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Autor: Braun

ter uma Certificação PMP

4 motivos para você ter uma certificação PMP

Ser um profissional certificado representa um importante diferencial para sua carreira. Ter uma certificação PMP é um dos títulos mais almejados pelos gerentes de projetos. O que pode ser visto como um simples pedaço de papel pode servir como um passaporte para a categoria de profissionais certificados, estabelecendo uma maior credibilidade.

Se você ainda está na dúvida da importância desta certificação, listamos 4 motivos para você ter uma certificação PMP.

 1- Filtragem na contratação

Imagine quantos currículos são recebidos pelas empresas que procuram contratar um gerente de projetos. Com um volume grande de candidatos, é comum separar os currículos recebidos em duas partes: candidatos que buscam ter uma certificação PMP e aqueles que não a têm. Sem dúvida, há bons candidatos não-certificados, mas infelizmente eles têm mais chances de serem ignorados. Portanto, use a certificação PMP a seu favor, colocando no currículo há quanto tempo foi certificado.

2- Aumento de salário

O salário de um gerente de projetos tem sido analisado por diversos estudos. A pesquisa salarial conduzida pelo PMI.org a cada dois anos é uma das mais conceituadas. Se você possui uma certificação PMP e não ganha o salário médio para as pesquisas na sua região, é preciso agir. Você pode levar as informações divulgadas na pesquisa para o seu empregador atual e lhe mostrar os números. Ele pode fazer um ajuste salarial para mantê-lo ou então você pode decidir procurar emprego em outros lugares.

3- Credibilidade no mercado

Ter uma certificação PMP significa que você tem milhares de horas de experiência na bagagem, passou por um rigoroso exame e mantém a sua certificação atualizada a cada ano com novos e permanentes aprendizados. Se você vai ingressar em uma nova equipe, por exemplo, há uma certa credibilidade embutida. A suposição é de que você sabe o que está fazendo em oposição a uma pessoa que não tem a menor ideia. Claro que mesmo com a certificação você terá que trabalhar duro e se dedicar para que confirme essa credibilidade.

4- Aumento da sua autoconfiança

A certificação PMP traz uma confiança maior para o profissional. Com a experiência profissional, aprendemos o que “funciona” e o que “não funciona”, mas ainda sim é comum ter dúvidas se, por exemplo, haveria um outro caminho a seguir.

Com uma certificação PMP, você passa a ter como validar se o método empregado em uma área segue um padrão correto, além de ter ferramentas para descobrir melhorias em outras áreas, seu profissionalismo como gerente de projetos se torna muito mais fundamentado, e permite a você gerenciar suas equipes, projetos e resultados com uma grande dose de confiança.

metodologia PM Canvas

5 vídeos do YouTube para você virar Jedi na metodologia PM Canvas

Criada pelo conceituado professor e consultor José Finocchio para co-criação e co-planejamento de projetos inspirado no Business Model Canvas, a metodologia do Project Model Canvas é utilizada por grandes empresas e é fundamentada em conhecimentos da neurociência, propondo uma maneira mais amigável de conceber um plano de projetos. Separamos 5 vídeos para você virar um Jedi na metodologia PM Canvas!

 1- Afinal o que é o PM Canvas?

Neste vídeo o professor José Finocchio explica de maneira bem fácil e objetiva o que é o Project Model Canvas.

Veja aqui!

2- Como montar seu primeiro PM Canvas

No vídeo, José Finocchio apresenta rapidamente o planejamento de um projeto utilizando o Project Model Canvas.

Veja aqui!

3- Como nasceu o PM Canvas

Confira a primeira palestra que o prof. José Finocchio deu no evento PMO Summit.

Veja aqui!

4- Como usar o PM Canvas APP

Agora que você já sabe tudo sobre o Project Model Canvas, você já pode começar a co-criar seus projetos no seu iPhone ou Android.

Veja aqui!

5- Como funciona a metodologia PM Canvas na minha empresa ?

Confira um projeto conduzido pela Fabiana Bigão desde sua iniciação até encerramento. Mostra na forma de animação as principais etapas e conceitos do gerenciamento de projetos.

Veja aqui!

Agora que você já é um Jedi na metodologia PM Canvas, mãos à obra! Gostou? Então compartilhe com seus amigos!

workflow de aprovação

Como criar um workflow de aprovação de projetos com o auxílio de um software especializado?

Quando você integra ao processo de seu negócio as propostas de projeto, é preciso estabelecer critérios de avaliação, priorização e aprovação deles. Independentemente se o seu foco é o gerenciamento de múltiplos ou portfólio de projetos, definir este workflow de aprovação será determinante para o ganho de eficiência e, assim, uma maior certeza de que os objetivos da organização, bem como as metas pretendidas sejam alcançadas com sucesso.

Nesse contexto, contar com um software especializado é uma grande solução para automatizar este workflow, garantindo uma comunicação eficiente entre as partes envolvidas e a conclusão das avaliações, bem como do parecer de cada área ou profissional integrado a ele. Entenda melhor como isso funciona e como criar estes fluxos com o apoio de um software de gerenciamento de projetos:

Quando e como utilizar um workflow de aprovação

O melhor momento para criar um workflow de aprovação é antes mesmo do início do projeto, durante a fase de iniciação. O primeiro passo para isso, contudo, é passar a utilizar uma proposta de projeto. O objetivo de se formalizar o início dele é definir alguns parâmetros que servirão como base para aprovar e desenvolvê-lo.

Além disso, é indispensável atribuir responsabilidade a um profissional, que pode ser um gerente, em caso de múltiplos projetos, ou o responsável pelas decisões internas, quando se tratar de um portfólio de projetos. Dessa forma você impede que iniciativas semelhantes às já reprovadas sejam desenvolvidas dentro da empresa, além de defender a importância das regras definidas pelas pessoas que aprovaram a proposta. Caso contrário, corre-se o risco de duplicidade ou ausência de comando e, consequentemente, grandes transtornos ocorrerão em sua condução.

Conte com a tecnologia!

Muitas organizações falham na hora de implementar e controlar o processo com as informações necessárias para validar a viabilidade da iniciativa. A tecnologia, neste contexto, auxilia na automação do processo, bem como na verificação de seu andamento de forma mais rápida, prática e atualizada em tempo real. Desta forma, é possível identificar não apenas o status, mas o andamento do workflow exibindo detalhes, inclusive, de onde o processo está parado: nível técnico ou estratégico.

Para a criação do fluxo com o auxílio de um software você passará pelas etapas de:

  • Definir claramente o que tem que ser feito para que o projeto seja aprovado – as “regras do jogo”: quais os critérios de avaliação técnicos, financeiros e do ponto de vista estratégico da empresa para colher os benefícios;

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  • Estabelecer um ou mais responsáveis pela aprovação em cada nível, considerando as habilidades e relação com a área;

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  • Estipular quais serão os indicadores-chave de performance a serem avaliados para embasar os demais fluxos estipulando procedimentos padronizados.

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Diante disso, um software especializado para gerenciamento de projetos é uma excelente solução para automatizar o processo, obrigando que pré-requisitos sejam cumpridos em cada etapa da avaliação da proposta.

Como criar um workflow de aprovação em um software de gestão de projetos

Em um software de gestão de projetos, a criação de um workflow de aprovação é simples. Procure a opção no sistema e escolha um nome para o novo fluxo a ser criado, que pode ser por área, portfólio, objetivo de negócio, dentre outros.

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Em seguida, insira uma breve descrição para ele, fazendo com que as pessoas envolvidas no fluxo de aprovação recebam, de forma automatizada e seguindo o processo de iniciação definido pela empresa, qualquer notificação referente a este workflow.

Tanto para múltiplos projetos quanto para a gestão de um portfólio, também será preciso definir a qual dos workflows cada um deles deve ser associado. A ideia é que estes fluxos sejam padronizados conforme a demanda por área ou tipo, estabelecendo os mesmo responsáveis pela avaliação em cada um dos níveis.

A definição dos responsáveis

No que diz respeito ao processo de definição dos responsáveis pela aprovação de projetos, é aconselhado definir entre dois e cinco níveis diferentes de responsabilidade pela aprovação. Isso garantirá que a decisão não seja tomada apenas por uma pessoa ou que o processo de prolongue excessivamente.

definicao-de-responsaveis

Para cada um desses níveis, nomeie os responsáveis mais indicados para cada tipo de aprovação. Por exemplo, o responsável pelo departamento de TI aprova o nível técnico do projeto, o de finanças avalia a parte relacionada a custos e investimentos, e assim por diante. O importante é que cada um destes níveis sejam avaliados e aprovados por profissionais que têm o poder de tomar decisões alinhados aos objetivos estratégicos do negócio, além de terem as habilidades técnicas necessárias para a tarefa. Com isso, eles sempre serão notificados sobre a abertura da nova demanda e da aproximação do prazo final para a aprovação.

Já que há mais de um nível de aprovação no workflow ou outros profissionais estão envolvidos no trabalho com permissões similares, é preciso colocá-los na ordem correta para que o sistema envie a aprovação na sequência ideal estipulada pela empresa para o bom funcionamento do fluxo.

Padronize os workflows por tipo de demandas

Em vez de criar um workflow para cada iniciativa, o que exige tempo e esforços, um software especializado para o gerenciamento de projetos ajudará a agrupar os fluxos por tipo de demanda. Afinal, projetos da área de TI (Tecnologia da Informação) exigem aprovação similar, assim como o marketing, o financeiro, dentre outros.

padronizacao-de-fluxo

E você, como criar workflows de aprovação de projetos em sua empresa? Já possui um software de gerenciamento de projetos para auxiliá-lo nesta tarefa?

carteira de projetos

Como balancear a carteira de projetos

O balanceamento de uma carteira de múltiplos projetos envolve, além das questões técnicas, muitos aspectos políticos e internos em uma organização.

Em função de sua complexidade, esse processo deve ser conduzido com cuidado para que a empresa priorize as iniciativas que mais poderão contribuir para os objetivos estratégicos do negócio, obtendo o melhor de sua equipe e de seus recursos atuais.

Confira algumas dicas para balancear a carteira de projetos em sua empresa com mais eficiência:

Alinhe os projetos à estratégia

Ao balancear os projetos em uma carteira, é indispensável que a empresa tenha em mente quais os objetivos estratégicos do negócio para curto, médio e longo prazo. Somente assim será possível dar prioridade na carteira àquelas iniciativas que, em conjunto, poderão contribuir para o alcance das metas e garantir um processo decisório que leve em conta as questões mais urgentes para o momento.

Avalie os indicadores financeiros

O balanceamento de uma carteira de projetos só pode ser feito quando a empresa conhece o retorno esperado para cada uma de suas iniciativas de forma clara e precisa.

Seja em faturamento, lucro, redução de custos, retorno sobre o investimento ou outros ganhos para o negócio, é importante que os gestores consigam comparar os indicadores financeiros de cada um dos projetos para compor a carteira de forma atrativa para as finanças, evitando que alguns projetos onerem a empresa.

Estude o histórico dos projetos atendidos

As lições aprendidas em projetos anteriores são fundamentais para que os gestores e executivos compreendam o impacto de um ou mais projetos para a carteira atual.

Analisando projetos já concluídos, é possível identificar causas comuns de sucesso ou fracasso, assim como iniciativas similares executadas no passado, permitindo a composição de uma carteira mais próxima da realidade vivida pela empresa no momento.

Leve em consideração os recursos disponíveis

Em tempos de concorrência acirrada, um importante critério no balanceamento da carteira de projetos é a priorização daqueles que poderão ser executados com menor esforço dentro do quadro atual de equipe e recursos da empresa.

Isso pode evitar a necessidade de mudanças organizacionais drásticas em função de projetos isolados que não estejam totalmente alinhados aos principais objetivos do negócio.

Esteja sempre alerta

Muitos gestores fazem o balanceamento da carteira de forma reativa, levando em conta somente as questões mais urgentes que surgem com o passar do tempo.

No entanto, encontrar o equilíbrio com múltiplos projetos exige atenção para os ciclos econômicos e outras mudanças no mercado que podem trazer impactos substanciais para a carteira no futuro.

Isso deve ser feito com a atenção constante no mercado, além de uma boa comunicação entre executivos e gestores para que a empresa possa se planejar para o futuro e ter capacidade de se adequar melhor às possíveis mudanças de cenário.

Conte com a ajuda de um software específico para o gerenciamento de projetos

O balanceamento da carteira de projetos se torna muito mais fácil quando os responsáveis pela tarefa contam com a ajuda das ferramentas adequadas.

Um softwares para a gestão de projetos contribui consideravelmente para elaboração da proposta de projeto, bem como o cumprimento do workflow de aprovação definido. Com isso, a priorização dos projetos, com base em informações precisas e confiáveis, torna-se mais fácil e eficiente.

Além disso, esses sistemas permitem o uso de recursos visuais como relatórios e gráficos, que também ajudam os executivos a compreenderem como a carteira atual está sendo suportada pela equipe e os possíveis impactos de sua mudança.

E você, qual prática aplica para balancear a carteira de projetos de sua emrpesa? Compartilhe suas dicas nos comentários abaixo!

mercado para gerente de projetos

Pleiteando uma vaga como Gerente de Projetos? Confira o que analisar em uma proposta de emprego antes de aceitá-la

O mercado para Gerente de Projetos é bastante aquecido. Isso porque ele se enquadra em diversos segmentos, o que propicia um maior campo de atuação. Para ocupar boas posições, o profissional que pleiteia o cargo precisa ter um conhecimento amplo e muito jogo de cintura, já que dentre suas atividades estão a gestão das equipes, a moderação de conflitos, garantir que os prazos das entregas serão cumpridos, que o orçamento não será extrapolado, que todos os recursos necessários para a execução dos projetos estão disponíveis e atentar-se a todas as variáveis possíveis para evitar riscos.

Se você possui as certificações, cursos e habilidades necessárias para ocupar uma vaga, provavelmente não pretende assumir o cargo em uma empresa qualquer. Por isso, você não deve se ater apenas aos salários ao escolher por um emprego, principalmente no mercado para gerente de projetos. Tampouco deve deixar a decisão de ingresso em determinada empresa nas mãos apenas do recrutador. Pense que você passará horas na instituição e, por isso, precisa também avaliar outras questões antes de aceitar uma proposta!

Você também precisa se interessar pela empresa

Considere o objetivo central de uma entrevista: você almeja uma vaga. Para conquistá-la, será preciso passar por um criterioso processo seletivo. Com ele a empresa pretende conhecer mais do que o seu currículo e portfólio. Afinal, eles já foram aprovados na triagem para a vaga. Ela quer entender melhor como você se porta, ouvir o relato das experiências adquiridas, o que gosta de fazer, seus planos, se a sua personalidade é adequada à cultura da empresa, dentre outras questões. Tudo isso para certificar-se de uma contratação mais certeira.

Em contrapartida, você precisa ter certeza de que os projetos que assumirá também são de seus interesses, se os valores da empresa estão adequados aos seus e como será o seu trabalho por lá. Idealmente, não há porque se desesperar para conseguir um emprego em uma nova empresa, apenas há a vontade de crescer e se desenvolver em uma nova oportunidade. Por isso, não há motivo para se desesperar e aceitar a primeira vaga que aparecer.

O que analisar antes de aceitar uma proposta de emprego

No mercado para gerente de projetos, você também precisa ser criterioso antes de aceitar uma oferta. Para isto, não deixe as perguntas apenas nas mãos dos recrutadores! Quando houver uma oportunidade, questione sobre algumas questões-chave que podem fazer a diferença em sua decisão, além de demonstrar seu interesse na vaga. Não sabe quais perguntas são estas? Não se preocupe! Vamos ajudá-lo:

1-Como os projetos são priorizados?

Com esta pergunta, além de demonstrar ao recrutador o seu entusiasmo pela vaga, você obterá respostas que o levarão mais próximo à realidade da sua rotina, caso seja o profissional selecionado e tenha interesse em assumir o cargo em questão.

É comum às empresas ter mais demanda que tempo para executá-las. Por isso, ao levantar esta questão, você entenderá melhor como a empresa lida com a definição das prioridades para, assim, verificar se o volume de trabalho e a forma como a empresa lida com isto o possibilitarão manter certa qualidade de vida e entusiasmo no dia a dia.

2- Como você descreveria a relação entre as equipes dos projetos e de vendas?

De um lado, um time trabalha para trazer mais projetos à empresa. Do outro, há uma equipe trabalhando para realizar as entregas dentro dos prazos estipulados. Por isso, é comum que ocorram conflitos de interesses. Como o Gerente de Projetos tem a função de contornar este tipo de situação, não hesite em questionar ao recrutador como esta relação funciona na empresa. Desta forma você conseguirá identificar o que enfrentará no dia a dia e avaliar se consegue – ou pretende – lidar com estas questões.

3- Quais os maiores desafios enfrentados atualmente na gestão de projetos da empresa?

Esta pergunta é bastante estratégica. Afinal, com sua expertise você poderá propor uma solução imediata, o que você faria para driblar estes desafios com maestria caso assumisse a posição. Logo de cara você já demonstraria aptidões indispensáveis para a vaga! Por outro lado, você também conseguirá avaliar se os desafios da empresa casam com o que você almeja e se, de fato, será possível enfrenta-los.

Com as perguntas certas você consegue não apenas demonstrar competência para ser selecionado para a vaga, como também avaliar se você quer mesmo desenvolver sua carreira naquela empresa!

E você, conhece alguma outra pergunta que auxiliaria na decisão em aceitar ou não uma vaga como Gerente de projetos? Compartilhe conosco através dos comentários!

cultura de entrega

Como criar uma cultura de entrega em uma empresa

As entregas são um fator de extrema importância para avaliar o sucesso de um projeto. Isso porque todo o escopo e o planejamento desenvolvido pelo Gerente de Projetos (GP) é elaborado em prol do cumprimento dos prazos destas entregas, garantindo a satisfação dos clientes, sejam eles internos ou externos. Mesmo porque, em alguns casos, a conclusão de uma etapa do projeto depende dessa cultura de entrega, e o não cumprimento dela resulta no atraso da conclusão dos trabalhos.

Estas entregas estão diretamente ligadas à produtividade das equipes envolvidas e do comprometimento deles em relação às tarefas, qualidade de execução e cumprimento de prazos. Contudo, para que estas entregas sejam concluídas com sucesso, é fundamental ao GP desenvolver ações motivacionais, ter pulso firme para acompanhar e cobrar prazos definidos, jogo de cintura com situações atípicas e criar uma cultura de entrega na empresa.

Dentre estas questões, todas, habitualmente, já estão na rotina deste GP. Porém, quando o assunto envolve adequar a cultura de uma organização em prol dos resultados almejados, a tarefa se torna desafiadora. Cultura não é construída do dia para a noite. Ela leva tempo, esforço, definição de processos, requer um bom fluxo de informações, alinhamento da comunicação, dentre outros fatores que, com o tempo, são absorvidos e replicados pelos integrantes das equipes envolvidas nos projetos. Para ajudá-lo a dar início à criação de uma cultura de entrega em sua empresa, selecionamos alguns pontos-chave a serem trabalhados. Confira:

Esteja aberto às mudanças e conscientize sua equipe sobre a importância desta questão

Este, talvez, seja o ponto mais crítico para a criação de uma cultura de entregas em sua empresa. Mudanças, em grande parte dos casos, geram resistência entre os colaboradores e muitas vezes até em nós mesmos. Como um GP você deve ser o primeiro a incorporar a abertura a alterações nas rotinas. Contudo, para obter o sucesso, esta questão não pode ser apenas verbal. Você precisará aplicá-la em sua rotina. Para isto, esteja mais atento às sugestões que sua equipe traz. Não será necessário aplicar todas, mas demonstrar abertura em recebê-las, bem como explicar os motivos para não incorporá-las, quando for o caso. Com atitudes como esta você sempre terá o gancho para reforçar a importância de estar aberto às mudanças.

Defina processos para incorporar as mudanças

A cultura de uma organização é absorvida aos poucos por seus funcionários. Conforme as ações são desenvolvidas, eles incorporam uma parte dos costumes. Há a necessidade de mudança nos hábitos destas equipes. Contudo, para iniciar o trabalho de mudança comportamental, alinhado à nova cultura proposta, sugere-se a definição de processos ou reestruturação dos existentes.

Realize estas mudanças de forma gradativa. Institua treinamento para a nova rotina estabelecida, acompanhe os impactos, colete feedback dos envolvidos e ajuste o modelo para que fique satisfatório aos objetivos de sua empresa, mas favorável aos funcionários. A definição destes processos contribuirá para incorporar estes novos hábitos à rotina, o que com o tempo se transformará em uma ação contínua e intrínseca à cultura da organização.

Integre ferramentas e use a tecnologia a favor de seus objetivos

Busque recursos para que o impacto causado por estas mudanças sejam minimizados. Vá em busca de ferramentas que contribuam para a otimização dos processos e, assim, auxiliem na redução dos impactos destas mudanças.

Use a tecnologia a seu favor! Um software para gerenciamento de projetos, por exemplo, é bastante considerável para as melhorias nas rotinas e, consequentemente, nas entregas. Com ele você, GP, conseguirá acompanhar melhor o andamento das atividades para traçar planos de ação, quando preciso for. Já para a sua equipe, será mais fácil acompanhar prazos, relatar empecilhos, ajustar o que preciso for e, assim, incorporar uma cultura de entregas, devido à eficiência alcançada.

Criar uma cultura de entregas exige dedicação. O resultado não é imediato e o trabalho deve ser contínuo. Recorra aos Recursos Humanos de sua empresa, peça auxílio à Comunicação Interna e, em equipe, desenvolvam ações que se destinem ao cumprimento deste objetivo. Mudanças de cultura afetam a empresa como um todo. Trabalhe por um impacto positivo, dê exemplos enquanto GP e veja como as dicas repassadas contribuirão para melhorar o dia a dia de seus projetos e do negócio.

conhecimento sobre projetos

Como multiplicar o seu conhecimento de Projetos para seus funcionários

Um gerente de projetos deve liderar diversas pessoas de especialidades diferentes e tomar variadas decisões ao longo do dia. Não seria muito mais fácil se os funcionários também enxergassem o quadro geral do projeto para que pudessem contribuir de forma ativa?

O conhecimento sobre Projetos não precisa – e nem deve -ficar restrito ao gerente de projetos. Na verdade, o seu trabalho e de todas as equipes envolvidas será muito mais eficiente se ele for compartilhado com seus funcionários. Mas você sabe como executar isto em prol do sucesso do projeto? Confira as nossas dicas e coloque em prática!

Crie processos de trabalho

O primeiro passo para que o conhecimento sobre projetos não fiquem restritos à sua sala é desenhar as rotinas de trabalho documentando os processos. Como o dia a dia pode ter muitas atividades, talvez só seja possível fazer isso com as principais tarefas – ao menos no início. Faça uma lista de quais trabalhos você considera indispensáveis (que mais impactam o resultado do projeto) e sente com sua equipe para estruturar estas rotinas.

Não faça isso por conta própria. Sempre envolva seus funcionários nesta criação, já que são eles os responsáveis por executá-las e, certamente, terão uma visão mais ampla da atividade, bem como os pontos que podem ser melhorados. Uma vez estabelecidas as rotinas, qualquer funcionário que entre no projeto e as estude poderá aplicá-las no dia a dia, o que contribui para que o seu projeto não dependa de um funcionário-chave ou mesmo para o treinamento de novos colaboradores em caso de expansão.

Treine sua equipe

Muitas vezes os funcionários têm bastante conhecimento técnico sobre o trabalho que desempenham, mas pouco conhecimento sobre o gerenciamento dos projetos. Isto é um problema, porque apesar de saberem como realizar as atividades do cotidiano, eles podem perder de vista o quadro geral da situação ou mesmo deixar de contribuir com uma ideia que poderia resultar na redução dos custos e do tempo gasto com as tarefas. Por isso, é importante que, em alguns casos, você proporcione aos seus funcionários um treinamento em gerenciamento de projetos.

Provavelmente não será possível que todos da sua equipe participem desse tipo de treinamento. Nestas situações, o ideal é escolher alguns funcionários-chave para adquirirem este conhecimento e multiplicá-lo aos demais colaboradores. Com o desenvolvimento do treinamento também é possível gerar uma documentação e compartilhar com as equipes envolvidas, contribuindo assim, para a gestão deste conhecimento.

Seja claro nas suas decisões

O dia a dia de um gerente de projetos pode ser bastante corrido, com várias decisões sendo tomadas a todo o tempo. Mas não deixe que a grande quantidade de trabalho atrapalhe o processo educativo dos seus funcionários. Sempre que tomar um decisão, seja claro sobre quais foram os motivos e os aspectos técnicos levados em consideração para a mudança dos rumos. Explique também como cada decisão afeta o projeto como um todo. Este é o ponto principal, que permitirá que seus funcionários comecem a enxergar como suas atividades impactam as outras e o resultado final do projeto. Assim, você criará uma equipe que deixará de ser reativa e dependente da sua avaliação, já que eles terão uma visão sistêmica sobre o projeto.

Não guarde conhecimento

O que faz um bom gerente de projetos não é só o conhecimento técnico ou gerencial que ele possui. Antes de tudo, o seu perfil de liderança e a capacidade de tomar várias decisões no dia a dia são atributos consideráveis para a função. Por isso, compartilhe o que você sabe!

Não pense que precisa guardar seu conhecimento para continuar sendo necessário como gerente de projetos. Na verdade, você deve pensar exatamente o contrário. Ao desenvolver uma equipe altamente capacitada tecnicamente, você poderá se focar nos aspectos decisórios e na liderança, além de assumir questões mais importantes, já que a execução de rotina será bem desenvolvida por profissionais altamente qualificados diante ao conhecimento repassado.

Crie bons processos de trabalho, invista no treinamento dos seus funcionários e explique os aspectos técnicos de cada uma das suas decisões. O que você desenvolverá com uma equipe capacitada, será o melhor que pode entregar um exímio gerente de projetos: excelentes resultados!

Você já trabalha com a multiplicação do seu conhecimento para as equipes dos projetos que gerencia? Como executa esta tarefa em sua rotina? Compartilhe conosco através dos comentários abaixo!

humor no local de trabalho

Como encontrar o lado divertido do gerenciamento de projetos

É comum ouvir dizer que não há espaço para humor no local de trabalho, principalmente quando se trata de gerenciamento de projetos. Na verdade, um tom muito forte de seriedade, falta de humor e tons abafados costumam repelir as pessoas.

Humor é positivo

Há grandes benefícios que o humor no local de trabalho pode trazer para uma equipe quando um gerente de projetos resolve incorporá-lo ao cotidiano. Três deles são:

  • O humor deixa o ambiente mais leve. Pessoas gostam de humor:  rir faz todo mundo se sentir bem. Assuntos como orçamentos, prazos e horários já são muito sérios e tensos. Não há nada como uma boa risada em uma chamada de conferência para descontrair o ambiente e liberar a pressão inerente a esses assuntos. E com uma atmosfera mais leve, fica mais fácil e prazeroso trabalhar.
  • Ajuda a reconhecer as circunstâncias. Usar um pouco de humor numa conversa é a forma mais apropriada de reconhecer situações que fogem do ideal. É importante saber que nem tudo irá sair perfeitamente bem no projeto, e reconhecer com humor uma situação imperfeita permite que os funcionários sigam em frente com mais calma e consigam chegar a um plano para melhorar o quadro.
  • Dá um toque de humanidade. O riso é algo natural do ser humano e é algo que frisa que o ambiente está repleto de pessoas trabalhando, e não máquinas. O simples fato de ver o sorriso no rosto de outras pessoas pode aumentar a moral e construir um verdadeiro espírito de cooperação em um projeto.

É claro que não se deve rir e brincar o dia inteiro. Por mais divertido que possa parecer, seria difícil finalizar qualquer coisa. É necessário saber os momentos certos para deixar o clima mais leve.

  • Quando a situação é calamitosa. Situações de demissões não são motivos de riso.  O gerente de projeto pode aliviar a tensão e desconforto comuns nesses momentos conversando com a equipe e estando aberto a dúvidas e questionamentos. O clima leve pode amenizar o impacto negativo.
  • Quando algo desastroso acontece. Sempre irão existir grandes erros em projetos. Grandes e pequenos atrasos são comuns até mesmo em projetos que se imaginava que seriam breves, e mesmo entre boas equipes com ótimas intenções. Após esses erros, longas horas de trabalhos extras podem ser necessárias, e para descontrair um pouco do ambiente tenso pode ser necessário fazer algo para que tudo volte aos trilhos incorporando o humor no gerenciamento de projetos.
  • Quando o ambiente estiver muito sério. O comportamento e abordagem de um gerente de projeto devem condizer com o nível da situação. Por mais importante que os projetos sejam, é necessário cuidado para não deixar que a atmosfera fique muito séria e pesada, pois isso pode interferir diretamente no desempenho da equipe.
  • Quando discussões se tornam muito acaloradas. Durante uma reunião, duas pessoas podem ter formas muito diferentes de olhar para uma situação e podem começar a argumentar sobre os seus pontos de vista aumentando o tom de tom e gesticulando muito. Nessas horas, uma boa saída pode ser adicionar um pouco de humor para amenizar os ânimos e a tensão do local. E a coisa certa para dizer nessas situações varia em cada uma de acordo com o ambiente e pessoas envolvidas.Você tem alguma dica para levar um pouco de diversão ao gerenciamento do projeto? Compartilhe com a gente nos comentários!
Certificação PMP

Contratando? PMP ou não PMP: Eis a questão!

À medida que as empresas aumentam o volume de negócios e, consequentemente, precisam otimizar sua estrutura e suas operações, as atividades realizadas por diferentes setores e funcionários se tornam cada vez mais complexas e inter-relacionadas.

Processos e projetos que antes ficavam sob a responsabilidade de somente uma pessoa ou área específicas, passam a exigir esforços complementares e, muitas vezes, multi-disciplinares.

Aqueles funcionários e estruturas organizacionais diretamente envolvidos com a gestão e a execução do projetos podem ser classificados de diferentes formas, que precisam ser levadas em consideração na hora de contratar. Saiba como diferenciar PMP e PMO e realizar a melhor escolha para a sua empresa:

Definição sobre PMP e PMO

PMP é a sigla em inglês para Project Management Professional, ou seja, o Profissional de Gerenciamento de Projetos. Ela se refere a um título concedido pelo Project Management Institute (PMI), principal associação que reúne profissionais desse tipo em todo o mundo.

Já a sigla PMO não se refere a somente um profissional, mas sim a um grupo ou um departamento dentro de uma empresa. O Project Management Office pode ser traduzido como Escritório de Gerenciamento de Projetos.

Diferenças entre ambos

O PMP é aquele profissional que se certifica na disciplina (atualmente o PMI possui mais de 500 mil em 193 países do mundo), após estudar as fases de iniciação, planejamento, execução, monitoramento e controle e encerramento de projetos.

Numa empresa, o PMP gerencia um ou mais projetos, sendo o principal responsável pela implantação e servindo como ponto de contato entre equipes, gestores, clientes, patrocinadodores e todos os demais stakeholders. Esses profissionais atuam para aumentar as chances de sucesso nos requisitos de prazo, escopo, custo e qualidade, por meio da adoção de boas práticas reconhecidas no mercado e na academia.

Por outro lado, o PMO consiste em um ou mais profissionais que são responsáveis pela implantação da cultura do gerenciamento de projetos dentro de uma empresa, servindo como ponto de referência para todos os demais gerentes de projetos.

O escritório, também chamado de Quartel General (QG) por sua função central, é responsável pela documentação, a definição de guidelines e o estabelecimento de métricas para monitoramento e acompanhamento dos projetos dentro da organização.

Nessa estrutura, os profissionais devem avaliar qual o nível de maturidade das práticas de gerenciamento de projetos dentro da empresa, atuando quando necessário para melhorá-las. Além disso, devem apoiar os gerentes de projetos em suas atividades, além de realizar auditorias e reuniões para acompanhar o andamento das iniciativas.

Quando e como contratar

Caso a sua empresa esteja na dúvida entre a contratação de um PMP ou a estruturação de um PMO, lembre-se que essa decisão pode variar de acordo com as necessidades da organização. Alguns fatores como estratégia, estrutura organizacional e porte da empresa ou dos projetos podem ser determinantes.

No entanto, em linhas gerais, o PMP será mais adequado quando sua empresa foca os esforços em somente um ou poucos projetos por vez, para que eles possam ser facilmente conduzidos por apenas um gestor.

Por outro lado, caso sua empresa possua projetos em diferentes iniciativas e esteja em busca de implantar uma verdadeira cultura de gerenciamento, talvez a melhor opção seja contar com um PMO, pois essa estrutura irá alcançar esses objetivos de forma muito mais eficaz.

E você, o que acha mais adequado: a contratação de um PMP ou a estruturação de um PMO? Compartilhe sua experiências e opiniões conosco através dos comentários!

documentar as lições

A importância de documentar as lições aprendidas no projeto

Ao chegar às etapas finais de um projeto, tenha ele sido bem-sucedido ou não, não é raro vermos gestores ignorarem o momento de documentar as lições aprendidas por o considerarem desnecessário. Esse péssimo hábito pode ser um verdadeiro “tiro no pé” das organizações que estão em busca de melhorar os resultados para os projetos seguintes.

As lições aprendidas jamais podem ser negligenciadas pelos gerentes de projetos bem-sucedidos. Não sabe o motivo? Confira e mude agora mesmo a forma como você encerra esta etapa:

Evite os erros do passado

O motivo mais claro e conhecido por qualquer profissional da área é que a forma correta de documentar as lições aprendidas serve para que a empresa não cometa os mesmos erros do passado ou então possa repetir seus acertos.

Com a documentação adequada, os gestores podem identificar as causas fundamentais dos sucessos e fracassos em todos os projetos, aumentando as chances de que a empresa entregue os próximos no prazo acordado, dentro do orçamento e alinhado com os requisitos.

Previna riscos diagnosticados em outras situações

Os projetos são, por sua natureza, realizados de forma única para criar produtos, serviços e outros resultados que, por sua vez, também são únicos. Em função disso, muitos gestores acreditam que documentar as lições aprendidas no passado, nos ensina a não aplicá-las no futuro.

Apesar dessa constatação, é preciso lembrar que todos os projetos possuem elementos em comum que devem ser considerados na fase de documentação. Agindo assim, ainda que a empresa não consiga eliminar todos os riscos em um novo projeto, ela poderá ao menos mitigá-los ou saber como contorná-los com a devida antecedência.

Gestão do conhecimento a partir da construção de um consenso sobre práticas gerais

Muitos projetos passam por momentos difíceis em que a decisão de como proceder envolve discussões e discordância entre clientes, patrocinadores, gestores e equipe.

Após a conclusão do projeto ou de uma etapa específica, verifica-se então o resultado da decisão tomada e, quando a lição aprendida é documentada, cria-se um consenso sobre qual caminho era o mais correto a ser seguido, evitando que a organização se esforce no futuro para encontrar as soluções para os mesmos problemas.

Aumento da competência dos gerentes de projeto

As soluções de gerenciamento de projeto também funcionam como verdadeiras ferramentas para a gestão do conhecimento. As lições aprendidas, em especial, servem para que qualquer gestor da organização seja capaz, a qualquer momento, de estudar como os projetos já finalizados ou em andamento encontraram soluções para os obstáculos encontrados e apliquem isso no trabalho do dia a dia.

Isso gera benefícios incríveis não somente para o desenvolvimento profissional dos gestores, mas também significa economia de tempo e esforço para a organização.

Repensando a estratégia

As lições aprendidas podem, ainda, trazem vantagens que superam a execução de cada um dos projetos de forma individual. Algumas podem servir para que a empresa reavalie a forma como mantém seu portfólio de projetos e até mesmo a sua estrutura organizacional atual para que eles sejam gerenciados e executados com sucesso.

Com tudo isso, não fica difícil perceber que as lições aprendidas não são apenas mais um formulário a ser preenchido, mas sim verdadeiras oportunidades de crescimento para a organização interessada em alavancar os seus negócios de forma sustentável, economizando tempo e dinheiro!

E você, como vem documentando as lições aprendidas nos projetos conduzidos na sua empresa? Quais os benefícios adquiridos com essa prática? Compartilhe suas experiências através dos comentários!