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gerenciamento de mudanças

Qual a importância do gerenciamento de mudanças em projetos?

Todos os projetos corporativos precisam contar com boas estratégias de gerenciamento. Elas auxiliam os times a planejar as etapas, identificar riscos e avaliar o melhor caminho a ser tomado em cada momento. No cenário das mudanças que podem acontecer, a rotina de gerenciamento de mudanças é vista como um ponto fundamental para qualquer tipo.

O gerenciamento de mudanças auxilia os profissionais a manter um fluxo de trabalho com mais continuidade e eficiência. As interrupções por imprevistos serão menos frequentes e as decisões tomadas poderão ser adotadas com maior engajamento dos times. Ou seja, a sua empresa terá projetos mais robustos e com maior taxa de lucratividade.

Se você quer saber em detalhes o que é e como adotar o gerenciamento de mudanças, continue a leitura do texto a seguir!

O que é o gerenciamento de mudanças?

O gerenciamento de mudanças é uma estratégia que ajuda empresas a se preparar, equipar e executar processos que envolvam alterações nos fluxos de trabalho, metas de projetos ou na cultura organizacional. Essas medidas, quando colocadas em conjunto, tornam o fluxo de trabalho mais robusto e efetivo. Afinal de contas, todos contarão com as ferramentas e informações necessárias para entregar os resultados esperados.

As políticas de gerenciamento de mudanças atuam em dois níveis: o individual e o organizacional/de iniciativa. Confira a seguir como eles se diferenciam!

Gerenciamento de mudanças individual

Esse tipo de mudança é focado na maneira como os profissionais organizam e gerenciam o seu dia a dia. É um trabalho que deve ser feito de maneira personalizada, com os líderes entendendo cada caso de trabalho. Assim, eles conseguirão moldar estratégias que sejam efetivas e consigam atingir cada pessoa da forma certa.

As mudanças individuais, em outras palavras, devem entender quem fará a mudança e, a partir disso, traçar um plano de ação orientado pelo perfil de cada pessoa. A comunicação deverá demonstrar por qual motivo as transformações são realizadas, os seus benefícios e mecanismos de mudanças. Desse modo, os profissionais se engajarão em otimizar o seu processo de trabalho e o seu dia a dia.

Gerenciamento de mudanças organizacional/de iniciativa

Essa mudança costuma ser aquela que afeta várias pessoas ao mesmo tempo. Geralmente, é feita para ajudar os times a mudarem a sua cultura e as suas rotinas de trabalho. Desse modo, o negócio pode se atualizar e alinhar-se com as demandas do seu público-alvo.

Em outras palavras, essas mudanças atingem grande parte da cadeia operacional de uma empresa ou a sua postura institucional. Por isso, o negócio deve ter um planejamento robusto, capaz de auxiliar os times da maneira correta e permitir que todos entreguem os resultados esperados a médio e longo prazo. Isso é feito apoiando-se em estratégias de gestão de risco, o investimento em novas tecnologias e mecanismos de gestão orientados a resultados.

Por que a empresa deve investir nessa estratégia?

Negócios precisam fazer mudanças contínuas para se manterem adequados às demandas do mercado. Elas geralmente envolvem projetos robustos e que trabalham para orientar as equipes da forma correta, ou seja, tendo metas claras e objetivas. Mas, para ter controle sobre cada mudança e garantir que as transformações sejam bem-feitas, é fundamental ter planejamento.

Adotar estratégias de gerenciamento de mudanças é o caminho ideal para conseguir lidar com transformações sem medo. O negócio poderá implementar novidades, fazer investimentos e, durante projetos, receber alterações no planejamento sem grandes dificuldades. Afinal, os líderes estarão com mecanismos que permitem aos times;

  • entender melhor o impacto das mudanças;
  • avaliar com mais qualidade os requisitos de cada mudança e como chegar até elas;
  • entender por qual motivo as decisões foram tomadas;
  • atuar em um ambiente com riscos baixos;
  • ter mais espaço para inovações;
  • reduzir o prazo e o custo da aplicação de mudanças;
  • ter maior engajamento na busca pelo novo ambiente de trabalho.

Como adotar o gerenciamento de mudanças em projetos?

Para ter uma política de gerenciamento de mudanças integrada aos seus projetos, o negócio deve atuar de maneira inteligente. É importante identificar o que deve ser feito, como deve ser feito e os riscos envolvidos na operação. Junto a outras medidas, isso evita que a empresa tenha dificuldades para atingir as suas metas.

Veja a seguir os passos básicos para gerenciar transformações em seus projetos corporativos!

Entenda o perfil da empresa

Saber o perfil da empresa ajuda o gestor a formular uma estratégia mais alinhada com a cultura do negócio. Da maneira como a comunicação será feita até os riscos que serão priorizados, todas as decisões serão mais efetivas. Portanto, não deixe de avaliar esse ponto antes de iniciar as mudanças.

Avalie exatamente o que deve ser modificado

Para que o gerenciamento de mudanças em projetos seja efetivo, todos devem entender exatamente o que será modificado. Isso facilita na priorização de tarefas e na gestão de riscos. Afinal de contas, o time estará focado no que é realmente relevante para as suas atividades diárias.

Treine os profissionais

O treinamento de profissionais ajuda times a mudar a sua cultura e executar cada mudança de modo efetivo. Eles ajudam os times a se adaptar ao novo ambiente, entender as mudanças e se engajar de maneira efetiva naquilo que a empresa busca. Assim, o tempo gasto para fazer as mudanças será muito menor.

Documente as suas decisões

É importante documentar o que está sendo feito, os caminhos tomados e a justificativa das decisões. Além disso, deve-se registrar os objetivos de cada escolha. Assim, os times podem identificar o impacto das mudanças e garantir que o negócio não terá prejuízos.

Conte com o apoio de um parceiro especializado

Uma das formas mais efetivas de promover mudanças é ter o apoio de um parceiro especializado. Ele te auxiliará a identificar que tecnologias de gestão podem ser empregadas e quais metodologias são mais efetivas para o perfil do seu negócio. Portanto, não deixe de trabalhar com um especialista ao seu lado.

Todo projeto ou fluxo de trabalho pode passar por mudanças. Nessas horas, é fundamental ter uma estratégia de destaque, que seja capaz de avaliar o melhor caminho a ser seguido. Isso permitirá à empresa ter um plano de trabalho funcional e que seja de baixo risco.

A estratégia que ajuda o negócio a fazer as suas mudanças é a de gerenciamento de riscos. Investir em uma boa política focada na gestão das mudanças dá ao empreendimento a habilidade de encontrar o melhor caminho para atingir as suas metas, promover transformações e lidar com imprevistos. Portanto, não deixe de tratar esse tipo de medida como algo estratégico!

Quer saber mais sobre como um parceiro pode te ajudar? Então, fale já com os nossos especialistas.

super gerente de projetos

Manual do super gerente de projetos

Compreender o processo de gerenciamento de um projeto tem se transformado em algo vital para as empresas que geram cada vez mais negócios e, dessa forma, precisam de um profissional que muitas vezes não é encontrado dentro da própria companhia.

Muitas delas procuram profissionais que conseguem atuar em vários setores ou projetos ao mesmo. Por isso, preparamos este post sobre o Super Gerente de Projetos, que cada vez mais vem sendo valorizado dentro das empresas. Está interessado? Então confira!

O Super Gerente

O super gerente de projetos é o profissional que consegue lidar com os mais variados tipos de situações, projetos e compromissos dentro da empresa. A necessidade deste profissional vem se tornando cada vez mais essencial, já que o mesmo pode realizar tarefas que antes seriam de responsabilidade de várias pessoas.

Em épocas de crise, em que cortes são necessários, profissionais que tenham um abrangência de funções maior raramente são dispensados. Como este profissional está habituado a lidar com as mais diversas situações em seu dia a dia de trabalho, o mesmo consegue lidar com vários casos e resolver os problemas que podem surgir no decorrer do caminho, sempre alinhando diversos projetos ao mesmo tempo.

Alinhando Vários Projetos

Vale citar que um projeto é um empreendimento temporário, o que quer dizer que tem data de início e fim, com o objetivo de criar e assim aperfeiçoar um serviço ou produto. O gerenciamento de um projeto exige a conquista dos objetivos propostos dentro de um prazo e de um parâmetro de qualidade determinados, sempre cumprindo um cronograma e um orçamento.

O gerente de projetos precisa ter em mente que os trabalhos dentro da empresa exigem dedicação, cuidado, planejamento e o principal: muita organização. Somente com muita organização que um gerente normal se diferencia de um super gerente. Mas se você acha complicada esta tarefa, saiba que é claramente possível alinhar projetos simultâneos dentro de um prazo estabelecido pela empresa. Tendo dedicação, atenção, planejamento e organização, você pode dar conta de vários projetos e finalizá-los com sucesso. Um gerente de projetos somente é um super gerente se souber como se organizar durante todo o cronograma, para dessa forma cumprir os prazos sem maiores problemas no decorrer do processo.

Você tem alguma outra dica para quem também quer se tornar um super gerente de projetos? Compartilhe suas ideias com a gente nos comentários abaixo!

Se você gostou desse artigo também vai gostar de ler: A importância do gerente de projetos.

como fazer uma análise de dados

Como fazer uma análise de dados eficiente?

O cenário atual está bastante competitivo. Graças às tecnologias que surgiram nos últimos anos, a disputa por consumidores se tornou muito acirrada. Diante disso, é fundamental que toda empresa que busca o sucesso seja precisa em sua atuação no mercado e entenda, exatamente, como fazer uma análise de dados eficiente.

Em outras palavras, é necessário ir além de uma estratégia de trabalho inteligente. O negócio não pode se permitir executar pequenos erros que atrasem a produtividade e diminuam a eficiência do seu negócio. Ao mesmo tempo, o planejamento deve ser voltado para as necessidades do mercado, estruturando atividades focadas nos consumidores e parceiros comerciais.

A análise de dados fornece um ótimo suporte nessas questões. Um bom processo de avaliação de indicadores facilita a tomada de decisões, assim como também permite ao gestor conhecer novas oportunidades para melhorar a sua empresa. Dessa forma, toda a cadeia operacional ganhará performance e capacidade de atuar do modo mais competitivo possível.

Pensando nisso, preparamos este post para que você saiba, exatamente, como fazer uma análise de dados efetiva! Continue a leitura e confira!

O que é a análise de dados?

Análise é o método de distinção das frações de um todo, com o foco de entendê-lo melhor. Ou seja, o estudo pode ser determinado como o exame detalhado de alguma questão.

Partindo desse entendimento, é possível dizer que a análise de dados é uma técnica minuciosa que se traduz na obtenção de grande volume de dados sobre algum tópico para um estudo posterior, a fim de conseguir soluções ou respostas para demandas internas.

Esse procedimento é bastante utilizado, sendo fundamental nas mais variadas áreas, como Saúde, Ciências Sociais e Negócios. Hoje, para atender a novas demandas, a análise de dados integra várias técnicas e tem diferentes tipos de abordagem. Elas tornaram a análise mais abrangente e eficaz, unificando informações em tempo real para criar insights mais inovadores e precisos.

Qual o papel da tecnologia na análise de dados moderna?

Atualmente, os meios tecnológicos têm oferecido um excelente suporte a essa análise. Isso acontece em função de existirem softwares preparados para interpretar grande volume de dados, inserindo operações como a identificação de padrões ou de divergências — método conhecido como mineração de dados.

Nesse sentido, o Big Data é uma das principais soluções de TI. Essa tecnologia surgiu nos últimos anos apoiada com a computação na nuvem e permite que computadores processem um grande número de registros de forma segura e rápida. Isso ocorre a partir dos seguintes princípios:

  • volume — as informações são geradas em grande volume, não raramente passando da casa dos terabytes;
  • velocidade — todos os dados são analisados com alta velocidade, principalmente nos cenários em que os registros são criados em tempo real;
  • variedade — a análise do Big Data conta com informações estruturadas e não estruturadas, ou seja, vídeos, tweets, posts em redes sociais, dados de pesquisas ou, até mesmo, planilhas internas;
  • veracidade — é necessário filtrar a informação para garantir que apenas os registros realmente úteis e confiáveis sejam utilizados no processo de análise;
  • valor — toda análise de dados tem, como foco, agregar valor ao negócio e aos seus serviços.

O Big Data se tornou crucial para uma análise de dados eficaz. Hoje, graças a fatores como os smartphones, as redes sociais, a computação na nuvem e a Internet das Coisas, o número de registros disponíveis para uso corporativo atingiu um nível nunca antes visto. Portanto, é preciso adotar soluções capazes de lidar com o novo volume de dados de uma maneira inteligente e segura.

O Big Data é utilizado com o apoio do aprendizado de máquina. Essa tecnologia, também conhecida como Machine Learning, identifica padrões do usuário para definir regras de funcionamento de softwares e sistemas automaticamente. Dessa forma, as aplicações se tornam mais inteligentes e eficazes.

Uma aplicação comum dessas duas tecnologias está nas ferramentas que realizam filtros de conteúdos para os usuários automaticamente, como é o caso da Netflix. Avaliando o comportamento de milhões de pessoas simultaneamente (com o Big Data) o software terá mais facilidade para identificar padrões de uso. Assim, mudanças são aplicadas e avaliadas (com o Machine Learning) e, conforme as respostas obtidas, o serviço pode ser otimizado e criar valor automaticamente.

Além disso, a tecnologia também ajuda a facilitar o armazenamento estruturado de arquivos, criando grandes bancos de dados. Eles são responsáveis por melhorar e permitir maior eficiência em análises ou pesquisas.

Os bancos de dados modernos se utilizam da computação na nuvem para ganhar mais escalabilidade e segurança. O Cloud Computing fornece o ambiente ideal para o negócio salvar arquivos em grandes quantidades, sem comprometer a sua segurança ou performance.

A infraestrutura é mais escalável, o que impede a existência de gargalos ao abrir um banco de dados ou inserir novas informações. Ao mesmo tempo, a gestão de segurança é feita de modo centralizado, facilitando a busca por brechas e vulnerabilidades.

Como fazer análise de dados eficiente?

No setor profissional, o estudo de dados é cada vez mais importante. O uso da Tecnologia da Informação para identificar regras, tendências e padrões que têm o poder de auxiliar na tomada de decisões corretas coloca o negócio em uma boa posição de mercado, auxiliando na busca por novos clientes ou na melhoria de seus produtos.

Portanto, saber realizar uma boa análise é crucial. Confira alguns passos para atingir esse objetivo abaixo!

Tenha um bom objetivo

É interessante lembrar que nenhuma análise de dados precisa ser feita em vão. Seu foco deve estar definido. Ou seja, toda análise necessita de uma pergunta a ser respondida. Dessa forma, o direcionamento é feito com mais precisão, desperdícios são evitados e os recursos terão um melhor aproveitamento.

Portanto, tenha um objetivo que seja mensurável, relevante e claro. Elabore-o para que ele possa ajudar realmente na tomada de decisões, na solução de problemas ou na exploração de oportunidades.

Para que isso seja possível, converse com líderes, identifique demandas, metas de longo prazo e problemas existentes. Dessa forma, será mais fácil priorizar a sua análise de dados, evitando pontos que não agreguem valor ao negócio e garantindo que a companhia possa melhorar os pontos mais relevantes para o seu funcionamento.

Crie um bom conjunto de indicadores

Você também deve definir métricas. Um processo de análise de dados consegue assumir várias abordagens de acordo com o objetivo e o tema estudado. Utilizando indicadores, o analista terá a certeza que a qualidade dos seus insights sempre será superior.

Um indicador é um meio mais objetivo de identificar fatores que contribuem (positivamente ou negativamente) para o sucesso da empresa. Eles devem estar definidos conforme o perfil da empresa e da análise de dados a ser executada. Assim, a companhia pode avaliar com mais precisão diferentes fatores e, com isso, ter uma visão ampla do estado do negócio.

Diferencie a análise de informações qualitativa e quantitativa

Existem dois métodos de análise. A qualitativa e a quantitativa. Compreender a diferença entre os dois melhora a qualidade da análise de dados, uma vez que o analista estará com uma orientação mais precisa.

Na análise qualitativa, o resultado é numérico. Ou seja, ela tem um caráter mais objetivo e racional.

Já na análise quantitativa, são priorizadas características mais particulares do objeto de estudo. Por isso, ela é vista como um método mais complexo para obter conhecimento sobre algo, uma vez que múltiplas variáveis são colocadas em jogo.

Tabule resultados

tabulação de resultados é uma parte tão importante quanto a atividade de organizar e ler as informações. Esse processo dá, ao analista, uma maior capacidade de identificar tendências, avaliar fatores e conseguir obter respostas para as suas perguntas.

Normalmente, os dados quantitativos são tabulados utilizando tabelas dinâmicas. Elas devem conter os campos de frequência (número de respostas de uma mesma alternativa) e porcentagem (relação entre as frequências).

Em relação aos dados qualitativos, é necessário uniformizar as respostas em categoria. Também é necessário fazer o mesmo método de análise para informações quantitativas, incluindo frequência e porcentagem.

Escolha boas fontes de dados

A qualidade da informação é crucial para uma boa análise de dados. Portanto, sempre opte pelos meios certos para capturar registros para o seu estudo.

Determinados dados podem ser coletados por meio de fontes que estão disponíveis publicamente (como bancos de dados públicos e APIs de redes sociais), o que aumenta a velocidade nos processos e reduz prazos. Além disso, não deixe de utilizar as informações internas já existentes, como os históricos de vendas. Quanto mais atualizado o registro, melhor.

Integre times

integração é uma peça chave para melhorar as atividades de qualquer empresa. Independentemente do setor em que essa estratégia for aplicada, as chances de ganhos de performance, custos e produtividade são altas. Portanto, não deixe de integrar pessoas durante a análise de dados.

Escolha um sistema de colaboração entre todas as pessoas envolvidas, a fim de evitar possíveis retrabalhosna coleta de informações. Um registro compartilhado que tem as datas referentes à coleta e fontes de origem de dados auxiliará, consideravelmente, a validar as conclusões alcançadas.

Essa ferramenta evitará a coleta do mesmo registro duas vezes. Além disso, as chances de um profissional identificar um problema de integridade será muito maior, uma vez que mais pessoas utilizarão os mesmos dados. Dessa forma, a empresa consegue otimizar a sua análise continuamente.

Tenha as soluções adequadas

Por fim, adote ferramentas de análise que sejam eficientes na hora de interpretar dados. Elas devem ser escaláveis, capazes de lidar com um grande volume de registros e evitarem problemas de integridade. Dessa forma, os resultados obtidos com o estudo do analista serão mais robustos e confiáveis.

Como apresentar o material na empresa?

A apresentação dos resultados da análise de dados é um dos momentos mais importantes do processo. Ela vai muito além de apenas demonstrar o que foi obtido com o processo: também faz parte desse momento a busca por uma nova conclusão sobre o estudo, a avaliação dos resultados, a realização de feedbacks e definição de novas etapas de análise.

Nesse momento, todas as etapas anteriores entrarão em conjunto para entregar o melhor resultado possível. A tabulação dos dados reunidos é um exemplo, já que ela permite a visualização eficiente dos dados e, consequentemente, melhora a orientação do trabalho.

Para apresentar os resultados, busque múltiplos mecanismos. Adote quadros, tabelas ou mesmo gráficos conforme o tipo de análise e demandas. Também crie um relatório, facilitando a leitura da análise e de seus resultados após a apresentação.

Também, é necessário debater esses resultados.

  • Por qual motivo os resultados foram esses?
  • Isso pode ser considerado um contratempo?
  • O que eles significam?
  • Como resolvê-los?
  • Isso simboliza uma oportunidade?
  • Como explorá-los?

A fim de que os resultados dessa análise de dados sejam argumentos fortes e coerentes, a recomendação é discuti-los com foco na literatura da área, confrontando ideias de outros profissionais e pesquisadores.

Podemos citar com um exemplo sobre a importância da análise de dados a pesquisa da CDW Healthcare realizada com 150 instituições de saúde. Os encarregados pelas decisões das entidades responderam a perguntas em relação à forma de efetuação de uma operação de análise de dados nos hospitais. Um dos resultados constatados no estudo foi sobre as principais questões para essa implementação.

Quando foram organizados os resultados por ordem decrescente, constatou-se, como principal motivador, os crescentes custos na área da saúde, com 59% das entidades tendo apontado esse quesito; em seguida, o estímulo à adoção, com 44%; em terceiro, o cuidador responsável, com 41%; a lei de proteção ao paciente, com 36%; e, finalizando, com 31%, o sistema de pagamento “pago por desempenho”.

Essas notícias podem ser mostradas em um gráfico de barras. No tocante à discussão, esses dados disponibilizam um importante panorama da situação no setor da saúde no país, mostrando em que lugar devem ser concentrados os investimentos.

A análise de dados permite maior probabilidade de acertos nas tomadas de decisão. Reagir rápida e corretamente às alterações do mercado é essencial para conseguir destaque diante da concorrência.

É preciso escolher a mais eficiente metodologia para conseguir as respostas mais pertinentes ao seu negócio e, assim, transformar esses dados em estratégia. Aposte na tecnologia como companheira para mostrar resultados mais claros e objetivos em sua área! Dessa forma, a análise de dados poderá ser uma ferramenta estratégica para o negócio, evitando erros e tornando toda a companhia mais competitiva.

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experiência do cliente

Como Gerenciar a Experiência do Cliente em um Projeto

Qual é o melhor restaurante que lhe vem a cabeça ao ler essa frase? Isso, estou falando desse ai mesmo! Aposto que a comida estava ótima. Mas também arrisco dizer que você foi muito bem tratado pelo garçom, que a temperatura estava agradável, a música no volume ideal e que a conta veio dentro do tempo esperado.

O que quero dizer é que a sua experiência como um todo e não apenas a comida foi ótima. Provavelmente, você consegue lembrar de um outro restaurante que tem comida decente, mas o atendimento é horrível e você evita voltar lá.

Existe muito conteúdo sobre experiência em varejo, pois normalmente os atributos da experiência são mais perceptíveis (paladar, cheiro, atendimento presencial, etc). No entanto, pouco se fala de experiência do cliente em projetos, mesmo sendo uma das atividades mais difíceis de gerenciar que existe.

De modo geral, existem três grandes “momentos” de um projeto: O Início, a Execução e a Conclusão. Vamos tratar de cada uma separadamente:

1) INÍCIO

A experiência de um novo projeto começa nos primeiros contatos do cliente com a empresa. Logicamente, isso inclui as reuniões de negociação, a estrutura e formatação da proposta e o próprio fechamento do projeto. Esse é o momento de alinhar as expectativas e é importante você ter algum tipo de processo ou checklist para não deixar de lado coisas como entregáveis, cronograma, formas de pagamento, equipe do projeto e meios de comunicações que serão utilizados. Tudo isso conta para diminuir a ansiedade e o risco percebido do cliente, além de influenciar todas as etapas que estão por vir!

2) EXECUÇÃO

Logicamente, a etapa de execução é a mais importante, crítica e difícil de todas. Nem mil livros são suficientemente completos para conseguir transmitir todas as atividades que devem ser realizadas e todas as variações possíveis que a realidade nos apresenta. De todo modo, é essencial ter algum tipo de controle unificado como, por exemplo, o próprio Project Builder.

3) FINAL

Por fim, deve-se ter uma preocupação extra com o fechamento do projeto. Quando fala-se de serviço, é a última experiência que conta mais na percepção do cliente. Se você fez um ótimo projeto, mas teve um final abaixo do esperado, o cliente vai ficar insatisfeito. Mas se você fez um projeto ruim e, no final surpreendeu, provavelmente sua avaliação não vai ser tão baixa. Por isso, é necessário criar um processo ou checklist para garantir qualidade em questões como o relatório final, pagamento das últimas parcelas, pesquisa de satisfação entre outras!

Conclusão:

Gerenciar a experiência do cliente em projetos é extremamente complexo. Não apenas existem as características clássicas de empresas de serviços, mas também existe a dificuldade do contato entre a equipe técnica, o gerente e o próprio cliente. Neste caso, as ferramentas como softwares e checklists podem ajudar a minimizar as falhas de processo e garantir um atendimento mais homogêneo e correto!

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Meritocracia e avaliação de desempenho

João e José trabalham na mesma empresa e cumprem função semelhante. Após um período, João tem uma avaliação de desempenho excelente e é promovido. José, com um desempenho razoável, continua no mesmo cargo, com o mesmo salário e as mesmas obrigações. Nada mais justo.

Para ascender na hierarquia de qualquer empresa ou local de trabalho, a avaliação de desempenho é um instrumento essencial. Esse modelo não é nenhuma novidade para a história da humanidade. Quem exerce alguma posição de liderança, como os gerentes de projetos, é geralmente o responsável pela avaliação de seus colaboradores.

É comum as empresa realizarem constantes avaliações rígidas de desempenho, que servem como um importante instrumento para a política de meritocracia. Como o próprio nome já revela, meritocracia é a promoção de uma pessoa de acordo com seus méritos. Para que seja posta em prática, a base essencial é a companhia ter um bom sistema de avaliação.

Ao gerenciar um projeto, o bom profissional precisa, portanto, estar atento ao desenvolvimento de sua equipe, observar atentamente o rendimento de cada colaborador e expor esses dados em um relatório.

Ao implantar uma política de meritocracia, é preciso atentar alguns detalhes:

1.    Cada um no seu lugar

É preciso que um gerente de projetos exponha a cada colaborador qual a sua função, o  que se espera de seu trabalho e quais tarefas e objetivos deve cumprir. O propósito de uma descrição do cargo é que cada funcionário saiba o que se exige dele e, assim, possa focar seus esforços para alcançar os resultados.

2.    Influência externa

Além de estar atento ao que ocorre dentro da própria empresa, o gerente de projetos precisa saber avaliar com precisão o mercado. A influência externa pode tirar do colaborador o comprometimento com o seu trabalho. É preciso estar atento para que cada colaborador sinta sua participação na vida da empresa e que seus objetivos pessoais serão alcançados se a empresa cumprir suas metas.

3.    Liderança positiva

É preciso que o líder desempenhe bem o seu papel, não apenas para avaliar bem a equipe, mas também para influenciar. Um bom gerente de projetos deve conduzir sua equipe como um time, não como peças isoladas. Não é saudável para o ambiente de trabalho criar um clima de competição interna. É preciso que todos estejam conscientes que ninguém fará todo o trabalho sozinho. Cada um precisa cumprir bem a sua função para que a empresa como um todo atinja seus objetivos, que assim serão partilhados pela conquista pessoais.

4.    Treinamento de qualidade

Quanto melhor um gerente de projetos conhecer seus colaboradores, mais facilmente vai obter deles uma maior produtividade. Somente com uma segura avaliação de desempenho será possível estabelecer treinamentos coletivos e individuais para que uma equipe melhore sua produção.

5.    Novos procedimentos

A instalação de um novo processo em uma empresa geralmente provoca uma agitação entre os colaboradores. Isso é normal, uma vez que modificar padrões operacionais de trabalho não é uma coisa simples. No entanto, isso não pode se tornar uma tempestade. Discutir o processo de forma ampla, com todos os envolvidos, facilita a implantação de novas formas de se trabalhar. Isso é importante porque um novo procedimento mal instalado certamente vai provocar perda de rendimento e desempenho, e, consequentemente, desestímulo à implantação da meritocracia.

6.    Registro das operações

Um bom gerente de projetos sabe que toda e qualquer operação deve ser registrada de acordo com as normas estabelecidas. O mesmo deve ocorrer com as fichas de avaliação para que, posteriormente, quando forem consultadas, tenham validade para a adoção da meritocracia. No preenchimento, o gerente terá de ser justo na avaliação de um colaborador, referindo-se de maneira clara sobre o desempenho de cada um.

metodologias ágeis

Qual a importância das certificações em metodologias ágeis?

Enquanto muitos profissionais quebram a cabeça analisando qual seria a certificação ideal, outros se mostram completamente alheios à importância de se certificar ou até mesmo (por incrível que pareça) desconhecem o conceito de metodologia ágil. Mas a verdade é que as metodologias ágeis vêm conquistando cada vez mais espaço, independentemente do segmento de atuação ou do porte da empresa.

Estima-se, inclusive, que essa filosofia de gestão tomará gradualmente o lugar do gerenciamento tradicional de projetos! E não é por menos, afinal, as metodologias ágeis são mais dinâmicas, menos burocráticas e, sobretudo, orientadas a entregar produtos com alto valor agregado. É nesse cenário que apresentar uma certificação se mostra importante não só para se manter profissionalmente competitivo, mas principalmente para ser mais eficiente.

Quer saber mais sobre o assunto? Então confira:

O que é uma metodologia ágil?

Primeiramente, é importante compreender o conceito por trás das metodologias ágeis. Elas consistem em uma forma de pensar sobre o desenrolar do projeto com foco na resolução de problemas e na entrega de valor. Os métodos de execução (princípios do Agile) são aplicados em um ambiente real, seja do projeto, do programa ou do esforço. Neste artigo você conhece as metodologias mais populares do mercado.

E um treinamento Agile?

A formação Agile é ideal para nivelar a organização ou a equipe de projeto sobre os conceitos fundamentais e as respectivas metodologias de implementação. Na prática, devido à sua crescente popularização, muitas pessoas têm se referido ao Agile indiscriminadamente, o que gera diversos equívocos sobre a distinção entre as metodologias ágeis e tradicionais. Esse treinamento tende a auxiliar na solidificação dos conceitos ágeis e esclarecer as diferenças entre os diversos métodos de gestão e implementação.

Que benefícios o treinamento ágil oferece?

Em muitos casos, quando as organizações se queixam de problemas com Agile, elas estão, na verdade, sofrendo com desafios na implementação de uma metodologia. Sendo assim, uma boa prática consistiria em organizar todos os membros da equipe do projeto em uma formação comum, de preferência na mesma classe. Essa simples estratégia pode atenuar confusões de entendimento que tendem a prejudicar a implementação do método. Quando uma equipe inteira recebe, simultaneamente, a mesma mensagem, conceitos e técnicas de implementação são estabelecidos de maneira nivelada, proporcionando uma compreensão compartilhada que maximiza a probabilidade de sucesso do trabalho em conjunto.

Qual o melhor caminho a seguir?

Como não poderia deixar de ser, é melhor começar pelo básico. Para tanto, em se tratando da Scrum Alliance, o melhor caminho para a assimilação dos conceitos de maneira eficaz é por meio da Certified Scrum Master (CSM). A certificação CSM, além de oferecer uma forte compreensão dos fundamentos ágeis, também apresenta como esses princípios são aplicados.

O próximo passo seria o Certified Scrum Product Owner (CSPO). O CSPO ensina a equipes e organizações como visões, ideias, objetivos e requisitos podem ser efetivamente definidos e refinados para serem corretamente transmitidos ao Scrum Team. Isso permite que os times produzam soluções de valor com base nas necessidades repassadas. A certificação CSPO também se aprofunda nas questões de priorização, planejamento e previsões.

Já a Certified Scrum Developer (CSD) é focada, sobretudo, nos desenvolvedores. Por isso, tem como meta ensinar as melhores práticas de engenharia para projetos, bem como formas de incorporar essas práticas no trabalho diário. Tal como acontece com a maioria dos treinamentos profissionais, recomenda-se que a formação seja realizada externamente ao ambiente de trabalho primário. Dessa forma, as interrupções tendem a ser reduzidas e a concentração dos participantes aumenta.

Finalmente, seguindo uma outra vertente, tem-se a certificação Agile Certified Practitioner (PMI-ACP), que até pode ser comparada à Certified Scrum Professional (CSP), da Scrum Alliance. Uma expressiva diferença entre a certificação ACP do PMI e a CSP da Scrum Alliance é que, enquanto essa segunda gira em torno do framework Scrum, a PMI-ACP é bem mais abrangente, incluindo questões sobre todas as metodologias ágeis (como o Manifesto Ágil e outras técnicas e princípios ágeis de maneira geral).

Vale ressaltar que as organizações que ainda estão fazendo a transição para um ambiente Agile e por isso usam uma infinidade de técnicas, não se atendo a uma metodologia específica, podem estar mais interessadas em candidatos com a certificação PMI-ACP, principalmente se contam com colaboradores com certificações PMI na empresa. Outras organizações, por sua vez, podem preferir candidatos certificados CSP. Resumindo: não existe uma certificação melhor ou mais aceita. Essa avaliação vai depender exclusivamente das características da empresa.

E como colocar o treinamento em prática?

Após concluir o treinamento, é comum as equipes solicitarem assistência a um treinador Agile. O uso da figura desse especialista é importante para auxiliar em relação à aplicação prática, ou seja, à transposição dos conceitos e das táticas repassados ao longo da formação para o mundo real. Esses treinadores podem ser incrivelmente úteis em tornar as lições mais assimiláveis em um contexto prático, esforçando-se para adaptar as lições às equipes e aos ramos de atuação nos quais estão inseridas.

De fato, as organizações estão se voltando cada vez mais para as práticas ágeis de gerenciamento de projetos e os motivos são evidentes: uma gestão mais flexível, menos engessada e com a entrega de um produto (ou mesmo de um serviço) com maior valor agregado, de acordo com as necessidades e expectativas do cliente final. Por isso, seja qual for o nível da certificação ou mesmo o provedor (Scrum Alliance ou PMI), ser um profissional certificado tende a se tornar um grande diferencial. E isso se mostra verdadeiro não só pelos conhecimentos agregados e por permitir evidenciar a posse dessas competências, mas também pela necessidade de acompanhar a evolução da filosofia de gestão que vem envolvendo a maioria das empresas do mercado moderno.

E você, já é um profissional certificado? Percebe a importância que as certificações em metodologias ágeis exercem no contexto atual? Deixe seu comentário e compartilhe suas opiniões conosco!

gerenciamento de projetos

Gerenciamento de projetos: tudo o que você precisa saber para ter sucesso

Idependentemente da metodologia aplicada, das boas práticas seguidas ou da filosofia por trás de tudo, normalmente qualquer gerenciamento de projetos se resume a fazer dinheiro novo, não é mesmo? As mais diversas definições, os cursos mais completos e as palestras mais intrigantes se propõem a explicar no que realmente consiste e com implementar uma boa gestão de projetos, porém, em uma visão bem simples e objetiva, pode-se dizer que gerenciar qualquer projeto é trabalhar para entregar valor para uma organização, ajudando-a a atingir seus objetivos.

E se você ainda está começando sua empreitada no ramo de gestão de projetos, primeiramente confira nossos artigos sobre o que é e por onde começar! Lidos? Então você já está mais que pronto para digerir os principais pontos em que os gerentes de projetos, PMOs e organizações precisam focar para potencializar sua capacidade de geração de valor. Dê só uma olhadinha:

Como iniciar um projeto

É muito comum ouvirmos falar que é preciso planejar, certo? Porém, mais do que planejar, é preciso iniciar bem um projeto. Assim, antes de efetivamente decidir o que fazer, é importante esclarecer os motivos pelos quais se deve fazê-lo. E é aí que entra a iniciação no gerenciamento de projetos.

Idependentemente se você utiliza uma abordagem ágil ou tradicional, é necessário construir uma visão de onde se quer chegar com o projeto, quanto será preciso investir no trabalho e quanto se espera receber ao concluí-lo — no modelo tradicional, essa etapa é chamada de iniciação. Mas pouco importa se a opção consiste em utilizar uma metodologia Scrum ou uma boa prática como o PMBOK, porque, de uma forma ou de outra, você precisará construir um bom plano de negócios — business case ou Business Model Canvas — da iniciativa.

No caso de ser um projeto interno da corporação, será preciso obter a aprovação de um patrocinador. Já se for um projeto externo, bastará um aceite formal por parte do cliente para dar início efetivo aos trabalhos. De qualquer forma, idependentemente da estrutura do projeto em si, o ponto é simples: é preciso formalizar o nascimento da proposta e seus respectivos limites, assim como comprometer os envolvidos na nova iniciativa.

Como planejar um projeto

Tanto trabalhando com o modelo de projeto tradicional, assim como optando por um método mais dinâmico — como o Canvas — ou em ondas — como o Extreme Programming —, fato é que a etapa de planejamento tem por objetivo definir o que será concretamente executado, em quanto tempo e por quem. Isso sem contar que essa crucial etapa definirá as linhas de base que serão seguidas ao longo da execução dos trabalhos, ou seja, ao final do planejamento, tem-se uma estrutura que servirá como referência.

Nesse caso, os mais tradicionais terão uma EAP e um cronograma, o pessoal da agilidade terá um backlog, uma definição do sprint e um Kambam com todas as atividades que serão entregues na primeira onda. Aí está uma tonelada de informações extremamente importantes para garantir o bom andamento desse possivelmente conturbado início, não concorda?

Como executar um projeto

É nessa hora que a aventura realmente começa! Com tudo planejado e as linhas de base definidas, o trabalho agora consiste em seguir o plano. Nessa etapa, o time buscará desenvolver as atividades rumo à conclusão do projeto, entregando os pacotes de trabalho e validando o atendimento às necessidades do cliente.

Vale lembrar que, ao logo da execução, é mais que comum precisar corrigir o direcionamento ou responder a mudanças ou riscos inesperados. Por isso, a velocidade com que essas ocorrências são devidamente identificadas farão toda a diferença no sucesso do projeto como um todo.

Para quem utiliza os métodos ágeis, será exatamente na execução que os membros da equipe assumirão suas atividades individuais e em conjunto. Nesse cenário, o papel do scrum master é blindar seu time, garantindo que seus colaboradores tenham as ferramentas e os recursos necessários para produzirem o máximo possível.

Constantes reuniões, em pé mesmo, durante a execução têm por objetivo ajudar a entender como o projeto está evoluindo, quais são as dificuldades apresentadas e o que será feito no próximo dia. Mesmo que esse ritual tenha nascido pela necessária agilidade do mundo atual, cada vez mais gerentes tradicionais têm adotado essa filosofia e visto ganhos significativos na evolução dos trabalhos.

Como monitorar e controlar um projeto

Monitorar e controlar consistem em acompanhar a execução do projeto para que potenciais obstáculos possam ser identificados antes mesmo de se tornarem problemas reais, a fim de que, quando necessário, ações corretivas possam ser tomadas para controlar a execução ideal do projeto. Assim, o desempenho do trabalho é observado e medido regularmente para identificar possíveis desvios do planejamento. E esse trabalho inclui:

  • Medir as atividades do projeto em curso — onde se está;
  • Monitorar as variáveis ​​do projeto — custo, esforço, escopo e assim por diante;
  • Contrapor o plano de gerenciamento de projetos com a linha de base do desempenho do projeto — onde se deveria estar;
  • Identificar ações corretivas para resolver adequadamente problemas e riscos — como será possível entrar na pista de novo;
  • Influenciar os fatores que poderiam burlar o controle integrado de mudanças para que só as alterações aprovadas sejam realmente implementadas.
  • Fornecer feedback em relação às fases do trabalho, a fim de implementar ações corretivas ou preventivas para trazê-lo para mais perto do que foi prometido e planejado.

Como encerrar um projeto com tranquilidade

O encerramento do projeto tem um grande objetivo: receber o aceite formal do cliente atestando que tudo o que foi acordado está devidamente entregue. Nessa hora, as atividades gerencias incluem o arquivamento dos documentos relativos a todo o processo e a catalogação das lições aprendidas. Esta fase consiste, basicamente, em:

  1. encerrar completamente o contrato, liquidando até quaisquer itens ainda em aberto e fechando cada transação aplicável ao projeto ou a suas fases;
  2. finalizar todas as atividades nos grupos de processos para encerrar formalmente uma fase ou o projeto inteiro;
  3. revisar a implementação — fase vital para a equipe do projeto aprender com as experiências que certamente se aplicarão a trabalhos futuros —, que normalmente consiste em olhar para o que correu bem e analisar o que não deu tão certo assim para se chegar a lições construtivas.

Como levar tudo isso para minha organização

Agora que você já sabe o que fazer, seu primeiro passo deve ser começar a realmente planejar sua implementação. Seja criando um PMOadotando uma metodologia ou contratando um bom software de gerenciamento de projetos software de gerenciamento de projetos, seu próximo passo é executar uma ação para conduzir sua empresa do ponto em que se encontra até aonde queira chegar — nesse momento, um material que pode ser muito útil é nosso e-book sobre os 7 segredos para uma Gestão de Projetos de alta performance, em que falamos a respeito de colocar tudo isso em prática, sem mistérios.

Diga não à burocracia

Guarde, desde já, que implementar uma gestão de projetos eficaz definitivamente não é burocratizar seus processos, ok? O grande valor disso tudo é ampliar a capacidade dos projetos, gerando valor. Independentemente do caminho tomado, é muito importante que fique bastante claro que gerenciar projetos não é o fim, mas, sim, o meio pelo qual sua empresa ganhará mais dinheiro e reduzirá custos, tornando-se cada vez mais inovadora e abocanhando mais mercado.

Evite a empolgação

Como em todo e qualquer projeto, é necessário fazer o dever de casa! Consiga o apoio da alta gestão e deixe muito claro o que busca conquistar com a iniciativa. Uma forma de aumentar a chance de sucesso é pensar em uma implantação em ondas — até porque não se consegue fazer tudo da noite para o dia, não é verdade? Assim, pense em crescimentos progressivos, entregando valor para organização ao evoluir gradativamente.

Busque apoio externo

Como qualquer implementação possui dois grandes desafios — a curva de aprendizado e a resistência cultural —, que tal buscar ajuda para resolver esses possíveis problemas? A curva de aprendizado está relacionada ao progresso, ou seja, começa-se executando determinada atividade com uma certa dificuldade, mas aos poucos vai-se melhorando, até que, finalmente, o processo esteja dominado. O grande problema é que essa curva custa dinheiro, seja gerada pela baixa produtividade ou por erros cometidos ao longo de seu percurso.

Assim, quanto mais curto for esse processo, mais econômica será a implementação do gerenciamento de projeto. Já a resistência cultural é inerente a qualquer organização que busca por mudanças, afinal, não costuma ser nada fácil convencer as pessoas a passarem a fazer as coisas de uma maneira diferente.

Pois o apoio externo, que pode ser uma consultoria, um software de gerenciamento de projetos, um curso ou até mesmo um evento relacionado à área, já facilita bastante a resolução de ambos os desafios. Aqui na Project Builder já ajudamos algumas organizações a encurtarem suas curvas de aprendizado e a diminuírem sua resistência cultural. A Drive Consultoria, por exemplo, percorreu esse caminho e, hoje, colhe grandes resultados por ter perseguido a profissionalização da sua gestão de projetos, estando na lista das PMEs que mais crescem atualmente — você pode conferir o case da Drive aqui!

Agora que tal comentar aqui e nos dar sua opinião? Por acaso o post cobriu suas principais dúvidas ou ainda precisa de mais informações? Como acha que poderíamos melhorar este conteúdo? E não se esqueça de compartilhar se o artigo foi útil!

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personalidades da gestão de projetos

7 personalidades da gestão de projetos para você seguir no Twitter

Hoje, apesar da informação está ao nosso alcance 24h por dia, muitas vezes não temos tempo de parar e ler tudo que precisamos. Porém, é fundamental nos mantermos atualizados –especialmente em nossa área de atuação. Nesse ponto, o Twitter pode ser de grande utilidade, pois mesmo na correria do dia a dia, entre uma reunião e outra, conseguimos dar aquela conferida rápida nas novidades e seguir personalidades da gestão de projetos!

Existem alguns profissionais de gerenciamento de projetos que compartilham diversas informações relevantes e conteúdos super úteis da área. Confira alguns perfis e comece a segui-los!

Américo Pinto

Especialista em Gerenciamento de Projetos, Portfólio e PMO. Atua como consultor, professor, autor e pesquisador, com larga experiência em grandes projetos no Brasil, EUA e Europa. Possui mais de 20 anos de experiência em Gerenciamento de Projetos.

Twitter l  @americopintoamericopinto

José Finocchio 

Reconhecido consultor especialista no tema gerenciamento de projetos, defendendo os princípios da simplicidade, da agilidade e da desburocratização. Autor do Project Model Canvas, um dos livros de gerenciamento de projetos mais lidos da atualidade. Junto com a Project Builder desenvolveu o PM Canvas App.

Twitter l @finocc

Ricardo Vargas

Especialista em gerenciamento de projetos, riscos e portfólio. Ricardo Vargas é também autor de quatorze livros em português, inglês e espanhol.

Twitter l @rvvargasrvvargas

Fábio Cruz 

Especialista em Gerenciamento de Projetos, Professor, Palestrante, Escritor e Blogueiro. Tudo isso com pitadas de Ágil, PMP, EXIN ASF, CSM, ITIL e boas práticas em GP. É também autor do livro “Scrum e PMBOK unidos no Gerenciamento de Projetos”. Lançamos anteriormente um e-book em parceria com o Fábio Cruz sobre Scrum + PMBOK. Você pode baixar gratuitamente aqui.

Twitter l @fabiocruz

Farhad 

Farhad possui mais de 30 anos de experiência profissional em empresas de porte em diversas funções gerenciais. É Project Management Practice Advisor de UNOPS e pesquisador, professor e consultor em gestão de projetos. É também autor e tradutor de livros e artigos sobre gerenciamento de projetos.

Twitter l @farhadak

Mario Henrique Trentim

Professor, consultor e autor de livros em gestão de projetos, estratégia empresarial e inovação, possui mais de 10 anos de experiência em grandes projetos nas áreas de Infra-estrutura, Telecomunicações, PD&I, TI e Aeroespaciais.

Twitter l @mariotrentim

Vitor Massari

Autor do primeiro livro em português de preparação para a certificação PMI-ACP.

Vitor possui grande experiência em especificações técnicas, desenvolvimento de soluções Oracle, metodologias ágeis como Scrum e as melhores práticas de gerenciamento de projetos do PMI.

Vitor já escreveu um artigo para o nosso blog, que você pode conferir aqui.

Twitter l @AgileCoachSP

O que você achou da lista? Você concorda? Incluiria mais alguém? Não deixe de compartilhar sua opinião conosco!

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gestão de projetos no agronegócio

Gestão de projetos no agronegócio: como fazer?

Gestão de projetos é um conjunto de atividades realizadas por um gestor que desenvolveu competências práticas para o planejamento, execução, monitoramento e controle de tarefas. No agronegócio, esse gerenciamento serve para a implementação de inovações tecnológicas que vão otimizar a produtividade do empreendimento rural, melhorando a qualidade dos produtos cultivados e ofertados ao mercado.

Neste post, vamos explicar o que é gestão de projetos no agronegócio e mostrar os resultados que ela pode gerar para esse segmento. Além disso, vamos explicar os objetivos do gerenciamento de projetos nesse setor e como ele pode ser útil para organizar e aprimorar a implantação de inovações em um empreendimento rural.

Gostaria de descobrir como esse conceito é aplicado na prática e os benefícios que ele pode trazer para o agronegócio? Siga em frente!

Quais são os objetivos da gestão de projetos no agronegócio?

O gerenciamento de projetos no agronegócio tem abordagem extremamente adaptável, que pode ser utilizada de maneiras diferentes e para empresas rurais de todos os portes. É um esforço temporário para o alcance de resultados efetivos em atividades agrícolas, construções e reformas de armazéns, abertura de canais de comercialização, obtenção de certificações etc.

A princípio, cada objetivo pode ser transformado em um único projeto. Para atingir esses objetivos, é primordial administrar as metas predefinidas até que eles se tornem realidade. O gestor precisa fazer o plano de ação, elaborar o cronograma e definir o que deverá ser feito. Por outro lado, terá que analisar os resultados obtidos para averiguar se há necessidade de mudanças ou ajustes.

Como a gestão de projetos pode ser aplicada na prática?

Ela pode ser iniciada na implantação de novas atividades agrícolas ou relacionadas à pecuária. Por exemplo, o gerente começa a implementação de uma criação de animais ou de uma cultura diferente. Ele estabelece a data inicial da primeira etapa e o dia do término da última fase, os quais devem ser cumpridos se não houver imprevistos.

Por esse motivo, procure escolher um líder capacitado para fazer a gestão dos seus projetos. Ele deve ter várias habilidades, principalmente a de liderar pessoas, visto que vai trabalhar diretamente com os colaboradores, assumindo responsabilidades enormes. Selecione, preferencialmente, um profissional experiente no ramo do agronegócio e que tenha noção de como é o funcionamento das atividades no campo.

A seguir, estabeleça quais projetos são prioridade e precisam ser executados com mais urgência. Defina os prazos para a execução, tendo em vista que você precisa de uma previsão de término do projeto, que pode ser de curto, médio ou longo prazo. Caso seja necessário, as datas poderão ser ajustadas de acordo com as estratégias criadas e aplicadas pelo gestor.

A quantidade de projetos para um empreendimento rural depende apenas do seu tamanho e dos objetivos do empreendedor. Contudo, as metas devem ser claras e atingíveis, como a redução de gastos desnecessários ou a criação de serviço para a entrega dos produtos originados de plantações, criações de animais, entre outros.

Contudo, cada projeto tem a sua meta a ser alcançada e várias etapas a serem realizadas. É possível trabalhar para reduzir o tempo dispendido na colheita contratando novos funcionários ou comprando uma ou mais colhedoras, de acordo com os recursos financeiros disponíveis.

Quais são os benefícios que a gestão de projetos pode trazer?

Um dos maiores benefícios da gestão de projetos é a melhoria da qualidade do agronegócio. Com o uso de ferramentas inovadoras, além da administração do tempo e dos recursos, as atividades são organizadas e otimizadas na área rural. Veja, a seguir, outras vantagens que o gerenciamento pode trazer aos empreendimentos rurais!

Vantagem competitiva

A aplicação de técnicas de gestão gera vantagem competitiva ao agronegócio, com a possibilidade de expansão da produção. O aumento da quantidade e da qualidade do que é produzido é outro efeito importante do gerenciamento de projetos. Os gestores consideram questões de sustentabilidade e outros desafios como o clima e eventos naturais.

A tecnologia é uma grande aliada para a economia dos recursos naturais, que devem ser usados de modo inteligente para minimizar os impactos à natureza. Gerentes capacitados conseguem elevar a produtividade por hectare de terra cultivada e promovem o crescimento dos lucros utilizando sensores que apontam as áreas mais férteis para o rendimento das lavouras.

Eles também gerenciam perdas, desperdícios, ociosidade do maquinário e outros aspectos inerentes. Ou seja, realizam gestão estratégica e zelam pelo desenvolvimento sustentável, entendendo profundamente as necessidades e os processos que garantem os melhores resultados para as finanças. O planejamento, a rotina de gerenciamento e o controle das tarefas promovem retorno dos investimentos efetuados pelo empreendedor rural.

Redução de custos

Uma das atribuições do gestor de projetos é fazer o gerenciamento dos riscos e dos custos para montar e monitorar o orçamento de maneira equilibrada e acertada. É o gerente quem elabora o projeto e tem a base dos recursos que serão aplicados durante a sua execução. Por isso, ele faz o acompanhamento para ver se os valores fecham com o planejado.

A criação do cronograma evita desvios de gestão e o seguimento das estratégias delineadas. Já o monitoramento dos gastos possibilita a redução de custos pelo aproveitamento de oportunidades, a implementação de novos serviços ou produtos, a organização dos ambientes e o fortalecimento das relações com fornecedores e parceiros.

Reuniões periódicas podem ser realizadas para que o líder consiga repassar as informações para os colaboradores, que devem se sentir parte do negócio. Nessas ocasiões são informados os valores investidos, as metas alcançadas, os trabalhos serem executados, os benefícios obtidos e os esforços necessários para aumentar os lucros. Os encontros semanais melhoram ainda mais os resultados.

Maior lucratividade

As boas práticas de gestão de projetos são indispensáveis para gerar motivação e engajamento das equipes de trabalhadores. As informações alinhadas e compartilhadas com os envolvidos geram transparência e confiança entre líderes e liderados. Consequentemente, as pessoas motivadas pelo diálogo e comunicação eficiente produzem mais e elevam a lucratividade do agronegócio.

Para aumentar a eficácia da gestão de projetos no agronegócio é aconselhável utilizar um software de gestão, o qual poderá ser integrado com outras ferramentas de automatização. Um sistema permite a organização das atividades, visualização rápida do andamento dos projetos, conferência das etapas realizadas e evita muita confusão e gasto de tempo com a procura de documentos físicos.

Deseja obter mais informações sobre as possibilidades da gestão no agronegócio? Fale conosco agora mesmo e seja muito bem atendido!

aumentar a lucratividade da empresa

Veja 7 dicas de como aumentar a lucratividade da empresa

Todo profissional que atua com a gestão de negócios busca meios para otimizar e aumentar a lucratividade da empresa em que ele trabalha. Afinal de contas, um negócio competitivo é aquele que consegue maior produtividade, menores taxas de erros e alta flexibilidade. Em outras palavras, é uma empresa com um bom ambiente de trabalho, orientado por resultados e pela colaboração.

Mas, para conseguir aumentar a lucratividade da empresa, é necessário investir nos caminhos. A empresa deve ser estruturada para conseguir atingir bons resultados e estar sempre pronta para lidar com imprevistos. Desse modo, os times jamais perderão prazos ou terão quedas de produtividade.

Se você quer saber mais sobre o tema e como aumentar a lucratividade da empresa, confira o texto a seguir e veja as dicas que preparamos!

1. Reduza custos

Reduzir custos é uma das formas mais simples de aumentar a lucratividade de um negócio. Uma maneira de fazer isso é gerenciando com visão estratégica os contratos de prestação de serviços. Além disso, o negócio pode trabalhar lado a lado com os seus fornecedores.

Essas duas abordagens têm como foco garantir que a empresa sempre realizará investimentos com alto custo-benefício. Os fornecedores, por exemplo, terão previsibilidade sobre quando será necessário entregar novas matérias-primas, otimizando o preço de cada item. Já os prestadores de serviços conseguirão montar contratos alinhados com a demanda da empresa, evitando gastos desnecessários.

2. Otimize rotinas

A otimização da cadeia operacional é algo que consegue reduzir gastos, melhorar a produtividade e minimizar erros. Essa atividade também permite ao negócio avaliar o que pode ser corrigido com o apoio de novos investimentos e, a longo prazo, tornar a prevenção de erros muito mais eficiente. Além disso, ter um time focado em melhorar fluxos de trabalho contribui para tornar o ambiente de trabalho mais colaborativo e inovador.

Portanto, os times devem sempre trabalhar em um ambiente onde há abertura para o teste e a sugestão de melhorias. Elas precisam ser orientadas por dados e com foco em mais qualidade para o consumidor. Desse modo, a marca conseguirá se destacar diante de clientes e parceiros comerciais sem dificuldades.

3. Treine equipes

O treinamento de equipes é fundamental para manter times alinhados e com um posicionamento em sintonia com os princípios da marca. Eles devem ser realizados sempre que problemas forem identificados e novas soluções de TI forem integradas ao fluxo de trabalho. Além disso, essa prática deve ocorrer quando existir o investimento em novas metodologias operacionais.

Nesses cenários, os times devem ser capacitados para atuar conforme o novo padrão de qualidade. Os profissionais entenderão o motivo das mudanças e o seu impacto. Assim, conseguirão se engajar mais em melhorar a sua maneira de trabalhar e em manter um alto nível de alinhamento com os padrões do negócio.

4. Adote indicadores de performance

A análise de dados é crucial para alguém conseguir identificar como aumentar a lucratividade da empresa. Afinal, informações precisas e abrangentes melhoram o diagnóstico de problemas e reduzem erros. Ou seja, garantem que as melhorias serão efetivas.

Portanto, não deixe de adotar indicadores e mecanismos que permitem a avaliação contínua da qualidade dos processos internos. Estruture cada métrica de acordo com o perfil da empresa e não deixe de revisar rotinas. Desse modo, todos os processos de melhoria serão mais eficazes.

5. Tenha metodologias alinhadas com o perfil da empresa

Metodologias operacionais e de gestão são padrões que guiam o dia a dia do negócio e de seus projetos. Elas podem ser orientadas por fatores como a agilidade, a flexibilidade e o foco nas demandas do cliente. Como impactam diretamente o modo como a empresa atenderá as demandas existentes, é crucial que elas sejam bem definidas.

Em outras palavras, o negócio deve buscar metodologias que ajudem na resolução de problemas internos e que consigam maximizar a sua competitividade. Isso garantirá que os processos estarão bem-estruturados e a opção da empresa será capaz de gerar grande impacto positivo.

6. Integre equipes

Times que colaboram conseguem inovar mais e ter menos problemas no seu fluxo de trabalho. Afinal de contas, eles serão capazes de identificar e solucionar problemas com muito mais agilidade e qualidade: a partir de conversas multidisciplinares, as escolhas tomadas terão como base uma visão muito mais ampla sobre as possibilidades disponíveis.

Por isso os profissionais devem sempre buscar meios de integrar times a partir da criação de um ambiente colaborativo. Reuniões de troca de ideias, metodologias como a DevOps e soluções que integram e centralizam a troca de dados são passos básicos nesse sentido. Assim, o negócio conseguirá definir o seu futuro com todos os times envolvidos nas decisões.

7. Apoie-se na tecnologia

Investir na tecnologia é uma das melhores maneiras de aumentar a lucratividade da empresa. Negócios que passaram pela transformação digital conseguiram melhorar o seu grau de flexibilidade, ter mais agilidade na resolução de problemas e entender com maior precisão o perfil de seus consumidores. Ao mesmo tempo, conseguiram sempre se posicionar à frente da concorrência.

Esses ganhos são possíveis quando a empresa faz um investimento alinhado com os padrões do mercado e orientado pelas demandas internas. Nesse sentido, as soluções que podem ser aplicadas para melhorar o fluxo de trabalho com o apoio da TI são:

  • ferramentas de análise de dados como as de Big Data e BI;
  • soluções de gestão de dados corporativos, como softwares ERP e CRM;
  • sistemas que permitem a automação de rotinas, como chatbots e dispositivos da Internet das Coisas;
  • plataformas de colaboração baseadas em cloud computing;
  • soluções de mensagens e videochamadas online voltadas para o meio corporativo.

Ter uma empresa de sucesso não é um desafio simples. É necessário entender as demandas do mercado, trabalhar ao lado de colaboradores e avaliar como a concorrência se comporta para sempre manter a marca competitiva. Além disso, quem atua na área de gestão deve buscar, continuamente, meios para otimizar as suas rotinas e evitar erros.

Uma gestão estratégica, portanto, é crucial para quem quer aumentar a lucratividade da empresa. Ela colocará todos os times lado a lado em um ambiente com uso inteligente da TI e de dados, maximizando a performance de todas as áreas. Por isso, não deixe de investir nas nossas dicas para melhorar os seus fluxos de trabalho!

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