe de desenvolvimento e torná-la cada vez mais produtiva. Mas não pare por aqui! No nosso blog você confere muitas outras dicas para melhorar a performance da sua equipe, bem como para garantir o sucesso de cada projeto que vocês desenvolverem juntos! Então assine nossa newsletter e saiba de tudo em primeiríssima mão!