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Autor: Braun

capacity planning

Capacity Planning – o que é?

Qual é a capacidade de entrega de projetos de sua área? Quantos projetos podem ser gerenciados simultaneamentes? Quantos recursos temos disponiveis? Quando o especialista com aquele conhecimento raro poderá ser alocado em seu projeto?

Se você não consegue responder essas perguntas você não conhece a capacidade de entrega de sua empresa e provavelmente tem dificuldades de cumprir prazos e demandas.

Capacity Planning, ou planejamento de capacidade, é o processo de definir a real capacidade de produção, o atendimento de uma organização para responder às novas demandas, tais como, desenvolvimento de um novo produto, adaptação de um software ou ampliação de uma unidade de negócio.

Muito utilizado na gestão de projetos e na gestão de ti, o planejamento de capacidade busca definir quantos projetos a empresa ou área pode gerenciar no próximo período, e é um insumo fundamental para o processo de priorização de demandas.

A capacidade efetiva é definida pela quantidade de recursos que poderão ser alocados em projetos em um determinado período. Isso acontece de uma forma muito simples, digamos que uma área de TI possui 2 gerentes de projetos, 2 analistas de negócio, 12 programadores, 4 testadores e 2 consultores de implantação. Podemos dizer que o time ideal de projeto é composto por 1 gerente de projetos, 1 analista, 6 programadores, 2 testadores e 1 consultor de implantação. Digamos que cada projeto dura em média 3 meses e que cada gerente de projetos pode gerenciar 2 projetos ao mesmo tempo, desta forma a capacidade de entrega dessa empresa é entregar 16 projetos por ano.

A diferença entre a capacidade de uma área ou organização e as demandas de seus clientes (internos ou externos), resulta na ineficiência, que consequentemente impacta em recursos humanos subutilizados, compromissos não cumpridos e clientes insatisfeitos.

O grande objetivo do Capacity Planning é minimizar, e quando possível eliminar, essa discrepância. Ferramentas de PPM como o Project Builder buscam tornar esse processo mais simples e intuitivo, com dashboards que permitam responder em pouco tempo qual é a capacidade atual de entrega.

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Tela do Project BI – Pessoas

Para quem não possui recursos ou não está no momento de implantar uma ferramenta de gestão de projetos, uma forma de mensuar seu Capacity Planning é usando uma planilha que te permita calcular sua disponiblidade de recursos, suas demandas de projetos e alocação desses recursos em cada demanda. A demanda de projetos de uma organização varia de acordo com a necessidade de mudanças, tais como, lançamento de novos produtos, manutenção na operação, otimização de processos, adoção de um novo software ou ciração de um novo negócio.

Ja fez seu capacity panning desse ano? Se você ainda não faz, este artigo pode te ajudar. Depois nos conte se foi útil no facebooklinkedin ou twitter.

projetos de escopo fechado

Quais os desafios e as dificuldades de projetos de escopo fechado?

Em um universo paralelo e utópico, existente somente nos sonhos mais otimistas dos gerentes de projetos, novos empreendimentos são concluídos a todo momento dentro do escopo, do prazo e do orçamento acordados com os clientes. Mas os gestores que mantêm os pés no chão sabem que a realidade não é bem assim, não é mesmo? Na verdade, o planejamento problemático costuma ser a causa de grandes dores de cabeça na maioria dos projetos, criando um embate constante entre clientes e fornecedores sobre qual das partes deve assumir os custos resultantes de tamanha ineficiência.

E é no meio desse caos que entram os schedule-driven projects — projetos de escopo fechado —, que surgiram como uma tentativa de contornar esse obstáculo por meio da descrição de todas as funcionalidades e os requisitos necessários para o produto final, exigindo o fechamento de um preço fixo e a transferência total do risco para quem executa o projeto. Ainda que seja a alternativa ideal para o cliente, esse tipo de projeto pode resultar em grandes desafios e dificuldades para os fornecedores.

Quer saber um pouco mais sobre essa promissora possibilidade? Então confira agora mesmo nosso post:

Cumprimento de acordos

Quando um gerente se compromete a entregar um projeto dentro de determinado prazo e com um orçamento mais rígido, qualquer problema que se apresenta entre o kick-off e o deadline será de sua responsabilidade. E, cá entre nós, as mudanças e os imprevistos em projetos não são nem um pouco raras!

Nesse cenário, os projetos de escopo fechado podem exigir recursos extras — geralmente em relação às horas de trabalho extra da equipe ou à falta de materiais —, cujas despesas adicionais são totalmente absorvidas pela empresa que respectivamente os executam.

Mudança de expectativas

Ainda que clientes e fornecedores costumem passar semanas — ou até meses — desenvolvendo o escopo, é natural que alguns requisitos não consigam ser previstos, não concorda? Isso acontece porque, com o desenrolar das etapas do projeto, o cliente começa a visualizar o produto sob uma outra perspectiva, reavaliando algumas das decisões tomadas durante a fase de planejamento.

Dessa forma, para não precisar desistir do projeto, é preciso fazer a renegociação do contrato durante sua execução, o que também representa um grande desafio aos envolvidos, pois essa medida muda radicalmente as expectativas tanto de prazo como de orçamento de ambas as partes.

Desalinhamento entre equipes

Quando um projeto de escopo fechado se depara com frequentes solicitações de mudança por parte do cliente, é comum o surgimento da falta de alinhamento entre os funcionários e as equipes, o que também pode influenciar a execução das etapas do projeto dentro do prazo, uma vez que são necessárias mais reuniões para atingir o consenso, normalmente resultando no overhead.

Ainda que apresentem tantos desafios, os projetos de escopo fechado seguem como a alternativa mais atrativa para a maioria dos clientes. Porém, como contraponto existem os projetos por hora técnica, em que o cliente paga somente as horas realmente gastas pelos profissionais de execução. No entanto, esse tipo de empreendimento também apresenta seus riscos, já que se o número de horas cresce demais, fugindo ao controle, é o cliente quem deve assumir todo o custo adicional.

Nesse complexo cenário, clientes e gestores de projeto devem sempre procurar entrar em um consenso sobre modelos mais flexíveis entre os tipos de contratação, buscando fechar um escopo mínimo, mas tornando a execução um pouco mais dinâmica para evitar grandes impactos em caso de mudanças. Somente assim será possível eliminar os desgastes durante a execução do projeto e se aproximar um pouco mais daquele utópico mundo dos sonhos.

Agora comente aqui e nos conte: qual acredita ser a melhor forma de contratação de um projeto? Ficou ainda alguma dúvida? Compartilhe suas opiniões e seus questionamentos conosco!

status report

7 dicas para acelerar o status report de seus projetos

Quanto tempo você atualmente gasta para gerar o status report de seus projetos? Todas as vezes que o perguntam sobre o assunto é um desespero total? Quanto tempo você leva, hoje, buscando informações com os membros da equipe para depois consolidá-las em planilhas para, finalmente, gerar o famoso PPT com todas as informações que seu cliente ou patrocinador deseja saber?

Na verdade, a grande questão se resume a como obter e consolidar informações de projetos mais rapidamente, sem perder tanto tempo sempre que alguém pede um relatório de status. Relatórios de projeto não têm que ser difíceis ou demorados. Inclusive já falamos no passado, aqui mesmo no blog, sobre o que é status report e qual é sua real importância. Mas hoje vamos mostrar 7 dicas essenciais para acelerar seu relatório de projeto. Então confira:

Diga não aos arquivos locais

Inexplicavelmente, muitas empresas ainda não adotaram o mindset da nuvem, insistindo em trabalhar com arquivos locais, no computador de cada membro da equipe. Nesse cenário, além de se correr o risco de uma pane em qualquer dos computadores provocar perdas de informações do projeto, ainda é preciso lidar com a ineficiência do processo como um todo, que obriga o gerente a efetivamente ir atrás da informação, desperdiçando preciosos esforços e tempo.

Ao se utilizar uma ferramenta on-line, toda a equipe passa a saber, simultaneamente, o que fazer, já que os relatórios são gerados em tempo real, consolidado as informações de cada um dos envolvidos — fazendo com que os membros da equipe economizem, em média, 20 minutos por dia e os gerentes de projetos, 10. Quer saber o quanto sua empresa está deixando na mesa ao usar planilhas e arquivos locais? Pois clique aqui e faça já o cálculo!

Estimule a elaboração do timesheet

Não tem jeito: todo membro de equipe simplesmente odeia fazer timesheet. Contudo, manter um eficiente controle de tempo é realmente crucial para otimizar a geração de relatórios. Ao atualizar o timesheet, o colaborador também informa o avanço de escopo realizado, comunica eventuais problemas e dispara atividades interdependentes, além de outras demais informações relevantes para a geração dos relatórios.

Além do mais, promover esse controle de tempo ajuda os membros da equipe a manterem o foco nas atividades que realmente são prioridades no momento. Passa a ser possível, dessa forma, que eles acompanhem sozinhos onde exatamente seu tempo vem sendo empenhado a cada nova semana. Assim, mesmo que um membro da equipe não conclua suas atividades programadas por algum imprevisto, o gestor consegue analisar os impactos desse atraso e agir preventivamente para evitar uma demora leve à outra, relatando os próximos passos a serem tomados e as ações pertinentes para evitar um atraso ainda maior.

Incentive a produção de relatórios em tempo real

Incentive sua equipe de projetos a atualizar as atividades conforme efetivamente as executa. Vale ressaltar que esse procedimento é bastante facilitado quando se opta por usar um único repositório para a lista de atividades — como uma planilha on-line, por exemplo —, o que simplifica enormemente sua alimentação. O processo também é facilitado caso o software de gerenciamento de projetos combine listas de atividades, informando quem é o responsável pela execução de cada etapa e permitindo apontar o devido avanço e o status das propostas, individualmente e em conjunto.

Com a atualização dos projetos em tempo real e a automatização dos relatórios, os gestores serão capazes de monitorar de perto suas respectivas execuções. E tudo isso economiza um significativo montante de tempo tanto para o líder como para os colaboradores, afinal de contas, não será preciso duplicar esforços, buscando informações em planilhas e arquivos espalhados dentro de um enorme e caótico emaranhado de dados.

Acompanhe o avanço de forma visual

Acompanhar realmente de perto a evolução do projeto, por meio de um cronograma ao mesmo tempo geral e minucioso, é uma excelente prática, uma vez que proporciona uma visão bem mais ampla da proposta e de sua efetiva execução, assim como mostra as interligações entre etapas e demais planos.

Para estimular que o projeto esteja atualizado a cada novo status, defina uma data e até um horário para o fechamento do relatório — informando que toda sexta-feira, ao final do expediente, por exemplo, as atualizações serão enviadas para o patrocinador. Essa simples mudança de postura certamente estimulará os membros da equipe a manterem seus cronogramas e diagnósticos devidamente atualizados.

Combine regras e defina expectativas

É extremamente importante combinar tanto com o patrocinador como com o cliente de que forma e maneira cada um será atualizado sobre o projeto. Lembre-se de que divulgar informações muito detalhadas para a alta gestão pode, além de gerar um relatório ineficiente, gerar nada mais que ruído e confusão.

Com isso em mente, pense no perfil do leitor e no nível de detalhamento de informações de que ele necessita. Para diretores, pode ser necessário apenas informar sobre o avanço do escopo e a soma dos gastos até o momento. Por outro lado, para o PMO pode ser importante informar o SPI e o CPI do projeto em questão.

Outro ponto relevante é definir a periodicidade do relatório. Para alguns envolvidos, uma atualização semanal é mais que necessária, enquanto para outros só é preciso informar sobre o progresso da proposta em andamento uma vez por mês. O importante é combinar a regra do jogo previamente, o que também ajuda a economizar muito trabalho do gestor de projetos.

Mantenha a simplicidade

Nesse contexto, manter a simplicidade é fornecer o necessário, sempre tratando para que tudo seja facilmente interpretado. Assim, evite, a princípio, muito texto e informações extremamente detalhadas sobre o projeto. Esse excesso, além de tomar muito tempo para sua construção e revisão, pode tornar o relatório cansativo e até confuso.

Portanto, faça uma análise prévia e retire quaisquer detalhes que não ajudarão seu público a realmente entender o progresso atual da proposta, além de não acrescentarem nada no processo de tomada de decisões.

Invista na otimização da tecnologia

Toda tecnologia que permite otimizar tempo é sempre muito bem-vinda, não concorda? Se você pensar em quanto custa sua hora e o tempo de sua equipe, verá que é fundamental investir em softwares e ferramentas que contribuam para o ganho geral de tempo.

Project Builder, por exemplo, foi desenvolvido para automatizar a geração de relatórios, a fim de facilitar não só a construção relevante do relatório, como possibilitar a automatização do envio desses relatórios.

Às vezes, seus líderes de projeto precisam ter acesso a relatórios personalizados de áreas específicas de uma iniciativa, certo? Nesse momento, você pode economizar — e muito! — tempo com o Project Builder, que permite, sob demanda, criar relatórios personalizados extremamente visuais. Leve seu tablet para a próxima reunião e utilize seu dashboard em tempo real, ignorando definitivamente os atrasos causados pela impressora. Se quiser ajuda para se aprofundar em alguma das dicas, não deixe de pedir ajuda a um dos nossos consultores. E você pode ver uma demonstração completa do Project BI aqui!

Pense em todo o tempo que você poderia economizar se colocasse todas essas dicas em prática. Pois, para começar bem, que tal escolher duas ou três das sugestões listadas neste post e começar a executá-las hoje mesmo? Você só tem a ganhar!

 

gerente de projetos

12 maneiras de alavancar a sua carreira de gerente de projetos

Algumas pessoas já me perguntaram, inclusive leitores do blog, o que fazer para se tornar um gerente de projetos. Bem,  existem alguns caminhos para isso, mas o melhor a fazer é encontrar uma abordagem que funcione para você.

Aqui estão 12 maneiras para você construir a sua experiência como gerente de projetos, aumentar a sua formação e tornar -se um candidato fantástico que qualquer empregador teria a sorte de contratar!

 1 . Vídeos de treinamento

Muitas empresas , fornecem vídeos de treinamento de gerenciamento de projetos. O melhor de tudo é que você pode aprender no seu próprio tempo , em qualquer dispositivo capaz de reproduzir vídeo. Muitos dos vídeos disponíveis são extremamente curtos, o que os tornam adequados para assistir em qualquer lugar. Se você é do tipo de pessoa que prefere aprender sobre programação de projetos vendo alguém fazer na prática do que através da leitura de um livro, então vídeos podem ser uma ótima ferramenta para você.Em nosso canal no YouTube você pode encontrar o vídeo de Introdução ao Gerenciamento de Projetos e ver outros videos na Academia Project Builder.

2 . Twitter

Existem muitos líderes da gestão de projetos, assim como empresas de gerenciamento de projetos, que compartilham idéias interessantes e excelentes links no Twitter . Você não precisa ter uma conta no Twitter para ver o que está sendo compartilhado publicamente , para que possa começar de imediato sem uma senha, comece procurando por gerenciamento de projetos no Twitter , você encontrará assuntos relevantes sobre gerenciamento de projetos. Em um post anterior listamos alguns perfis de personalidades da gestão de projetos para seguir, veja aqui.

3 . Livros de Gestão de Projetos

Digite “gerenciamento de projetos ” no site da BRASPORT e você vai ver que existem vários deles . Nesse post listamos 6 livros que consideramos obrigatórios para gerentes de projetos. Os livros são um grande recurso na carreira, eles podem se tornar uma referência para o modo de gerenciar seus projetos. Percorrendo as livrarias (online ou na vida real ) você pode encontrar alguns que julgue mais adequados para a sua carreira.

4 . Palestras e workshops

Se a sua empresa vai pagar para você ir a eventos de gerenciamento de projetos, então vá! Estes podem ser ótimos lugares para ouvir oradores interessantes e também para fazer networking – fantástico para quem está a procura de um novo emprego.

5 . Revistas

Há uma seleção de revistas da indústria destinadas a todos os setores, e gerenciamento de projetos não é exceção. É imporatnte que você se mantenha atualizado com o que está acontecendo no mundo do gerenciamento de projetos.

6. Seu Mentor

Seu mentor pode ser um grande recurso na sua carreira , especialmente porque ele pode ter conhecimentos específicos sobre o que as empresas estão buscando. Ele pode te ajudar a manter-se atento às novas oportunidades de emprego e também ajudá-lo na prática, por exemplo , revendo seu currículo.

7 . Blogs

Há também milhares de blogs que você pode recorrer . O melhor lugar para começar é encontrar blogs escritos por seus autores favoritos de gerenciamento de projetos ou por empresas que você respeita. Muitos são atualizados diariamente, e neles você pode encontrar uma grande variedade de recursos disponíveis. Os blogs são uma fonte inesgotável de artigos instigantes . Busque um ou dois que você goste e que atendam às suas necessidades de carreira. Em nosso Blog você pode assinar os posts, assim não correrá o risco de perder um artigo que possa ser interessante para a sua carreira.

8 . eBooks

Muitas empresas têm e-books gratuitos para você baixar. Eles são interessantes, pois abordam assuntos bem específicos e possuem uma linguagem fácil, fazendo com que o conteúdo possa ser melhor assimilado. A Project Builder possui eBooks gratuitos que abordam temas importantes sobre gerenciamento de projetos, como por exemplo, 7 segredos para uma gestão de projetos de alta performance.

9 . A Biblioteca PMO

Se você não quer investir em livros, pergunte o que está disponível para pegar emprestado na sua biblioteca de PMO. Se o seu PMO não tem uma biblioteca, talvez seja a hora de começar a ter! Manter um estoque de textos fundamentais para gerentes de projetos na empresa é fundamental para agregar conhecimento aos seus colaboradores.

10 . O seu Gestor

Seu gerente é fundamental para seu plano de carreira , uma vez que será ele a pessoa a escrever -lhe uma referência para o seu próximo trabalho. Converse com seu gestor sobre suas aspirações de carreira e onde você quer chegar no futuro. Você pode se surpreender!

11. Webinars

Webinars são outra ótima maneira de começar o treinamento , e muitos webinars são gratuitos. Isso é ótimo se sua empresa não pode se dar ao luxo de enviar-lhe para cursos ou se você não tem tempo suficiente para passar fora dela. Aproveite ao máximo os webinars de gerenciamento de projetos gratuitos disponíveis. Na Academia Project Builder você encontra webinars sobre assuntos super relevantes sobre gerenciamento de projetos, palestrados por profissionais renomados como, Prof. José Finocchio, Maria Angélica Castellani, dentre outros.

12. Certificação PMP

PMP é a certificação do PMI para gerentes de projeto, reconhecida mundialmente. Se você quer alavancar a sua carreira como gerente de projetos, essa certificação é obrigatória. A certificação PMP atesta sua competência em liderar e dirigir equipes de projetos. Se você ainda tem alguma dúvida sobre o porquê deve obter essa certificação, leia o post que dedicamos a esse assunto.

Você conhece alguma outra dica? Compartilhe com a gente através de comentários!

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cronograma de projetos atualizado

5 dicas para manter o cronograma de seus projetos atualizado

Uma das tarefas mais importantes do gerente de projetos é acompanhar constantemente a quantas anda a execução do projeto, se as atividades estão sendo cumpridas de acordo com o cronograma e se estão dentro do prazo acordado. Afinal de contas, quando se gerencia uma proposta executada por um time inteiro, com várias tarefas sendo realizadas simultaneamente, é importante manter o cronograma de projetos atualizado, de modo que todos consigam acompanhar as etapas sem se perder.

E foi exatamente pensando em ajudá-lo nessa difícil tarefa de manter o cronograma de projetos atualizado é que resolvemos listar aqui 5 dicas que podem ser muito úteis! Quer saber mais? Então acompanhe:

Use gráficos de acompanhamento

Os gráficos para acompanhamento de projetos permitem que se visualize um panorama geral sobre seu progresso, devidamente comparado com o cronograma previamente definido. Por meio desses gráficos é possível analisar os detalhes e identificar se determinada tarefa está sendo executada dentro do prazo, se possui algum problema ou até se já foi encerrada.

Esse monitoramento por meio de gráficos ainda permite que o gerente do projeto e a equipe percebam quando alguma atividade não foi atualizada de acordo com os prazos estabelecidos, solicitando, assim, a revisão para o respectivo responsável pela tarefa. Assim fica muito menos estressante liderar um grande empreendimento, não concorda?

Atualize os status on-line

Hoje em dia já existem ferramentas com interfaces on-line, acessadas de outras formas que não apenas pelo aplicativo instalado no computador, tornando possível atualizar seu cronograma de qualquer lugar e a qualquer momento. Devido a essa facilidade, que tal reunir a equipe toda e incentivar seus colaboradores a realizarem as atualizações assim que elas são efetivamente feitas — ou, claro, o mais rapidamente possível?

Esse procedimento super simples já ajuda — e muito! — a evitar dúvidas com relação às atividades que já foram devidamente executadas, além de manter toda a equipe atualizada sobre o real andamento de cada uma das etapas do projeto.

Aproveite o potencial dos dashboards

O dashboard — ou painel de controle, em português — é uma ferramenta que possibilita a sumarização das informações disponíveis de uma forma extremamente clara e objetiva. É uma forma resumida e eficiente de acompanhar as atividades do projeto a fim de saber se tudo está caminhando de acordo com o cronograma, se as etapas já foram encerradas ou até mesmo se precisam ser atualizadas. Imagine como essa visão geral facilita a vida do gerente! Falamos aqui no blog há um tempo atrás sobre por que usar dashboards em projetos. Também lançamos anteriormente um e-book sobre dashboards estratégicos em parceria com a Toccato. Baixe o material aqui.

Informe sobre solicitações de mudança

Fato é que qualquer mudança, por menor que seja, pode ter um impacto significativo sobre o andamento do projeto. Assim, toda vez que uma nova alteração for solicitada, atualize o cronograma e inclua essas novidades. Analise todos os aspectos dessa alteração e esteja atento aos riscos que ela pode trazer à conclusão satisfatória da proposta. Dessa forma, toda a equipe do projeto consegue acompanhar as atualizações e quais serão seus possíveis impactos.

Atualize o cronograma periodicamente

Essa dica parece óbvia até demais, mas, em meio a tantas atividades acontecendo ao mesmo tempo, com diversas tarefas e obrigações a serem cumpridas, algumas vezes as pessoas acabam por se esquecer da atualização do projeto ou até preferem deixar para fazê-las de uma só vez, correndo o sempre existente risco do esquecimento.

Para evitar problemas futuros, programe-se para fazer suas atualizações o mais frequentemente possível, de preferência diariamente. Assim, além de manter seu cronograma sempre atualizado, você oferece aos envolvidos uma visão constantemente atualizada sobre o andamento do projeto.

Vale lembrar que atualmente existem softwares de gerenciamento de projetos exatamente para auxiliar na gestão cada vez mais prática e eficiente. E isso inclui o recebimento, em tempo real, da evolução das atividades do time envolvido. Não parece ser uma mão na roda? Se você pensa em implantar um software de gestão de projetos na sua empresa, mas não sabe quanto vai gastar ou o quanto pode economizar com isso, escrevemos um post sobre como calcular o ROI de um software de gestão de projetos.

Agora comente aqui e nos conte se tem mais alguma dica para ajudar os gestores a manterem seus cronogramas sempre atualizados! Que tal contar sua experiência com a gestão do tempo em um projeto? Compartilhe suas histórias e sugestões conosco!

 

atraso no projeto

Seu projeto atrasou? Saiba como minimizar danos e reorganizar datas

A partir do momento em que qualquer projeto é iniciado, a contagem regressiva começa a correr, e um atraso no projeto é uma situação que pode acontecer. Não há nada de incomum nisso, certo? Seja pelo acúmulo de tarefas por parte da equipe, por algum gerenciamento inadequado do cronograma ou pelos sempre possíveis imprevistos, atrasos são um risco constante para todo planejamento.

Nesse cenário, o ideal é que o gerente de projetos, ao elaborar previamente seu cronograma, trabalhe com prazos realistas, sem nenhum tipo de megalomania. Mas e quando, mesmo assim, um prazo é perdido? Nosso post de hoje lista algumas dicas que podem ajudar a minimizar os danos decorrentes desse empecilho. Então confira agora mesmo!

Reconheça a falha

Primeiramente, ao menor sinal de algum possível problema, analise a situação e crie um plano de ação para evitar os atrasos. Porém, caso os atrasos sejam simplesmente inevitáveis, o importante é agir rapidamente para controlar as consequências, não permitindo que tudo se transforme em uma bola de neve. Nessa hora, aceite que o prazo foi perdido, tome o controle da situação e esteja pronto para agir, criando planos de contenção para os danos.

Reúna recursos

Ao se deparar com um atraso no projeto, reúna todos os recursos necessários para analisar o problema e, só aí, tomar as decisões mais adequadas de acordo com a situação. Dependendo da natureza do atraso, esses recursos podem consistir no patrocínio do projeto, em especialistas técnicos, em vendedores, clientes, stakeholders e outros demais tomadores de decisão relevantes para o desenvolvimento da proposta.

Pondere as consequências

Os atrasos até podem ser aceitos à medida que o valor do projeto exceda as consequências do prazo perdido. Nesse caso, deve-se avaliar o todo, incluindo aí outros projetos que compartilhem dos mesmos recursos. Independentemente da natureza da proposta, fato é que certas consequências são bem mais prováveis de surgir, como o impacto nos custos e na disponibilidade dos recursos orçados, além do abalo no cronograma geral. Em alguns casos, pode também haver consequências no relacionamento com o cliente, situação que deve ser tratada com ainda mais cuidado.

Avalie as alternativas

Uma vez que as consequências já foram analisadas, o próximo passo é buscar soluções efetivas. A essa altura do campeonato, todas as alternativas devem ser muito bem examinadas e devidamente filtradas, a fim de que sejam colocadas em prática apenas aquelas que melhor se adequam ao projeto em questão. Em alguns casos, múltiplas soluções são possíveis, incluindo a prorrogação de prazos, a modificação das entregas, a obtenção de recursos adicionais ou até mesmo algumas mudanças no escopo da proposta.

Comunique as alterações

Uma vez que as soluções foram identificadas, deve logo haver uma aprovação por parte dos stakeholders. Para garantir esse consentimento, o ideal é que se apresente um plano de projeto devidamente revisado, informando as alterações de cronograma e todas as contingências relacionadas ao atraso. Além disso, esse atraso deve ser registrado informando as causas, as consequências e as alternativas de solução propostas. Dessa forma é possível manter a confiança tanto na equipe como no projeto em si.

Mesmo com todas as dificuldades e tentativas de acerto, as consequências geradas pelos atrasos também podem ser vistas de forma positiva, como sendo oportunidades de analisar exatamente que decisões levaram à falha para evitá-las no futuro e, possivelmente, melhorar as entregas!

Agora comente aqui e nos conte se já passou por alguma situação parecida! Como lidou com as consequências do atraso? Compartilhe suas experiências conosco e participe da discussão!

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Novo Editar EAP: gráfico de gantt, caminho crítico e planejamento facilitado no Project Builder

Agora é real: acabamos de lançar uma importante funcionalidade que mudará definitivamente como nossos clientes lidam com a estrutura analítica de projetos e com os cronogramas em si. A partir de agora, com o novo Editar EAP, será possível, em uma única página, realizar todas as operações de edição de EAP e de componentes. Essa facilidade permitirá uma experiência completamente nova para o planejamento — e o replanejamento — de projetos, em um formato muito semelhante ao Project da Microsoft (MS Project), mas com a diferença de ser feito diretamente no navegador. Essa é uma importante virada tecnológica do Project Builder, que abre um amplo e promissor caminho para a evolução da plataforma como um todo.

E para apresentá-lo adequadamente a essa novidade, separamos aqui, neste post, os principais pontos que essa evolução trará, como um guia rápido para explorar o máximo desse novo componente. Então vamos lá?

 Acesso ao grid de planejamento

Para ter acesso a essa funcionalidade, basta acessar a página dos detalhes do projeto e clicar no ícone calendário, chamado Editar EAP.

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Feito isso, sua próxima tela será o novo Editar EAP.

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O menu do recurso está estruturado da seguinte forma:

setas1: permitem navegar no gráfico de gantt, indo para a esquerda ou para a direita;

setas2: permitem comprimir ou expandir as atividades em fases ou vice-versa;

lupas: permitem dar zoom in ou zoom out no gantt;

setas3: permite dar o zoom necessário para adequar o tamanho da visualização à tela;

caber: as setas na diagonal permitem colocar no modo tela cheia;

fogo: evidencia o caminho crítico no gráfico de gantt;

novo:permite criar um novo componente;

del: remove o componente selecionado;

identar: permitem indentar ou recuar um nível de atividade.

Decomposição da EAP

Para iniciar a criação de uma EAP completamente do zero, comece clicando no ícone “+”. Quando pelo menos um componente já existir na EAP, você poderá selecioná-lo com o botão direito para acessar os detalhes e, caso seja necessário, alterar nome, datas previstas, duração, calendário, predecessores e descrição. Nesse momento, pode-se também adicionar um componente no mesmo nível ou abaixo e até remover totalmente tal componente. Além disso, é possível alterar todas essas informações diretamente no próprio grid, utilizando a célula correspondente.

Modificação

Com o novo Editar EAP será possível decompor a estrutura analítica de projetos, definir datas das atividades e criar dependências, tudo na mesma tela. Essa possibilidade de modificação torna o planejamento das atividades muito mais ágil, assim como o replanejamento, se for o caso.

Confirmação

Outra importante evolução trazida pela ferramenta é a não necessidade de confirmação de alterações. Assim, ao sair do campo, a atividade já é automaticamente salva no PB, impedindo que a informação se perca ou exigindo a espera de qualquer tipo de processamento para dar continuidade aos trabalhos.

Dependência

Com essas novas funcionalidades, a criação de dependência também se torna muito mais simples, sendo necessário apenas editar a coluna dos predecessores informando o ID da atividade sucessora e o tipo da dependência — FI: Fim para Início; II: Início para Início; FF: Fim para Fim; IF: Início para Fim —, utilizando as mesmas siglas já usadas no MS Project, além de + ou – para definir lag positivo ou negativo. Assim que a dependência é definida, já fica visível no gráfico de gantt.

Outra opção para a definição de dependência é simplesmente clicar sobre o componente com o botão direito e acessar a opção para sua definição. Aí é só delimitar as dependências e seus respectivos tipos.

Visualização e caminho crítico

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Toda modificação feita nos componentes da estrutura analítica fica visível do lado direito, onde se vê o gráfico de gantt sendo efetivamente montado. Nessa fase, a função “ajustar para caber” ajusta o zoom para mostrar todo o cronograma na mesma tela, enquanto o opção de “mostrar caminho crítico” evidencia em vermelho as atividades que fazem parte do caminho crítico.

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No gráfico de gantt também é possível editar facilmente a duração das atividades, apenas arrastando a barra correspondente à operação.

Simplificação do replanejamento

Um dos grandes focos do componente é facilitar o replanejamento dos projetos, concentrando, em uma única tela, operações que antes exigiam mais de um plano de visualização. Juntou-se, dessa forma, a experiência relacionada ao replanejamento do cronograma, a dependência e a duração em um único espaço, com a colaboração que só uma aplicação web permite.

O Editar EAP foi criado baseando-se nas necessidades dos nossos clientes, que sabem muito bem que, à medida que a gestão de projetos evolui dentro da companhia, cresce também a necessidade de torná-la mais dinâmica e ágil. Assim, é preciso garantir que as datas, as informações e os efetivos resultados sejam entregues para as pessoas certas da melhor maneira possível.

Estamos à disposição para receber feedbacks e deixar essa ferramenta — assim como todas as demais funcionalidades do Project Builder — ainda mais adequada para as necessidades dos nossos clientes. Então aproveite para nos contar agora mesmo o que você achou do Novo Editar EAP! Clique aqui e nos envie suas opiniões! Participe!

software de gestão de projetos

Como comparar softwares de gestão de projetos

O momento em que uma empresa decide adquirir um software de gestão de projetos é crucial para o seu sucesso no futuro. Afinal, é com essa ferramenta que os gestores irão administrar as iniciativas da organização dali em diante.

Para saber qual das alternativas disponíveis no mercado se adequa melhor à realidade do seu negócio e às demandas de gerenciamento de projetos, é fundamental compará-las entre si com base na contribuição que irão trazer para a empresa.

Para ajudar nesse momento de decisão, confira o guia que preparamos para comparar os softwares de gestão de projetos e escolher a melhor opção para o seu negócio:

Verifique as funcionalidades

O primeiro passo, e também um dos mais importantes, é saber se o software possui as funcionalidades que você precisa para gerenciar os projetos.

As funcionalidades fundamentais são o planejamento de prazos e tarefas a serem executadas e a possibilidade de organização das tarefas prioritárias e aquelas que possuem algum grau de dependência entre si.

No entanto, as ferramentas mais avançadas também permitem que sua empresa gerencie portfólios e programas, facilitando a tomada de decisão sobre a priorização de investimentos, por exemplo.

Analise o planejamento de recursos

Outra funcionalidade importante para um software é a possibilidade de gerenciar a equipe envolvida no projeto.

Não é raro que muitos projetos estejam competindo pelos mesmos recursos em uma empresa, por isso essa funcionalidade ajuda a planejar os recursos e evitar que os projetos prioritários fiquem sem profissionais capacitados em momentos cruciais da execução.

Outra vantagem é que os profissionais podem ser alocados de acordo com seus conhecimentos e habilidades, aumentando sua produtividade em função do projeto em que estão trabalhando.

Conheça a interface

Um aspecto fundamental a ser avaliado e comparado é a interface do sistema, ou seja, a forma como o usuário irá visualizar e interagir com o software.

Alguns produtos no mercado possuem uma experiência pouco amigável para o usuário final, o que pode prejudicar sua aceitação entre os funcionários.

Por isso, é fundamental pesquisar qual software oferece uma interface que, ainda que simples e amigável, seja capaz de executar todas as funções necessárias para o negócio.

De olho na nuvem

Os softwares que permitem o gerenciamento de projetos na nuvem também trazem grandes benefícios para as empresas, pois reduzem o custo inicial necessário para a implantação e o tempo para entrega da solução. Além disso, esse tipo de sistema pode ser utilizado a partir de dispositivos móveis, o que favorece o aumento da produtividade e a tomada de decisão onde quer que o gestor esteja.

Avalie a relação custo-benefício

Mesmo com tantas comparações de desempenho, o custo ainda é um dos critérios mais relevantes para as empresas que estão comparando softwares.

Para as empresas que querem custos reduzidos de implantação, os programas que funcionam na nuvem são uma boa opção, pois oferecem planos flexíveis adequados para a necessidade da empresa, otimizando o valor investido.

Além disso, em função do custo inicial reduzido, esse tipo de solução pode ser aproveitado por um tempo mais curto para que a empresa avalie a eficácia.

Pense no futuro!

Muitos softwares no mercado focam suas funcionalidades somente na parte tática e operacional do gerenciamento de projetos. Dessa forma, quando chega o momento de tomar uma decisão importante, a direção da empresa precisa avaliar cenários levantados por cada um de seus gerentes.

Por isso, outra questão a ser avaliada durante uma comparação é a possibilidade do software gerar relatórios que possam embasar a tomada de decisão em um nível mais estratégico, pois isso evita decisões subjetivas e otimiza o trabalho para organizar as informações.

E você, que aspectos leva em consideração ao comprar uma ferramenta de gerenciamento de projetos?

 

múltiplos projetos

5 dicas incríveis para quem precisa gerenciar múltiplos projetos

É bastante comum que um gerente de projetos acabe se embolando ao coordenar múltiplos projetos simultaneamente, não é verdade? Afinal de contas, gerenciar muitos trabalhos, recursos, escopos e cronogramas de uma só vez exige muita habilidade!

Um gerente de múltiplos projetos deve, por exemplo, ter a capacidade de se adaptar às diversas equipes sob seu comando, que variam de um projeto para outro, além de ser capaz de se comunicar bem, conseguir absorver e assimilar as informações relacionadas aos detalhes dos projetos e saber delegar tarefas aos respectivos responsáveis por cada equipe.

E foi pensando nas possíveis dificuldades e dúvidas que um gerente de projetos pode vir a ter nesse malabarismo de controle de vários projetos simultaneamente que resolvemos elaborar este post. Então confira agora mesmo nossas valiosas dicas:

Delegue tarefas

Quando um gerente precisa controlar vários projetos ao mesmo tempo, dificilmente terá condições para lidar com todas as mínimas questões sob sua responsabilidade, certo? E é por isso que delegar algumas tarefas — aquelas que não possuem um nível tão estratégico, por exemplo — para um membro mais qualificado da equipe pode dar o conforto e a segurança necessários para permitir que o gerente direcione seu foco para assuntos mais relevantes, uma vez que terá a certeza de que a atividade será bem executada.

Aloque recursos com antecedência

Muitas empresas têm como exigência manter as equipes com estruturas enxutas, sempre com o propósito de reduzir os custos e manter a competitividade perante o mercado. E isso se aplica, também, às equipes de projetos. É necessário, portanto, que o gerente de projeto consiga efetuar um planejamento a respeito dos recursos necessários com a devida antecedência. Assim, tanto a equipe como os gestores terão ciência da previsão dos gastos e do tempo em que estarão alocados no projeto.

Priorize os projetos

Elabore uma lista de prioridades para cada projeto. Assim, projetos com atividades mais críticas e com prazos menores devem ter uma atenção especial. Se possível, nomeie um líder qualificado para ser o responsável — pelo menos temporariamente — por um projeto que está caminhando bem em termos de cronograma e riscos. Dessa forma é possível focar no mais grave até a poeira baixar. Aproveite e veja neste texto algumas opções para criar seus relatórios de desempenho. Uma boa dica é ler o post que escrevemos sobre como definir prioridades em um ambiente de múltiplos projetosele certamente pode te ajudar.

Utilize um software de apoio

Outra boa opção para manter a organização dos projetos em pleno andamento é investir em um software de apoio à gestão. Dê preferência a uma ferramenta que ofereça funcionalidades de atualização automática sobre o andamento das atividades, que seja flexível e adequada a seu método de gestão. Se a tecnologia está aí para facilitar e otimizar os serviços, por que não usá-la a seu favor? Se você tem dúvidas sobre qual software escolher, leia esse post.

Controle sua agenda

Uma gestão de tempo eficaz é simplesmente imprescindível para que o gerente consiga dar a atenção que cada projeto requer. Nesse caso, manter a agenda sempre atualizada ajuda a monitorar o trabalho das equipes envolvidas e evita a perda de tempo com tarefas desnecessárias ou que não agreguem muito valor.

Essas dicas definitivamente não são a solução para todos os problemas que o gerente de projetos enfrenta, mas podem ajudar — e muito! — a coordenar as atividades para aliviar a correria do dia a dia, evitando sofrer com atrasos nos projetos. Mas cabe a você, gestor, a responsabilidade de sinalizar a seus superiores quando se sentir sobrecarregado com a quantidade de projetos que está gerenciando ao mesmo tempo, viu? Melhor garantir a qualidade do que equilibrar perigosamente riscos.

Agora comente aqui e nos conte o que achou das nossas dicas! Tem alguma outra sugestão que também possa auxiliar o gerente de projetos a lidar com a gestão de múltiplos trabalhos? Compartilhe suas dicas e experiências conosco!

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dividir um grande projeto

Por que é tão vantajoso dividir um grande projeto em pequenas etapas?

A execução de todo e qualquer projeto requer uma visão detalhada sobre como o escopo deve ser desenvolvido para que se chegue à solução final desejada pelo cliente. Quando o projeto é curto, envolvendo poucos recursos e menos tempo, fica bem mais fácil gerenciá-lo, certo? Mas para dividir um grande projeto, todo cuidado passa a ser pouco para que nada deixe a desejar e a equipe possa trabalhar adequadamente, realizando as entregas conforme o planejado.

Para não perder nenhum detalhe de vista, o gerente de projetos estipula o uso da Work Breakdown Structure (WBS) ou Estrutura Analítica do Projeto (EAP), um documento que tem como missão dar suporte à divisão do projeto em pequenas etapas, facilitando, assim, seu gerenciamento. Mas como uma simples decomposição do projeto em partes menores pode ajudar seu gerenciamento? Pois é exatamente o que você vai entender agora, acompanhando nosso post de hoje. Então confira:

Maior agilidade nas entregas

A primeira e óbvia percepção de melhoria no gerenciamento de um grande projeto que utiliza a WBS é relativa a seu controle sobre o cronograma, uma vez que passa a ser possível mensurar com muito maior precisão o tempo de realização de cada atividade, contribuindo, consequentemente, para a organização do tempo da equipe como um todo. Com etapas menores a serem cumpridas, a equipe do projeto mantém entregas mais rápidas e consistentes, deixando o cliente e demais envolvidos a par do desenvolvimento do projeto e cientes de quanto falta para sua completa conclusão.

Mais qualidade no planejamento

Quando já se tem a estrutura do projeto decomposta na EAP, não é mais preciso planejar todo o projeto de uma única vez. Nesse caso, o planejamento também pode ser segmentado de acordo com cada etapa, o que aumenta a precisão da equipe quanto à determinação de recursos e prazos efetivamente necessários.

Menor impacto na gestão da mudança

Grandes mudanças no escopo de um projeto impactam significativamente sua respectiva execução, podendo, inclusive, inviabilizar sua continuidade. Contudo, quando se tem um controle maior sobre cada etapa do projeto, as mudanças se tornam menores e menos prejudiciais, permitindo um controle de riscos muitos mais eficaz.

Mais dinamismo na gestão da equipe

Quando um grande projeto é dividido em etapas menores, o aproveitamento da equipe pode ser devidamente otimizado e direcionado segundo os esforços necessários a cada fase, facilitando a gestão e também a alocação dos profissionais em mais de um projeto por vez.

Maior precisão das métricas

Gerenciar dezenas de métricas de uma única vez pode não ser produtivo para uma equipe que precisa lidar com um grande projeto. Contudo, ao decompor a estrutura do projeto por meio da WBS, é possível determinar métricas específicas para cada etapa, facilitando o acompanhamento das ações.

Mais eficácia na mensuração de resultados

Com métricas mais próximas e certeiras a cada etapa do projeto, a mensuração dos resultados se torna bem mais fácil, otimizando o acompanhamento do desempenho da equipe por parte do gerente de projetos, que poderá tomar decisões corretivas em tempo real, contribuindo para a maximização dos esforços de todos.

Ainda não sabe como dividir um grande projeto em etapas menores? Pois clique aqui e confira nossas 5 dicas para facilitar a criação de uma EAP! E não deixe de comentar aqui para compartilhar conosco suas impressões e experiências! Participe!

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