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Segurança da informação: como implantar na sua empresa

Assim como a Tecnologia da Informação (TI) vem passando por uma constante evolução — adquirindo um elevadíssimo grau de importância no mundo corporativo atual —, as ameaças virtuais também se desenvolveram a ponto de oferecer riscos de proporção inédita. Assim, a segurança da informação deve ser levada muito a sério.

O Brasil, por exemplo, tem sido um alvo constante dos cibercriminosos. Segundo uma pesquisa feita pela PWC em 2016, os ataques cresceram em 274% — mais que sete vezes o índice global. No ano em que a pesquisa foi divulgada houve um prejuízo financeiro de US$ 10,3 bilhões no país em decorrência de cibercrimes, de acordo com a Symantec.

Considerando que esses números representam apenas a ponta do iceberg — visto que não chegamos a falar sobre a crescente onda de ataques de ransomware que vitima milhares de empresas pelo mundo —, a segurança cibernética tem sido uma das prioridades das organizações atualmente.

Portanto, para que índices assustadores como esses não reflitam nos negócios da sua empresa, elencamos, neste post, uma série de procedimentos básicos para a implantação de uma política de segurança da informação eficiente. Vamos às dicas?

Comece pelo planejamento

Encabeçando a lista de deveres temos o planejamento. Você sabe o que está envolvido no planejamento e quem deve fazê-lo? Antes de tudo, planejar a segurança da informação é uma estratégia pertinente ao gestor de TI, porém, ela deve ser feita em conjunto com os demais stakeholders.

Por que os outros departamentos devem participar? Considerando que a maioria dos departamentos, se não todos, são informatizados, é elementar que os diretores se responsabilizem por orientar e cobrar suas respectivas equipes sobre a segurança da informação.

O princípio do planejamento, no entanto, pode ser o levantamento das informações geradas por cada setor, de maneira que os envolvidos adquiram uma visão completa dos dados.

Em seguida, é preciso fazer uma análise da criticidade de cada tipo de dado para o negócio e, a partir dessa avaliação, o gestor de TI poderá determinar normas, regras e estratégias de proteção cabíveis a cada equipe.

Elabore a política de segurança da informação

Com base nas informações obtidas no planejamento, é recomendável que a TI da empresa elabore uma política de segurança da informação (PSI). Sem dúvidas, essa atitude é uma ótima prevenção a ameaças internas e externas.

Uma PSI é um conjunto de normas, orientações e regras que devem ser seguidas por todos os colaboradores que têm acesso aos dados corporativos — salientando que eles são um dos maiores patrimônios da empresa. Portanto, a participação dos stakeholders nessa etapa permanece fundamental.

Alguns pontos que são definidos na elaboração de uma PSI:

  • tipos de informações a se gerenciar;
  • hierarquia de acesso aos dados;
  • principais riscos acerca de cada dado e as consequências do vazamento;
  • ativos de TI expostos a ameaças externas;
  • mecanismos e medidas para reduzir as vulnerabilidades da infraestrutura;
  • regras para BYOD (Bring Your Own Device), caso a empresa tenha adotado o conceito;
  • melhores práticas para o uso dos recursos de TI; entre outros.

Como podemos imaginar, existe uma extensa gama de aspectos a serem discutidos na definição das regras de PSI — o nível de complexidade do documento dependerá do porte e da infraestrutura de TI da empresa.

Assim que for confeccionado e aprovado pelo departamento de Recursos Humanos, esse documento deverá ser compartilhado entre todos os funcionários para esclarecer sobre a importância de seguir as recomendações relativas ao uso dos recursos computacionais.

Programe treinamentos para as equipes

Levando em consideração que o staff de uma empresa não se resume em especialistas de TI — ou seja, em um mesmo ambiente trabalham pessoas de diversos departamentos —, é certo que boa parte dos colaboradores pouco sabe a respeito do uso consciente dos dados.

Nesses casos, o investimento em treinamentos para os funcionários é providencial, desde que certos cuidados sejam tomados na hora de contratar uma empresa para fornecer o treinamento — que pode ser ministrado pela equipe de TI, inclusive.

As regras inseridas na política de segurança da informação devem ser claras o suficiente para que o plano de aula seja feito corretamente, evitando que os colaboradores não recebam as devidas orientações e que a medida resulte em prejuízos.

Em suma, o objetivo de manter as equipes bem treinadas é conscientizar os colaboradores sobre a importância de proteger os dados e, principalmente, enfatizar a responsabilidade de cada um para manter o ambiente seguro.

Invista no backup dos dados

O backup é um elemento essencial para a segurança da informação e não pode, em hipótese alguma, ser negligenciado ou ignorado pelas empresas. Porém, mesmo sendo tão importante, ainda é comum que existam empresas que não realizam cópias de segurança dos dados ou que utilizam métodos inadequados para tal.

Acima de tudo, o backup é a única solução que assegura a disponibilidade das informações perante desastres significativos. Os ataques de ransomware, por exemplo, consistem no sequestro de dados que nem sempre são recuperados, mesmo quando a empresa se dispõe a pagar pelo resgate.

Além disso, o ransomware pode se manifestar a qualquer instante. Portanto, os dados sequestrados podem não ter sido copiados a tempo. Nesse caso, se a empresa não faz o backup dos dados ela perderá parte das informações definitivamente — ou pagará muito caro tentando recuperá-las.

Por outro lado, se o backup não é realizado em tempo real — e na nuvem, especialmente —, ela não terá assegurado a integridade de todos os dados. Atualmente, existem meios altamente eficientes de fazer o backup dos dados, como o backup em nuvem (cloud backup) e o backup remoto (armazenamento de cópias em instalações distantes).

Insira a segurança da informação no plano de contingência

Um plano de contingência serve para garantir que a empresa reaja da melhor diante de desastres da melhor maneira possível. Ou seja, ela ter uma série de medidas bem planejadas para eliminar ou mitigar as consequências de um risco.

É possível que você já tenha ouvido falar no plano de contingência como um meio voltado para a disponibilidade dos ativos, porém, hoje a questão é ligada à segurança da informação — afinal, a maioria dos riscos de TI ameaça a integridade dos dados.

O que engloba um plano de contingência em segurança da informação? O objetivo de assegurar a aplicação da PSI em situações críticas, mantendo a comunicação entre os departamentos, de modo que cada membro esteja preparado para agir em meio a incidentes.

As nossas dicas para implantar a segurança da informação na sua empresa podem ser úteis a seus contatos? Ajude a disseminar o conteúdo clicando nos botões de compartilhamento para publicar nas suas redes sociais!

 

Ferramentas de Gestão de processos

4 novas ferramentas que ajudam na gestão de projetos de sua empresa

Toda empresa possui projetos internos. Eles auxiliam negócios a realizar mudanças internas, buscar mais inovação, implementar novas ferramentas de gestão ou atender a demandas externas. Em todos os casos, a maneira como tais iniciativas são gerenciadas é um fator chave para garantir que nada dê errado.

Nesse sentido, a estratégia responsável por garantir o sucesso de um projeto é o investimento em políticas de gestão de projetos. Bem adotadas, elas evitam erros e tornam o fluxo de trabalho mais ágil e eficaz.

Além disso, a companhia pode contar com o apoio de ferramentas de TI. Graças a elas, gestores conseguem otimizar a sua maneira de distribuir rotinas, eliminando gargalos e problemas de comunicação.

Quer saber mais sobre o tema e como a tecnologia pode ser uma ferramenta para tornar a gestão de projetos mais eficaz? Então leia o post!

Gestão de projetos: quando fazer?

As estratégias de gestão de projetos sempre devem ser adotadas pelo negócio. Elas auxiliam o empreendimento a ter uma rotina bem definida, métodos de trabalho claros e objetivos alcançáveis. Dessa forma, todos conseguirão se manter aderentes a prazos e atingir as suas metas facilmente.

Ter uma boa rotina de gestão de projetos garante que o negócio sempre atue com o máximo de performance possível. Profissionais estarão prontos para lidar com problemas e, ao mesmo tempo, saberão o seu papel em cada etapa, maximizando as chances de o projeto atingir os seus objetivos.

Quais os passos de uma política de gestão de projetos?

Projetos corporativos possuem uma série de fases. Cada uma dessas etapas auxilia o negócio a atuar de maneira estratégica, evitando erros e atingindo os seus objetivos facilmente. Confira os principais pontos de cada uma adiante.

Início do projeto

Essa etapa é voltada para planejar e definir quais problemas serão atacados primeiro. Dados devem ser levantados para identificar como o projeto pode impactar o negócio e quais são os pontos chave da iniciativa.

Organização e preparação

Nessa etapa a companhia buscará uma metodologia a ser utilizada, assim como indicadores e estratégias para manter todos com o máximo de desempenho possível. Além disso, são orçados os custos operacionais, definidos os times e o cronograma de cada fase.

Execução

Aqui, todas as etapas planejadas são executadas. Nesse momento, grande parte dos recursos (como matéria-prima) é consumido. Nesse momento, qualquer erro pode prejudicar a entrega do que foi planejado.

Encerramento do projeto

No encerramento, a companhia não só verifica se todas as metas foram atingidas, mas também avalia erros e pontos que devem ser melhorados nas próximas iniciativas. É importante que tudo seja reavaliado, de tal forma que boas práticas possam ser mantidas e aquelas que prejudicam a performance de profissionais sejam abandonadas.

Quais são as 4 ferramentas que auxiliam na gestão de projetos corporativos?

Além de uma boa estratégia técnica, a empresa também pode contar com o auxílio de ferramentas de TI para garantir o máximo de sua capacidade de manter as políticas de gestão de projetos funcionais. Elas tornam equipes mais integradas, otimizam a maneira como processos são distribuídos e auxiliam o gestor a ter uma visão abrangente sobre o negócio. Confira 4 soluções de TI para atingir esse objetivo abaixo!

1. Trello

Baseado no sistema de gestão de projetos Kaban, criado nas fabricas da Toyota e conhecido no mundo inteiro por tornar companhias mais eficientes e inteligentes, o Trello pode ser usado vai web, aplicativos móveis ou no seu desktop. As tarefas são exibidas em cartões, tornando a visualização do progresso de cada rotina mais simples e ágil.

As tarefas podem ser distribuídas para grupos ou profissionais separadamente. Comentários, anexos e outros itens podem ser adicionados a cada cartão, tornando a gestão das tarefas mais completa e eficaz. Além disso, a ferramenta pode ser integrada a serviços como o Google Drive, ampliando as possibilidades para cada time.

2. Wunderlist

O Wunderlist é um aplicativo de distribuição de gestão de tarefas em lista. Ao contrário do Trello, que é baseado em uma metodologia japonesa, esse app utiliza uma abordagem mais simples, mas que, da mesma forma, é eficiente.

Disponível para web, desktop e mobile, o Wunderlist permite a criação de listas de tarefas simples, com anexos, sub-atividades e comentários. Cada rotina pode ser enviada por e-mail ou por um link próprio, dando mais agilidade para gestores compartilharem tudo o que deve ser executado em um projeto.

3. GitHub

O GitHub é hoje uma das principais ferramentas para gestão de repositórios do mercado. Nele, a companhia consegue armazenar e administrar todas as modificações feitas no código de um programa ou alguma de suas dependências.

Fácil de utilizar e ser instalado, o GitHub ganhou espaço no mercado por ser uma solução eficiente e leve para administrar a criação de softwares. Todas as mudanças são rastreáveis e, caso algum erro ocorra, o developer pode revertê-la rapidamente.

4. PM Canvas Web

O PM Canvas Web é uma ferramenta versátil e feita para que profissionais possam gerenciar as suas equipes via web com facilidade. Nele, gestores conseguem realizar a prototipação de cada etapa, dividir em versões o projeto e manter uma estrutura colaborativa dentro de seu time.

E por ser disponibilizado na web, o PM Canvas Web é uma ferramenta versátil e fácil de ser integrada na rotina do seu negócio. Basta ter um navegador atualizado para começar a atuar de maneira estratégica, com etapas sendo gerenciadas com alta precisão e performance. Assim, o negócio pode aproveitar-se dos benefícios dessa solução rapidamente.

As políticas de gestão de projetos corporativos já são consideradas uma das partes mais importantes dos processos de gestão de qualquer negócio. Elas representam um papel-chave em companhias que buscam novas formas de atender a demandas do mercado ou de executar iniciativas internas sem perda de performance.

Com o auxílio da tecnologia, essa rotina ganhou uma nova face. Hoje, empreendimentos podem administrar as suas iniciativas em qualquer lugar, reduzindo custos e criando ambientes conectados e colaborativos.

Dados serão trocados em prazos menores, evitando falhas e o aumento das taxas de retrabalho. E com a possibilidade de errar menos, a companhia será capaz de atingir as suas metas rapidamente.

Agora que você já conhece essas ferramentas de gestão, se aprofunde um pouco mais, baixe nosso e-book com os 7 segredos para uma gestão de projetos de alta performance!

desenvolvimento de projeto interno

Como estruturar uma proposta para o desenvolvimento de um projeto interno

Para que o desenvolvimento de projeto interno seja possível, é necessário que ele passe pela aprovação de várias esferas na empresa. Tanto o setor responsável quanto a área financeira e o alto escalão normalmente estão envolvidos nesse processo.

Convencer a todos pode parecer um desafio. Por outro lado, adotar a abordagem correta impacta positivamente os resultados. Nesse sentido, estruturar uma proposta é o melhor caminho para ter mais chances de receber o sinal verde.

Para que você tenha sucesso nessa tarefa, veja quais elementos incluir e como utilizar cada um deles:

Comece introduzindo o contexto do cenário

É importante que as pessoas saibam por que o projeto interno é relevante e como está a situação atualmente.

Um negócio que já tenha uma boa estrutura de TI, por exemplo, pode não entender por que modernizar outras áreas ou recorrer a soluções mais atualizadas do que as que já são aplicadas.

Nesse caso, é necessário apresentar os resultados atuais do negócio e dos concorrentes, bem como o funcionamento das soluções.

A ideia não é convencer de imediato. Em vez disso, o propósito é fazer uma breve introdução ao tema, para que todas as visões fiquem assentadas e alinhadas.

Apresente a justificativa para o projeto

Na sequência, é o momento de justificar a existência da proposta e do projeto. Não é preciso defender a execução — que será apresentada mais à frente —, mas a ideia envolvida na transformação que será empregada.

Essa é a hora de trazer dados e fatos concretos para a abordagem. É preciso demonstrar o que a empresa está perdendo ao não realizar tais ações ou o que ela pode conquistar ao concretizar a transformação.

Esse elemento precisa ser muito bem fundamentado e tem que apresentar a urgência e a relevância de tudo ser colocado em prática. Muitas vezes, é o que convence o alto escalão a executar o projeto.

Estabeleça objetivos e metas

Para funcionar, qualquer ação precisa ter interesses claramente definidos. No desenvolvimento de projeto interno de uma companhia, isso não é diferente, e os resultados esperados não podem ficar de fora.

É necessário, portanto, apresentar quais são os objetivos com essa realização. Todas as expectativas devem estar claramente apresentadas, de modo que os responsáveis pela decisão compreendam o cenário que será obtido ao final.

No caso do exemplo, a empresa busca melhorar a estrutura de TI, que é o objetivo principal. Dele, podem derivar diversas metas, como a implantação de um novo sistema de automação ou a entrada de tecnologia em uma área estritamente manual.

Isso ajuda a melhorar a visualização de execução, além de orientar sobre quais ações devem ser empregadas.

Realize análises de risco e de viabilidade

Porém, nem tudo que é desejado é, de fato, viável. No desenvolvimento de projeto interno, pode-se chegar à conclusão de que a ação nunca foi feita por não ser adequada à companhia.

Portanto, é preciso realizar e apresentar as análises dessa execução. Faça uma prospecção de riscos e apresente a matriz, determinando quais são os mais importantes ou que têm maior impacto no empreendimento.

Faça também uma avaliação sobre a viabilidade técnica e financeira de execução, de modo a compreender se a empresa possui a capacidade de colocar essa mudança em prática.

Determine o orçamento e os prazos

Com tudo isso apresentado, é o momento de apresentar dois dos elementos mais cruciais: o orçamento proposto e o prazo necessário para o cumprimento da ação.

Como preveem a mobilização de recursos, esses pontos são críticos para que o projeto seja ou não aceito. Orçamentos que são muito elevados, sem que haja um retorno adequado, por exemplo, tendem a ser rejeitados. Da mesma forma, prazos muito longos normalmente trazem problemas para a execução, ainda mais quando o retorno não é proporcional.

Tudo isso deve ser dimensionado segundo as características e necessidades do empreendimento e da tarefa, chegando a valores equilibrados.

Elabore um escopo para a execução

Depois, é hora de estabelecer o escopo, ou seja, definir como tudo será executado se for aprovado. Ele ainda não precisa ser completamente estabelecido, que é o que acontece antes de o projeto ser iniciado.

Esse não é um fator rígido, porque, afinal, trata-se de uma proposta. Mas é interessante definir quais são as etapas de execução e seus prazos aproximados, bem como a metodologia que pode ser empregada.

Determinar que o método Scrum ou o PMBOK será aplicado na modernização do TI da empresa, por exemplo, pode ser uma ação mais eficiente do que deixar isso a cargo de quem avalia.

Esse escopo formará o esqueleto principal da proposta e demonstrará que tudo é, de fato, realizável, como a análise de viabilidade demonstrou.

Defina responsáveis e delegue tarefas

Além de dispor de tempo e de orçamento, o desenvolvimento de projeto interno exige equipe técnica capacitada para desempenhar as funções.

Como quem elabora tem melhor visibilidade inicial sobre quem deve se envolver, é relevante estabelecer possíveis responsáveis por cada tarefa. A delegação demonstra organização na apresentação de proposta, além de denotar quais passos exigem maior atenção.

Mesmo que as escolhas não sejam mantidas após a aprovação, elas já proporcionam uma ideia de quais recursos humanos precisam ser empregados.

Novamente tratando do exemplo, essa etapa provavelmente exigirá profissionais de TI e o próprio suporte das empresas contratadas, de modo a criar os efeitos esperados.

Estabeleça os parâmetros de acompanhamento e possíveis ações

Por fim, estão as métricas de acompanhamento. Elas determinam como a gestão deve acompanhar o andamento do projeto e como a execução pode ser verificada.

A intenção é trazer segurança antecipadamente, de modo a aumentar as chances de o prazo e o orçamento serem cumpridos conforme foi determinado.

Como alguns dos riscos podem se concretizar, também é interessante ter um plano de mitigação e saber quais ações devem ser executadas. Se o novo sistema de automação não der certo, por exemplo, é importante recorrer ao suporte ou revisar processos para garantir a integração.

Com isso, a equipe terá orientações do que fazer se algo sair errado, evitando desperdícios. Ao mesmo tempo, contribui para que a proposta seja bem avaliada e, possivelmente, aceita.

Uma proposta de desenvolvimento de projeto interno que tenha esses elementos se torna muito mais completa e persuasiva. Além de tudo, a empresa ganha segurança e controle, favorecendo a execução das tarefas. Por isso, vale a pena empregar esses passos para melhorar a proposição.

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Mindset

Mindset! Como fazer com que colaboradores pensem como o dono da empresa?

Obrigação ou desafio — o que realmente move os seus colaboradores? Enquanto a maioria dos funcionários realiza suas tarefas diárias com o objetivo de pagar as contas no final do mês, um grupo se destaca por ter um mindset distinto. Essa mentalidade, que os faz pensar como os donos do negócio, é um diferencial importante para o sucesso.

Para a empresa, isso representa uma grande vantagem. Os profissionais com esse mindset são proativos, automotivados, entusiasmados e veem os obstáculos como uma oportunidade para derrubar limites e alcançar resultados extraordinários.

Eles não têm medo de chamar a responsabilidade na hora de tomar decisões que evitam problemas, demonstram jogo de cintura e capacidade de entender e proporcionar a experiência que o cliente deseja.

Como você pode imaginar, todas essas características geram inúmeros benefícios para a empresa: motivação, produtividade, qualidade do trabalho e satisfação do cliente estão entre eles.

Quer saber o que a empresa pode fazer para ter colaboradores assim? Então acompanhe o nosso post!

Selecione seus funcionários a partir do perfil comportamental

Formação é importante e experiência profissional também. Porém, são requisitos que um candidato pode adquirir com algum esforço. Já o perfil comportamental é completamente diferente. Ele é resultado do que a pessoa é, e não simplesmente do que faz.

Portanto, o perfil comportamental deve ser levado em consideração no momento da contratação. Dentre os candidatos mais capacitados, escolha o mais engajado, comprometido e visionário, movido pelos desafios e não só por suas necessidades essenciais.

Para que a seleção tenha condições de avaliar esse mindset, a empresa precisa disponibilizar ferramentas apropriadas para o diagnóstico comportamental. Dessa forma, a escolha pode ser mais acertada.

Crie um senso de propósito

Talvez as pessoas não sejam tão engajadas quando elas acreditam que seu único papel é contribuir para o enriquecimento dos sócios. Porém, quando você mostra a elas que a empresa tem uma missão, é provável que elas queiram fazer parte dessa visão.

Deixar a missão, a visão e os valores da empresa bem claros contribui imensamente para isso. Eles dão não só um senso de propósito, mas mostram às pessoas o que a companhia realmente espera delas.

Assim, elas têm a oportunidade de alinhar o seu comportamento a essas expectativas de forma transparente.

Trabalhe para desenvolver as pessoas

Assim como uma empresa emprega esforços para obter lucro, o colaborador também precisa saber que seu empenho trará resultados para a própria carreira. Por isso, deve haver um trabalho no sentido de desenvolver os recursos humanos da organização.

É importante oferecer um plano de carreira atrativo, que fomente o desejo de crescimento profissional. Outra estratégia útil é a elaboração de um Plano de Desenvolvimento Individual (PDI) com cada colaborador.

Essa é uma maneira de criar um ponto de convergência entre os interesses da empresa e do colaborador, atrelando o aprimoramento pessoal às oportunidades de carreira que a companhia pode oferecer.

Faça do trabalho uma experiência de mentoring

Além do PDI, que mostra ao colaborador o que ele precisa aperfeiçoar para estar apto a disputar outros cargos e posições, cada projeto pode ser uma experiência de mentoring.

Ao receber suas tarefas, o colaborador precisa ter a certeza de que, mais que atividades profissionais, elas são verdadeiras oportunidades de aprendizado. Nesse aspecto, o papel dos gestores é fundamental.

Para realmente proporcionar essa experiência, é preciso que eles se envolvam no projeto. Devem orientar a equipe, atribuir tarefas de acordo com as competências em que cada um se destaca e, mais que isso, mostrar que habilidades eles podem desenvolver com essa atividade.

Ao longo do processo, é importante orientar, dar suporte e oferecer feedback constante. Como consequência, o colaborador entenderá qual é a adequação e o resultado de cada uma de suas iniciativas, que habilidades ele utilizou de forma madura e que outras ainda precisa desenvolver.

Capacite a equipe

Ao acompanhar os projetos, o gestor terá um conhecimento aprofundado dos pontos fortes e fracos de sua equipe. A partir daí, ele tem a possibilidade de prover a capacitação que os membros necessitam para preencher essas lacunas.

Além disso, a capacitação é uma maneira de desenvolver a proatividade dos funcionários. Talvez muitos deles não tenham coragem para tomar iniciativa porque não se sentem bem treinados para enfrentar determinadas situações.

A capacitação é uma estratégia extremamente eficiente para proporcionar aos funcionários as ferramentas que eles precisam para atuar nessas situações. Eles saberão identificar as oportunidades para agir e estarão preparados para lidar com elas.

Permita a experimentação

A gestão da inovação é fundamental nas organizações, já que é um requisito para a sobrevivência no mercado. Porém, para que surjam iniciativas nessa direção, os funcionários precisam ter a segurança de que a empresa os apoia.

Os gestores precisam permitir que os funcionários testem as ideias que eles elaboraram. Eles devem ser orientados sobre como estabelecer uma margem de segurança para suas ações e, então, incentivados a criar hipóteses e testá-las na prática.

Desse modo, além de encontrar novas soluções, as empresas conquistam os colaboradores altamente capazes. Eles participam do processo de criação, desenvolvem um sentimento de pertencimento e fazem parte do processo decisório. Essa valorização contribui para a retenção de talentos.

Reconheça a contribuição

Há muitas formas de reconhecer a importância do trabalhador e suas ideias, e todas elas são importantes. Normalmente, o primeiro aspecto em que as pessoas pensam nesse momento é a remuneração e premiação, e realmente elas têm um papel de destaque.

Porém, para fomentar o intraempreendedorismo — que é quando os funcionários compram uma ideia e se empenham em concretizá-la como se fossem os donos do negócio — é preciso ir além.

Ouça as ideias dos funcionários, mesmo que se trate de algo pequeno. Se possível, implante e avalie as melhorias. Quando elas obtiverem sucesso, atribua os resultados a essa contribuição.

Esse tipo de reconhecimento faz com que eles sintam que seu esforço e valor foram notados e, mais que isso, desperta nos outros colaboradores o desejo de participar.

Assim, logo a empresa terá não apenas um, mas uma equipe de funcionários com esse mindset. O resultado será a alta performance do time, com o consequente sucesso da organização.

E aí, gostou do post? Entendeu como uma empresa pode desenvolver esse mindset em seus colaboradores? Achou interessante? Que tal compartilhar em suas redes sociais e perguntar aos seus amigos se eles têm outras sugestões para produzir esse resultado?

ferramenta de colaboração

Como implementar uma ferramenta de colaboração em projetos?

Atualmente, trabalhar já não significa apenas “cumprir a sua função”. É preciso integrar-se a várias áreas — ainda mais quando o assunto é a execução de projetos. Por isso, contar com uma ferramenta de colaboração — ou com um conjunto delas — é um passo importante para aliar tecnologia e trabalho em equipe.

Ao mesmo tempo, não basta apenas escolher uma ferramenta famosa ou bem avaliada. É preciso que ela faça sentido para a realidade do empreendimento e que seja incorporada da maneira adequada. Para não ter erros nessa tarefa, veja como fazer essa implementação e quais passos devem ser seguidos!

Confira o post de hoje e saiba mais!

Por que a colaboração é tão importante?

Em um mercado cada vez mais competitivo, a informação é um item mais relevante do que nunca. Os seus concorrentes podem até imitar seus produtos ou tecnologias, mas o uso da informação que você possui fará uma grande diferença para a consolidação dos resultados.

Nesse sentido, como uma ferramenta de colaboração garante a troca de informações, ela é fundamental para trazer robustez ao empreendimento. Do ponto de vista dos projetos, é ainda mais necessário que todas as equipes tenham uma visão global do que está sendo feito.

Com isso, o fortalecimento da colaboração gera diversos efeitos positivos, como a diminuição de erros e retrabalhos. Sem ruídos de comunicação, todos conseguem se manter alinhados, de modo a cumprir com o objetivo do projeto.

Também há questões ligadas à produtividade: um trabalho feito com a ajuda de várias pessoas torna-se mais aprofundado sem que ninguém fique sobrecarregado. Na execução de um projeto, a colaboração de vários trabalhadores e equipes garante que os objetivos sejam alcançados com maior facilidade.

Isso leva, portanto, a um ganho de qualidade de execução. Como resultado, fica mais fácil ater-se ao escopo do projeto, cumprir com o prazo e com o orçamento programados e elevar a qualidade das entregas.

Como preparar a equipe para a adoção de uma ferramenta de colaboração?

Para que isso seja possível, o time precisa compreender a importância do trabalho colaborativo. Em muitos casos, isso significa uma mudança de paradigma, já que ainda é muito comum que profissionais e equipes trabalhem individualmente para construir o resultado completo.

Portanto, é preciso preparar o terreno de modo que a transformação seja bem recebida e executada dentro do esperado. Para tanto, vale a pena começar a fazer pequenas integrações entre grupos menores e em projetos menos ambiciosos.

Isso ajuda a estimular o hábito e favorece a conquista dos resultados pretendidos. Também é fundamental alinhar a visão e a atuação de todos os envolvidos, pois a ferramenta de colaboração serve apenas para dar um empurrão e não pode fazer o trabalho sozinha.

Ao fazer com que cada colaborador compreenda a importância do próprio trabalho e como todos podem ser beneficiados com a colaboração, o resultado tende a ser muito mais satisfatório.

Como implementar essa ferramenta?

Depois da etapa de preparação, é hora de colocar a ferramenta em prática. Esse processo deve ser estruturado, de modo a contribuir verdadeiramente para a execução dos projetos. Afinal, a ideia é simplificar os processos, certo?

Nesse sentido, algumas das recomendações mais importantes são:

Identifique as necessidades dos projetos

Nem sempre a ferramenta da moda ou a mais barata dará conta do recado. Dependendo das características dos seus projetos e das exigências das equipes, uma função é mais relevante do que outra.

Com isso, tudo começa com um mapeamento do que é, de fato, indispensável para uma boa colaboração. Enquanto alguns projetos exigem a comunicação em vídeo, outros podem solicitar o compartilhamento descomplicado de documentos ou o acesso a dados e a relatórios.

Para tornar tudo ainda mais fácil, pergunte diretamente aos futuros usuários quais recursos seriam úteis e o que eles esperam de uma abordagem desse tipo.

Use ferramentas aprovadas pelos colaboradores

Quanto mais familiarizadas as pessoas estiverem com uma ferramenta de colaboração em projetos, melhor tende a ser a sua implementação. Por isso, não desconsidere selecionar uma opção que já seja conhecida ou aprovada pelos usuários.

Mesmo que a melhor escolha seja uma ferramenta que não está disponível ao grande público, opte por uma de uso intuitivo e que tenha uma mecânica ao menos parecida com a de outras ferramentas mais famosas. Isso garante o máximo interesse por parte das pessoas e também facilita a conquista de ótimos níveis de produtividade.

Crie um workflow otimizado

Depois de selecionar a melhor opção vale a pena estabelecer um workflow que leve em consideração as melhores formas de usar os recursos que estão disponíveis.

Ao cruzar as funcionalidades com as necessidades de cada projeto, é possível até identificar novos usos para elementos já consagrados, como o compartilhamento de arquivos. Criando um fluxo de trabalho você garante que tudo seja usado corretamente e da melhor maneira possível, de modo a ajudar os usuários.

Contemple um período de adaptação

Por mais que as pessoas conheçam a ferramenta ou que ela seja intuitiva, a implementação dessa mudança ainda exige uma fase de adaptação. É necessário que os colaboradores se acostumem a incorporar as novas funções à rotina de trabalho. Por isso, estabeleça um período de adaptação.

Com a devida orientação, permita que os indivíduos incorporem a ferramenta ao ambiente de trabalho. Nesse momento é provável que surjam dúvidas e dificuldades — estas devem ser resolvidas conforme aparecem. Ao final dessa etapa as pessoas estarão adaptadas ao novo modelo e se tornarão mais colaborativas.

O que fazer após esse processo?

O processo de implementação não acaba quando a ferramenta já estiver sendo usada. Boa parte do caminho já foi percorrida, mas ainda é preciso garantir que essa mudança está gerando os resultados desejados.

Por isso, não abra mão de fazer um acompanhamento de indicadores de desempenho. Veja se a ferramenta de colaboração em projetos está cumprindo o seu papel e ajudando verdadeiramente as equipes envolvidas. Caso apareça alguma incongruência ou gargalo, faça otimizações e adaptações para extrair o melhor desse recurso.

Ao seguir esses passos, implementar uma ferramenta de colaboração em projetos torna-se uma tarefa menos complicada. Como resultado, os projetos se tornam melhores e a produtividade atinge novos níveis.

Para tornar a gestão ainda mais descomplicada, a Project Builder oferece recursos essenciais para o seu sucesso. Fale com um de nossos consultores e descubra como nós podemos ajudá-lo!

Empresa Moderna

Afinal, o que determina uma empresa moderna?

Uma empresa moderna não é determinada pelo seu produto/serviço final, como uma que produza novas tecnologias. Esse título é dado pela forma como ela gerencia seus recursos internos, bem como se antecipa às oportunidades e ameaças do mercado.

Desse modo, é possível afirmar que empresas que trabalham com artesanato podem ser extremamente modernas. Enquanto outras, que desenvolvem tendências de mercado, podem ter seus processos completamente ultrapassados.

Uma companhia moderna lida muito melhor com seus recursos, sabendo otimizá-los para o beneficio de todos os stakeholders. Por consequência, consegue se destacar no mercado, diferenciando-se dos concorrentes e ganhando o coração do seu público-alvo.

Pensando em tudo isso, criamos um guia especialmente para você. Hoje, vai descobrir o que determina uma empresa moderna. Continue lendo e fique por dentro do assunto!

Estruturação de equipes de trabalho enxutas

As companhias mais avançadas desenvolvem seu trabalho com equipes pequenas, seja para a venda de novos produtos ou desenvolvimento de projetos. O motivo é simples: times enxutos são mais fáceis de conduzir, bem como motivar e avaliar os resultados.

Mesmo sendo pequenas em quantidade, as equipes devem ser compostas por pessoas talentosas, com competências complementares e que beneficiem a organização em geral. Também devem se reportar a uma única pessoa, seja o gerente de projetos ou um supervisor imediato.

A questão é, o que é um time enxuto? Para Jeff Bezos, fundador da Amazon, o número de pessoas envolvidas em uma tarefa deve ser alimentado com apenas duas pizzas — o que ficou conhecido como “regra das duas pizzas”. Isso representa uma equipe entre 6 e 8 pessoas.

Também é preciso dar mais autoridade para atuação, deixando de limitar os profissionais às atividades puramente técnicas. Reúna-se com a equipe para elaborar metas desafiadoras, analisar o mercado e desenvolver novas soluções para os problemas.

Construção de uma cultura com foco na inovação

A cultura de uma companhia é representada pelas crenças, hábitos e valores compartilhados internamente. Ela molda a forma como cada trabalhador pensa, age e reage às diferentes situações cotidianas. Mas, afinal, qual a cultura das empresas modernas?

Existem muitos tipos, aliás, cada empresa é singular e tem seu próprio conjunto de crenças, hábitos e valores. Algumas focam mais na produtividade, outras na satisfação dos clientes. Ainda outras, na construção de um ambiente de criatividade e inovação.

A cultura com foco na inovação garante que novas soluções sejam criadas, sempre com ênfase na satisfação dos clientes e na otimização do modelo de negócios. Confira algumas dicas para desenvolvê-la de modo eficaz:

  • reduza o número de procedimentos burocráticos;
  • estimule os colaboradores a pensar como donos do negócio;
  • abrace a experimentação e prototipagem;
  • descentralize o poder da tomada de decisões;
  • melhore os processos de comunicação interna.

Levantamento de indicadores-chave de desempenho

Nas empresas modernas, mensurar os resultados alcançados pelas equipes, áreas ou projetos é quase que uma obrigação. A ideia de gerenciar com base nos palpites é deixada em segundo plano, como deve ser. Veja, agora, alguns dos indicadores mais importantes:

  • nível de satisfação dos clientes;
  • taxa de evasão de clientes;
  • lifetime value;
  • índice de turnover;
  • retorno sobre o investimento;
  • índice de liquidez do negócio.

Esses são apenas alguns exemplos, mas existem muitos outros. Bons indicadores contribuem para que o gestor tome decisões assertivas, atue de forma estratégica no mercado e sempre com foco em resultados reais para todo o empreendimento.

Alguns ainda vão além, compartilham esses indicadores com seus colaboradores, mantendo-os informados sobre o desempenho da empresa ou unidade de negócio. Essa estratégia é conhecida como gestão à vista, e garante mais transparência ao trabalho.

Encorajamento da liderança pelo exemplo

Toda companhia precisa de bons líderes para o seu crescimento, pessoas que atuem como protagonistas e indiquem o caminho correto a ser percorrido. Contudo, nas companhias mais modernas, a ideia de liderança que coage (o chefe tradicional) é dispensada.

A preocupação está em desenvolver líderes que atuem como um exemplo no dia a dia, mostrando — na prática — como as coisas devem ser feitas. O antigo ditado “faça o que eu falo, mas não faça o que faço”, deve ser abolido de qualquer empresa que deseje crescer.

Um líder exemplar é aquele que entrega resultados reais para a empresa, equilibra de forma adequada seu tempo e está sempre disposto a alcançar resultados ainda maiores.

Não por acaso, algumas das empresas mais bem-sucedidas investem bastante no desenvolvimento de líderes do amanhã. Um ótimo exemplo é a Unilever, onde cada trainee (que será um líder no futuro) passa por um programa de capacitação de 3 anos.

Desenvolvimento de OKRs desafiadoras

As metas atuam como uma grande bússola para a companhia, direcionando todos rumo aos objetivos desejados. Mas é preciso saber definir metas inteligentes, geralmente no padrão SMART (específicas, mensuráveis, alcançáveis, relevantes e com tempo bem definido).

Uma variação de meta que tem ganhado cada vez mais destaque é o OKR, acrônimo de Objectives and Key Results (objetivos e resultados-chave). Consiste na definição de um objetivo ambicioso e, depois, seu desmembramento em pequenos resultados-chave.

Veja, agora, um exemplo:

  • OBJETIVO: ser a maior empresa da América Latina;
  • KR1: reduzir a taxa de Churn Rate em 30%;
  • KR2: otimizar o ticket médio em R$1.000,00;
  • KR3: aumentar em 20 pontos o NPS.

Na prática, é importante definir poucas OKRs (uma média de 5) por equipe, garantindo que cada profissional foque no que realmente importa para o crescimento. Se possível, desenvolva 50% das OKRs com os profissionais, assim conseguirá engajar ótimas conquistas.

Implementação de novas tecnologias

Outro ponto comum nas empresas modernas é o investimento em novas tecnologias, capazes de agregar mais rapidez e assertividade aos projetos e tarefas diárias. Mas é preciso estar com o “radar corporativo” apurado, pronto para identificar ferramentas que possam beneficiar o negócio e contribuir para um crescimento fora da curva.

Dentre as principais tecnologias, é possível destacar sistemas que facilitem a comunicação interna empresarial, o desdobramento de metas (ou OKRs) para as equipes de trabalho e a melhor gestão dos recursos empregados em cada projeto.

Nesse sentido, é importante contar com um bom software de gerenciamento de projetos. Além das funções acima descritas, ele também contribui para a formulação de equipes, acompanhamento do estágio dos projetos que estão sendo desenvolvidos, facilita a aprovação de propostas, o monitoramento de KPIs, dentre muitas outras funções.

Essas são as principais características que representam uma empresa moderna. Ao aplicá-las em sua companhia, conseguirá estar à frente da concorrência. No final, terá clientes mais felizes, funcionários motivados e um empreendimento muito mais próspero.

Se você gostou do nosso conteúdo e está pronto para modernizar seu empreendimento, aproveite para assinar nossa newsletter e ficar sempre por dentro das nossas novidades!

Product Lifecycle Management

PLM – Product Lifecycle Management: entenda o que é!

O termo PLM significa, em português, gestão do ciclo de vida de produtos. Pode significar uma abordagem mais ampla de gestão ou mesmo um software específico que permita essa abordagem.

No mercado, há fornecedores de Product Lifecycle Management que dispõem de sistemas similares com funções variadas, conforme a origem de cada um. Saiba mais sobre PLM, lendo o post!

Os sistemas PLM conforme sua origem

Vejamos como os sistemas PLMs se dividem de acordo com sua origem.

Fornecedores de ERP

Primeiro, existem os sistemas de Product Lifecycle Management dos fornecedores de ERP. Os ERPs, antigamente, apresentavam módulos simples de engenharia — consistiam apenas na inserção dos dados de engenharia na base de dados do sistema ERP.

Aos poucos, os ERPs foram incorporando outras funções, mais avançadas, integrando soluções aos sistemas PDMs. Os PDMs, por sua vez, foram incorporando soluções de gestão de projetos. Certos fornecedores de ERPs passaram a produzir seus próprios módulos PDMs, integrados aos módulos financeiros, conferindo maior competitividade aos sistemas PLMs.

Essa mudança permitiu dividir os ERP em 3 suítes de sistemas:

  • CRM (gestão de gerenciamento do cliente);
  • SCM (gerenciamento da cadeia de suprimentos);
  • PLM.

Fornecedores de CAD/CAE

As empresas fornecedoras de CAD/CAE incorporaram funções de gestão de arquivos às soluções de seus sistemas. Também passaram a se associar a sistemas PDM ou a comprá-los.

Assim, os sistemas são unificados e permitem também interface com ERPs, pois necessitam de integração com funções que dão suporte aos processos produtivos e de gestão de finanças.

Fornecedores de PDM

Com o desenvolvimento dos PDMs, seus fornecedores ficaram especializados em certos nichos. Criaram interfaces com as soluções CAD/CAM mais famosas e também com os ERPs.

Assim, os PLMs envolvem todas as funções dos sistemas PDM/EDM/GED, CAD/CAE/CAM/CAPP, de gerenciamento de projetos, estando profundamente integrados com sistemas ERPs (CRMs e SCMs).

Enfim, o PLM é um sistema integrado que administra todas as informações e o processo de desenvolvimento de produtos.

As funcionalidades genéricas do Product Lifecycle Management

A base de um Product Lifecycle Management é a gestão de documentos (GDM) e a gestão dos dados da configuração de produtos (PDM). Eles são módulos acionados por usuários na efetivação de qualquer operação de desenvolvimento de produtos.

Na parte central de um PLM estão funções genéricas que apoiam a colaboração entre usuários que estão distribuídos geograficamente e a integração entre diferentes tipos de sistemas.

O nível mais inferior de colaboração envolve ferramentas simples de comunicação e compartilhamento de informações (e-mails, diretórios compartilhados na internet). O nível mais avançado de colaboração envolve, entre outras coisas, a gestão de projetos e o desenho compartilhado de elementos da internet.

Essas funções dão suporte e podem ser usadas pelos demais módulos, sendo o ponto de acesso um portal flexível. Esse portal permite a personalização conforme o perfil do usuário. A integração contempla toda a tecnologia que apoia a troca de dados entre diferentes aplicativos diferentes e também dá transparência ao trabalho colaborativo.

Outra característica central do Product Lifecycle Management é a existência de aplicativos que possibilitam criar informações e documentos associados aos produtos e seus SSCs (Sistemas, Subsistemas e Componentes). Esses aplicativos são CAD/CAE/CAM/CAPP e assim por diante.

Existem também aplicativos de gestão de programas, os quais contemplam a gestão de portfólios de projetos e dos próprios projetos. Pode-se definir um programa como uma série de projetos em desenvolvimento.

Todas essas funções podem ser encontradas em qualquer PLM — exceção feita para as funcionalidades de criação, que só podem achadas em PLMs desenvolvidos pelos fornecedores de CAD/CAE.

A gestão de conhecimento

Outra função importante do Product Lifecycle Management é a gestão de conhecimento. Essa função só pode ser encontrada em alguns sistemas de PLM. Contudo, as funcionalidades de gestão de conhecimento podem mesmo se confundir com as de GED. Todas as vezes em que há conhecimento explícito registrado em documento, a gestão é efetuada por GED.

Para determinar a gestão de conhecimento propriamente dita, é preciso levar em conta algumas funções extras:

  • gestão de arquivos não estruturados (por exemplo, notas e comentários sobre documentos);
  • registro de melhores práticas e de lições aprendidas;
  • currículo de candidatos;
  • ligação lógica entre todos os elementos anteriores.

As outras funções do Product Lifecycle Management

As outras funções de um PLM integram módulos específicos, os quais são soluções oferecidas por determinados fornecedores.

A busca e cotação de material, funcionalidade como e-procurement, dá suporte às atividades de aquisição de material. A gestão de ativos dá suporte às atividades de manutenção de equipamentos e de outros bens que são usados no PDP (Programmable Data Processor).

A gestão de qualidade envolve funções associadas a:

  • sistema de gestão de qualidade (gestão do manual de qualidade, registros, orientações);
  • controle de qualidade (gerenciamento do laboratório de metrologia, controle de estatísticas, gestão de ensaios, de atividades de inspeção, de testes, de calibração e outras coisas);
  • auditoria de qualidade.

A gestão de requisitos sistematiza todos os requisitos e seus desdobramentos, com a finalidade de reutilizá-los e validá-los durante o decorrer do PDP.

O gerenciamento de times, por sua vez, apresenta funções que se integram a aplicativos de gestão de recursos humanos, destinados à busca de competências (seleção de pessoal), organização da equipe, alocação (integração com sistema de gerenciamento de projetos) e recompensas.

Finalmente, a gestão do meio ambiente se responsabiliza pelos padrões técnicos e normativos relacionados à operação e ao planejamento relacionado ao fim de vida do produto.

Os benefícios do Product Lifecycle Management

Por meio do Product Lifecycle Management, torna-se possível compreender o funcionamento completo do ciclo de produção. A empresa poderá, então, identificar com mais precisão os pontos fortes e fracos do sistema operacional. Fica mais fácil deixar de lado práticas nocivas e recorrer à adoção de procedimentos benéficos que favoreçam o alcance dos objetivos e metas da empresa.

O PLM também favorece uma compreensão otimizada do mercado, tornando bem mais simples o processo de criar e desenvolver produtos novos, ampliando os percentuais de market share (participação individual de uma empresa na venda de determinado produto no mercado). Outros benefícios que podem ser elencados são:

  • maior produtividade;
  • aperfeiçoamento no atendimento das demandas;
  • redução dos custos de produção e de manutenção do ciclo de vida dos produtos;
  • redução do tempo entre a confecção de um produto e sua comercialização no mercado;
  • gerenciamento e medição de riscos e sucessos dos novos produtos;
  • melhorias em cada etapa do ciclo de produção;
  • aumento do potencial competitivo.

Agora que você tirou suas dúvidas sobre o Product Lifecycle Management, não deixe de seguir nossas páginas nas redes sociais para conhecer melhor o nosso trabalho: Facebook, Twitter, LinkedIn!

Controle de Projetos

Para refletir: você faz uma boa gestão e controle de projetos?

A gestão e o controle de projetos ganharam um papel de destaque dentro das companhias, grandes e pequenas. E não é para menos, boas iniciativas contribuem para a robustez e crescimento dos negócios, bem como sua diferenciação no mercado.

A questão é: você faz uma boa gestão nesse sentido? Extrai o máximo que pode dos processos, métodos e equipes de trabalho? Se sim, parabéns! Mas, é certo que alguma coisa pode ser aperfeiçoada, garantindo resultados ainda melhores no futuro.

Pensando nisso, criamos um guia para você. Continue a leitura e conheça boas práticas para gestão e controle de projetos. No final, conseguirá direcionar seu time, eliminar gargalos, utilizar métodos e a tecnologia em seu favor. Boa leitura!

Adequada condução do time de trabalho

Nenhum projeto é executado sozinho, é preciso de outras pessoas para transformar um plano em realidade. Por isso, todo gestor deve saber como liderar eficazmente a sua equipe, mantendo-a motivada ao longo de cada etapa do projeto.

Para começar, é preciso compreender que nem todo grupo de funcionários é uma equipe. Um grupo é apenas um coletivo humano. No caso da equipe, há comprometimento, sinergia e um objetivo muito claro. Veja, agora, alguns pontos que precisam ser desenvolvidos:

  1. defina um propósito claro de atuação;
  2. desenvolva a percepção de confiança e credibilidade;
  3. desenvolva as competências constantemente;
  4. insira desafios cada vez maiores;
  5. seja um líder de alto desempenho.

A motivação também precisa ser trabalhada. Dentro da equipe, estabeleça um forte senso de meritocracia, em que cada profissional é reconhecido e recompensado pelos resultados. Defina recompensas que sejam desejadas e adequadas à complexidade das tarefas.

Investimento em qualidade e fluidez dos processos

Muitos gestores observam os custos de investir na qualidade, como avaliações, testes e pesquisas de mercado — e acham caro! O problema é que deixar de investir custa muito mais e pode comprometer todo o projeto, afundando-o em problemas, erros e conflitos.

Ao investir na qualidade, um importante aspecto refere-se à fluidez dos processos diários. Lembre-se que toda sequência contínua de atividades com um objetivo é um processo — incluindo o planejamento, prototipagem e controle do projeto.

Para tanto, é preciso agir em dois sentidos:

  1. identificar os “gargalos” que precisam ser eliminados;
  2. criar um fluxograma de como o processo deve efetivamente funcionar.

Essa nova “roupagem” deve ser apresentada aos profissionais, garantindo que todos entendam com clareza o passo a passo. Com isso, será possível manter todos alinhados, mitigar o desperdício de recursos e subsidiar resultados fora da curva.

Condução do tempo e prioridades diárias

Sem qualquer dúvida, o tempo é um dos recursos mais importantes para o gestor de projetos, devendo gerenciá-lo com eficiência. Caso o assunto seja negligenciado, é provável que o escopo inicial não seja obedecido, influindo em multas e problemas para toda a companhia.

A gestão do tempo refere-se às pequenas coisas do dia a dia, como as pequenas tarefas necessárias para que o projeto esteja mais próximo do encerramento. Para tanto, uma importante metodologia é a matriz do tempo. Ela divide as atividades diárias em:

  1. importantes e urgentes — devem ser feitas o mais brevemente possível;
  2. importantes e não urgentes — devem ser planejadas e executadas;
  3. não importantes e urgentes — devem ser delegadas;
  4. não importantes e não urgentes — devem ser eliminadas do escopo.

Existem outras técnicas que podem ajudar a extrair melhores resultados do tempo, como fazer reuniões em pé ou travar a quarta-feira para resolver problemas de toda a semana. Ainda é possível destacar os sistemas de gestão de projetos, que ajudam na definição de cronogramas.

Levantamento de indicadores-chave de desempenho

Você já deve ter ouvido falar bastante sobre KPIs, os famosos indicadores-chave de desempenho. Com eles é possível identificar o grau de resultados obtidos com determinada ação. A questão é: quantos deles você utiliza para monitorar os resultados do projeto?

Veja, agora, alguns dos mais importantes:

  1. rotatividade dos funcionários envolvidos;
  2. índice de quebras;
  3. custo médio por produção;
  4. nível de produtividade;
  5. taxa de absenteísmo do time;
  6.  retorno sobre o investimento.

É preciso saber como calcular e monitorar continuamente cada KPI, observando-o para promover melhorias na gestão de projetos. Ao mensurar os resultados obtidos, fica muito mais fácil controlá-los e garantir que alcancem as expectativas iniciais.

Cada um desses indicadores deve ser acompanhado por uma boa base de dados, como um sistema de gestão de projetos ou planilha sempre atualizada. O volume, veracidade e velocidade dos dados são indispensáveis para contar com bons KPIs.

Aprimoramento da comunicação interna empresarial

A comunicação sempre vai existir na execução dos projetos, seja ao enviar um e-mail para seu subordinado, bater um “papo” ao pegar o elevador ou fixar um aviso no mural de recados. O problema é que nem sempre acontece de forma adequada, ocasionando diversas perdas.

Por isso, é preciso melhorar o diálogo com a equipe, planejando o fluxo das informações (ascendentes e descendentes), os canais que serão utilizados (murais, sistemas especializados, aplicativos mobile) e os resultados esperados. Com um bom diálogo, é possível:

  1. manter a equipe alinhada e comprometida;
  2. otimizar a sinergia no trabalho;
  3. eliminar o número de conversas paralelas;
  4. mitigar o número de erros operacionais.

É importante sublinhar o papel do líder de equipe para uma boa comunicação. É seu dever cascatear as informações adequadas, além de ouvir e dar bons feedbacks (positivos e negativos) aos seus subordinados. O líder deve ser o primeiro a se comprometer.

Aplicação de tecnologias exponenciais

Tudo tem mudado a passos largos. Hoje, é possível falar na indústria 4.0 (ou quarta revolução industrial) e seus impactos dentro de todos os segmentos mercadológicos. Gestores que não se adaptam a essa realidade podem sofrer sérios problemas no que fazem.

Para a gestão de projetos, existem softwares específicos que auxiliam em cada uma das etapas — do início ao encerramento. Com eles, é possível melhorar a liderança do time, criar cronogramas, medir a produtividade, estabelecer metas e muitas outras coisas.

Com a tecnologia adequada, o projeto pode ser beneficiado em termos de:

  1. redução de custos;
  2. padronização das atividades;
  3. alinhamento da equipe;
  4. celeridade e assertividade nas tarefas;
  5. adequação aos padrões do PMBOK, PM Canvas, etc.

Para escolher um bom sistema, é importante encontrar um fornecedor que já tenha bastante experiência no assunto, ofereça uma boa assistência e suporte completo. Se possível, realize um teste gratuito e veja de que forma se adéqua à sua necessidade.

Veja, agora você pode dizer com mais certeza se faz uma boa gestão e controle de projetos. Se ainda não aplica algum dos pontos citados, aproveite para implementá-lo e garantir melhores resultados para você, seu projeto, empresa e time de funcionários.

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como lidar com o fracasso

Como lidar com o fracasso de projetos?

Nem sempre estamos preparados para o fracasso de um projeto, não é mesmo? É muito difícil ver todos os esforços empreendidos tendo maus resultados. Porém, as perdas acontecem e, no mundo dos negócios, elas são até muito comuns. O segredo é saber usar os insucessos para aprender cada vez mais e superar os obstáculos.

Mas esse processo não ocorre rapidamente. É preciso aplicar diversas estratégias para enfrentar a situação. Quer saber como lidar com o fracasso em projetos? Então continue lendo!

Se permita vivenciar a frustração

Uma falha comum que as pessoas cometem é negar a frustração depois de um grande insucesso. Porém, essa é uma atitude que não ajuda a melhorar a situação. Afinal, você tem um problema nas mãos e ignorá-lo só vai piorar as coisas.

Assim, permita-se vivenciar a frustração. Acolha a gravidade da situação e observe todos os pontos do projeto que deram errado. Isso é necessário para que você tenha uma apreensão adequada da realidade. Não é efetivo negar o que aconteceu. Pelo contrário: é necessário observar o problema e receber a realidade como ela se apresenta. A frustração é parte desse processo.

Converse sobre o que aconteceu

Conversar sobre o fracasso com pessoas que não são da empresa pode ser uma boa opção. Ao dialogar com entes próximos, haverá a oportunidade de se expressar, ouvir conselhos e contar com apoio. Parentes e amigos podem oferecer um amparo importante para que você recupere as forças.

Além disso, ao ouvir outros pontos de vista, é possível enxergar coisas que antes não eram tão visíveis. Dessa forma, será possível aprender mais sobre a situação e avaliar tudo de maneira diferenciada. Isso pode ajudar na elaboração de soluções e no planejamento de estratégias de enfrentamento do problema.

Conversar com pessoas próximas pode ajudar também no alívio da culpa. Afinal, você tem responsabilidades no projeto, mas isso não significa que tudo o que aconteceu foi por sua causa. Dialogar poderá ajudá-lo a repensar sua visão da questão.

Dê um tempo do projeto

Um fracasso provoca um grande abalo em toda a equipe. Assim, não é benéfico tentar resolver os problemas de imediato, a não ser que não haja outra alternativa. Dê um tempo para si e para o time. Todos devem estar muito estressados com os maus resultados e partir para o trabalho de uma vez pode gerar efeitos ainda piores.

Agir de forma precipitada e imediatista não é uma boa ideia, porque pode provocar ainda mais problemas. Procure dar um tempo para se distrair, evitando pensar no projeto. Quando você estiver mais calmo, será possível avaliar as questões com mais clareza.

Faça uma avaliação dos fatos

É necessário revisar todas as atitudes realizadas durante a execução do projeto para identificar exatamente onde você e a equipe podem ter falhado. Não tenha medo de assumir os erros, pois, para efetuar mudanças, é preciso primeiramente reconhecer a realidade. Faça uma análise racional de todas as medidas tomadas e pontue as questões problemáticas.

É com essas observações que você poderá diagnosticar quais foram as falhas ao longo do percurso que provocaram o fracasso. Isso é importante para planejar melhorias e para a remediação das questões. Lembre-se também de que todos os participantes do trabalho fizeram o melhor que puderam dentro do que era possível. O importante agora é utilizar os erros para moldar estratégias para ações mais efetivas.

Conte com a ajuda de colegas e do networking

Ao longo dos seus anos de experiência de trabalho, você conheceu uma série de contatos no empreendimento, ajudando parceiros e fazendo várias trocas com os colegas. Agora, em um momento complicado, é possível buscar o apoio dessa rede para enfrentar o insucesso.

O networking certamente pode oferecer suporte e ajudar no planejamento de estratégias para remediar as questões. Certamente, se você fez bons laços ao longo da carreira, haverá a chance de contar com ajuda nessa hora difícil.

Parceiros que já passaram pelo mesmo tipo de situação podem saber como desenvolver soluções e como lidar com o fracasso. Além disso, o networking também pode oferecer apoio na manutenção da sua imagem no negócio, que pode ter sido um pouco prejudicada.

Faça várias tentativas

Após uma tentativa fracassada, é comum ter pensamentos de desistência. Porém, é preciso olhar para frente e fazer novas tentativas. Afinal, uma derrota não garante que as tarefas seguintes serão um insucesso.

Se houver algo do projeto que possa ser aproveitado, utilize isso para recomeçar. Em seguida, volte a planejar ações dentro do que é possível e das oportunidades que você tem. Tenha motivação para tentar novas experiências, sabendo que o que foi vivenciado foi um aprendizado e que agora é possível evitar cometer os mesmos erros.

Tente quantas vezes for necessário e não desanime. Grandes trabalhos de empreendedores começaram a partir de muitos fracassos.

Busque inovar para lidar com o fracasso em projetos

Você pode tentar uma estratégia inovadora para remediar o projeto que fracassou. É fundamental investir em propostas criativas. Para isso, é importante fazer uma avaliação racional da ideia e, se ela for aprovada, colocá-la em prática. Isso pode trazer resultados bons para o empreendimento e melhorar a sua imagem diante dos outros profissionais da empresa.

Ouvir os colaboradores também pode ser uma boa proposta, pois eles podem ter diversas alternativas construtivas para sugerir. Assim, abra espaço para os profissionais expressarem suas ideias e trazerem contribuições. Dessa forma, vocês podem desenvolver soluções em conjunto.

Lidar com o fracasso de projetos é um verdadeiro desafio, mas você pode aplicar uma série de estratégias para isso. É importante vivenciar a frustração e dar um tempo do trabalho para reorganizar suas ideias. Conversar com colegas e parentes também pode ser importante para a sua recuperação.

A partir daí, é importante avaliar os fatos racionalmente, investir em ideias inovadoras, reorganizar o trabalho da equipe e contar com a ajuda de parceiros no trabalho. Com essas atitudes, você certamente terá resultados melhores.

E então? Gostou de saber como lidar com o fracasso em empreendimentos? Confira também nosso post sobre as principais razões pelas quais os projetos dão errado!

auditoria de projetos

Veja por que você deve considerar fazer uma auditoria de projetos

A palavra “auditoria” deixa muita gente com o cabelo em pé. Concorda? Não seria diferente com a sua variável, a auditoria de projetos. Quem, contudo, pensa assim, não conhece seu verdadeiro significado. Trata-se, na verdade, de um conjunto de estratégias que permite monitorar os programas e metas das organizações.

Grosso modo, é executada uma checagem minuciosa, como um “raio-X” do projeto. São verificados o progresso em relação ao cronograma, o desempenho financeiro e os pormenores técnicos, como produção e distribuição. O objetivo é tornar o projeto eficiente. Como? Reduzindo riscos e sugerindo novas oportunidades de melhoria.

Ficou interessado? Então leia mais neste post, onde apontamos os principais benefícios desse procedimento para as organizaçõesConfira!

Manter o planejamento nos trilhos

auditoria de projetos indica os desvios e as maneiras pelas quais se pode encontrar as possíveis soluções. Eventuais falhas são detectadas precocemente, o que permite à instituição corrigi-las de forma antecipada. Todos ficam sabendo sobre o status dos empreendimentos: o que já foi feito, o que ainda falta fazer, o que está impedindo os avanços e como remover esses obstáculos.

Assim, até o gargalo de produção de uma fabricação ainda não iniciada pode ser previsto, o que amplia a conformidade. Com precisão cirúrgica, a avaliação é capaz de destrinchar até mesmo informações sobre contratos. Seus funcionários estão mesmo atentos às cláusulas sobre prazos? Quanto pode ser perdido com multas?

Os balanços fornecerão essas e muitas outras respostas. No caso de documentos ainda não firmados, o monitoramento é eficiente em reconhecer itens desinteressantes para a companhia, protegendo-a de perdas.

Evitar prejuízos

Os estudos incluem ainda a auditagem sobre a viabilidade econômica do projeto, de acordo com a realidade do mercado. A empresa fica sabendo, entre inúmeras outras informações, se as cotações e preços dos insumos estão sendo atualizados da maneira e no ritmo corretos.

Importante destacar que, nem sempre, o apontamento de problemas na área financeira significa fraude. Imagine, por exemplo, uma indústria papeleira que compre madeira. Ela já conta com seus fornecedores, há anos, respeitáveis e confiáveis. Uma auditoria de projetos possui know-how para sugerir a associação em cooperativas, por exemplo, para aquisições por preços menores.

A perspectiva de inadimplência em determinados setores e as sazonalidades, tanto desfavoráveis como convenientes, também passam pela peneira dos auditores. O mesmo acontece com os pagamentos para mão de obra e abastecimento.

Abrir as portas para novos negócios

Mais uma habilidade desse acompanhamento é descobrir as brechas para expansão do negócio. Uma das ferramentas usadas para esse fim é a análise SWOT, que divide o empreendimento em dois ambientes: externo e interno.

No primeiro caso, o diagnóstico é feito com um olhar de dentro para fora. Desse modo, são definidas as chances de crescimento e assinaladas as ameaças. Na direção inversa, voltada para dentro, a SWOT pontua as forças e as fraquezas de uma instituição.

A estimativa de mercado é outro quesito incluído no pacote. Há pretendentes a novos investidores? Possibilidade de uma fusão, aquisição ou até a venda de ativos obsoletos? As verificações são competentes também para identificação de novas demandas. Nesse sentido, as auditorias de projetos podem, portanto, ajudar a aumentar o faturamento da empresa.

Melhorar a imagem da empresa

Corporações cujos empreendimentos são auditados demonstram intenção de transparência, o que vem sendo cada vez mais valorizado pelo mercado. As práticas de compliance, que significa “estar em conformidade com leis e regulamentos” vêm sendo adotadas pelas marcas mais renomadas.

Uma pesquisa mostra que 12% das indústrias brasileiras não tinham setores de compliance em 2015. Em 2016, a quantidade de companhias sem esse departamento reduziu para 8%. Ou seja: os investimentos em boas práticas estão aumentando dia após dia.

Mas o que isso tem a ver com as auditorias de projetos? É que a retidão organizacional tem conquistado papel relevante para a sociedade, o que inclui novos investidores. Os planos que passam por verificações, portanto chegam ao mercado com mais credibilidade.

Também é um benefício o aprimoramento da qualidade dos relacionamentos entre os colaboradores. Isso porque a definição das metas e as responsabilidades pelas falhas são milimetricamente medidas pelas averiguações. Não sobra tempo nem lugar para “empurra-empurra” ou “diz que me diz”. O resultado disso é menos desentendimento e mais união.

Impedir fraudes

Um dos principais objetivos das inspeções é revelar distorções. É um aspecto espinhoso do assunto, no entanto é preciso enfrentá-lo com a seriedade que o tema exige. Afinal de contas, nenhum gestor quer imperfeições em seu planejamento, seja por omissão ou por manipulação, não é mesmo?

Esses levantamentos costumam causar certo desconforto em qualquer ambiente de trabalho. Por isso, uma das premissas da auditoria é a cordialidade e a transparência de quem investiga. As apurações são impessoais e incidem sobre fatos.

Ao separarem deslizes comuns de fraudes, as análises tornam-se mais um fator a favor do aperfeiçoamento nas relações dentro de uma companhia. Como? Elas valorizam os funcionários íntegros e honestos. A punição de um colaborador fraudulento denota que a seriedade é um valor de magnitude para a firma.

Os projetos são as armas de qualquer instituição para alcançar seus objetivos. Auditá-los nada mais é do que garantir a eficácia dos planos detalhadamente. Se eles não são bem-sucedidos em sua execução, dificilmente uma empresa vai dar o próximo passo rumo à evolução.

Essas verificações alimentam o corpo gestor com informações colhidas a partir de um olhar crítico e independente sobre os métodos. Esses balanços, no entanto, não passam por cima dos gerentes de projetos, ao contrário. O sucesso desses exames está intrinsecamente ligado à participação de todos os níveis da corporação. Por isso, as apurações têm como uma das consequências a melhora da convivência.

Os líderes, evidentemente, representam uma das principais peças da engrenagem. São eles quem vão fornecer a base de dados, os documentos necessários e as diretrizes mínimas para que a vistoria tenha seu start. O acompanhamento técnico e independente, assim sendo, só agem no sentido de beneficiar o negócio.

Viu quantos benefícios a auditoria de projetos pode trazer? E não é só isso. Organizações cujas iniciativas são auditadas sinalizam à sociedade preocupação com a governança corporativa. Por meio dela, são estreitados os laços entre sócios, conselho de administração, diretoria, órgãos de fiscalização, trabalhadores, comunidades vizinhas às sedes e clientes.

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