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Categoria: Projetos

áreas de conhecimento PMBOK

Saiba quais são as áreas de conhecimento PMBOK

O PMBOK (Project Management Body of Knowledge) é um guia com as melhores práticas em gestão de projetos, desenvolvido pelo PMI (Project Management Institute). Atualizado periodicamente, o guia tem sua 6ª edição com lançamento previsto para o terceiro trimestre de 2017. Já era hora de conhecer as áreas de conhecimento PMBOK, não é mesmo?

Deve-se ressaltar que o PMBOK não determina como deve ser realizado o gerenciamento de um projeto. Ele apenas fornece as melhores práticas que foram utilizadas em projetos de sucesso ao redor do mundo, baseado em lições aprendidas em mais de 180 países. Sendo assim, é de responsabilidade de gerente de projetos tomar as decisões e escolher qual caminho seguirá para cumprir os marcos e metas estabelecidos.

Podemos dizer ainda que o guia PMBOK é dividido em 10 áreas de conhecimento PMBOK, facilitando a sua aplicação no dia a dia de projetos. Interessou-se pelo assunto? Continue a leitura deste artigo e saiba quais são as áreas de conhecimento do PMBOK.

Gerenciamento da integração

O gerenciamento da integração é a área que representa a descrição dos processos que integram os elementos de uma boa gestão de projetos. O principal objetivo dessa área é manter o projeto em sincronismo, identificando, definindo, combinando, unificando, coordenando, monitorando e registrando os documentos necessários das áreas de conhecimento PMBOK.

Os processos dessa área são:

  1. desenvolver o termo de abertura;
  2. desenvolver o plano de gerenciamento de projetos;
  3. orientar e gerenciar a execução do projeto;
  4. monitorar e controlar o trabalho do projeto;
  5. realizar controle integrado de mudanças;
  6. encerrar o projeto ou fase.

Gerenciamento do escopo

O gerenciamento de escopo é responsável por definir as atividades que devem ser realizadas para entregar o produto, serviço ou resultado. Além disso, essa área é capaz de definir critérios para determinar se o projeto foi completado.

É válido ressaltar que o escopo do projeto deve englobar apenas o trabalho necessário para que o empreendimento seja concluído com sucesso. Nada a mais e nada a menos.

Os processos do gerenciamento de escopo são:

  1. plano de gerenciamento de escopo;
  2. coletar requisitos;
  3. definir o escopo;
  4. criar EAP;
  5. validar escopo;
  6. controlar o escopo.

Gerenciamento do tempo

Esta área é responsável por estimar recursos e duração e sequenciar as atividades do projeto. Nela, define-se o cronograma do projeto a partir do escalonamento das atividades e suas precedências.

Os processos do gerenciamento do tempo são utilizados para garantir que o andamento das atividades esteja de acordo com o cronograma e que a entrega do projeto ocorra no prazo comprometido.

Os processos do gerenciamento do tempo são:

  1. plano de gerenciamento do cronograma;
  2. definir as atividades;
  3. sequenciar as atividades;
  4. estimar os recursos;
  5. estimar a duração;
  6. desenvolver o cronograma;
  7. controlar o cronograma.

Gerenciamento do custo

O gerenciamento do custo é uma das áreas a que os gestores de projetos mais atentam. O seu principal objetivo é fornecer uma estimativa preliminar do custo total do projeto, já no seu início. Assim, é possível assegurar que o projeto terá todo o recurso financeiro necessário para a realização do empreendimento.

Além disso, nessa área também é possível planejar as formas de como os recursos financeiros serão utilizados ao longo do cronograma do projeto, podendo controlá-los e gerenciá-los da melhor maneira possível, certificando-se de que o projeto seja finalizado conforme o orçamento definido.

Os processos do gerenciamento de custo são:

  1. plano de gerenciamento de custo;
  2. estimar os custos;
  3. determinar o orçamento;
  4. controlar os custos.

Gerenciamento da qualidade

O gerenciamento da qualidade, por sua vez, é responsável por garantir que o projeto satisfaça os objetivos e funções para os quais ele foi realizado. Normas e padrões de qualidade são costumeiramente definidos nos processos dessa área, buscando sempre a melhoria contínua.

Pode-se ressaltar que o ciclo PDCA é a base da melhoria da qualidade. Sendo assim, é comum a realização de auditorias de qualidade, impedindo que um produto que não atenda às normas e padrões preestabelecidos seja aprovado.

Os processos do gerenciamento da qualidade são:

  1. planejar gerenciamento da qualidade;
  2. realizar a garantia da qualidade;
  3. controlar a qualidade.

Gerenciamento de recursos humanos

Esta área é incumbida de organizar e gerenciar a equipe do projeto. Nela, são definidos os tipos e perfis de profissionais que devem ser alocados em cada uma das etapas de um projeto, bem como a sua hierarquia e a matriz de responsabilidades.

Toda a etapa de mobilização de pessoal, treinamento e capacitação da equipe e a resolução de conflitos e problemas são realizados no gerenciamento de recursos humanos.

Os processos do gerenciamento de recursos humanos são:

  1. planejar o gerenciamento de recursos humanos;
  2. montar a equipe do projeto;
  3. desenvolver a equipe do projeto;
  4. gerenciar a equipe do projeto.

Gerenciamento das comunicações

Uma das áreas de conhecimento mais importantes é o gerenciamento das comunicações. Essa área emprega os processos necessários para garantir o desenvolvimento, recolhimento, distribuição, armazenamento, recuperação e destinação final das informações sobre o projeto de forma oportuna e adequada.

Ela é de suma importância porque nela é definido como ocorrerá todo o processo de comunicação durante a execução do projeto. Dessa forma, será possível definir como as informações serão comunicadas, seu formato, conteúdo e nível de detalhes. Além disso, as responsabilidades pela comunicação das informações e os respectivos receptores também serão identificadores.

Assim, será possível certificar-se de que todo o processo de comunicação ocorra da melhor maneira possível, evitando gargalos que possam ser prejudiciais a todo o sistema.

Os processos do gerenciamento de comunicação são:

  1. planejar o gerenciamento das comunicações;
  2. gerenciar as comunicações;
  3. controlar as comunicações.

Gerenciamento dos riscos

O risco de um projeto é uma condição incerta que, se ocorrer, terá um efeito negativo ou positivo sobre pelo menos um dos principais objetivos do projeto, como escopo, custo, tempo ou qualidade.

O principal objetivo do gerenciamento dos riscos é aumentar a probabilidade e o impacto dos eventos positivos e reduzir a probabilidade e o impacto dos eventos negativos. Para isso, é recomendado criar uma lista de riscos identificados, buscando priorizá-los, a partir do seu grau de criticidade e de uma probabilidade numérica de ocorrência.

Assim, é válido afirmar que os riscos devem ser monitorados e controlados constantemente, afinal, novas ameaças ou oportunidades podem ser encontradas durante a execução das atividades do projeto.

Os processos do gerenciamento dos riscos são:

  1. planejamento do gerenciamento de riscos;
  2. identificação de riscos;
  3. análise qualitativa de riscos;
  4. análise quantitativa de riscos;
  5. planejamento de respostas a riscos;
  6. monitoramento e controle de riscos.

Gerenciamento de aquisições

Esta área inclui os processos requeridos para adquirir bens e serviços externos à organização executora, além de gerenciar os contratos. A grande funcionalidade dessa área está na definição do que se deve adquirir, de quem, gerenciamento de contratos e pagamentos e se as entregas estão sendo realizadas de acordo com o combinado.

O gerenciamento de aquisições deve ser feito na perspectiva do comprador, no relacionamento comprador—vendedor. O vendedor deve ser considerado como externo à organização.

Os processos do gerenciamento de aquisições são:

  1. planejar o gerenciamento de aquisições;
  2. conduzir aquisições;
  3. controlar aquisições;
  4. encerrar aquisições.

Gerenciamento de stakeholders

Por último, mas não menos importante, temos o gerenciamento de stakeholders. Essa área de conhecimento da gestão de projetos é responsável pela identificação dos grupos, pessoas ou organizações que podem impactar ou ser impactados por uma decisão, atividade ou resultado do seu projeto.

É de fundamental importância conhecer a opinião dos stakeholders sobre a imagem que a empresa está passando, seja ela positiva ou negativa. Sendo assim, é necessário ter empatia nas negociações e respostas dos participantes de forma imparcial, buscando sempre melhorar a imagem da empresa no mercado.

Os processos do gerenciamento de stakeholders são:

  1. identificar os stakeholders;
  2. planejar o gerenciamento dos stakeholders;
  3. gerenciar o engajamento dos stakeholders;
  4. controlar o engajamento dos stakeholders.

Como você pôde perceber ao longo deste artigo, as 10 áreas de conhecimento PMBOK exigem certas habilidades dos gestores de projeto. Gerenciar um projeto com base no PMBOK não é uma tarefa fácil, mas também não é impossível.

Pode-se utilizar softwares que ofereçam soluções em gestão de projetos, visando automatizar e simplificar todo o processo de gerenciamento. Esse tipo de tecnologia facilitará a análise dos principais indicadores, permitindo agir antes que uma crise ou problema afete o empreendimento.

Porém, é ideal que você procure por softwares que sejam fáceis de mexer, estruturando melhor a gestão de projetos, aumentando a produtividade e otimizando os recursos. É melhor ter uma solução simples e eficiente do que uma robusta e incompetente. Pense nisso!

E aí, gostou deste artigo? Quer se manter informado sobre esse assunto? Então, assine nossa newsletter e não perca nenhum dos nossos conteúdos!

 

certificação pmp

Veja o valor que a certificação PMP tem para a sua carreira

Nos últimos anos, os principais projetos do mundo passaram a ser melhor gerenciados e controlados. Escopo, custo, prazo e, principalmente, qualidade, passaram a ter uma atenção maior dos gestores e dos stakeholders.

Mesmo assim, muitos projetos são considerados um fracasso em, pelo menos, um dos indicadores citados. Para melhorar os resultados em seus empreendimentos, muitas empresas começaram a buscar gerentes qualificados, experientes e com conhecimento técnico mais sólido.

Com isso, muitos profissionais investiram em cursos e certificações — como a certificação PMP — para valorizar-se no mercado de trabalho e conseguir gerenciar projetos de acordo com os marcos e prazos estabelecidos.

Você sabe o que é PMP? Conhece a importância dessa certificação para a gestão de projetos? Continue a leitura deste artigo e veja o valor que a PMP tem para a sua carreira!

O que é a certificação PMP?

A sigla PMP quer dizer “Project Manager Professional” ou “Profissional de Gerenciamento de Projetos”, em português. A certificação é um reconhecimento que o PMI (Project Management Institute) fornece para os profissionais que têm formação, competência e experiência suficiente para gerenciar, orientar e alcançar o sucesso esperado em um projeto.

Os profissionais que possuem essa certificação são devidamente recompensados. Além da recompensa financeira (a sua faixa salarial é consideravelmente maior em comparação à de gestores de projetos não certificados), deve-se ressaltar o respeito e a credibilidade que a PMP confere aos profissionais.

Isso permite que seus projetos sejam gerenciados sem grandes interferências externas e/ou opiniões de quem não conhece o processo. Atualmente, a certificação PMP é considerada a mais importante para os setores da indústria e da construção civil.

A cada dia, mais e mais empresas buscam profissionais gabaritados, o que torna a certificação uma exigência, um pré-requisito — e não um diferencial. Se você pensa em ser um gerente de projetos de sucesso, a certificação PMP é imprescindível para que você alcance esse posto.

Como obter a certificação PMP?

Para ser um profissional certificado, além de comprovar toda sua experiência em liderar e dirigir equipes, é necessário atestar o seu conhecimento. Existem alguns requisitos que devem ser cumpridos, permitindo que você se candidate à certificação.

Podemos dizer que existem duas opções de requisitos, sendo elas:

Opção 1:

  • formação de quatro anos (bacharel ou equivalente);
  • mínimo de 3 anos de experiência no gerenciamento de projetos;
  • mínimo de 4.500 horas de liderança e direção de projetos;
  • 35 horas de formação em gerenciamento de projetos.

Opção 2:

  • diploma de ensino médio (ou equivalente);
  • mínimo de 5 anos de experiência no gerenciamento de projetos;
  • mínimo de 7.500 horas de liderança e direção de projetos;
  • 35 horas de formação em gerenciamento de projetos.

É importante frisar que, para obter a certificação, será necessário que o profissional se submeta a um exame. Ele é utilizado para testar seus conhecimentos e para checar se toda a experiência apresentada nos requisitos foi útil na sua formação profissional.

Existem cursos preparatórios, caso o profissional considere necessário. Assim, ele pode preparar-se melhor e relembrar alguns conceitos e termos que, eventualmente, foram esquecidos.

Além disso, o curso preparatório poderá ser de grande ajuda para atualizar seus conhecimentos, evidenciando novas práticas e ações que estão sendo utilizadas nos principais projetos ao redor do mundo.

Quais são os principais benefícios?

Além do reconhecimento financeiro e do respeito proporcionado pela certificação, a PMP pode render outros benefícios. Afinal, desse modo todos os principais stakeholders saberão que você tem conhecimento e experiência para estar à frente de um cargo de liderança.

Sempre que surgirem desafios e problemas, todos saberão que você é a pessoa certa para encontrar as melhores soluções. A certificação PMP também é responsável por demonstrar que você se dedicou bastante e não chegou ao posto que está hoje por um mero acaso.

Outra grande vantagem é que todos os projetos que estiverem sob sua gerência terão indicadores excelentes, respondendo com primazia aos principais requisitos de custo, prazo, escopo e qualidade.

Dessa forma, o seu nome, bem como sua qualidade, estarão sempre em pauta nos principais empreendimentos da empresa. Como consequência, você poderá escolher em quais projetos poderá atuar e sempre terá trabalho — o que permite que você sobreviva a qualquer tipo de crise nesse tipo de mercado.

Uma dica interessante para melhorar todo o gerenciamento dos projetos em sua empresa é investir na implantação de um PMO. Ao fazê-lo, o gerente de projetos garantirá que todos os processos sejam otimizados e que a empresa tenha um controle maior sobre os principais parâmetros de um empreendimento.

Como aliar tecnologia à certificação PMP?

Pode-se dizer que o mundo atual está passando por uma revolução tecnológica. A forma como nos relacionamos e como fazemos negócio estão mudando completamente. Obviamente, na gestão de projetos não seria diferente.

Já existem softwares capazes de estruturar todo o processo de gestão, aumentando a produtividade, otimizando recursos e fornecendo relatórios com informações preciosas. Esse tipo de sistema pode te ajudar a gerenciar melhor sua equipe, analisando a performance de cada profissional e suas horas produtivas.

Todo o processo de delegação de tarefas será realizado mais facilmente, garantindo que nenhum profissional fique sobrecarregado e que ninguém fique ocioso. A gestão de riscos também será beneficiada.

Ao obter informações precisas e no tempo certo, o gerente de projetos conseguirá planejar-se para eliminar as principais ameaças do projeto e, da mesma forma, propiciar o aproveitamento de todas as oportunidades que podem surgir.

Se você deseja trabalhar como gerente de projetos — ou já o faz — não perca tempo e candidate-se à certificação PMP. Esse título pode ser crucial para alavancar sua carreira. O investimento, inicialmente, pode ser considerado alto — mas certamente valerá a pena.

Não se esqueça de utilizar a tecnologia como uma aliada na gestão de seus empreendimentos. O uso de softwares, como destacado anteriormente, pode ser extremamente vantajoso.

Utilize a internet para realizar pesquisas e buscar novas informações nesse segmento. É importantíssimo estar atento às novidades do mercado e às principais inovações da área. Invista no seu conhecimento e você só terá a ganhar!

E então, gostou do nosso artigo? Entendeu a importância da certificação PMP para a sua carreira? Compartilhe este artigo em suas redes sociais e ajude seus amigos a entender um pouco mais sobre o tema!

dashboard

Passo a passo: aprenda como criar um dashboard executivo

Dashboard é um painel de indicadores, que também é conhecido como painel de bordo ou de controle. Ele resume tudo que há de mais importante a ser monitorado em somente uma tela. Se você quer ter certeza de que conseguirá montar um que te ajude de verdade e que seja bastante profissional, precisa tomar alguns cuidados.

Para garantir que você consiga criar o seu dashboard da melhor maneira possível e tomando todos esses cuidados, montamos um passo a passo que te ajudará bastante. Vamos lá!

1. Selecione os dados a serem apresentados

Ao montar um dashboard de respeito, você precisa, antes de qualquer outra coisa, saber o que será apresentado nele.

Provavelmente, você já tem uma base de dados bem atualizada, o mais automatizada possível, e que consegue oferecer informações já qualificadas sobre o assunto em questão.

Olhe para todo esse material que tem em mãos e veja o que é realmente relevante a ser acompanhando durante todo o tempo. A partir daí, faça uma lista de prioridades, conseguindo equilibrar bem o que será mostrado, quanto aos seus indicadores, números e gráficos.

Informações repetidas são terminantemente proibidas, assim como qualquer outra que não seja essencial.

Coloque na sua cabeça que um dashboard bem feito não é aquele cheio de itens, complexo demais, com vários gráficos e indicadores que só nos fazem ficar perdidos. O bom mesmo é aquele que mostra de forma objetiva o que precisamos acompanhar e só.

2. Corte as imagens desnecessárias

Além de gráficos e números que não dizem muita coisa, tem pessoas que insistem em sair incluindo imagens dentro do dashboard.

Essa não é uma boa prática, pois as imagens geralmente prejudicam o dashboard de duas formas ao mesmo tempo. Elas “carregam” a tela com muita informação visual, que pode distrair a atenção, e também ocupam um grande espaço, que poderia ser utilizado com outras informações.

É natural querermos incluir algumas imagens para tentar deixar alguns conceitos mais fáceis de serem entendidos, e, assim, favorecer o raciocínio na hora de fazer algum tipo de interpretação de informações. Contudo, você perceberá que, naturalmente, algumas dessas imagens vão deixando de ser necessárias, porque você vai ganhando uma visão mais analítica do seu dashboard.

3. Respeite o limite da tela

Para fazer uma boa gestão, principalmente se você se preocupa com o gerenciamento ágil em projetos, informação é fundamental. Se você chegou ao ponto de precisar de um dashboard, é porque tem muitos dados e tem que filtrar o que há de mais crucial para ser acompanhado.

Sendo assim, não sabote seu dashboard, incluindo mais coisas do que cabe na sua tela.

Se colocar números e gráficos demais, ao ponto de precisar ficar rolando a tela ou abrindo outras divisões, significa que você ainda não conseguiu evoluir seu dashboard. Nesse caso, será necessário que você corte algumas informações que estão sobrando ou fazer uma melhor adequação dos itens selecionados.

Se estiver com muitas informações, a ponto de extrapolar a área da tela, veja se é possível unificar algumas delas, por meio da criação de novos indicadores. Fique atento ao fazer isso, para não perder o contexto e ter sempre uma boa referência para que nada fique sem sentido.

4. Escolha bem as cores

Seu dashboard não é uma árvore de natal, mas, sim, uma ferramenta de trabalho. Por isso, você deve ser muito criterioso ao definir as cores que utilizará nele. Lembre-se que passará muito tempo olhando para ele, e isso não pode ser um problema.

Cores fortes demais acabam nos cansando e também gerando estresse. Isso faz com que acabemos por perder energia de trabalho ou, despercebidamente, largando um pouco o dashboard de lado.

O melhor a fazer é encontrar tonalidades que não sejam muito agressivas, mas que tenham um bom contraste. Assim, você consegue ver bem o limite de cada informação dos gráficos, ao mesmo tempo em que não se perde em meio a um carnaval de tons berrantes.

Invista um tempo em calibrar tudo da melhor forma possível. Esse tempo é um investimento que vale a pena. Se quiser, pode até adotar um padrão para cada tipo de assunto ou área. Assim, temas correlacionados ficam mais fáceis de serem agrupados e interpretados.

5. Utilize os gráficos mais adequados

Cada tipo de análise requer um modelo de gráfico. Claro que é possível analisar a mesma situação de várias formas diferentes, mas o que queremos dizer aqui é que a forma com que você representa um contexto interfere diretamente na maneira que o interpretará.

Avalie quais assuntos e dados devem ter o mesmo tipo de apresentação, para que possam ser comparados diretamente, e os casos em que é necessário trabalhar de formas distintas.

Se você estiver comparando dois indicadores que precisam ser interpretados com base no seu histórico, por exemplo, talvez seja melhor utilizar barras e linhas, ao invés de um gráfico de pizza comum.

Entenda qual o aspecto da informação é o mais importante e aí, sim, defina qual gráfico utilizará.

6. Inclua alertas (moderadamente)

Ao encarar o seu dashboard, você precisa conseguir entender rapidamente todo o contexto que está ali representado. O dashboard serve para isso.

Contudo, algumas situações merecem uma atenção maior. Para esses casos, existem os alertas.

Configure o seu dashboard para que ele te sinalize objetiva e rapidamente, caso algum indicador esteja em um nível muito fora do padrão ou atingir uma meta.

Normalmente, esse tipo de alerta é utilizado para mostrar que houve algum problema no meio do caminho, ou que está indo nessa direção. Nesses casos totalmente atípicos é que você deve utilizar artifícios visuais que sejam mais incisivos.

Programe para que a área ou informação correspondente seja destacada com algum tipo de efeito ou cor que realmente chame a atenção, para garantir que você não deixe passar batido algo tão importante. Isso garantirá que, se alguma coisa acontecer, mesmo que você esteja menos atento, seu dashboard sinalizará a necessidade de uma atitude mais emergencial.

Seguindo todos esses passos de maneira correta, na hora de criar o seu dashboard, você terá as melhores condições de montar uma ferramenta de gestão que realmente funcione.

Para garantir que você esteja bem atualizado com o que há de mais recente na gestão, e conheça as tendências e boas práticas do mercado, siga-nos em nossas redes sociais: Facebook, Twitter, LinkdeIn, Google+ e YouTube. Temos sempre conteúdos muito bons a sua espera!

consultoria em gestão de projetos

Como escolher uma consultoria em gestão de projetos?

A gestão de projetos é crucial para o sucesso. Se ela for bem feita, ajudará na economia de recursos e na consolidação de resultados adequados. Mas nem sempre é possível otimizá-la por conta própria e, por isso, contratar uma consultoria em gestão de projetos pode ser a melhor saída.

Com a ajuda de uma equipe capacitada e multidisciplinar, fica mais fácil compreender quais pontos precisam ser trabalhados, eliminados ou mantidos. Ao final, sobrevém uma atuação focada na estratégia e na eficiência.

Mas vale dizer que nada disso é possível ao contratar a consultoria errada. Para que você não cometa esse erro, veja a seguir como fazer para escolher a melhor possibilidade para o seu negócio!

Priorize o que é realmente importante

Uma consultoria em gestão de projetos deve ajudar o seu negócio a conseguir resultados satisfatórios e rentáveis.

Para que isso seja viável, ela deve estar alinhada aos objetivos estratégicos, ter os recursos técnicos adequados e possuir uma atuação muito bem estruturada.

Todos esses elementos correspondem ao que, de fato, é importante e fará diferença. O preço, por outro lado, é um fator a ser considerado, mas que não deve ser decisivo ou prioritário: ao contratar a consultoria que é simplesmente a mais barata, há riscos para a consolidação de efeitos desejados.

Sendo assim, é fundamental que a gestão entenda a importância de priorizar as coisas certas.

Como a consultoria precisa oferecer efeitos diferenciados, é importante priorizar aquilo que permitirá que tudo isso seja alcançado — em vez de levar apenas o preço em consideração.

Avalie experiências e certificações

Uma das questões importantes para que a consultoria atue da maneira esperada é a experiência que ela possui. A fórmula é simples: quanto maior for o número de projetos com o qual a equipe já lidou, maior a experiência.

Eventualmente, isso faz com que seja mais fácil identificar falhas e gargalos e selecionar as soluções adequadas.

O ideal é que a consultoria tenha experiências de sucesso. Procure conhecer o que a equipe já gerou para antigos clientes, como diminuição nos custos ou aumento na assertividade das decisões. Isso demonstrará que os profissionais são capazes de atender a expectativas e necessidades dos negócios.

Olhe, também, para as certificações. Elas garantem uma atuação padronizada e altamente eficaz, além de transmitir maior segurança. Uma consultoria amplamente certificada, em geral, é capaz de oferecer uma atuação melhor.

Conheça as ferramentas disponíveis

Outro elemento que não pode ser desconsiderado é o conjunto de ferramentas utilizado pela consultoria para que cada cliente atinja os efeitos desejados. Um dos pontos, nesse sentido, diz respeito à tecnologia.

Se a equipe utiliza boas ferramentas para a gestão de projetos, como sistemas robustos, os resultados são dinâmicos, seguros e efetivos. Por outro lado, uma empresa que falha em dar esse apoio aos clientes provavelmente não será a melhor escolha.

As ferramentas ainda incluem os métodos de observação e avaliação, de implantação de mudanças, e assim por diante. Um conjunto completo e, principalmente, adequado à realidade do seu negócio é especialmente destacável.

Entenda como ocorre a gestão do conhecimento

De certo modo, a consultoria corresponde a um negócio externo que olha para o seu empreendimento, encontra falhas e possibilidades de otimização e atua sobre esses pontos. Tudo isso melhora as saídas de processo e ajuda a atingir os objetivos.

Porém, essa transformação não pode ser apenas pontual. Não adianta ter uma boa gestão de projetos graças à consultoria e, com futuras mudanças, já não ser capaz de manter tudo otimizado.

Por isso, o ideal é que a consultoria estabeleça uma transmissão de conhecimento. Não apenas ela dirá o que fazer, mas ajudará a sua organização a descobrir como identificar e resolver problemas daqui em diante.

Sendo assim, não deixe de compreender como é a gestão de conhecimento e quais os esforços que a equipe realiza nesse sentido. Quanto melhor for essa etapa, melhores serão os resultados em longo prazo.

Busque a opinião de outros clientes

Além de olhar para todos esses pontos, é fundamental não deixar um aspecto de lado na hora da decisão: a opinião dos outros clientes. Conversar com quem já contratou os serviços da consultoria em gestão de projetos dará uma visão bastante clara de sua atuação, o que oferece maior segurança.

Procure clientes e ex-clientes e pergunte a eles sobre a satisfação com a contratação, os resultados obtidos e outras curiosidades sobre o trato com a empresa. Dessa maneira, é possível ter uma ideia bastante concreta de como o negócio age.

Aproveite e verifique, também, os comentários e as opiniões em redes sociais. Caso elas sejam majoritariamente positivas, é possível continuar com o processo de avaliação.

Realize entrevistas com os consultores

Depois de passar por todas essas etapas de avaliação, é chegada a hora de falar diretamente com os consultores. Fazer essa avaliação prévia ajuda na triagem e a entrevista é indispensável para formar uma opinião adequada.

Prepare-se para essa reunião e pense quais são as perguntas relevantes para fazer sobre a atuação da empresa. Isso tornará o encontro muito mais produtivo e colaborará para a tomada de decisão.

Nesse momento, avalie questões como a postura dos consultores, o conhecimento sobre as suas necessidades e a atuação de mercado e assim por diante. Entenda se a solução se encaixa no seu negócio e se a sua gestão de projetos será, realmente, favorecida.

Desconfie de soluções pouco realistas

As entrevistas com os consultores são determinantes para a tomada de decisão, mas não é improvável que eles façam promessas em busca de fechar negócio. Isso é completamente normal e esperado, mas é preciso tomar cuidado com aquelas que parecem boas demais.

Se o consultor prometer soluções mágicas — como as muito rápidas ou com garantia total de sucesso completo — é melhor desconfiar. Nenhuma empresa poderá garantir nenhum efeito para seu negócio até que avalie a fundo seus processos, então leve isso sempre em consideração.

Desconsiderar essas soluções pouco realistas ajuda no alinhamento de expectativas e, principalmente, auxilia na contratação de uma equipe comprometida.

Levando todos esses pontos em conta, ficará simples escolher a melhor consultoria em gestão de projetos. Como consequência, sua organização vai se beneficiar de processos melhores e estruturados, gerando efeitos positivos para todo o negócio.

Quer melhorar sua atuação e ter uma consultoria de ponta? Entre em contato com a Project Builder e descubra como podemos ajudar!

implantando um escritório de projetos

7 Templates gratuitos para quem está Implantando um Escritório de Projetos (PMO)

Uma importante decisão quando uma organização busca elevar a maturidade em gestão de projetos é quando se está implantando um Escritório de Projetos, ou em inglês, Project Management Office (PMO). O PMO pode se adequar de forma a abranger a carteira de projetos, programas e portfólios, de acordo com o porte dos projetos que a organização necessita administrar, assim como sua atual maturidade.

De acordo com a necessidade de serviços a serem prestados (falamos sobre isso nesse artigo) e com a disponibilidade de recursos para investir enquanto se está implantando um escritório de projetos, a empresa irá estruturar o Objetivo S.M.A.R.T do PMO e os benefícios que se espera conquistar após sua implantação (falamos disso nesse artigo). Para organizações mais maduras, o objetivo do escritório de projetos poderá ser: alinhar a estratégia às iniciativas em andamento na busca do crescimento sustentável. Já em empresas com baixa maturidade o foco maior do PMO poderá ser: apoiar aos gerentes de projetos em suas atividades por meio do desenvolvimento de treinamentos, metodologias e ferramentas que usam as melhores práticas da própria organização e do mercado, aumentando assim, as chances de sucesso dos projetos.

Na definição de uma metodologia de gestão de projetos (falamos disso nesse artigo) um passo que auxilia sua adoção é a utilização de templates, que em um primeiro momento pode estar em uma planilha ou documento, mas que no médio prazo demandará um software que facilite sua atualização e seu compartilhamento.

Dentre os diversos modelos existentes, identificamos 7 que são essenciais para todos os escritórios de projetos e que vão te ajudar.

1. Termo de Abertura

Este documento tem como objetivo autorizar formalmente o início de um projeto e contém informações necessárias para o entendimento do projeto, fornecendo uma visão macro do produto a ser desenvolvido.

2. Plano de Projeto

O objetivo do plano de projeto é apresentar como o fluxo de interações irá prosseguir durante a criação do projeto de maneira completa e clara. Este documento servirá de referência básica para o decorrer da criação do produto, na qual, todo o projeto está relacionado.

2.1 Linha do tempo do Projeto

Cronograma Resumido do Projeto

3. Status Report

Este documento tem como objetivo informar aos envolvidos a evolução do projeto e suas ocorrências.

4. Ata de Reunião

Tem como objetivo registrar todos os assuntos tratados em uma reunião. Dessa forma, os assuntos abordados durante este evento não serão esquecidos e poderão ser retomados, se necessário.

5. Lista de Ocorrências

Este documento tem como objetivo listar todos os problemas ou situações não previstas enfrentados durante o projeto e como foram solucionadas.

6. Aceite da Entrega

Este documento tem como objetivo formalizar o aceite do Projeto, considerando-o entregue integralmente.

7. Lições Aprendidas

Documentar as lições aprendidas de modo a aperfeiçoar os envolvidos e os processos de gerenciamento de projetos.

Estes templates são a espinha dorsal de uma metodologia de gestão de projetos. Para quem utiliza um software corporativo de gestão de Projetos, como o Project Builder, essas informações são geradas automaticamente ao logo do projeto. Para quem ainda não utiliza um software de gestão de projetos e está começando a implementar o PMO, separamos templates profissionais que vão ajudar muito nesse momento; mas, conforme a metodologia cresça em toda empresa, ficará difícil atualizar esses documentos de acordo com o número de projetos e envolvidos.

Visite nossa página de PMO: https://www.projectbuilder.com.br/software-pmo/

implantação do PMO

Como entender melhor a capacidade do seu pessoal em múltiplos projetos

Existem muitos desafios na implantação do PMO, o que acarreta em uma grande taxa de insucesso (já falamos aqui no blog sobre os motivos pelos quais os projetos fracassam). O Business Model Generation resolve o valor e planejamento dos recursos e atividades-chave do PMO. Mas e o projeto de implantação? Para te ajudar na estruturação do PMO criamos este artigo que mostra o passo a passo de como planejar seu escritório de projetos usando a metodologia do Project Model Canvas.

O Project Model Canvas é uma metodologia para planejamento e co-criação de projetos, criado pelo professor José Finocchio, e utiliza conceitos de gerenciamento de projetos, neurociência e design thinking para simplificar a elaboração do Plano de Projeto. Você pode conhecê-lo melhor no livro Project Model Canvas – Gerenciamento de Projetos Sem Burocracia, do Prof. José Finocchio Júnior. Nesse vídeo o autor explica o modelo:

A dinâmica

A dinâmica de construção do Canvas não tem papéis pré-definidos, mas apenas duas regras básicas:

1ª Deve ser feito em equipe;
2ª Uma das pessoas envolvidas deve ter conhecimento básicos de gestão de projetos.

No e-book “GUIA COMPLETO DO PROJECT MODEL CANVAS”, detalhamos o preenchimento de cada um dos quadros do Canvas e explicamos como podemos alimentar o Project Builder de forma a gerar um relatório automático.

Criando o PM Canvas

Na metodologia, os participantes preenchem um Canvas colocando post-its nos 13 quadros que definem, resumidamente: Por quê? O quê? Quem? Como? Quando e Quanto? Essas são as perguntas certas para estruturar o seu planejamento. Para a dinâmica, serão necessários uma boa sala de reunião para a equipe se isolar e os seguintes materiais:

Criando um Canvas com Post-it

a) folha A1 com o Project Model Canvas (Download aqui)
b) post-it grande (98,4×149)
c) fita crepe
d) canetas

Criando um Canvas Digital

Para criar o seu Canvas utilizando o nosso aplicativo mobile será necessário que cada participante baixe o App na Appsotre, para que utiliza IOS, ou na Google Play, para quem utiliza Andorid. Uma televisão ou um projetor, onde será projetado a url do Canvas (nesse vídeo explicamos a dinâmica). O Benefício do Canvas digital é que não necessariamente os participantes necessitam estar na mesma sala, todas as informações ficam salvas digitalmente, e para quem utliza o Project Builder, é possível criar um projeto a partir do seu Canvas.

Preenchendo os 13 Blocos

0 – Pitch:

A maneira mais simples de descrever o seu projeto é usar o mínimo de palavras possível. O Pitch é a primeira parte a ser preenchida do seu PM Canvas. Nele, você deverá resumir seu projeto em apenas uma frase. Exemplo: Escritório de projetos rodando!

Por quê?

Nesse ponto, você deverá responder o porquê da realização desse projeto. Se não conseguir encontrar a resposta, todo o seu planejamento perderá o sentido. Para fundamentar a defesa do seu projeto é importante analisar a situação atual da empresa, identificando quais são suas principais dores, que problemas estão enfrentando com essas dores e quais necessidades é preciso atender. Com o dever de casa respondido, vamos aos post-it.

1 – Justificativa

Coloque os problemas que a organização atualmente enfrenta e quais necessidades não estão sendo atendidas no momento. Exemplo: projetos fora do padrão; insatisfação do patrocinador; gerentes de projetos gastam a maior parte do tempo apagando incêndio; perda de faturamento; perda de cliente.

2 – Objetivo Smart

Coloque nesse post-it o objetivo do projeto de maneira que fique “smart”. Isso significa:

  • Specific (específicos)
  • Measurable (mensuráveis)
  • Attainable (atingíveis)
  • Realistic (realistas)
  • Time Bound (temporizáveis)

Exemplo: Implantar o escritório corporativo de projetos na empresa Acme, responsável por padronizar a gestão de projetos; capacitar os gerentes de projetos na sua metodologia; dar suporte aos projetos estratégicos da empresa até 12 de agosto de 2014, gastando até R$ 80 mil.

3 – Benefícios

Deve descrever o que a empresa irá conquistar após a implantação do projeto. Exemplo: aumento de faturamento; ampliação da satisfação do cliente; redução de custos; melhor qualidade de vida para o gerente de projeto.

O quê?

Quais necessidades serão atendidas? Nessa etapa, serão listados quais produtos, serviços ou resultados serão entregues ao final do projeto.

4 – Produto:

O produto é o resultado final do projeto. Um projeto pode também gerar um serviço ou um resultado único. Exemplo: escritório implantado e operando na empresa Acme.

5 – Requisitos:

Definem a qualidade que o produto (serviço/resultado) precisa apresentar para ter valor para o cliente. Exemplo: deve ter fluxograma da gestão de projetos; deve ter a metodologia padrão de gestão de projetos; deve ser aplicado o treinamento padrão da metodologia de gestão de projetos; deve ser implantado um software de gestão de projetos; deve ter uma festa de encerramento no final do projeto.

Quem?

Define quem participa do projeto. Inclui os stakeholders, os membros da equipe e o gerente do projeto.

6 – Stakeholders

Podem ser stakeholders externos ou fatores externos.
Stakeholders externos – são os envolvidos que não estão subordinados ao gerente de projeto.
Fatores externos – que podem afetar o projeto e devem ser listados.
Exemplo: consultoria em gestão de projetos; fornecedor do software de GP; diretorias da Acme; gerentes funcionais da Acme.

7 – Equipe

Todos os participantes que são responsáveis por produzir as entregas do projeto. Exemplo: gerente do projeto; analista do PMO; consultor de projeto; analista de processos; instrutor.

Como?

Nessa etapa, respondemos como o trabalho será entregue no projeto. Para que o projeto ocorra naturalmente é importante definir quais são as entregas e quem são os responsáveis; suas premissas e restrições.

8 – Premissas

São suposições dadas como certas sobre o ambiente e os fatores externos ao projeto, que não estão sob controle do gerente de projeto. Exemplo: 90% dos gerentes de projetos vão aderir ao projeto; o software de gestão de projetos será implantado até 12 de agosto de 2014.

9 – Grupos de entregas:

São os componente concretos, mensuráveis e tangíveis que serão gerados pelo projeto.
Exemplo:
1 – Estratégia de implantação
4 – Apresentação do Processo
2 – Processo de GP
5 – Aplicação do Treinamento
3 – Implantação do PB
6 – Festa de Encerramento

10 – Restrições

Nesse quadro serão descritas as limitações do projeto, de qualquer natureza e origem, que impactam no desenvolvimento do trabalho da equipe. Exemplo: os gerentes funcionais não podem se ausentar por mais de 8 horas de suas funções; não poderá ser gasto mais de 20% do orçamento com serviços externos; a equipe de TI interna não dará suporte à nova aplicação.

Quando e Quanto?

Em seguida, definimos quando o projeto será concluído e quanto custará para a organização. Mesmo sabendo de toda incerteza do planejamento, o gerente de projetos deverá dar uma estimativa de custo e de prazo para entregar os trabalhos do projeto.

11 – Riscos:

Riscos são eventos futuros e incertos que têm relevância para o projeto. Nessa etapa identificamos e analisamos os riscos do projeto e, para os mais relevantes, devemos buscar e implantar as respostas. Exemplo: gerência funcional não adere ao método de GP; baixa qualidade do treinamento realizado internamente; atraso na implantação do software.

12 – Linha do tempo:

Nesse momento definimos quando vão ocorrer as entregas do grupo de entregas. A metodologia PM Canvas sugere que o prazo do projeto seja dividido em 4 períodos definidos pela equipe do projeto.

Exemplo: linha do tempo

13 – Custos

Quanto será gasto para concluir esse projeto? É importante distribuir os custos pelos grupos de entregas pré-definidos.

Exemplo:

1 – R$ 800
2 – R$ 2 mil
3 – R$ 5 mil
4 – R$ 1,2 mil
5 – R$15 mil
6 – R$ 4 mil

Conclusões

A aplicação do PM Canvas pode facilitar muito o planejamento do PMO e a estruturação das entregas necessárias através do exercício e estudo de seus treze blocos fundamentais. Ele também possibilita divergir e convergir opiniões, criando assim, um entendimento comum entre os envolvidos e gerando indicadores fortes para a criação de um projeto de sucesso.

Agora você já pode começar a planejar a implantação do seu PMO! O que achou? Compartilhe conosco nos comentários!

definir prioridades

Como definir prioridades em um ambiente de múltiplos projetos?

Gerir projetos simultâneos já não é das tarefas mais fáceis. Quando se trata de um ambiente de múltiplos projetos, então, onde os recursos e a atenção do gerente são compartilhadas, esta tarefa se torna ainda mais complexa. Isso porque em alguns momentos será necessário definir prioridades, seja de atendimento do GP ao cliente em questão ou mesmo de um profissional da equipe, que possui as habilidades mais indicadas para uma determinada atividade do projeto, mas está alocado em outra tarefa.

A questão é: como agir em situações como esta sem prejudicar nenhum dos projetos em andamento, causar insatisfações nos clientes ou mesmo sobrecarregar o profissional que está a frente da atividade? A resposta para isto está em saber definir prioridades a partir de um melhor conhecimento sobre os projetos, seus clientes, as demandas e, claro, os recursos humanos disponíveis. Entenda melhor como fazer isto em um ambiente de múltiplos projetos:

Realize controles mais rigorosos

Quando você tem um controle mais rigoroso sobre os múltiplos projetos que gerencia, bem como suas atividades e recursos envolvidos, é mais fácil ter uma visão sistêmica do cenário atual. Isso engloba a necessidade de treinamento da equipe para não depender de um profissional-chave, previsão de novas contratações ou mesmo da alocação de recursos ideal para cada tipo de projeto, atividade ou tarefa.

Contudo, para um controle mais efetivo e uma análise mais ágil, depender de inúmeras planilhas para o cruzamento de dados não gera eficiência no trabalho atribulado pelo volume de projetos sob a sua gestão. Tampouco assegura dados condizentes à realidade. Neste contexto, um software para o gerenciamento de múltiplos projetos torna-se fundamental para o ganho de produtividade e para a definição de prioridades conforme a situação atual dos projetos em andamento e dos que estão por vir. Isso porque ele o auxiliará a ter uma visão panorâmica sobre a alocação dos recursos humanos, disponibilidade de profissionais, obtenção de métricas de produtividade da equipe ou por colaborador individualmente, além de permitir um rápido acesso às informações sobre habilidades de cada um destes recursos. Assim, você terá controles mais rigorosos que serão fundamentais para auxiliá-lo na definição de prioridades.

Otimize recursos

Quando você possui um maior controle sobre os recursos disponíveis,é mais fácil associá-los a cada demanda e necessidade dos projetos. Desta forma você saberá exatamente como alocá-los de forma a não comprometer o sucesso do projeto, seja por utilizar um profissional não indicado para determinada tarefa ou mesmo como redistribuir otimizar a distribuição destes recursos para o cumprimento de prazos e objetivos de cada projeto. Escrevemos um post que explica como evitar a sobrecarga da sua equipe e, ao mesmo tempo, realizar mais com menos.

Utilize a margem de segurança definida para os prazos de entrega a seu favor

Durante o desenvolvimento do escopo do projeto, você certamente reservou uma margem de segurança para os prazos de entrega definidos. Use isto a seu favor! Esta margem serve exatamente para respaldá-lo em relação a imprevistos – e que fique claro que estes imprevistos não dizem respeito a feriados, datas comemorativas, férias de funcionários, dentre outras questões que devem ser previamente consideradas. Por isso, esta auxiliará não apenas para o ganho de tempo na resolução de intempéries, mas também na definição de prioridades de alocação de recursos e definição de atividades a cada um deles.

E você, o que faz para definir prioridades em um ambiente de múltiplos projetos? Quais as grandes dificuldades enfrentadas? Compartilhe-as conosco através dos comentários! Elas podem se tornar assunto para um próximo encontro aqui no blog!

workflow de aprovação

Como criar um workflow de aprovação de projetos com o auxílio de um software especializado?

Quando você integra ao processo de seu negócio as propostas de projeto, é preciso estabelecer critérios de avaliação, priorização e aprovação deles. Independentemente se o seu foco é o gerenciamento de múltiplos ou portfólio de projetos, definir este workflow de aprovação será determinante para o ganho de eficiência e, assim, uma maior certeza de que os objetivos da organização, bem como as metas pretendidas sejam alcançadas com sucesso.

Nesse contexto, contar com um software especializado é uma grande solução para automatizar este workflow, garantindo uma comunicação eficiente entre as partes envolvidas e a conclusão das avaliações, bem como do parecer de cada área ou profissional integrado a ele. Entenda melhor como isso funciona e como criar estes fluxos com o apoio de um software de gerenciamento de projetos:

Quando e como utilizar um workflow de aprovação

O melhor momento para criar um workflow de aprovação é antes mesmo do início do projeto, durante a fase de iniciação. O primeiro passo para isso, contudo, é passar a utilizar uma proposta de projeto. O objetivo de se formalizar o início dele é definir alguns parâmetros que servirão como base para aprovar e desenvolvê-lo.

Além disso, é indispensável atribuir responsabilidade a um profissional, que pode ser um gerente, em caso de múltiplos projetos, ou o responsável pelas decisões internas, quando se tratar de um portfólio de projetos. Dessa forma você impede que iniciativas semelhantes às já reprovadas sejam desenvolvidas dentro da empresa, além de defender a importância das regras definidas pelas pessoas que aprovaram a proposta. Caso contrário, corre-se o risco de duplicidade ou ausência de comando e, consequentemente, grandes transtornos ocorrerão em sua condução.

Conte com a tecnologia!

Muitas organizações falham na hora de implementar e controlar o processo com as informações necessárias para validar a viabilidade da iniciativa. A tecnologia, neste contexto, auxilia na automação do processo, bem como na verificação de seu andamento de forma mais rápida, prática e atualizada em tempo real. Desta forma, é possível identificar não apenas o status, mas o andamento do workflow exibindo detalhes, inclusive, de onde o processo está parado: nível técnico ou estratégico.

Para a criação do fluxo com o auxílio de um software você passará pelas etapas de:

  • Definir claramente o que tem que ser feito para que o projeto seja aprovado – as “regras do jogo”: quais os critérios de avaliação técnicos, financeiros e do ponto de vista estratégico da empresa para colher os benefícios;

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  • Estabelecer um ou mais responsáveis pela aprovação em cada nível, considerando as habilidades e relação com a área;

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  • Estipular quais serão os indicadores-chave de performance a serem avaliados para embasar os demais fluxos estipulando procedimentos padronizados.

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Diante disso, um software especializado para gerenciamento de projetos é uma excelente solução para automatizar o processo, obrigando que pré-requisitos sejam cumpridos em cada etapa da avaliação da proposta.

Como criar um workflow de aprovação em um software de gestão de projetos

Em um software de gestão de projetos, a criação de um workflow de aprovação é simples. Procure a opção no sistema e escolha um nome para o novo fluxo a ser criado, que pode ser por área, portfólio, objetivo de negócio, dentre outros.

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Em seguida, insira uma breve descrição para ele, fazendo com que as pessoas envolvidas no fluxo de aprovação recebam, de forma automatizada e seguindo o processo de iniciação definido pela empresa, qualquer notificação referente a este workflow.

Tanto para múltiplos projetos quanto para a gestão de um portfólio, também será preciso definir a qual dos workflows cada um deles deve ser associado. A ideia é que estes fluxos sejam padronizados conforme a demanda por área ou tipo, estabelecendo os mesmo responsáveis pela avaliação em cada um dos níveis.

A definição dos responsáveis

No que diz respeito ao processo de definição dos responsáveis pela aprovação de projetos, é aconselhado definir entre dois e cinco níveis diferentes de responsabilidade pela aprovação. Isso garantirá que a decisão não seja tomada apenas por uma pessoa ou que o processo de prolongue excessivamente.

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Para cada um desses níveis, nomeie os responsáveis mais indicados para cada tipo de aprovação. Por exemplo, o responsável pelo departamento de TI aprova o nível técnico do projeto, o de finanças avalia a parte relacionada a custos e investimentos, e assim por diante. O importante é que cada um destes níveis sejam avaliados e aprovados por profissionais que têm o poder de tomar decisões alinhados aos objetivos estratégicos do negócio, além de terem as habilidades técnicas necessárias para a tarefa. Com isso, eles sempre serão notificados sobre a abertura da nova demanda e da aproximação do prazo final para a aprovação.

Já que há mais de um nível de aprovação no workflow ou outros profissionais estão envolvidos no trabalho com permissões similares, é preciso colocá-los na ordem correta para que o sistema envie a aprovação na sequência ideal estipulada pela empresa para o bom funcionamento do fluxo.

Padronize os workflows por tipo de demandas

Em vez de criar um workflow para cada iniciativa, o que exige tempo e esforços, um software especializado para o gerenciamento de projetos ajudará a agrupar os fluxos por tipo de demanda. Afinal, projetos da área de TI (Tecnologia da Informação) exigem aprovação similar, assim como o marketing, o financeiro, dentre outros.

padronizacao-de-fluxo

E você, como criar workflows de aprovação de projetos em sua empresa? Já possui um software de gerenciamento de projetos para auxiliá-lo nesta tarefa?

carteira de projetos

Como balancear a carteira de projetos

O balanceamento de uma carteira de múltiplos projetos envolve, além das questões técnicas, muitos aspectos políticos e internos em uma organização.

Em função de sua complexidade, esse processo deve ser conduzido com cuidado para que a empresa priorize as iniciativas que mais poderão contribuir para os objetivos estratégicos do negócio, obtendo o melhor de sua equipe e de seus recursos atuais.

Confira algumas dicas para balancear a carteira de projetos em sua empresa com mais eficiência:

Alinhe os projetos à estratégia

Ao balancear os projetos em uma carteira, é indispensável que a empresa tenha em mente quais os objetivos estratégicos do negócio para curto, médio e longo prazo. Somente assim será possível dar prioridade na carteira àquelas iniciativas que, em conjunto, poderão contribuir para o alcance das metas e garantir um processo decisório que leve em conta as questões mais urgentes para o momento.

Avalie os indicadores financeiros

O balanceamento de uma carteira de projetos só pode ser feito quando a empresa conhece o retorno esperado para cada uma de suas iniciativas de forma clara e precisa.

Seja em faturamento, lucro, redução de custos, retorno sobre o investimento ou outros ganhos para o negócio, é importante que os gestores consigam comparar os indicadores financeiros de cada um dos projetos para compor a carteira de forma atrativa para as finanças, evitando que alguns projetos onerem a empresa.

Estude o histórico dos projetos atendidos

As lições aprendidas em projetos anteriores são fundamentais para que os gestores e executivos compreendam o impacto de um ou mais projetos para a carteira atual.

Analisando projetos já concluídos, é possível identificar causas comuns de sucesso ou fracasso, assim como iniciativas similares executadas no passado, permitindo a composição de uma carteira mais próxima da realidade vivida pela empresa no momento.

Leve em consideração os recursos disponíveis

Em tempos de concorrência acirrada, um importante critério no balanceamento da carteira de projetos é a priorização daqueles que poderão ser executados com menor esforço dentro do quadro atual de equipe e recursos da empresa.

Isso pode evitar a necessidade de mudanças organizacionais drásticas em função de projetos isolados que não estejam totalmente alinhados aos principais objetivos do negócio.

Esteja sempre alerta

Muitos gestores fazem o balanceamento da carteira de forma reativa, levando em conta somente as questões mais urgentes que surgem com o passar do tempo.

No entanto, encontrar o equilíbrio com múltiplos projetos exige atenção para os ciclos econômicos e outras mudanças no mercado que podem trazer impactos substanciais para a carteira no futuro.

Isso deve ser feito com a atenção constante no mercado, além de uma boa comunicação entre executivos e gestores para que a empresa possa se planejar para o futuro e ter capacidade de se adequar melhor às possíveis mudanças de cenário.

Conte com a ajuda de um software específico para o gerenciamento de projetos

O balanceamento da carteira de projetos se torna muito mais fácil quando os responsáveis pela tarefa contam com a ajuda das ferramentas adequadas.

Um softwares para a gestão de projetos contribui consideravelmente para elaboração da proposta de projeto, bem como o cumprimento do workflow de aprovação definido. Com isso, a priorização dos projetos, com base em informações precisas e confiáveis, torna-se mais fácil e eficiente.

Além disso, esses sistemas permitem o uso de recursos visuais como relatórios e gráficos, que também ajudam os executivos a compreenderem como a carteira atual está sendo suportada pela equipe e os possíveis impactos de sua mudança.

E você, qual prática aplica para balancear a carteira de projetos de sua emrpesa? Compartilhe suas dicas nos comentários abaixo!

mercado para gerente de projetos

Pleiteando uma vaga como Gerente de Projetos? Confira o que analisar em uma proposta de emprego antes de aceitá-la

O mercado para Gerente de Projetos é bastante aquecido. Isso porque ele se enquadra em diversos segmentos, o que propicia um maior campo de atuação. Para ocupar boas posições, o profissional que pleiteia o cargo precisa ter um conhecimento amplo e muito jogo de cintura, já que dentre suas atividades estão a gestão das equipes, a moderação de conflitos, garantir que os prazos das entregas serão cumpridos, que o orçamento não será extrapolado, que todos os recursos necessários para a execução dos projetos estão disponíveis e atentar-se a todas as variáveis possíveis para evitar riscos.

Se você possui as certificações, cursos e habilidades necessárias para ocupar uma vaga, provavelmente não pretende assumir o cargo em uma empresa qualquer. Por isso, você não deve se ater apenas aos salários ao escolher por um emprego, principalmente no mercado para gerente de projetos. Tampouco deve deixar a decisão de ingresso em determinada empresa nas mãos apenas do recrutador. Pense que você passará horas na instituição e, por isso, precisa também avaliar outras questões antes de aceitar uma proposta!

Você também precisa se interessar pela empresa

Considere o objetivo central de uma entrevista: você almeja uma vaga. Para conquistá-la, será preciso passar por um criterioso processo seletivo. Com ele a empresa pretende conhecer mais do que o seu currículo e portfólio. Afinal, eles já foram aprovados na triagem para a vaga. Ela quer entender melhor como você se porta, ouvir o relato das experiências adquiridas, o que gosta de fazer, seus planos, se a sua personalidade é adequada à cultura da empresa, dentre outras questões. Tudo isso para certificar-se de uma contratação mais certeira.

Em contrapartida, você precisa ter certeza de que os projetos que assumirá também são de seus interesses, se os valores da empresa estão adequados aos seus e como será o seu trabalho por lá. Idealmente, não há porque se desesperar para conseguir um emprego em uma nova empresa, apenas há a vontade de crescer e se desenvolver em uma nova oportunidade. Por isso, não há motivo para se desesperar e aceitar a primeira vaga que aparecer.

O que analisar antes de aceitar uma proposta de emprego

No mercado para gerente de projetos, você também precisa ser criterioso antes de aceitar uma oferta. Para isto, não deixe as perguntas apenas nas mãos dos recrutadores! Quando houver uma oportunidade, questione sobre algumas questões-chave que podem fazer a diferença em sua decisão, além de demonstrar seu interesse na vaga. Não sabe quais perguntas são estas? Não se preocupe! Vamos ajudá-lo:

1-Como os projetos são priorizados?

Com esta pergunta, além de demonstrar ao recrutador o seu entusiasmo pela vaga, você obterá respostas que o levarão mais próximo à realidade da sua rotina, caso seja o profissional selecionado e tenha interesse em assumir o cargo em questão.

É comum às empresas ter mais demanda que tempo para executá-las. Por isso, ao levantar esta questão, você entenderá melhor como a empresa lida com a definição das prioridades para, assim, verificar se o volume de trabalho e a forma como a empresa lida com isto o possibilitarão manter certa qualidade de vida e entusiasmo no dia a dia.

2- Como você descreveria a relação entre as equipes dos projetos e de vendas?

De um lado, um time trabalha para trazer mais projetos à empresa. Do outro, há uma equipe trabalhando para realizar as entregas dentro dos prazos estipulados. Por isso, é comum que ocorram conflitos de interesses. Como o Gerente de Projetos tem a função de contornar este tipo de situação, não hesite em questionar ao recrutador como esta relação funciona na empresa. Desta forma você conseguirá identificar o que enfrentará no dia a dia e avaliar se consegue – ou pretende – lidar com estas questões.

3- Quais os maiores desafios enfrentados atualmente na gestão de projetos da empresa?

Esta pergunta é bastante estratégica. Afinal, com sua expertise você poderá propor uma solução imediata, o que você faria para driblar estes desafios com maestria caso assumisse a posição. Logo de cara você já demonstraria aptidões indispensáveis para a vaga! Por outro lado, você também conseguirá avaliar se os desafios da empresa casam com o que você almeja e se, de fato, será possível enfrenta-los.

Com as perguntas certas você consegue não apenas demonstrar competência para ser selecionado para a vaga, como também avaliar se você quer mesmo desenvolver sua carreira naquela empresa!

E você, conhece alguma outra pergunta que auxiliaria na decisão em aceitar ou não uma vaga como Gerente de projetos? Compartilhe conosco através dos comentários!