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Implementação de novas tecnologias

Como preparar a equipe para a implementação de novas tecnologias?

Em um mundo de constante evolução tecnológica, uma das certezas que temos é que mudanças vão ocorrer tanto na nossa vida pessoal quanto na profissional. Nesse cenário, implementar tecnologias passou a ser visto pelas empresas como uma forma de melhorar processos e atingir resultados mais facilmente.

Porém, a velocidade com que as mudanças ocorrem fez com que novos sistemas e ferramentas, metodologias mais avançadas e equipamentos mais sofisticados trouxessem inquietações para os colaboradores nos mais diversos setores empresariais. O novo, o desconhecido e a mudança geram desconforto nas pessoas, independentemente do cargo que ocupam.

Como essas mudanças são inevitáveis, o grande segredo é conseguir ajustar toda a empresa para que os impactos sejam os menores possíveis. O objetivo deste post é apresentar algumas dicas para que você seja capaz de preparar a sua equipe. Além de orientações para engajar todos os colaboradores e mantê-los receptivos às inovações, mostraremos os passos necessários para a implementação de novas tecnologias.

Gostaria de saber um pouco mais sobre o assunto? Confira este conteúdo e fique por dentro!

Por que é fundamental preparar a equipe antes da implementação de novas tecnologias na empresa?
A implementação de novas tecnologias traz muitos benefícios. Porém, os procedimentos também geram resistência dos colaboradores que ficam inseguros com a chegada de novidades. Isso atrapalha a produtividade da organização e o rendimento dos funcionários, causa insatisfação e estresse para as equipes. Por esse motivo, é indispensável prepará-las para receber as inovações como algo positivo e benéfico.

É importante explicar para todos os envolvidos que as tecnologias são necessárias para otimizar as atividades de todos os setores empresariais, visto que elas fornecem dados que auxiliam os gestores na tomada de decisões mais assertivas. Além disso, melhoram a agilidade dos processos e aumentam a qualidade dos serviços ou produtos. Elas trazem excelentes resultados:

viabilizam soluções com segurança;
melhoram o controle por parte dos gestores;
aprimoram a comunicação interna;
auxiliam na interação entre os funcionários;
possibilitam a identificação e resolução de problemas;
ajudam no alcance de metas;
reduzem custos;
aumentam lucros;
aceleram o crescimento organizacional.
Com isso, a organização torna-se mais competitiva no mercado e poderá superar a concorrência. Essas melhorias trarão novas oportunidades para os colaboradores que já fazem parte da empresa com o surgimento de novos planos de carreira. Podem até ampliar o número de vagas se os administradores decidirem investir os recursos na ampliação dos negócios.

Ao trazer novas tecnologias, todos os setores a qual esta novidade seja aplicada se beneficiarão diretamente. Por exemplo: ao optar pelo aluguel de notebooks com tecnologia de ponta, as tarefas dos funcionários são facilitadas, trazendo junto novas oportunidades de capacitação e crescimento pessoal, assim como aumento da produtividade.

Quais são as consequências de não planejar adequadamente essa estruturação?
Para aproveitar todas as vantagens oriundas das inovações tecnológicas é fundamental fazer um planejamento adequado. Além de selecionar os fornecedores e ofertar treinamentos para parceiros e colaboradores, os líderes precisam conhecer profundamente as necessidades da empresa. Ao implementar as novas tecnologias, não deve-se desativar todas as soluções já utilizadas ao mesmo tempo.

Os sistemas anteriores terão que ser substituídos de forma gradual com o acompanhamento da adaptação dos usuários. Com isso, será possível retornar ao uso da solução antiga até que seja identificada uma alternativa viável. Se você decidir fazer grandes investimentos em tecnologia sem avaliar a capacitação dos colaboradores, poderá desperdiçar recursos e enfrentar diversos contratempos.

Provavelmente precisará optar entre treinar os funcionários enquanto as suas funções ficam paralisadas, ou fazer uma seleção de pessoas que já estejam preparadas para o manuseio das tecnologias. Não importa qual seja a escolha, vai gastar tempo e dinheiro para solucionar os problemas. O ideal é implantar gradualmente as soluções inovadoras e ir treinando as suas equipes.

Uma boa ideia é escolher os profissionais que sentem vontade de aprender sobre as inovações tecnológicas e treiná-los primeiro. Depois, eles vão transmitir o conhecimento obtido aos colegas de trabalho que assimilarão os novos métodos durante a rotina. Consequentemente, haverá colaboração entre os integrantes dos times e um esforço conjunto para a adoção das novidades.

Qual é a importância de executar um processo de implementação de novas ferramentas bem estruturado?
Toda empresa de sucesso reconhece o papel de destaque que a tecnologia pode ter para a criação de serviços e processos mais inteligentes. Ao longo dos últimos anos, o uso da TI se tornou fundamental para auxiliar empreendimentos de vários setores a otimizar seu ambiente de trabalho por meio de benefícios como a redução de custos, a integração de equipes e o aumento da automação.

Mas, para que a empresa possa realmente aproveitar os benefícios de uma ferramenta de TI, é fundamental que a implementação de tecnologia seja feita com cuidado. É preciso avaliar corretamente uma série de fatores que possam garantir baixo risco sobre o retorno obtido com o investimento e mitigar a possibilidade de a solução apresentar uma performance abaixo da esperada.

Uma solução para o gerenciamento integrado de projetos, por exemplo, deve ser integrada ao ambiente operacional considerando fatores como a segurança digital, o seu uso pelos diferentes times internos e as normas da empresa.

Isso auxilia o time de TI a realizar uma instalação mais robusta, capaz de evitar cenários de risco e entregar ao usuário uma aplicação eficiente e alinhada com as suas necessidades. Dessa forma, o resultado obtido com a ferramenta sempre será o melhor possível.

Quais são os passos necessários para implementar tecnologias com qualidade?
Como apontamos, integrar tecnologias ao ambiente de trabalho exige cuidados. A empresa precisa estar preparada para evitar cenários de risco e garantir que a solução tenha uma boa performance em médio e longo prazo. Veja abaixo os 14 passos para conseguir realizar esse feito e integrar a TI ao seu dia a dia sem problemas!

1. Defina qual tecnologia será utilizada
A definição de qual tecnologia será implementada deve ser feita preliminarmente. Em algumas situações, esse ponto exige a montagem de uma equipe interna, que ficará incumbida pela definição da solução que será utilizada.

Essa solução pode ser um sistema de gestão empresarial, uma nova metodologia de desenvolvimento de produtos, um novo planejamento e controle da produção ou até mesmo a utilização de novas ferramentas de automação de escritórios.

Implantações de ERP (Enterprise Resource Planning) exigem que todo um estudo de aderência do produto às características da empresa seja feito antes da tomada de decisão de qual sistema deve ser adquirido.

2. Faça uma ampla divulgação
Feita a escolha da nova tecnologia, o próximo passo é informar todos os colaboradores do que será implantado e os seus reflexos no dia a dia.

Deve-se utilizar todos os canais de comunicação disponíveis na empresa. Palestras são uma boa opção, pois permitem que as pessoas façam perguntas acerca do novo cenário que se aproxima.

Utilize os quadros de aviso, intranet, jornais internos e e-mails para atingir o máximo de pessoas. Seja o mais transparente e abrangente possível, evitando que conversas da “rádio-peão” minem a sua estratégia. Não deixe perguntas sem resposta e seja bastante seguro em seus argumentos.

Dê um nome especial para o projeto de implantação e utilize-o em todas as divulgações. Tenha o hábito de apresentar o cronograma de implantação com o seu status, em datas predeterminadas para tal.

3. Revele os ganhos
Apresente os ganhos que serão auferidos. Normalmente, são diferenciais produtivos ou de melhoria da qualidade. Eventualmente, a redução de custos também pode ser alcançada, mas é preciso avaliar todas as variáveis antes dessa revelação.

Não vincule a tecnologia à redução da mão de obra. Na atual situação nacional, com alto nível de desemprego, essa correlação poderá trazer insegurança à equipe e gerar um alto nível de resistência à mudança.

Mostre alguns exemplos de outras empresas que passaram por situação similar e enfatize que os propósitos são sempre de melhoria nos processos e nas atividades operacionais e gerenciais.

4. Escolha seus auxiliares internos
Escolha, dentro de sua equipe, aqueles colaboradores que são mais abertos e curiosos em relação à absorção de novas tecnologias. Pegue-os como parceiros ou como usuários-chave que o auxiliarão com os outros funcionários.

Caberá a esses parceiros agir como facilitadores para a divulgação, sensibilização e adaptação nos diversos setores da companhia.

5. Realize treinamentos
Realize treinamentos específicos, sejam eles de operação, sejam de gestão da tecnologia, para todos os colaboradores que efetivamente vão interagir com as novas ferramentas. Alguns usuários serão treinados apenas nas operações básicas, mas outros deverão ser preparados com conhecimento profundo do novo ambiente.

De nada adiantará a sua empresa adquirir um equipamento de última geração se não tiver, em seu quadro, uma pessoa que saiba operá-lo.

É fundamental que, durante o período de treinamento, os colaboradores estejam totalmente liberados para participar das atividades educacionais. Todos os envolvidos têm de aproveitar o máximo possível dos cursos.

6. Contrate consultores externos
Uma boa política é contratar consultores externos, de empresas especializadas, que tenham experiência e expertise na implantação de novas tecnologias. Eles podem ajudar na condução dos trabalhos tanto no que se refere à parte técnica quanto à parte comportamental.

Normalmente, esses consultores trazem também as melhores práticas que estão sendo utilizadas em outras empresas e em outros países — e que colaboram para o dia a dia das pessoas.

Os fornecedores de hardware e software voltados para soluções corporativas contam com uma equipe especializada para a implantação. Porém, sempre é interessante que exista um ou outro consultor específico e autônomo, que possa auditar e diagnosticar possíveis falhas na condução do projeto.

Esses profissionais são conhecidos como consultores de qualidade e devem acompanhar todas as etapas da implementação. O sucesso depende muito de sua participação e envolvimento.

7. Inclua a gestão de mudanças
Um dos objetivos que podem ser alcançados com a participação de consultores externos é a gestão de mudanças. Esse assunto é de fundamental importância, pois está intimamente ligado às alterações que ocorrerão no cotidiano das pessoas.

Para tal, é primordial uma comunicação eficiente e a realização de eventos com a presença das equipes de implantação e os usuários que terão a responsabilidade de prosseguir com a operação da nova tecnologia.

8. Defina metas e objetivos
Defina metas e objetivos não só para a implementação da nova tecnologia, mas também para o pós-implantação. Determine alvos factíveis de maneira que tragam incentivo e motivação para serem atingidos. Metas de difícil alcance acabam servindo como um fator inibidor e atrapalham mais do que ajudam.

Crie mecanismos de premiação de metas alcançadas e estimule a meritocracia como um diferencial de sua organização. Esse novo modelo de gestão tem trazido grandes benefícios tanto para as corporações quanto para os colaboradores.

As empresas conseguem melhores resultados e os colaboradores são recompensados de várias maneiras. Essa é mais uma forma de manter a equipe focada, engajada, motivada e preparada para futuras mudanças.

9. Mostre que a tecnologia não substituirá ninguém
Para obter sucesso na implementação das novas tecnologias, é preciso enfatizar que elas não vão substituir os colaboradores. Caso contrário, eles vão resistir ou tentar boicotar o uso delas para garantir a sua vaga de trabalho. Reforce que o objetivo da mudança é a facilitação das atividades e a automatização dos processos para eliminar a resistência às alterações.

Explique que as soluções são complementares, eliminando os medos e as dúvidas dos funcionários envolvidos. Antes de iniciar os procedimentos para implantar os sistemas, fale abertamente com os colaboradores deixando-os cientes do que está sendo planejado e de que eles serão preparados para manusear essas ferramentas. Dessa maneira, todos estarão mais preparados para lidar com as modificações.

10. Identifique os profissionais mais empolgados com as novas tecnologias
Observe os funcionários para encontrar aqueles que estão mais acessíveis à aceitação dos novos desafios. Analise o perfil e encontre aqueles que serão peças chaves para iniciar a implementação das inovações tecnológicas na empresa. Essas pessoas conseguem se adaptar facilmente às modificações, aprendem rapidamente e transmitem as novidades para os colegas, permitindo o êxito das estratégias.

11. Conscientize sobre a importância da mudança
Deixe claro que não haverá demissões após a implementação das tecnologias. Os colaboradores, conscientes de que ninguém perderá o emprego, vão ficar mais abertos às mudanças, já que as máquinas normalmente substituem pessoas em empresas de todos os segmentos. Se eles entenderem que a instituição precisa se atualizar para não perder espaço no mercado e encerrar as atividades, estarão mais dispostos a cooperar.

Divulgue as soluções selecionadas e as alterações que vão acontecer nas rotinas das pessoas para otimizar a capacidade produtiva. Prepare algumas palestras para mostrar as etapas, os métodos de implementação e os procedimentos relacionados aos trabalhos. Aponte a importância de contar com os benefícios advindos de sistemas atualizados que promovem melhorias na vida dos funcionários e gestores.

12. Ofereça suporte
Os investimentos em tecnologia englobam a oferta de capacitação aos colaboradores. Sendo assim, inicie com treinamentos para que eles se adaptem às alterações dos procedimentos externos e internos da empresa. Geralmente o suporte não exige muito tempo ou investimentos, desde que as pessoas queiram aprender a usar os novos sistemas e logo estarão trabalhando de forma ágil e eficiente.

13. Ouça a opinião da equipe
Você pode criar reuniões para tratar desses assuntos com maior transparência e possibilitar o diálogo entre os grupos. Faça com que as equipes se sintam parte das mudanças, peça sugestões de ferramentas, envolva-os de modo que os integrantes percebam que também estão decidindo colaborar pelo futuro da empresa. Apresente o plano de ação por meio de uma comunicação efetiva e não permita que informações erradas sejam divulgadas.

14. Monitore os resultados
Use ferramentas de gestão para monitorar o desempenho dos colaboradores e os resultados das atividades. Elas serão muito úteis para solucionar dificuldades e identificar gargalos financeiros e operacionais que estejam prejudicando a lucratividade. O sistema de gestão ajuda os empresários a superarem as expectativas dos clientes, a evitarem falhas e retrabalhos.

Quais são as tecnologias que a empresa pode utilizar para aumentar o seu nível de inovação?
Para implementar tecnologias que sejam funcionais e que possam produzir vantagem competitiva para a empresa, o gestor deve estar atento às principais tendências do mercado. Veja abaixo quais são as soluções que podem ser utilizadas pelo seu negócio para gerar melhores resultados em áreas como a gestão de projetos e o atendimento ao consumidor!

1. Cloud storage
A computação na nuvem trouxe uma série de impactos positivos para as empresas. Ao investir no cloud computing, negócios ganharam mais mobilidade, capacidade de atender rapidamente a demandas do mercado e meios para eliminar o desperdício de recursos.

Parte disso se dá por meio do investimento no cloud storage. Nesse serviço, a companhia pode armazenar um conjunto de dados em um ambiente de nuvem, reduzindo os gastos com armazenamento e melhorando o nível de integração entre as equipes.

Durante um projeto corporativo, por exemplo, os profissionais poderão trocar informações rapidamente. Com um único clique, é possível definir o que será compartilhado e o nível de privilégios que o receptor terá para ler os dados. Assim, a companhia conseguirá trocar informações estratégicas rapidamente sem que os profissionais fiquem expostos a falhas de segurança.

2. Sistema de gestão de projetos
O sistema de gestão de projetos é uma ferramenta integrada para que o gestor possa organizar todo o fluxo de tarefas em cada etapa de modo centralizado. Nele, é possível verificar em tempo real indicadores de performance, a aderência da equipe a prazos, se existem pontos que demandam atenção e todos os que estão envolvidos.

O uso de uma solução de TI para gerenciar o projeto auxilia na manutenção de um fluxo de trabalho de alta performance. Do escopo do projeto aos prazos, tudo será gerenciado com precisão e integração. Assim, a companhia poderá evitar riscos e entregar o melhor resultado possível sempre.

3. ERP
O ERP é um sistema de gestão que pode ser integrado a todos os processos corporativos do negócio. Ele auxilia no gerenciamento centralizado de rotinas como a emissão de notas fiscais, a gestão de ativos, a troca de dados entre equipes e o controle das fichas de cadastro de profissionais.

Diante do seu alcance, o uso do ERP pode ser visto como uma forma de otimizar o trabalho de vários setores. A troca de dados entre equipes será mais ágil, precisa e segura. Além disso, o maior nível de automação, junto à maior precisão dos dados, evitará riscos de segurança e problemas causados por falhas na troca de informações.

4. CRM
O tratamento que o negócio dá a clientes é algo fundamental para garantir o seu sucesso. Quando a empresa acompanha demandas dos consumidores com cuidado e tem um atendimento bem estruturado, ela pode fidelizar mais pessoas e, assim, garantir receitas no futuro (mesmo que problemas ocorram).

Justamente por isso, muitas empresas buscam implementar tecnologias que possam otimizar o atendimento ao consumidor. Uma delas é o CRM (Customer Relationship Management, ou Gestão de Relacionamento com o Consumidor, em uma tradução direta), um software que permite a gestão unificada de todos os dados do consumidor e do seu histórico com a companhia.

Por permitir o acesso e a modificação de cada dado sobre o relacionamento do cliente com a marca em um único local, o CRM é um software crítico para melhorar o atendimento.

Graças a ele, os profissionais poderão escolher rapidamente a melhor forma de atender à demanda do consumidor, agilizar rotinas e melhorar a qualidade do seu trabalho. Como consequência, o cliente sempre terá uma experiência de alta qualidade.

O investimento no setor de TI já é reconhecido por grande parte do mercado como uma forma de tornar qualquer negócio mais eficiente e conectado às suas demandas. Ter uma infraestrutura de TI alinhada a elas auxilia a companhia a atingir melhores resultados em médio e longo prazo, graças ao aumento do nível de performance e inovação de todas as equipes.

Ao implementar tecnologias com cuidado, a empresa consegue integrar times, reduzir o número de erros, diminuir os gargalos operacionais e direcionar as suas estratégias com maior uso de dados. Assim, será possível tomar decisões de qualidade, evitar riscos e garantir que todas as demandas sejam atendidas rapidamente, pontos fundamentais para se tornar um negócio de sucesso no mercado atual.

Quais são os erros comuns no processo de implementação de novas tecnologias que devem ser evitados?
Na hora de implementar as novas tecnologias, os gestores devem ficar atentos para evitar alguns erros que são bastante comuns. Planejar a implantação de novos sistemas com pressa, fazer parcerias duvidosas e subestimar a segurança das informações são falhas que não podem acontecer, pois elas colocam em risco a saúde dos negócios. Veja outros erros que devem ser evitados:

falta de alinhamento das estratégias do negócio com os recursos tecnológicos;
treinamentos insuficientes;
ausência de estratégia de gerenciamento de softwares;
aquisições desnecessárias;
realização de parcerias inadequadas;
adquirir novas tecnologias que deixam os dados desprotegidos;
fazer mudanças repentinas sem observar os manuais de boas práticas.
Enfim, agora você já sabe como preparar a equipe para a implementação de novas tecnologias. A Project Builder oferece um software de gerenciamento de projetos que possibilita a organização ágil de todas as informações empresariais e a disponibilização em nuvem para acesso de qualquer lugar e a qualquer momento. Ele conecta os setores operacionais, táticos, estratégicos, além de integrar as pessoas!

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Cálculo das horas trabalhadas

Como efetuar o cálculo das horas trabalhadas para adicioná-las no custo do projeto?

No dia a dia da sua empresa, saber como efetuar o cálculo das horas trabalhadas é fundamental para conhecer exatamente os custos e os lucros de um projeto.

Uma visão clara sobre esses aspectos oferece recursos para uma gestão mais ágil e também informações importantes para tomadas de decisão mais conscientes e próximas da realidade do seu negócio.

Seja por medo ou falta de conhecimento de como organizá-la, muitos gestores acabam deixando essa questão de lado. Pois saiba que esse é um erro que não precisa mais ser cometido, visto que, tudo de que você precisa para saber quanto vale cada hora trabalhada no seu projeto é: uma lista dos seus custos, uma planilha do Excel (ou outra plataforma da sua preferência) e algumas horas de dedicação.

Sabendo da importância do cálculo das horas trabalhadas para sua empresa, é hora de seguir nosso passo a passo e colocá-lo em prática. Vamos lá?

O que são custos e como fazer o rateio deles?

O primeiro passo é entender o que são custos e como categorizá-los. Em termos gerais, custos são todos os valores envolvidos na manutenção da sua equipe de trabalho, desde o pagamento dos funcionários até aqueles gastos necessários para manter a estrutura — aluguel, água e luz, por exemplo.

Esses custos podem ser divididos em dois grupos, os diretos e os indiretos. Os custos diretos são aqueles ligados diretamente ao projeto, como as despesas com profissionais ou materiais envolvidos.

Já os custos indiretos dizem respeito aos valores que não são ligados propriamente ao projeto e que podem ser compartilhados com o resto da empresa, como os custos do setor administrativo ou a manutenção de equipamentos.

Esses gastos devem ser divididos entre todos os projetos ou áreas em que eles são utilizados para saber qual porcentagem deles pertence ao seu projeto atual.

Se sua empresa coordena dois projetos ao mesmo tempo, o rateio dos custos indiretos deve ser feito entre esses dois, baseado em quanto cada projeto utiliza de cada recurso.

Nesse caso, suponha-se que o gasto indireto equivale a um software que é compartilhado entre as duas equipes, e ambas utilizam os mesmos recursos do software do começo ao fim de seus projetos. Assim, o custo deve ser de 50% do valor para cada projeto.

Também é preciso estar atento aos custos que não devem ser considerados no cálculo. Eles são aqueles que não são relacionados à atividade da empresa que gera lucro, por isso recebem o nome de atividades-meio. São exemplos desses custos: limpeza, manutenção do espaço físico, entre outros.

Como fazer o cálculo das horas trabalhadas e quais são as variáveis a serem consideradas?

Passo 1: liste todos os custos envolvidos

Crie uma planilha e liste todos os seus custos, sejam eles diretos ou indiretos. Faça uma lista com todos eles. Se forem indiretos, não liste o custo total, mas sim a porcentagem de rateio para esse projeto. Comece entendendo todos os custos envolvidos, pois eles serão os responsáveis por determinar quanto cada hora deve custar.

Passo 2: calcule quantas horas devem ser trabalhadas para pagar cada um dos seus custos

Ao lado dos seus custos, adicione as seguintes informações referentes a eles:

  • frequência em que eles devem ser pagos — por semana, por mês, por bimestre etc.;
  • duração do projeto — trimestral, semestral, anual etc.;
  • quantidade de horas por dia que sua equipe deve trabalhar para pagar aquele item, considerando sua jornada diária de trabalho.

A partir desses dados, calcule quanto deve custar a sua hora para pagar esse custo. Esse cálculo consiste em multiplicar o número de horas trabalhadas por dia pelos dias da frequência de pagamento e dividir esse resultado pelo valor dos custos.

Valor da hora = Valor do custo / (Horas/dia para pagar esse custo * Frequência do pagamento)

No fim, a planilha deve ficar dessa forma:

Custo | Valor do custo | Frequência de pagamento | Duração do projeto | Horas trabalhadas por dia para pagar esse custo | Valor que essa hora precisa custar

Exemplo:

CustoValor do custoFrequência PagamentoDuração do projetoHoras/dia por custoValor da hora
Luz500,001x por mês90 dias28,40

Valor da hora = 500 /(2*30)

Passo 3: some todos os valores e adicione uma margem

Depois de calcular o valor que cada hora deve ter para pagar determinado custo, basta somar o valor de todas as horas e dividir pelas horas totais trabalhadas no projeto.

Para saber quanto cada hora/homem deve custar, basta dividir esse valor pelo número de pessoas na sua equipe. Sabendo o valor mínimo que a hora/homem deve ter para pagar todos os seus custos, adicione uma margem de lucro e/ou de negociação sobre ela.

Como usar o cálculo das horas trabalhadas para aumentar o rendimento do projeto?

Sabendo exatamente o valor do custo de cada hora trabalhada no seu projeto, você tem dados precisos e certeiros para tomar decisões eficientes no decorrer da gestão do seu projeto.

Por exemplo: o valor de cada custo vai lhe indicar onde devem ser feitos cortes de gastos e também em que aspectos podem ser aplicados mais recursos. Com o valor de cada hora trabalhada, é possível estabelecer metas claras e diretas para seus colaboradores, motivando-os a cumprir prazos e objetivos de forma transparente.

Ao saber o custo total do projeto e quais são os objetivos principais dele, torna-se viável definir critérios para contratação e/ou seleção dos profissionais certos para compor sua equipe, além de ajudar a determinar um plano de cargos e salários justo, baseado em suas prioridades e gastos.

Ter seus gastos bem organizados e definidos também deixa sua empresa com mais argumentos na hora de negociar ou fechar um negócio. Mantenha sua planilha atualizada e próxima de você. Assim, sempre que tiver alguma dificuldade durante a gestão do seu projeto, use-a como forma de conhecimento para entender onde você pode fazer mudanças e otimizar os resultados da sua equipe.

Sua planilha de cálculo das horas trabalhadas é uma fonte de conhecimento e de dados para tomadas de decisões importantes no decorrer de sua gestão. Portanto, faça dela um trunfo na manga de uma gestão eficiente e comprometida em trazer bons resultados.

Para aplicar o cálculo de custo das horas trabalhadas em todas as etapas do seu projeto, você pode contar com a ajuda da plataforma do Project Builder, pensada exatamente para resolver esse e outros desafios da gestão de projetos.

Solicite uma demonstração de como o software funciona e entenda exatamente como ele pode fazer a diferença na sua rotina de trabalho.

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analista de negócio

Saiba como ser um bom analista de negócio em 9 passos

Em meio ao crescimento da competitividade e a um mercado cada dia mais dinâmico e mutável, a presença do analista de negócio se faz mais e mais necessária para identificar oportunidades de melhoria e propor soluções inovadoras para as empresas. É neste profissional que muitas organizações apostam para desvendar as tendências de mercado, otimizar seus esforços e, com isso, alcançar suas metas. Mas, afinal, o que efetivamente faz um analista de negócio e quais são as habilidades mais importantes para que ele se torne um profissional completo?

Já adiantando, o analista de negócio é o profissional responsável por conhecer os processos da empresa, entendendo sua estrutura organizacional e política, a fim de dar o suporte necessário para que o negócio atinja seus objetivos. Para tanto, o profissional deve ter uma visão holística da empresa, atuar como um agente integrador dos diversos públicos que com ela se relacionam e buscar constantemente oportunidades de melhoria, criando soluções inovadoras que aumentem a competitividade da organização.

O papel do analista de negócio vai muito além da análise de dados. Suas funções passam, em grande parte, a coordenação de esforços e o relacionamento interpessoal, visando integrar os diversos setores da empresa. Por essa razão, suas habilidades e competências estão diretamente relacionadas a seu comportamento. Na sequência você vai conhecer quais dessas competências você precisa desenvolver para ser um bom analista de negócios! Curioso? Então confira:

 

Seja antenado

Uma das primeiras coisas que um bom analista de negócio deve fazer é aprofundar seus conhecimentos sobre o mercado no qual está inserido. Quando se conhece a fundo os negócios da empresa passa a ser possível fazer análises mais precisas sobre o contexto organizacional e, com isso, identificar mais oportunidades de melhoria. Lembre-se: também é com conhecimento de mercado que você conseguirá convencer a alta direção a fazer as mudanças necessárias para atingir com maior eficiência os objetivos da organização, pautando suas ideias e sugestões em dados reais e quantificáveis.

Seja organizado

A organização é fundamental no trabalho no analista de negócio, que assim tem acesso a uma quantidade enorme de informações e documentos vitais para a empresa, que serão necessários o tempo todo. Para fazer a gestão desse conhecimento é preciso desfrutar de um ambiente de trabalho organizado, com um método de separação dessas informações e também acesso a tecnologias que deem o suporte necessário para o resgate de quaisquer dados a qualquer momento, sem demora, otimizando assim seu desempenho.

Seja observador

Observar os diversos stakeholders da empresa, os clientes, os gerentes de projetos e as situações do dia a dia ajuda o profissional a desenvolver um senso analítico mais apurado, possibilitando uma melhor leitura das entrelinhas. Com isso fica automaticamente mais fácil identificar oportunidades de melhoria. Em uma reunião de negócios, por exemplo, como observador, você pode identificar requisitos que o próprio cliente ainda não se deu conta de que necessita, demonstrando o cuidado da empresa em oferecer sempre a melhor solução.

Seja bom ouvinte

Além de observar as entrelinhas, um analista de negócio também deve ser um bom ouvinte, mantendo o foco no que o cliente diz, além de dar e receber feedback o tempo todo. Assim não restarão dúvidas sobre o entendimento de suas necessidades. Saber ouvir evita retrabalhos, permite que se aproveite melhor cada reunião e desenvolva suas atividades com mais segurança, tendo a certeza de que está cumprindo exatamente aquilo que foi combinado.

Seja questionador

Mas atenção: ser observador e bom ouvinte não significa que você não deva se manifestar. Só tome o cuidado de, quando for falar, fazer as perguntas certas. O segredo está em manter o foco na solução que o cliente precisa, nos requisitos de cada projeto, nos detalhes e nas ações que devem ser colocadas em prática após cada conversa. Evite desviar do assunto para não perder o foco e, com isso, acabar comprometendo seu entendimento sobre o que deve ser feito em seguida.

Seja fluente

O analista de negócio é um profissional que está em constante contato com diversos perfis de públicos. Por isso, para ter êxito em suas ações, ele deve se expressar com facilidade, comunicar-se com primazia e garantir que as pessoas entendam sua mensagem, seja ela qual for. Então leia jornais, livros e revistas, faça um curso de oratória, pratique suas apresentações em frente ao espelho e esteja sempre atento à sua fluência verbal e escrita. Dominar o português — e de preferência o inglês — também é fundamental para que você se destaque nessa carreira.

Seja criativo

O analista de negócio deve ser uma pessoa que pensa fora da caixa, por essa razão, estimule sua criatividade, fuja dos padrões e busque soluções diferenciadas. Inovações são sempre bem-vindas, ainda mais quando poupam investimentos, tempo da equipe e recursos. Proponha soluções criativas na empresa e esteja sempre aberto a novas ideias.

Seja um facilitador

Ser um facilitador também é uma das competências a serem desenvolvidas por quem deseja ser um bom analista de negócio. Como esse profissional está em contato constante com pessoas e tem como missão integrar os setores da empresa, precisa também de uma boa dose de jogo de cintura para fazer com que os colaboradores trabalhem bem juntos. Promova reuniões, encontros, workshops e confraternizações para que as pessoas se conheçam e troquem ideias. Quando surgir um conflito, aja como mediador, buscando sempre uma solução plausível e sem apontar culpados. Ajude as pessoas a desempenharem suas atividades e esteja sempre à disposição.

Seja tecnológico

Já que é o responsável por otimizar as atividades da empresa, com foco em melhorar sua performance e competitividade, o analista de negócio não pode viver isolado. E a tecnologia é fundamental para isso. Então, esteja a par das inovações tecnológicas que possam impactar o negócio da empresa, facilitando o dia a dia das pessoas e aumentando a produtividade da equipe. O profissional não precisa ser um especialista em cada nova tecnologia que surgir, mas sim ter uma visão abrangente das potencialidades que cada uma delas tem para ajudar a desenvolver um bom trabalho.
E aí, está ou não preparado para ser um bom analista de negócio? Quais dessas competências você acredita que ainda precisa desenvolver mais? Comente aqui e nos conte!

consultoria autônoma

4 motivos para começar uma consultoria autônoma

Dependendo da área de atuação e do nível de qualificação do profissional, a possibilidade de estabelecer uma consultoria autônoma pode até ser mais atrativa do que se manter vinculado a uma empresa já estabelecida. Na área de gestão de projetos, por exemplo, atuar por conta própria pode significar mais chances de trabalho, já que o consultor passa a se dedicar a atender vários clientes, o que consequentemente gera mais ganhos, tanto financeiros como profissionais.

Se essa ideia já passou por sua cabeça, mas você ainda não se dispôs a arriscar, confira nosso artigo de hoje e analise as possibilidades. Você vai ver como se tornar um consultor autônomo pode significar uma guinada — para muito melhor! — em sua carreira! Confira:

Ser seu próprio chefe

Tomar as próprias decisões profissionais: essa é uma das maiores vantagens de se trabalhar como autônomo, o que faz os olhos de muita gente brilhar. Afinal, quem nunca teve que lidar com um chefe que, por ser extremamente fechado a novas ideias, acabava barrando o crescimento dos funcionários e da própria empresa, não é mesmo? Trabalhando por conta própria, as decisões sobre quem e como atender, de que forma realizar o trabalho e quais são as metas a serem alcançadas são todas suas! Nesse contexto a responsabilidade aumenta, é claro, mas a liberdade também!

Controlar melhor sua rotina

Atender clientes à tarde, planejar projetos e responder e-mails à noite e deixar a manhã para organizar a casa e ficar com os filhos: esse cronograma passa a ser possível quando se trabalha por conta própria. É claro que há um limite, afinal, o horário comercial continua sendo o momento em que você terá as reuniões e os encontros com os clientes, mas já fica mais fácil organizar aquela ida ao banco e a saída para comparecer à reunião de pais do colégio, por exemplo. Não que você vá trabalhar menos — talvez, no início, você até mesmo trabalhe mais! —, mas a questão aqui é de organização do tempo. Como autônomo você não terá que se restringir aos horários impostos por ninguém. Assim quem sabe você até consegue voltar a frequentar a academia?

Faturar cada vez mais

Dependendo da empresa onde você trabalha, faturar mais ou menos — para a empresa, é claro — não significa muita coisa, já que seu salário continuará igual. Nesse caso pode até existir algum tipo de bônus, mas essa compensação sempre é limitada, com o ganho maior continuando em poder da organização. Já como autônomo, suas possibilidades se ampliam, uma vez que é você quem coloca o preço no seu trabalho. E não se esqueça de que quanto mais seu trabalho vai sendo reconhecido pelo mercado, mais possibilidades de ganho se abrem!

Continuar evoluindo na carreira

Nem sempre é fácil ascender na carreira trabalhando dentro de uma empresa, por maior que ela seja, não é verdade? Muitas vezes, por mais esforçado que seja, o funcionário esbarra em protecionismos, processos burocráticos e chefes pouco afeitos a inovações, o que pode significar muitos anos realizando o mesmo trabalho, sem nenhum tipo de reconhecimento. Como consultor autônomo, por outro lado, é você quem decide se vai ficar parado ou se quer continuar crescendo! Para tanto, invista em formação, em novos contatos e novas parcerias e veja como as possibilidades sempre têm para onde se ampliar!

Atuando por conta própria, com organização e disciplina, sua carreira só tende a evoluir!

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experiência do cliente

Como Gerenciar a Experiência do Cliente em um Projeto

Qual é o melhor restaurante que lhe vem a cabeça ao ler essa frase? Isso, estou falando desse ai mesmo! Aposto que a comida estava ótima. Mas também arrisco dizer que você foi muito bem tratado pelo garçom, que a temperatura estava agradável, a música no volume ideal e que a conta veio dentro do tempo esperado.

O que quero dizer é que a sua experiência como um todo e não apenas a comida foi ótima. Provavelmente, você consegue lembrar de um outro restaurante que tem comida decente, mas o atendimento é horrível e você evita voltar lá.

Existe muito conteúdo sobre experiência em varejo, pois normalmente os atributos da experiência são mais perceptíveis (paladar, cheiro, atendimento presencial, etc). No entanto, pouco se fala de experiência do cliente em projetos, mesmo sendo uma das atividades mais difíceis de gerenciar que existe.

De modo geral, existem três grandes “momentos” de um projeto: O Início, a Execução e a Conclusão. Vamos tratar de cada uma separadamente:

1) INÍCIO

A experiência de um novo projeto começa nos primeiros contatos do cliente com a empresa. Logicamente, isso inclui as reuniões de negociação, a estrutura e formatação da proposta e o próprio fechamento do projeto. Esse é o momento de alinhar as expectativas e é importante você ter algum tipo de processo ou checklist para não deixar de lado coisas como entregáveis, cronograma, formas de pagamento, equipe do projeto e meios de comunicações que serão utilizados. Tudo isso conta para diminuir a ansiedade e o risco percebido do cliente, além de influenciar todas as etapas que estão por vir!

2) EXECUÇÃO

Logicamente, a etapa de execução é a mais importante, crítica e difícil de todas. Nem mil livros são suficientemente completos para conseguir transmitir todas as atividades que devem ser realizadas e todas as variações possíveis que a realidade nos apresenta. De todo modo, é essencial ter algum tipo de controle unificado como, por exemplo, o próprio Project Builder.

3) FINAL

Por fim, deve-se ter uma preocupação extra com o fechamento do projeto. Quando fala-se de serviço, é a última experiência que conta mais na percepção do cliente. Se você fez um ótimo projeto, mas teve um final abaixo do esperado, o cliente vai ficar insatisfeito. Mas se você fez um projeto ruim e, no final surpreendeu, provavelmente sua avaliação não vai ser tão baixa. Por isso, é necessário criar um processo ou checklist para garantir qualidade em questões como o relatório final, pagamento das últimas parcelas, pesquisa de satisfação entre outras!

Conclusão:

Gerenciar a experiência do cliente em projetos é extremamente complexo. Não apenas existem as características clássicas de empresas de serviços, mas também existe a dificuldade do contato entre a equipe técnica, o gerente e o próprio cliente. Neste caso, as ferramentas como softwares e checklists podem ajudar a minimizar as falhas de processo e garantir um atendimento mais homogêneo e correto!

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Método GTD

Gerenciamento de tempo: veja como o método GTD pode ajudá-lo

São cada vez mais comuns as reclamações sobre a dificuldade em conciliar os horários para realizar todas as tarefas do dia a dia. Muitas vezes, a falta de organização é um grande empecilho, já que a quantidade de obrigações vira uma bola de neve e atrapalha a produtividade. A melhor forma de resolver esse problema é apostar em ferramentas de gerenciamento de tempo, como o método GTD.

Essa ferramenta é uma ótima escolha especialmente para quem lida com grandes projetos. A sigla vem do inglês “getting things done”, que, em tradução livre, significa “fazendo as coisas acontecerem”. A metodologia foi criada pelo americano David Allen e descrita no livro que leva o mesmo nome. No Brasil, o título da obra foi traduzido como A arte de fazer acontecer.

Quer saber como aplicar o GTD na sua rotina? Confira a seguir e descubra como se tornar mais produtivo!

Como funciona esse método de gerenciamento de tarefas

A base do GTD é o esvaziamento da mente. A ideia é simples: ao tentar não esquecer as tarefas, a pessoa não se concentra no que está fazendo e ainda corre o risco de deixar passar algo importante.

Por isso, o primeiro passo da metodologia é anotar todas as obrigações em um local, como um bloquinho, sejam elas profissionais ou pessoais. Obviamente, não há a necessidade de usar especificamente um bloquinho. Pode ser uma agenda, um caderno, aplicativos de tarefas no celular ou o que for mais prático para você.

Quando todas as tarefas já tiverem saído de sua mente, analise cada uma delas e divida-as da seguinte forma:

Tarefas rápidas

Essas são as tarefas que podem ser realizadas em dois minutos ou menos. Também chamadas de tarefas ASAP (sigla para “As-Soon-As-Possible”, ou O Mais Cedo Possível, em português), as atividades dessa categoria podem ser executadas a qualquer momento, especialmente nas horas em que o profissional ficar instigado a procrastinar.

Projetos

Aqui você deve inserir todas as obrigações que podem ser divididas em vários passos. Se possível, você pode inserir a descrição, os resultados esperados e um prazo para cada projeto. E não se esqueça de sempre colocar uma etapa do projeto em sua lista de tarefas prioritárias, evitando que a ideia seja deixada de lado.

Espera

As tarefas que são classificadas em esperadas são aquelas em que há a necessidade de aguardar uma ação de terceiro para finalizar a atividade. É importante definir um prazo para essas rotinas, especialmente uma data para entrar em contato com a outra pessoa para buscar uma posição sobre o avanço da tarefa. Assim, você pode garantir que todos os envolvidos cumpram os prazos acordados.

Calendário

Você possui uma reunião ou evento em um dia específico? Ele deve ser marcado no calendário.

Esteja atento à maneira de organizar essa categoria. O calendário deve apresentar apenas as atividades que são sensíveis a atrasos. Tudo aquilo que não possui uma data certa pode ser incluída na categoria de próximas ações.

Algum dia

Aqui vão todas as tarefas e projetos que você quer realizar, mas não tem um prazo definido para isso. Aqui podem ser inseridas as atividades que, por alguma razão, não são adequadas à lista de próximas ações ou à de projetos.

Em outras palavras, nessa categoria são incluídas todas as atividades que podem ser executadas um dia, mas que, por alguma razão, não serão executadas em um futuro próximo.

Porém, esteja atento à necessidade de revisar essa lista regularmente para evitar que projetos que possam ser executados agora jamais sejam colocados em prática.

Próximas ações

Nesse ponto é inserido tudo que não é tão urgente a ponto de ser feito no mesmo momento, mas deve ser resolvido. Esteja atento aos processos que estão nessa categoria, pois ela deve ter uma rotatividade maior do que as outras. Caso contrário, isso pode indicar uma tendência a acumular rotinas e gerar atrasos.

Referências

Links, livros e outros documentos que sirvam como ajuda para outras tarefas estão neste item. Mantenha essa lista organizada e, se possível, utilize tags. Assim, ficará mais fácil identificar para qual atividade uma referência serve.

Uma vez elencadas, comece pelas tarefas rápidas e execute-as no mesmo instante. Faça disso um hábito diário, para começar o dia eliminando vários itens da sua lista de obrigações. As tarefas rápidas não devem ser deixadas justamente por isso: são processos fáceis de serem solucionados e que, diante disso, não precisam ocupar um longo espaço na nossa agenda.

Eliminadas as tarefas rápidas, elas podem ser esquecidas. Isso é algo que alivia a mente e dá mais foco nas atividades seguintes. Depois, chega o momento de partir para as demais obrigações.

Programe-se para que os projetos e as ações sem prazo não acabem interferindo nos processos com data. Reuniões e eventos devem ser executados sem atrapalhar em outras rotinas e nos prazos do seu dia a dia.

As bases do método GTD

O GTD deve ser visto como um sistema para organizar tarefas. Ele não estabelece normas sobre como cada processo deve ser executado, mas sim a maneira que você deve classificar suas rotinas para ter um foco maior naquilo que é importante. Na base de tudo isso, existem cinco pilares, que são:

Captura de ideias

Registre todas as suas ideias, atividades recorrentes e projetos. Seja em um aplicativo mobile ou em um caderno, mantenha o registro em uma ferramenta que melhor se adapta ao seu perfil de trabalho.

O importante, nesse caso, é que a barreira de uso da ferramenta de registro deve ser a menor possível. Ela deve estar moldada de tal forma que, assim que for necessário, você conseguirá criar uma tarefa ou anotação com o máximo de agilidade possível.

Clareza de rotinas

Tenha transparência e saiba fazer bons registros, com objetividade e detalhamento. Em vez de anotar “planejar férias”, divida o planejamento em etapas simples e claras. Isso diminuirá grande parte das barreiras mentais que criamos para executar uma longa tarefa.

Se existir algo que pode ser executado rapidamente e naquela hora, faça. Caso algo tenha que ser delegado para outra pessoa, delegue. Não deixe para depois algo que pode ser feito agora: isso servirá apenas para deixar a sua lista de tarefas mais longa e complexa.

Organização

Tenha uma boa organização. Use a classificação listada no tópico anterior para priorizar tarefas corretamente e não deixe de dividi-las em categorias. Se possível, faça um conjunto de listas de itens relacionados ao seu trabalho, estudo ou tarefas domésticas.

Mesmo que você não vá fazer algo agora, garanta que todos os seus processos estejam organizados da maneira correta e os devidos alertas estejam configurados. Dessa forma, você terá mais capacidade de identificar o momento certo para executar cada rotina.

A importância da contextualização das tarefas

Separe os passos de cada projeto como tarefas diferentes para ter uma visão global de tudo que deve ser feito. Agora, será necessário dividir essas obrigações por contextos. De forma geral, o contexto é onde ou como você precisa realizar a tarefa.

Por exemplo, as tarefas “mandar e-mails” e “pesquisar métodos de gerenciamento de tempo” são feitas no contexto computador. “Comprar pão” está no contexto mercado. “Contratar um estagiário” é do contexto trabalho. A ideia é que você elimine todas as obrigações de uma só vez sempre que estiver no contexto para tal.

Pare sempre para refletir

Sempre reflita sobre o estado atual da sua lista de tarefas. Avalie quais são os próximos passos que devem ser tomados, identifique o que está mal registrado e refaça a sua lista de prioridades sempre que necessário.

Se você encontrar algo que pode ser feito naquele momento, não deixe para depois. Não se esqueça de avaliar em quais pontos o progresso está ocorrendo em uma velocidade menor, de tal forma que seja possível melhorar o fluxo de trabalho, corrigir erros e manter-se com o máximo de produtividade possível sempre.

Mantenha o engajamento

Não se esqueça de manter-se engajado. No momento em que a próxima rotina for escolhida, execute-a. O seu sistema está estruturado, portanto, não há motivos para não colocá-lo em prática o tempo todo.

Esses são os princípios básicos do GTD. Em resumo, ele dará a qualquer pessoa que utilize o método uma forma mais ágil de lembrar o que deve ser feito, quando deve ser feito e os passos necessários para entregar o máximo de resultados todos os dias.

O método GTD é, em outras palavras, um sistema simples para classificar, organizar e priorizar tarefas diárias. Por meio dele, é possível evitar confusões, atingir um número maior de metas e conseguir focar melhor naquilo que é importante.

O método GTD na prática

As dicas anteriores já são ótimas para otimizar o gerenciamento do seu tempo, porém só uma parte da metodologia foi apresentada. Depois de coletar a lista de tarefas, processá-las de acordo com a prioridade e organizá-las por contexto, chegou a hora de cumprir as suas obrigações.

Quando as listas são feitas em papel, é indicado comprar uma bandeja de entrada, vendida em papelarias. Na parte de cima, ficam todas as tarefas em aberto, por ordem de prioridade. Embaixo, as que já foram eliminadas. Assim, conforme for realizando, você se livra das obrigações sabendo exatamente tudo o que ainda tem que fazer, evitando a procrastinação.

Uma vez por semana, é indicado que você tente revisar as tarefas da bandeja de cima. Nesse período de tempo, as prioridades podem ter mudado, novas obrigações entraram no ciclo ou você pode encontrar itens que está postergando por não saber como agir. Nesse caso, tente quebrá-los em mais tarefas para desenhar um modo de ação na sua mente.

Por último, chega a hora de executar o método. Agora que a ordem de importância está estabelecida, você pode ir se movendo de contexto em contexto e realizando uma a uma. Como o GTD é um método cíclico, dificilmente a bandeja ficará vazia. Porém, as tarefas não vão se acumular mais como antes, dando aquela sensação de dever cumprido.

Adaptando o método GTD à sua rotina

Um dos melhores pontos de usar o Getting Things Done como método de gerenciamento de tarefas é que ele é muito simples, facilitando a adaptação para as necessidades de cada um. Quem não quer ficar rodeado de papéis, por exemplo, pode usar aplicativos de celular, como Evernote, Wunderlist ou Todoist.

Cada uma dessas soluções digitais possui características próprias. Portanto, avalie como cada uma pode se alinhar ao seu perfil de trabalho e garantir os melhores resultados.

Evernote, por exemplo, é um serviço voltado para anotar várias ideias. Nele, a divisão de registros é feita em cadernos (nos quais os blocos de notas são inseridos). Cada nota pode conter listas de tarefas, anotações de textos e conteúdos multimídia.

Já o Wunderlist e o Todoist, por exemplo, possuem um foco maior na execução de atividades. O Wunderlist, por exemplo, permite que uma atividade inclua um anexo com anotações e arquivos, mas não são essas as suas principais funcionalidades.

Outro ponto que ajuda muito a adaptar o GTD às necessidades de cada um é fazer o processamento de tarefas diariamente. Em outras palavras, você escolhe o que dá pra fazer e encaixa as suas obrigações no calendário, junto às tarefas já programadas. Para evitar frustrações, tenha sempre uma hora em aberto para imprevistos.

O método GTD e o gerenciamento de projetos

A metodologia é especialmente útil para quem lida com projetos. Ao dividir o escopo em tarefas menores, a chance de esquecer de executar alguma ação diminui, tirando o peso da preocupação. Também fica mais fácil fazer as coisas caminharem, já que as ações são mais simples de executar.

Nesse sentido, para maximizar as chances dos projetos darem certo nos prazos definidos durante as etapas de planejamento, o gestor pode instigar os profissionais a terem essa metodologia aplicada no seu dia a dia. Portanto, demonstre como o método GTD pode otimizar o tempo e dê dicas para que todo o time tenha ele como principal forma de priorizar o que deve ser feito todos os dias.

Durante o dia a dia, não há mais com o que se preocupar. Em vez de ficar planejando e pensando no que fazer, você só terá que executar suas tarefas na ordem em que elas aparecem. Simples assim. A tentação da procrastinação e preguiça ainda existem, é claro, mas depois de organizar tudo tão bem, as chances de querer colocar as coisas em prática aumentam.

O GTD é uma poderosa metodologia de gerenciamento de tempo que pode ser usada em diversas situações, mas que encontrou nos gestores de projetos seu público mais cativo. Sua simplicidade pode até espantar a um primeiro olhar, mas é eficiente: quem experimenta, não consegue largar.

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Benefícios do PMBOK

O que é PMBOK?

A publicação Guide to the Project Management Body of Knowledge (ou guia para o conjunto de conhecimentos de gerenciamento de projetos) pode ser considerada um divisor de águas na história da gestão de projetos. Mais conhecida como PMBOK, é de autoria do Project Management Institute (PMI) ou, mais precisamente, do PMI Standards Committee, o comitê de padronização do PMI. Conhecê-lo também permite entender quais são as aplicações e os benefícios do PMBOK.

Por mais que tenha o objetivo de abranger os principais aspectos contidos no gerenciamento de um projeto, não deve ser confundido com metodologia. O PMBOK consiste, na verdade, em uma padronização que identifica e conceitua processos, áreas de conhecimento, ferramentas e técnicas.

Para saber mais sobre o tema e explorar todos os benefícios do PMBOK, confira nosso artigo e fique por dentro!

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case-sucesso-tanac

Case de Sucesso: TANAC

Há mais de 70 anos no mercado e utilizando matérias-primas de fonte renovável, a Tanac foi criada em 1948 se transformou na líder mundial em produção de extratos vegetais e cavacos e pellets de Acácia Negra e é considerada uma das mil maiores empresas do Brasil, segundo a Revista Valor Econômico e Exame.

Referência mundial em sustentabilidade, considerada a maior produtora de árvores de Acácia Negra do mundo em atividades que envolvem milhares de famílias pelo Rio Grande do Sul e mais de 55 milhões de árvores plantadas.

Os produtos da TANAC são vendidos em mais de 60 países em todos os continentes, presentes nos mais variados processos industriais e aplicações do nosso dia a dia: nos calçados, nos automóveis, na alimentação, no papel e na energia renovável que o mundo usa, entre outros.

“Eu sempre recomendo o Project Builder! É uma ferramenta de fácil utilização, muito visual, muito intuitiva”, atesta coordenadora da Tanac

Priscila Oliveira, coordenadora de PMO da Tanac, líder mundial em produção de extratos vegetais e cavacos e pellets de Acácia Negra, considerada uma das mil maiores empresas do Brasil, segundo o Jornal Valor Econômico e a Revista Exame, é enfática ao falar da Project Builder:

“Eu sempre recomendo a Project Builder! Já recomendei para outros colegas que não trabalham mais na mesma empresa que eu, para outras empresas. Recomendo, pois é uma ferramenta de fácil utilização, é muito visual, muito intuitiva e consegue atender aos requisitos da área de gerenciamento de projetos. Não tem um custo elevado, o suporte é bom, é rápido, a gente sempre consegue resolver da melhor forma. A Project Builder sempre tenta atender as necessidades específicas do cliente”.

Uma história que começou há alguns anos atrás. Nossa personagem começou a trabalhar com projetos em 2012 na área de P&D, como suporte aos projetos. Depois assumiu a área como coordenadora de projetos, para estruturar uma área de gerenciamento do portfólio e reportar ao nível executivo. Posteriormente, absorveu a gestão de todos os projetos da empresa em que trabalhava na época. Desde então, seguiu carreira como PMO de outras duas empresas com a gestão de portfólio estratégico de projetos.

Ela chegou na Tanac em 2021. O objetivo era implementar a área de PMO. “A empresa tinha alguns projetos, mas não eram estruturados como portfólio, não tinha uma gestão, não tinha relatório de status, não tinha reunião de acompanhamento, não tinham líderes de projetos preparados. Minha função foi estrutura a área de PMO, estruturar um portfólio de projetos estratégicos, tático e operacional, e viabilizar a entrega destes projetos dentro do prazo e do custo, alinhado a esta estratégia”, recorda, detalhando os problemas encontrados:

“Antes da Project Builder, cada área fazia os projetos no formato que achava melhor, no controle que achasse melhor. Cada um usava a sua metodologia, a sua documentação, era muito descentralizado. E a gestão não era feita com nenhum software, não era reportado com uma governança organizada”.

As dificuldades eram inúmeras. Como entender os projetos como um portfólio? Como enxergar quantos projetos existem, o envolvimento dos recursos, quanto de dinheiro está sendo gasto, o retorno pós-projeto, o acompanhamento de cronograma, de custos? Como realizar reports para os executivos? “A maior dificuldade era enxergar os projetos dentro de um portfólio e enxergar o impacto que eles tinham dentro da organização, se fazia sentido. Os projetos existiam, mas de maneira informal. Não tinha uma formalização, um comprometimento e uma estrutura organizada”, diz Priscila.

Ela não conheceu a Project Builder na Tanac. Antes, já havia trabalhado com a ferramenta em outras duas empresas. Ao chegar na Tanac, trouxe algumas opções de ferramenta, entre elas o Project Builder. Tiro certeiro! A implementação foi bem rápida tranquila, segundo a coordenadora.

“A Project Builder entendeu o cenário da Tanac. Fizemos a implementação standard. Demorou cerca de três semanas para organizarmos tudo, estruturarmos com os fluxos, os documentos, com a estrutura que a gente precisava. Depois foi realizado um treinamento, bem rápido, eficaz, o entendimento do que acontecia na organização para poder atender as demandas. Entrei em agosto de 2021, em dezembro já estava com o fluxo e a ferramenta. Foi bem rápido, bem conciso, o que a Tanac precisava e o que a Project Builder tinha para oferecer”.

No pós-implementação, ajustes foram feitos para atender a algumas demandas específicas da organização. Com tudo funcionando, o dia a dia da empresa se transformou. “Conseguimos ter uma visão de portfólio e projetos muito mais fácil e rápida, controlar cronogramas. As notificações que existem no programa ajudam muito na gestão do projeto, controle de custos, mapeamento de riscos. A gente consegue ter uma abrangência total de todas as áreas de conhecimento do projeto, de uma forma bem rápida. Também conseguimos ter uma visão consolidada para o nível de diretoria. Então, facilitou muito a rapidez das informações e a gestão do dia a dia dos projetos”, diz Priscila.

O Project Builder foi um diferencial na sua implementação. A virada inicial fez bastante diferença na empresa, segundo a coordenadora. Os papéis (físicos) sumiram da fase inicial de projetos. A ferramenta consegue reunir projetos muito estratégicos, com acompanhamento muito mais preciso das coisas que estão acontecendo.

Mensurar a economia que o Project Builder traz para uma empresa é algo complexo. Mas em termos de otimizar o tempo e melhora da qualidade dos processos, é fácil constatar a diferença. Na Tanac não foi diferente. E a coordenadora de PMO da empresa fecha a conversa sobre o Project Builder mostrando exemplos práticos desta atuação:

“Eu trabalhei um ano sozinha com o software dentro da área de PMO, pois eu não precisava de nenhuma outra pessoa ou recurso para gerenciamento de projetos. Sem falar que os líderes de projeto também conseguem usar facilmente. Então, eu não preciso de tantas pessoas envolvidas. A gente tem uma redução de tempo no planejamento e no acompanhamento, pois o software nos avisa. E só depois de dois anos de PMO passei a ter um analista pleno, que consegue gerenciar todos os projetos, pois a ferramenta é fácil de ser utilizada. Usamos poucos recursos extras, pois a ferramenta nos ajuda nisso”. 

 

liderança situacional

Liderança situacional: o que é e quais são seus principais benefícios?

De certo modo, tentar definir a liderança situacional é até um paradoxo, uma vez que a mudança e a adaptabilidade estão no centro dessa modalidade de gestão. Assim, para começar a realmente entender o tema, é preciso imaginar o líder situacional como uma figura fluida, sempre capaz de adquirir a forma que se revele mais útil e apropriada a um determinado momento vivido pela organização.

Especialmente válido para contextos de incerteza, esse modelo de liderança é o farol capaz de manter o negócio e os colaboradores no rumo certo mesmo em meio a tempestades econômicas, crises de mercado, turbulências políticas ou transformações culturais.

Partindo do pressuposto de que o líder deve se adaptar e priorizar os atributos que melhor poderão servir aos desafios mais imediatos da organização, a liderança situacional é capaz de resolver com sabedoria diversos conflitos e adversidades. Pronto para saber mais e preservar tanto o presente como o futuro do negócio? Então fique de olho:

O que é a teoria da liderança situacional?

A liderança situacional é um modelo de liderança que foi desenvolvido por Paul Hersey e Ken Blanchard no final da década de 1960, enquanto escreviam o livro “Gerenciamento do Comportamento Organizacional”. Inicialmente, era conhecida como teoria do ciclo de vida da liderança.

Entre as décadas de 1970 e 1980, Hersey e Blanchard seguiram caminhos diferentes: cada um desenvolveu seu próprio modelo, usando a teoria da liderança situacional.

A teoria pode ser aplicada de duas formas diferentes. Uma delas é para o desenvolvimento de um indivíduo. Neste caso, o líder terá uma relação de longo prazo com a pessoa sendo liderada; o objetivo é levá-la a um nível de desenvolvimento em que seja altamente capaz e motivado.

A outra forma é para o desenvolvimento de um projeto. A relação é de curto prazo e seu objetivo é completar o projeto no período definido e com alta qualidade.

A grande vantagem é que ela evita os problemas da “superliderança” e da “subliderança”. Em outras palavras, quando a atuação do líder é excessiva, os colaboradores sentem-se limitados e acreditam que não existe confiança no seu trabalho. Em contrapartida, quando esta atuação é insuficiente, os colaboradores sentem-se abandonados e inseguros.

Por meio da liderança situacional, é possível ajustar a atuação do líder na exata medida das necessidades da equipe.

O conceito de “prontidão”

O ponto fundamental do modelo de liderança situacional é que não existe um único estilo de liderança que seja o melhor. Ao contrário, a liderança efetiva é voltada para a tarefa a ser desenvolvida. Assim, o líder de maior sucesso é aquele que consegue adaptar seu próprio estilo à maturidade, ou prontidão, dos colaboradores com quem trabalha.

Prontidão, neste caso, tem um sentido especial. Pode ser compreendido como a combinação de suas características: vontade e capacidade de assumir responsabilidade por seu próprio comportamento. Em outras palavras, há duas questões essenciais que a liderança situacional propõe:

  • Os colaboradores estão dispostos a, proativamente, assumir o controle do seu próprio trabalho?
  • Os colaboradores estão preparados para, proativamente, assumir o controle do seu próprio trabalho?

Baseando-se nas respostas obtidas, então, chegamos a quatro estágios de prontidão:

  • P1: baixa vontade e baixa capacidade. Nota-se baixa autoconfiança nesse estágio.
  • P2: alta vontade e baixa capacidade. Existe motivação, mas é preciso o apoio do líder.
  • P3: baixa vontade e alta capacidade. Existe conhecimento técnico, mas o colaborador demonstra-se desmotivado.
  • P4: alta vontade e alta capacidade.

Os estilos gerais de liderança situacional

Qual é a relação dos quatro estágios de prontidão com a liderança situacional? Basicamente, o líder deve adaptar-se ao estágio em que sua equipe se encontra no momento presente, adotando posturas diferentes frente a cada um deles. Dessa forma, existem também quatro estilos gerais. São eles:

  • Direção: o líder adota um comportamento de alto grau de direção e baixo grau de apoio.
  • Orientação: o líder adota um comportamento de alto grau de direção e alto grau de apoio.
  • Apoio: o líder adota um comportamento de baixo grau de direção e alto grau de apoio.
  • Delegação: o líder adota um comportamento de baixo grau de direção e baixo grau de apoio.

Vale a pena destacar que “direção”, “direcionamento” ou ainda “comportamento diretivo” é a comunicação de mão única, do líder para o colaborador. Neste caso, o líder vai instruir o colaborador sobre como exercer seu trabalho, de um ponto de vista técnico. Segundo Ken Blanchard, as três palavras-chaves neste comportamento são: estrutura, controle e supervisão.

Enquanto isso, “apoio” ou “comportamento de apoio” é a comunicação de duas vias entre líder e colaborador. Ou seja, o líder ouve ativamente o que seu colaborador tem a dizer, oferece encorajamento e inclui a equipe no processo de tomada de decisão. As palavras-chaves são: elogiar, ouvir e facilitar.

O desenvolvimento dos colaboradores

Outro elemento importante da teoria da liderança situacional é o desenvolvimento de competência e comprometimento dos colaboradores. Assim, eles terão uma força motora interna, em vez de depender dos outros para receber apoio e direcionamento.

Em outras palavras, o líder situacional adapta-se ao estágio de maturidade atual da equipe. Entretanto, ao mesmo tempo, ele também ajuda seus colaboradores a atingir um estágio mais avançado.

Em relação a este elemento, também é possível identificar quatro diferentes níveis de desenvolvimento:

  • D1: baixo nível de desenvolvimento, caracterizado por baixa competência e baixo comprometimento.
  • D2: baixo a moderado nível de desenvolvimento, caracterizado por baixa competência e alto comprometimento.
  • D3: moderado a alto nível de desenvolvimento, caracterizado por alta competência e comprometimento variável.
  • D4: alto nível de desenvolvimento, caracterizado por alta competência e alto comprometimento.

De acordo com Paul Hersey, uma expectativa alta (e realista) da parte do líder provoca alta performance dos colaboradores. Da mesma maneira, uma expectativa baixa provoca baixa performance. Assim, é mantendo expectativas desafiadoras em relação a sua equipe que o líder poderá desafiá-la a atingir um maior nível de desenvolvimento.

As práticas centrais

Para concluir esta apresentação da teoria da liderança situacional, vamos abordar suas práticas centrais. Assim como todos os outros itens anteriores, este também se divide em quatro elementos. Eles são: diagnosticar, adaptar, comunicar e avançar.

Diagnosticar é desenvolver um entendimento da situação atual da sua equipe, a qual você tentará influenciar. É impossível exercer a liderança situacional sem conhecer muito bem seus colaboradores.

Adaptar, como já apontado várias vezes, é fazer um ajuste consciente no seu próprio comportamento, em resposta às contingências de cada situação.

Comunicar é interagir com seus colaboradores de uma maneira que eles possam entender e aceitar. Quer o comportamento do líder seja diretivo, quer seja de apoio, ele deve ser capaz de transmitir sua mensagem adequadamente para, de fato, impactar a equipe.

Avançar, a última prática, é gerenciar o desenvolvimento dos colaboradores. Com isso, fecha-se o ciclo da liderança situacional.

Como age um líder situacional?

De acordo com teoria formulada por Kenneth Blanchard e Paul Hersey, o líder situacional sabe que precisa extrair o melhor do material humano que tem nas mãos hoje e não do que pode vir a ter amanhã. É fundamental, portanto, que entenda profundamente sua equipe. Assim pode motivar os colaboradores de modo a fazer com que cada um eleve seu potencial ao máximo, independentemente das próprias limitações.

No dia a dia, o líder situacional não se concentra nos pontos fracos. Muito pelo contrário, ele vislumbra os objetivos que podem ser alcançados exatamente a partir das virtudes e das competências disponíveis em cada setor. Esse gestor atua, então, no sentido de tornar a equipe mais forte, instigando o foco e a confiança dos funcionários para que ultrapassem quaisquer desafios que estejam enfrentando.

Quais são suas principais qualidades?

Por tudo isso e muito mais, é recomendável que o gestor abra mão de posturas e medidas autocráticas, com o propósito de garantir o apoio irrestrito de seus colaboradores. O carisma e a capacidade de aglutinação serão fundamentais nesse processo. Quer saber quais são as principais qualidades do líder situacional? Veja só:

Flexibilidade

Um bom líder situacional sabe ouvir seus comandados, identificando os focos de conflito, entendendo o motivo das queixas e estudando a viabilidade das alternativas propostas por quem conhece bem o dia a dia da empresa. Mas atenção: ser flexível, entretanto, não significa ser permissivo. E para não cruzar essa linha, é fundamental se posicionar, evitando interpretações dúbias por parte dos outros gestores.

Comunicação

É importante que o líder situacional saiba traduzir sua visão a todos os demais gestores e, obviamente, aos funcionários. Acredite: quanto mais claro e objetivo for, mais inspirador será. É simples: ao adotar uma linguagem franca e de fácil compreensão, o líder consegue amenizar a sensação de confusão dos momentos de crise, proporcionando a tranquilidade necessária para a superação dos obstáculos.

Relacionamento

Arrogância e autoritarismo nunca abrem caminhos na busca por soluções. Com isso em mente, o líder situacional deve se esforçar para construir e fortalecer laços, tornando as equipes mais coesas e em sintonia com as necessidades da organização.

Resiliência

Poucos conseguem manter o planejamento e o foco enquanto são bombardeados por todos os lados, não é verdade? Pois essa é exatamente uma das principais virtudes da liderança situacional: ater-se aos objetivos traçados e suportar a conjuntura ruim, até que as condições se tornem mais favoráveis. Resiliência é a chave.

Delegação

Enquanto a centralização excessiva atrasa o aprimoramento dos processos e o aprendizado dos colaboradores, a delegação de tarefas investe em autonomia, a fim de que novas lideranças e talentos possam surgir. Esse aspecto está relacionado à prática do empoderamento, que tem como objetivo dar liberdade (com responsabilidade) para que os funcionários assumam papéis relevantes, tornando-se mais confiantes e conscientes de suas próprias qualidades e competências.

Abordagem

Um verdadeiro líder situacional consegue enxergar o todo, agindo em várias frentes e corrigindo o maior número possível de falhas, onde quer que elas se encontrem. Muitas vezes, por mais que os gargalos de uma organização estejam interligados, a linha que os une é invisível (pelo menos à primeira vista). É incumbência do gestor desvendar essas conexões e atuar em todas elas.

Como essa liderança se dá na prática?

A melhor forma de entender o poder da liderança situacional é observando os resultados alcançados em cases reais. Um dos melhores exemplos é a recuperação da ALCOA.

Na segunda metade dos anos 1980, a gigante do setor de metalurgia e embalagens Aluminium Company of America (ALCOA) havia chegado a um impasse. Depois de praticamente inventar o processo de fundição de alumínio e reinar durante quase um século no segmento, o negócio se encontrava em baixa na bolsa de valores, com indicadores ruins, investidores descrentes e risco de demissões em massa. A saída natural era encontrar um novo líder, alguém que pudesse inspirar confiança e colocar a organização nos trilhos novamente.

O escolhido foi um ex-funcionário do governo norte-americano chamado Paul O’Neill. Experiência prévia no ramo da ALCOA? Nenhuma. Por isso, muitos questionaram a decisão. No discurso de posse de O’Neill, o novo comandante subiu ao palco e disse que queria falar sobre segurança no trabalho. Lembrou que na ALCOA os acidentes eram frequentes, afastando funcionários e gerando prejuízos, e que ele pretendia fazer da companhia a mais segura dos Estados Unidos. Foi um desastre.

A empresa estava prestes a ruir financeiramente e o sujeito resolve falar sobre acidentes de trabalho? Os acionistas entraram em pânico, tanto que vários decidiram que era hora de se livrar das ações da ALCOA, pois o navio afundaria de vez. Péssima decisão a desses acionistas! Em menos de um ano, O’Neill praticamente zerou as ocorrências de acidentes e fez da segurança uma filosofia aceita por todos, do chão de fábrica ao alto escalão. E isso gerou reações em cadeia, tornando a companhia mais eficiente em todos os setores.

Assim, o desperdício e os custos despencaram, com os lucros voltando depressa. A nova gestão recuperou completamente a ALCOA, inserindo-a em outro ciclo virtuoso por vários anos. Viu como Paul O’Neill foi o líder situacional de que a organização precisava naquele momento? Manteve-se firme em suas convicções e atacou um problema que poucos conseguiam enxergar.

Acima de tudo, a liderança situacional tem a ver com essa capacidade de abraçar o contexto que a organização vive em vez de cegamente negá-lo. Assim como aconteceu com a ALCOA, identificar que é possível melhorar processos partindo do que já se tem em mãos para mudar hábitos nocivos e promover mudanças de postura pode revolucionar qualquer empreendimento.

E então, ficou ainda com alguma dúvida sobre o assunto? Que lições conseguiu tirar desse modelo de liderança?

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escolher um software de gestão de projetos

Como escolher um software de gestão de projetos

Diante da grande importância de um gerenciamento eficaz de projetos, a opção de investir e escolher um software de gestão de projetos na área se insere como a alternativa mais viável e vantajosa para otimizar o processo e garantir os resultados. A partir daí, sua empresa só tem a ganhar: os benefícios em eficiência e produtividade são enormes e irão gerar mais lucros para seus negócios. No entanto, antes de usufruir de tantas vantagens, uma questão se faz necessária: com tantas opções no mercado, como fazer a escolha do melhor sistema?

 De fato, existem algumas características e funcionalidades essenciais que não podem faltar em um bom software de gestão de projetos. Confira quais são elas a seguir e certifique-se de seguir o checklist na hora de eleger um sistema confiável e de qualidade para sua empresa e descubra como escolher um software de gestão de projetos!

Opte por um sistema de armazenamento em nuvem e ganhe mobilidade

Hoje, não há razão para você optar por um sistema instalado internamente, a menos que a sua empresa seja de grande porte e/ou necessite de uma solução muito específica para a realização dos processos. Neste sentido, um software que funcione e armazene os dados em nuvem trará uma série de vantagens para sua empresa.

Em primeiro lugar, você não precisará investir em hardware e em uma equipe de TI para a manutenção dos seus servidores e do sistema, o que implica em uma redução substancial dos custos, principalmente no que diz respeito às suas despesas iniciais. Quando feita internamente, a instalação deste tipo de software é cansativa e muito cara. Em segundo lugar, ao optar por um sistema em nuvem, será possível adequar a capacidade do software às necessidades do negócio: assim, se você precisa de poucos recursos, pode investir menos,  aumentando o investimento de acordo com as demandas da sua empresa.

E, por último, assinalamos aquela que é uma das principais vantagens de um sistema em nuvem: a mobilidade. Bons sistemas instalados remotamente permitem que você tenha acesso aos dados de qualquer dispositivo móvel (PC, notebook, tablet, smartphone, dentre outros), mantendo a gestão de projetos ao alcance a todo o tempo. Com este recurso, você conseguirá obter informações importantes em situações adversas como uma viagem ou reunião de negócios, ganhando muito em agilidade e eficiência.

Dê preferência a softwares de uso simples e intuitivo

Não se engane: a simplicidade é a chave para um bom sistema de gestão de projetos. Assim, é importante buscar por um software que forneça todas as soluções que você precisa da forma mais simples e intuitiva possível. Tenha em mente que você e os outros membros da equipe não podem ficar presos a um sistema complexo, que oferece uma série de soluções mas demanda um vasto conhecimento técnico para ser operado.

Porém, fique atento: simplicidade não é o mesmo que falta de recursos. Os bons sistemas trazem diversas soluções de gerenciamento para os seus projetos, mas também agregam funcionalidade e design simples para poderem ser facilmente operados por você e seus colaboradores. O sistema ideal é aquele que facilita e otimiza os processos, e não um que consuma tempo e esforços mentais!

Valorize o controle da produtividade

Nem todos os softwares da área possuem um bom controle de produtividade, mas esta é uma função indispensável que distingue os sistemas de qualidade – e faz toda a diferença para uma gestão eficiente. Um bom software deve mostrar, de maneira simples e precisa, como estão sendo gastos seus recursos em cada uma das atividades que sua empresa está desenvolvendo no momento.

Estes recursos incluem os gastos financeiros (diretos e indiretos), horas trabalhadas de cada um dos funcionários, horas extras e gastos de insumos. Ao obter um resumo geral das atividades do seu negócio, será possível saber como alocar seus recursos com mais eficiência, além de cortar gastos e aumentar a produtividade.

Prefira um sistema que permita a redução de custos

Um bom software de gestão de projetos contribui, automaticamente, para uma redução significativa dos seus gastos. Como reforçamos, um sistema eficiente será aquele que não demandará despesas desnecessárias com licenças de software, hardware, mão de obra técnica especializada e manutenção de servidores. Neste tópico, vale também ressaltar a importância de um software que traga resultados imediatos para a gestão de projetos da sua empresa – fuja das soluções complexas, caras e que exijam um longo tempo para serem implementadas!

Qualidade não é sinônimo de preço alto

Recapitulando, o ideal é priorizar um software de gestão de projetos que favoreça a mobilidade, seja simples e eficiente e habilite o controle da produtividade dos seus negócios. Um sistema que reúne estas características trará, com absoluta certeza, ganhos importantes para a sua empresa a médio e longo prazo. Mas talvez você se pergunte: um sistema deste tipo – inteligente e eficiente – custa muito caro? Não necessariamente!

Não confunda preço alto com qualidade. É possível buscar excelentes softwares, de empresas com tradição e nome no mercado, que não demandam um alto investimento. Busque soluções que simplifiquem o processo de instalação e manutenção, que é a etapa que consome mais recursos. Lembre-se: um bom software de gestão deve ser um que atenda às suas necessidades sem exigir gastos exorbitantes!

E você, está mais preparado para escolher um bom sistema a partir das nossas orientações?