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Autor: Braun

Ferramenta de gestão de projeto

Como uma ferramenta de gestão de projeto auxilia as operações de trabalho remoto?

O trabalho remoto tem se mostrado como uma ótima alternativa tanto para os funcionários — que podem praticar horários mais flexíveis e cumprir as tarefas do conforto de suas casas — quanto para as empresas, que não precisam alocar um espaço para abrigar todos os colaboradores e, geralmente, contam com pessoas mais produtivas.

Acontece que o trabalho a distância requer o mínimo de controle e coordenação entre os membros da equipe, o que podemos conseguir com a ajuda de uma ferramenta de gestão de projeto.

Por isso, neste post, descobriremos quais são as vantagens de sistemas desse tipo para as operações de organizações que permitem a prática do trabalho por meio do home office.

Vamos lá?!

Planejamento adequado do projeto

Antes do início de um projeto, o gestor precisa planejar muito bem todos os recursos necessários, as atribuições de cada membro da equipe — seja ele um colaborador remoto ou não — e o cronograma de entrega. Sem isso, todas as etapas seguintes e o desempenho dos profissionais poderão estar em risco.

Com um sistema de gerenciamento de projeto, o gestor pode inserir todos esses dados iniciais, centralizar a comunicação da equipe na mesma ferramenta, delegar e acompanhar as tarefas, analisar as metas, objetivos e a produtividade dos integrantes do time e muito mais.

Veremos a seguir um pouco mais sobre cada um desses elementos.

Comunicação interna e documentação

Para o correto andamento de um projeto, é fundamental que todos os colaboradores designados tenham conhecimento sobre o progresso das tarefas, as possíveis mudanças de rumo e que recebam feedbacks dos gestores. Por esse motivo, a facilidade de comunicação e o acesso às informações são tão importantes para o trabalho em equipe.

Nesse sentido, é preciso criar meios para que os trabalhadores remotos também se integrem ao time sem precisar de reuniões presenciais. Para isso, as ferramentas de gestão de projeto fornecem soluções para a otimização da comunicação, com o envio de mensagens e documentação de problemas e escolhas tomadas para concluir as tarefas.

Dessa forma, as informações relevantes ficam disponíveis para que todos os envolvidos possam consultar, evitando assim que cometam os mesmos erros e tirem dúvidas sobre os motivos de certas decisões de projeto.

Inclusive, previne-se a ocorrência de ruídos de comunicação e mal-entendidos (desde que as pessoas sejam instruídas a escreverem com uma linguagem clara), já que as conversas ficam registradas e com os participantes nitidamente identificados.

Sem contar que esses softwares também são capazes de armazenar arquivos do interesse de todos, como documentos em texto, planilhas, imagens etc.

Atribuição e acompanhamento de tarefas

Pode acontecer de mais de um colaborador se dedicar simultaneamente à mesma tarefa, especialmente em casos de equipes mal gerenciadas ou que não contam com uma boa comunicação interna.

Para evitar que isso aconteça, os sistemas de gestão de projeto oferecem ótimos recursos de gestão de equipe que permitem delegar atividades e gerenciar o andamento das tarefas com maior clareza.

Com isso, colaboradores que trabalham remotamente ou presencialmente sabem o que os outros colegas estão fazendo e não interferem nas tarefas uns dos outros. Trata-se de uma mentalidade de cooperação, com o objetivo comum de entregar o projeto com sucesso.

Além disso, os colaboradores conseguem ter melhor noção sobre os prazos e outros detalhes das entregas, para que sejam feitas da maneira mais eficiente possível. Também existe a possibilidade de visualizar quais são as tarefas pendentes, para que as pessoas saibam quais atividades podem pegar depois de concluírem a atual.

Análise de metas e objetivos

Outra vantagem das ferramentas de gerenciamento de projeto é o acompanhamento adequado das metas e objetivos.

Enquanto no trabalho presencial podemos ter uma forte presença dos líderes na supervisão das tarefas e cobrança de resultados, no trabalho remoto o desempenho do colaborador acaba sendo mais influenciado pelas metas e objetivos definidos para ele dentro do projeto.

Ainda que isso exija mais disciplina e organização por parte dos funcionários em regime de home office — afinal, o ambiente de casa é mais relaxado e com mais distrações —, os gestores conseguem agir se for necessário.

Se julgarem que o colaborador não está atendendo às expectativas de produtividade ou se não está cumprindo os prazos, podem usar os recursos de comunicação que explicamos anteriormente para contatá-lo, entender se há algum problema e como encontrar o melhor jeito de resolvê-lo.

Ao analisarem bem o cumprimento ou não dessas metas, os gestores ainda podem melhorar suas habilidades em estimar prazos para futuras atividades com determinados colaboradores.

Visualização de dados

Outro benefício interessante está na visualização de dados por meio de diagramas, tabelas e outros recursos gráficos na interface dos sistemas de gerenciamento.

Isso dá aos gestores a capacidade de fazerem a análise do projeto em tempo real e identificarem com facilidade qualquer problema que possa prejudicar a condução saudável das atividades — ou até mesmo a própria estratégia da empresa. Assim, é possível tomar decisões mais acertadas, com mais agilidade e sem achismos ou suposições.

Eles também conseguem visualizar a produtividade dos colaboradores segundo determinadas opções de métricas que o sistema disponibiliza. Só para se ter uma ideia, é possível comparar a produtividade dos funcionários e descobrir se, de maneira geral, aqueles que trabalham a distância costumam ter melhor performance ou não.

Portanto, podemos perceber que, além de auxiliar os tomadores de decisão a gerenciarem melhor o cronograma e o desempenho da equipe, esses sistemas incentivam a comunicação e criam um ambiente propício para a colaboração entre todos os membros do time.

Com todas essas vantagens, concluímos que um software de gestão de projetos tem todas as condições de favorecer a eficiência e a qualidade das tarefas de trabalhadores remotos, ao mesmo tempo em que permite um monitoramento apropriado por parte dos superiores.

E você, percebeu como esse tipo de sistema pode trazer uma série de benefícios para negócios que contam com trabalhadores remotos? Já utiliza uma ferramenta de gestão de projeto dentro da sua empresa e quer mais informações sobre esse universo? Então, assine a nossa newsletter e receba conteúdos como este diretamente em seu e-mail!

gestão de demandas

Como fazer uma gestão de demandas campeã

Um dos principais objetivos de um gestor com relação ao trabalho da sua equipe é conseguir mais organização e máxima eficiência, certo? Pois uma das principais formas de organizar melhor a rotina de trabalho é utilizando listas de tarefas e as organizando por prioridades. Mas o que fazer quando uma outra atividade que não estava contemplada na lista surge e precisa ser desenvolvida? No post de hoje vamos falar sobre como a gestão de demandas pode ajudar o gestor a organizar melhor a rotina do seu time e obter cada vez mais eficiência e melhores resultados. Então acompanhe:

 O que é a gestão de demandas?

Como se pode definir como demanda tudo aquilo que surge com a necessidade de ser realizado, a gestão de demandas nada mais é do que prever, identificar, planejar e gerir, de forma sistêmica, toda necessidade de trabalho que venha a surgir tanto para a empresa como um todo como especificamente para seus setores. Se você ainda ficou com dúvidas sobre o que é gestão de demandas, leia esse post.

Como ela pode ser feita?

Normalmente a gestão de demandas é feita utilizando dados históricos da empresa, bem como sua frequência de ocorrência. Mas vale lembrar que a gestão de demandas não se restringe somente à identificação das necessidades, sendo necessário saber gerenciá-las também. Que tal algumas dicas mais práticas? Dê só uma olhadinha:

Padrões de necessidade

Para se gerir devidamente as demandas, sejam elas de consumo interno ou externo, é preciso, em primeiro lugar, identificar padrões. Assim, como dissemos anteriormente, é necessário utilizar os dados históricos para entender como essas necessidades surgem e qual exatamente é sua frequência.

Para exemplificar melhor, podemos utilizar a previsão de vendas como gestão de demandas. Se os gestores identificam que, em determinado período do ano, as vendas aumentam, o que se repete sistematicamente, então a empresa deve se preparar para um aumento nas vendas nesse mesmo período, sabendo que seu faturamento será mais alto.

Trazendo isso para o contexto interno, vamos utilizar como exemplo o resultados dos custos do setor. Suponhamos que mensalmente o gestor precise reportar à área financeira os custos de seu departamento nesse período. Então o gestor, juntamente com sua equipe, deve compreender esse padrão e entender que todo mês existirá a demanda para envio desse relatório. Simples assim!

Planejamento da rotina

Agora que os padrões foram identificados, é possível que gestores e membros da equipe consigam planejar melhor o que deve ser feito. Quando a identificação das necessidades é realizada e bem planejada, é possível controlar melhor a rotina e lidar mais adequadamente com problemas inesperados, sem que essas demandas de última hora perturbem desnecessariamente a rotina do setor.

Gestão das demandas

Com a identificação das necessidades e o planejamento sendo realizados adequadamente, resta realizar a gestão propriamente dita de todas as demandas. Isso inclui planejar uma programação para o desenvolvimento de todas as atividades que já foram levantadas e, ainda, continuar com a identificação de futuras demandas, bem como com o planejamento de cada uma delas.

Viu como fazer a gestão das demandas é uma atividade cíclica, que busca se antecipar às necessidades e se programar para cada uma delas, de forma que a rotina do time seja bem mais organizada e produtiva? A partir daí os problemas e as atividades que eventualmente surgem de última hora podem ser encaixados sem desestabilizar a estrutura de todo o setor.

Agora nos conte aqui nos comentários se esse processo de gestão de demandas existe em sua empresa! Como essa administração é feita? Compartilhe suas experiências conosco e participe da conversa!

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gerentes de projetos

6 lições de Game of Thrones para gerentes de projetos

Game of Thrones é uma série da HBO baseada nos livros de George R. R. Martin, que mostra a disputa pela coroa dos sete reinos. Uma história em meio a muitas intrigas, ao cantar das espadas e ao barulho metálico das armaduras. Não muito diferente da vida dos gerentes de projetos, que precisa enfrentar todo tipo de obstáculo para levar os seus projetos até os seus objetivos.

Adaptando as lições de Game of Thrones ao dia a dia do gerente de projetos, compartilhamos o que de melhor pode ser extraído da série para ajudar a vida do nosso herói, o gerente de projetos. Confira agora 6 frases que contém ensinamentos valiosos! Mas, atenção! Se você ainda não assistiu a primeira temporada, esse post contém spoiler!

1. “O homem que passa a sentença deve balançar a espada.” – Eddard Stark.

Em todo projeto existe uma decisão difícil que precisa ser tomada, e você não pode fugir dela. Um pequeno problema negligenciado no início do projeto pode originar uma grande crise que poderia ter sido evitada com pouco esforço. Ned Stark nos lembra: “Aquele que se esconde atrás de carrascos logo se esquece de que é a morte.” Os gerentes de projeto não podem delegar todas as suas responsabilidades e devem ter a coragem de fazer o certo mesmo quando se trata de uma decisão difícil.

2. “Um Lannister sempre paga suas dívidas.” – Tyrion Lannister

A credibilidade é uma ferramenta primordial para todo gerente de projetos e a maneira mais rápida de perder o respeito, e poder, é prometer coisas que você não pode entregar. Por outro lado, durante todo o projeto precisamos lidar com diferentes partes interessadas e diferentes interesses, e cabe ao gerente de projetos negociar e gerenciar conflitos, sem prometer o que não pode cumprir. Já com a equipe de projetos, é fundamental criar esse relacionamento de confiança e respeito. O melhor caminho para levar as pessoas a fazer coisas para você é seguir o ditado da família Lannister. Lembre-se: em sua próxima reunião, quando prometer algo, cumpra.

3. “Qualquer homem que precisa dizer, eu sou o rei, não é um verdadeiro rei.” – Tywin Lannister

A verdadeira autoridade não é dada, é conquistada, logo, é um processo que precisa ser construído, seja você o gerente do projeto ou o diretor da empresa. As pessoas te seguirão não pelo que você diz que deve ser feito, mas pelo exemplo e pela inspiração que suas ações demonstram. Os melhores líderes são seguidos com base na vontade coletiva, não porque eles dizem: “Eu sou o chefe.” Poder e influência muitas vezes vêm de lugares inesperados.

4. “Eu avisei para não confiar em mim.” – Mindinho

A habilidade de gestão matou Ned Stark. Ele negligenciou a cultura da empresa, acreditando que poderia transferir a cultura da sua empresa anterior (Winterfell) para a atual (Porto Real). Ele exige que os outros mudem, para se ajustarem a sua visão de como um país deve ser governado. É muito comum profissionais de projetos tomarem essa postura acreditando que será mais fácil implementar a mudança tendo como base sua experiência anterior. Assim como na série, a realidade é muito cruel, e a negligência pode custar milhões para a empresa e até a sua ‘cabeça’. Por isso, não tenha medo de ser flexível. Use o conhecimento da cultura da empresa em sessões de planejamento do projeto.

5. “O inverno está chegando.” – Casa Stark

Gerenciar projetos é permanecer vigilante. Os projetos assim como o mundo são incertos. Sempre inovar, manter-se forte, e planejar o futuro é o que diferencia os amadores dos gerentes de projetos profissionais. Está preparado para o inesperado é essencial. Gerenciar projetos e tomar decisões focando onde se pretende chegar. Gerentes de projetos que buscam conquistar grandes resultados devem estar preparados para os obstáculos futuros e planejar sua superação. Abrace o inverno, especialmente quando todo mundo está distraído e aquecendo-se ao sol.

6. “O caos não é um pit. O caos é uma escada.” – Mindinho

Os tempos caóticos revelam a força de um líder, seja uma dificuldade econômica ou uma mudança tecnológica, saiba que se está difícil para você, também está difícil para o seu concorrente. Quando os tempos são bons, é fácil gerenciar projetos. Somente quando reina o caos é que se destacam os melhores gerentes de projetos. Os GPs eficazes não são frustrados por desafios, eles usam os desafios como catapulta para atingir um novo patamar. Como Littefinger, destaca: “Muitos que tentam escalar falham e nunca chegam a tentar novamente. A queda quebra-os”. O sucesso acontece para aqueles que não se dão ao luxo de cair, não desistem e continuam a subir.

Game of Thrones é uma série enorme e com certeza muitas outras lições virão. E você, aprendeu mais alguma lição em Game of Thrones que não citamos neste post? Adicione-as nos comentários abaixo, mas certifique-se de avisar sobre spoilers!

Referência: http://www.quora.com/What-are-the-best-leadership-lessons-to-learn-from-Game-of-Thrones

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colaboração entre os departamentos

Como incentivar a colaboração entre os departamentos da sua empresa

Para sua empresa realmente dar certo, não basta selecionar os melhores colaboradores para seus projetos e montar equipes fortes que trabalhem bem internamente. Estas equipes precisam conversar entre si, buscando as melhores soluções para o projeto como um todo. A verdade é que, para um projeto desenrolar de maneira eficiente em todas as etapas e ter os melhores resultados possíveis, precisa existir cooperação entre os departamentos.

Pensando nisso, separamos três dicas essenciais para você melhorar a colaboração entre os departamentos da sua empresa, aqui estão elas:

Crie canais de comunicação eficientes

A principal causa para uma cooperação fraca entre departamentos é a falta de comunicação, que pode ocorrer por vários motivos. Primeiramente, os processos de comunicação podem estar tomando muito tempo e, por isso, são deixados de lado por seus colaboradores. Em segundo lugar, as equipes podem simplesmente não ter a percepção da importância dos canais de comunicação.

Os dois problemas podem ser resolvidos com simplicidade. O segundo é solucionado quando se inclui processos de comunicação nos próprios fluxos de trabalho, ou seja, a comunicação entre departamentos passa a fazer parte de cada uma das etapas do projeto. Esta obrigação de conversar com outros departamentos em cada fase permite antecipar-se ao problema.

Por outro lado, o problema do grande consumo de tempo dos processos de comunicação pode ser resolvido ao se criar canais eficientes. São dezenas de exemplos, mas podemos citar a criação de reuniões semanais com pauta definida e tempo máximo de duração, o uso de sistemas de comunicação eletrônica (messengers internos) e o encorajamento do uso de linguagem mais direta nas trocas de e-mail.

Por fim, caso seja possível, uma boa solução é aproximar fisicamente equipes que estejam trabalhando em um mesmo projeto. A proximidade favorece a comunicação, que pode ser feita de modo muito mais rápido e direto quando se está trabalhando na mesa ao lado.

Apresente o projeto global para todos

A falta de cooperação entre os departamentos também pode ocorrer porque as equipes simplesmente não entendem o que fazem as outras e qual é a importância dos seus respectivos trabalhos para o projeto como um todo. Cada equipe está imersa em suas próprias atividades, sem ter conhecimento sobre o que fazem os outros.

Apresente o projeto completo, em cada uma das suas etapas, para todos os seus colaboradores. Também permita que cada um dos departamentos apresente, em todas as fases do projeto, qual será seu papel. Uma outra estratégia eficiente é, quando surgirem novos projetos, encorajar eventuais trocas de membros de um departamento para o outro. Esta prática pode favorecer enormemente o conhecimento do trabalho de outras equipes.

Utilize um software de gerenciamento de projetos

A utilização de um bom software de gestão de projetos pode ajudar muito na cooperação entre departamentos. Nele, seus colaboradores podem enxergar o que cada uma das equipes está desempenhando dentro de cada fase do projeto e como esta atividade impacta em seu próprio trabalho (e nos resultados do projeto como um todo).

Os relatórios também favorecem a identificação, por parte do gerente de projeto, de quais processos de trabalho não estão se comunicando. Um bom software de gerenciamento de projetos permite que se enxergue as atividades de cada um dos membros das suas equipes e de como estão alocando seu tempo. Isso permite um esforço proativo de colocar as equipes para conversarem entre si, antes que essa falta de comunicação comece a gerar problemas ou evite a criação de soluções mais eficientes. Para saber o quanto pode economizar com uma gestão de projetos profissional, utilize a nossa calculadora de ROI da gestão de projetos.

Como já foi dito, o segredo para uma eficiente cooperação entre departamentos é a comunicação, que ocorre quando você a inclui nos fluxos de trabalho de cada uma das fases do projeto. A eliminação de barreiras físicas e a criação de canais simples e diretos também é muito importante. Muitas vezes, a falta de cooperação ocorre porque seus colaboradores não conhecem os trabalhos uns dos outros; isso é resolvido ao se apresentar o projeto global para todos.

Para isso, o PM Canvas se qualifica como uma excelente ferramenta, já que em uma única página é possível avaliar todo o projeto, como um diagrama visual, que integra o escopo, os requisitos, as premissas e outros fatores. Desta forma, todos os times envolvidos têm acesso a uma visualização sistêmica do projeto que colabora, assim, com a integração e com a colaboração em prol de um mesmo objetivo.

As três dicas dadas acima podem ser adotadas individualmente ou, melhor ainda, ao mesmo tempo, otimizando ao máximo a colaboração entre os departamentos. Dessa maneira você diminui os erros provenientes da falta de colaboração e, consequentemente, o dinheiro e tempo desperdiçados na execução de um projeto.

E você, consegue pensar em alguma outra boa solução para a falta de colaboração entre os departamentos da empresa?

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equipe de ti

5 dicas para gerir uma equipe de TI

A gestão da equipe de TI é um fator decisório entre o sucesso e o fracasso de muitos projetos nas empresas, não é mesmo? Nesse cenário, os gestores acabam sendo responsáveis por controlar a execução das tarefas, manter uma boa comunicação entre toda a equipe, garantir que os prazos serão respeitados e, além de tudo isso, ainda motivar os profissionais com quem trabalha. Muitas atribuições para uma pessoa só? Pois confira nossas dicas e conheça alguns passos que podem facilitar esse trabalho! Acompanhe:

Comunicar-se bem

Como a comunicação é um ponto muito importante na gestão de qualquer equipe, sua falta ou sua falha pode gerar sérios problemas. Se a equipe de TI trabalha alinhada em projetos e outros serviços da empresa, por exemplo, é preciso que não só o setor como todo o time se comunique muito bem. Essa sintonia certamente facilitará bastante o dia a dia de todos. Quando a equipe se comunica adequadamente, com um sabendo direitinho o que o outro está fazendo, todos conseguem ver como está o andamento dos projetos, quais serviços estão sendo realizados na empresa e até o que ainda está por vir. E esse alinhamento de expectativas, de processos e de incumbências deve ser providenciado, pelo menos a princípio, pelo gestor.

Alinhar os objetivos

É essencial que os objetivos estejam alinhados dentro da própria equipe a fim de que os resultados esperados sejam alcançados. Nesse sentido, a equipe precisa conhecer os escopos de projetos em andamento, além de saber detalhadamente a respeito de todas as etapas dos processos dos quais participam para que seus membros sejam capazes de entender a importância do trabalho desenvolvido. E todas essas informações são devidamente disponibilizadas pelo gestor do time.

Ter atenção aos prazos

Cumprir prazos é tarefa fundamental para as equipes de TI, mas sabe-se que esse é um requisito normalmente bastante problemático para o setor. Muitas vezes a dificuldade está em um planejamento não tão minucioso ou até na alocação inadequada de pessoas. Pois é o gestor de TI quem possui conhecimento para dimensionar com a devida qualidade os prazos e a alocação de seus funcionários, além de supervisionar planejamentos e acompanhar o dia a dia de todo o trabalho sendo desenvolvido no departamento. Assim, é ele também o responsável por implementar mudanças em tempo hábil a fim de que tudo saia como manda o figurino.

Motivar a equipe

Quando muitas pessoas trabalham juntas, cabe ao gestor controlar o nível de motivação e o clima positivo entre os membros da equipe. Promover ações motivacionais, fazer elogios, saber a maneira certa de apontar erros e sempre tratar os colaboradores com respeito ajuda a manter o estímulo, o que leva a uma equipe muito mais produtiva. E produtividade cumpre prazos, que acompanham expectativas, que geram satisfação, que, por sua vez, motivam! É um ciclo de positividade!

Agir como líder

Um gestor de TI não deve agir como chefe, apenas delegando funções, apontando erros e criticando o trabalho da equipe. O bom gestor de TI deve agir como um verdadeiro líder, mostrando-se disponível para ajudar seus colaboradores, incentivando as pessoas a conseguirem concluir suas tarefas no prazo e demonstrando confiança na equipe. Essa postura fará com que o time o respeite mais, acredite mais em sua gestão e, ainda, ajude a manter um ótimo clima no espaço de trabalho.

E então, pronto para melhorar de uma vez por todas seu ambiente de trabalho? Conseguiu se reconhecer nessas dicas? Comente aqui e compartilhe suas impressões e experiências conosco!

 

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Metodologia de Projetos

4 erros na implantação de uma metodologia de projetos

O uso de metodologia de projetos tem facilitado o desenvolvimento de novos produtos, ferramentas e serviços. A necessidade de se otimizar recursos, tanto materiais, humanos quanto de tempo, além de manter a equipe organizada e motivada para alcançar os objetivos, tem feito com que as empresas, mesmo as de pequeno porte, adotem metodologias em seus projetos.

Por outro lado, esse crescimento no uso das metodologias fez também com que muitos erros fossem cometidos durante todo o processo. As falhas podem prejudicar os resultados de um projeto, atrasá-lo ou até mesmo levá-lo ao fracasso. E nenhum gestor quer colocar tudo a perder! Nesse ponto, verifica-se a importância de saber implantar uma metodologia adequada às especificidades do projeto.

Abaixo listamos quatro erros comuns na implantação de uma metodologia de projetos. Aprenda com eles e evite-os.

1. Tentar adaptar a metodologia à empresa

Muitos gestores acreditam que o legado da empresa é imutável. E que, graças a isso, toda nova metodologia precisa se adaptar a ela. Mesmo que esse não seja um erro tão impactante, é muito importante entender que as adaptações na metodologia não devem fazê-la perder o sentido. Por exemplo, se a intenção é usar métodos ágeis, não elimine as interações de software apenas porque seus desenvolvedores não conseguem cumprir prazos.

Muitas metodologias quando adaptadas perdem a essência do controle da gestão, tornando-se ineficazes.

2. O gestor não conhece ou não acompanha a metodologia

Adotar uma metodologia para gerir um projeto significa implementar novas formas de trabalho, de métricas e de apresentação de resultados. Mesmo com todo o conhecimento disponível e com a crescente necessidade desse tipo de padrão, ainda há gestores que desconhecem metodologias mais recentes. Dessa forma, antes de escolher sua metodologia, converse com seu time e descubra se todos estão familiarizados com o modelo. Caso não estejam, é o momento de treinar os funcionários.

Destacar um gestor para trabalhar com uma metodologia que ele não conhece pode gerar atrasos de cronograma e até desvio dos objetivos principais, trazendo prejuízos para a empresa.

3. Acreditar na metodologia como salvação

Há um ponto em que metodologia alguma deve ser implementada: quando o projeto não dá certo. Aplicar uma metodologia no andamento do projeto obrigará seu time a redesenhar toda a estratégia e refazer grande parte da execução. Esse tempo perdido só é justificável quando os objetivos precisam cumprir um cronograma muito rígido. Do contrário, o indicado é que se recomece o projeto adotando a metodologia desde o início.

Muitos gestores apostam em metodologias como a salvação de projetos que não tiveram uma boa base de planejamento e execução. Nesses casos, a metodologia apenas tornará o processo mais árduo para o time.

4. Falta de métricas definidas

Toda metodologia é baseada em métricas definidas de resultado. Seja o número de linhas de código escritas ou unidades de um novo produto fabricado. Sem essas métricas é impossível entender para onde o projeto se encaminha. Algumas empresas focam apenas no objetivo final do projeto e se esquecem que quebrar esse objetivo em metas menores e acompanhar de perto sua evolução aumentará as chances de sucesso.

Assim, procure estabelecer desde o primeiro dia as principais métricas do seu projeto e como a metodologia irá auxiliá-lo para alcançá-las.
Ficou alguma dúvida sobre o assunto? Aproveite os comentários abaixo para entrar em contato.

comunicação na equipe

5 dicas para melhorar a comunicação na equipe

Um problema mais do que comum nas empresas é a dificuldade de comunicação na equipe: entre gerentes de projeto e demais funcionários. Acredita-se até que uma grande parte dos documentos que são enviados pelos gerentes aos interessados se quer são lidos. Se você tem esta dificuldade em sua empresa, com certeza irá gostar deste post. E então, vamos conferir?

1. Use painéis informativos

Esse tipo de ferramenta é bastante útil porque concentram em apenas um lugar todas as informações de determinado projeto e, ainda por cima, são facilmente encontradas em ferramentas para gerenciamento de projeto. Os interessados podem visualizar o painel de informações com os dados apresentados sob medida para o seu entendimento.

2. Crie uma agenda de comunicação

Funcionários e demais interessados podem ficar confusos se receberem informações com muita frequência. Para resolver este problema, estabeleça datas em que novas informações serão divulgadas. Deixe de lado a confusão de uma maneira simples, assim os próprios interessados procurarão as informações nas datas corretas.

3. Utilize vídeos

Muitas vezes, apenas palavras não são suficientes. Se sua empresa pretende construir um novo escritório ou outro espaço físico, use vídeos que mostrem o progresso da construção para a equipe. Isso pode servir para qualquer outro projeto que esteja em andamento e requer atenção de todos. Assim, os membros da equipe ficarão bem mais curiosos sobre o assunto e terão mais disposição para conversar sobre o projeto.

4. Explique tudo

Muitas vezes a equipe perde o interesse em um projeto simplesmente por não saber do que se trata. Sabe-se bem que em uma empresa, ou em um negócio, é inevitável a criação de palavras que explicitam de maneira mais específica uma determinada função.

Tente deixar tudo muito claro para os membros de sua equipe na hora de colocar em prática seu projeto. Lembre-se que as informações devem ser apresentadas de tal forma que mesmo pessoas não envolvidas entendam o projeto e suas especificidades.

5. Reuniões

Para conversar com os membros de sua equipe, nada melhor do que marcar reuniões semanais ou mensais para discutir os principais pontos de um projeto. Assim, todos terão um momento específico para se atualizar e, além de tudo, construir táticas para melhorar a comunicação entre a equipe. Além disso, é importante que sejam estipuladas as datas e eventos importantes do projeto para que, conforme a proximidade destas, o time possa se organizar para que a comunicação se dê de maneira mais eficiente e prática.

Colando em prática

Como você pôde perceber, não é tão difícil melhorar a comunicação na equipe. Colocando em prática esses simples 5 passos você já conseguirá alcançar um bom resultado. Sua equipe e empresa agradecem!

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práticas da gestão de demandas

As 3 melhores práticas da gestão de demandas

Empresas dos mais variados setores, indo de bens de consumo à tecnologia da informação, têm cadeias de produção cada vez mais complexas e extensas, com uma segmentação de mercado sofisticada e consumidores altamente capacitados. Nesse cenário, torna-se um verdadeiro desafio equilibrar oferta e demanda, não é mesmo? Pois algumas empresas não só conseguem fazê-lo, como o conseguem de modo exemplar. Mas qual será o segredo das práticas da gestão de demandas?

A gestão de demandas é um processo que apoia integralmente os objetivos da empresa ao direcionar as decisões tomadas no presente visando o futuro, tudo devidamente previsto por meio de pesquisas de inventário, ciclos de demandas e assim por diante. Como prover um nível de serviço altamente eficiente para o cliente é fundamental, com um perfil de gestão proativo em vez de reativo é possível aumentar a produtividade dos projetos, reduzindo erros, prevendo resultados e ajustando a capacidade de recursos alocados para a execução de tais demandas. Nesse post damos dicas de como fazer uma gestão de demandas campeã.

Que tal conhecer algumas dicas sobre as melhores práticas da gestão de demandas e agilizar o processo da sua empresa como um todo a partir de hoje? Então confira nosso post e saiba por onde começar:

Conhecer os clientes e suas necessidades

Quando você conhece e entende as reais dificuldades do cliente, pode decidir sobre quais mecanismos são os mais apropriados no gerenciamento da demanda de seus serviços. Uma empresa de tecnologia, por exemplo, pode separar suas necessidades de demanda em três tipos de serviços diferentes: demandas de manutenção evolutivas, corretivas e novos sistemas. A partir daí fica muito mais fácil estudar o histórico dos requerimentos e determinar quanto de cada serviço geralmente é necessário, possibilitando, assim, uma previsão mais precisa de demandas futuras.

É importante observar, contudo, que há muito por trás do comportamento das demandas, devendo-se prestar atenção às condições e à natureza a partir das quais elas surgem, pois alguns desses condicionantes podem ter frequência regular e previsível.

Manter a consistência dos processos

Implementar uma forma padronizada para atender às solicitações de demandas influencia em seu modo de gerenciamento. Quando há essa preocupação, a empresa adapta seus processos internos a fim de criar um fluxo de demandas mais eficiente, a comunicação entre os departamentos envolvidos afeta diretamente o andamento dos processos internos e os indicadores finais criam um histórico consistente — que, depois, informa futuras previsões e correções de fluxo com mais precisão. Tudo isso evita análises com base em exceções inconsistentes, o que assegura um padrão de qualidade insubstituível.

Revisar procedimentos regularmente

Um dos elementos principais para o sucesso da gestão de demandas está em revisar os procedimentos com frequência, no mínimo uma vez por ano. Ao se fazer isso, é essencial ter claramente em mente o desejo de aumentar a precisão do inventário e das previsões, elevar o rendimento dos serviços e aumentar a eficiência dos processos. No fim das contas, estar disposto a fazer os ajustes necessários, mesmo que drásticos ou arriscados, é o que pode dar vantagem a seu negócio, já que a capacidade de mudar e se adaptar de acordo com os desafios dos clientes é o que torna sua empresa mais preparada para lidar com erros e mais apta a conquistar novos objetivos.

Como por trás da demanda há sempre um cliente ansioso por ser ouvido e atendido, para agilizar o procedimento, mais e mais empresas buscam por ferramentas que facilitam a gestão de requerimentos nas empresas, afinal, a gestão antecede a produção e é onde qualquer desperdício de tempo tem o potencial de afetar muito mais partes do processo.

Você está procurando as melhores soluções para a gestão de demandas? Tem mais dicas ou sugestões para tornar essa gestão mais eficiente? Compartilhe suas ideias conosco nos comentários e participe da conversa!

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gerenciamento de escopo

Guia da gestão de projetos: gerenciamento de escopo

O sucesso da gestão de um projeto não é causado por sorte. Na verdade, isso é a soma de vários fatores, que convergem juntos para esse objetivo.

O planejamento, a organização, a dedicação do time, o acompanhamento de métricas e um cronograma bem definido são alguns dos pontos que podem ser apontados como fatores que influenciam diretamente nos resultados de um projeto. Cada um impacta no sucesso da estratégia da sua forma, o que exige uma grande atenção do gestor para garantir que eles sejam capazes de gerar bons resultados.

Por outro lado, muitos empresários não percebem que o cerne da gestão de um projeto é o gerenciamento do seu escopo. É ele que define todo o trabalho que precisará ser desenvolvido, possibilitando uma ampla visão do que deverá ser feito. E mal estruturado, o escopo pode causar um grande impacto nos resultados de cada etapa.

Em outras palavras, o escopo é crucial para a definição de todas as rotinas do planejamento. Isso permite ao gestor entender se ele está alinhado aos objetivos da empresa e avaliar os benefícios em potencial da iniciativa. Além disso, ele torna o planejamento mais eficaz e evita que rotinas sejam executadas mais de uma vez.

Você quer saber mais sobre o tema e como definir o escopo para os seus projetos? É só continuar a leitura deste post e esclarecer suas dúvidas!

Mas, afinal, o que é o escopo do projeto?

O escopo pode ser visto como todo o trabalho que será executado para atingir as metas e objetivos de um projeto em cada uma das etapas. Basicamente, ele é o conjunto dos requisitos necessários para que o produto, serviço ou resultado esperado com o projeto seja entregue para o cliente. Sem ele, a empresa pode ter dificuldades para avaliar até que ponto vão as obrigações de um time.

A definição desse escopo é feita nas etapas iniciais do planejamento, uma vez que por meio dele que serão definidos os recursos, os times, os investimentos e outros detalhes operacionais de cada etapa. Esse é um dos momentos mais importantes da iniciativa, uma vez que um escopo mal projetado pode gerar grandes riscos para o negócio.

Como o gerenciamento de escopo afeta a rentabilidade de um projeto?

O gerenciamento de escopo é crucial para o sucesso do projeto. Para alguns especialistas, ele é visto como um dos pontos mais importantes de um projeto corporativo, uma vez que a sua definição implica diretamente na distribuição de recursos, na estrutura interna de times e nas metas de performance. Além disso, ele também impacta nos prazos e gastos que serão realizados para viabilizar cada etapa.

Se o escopo não for bem definido, atrasos serão mais frequentes e o planejamento terá dificuldades para garantir a qualidade do projeto. Isso será fruto de modificações não programadas ocorrendo com mais frequência e da dificuldade de identificar as melhores estratégias para atingir os objetivos propostos.

Conforme os atrasos se tornam mais recorrentes, a rentabilidade do projeto cai. Multas pela não entrega de resultados em dia poderão ser aplicadas, além dos riscos da iniciativa ser cancelada e a empresa perder todos os recursos investidos.

Já a presença de erros em grande quantidade afeta a capacidade da companhia de evitar desperdícios. As taxas de trabalho serão maiores, o que cria um fluxo de gastos não programados. Já o investimento em novas matérias-primas será necessário, uma vez que a companhia deverá refazer parte dos seus produtos.

É fundamental, portanto, que a empresa trabalhe lado a lado com todos os envolvidos para documentar cada requisito, métrica ou objetivo da maneira mais clara e direta possível. O gestor também deve atuar para que o controle sobre o escopo seja mantido com precisão, ainda que mudanças aconteçam.

Essas ações minimizam desvios no planejamento e favorecem a gestão diária dos fluxos de trabalho. Cada time terá uma noção exata do que deve ser feito, reduzindo drasticamente as chances de um resultado estar fora do esperado. Ou seja, a companhia terá um fluxo de trabalho muito mais inteligente e dinâmico.

Como efetuar o gerenciamento de escopo com qualidade?

O gerenciamento de escopo deve ser feito a partir de uma série de estratégias, que reduzem riscos e melhoram a capacidade do gestor de compreender todos os pontos que impactarão no sucesso do projeto. Portanto, nas etapas iniciais do planejamento, a companhia precisa estar atenta a cada um dos itens de risco. Assim, as chances de alcançar os resultados esperados serão muito maiores.

A seguir, saiba quais são os quatro pontos mais importantes da definição e avaliação do escopo de um projeto e saiba como atingir os seus resultados mais facilmente!

1. Planejamento

A fase de planejamento do escopo é crucial para o sucesso do projeto como um todo. É nessa fase que são definidos os objetivos, as métricas, as validações, os controles, os parceiros e os agentes envolvidos.

É também nesse momento que o gerente do projeto precisa ser escolhido de acordo com as aptidões necessárias para o desenvolvimento da tarefa. Além disso, é aqui o momento em que os times são estruturados: os profissionais devem ser divididos em equipes multidisciplinares, com qualidades interdisciplinares e que possam atuar juntos para solucionar problemas de forma inovadora.

Um planejamento mal feito impactará em todo o resto do plano, dessa forma, não se preocupe com o tempo gasto na fase de construção ou em reuniões. O fundamental aqui é chegar em um resultado que deixe todo o time bem orientado e integrado ao início do projeto.

Sendo bem estruturado, o planejamento inicial conseguirá orientar todos os times ao longo de cada etapa. Os profissionais terão uma visão ampla sobre o que é necessário fazer para atingir os resultados esperados e quais as melhores ferramentas que podem ser empregadas. Além disso, prazos e papéis estarão bem definidos, reduzindo riscos.

2. Definição de objetivos

Aumentar o faturamento, controlar os gastos, incrementar o lucro são três objetivos corporativos comuns, mas eles pouco acrescentam ao escopo de um novo projeto. É complicado mensurar o sucesso desse empreendimento apenas por um objetivo final, pior ainda quando ele pode ser influenciado por todos os outros setores da empresa.

Assim, crie objetivos específicos para cada fase do escopo. Divida esses objetivos em metas menores ou tarefas, dando mais agilidade para os times.

Alinhe as metas com o restante do time e veja se todos estão de acordo. Isso será importante para manter um bom controle sobre expectativas.

Criar objetivos inalcançáveis na esperança de obter um resultado mágico, apenas servirá para desmotivar seu time. Portanto, as expectativas devem estar alinhadas com o perfil do time e a sua capacidade técnica.

3. Definição de verificações e métricas de performance

Tão importante quanto planejar e definir os objetivos do escopo, é escolher as verificações e métricas do processo. Muitos projetos não têm uma clara visão do seu andamento ou do seu sucesso: uns por serem complexos demais, outros porque apenas gerarão resultado em longo prazo.

Dessa forma, estabeleça métricas de acordo com o perfil do projeto e do escopo. Faça verificações periódicas e permita que os profissionais envolvidos tenham acesso aos resultados.

Se forem elevadas, os erros serão frequentes, uma vez que a carga de trabalho e o estresse serão altos. Porém, se os objetivos forem muito baixos, os profissionais não terão incentivos para melhorar as suas rotinas e habilidades. Em outras palavras, métricas mal estruturadas causam um grande impacto nos resultados do projeto.

Para que o gestor possa cobrar maior dedicação ou envolvimento, é fundamental que ele mesmo seja parte atuante desses resultados. As métricas devem ser vistas como um investimento estratégico, que ampliam a visão do gestor sobre todos os resultados do projeto: elas orientam os profissionais a avaliar, em tempo real, quais pontos necessitam de melhorias e o que poderá ser feito para impulsionar resultados a médio e longo prazo.

4. Controle e melhorias de resultados

Por fim, una métricas e verificações a um modelo de controle de qualidade e melhorias do escopo. Incrementar o projeto com esse tipo de controle facilitará a entrega de resultados mais satisfatórios, seja na forma do projeto em si ou de outros objetivos estabelecidos no escopo.

Portanto, documente tudo o que ocorre durante o projeto. Marque os resultados de cada etapa, os erros encontrados e as soluções adotadas. Não se esqueça de replicar boas práticas.

As otimizações servirão como pequenas correções ao escopo original, para que o resultado final esteja de acordo com os objetivos da empresa. A identificação a análise dos erros reduz os riscos nas etapas seguintes, uma vez que a companhia poderá preparar-se com mais precisão para evitá-los. Assim, os resultados serão impulsionados com muito mais facilidade.

Como dar mais segurança para projetos corporativos?

O gerenciamento de escopo tem um papel fundamental para o sucesso do seu projeto. Ele auxilia profissionais a terem uma visão abrangente sobre todas as etapas, melhora a definição de prazos e a distribuição de recursos em toda a iniciativa.

Por isso, não negligencie nenhuma das etapas do gerenciamento de escopo em um projeto corporativo. Trabalhe para ter um escopo bem claro e conhecido por todos.

Lembre-se que entender todos os fatores que contribuem para o sucesso da iniciativa é papel do gestor, mas isso será possível apenas se todo o trabalho estiver embasado em um bom escopo. Portanto, o gerenciamento de escopo deve ser adotado como uma ferramenta básica para garantir bons resultados.

Quer saber como um software de gestão de projetos pode contribuir para o sucesso das suas políticas de gerenciamento de escopo? Então, veja uma demonstração!

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O que é gestão de valor agregado

O que é gestão de valor agregado (GVA), e qual a importância dele para a minha empresa?

Para chegar até este artigo, talvez você tenha digitado no Google: “o que é Gestão de Valor Agregado?”. Talvez tenha clicado em um post nas redes sociais ou recebido o link de algum amigo. Sim, aqui você vai entender em detalhes o que é este método, além de visualizar como utilizá-lo em seus projetos.

Ao longo deste texto, vamos fazer uma reflexão sobre como funciona a GVA, quais os benefícios da sua aplicação no gerenciamento de projetos, entre outros pontos importantes. Acompanhe!

O que é Gestão de Valor Agregado?

A Gestão de Valor Agregado (GVA) é considerada como um dos melhores métodos para analisar a evolução dos custos e prazos de um projeto devido à sua eficiência.

Foi desenvolvida nos anos 1960 pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos, a partir do Cost/Schedule Control System Criteria — C/SCSC. Este é um modelo de controle de projetos criado por Quentin W. Fleming e Joel M. Koppelman, consultor de gestão e desenvolvedor de software, respectivamente.

Naquele momento, a ideia era criar um padrão para medir o desempenho de um projeto, o que acabou evoluindo e se estendendo para o mercado em geral.

Em síntese, podemos dizer que a GVA é uma abordagem estruturada que integra o escopo, o cronograma e os recursos, para então medir o desempenho e o progresso do que foi planejado.

De acordo com o PMBOK, guia de melhores práticas do gerenciamento de projetos, elaborado pelo PMI (Project Management Institute), o desempenho é mensurado a partir da comparação entre o valor agregado e o custo real.

Já o progresso compara o valor agregado com o valor planejado. Entende-se como valor agregado o valor orçado para realizar o trabalho requerido pelo projeto em um tempo determinado.

Quatro ideias centrais dão a tônica da Gestão de Valor Agregado no gerenciamento de projetos:

  1. Estabelecer as linhas de base de escopo, tempo e custo antes de iniciar um projeto;
  2. Determinar qual será o ritmo de execução do projeto (entregas, tarefas e custos, sobretudo);
  3. Integrar as linhas de base do projeto;
  4. Acompanhar a execução do projeto utilizando indicadores do método GVA.

Qual a diferença entre valor planejado e valor agregado?

Para que o conceito de GVA fique ainda mais claro, é preciso lembrar que há uma grande diferença entre o valor de planejamento e o valor agregado.

Valor planejado, como o próprio nome diz, mostra o valor que foi determinado previamente para um projeto, enquanto valor agregado mostra o quanto de valor o projeto realmente ganhou ao longo de sua execução e também ao final.

Como mostraremos mais adiante, o valor planejado é apenas uma parte do cálculo do valor agregado, que contempla também o custo real.

Como funciona o método de Gestão de Valor Agregado?

Veja, a seguir, o funcionamento básico (a aplicabilidade) da metodologia de Gestão de Valor Agregado:

Linhas base

A metodologia parte da análise das três linhas — base de escopo, custo e cronograma. A partir destas, acompanha o desenvolvimento do projeto alinhando ao que foi planejado com o já realizado.

Estas avaliações periódicas são conhecidas como Linhas de Andamento ou Data de Andamento, que comparam as informações sobre as atividades já executadas com o que foi estabelecido inicialmente. Desta forma, pode-se identificar e controlar eventuais desvios entre o previsto e o realizado e, se for o caso, agir com vistas a corrigir os problemas.

Medidas Integradas

Para avaliar e medir o desempenho do projeto, a Gestão do Valor Agregado integra três dimensões essenciais do projeto, que são: Escopo, Custo e Tempo. Ao serem associados à qualidade, compõe os objetivos do projeto.

A combinação dessas três medidas se dá a partir da aplicação das informações de dependência entre as áreas.

Análise

A Gestão de Valor Agregado adota três critérios para monitorar a performance de forma constante:

  • Valor Planejado ou Planned Value (VP): Representa o custo inicial do projeto, constituindo-se como a linha de base da análise;
  • Valor Agregado ou Earned Value (VA): É o custo referente às atividades realizadas e/ou entregues até ao momento da análise;
  • Custo Real ou Actual Cost (CR): Representa o quanto já foi gasto nos trabalhos já realizados até a presente data, que, em geral, é o status do projeto.

A partir dessas informações, é possível calcular as projeções, ou seja, as tendências do projeto, as variações, que indicam a relação entre o que foi planejado e o realizado, e os índices de desempenho do custo e tempo do projeto.

A Gestão de Valor Agregado também indica a previsão de término do projeto e as variações de prazo e custo, projetando também as estimativas para o fim das atividades. Desta forma, é possível comparar o que foi realizado com o previsto inicialmente.

Quais os benefícios da Gestão de Valor Agregado no gerenciamento de projetos?

Agora que já sabemos o que é o método GVA e como é seu funcionamento básico, podemos listar os principais benefícios de utilizá-lo no gerenciamento de projetos:

  • Melhorias no controle de status dos projetos (mensuração objetiva da situação dos projetos);
  • Acompanhamento do desempenho dos projetos do início ao fim;
  • Visibilidade precoce dos resultados dos projetos, facilitando a detecção de tendências de custos e prazos;
  • Aprendizado constante com erros e falhas;
  • Auxílio na gestão eficaz dos recursos (dinheiro, tempo, capital humano etc.);
  • Confronto dos desafios com as melhores práticas (testadas e aprovadas, logo, contempladas no método e referenciadas pelo PMI);
  • Ganhos de efetividade no gerenciamento do controle das mudanças.

O que todo gerente de projetos precisa saber sobre Gestão de Valor Agregado?

Mais que os benefícios de aplicar esta abordagem, é também interessante saber algumas respostas a respeito dela. Veja:

1. GVA contribui para tomadas de decisão mais eficazes

É igualmente válido acrescentar à lista de benefícios que a Gestão de Valor Agregado também viabiliza um processo de tomada de decisão mais assertivo.

Isso porque, através de alguns dados — tais como o que foi feito no projeto —, é possível antever os valores que serão gastos, se é preciso fazer alguma modificação com relação ao cronograma (sempre confrontando com o que foi planejado), entre outros aspectos.

2. Planejamento e execução eficientes do projeto são fundamentais para os controles de GVA

Logicamente, é preciso que o projeto seja bem planejado e executado, pois o gerenciamento das informações é essencial para a Gestão de Valor Agregado — dados incorretos podem dar às análises, por exemplo, um sentido totalmente equivocado.

3. GVA funciona melhor em empresas colaborativas e com boa comunicação

A Gestão de Valor Agregado envolve, rotineiramente, coletar, sintetizar, analisar e divulgar informações sobre os projetos de baixo para cima. É uma metodologia que requer uma coordenação eficaz e uma boa comunicação em toda a organização, pois os dados precisam ser coletados em tempo útil.

4. GVA complementa outras técnicas e metodologias de gerenciamento de projetos

A Gestão de Valor Agregado é apenas mais um dos métodos utilizados para otimizar e tornar o gerenciamento de projetos mais eficaz. Combinada a outras técnicas, ela costuma ser bem mais eficiente no controle de custos, por exemplo.

5. O apoio da diretoria da empresa é importante para a aceitação da GVA

A Gestão de Valor Agregado é melhor aceita (e usada mais facilmente) quando suportada pelo alto escalão da empresa. A razão óbvia é que ela requer recursos para ser implementada.

Em projetos simples, a GVA pode ser implementada usando ferramentas prontamente disponíveis, como o Microsoft Excel, por exemplo. Já em projetos complexos, é necessário ter uma tecnologia mais sofisticada, contabilidade e apoio organizacional.

Além disso, independentemente do tamanho ou do tipo de projeto, a equipe precisará de treinamento na metodologia.

Gestão de Valor Agregado no seu negócio: você está pronto para aplicar em seus projetos?

Como vimos até aqui, valor agregado, valor planejado e custo real são elementos básicos da Gestão de Valor Agregado. Eles podem ser usados ​​para gerar uma visão geral básica do status dos projetos.

Em suma, valor agregado é o valor do trabalho realmente concluído até a data, valor planejado é o valor que deve ser ganho conforme o cronograma e custo real é o montante gasto no projeto até o momento da análise. Depois de ter essas informações em mãos, o gerente de projetos pode encontrar o status atual e compará-lo com o progresso planejado.

Logo, ao fazer a Gestão do Valor Agregado, as empresas conseguem controlar o status de seus projetos, a partir de avaliação e indicadores de monitoramento que apontam tendências e, consequentemente, reduzem os riscos, custos e atrasos de execução e entrega.

Enfim, é possível elevar o retorno sobre os investimentos (ROI) nos projetos a partir deste acompanhamento mais “cirúrgico”, mais estratégico do valor agregado.

Uma gestão estratégica deve acompanhar o desempenho dos projetos desde sua fase inicial de planejamento até seu encerramento, aprendendo com os erros e aplicando as melhores práticas.

Não importa qual o tamanho da sua empresa, nem qual é o seu mercado de atuação, é sempre útil contar com análises para conhecer o real andamento dos projetos e melhorá-los constantemente. Nesse acompanhamento, quando se contempla também o valor agregado, o gerenciamento dos projetos ganha ainda mais consistência e assertividade.

Então, você entendeu o que é Gestão de Valor Agregado? Já aplica esta abordagem em seus projetos ou pensa em aplicá-la? Deixe seu comentário!