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Autor: Braun

retorno do projeto

Qual foi o retorno do Projeto?

É muito comum empresas se questionarem ao final, qual foi o retorno do projeto em relação a tudo que foi investido. Por mais elementar que seja essa pergunta, sua resposta não é fácil. Métricas, indicadores e benefícios gerados, por mais quantitativos que sejam, não são fáceis de serem medidos quando o projeto é concluído.

Mesmo métricas financeiras, como ROI (Retornos sobre o investimento), TIR (Taxa interna de retorno e VPL (Valor presente líquido) não são indicadores que conseguimos comparar assim que o projeto chega ao fim e entender o retorno do projeto, sendo necessário um tempo até a sua efetiva realização.

Pensado em ajudar o gerente de projetos a apresentar melhor o retorno conquistado por seus projetos, separamos algumas práticas que nós, e também alguns de nossos clientes, utilizamos em nossos projetos.

Benefícios Diretos

Todo investimento empresarial busca melhorar algum ponto da empresa e, por mais intangível que seja a meta do projeto, ele sempre irá gerar algum benefício direto. Pode ser redução de custo, otimização da rotina com foco em ganhar produtividade ou até mesmo a ampliação da capacidade comercial da empresa. É muito importante definir quais benefícios o projeto irá gerar. Uma vez identificado os benefícios, o próximo passo será definir as métricas e a periodicidade da medição.

Com os benefícios e as métricas, que serão medidas e definidas, o próximo passo será definir o intervalo de medição que o gerente irá monitorar.

No Project Builder utilizamos a funcionalidade ‘Qualidade’ para definir quando será o intervalo de medição e as metas definidas.

Benefícios de Curto Prazo

Os benefícios de curto prazo são as conquistas alcançadas quase que imediatamente ao termino do projeto. Uma descontinuidade de uma unidade de negócio deficitária elimina imediatamente uma despesa desnecessária. A mudança de uma tecnologia, como um CRM ou um ERP, gera ganhos que podem ser percebidos logo após sua implementação.

É muito importante criar marcos de medição – acompanhando-os no período determinado – para saber quanto foi o valor gerado neste período. Mesmo que a redução de custo seja muito mais perceptível, a geração de receita é um benefício com um potencial de geração de valor muito grande para qualquer negócio.

Benefícios de Médio / longo prazo

Infelizmente, a grande maioria das organizações focam muito mais nos objetivos imediatos do que na geração de resultado a médio e longo prazo. No entanto, ao longo da trajetória da Project Builder percebemos que clientes que desenvolvem estratégias mais perenes conquistam resultados 4 vezes mais relevantes do que os que criam estratégias imediatas.

Benefícios de médio prazo podem ser, por exemplo, a ampliação geográfica de atuação, a geração de receita com novos produtos, pesquisa e desenvolvimento, entre outros.

É muito comum empresas de sucesso combinarem benefícios de curto e de médio prazo de forma a decompor um grande benefício fracionado em marcos intermediários onde parte dos objetivos já foram conquistados.

Tão importante quanto analisar o retorno de um projeto é identificar o retorno de um portfólio. Pense que um projeto te conduz até um objetivo. O portfólio te conduz até a realização de uma estratégia. Empresas de sucesso focam seus esforços em fazer com que o planejamento estratégico aconteça conectado a estratégia e a operação por intermédio de projetos.

Os custos com a execução do projeto devem ser superados pelos valores gerados pelo projeto, seja a curto, médio ou longo prazo, o importante sempre será fazer a ‘conta fechar’.

E o papel do gerente de projeto não é apenas garantir que o escopo do projeto seja entregue, ele precisa garantir que o valor do projeto seja realizado. Adotar uma ferramenta que apoie essa medição ajuda a empresa tanto a focar mais na geração de valor e automatizar etapas mais manuais e burocráticas que tomam tempo do gerente e não ajuda no atingimento de seus objetivos.

Drive Consultoria – que hoje está entre as PMEs que mais crescem no Brasil –, um de nossos clientes, é um exemplo disso. Eles são uma empresa de consultoria de TI, e tinham dificuldade de acompanhar a rentabilidade dos projetos, o que impactava diretamente no crescimento ordenado da empresa. Hoje, com o planejamento apoiado pelo software, eles conseguem mensurar o orçamento planejado X realizado, dentre outros.

 

síndrome dos 99%

O que é a síndrome dos 99% na gestão de projetos e como se livrar dela

Você fez todo o planejamento do projeto, tratou de distribuí-lo para os membros do seu time, definiu os marcos, alinhou os planos com seu patrocinador e fez uma bela reunião de kick-off para marcar o fim do planejamento e o pontapé inicial da execução. O projeto segue como o planejado até que chega ao fim o período previsto para sua conclusão e nada de término. Seu cliente reclama e você analisa o escopo já entregue, notando que está em 99%. É a famosa síndrome dos 99%. Um pouco mais aliviado, você informa ao cliente que está muito perto de concluir os trabalhos, faltando realmente muito pouco para sua finalização. Nesse momento você analisa sua curva S para entender como tem sido a evolução do seu time e tem a triste surpresa de descobrir que o projeto está há 6 longuíssimos e inexplicáveis meses nesses mesmos 99%.

Se você já vivenciou esse cenário, não se preocupe, porque ele é bem mais comum do que você imagina. Também conhecido como projeto Jason — porque, por mais que você tente, ele não só não morre como, na verdade, está sempre a um passo de te matar — a síndrome dos 99% ocorre quando o gerente de projeto não tem uma visão clara sobre qual parcela do projeto realmente foi entregue ao cliente e quanto tempo será necessário para efetivamente concluí-lo.

Preparamos este artigo para eliminar de uma vez por todas esse mal da sua vida de gerente de projetos, com algumas dicas simples sobre como extingui-lo da sua empresa ou do seu PMO. Ficou curioso? Então acompanhe:

Por que acontece?

Quando o escopo de uma atividade como um todo ou de uma de suas fases não é diluído a um nível em que a equipe consiga compreender detalhadamente, atualizando-se sobre as entregas necessárias para sua conclusão, a informação de avanço de escopo se torna muito subjetiva.

Imagine-se na seguinte situação: você recebeu do seu GP a missão de preparar um treinamento. No dicionario da EAP existe uma descrição bem superficial de que serão 4 turmas até julho do mesmo ano. Não está claro quais são os produtos dessa atividade, o que o cliente espera receber e quantas pessoas serão capacitadas, assim como fica impossível ter certeza sobre o nível do treinamento, certo? Assim, na sua perspectiva, é preciso apenas criar uma apresentação com treinamento. Como você tem 4 semanas para concluir a atividade, toda semana entra no sistema e fala que avançou 25%. Nesse ritmo, ao final da 4ª semana você está nos 99% de progresso, mas, no slide de número 50 da apresentação, ainda sequer tem uma ideia exata sobre em que ponto concluirá o trabalho. O circo está armado.

É claro que esse mesmo resultado se repetirá nas demais atividades do projeto. Nesse caos, ao tentar apresentar o quanto o projeto está concluído para o cliente, você percebe que não existe um produto claro. Qual a consequência disso tudo? Cliente insatisfeito, horas extras para tentar entregar o que deveria ter sido pedido desde o início, com margem do projeto sendo corroída, equipe desmotivada e um esforço enorme para entregar algo relativamente simples.

Como resolver?

Em primeiro lugar, é importante basear a decomposição do escopo do projeto em um processo. Já demos dicas aqui no blog para facilitar a criação de uma EAP, que, por mais simples que possa parecer, pode resolver muitos problemas ao deixar mais claro tanto para a equipe como para o GP o que deverá ser feito. Com a EAP destrinchada, o próximo passo é criar o dicionário da EAP, deixando claro o que exatamente é a atividade, o que deve ser desenvolvido e como a entrega será validada.

Com um melhor entendimento do trabalho que envolve o projeto, o próximo passo é planejar o esforço necessário e a disponibilidade dos recursos que serão alocados nessa empreitada. Com essas informações já é possível saber quanto tempo será gasto para concluir a atividade. Para preparar o tal treinamento, por exemplo, serão necessárias 40 horas de dedicação e quem desenvolverá esse trabalho será o José das Coves. O José, por sua vez, só tem 4 horas diárias disponíveis para trabalhar na atividade, ou seja, serão necessários 10 dias úteis de esforços. Com essa orientação, fica super claro que se trata de duas semanas de trabalho, sendo que, a cada dia útil, 10% do escopo deve ser concluído.

Nesse ponto, uma ferramenta colaborativa de gestão de projetos será extremamente eficaz no controle do avanço do escopo, especialmente se usada em conjunto com o timesheet programado. Cabe ao gerente do projeto monitorar sua execução e acompanhar de pertinho se os deadlines serão respeitados. Um software eficiente automatizará a comunicação, avisando tanto ao recurso quanto ao gerente se o prazo e o avanço estão sendo devidamente cumpridos.

Quem resolveu?

Se seu cliente e sua empresa andam precisando dessa mudança de postura, quer dizer que chegou a hora de fugir dessa síndrome de uma vez por todas! A Artsoft Sistemas, em seus projetos de implantação de ERP, tinha o desafio de controlar bem o escopo de um projeto complexo e conseguir identificar com facilidade o status em que os múltiplos trabalhos desse cliente se encontravam. Acessando o case da empresa, você vai conhecer um pouco mais sobre os resultados que ela obteve implantando uma gestão de projetos de alta performance para clientes de todos os portes — inclusive empresas multinacionais.

Pronto para conhecer esse trabalho mais de perto? Quem sabe essa não é exatamente a solução de que sua empresa precisa?

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timesheets

Melhore a gestão do tempo com timesheets

É comum ter a sensação de que faltam horas no dia, não é mesmo? Fala-se em gestão do tempo como se, de alguma forma, pudéssemos controlá-lo, mas a realidade é dura: o tempo não para. Porém, existe uma alternativa. Você pode gerenciar a si mesmo para tirar o melhor proveito do tempo disponível – um grande desafio para muitos gerentes de projeto.

Preencher as fichas de controle de horas trabalhadas – os timesheets – dos funcionários parece ser mais uma tarefa para encaixar em seu dia bastante atribulado. Parece, mas não é. O timesheet pode ser uma ferramenta valiosa para o máximo aproveitamento do tempo de trabalho. Timesheets ajudam a identificar em que seu tempo está sendo gasto e, com um pouco de análise, fornece os dados para descobrir como dividir suas horas de trabalho de forma mais eficaz.

Se você ainda não está convencido que os timesheets são tarefas administrativas indispensáveis, listamos abaixo algumas razões para você acreditar que o timesheet on-line contribui para melhorar suas habilidades de gerenciamento de tempo. Aproveite as dicas sobre como usá-lo de forma eficaz.

 #1 Timesheets mostram por onde o tempo escapa

Existem inúmeras técnicas para melhorar seu gerenciamento de tempo. Cada pessoa deve escolher o software e as ferramentas que sejam mais adequados às suas necessidades. Um ponto em que a maioria das abordagens estruturadas para gerenciamento de tempo converge é: comece sabendo em que você gasta seu tempo. Timesheets podem ajudar nisso, pois mostram tudo o que você faz no trabalho.

Você vai se surpreender com os resultados. Basta meia hora para concluir um template de abertura do projeto, não é mesmo? Quando você identificar as interrupções ao pegar um café, atender ao telefone ou corrigir falhas no computador, provavelmente vai achar que completar essa tarefa leva muito mais tempo.

Peça aos membros de sua equipe para compartilhar seus timesheets ou configurar o software de gerenciamento de projeto on-line de modo que todos tenham acesso aos timesheets uns dos outros. Assim, você poderá identificar as atividades do grupo que ocupam muito tempo, como os workshops. Você poderá comparar a quantidade de tempo que as pessoas gastam em tarefas. Por exemplo, um indivíduo pode completar um trabalho do projeto em um tempo muito mais curto do que o colega. As duas pessoas podem se reunir e discutir essa tarefa: o mais lento pode aprender como fazer de forma mais rápida, ou o mais rápido pode aprender a fazer melhor de forma mais lenta, porém com mais qualidade. A proposta é nivelar a equipe.

#2 Timesheets ajudam a eliminar atividades desnecessárias

Agora que você sabe como gasta seu tempo, pode começar a identificar o tempo improdutivo. Tempo não produtivo é o que você gasta no trabalho sem estar trabalhando de verdade, como nas pausas. É surpreendente a quantidade de tempo improdutivo num dia normal de trabalho.

Sabe-se que não dá para evitar pausas para ir ao banheiro, tomar um café ou conversar com colegas sobre o fim de semana. No entanto, a identificação do tempo improdutivo pode mostrar se os seus 15 minutos de pausa para o chá se transformaram em meia hora no Facebook regularmente. Essa é uma atividade que você pode cortar para liberar mais tempo para outra coisa.

Outro lugar para procurar o tempo improdutivo é nas viagens. Calcule quantas horas são gastas na estrada ou em deslocamento entre escritórios. O que você pode fazer com o tempo de viagem para torná-lo mais produtivo? Se estiver viajando de avião ou ônibus, talvez possa adiantar algum trabalho no caminho. Se estiver dirigindo, fica mais difícil, mas ainda dá para fazer umas ligações, caso esteja em um engarrafamento. Independente do meio de viagem, se optar por trabalhar, o faça de forma segura. O carro não é o melhor lugar para ter uma conversa difícil com seu patrocinador do projeto sobre por que está acima do orçamento. O ônibus não é o melhor lugar para falar com os seus colegas de informações sigilosas sobre uma nova iniciativa. E se estiver trabalhando com documentos confidenciais, tenha cuidado sobre quem pode olhar por cima do seu ombro.

Participe de videoconferências, use espaços de trabalho colaborativos, mensagens instantâneas e outras ferramentas on-line para ajudá-lo a evitar deslocamentos, a menos que uma viagem seja realmente necessária.

#3 Timesheets ajudam a planejar as próximas semanas

Alguma vez você prometeu completar uma tarefa e percebeu que seria um desafio fazê-la dentro do prazo, porque tem uma oficina ou um evento na escola do seu filho? A maioria dos pacotes de software de gerenciamento de projetos com a funcionalidade de timesheet permite inserir os dados com antecedência. Você pode programar um tempo para férias e outros compromissos antes que aconteçam, para que seu timesheet efetivamente mostre quando estará disponível para outros trabalhos.

Compartilhe seus timesheets com os membros da equipe do projeto para que todos saibam quando as pessoas estão disponíveis para reuniões. Não preencha previamente os timesheets com as tarefas do projeto, a menos que seja um compromisso de um dia todo, como um treinamento.

Tentar preencher algumas horas aqui e ali, com base na previsão do que vai fazer no futuro é muito difícil e provavelmente dará errado. Se você inserir informações em seu timesheet para os dias que ainda não aconteceram, certifique-se de verificá-las antes de finalmente executá-las. Caso contrário, você vai acabar reservando tempo para uma oficina que foi cancelada ou um feriado que não aconteceu, no último minuto.

#4 Timesheets ajudam a melhorar o equilíbrio na vida profissional

A vantagem de ser bom em gestão do tempo é ter mais tempo disponível durante o dia. Você não tem que usar o tempo todo para trabalhar. Chegar ao final do dia de trabalho e ir para casa na hora, em vez de ficar até mais tarde, é o ideal. Se entender em que seu tempo está sendo gasto, corte (ou diminua) o tempo improdutivo, planeje suas semanas com antecedência. Você estará muito melhor posicionado para usar seu tempo de forma eficaz e organizar melhor seu dia de trabalho. Claro, você pode optar por passar esse tempo no trabalho – mas você não precisa!

Conclusão

Sim, completar os timesheets é outra coisa para a sua lista de afazeres. É uma tarefa adicional para se completar durante o dia. Você pode minimizar o esforço envolvido. Separe alguns minutos para mantê-lo atualizado e verá que não leva muito tempo. Vale a pena para obter as informações para que você possa avaliar adequadamente como está gastando seu tempo e tomar decisões informadas sobre como pretende gastá-lo daqui para frente.

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planilha de gestão de projetos

Planilha de gestão de projetos: Saia dessa fria!

A adoção de planilha de gestão de projetos é uma prática bastante comum para aqueles que estão começando a implantar a gestão de projetos. Em um primeiro momento, e em projetos simples, uma planilha pode ser o suficiente para monitorar o desempenho do projeto. No entanto, conforme a maturidade da empresa aumenta, e o número de projetos e a complexidade da operação crescem, a planilha pode ser uma grande furada.

Se hoje você gerencia sua empresa com planilha de gestão de projetos com a ajuda do Excel, separamos alguns pontos de atenção que você precisa analisar e rever se não é o momento de adotar uma gestão de projetos mais profissional.

1. Controle de versão

Quando a planilha foi atualizada pela última vez? Qual é a versão mais recente?
Estes são dilemas comuns de quem utiliza planilhas para controle dos projetos. Como os projetos são muito dinâmicos fica difícil gerenciar se os dados contidos na planilha estão atualizados. Mesmo para quem utiliza soluções como Google Drive, o controle de acesso é feito de forma ainda um tanto arcaica, um usuário desinformado pode sobrescrever informações e criar um grande confusão.

2. Monitorar para agir

Em um ambiente de projetos, agir antes de um crise acontecer é fundamental para o sucesso do projeto, e a velocidade da ação é proporcional as chances de sucesso. Quando a gestão de projetos é feita através de planilhas, os dados nunca estão atualizados em tempo real e ficam sujeitos a erros de alimentação. Quando adotamos uma solução colaborativa, os dados do projeto são atualizado em tempo real, sendo muito mais rápido o tempo de resposta.

3. Governança é essencial

Em um projeto, existem informações públicas, restritas e sigilosas, que o controle de acesso as mesmas impactará diretamente no projeto. Em uma planilha não conseguimos controlar quais informações podem ser visitar pelos membros da equipe e quais não podem. É nesse momento que ocorre um grande perigo. Se mantivermos a planilha em segredo, corremos o risco da equipe se perder em meio as atividades do projeto. Se abrirmos a planilha para os envolvidos, temos um risco de perder a confidencialidade do projeto. Impactos negativos são – principalmente – causados pela não governança e pela comunicação ineficiente dentro dos projetos.

4. Mobilidade gera mais produtividade

Os projetos dificilmente ocorrem em um unico lugar. Hoje temos Smartphones, Tablets e Smart TVs com acesso a internet. Ao adotar uma planilha, perdemos todos os beneficios que a mobilidade gera e ficamos sempre presos a ter que ter um computador para poder consultar como está o andamento do projeto. Permita-se acessar seus projeto de qualquer lugar e tomar decisões mais bem informadas a qualquer momento.

5. Gestão de projetos não precisa ser estressante

Executar seus projetos de forma mais inteligente pode eliminar as horas extras e fazer com que você trabalhe melhor em menos tempo. Otimizar o gerenciamento de projetos trará benefícios não só para você e seus colaboradores, mas principalmente para a empresa – que irá lucrar mais a partir do momento que comece a trabalhar nos projetos certos – e, no caso das empresas que trabalham com projetos externos, para os clientes que terão seus projetos entregues dentro do prazo.

A 3M, nossa cliente, tinha o desafio de gerenciar um grande número de projetos, acompanhar o trabalho de diversos fornecedores e a evolução dos projetos. Até a adoção da ferramenta, tudo era feito através de planilhas eletrônicas, o que gerava grande ruído na comunicação entre as equipes, sem falar na manutenção do status correto. A empresa conseguiu superar todos os desafios e hoje os seus relatórios são gerados automaticamente, sem ruídos ou desvio de informação. Conheça melhor o caso.

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consultor autônomo

Vantagens de uma empresa contratar um consultor autônomo

A dinâmica mercadológica exige que as empresas sejam cada vez mais competitivas, produzindo mais soluções com menos recursos, certo? Pois uma maneira de fazer com que a organização se desenvolva sem comprometer as finanças é contar com um consultor autônomo, um profissional que pode contribuir — e muito! — com a estratégia empresarial, mesmo sem fazer parte integral do time.

Mesmo empresas que já contam com esse tipo de serviço podem fazer uso de um consultor autônomo para projetos específicos ou, ainda, para áreas onde há escassez de profissionais — como meio ambiente, TI e gestão de crises, por exemplo. Mas quais são as reais vantagens de ter esse profissional atuando em parceria com sua empresa? Pois é sobre isso que vamos falar no post de hoje! Então confira:

Conhecimento e experiência que você não tem

O principal objetivo da contratação de uma consultoria é ter a seu dispor um know-how que a empresa normalmente não tem. É o que diz o Perfil das Empresas de Consultoria no Brasil 2014, da Associação Brasileira de Consultores (ABCO). Segundo o documento, conhecimento e experiência são os itens mais buscados em uma consultoria, respondendo, respectivamente, a 84,3% e 83,9% das intenções dos clientes, sendo que as áreas que mais demandam os serviços de consultoria estão ligadas ao planejamento estratégico organizacional.

Flexibilidade de atuação para você e para o consultor

Como a presença do consultor na empresa nem sempre é necessária, existe uma maior flexibilidade de atuação para ambas as partes. Assim, enquanto você economiza no espaço físico e na estrutura de suporte — como computador, materiais de escritório e assim por diante —, o consultor pode atender a mais de um cliente por vez. Dessa forma todos saem ganhando.

Custo reduzido em comparação à contratação

Ter um funcionário para desenvolver uma atividade que não consome sua carga horária total, ainda que por prazo determinado, pode não ser vantajoso para a empresa, pois nesse caso passam a existir encargos financeiros, tributários e trabalhistas. Já na contratação de um consultor autônomo você sabe exatamente quanto vai pagar, durante quanto tempo e por quais resultados, facilitando sua tomada de decisão em relação ao investimento.

Sem necessidade de treinamentos

Manter o capital intelectual da sua empresa em dia exige investimentos em treinamentos e capacitações constantes, o que nem sempre é possível, ainda mais em tempos de crise financeira. Ao contratar um consultor autônomo você não se preocupa com nada disso, afinal, o próprio profissional investe na sua carreira para poder oferecer um serviço de excelência para seus clientes. Além disso, com essa alternativa você dispõe de um conhecimento imediato, que pode significar o time-to-market para sua empresa se destacar de vez no mercado.

Garantia de bons resultados

Quando você contrata um profissional em regime CLT, fazendo com que ele se torne um funcionário da empresa, por mais que haja metas a serem atingidas, você não pode simplesmente deixar de pagá-lo pelo não cumprimento dessas metas, não é mesmo? Em contrapartida, quando um consultor autônomo é contratado, ele tem a obrigatoriedade de gerar resultados de acordo com o contrato de prestação de serviços, ou seja, assim você tem total garantia de que vai ser recompensado pelo investimento feito.

Não parece vantajoso? E sua empresa, já experimentou os serviços de um consultor autônomo? Que tal comentar aqui e nos contar sua experiência? Participe!

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replanejar projetos

Pare de replanejar projetos com estas 4 dicas

O desempenho de um projeto está ligado primariamente ao seu planejamento. No entanto, mesmo quando há um bom plano a seguir, é comum encontrar obstáculos que fazem com que todas as tarefas sejam repensadas pelo gerente de projetos (GP), obrigando-o a replanejar projetos.

Você provavelmente já passou por essa situação e sabe quão frustrante é revisar cada etapa feita, além de ter que recomeçar algumas atividades do zero. Não só isso, mas o esforço e investimento, até financeiro, gasto por você e sua equipe podem ser expressivos cada vez que o trabalho sofre pausas e é replanejado.

Muitas vezes, essa reflexão é necessária para que você tenha uma boa performance e possa estar mais próximo aos resultados que você deseja. Mesmo assim, evitar o esforço excessivo é sempre uma precaução a se tomar antes de começar qualquer projeto. Por isso, tomar certos cuidados pode te ajudar a prevenir erros que possam prejudicar o seu trabalho.

1. Saiba o que te impede de prosseguir

Antes de começar a agir, você precisa refletir sobre a trajetória do seu projeto. Identifique os sintomas que o seu trabalho está sofrendo. Existe algum investimento de alto custo que está trazendo baixo retorno? Há algum vício no trabalho da sua equipe que pode estar sendo prejudicial como um todo?

Se você quer evitar o tempo gasto com replanejamentos, saiba quais são os principais obstáculos que impedem você de atingir a sua meta. Ao conhecer e dar um nome ao problema, você estará instintivamente mais preparado para enfrentá-lo no futuro.

Busque conhecer as suas limitações. Antes de ultrapassar uma barreira, é preciso saber exatamente qual é o tamanho dela, em que lugar ela está localizada e como os outros fizeram para vencê-la. Quanto mais conhecimento você tiver aliado ao seu projeto, menos tempo você gastará em refações.

2. Monitore constantemente as variáveis

Após entender os principais problemas que você enfrenta durante o planejamento do seu projeto, identifique quais são os setores que estão mais vulneráveis e podem ser afetados drasticamente durante o seu replanejamento.

Portanto, para proteger essas atividades vitais, você precisa registrar cada atividade ou mudança que os acontece. Seu projeto, por exemplo, pode estar sofrendo uma grande variação negativa no orçamento, então, é essencial que você tenha controle de tudo o que acontece na sua gestão financeira.

Ou, talvez, você percebeu uma baixa resposta do seu público, e acabou tendo uma redução do número de clientes. Assim, o melhor a se fazer é traçar todas as interações feitas com esse grupo por você ou por seus funcionários. Entenda o problema, procure o setor afetado e o estude.

3. Use bem a sua equipe e seus recursos

Jamais trabalhe sozinho. Quando nos focamos em uma só coisa, nos acostumamos a ter uma só perspectiva: a nossa. Procure a opinião dos seus funcionários e das pessoas que trabalham diretamente com seu projeto. Elas entendem de uma maneira diferente da sua o trabalho que está sendo feito e podem ser grandes aliadas na hora de encontrar uma solução para os desafios do seu projeto.

Se você já está trabalhando diretamente com um público, peça uma resposta para eles sobre a eficácia do seu projeto. Não tenha medo da avaliação do seu cliente: mesmo que ele não conheça a fundo as tarefas que você e sua equipe estão fazendo, ele pode trazer uma boa perspectiva sobre o seu projeto, pela visão de quem está de fora.

4. Melhore seu planejamento e economize esforço

Um dos problemas mais comuns durante a administração de um projeto é o excesso de informações envolvidas nele. Quando não se consegue visualizar os dados certos na hora certa, as decisões, sejam suas ou dos seus funcionários, não são feitas com a maior clareza.

Sendo assim, é importante que você encontre a melhor forma de planejar o seu projeto, para evitar quaisquer dúvidas e sempre ter as informações priorizadas antes de fazer qualquer escolha vital no seu trabalho. Uma boa opção é investir em um sistema para o gerenciamento de projetos, onde você possa acompanhar o andamento das atividades por sua equipe e, assim, se antecipar quanto aos possíveis gargalos no planejamento atual. Essa pode ser uma ótima forma de economizar tempo e esforço gastos no replanejamento!

E você, costuma ter que replanejar com frequência os projetos que gerencia? Como lida com estas questões? Compartilhe suas experiências e dificuldades através dos comentários! Elas podem se tornar assunto para um próximo encontro aqui no blog.

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profissional autônomo

As habilidades que todo profissional autônomo precisa dominar

Trabalhar como um profissional autônomo pode trazer inúmeras vantagens, independentemente de sua área de atuação. Porém, a ausência de uma chefia a quem prestar contas, que é principal característica desse tipo de trabalho, pode tanto ser considerada como uma vantagem quanto como uma desvantagem.

Mas a boa notícia é que, com o desenvolvimento de algumas poucas habilidades relacionadas às áreas de administração, de gestão financeira, de marketing e de comunicação, as dificuldades iniciais podem ser facilmente superadas, tornando a carreira de autônomo a melhor opção para muitos profissionais. Quer saber como? Então acompanhe agora mesmo nossas dicas:

 Administração

Organizar e planejar o próprio trabalho são as primeiras habilidades que o profissional autônomo precisa dominar. Organizar o dia a dia de forma a poder cumprir todos os compromissos com excelência é simplesmente fundamental. Já o planejamento das atividades por prazos mais longos — semanal e mensalmente, por exemplo — é essencial para continuar crescendo e não ficar estagnado. O segredo aí é não pensar somente em cumprir os acordos já estabelecidos, mas também em prospectar novos clientes.

Para organizar o dia a dia, abuse da tecnologia, utilizando aplicativos que o ajudem a manter a agenda atualizada e os arquivos no lugar — de preferência podendo ser acessados de qualquer um de seus dispositivos. Quanto ao planejamento, acostume-se a pensar em sua programação semanal e mensal, incluindo na agenda além dos períodos de trabalho propriamente ditos, um tempo para aprimoramento pessoal, por meio de cursos, e para a prospecção de clientes, sempre se lembrando de que a manutenção de uma carteira variada de clientes é fundamental.

Finanças

Ao contrário do trabalhador contratado, o autônomo não conta com um dia fixo de pagamento. E é por isso que, com o dinheiro entrando e saindo a qualquer momento, acaba sendo fácil perder o controle das contas. Para evitar entrar no vermelho e não conseguir manter as contas em dia, mais uma vez a palavra-chave é planejamento:
Conheça suas contas fixas

Uma planilha atualizada contendo tudo o que você precisa pagar mensalmente, assim como a previsão do quanto deve entrar de dinheiro é o primeiro passo para organizar a vida financeira dos negócios.

Inclua os gastos subestimados

Dificilmente deixamos de incluir o aluguel na planilha, mas frequentemente nos esquecemos daquele expresso de todo dia, não é mesmo? Pois procure se lembrar de qualquer gasto, por menor que seja. Só assim você terá uma noção real de quanto gasta por mês.

Saiba priorizar

Eleja o que é mais importante, uma vez que manter a casa funcionando é fundamental. Assim, as primeiras receitas do mês pagam aluguel, luz, água e telefone. Depois das prioridades devidamente pagas, pense no seu fundo de reserva para, por fim, cogitar aquela viagem para o final de semana.

Invista na sua carreira

Como autônomo, você mesmo precisa fazer alguns investimentos, que seja a reforma do escritório, a compra de equipamentos ou a apresentação pessoal, por exemplo. Então nada de se esquecer desse tópico no seu planejamento financeiro, ok?

Marketing

Além de conhecer seu campo de atuação, também é preciso ter algumas noções de marketing. Aliás, vale ressaltar que, ao contrário do que muita gente pode pensar, marketing vai muito além da pura e simples propaganda! Questões como composição de preço do seu serviço, posicionamento de mercado e atendimento pós-venda, por exemplo, são estratégias de marketing primordiais.

Que tipo de empresa você quer atender? Quer oferecer um serviço premium ou pretende se diferenciar pelo preço? Como fidelizar o cliente por meio do pós-venda? Pois saiba, desde já, que há muito material disponível on-line que pode ajudar nesse quesito. O que não dá pra fazer é deixar de traçar uma estratégia ou não ter objetivos bem definidos.

Comunicação

Para o profissional autônomo, uma boa comunicação, tanto oral como escrita, é fundamental em qualquer etapa do processo — o que abrange desde o atendimento ao cliente, passando por negociações com fornecedores e chegando ao envio de um simples e-mail formal, por exemplo.

Afinal de contas, erros de português, uso de muitas gírias, excesso de informalidade, grosseria e falta de educação pegam extremamente mal e podem prejudicar significativamente seus negócios. Assim, se sentir que precisa melhorar em algum aspecto, procure cursos e treinamentos e faça uma reciclagem. É um investimento que vale a pena!

Viu só como trabalhar como autônomo pode ser libertador, mas exige organização e disciplina? E você, que outra habilidade considera importante para quem trabalha por conta própria? Deixe seu comentário e divida suas impressões conosco!

consultoria autônoma

4 motivos para começar uma consultoria autônoma

Dependendo da área de atuação e do nível de qualificação do profissional, a possibilidade de estabelecer uma consultoria autônoma pode até ser mais atrativa do que se manter vinculado a uma empresa já estabelecida. Na área de gestão de projetos, por exemplo, atuar por conta própria pode significar mais chances de trabalho, já que o consultor passa a se dedicar a atender vários clientes, o que consequentemente gera mais ganhos, tanto financeiros como profissionais.

Se essa ideia já passou por sua cabeça, mas você ainda não se dispôs a arriscar, confira nosso artigo de hoje e analise as possibilidades. Você vai ver como se tornar um consultor autônomo pode significar uma guinada — para muito melhor! — em sua carreira! Confira:

Ser seu próprio chefe

Tomar as próprias decisões profissionais: essa é uma das maiores vantagens de se trabalhar como autônomo, o que faz os olhos de muita gente brilhar. Afinal, quem nunca teve que lidar com um chefe que, por ser extremamente fechado a novas ideias, acabava barrando o crescimento dos funcionários e da própria empresa, não é mesmo? Trabalhando por conta própria, as decisões sobre quem e como atender, de que forma realizar o trabalho e quais são as metas a serem alcançadas são todas suas! Nesse contexto a responsabilidade aumenta, é claro, mas a liberdade também!

Controlar melhor sua rotina

Atender clientes à tarde, planejar projetos e responder e-mails à noite e deixar a manhã para organizar a casa e ficar com os filhos: esse cronograma passa a ser possível quando se trabalha por conta própria. É claro que há um limite, afinal, o horário comercial continua sendo o momento em que você terá as reuniões e os encontros com os clientes, mas já fica mais fácil organizar aquela ida ao banco e a saída para comparecer à reunião de pais do colégio, por exemplo. Não que você vá trabalhar menos — talvez, no início, você até mesmo trabalhe mais! —, mas a questão aqui é de organização do tempo. Como autônomo você não terá que se restringir aos horários impostos por ninguém. Assim quem sabe você até consegue voltar a frequentar a academia?

Faturar cada vez mais

Dependendo da empresa onde você trabalha, faturar mais ou menos — para a empresa, é claro — não significa muita coisa, já que seu salário continuará igual. Nesse caso pode até existir algum tipo de bônus, mas essa compensação sempre é limitada, com o ganho maior continuando em poder da organização. Já como autônomo, suas possibilidades se ampliam, uma vez que é você quem coloca o preço no seu trabalho. E não se esqueça de que quanto mais seu trabalho vai sendo reconhecido pelo mercado, mais possibilidades de ganho se abrem!

Continuar evoluindo na carreira

Nem sempre é fácil ascender na carreira trabalhando dentro de uma empresa, por maior que ela seja, não é verdade? Muitas vezes, por mais esforçado que seja, o funcionário esbarra em protecionismos, processos burocráticos e chefes pouco afeitos a inovações, o que pode significar muitos anos realizando o mesmo trabalho, sem nenhum tipo de reconhecimento. Como consultor autônomo, por outro lado, é você quem decide se vai ficar parado ou se quer continuar crescendo! Para tanto, invista em formação, em novos contatos e novas parcerias e veja como as possibilidades sempre têm para onde se ampliar!

Atuando por conta própria, com organização e disciplina, sua carreira só tende a evoluir!

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gerenciamento de projetos online

Gerenciamento de projetos online: 5 coisas para fazer antes de escolher uma ferramenta

O gerenciamento de projetos online do mundo digital mudou o nosso comportamento de compra. Até bem pouco tempo, quando queríamos comprar um produto, íamos até uma loja, e se ela tivesse o que procurávamos, efetuávamos a compra e pronto. A pesquisa de preço, por exemplo, ficava restrita a duas ou três lojas.

No entanto, sabemos que a internet mudou todas as regras desse jogo. Hoje, entramos em uma loja com um smartphone, e com esse simples aparelho conectado à internet, pesquisamos o produto que queremos e imediatamente temos uma variedade de informações na ponta dos dedos sem precisar fazer qualquer esforço. Com alguns cliques podemos ter acesso aos melhores preços do mercado e qualquer item na nossa porta no dia seguinte.

Os princípios de como avaliar um produto com informações encontradas na internet também valem para a compra de um software para gerenciamento de projetos online. Pesquisar a ferramenta que melhor atenda às necessidades do seu negócio pode ser mais simples do que você possa imaginar, e dentre tantas opções no mercado montamos um checklist com itens que vão te ajudar a escolher a melhor opção para você e sua empresa.

#1 SAIBA O QUE VOCÊ QUER

A primeira coisa que você precisa ter é uma noção sobre gerenciamento de projetos em geral. Será difícil tomar uma boa decisão se este for o seu primeiro dia de trabalho como um gerente de projetos. Você precisa ter alguma experiência para entender os prós e os contras desse trabalho, tendo uma ideia clara na cabeça do que procura alcançar dentro de determinada empresa. Não se aflija se você for novo em gerenciamento de projetos. É possível acelerar o processo de aprendizagem e alavancar a sua carreira sem a necessidade de alto investimento financeiro. Além disso, o conhecimento que você adquire com outros profissionais irá provar-se precioso em seu processo de seleção da ferramenta.

#2 CONHEÇA SUA EMPRESA

Independentemente da qualidade e da quantidade de recursos e funcionalidades de um software de gestão de projetos, uma empresa não melhorará seu desempenho nos projetos caso não possua maturidade em gerenciamento de projetos e não esteja disposta a evoluir nesse sentido. Se essa é a realidade da sua empresa, você precisará – juntamente com a ferramenta – implantar uma metodologia de gestão de projetos.

Já se a sua empresa possui uma cultura de gerenciamento de projetos, faça uma pesquisa e veja o que os outros departamentos estão usando como programa de gerenciamento de projetos on-line. Em muitas companhias, dois setores podem trabalhar com programas diferentes, de maneiras independentes. Você pode encontrar dentro da própria empresa um programa já utilizado em alguma área que satisfaça as suas necessidades. Se esse for o seu caso, converse com seus colegas que já fazem uso da ferramenta e veja o quanto ela pode ser aderente à sua área. Se você trabalha em uma grande empresa é bem possível que haja mais de uma, neste caso compare as soluções existentes e faça aquela que se adequa melhor à realidade do seu setor e às demandas de gerenciamento de projetos.

#3 DESCUBRA O QUE OS USUÁRIOS DA FERRAMENTA PENSAM

É importante ressaltar que quando você está pesquisando uma ferramenta de gerenciamento de projetos, as empresas de software de gestão de projetos tentarão convencê-lo do quão revolucionário é o seu produto. É realmente difícil saber como um produto irá funcionar quando todos os pacotes parecem tão profissionais e atraentes. Por isso, é tão importante a opinião de outros usuários. Comece perguntando aos seus colegas sobre suas experiências com programas dessa natureza. Em seguida, amplie sua busca e veja o que um grupo maior de usuários está dizendo sobre os produtos. Comentários de clientes são uma ótima maneira de avaliação. Quem melhor para falar sobre um produto se não quem faz uso dele diariamente?

#4 FAÇA UM TEST DRIVE

Não adianta ser impulsivo na hora de fazer uma compra como essa. Há pessoas que saem comprando toda e qualquer coisa disponível no mercado sem pensar nas consequências.

Após algumas semanas, não é raro ver que muitas dessas compras acabam “empilhadas em algum armário”, ou seja; sem nenhuma utilidade ou valor. Antes de investir, é recomendável ir devagar. O que isso significa? Significa que primeiro é preciso avaliar pessoalmente as opções. A maioria das empresas de software para gerencia de projetos oferece gratuitamente um período de teste. Forme um pequeno grupo para avaliar a ferramenta, acompanhe o processo que ela desenvolve. Isso quer dizer que você deve utilizar o programa de gerenciamento de projetos on-line antes de decidir comprá-lo.

#5 TREINAMENTO ADICIONAL

Depois de ter cumprido os quatro itens anteriores, você está pronto para fazer a compra de um programa. No entanto, dependendo da complexidade da ferramenta, pode haver um conjunto enorme de funcionalidades. Muitas pessoas confundem treinamento com implantação e vice-versa. É preciso enfatizar que existem grandes diferenças entre eles. O treinamento tem como objetivo transferir conhecimento, habilidades e competências específicas. Ele oferece aos seus colaboradores uma possibilidade de ampliarem seus conhecimentos e técnicas. Para isso, primeiro, é preciso determinar o que cada um precisa realizar e então buscar um treinamento compatível com as necessidades de cada equipe de usuários.

Contratar um programa de gerenciamento de projetos on-line é como realizar qualquer outra compra. Como disse no início do artigo, é precisamos entender nossas necessidades, fazer uma boa pesquisa e só então tomar a decisão. Uma vez que passamos por esse processo, e a nossa escolha é feita de forma consciente, teremos uma experiência de usuário muito melhor, colhendo todos os benefícios oferecidos pelo programa escolhido. E pense que uma escolha equivocada não impactará somente no seu trabalho, mas de toda a sua equipe e, por consequência na sua empresa.

Espero que esse checklist tenha seja útil para você. E qualquer dúvida que tenha sobre esse tema não deixe de comentar!

 

reduzir o custo do seu PMO

5 estratégias para reduzir o custo do seu PMO

Um PMO bem estruturado tem a missão de elevar a eficiência da empresa por meio de projetos bem coordenados, otimizando custos, tempo e recursos para gerar vantagens competitivas no mercado. Contudo, segundo estudos do Project Management Institute (PMI), grande parte das empresas que possuem um, criam rapidamente estratégias para reduzir o custo do seu PMO – ainda mais em tempos de crise econômica, quando a redução de gastos se faz necessária para manter a empresa sustentável.

E é aí que entramos nós, trazendo este post que tem como objetivo mostrar como é possível reduzir o custo do seu PMO sem reduzir sua eficiência, contribuindo, assim, para que a empresa mantenha os investimentos em projetos de qualidade. Afinal de contas, essa estratégia aumentará a rentabilidade do negócio, ajudando-o a superar a crise com muito mais facilidade. Então vamos lá?

Automatize processos manuais

A automatização de processos tem como objetivo aumentar a produtividade da equipe com a adoção de ferramentas que agilizem o trabalho e contribuam para a minimização de erros de lançamento, reduzindo o retrabalho e criando, assim, um repositório de informações altamente qualificadas para que decisões sejam tomadas com muito mais precisão. Com todos os dados concentrados em um único local, passa-se a ter os projetos sob maior controle, podendo acompanhá-los com mais cuidado, evitando desperdícios de recursos e perda de prazos por pura e simples falta de organização.

Além disso, ao automatizar atividades manuais você garante a padronização dos processos do seu PMO, aumentando a fidelidade de dados, relatórios e indicadores que norteiem o trabalho da equipe rumo aos objetivos definidos para cada projeto. Com a gestão facilitada, é possível verificar mais envolvimento das pessoas, assim como um fluxo de comunicação mais eficaz, o que garante o alinhamento necessário para que a equipe trabalhe em sinergia. A automatização de processos também contribui diretamente para a redução da quantidade de profissionais no time, já que, a partir daí, tarefas não estratégicas passam a ser executadas por sistemas informatizados especialmente desenvolvidos para a função.

Elimine projetos não prioritários

O cenário econômico e financeiro impacta diretamente na escolha de projetos que devem ser mantidos e dos que não só podem como devem ser pausados ou até mesmo eliminados, afinal, o que conta para a empresa são os resultados de curto, médio e longo prazos. Nesse caso, é preciso saber eliminar aqueles projetos que não são prioritários para focar seus esforços e recursos naqueles que, por sua vez, podem contribuir com maior peso para a manutenção dos negócios durante o período de crise.

Uma das maneiras de fazer essa priorização é avaliar o valor estratégico e o valor imediato de qualquer que seja o projeto em questão. Outra questão que deve ser levada em consideração diz respeito à análise de viabilidade do projeto, utilizando-a como critério de seleção a partir de indicadores como VPL, TIR e Payback, entre outros. Tendo essas informações em mãos, você saberá exatamente quais projetos têm futuro e quais não fazem mais sentido para a empresa, elencando direitinho o que é urgente e o que é importante.

Identifique desperdício e ociosidade

Combater a crise é uma ótima maneira de reavaliar sua estrutura, assim como de colocar a criatividade para funcionar, identificando possibilidades. Nesse caso, comece analisando a infraestrutura do seu PMO, verificando se há como realizar cortes de gastos com estrutura física, equipamentos alugados, aluguéis de salas, terceirização de profissionais, entre outros. Reveja também seus processos internos e identifique possíveis pontos de melhoria, de forma que tudo se torne mais fluido e ágil, dispensando materiais de expediente, móveis e tempo da equipe.

Se você já conta com um software de gestão de projetos cujo valor pago é em dólar, eis um ponto que requer muita atenção, afinal, em pouco tempo a moeda simplesmente triplicou de valor. Assim, na atual conjuntura, você pode estar consumindo recursos importantes apenas para mantê-lo em funcionamento. Uma boa opção, nesse caso, é avaliar softwares de gestão de projetos nacionais, reduzindo consideravelmente os gastos do seu PMO.

Gere valor para a alta administração

Se os resultados estão custando a aparecer é porque provavelmente chegou a hora de rever os objetivos estratégicos do negócio e avaliar se os projetos em execução estão realmente alinhados com essas metas, contribuindo efetivamente para atingir o que foi previamente estabelecido pela alta administração. A verdade é que o foco nos resultados deve ser o eixo norteador do PMO, uma vez que a empresa espera ter um retorno satisfatório sobre o investimento.

Assim, além de cuidar para que os projetos tenham alinhamento estratégico com o negócio, reforce a comunicação com a alta administração por meio de dashboards de controle, que indiquem o status dos projetos, o valor agregado, quanto já foi investido, qual o retorno esperado, entre outras informações que possam servir para validar o trabalho do PMO e criar um clima de confiança internamente.

Saiba que sempre é possível reduzir

Muitas vezes ficamos tão presos à rotina que não conseguimos visualizar maneiras diferentes de fazer as mesmas atividades com menos recursos, não é mesmo? Mas a verdade é que é, sim, sempre possível otimizar recursos e tornar os processos mais eficientes para que se tenha uma gestão realmente afinada com a realidade econômica que vivemos.

É atribuído a Silvio Meira, um dos grandes gurus da tecnologia da atualidade, um pensamento que muito tem a ver com essa política, comparando despesas às unhas, que como estão sempre crescendo, precisam, periodicamente, ser aparadas. Com isso em mente, procure sempre ter um olhar crítico sobre o seu PMO, buscando novas formas de realizar o trabalho com maior eficiência e produtividade sem onerar a empresa mais que o estritamente necessário.

E não esqueça de que é imprescindível conscientizar sua equipe sobre a importância da redução de custos, afinal, todos são responsáveis pela sustentabilidade da organização e pelos resultados obtidos em cada projeto. Se todos se unem para tornar a empresa uma unidade mais eficiente e focada em resultados, a crise passará com muito mais tranquilidade e os impactos serão minimizados. Não é uma boa promessa?

A Project Builder ajudou diversas empresas a se tornarem mais econômicas, mais ágeis e mais eficientes, sempre gerando muito valor e com o melhor custo-benefício do mercado. Com sua ajuda é possível gerenciar projetos, programas e portfólios com a certeza da geração de valor para o negócio, pois seu sistema conta com funcionalidades que permitem fazer a adequada priorização de projetos segundo critérios previamente estabelecidos, agilizando a aprovação de trabalhos com fluxos simplificados e ainda acompanhando sua performance com relatórios e indicadores de fácil visualização. Vale a pena testar!

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