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Case de sucesso: Project Builder e iMaps

A iMaps é uma empresa gaúcha de consultoria na área de projetos de BI para grandes organizações. Neste texto você conhecerá um pouco mais da parceria entre a Project Builder e a iMaps!

Por que a iMaps sentiu necessidade de um software de gestão de projetos?

 

Para executar os serviços, a empresa trabalha com consultores alocados em clientes de diferentes mercados. Por isso, era muito complicado a empresa ter uma documentação de registro de tarefas e horários dos funcionários, o que era necessário para poder cobrar de seus clientes, entregar relatórios de tarefas a eles e também para gerenciar o time interno. 

 

Por isso, a empresa precisava de uma ferramenta para solucionar esse problema de falta de controle no gerenciamento dos projetos. Além disso, as informações dos clientes não eram muito organizadas, o que dificultava a gestão interna e principalmente a comunicação entre os times. 

 

Para tentar melhorar a situação, a Imaps tinha uma série de sistemas, mas pelo fato de que eles estavam trabalhando separadamente, não conseguiam de fato resolver. Foi aí que conheceram a PB. E felizmente, o problema foi resolvido antes que impactasse em alguma perda de credibilidade perante ao cliente ou alguma eventual perda para o negócio. Porém, isso só aconteceu porque foram muito rápidos em buscar uma solução antes de o problema acontecer, o que normalmente não acontece na maioria das empresas.

Quais foram os resultados obtidos com o uso do software da Project Builder?

 

A tomada de decisão pela contratação da PB foi há 10 anos, quando a Imaps ainda era pequena. E por isso, a PB suportou o crescimento da empresa, tanto em faturamento, quanto em número de funcionários.

 

O início da parceria se deu com um diagnóstico da situação atual da Imaps. Após isso, o time de implementação da PB adequou o sistema de forma completamente personalizada de acordo com as necessidades encontradas. Durante esse processo, o time da PB se dedicou em disponibilizar todo o apoio e treinamento para a Imaps.

 

Hoje os projetos são muito mais organizados, já que conseguem gerar dados gerenciais, têm controle de todos os responsáveis, de todas as atividades e conseguem acompanhar os volumes de cada projeto. “Com o PB conseguimos organizar melhor as tarefas e assim melhorou a comunicação”, cita Cláudio.

 

Além disso, a PB também gerou outros benefícios como melhoria no clima organizacional e principalmente permitiu com que a tomada de decisões fosse mais rápida e assertiva porque agora é possível ver as alocações dos consultores, números de horas trabalhadas por cliente e o gerenciamento de contratos, o que faz as decisões serem tomadas mais rapidamente e sem achismos.

 

Cláudio finaliza: “Agora tudo flui melhor e temos mais produtividade. Penso que dentro daquilo que nos foi proposto tudo foi atingido. Sempre fomos prontamente atendidos, tivemos apoio de qualidade e um canal direto bastante ágil para solucionar eventuais problemas.

Como é o relacionamento entre as duas empresas?

 

Mesmo depois da implementação, o time da PB sempre se fez presente, porque entende que os projetos e necessidades da empresa mudam. E segundo Cláudio Feijó, Business Intelligence da Imaps, “o atendimento é ótimo. Eles sempre sugerem melhorias, e temos encontros periódicos para resolver as questões”!

 

Gostou de conhecer os benefícios que a Project Builder entrega aos seus clientes? Quer esses mesmos resultados na sua empresa? Entre em contato conosco e converse diretamente com um de nossos consultores!

gerenciar é mais que acompanhar

Gerenciar é mais que acompanhar – Evolua seu gerenciamento de Projetos

Você provavelmente se pergunta muitas vezes: o que fazer diante de um problema? A sua resposta revela se está preparado ou não para ser um gerente de projetos e lidar com o conceito de que gerenciar é mais que acompanhar. Para exemplificar, vamos pensar uma situação hipotética.

Ao sair do trabalho, uma pessoa dá carona para um amigo que mora no topo de um morro. Ao voltar a seu caminho e seguir para casa, o motorista percebe no começo da ladeira que o freio não está mais funcionando.

Uma opção para esse motorista será insistir em pisar no freio. No entanto, essa atitude, mesmo que tomada por repetidas vezes, não vai resolver o problema. Sem freio, o carro vai chegar até o final da ladeira com uma velocidade considerável e pode causar um grave acidente, seja chocando-se com um outro veículo ou então batendo em algum poste ou muro.

No entanto, o condutor pode tomar outras atitudes em vez de insistir em pisar no freio. Após perceber que não tem como parar o carro pisando no pedal, o motorista pode tentar o freio de mão, pois esse mecanismo funciona de maneira diferente. Não conseguindo parar o carro dessa maneira, é possível ainda outras alternativas enquanto o carro não adquire uma velocidade alta: chocar-se contra um muro ou poste no meio da ladeira ou tentar pular fora do carro.

Essas outras atitudes foram tomadas para evitar um problema maior, que é o papel essencial de quem trabalha com gerenciamento. Não basta a um gerente de projetos insistir em ações que não resultem no sucesso desejado. Saber apenas um único caminho não será o suficiente para quando problemas ocorrerem – e acreditem, eles sempre vão ocorrer, portanto o que vai fazer a diferença será nossa postura diante deles.

Essa história serve para lembrarmos do quão importante é a diferença entre acompanhar e gerenciar. Lembre-se disso quando estiver gerenciando um projeto. É preciso ter criatividade e estar aberto a novas possibilidades para alcançar os objetivos. Suas atitudes vão demonstrar sua competência e os resultados positivos serão a garantia do seu reconhecimento como um ótimo profissional nessa área.

Agora que você já entendeu que gerenciar é mais que acompanhar, compartilhe!

metodologia waterfall

Guia da gestão de projetos: metodologia Waterfall

O que determina o sucesso ou o fracasso de um projeto? Equipe despreparada, prazos apertados, escassez de recursos, análise de riscos equivocada? Os motivos são tantos que às vezes é impossível precisar apenas uma causa para os bons ou maus resultados de um empreendimento.

Um dos fatores que podem influenciar profundamente o produto final é a metodologia de gerenciamento utilizada durante a execução do projeto. Afinal, essa geralmente é a fase em que todos os esforços podem ser desperdiçados caso existam falhas de comunicação, atrasos, aumento de custos, entre outros problemas.

As discussões sobre as melhores metodologias para o gerenciamento de projetos podem gerar debates acalorados, mas a verdade é que todas elas possuem prós e contras e podem ser aplicadas com resultados positivos.

A seguir, você confere um guia sobre a gestão de projetos apresentando a metodologia Waterfall. E você? Já conhece esse método?

Como funciona

A metodologia Waterfall, palavra em inglês que significa cascata, é considerada a forma mais tradicional de gerenciar projetos.
Nessa abordagem, todas as etapas são seguidas de forma sequencial. As fases básicas geralmente são de definição de requisitos, planejamento, execução e validação, podendo variar dependendo do tipo de iniciativa.

O modelo em cascata só permite que o projeto avance quando uma fase está inteiramente completa. Voltar algumas etapas, dar saltos para frente ou sobrepor atividades não é permitido. Além disso, no Waterfall os requisitos são totalmente definidos no início do projeto e geralmente sofrem pouca ou nenhuma alteração durante sua execução.

Vantagens

O método Waterfall recebe muitas críticas por sua rigidez. Ainda sim, seus benefícios existem e podem trazer excelentes resultados para alguns tipos de projeto. Uma de suas principais vantagens é que, para que o planejamento seja feito, é necessário avaliar e estruturar as etapas com antecedência e prever cenários variados. Esse trabalho minucioso de desenhar a execução permite que os prazos e custos sejam mais previsíveis. Além disso, o projeto se torna mais fácil de ser gerenciado, já que suas fases estão bem arquitetadas.

Com etapas tão bem definidas, claras e sequenciais, os projetos em cascata ficam mais simples de serem compreendidos pela equipe e o fluxo das atividades é mais organizado.

Desvantagens

Apesar dos benefícios acima, a metodologia Waterfall impõe grande rigidez à execução do projeto. Quando uma etapa foi inteiramente concluída, a opção de voltar atrás e refazer parte do trabalho implica em custos elevados. É como se o morador de uma casa decidisse mudar toda a planta já na fase de acabamento.

Além disso, os projetos gerenciados em cascata geralmente apresentam resultados somente após sua conclusão. Imagine a pressão para uma equipe desenvolvendo um software, que só consegue mostrar o produto depois do fim do projeto, apesar de o cliente querer versões preliminares do programa desde o início das atividades.

Outro problema do Waterfall é a dificuldade em determinar, em um estágio tão inicial, todos os requisitos necessários para o projeto. Muitas vezes, com o desenrolar das atividades, o cliente e os executores percebem que poderiam ter feito escolhas melhores na fase inicial, mas com a rigidez imposta pelo método fica muito difícil contornar esse problema.

Quando usar

A metodologia Waterfall pode não trazer bons resultados quando o projeto é muito complexo ou de longa duração. Caso se perceba que a probabilidade dos requisitos mudarem é média ou grande, o ideal é adotar métodos mais flexíveis de gerenciamento, que permitam mudanças a cada etapa sem grandes impactos no custo, prazo e qualidade.

No entanto, os projetos em que os requisitos são muito claros e que dificilmente serão alterados no tempo podem fazer um bom uso da metodologia. Essa prática é comum em empreendimentos da indústria e da construção civil, quando os ambientes são altamente controlados e estruturados e as mudanças após as entregas do projeto serão muito caras ou impossíveis.

Já utilizou esta metodologia para gerenciar um projeto? Quais os benefícios e dificuldades encontrou?

Gostou? Compartilhe!

ferramentas para gerenciar projetos

Ferramentas que usamos na PB para gerenciar projetos

Boas ferramentas para gerenciar projetos facilitam demais a vida de qualquer equipe. Com elas é possível automatizar processos, concentrar informações em um único lugar, gerenciar com mais qualidade, ter mais tempo para o planejamento estratégico dos trabalhos e elevar a produtividade da equipe como um todo. E olha que por mais que essas sejam as vantagens mais facilmente perceptíveis da adoção da tecnologia como sua aliada, elas definitivamente não são as únicas!

Aqui na PB não abrimos mão de usar ferramentas para gerenciar projetos que são atuais e bem estruturadas, e que realmente nos ajudem a dar a dinâmica necessária para os nossos projetos — afinal, competitividade se conquista com qualidade e agilidade no processamento de informações e no acompanhamento sistemático dos resultados, certo? Pois é exatamente por esse motivo que resolvemos compartilhar com você nossos segredos, divulgando as ferramentas que oferecem o suporte necessário às nossas atividades e garantem nosso sucesso no mercado! Ficou curioso?

Então confira:

PM Canvas

Uma metodologia focada em tornar o planejamento de projetos uma atividade dinâmica e afinada com as exigências do mercado, o PM Canvas permite que você faça o planejamento de seus projetos em apenas 13 passos, oferecendo uma visão abrangente e compartilhada por todos sobre quais são os requisitos para a execução do trabalho. Como sua estrutura é bastante visual, o PM Canvas pode ser facilmente atualizado, o que contribui para ambientes de extrema incerteza e projetos de inovação tecnológica. O aplicativo para smartphones, PM Canvas Official APP permite criar seu Canvas em tempo real, por equipes geograficamente distribuídas. Ideal para quando não é possível reunir todo seu  time em um mesmo lugar. Ele está disponível para iOS ou Android.

Typeform

Formulários inevitavelmente fazem parte do dia a dia dos times de projetos, não é verdade? Então que tal agilizar esse processo ao criar seus formulários com uma ferramenta intuitiva e de fácil manuseio? O Typeform é uma ferramenta premium que simplifica não só o desenvolvimento de formulários dos mais variados tipos e formatos como também facilita a aplicação de pesquisas com determinado público, agilizando a coleta e a análise dos dados para colocar seu projeto para funcionar o quanto antes.

Yesware

O e-mail é uma importante ferramenta de comunicação com os stakeholders de um projeto. Mas como saber se as partes interessadas estão efetivamente recebendo suas mensagens e interagindo com elas? Pois com o Yesware você tem a certeza de que seus e-mails são abertos e clicados, o que melhora as oportunidades de follow up e de controle de alterações, bem como dá a tranquilidade de que você precisa para medir a eficácia dessa ferramenta de comunicação com um recurso de analytics único.

WBS Chart Pro

A WBS é uma etapa fundamental do planejamento de qualquer projeto que pode ser otimizada com o uso da ferramenta WBS Chart Pro. Esse recurso permite que você faça a decomposição das atividades por meio de gráficos altamente visuais, criando caminhos críticos de sucesso em poucos minutos, sem precisar construir fluxos no Excel ou em qualquer outra ferramenta. Além disso, com a WBS Chart Pro você gera um Gráfico de Gantt para acompanhar a execução do seu cronograma sem erros.

XMind

Para quem trabalha com mapas mentais e brainstorming para o planejamento e a execução de projetos, o XMind cairá como uma luva, já que é uma das melhores ferramentas de construção de grandes ideias. Nele você insere insights, ideias e pensamentos, organiza, reordena e ainda exporta os resultados para vários formatos — como PDF e Excel, por exemplo —, o que permite compartilhar o conhecimento construído com qualquer pessoa.

Project Builder

Como gerenciar projetos é uma tarefa bastante complexa, é preciso contar com uma ferramenta robusta e com as funcionalidades certas para elevar a produtividade da equipe e administrar diversos projetos ao mesmo tempo. Com o Project Builder você tem um software de gerenciamento de projetos pronto para ir do planejamento à execução com sua equipe, tornando os processos mais ágeis e confiáveis. Além disso, com esse recurso você gerencia seu time, seus programas e portfólios com a mesma facilidade, contribuindo para uma gestão estratégica mais eficaz e rentável. Para comprovar o potencial da ferramenta, que tal solicitar sua versão de teste gratuitamente?

Agora que nossos segredos já foram revelados, comente aqui e nos conte se sua empresa utiliza ou já utilizou alguma dessas ferramentas no gerenciamento de seus projetos! Conhece outras opções que queira compartilhar conosco? Deixe seu comentário e participe!

plano de projeto

Passo a passo para fazer um plano de projeto completo e eficiente

A criação e execução de um projeto passa por várias etapas. Do planejamento à avaliação final, muitos são os momentos em que o gestor se comunica com o time, faz revisões e avalia se tudo está correto.

E, para que a orientação seja bem-feita, o plano de projeto entra em ação. Ele garante que as estratégias de gerenciamento atinjam os resultados esperados. Quer saber mais sobre o tema? Continue a leitura!

O que é plano de projeto?

O plano de gestão de um projeto (ou apenas plano do projeto) é um documento que lista todos os fatores que estão envolvidos em um projeto. Isso inclui os seus stakeholders, os prazos e métricas de performance. Assim, a gestão pode ter uma orientação mais clara e precisa sobre o que é necessário para atingir os resultados esperados ao término de cada etapa.

Também estão incluídos no projeto itens como as ferramentas que serão utilizadas, os objetivos e os riscos que fazem parte de cada etapa. Dessa forma, os times podem se preparar com antecedência.

Como o plano de gestão de projetos impacta nos resultados?

O plano de gestão de projetos é crucial para a qualidade de cada etapa e a manutenção de um bom fluxo de trabalho. Por meio dele, as equipes podem manter uma rotina de mais agilidade, evitar riscos e avaliar a melhor maneira de atingir os resultados.

Os custos também caem. Com mais apoio ao planejar cada tarefa, é possível evitar erros e a necessidade de refação. Assim, os prazos são mantidos e o negócio pode entregar os resultados esperados sem dificuldades.

Como criar um bom plano gestão de projetos para o seu negócio?

A criação do plano de gestão do projeto é um processo complexo e precisa ser feito com os líderes de todas as equipes. Também é importante que o gestor tenha uma visão abrangente sobre cada etapa. Assim, o documento consegue cobrir todos os fatores que são importantes para atingir os objetivos.

Veja abaixo os elementos que devem fazer parte do seu plano de projeto!

Cabeçalho

O cabeçalho lista os itens básicos do projeto e da sua documentação, como:

  • o título do documento;
  • a data de produção do plano de projeto;
  • os objetivos estratégicos do projeto;
  • a ID do projeto;
  • o destinatário final do projeto;
  • os patrocinadores do projeto;
  • o gerente do projeto.

Introdução

Na introdução, é feita uma apresentação geral do projeto. Ela contextualiza o projeto em seus aspectos mais tradicionais, como a justificativa, os benefícios, os objetivos e uma descrição geral.

Escopo

A gestão do escopo é um dos pontos mais importantes de qualquer projeto. Ela define os limites de atuação dos times e a cobertura de suas atividades. Portanto, deve ser estabelecida com todos os profissionais responsáveis pelo projeto.

Um bom escopo é claro e objetivo. Deve ser transparente, ou seja, com uma definição de fácil entendimento. Além disso, precisa ser alcançável e baseado no perfil dos envolvidos com o projeto.

Prazos

Os prazos auxiliam na definição de cronogramas e no planejamento de todos os times. Por isso é importante que eles sejam listados previamente, evitando que atrasos ocorram ou haja sobrecarga de trabalho.

Uma boa definição de cronograma auxilia o negócio a ter uma melhor distribuição de recursos. Quando todos sabem como e quando entregar resultados, fica mais fácil para o gestor direcionar tarefas e ferramentas.

Se necessário, a empresa pode utilizar métricas para avaliar a aderência de cada time aos seus prazos. Dessa forma, gargalos são identificados com agilidade e as medidas de correção de falhas podem ser aplicadas com rapidez.

Custos

O gerenciamento de custos é um ponto crítico para qualquer projeto. Se bem executado, evita desperdícios, torna os times mais eficazes e melhora o uso dos recursos disponíveis.

Além disso, o provisionamento de recursos financeiros é feito de modo mais inteligente. A companhia tem mecanismos para identificar quais são os gastos envolvidos em cada etapa e, assim, direcionar com mais qualidade as verbas necessárias para o fluxo de trabalho se manter com alto nível de continuidade.

Na definição dos custos, a empresa também pode colocar os riscos capazes de afetar o projeto. Gastos inesperados causados por atrasos, erros ou falhas em equipamentos devem ser listados. Junto a esses fatores, é importante que o gestor também enumere as medidas de prevenção e mitigação de tais falhas.

Os indicadores de qualidade e resultados esperados

Nesse item deve conter tudo aquilo que está relacionado com os objetivos do projeto e os seus índices de qualidade básicos. Assim, facilita para o gestor identificar se os objetivos foram alcançados e as rotinas estão dentro dos padrões esperados.

Nesse sentido, os indicadores de qualidade devem ser listados em conjunto com outros fatores. Isso inclui a tolerância à falta de aderência, os métodos de medição e os impactos que a baixa qualidade pode ter no projeto.

Além disso, a companhia também deve determinar o intervalo em que os indicadores serão listados. Por fim, esse item deve conter, também, as métricas-chave de performance, uma vez que são os principais indicadores de performance.

Recursos humanos e operacionais

É importante que o plano do projeto também descreva os recursos necessários para que cada etapa atinja os seus objetivos. Portanto, devem constar tanto as ferramentas que serão utilizadas em cada etapa (como sistemas de distribuição de tarefas) como as metodologias de gestão e os profissionais de cada time.

Riscos operacionais

Também devem ser citados os riscos operacionais. Isso auxilia a empresa a ter uma visão clara do que pode afetar negativamente os resultados do projeto e, assim, estruturar medidas de prevenção e mitigação de vulnerabilidades.

Os riscos devem ser analisados continuamente. Conforme o projeto evolui, novos desafios podem surgir e, nesse cenário, é importante que o negócio esteja pronto para lidar com cada um deles.

Com um plano de projeto transparente e bem estruturado, todos os processos ganham qualidade. O planejamento se torna mais eficaz e os erros menos frequentes. Com uma melhor distribuição de recursos, é mais tranquilo os times executarem suas atividades dentro dos prazos propostos.

Gostou deste post e quer saber como otimizar o seu gerenciamento de projetos? Então, fale com um dos nossos consultores!

lidar com conflitos

Como integrar equipes e lidar com conflitos entre departamentos

Um dos trabalhos mais desafiadores de um gerente de projetos é realizar a gestão de conflitos entre as equipes. No dia a dia, impasses mal resolvidos podem tomar grandes proporções, gerando dificuldades e lentidão em projetos.

Por isso, como gerente, você deve ouvir todos os lados, entender os pontos críticos, promover ações para integrar os colaboradores e, quando for preciso, dar a palavra final. O líder é o responsável por garantir a coesão do grupo.

Neste post, você vai conferir algumas dicas sobre como resolver os conflitos entre departamentos e integrar as equipes envolvidas em um mesmo projeto. Continue a leitura e prepare-se para colher os benefícios de uma gestão adequada!

Entenda a importância da boa gestão de conflitos

Todo projeto depende da cooperação e integração entre times e departamentos. Afinal, os bons resultados são frutos de um trabalho multidisciplinar, em que as competências técnicas e comportamentais de diferentes áreas devem soar harmonicamente.

Em síntese, como os conflitos estimulam sentimentos e comportamentos contraproducentes nos profissionais, criando barreiras à interação, eles precisam ser geridos e pacificados para que não haja repercussão nos resultados do grupo.

Um exemplo clássico são as brigas entre setores, que fazem com que os profissionais não deem a prioridade devida às solicitações vindas de outros departamentos. Com efeito, os projetos, dependentes da cooperação e integração, ficam em segundo plano.

Outro problema ocorre com os conflitos interpessoais. Quando os profissionais não se falam, não haverá o compartilhamento de conhecimento e experiência, tampouco o alerta sobre condutas que possam gerar prejuízos às metas do grupo.

Por isso, ao investir em relações harmônicas no ambiente de trabalho, investe-se indiretamente na própria empresa, especialmente em sua capacidade de concretizar projetos.

Desenvolva uma comunicação eficiente

A chave para integrar as equipes e lidar com conflitos é a comunicação. Você deve manter um contato próximo com todos os envolvidos, atentar para as atividades de cada um deles, bem como as dificuldades expostas.

Muitos atritos podem ser evitados com uma simples conversa “olho no olho”, com cada integrante expondo seus argumentos e mostrando como suas ideias impactam o projeto. Porém, essa comunicação deve ser eficiente.

Reuniões constantes, sem pautas claras e com duração indefinida, costumam não trazer resultados efetivos. Sempre que reunir equipes de vários departamentos, tenha um objetivo cristalino e faça encontros rápidos, ouvindo todos os lados e buscando a solução para um “problema” preestabelecido. Ao fim da reunião, envie a ata e o que foi decidido para todos.

Além das reuniões, crie canais de comunicação direta. A porta do gerente de projetos deve estar sempre aberta. Você precisa se disponibilizar no surgimento de um conflito, na redefinição de estratégia e, até mesmo, para intermediar relações em busca de uma solução efetiva.

Criar canais para os setores conversarem entre si e tentarem resolver as questões sem necessitar do seu intermédio também é uma boa ideia. Estimule o uso inteligente do e-mail, telefone e, principalmente, encoraje os encontros pessoais entre as áreas quando for possível.

Não adie os problemas

O principal erro que gerentes de projetos cometem ao lidar com um conflito é adiar o problema esperando que, de alguma maneira, ele se resolva sozinho. Isso não vai acontecer e, quando você menos esperar, poderá ter tomado uma dimensão desnecessária e evitável caso tivesse intervindo antes. Como estará sempre conversando com as equipes, você conseguirá usar a sua percepção para entender quando determinado assunto pode gerar um conflito.

Assim que perceber um impasse, ouça os lados envolvidos e sente com cada um dos integrantes deles para resolver. Evite que as disputas tomem grandes proporções e, principalmente, que uma disputa de ego acabe entrando em jogo. Sendo rápido e incisivo na resolução dos conflitos, dificilmente eles crescerão.

Busque um denominador comum

Você deve ouvir atentamente todos os lados envolvidos e fazer com que eles dialoguem, tentando achar a melhor forma de resolver um problema. Caso aconteça um impasse, porém, você terá que tomar uma decisão. Busque sempre a melhor solução para todos, que não prejudique nenhum departamento e, ao mesmo tempo, influencie positivamente os projetos e a empresa.

Procure sempre uma resolução que seja “win-win”, ou seja, em que ambos os lados saiam ganhando, mesmo que pelo aprendizado. Claro que nem sempre isso é possível, mas tenha em mente encontrar um caminho que seja constituído pelas ideias de cada um desses lados. Faça com que ambos tenham que ceder um pouco pelo sucesso. Isso estimulará o trabalho em equipe de uma forma mais integrada!

Lide com a frustração de expectativas

Você vai tentar criar uma resolução que seja o melhor possível para todos os lados, porém, como gerente de projetos, o resultado deverá ser o melhor para o projeto e para a empresa. Por isso, pode acontecer de algum dos lados (ou talvez ambos) ficarem frustrados, por não terem suas expectativas totalmente atendidas.

Novamente, o segredo aqui é a comunicação. Explique como a sua decisão final foi o melhor para o projeto e de que maneira as ideias de cada um influenciaram essa decisão. Deixe claro que você deseja que todos participem com ideias, pensamentos e formas diferentes de trabalhar, mas que a decisão foi estrategicamente pensada. A transparência contribui bastante na mediação de conflitos!

Colha os benefícios de uma boa gestão de conflitos

Manter um contexto ameno e interações positivas pode refletir em uma série de benefícios, uma vez que as disputas internas repercutem na motivação e no desempenho dos profissionais. Basta imaginar como nos sentimos em ambientes pouco acolhedores.

A seguir, você conhecerá os benefícios de investir na gestão de conflitos e resolver os impasses das equipes e dos departamentos.

Melhoria do clima organizacional

Construir relações mais satisfatórias e um ambiente de trabalho mais ameno. Isto é, aqueles que participam de um projeto ficarão satisfeitos com o contexto em que estão inseridos e terão uma percepção mais positiva durante as suas fases.

Criação de planos de ação conjuntos

Estabelecer as condições para que as equipes e os departamentos atuem conjuntamente, de modo que todos os envolvidos terão maior facilidade para cumprir as suas metas. Isso é importante porque certos resultados só ficarão dentro das expectativas se houver a combinação de competências entre pessoas e setores.

Aumento da produtividade

Expandir a contribuição de cada profissional no dia a dia com a eliminação de comportamentos tóxicos à produtividade e criação de condições ideais de cooperação. Assim, a gestão de conflitos se refletirá na geração de valor, em termos quantitativos e qualitativos.

Redução de custos operacionais

Minimizar a necessidade de mão de obra e horas extras para concluir os projetos, uma vez que os profissionais estarão mais produtivos e inteiramente focados no trabalho. Os conflitos restringem a capacidade de cooperação das equipes e dos departamentos, deixando a conclusão dos projetos mais difícil para todo mundo.

Satisfação dos clientes

Aumentar a capacidade da empresa satisfaz as necessidades e desejos de seus clientes. Os avanços na produtividade e integração dos setores aumentarão a eficiência ao entregar valor para os contratantes, enquanto o clima organizacional tornará as equipes mais receptivas nos atendimentos.

Como você viu, a gestão de conflitos é fundamental para o desenvolvimento da empresa e também para o alcance de bons resultados na conclusão de projetos. Por isso, avalie seus processos e veja o que pode ser aperfeiçoado.

Se você quer ficar por dentro de outras dicas úteis para o seu trabalho, assine nossa newsletter! Assim, receberá conteúdos relevantes para a gestão de projetos e melhoria do desempenho da sua equipe. O que acha?

software de gerenciamento de projetos

Software de gerenciamento de projetos: 5 dicas de como avaliá-lo

A tecnologia já está integrada a todos os processos corporativos modernos. Apoiados na transformação digital, os negócios podem reduzir riscos e atingir melhores resultados a médio e longo prazo. Isso vale, inclusive, para quem investe em um software de gerenciamento de projetos.

O software de gerenciamento de projetos é uma ferramenta que auxilia gestores a identificarem problemas, distribuir tarefas e manter todas as rotinas com boa performance. A partir dele, os times podem acompanhar a evolução de cada etapa de maneira centralizada, o que auxilia na integração de pessoas e minimiza riscos. Ou seja, o retorno obtido com os investimentos é ampliado ao máximo.

Quer saber mais sobre esse tipo de sistema e como avaliar um software de gerenciamento de projetos? Então continue a leitura deste post!

O que é um sistema de gerenciamento de projetos?

O software de gerenciamento de projetos é uma ferramenta que centraliza os dados de gestão do negócio e permite aos times acompanhar o fluxo de trabalho de forma qualificada e integrada. Ele pode ser incorporado a outras soluções e oferece recursos de compartilhamento de dados. Assim, os times conseguem montar um fluxo de trabalho unificado e bem-alinhado, com um bom nível de automação.

Por que investir no software de gerenciamento de projetos?

A tecnologia tem sido de grande apoio para os negócios interessados em mais performance e inovação no dia a dia. Com esse apoio, empresas podem encontrar novos insights para otimizar as suas rotinas, conhecer melhor seus fluxos de trabalho e replicar boas práticas com facilidade. Além disso, conseguem evitar atrasos com mais frequência e ficam menos expostas a riscos.

No caso da gestão de projetos, os sistemas de TI podem auxiliar em grandes ganhos de performance. Uma ferramenta como o software de gerenciamento de projetos, se bem-integrada, minimiza o impacto dos riscos existentes e dá mais flexibilidade ao trabalho prestado. Ao mesmo tempo, ajuda a aproveitar benefícios como:

  • mais facilidade no compartilhamento de dados entre equipes;
  • redução de prazos na entrega de resultados;
  • criação de um bando de dados unificado sobre os projetos;
  • mais automação no fluxo de trabalho;
  • distribuição simplificada de tarefas;
  • facilidade na busca por pontos a serem otimizados ou práticas que devam ser replicadas.

Como escolher o seu software de gerenciamento de projetos?

A escolha de um software de gerenciamento de projetos deve considerar alguns fatores que impactarão diretamente a usabilidade da ferramenta e os ganhos do negócio com o seu investimento. Confira a seguir alguns dos pontos críticos a serem analisados na hora de investir nesse tipo de sistema!

1. Verifique a política de privacidade

A segurança de dados é algo crucial quando falamos no uso de tecnologias no ambiente corporativo. Ter ferramentas funcionais não é mais o único requisito de um sistema. Também é importante que ele consiga salvar dados de maneira confiável e livre de vazamentos.

Além disso, as aplicações precisam dar um alto controle para o negócio sobre como os seus dados serão utilizados e compartilhados com terceiros. Isso permite ao negócio alinhar as soluções com as políticas de uso de dados locais e evitar problemas de compliance. Por isso, não deixe de verificar a política de privacidade de seu software de gerenciamento de projetos.

2. Avalie a usabilidade

Entre os fatores que afetam o emprego de um sistema, um dos mais importantes é a usabilidade. Ela indica a capacidade de os profissionais integrarem o software à rotina, por exemplo. Além disso, esse é um fator que impacta diretamente o tempo de adesão à aplicação.

Por isso é indispensável estar atento ao nível de usabilidade de um sistema. Identificar como os recursos são apresentados, os fluxos de trabalho internos e até a linguagem do software é algo fundamental. Afinal de contas, tais pontos vão interferir no tempo de treinamento da equipe e na sua habilidade de utilizar o software no dia a dia.

3. Identifique se ele se adapta ao perfil do negócio

Além da usabilidade, o perfil da ferramenta também deve ser considerado. Sistemas de gestão de projetos muitas vezes são moldados para públicos específicos. Por isso é crucial estar atento se ele é compatível com o perfil de trabalho da sua empresa.

Em outras palavras, o gestor precisa se concentrar e investir apenas em uma ferramenta alinhada com as práticas internas da corporação. Isso passa, por exemplo, pelas metodologias aplicadas, o tipo de indicador adotado para avaliar o sistema e as demandas a médio e longo prazo da empresa. Desse modo, o time pode integrar ao seu dia a dia uma ferramenta muito mais usável.

4. Avalie o perfil do suporte

Todo software pode enfrentar problemas na execução de tarefas diárias. Nessas horas, o suporte ao usuário entra em cena para ajudar a reduzir problemas e conquistar o sucesso esperado. Ele auxiliará usuários a encontrarem a melhor solução possível em um prazo baixo.

Ou seja, o suporte ao usuário é fundamental para mitigar problemas de forma correta e rápida. Portanto, não deixe de considerar o perfil do suporte do desenvolvedor do software de gerenciamento escolhido. Assegurar que a empresa tem bons canais de comunicação e alta disponibilidade é a peça-chave para não ter problemas no futuro.

5. Rastreie possíveis problemas de compatibilidade com a sua infraestrutura

Todo software de TI corporativo apresenta requisitos próprios para garantir que o seu uso seja bem feito. Verificar quais são eles ajuda o negócio a filtrar a ferramenta conforme sua infraestrutura de TI. Assim, problemas de compatibilidade serão menos frequentes.

Projetos corporativos são ótimas oportunidades para as empresas criarem produtos ou atenderem as demandas dos principais parceiros comerciais. Por isso, quando são bem feitos, os projetos se tornam uma excelente fonte de recursos e mecanismos para valorizar a marca. Mas isso só é possível se o negócio conta com os mecanismos de gestão adequados.

Investir em um software de gerenciamento de projetos é um passo básico para manter os times bem-orientados, com o foco na qualidade. Essa ferramenta integra pessoas, reduz riscos e garante que todos atingirão os resultados esperados em sua tarefa, graças ao apoio na tecnologia. Por isso não deixe de contar com essa solução para o seu dia a dia!

Para reduzir riscos em projetos, não basta investir em soluções adequadas ao seu perfil. Também é importante saber como lidar com as incertezas.

Gestão da Qualidade em Projetos

A importância da gestão da qualidade em projetos

No universo dos projetos, a gestão da qualidade é uma área de extrema importância. Isso porque se encarrega de garantir que todos os requisitos serão devidamente cumpridos e, consequentemente, que o cliente final ficará satisfeito. Por meio da gestão da qualidade em projetos é possível monitorar não só as ações desenvolvidas pela equipe como também o nível de excelência com que são realizadas. Por tudo isso e muito mais é que a aplicação das melhores práticas de gestão da qualidade em projetos possibilita a entrega de um produto com alto valor agregado.

Que tal então conhecer como a gestão da qualidade influencia o gerenciamento de projetos e quais são as melhores práticas a serem adotadas para ter um maior controle sobre os requisitos a desenvolver? De bônus, ainda apresentaremos os processos envolvidos nessa gestão para que você comece a refletir sobre como eles vêm sendo conduzidos por sua equipe. Curioso? Pois acompanhe:

Garantia de processos mais eficazes

Mesmo adotando metodologias ágeis de projetos, é preciso contar com processos bem estruturados para que a equipe consiga trabalhar de forma integrada, realmente focada nos resultados que deve produzir. Nesse cenário, ao adotar a gestão da qualidade como base para criar tais processos internos, tem-se processos padronizados e uma metodologia única de trabalho, facilitando assim o monitoramento dos indicadores de desempenho. Além da padronização, ganha-se também com a otimização dos processos, o que impacta diretamente na produtividade da equipe, já que processos ágeis tornam o dia a dia menos penoso, facilitam o trabalho e liberam tempo para que o time atue de maneira estratégica.

A lógica por trás de tudo isso não é tão complicada assim: quando as pessoas seguem um roteiro, a cada vez que uma atividade é repetida, automaticamente ganham destreza e qualidade. Isso quer dizer que, se uma equipe está envolvida com a gestão da qualidade do projeto, melhorará continuamente sua atuação, conquistando resultados cada vez mais surpreendentes.

Ajuda na redução de riscos

Os riscos inerentes ao projeto podem ser reduzidos se você tiver um bom controle da qualidade, tanto no desenvolvimento do projeto quanto do produto que está sendo construído. Isso porque ela ajuda a identificar falhas de processos, não-conformidades e outras situações que poderiam comprometer o sucesso da sua iniciativa.

Ela também auxilia a prevenir problemas, pois coloca sua equipe para atuar proativamente em relação a tudo o que ocorre dentro do projeto. Se uma situação se apresenta como possível, é fácil identificar as raízes do problema e encontrar a solução mais adequada antes que haja um impacto negativo no projeto.

Compreensão mais completa sobre o projeto

Quando as melhores práticas de gestão da qualidade em projetos são aplicadas, desenvolve-se o entendimento a respeito das necessidades do cliente, a ponto de se conseguir transformá-las em requisitos a serem atendidos ao longo do processo. É como se as necessidades fossem traduzidas em funcionalidades, em soluções que agregarão valor e melhorarão a experiência dos usuários.

Economia de recursos

Na prática, os orçamentos de projetos estão cada vez menores, ao mesmo tempo em que as exigências subiram às alturas. Nesse quesito, a gestão da qualidade pode oferecer alternativas para a melhoria dos processos. Com isso, passa a ser viável diminuir o uso de recursos, favorecendo a gestão financeira do projeto. De fato, a redução de custos é fundamental para a satisfação do cliente, que terá acesso a uma solução de alto nível com um investimento mais atrativo, aumentando assim o retorno sobre o investimento.

Progresso em relação à eficiência

Quando falamos em gestão da qualidade, necessariamente falamos em melhorias que otimizam tempo e recursos, dando uma mãozinha providencial à eficiência da equipe no desenvolvimento de suas atividades. E a verdade é que, quanto mais eficiente o time se torna, melhor é o aproveitamento do cronograma, dos recursos e das oportunidades que surgem ao longo do projeto. A produtividade que decorre do aumento da eficiência ainda deixa os colaboradores motivados, prontos para enfrentar quaisquer adversidades, fortalecendo os laços e o engajamento com a empresa.

Comprometimento do time

Quando todos estão preocupados com a qualidade do projeto, desenvolve-se uma maior sinergia entre a equipe, de forma que o comprometimento em todas as fases se torna ainda maior. Isso acontece porque os envolvidos se sentem corresponsáveis pelo sucesso do projeto, trabalhando com mais afinco para obter os melhores resultados possíveis.

Segurança na efetividade dos resultados

A melhor forma de garantir que os resultados superarão as expectativas, contando com o máximo de assertividade no desenvolvimento dos projetos, é prezar pela qualidade dos processos e do produto final. E é ao empregar as melhores práticas de gestão da qualidade que se consegue assegurar que todos trabalhem sob as mesmas perspectivas.

Satisfação do cliente

Partindo da ideia de que o projeto deve atender a todas as necessidades do cliente, inclusive em relação a prazo e custos, é possível perceber facilmente que a gestão da qualidade surge como uma ferramenta para auxiliar no alcance desses objetivos. Afinal, não só oferece um produto de valor, mas supera as expectativas do cliente.

Processos da gestão da qualidade

Para poder aplicá-los e, assim, usufruir dos benefícios que acabamos de mencionar, é interessante que conheça quais exatamente são os processos da gestão da qualidade em projetos, não concorda? Então veja:

Planejamento

Identificar os requisitos da qualidade tanto para os processos quanto para o produto final e definir que tipo de documentação será gerada para monitorar o desempenho. Esse processo tem como objetivo fornecer a orientação necessária para que a equipe faça um bom trabalho, atendendo a todos os requisitos da qualidade.

Monitoramento

Auditorias periódicas para verificar se os requisitos estão sendo cumpridos e acompanhar métricas e indicadores de desempenho. Esse processo serve para facilitar as correções necessárias e tornar a gestão da qualidade mais eficiente durante todo o projeto.

Controle

Análise dos resultados apontados pelos indicadores de desempenho e estruturação do plano de ação para corrigir possíveis desvios. Com esse controle é possível identificar falhas, não conformidades, atrasos e outros gaps que possam comprometer a satisfação do cliente.

Agora comente e nos conte se você já faz a gestão da qualidade em seus projetos! Conseguiu perceber essas melhorias durante o período de desenvolvimento e na entrega do produto final? Compartilhe suas experiências conosco!

ataque ransomware

Aprenda como evitar o ataque ransomware, o famoso sequestro digital

Em 12 de maio de 2017, o mundo viu o maior ataque virtual na história da Internet: um ransomware chamado WannaCry invadiu a web e teve o seu epicentro de danos na Europa. Ao todo, o ransomware atingiu cerca de 200 mil organizações em 150 países.

Neste post, vamos explicar o que é o ataque ransomware, como ele pode te afetar e o que pode ser feito para evitar que isso aconteça. Confira:

O que é o ataque ransomware e como ele atua?

O ransomware é um código malicioso usado por cibercriminosos para iniciar sequestros de dados e ataques de bloqueio.

O motivo dos ataques de ransomware é monetário e, ao contrário de outros tipos de golpes, a vítima geralmente é notificada sobre o ocorrido e recebe instruções sobre como se recuperar.

O acesso só é liberado sob o pagamento de um “resgate”.

Quando um computador está infectado, o ransomware normalmente entra em contato com um servidor central para as informações que precisa ativar e, em seguida, começa a criptografar arquivos no computador infectado com essa informação.

Uma vez que todos os arquivos são criptografados, ele publica uma mensagem solicitando o pagamento para descriptografar os arquivos e ameaça destruir as informações se não for pago (muitas vezes, com um temporizador conectado para acelerar a pressão).

Qual é o preço do resgate?

Os preços do resgate variam de acordo com a versão do ransomware e com o preço ou com a taxa de câmbio das moedas digitais.

Graças ao anonimato oferecido por criptografia, os operadores de ransomware geralmente especificam pagamentos de resgate em bitcoins. Algumas variantes recentes do ataque ransomware também listaram opções de pagamento alternativas, como cartões de presente iTunes e Amazon.

Às vezes, o pagamento do resgate pode funcionar, mas às vezes não. Não há garantia de que o pagamento funcione, porque os cibercriminosos não são exatamente o grupo mais confiável de pessoas.

Há também uma coleção de vírus que se desviam para se parecer com o ransomware — como o Cryptolocker —, mas que não vão entregar os dados se as vítimas pagarem. Além disso, há a questão ética: pagar o resgate financia mais crime.

Quando os ataques começaram?

Casos de infecção ransomware foram vistos pela 1ª vez na Rússia, entre 2005 e 2006.

A empresa de segurança Trend Micro publicou um relatório sobre um caso em 2006 que envolveu uma variante ransomware, detectada como “TROJ_CRYZIP.A”, que fechou certos tipos de arquivos antes de substituir os arquivos originais, deixando apenas arquivos .zip protegidos por senha no sistema do usuário.

Ele também criou um arquivo de texto que atuou como a nota de resgate informando os usuários que os arquivos poderiam ser recuperados em troca de 300 dólares.

Em 2012, outro relatório notável envolveu um tipo de ransomware que infectou o Master Boot Record (MBR) de um sistema vulnerável, impedindo o sistema operacional de carregar.

Para fazer isso, o malware copia o MBR original e o substitui por código malicioso. Isso força o sistema a reiniciar para que a infecção entre em vigor e exiba a notificação quando o sistema for reiniciado.

As infecções Ransomware foram inicialmente limitadas à Rússia, mas a sua popularidade e o seu modelo de negócios lucrativo logo encontrou o seu caminho para outros países da Europa.

O malware WannaCry — que afetou a Telefónica, na Espanha, e o Serviço Nacional de Saúde na Grã-Bretanha — também é um ransomware: uma peça de resgate foi publicada pela 1ª vez pelos pesquisadores de segurança MalwareHunterTeam, às 9h45 do dia 12 de maio de 2017.

Menos de 4 horas depois, o Ransomware infectou e se espalhou por toda a rede interna do NHS. Também é chamado WanaCrypt0r 2.0, Wanna Decryptor 2.0, WCry 2, WannaCry 2 e Wanna Decryptor 2.

Como se proteger de um ataque ransomware?

Faça backup dos seus arquivos

O maior dano que as pessoas sofrem com um ataque ransomware é a perda de arquivos, incluindo fotos e documentos.

A melhor proteção contra o ransomware é fazer backup de todas as informações e arquivos de seus dispositivos em um sistema completamente separado.

Um bom lugar para fazer isso é em um disco rígido externo que não está conectado à internet. Isso significa que, se você sofrer um ataque, não perderá qualquer informação.

Empresas geralmente guardam cópias dos seus dados em servidores externos que não serão afetados se a sua rede principal for atacada.

Desconfie de e-mails, sites e aplicativos

Para o ransomware funcionar, os hackers precisam baixar um software malicioso para o computador das vítimas. Isso é usado para iniciar o ataque e para criptografar arquivos.

As formas mais comuns para o software ser instalado no dispositivo de uma vítima são através de e-mails de phishing, de anúncios maliciosos em sites e de aplicativos e programas questionáveis.

As pessoas sempre devem ter cuidado ao abrir e-mails não solicitados ou visitar sites com os quais não estão familiarizados. Nunca baixe um aplicativo que não tenha sido verificado por uma loja oficial e leia avaliações antes de instalar programas.

Use um programa antivírus

Uma dica de segurança de computador antiquíssima: programas antivírus podem impedir que o ransomware seja baixado e possibilitam encontrá-lo casoesteja presente na sua máquina.

A maioria dos programas antivírus pode verificar arquivos para ver se eles contêm o ransomware antes de baixá-los. Eles podem bloquear instalações secretas de anúncios maliciosos quando você está navegando na web e procurar malware que já esteja em um computador ou dispositivo.

Instale sempre as atualizações

As empresas muitas vezes liberam atualizações de software para corrigir vulnerabilidades que podem ser exploradas para instalar o ransomware. Portanto, é aconselhável baixar sempre a versão mais recente de um software assim que estiver disponível.

Nunca pague o resgate

As vítimas de ataques de ransomware são aconselhadas a nunca pagar o resgate, pois incentiva hackers e não significa que os arquivos serão, necessariamente, recuperados. Existem alguns programas que podem ajudar a descriptografar arquivos. Ou, se você tiver uma cópia de segurança, você pode restaurar o seu dispositivo a partir disso.

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encerramento do projeto

Série Dicas para cada etapa do projeto: 7 dicas para o encerramento do projeto

O projeto foi perfeito, deu tudo certo na execução e o planejamento funcionou brilhantemente. Porém, bem no final, a equipe se esquece de fazer os testes, o cliente não recebe nenhuma comunicação de encerramento e fica tudo meio subentendido. Será que isso passa o profissionalismo que sua empresa merece?

O encerramento do projeto é tão importante quanto as demais etapas, pois é ele que deve encerrar com chave de ouro o vínculo entre a equipe do projeto e o cliente, determinando os resultados e liberando os envolvidos para se dedicarem a outras atividades. Sendo assim, acompanhe agora mesmo nossas dicas e feche seus projetos como manda o figurino:

Dedique um tempo aos testes

É essencial testar a solução desenvolvida para que, ao entregá-la ao cliente, você tenha a mais plena certeza de que nada de errado acontecerá. Mas atenção: só um ou dois dias nem sempre são suficientes para a realização dos testes! Portanto, faça uma varredura total em tudo o que foi desenvolvido, liste os erros que poderiam acontecer e faça uma bateria de exames minuciosos para saber se está tudo funcionando perfeitamente, afinal, você não vai querer o cliente ligando alguns dias depois da entrega para dizer que está com problemas, não é mesmo?

Invista no treinamento dos usuários

Os usuários devem ser amplamente treinados para usarem os recursos desenvolvidos em sua plenitude. Por isso, destine um prazo moderado para que todos se ambientem com a nova solução e possam tirar suas dúvidas antes de qualquer problema efetivamente aparecer. Muitos gerentes de projetos culpam os usuários pela má utilização dos recursos, contudo, poucos realmente se empenham em treiná-los para que se sintam seguros o suficiente para operacionalizar um sistema, por exemplo.

Formalize o fechamento do projeto

Marcar uma reunião de fechamento, em que todos os envolvidos assinam um documento concordando com a conclusão do projeto é uma providencial medida cautelosa, que faz com que se tenha reclamações posteriores. Aproveite para repassar todos os pontos do projeto, todas as realizações, os custos, as pessoas envolvidas e o que foi entregue, não se esquecendo de agradecer pela oportunidade de ter trabalhado com o cliente.

Avalie o planejado contra o executado

Com o resultado do projeto em mãos, finalmente chega a hora de refletir sobre o que foi planejado e o que foi efetivamente executado. Será que o planejamento estava correto? Faltou alguma coisa que tenha prejudicado o andamento do projeto? Essa comparação serve para que você avalie o desempenho da sua equipe, assim como sua própria desenvoltura, levando como aprendizado tudo o que pode ser melhorado para os projetos futuros.

Realoque sua equipe

Se sua equipe precisa voltar para outros postos de trabalho ou precisa ser redirecionada para outros projetos, este é o momento! Lembre-se de ter um momento a sós com os membros do time para agradecer pelo empenho, o comprometimento e a dedicação. Ressaltando que manter o bom relacionamento com todos pode trazer outras oportunidades de trabalho no futuro.

Encerre os contratos

Se você utilizou serviços terceirizados, reveja todos os contratos e faça os encerramentos devidos para que não haja nenhum prejuízo para a empresa. Mantenha os dados dos fornecedores no seu ERP para futuras oportunidades e contatos estratégicos. Um bom networking faz toda a diferença!

Arquive a documentação

Com todas as questões de encerramento devidamente solucionadas, passe para o arquivamento da documentação do projeto, de maneira a poder recuperá-la facilmente em caso de eventual necessidade. Não se esqueça de enviar uma cópia para o cliente, para que ele tenha seu próprio arquivo.

Agora comente aqui e nos conte como você costuma fazer o encerramento dos seus projetos. Que passos segue? Compartilhe suas experiências e dicas conosco e enriqueça nosso post!