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Autor: Braun

gestão da mudança

O que é Gestão da Mudança e Por Que Isso Importa Para seu Negócio?

A Gestão da Mudança (GM) refere-se a qualquer abordagem para gerenciar a transição de um negócio diante de decisões de grande impacto, como a reorientação da utilização de recursos estratégicos, elaboração de novos processos operacionais, modificação das dotações orçamentárias e tantas outras decisões.

A GM busca trabalhar com todos os níveis da empresa para adaptá-los à mudança. Desde o indivíduo, até a organização como um todo, passando por equipes, gerência e diretoria executiva.

Por isso, trata-se de uma abordagem única! Frequentemente, a gestão de mudança não é utilizada adequadamente dentro do ambiente empresarial, que a trata como sinônimo de gestão de projetos ou como gestão de inovação radical, cujo objetivo é mudar drasticamente determinada cultura empresarial. No entanto, se os gestores querem mudanças que realmente deem certo, eles deverão procurar as características trazidas pela GM.

Uma das principais características, por exemplo, está centrada na forma como as pessoas e as equipes são afetadas por uma transição organizacional. Trata-se, portanto, de uma abordagem multi e interdisciplinar, na qual se cruzam os saberes das ciências comportamentais e sociais, da tecnologia da informação e das soluções para negócios.

Confira essa e outras características e entenda por que a gestão de mudança importa para o seu negócio!

As funções da gestão de mudança dentro de uma empresa
  • Patrocínio: garantir que exista patrocínio ativo para a mudança na alta hierarquia de uma organização e engajá-la para alcançar os resultados desejados.
  • Buy-in: o buy-in é o que cada um abre mão inicialmente para entrar em um jogo. A GM buscará conquistar o máximo de recursos iniciais possíveis de todos aqueles envolvidos, direta e indiretamente.
  • Envolvimento: envolver as pessoas certas na concepção e implementação de mudanças, para garantir que as mudanças certas sejam feitas.
  • Impacto: avaliar como as mudanças vão afetar as pessoas.
  • Comunicação: dizer a todos quem será afetado pelas mudanças.
  • Prontidão: deixar as pessoas prontas para se adaptarem às mudanças, assegurando que elas tenham a informação correta, formação e ajuda.
As principais tarefas da gestão da mudança para garantir o cumprimento de seus objetivos
  • Garantir que haja uma comunicação clara e objetiva das razões para a mudança.
  • Identificar todos os “agentes de mudança” e todas as outras pessoas que precisam estar envolvidas em atividades de mudança específicas, tais como o setor de design, a equipe de testes e o time de resolução de problemas. Eles agirão como embaixadores da mudança.
  • Avaliar todas as partes interessadas e definir a natureza do patrocínio, do envolvimento de cada ator e da comunicação que será utilizada.
  • Planejar o envolvimento e as atividades dos patrocinadores da mudança.
  • Planejar como e quando as mudanças serão comunicadas, além de organizar e/ou entregar as mensagens de comunicação.
  • Avaliar o impacto das mudanças sobre as pessoas e a estrutura da organização e quais atividades de planejamento são necessárias para enfrentar os impactos da mudança.
  • Assegurar que as pessoas envolvidas e afetadas pela mudança compreendem o processo.
  • Certificar-se de que pessoas envolvidas ou afetadas tenham ajuda e apoio durante tempos de incerteza e turbulência.
  • Identificar e definir os indicadores de sucesso para a mudança e garantir que eles sejam regularmente medidos e relatados.
Os impactos da gestão de mudança
Segurança na organização

Qualquer transformação irá gerar “questões pessoais”, pois novos líderes serão convidados para o jogo, as funções de algumas equipes e funcionários serão alteradas, novas habilidades e capacidades deverão ser desenvolvidas, e, certamente, os funcionários ficarão incertos e resistentes.

Lidar com estas questões de forma reativa — ou seja, à medida que os problemas surgem — é um risco muito grande. Assim, é necessária a abordagem formal da gestão da mudança, começando com as equipes de chefia e, em seguida, envolvendo os principais interessados e líderes. Tudo isso deve ser resolvido muito cedo, já no planejamento.

Portanto, exigirá a coleta de muitos dados, análises e planejamento para executar o redesenho de suas estratégias, sistemas ou processos. A abordagem de gerenciamento de mudanças deve ser integrada à concepção dos seus programas internos e das estratégias de tomada de decisão. Além disso, não deverá basear-se numa avaliação realista da história da organização, tendo em vista critérios como a prontidão e a capacidade de mudar.

Melhora na comunicação

Comunicar a mensagem. Muitas vezes, os líderes da mudança cometem o erro de acreditar que os outros estão em sua cabeça e sentem como eles a necessidade de mudar. Os melhores programas de mudança não tomam nada como garantido e, assim, reforçam desde as mensagens principais, até o aconselhamento  regular a respeito de questões simples.

Um aspecto que sua empresa certamente perceberá é: a comunicação flui de cima para baixo. Assim, a direção toma as decisões, comunica à gerência e as informações são direcionadas no momento certo. Muitas vezes, isso exigirá um grande esquema de comunicação que utilizará diversos canais e que, frequentemente, transmitirá dados redundantes.

Representação nos vários níveis da empresa

Os programas de mudança bem-sucedidos ganham velocidade e intensidade, à medida que vai atingindo novos setores da empresa. Por essa razão, é extremamente importante que os líderes entendam e representem a cultura e os comportamentos de cada nível da organização.

As empresas, muitas vezes, cometem o erro de avaliar a cultura quando é tarde demais. No entanto, diagnósticos culturais completos são essenciais, pois podem avaliar a prontidão organizacional de mudar, trazer grandes problemas à superfície, identificar os conflitos e definir fatores que podem gerar resistência.

Esses diagnósticos identificam os valores fundamentais, as crenças, os comportamentos e as percepções que devem ser levadas em conta para a mudança de sucesso. Eles servem como linha de base comum para a criação de elementos de mudança essenciais, tais como uma nova visão corporativa, a construção de uma nova infraestrutura e a criação de programas necessários para impulsionar a mudança.

Gerenciamento de risco

No programa de mudança, nada estará completamente de acordo com o plano. As pessoas reagem de maneiras inesperadas, o mercado muda constantemente e alguns fatores extrínsecos à sua empresa podem gerar resistência.

Portanto, efetivamente, gerir a mudança exige reavaliação contínua do seu impacto, das suas vontades e capacidade para lidar com as consequências de cada etapa da mudança. Somente com uma visão realista, apoiada em dados de campo e informações corretas, você poderá garantir que os ajustes sejam feitos de forma eficaz.

Assim, as mudanças significativas de uma empresa devem ser geridas de forma específica, avaliando os seus verdadeiros impactos. Tratá-la como um projeto ou como uma inovação radical não conseguirá lidar com os aspectos emocionais e comportamentais criados em seus colaboradores durante o processo. Já a gestão de mudança trará todas as ferramentas necessárias para que sua empresa seja capaz de planejar cada ação de forma global.

Compreendeu a importância da gestão de mudança dentro de sua empresa? Quer aprender como gerir melhor seu negócio? Então, leia o nosso artigo a seguir: Como fazer um plano de ação e qual a sua importância para uma empresa?

metodologias de gestão

3 Metodologias de Gestão que Podem Mudar o Seu Negócio!

Modelos e metodologias de gestão são constantemente reinventados e propagados no ambiente corporativo. A grande questão é que sua utilização não deve ser engessada, se atendo a cada detalhe, com o gestor se desdobrando para se adaptar a cada nova metodologia de gestão, mas sim o contrário. Metodologias vem e vão, e, na maioria das vezes, são inspiradas em concepções já existentes.

Ou seja, as tendências podem mudar e isso não deve significar a completa reestruturação da administração da empresa, mas sim uma adaptação aos novos conceitos.

Dito isso, ainda que a cada vez mais acirrada competitividade faça nascer formas mais eficientes de gestão, por outro lado, conceitos antigos também se mantém firmes ao longo dos anos.

Pensando nisso, listamos algumas ferramentas que podem fazer toda a diferença no seu negócio!

PDCA

O ciclo PDCA recebe esse nome, pois, em inglês, se refere à inicial de cada uma das etapas que o constituem:

  • P: de planejar (Plan);
  • D: de fazer ou executar (Do);
  • C: checar, analisar ou verificar (Check);
  • A: agir de maneira a corrigir possíveis erros ou falhas (Action).

O PDCA é muito utilizado por organizações que se empenham em melhorar seu nível de gestão por meio do controle eficiente de processos, parametrizando informações e reduzindo os erros na tomada de decisões importantes.

Para melhor entender do que se trata o ciclo PDCA, veja um breve detalhamento de cada estágio:

Planejamento

Esforços bem planejados são primordiais para o ciclo PDCA, pois impedem erros futuros e se convertem em ganho de tempo. O planejamento deve ter como foco a missão, visão e os valores da empresa, definindo metas e objetivos e o melhor modo de atingi-los.

EXECUÇÃO

Após um planejamento cauteloso, as ações devem ser postas em prática à risca, ou seja, não se deve atropelar etapas, muito menos improvisar, o que frustraria todo o ciclo PDCA. Basicamente, a fase da execução é delimitada em outras três: capacitação das equipes e gestores, coleta de dados e, posteriormente, avaliação.

Checagem

Essa é a etapa na qual são identificados eventuais erros no projeto. Os resultados obtidos são medidos por meio da coleta e do mapeamento de processos ao término da execução. A verificação deve ser realizada de duas formas: em paralelo à execução, de modo a se assegurar que o trabalho está sendo feito da melhor maneira, e ao final dela, para uma análise mais criteriosa, que possibilite os ajustes necessários.

Ação

A ação é a etapa em que são colocadas em prática as ações corretivas, atentando para o aperfeiçoando do projeto continuamente. É, ao mesmo tempo, fim e começo, afinal, depois de uma minuciosa apuração do que tenha causado falhas anteriores, todo o ciclo PDCA é recomeçado com novas diretrizes e parâmetros.

BSC

O BSC, ou Balanced Scorecard, é uma ferramenta de planejamento estratégico que consiste na definição muito clara das metas e estratégias da entidade, visando aferir o desempenho empresarial por meio de indicadores quantificáveis e verificáveis.

Basicamente, o método se fundamenta em determinar, de modo equilibrado, as relações de causa/efeito entre quatro indicadores de avaliação das empresas:

  • Financeiro: criar novos indicadores de desempenho para que os investidores possam potencializar a rentabilidade de seus investimentos;
  • Clientes: conhecer o índice de satisfação dos clientes em relação à empresa;
  • Processos internos: a corporação deve se empenhar na identificação de produtos problemáticos, se foram entregues no tempo previsto e investir na inovação.
  • Aprendizado e crescimento: corresponde à competência de motivação do pessoal e a uma melhora estrutural da informação na empresa.

O BSC prevê que os quatro indicadores estejam aplicados de acordo com os objetivos propostos pela empresa, quer dizer, estando equilibrados (balanceados), a organização conseguirá um melhor desempenho, viabilizando a concepção de novas estratégias.

GDP

A metodologia do GPD (Gerenciamento pelas Diretrizes) é usada para garantir a consistência e suficiência das ações ao longo do desenvolvimento das metas, assegurando que haja coerência entre os indicadores utilizados durante a avaliação da implantação das estratégias e aqueles usados na averiguação do desempenho dos processos.

O processo começa com um quadro de resumo de metas, que, depois de validado pelo superior imediato, é compartilhado no Workshop Contrato de Gestão, cujo intuito é também disseminar e alinhar as metas entre os gestores dos diferentes setores. Nesse workshop, também devem estar os diretores, sendo que a condução do Workshop é de responsabilidade do presidente da empresa.

Feito isso, começa a segmentação dos itens de controle com base no documento Plano de Medidas. Nesse é verificada a demanda por ações extras na rotina, que proporcionarão o alcance de determinada meta.

O próximo passo é o preenchimento dos Planos de Ação. É também oportunidade de avaliar a necessidade de interfuncionalidades, por meio do preenchimento do formulário Matriz de Interfuncionalidade, exigindo uma negociação com os departamentos envolvidos sobre as condições e prazos para alcançar as metas. É um processo sucessivo, aplicado até o último nível gerencial.

Depois de finalizada essa etapa, todos os níveis hierárquicos precisam executar e atualizar os seus planos de ação e, na ocorrência de qualquer desvio, o superior deve ser comunicado imediatamente, para que realize uma análise das causas e gere um relatório de reflexão para cada meta.

Finalmente, o calendário anual de reuniões é cumprido, no qual os eventos são definidos e realizados regularmente, nos diversos patamares gerenciais, iniciando sempre do nível mais baixo para o mais alto. Nesses encontros são monitorados os Itens de Controle, de Verificação, o avanço dos Planos de Ação e os Relatórios de Reflexão do mês anterior, eventos nos quais é anotado em uma Ata de Reunião tudo o que foi discutido e acordado, distribuindo o documento entre aos participantes e partes envolvidas.

A integração das metodologias de gestão

É necessário, sobretudo, verificar as particularidades de cada empresa. De todo modo, não são metodologias necessariamente excludentes, podem sim ser aplicadas em conjunto, tendo uma ou outra característica de maior enfoque, a depender do segmento em que for implementada.

Por exemplo, o BSC pode definir estratégias utilizadas pela técnica GDP em seu desdobramento, desde o topo da empresa até a menor unidade de negócios. O GDP também pode ser utilizado conjuntamente com o PDCA, de forma que as ações empreendidas garantam os resultados pretendidos por meio de indicadores específicos.

De todo modo, não basta conhecer as melhores metodologias de gestão, sem que seja exercida uma boa liderança, conquistando o engajamento das equipes e da alta gestão. Caso você queira desenvolver essa habilidade, leia o nosso artigo: “Como ser um bom líder: aprenda a evoluir como gestor”.

gestão da inovação

Como a Gestão da Inovação Afeta a Competitividade da Sua Empresa?

A inovação é tratada, frequentemente, de forma superficial dentro de algumas empresas. Isso ocorre, na medida em que a inovação, nos modelos mentais cotidianos, é sempre relacionada à introdução de tecnologias de última geração, que revolucionam a produção dentro de uma empresa. Mas a gestão da inovação que irei abordar aqui, ocorre de forma completamente diferente!

Ela representa um modelo empresarial que busca incrementos constantes na competitividade, utilizando desde ações bem simples e pontuais até mudanças radicais nos rumos de uma empresa.

Assim, por não se tratar de introduções pontuais de tecnologia, é essencial a gestão de inovação, pois ela se enquadrará em uma estratégia de constante nutrição, em que novas medidas são tomadas continuamente na empresa. Ela se contrapõe, portanto, ao modelo tradicional de inovação, constituído de atos isolados sem coerência e integração.

Por isso, confira a seguir como a gestão da inovação afeta a competitividade da sua empresa!

Por que a gestão da inovação tende a melhorar a competitividade de sua empresa?

Não há empresário, hoje em dia, que discorde do valor agregado pelas práticas inovadoras: já é um lugar-comum. Dizer que sua empresa precisa inovar é o mesmo que dizer que um ser vivo precisa de respirar.

Porém, o que muitas empresas ignoram é como a gestão de inovação pode mudar completamente a competitividade de uma empresa. Como há vários modelos de práticas inovadoras, com a gestão de inovação, será possível empregar cada uma no momento certo, com as ações corretas, divulgação adequada, etc.

Primeiramente, você deverá compreender que nem toda a inovação revoluciona os seus processos internos e seus produtos. Há inovações que agem minimamente, mas que, em conjunto, otimizam a competitividade de sua empresa no mercado. São pequenos ganhos em produtividade e em redução de custos que, ao final, fazem toda a diferença.

Outro aspecto essencial se deve ao fato de os consumidores atuais, esperarem sempre alguma novidade. Assim, sua empresa também deverá planejar ações que promovam grandes mudanças visíveis para o seu consumidor, afinal, a inovação tornou-se um fator importante na determinação da longevidade e do sucesso das empresas modernas, sendo necessário sempre uma reformulação das ações de inovação.

Há dois tipos de inovação quanto ao seu escopo, e é fundamental compreender ambas para manter a competitividade. Os clientes não querem mais só melhores serviços, querem novos melhores serviços. Portanto, sua empresa deve ter sempre um planejamento sobre quando e como executar pequenas e grandes inovações.

O que é e quando implementar a inovação incremental?

A inovação incremental é composta por uma série de pequenas melhorias ou upgrades feitos em produtos, serviços, processos ou em métodos já existentes dentro da carteira de uma empresa. As mudanças implementadas por meio de inovações incrementais são, geralmente, focadas em melhorar a eficiência do desenvolvimento de um produto já existente, da produtividade e da diferenciação competitiva.

Muitas empresas usam a inovação incremental para ajudar a manter ou melhorar a posição no mercado de um produto. Em muitos mercados, um programa de inovação incremental constante é essencial para a manutenção de uma marca. Ou seja, não provoca crescimento algum, mas, se não inovar, os consumidores não mais se identificarão com o produto.

Por isso, a inovação incremental se tornou uma tática comum na indústria para conquistar novos mercados! Quer um exemplo do cotidiano? O iPhone. Os usuários não esperam mais somente uma melhoria no desempenho e nas funções do aparelho. Como essa marca cresceu trazendo como característica a inovação, os clientes esperam funções inéditas e um design completamente novo, mas que ainda mantenham a identidade do produto original.

E quando ocorre a inovação radical?

O oposto da inovação incremental é a inovação radical ou disruptiva. A inovação radical ocorre quando um novo produto, serviço, processo ou estratégia é introduzido no mercado, mas é projetado para ter um impacto significativo, substituindo completamente tecnologias e métodos existentes. A inovação radical exige, portanto, um investimento significativo de tempo e recursos, ao contrário da incremental que é muito mais segura.

Embora a inovação incremental seja mais comum, as empresas, muitas vezes, utilizam ambas as estratégias de inovação. Por exemplo, uma inovação radical pode ser utilizada para introduzir um produto no mercado e, se for bem-sucedida, a empresa utilizará a inovação incremental para melhorar o produto constantemente e mantê-lo sempre competitivo.

Como fazer a gestão da inovação em mercados competitivos?

Um negócio não precisa fazer mudanças radicais o tempo todo! Pelo contrário, se o seu produto muda constantemente, seu consumidor rapidamente perderá a identidade que criou e migrará para seu concorrente.

Portanto, o primeiro passo para gerir a inovação de sua empresa é conhecer bem seus consumidores e entender o ciclo de consumo deles, pensando na seguinte pergunta: quando eles começam a desejar uma inovação radical?

Utilizando o exemplo da Apple, a cada ano, eles desejam uma mudança radical no iPhone. Nesse meio tempo, no entanto, eles continuam a esperar pequenos e grandes incrementos seja nas atualizações ou nos modelos intermediários.

Você, certamente, já deve ter presenciado um amigo reclamando que faz tempo que não há uma atualização para o iOS ou, então, que um novo modelo de iPhone ainda não é lançado. A nova estratégia do capitalismo é justamente esta: manter os consumidores viciados em inovação de maneira que o consumo permaneça sempre aquecido e mantenha o crescimento do mercado!

Mas atenção, por essas razões e a crescente competitividade no mercado, o ciclo de vida dos produtos está ficando cada vez mais curto. Isso vem obrigando as empresas a reduzir o tempo de mercado. Os gestores da inovação devem, portanto, estar sempre prontos para diminuir o tempo de desenvolvimento, sem sacrificar a qualidade ou a satisfação do seu mercado consumidor.

Atualmente, as empresas enfrentam um desafio: elaborar um cronograma de inovações que mantenha o consumidor sempre muito motivado, antes que o concorrente o faça! Ou seja, suas equipes deverão planejar, simultaneamente, mudanças radicais, ao mesmo tempo em que trabalham com a incrementação dos produtos de sua carteira. É um desafio e tanto!

Quer saber, agora, como fazer a gestão da inovação, mantendo a qualidade dos seus projetos e a competitividade? Leia o nosso artigo: A importância da gestão da qualidade em projetos!

gestão da inovação

Como incorporar a gestão da inovação no seu negócio?

A importância de inovar para se manter competitivo levou à necessidade de implementação de técnicas de gestão da inovação, que vão mudar a cultura de sua empresa.

Criar produtos, serviços e encontrar novas oportunidades de negócio não é só questão de pesquisa e muitas horas de trabalho. A cultura empresarial, sua equipe e o modo como os gestores posicionam a importância de fazer diferente é fundamental para que ela funcione e dê resultados.

Muitos gestores cometem o erro de se preocuparem apenas com operações em curto e médio prazo, perdendo a oportunidade de detectar o que o negócio pode fazer além dos concorrentes. A disciplina de gestão da inovação surge como uma maneira de guiar esses marinheiros de primeira viagem na condução de iniciativas que tornarão sua empresa um celeiro de ideias, oferecendo a oportunidade para que seus colaboradores integrem esse processo de maneira ativa.

Outros conhecem a necessidade de inovar para se manterem atuantes, mas conduzem o processo de forma pouco produtiva e não aproveitam tudo o que a inovação pode fazer por suas companhias.

Horas de brainstorming, equipes isoladas e projetos descontinuados lhe parecem familiares? Aprenda como aprimorar tais instrumentos e obter mais do processo de inovação com a ajuda deste artigo!

Planejamento, definição de metas e estruturação do processo inovativo

Um dos erros mais comuns é a definição de como inovar. A busca por atividades que conduzem a soluções criativas pode ser um grande desafio, levando a horas de trabalho desperdiçadas e poucos resultados. Para evitar isso, é preciso ter um plano de ação e saber o que seu empreendimento pretende obter do processo inovativo.

Mas como criar algo novo de forma direcionada, se não sabemos quais serão as soluções e propostas adequadas ao problema que temos em mãos?

Limitar o escopo da inovação não é exatamente sinônimo de direcioná-lo, o que deve ser prioridade aqui. Ao dar início a uma busca por soluções, temos algumas variáveis conhecidas: a sua área de atuação, as especialidades de seu time e o problema em questão.

Fazer com que essas variáveis funcionem de maneira harmoniosa é o desafio, que passa pela definição de quem participará do processo e de um orçamento para a geração de resultado, o que direciona os esforços de sua equipe de forma clara. Quando falamos em definir metas, essa deve ser a prioridade de gestores ao pensar em inovação.

Configurando equipes eficientes para a gestão da inovação

Multidisciplinaridade deve ser palavra de ordem na hora de escolher quem vai compor seu time de inovação e é um dever dos gestores conhecer bem o bastante seus negócios para que isso não seja um desafio. A composição deve ser feita com pelo menos um profissional de cada uma das suas áreas de atuação e priorizar os mais dinâmicos. Busque quem sabe trabalhar em equipe e consegue ouvir as ideias dos outros, construindo parcerias fortes entre profissionais de nichos distintos. É essa comunicação integrada entre eles que vai oferecer espaço para descoberta. E garantir que ela aconteça de forma harmoniosa, é parte de uma boa gestão da inovação.

Integrando equipes e combinando ideias

Combinar ideias e construir conhecimento novo só será possível se esse processo tiver alguém para conduzí-lo, mantendo em mente aquele planejamento que foi feito na primeira etapa. Sua empresa pode se beneficiar também do uso de ferramentas colaborativas que vão encurtar distâncias e diminuir os custos nessa inovação, como o Google Docs e OneDrive.

Misturar ideias para chegar a novas conclusões é a forma mais fácil de dar início a este processo. Com um problema em mãos é hora de fazer uma reunião entre os departamentos e um brainstorming com sugestões, críticas e comentários da equipe designada. Muitas vezes o erro é investir demais numa solução que só tem aspectos de uma natureza, como uma nova estratégia de marketing que não leva em consideração as capacidades logísticas do seu empreendimento. Para fugir desse tipo de problema tente misturar um pouco as coisas, combinar insights de múltiplos profissionais e construir a partir daí uma solução única e com a sua marca.

É isso que vai garantir que estamos realmente trabalhando com inovação e não apenas aperfeiçoando aquilo que já fazemos. Comunicação, integração e troca de aprendizados são essenciais para uma boa gestão da inovação.

Avaliação contínua

O que torna o processo de gestão da inovação eficiente para seu negócio é a avaliação contínua de como esse processo está sendo realizado. É preciso reavaliar durante todo o tempo como as soluções criadas se diferenciam do que já existe, se elas funcionam do ponto de vista do custo-benefício e qual o potencial na criação de novas oportunidades de negócio para sua empresa que pode advir delas.

Avaliar a qualidade da geração de ideias e das ideias em si é o que diferencia um processo inovativo de sucesso, e deve ser feito ao longo de todas as etapas. Isso garante que sua empresa não vai investir errado em soluções que não são tão viáveis tecnicamente ou podem custar mais caro que as já atualmente implementadas.

Senso crítico será essencial durante todo o processo, da geração de ideias até a prototipagem.

Implementar uma boa gestão da inovação vai garantir que sua empresa esteja na frente dos concorrentes, gere conhecimento e construa para si um futuro. Processos e operações estão em constante evolução, mas também negócios. Entender que eles devem se adaptar e ampliar seus escopos para que estejam prontos para o futuro é parte do processo inovativo, que não funciona apenas na hora de diferenciar o que você faz dos concorrentes.

Para inovar, será preciso estabelecer uma liderança clara, criar equipes capazes e perder a vaidade, aprendendo a ouvir as ideias de todos ao seu redor e retirar delas o que tem maior potencial para impactar seu negócio.

E aí, gostou desse conteúdo? Agora recomendo que você conheça os benefícios da liderança situacional e aprenda por que a figura do gestor será tão importante nesse processo.

inovação e liderança

Inovação e liderança: Conheça os Robo-bosses, o futuro da gestão de equipe

Para que sua empresa consiga alcançar os melhores resultados, tudo precisa correr bem. A tecnologia deve andar ao lado de seus processos, cuidando de minimizar os erros e simplificar rotinas, a fim de aumentar a produtividade do seu time. Investir em inovação e liderança também será fundamental para garantir o sucesso.

Gestores são responsáveis por guiar suas equipes sendo, portanto, peça fundamental na hora de inovar. Eles devem estar atentos aos padrões de mercado e prontos para decidir quando automatizar, terceirizar ou eliminar inteiramente um processo. Deles depende o resultado de um departamento inteiro, por isso a chegada de novidades como os robo-bosses é de interesse estratégico.

Conheça estes robôs e o que podem fazer pelo futuro da gestão de equipes neste artigo.

ROBO-BOSSES E SEUS BENEFÍCIOS NA GESTÃO DE EQUIPES

A Gartner, uma consultoria norte-americana especializada em decisões estratégicas, publicou em 2015 um relatório de impacto sobre as tendências que revolucionariam seu ambiente de trabalho. Ela constatou o avanço do número de postos de trabalho supervisionados por robôs. Estes chefes virtuais têm poder de decisão na carreira de pessoas reais e alteram substancialmente a dinâmica existente em termos de gestão de equipes.

Robo-bosses podem vir como software ou uma combinação entre software e hardware, capazes de gerir equipes de acordo com padrões estabelecidos. Essas normas de conformidade são informadas aos chefes robôs por meio de algoritmo e eles têm capacidade de processamento suficiente para avaliar se estão ou não sendo cumpridas.

É fácil antecipar que tipos de benefício isso pode trazer na prática para seu negócio. Através da tecnologia eles podem automatizar com muita eficiência atividades tais como:

  • Distribuir tarefas e orientar seus colaboradores a respeito delas;
  • Realizar estimativas de prazo;
  • Definir quais são os membros ideais para integrar uma equipe com base em sua performance;
  • Avaliar o custo total de um projeto.

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL, COMPUTAÇÃO COGNITIVA E O DESEMPENHO DO SEU NEGÓCIO

Os avanços em inteligência artificial hoje possibilitam que falemos de computação cognitiva, ou seja, aquela dotada de poder de decisão. Os softwares dos robo-bosses são capazes de processar grandes volumes de dados e analisar imparcialmente o que é benéfico ou não para sua empresa.

Tomar decisões de menos risco para seu negócio é o grande objetivo desse tipo de ferramenta, que não elimina a necessidade de gestores reais. Os robo-bosses são auxiliares dos gerentes de projeto e podem funcionar instrumentando a tomada de decisões e dando know-how suficiente para que ela esteja embasada em precisas análises de mercado ou premissas próprias.

A parte do trabalho automatizada por eles é suficiente para que os recursos humanos estratégicos de uma empresa possam investir tempo em decisões menos rotineiras, para a qual os robôs ainda não estão preparados.

A CONTRIBUIÇÃO DOS ROBO-BOSSES NA GESTÃO DA PRODUTIVIDADE

Muitas das ferramentas de produtividade que você utiliza funcionam como robo-bosses. É o caso de instrumentos de gestão que avaliam as horas de trabalho de seus colaboradores, a fim de te auxiliar a definir orçamentos com precisão, por exemplo.

As métricas obtidas são um relatório qualitativo para a tomada de decisões que a depender do sistema, pode ser automática. Esse tipo software será fundamental a partir de agora para garantir a obtenção da melhor produtividade possível.

É que os robo-bosses abrem novas possibilidades para sua organização desenvolver-se também em inovação e liderança. Implementá-los vai resultar em menores índices de erro, maiores taxas de satisfação e um aproveitamento melhor do tempo de seus colaboradores. Empresas capazes de integrar chefes-robôs em suas rotinas saem na frente dos competidores e conseguem tornar seus fluxos de trabalho mais ágeis.

Se o grande diferencial da gestão de equipes ainda é a forma como gerentes conseguem integrar seu pessoal, os robo-bosses possibilitam tornar este processo ainda mais natural. Com ferramentas colaborativas capazes de informar colaboradores de suas tarefas e orientar sua execução, a comunicação interna fica mais clara.

Por sua natureza horizontal e interatividade, ferramentas produtivas dessa natureza vão ajudar seu ambiente de trabalho a se tornar mais integrado. Feedback entre equipes e a supervisão do andamento de projetos ficam simples através dessas aplicações.

Nascidos da necessidade de melhor gerir equipes, esses robôs fazem parte da rotina de trabalho de muitas empresas, inclusive as brasileiras. Eles respondem principalmente à cobrança por agilidade e trazem imensa vantagem competitiva, já que organizam os processos da sua empresa e ajudam a reunir, em um só lugar, tudo que há de relevante sobre um projeto.

INOVAÇÃO E LIDERANÇA QUE GERAM RESULTADO

Investir em robo-bosses para auxiliar na gestão de seu pessoal é garantia de bons frutos. Para que sua empresa consiga satisfazer as necessidades de consumidores cada vez mais exigentes será necessário implementar uma tecnologia capaz de controlar a qualidade e produtividade do seu negócio.

Um software de gestão inteligente oferece eficácia sobre processos, diagnóstico claro dos riscos e uma compreensão mais exata de cada projeto que sua empresa assumir. Isso significa economia de recursos e segurança na obtenção de resultados, além de um maior controle dos indicadores de desempenho relevantes para sua organização através de monitoramento e auditorias periódicas da atuação de seu time.

SINERGIA ENTRE OS MEMBROS DA SUA EQUIPE

Robo-bosses dão a gestores uma visão privilegiada de como seus projetos estão se desenrolando e antecipam a necessidade de ajustes, o que torna o trabalho da liderança mais fácil. Sua utilização contínua torna o planejamento mais simples e gera informações capazes de prever como sua equipe vai se sair no futuro.

Esse entrosamento maior com seu time, fundamentado em estatísticas reais de produtividade, será estratégico na hora de gerar orçamentos mais precisos, auferir a satisfação do cliente e determinar indicadores de performance capazes de compreender melhor suas necessidades.

Uma boa gestão evolui de maneira constante e depende de alimentar aspectos estratégicos em seu potencial. A maioria das empresas ainda conta com estruturas pesadas e não investe o suficiente em tecnologia, o que faz com que percam diversas oportunidades.

O reconhecimento da necessidade de investir em inovação e liderança é, por si só, um diferencial.  Conheça o que faz um bom líder e aprenda a ser um melhor gestor através do nosso guia de carreira.

administração financeira

9 ferramentas que podem ajudar na sua administração financeira

A tecnologia é um recurso que vem influenciando o modo de executar diversos processos internos. Descartando a tradicional folha de papel, gestores de ramos distintos veem nos sistemas — softwares e aplicativos — algumas funções vantajosas para os negócios.

Com eles, é possível controlar e melhorar diversas etapas de trabalho, bem como alcançar uma boa administração financeira. Quer se beneficiar também? Então confira a nossa lista de ferramentas e faça sua escolha!

9 ferramentas eficientes para a administração financeira

A necessidade de melhorias dentro de uma empresa sempre exige mudanças operacionais. Nessa situação, cabe ao gestor buscar e conhecer novas ferramentas para otimizar os resultados e facilitar o trabalho de seus colaboradores.

Abaixo, você vai conferir uma lista de aplicativos que podem se tornar solução valiosa — seja para substituição de uma ferramenta ineficaz ou inclusão de um novo sistema — na sua administração financeira:

Bills

O Bills é um software para organização de contas e controle de despesas. Com essa ferramenta, você categoriza e observa as despesas a serem pagas em cada período do mês. Para não esquecer de nenhum detalhe, o Bills permite que o usuário acompanhe o status de cada atividade registrada, assim, é possível saber se uma conta já foi paga, se está agendada ou se ainda será inclusa na lista.

Também podem ser cadastrados os pagamentos de impostos na plataforma digital do Bills, tornando este atrativo para indústrias, importadoras e exportadoras. A vantagem para empresas e escritórios está na possibilidade de usar a ferramenta tanto no smartphone quanto no tablet, o que facilita e otimiza a acessibilidade por gestores e seus colaboradores.

Conta Azul

É um aplicativo criado para auxiliar no controle financeiro de empresas e escritórios. Hoje, todos os usuários da Conta Azul podem navegar na plataforma ao mesmo tempo, e sem se preocupar com a sobreposição de informações. Entre as funções de destaque estão o gerenciamento de estoque, elaboração de relatórios financeiros e fluxo de caixa.

Para as empresas que atuam com comércio eletrônico ou que compartilham dados com clientes e fornecedores, o app Conta Azul é o mais indicado porque gera notas fiscais eletrônicas e as envia para qualquer contato cadastrado no sistema.

Órama

Com este app para investimentos financeiros, o usuário pode além de controlar e organizar suas atividades,  ficar por dentro de notícias e novidades do mercado. Pode ser utilizado em sistema operacional Android e Iphone, sendo que as funções de maior destaque são: checagem de dados e rentabilidade, análise de risco e taxas, bem como comparação de fundos para que você escolha a melhor opção para seus investimentos.

GestãoClick

Especialmente desenvolvido para a gestão empresarial, o Gestão Click é um software 100% online e adaptado para computadores, notebooks, tablets e celulares. A segurança dos dados garantida pelo uso da tecnologia SSL é um dos diferenciais desse sistema.

Com a ferramenta, você organiza e controla atividades do setor de compra, venda, estoque e de finanças da empresa. As operações de finanças são acompanhadas através de um controle simultâneo das entradas e saídas de recursos, o que facilita a observação do gestor e garante mais economia de tempo em funções diárias.

Gestão Já

O Gestão Já é um software online de controle de finanças e compatível com diversos arquivos externos, como o da Receita Federal. A ferramenta permite o cadastro de contatos diversos — clientes, fornecedores e parceiros — e mostra o status do pagamento de cada negociação.

Com todas as funções sendo realizadas online, os próprios clientes podem acessar sua conta e imprimir boletos, bem como avaliar a credibilidade das ações realizadas pela empresa.

GuiaBolso

Disponível para Android e Iphone, o aplicativo Guia Bolso permite ao usuário organizar seus dados de finanças em tempo recorde: aproximadamente dois minutos.

Diferente de um preenchimento de planilha que exige a inserção de inúmeras informações no sistema, esta ferramenta é capaz de categorizar as suas listas de maneira rápida e automática. Além de atualizar o saldo constantemente, o GuiaBolso também pode ser programado para dar avisos sobre gastos excessivos e estouros na conta cadastrada.

Mobills

O Mobills é um aplicativo para gerenciamento de dinheiro que pode ser utilizado tanto para organização pessoal, quanto para processos em empresas. Pode ser manipulado no computador, tablet ou smartphone, o que amplia as possibilidades para seu negócio.

Com a ferramenta, você acompanha a evolução das despesas ao longo do mês, analisa dados por meio de relatórios e gráficos e ainda recebe lembretes/notificações sobre as contas a vencer. Para acompanhar de perto cada transação, você confere através do recurso de status todas as despesas fixas e os pagamentos efetuados ou pendentes.

Tiny

O Tiny é um software de funcionamento totalmente online, o que o torna uma ferramenta valiosa para empreendedores que precisam acompanhar seus negócios e operações a distância e com flexibilidade de horário. Na plataforma do sistema, você gerencia todas as compras e vendas e também controla seu estoque.

Com o Tiny, os dados financeiros da empresa são organizados e concentrados em um só lugar, facilitando o acompanhamento de contas a pagar e receber, orçamentos de diferentes fornecedores, propostas comerciais e também fluxo de caixa. A possibilidade de manipular dados em tempo real também traz vantagens para empresas que possuem filiais ou departamentos administrativos descentralizados.

ZeroPaper

Considerado um aplicativo de controle financeiro bastante simples, o Zero Paper é especialmente destinado para profissionais liberais, autônomos, MEI’s e empresas de pequeno porte. Com ele, você analisa diversas operações financeiras e ainda recebe indicações e soluções para otimizar o orçamento disponível.

Além de funções administrativas, o Zero Paper conta com base para cadastro de fornecedores e associados, bem como fotos de comprovantes de pagamento. O app está disponível para uso nos sistemas operacionais iOS e Android.

Embora a tecnologia seja hoje um recurso indispensável nos negócios, é importante lembrar que suas ferramentas, sozinhas, não são capazes de resolver todos os problemas de uma empresa ou escritório. Assim, garanta sempre que essas sejam acompanhadas de boas práticas de gestão para uma administração financeira eficiente.

Aproveitando o assunto de organização de recursos e finanças, confira também as formas de controlar os gastos do seu projeto!

montar uma equipe

Saiba o que fazer para montar uma equipe interna eficiente

Um dos grandes segredos para uma corporação se desenvolver é montar uma equipe interna eficiente. Colaboradores em sinergia e que funcionam bem no trabalho conjunto são capazes de levar os projetos para frente e conquistar ótimos resultados! Mas um grupo de trabalho efetivo não ocorre por acaso. Ele é resultado do esforço conjunto entre gestores e funcionários.

Para conseguir formar times altamente produtivos, você pode aplicar diversas estratégias. Nesse post, vamos apresentar várias dicas para o sucesso nessa importante tarefa em sua corporação! Ficou interessado? Continue acompanhando o artigo e tire todas as suas dúvidas!

Abra espaço para sua equipe compartilhar ideias e experiências

Quando os colaboradores se sentem à vontade para trazer experiências, dar sugestões e compartilhar ideias com a equipe, o trabalho flui muito melhor. Assim, os colaboradores têm a chance de ter mais contato uns com os outros — algo capaz de gerar vivências únicas.

É fundamental orientar o time para que haja receptividade, mesmo quando uma ideia dada não é muito viável nem conveniente. Nesse caso, vale oferecer uma boa justificativa para quem deu as sugestões. Afinal, diplomacia e capacidade de argumentar são habilidades importantes que todos no grupo devem treinar.

Ouvir e proporcionar um clima de abertura pode ajudar com que os profissionais se sintam bem no local do trabalho. Isso traz motivação, engajamento e responsabilidade — tanto para cada membro do time, quanto para o grupo, como uma unidade mais ampla.

Fique atento ao seu papel como líder

O líder é uma figura central para o grupo. Além de ser uma referência de como agir e enfrentar as dificuldades, ele é também um membro motivador.

As equipes eficientes, em geral, têm um bom nível de autonomia, mas mesmo os profissionais de melhor performance buscam alguém para se espelharem. Procure ser uma boa referência para os colaboradores e perceba o quanto isso é importante para o engajamento nas atividades.

O líder também pode ser um impulsionador para o grupo. Ele convida todos a participarem, mostrando os resultados positivos que podem ser alcançados com um bom cumprimento das tarefas. Além disso, quando o gestor mostra que acredita nas capacidades do time, os efeitos são muito positivos.

Aposte em boas ferramentas de comunicação

Quando a equipe se comunica bem, ela trabalha melhor e com mais facilidade. Se o colaborador tem recursos de qualidade para manusear os dados, fica muito mais fácil desenvolver bons projetos e serviços em conjunto.

Atualmente, não faltam recursos para otimizar o compartilhamento de informação nas empresas. Aposte nos recursos virtuais, e-mails, murais e informativos. Há também plataformas para construção de projetos que permitem planejar, executar tarefas e estabelecer uma comunicação sólida entre os profissionais.

Por fim, não se esqueça de investir nas reuniões da equipe. Esses momentos são preciosos para a realização de trabalhos efetivos e construtivos.

Faça uma boa mediação dos conflitos

Ao montar uma equipe, a diversidade é um fator importante para a boa performance. Nesse contexto, eventualmente, podem surgir conflitos, o que não deve ser visto como um problema. As divergências são oportunidades excelentes de aprendizagem, e se você souber explorar essas possibilidades, vocês podem ter bastante sucesso nas tarefas.

Para isso, procure ouvir as partes que estão em conflito, escutando os argumentos de cada uma e as questões que estão mobilizando os profissionais. A partir das ideias que eles trazem, procure ajudá-los na busca de soluções, dialogando e aproveitando o potencial de novas ideias.

Existem situações em que o conflito ocorre entre poucas pessoas do time, e buscar ideias com outros membros da equipe pode ser bem efetivo.  Porém fique atento, pois essa medida é mais bem aplicada em conflitos ligados às tarefas. Divergências pessoais demandam um tratamento diferenciado.

feedbacks

Nenhum profissional gosta de realizar uma tarefa e não ter retorno sobre ela. O feedback é fundamental para que o colaborador tenha consciência de seus pontos de sucesso, bem como dos aspectos que precisam de melhoria.

Em equipes eficientes, o mesmo não ocorre de forma diferente. Ao desenvolver um projeto ou outra atividade, o grupo precisa de uma avaliação e de um retorno.

O feedback negativo é feito a partir de uma crítica construtiva, objetiva e que define exatamente onde está o problema, sendo descrita de forma bastante cordial. Ele é fundamental para abrir as oportunidades de correção das falhas e de aprimoramento do trabalho.

Por outra análise, quando a equipe recebe feedbacks positivos, estamos falando de motivação, pois cada profissional se sente reconhecido. Da mesma forma, eles devem ser pontuais e claros, pois também possuem um papel construtivo.

Fortaleça a identidade de grupo para montar uma equipe forte

O sentimento de identidade de grupo é primordial para que uma equipe funcione bem. Para isso, é importante que todos se sintam unidos, envolvidos no time e ligados aos gestores. Uma boa dica é apostar nos símbolos para formar a noção de unidade, como mascotes, lemas, camisetas e logomarcas.

Além disso, incentive a inclusão de todos os membros, respeitando as particularidades de cada um e valorizando os traços individuais. Essa diversidade enriquece o coletivo e faz com que o trabalho seja rico e original. Montar uma equipe com a cultura de valorizar esses fatores certamente agrega excelentes resultados.

Promova confraternizações

Os momentos de lazer e descontração são fundamentais para vocês manterem uma boa performance. Realizar confraternizações permite que haja descanso, relaxamento e oportunidade de interagir com o foco em algo que seja diferente do trabalho.

Essa medida permite a formação de laços — os colaboradores podem descobrir afinidades, fortalecer vínculos e compartilhar experiências uns com os outros. Esses momentos trazem melhorias para as relações interpessoais e permitem que o grupo possa se sentir renovado e com mais energia.

Montar uma equipe interna eficiente é um desafio, mas também um passo básico para alcançar sucesso no negócio. Não basta selecionar os profissionais certos, é necessário escolher as melhores atitudes para engajar o time e abrir espaço para que haja uma boa performance do grupo.

Para isso, é importante incentivar o compartilhamento de ideias/experiências, ser um bom líder, mediar bem os conflitos e apostar em bons recursos para a comunicação. É importante, também, dar feedbacks sobre o trabalho, fortalecer a identidade de grupo e promover confraternizações para que os colaboradores possam relaxar e ter a possibilidade de fortalecer os laços entre si.

E então, leitor? Gostou de nossas dicas para montar um time efetivo? Aproveite e compartilhe esse conteúdo com seus colegas nas redes sociais!

áreas de conhecimento PMBOK

Saiba quais são as áreas de conhecimento PMBOK

O PMBOK (Project Management Body of Knowledge) é um guia com as melhores práticas em gestão de projetos, desenvolvido pelo PMI (Project Management Institute). Atualizado periodicamente, o guia tem sua 6ª edição com lançamento previsto para o terceiro trimestre de 2017. Já era hora de conhecer as áreas de conhecimento PMBOK, não é mesmo?

Deve-se ressaltar que o PMBOK não determina como deve ser realizado o gerenciamento de um projeto. Ele apenas fornece as melhores práticas que foram utilizadas em projetos de sucesso ao redor do mundo, baseado em lições aprendidas em mais de 180 países. Sendo assim, é de responsabilidade de gerente de projetos tomar as decisões e escolher qual caminho seguirá para cumprir os marcos e metas estabelecidos.

Podemos dizer ainda que o guia PMBOK é dividido em 10 áreas de conhecimento PMBOK, facilitando a sua aplicação no dia a dia de projetos. Interessou-se pelo assunto? Continue a leitura deste artigo e saiba quais são as áreas de conhecimento do PMBOK.

Gerenciamento da integração

O gerenciamento da integração é a área que representa a descrição dos processos que integram os elementos de uma boa gestão de projetos. O principal objetivo dessa área é manter o projeto em sincronismo, identificando, definindo, combinando, unificando, coordenando, monitorando e registrando os documentos necessários das áreas de conhecimento PMBOK.

Os processos dessa área são:

  1. desenvolver o termo de abertura;
  2. desenvolver o plano de gerenciamento de projetos;
  3. orientar e gerenciar a execução do projeto;
  4. monitorar e controlar o trabalho do projeto;
  5. realizar controle integrado de mudanças;
  6. encerrar o projeto ou fase.

Gerenciamento do escopo

O gerenciamento de escopo é responsável por definir as atividades que devem ser realizadas para entregar o produto, serviço ou resultado. Além disso, essa área é capaz de definir critérios para determinar se o projeto foi completado.

É válido ressaltar que o escopo do projeto deve englobar apenas o trabalho necessário para que o empreendimento seja concluído com sucesso. Nada a mais e nada a menos.

Os processos do gerenciamento de escopo são:

  1. plano de gerenciamento de escopo;
  2. coletar requisitos;
  3. definir o escopo;
  4. criar EAP;
  5. validar escopo;
  6. controlar o escopo.

Gerenciamento do tempo

Esta área é responsável por estimar recursos e duração e sequenciar as atividades do projeto. Nela, define-se o cronograma do projeto a partir do escalonamento das atividades e suas precedências.

Os processos do gerenciamento do tempo são utilizados para garantir que o andamento das atividades esteja de acordo com o cronograma e que a entrega do projeto ocorra no prazo comprometido.

Os processos do gerenciamento do tempo são:

  1. plano de gerenciamento do cronograma;
  2. definir as atividades;
  3. sequenciar as atividades;
  4. estimar os recursos;
  5. estimar a duração;
  6. desenvolver o cronograma;
  7. controlar o cronograma.

Gerenciamento do custo

O gerenciamento do custo é uma das áreas a que os gestores de projetos mais atentam. O seu principal objetivo é fornecer uma estimativa preliminar do custo total do projeto, já no seu início. Assim, é possível assegurar que o projeto terá todo o recurso financeiro necessário para a realização do empreendimento.

Além disso, nessa área também é possível planejar as formas de como os recursos financeiros serão utilizados ao longo do cronograma do projeto, podendo controlá-los e gerenciá-los da melhor maneira possível, certificando-se de que o projeto seja finalizado conforme o orçamento definido.

Os processos do gerenciamento de custo são:

  1. plano de gerenciamento de custo;
  2. estimar os custos;
  3. determinar o orçamento;
  4. controlar os custos.

Gerenciamento da qualidade

O gerenciamento da qualidade, por sua vez, é responsável por garantir que o projeto satisfaça os objetivos e funções para os quais ele foi realizado. Normas e padrões de qualidade são costumeiramente definidos nos processos dessa área, buscando sempre a melhoria contínua.

Pode-se ressaltar que o ciclo PDCA é a base da melhoria da qualidade. Sendo assim, é comum a realização de auditorias de qualidade, impedindo que um produto que não atenda às normas e padrões preestabelecidos seja aprovado.

Os processos do gerenciamento da qualidade são:

  1. planejar gerenciamento da qualidade;
  2. realizar a garantia da qualidade;
  3. controlar a qualidade.

Gerenciamento de recursos humanos

Esta área é incumbida de organizar e gerenciar a equipe do projeto. Nela, são definidos os tipos e perfis de profissionais que devem ser alocados em cada uma das etapas de um projeto, bem como a sua hierarquia e a matriz de responsabilidades.

Toda a etapa de mobilização de pessoal, treinamento e capacitação da equipe e a resolução de conflitos e problemas são realizados no gerenciamento de recursos humanos.

Os processos do gerenciamento de recursos humanos são:

  1. planejar o gerenciamento de recursos humanos;
  2. montar a equipe do projeto;
  3. desenvolver a equipe do projeto;
  4. gerenciar a equipe do projeto.

Gerenciamento das comunicações

Uma das áreas de conhecimento mais importantes é o gerenciamento das comunicações. Essa área emprega os processos necessários para garantir o desenvolvimento, recolhimento, distribuição, armazenamento, recuperação e destinação final das informações sobre o projeto de forma oportuna e adequada.

Ela é de suma importância porque nela é definido como ocorrerá todo o processo de comunicação durante a execução do projeto. Dessa forma, será possível definir como as informações serão comunicadas, seu formato, conteúdo e nível de detalhes. Além disso, as responsabilidades pela comunicação das informações e os respectivos receptores também serão identificadores.

Assim, será possível certificar-se de que todo o processo de comunicação ocorra da melhor maneira possível, evitando gargalos que possam ser prejudiciais a todo o sistema.

Os processos do gerenciamento de comunicação são:

  1. planejar o gerenciamento das comunicações;
  2. gerenciar as comunicações;
  3. controlar as comunicações.

Gerenciamento dos riscos

O risco de um projeto é uma condição incerta que, se ocorrer, terá um efeito negativo ou positivo sobre pelo menos um dos principais objetivos do projeto, como escopo, custo, tempo ou qualidade.

O principal objetivo do gerenciamento dos riscos é aumentar a probabilidade e o impacto dos eventos positivos e reduzir a probabilidade e o impacto dos eventos negativos. Para isso, é recomendado criar uma lista de riscos identificados, buscando priorizá-los, a partir do seu grau de criticidade e de uma probabilidade numérica de ocorrência.

Assim, é válido afirmar que os riscos devem ser monitorados e controlados constantemente, afinal, novas ameaças ou oportunidades podem ser encontradas durante a execução das atividades do projeto.

Os processos do gerenciamento dos riscos são:

  1. planejamento do gerenciamento de riscos;
  2. identificação de riscos;
  3. análise qualitativa de riscos;
  4. análise quantitativa de riscos;
  5. planejamento de respostas a riscos;
  6. monitoramento e controle de riscos.

Gerenciamento de aquisições

Esta área inclui os processos requeridos para adquirir bens e serviços externos à organização executora, além de gerenciar os contratos. A grande funcionalidade dessa área está na definição do que se deve adquirir, de quem, gerenciamento de contratos e pagamentos e se as entregas estão sendo realizadas de acordo com o combinado.

O gerenciamento de aquisições deve ser feito na perspectiva do comprador, no relacionamento comprador—vendedor. O vendedor deve ser considerado como externo à organização.

Os processos do gerenciamento de aquisições são:

  1. planejar o gerenciamento de aquisições;
  2. conduzir aquisições;
  3. controlar aquisições;
  4. encerrar aquisições.

Gerenciamento de stakeholders

Por último, mas não menos importante, temos o gerenciamento de stakeholders. Essa área de conhecimento da gestão de projetos é responsável pela identificação dos grupos, pessoas ou organizações que podem impactar ou ser impactados por uma decisão, atividade ou resultado do seu projeto.

É de fundamental importância conhecer a opinião dos stakeholders sobre a imagem que a empresa está passando, seja ela positiva ou negativa. Sendo assim, é necessário ter empatia nas negociações e respostas dos participantes de forma imparcial, buscando sempre melhorar a imagem da empresa no mercado.

Os processos do gerenciamento de stakeholders são:

  1. identificar os stakeholders;
  2. planejar o gerenciamento dos stakeholders;
  3. gerenciar o engajamento dos stakeholders;
  4. controlar o engajamento dos stakeholders.

Como você pôde perceber ao longo deste artigo, as 10 áreas de conhecimento PMBOK exigem certas habilidades dos gestores de projeto. Gerenciar um projeto com base no PMBOK não é uma tarefa fácil, mas também não é impossível.

Pode-se utilizar softwares que ofereçam soluções em gestão de projetos, visando automatizar e simplificar todo o processo de gerenciamento. Esse tipo de tecnologia facilitará a análise dos principais indicadores, permitindo agir antes que uma crise ou problema afete o empreendimento.

Porém, é ideal que você procure por softwares que sejam fáceis de mexer, estruturando melhor a gestão de projetos, aumentando a produtividade e otimizando os recursos. É melhor ter uma solução simples e eficiente do que uma robusta e incompetente. Pense nisso!

E aí, gostou deste artigo? Quer se manter informado sobre esse assunto? Então, assine nossa newsletter e não perca nenhum dos nossos conteúdos!

 

certificação pmp

Veja o valor que a certificação PMP tem para a sua carreira

Nos últimos anos, os principais projetos do mundo passaram a ser melhor gerenciados e controlados. Escopo, custo, prazo e, principalmente, qualidade, passaram a ter uma atenção maior dos gestores e dos stakeholders.

Mesmo assim, muitos projetos são considerados um fracasso em, pelo menos, um dos indicadores citados. Para melhorar os resultados em seus empreendimentos, muitas empresas começaram a buscar gerentes qualificados, experientes e com conhecimento técnico mais sólido.

Com isso, muitos profissionais investiram em cursos e certificações — como a certificação PMP — para valorizar-se no mercado de trabalho e conseguir gerenciar projetos de acordo com os marcos e prazos estabelecidos.

Você sabe o que é PMP? Conhece a importância dessa certificação para a gestão de projetos? Continue a leitura deste artigo e veja o valor que a PMP tem para a sua carreira!

O que é a certificação PMP?

A sigla PMP quer dizer “Project Manager Professional” ou “Profissional de Gerenciamento de Projetos”, em português. A certificação é um reconhecimento que o PMI (Project Management Institute) fornece para os profissionais que têm formação, competência e experiência suficiente para gerenciar, orientar e alcançar o sucesso esperado em um projeto.

Os profissionais que possuem essa certificação são devidamente recompensados. Além da recompensa financeira (a sua faixa salarial é consideravelmente maior em comparação à de gestores de projetos não certificados), deve-se ressaltar o respeito e a credibilidade que a PMP confere aos profissionais.

Isso permite que seus projetos sejam gerenciados sem grandes interferências externas e/ou opiniões de quem não conhece o processo. Atualmente, a certificação PMP é considerada a mais importante para os setores da indústria e da construção civil.

A cada dia, mais e mais empresas buscam profissionais gabaritados, o que torna a certificação uma exigência, um pré-requisito — e não um diferencial. Se você pensa em ser um gerente de projetos de sucesso, a certificação PMP é imprescindível para que você alcance esse posto.

Como obter a certificação PMP?

Para ser um profissional certificado, além de comprovar toda sua experiência em liderar e dirigir equipes, é necessário atestar o seu conhecimento. Existem alguns requisitos que devem ser cumpridos, permitindo que você se candidate à certificação.

Podemos dizer que existem duas opções de requisitos, sendo elas:

Opção 1:

  • formação de quatro anos (bacharel ou equivalente);
  • mínimo de 3 anos de experiência no gerenciamento de projetos;
  • mínimo de 4.500 horas de liderança e direção de projetos;
  • 35 horas de formação em gerenciamento de projetos.

Opção 2:

  • diploma de ensino médio (ou equivalente);
  • mínimo de 5 anos de experiência no gerenciamento de projetos;
  • mínimo de 7.500 horas de liderança e direção de projetos;
  • 35 horas de formação em gerenciamento de projetos.

É importante frisar que, para obter a certificação, será necessário que o profissional se submeta a um exame. Ele é utilizado para testar seus conhecimentos e para checar se toda a experiência apresentada nos requisitos foi útil na sua formação profissional.

Existem cursos preparatórios, caso o profissional considere necessário. Assim, ele pode preparar-se melhor e relembrar alguns conceitos e termos que, eventualmente, foram esquecidos.

Além disso, o curso preparatório poderá ser de grande ajuda para atualizar seus conhecimentos, evidenciando novas práticas e ações que estão sendo utilizadas nos principais projetos ao redor do mundo.

Quais são os principais benefícios?

Além do reconhecimento financeiro e do respeito proporcionado pela certificação, a PMP pode render outros benefícios. Afinal, desse modo todos os principais stakeholders saberão que você tem conhecimento e experiência para estar à frente de um cargo de liderança.

Sempre que surgirem desafios e problemas, todos saberão que você é a pessoa certa para encontrar as melhores soluções. A certificação PMP também é responsável por demonstrar que você se dedicou bastante e não chegou ao posto que está hoje por um mero acaso.

Outra grande vantagem é que todos os projetos que estiverem sob sua gerência terão indicadores excelentes, respondendo com primazia aos principais requisitos de custo, prazo, escopo e qualidade.

Dessa forma, o seu nome, bem como sua qualidade, estarão sempre em pauta nos principais empreendimentos da empresa. Como consequência, você poderá escolher em quais projetos poderá atuar e sempre terá trabalho — o que permite que você sobreviva a qualquer tipo de crise nesse tipo de mercado.

Uma dica interessante para melhorar todo o gerenciamento dos projetos em sua empresa é investir na implantação de um PMO. Ao fazê-lo, o gerente de projetos garantirá que todos os processos sejam otimizados e que a empresa tenha um controle maior sobre os principais parâmetros de um empreendimento.

Como aliar tecnologia à certificação PMP?

Pode-se dizer que o mundo atual está passando por uma revolução tecnológica. A forma como nos relacionamos e como fazemos negócio estão mudando completamente. Obviamente, na gestão de projetos não seria diferente.

Já existem softwares capazes de estruturar todo o processo de gestão, aumentando a produtividade, otimizando recursos e fornecendo relatórios com informações preciosas. Esse tipo de sistema pode te ajudar a gerenciar melhor sua equipe, analisando a performance de cada profissional e suas horas produtivas.

Todo o processo de delegação de tarefas será realizado mais facilmente, garantindo que nenhum profissional fique sobrecarregado e que ninguém fique ocioso. A gestão de riscos também será beneficiada.

Ao obter informações precisas e no tempo certo, o gerente de projetos conseguirá planejar-se para eliminar as principais ameaças do projeto e, da mesma forma, propiciar o aproveitamento de todas as oportunidades que podem surgir.

Se você deseja trabalhar como gerente de projetos — ou já o faz — não perca tempo e candidate-se à certificação PMP. Esse título pode ser crucial para alavancar sua carreira. O investimento, inicialmente, pode ser considerado alto — mas certamente valerá a pena.

Não se esqueça de utilizar a tecnologia como uma aliada na gestão de seus empreendimentos. O uso de softwares, como destacado anteriormente, pode ser extremamente vantajoso.

Utilize a internet para realizar pesquisas e buscar novas informações nesse segmento. É importantíssimo estar atento às novidades do mercado e às principais inovações da área. Invista no seu conhecimento e você só terá a ganhar!

E então, gostou do nosso artigo? Entendeu a importância da certificação PMP para a sua carreira? Compartilhe este artigo em suas redes sociais e ajude seus amigos a entender um pouco mais sobre o tema!

visão estratégica

Entenda o poder da visão estratégica para os seus projetos

A visão estratégica de uma empresa é um dos principais conceitos abordados no mundo contemporâneo, sendo fundamental para a prosperidade de um negócio. Porém, infelizmente, muitas empresas consideram outras ferramentas mais importantes, como é o caso dos objetivos financeiros.

É importante salientar que a visão estratégica nada mais é do que se ter conhecimento de qual o caminho a empresa está seguindo e seu destino, caso permaneça no mesmo curso. Em outras palavras, a visão estratégica lida com o planejamento futuro da empresa, buscando definir os objetivos e determinar o que deve ser feito para alcançá-los.

Definir a missão, a visão e os valores empresariais é importantíssimo, mas eles não são os únicos conceitos abordados em uma visão estratégia completa. A tríade em questão é necessária para dar um rumo para a companhia, mas é preciso trabalhá-la, procurando oferecer vantagens para o seu empreendimento. É imprescindível pensar fora da caixa e analisar como se devem colocar os demais conceitos em prática.

Ser um estrategista é uma qualidade que poucas pessoas têm e que está sendo bastante valorizada no mercado de trabalho atual. Lidar com conflitos, gerenciar crises e garantir que todos os problemas que ocorram na produção sejam erradicados não é nada fácil.

Interessou-se pelo assunto? Então, continue a leitura deste artigo e entenda o poder da visão estratégica para seus projetos!

Por que a visão estratégica é importante?

Agora que você já sabe o que é a visão estratégica, é fundamental entender a sua importância. A atividade de pensar fora da caixa e planejar qual será o posicionamento da empresa em um futuro próximo é importantíssima para a continuidade e o aumento dos lucros do negócio.

A visão estratégica pode ser considerada um diferencial competitivo, pois permite que a empresa consiga entregar mais valor para o seu cliente. Isso só é possível devido ao fato de essa empresa ter informações suficientes para melhorar o processo de compra a que seus clientes são submetidos.

Além disso, deve-se ressaltar que a visão estratégica atua também no processo de tomada de decisão, deixando-o mais eficaz e produtivo. Saber quais são os objetivos que a empresa quer alcançar certamente deixará o processo de tomada de decisão mais simples.

Por último, mas não menos importante, os gestores que têm essa característica conseguem identificar algumas tendências no mercado, eliminando os riscos para o negócio e permitindo o aproveitamento de oportunidades de sucesso.

Quais os prejuízos de negligenciá-la?

Obviamente, as empresas que ignoram a visão estratégica arcam com alguns prejuízos. É comum que essas empresas tenham um desenvolvimento mais demorado, pois elas não sabem aonde querem chegar. Como diz o Gato, em Alice no País das Maravilhas: “Para quem não sabe para onde vai, qualquer caminho serve”.

Outro ponto negativo em se negligenciar essa visão é que os gestores passam a não considerar o futuro. Alguns gerentes pensam que “a empresa tem um bom produto, que vende bem e de que o público gosta, logo, não precisamos pensar no futuro.”.

Esse tipo de pensamento se torna muito comum em momentos econômicos que favorecem sua empresa. Preste atenção a isso! Deve-se salientar, ainda, que esse talvez seja um dos maiores erros, uma vez que novas tecnologias podem mudar o panorama de um setor rapidamente.

O foco dos profissionais também merece atenção. Caso não haja um caminho a ser percorrido, eles não saberão o que deve ser feito para alcançar os objetivos, não conseguindo melhorar sua atuação e, em alguns casos, se desmotivando.

Então, como se preparar para aplicá-la?

Aplicar esse tipo de conhecimento em uma empresa exigirá um profundo conhecimento do negócio. Assim, é fundamental fornecer treinamentos e cursos de capacitação para os funcionários. Mostre alguns exemplos de sucesso de outras empresas, buscando instigá-los a melhorar o local em que trabalham.

Também é interessante promover algumas discussões sadias, principalmente sobre o planejamento das atividades e a responsabilidade respectiva de cada um dos profissionais.

O dono do negócio também tem que estar preparado para suportar as mudanças. É preciso ter uma boa visão de mercado e conhecimento em gestão de negócios. Além disso, escutar boas ideias e estimular os funcionários a fornecê-las é uma alternativa que pode ser extremamente produtiva.

Qual o real papel do empreendedor?

A visão estratégica é fundamental para qualquer tipo de negócio. Pode-se afirmar, inclusive, que as pessoas que não conseguem ter esse tipo de pensamento não estão prontas para serem donas de um negócio próprio.

Empreender está diretamente relacionado com inúmeras variáveis, que vão muito além do conhecimento técnico sobre a atividade em questão e os principais conhecimentos em gestão.

É necessário emoção, realização de sonhos, idealizar uma ideia, fazer a diferença no mercado e impactar positivamente a vida de uma pessoa. O ideal é conseguir monetizar uma paixão, não apenas visando o lucro, mas a transformação positiva e o impacto que ela pode causar no coletivo.

Quando decidimos ser donos de um negócio próprio, é impossível não pensarmos no sucesso e na prosperidade dele. Em outras palavras, estamos pensando no futuro da empresa, e, como já destacado, esse futuro exige pensamento estratégico. Lembre-se de que ninguém fará esse tipo de previsão para você. Os sonhos são seus e só você pode determinar aonde é capaz de chegar.

Uma dica que pode ajudar um empreendedor perdido é: busque por objetivos que possam contribuir positivamente para um grupo, independentemente de qual for a sua motivação profissional. Essa será a melhor maneira de adquirir pensamentos ligados ao futuro do negócio.

A orientação que fornecemos está diretamente ligada ao acesso às informações estratégicas. É possível conseguir gerenciar melhor todos os aspectos de um negócio por meio da utilização de softwares de soluções em gestão de projetos.

Esse tipo de tecnologia permitirá que você tenha acesso a todas as informações em um único ambiente, na palma de sua mão. Utilizando esse recurso tecnológico, sua empresa ficará cada vez mais próxima de uma gestão efetiva e de qualidade, analisando e controlando os principais indicadores de sucesso de um empreendimento.

Portanto, sonhe, imagine o futuro e veja aonde você deseja chegar. Certamente, não será fácil atingir os objetivos propostos, mas, com muito trabalho, dedicação e visão estratégica, será possível alcançar esse lugar. Não perca tempo, tenha coragem e realize os seus sonhos!

E aí, gostou do nosso artigo? Interessou-se pelo assunto? Então, nos siga no Facebook, Twitter, Google+ e LinkedIn e não perca nenhuma de nossas atualizações!